Nova Lei do ISS
RODRIGO DIAS DE OLIVEIRA ROSA
Bacharel em Ciências Contábeis e Direito;
Especialista em Gestão Fiscal e Planejamento Tributário;
Consultor Financeiro e Tributário;
Perito;
Professor de Graduação e Pós- Graduação;
Palestrante de atuação no sistema CRC’s;
Palestrante da Fundação Brasileira de Contabilidade – FBC;
Instrutor de Treinamentos e Palestrante de atuação do SESCAP/SE;
Instrutor de Treinamentos e Palestrante de atuação do SINDCONT/ Poços de
Caldas – MG;
Instrutor e Consultor do SEBRAE;
Diretor da DiasRosa Consultoria (www.diasrosa.com.br).
IMPOSTO SOBRE SERVIÇO -
ISSQN
Contexto Histórico
• EMENDA CONSTITUCIONAL Nº 18, DE 1º DE DEZEMBRO DE 1965.
(Reforma do Sistema Tributário.)
• Art. 14. Compete à União o impôsto:
• II - sôbre serviços de transportes e comunicações, salvo os de
natureza estritamente municipal.
• Art. 15. Compete aos Municípios o impôsto sôbre serviços de
qualquer natureza, não compreendidos na competência tributária
da União e dos Estados.
Contexto Histórico
• Lei n.º5.172/66-CTN. Art. 71 – Fato Gerador do ISS.
• Decreto Lei nº 406, 31/12/1968 - Estabelece normas gerais de
direito financeiro, aplicáveis aos impostos sobre operações
relativas à circulação de mercadorias e sobre serviços de
qualquer natureza, e dá outras providências.
Contexto Histórico
• Decreto-lei nº 834/1969- estabelece normas gerais sôbre conflito da
competência tributaria, sobre o imposto de serviços.
• Lei Complementar nº 56/1987 – Nova redação a lista de serviços do
Decreto lei n° 406.
• Lei Complementar nº 100/1999 – Acrescentar serviços sujeitos ao
ISS no Decreto lei n° 406.
Contexto Histórico
• Lei Complementar nº 116/2003;
• Lei Complementar nº 157/2016;
• Lei Complementar nº 175/2020;
COMPETÊNCIA- ISS
• ART.156, III DA C.F 1988
“ Compete aos Municípios instituir impostos sobre:
(...)
III- serviços de qualquer natureza não compreendidos no art. 155,II, definidos
em lei complementar”.
§ 3º - Cabe à lei complementar:
COMPETÊNCIA- ISS
• ART.156, III DA C.F 1988
§ 3º - Cabe à lei complementar:
I - fixar as suas alíquotas máximas e mínimas;
II - excluir da sua incidência exportações de serviços para o
exterior;
III - regular a forma e as condições como isenções, incentivos e
benefícios fiscais serão concedidos e revogados.
1 – No seu dia a dia quais os maiores
Reflexão problemas e/ou dificuldades que encontram
em trabalhar com ISS?
2 – O que é serviço?
CONCEITO DE SERVIÇO
• Conceito econômico – “serviço é o resultado da atividade humana na
criação de um bem que não se apresenta sob forma de bem material”
(fornecimento de bem imaterial);
• Conceito direito civil - fornecimento de trabalho a terceiros,
mediante pagamento.
(Ribeiro Moraes)
CONCEITO DE SERVIÇO
• “prestação a terceiro de uma utilidade , com conteúdo
econômico, sob regime de Direito Privado, desde que não
trabalhista” (Roque Antonio Carrazza)
CONCEITO DE SERVIÇO
“O objeto do negócio jurídico é o trabalho humano que se traduz em
fazer personalizado, gerando proveito, tangível ou não, ao tomador.
Pouco importa se o implemento do objeto contratado implicou no
emprego de materiais, ou se demandou a intervenção de máquinas,
equipamentos ou veículos”. (Meng – Hung, Tsai)
Serviço Puro;
Classificaçõ
es dos Serviço com emprego de
serviços instrumentos;
(Aires
Fernandino Serviço com aplicação de materiais;
Barreto)
Serviço com emprego de máquinas
e aplicação de materiais.
Material x Imaterial
Tomador x Prestador
IMPOSTO SOBRE
SERVIÇO
REGRA-MATRIZ DE INCIDÊNCIA
• Art. 1º §1º da LC 116/03
• Art. 1o O Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza, de competência
dos Municípios e do Distrito Federal, tem como fato gerador a prestação
de serviços constantes da lista anexa, ainda que esses não se constituam
como atividade preponderante do prestador.
ISS
• Incide sobre os serviços
prestados mediante a utilização
de bens e serviços públicos
explorados economicamente
mediante autorização, permissão
ou concessão, com o pagamento
de tarifa, preço ou pedágio pelo
usuário final do serviço.
Onde recolher?
PRINCÍPIO DA TERRITORIALIDADE
• A lei municipal só pode irradiar efeitos dentro da esfera
territorial de competência do município de que promana.
• Os municípios só são competentes para instituir e cobrar
impostos de sua competência (ISS e IPTU) dentro de seu
território.
Onde recolher?
• O serviço considera-se prestado, e o imposto, devido,
no local do estabelecimento prestador ou, na falta do
estabelecimento, no local do domicílio do prestador,
exceto nas hipóteses previstas nos incisos I a XXV,
quando o imposto será devido no local: (Art. 3º da LC
116/03)
DEVIDO NO LOCAL
• I – do estabelecimento do tomador ou intermediário do serviço ou,
na falta de estabelecimento, onde ele estiver domiciliado, na
hipótese do o serviço proveniente do exterior do País ou cuja
prestação se tenha iniciado no exterior do País;
• II – da instalação dos andaimes, palcos, coberturas e outras
estruturas, no caso dos serviços descritos no subitem 3.05 da lista
anexa;
DEVIDO NO LOCAL
• III – da execução da obra, no caso dos serviços descritos no subitem
7.02 e 7.19 da lista anexa;
• IV – da demolição;
• V – das edificações em geral, estradas, pontes, portos e congêneres,
no caso dos serviços descritos no subitem 7.05 da lista anexa;
DEVIDO NO LOCAL
• VI – da execução da varrição, coleta, remoção, incineração,
tratamento, reciclagem, separação e destinação final de lixo, rejeitos
e outros resíduos quaisquer, no caso dos serviços descritos no
subitem 7.09 da lista anexa;
• VII – da execução da limpeza, manutenção e conservação de vias e
logradouros públicos, imóveis, chaminés, piscinas, parques, jardins e
congêneres, no caso dos serviços descritos no subitem 7.10 da lista
anexa;
DEVIDO NO LOCAL
• VIII – da execução da decoração e jardinagem, do corte e poda de
árvores, no caso dos serviços descritos no subitem 7.11 da lista
anexa;
• IX – do controle e tratamento do efluente de qualquer natureza e de
agentes físicos, químicos e biológicos, no caso dos serviços descritos
no subitem 7.12 da lista anexa;
DEVIDO NO LOCAL
• XII - do florestamento, reflorestamento, semeadura, adubação,
reparação de solo, plantio, silagem, colheita, corte, descascamento
de árvores, silvicultura, exploração florestal e serviços congêneres
indissociáveis da formação, manutenção e colheita de florestas para
quaisquer fins e por quaisquer meios;
• XIII – da execução dos serviços de escoramento, contenção de
encostas e congêneres, no caso dos serviços descritos no subitem
7.17 da lista anexa;
DEVIDO NO LOCAL
• XIV – da limpeza e dragagem, no caso dos serviços descritos no
subitem 7.18 da lista anexa;
• XV – onde o bem estiver guardado ou estacionado, no caso dos
serviços descritos no subitem 11.01 da lista anexa;
• XVI - dos bens, dos semoventes ou do domicílio das pessoas vigiados,
segurados ou monitorados, no caso dos serviços descritos no subitem
11.02 da lista anexa;
DEVIDO NO LOCAL
• XVII – do armazenamento, depósito, carga, descarga, arrumação e
guarda do bem, no caso dos serviços descritos no subitem 11.04 da
lista anexa;
• XVIII – da execução dos serviços de diversão, lazer, entretenimento e
congêneres, no caso dos serviços descritos nos subitens do item 12,
exceto o 12.13, da lista anexa;
• XIX - do Município onde está sendo executado o transporte, no caso
dos serviços descritos pelo item 16 da lista anexa;
DEVIDO NO LOCAL
• XX – do estabelecimento do tomador da mão-de-obra ou, na falta de
estabelecimento, onde ele estiver domiciliado, no caso dos serviços
descritos pelo subitem 17.05 da lista anexa (Fornecimento de mão de
obra);
• XXI – da feira, exposição, congresso ou congênere a que se referir o
planejamento, organização e administração, no caso dos serviços descritos
pelo subitem 17.10 da lista anexa;
• XXII – do porto, aeroporto, ferroporto, terminal rodoviário, ferroviário ou
metroviário, no caso dos serviços descritos pelo item 20 da lista anexa.
DEVIDO NO
LOCAL - Atenção
• XXIII - do domicílio do TOMADOR DOS SERVIÇOS dos
subitens 4.22, 4.23 e 5.09;
• 4.22 – Planos de medicina de grupo ou individual e
convênios para prestação de assistência médica,
hospitalar, odontológica e congêneres.
• 4.23 – Outros planos de saúde que se cumpram através
de serviços de terceiros contratados, credenciados,
cooperados ou apenas pagos pelo operador do plano
mediante indicação do beneficiário.
• 5.09 – Planos de atendimento e assistência médico-
veterinária.
DEVIDO NO
LOCAL - Atenção
• XXIV - do domicílio do tomador do
serviço no caso dos serviços
prestados pelas administradoras de
cartão de crédito ou débito e demais
descritos no subitem 15.01;
DEVIDO NO LOCAL – ATENÇÃO
• XXV - do domicílio do tomador dos serviços dos subitens 10.04 e
15.09.
• 10.04 – Agenciamento, corretagem ou intermediação de contratos de
arrendamento mercantil (leasing), de franquia (franchising) e de
faturização (factoring).
• 15.09 – Arrendamento mercantil (leasing) de quaisquer bens,
inclusive cessão de direitos e obrigações, substituição de garantia,
alteração, cancelamento e registro de contrato, e demais serviços
relacionados ao arrendamento mercantil (leasing).
LEI COMPLEMENTAR 175 DE
23/09/2020
• XXV - do domicílio do tomador dos serviços dos subitens 10.04 e
15.09.
• 15.09 – Arrendamento mercantil (leasing) de quaisquer bens,
inclusive cessão de direitos e obrigações, substituição de garantia,
alteração, cancelamento e registro de contrato, e demais serviços
relacionados ao arrendamento mercantil (leasing).
TOMADOR DO SERVIÇO?
• Plano de saúde;
• Cartão de crédito e débito;
• Gestão de fundo de investimentos;
• Consórcios;
• Arrendamento mercantil.
TOMADOR
• Ressalvadas as exceções e especificações estabelecidas
nos §§ 6º a 12 deste artigo, considera-se TOMADOR
dos serviços referidos nos incisos XXIII, XXIV e XXV
do caput deste artigo o CONTRATANTE DO SERVIÇO
e, no caso de negócio jurídico que envolva estipulação
em favor de unidade da pessoa jurídica contratante, a
unidade em favor da qual o serviço foi estipulado, sendo
irrelevantes para caracterizá-la as denominações de
sede, filial, agência, posto de atendimento, sucursal,
escritório de representação ou contato ou quaisquer
outras que venham a ser utilizadas.
TOMADOR
• No caso dos serviços de planos de saúde ou de medicina e
congêneres, referidos nos subitens 4.22 e 4.23 da lista de
serviços anexa a esta Lei Complementar, o TOMADOR DO
SERVIÇO é a PESSOA FÍSICA BENEFICIÁRIA vinculada à
operadora por meio de convênio ou contrato de plano de saúde
individual, familiar, coletivo empresarial ou coletivo por adesão.
DEPENDENTES NO PLANO
• Se o dependente tiver domicílio diferente do titular
do plano? Qual será o domicílio de recolhimento do
ISSQN?
DEPENDENTES NO PLANO
• Nos casos em que houver dependentes
vinculados ao titular do plano, será
considerado apenas o DOMICÍLIO DO
TITULAR.
TOMADOR
TOMADOR
• No caso dos serviços de administração
de cartão de crédito ou débito e
congêneres, referidos no subitem 15.01
da lista de serviços anexa a esta Lei
Complementar, prestados
DIRETAMENTE aos portadores de
cartões de crédito ou débito e congêneres,
o tomador é o PRIMEIRO TITULAR
DO CARTÃO.
DOMICÍLIO DO TOMADOR
DOMICÍLIO DO TOMADOR
• O local do estabelecimento credenciado é considerado o
domicílio do tomador dos demais serviços referidos no subitem
15.01 da lista de serviços anexa a esta Lei Complementar
relativos às transferências realizadas por meio de cartão de
crédito ou débito, ou a eles conexos, que sejam prestados ao
tomador, direta ou indiretamente, por:
DOMICÍLIO DO TOMADOR
• § 4o No caso dos serviços prestados pelas administradoras
de cartão de crédito e débito, descritos no subitem 15.01, os
terminais eletrônicos ou as máquinas das operações
efetivadas DEVERÃO ser registrados no local do domicílio do
tomador do serviço. (Art. 6º, Lei 116/2003)
DOMICÍLIO DO TOMADOR
• bandeiras;
• credenciadoras; ou
• emissoras de cartões de
crédito e débito.
TOMADOR
TOMADOR
• No caso dos serviços de administração
de carteira de valores mobiliários e
dos serviços de administração e
gestão de fundos e clubes de
investimento, referidos no subitem
15.01 da lista de serviços anexa a esta
Lei Complementar, o tomador é o
COTISTA.
TOMADOR
TOMADOR
• No caso dos serviços de administração de
consórcios, o tomador de serviço é o
CONSORCIADO.
TOMADOR
TOMADOR
• No caso dos serviços de
arrendamento mercantil, o tomador
do serviço é o ARRENDATÁRIO,
pessoa física ou a unidade beneficiária
da pessoa jurídica, domiciliado no
País.
TOMADOR
• No caso de arrendatário
não domiciliado no País, o
tomador é o beneficiário do
serviço no País.
Lei Complementar 157
SERVIÇOS
• 6.06 - Aplicação de tatuagens, piercings e congêneres.
• 16.01 - Serviços de transporte coletivo municipal rodoviário,
metroviário, ferroviário e aquaviário de passageiros.
• 16.02 - Outros serviços de transporte de natureza municipal.
SERVIÇOS
• 25.02 - Translado intramunicipal e cremação de corpos e partes de
corpos cadavéricos.
• 25.05 - Cessão de uso de espaços em cemitérios para sepultamento.
LEI COMPLEMENTAR Nº 175, DE 23 DE
SETEMBRO DE 2020
Novas regras do ISS
Dispõe sobre o padrão nacional de obrigação acessória.
NOVA LEI
• Padrão nacional de obrigação acessória para os serviços
previstos nos subitens 4.22, 4.23, 5.09, 15.01 e 15.09;
• Prevê regra de transição para a partilha do produto da
arrecadação do ISSQN entre o Município do local do
estabelecimento prestador e o Município do domicílio do
tomador.
• Partilha entre a data de publicação da Lei Complementar e o
último dia do exercício financeiro de 2022.
APURAÇÃO
• Será apurado pelo contribuinte e declarado por meio
de sistema eletrônico de padrão unificado em todo o
território nacional.
SISTEMA
• Leiautes e padrões definidos pelo Comitê
Gestor das Obrigações Acessórias do
ISSQN (CGOA);
• O sistema eletrônico de padrão unificado;
• Será desenvolvido pelo contribuinte,
individualmente ou em conjunto com
outros contribuintes sujeitos.
SISTEMA
• O contribuinte deverá
franquear aos Municípios
e ao Distrito Federal
acesso mensal e gratuito.
SISTEMA
• For desenvolvido em
conjunto por mais de um
contribuinte, cada
contribuinte acessará o
sistema exclusivamente em
relação às suas próprias
informações.
SISTEMA
• Os Municípios e o Distrito
Federal acessarão o sistema
eletrônico de padrão unificado
dos contribuintes
exclusivamente em relação às
informações de suas respectivas
competências.
PRAZO DE ENVIO
• 25º (vigésimo quinto)
dia do mês seguinte
ao de ocorrência dos
fatos geradores.
OBRIGAÇÕES DOS ENTES
• Fornecer informações diretamente no sistema
eletrônico do contribuinte, conforme definições do
CGOA:
OBRIGAÇÕES
DOS MUNICÍPIOS E O DISTRITO FEDERAL
• I - alíquotas, conforme o período de vigência, aplicadas aos
serviços;
• II - arquivos da legislação vigente no Município ou no
Distrito Federal que versem sobre os serviços;
• III - dados do domicílio bancário para recebimento do
ISSQN.
OBRIGAÇÕES DOS ENTES
Prazo de envio das informações: até o último dia do mês subsequente ao da
disponibilização do sistema de cadastro para fornecer as informações de que
trata o caput, sem prejuízo do recebimento do imposto devido retroativo a
janeiro de 2021.
ATUALIZAÇÃO DAS
INFORMAÇÕES
• Produzirão efeitos no período de
competência mensal seguinte ao de sua
inserção no sistema.
• Base de cálculo.
• e à Alíquota.
RESPONSABILIDADES PELOS
DADOS
• É de responsabilidade dos
Municípios e do Distrito Federal a
HIGIDEZ dos dados que esses
prestarem no sistema.
DADOS NO SISTEMA
• Determinado município prestou informações no sistema
eletrônico informando que a alíquota de determinado
serviço é de 3%. Os contribuintes recolheram o tributo de
acordo com os dados inserido no sistema. Ocorre que
tempos depois, foi percebido que a informação
encontrava-se equivocada, pois a alíquota correta é de
5%. O município além atualizar o sistema emitiu um auto
punindo o contribuinte por ter recolhido o ISS com
alíquota menor. Diante desse fato hipotético expresse sua
opinião.
RESPONSABILIDADES PELOS
DADOS
• Vedada a imposição de penalidades ao contribuinte
em caso de omissão, de inconsistência ou de
inexatidão de dos dados no sistema.
CONTRIBUINTES DE OUTROS
MUNICÍPIOS
• É vedada aos Municípios e ao Distrito Federal
a imposição a contribuintes não
estabelecidos em seu território de qualquer
outra obrigação acessória com relação aos
serviços, inclusive a exigência de inscrição
nos cadastros municipais e distritais ou de
licenças e alvarás de abertura de
estabelecimentos nos respectivos Municípios e
no Distrito Federal.
NOTA FISCAL
• Pode ser exigida, nos
termos da legislação de
cada Município e do
Distrito Federal.
NOTA FISCAL
EXCEÇÃO
• 15.01 - Administração de fundos quaisquer, de
consórcio, de cartão de crédito ou débito e
congêneres, de carteira de clientes, de cheques
pré-datados e congêneres. e
• 15.09 – Arrendamento mercantil (leasing) de
quaisquer bens, inclusive cessão de direitos e
obrigações, substituição de garantia, alteração,
cancelamento e registro de contrato, e demais
serviços relacionados ao arrendamento mercantil
(leasing)
DATA DE PAGAMENTO
• Até o 15º (décimo quinto)
dia do mês subsequente
ao de ocorrência dos
fatos geradores.
• Exclusivamente por meio
de transferência
bancária.
• Ao domicílio bancário
informado pelo Ente.
FIM DE SEMANA E FERIADO
• Quando não houver expediente bancário no 15º (décimo
quinto) dia do mês subsequente ao de ocorrência dos fatos
geradores, o vencimento do ISSQN será ANTECIPADO para o
1º (primeiro) dia anterior com expediente bancário.
PRAZO INICIAL
• Competências de janeiro, fevereiro e março de 2021.
• 15º (décimo quinto) dia do mês de abril de 2021, sem a
imposição de nenhuma penalidade.
SERÁ PAGO SEM
ATUALIZAÇÃO?
PRAZO INICIAL
ATUALIZAÇÃO
• O ISSQN será atualizado pela taxa (Selic),
a partir do 1º (primeiro) dia do mês
subsequente ao mês de seu vencimento
normal até o mês anterior ao do
pagamento, e pela taxa de 1% (um por
cento) no mês de pagamento.
RESPONSABILIDADE
TRIBUTÁRIA
• É vedada a atribuição, a terceira pessoa, de
responsabilidade pelo crédito tributário relativa
aos serviços, permanecendo a responsabilidade
exclusiva do contribuinte.
COMITÊ GESTOR DAS
OBRIGAÇÕES
ACESSÓRIAS DO ISSQN
(CGOA).
INSTITUÍDO
COMPETÊNCIA
• Regular a aplicação do padrão
nacional da obrigação acessória.
LEIAUTE
• O leiaute definidos pelo CGOA
• Somente poderão ser alterados após decorrido o prazo
de 3 (três) anos, contado da definição inicial ou da
última alteração.
LEIAUTE
• A alteração do leiaute ou da forma de fornecimento
das informações será comunicada pelo CGOA com o
prazo de pelo menos 1 (um) ano antes de sua
entrada em vigor.
CGOA - COMPOSIÇÃO
• 10 (dez) membros, representando as regiões Sul, Sudeste,
Centro-Oeste, Nordeste e Norte do Brasil, da seguinte forma:
• I - 1 (um) representante de Município capital ou do Distrito
Federal por região;
• II - 1 (um) representante de Município não capital por região.
• § 1º Para cada representante titular será indicado 1 (um) suplente.
INDICAÇÕES DOS MEMBROS
• Capital ou DF: serão indicados pela Frente Nacional
de Prefeitos (FNP),
• Município não capital: pela Confederação Nacional
de Municípios (CNM).
Grupo Técnico do Comitê Gestor
das Obrigações Acessórias do
ISSQN
(GTCGOA) INSTITUIÇÃO
GTCGOA
• Auxiliar o CGOA e terá a
participação de representantes
dos contribuintes dos serviços
referidos.
GTCGOA
COMPOSIÇÃO
• 4 (quatro) membros:
• 2 (dois) membros indicados pelas entidades
municipalistas que compõem o CGOA;
• 2 (dois) membros indicados pela Confederação
Nacional das Instituições Financeiras (CNF),
representando os contribuintes.
GTCGOA
ATRIBUIÇÕES
• Terá suas atribuições
definidas pelo CGOA
mediante resolução.
Regulamentação da obrigação
acessória de padrão nacional
DEPISS
Declaração Padronizada do ISSQN
REPARTIÇÃO DO ISSQN
PARTILHA
• Durante o período de apuração compreendido entre a
data de publicação desta Lei Complementar e o
último dia do exercício financeiro de 2022 será
partilhado entre o Município do local do
estabelecimento prestador e o Município do
domicílio do tomador.
PARTILHA
EXERCÍCIO 2021
• 33,5% ao Município do local do estabelecimento
prestador do serviço;
• e 66,5%, ao Município do domicílio do tomador;
PARTILHA
EXERCÍCIO 2022
• 15% ao Município do local do estabelecimento
prestador do serviço,
• e 85%, ao Município do domicílio do tomador;
PARTILHA
EXERCÍCIO 2023
• 100% ao Município do domicílio do tomador.
CONVÊNIO
• Na ausência de convênio, ajuste ou protocolo firmado
entre os Municípios interessados ou entre esses e o CGOA
para regulamentação da partilha, o Município do domicílio do
tomador do serviço deverá transferir ao Município do local
do estabelecimento prestador a parcela do imposto que lhe
cabe até o 5º (quinto) dia útil seguinte ao seu
recolhimento.
OBRIGAÇÃO PARA INSTITUIÇÕES
FINANCEIRAS
• O Município do domicílio do tomador do serviço
poderá atribuir às instituições financeiras
arrecadadoras a obrigação de reter e de transferir ao
Município do estabelecimento prestador do serviço
os valores correspondentes à respectiva participação
no produto da arrecadação do ISSQN.
RESPONSABILIDADE
TRIBUTÁRIA
• Art. 6o Os Municípios e o Distrito Federal, mediante lei, poderão
atribuir de modo expresso a responsabilidade pelo crédito
tributário a terceira pessoa, vinculada ao fato gerador da
respectiva obrigação, excluindo a responsabilidade do
contribuinte ou atribuindo-a a este em caráter supletivo do
cumprimento total ou parcial da referida obrigação, inclusive no
que se refere à multa e aos acréscimos legais.
RESPONSABILIDADE
TRIBUTÁRIA
• As pessoas referidas nos incisos II ou III do § 9º do art. 3º desta Lei
Complementar, PELO IMPOSTO DEVIDO pelas pessoas a que se
refere o inciso I do mesmo parágrafo, em decorrência dos serviços
prestados na forma do subitem 15.01 da lista de serviços anexa a
esta Lei Complementar.
RESPONSABILIDADE
TRIBUTÁRIA
• § 9º O local do estabelecimento credenciado é considerado o
domicílio do tomador dos demais serviços referidos no subitem
15.01 da lista de serviços anexa a esta Lei Complementar
relativos às transferências realizadas por meio de cartão de
crédito ou débito, ou a eles conexos, que sejam prestados ao
tomador, direta ou indiretamente, por:
• I - bandeiras;
• II - credenciadoras; ou
• III - emissoras de cartões de crédito e débito.
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