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Salmos 2023

Salmos
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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Tópicos abordados

  • Coração Vigilante,
  • Estilo Poético,
  • Coração Fiel,
  • Davi,
  • Misericórdia,
  • Cântico,
  • Interpretação,
  • Messianismo,
  • Temas de Fé,
  • Adoração
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  • Interpretação,
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  • Temas de Fé,
  • Adoração

O Livro dos

Salm os
Análise 2, 21,45,72,110 e 132. Os salmos 32 e 51 são usualmente
Qualquer esboço do Livro dos Salmos tem de ser geral, chamados Penitenciais, juntamente com algumas porções dos
visto que os salmos individuais evidentemente não foram co- salmos 38, 130 e 143. Os Salmos Imprecatórios pedem vin­
kckmados dando-se atenção ao assunto ventilado ou ao autor. gança contra os inimigos de Deus: 69, 101, 137 e certas por­
É possível que considerações musicais, pelo menos em parte, ções dos salmos 35, 55 e 58. Há pelo menos quatro Salmos
lenham influído no arranjo atual. O Saltério é dividido em cin­ Históricos: 78, 81,105 e 106. Dois deles frisam a Revelação,
co livros, cada um dos quais é assinalado no fim por uma do- 19 e 119.
xologia. Mais significativo que algum esboço geral, no estudo Os Salmos Messiânicos, que são aplicados a Cristo no
dos salmos, é a sua classificação de conformidade com os as­ Novo Testamento, são os de números 2, 8,16,22,40,41,45,
suntos explorados. 68,69,89,102,109,110 e 118. Alguns deles são tipicamente
Os salmos, metade dos quais são atribuídos a Davi, o sua­ messiânicos, ou seja, escritos acerca de nossas experiências
ve cantor de Israel, conforme os seus títulos, vêm quase todos gerais, mas aplicados a Cristo. Outros são diretamente predi-
do período áureo de Israel, isto é, cerca de 1000 a.C. Sem dú­ tivos, como os salmos 2, 45 e 110, que predizem a vinda do
vida, alguns deles foram escritos mais tarde, até mesmo no Rei messiânico. Em SI 45.6, o Messias aparece como Deus;
tempo do cativeiro (por exemplo, SI 137). Expressam grandes no salmo 110, Ele é o rei-sacerdote e Senhor de Davi; no sal­
verdades em estilo poético, calculado para atingir as cordas mo 2, Ele é o Filho de Deus, que deve ser adorado. Outros sal­
mais profundas do coração. Deveríamos aprender a lição que mos falam sobre os Seus sofrimentos (22), o Seu sacrifício (40)
nos dão, de que o conhecimento intelectual não é o bastante; e a Sua ressurreição (16.10,11). No salmo 89, o Messias é
o coração também deve ser tocado pela graça remidora de aquele que completará o pacto davídico, em cumprimento às
Deus. esperanças de Israel.
A poesia hebraica não consiste em rima, mas principal­
mente em repetição de pensamento numa cláusula paralela,
como seja: “Não nos trata segundo os nossos pecados, nem nos Autor
retribui consoante as nossas iniqüidades” (SI 103.10). A aten­ De acordo com os títulos, Davi foi o autor de setenta e três
ção a esse paralelismo, pode ajudar-nos ocasionalmente a in­ salmos, Asafe foi autor de doze, os filhos de Corá foram au­
terpretar palavras obscuras, pelo paralelo mais claro. Outro tores de onze, Salomão foi autor de dois, e Moisés e Etã fo­
artifício freqüentemente encontrado na poesia hebraica é a dra­ ram autores de um salmo cada. Nenhum autor é mencionado
matização. Davi não escrevia apenas para si mesmo; também no caso de cinqüenta dos salmos. A Septuaginta Grega adicio­
escrevia para os outros. Usando o mesmo artificio poético, na Ageu e Zacarias como autores de cinco salmos.
Shelley escreveu “A Nuvem”, recontando as experiências de O valor dos títulos tem sido assunto debatido, mas obvia­
uma nuvem na primeira pessoa do singular. Os salmistas es­ mente são muito mais antigos do que 200 a.C., pois a Septua­
creveram por todos nós, e podemos reputar suas orações e lou­ ginta, traduzida mais ou menos nessa época, compreendeu mal
vores como nossás próprias orações e louvores. Quando diversas das observações musicais dos títulos. Composições
interpretamos os salmos messiânicos, precisamos relembrar poéticas, inclusas nos livros históricos pré-exílicos demons­
que, nesse caso, Davi também escreveu na primeira pessoa, tram um emprego similar de títulos (Hc 3.1; Is 38.9; 2 Sm 1.17;
ainda que exiba, com vividos detalhes, as experiências do Mes­ 23.1). O salmo 18, que seu título atribui a Davi, de acordo com
sias. 2 Samuel 22.1 também teria sido escrito por ele. Essa reputa­
Cerca de metade dos salmos pode ser classificada como ção de Davi como músico é muitas vezes mencionada (2 Sm
orações de fé em tempos angustíosos. Salmos preciosos tais 23.1; 1 Sm 16.18; Am 6.5). Os livros de Crônicas são bastan­
como os de número 23, 91 e 121, além de muitos outros, nos te explícitos ao dizerem que Davi reuniu coros para o templo
sustentam em períodos da mais profunda necessidade. Faría­ e compôs salmos para os mesmos (1 Cr 16.4,5; 25.1-5). Os
mos bem em decorar e relembrar esses salmos freqüentemen­ enigmáticos termos musicais dos títulos têm sido freqüente­
te, a fim de sermos fortalecidos pela Palavra para quando mente associados nos livros de Crônicas com a obra de Davi
vierem os dias de provação. Cerca de outros quarenta salmos (1 Cr 15.20,21; 16.4; compare-se os títulos dos salmos 46,12,
foram dedicados ao tema do louvor. A nota de louvor a Deus 38; e dos salmos 105.1; 148,1; e outros). Finalmente, Jesus
deveria fazer parte da respiração do crente, e salmos, tais como Cristo alicerçou um importante argumento sobre a validade do
os de números 100 e 103, deveriam ter uma participação em título do salmo 110 (Mc 12.36). Não parece haver qualquer
nossas devoções diárias. evidência positiva contra o ponto de vista tradicional de que a
A classificação detalhada dos salmos é empresa difícil, maioria dos salmos foi escrita por voltado ano 1000 &.C., con­
visto que são altamente poéticos, e um salmo pode tocar em forme os títulos afirmam. Nova evidência, baseada nos Papi­
diferentes temas. Porém, podemos aqui sugerir diversas cate­ ros do Mar Morto, nos proíbe colocar qualquer dos salmos
gorias: Salmos do Homem Reto, representados por 1,15,101, numa data tão posterior como o século II a.C., conforme alguns
112 e 133. Seis deles podem ser denominados de Salmos Reais, eruditos o faziam no passado.
SALMO 1.1 774

7 8 ,8 1 ; Salm os d e A m o r p o r Sião o u p e lo T e m p lo , 8 4 , 8 7 ;
S a lm o d c R e p re e n s ã o aos Ím p io s , 8 2 ) .
. U V R O I . P R IN C IP A L M E N T E O R A Ç Õ E S D E FÉ N A L IV R O IV. S A L M O S D E L O U V O R , 9 0 - 1 0 6
A D V E R S ID A D E , 1 - 4 1 (E xceções: Salm os d e Fé n a A d v e rs id a d e , 9 0 , 9 1 , 9 4 ,
(E xc eçõ es- S alm o s d e L ouvo r, 8, 2 4 , 2 9 , 3 3 ; S alm o s Reais, 1 0 2 ; 5 a lm o s H istóricos, 1 0 5 e 1 0 6 ; S a lm o d e justiça,
2 , 2 1 , S alm o s d e ju stiç a, 1 ,1 5 , S a lm o P e n ite n c ia l, 3 2 ; 101).
S a lm o R eve lador, 1 9 ). L IV R O V. S A L M O S M IS T O S , P R IN C IP A L M E N T E D E L O U V O R
L IV R O II P R IN C IP A L M E N T E O R A Ç Õ E S D E FÉ N A E C O N F IA N Ç A N A T R IB U L A Ç Ã O , 1 0 7 - 1 5 0
A D V E R S ID A D E , 4 2 - 7 2 (E xceções: S alm o s Reais, 1 1 0 , 1 3 2 ; S alm o s so b re
(E xc eçõ es; S alm o s d e L o u vo r, 4 7 , 4 8 , 5 0 , 6 5 - 6 8 ; Salm os A fliçõ es N a c io n a is , 1 2 9 , 1 3 7 ; S a lm o d e lu s tiç a , 1 1 2 ,
Reais, 4 5 , 7 2 ; S a lm o P e n ite n c ia l, 5 1 ; Salm os 1 1 6 ; S a lm o R eve lad o r, 1 1 9 ; S a lm o d e A m o r
Im p re c a tó rio s , 5 8 e 5 9 ) . a SiSo, 1 2 2 ) . (C a te g o ria s Especiais n o L ivro V:
LJVRO III. S A L M O S D E C O N F IA N Ç A , E S P E C IA LM E N T E E M C â n tic o s d o s D e g ra u s , 1 2 0 - 1 3 4 ; Salm os
A F L IÇ Ã O N A C IO N A L , 7 3 - 8 9 H a le l, d e L o u v o r, 1 1 3 — 1 1 8 , 1 3 6 e
(E xceções: S alm o s d e L ouvo r, 7 5 , 7 6 ; S alm o s H istóricos, 1 4 6 -1 5 0 ).

LIVRO I 1.1 oSI 26.4; sera bem sucedido.


Salmos 1-41
|r 15-17
4 Os ímpios não são assim ;d
são, porém, como a palha
Osjustos e os ímpios que o vento dispersa.
1.2 k)s 1.8 5 Por isso, os perversos
Salmo 1 não prevalecerão no juízo,
1 Bem-aventurado o homem0 nem os pecadores,
que não anda no conselho 1.3 cjr 17.8 na congregação dos justos.
dos ímpios, 6 Pois o S enhor conhecee
não se detém no caminho o caminho dos justos,
dos pecadores, mas o caminho dos ímpios
1.4 <1)021.18;
nem se assenta na roda Is 17.13 perecerá.
dos escamecedores.
2 Antes, o seu prazer estáh O reinado do Ungido de Deus
na lei do S enhor , 1.6 «SI 37.18; Salmo 2
e na sua lei medita de dia |o 10.14;
2Tm 2.19
e de noite. 1 Por que se enfurecem os gentios ^
3 Ele é como árvorec e os povos imaginam coisas
plantada junto a corrente vãs?
de águas, 2.1 'SI 46.6 2 Os reis da terra se levantam,
que, no devido tempo, e os príncipes conspiram
dá o seu fruto, contra o S enhor
e cuja folhagem não murcha; 2.2 9(1-2) e contra o seu Ungido,
e tudo quanto ele faz At 4.25-26 dizendo: 9

1 . 1 - 3 A d e s c riç ã o d o h o m e m v e r d a d e ir a m e n te fe liz . são to d o s a q u e le s q u e e s tã o fo ra d e C ris to . São c o m o a m o i-


1 .1 A d e s c riç ã o n e g a tiv a d a q u ilo q u e n ã o fa z . N o t a - s e o c a ­ n h a q u e n ã o t e m v id a n e m c o n te ú d o n e m v a lo r, e q u e fa c il­
m in h o d o p e c a d o , s e m p re p io ra n d o : a n d a , d e t é m -s e , as­ m e n te é le v a d a a o e s p a ç o .
s e n ta -s e .
1 .5 O r e s u lta d o da v id a do ím p io : a p u n iç ã o e te rn a
1 . 2 A d e s c riç ã o p o s itiv a d a q u ilo q u e é. Seu d e le ite n ã o está (c fA p 2 0 .1 1 -1 5 ).
n o s p ra ze re s d e s te m u n d o , m a s n a P ala vra d e D e u s .
1 . 3 O re s u lta d o d e s te tip o d e v id a : a v ita lid a d e , c o m o a d e 1 .6 E xis tem a p e n a s d o is c a m in h o s , c o m d o is d e s tin o s d ife ­

u m a árvore; a e s ta b ilid a d e , s e n d o fir m e m e n te plantado; a p ro ­ ren te s; é nossa a titu d e p a ra c o m C ris to q u e d e te r m in a nossa

d u tiv id a d e , s im b o liz a d a p e lo fr u to d a á rv o re ; a p ro s p e rid a d e , s o rte e t e rn a ( c f 1 )o 5 . 1 0 - 1 2 ; Jo 3 .1 8 ) .

e m to d o s os seus ato s.
2 .1 -3 U m a d e s c riç ã o d o ó d io e d a re b e liã o q u e a h u m a n i­
1 . 4 - 6 A d e s c riç ã o d o h o m e m ím p io , q u e e stá lo n g e d e d a d e la n ç a c o n tra D e u s e c o n tra Seu F ilh o . " R o m p e r os laço s"
Deus. é re je ita r to ta lm e n te a a u to r id a d e d o M essias, Jesus C risto ,
1 . 4 C o n tra s ta -s e fo r te m e n te c o m o h o m e m fe liz . O s ím p io s F ilh o d e D eu s .
775 SALMO 3.8
3 Rompamos os seus laçosh 2 .3 h\, 5.5 Confiança em Deus, na adversidade
e sacudamos de nós as suas S a lm o d e D a v i q u a n d o f u g ia 0
2 .4 «SI 11.4
algemas. d e A b s a lã o , seu f ilh o
4 Ri-se aquele que habita nos céus;'
2 .6 /2 S m 5.7 Salmo 3
o Senhor zomba deles.
5 Na sua ira, a seu tempo, 1 SENHOR, como tem crescidoP
2 .7 * A t 13.33;
lhes há de falar H b 1.5; 5.5 o número dos meus adversários!
e no seu furor os confundirá. São numerosos os que se levantam
6 Eu, porém, constituí o meu Rei i 2 .8 'SI 22.27; contra mim.
sobre o meu santo monte Sião. |o 17.4-5
2 São muitos os que dizem de mim:</
7 Proclamarei o decreto do Senhor: Não há em Deus salvação para ele.
2 .9
Ele me disse; Tu és meu Filho*, m A p 2.26 -27;
3 Porém tu, Senhor, és o meu
eu, hoje, te gerei. 12.5; 19.15 escudo/
8 Pede-me, e eu te darei as nações1 és a minha glória e o que exaltas
por herança 2 .1 1 n F p 2 .1 2 a minha cabeça.
e as extremidades da terra 4 Com a minha voz clamo5
por tua possessão. 3.1 ao Senhor,
o2Sm 15.1 3-17,
9 Com vara de ferro as regerásm 2 2 p2S m 15.1 2
e ele do seu santo monte
e as despedaçarás me responde.
como um vaso de oleiro. 3 .2 <?2Sm 16.8 5 Deito-me e pego no sono;f
acordo, porque o Senhor
10 Agora, pois, ó reis,
sede prudentes; 3 .3 rCn 15.1 me sustenta.
6 Não tenho medou
deixai-vos advertir,
3 .4 s SI 2.6 de milhares do povo
juizes da terra.
que tomam posição contra mim
11 Servi ao Senhor com temor"
3 .5 (Lv 26.6; de todos os lados.
e alegrai-vos nele com tremor. P v 3 .2 4 7 Levanta-te, Senhor! v
12 Beijai o Filho Salva-me, Deus meu,
para que se não irrite, 3 .6 «SI 27.3
pois feres nos queixos
e não pereçais no caminho; a todos os meus inimigos
porque dentro em pouco 3 .7 v |ó 16.1 0;
e aos ímpios quebras os dentes.
,w
Lm 3.30
se lhe inflamará a ira. 8 Do Senhor é a salvação
Bem-aventurados todos 3 .8 " P v 21.3 1; e sobre o teu povo,
os que nele se refugiam. |r 3.23; |n 2.9 a tua bênção.

2 . 4 - 6 A re s p o s ta d e D e u s p e r a n te esta re b e liã o . Ri-se e 2 .9 O s q u e n ã o d e s e ja m d o b r a r os jo e lh o s p e ra n te C ris to , n o


zom ba são as m a n e ira s d e e x p re s s a r q u e a o n ip o tê n c ia d iv in a d ia d o ju lg a m e n to s e rã o d o b ra d o s a té se q u e b r a r e m .
n a d a t e m a te m e r a n te as m a io re s fo rç a s q u e os seres h u m a ­
2 . 1 0 - 1 2 A e x o r ta ç ã o so le n e : sede prudentes, servi, alegrai-
nos p o d e m criar, in c lu s iv e b o m b a s a tô m ic a s e fo g u e te s in te r­
vos, beijai, refugiam . C ris to d e v e ser re c e b id o a g o ra c o m o
p la n e tá rio s . Ira e furor re p re s e n ta m a re a ç ã o d a ju stiç a e m
S a lv a d o r, p a ra q u e O s irv a m o s e t e r n a m e n te c o m o S en h o r.
c o n fro n to c o m a ju s tiç a d o s h o m e n s , d a p u re z a d iv in a a n t e a
im p u r e z a h u m a n a . É coisa te m ív e l p ro v o c a r os cas tig o s q u e 3 . 1 , 2 A a fliç ã o d e D a v i (c f 2 S m 1 5 .1 2 ) . T in h a m u ito s in im i­

v ê m d o S en h o r (H b 1 0 .3 0 - 3 1 ) . g o s , in clu s iv e seu p ró p r io filh o , A b s a lã o .

2 . 7 - 9 A d e c la ra ç ã o d e D e u s q u e C ris to é seu F ilh o U n ig ê n ito . 3 . 3 , 4 A p e rfe ita c o n fia n ç a d e D a v i: s ab ia q u e D e u s lh e su p ri­


ria c a d a n e c e s s id a d e , e p o r isso re c o rre u a D e u s e m o ra ç ã o ,
A p a la v ra gerei fo i c o m p r e e n d id a p elo s a p ó s to lo s n o s s e g u in ­
tes sen tid o s : 1 ) A ress u rreição d e C ris to assim n a s c e u p a ra a n a h o ra d ifíc il.

e t e rn id a d e , A t 1 3 .3 3 ; 2 ) O fa t o d e C ris to t a m b é m t e r sid o 3 . 5 - 8 D a v i tin h a ta n t a fé e m D e u s , q u e p o d ia c o n fia r nEle


F ilh o d e D e u s d e s d e a e te rn id a d e , H b 1 .5 ; 3 ) C ris to , c o m o nas c irc u n s tâ n c ia s m a is d ifíce is, s a b e n d o q u e a v itó ria p e r ­
Filh o , re c e b e d e D e u s Sua c o m is s ã o , e e x e c u ta -a c o m o b e ­ te n c e a D e u s .
d iê n c ia filia l ( H b 5 .5 ; jo 2 0 .2 1 ) .
3 .8 A salv a ç ã o p e rte n c e t o ta lm e n te a D e u s , c u jo F ü h o é o
2 . 8 O d o m ín io d o M essias será u n iv e rs a l (F p 2 . 9 - 1 1 ) . A u to r e C o n s u m a d o r d e s ta sa lv a ç ã o e d a nossa f é ( H b 1 2 -2 ).
il 776
■ Deus, na angústia 4.3 *2Tm 2.19; Proteção contra os ímpios
2Pe 2.9
Salmo de D a v i a o m e s tre d e can to , A o m e s tre d e can to , p a r a fla u ta s .
com in s tru m e n to s d e c o rd a s Salmo de Davi
4 . 4 yEf 4.26
Salmo 4 Salmo 5
Responde-me quando clamo, 1 Dá ouvidos, S enhor ,
4 .5 z D t 33.19;
ó Deus da minha justiça; 2Sm 15.12 às minhas palavras
na angústia, me tens aliviado; e acode ao meu gemido.
tem misericórdia de mim 2 Escuta, Rei meu -e Deus meu,d
e ouve a minha oração. 4 .6 o N m 6.26 a minha voz que clama,
Ó homens, até quando tomareis pois a ti é que imploro.
a minha glória em vexame, 3 De manhã, S enhor /
e amareis a vaidade, 4 . 7 b\s 9.3 ouves a minha voz;
e buscareis a mentira? de manhã te apresento
Sabei, porém, que o S enhor * a minha oração
distingue para si o piedoso; 4 .8 e fico esperando.
cLv 25.18-19;
o S enhor me ouve jó 11.18-19
4 Pois tu não és Deus que se agrade
quando eu clamo por ele. com a iniqüidade,
Irai-vos/ e não pequeis; e contigo não subsiste o mal.
consultai no travesseiro o coração 5 . 2 dS\ 3.4 5 Os arrogantes não permanecerãof
e sossegai. à tua vista;
Oferecei sacrifícios de justiça* aborreces a todos os que praticam
e confiai no S enhor . 5 .3 *SI 30.5 a iniqüidade.
Há muitos que dizem:0 6 Tu destróiss
Quem nos dará a conhecer os que proferem mentira;
o bem? 5 .5 f H c l.1 3 o S enhor abomina ao sanguinário
S enhor , levanta sobre nós e ao fraudulento;
a luz do teu rosto. 7 porém eu, pela riquezah
Mais alegria me puseste no coração* 5 . 6 9 SI 55.2 3 da tua misericórdia,
do que a alegria deles, entrarei na tua casa
quando lhes há fartura de cereal e me prostrarei
5 .7
e de vinho. *1 Rs 8.29-30;
diante do teu santo templo,
Em paz me deitoc SI 28.2 no teu temor.
e logo pego no sono, 8 SENHOR, guia-me na tua justiça,1
porque, S enhor , s ó tu me fazes por causa dos meus adversários;
repousar seguro. 5 .8 'SI 25.4-5 endireita diante de mim

4 .1 O a p e lo q u e D a v i fa z a D e u s , q u e c h a m a d e " m in h a 4 .8 A q u e le q u e c o n fia e m D e u s d u r a n te o d ia p o d e d e p e n d e r
ju s tiç a " . H á m u ito q u e D e u s te m re s p o n d id o às o ra ç õ e s d o s d a p ro te ç ã o d iv in a d u r a n te a n o ite ; q u e m t e m fé q u a n d o as
q u e nE le c o n fia m , e assim c o n tin u a rá fa z e n d o . coisas v ã o b e m , v e rá q u e essa fé é u m a fo rta le z a , n a h o ra d a
4 . 2 D a v i in d a g a a seus op res so res a té q u e p o n to irá sua re ­ d ific u ld a d e .
b e liã o .
5 . 1 , 2 D e u s re s p o n d e às o ra ç õ e s d a q u e le q u e s in c e ra m e n te O
4 .3 O c ris tã o te m s id o s e p a ra d o p o r D e u s , e te m a p ro m e s s a a d o ra c o m o Rei e D e u s , e q u e O d e ix a re in a r n as suas a titu d e s
q u e as suas o ra ç õ e s s e rã o re s p o n d id a s (J o 1 4 . 1 2 - 1 7 ) . diárias.
4 . 4 Consultai. É b o m p a ra r d e q u a n d o e m q u a n d o p a ra p e n ­
5 .3 M u it a cois a d e p e n d e d e c o m o p rin c ip ia m o s n oss o d ia .
sar s o b re tu d o q u e D e u s é, e q u e D e u s te m fe ito p o r nós
(c f SI 4 6 .1 0 ) . 5 . 4 - 6 O s ím p io s , p o r é m , n ã o p o d e m e s p e ra r u m a resp o sta
4 . 5 Is to d e v e ser o re s u lta d o d e m e d it a r s o b re D e u s . d e D eus.
4 . 6 U m p e q u e n o v is lu m b re d a p re s e n ç a d e D e u s é o sufi­
5 . 7 D a v i, a a n títe s e d o ím p io , se a p ro x im a d e D e u s c o m o
c ie n te p a ra d is s ip a r q u a lq u e r t ip o d e p e s s im is m o , in c lu s iv e o
filh o S eu , c o m re v e rê n c ia , re c o n h e c e n d o os b e n e fíc io s q u e d e
re v e la d o n e s ta p e rg u n ta .
D e u s re c e b e .
4 . 7 A a le g ria d o m u n d o b a s e ia -s e s o b re cereal e vinho, m as
o v e rd a d e iro re g o z ijo d o c r e n te d e p e n d e d e sua c o m u n h ã o 5 .8 O d e s e jo d e D a v i é te r d ire triz e s d o p ró p rio D eus
c o m D e u s (F p 4 .4 ) . (c f SI 3 7 .2 3 ) .
T77 SALMO 6.10
o teu caminho: 5 . 9 /R m 3.13 porque os meus ossos
pois não têm eles sinceridade estão abalados.
d o s seus lábios; 3 Também a minha almaP
o seu íntimo é todo crimes; 5 .1 0
está profundamente perturbada;
a sua garganta/ é sepulcro aberto, k2Sm 15.31 mas tu, S enhor , até quando?
e com a língua lisorueiam. 4 Volta-te, SENHOR,
10 Declara-os culpados, ó Deus;* e livra a minha alma;
caiam por seus próprios planos. 5 .1 1 'Is 65.13
salva-me por tua graça.
Rejeita-os por causa de suas 5 Pois, na morte,1)
muitas transgressões, não há recordação de ti;
pois se rebelaram contra ti. no sepulcro, quem te dará
11 Mas regozijem-se1 5 .1 2
louvor?
m S1115.13
todos os que confiam em ti; 6 Estou cansado de tanto gemer;
folguem de júbilo para sempre, todas as noites faço nadar
porque tu os defendes; o meu leito,
e em ti se gloriem 6 .1 "S I 38.1 de minhas lágrimas o alago.
os que amam o teu nome. 7 Meus olhos, de mágoa/
12 Pois tu, S enhor , abençoas o se acham amortecidos,
justo™ envelhecem por causa de
6 . 2 o SI 41.4
e, como escudo, o cercas todos os meus adversários.
da tua benevolência. 8 Apartai-voss de mim,
todos os que praticais
Davi recorre à misericórdia de Deus 6 .3 PSI 90.1 3
a iniqüidade,
Ao mestre de canto, porque o SENHOR ouviu a voz
com instrumentos de cordas. do meu lamento;
Em tom de oitava. Salmo de Davi 6 .5 9 SI 30.9 9 o S enhor ouviu a minha
súplica;
Salmo 6
o S enhor acolhe a minha
1 SENHOR", não merepreendas 6 . 7 rjó 17.7;
oração.
na tua ira, Lm 5.17 10 Envergonhem-se
nem me castigues no teu furor. e sejam sobremodo perturbados
2 Tem compaixão de mim, S enhor , 0 todos os meus inimigos;
porque eu me sinto debilitado; 6.8 5 M t 7.23;
retirem-se, de súbito,
sara-me, S enhor , Lc 13.27 cobertos de vexame.

5 . 9 O q u e nos le v a a n e c e s s ita r d a d ire ç ã o d iv in a e o q u e nos D e u s . N ã o se e s trib a n a sua b o n d a d e , m a s n o a m o r d e D e u s .


c o n s tra n g e a n u n c a o u s a r d e s v ia r-n o s d e s te p ro p ó s ito é o Seu senso d e c u lp a e ra t ã o g r a n d e q u e seu c o rp o tre m ia ,
fa to q u e v iv e m o s n u m m u n d o h o s til a to d a re a lid a d e e s p iri­ " a b a la n d o os ossos". É esta p ro fu n d a c o n v ic ç ã o q u e le v a a o
tu a l (c f R m c a p 3 ). v e rd a d e iro a r r e p e n d im e n to , à co n fis são , e e n tã o à p u rific a ç ã o

5 .1 0 Esta o ra ç ã o , c o m o m u ita s o u tra s s e m e lh a n te s q u e se q u e D eus concede.


a c h a m n o L ivro d o s S alm o s, é u m a p e lo a D e u s d e S e v in d ic a r 6 .4 -7 D a v i d es e ja a v id a e n ã o a m o r te ; d e s e ja a p le n itu d e
a Si m e s m o , d e re v e la r p u b lic a m e n te Sua ju s tiç a e assim , e n ­ d a v id a , liv re d o m e d o , d a fra q u e z a , d o p e c a d o .
v e rg o n h a r os ím p io s e v in d ic a r os fiéis; o p o n to c u lm in a n te d e 6 .5 Sepulcro. H e b she'õl, q u e às ve ze s t e m s id o in te rp re ta d o
tu d o is to será o D ia d o J u lg a m e n to . c o m o " in fe rn o " , lu g a r d e o n d e n u n c a s u rg iu u m p e n s a m e n to
5 .1 1 ,1 2 O c o n tra s te e n tre a s o rte d o s ju sto s e a d o s ím p io s , p ie d o s o ; m as p a re c e q u e a id é ia d as p a la v ra s d e s te ve rs íc u lo
de s c rito s nos w 9 e 1 0 , u m a v e z m a is se d e s ta c a c la ra m e n te . é q u e s o m e n te os vivo s p o d e m p re s ta r c u lto p ú b lic o a D e u s ,
O h o m e m q u e c o n fia e m D e u s e a m a - O , r e g o z ija r -s e -á p o r­ e s e r v i-IO n a te r ra p e r a n te os h o m e n s .
q u e é o p ró p rio D e u s q u e lh e d a rá p ro te ç ã o e b ê n ç ã o s . 6 .6 ,7 M a is u m a v e z p e rc e b e -s e o p r o fu n d o senso d e c u lp a e
6 .1 - 1 0 Este é u m d o s s e te S a lm o s P e n ite n c ia is ; os outros são: a c o n v ic ç ã o d o seu p e c a d o q u e D a v i s e n tiu , a lé m d o s e fe ito s
3 2 ; 3 8 ; 5 1 ; 1 0 2 ; 1 3 0 ; 1 4 3 . A s itu a ç ã o d o SI 6 é q u e D a v i tin h a físicos d o p e c a d o .
pass ad o p o r u m a d o e n ç a q u e q u a s e lh e fo r a f a ta l, e q u e c o n ­ 6 . 8 - 1 0 0 c re n te p o d e e n fre n ta r seus in im ig o s c o m a c e rte z a
s id e ro u c o m o sin a l d a ira d iv in a c o n tra e le , u m m o tiv o d e d e q u e D e u s já o u v iu suas o ra ç õ e s e as a te n d e u . D e u s s e m p re
tr iu n fo p a ra seus in im ig o s . a te n d e a u m a o ra ç ã o d e s in c e ra co n fis são d ess e t ip o O | o
6 .1 -3 D a v i p e d e m is e ric ó rd ia a o invé s d a ira , d a p a r t e d e SI 5 1 ) .
778
t átftmde o justo contra o ímpio 7.1 (SI 31.15 às alturas.
Canto de Davi. Entoado ao SENHOR, 8 O Senhor julga os povos;*'
com respeito às palavras julga-me, S enhor ,
de Cuxe, benjamita 7 .2 “ SI 50.2 2
segundo a minha retidão
e segundo a integridade
Salmo 7 7 .3 Sm 24.11; que há em mim.
2Sm 16.7-8
SENHOR, Deus meu/ 9 Cesse a malícia dos ímpios,
em ti me refugio; mas estabelece tu o justo;
salva-me de todos 7 .4 " 1 Sm 24 .7 pois sondas a mente
os que me perseguem e o coração7,
e livra-me; ó justo Deus.
para que ninguém, como leão,u 7 .6 «SI 44.2 3 10 Deus é o meu escudo;0
me arrebate, ele salva os retos de coração.
despedaçando-me, 11 Deus é justo juiz,
7 .8 y S11 8.2 0
não havendo quem me livre. Deus que sente indignação
Senhor, meu Deus, se eu fízv todos os dias.
o de que me culpam, 7 .9 * A p 2.23 12 Se o homem não se converter/
se nas minhas mãos há iniqüidade, afiará Deus a sua espada;
se paguei com o malvv já armou o arco, tem-no pronto;
7 .1 0 oSl 125.4
a quem estava em paz comigo, 13 para ele preparou jác
eu, que poupei aquele que instrumentos de morte,
sem razão me oprimia, 7 .1 2 <>Dt 32.41
preparou suas setas inflamadas.
persiga o inimigo a minha alma 14 Eis que o ímpio está com doresd
e alcance-a, de iniqüidade;
espezinhe no chão a minha vida 7 .1 3 cD t 32.23; concebeu a malícia
SI 64.7
e arraste no pó a minha glória. e dá à luz a mentira.
Levanta-te, Senhor / 15 Abre, e aprofunda uma cova/
na tua indignação, 7 .1 4 d |ó 15.35;
e cai nesse mesmo poço que faz.
mostra a tua grandeza contra a fúria Tg 1.15 16 A sua malícia lhe recaif
dos meus adversários sobré a cabeça,
e desperta-te em meu favor, e sobre a própria mioleira
7 .1 5 eEt 7.10;
segundo o juízo que designaste. SI 9.15; Ec 10.8
desce a sua violência.
Reúnam-se ao redor de ti 17 Eu, porém, renderei graças
os povos, ao Senhor ,
e por sobre eles remonta-te 7 .1 6 H Rs 2.3 2 segundo a sua justiça,

7 .1 ,2 D a v i p e d e a p ro te ç ã o d iv in a , c o n fia n d o s o m e n te e m d e b a te s , lu tas , d ú v id a s , d esa fio s, p e rs e g u iç õ e s , e tc ., q u e p o s ­


Deus. s am su rg ir.
7 .3 -5 D a v i n e g a as a cu s açõ es d o s seus in im ig o s , p e d in d o 7 .1 1 juiz. H e b shõphêt, a q u e le q u e , p e la ju s tiç a , d e s c o b re
q u e o p ró p rio D e u s seja ju iz e n tr e e le e e les . E m t o d o tra n s e , c o m q u e m e stá a ra z ã o e c o m q u e m está o e rro . Isto in c lu i
é à ju s tiç a e à s a b e d o ria d e D e u s q u e d e v e a p e la r. ta n to re s ta u ra r e a ju d a r os aflito s c o m o p u n ir os tra n s g re s s o ­
7 . 6 - 8 P a rte d a o b ra d o p a s to r a m o r o s o é a ta c a r os lo b o s ; res. P ara os fiéis, o f a t o d e D e u s ser Juiz q u e r d iz e r q u e os
p a r te d a re v e la ç ã o d o a m o r d e D e u s se v ê n a Sua ira c o n tra v in d ic a rá p le n a m e n te n o t e m p o e n a e te rn id a d e . A o m e s m o
t o d a o b ra d o in fe rn o , t o d o p e c a d o q u e possa p e rv e rte r os t e m p o , D e u s o d e ia o p e c a d o e S u a ira se re v e la c o n tra o
hom ens. p e c a d o r q u e d e v e a r r e p e n d e r-s e p a ra n ã o re c e b e r o c a s tig o
e te r n o .
7 .8 M in h a retidão. H e b çedeq, c o m o v irtu d e : " r e tid ã o " , "jus­
tiç a " , m a s in c lu i a id é ia d e te r o u d e ser v ito rio s o . A q u i, D a v i 7 . 1 4 - 1 6 A m a ld a d e tr a z c o n s ig o a sua p ró p ria p u n iç ã o
n ã o im a g in a q u e te m m e r e c im e n to p e ra n te D e u s (6 .1 - 3 n ) , (R m 1 . 1 8 - 3 2 ) .
m as e stá d iz e n d o : " d e a c o r d o c o m a ra z ã o q u e t e n h o n esta 7 .1 4 O h o m e m m a u está t ã o s a tu ra d o d e m a u s p e n s a m e n to s
d is p u ta " . q u e n ã o p o d e d e s c a n s a r e n q u a n to n ã o p ra tic a r t o d o o m a l
7 .9 ,1 0 S a b e -s e q u e a p ro fu n d a ju s tiç a d e D e u s é a g a ra n tia q u e sua m e n t e d e p r a v a d a lh e possa su g e rir.
d o tr iu n fo d o s reto s , q u e c o n fia m e m D e u s e o b s e rv a m Sua 7 .1 7 A p e s a r das d ific u ld a d e s , p o d e m o s c a n ta r lo u v o re s e m
v o n ta d e . ra z ã o d e c o n fia rm o s e m D e u s . F ix a n d o nE le a nossa a te n ç ã o ,
7 . 1 1 - 1 3 D e u s , c o m o |u iz , te rá a ú ltim a p a la v ra e m to d o s os d im in u ir ã o os o b s tá c u lo s .
779 SALMO 9.6
e cantarei louvores 8.1 sS1113.4 e também os animais do campo;
ao nome do S enhor Altíssimo. 8 as aves do céu, e os peixes do mar,
e tudo o que percorre
A glória divina e a dignidade do filho do as sendas dos mares.
homem 9 Ó S enhor , Senhor nosso,'
Ao mestre de canto, segundo a melodia
8 . 2 ^ M t 21.1 6
quão magnífico em toda a terra
“Os lagares". Salmo de Davi é o teu nome !

Salmo 8 Ações de graças


Ao mestre de canto, segundo a melodia
1 Ó S enhor , Senhor nosso, 9 8 .3 /S1111.2
“A morte para ofilho”. Salmo de Davi
quão magnífico em toda a terra
é o teu nome! Salmo 9
Pois expuseste nos céus
a tua majestade. 1 Louvar-te-ei, S enhor ,
8 . 4 /Jó 7.17-18;
2 Da boca de pequeninos S1144.3;
de todo o meu coração;
e crianças de peitoA Hb 2.6-8 contarei todas as tuas maravilhas.
suscitaste força, 2 Alegrar-me-eie exultarei em ti;m
por causa dos teus adversários, ao teu nome, ó Altíssimo,
para fazeres emudecer o inimigo eu cantarei louvores.
e o vingador. 3 Pois, ao retrocederem
3 Quando contemplo os teus céus,' 8 .6 *1 C o 15.27; os meus inimigos,
Ef 1.22; H b 2.8
obra dos teus dedos, tropeçam e somem-se
e a lua e as estrelas da tua presença;
que estabeleceste, 4 porque sustentas o meu direito
4 que é o homem/, e a minha causa;
que dele te lembres 8 .9 'SI 8.1
no trono te assentas
E o filho do homem, e julgas retamente.
que o visites? 5 Repreendes as nações,"
5 Fizeste-o, no entanto, destróis o ímpio
por um pouco, e para todo o sempre
menor do que Deus 9 .2 mSI 5.11 lhes apagas o nome.
e de glória e de honra o coroaste. 6 Quanto aos inimigos,
6 Deste-lhe domínio estão consumados,
sobre as obras da tua mão suas ruínas são perpétuas,
e sob seus pés tudo lhe puseste*: arrasaste as suas cidades;
7 ovelhas e bois, todos, 9 .5 " D t 9.14 até a sua memória pereceu. ,

8 .1 O s a lm o c o m e ç a e te r m in a ( v 9 ) c o m u m a ex p re s s ã o d e 9 .1 ,2 C o m e ç a c o m u m a n o ta d e lo u v o r, q u e s e m p re é b o m
a d m ira ç ã o re v e re n te . Nosso. O c r e n te re c o n h e c e q u e D e u s se n o c u lto . • N . H o m . L o u v a n d o a D eu s ; 1 ) O ú n ic o o b je tiv o
lh e o fe re c e u p a ra ser o seu c o m p a n h e ir o . O n o m e e a n a tu ­ d o nosso lo u v o r, o S e n h o r; 2 ) O s te m a s a b u n d a n te s d o lo u ­
re z a d e D e u s se m o s tr a m e x c e le n te s e m to d o s os lu g a re s , e m vo r, todas as tuas m aravilhas; 3 ) O m o d o c o r re to d o lo u vo r,
to d a s as c irc u n s tâ n c ia s , re v e la n d o -s e n o u n iv e rs o p o r Ele de todo o m eu coração.
c ria d o n a sua in te ire z a (R m 1 .2 0 ) . M a s essa g ló ria é ta m b é m
in fin ita e in s o n d á v e l, re v e la d a n o s céus. 9 .3 -5 D a v i passa a m e n c io n a r c e rto s b e n e fíc io s esp e cífico s
q u e já re c e b e ra c o m o p ro v a d o a m o r e d a ju s tiç a d e D e u s . É
8 . 3 , 4 A o c o n te m p la r os céus c o m to d a sua m a je s ta d e , D a v i
b o m , n a h o ra d a m e d ita ç ã o , p e n s a r-s e n o fa to d e D e u s nos
s e n te -s e fo rç a d o a p e r g u n ta r p o r q u e D e u s e s c o lh e ria a lg o
t e r a b e n ç o a d o n o p ass ad o , p a ra assim s e n tirm o -n o s m a is se­
t ã o p e q u e n o e in s ig n ific a n te c o m o é o h o m e m , p a ra ser o b ­
g u ro s e m s u p lic a r b ê n ç ã o s p a ra a s itu a ç ã o a tu a l.
je to d o S eu esp e cial a m o r, re v e la n d o -s e a té às c rian ças, q u e
p ass am a lo u v á -IO ( v 2 ).
9 .4 N o trono. É im p o r ta n te le m b r a r q u e D e u s n ã o cessou d e
8 .6 -8 O h o m e m é o m o rd o m o d e Deus ju n to à criação, e r e g e r os d e s tin o s d o m u n d o , e m q u e S ua causa triunfará.
to d a s as coisas tê m s id o c o lo c a d a s so b sua a u to rid a d e . P o r
c au s a d o p e c a d o , e le n ã o te m c u m p r id o d e v id a m e n te essa 9 . 6 - 1 0 As o b ra s d o s h o m e n s , fin a lm e n te , d e s a p a re c e rã o ,
c o m is s ã o re c e b id a d e D e u s , p o r é m , o s alv o e m C ris to re c e b e m as D e u s e x is tirá e te r n a m e n te . Ele ju lg a rá o m u n d o , s e g u n d o
d e v o lta os d ir e ito s d e m o r d o m ia que A dão p e rd e ra . n o rm a s e te rn a s e celestiais, m a s os q u e n e le c o n fia m s tn o
(H b 2 .6 - 1 0 ; c fR m 5 .1 2 - 1 9 ) . s eg u ro s, n a q u e la h o ra ( v 1 0 ) .
SALMO 9.7 780
9 . 7 oSl 102.12;
7 Mas o S enhor permanece0 17 Os perversos serão lançados*
H b l.1 1
no seu trono eternamente, no inferno,
trono que erigiu para julgar. e todas as nações
8 Ele mesmo julga o mundoP 9 . 8 p SI 96.1 3 que se esquecem de Deus.
com justiça; 18 Pois o necessitado não seráv
administra os povos com retidão. para sempre esquecido,
9 .9 9SI 32.7
9 O S enhor é também alto refúgi o 9 e a esperança dos aflitos
para o oprimido, não se há de frustrar
refugio nas horas de tribulação. 9 .1 0 'SI 91 .1 4 perpetuamente.
10 Em ti, pois, confiamr 19 Levanta-te, Senhor ;
os que conhecem o teu nome, não prevaleça o mortal.
9 .1 1 SS1107.22
porque tu, S enhor , Sejam as nações julgadas
não desamparas na tua presença.
os que te buscam. 9.12 iGn 9.5 20 Infunde-lhes, Senhor , o medo;
11 Cantai louvores ao S enhor ,5 saibam as nações
que habita em Sião; que não passam de mortais.
9 .1 4 «S113.5
proclamai entre os povos
os seus feitos. A derrubada dos ímpios
12 Pois aquele que requer o sangue' 9 .1 5
lembra-se deles vSI 7.15 -16
Salmo 10
e não se esquece
do clamor dos aflitos. 1 Por que, Senhor ,
9 .1 6 «'Êx 7.5
13 Compadece-te de mim, S enhor ; te conservas longe?
vê a que sofrimentos me reduziram E te escondes
os que me odeiam, 9 . 1 7 * | ó 8 .Í3 nas horas de tribulação?
tu que me
levantas 2 Com arrogância, os ímpios*
das portas da morte; perseguem o pobre;
9 . 1 8 /S I 9.12
14 para que, às portasu sejam presas das tramas
da filha de Sião, que urdiram.
eu proclame todos os teus louvores 1 0 . 2 * SI 7.16 3 Pois o perverso se gloria0
e me regozije da tua salvação. da cobiça de sua alma,
15 Afundam-se as nações1' o avarento maldiz o Senhor
1 0 .3 o SI 94.4;
na cova que fizeram, e blasfema contra ele.
,b
Rm 1.32
no laço que esconderam, 4 O perverso, na sua soberba
prendeu-se-lhes o pé. não investiga;
1 0 .4 bSI 14.1-2 que não há Deus
16 Faz-se conhecido o S enhor , w
pelo juízo que executa; são todas as suas cogitações.
enlaçado está o ímpio nas obras 1 0 .5 cS112.5;
5 São prósperos os seus caminhosc
de suas próprias mãos. Is 26.11 em todo tempo;

9 . 1 0 ,1 1 O s q u e c o n fia m no S enhor devem s e r ta m b é m das. A n a ç ã o q u e im a g in a p o d e r d e p e n d e r d o seu p r ó p rio


a q u e le s q u e lh e c a n ta m lo u v o re s e p r o c la m a m Sua g ra n d e z a . p o d e r m ilita r e c o m e rc ia l, s e m p ro c u ra r a d ire ç ã o d e D eu s ,
Tais c o n s id e ra ç õ e s d e v e m le v a r o c r e n te a o lo u v o r, ju n ta ­ será te r r iv e lm e n te a n iq u ila d a , c o m o n o caso d e S o d o m a , d a
m e n te c o m D a v i ( 1 1 - 1 2 ) , e à o ra ç ã o ( 1 3 - 1 4 ) . A s s íria , d a B a b ilô n ia , de S a m a ria (G n 1 8 . 2 0 ; 1 9 . 2 3 ,2 4 ;
Is 1 0 . 5 - 1 9 ; Jr 5 1 . 1 - 6 4 ; 2 Rs 1 7 . 7 - 2 3 ) .
9 . 1 5 , 1 6 O p ró p rio p e c a d o te m , e m si m e s m o , p rin c íp io s q u e
ju lg a m e d e s tr o e m o p e c a d o r (S I 7 . 1 5 - 1 6 ) . 1 0 .1 O ju s to , a o sofrer, c o m e ç a a d u v id a r se D e u s re a lm e n te
v ê suas d ific u ld a d e s , e se re a lm e n te vai a c u d ir. Às vezes,
9 . 1 7 As n a ç õ e s se e s q u e c e m d e D e u s , m a s D e u s ja m a is se
q u a n d o as p re o c u p a ç õ e s n o s tra n s to rn a m s o b re m o d o , p a re c e
e s q u e c e u d o seu po vo ( 1 2 ) p o is os fiéis L h e s ã o u m a n a ç ã o
q u e D e u s está m a is d is ta n te , e s c o n d id o , p o r é m Ele e stá m ais
esp e cial.
p e rto d e nós q u e o a r q u e re s p ira m o s .
9 . 1 7 , 1 8 A ju stiç a fin a lm e n te sairá v ito rio s a t a n t o n o caso d o s 1 0 .2 -1 1 Uma d e s c riç ã o c o m p le t a do hom em m au.
ím p io s , c o m o n o caso d o s ju sto s , re b a ix a n d o uns, e x a lta n d o • N . H o m . O p e rv e rs o é a rro g a n te , v 2 ; o p e rv e rs o é ja c ta n -
o u tro s . cio s o , v 3; o p e rv e rs o é c h e io d e s o b e rb a ; v 4 ; o p e rv e rs o
9 . 1 9 , 2 0 U m a o ra ç ã o p a ra q u e as n a ç õ e s p o s s a m re c o n h e c e r p e n s a ser a u to -s u fic ie n te , w 5 e 6 ; o p e rv e rs o é tra iç o e iro ,
sua p ró p ria fra q u e z a , a rr e p e n d e r e m -s e p a ra s e re m a b e n ç o a ­ w 7 -1 0 .
781 SALMO 11.3
muito acima e longe dele d
1 0 .6 SI 30.6; e à dor,
Is 56.1 2
estão os teus juízos; para que os possas tomar
quanto aos seus adversários, em tuas mãos.
1 0 .7 eRm 3.14 A ti se entrega o desamparado;
ele a todos ridiculiza.
6 Pois diz lá no seu íntimo :d tu tens sido o defensor do órfão.
Jamais serei abalado; 1 0 .8 fS117.11 15 Quebranta o braço do perverso*
de geração em geração, e do malvado;
nenhum mal me sobrevirá. 1 0 .9 9 S I17.1 2
esquadrinha-lhes a maldade,
7 A boca*, ele a tem cheia até nada mais achares.
de maldição, enganos e opressão; 16 O S enhor é rei eterno:'
10 .1 1
debaixo da língua, rt|ó 22.13;
da sua terra somem-se as nações.
insulto e iniqüidade. Ez 8.12 17 Tens ouvido, S enhor ,m
8 Põe-se de tocaia nas vilas/ o desejo dos humildes;
trucida os inocentes 1 0 .1 2 iM q 5.9
tu lhes fortalecerás o coração
nos lugares ocultos; e lhes acudirás,
seus olhos espreitam 18 para fazeres justiça ao órfão”
1 0 . 1 4 /Si 68.5;
o desamparado. e ao oprimido,
Está ele de emboscada, 9
2Tm 1.12;
9 1 Pe 4.19 a fim de que o homem,
como o leão na sua caverna; que é da terra,
está de emboscada, já não infunda terror.
1 0 .1 5 *S I 37.17
para enlaçar o pobre:
apanha-o e, na sua rede, o enleia. O Senhor é forte refúgio
10 Abaixa-se, rasteja;
1 0 . 1 6 'Si 29.10;
Ao mestre de canto. Salmo de Davi
em seu poder, 1.17
Lm 5.19;
!T m
lhe caem os necessitados. Salmo 11
11 Diz ele, no seu íntimo :h 1 0 .1 7
Deus se esqueceu, rnl Cr 29.1 8 1 No S enhor me refugio.0
virou o rosto e não verá isto nunca. •Como dizeis, pois,
12 Levanta-te, S en h or !' à minha alma:
1 0 .1 8 «SI 82.3
O Deus, ergue a mão! Foge, como pássaro,
Não te esqueças dos pobres. para o teu monte?
13 Por que razão despreza o ímpio 11.1 2 Porque eis aí os ímpios, P
°1 Sm 2 6.1 9-20
a Deus, armam o arco,
dizendo no seu íntimo dispõem a sua flecha na corda,
1 1 .2 pSI 21.1 2 para, às ocultas, dispararem
que Deus não se importa?
14 Tu, porém, o tens visto,/ contra os retos de coração.
porque atentas aos trabalhos 1 1 .3 <?SI 82.5 3 Ora, destruídos os fundamentos,1)

1 0 .8 É p ro v á v e l q u e a q u i n ã o se d e s c re v e m a p e n a s os assal­ m e n t e o c o n te m p la e a ju d a ; s a b e q u e os ím p io s serã o , fin a l­


ta n te s , m a s t a m b é m as pessoas q u e , s em v io lê n c ia d e s a n g u e , m e n te , le v a d o s a o ju lg a m e n to .
o p r im e m o s p o b re s , os d e s a m p a ra d o s e as pessoas d e b o a fé ,
1 0 . 1 5 - 1 8 A c o n fia n ç a d o s a lm is ta se a lic e rç a n o f a t o d e q u e
m e d ia n te a e x to rs ã o , a c h a n ta g e m , a v ig a ric e , o c o m é rc io
D e u s re in a e te r n a m e n te , " O Senhor é rei eterno * ( v 1 6 ) . É p o r
in ju s to , a m e n tira , o e n g a n o e o a p ro v e ita r-s e d a d e s g ra ç a
esta causa q u e c o n s o la rá os reto s e c o n d e n a rá os m a u s .
a lh e ia , só p re s ta n d o a lg u m a a ju d a m e d ia n te g ra n d e s som as;
e n tre essas pessoas, a c h a m -s e os falsos p ro fe ta s ( M q 3 . 1 - 1 2 ) . 1 1 .1 D a v i m a n ife s ta sua fir m e c o n fia n ç a e m D e u s , a p e s a r dos
seus a m ig o s lh e a c o n s e lh a re m a f u g ir à sua d ifíc il s itu a ç ã o ,
1 0 .1 1 O ím p io p ra tic a to d o m a l q u e s u a m e n t e lh e possa
s u g e rir ( 7 .1 4 ) , p o rq u e d e s c o n h e c e q u e v a i t e r d e p re s ta r c o n ­ e s c a p a n d o d e q u a lq u e r p e r ig o im in e n te .

tas p e ra n te D e u s . P o r isso, n o D ia d o ju lg a m e n to , c o n h e c e rã o 1 1 .2 ,3 D e v e m o s s e m p re n o s a c a u te la r c u id a d o s a m e n te a n te
a D e u s , n ã o c o m o a m a n tís s im o Pai C e le s tia l, m a s c o m o ju iz os co n s e lh o s d e q u a is q u e r a m ig o s q u e n ã o t ê m o rie n ta ç ã o
in fle x ív e l e o n ip o te n te . D e u s n ã o ig n o ra n e n h u m d o s seus b íb lic a e e s p iritu a l, q u e n ã o c o s tu m a m p ro c u ra r e m p r im e iro
a to s e d ele s n ã o se e s q u e c e ja m a is . T e m p e r p e t u a m e n te g r a ­ lu g a r a s a b e d o ria q u e v e m d e D e u s . E m re s p o s ta à p e r g u n ta
v a d o s p e ra n te Si to d o s os ato s , ta n to d o s ím p io s , c o m o d o s d o v 3 , S p u rg e o n c o m e n ta : " m e s m o se o E sta d o se d e s fa z,
ju sto s ( H b 4 .1 3 ) . p o d e m o s s o fre r c o m a le g ria , e s p e ra r c o m b o m â n im o , a g u a r­
1 0 . 1 2 - 1 4 D ife r e n te m e n te d o ím p io , o filh o d e D e u s s a b e d a r p a c ie n te m e n te , o ra r fe rv o ro s a m e n te , c r e r d e
q u e n ã o e stá re le g a d o a o e s q u e c im e n to , e q u e D e u s re a l­ c o n fia n te e , fin a lm e n t e triu n fa r” .
SALMO 11.4 782
1 1 . 4 'S I 2.4; todos os lábios bajuladores,
que poderá fazer o justo?
Hc 2.20; At 7.49
4 O S enhor estár a língua que fala soberbamente,
no seu santo templo; 4 pois dizem: Com a língua
nos céus tem o S enhor seu trono;
11.5 sCn 22.1 prevaleceremos,
os seus olhos estão atentos, os lábios são nossos;
as suas pálpebras sondam quem é senhor sobre nós?
os filhos dos homens. 1 1 .6 iG n 19.24;
5 Por causa da opressão dos pobres)'
5 O S enhor põe à prova5 1 Sm 1.4; e do gemido dos necessitados,
ao justo e ao ímpio; Ez 38.22 eu me levantarei agora,
mas, ao que ama a violência, diz o S enhor ;
a sua alma o abomina. e porei a salvo
6 Fará chover sobre os perversos' 1 1 .7 u|ó 36.7;
1 Pe 3.12
a quem por isso suspira.
brasas de fogo e enxofre, 6 As palavras do S enhor z
e vento abrasador será a parte são palavras puras,
do seu cálice. prata refinada em cadinho de barro,
12 .1 vis 57.1
7 Porque o S enhor é justo,u depurada sete vezes.
ele ama a justiça; 7 Sim, S enhor , tu nos guardarás;
os retos lhe contemplarão a face. desta geração nos livrarás
1 2 .2 WS110.7;
para sempre.
Auxílio contra a falsidade
Rm 16.18
8 Por todos os lugares
Ao mestre de canto. Em tom de oitava. andam os perversos,
Salmo de Davi 1 2 .3 *1 S m 2.3; quando entre os filhos dos homens
Dn 7.8,25
a vileza é exaltada.
Salmo 12
1 Socorro, S en h or !1' 1 2 .5 rÊx 3.7-8;
Oração de fé
Porque já não há Is 33.10 Ao mestre de canto. Salmo de Davi
homens piedosos;
desaparecem os fiéis Salmo 13
entre os filhos dos homens. 12.6
^2Sm 22.31;
2 Falam com falsidade uns aos Pv 30.5
1 Até quando, S enhor ? 0
outros,w Esquecer-te-ás de mim
falam com lábios bajuladores para sempre?
e coração fingido. 1 3 .1 o D t 31.17; Até quando ocultarás de mim
3 Corte o S enhor * SI 44.2 4 o rosto?

1 1 . 4 - 7 O s a m ig o s d e D a v i a p e n a s o lh a v a m p a ra as coisas d a as m e n tira s d o s ím p io s n u n c a p re v a le c e rã o ; seus láb io s n ã o


te rra , m a s D a v i fita v a seus o lh o s n as coisas celestiais, s a b e n d o p e rte n c e m a eles, m a s a S ata n ás, assim c o m o os láb io s dos
q u e D e u s ja m a is cessou d e re in a r. D e u s a m a , D e u s t e m c u i­ c re n te s p e rte n c e m a C ris to (1 C o 6 . 1 9 - 2 0 ) ; c a d a h o m e m
d a d o d o s Seus. N a d a p o d e a flig i-lo s , n e m p e r tu r b a r suas v i­ t e m seu m e s tre , o u C ris to o u o D ia b o ; o u as coisas d o s céus
d as, a n ã o ser o q u e D e u s p e rm itir, q u e é p a ra o seu p ró p rio o u as coisas m u n d a n a s .
b e m . C o m re la ç ã o aos ím p io s , o p ró p rio D e u s d e c id irá . Por
1 2 .5 D e u s está s e m p re a o la d o d o s re to s e , q u a n d o Se le ­
isso, o q u e nos c a b e é c o n fia r a b s o lu ta m e n te n a Sua s o b e ra ­
v a n ta e m p ro l d e u m h o m e m , e ste já g a n h o u a v itó ria ; e
n ia , e m q u a is q u e r c irc u n s tâ n c ia s , e a p e s a r d e c o n s e lh o s q u e
q u a n d o Se le v a n ta c o n tr a o h o m e m , e stá já e stá d e rro ta d o .
n o s são o fe re c id o s e q u e n ã o n a s c e m d e c o n s u lta d iv in a .
• N . H o m . 1 1 .4 1 ) 0 c a rá te r d o S e n h o r: " s a n to " ; 2 ) O q u e 1 2 .6 As p a la v ra s d o s h o m e n s n e m s e m p re m e re c e m c o n ­

Ele a p ro v a - a to s san to s; 3 ) O g a la rd ã o d o s san to s: c o n te m ­ fia n ç a , p o is m e n te m e e n g a n a m , m as as p a la v ra s d e D e u s são

p la rã o a p ró p ria fa c e d a q u e le q u e a g o ra nos c o n te m p la a p rec io sas e in falíveis.

t o d o o in s ta n te . 1 2 . 7 , 8 Q u a lq u e r q u e seja a e x te n s ã o d o im p é rio d a m a ld a d e ,
1 2 . 1 - 3 U m a o ra ç ã o b re v e e d ire ta d e D a v i, q u e c o n s id e ra os re to s p o d e m s e m p re c o n ta r c o m o p o d e r d e D e u s p a ra
sua é p o c a (c o m o to d a s as é p o c a s ) c o m o u m t e m p o d o alas­ p re s e rv á -lo s .
tr a m e n to d a h ip o c ris ia , d a in fid e lid a d e e d a tra iç ã o ; láb io s
1 3 .1 ,2 Q u a t r o v e ze s p e r g u n ta a té quando? N ossos d ias e
q u e lis o n je ia m a p e n a s e s c o n d e m c o ra ç õ e s falsos.
nossas n o ite s p a re c e m ser m u it o lo n g a s q u a n d o nossa a lm a
1 2 .1 A c a rê n c ia d e p ie d o s o s e fiéis é a p ra g a d e to d a s as se d e ix a a b a te r. • N . H o m . O c a m in h o e n tr e a la m e n ta ç ã o e
épocas. o re g o z ijo : 1 ) A la m e n ta ç ã o , w 1 e 2 ; 2 ) A o ra ç ã o , w 3 e 4;
1 2 .4 H á trê s d e c la ra ç õ e s a q u i, e c a d a u m a e stá e rra d a : pois 3 ) O re g o z ijo , w 5 e 6 .
783 SALMO 15.2
1 3 .3 í>Ed 9.8 para os filhos dos homens,
2 A té quando estarei eu relutando
dentro de minha alma, para ver se há quem entenda,
com tristeza no coração cada dia? se há quem busque a Deus.
1 3 .4 CSI 25.2
Até quando se erguerá contra mim 3 Todos se extraviaram
o meu inimigo? e juntamente se corromperam;
3 Atenta para mim, responde-me,6 não há quem faça o bem,
1 3 .5 dSI 33.21
S enhor , Deus meu! não há nem um sequer.h
Dumina-me os olhos, 4 Acaso, não entendem'
para que eu não durma 1 3 .6 e SI 116.7
todos os obreiros da iniqüidade,
o sono da morte; que devoram o meu povo,
4 para que não diga o meu inimigo:c como quem come pão,
Prevaleci contra ele; 14 .1 que não invocam o S enhor ?
e não se regozijem íG n 6.11-12; 5 Tomar-se-ão de grande pavor,
Rm 3.10
os meus adversários, porque Deus está com a linhagem
vindo eu a vacilar. do justo.
5 No tocante a mim,d 6 Meteis a ridículo/
1 4 .2 sSI 33.13
confio na tua graça; o conselho dos humildes,
regozije-se o meu coração mas o S enhor é o seu refúgio.
na tua salvação. 1 4 .3 0 (1 -3 )
7 Tomara de Sião viesse já*
6 Cantarei ao SENHOR/ Rm 3.10 -12 a salvação de Israel!
porquanto me tem feito Quando o S enhor restaurar
muito bem. a sorte do seu povo,
1 4 .4 'SI 79.6; então, exultará Jacó,
A corrupção do pecador e sua redenção Jr 10.25; M q 3.3 e Israel se alegrará.
Sl 53.1-6
Ao mestre de canto. Salmo de Davi O cidadão dos céus
Salmo de Davi
1 4 . 6 /SI 9.9

Salmo 14
Salmo 15
1 Diz o insensato f 1 4 .7 *Jó 42.1 0

no seu coração: 1 Quem, S enhor , habitará'


Não há Deus. no teu tabernáculo?
15 .1 'SI 2.6
Corrompem-se Quem há de morar
e praticam abominação; no teu santo monte?
já não há quem faça o bem. 1 5 .2 " Is 33.15;
2 O que vive com integridade,"1
2 Do céu olha o S enhors Ef 4.25 e pratica a justiça,

1 3 .3 Esta b re v e o ra ç ã o m u d o u c o m p le ta m e n te a s itu a ção ; t e m m é r ito p ró p rio , p e lo q u a l possa a p e la r p e r a n te o D eu s


ela c o n s titu i, c o m o s e m p re é o caso , o p o n t o d e c is iv o . A o r a ­ q u e d e c la ra q u e to d o s p e c a r a m (R m 3 .2 3 ) .
ç ã o n ã o o p e ro u m u d a n ç a e m D e u s , m a s o p e r o u m u d a n ç a na 1 4 . 4 - 6 D e u s se re v e la c o m o p o d e ro s o c o n tra s te a o h o m e m
a t itu d e d o s a lm is ta . c o rru p to .
1 3 .5 ,6 T e n d o p as s a d o p e la e x p e riê n c ia d e d e s fru ta r a m is e ri­ 1 4 .7 D a v i an s e ia p e la salv a ç ã o d e D e u s e a g u a rd a p e la fé .
c ó rd ia d e D e u s , passa a re g o z ija r-s e n o S e n h o r, c a n ta n d o
1 5 .1 D u a s p e rg u n ta s im p o r ta n te s sobre a c o m u n h ã o c o m
lo u v o re s p o r cau s a d a m a n e ira c o m o D e u s a g ira c o m e le .
D eu s .
Q u a n d o n o s e s q u e c e m o s d e tu d o q u a n t o D e u s f e z p o r nós
m e d ia n te a o b r a d e C ris to , s u rg e a te n d ê n c ia d e q u e s tio n a r- 1 5 . 2 - 5 A re s p o s ta p o r m e n o r iz a d a a essas p e rg u n ta s , d o h o ­
se s o b re os d e s íg n io s d e D e u s . É a ra z ã o p o r q u e c a re c e m o s m e m q u e p o d e e n tr a r e m c o m u n h ã o c o m D e u s , se d e s c re v e
e s ta r e m c o m u n h ã o c o m D e u s , p a ra q u e p o ss am o s s e m p re p o s itiv a e n e g a tiv a m e n te , p o is a re tid ã o a b ra n g e n ã o so­
a le g ra r-n o s n a b o n d a d e p ro p ic ia d a p o r Ele. m e n te o q u e a lg u é m fa z , m a s ta m b é m a q u ilo q u e e v ita fa z e r.
M e n c io n a m -s e a q u i o n z e p o n to s esp e cífico s desses d o is ti­
1 4 . 1 - 3 A c o rru p ç ã o u n iv e rs a l, c f ta m b é m Sl 5 3 . A c o rru p ç ã o
p o s, q u e d e v e m c a ra c te riz a r a v id a d o s justos.
u n ive rsal se d e v e a o f a to d e o s h o m e n s n e g a r e m a D e u s . N ã o
é a p e n a s o h o m e m a te u q u e n e g a a e x is tê n c ia d e D e u s , m as 1 5 .2 S o m e n te os q u e a s s im ila ra m a re tid ã o d e C ris to podem
t a m b é m a q u e le q u e v iv e e a g e c o m o se n u n c a tives se q u e Em
p re e n c h e r to d a s essas e x ig ê n c ia s ( c f 2 C o 5 .2 1 ; 1 Jo 3 . 7 ) .
p re s ta r c o n ta s a o S e n h o r. C o m p a re v 2 Cõm C n 1 1 .5 p rim e ir o lu g a r, o h o m e m n ece ssita ser ju s to , a n te s de praticar
e 1 8 .2 1 . O h o m e m n a tu ra l, o q u e n ã o a c e ito u a s a lv a ç ã o , n ã o obras justas.
SALM O 1 5 J 784
e, de coração, fala a verdade; 1 5 .3 »Ex 23.1;
por outros deuses;
SI 34.13
o que não difama com sua língua," não oferecerei as suas libações
não faz mal ao próximo, de sangue,
nem lança injúria 1 5 .4 ° |z 11.35 e os meus lábios não pronunciarão
contra o seu vizinho; o seu nome.
o que, a seus olhos,0 1 5 .5 p Ex 22.25;
5 O S enhor é a porção'
tem por desprezível ao réprobo, D t 16.19; da minha herança
Ez 18.8;
mas honra e o meu cálice;
2Pe 1.10
aos que temem ao S enhor ; tu és o arrimo da minha sorte.
o que jura com dano próprio 6 Caem-me as divisas
16.1 <?SI 25.2 0
e não se retrata; em lugares amenos,
o que não empresta o seu dinheiroP é mui linda a minha herança.
com usura, 1 6 .2 r |ó 22.2-3; 7 Bendigo o S enhor , u
nem aceita suborno Rm 11.35 que me aconselha;
contra o inocente. pois até durante a noite
Quem deste modo procede 1 6 .4 sEx 23.13; o meu coração me ensina.
não será jamais abalado. Os 2.16 -17 8 O S enhor , tenho- o sempre v
à minha presença;
O Santo de Deus 1 6 .5 ( D t 32.9;
estando ele à minha direita,
Jr 10.16 não serei abalado.
H in o d e D a v i
9 Alegra-se, pois, o meu coração,w
e o meu espírito exulta;
Salmo 16 1 6 .7 "S 117,3
até o meu corpo repousará
Guarda-me, ó Deus,1) seguro.
porque em ti me refugio. 1 6 .8 ^SI 15.5
10 Pois não deixarás a minha alma*
Digo ao S enhor : ' na morte,
Tu és o meu Senhor; 1 6 .9 w SI 30.12 nem permitirás que o teu Santo
outro bem não possuo, veja corrupção)'.
senão a ti somente. 11 Tu me farás ver
1 6 .1 0
Quanto aos santos que há na terra, *1 C o 15.4 os caminhos da vida;
são eles os notáveis /A t 13.35 na tua presença
nos quais tenho todo o meu prazer. há plenitude de alegria,
Muitas serão as penass na tua destra,
*
1 6 .1 1 ; ( 8 - l l )
dos que trocam o S enhor At 2.25 -28 delícias perpetuamente.

1 5 .5 A p ro m e s s a . N u m a é p o c a e m q u e ta n to s c re n te s estã o 1 6 .8 A c e rte z a , a c o n fia n ç a .


te n d o d ific u ld a d e s e m o c io n a is , é im p o r ta n te e s tu d a r c o m c u i­
d a d o e s te s a lm o , p a ra d e s c o b rir o q u e é q u e c o n s e rv a o 1 6 .9 -1 1 O q u e o v e rd a d e iro c re n te te m n o seu fu tu ro : a
c re n te e s tá v e l e e m o c io n a lm e n te sau d á v e l: a c o m u n h ã o c o m g a ra n tia d a v id a e te rn a , d a fe lic id a d e p e rp é tu a n a p re s e n ç a
D e u s , c o m p ro v a d a p e lo v iv e r d iá rio . d e D e u s . Esta p a s s a g e m d e v e ser c o m p r e e n d id a à lu z d a res­
1 6 . 1 - 4 O s sinais d o v e rd a d e iro c re n te : s u rre iç ã o d e |esus C ris to : S u a a lm a n ã o fo i d e ix a d a n a m o rte ,
e Sua c o n q u is ta d a m o r te e d a c o rru p ç ã o (a p a la v ra h e b ra ic a
1 6 .1 D e u s é o o b je to ú n ic o d a sua c o n fia n ç a , d a sua e s p e ­
a q u i tra d u z id a p o r " c o r ru p ç ã o " é shãhath, d a ra iz " s e r e stra­
ra n ç a .
g a d o " ) é a g a ra n tia q u e seu p o v o c o m Ele ress u rg irá. N a
1 6 .2 R e c o n h e c e D e u s c o m o seu ú n ic o S e n h o r, s u fic ie n te e m pessoa d e C ris to , a c h a -s e o c u m p r im e n t o d este s versículos
tu d o . ( A t 2 . 2 5 - 2 8 ; 1 3 .3 5 ) .
1 6 .3 A g r a d a -s e n o s q u e t e m e m a D e u s , e os e s c o lh e c o m o
seus a m ig o s . 1 6 .9 Corpo. H e b bãsãr, lit " c a rn e " . O s h e b re u s d ific ilm e n te

1 6 .4 D e s p re z a os cu lto s falso s, as coisas q u e o m u n d o a d o ra . a c h a v a m u m a p a la v ra p a ra " c o r p o " c o m o ta l, p o is r e c o n h e ­


c ia m q u e u m a " p e s s o a " é u m a e n tid a d e c o m p o s ta d e p rin c í­
1 6 . 5 - 8 As b ê n ç ã o s q u e o v e rd a d e iro c r e n te re c e b e n este
p io s físicos p la s m a d o s p e lo p ró p rio D e u s , ju n ta m e n te c o m
m undo.
p rin c íp io s m e n ta is e e s p iritu a is q u e t a m b é m em anam de
1 6 .5 ,6 U m c o ra ç ã o satis feito p e la b o n d a d e d e D e u s . D e u s , p rin c íp io s t ã o in t im a m e n t e lig a d o s , q u e , d is tin g u ir os
1 6 .7 C o n s e lh o e c o rre ç ã o d a p a rte d e D eu s . lim ite s d a in flu ê n c ia m ú tu a q u e t ê m c a b e s o m e n te a D e u s .
ns SALMO 17.15
proteção divina 17.3 °|ó 23.10;
Zc 13.9; IPe 1.7
dos que se levantam contra eles.
Oração de Davi 8 Guarda-mee
como a menina dos olhos,
Salmo 17 1 7 .5
esconde-me à sombra das tuas
6 SI 119.133 asas,
1 Ouve, S enhor , a causa justa; 9 dos perversos que me oprimem,
atende ao meu clamor,
inimigos que me assediam de
d á ouvidos à minha oração,
1 7 .6 cS1116.2 morte.
que procede
10 Insensíveis, cerram o coração/
de lábios não fraudulentos.
2 Baixe de tua presença 1 7 .7 dSI 31.21
falam com lábios insolentes;
11 andam agora cercandos
o julgamento a meu
respeito; os nossos passos
os teus olhos vêem com e fixam em nós os olhos
1 7 .8 eD t 32.10;
eqüidade. para nos deitar por terra.
SI 36.7;
3 Sondas-me o coração," M t 23.3 7 12 Parecem-se com o leão,
de noite me visitas, ávido por sua presa,
provas-me no fogo ou o leãozinho,
e iniqüidade nenhuma 1 7 .1 0 que espreita de emboscada.
encontras em mim; fD t 32.15;
1 Sm 2.3;
13 Levanta-te, S enhor , defronta-os ,h
a minha boca não transgride. SI 31.18 arrasa-os;
4 Quanto às ações dos homens, livra do ímpio a minha alma
pela palavra dos teus lábios, com a tua espada,
eu me tenho guardado 1 7.1 1 14 com a tua mão, S enhor , 1’
dos caminhos do violento. 9 lS m 23.2 6
dos homens mundanos,
5 Os meus passos se afizeram*
cujo quinhão é desta vida
às tuas veredas,
e cujo ventre tu enches
os meus pés não resvalaram. 1 7 .1 3 í>ls 10.5
dos teus tesouros;
6 Eu te invoco, ó Deus,c
pois tu me respondes; os quais se fartam de filhos
inclina-me os ouvidos e o que lhes sobra
1 7 .1 4 >5173.12;
e acode às minhas palavras. Tg 5.5
deixam aos seus pequeninos.
7 Mostra as maravilhas d 15 Eu, porém, na justiça/
da tua bondade, contemplarei a tua face;
ó Salvador dos que à tua destra 1 7 .1 5 /SI 4.6-7;
quando acordar, eu me satisfarei
buscam refúgio l)o 3.2 com a tua semelhança.

1 7 . 1 - 1 5 A o ra ç ã o q u e e s te s a lm o é p o d e - s e re s u m ir e m três o S eu d o m g ra tu ito e a m o r á v e l.
das p a la v ra s q u e n e le o c o rr e m : " o u v ir" , v 1; " a fa z e r -s e " , v 5 ;
1 7 .8 A q u i s u rg e m d u a s exp ressõ es fig u ra tiv a s d a te r n u r a e
"e s c o n d e r" , v 8 . A q u e le q u e é o u v id o e e s c o n d id o p o r D e u s ,
d o c u id a d o . A p rim e ira s u g e re u m a u n id a d e v iv a , c o m o a d o
a fa z e n d o -s e às Suas v e re d a s , n ã o p re c is a t e m e r a o in im ig o ,
o lh o c o m o c o rp o ; a o u tra re p re s e n ta u m a re la ç ã o a m o ro s a
m e s m o a o m a is fe ro z .
c o m o é a d o p ássaro p a ra c o m os seus filh o te s ( c f Z c 2 .8 ;
1 7 .1 O p ro fu n d o d e s e jo d e D a v i d e ser o u v id o p o r D e u s . D t 3 2 .1 0 , 1 1 ; M t 2 3 .3 7 ) .

1 7 . 1 - 5 N ã o q u e r isto d iz e r q u e D a v i a le g a n ã o t e r p e c a d o s 1 7 . 1 3 - 1 5 D a v i e x p r im e seu d e s e jo e sua e s p e ra n ç a p e lo


n a sua v id a ; é a p e n a s a a fliç ã o d o m o m e n t o , m a s ela n ã o fo i fu tu r o .
p ro v o c a d a p o r n e n h u m p e c a d o seu (c f 7 .8 , c o m a n o ta e as
1 7 .1 5 V e r a D e u s fa c e a fa c e e ser s e m e lh a n te a Ele é o
re fe rê n c ia s ).
g r a n d e d e s e jo e e s p e ra n ç a d e c a d a c r e n te (1 Jo 3 .2 ) . A fa c e
d e D e u s se re v e la e m C ris to , e nós, c o n t e m p la n d o S u a fa c e ,
1 7 . 6 - 1 2 U m a o ra ç ã o p e d in d o a p ro te ç ã o d iv in a .
já a q u i n a te rra e s ta m o s s e n d o tra n s fo rm a d o s d e g ló ria e m
1 7 .7 Salvador. A salv a ç ã o n ã o é a lg o a u to m a tic a m e n te d e rra ­ g ló ria ( 2 C o 3 . 1 2 - 1 8 ) . A lé m disso, d e p o is d e d e s p e r t a m o s
m a d o in d is c rim in a d a m e n te s o b re os h o m e n s : os h o m e n s p re ­ a p ó s a m o rte , te re m o s o g o z o d a p re s e n ç a d e D e u s dn*
cis a m " b u s c a r re fú g io " e m D e u s , te r fé nE le, n ã o d e s p re z a n d o t o d a a e te rn id a d e .
SALMO 18.1 786
Vitória e domínio 18 .1 *S 1144.1
os fundamentos dos montes
2Sm 2 2 .1 -5 1 e se estremeceram,
Ao mestre de canto. Salmo de Davi, porque ele se indignou.
servo do SENHOR, o qual dirigiu 1 8 .2 'H b 2.13
8 Das suas narinas subiu fumaça,
ao Senhor as palavras deste cântico,
no dia em que o Senhor o livrou e fogo devorador, da sua boca;
de todos os seus inimigos dele saíram brasas ardentes.
e das mãos de Saul. Ele disse: 1 8 .3 " S l 76.4
9 Baixou ele os céus, e desceu ,P
e teve sob os pés densa escuridão.
Salmo 18 10 Cavalgava um querubim e voou; <7
1 8 .4 "Sl 116.3
sim, levado velozmente
1 Eu te amo, ó S enhor ,*
nas asas do vento.
força minha.
11 Das trevas fez um mantor
2 O S enhor é a minha rocha,' 1 8 .7 ° A t 4.31
em que se ocultou;
a minha cidadela,
escuridade de águas
o meu libertador;
e espessas nuvens dos céus
o meu Deus, o meu rochedo 1 8 .9 PSI 144.5
em que me refugio;
eram o seu pavilhão.
12 Do resplendor que diante dele
o meu escudo,
a força da minha salvação,
havia,5
1 8 .1 0 9SI 99.1
o meu baluarte. as densas nuvens se desfizeram
3 Invoco o S enhor , m em granizo e brasas chamejantes.
digno de ser louvado, 13 Trovejou, então,o S enhor , nos
18 .1 1 'Sl 97 .2
e serei salvo dos meus inimigos. céus;(
4 Laços de morte me cercaram," o Altíssimo levantou a voz,
torrentes de impiedade e houve granizo e brasas de fogo.
me impuseram terror.
1 8 .1 2 sSI 97.3
14 Despediu as suas setas u
5 Cadeias infernais me cingiram, e espalhou os meus inimigos,
e tramas de morte 1 8 .1 3 tSI 29.3
multiplicou os seus raios
me surpreenderam. e os desbaratou.
6 Na minha angústia, 15 Então, se viu o leito das águas/
invoquei o S enhor , 1 8 .1 4 ujs 10.10;
e se descobriram
gritei por socorro ao meu Deus. Is 30.3 0 os fundamentos do mundo,
Ele do seu templo pela tua repreensão, S enhor ,
ouviu a minha voz, pelo iroso resfolgar
e o meu clamor lhe penetrou 1 8 .1 5 v Êx 15.8 das tuas narinas.
os ouvidos. 16 Do alto me estendeu ele a mão1''
7 Então, a terra se abalou e tremeu,0 e me tomou;
vacilaram também 1 8 .1 6 » S 1 144.7 tirou-me das muitas águas.

1 8 . 1 - 3 A in tro d u ç ã o a o s a lm o é u m a d e c la ra ç ã o d e a m o r e u m D e u s q u e D a v i já d e v ia t e r re c o n h e c id o , m e s m o q u a n d o
d e fé . O s a lm o in te ir o e s tá in s e rid o n a s itu a ç ã o h is tó ric a d e s ­ e ra u m m e n in o , p a s to re a n d o as o v e lh a s a o a r livre.
c rita n o liv ro d e S a m u e l. É in te re s s a n te re c o n h e c e r q u e os 1 8 .4 ,5 D a v i re c o n h e c e u q u e as p e rs e g u iç õ e s q u e s o fre rá sob
sa lm o s d e D a v i b r o ta r a m d e sua e x p e riê n c ia c o m D e u s . Pro­ as m ã o s d e Saul o r ig in a r a m -s e d a in te r v e n ç ã o d a s fo rç a s d o
c u ro u o s o c o rro d iv in o e m c a d a é p o c a d e sua v id a , a c e ito u a in fe rn o , p o is a a fliç ã o m u ita s ve ze s v e m d o te n t a d o r q u e d e ­
re p re e n s ã o q u a n d o n ã o esta v a v iv e n d o à a ltu ra d a v o n ta d e seja d e s tr u ir os servos d e D eu s .
d e D e u s (c f 2 S m 1 2 . 1 - 1 4 e Sl 5 1 ) , g lo r ific a v a -o e m c u lto s
1 8 . 7 - 1 4 U m a te m p e s ta d e , p o r ser fo rte , p o d e r o s a , fo ra d a
p ú b lic o s e m e d ita v a s o b re S eu n o m e . C o m o re s u lta d o , v iu
c o m p re e n s ã o h u m a n a , c o m m a n ife s ta ç õ e s d e b rilh o , te m
D e u s c o m o u m a re a lid a d e . E n tã o p ô d e e s c re v e r s o b re re a lid a ­
s id o u m a ilu s tra ç ã o n o rm a l d a n a tu re z a d e D e u s p a ra m u ito s
d e s e s p iritu a is , ap lic á v e is a o ín tim o d o c o ra ç ã o e t a m b é m a
p o vo s .
to d a s itu a ç ã o n a c io n a l e in te rn a c io n a l.
1 8 . 4 - 1 9 U m re la tó rio d a m a n e ira c o m o D e u s lib e r to u Seu 1 8 .1 5 A q u i a d e s c riç ã o já va i a lé m d a te m p e s ta d e c o m o ta l.

serv o . A lin g u a g e m a q u i é b é lic a , p o is a s itu a ç ã o d e D a v i, 1 8 . 1 6 - 1 9 A d e m o n s tra ç ã o d o p o d e r d e D e u s e ra a p e n a s u m


d e s d e a é p o c a e m q u e se d e fr o n to u c o m G o lia s, tin h a sid o v e íc u lo p a ra in te rv e n ç ã o d iv in a , a m o r o s a m e n te liv ra n d o u m
b é lic a c o m o a d e u m fu g itiv o , c e rc a d o p o r p e rig o s , nas m o n ­ s im p le s s e rv o S eu . H á u m a re la ç ã o p r o fu n d a e n t r e a a lm a
ta n h a s e n as c a v e rn a s . P o r isso, as p rim e ira s visões q u e tiv e ra c re n te e seu D e u s , re v e la d a a q u i p e lo s m u ito s p ro n o m e s " e u "
d e D e u s e ra m visões d e u m D e u s q u e se re v e la n a n a tu re z a , e " e le " .
SALMO 18.37
!“ Lutou-me de forte inimigo 1 8 .1 9 *5 1 31.8 mas os olhos altivos, tu os abates.
e dos que me aborreciam, 28 Porque fazes resplandecerd
pois eram mais poderosos do que eu. 1 8 .2 0 a minha lâmpada;
I« Assaltaram-me C l Sm 24.2 0 o S enhor , meu Deus, derrama luz
no dia da minha calamidade, nas minhas trevas.
mas o S enhor me serviu de amparo. 1 8 .2 4
29 Pois contigo desbarato exércitos,
19 Trouxe-me para um lugar espaçoso;* *1S m 26.23 com o meu Deus salto muralhas.
livrou-me, 30 O caminho de Deus é perfeito;^
porque ele se agradou de mim. a palavra do S enhor é provada;
1 8 .2 5 01 Rs 8.32
29 Retribuiu-me o S enhor , k ele é escudo para todos
segundo a minha justiça, os que nele se refugiam.
recompensou-me 1 8 .2 6 31 Pois quem é Deus, senão o
H v 26.2 3-24;
conforme a pureza S enhor ?f
Pv 3.34
das minhas mãos. E quem é rochedo,
21 Pois tenho guardado senão o nosso Deus?
os caminhos do S enhor 1 8 .2 7 cSi 101.5 32 O Deus que me revestiu de forças
e não me apartei perversamente e aperfeiçoou o meu caminho,
do meu Deus. 33 ele deu a meus pés
h
1 8 .2 8 d|ó 18.6
22 Porque todos os seus juízos a ligeireza das corças
me estão presentes, e me firmou nas minhas alturas.
1 8 .3 0 « D t 32.4;
e não afastei de mim 34 Ele adestrou as minhas mãos'
Pv 30.5; Ap 15.3
os seus preceitos. para o combate,
23 Também fui íntegro para com ele de sorte que os meus braços
e me guardei da iniqüidade. 1 8 .3 1 vergaram um arco de bronze.
'D t 32.31;
24 Daí retribuir-me o S enhor ,7 IS m 2.2; SI 86.8
35 Também me deste o escudo
segundo a minha justiça, da tua salvação,
conforme a pureza a tua direita me susteve,
das minhas mãos, 1 8 .3 2 gSI 91.2 e a tua clemência me engrandeceu.
na sua presença. 36 Alargaste sob meus passos/
25 Para com o benigno,0 1 8 .3 3 í>Hc 3.19 o caminho,
benigno te mostras; e os meus pés não vacilaram.
com o íntegro, também íntegro. 37 Persegui os meus inimigos,
26 Com o puro, puro te mostras ;b 1 8 .3 4 'SI 144.1
e os alcancei,
com o perverso, inflexível. e só voltei depois
27 Porque tu salvas o povo humilde,c 1 8 . 3 6 /'Pv 4.1 2 de haver dado cabo deles.

1 8 . 2 0 - 3 1 H á u m a c o n e x ã o e s tre ita e n tr e a a ç ã o d e D e u s e m e d o s o c o rro d iv in o s , p a ra n ó s m u i ap ra zív e is ; p a ra D a v i, f u g i­


p ro l d o h o m e m e a a titu d e q u e o h o m e m t o m a p e r a n te D e u s . tiv o d u r a n te v ário s a n o s , a c a p a c id a d e d e s a lta r m u ra lh a s lh e
Esta seçã o se d iv id e e m q u a tr o estro fes, w 2 0 -2 4 ; 2 5 -2 7 ; e ra m a is fa m ilia r d o q u e q u a lq u e r o u tra h a b ilid a d e m a is " u r ­
2 8 -2 9 ; 3 0 -3 1 . b a n a " o u in te le c tu a l! A ssim é q u e D e u s nos c a p a c ita p a ra

1 8 .2 0 R etribuiu-m e. Se D a v i n ã o te v e u m a v id a c o m p le ta ­ t o d a b o a o b r a s e g u n d o a s itu a ç ã o d o m o m e n t o .

m e n te liv re d e deslizes ( e a B íb lia n ã o te n ta e s c o n d ê -lo s ), m as • N. H o m . 1 8 .3 0 1 ) O c a m in h o d e D eu s ; 2 ) A P ala vra d e


p e lo m e n o s sua v id a fo i u m a sin c e ra te n ta t iv a d e o b s e rv a r e m D e u s ; 3 ) A s a n ta g u e rra d e D e u s . D e v e m o s p a rtic ip a r d o s três.
p rim e iro lu g a r a v o n ta d e d e D e u s , e p o r isso e ra c o n s id e ra d o 1 8 . 3 2 - 4 5 O s v e rb o s a q u i e s tã o n o p a ss ad o ; t u d o é re tro s ­
u m rei id e a l, p a ra t o m a r o lu g a r d o te im o s o e d e s o b e d ie n te p e c tiv o , p o is D a v i e stá m e d it a n d o e re fle tin d o , e n ã o a n te c i­
Saul. pando. N ão h á a u s ê n c ia d e sa lm o s q u e fo s s e m o ra ç õ e s
1 8 . 2 6 A ssim c o m o as v irtu d e s h u m a n a s d e v e m ser u m re ­ in s p ira d a s e m h o ra s d a a n g ú s tia , m a s e s te é u m s a lm o d e
fle x o d as v irtu d e s d iv in a s q u e p ro v ê m d o s céus , elas, q u a n d o t riu n fo , d e lo u v o r, d e açõ e s d e g ra ç a .
p ra tic a d a s p e lo s h o m e n s , o c o rr e m m u itís s im o , re fle tin d o -s e 1 8 . 3 4 A rc o d e B ro n z e . D a v i, p e s s o a lm e n te , fa z uso d a m ais
m u tu a m e n te , a b r in d o o c a m in h o p a ra D e u s nos p ro p o rc io n a r p o d e ro s a a r m a b é lic a d a sua é p o c a , u m a c a p a c id a d e in v u lg a r
m a is fa v o re s ; d e o u tr o la d o , q u e m re je ita a p rá tic a d as v ir tu ­ p a ra q u e m t e m o d e v e r d e lib e r ta r e m o ld a r a n a ç ã o q u e
d e s n a d a d e v e e s p e ra r d a p a r te d e D e u s , s e n ã o u m a p ro v a d a D e u s e s c o lh e u p a ra s e r v i-IO e p a ra v iv e r p e ra n te Ele, n o c u m ­
sua p ró p ria fa lta d e te r n u r a , p a d rã o q u e e s c o lh e ra p a ra o seu p r im e n to d a Sua p a la v ra .
m o d o d e v id a n a te rra , e n tr e seus s e m e lh a n te s . 1 8 .3 6 Alargaste. U m b o m lu g a r, fir m e p a ra o p é pisar, valia
1 8 .2 9 E m c a d a s itu a ç ã o , h á u m a m o d a lid a d e d a in te r v e n ç ã o m a is d o q u e o u r o e p r a ta n a h o ra d a s fu g a s p ela s m o n ta n h a s .
M M O M 38 788
38 Esmaguei-os a tal ponto, 1 8 .4 1 M ó 27.9; 49 Glorificar-te-eir, pois,
que não puderam levantar-se;
Is 1.15; Ez 8.18;
Zc 7.13 entre os gentios, ó Senhor ,
caíram sob meus pés. e cantarei louvores ao teu nome.
39 Pois de força me cingiste 50 E ele quem dá grandes vitórias5
para o combate 1 8 .4 2 'Z c 10.5 aò seu rei
e me submeteste os que e usa de benignidade
se levantaram contra mim. para com o seu ungido,
40 Também puseste em fuga 1 8 .4 3 com Davi e sua posteridade,
os meus inimigos, '" 2 5 m 2.9-10 para sempre.
e os que me odiaram,
eu os exterminei. A excelência da criação e da palavra de
41 Gritaram por socorro,* 1 8 .4 4 Deus
mas ninguém lhes acudiu; " D t 33.29
Ao mestre de canto. Salmo de Davi
clamaram ao Senhor ,
mas ele não respondeu. 1 8 .4 5 ° M q 7.17 Salmo 19
42 Então, os reduzi a pó'
ao léu do vento, 1 Os céus proclamam'
lancei-os fora como a lama das ruas. 1 8 .4 7 P S I4 7 .3 a glória de Deus,
43 Das contendas do povo me livrastem e o firmamento anuncia
e me fizeste cabeça das nações; as obras das suas mãos.
povo que não conheci me serviu. 1 8 .4 8 9 Sl 59.1 2 Um dia discursa a outro dia,
44 Bastou-lhe ouvir-me a voz," e uma noite revela conhecimento
logo me obedeceu; a outra noite.
os estrangeiros 1 8 .4 9 rRm 15.9 3 Não há linguagem, nem há palavras,
se me mostram submissos. e deles não se ouve nenhum som;
45 Sumiram-se os estrangeiros0 4 no entanto, por toda a terra
e das suas fortificações saíram, 1 8 .5 0 se faz ouvir a sua vozu,
s2 5m 7.13
espavoridos. e as suas palavras,
46 Vive o S enhor , até aos confins do mundo.
e bendita seja a minha rocha! Aí, pôs uma tenda para o sol,
19 .1 <Gn 1.6;
Exaltado seja o Deus Rm 1.19 -20
5 o qual, como noivov
da minha salvação, que sai dos seus aposentos,
47 o Deus que por mimP se regozija como herói,
tomou vingança 1 9 .4 "R m 10.1 8 a percorrer o seu caminho.
e me submeteu povos; 6 Principia numa extremidade
48 o Deus que me livrou? dos céus,
dos meus inimigos; 1 9 .5 v Ec 1.5 e até à outra vai o seu percurso;
sim, tu que me exaltaste e nada refoge ao seu calor.
acima dos meus adversários 7 A lei do S enhor é perfeita*
e me livraste do homem violento. 1 9 .7 wS1111.7 e restaura a alma;

1 8 .4 3 A fin a lid a d e d e t o d a essa lu ta n ã o e ra o p ra z e r d e riê n c ia q u e a a lm a re c e b e d ia ria m e n te d e D e u s in te rv in d o na


g u e rre a r, e ra u m passo n a d ire ç ã o d e f ir m a r u m re in o d e p a z , sua v id a , w 1 2 - 1 4 . A p ro fu n d a c o n te m p la ç ã o d o s céus, dàs
c o m o se d e s c re v e n a é p o c a d e S a lo m ã o , filh o d e D a v i. Escrituras, o u d o p r ó p rio ín tim o , re v e la a lg o d a fa c e d e D e u s .
1 8 . 4 6 - 5 0 T e rm in a d a a n a rra tiv a s o b re c o m o D e u s a c o m p a ­ O s céu s re v e la m a g ló ria d e D e u s , as Escrituras re v e la m Sua
n h a r a a D a v i n a s h o ra s d e d ific u ld a d e , d e s c rita s e m g ra n d e z a e a a lm a re fle te Sua g ra ç a , jesu s C ris to é a p le n itu d e
1 Sm 1 6 .1 -3 1 .9 , D a v i v o lta a o seu te m a de lo u v o r, d e d e D e u s visível e n t r e os h o m e n s .
t riu n fo , d e a m o r , tu d o d e d ic a d o a D e u s , seu S alv ad o r. 1 9 .4 O te s te m u n h o é u n iv e rs a l; esses m iss io n ário s, q u e são

1 9 . 1 - 6 O s céus, o u s eja , o u n iv e rs o fís ic o e visív el, são u m a os co rp o s cele stes, le v a m a m e n s a g e m d e D e u s a c a d a país


p ro v a visível d a s a b e d o ria , d o p o d e r , d a g ló ria e das leis d e (R m 1 .2 0 ) .
D e u s . P o ré m , n ã o são su fic ie n te s p a ra d é d a r a r a v o n ta d e d e 1 9 . 7 - 9 A B íb lia , n este s vers ícu lo s, re c e b e seis títu lo s su g e s ti­
D e u s , Seus p la n o s , Sua g ra ç a , S eu a m o r , q u e são coisas e s p iri­ vos: lei, testemunho, preceitos, m andam ento, tem or do Senhor,
tu ais , p o r d e m a is p ro fu n d a s p a ra a n a tu r e z a m o r ta , tra n s c e n ­ juízos. C a d a tít u lo re c e b e seu a trib u to ; perfeita, fiel, retos,
d e n te s p a ra a m e n te h u m a n a . P o r isso, e s ta re v e la ç ã o prec isa puro, límpido, verdadeiros. C a d a a s p e c to d a B íb lia assim d e s ­
ser c o m p le ta d a p ela s e scritu ras ( w 7 - 1 1 ) e a in d a p e la e x p e ­ c rito p r o d u z s e u re s u lta d o , re s ta u ra n d o a a lm a , c o n c e d e n d o
789 SALMO 20.8
o testemunho do S enhor é fiel 19.8 «S112.6 Oração a favor do rei
e dá sabedoria aos símplices. Ao mestre de canto. Salmo de Davi
8 Os preceitos do S enhor são retos" 1 9 .1 0
e alegram o coração; /S 1 119.72;
Pv 8 .10 -11,19
Salmo 20
o mandamento do S enhor é puro
e ilumina os olhos. 1 O S enhor te respondad
9 O temor do S enhor é límpido 1 9 .1 1 no dia da tribulação;
e permanece para sempre;
*P v 2 9 .1 8 o nome do Deus de Jacó
os juízos do S enhor são verdadeiros te eleve em segurança.
e todos igualmente, justos. 1 9 .1 2 oLv 4.2 2 Do seu santuário te envie socorroe
10 São mais desejáveis do que ouro,)' e desde Sião te sustenha.
3 Lembre-se de todas as tuas ofertas
mais do que muito ouro depurado; 1 9 .1 3
de manjares
e são mais doces do que o mel i>Gn 20.6;
1Sm 25.3 2-34, e aceite os teus holocaustos.
e o destilar dos favos.
39; Rm 6.12 ,14 4 Conceda-te segundo o teu coraçãof
11 Além disso, por eles se admoesta*
e realize todos os teus desígnios.
o teu servo;
1 9 .1 4 cSI 51.15;
5 Celebraremos com júbilos
em os guardar,
IT s l. 1 0 a tua vitória
há grande recompensa.
e em nome do nosso Deus
12 Quem há que possa discernir0 hastearemos pendões;
as próprias faltas? 2 0 .1 <*Pv 18.10
satisfaça o S enhor
Absolve-me das que me são a todos os teus votos.
ocultas. 2 0 .2 d Rs 6.16; 6 Agora, sei que o S enhor h
13 Também da soberbab 2Q20.8 salva o seu ungido;
guarda o teu servo, ele lhe responderá
que ela não me domine; 2 0 .4 f$l 21.2 do seu santo céu
então, serei irrepreensível com a vitoriosa força de sua destra.
e ficarei livre
de grande transgressão.
2 0 .5 gÊx 17.15 7 Uns confiam em carros,'
outros, em cavalos;
14 As palavras dos meus lábiosc nós, porém, nos gloriaremos
e o meditar do meu coração 20.61’SI2.2 em o nome do S enhor ,
sejam agradáveis na tua presença, nosso Deus.
S enhor , rocha minha 2 0 .7 i 2Cr 32.8; 8 Eles se encurvam e caem;
e redentor meu! Pv 21.31 nós, porém, nos levantamos

s a b e d o ria , a le g ra n d o o c o ra ç ã o , ilu m in a n d o os o lh o s , p r o d u ­ to rio s o , q u e n ã o s o m e n te v e n c e os h o m e n s e n a ç õ e s q u e se


z in d o a ju s tiç a e p e r m a n e c e n d o p a ra s e m p re , re v e la n d o seu le v a n ta m c o n tra Sua s o b e ra n ia , m a s ta m b é m v e n c e u n a c ru z
v a lo r in c a lc u lá v e l p a ra o h o m e m ín te g r o . à m o r te e a o in fe rn o (c f A p 5 .5 ; 6 .2 ) .

1 9 .1 0 Se e x p ressõ es b íb lic a s , c o m o estas, fo s s e m leva d as 2 0 . 1 - 5 O p o v o se d ir ig e a o re i, e n c o r a ja n d o -o e d e p o s i-


m ais a sério , se os c re n te s , re a lm e n te , s e m e x c e ç ã o a lg u m a , t a n d o - lh e sua c o n fia n ç a , b a s e a d a n ã o t a n t o nas q u a lid a d e s
a p re c ia s s e m o e n s in o q u e v e m d e D e u s , m a is d o q u e a g ló ria , d o rei, m as m u it o m a is n o n o m e d e D e u s , q u e fiz e ra Suas
h o n ra , s a b e d o ria e sucesso, q u e são alvo s d o s h o m e n s m u n ­ Prom essas a D a v i.
d a n o s , v e ria m d e s c o rtin a d o s n o v o s h o riz o n te s d e g o z o , p a z , 2 0 . 2 U m a o ra ç ã o p a ra q u e D e u s fo rta le ç a o rei p a ra e n fre n ta r
c o n fia n ç a e v itó ria (c f Jo 5 .4 4 ) . a b a ta lh a .

1 9 .1 2 ,1 3 O s a lm is ta d ese ja ser lib e r ta d o ta n to d a v io la ç ã o 2 0 .5 D e u s , d e fa to , satisfará aos nossos v o to s (d e s e jo s e p e ti­


a c id e n ta l c o m o d a v io la ç ã o d e lib e ra d a d o s m a n d a m e n to s . A ç õ e s ), se to m a r m o s a a titu d e d a s p rim e ira s p ala v ra s d o versí­
s o b e rb a , a q u i m e n c io n a d a , p ó d e re fe r ir-s e a o p r e c e ito q u e c u lo d e re a lm e n te a d o ra r, c e le b ra r e g lo rific a r S eu n o m e .
re g u la o sa c rifíc io p e lo p e c a d o n a lei d e M o isé s: a p essoa q u e 2 0 . 6 - 8 A resp o sta d o rei m e d ia n te o d e s e jo d o p o v o m o s tra
a g e " a tr e v id a m e n te " a o p e c a r, isto é , d e s a fia n d o d e lib e ra d a ­ q u e é só e m D e u s q u e re p o u s a sua a b s o lu ta c o n fia n ç a .
m e n t e a D e u s , e m s e u p e c a d o , n ã o te m p a r te n a e x p ia ç ã o
2 0 .6 Ungido. H e b meshiah, p a la v ra tra n s lite ra d a p o r " M e s ­
c o n tid a nos sacrifícios ( N m 1 5 . 3 0 - 3 1 ) . D e q u a lq u e r m a n e ira ,
sias" q u a n d o se re fe re e s p e c ific a m e n te a C ris to (a p ró p ria p a ­
a s o b e rb a é a d o ra ç ã o d e si m e s m o a o in vé s d a a d o ra ç ã o d e
la v ra " C r is to " é a p a la v ra g re g a q u e s ig n ific a ta m b é m
D e u s , d e m o d o a p ro v o c a r p e c a d o s e v id e n te s a o p ú b lic o .
" M e s s ia s " o u " u n g id o " . A q u i a re fe rê n c ia im e d ia ta é a o rei
2 0 .1 - 9 Este s a lm o , ju n ta m e n te c o m SI 2 1 , são c a n ç õ e s d e D a v i, u n g id o p e lo p ro fe t a S a m u e l c o m o sinal e x te rio r d a u n -
g u e rra . A m b o s são m e s siân ico s , a p o n t a n d o p a ra o C ris to V i­ ç ã o e d a e s c o lh a d iv in a q u e s o b re e le re c a iu .
SALMO 20.9 790
e nos mantemos de pé. 21.1 ySI 20.5-6 a tua destra apanhará
9 Ó S enhor , dá vitória ao rei; os que te odeiam.
responde-nos, quando clamarmos. 9 Tu os tomarás')
2 1 .2 *S I 20.4-5 como em fornalha ardente,
Ações de graças peta vitória quando te manifestares;
o Senhor, na sua indignação,
Ao mestre de canto. Salmo de Davi 2 1 .3 os consumirá,
'2Sm 12.30;
IC r 20.2
o fogo os devorará.
Salmo 21 10 Destruirás da terra'
1 Na tua força, S enhor ,/ a sua posteridade
o rei se alegra! e a sua descendência,
2 1 .4
E como exulta com a tua salvação! ">251117.19 de entre os filhos dos homens.
2 Satisfizeste-lhek 11 Se contra ti intentarem o mals
e urdirem intrigas,
o desejo do coração
e não lhe negaste as súplicas 2 1 .6 "SI 16.11 não conseguirão efetuá-los;
12 porquanto lhes farás voltar
dos seus lábios.
as costas
3 Pois o supres das bênçãos1
e mirarás o rosto deles
de bondade; 2 1 .7 ° S I1 6.8
com o teu arco.
pões-lhe na cabeça uma coroa
13 Exalta-te, S e n h o r , na tua força!
de ouro puro.
Nós cantaremos e louvaremos
4 Ele te pediu vida, e tu lha deste;m 2 1 .8 P lS m 31.3
o teu poder.
sim, longevidade
para todo o sempre. Sofrimento e vitória do Messias
5 Grande lhe é a glória 2 1 .9 <?SI 18.8;
M l 4.1 Ao mestre de canto, segundo a melodia
da tua salvação;
de esplendor e majestade
“Corça da manhã". Salmo de Davi
o sobrevestíste.
21.10 Salmo 22
6 Pois o puseste por bênção"
'IR s 13.34;
para sempre SI 37.28 1 Deus meu, Deus meuf,
e o encheste de gozo por que me desamparaste?
com a tua presença. Por que se acham longe
7 O rei confia no S enhor 0 2 1 .1 1 sSI 2.1 de minha salvação
e pela misericórdia do Altíssimo as palavras de meu bramido?
jamais vacilará. 2 Deus meu, clamo de dia,
8 A tua mão alcançará? 2 2 .1 i M t 27.46; e não me respondes;
todos os teus inimigos, M c 15.34 também de noite,

2 1 . 1 - 1 3 Este s a lm o é u m a o ra ç ã o d e lo u v o r a p ó s a b a ta lh a . lu g a r d a s Suas o v e lh a s ( | o 1 0 . 1 1 ) . A p rim e ira p a r te , w 1 -2 1 ,


2 1 . 1 - 7 A ç õ e s d e g ra ç a s p e la v itó ria . O p o v o in te rc e d e ra e m é o g r ito d e a n g ú s tia d o S a lv a d o r q u e se s a c rific o u a Si
p r o l d o s v o to s d o rei ( 2 0 .5 ) , e a g o ra e le re c o n h e c e q u e fo i M e s m o ; a s e g u n d a p a r te é u m c â n tic o d e lo u v o re s . A e x p re s ­
a t e n d id o (v 2 ). são c h a v e d a p rim e ir a p a r te é " n ã o m e re s p o n d e s " ( v 2 ); d a
s e g u n d a p a r te , é " t u m e re s p o n d e s " . A p rim e ira p a r te a n te v ê
2 1 .1 A e x e m p lo d o p o v o , o re i a g o ra S e re g o z ija t a m ­
os s o frim e n to s d e C ris to , e a s e g u n d a d e s c re v e as g ló ria s q u e
b é m , 2 0 .5 .
se lh e s e g u ira m (1 Pe 1 .1 1 ) .
2 1 . 3 - 6 C o m p a r e c o m 2 S m 7 p a ra v e rific a r as re fe rê n c ia s
m es siânicas. 2 2 .1 F oi e s te o g r ito te rrív e l d e C ris to n a c ru z , q u a n d o fo i
2 1 . 8 - 1 2 C o n fia -s e q u e D e u s c o n tin u a r á c o n c e d e n d o v itó ria s fe ito p e c a d o e m n oss o lu g a r, e m nosso fa v o r ( M t 2 7 . 4 6 ) - e
n o fu tu r o . fo i ju s ta m e n te Ele q u e n ã o c o n h e c e u o p e c a d o , e q u e n ã o
p re c is a v a s o fre r seus e fe ito s ( 2 C o 5 .2 1 ; R m 8 .3 ) .
2 1 .1 1 O s m a lfe ito re s p o d e m fa z e r p la n o s m u it o b e m tra ç a ­
d o s , m a s , p la n e ja n d o s e m a d ire ç ã o d e D e u s , n ã o te r ã o p o d e r
2 2 . 2 N ã o m e repondes. Q u a n d o o S a lv a d o r esta v a p e n d u ra d o
p a ra le v a r a lg o a e fe ito .
n a c ru z , c la m o u p a ra S eu P ai, e n ã o h o u v e res p o s ta . Is to o c o r­
2 1 .1 3 Esta o ra ç ã o se e n c e rra c o m u m c â n tic o d e lo u v o re s a re u p o r q u e C ris to e s ta v a t o m a n d o o lu g a r d e c a d a p e c a d o r,
D e u s , q u e e s tiv e ra tã o m a ra v ilh o s a m e n te p re s e n te e m c a d a p e r d id o e m suas cu lp a s , a c e ita n d o assim s o b re Si m e s m o
n e c e s s id a d e . to d a a p u n iç ã o d iv in a , a p lic á v e l a t o d o o p e c a d o h u m a n o e
2 2 .1 -3 1 Este s a lm o d e s c re v e o B o m P a s to r m o r r e n d o e m d e to d o s os te m p o s ( | o 1 .2 9 ) .
791 SALMO 22.23
2 2 .3 " D t 10.21 se desconjuntaram;
porém não tenho sossego.
3 Contudo, tu és santo ,u 2 2 .5 vSI 25.2-3;
Rm 9.33
meu coração fez-se como cera,
entronizado entre os louvores derreteu-se dentro de mim.
de Israel. 2 2 .6 tv)ó 25 .6 15 Secou-se o meu vigor,e
4 Nossos pais confiaram em ti; 2 2 .7 * M t 27.39; como um caco de barro,
M c 15.29;
confiaram, e os livraste. e a língua se me apega
Lc 23.3 5
5 A ti clamaram e se livraram;v ao céu da boca;
2 2 . 8 / M t 27.4 3
confiaram em ti assim, me deitas no pó da morte.
e não foram confundidos. 2 2 .9 *S I 71.6
16 Cães me cercam ;f
6 Mas eu sou verme e não homem ;w 2 2 .1 0 °ls 46 .3 uma súcia de malfeitores me rodeia;
opróbrio dos homens 22.12 traspassaram-me as mãos e os pés.
í>Dt 32.14; 17 Posso contar todos os meus ossos;9
e desprezado do povo. Ez 39.18
7 Todos os que me vêem eles me estão olhando
2 2 .1 3
zombam de mim*; cjó 16.10;
e encarando em mim.
afrouxam os lábios Lm 2.1 6 18 Repartem entre si
e meneiam a cabeça: 2 2 .1 4 d\s 7.5; as minhas vestes ^
8 Confiou no S e n h o r k ! Livre-o ele; D n 5 .6 e sobre a minha túnica
salve-o, pois nele tem prazer. 2 2 .1 5 deitam sortes.
9 Contudo, tu és* e\ó 29.10; 19 Tu, porém, Senhor ,'
Lm 4.4
quem me fez nascer; não te afastes de mim;
2 2 .1 6
e me preservaste, estando eu ainda força minha, apressa-te
fM i 27.35;
ao seio de minha mãe. Lc 23.33; em socorrer-me.
10 A ti me entreguei0 Ap 22.1 5 20 Livra a minha alma da espada,/
desde o meu nascimento; 2 2 .1 7 gLc 23.2 7 e, das presas do cão, a minha vida.
desde o ventre de minha mãe, 2 2 .1 8 21 Salva-me das fauces do leão*
tu és meu Deus. ^ M t 27.35; e dos chifres dos búfalos;
M c 15.24;
11 Não te distancies de mim, sim, tu me respondes.
Lc 23.34;
porque a tribulação está próxima, Jo 19.24 22 A meus irmãos declararei
e não há quem me acuda. o teu nome';
,b
2 2 . 1 9 /'S110.1
12 Muitos touros me cercam cantar-te-ei louvores
22.20
fortes touros de Basã me rodeiam. i SI 35.1 6-17 no meio da congregação;
13 Contra mim abrem a boca,c 2 2 .2 1 *ls 34.7;
23 vós que temeis o Senhor ,
como faz o leão que despedaça 2Tm 4.1 7 louvai-o;m
eruge. 2 2 .2 2 1 Hb 2.1 2 glorificai-o, vós todos,
14 Derramei-me como água,d 2 2 .2 3
descendência de Jacó;
e todos os meus ossos 135.19-20 reverenciai-o, vós todos,

2 2 . 6 Verme. O S e n h o r d a g ló ria se h u m ilh o u a té a m a is b a ix a 2 2 . 1 6 Cães. A e x p re s s ã o h e b ra ic a p a ra os a d e p to s d o p a g a ­


p o s iç ã o a fim d e nos sa lv a r (F p 2 . 5 - 8 ) . n is m o d e C a n a ã , d e p o is a p lic a d a aos g e n tio s e m g e ra l, m u i­

2 2 . 7 A s itu a ç ã o d e jesu s, e n tr e seus in im ig o s , fo i e x a t a m e n te to s d o s q u a is c e rc a ra m a c ru z . Traspassaram-m e. M a is u m

essa, a té n o s p ró p rio s g es to s , q u e e ra m sina l d e z o m b a ria p o r m e n o r d a c ru c ific a ç ã o d e C ris to ( jo 2 0 . 2 4 - 2 9 ) .

e n tr e os h e b re u s . 2 2 . 1 7 Todos os meus ossos, jesus, m a g r o , fla g e la d o e n u ,


2 2 .8 Esta ex p re s s ã o n ã o é s o m e n te z o m b a ria c o n tra o C ris to m o s tra v a to d o s os seus ossos. T a lv e z o f a t o d e os s o ld a d o s
s o fre d o r, é ta m b é m a to ta l n e g a ç ã o d a re a lid a d e d e D eu s . n ã o te r e m q u e b r a d o os ossos d e jesu s seja o c u m p r im e n to
O s fariseus, a o r e d o r d a c ru z , p ro fe r in d o essas p a la v ra s , re v e ­ d e s ta d e s c riç ã o ( j o 1 9 . 3 3 - 3 6 ) .
la ra m q u ã o d is ta n te s eles e s ta v a m d e D eu s .
2 2 . 1 8 Esta d e s c riç ã o p re v ê o q u e a c o n te c e u a o re d o r d a
2 2 .9 -1 1 P e d e -s e q u e os m e s m o s c u id a d o s p a te r n a is d e
cruz.
D e u s , q u e a c o m p a n h a v a m c a d a passo d e |esus, se c o n c e n ­
t r e m n e s ta h o ra fin a l. 2 2 . 2 0 Espada. A d e s tru iç ã o . Cão. A q u i, ta lv e z S ata n ás, o u
2 2 . 1 2 Basã. O te rritó rio a lé m d o Jo rd ã o ; ó t im o p a ra o g a d o m a ld a d e d o s h o m e n s , q u e se m a n ife s to u p le n a m e n te , a o re ­
d e q u a lid a d e . d o r d a c ru z .

2 2 . 1 4 Meus ossos se desconjuntaram. F o ra m estes e fe ito s físi­ 2 2 .2 1 D e s c re v e a m o r te e as p e rs e g u iç õ e s q u e a p re c e d e ra m .


cos q u e jesu s s e n tiu a o s e r p r e g a d o n a c ru z , q u e d e p o is fo i
fin c a d a n o c h ã o , d e ix a n d o jesus e m p o s iç ã o to d a in c ô m o d a e 2 2 .2 2 -3 1 D e p o is d a ress u rreição , to r n o u - s e to t a lm e n t e d ife ­
a n o rm a l. re n te a s itu a ç ã o .
SàLM O 2Z24 792
2 2 .2 4 " H b 5.7 ao povo que há de nascer,
posteridade de Israel.
24 Pois não desprezou, nem abominou" contarão que foi ele quem o fez.
a dor do aflito, 2 2 .2 5 »SI 35.1 8

nem ocultou dele o rosto, O Senhor é o meu pastor


mas o ouviu, quando lhe gritou 2 2 .2 6
pLv 7.11-12;
Salmo de Davi
por socorro.
Sl 69.32; (o 6.51
25 De ti vem o meu louvor0 Salmo 23
na grande congregação;
cumprirei os meus votos 2 2 .2 7 <)SI 2.8 1 O Senhor é o meu pastor;v
na presença dos que o temem. nada me faltará.
26 Os sofredores hão de comerP 2 2 .2 8 'S l 47.8; 2 Ele me faz repousar
Zc 14.9
e fartar-se; em pastos verdejantes.
louvarão o Senhor os que o buscam. Leva-me para junto das águas
Viva para sempre o vosso coração. 2 2 .2 9 j SI 45 .1 2 de descanso"';
27 Lembrar-se-ão do SENHOR"? 3 refrigera-me a alma.*
e a ele se converterão 2 2 .3 0 (Sl 87 .6 Guia-me pelas veredas da justiça
os confins da terra; por amor do seu nome.
perante ele se prostrarão 2 2 .3 1 uSI 78.6; 4 Ainda que eu andeY
todas as famílias das nações. Rm 3.21 -22 pelo vale da sombra da morte,
28 Pois do Senhor é o reino/ não temerei mal nenhum,
é ele quem governa as nações. 2 3 .1 Ws 40.11; porque tu estás comigo;
29 Todos os opulentos da terra5 Ez 34.1 1-12,23 ; o teu bordão e o teu cajado
1Pe 2.25
hão de comer e adorar, me consolam.
e todos os que descem ao pó 5 Preparas-me uma mesaz
2 3 .2 " A p 7.17 na presença dos meus adversários,
se prostrarão perante ele,
até aquele que não pode preservar unges-me a cabeça com óleo;
a própria vida. 2 3 .3 *S I 5.8 o meu cálice transborda.
30 A posteridade o servirá;' 6 Bondade e misericórdia
falar-se-á do Senhor 2 3 .4 yjó 3.5; certamente me seguirão
à geração vindoura. Is 43 .2 todos bs dias da minha vida;
31 Hão de vir anunciar“ e habitarei na Casa do Senhor
a justiça dele; 2 3 .5 *S I 92.1 0 para todo o sempre.

2 2 .2 5 Cumprirei os meus votos. S acrifícios d e açõ e s d e g raç as ao p a s to r, s e g u in d o - o , a m a n d o -o e n e le c o n f ia n d o


n o c u lto p ú b lic o : te s te m u n h o p ú b lic o d e q u e as p e tiç õ e s f o ­ (c f Jo 1 0 . 3 - 1 6 ) .
r a m a te n d id a s .
2 3 . 2 Pastos verdejantes.. . águas de descanso. C ris to é o Pão
2 2 . 2 7 Os confins d a terra. P a rte in te g r a n te d a o b ra d o M e s ­ d a V id a ( J o 6 . 4 8 ) e a Á g u a V iv a (J o 4 . 1 0 , 1 4 ) p a ra os q u e
sias é a rre b a n h a r fiéis d e to d a s as n a ç õ e s (Is 4 2 .4 ; 4 9 . 5 - 7 ; s e g u e m c o m o Pastor.
5 3 .1 2 ) .
2 3 .3 Refrigera-me. O P asto r c o m o S a lv a d o r sara às o v e lh a s .
2 2 . 2 8 D e c e rto este v e rs íc u lo e s ta v a fir m e m e n t e g ra v a d o n a
m e n te d e D a n ie l, g u ia n d o suas a titu d e s p e ra n te os reis 2 3 . 4 Bordão e . . . cajado. P ara g u ia r e d e fe n d e r ó re b a n h o
( c f D n 4 . 1 9 - 2 7 , esp . 2 5 ) . (c f A t 2 0 .2 8 - 3 1 ) .

2 2 .3 0 ,3 1 Q u a n d o C ris to c o m p le to u sua o b ra n a c ru z , d i­ 2 3 .5 Unges. O P a s to r p õ e ó le o nas fe rid a s q u e as o velh as


z e n d o "E stá c o n s u m a d o !" ( | o 1 9 .3 0 ) , c o m e ç o u a fo r m a r u m a re c e b e m d o s e s p in h o s e d õ s p e d re g u lh o s ; o H o s p e d e iro
n o v a g e ra ç ã o , u m p o v o d ife re n te , u m a d e s c e n d ê n c ia es p iri­ o rie n ta l p õ e ó le o p e r fu m a d o n a c a b e ç a d o s h ó s p e d e s . A ssim
tu a l (Is 5 3 .1 0 ; 1 Pe 2 . 9 - 1 0 ) . o S e n h o r jesus aliv ia e co n s o la .
2 3 . 1 - 6 D e s c re v e o G r a n d e P asto r q u e v iv e p ela s suas o v e ­ 2 3 .6 Habitarei. A c o m u n h ã o c o m D e u s , n a te rra e d e p o is
lhas . O s a lm o te m s id o tr a ta d o c o m o trê s c o m p a ra ç õ e s : " o a in d a m ais n o s C é u s , é o q u in h ã o d o s q u e p e rte n c e m à f a m í­
P a s to r e as O v e lh a s " , w 1 e 2 ; " o G u ia e o v ia ja n te " , w 3 e 4 ; lia d e D e u s (E f 2 . 1 9 ) . O s a lm o in te ir o é s o b re m o d o ín tim o : 1 7
" H o s p e d e iro e o H ó s p e d e " , w 5 e 6 . Is to ress altará as três veze s o a u to r r e fe r e -s e a si m e s m o , e 1 3 v eze s r e fe r e -s e a
g ra n d e s v e rd a d e s d a p ro v is ã o , d a d ire ç ã o e d a c o m u n h ã o D eu s ; é o s a lm o d a c o m u n h ã o c o m D e u s . • N . H o m . N a d a
d iv in a s . fa lta à q u e le q u e re c e b e b ê n ç ã o s d e C ris to , n e m d esc an so ,
2 3 .1 O Senhor é m eu pastor. A ssim c o m o D a v i v ig ia v a suas v 2 ; n e m re frig é rio , v 3 a ; n e m d ire triz e s , v 3 b ; n e m c o m p a ­
o v e lh a s , o G ra n d e Pastor, D e u s , o esta v a v ig ia n d o . O p a s to r n h ia , v 4 ; n e m c o n s o la ç ã o , v 4 ; n e m s u s te n to , v 5 a ; n e m
re g e , g u ia , a lim e n ta e p r o te g e suas o v e lh a s , e elas o b e d e c e m g o z o , v 5 b ; n a d a , e n fim .
793 SALMO 25.9
A vinda do Rei da Glória 24.1
°1 Co 10.26
Oração por auxílio divino
Salmo de Davi De Davi
Salmo 24 Salmo 25
2 4 .2 bC n 1.9;
1 Ao S enhor pertence a terra0 51104.5; 2Pe 3.5 1 A ti, S enhor ,9
e tudo o que nela se contém, elevo a minha alma.
o mundo e os que nele habitam. 2 Deus meu, em ti confio;h
2 Fundou-a ele sobre os mares6 2 4 .3 c$| 15.1 não seja eu envergonhado,
e sobre as correntes a estabeleceu. nem exultem sobre mim
3 Quem subirá ao monte do os meus inimigos.
S enhor ? c 3 Com efeito, dos que em ti esperam,
2 4 .4 d M t 5.8
Quem há de permanecer ninguém será envergonhado;
no seu santo lugar? envergonhados serão
4 O que é limpo de mãos os que, sem causa,
e puro de coraçãod, 2 4 .6 *SI 27 .8 procedem traiçoeiramente.
que não entrega a sua alma 4 Faze-me, S enhor ,'
à falsidade, conhecer os teus caminhos,
ensina-me as tuas veredas.
nem jura dolosamente. 2 4 .7 fSI 97.6;
5 Guia-me na tua verdade
5 Este obterá do S enhor a bênção Ag 2.7; 1Co 2.8
e ensina-me,
e a justiça do Deus
pois tu és o Deus
da sua salvação.
da minha salvação,
6 Tal é a geração dos que o buscam,e 2 5 .1 9 SI 86.4 em quem eu espero todo o dia.
dos que buscam a face
6 Lembra-te, S enhor ,/
do Deus de Jacó.
das tuas misericórdias
7 Levantai, ó portas/ e das tuas bondades,
2 5 .2 h SI 13.4;
as vossas cabeças; que são desde a eternidade.
Rm 10.11
levantai-vos, ó portais eternos, 7 Não te lembres*
para que entre o Rei da Glória. dos meus pecados da mocidade,
8 Quem é o Rei da Glória? nem das minhas transgressões.
O S enhor , forte e poderoso, 2 5 .4 'Êx 33.13
Lembra-te de mim,
o S enhor , poderoso nas batalhas. segundo a tua misericórdia,
9 Levantai, ó portas, por causa da tua bondade,
as vossas cabeças; 2 5 . 6 /SI 103.17; ó S enhor .
levantai-vos, ó portais eternos, |r 33.11 8 Bom e reto é o S enhor ,
para que entre o Rei da Glória. por isso, aponta o caminho
10 Quem é esse Rei da Glória? aos pecadores.
O S enhor dos Exércitos, 2 5 . 7 ‘ |ó 13.26; 9 Guia os humildes na justiça
ele é o Rei da Glória. |r 3.25 e ensina aos mansos

2 4 .1 -1 0 O S e n h o r c o m o P a s to r S u p re m o . P ara a d o r á - IO , C ris to , a t r ib u in d o - lh e a p e rfe iç ã o e a s a n tid a d e q u e lh e f o ra m


e x ig e -s e a p u re z a d e s c rita n o v 4 , ta n t o in tim a m e n te c o m o im p u ta d a s p e la o b ra d e C ris to .
n a m a n e ira d e a g ir e n tr e os h o m e n s .
2 5 . 8 - 1 0 U m c â n tic o d e lo u v o r a D e u s , e n u m e r a n d o a lg u n s
2 4 . 7 Ó portas. A e x p re s s ã o r e le m b ra a v o lta d a a rc a a Jerusa­
d o s Seus a trib u to s .
lé m ( M t 2 1 . 1 - 1 1 ) , e a e n tra d a à N o v a Jeru salém p ela s d o z e
p o rta s (A p 2 1 .1 2 ) . 2 5 . 8 Bom e reto. O q u e D e u s é fo r m a a b a s e d a q u ilo q u e Ele
fa z . A g o r a D a v i p o d ia c h e g a r a a g ra d e c e r a D e u s p e la res­
2 5 .1 - 2 2 O s v e rs íc u lo s e s tã o em a c ró s tic o , em heb.
• N . H o m . V v 1 - 7 . U m a e x c e le n te o ra ç ã o r o g a n d o p o r d ire ­ p o s ta às suas o ra ç õ e s , e p e lo fa to d e já te r tid o c o n fia n ç a q u e

trizes d e D e u s . Três ve ze s fa la -s e e m "ser e n v e r g o n h a d o " , há D e u s lh e seria fie l e m g u iá ^ lo , e m e n s in á -lo , e e m d ir ig i- lo e m

2 p e d id o s p e lo " e n s in a m e n to " , e 3 v eze s a p e la -s e a D e u s t u d o , s e g u n d o tin h a p e d id o .


p a ra q u e "se le m b re " . 2 5 . 9 Cam inho, h e b derekh. A p lic a -s e a q u a lq u e r tr ilh o o u rua;
2 5 . 7 O c r e n te q u e r q u e D e u s p e rm a n e ç a a v ê -lo , m a s só q u e in d ic a ta m b é m u m ro te ir o , as d ire triz e s q u e u m a pessoa to m a
d es e ja ser o lh a d o p e la " le n te ró s e a " d a g ra ç a e x p ia d o ra d e e os a c o n te c im e n to s .
SALMO 25.10 794
o seu caminho. 2 5 .1 1 'SI 31.3 e a retidão,
10 Todas as veredas do S enhor porque em ti espero.
são misericórdia e verdade 2 5 .1 2 22 Ó Deus, redime a Israel'
mSI 37.23
para os que guardam a sua aliança de todas as suas tribulações.
e os seus testemunhos.
11 Por causa do teu nome, S enhor ,'
perdoa a minha iniqüidade,
2 5 .1 3
"SI 37.11; Apelo do justo
Pv 19.23
que é grande. Salmo de Davi
12 Ao homem que teme ao S enhor , m
2 5 .1 4 °Pv 5.32
ele o instruirá
no caminho que deve escolher. Salmo 26
2 5 .1 5 P S I 141.8
13 Na prosperidade repousará" Faze-me justiça, S e n h o r , u
a sua alma, pois tenho andado
2 5 .1 6 qSI 69.1 6
e a sua descendência
na minha integridade
herdará a terra.
2 5 .1 8
e confio no S e n h o r , sem vacilar.
14 A intimidade do S enhor 0
r 2Sm 16.12 Examina-me, S e n h o r , e prova-me;1'
é para os que o temem,
sonda-me o coração
aos quais ele dará a conhecer
2 5 .2 0 *SI 25 .2 e os pensamentos.
a sua aliança.
Pois a tua benignidade,w
15 Os meus olhos se elevamP
2 5 .2 2 (S1130.8 tenho-a perante os olhos
continuamente ao S enhor ,
e tenho andado na tua verdade.
pois ele me tirará os pés do laço.
Não me tenho assentado*
16 Volta-te para mim e tem 2 6 .1 u2Rs 20.3;
compaixão, <? F V 2 0 .7 com homens falsos
porque estou sozinho e aflito. e com os dissimuladores
17 Alivia-me as tribulações 2 6 .2 --SI 7.9 não me associo.
do coração; Aborreço a súcia de malfeitores)'
tira-me das minhas angústias. 2 6 .3 w2Rs 20.3 e com os ímpios não me assento.
18 Considera as minhas aflições'' Lavo as mãos na inocência2
e o meu sofrimento 2 6 .4 *S i 1.1
e, assim, andarei, S e n h o r ,
e perdoa todos os meus pecados. ao redor do teu altar,
19 Considera os meus inimigos, para entoar, com voz alta,
2 6 .5 XS11.1
pois são muitos os louvores
e me abominam com ódio cruel. e proclamar
2 6 .6
20 Guarda-me a alma e livra-me;s *Ê x 30.19-20; as tuas maravilhas todas.
não seja eu envergonhado, IT m 2.8 Eu amo, S e n h o r , 0
pois em ti me refugio. a habitação de tua casa
21 Preservem-me a sinceridade 2 6 .8 o SI 27.4 e o lugar onde tua glória assiste.

2 5 . 1 0 Veredas, h e b 'õrah; t a m b é m p o d e ser u m c a m in h o , 2 5 . 1 6 - 2 2 U m a o ra ç ã o fin a l, m o s tr a n d o d e p e n d ê n c ia to ta l


u m trilh o , m a s a p lic a -s e c o m u m e n te a o m o d o d e v iv e r o u d e D e u s , o b e n ig n o S a lv a d o r, d e s c rito n o s w 1 2 - 1 5 .
a g ir (c f " a n d a i n e le " , C l 2 .6 ) . 2 6 . 1 - 1 2 D a v i c o m e ç a d iz e n d o : " te n h o a n d a d o n a m in h a in ­
2 5 .1 1 M a is u m a v e z , D a v i re c o rre à o ra ç ã o : a v is ã o d e D e u s t e g r id a d e " , e te r m in a d iz e n d o : " a n d o n a m in h a in te g r id a d e "
q u e tiv e r a , d e s c rita nos w 8 - 1 0 , o sen s ib iliza ra q u a n t o a o seu ( 1 1 ) . O rei d e m o n s tra ser ja c ta n c io s o e c h e io d e o r g u lh o esp i­
p e c a d o , q u e o c o n fe s s a n d o , p e d e p e rd ã o , re c o rr e n d o ao ritu a l, m as p e lo m e n o s suas p ala v ra s são c o m p ro v a d a s p e lo
N o m e d o S en h o r. a b o r r e c im e n to q u e t e m p a ra c o m o p e c a d o ( w 4 e 5 ) , p ela
sua c o n fia n ç a e m D e u s e p e la sua h u m ild e o ra ç ã o p e la ju s tifi­
2 5 . 1 2 - 1 4 U m s a n to t e m o r d e D e u s é a c o n d iç ã o p a ra o h o ­
cação.
m e m re c e b e r d ire triz e s , b ê n ç ã o s e c o m u n h ã o d a p a r te d e
2 6 .5 Aborreço a súcia de malfeitores. O p r o fu n d o a m o r às c o i­
D eu s .
sas d e D e u s r e d u n d a s e m p re e m u m p r o fu n d o ó d io d o m a l,
2 5 . 1 4 intim idade. C o m u n h ã o c o m os p e n s a m e n to s , desejos
u m ó d io q u e le v a o ju s to a e s q u iv a r-s e d e to d a c o la b o ra ç ã o
e an se io s d e D e u s .
e c o m u n h ã o c o m os m a lfe ito re s ( 4 ) . • N . H o m . As p e tiç õ e s
2 5 .1 5 Tirará os pés do laço. O p e c a d o e a te n ta ç ã o são u m d e s te s a lm o : 1 ) Faze-m e justiça, 1 ; 2 ) E x a m in a -m e .. . prova-
la ç o p a ra os p és (q u e tr ilh a m o " c a m in h o " , v 9 ) , e só D e u s m e. . . s o n d a -m e , 2; 3 ) L iv ra -m e e tem com paixão de
p o d e liv ra r suas v ítim a s . m im , ( 1 1 ) .
795 SALMO 27.10
9
Não colhas a minha almab 2 6 .9
í>1 Sm 25.2 9
4 Uma coisa peço ao S enhor ,'
com a dos pecadores, e a buscarei:
nem a minha vida que eu possa morar
com a dos homens sanguinários, 2 6 .1 0 cEx 23.8; na Casa do S enhor
10 em cujas mãos há crimesc IS m 8.3; todos os dias da minha vida,
Is 33.15
e cuja destra para contemplar a beleza do S enhor
está cheia de subornos. e meditar no seu templo.
11 Quanto a mim, porém ,d 2 6 .1 1 dSI 26.1 5 Pois, no dia da adversidade,/
ando na minha integridade; ele me ocultará no seu pavilhão;
livra-me e tem compaixão de mim. no recôndito do seu tabernáculo,
12 O meu pé está firmee 2 6 .1 2 «Sl 22.2 2 me acolherá;
em terreno plano; elevar-me-á sobre uma rocha.
nas congregações, 6 Agora, será exaltada a minha
2 7 .1 fÊx 15.2,
bendirei o S enhor . Is 12.2 cabeça*
acima dos inimigos que me cercam.
Anelo pela presença de Deus No seu tabernáculo, oferecerei
2 7 .2 g Sl 14.4 sacrifício de júbilo;
S a lm o d e D a v i
cantarei e salmodiarei ao S e n h o r .
7 Ouve, S enhor , a minha voz;
Salmo 27 2 7 .3 dSI 3.6
eu clamo;
1 O S enhor é a minha luzf compadece-te de mim
e a minha salvação; 2 7 . 4 /Sl 26 .8 e responde-me.
de quem terei medo? 8 Ao meu coração me ocorre:'
O S enhor é a fortaleza Buscai a minha presença;
2 7 . 5 /Sl 31.2 9
da minha vida; buscarei, pois, S enhor ,
a quem temerei? a tua presença.
2 Quando malfeitores me sobrevêms 2 7 .6 ‘ Sl 3.3 9 Não me escondas, S enhor , m
para me destruir, a tua face,
meus opressores e inimigos, não rejeites com ira o teu servo;
eles é que tropeçam e caem. 2 7 . 8 'Sl 24 .6 tu és o meu auxílio,
3 Ainda que um exércitoh não me recuses,
se acampe contra mim, nem me desampares,
2 7 .9 ">SI 69.1 7
não se atemorizará o meu coração; 6 Deus da minha salvação.
e, se estourar contra mim a guerra, 10 Porque, se meu pai e minha mãen
ainda assim terei confiança. 2 7 .1 0 "Is 49.1 5 me desampararem,

2 6 . 9 R e c o n h e c e -s e a d ife re n ç a e n t r e a s o rte e te rn a d a a lm a h o m e m c o m p ro p ó s ito s b e m d e fin id o s , e n ó s t a m b é m d e v e ­


d o ju s to e d o ím p io . O d e s e jo ex p re s s o n esta o ra ç ã o é p a ra m o s t e r o s u p re m o d e s e jo d e v iv e r n a m a is ín tim a c o m u n h ã o
q u e D e u s re v e le q u a lq u e r d e s liz e n a v id a d o c r e n te q u e Lhe c o m D e u s (c f C n 3 .8 e 1 Jo 1 .3 ) . U m a d a s nossas m a io re s n e ­
d e s a g ra d a , p a ra q u e possa a p r e n d e r a v iv e r d e m o d o a ser cess id ad es é c o n te m p la r a b e le z a d o S e n h o r (C l 3.1 - 3 ) .
a c e itá v e l à p re s e n ç a d e D e u s . D e v e ser essa a nossa o ra ç ã o , 2 7 . 5 . 6 M a is u m a v e z , D a v i exp ressa sua p le n a c o n fia n ç a n a
c o m o p ro p ó s ito d e a n d a r e m re tid ã o p e ra n te D e u s e os p ro te ç ã o q u e D e u s lh e c o n c e d e , p e lo q u e L h e p re s ta c u lto e
hom ens. açõ e s d e g ra ç a .
2 7 . 1 - 6 R e v e la -s e a fé p ro fu n d a d esse h o m e m d e D e u s .
2 7 .6 Exaltada a m inha cabeça. E xpressão u s a d a p e lo s h e b re u s
2 7 .1 D e u s , a lé m d e c o n c e d e r -n o s lu z , s alv ação e fo rta le z a , q u e s ig n ific a re s ta u ra r à h o n ra , à p ro m o ç ã o , à g ló ria , à v itó ria ,
Ele m e s m o já é , p e s s o a lm e n te , nossa lu z , s a lv a ç ã o e fo rta le z a , e x p re s s ã o q u e e m G n 4 0 . 1 3 , 2 0 fo r a tr a d u z id a p o r " re a b ili­
e p o r isso n a d a te m e m o s . t a r " , t e r m o fie l a o h e b ra ic o .
2 7 . 2 U m a o lh a d a p a ra o p as s a d o e ra o s u fic ie n te p a ra v e r 2 7 . 7 A o ra ç ã o se to rn a m a is fe rv o ro s a , m a is u r g e n te , e n ­
c o m o D e u s s e m p re o tin h a lib e r ta d o d e to d o s a q u e le s q u e o q u a n t o D a v i c o m e ç a a p e n s a r m ais n a s itu a ç ã o e m q u e se
q u is e ra m lesar. a c h a v a d o q u e n o s tra n s e s d o p ass ad o . É im p o r ta n te o lh a r
2 7 .3 À lu z d a q u ilo q u e D e u s fiz e ra n o p ass ad o , D a v i c o n fia , f ir m e m e n t e p a ra o S alv a d o r, p ro c u r a n d o n E le a so lu ç ã o ,
q u e , seja q u a l fo r a e m e rg ê n c ia , D e u s n u n c a d e ix a rá d e q u a n d o m a is nos o p r im ir a a n g ú s tia ( M t 1 4 . 2 7 - 3 3 ) .
a c u d i-lo . 2 7 . 8 - 1 0 Im p lo r a n d o a p re s e n ç a d iv in a , n a h o ra d ifíc il, se
2 7 . 4 Esse s in c e ro d e s e jo d e D a v i e ra u m d o s e le m e n to s q u e re a v iv a e m D a v i a c e rte z a q u e D e u s n u n c a o a b a n d o n a ra
d e s e n v o lv e ra m sua p ro fu n d a c o n fia n ç a n o S e n h o r. Era u m (c f Is 4 9 . 1 4 - 1 6 ) .
>-27.11 796
me acolherá. 2 7 .1 1 o SI 25.4
o S en h o r porem no coração
11 Ensina-me, S e n h o r , o teu caminho0 têm perversidade.
e guia-me por vereda plana, 2 7 .1 2 4 Paga-lhes1' segundo as suas obras,
por causa dos que me espreitam. P i Sm 22.9; segundo a malícia dos seus atos;
2Sm 16.7-8;
12 Não me deixes à vontadeP dá-lhes conforme a obra
At 9.1
dos meus adversários; de suas mãos,
pois contra mim se levantam retribui-lhes o que merecem.
falsas testemunhas 2 7 .1 3 5 E, visto que não atentam"'
OSI 56.13;
e os que só respiram crueldade. para os feitos do S enhor ,
Ez 26.2 0
13 Eu creio que verei') nem para o que as suas mãos fazem,
a bondade do S enhor ele os derribará
na terra dos viventes. 2 7 . 1 4 'S I 31.24; e não os reediftcará.
Hc 2.3
14 Espera pelo S enhor / 6 Bendito seja o S enhor ,
tem bom ânimo, porque me ouviu as vozes súplices!
e fortifique-se o teu coração; 2 8 .1 sSI 83.1 7 O S enhor é a minha força*
espera, pois, pelo S enhor . e o meu escudo;
nele o meu coração confia,
Súplica e ações de graças 2 8 .2
d Rs 6.22 -23 nele fui socorrido;
Salmo de Davi por isso, o meu coração exulta,
e com o meu cântico o louvarei.
2 8 .3 “ S112.2
Salmo 28 8 O S enhor é a força do seu povo/
o refúgio salvador do seu ungido.
1 A ti clamo, ó S e n h o r ; 5 2 8 .4 ''Ap 22.1 2 9 Salva o teu povo2
rocha minha, e abençoa a tua herança;
não sejas surdo para comigo; apascenta-o e exalta-o
2 8 .5 w\ó 34.27
para que não suceda, para sempre.
se te calares acerca de mim,
seja eu semelhante 2 8 .7 *S I 13.5 A voz de Deus na tempestade
aos que descem à cova.
2 Ouve-me as vozes súplices,'
Salmo de Davi
2 8 .8 >-SI 20.6
quando a ti clamar por socorro,
Salmo 29
quando erguer as mãos
para o teu santuário. 2 8 .9 * D t 9.29; 1 Tributai ao S enhor , 0
3 Não me arrastes com os ímpios,u 1 Rs 8.51 ,53 filhos de Deus,
com os que praticam a iniqüidade; tributai ao S enhor glória e força.
os quais falam de paz 29 .1 2 Tributai ao S enhor
ao seu próximo, " 1 0 1 6 .2 8 -2 9 a glória devida ao seu nome,

2 7 . 1 1 , 1 2 P e d e a p ro te ç ã o e a d ire ç ã o d iv in a s , " E n s in a - m e .. . e m p ro l d o s nossos in im ig o s : "P a i, p e rd o a -lh e s , p o rq u e n ã o


g u i a - m e . . . n ã o m e d e ix e s " . s a b e m o q u e f a z e m " (Lc 2 3 .3 4 ) .

2 7 . 1 3 , 1 4 E s p e ra -n o s a d e rro ta e s p iritu a l, se n ã o a lim e n ta r­ 2 8 . 6 , 7 D a v i, lo u v a n d o a o S e n h o r, d á seu t e s te m u n h o a cerca


m o s , a e x e m p lo d e D a v i, u m a fé ro b u s ta e s u fic ie n te p a ra , d e sua c o n fia n ç a e m D e u s . C o n fio u e m D e u s , e D e u s o so co r­
d ia ria m e n te , c o n te m p la rm o s a b o n d a d e d o S e n h o r. Para isto, re u , p o r isso seu c o ra ç ã o se e n c h e u d e a le g ria . A s e q ü ê n c ia é
d e v e m o s " e s p e ra r" , " te r b o m â n im o " , " fo rtific a r-n o s " . s e m p re a m e s m a : c o n fia n ç a e m D e u s , s o c o rro d iv in o , e a le ­
g ria c o m açõ e s d e graç as.
2 8 . 1 . 2 U m a in v o c a ç ã o . D a v i c la m a a D e u s . N ã o a d ia n ta a o
2 8 .8 ,9 O c o ra ç ã o d e D a v i tra n s b o rd a p e lo q u e p o d e in te rc e ­
h o m e m , m a s D eu s , nossa R o ch a im u tá v e l, nos o u v irá os p e d i­
d e r p o r o u tro s . As p e tiç õ e s são brev es: " s a lv a ", " a b e n ç o a " ,
d o s . O silên cio d e D e u s p o d e ser u m a coisa te rrív e l. D e u s n ã o
" a p a s c e n ta " , " e x a lta " .
o u v irá nossas o ra ç õ e s se p re s ta rm o s a te n ç ã o a nossa p ró p ria
e ín tim a v a id a d e ( 6 6 .1 8 ) . 2 9 .1 ,2 U m a convocação p a ra se p re s ta r c u lto a D eus.
O s h o m e n s n ã o d e v e m a t rib u ir n e n h u m a g ló ria a si m e s m o s ,
2 8 .2 Erguer as mãos. C o s tu m e o rie n ta l n a o ra ç ã o (Ê x 9 .2 9 ; m a s s im re c o n h e c e r e m D e u s to d o s os a trib u to s d a n a tu re z a
1 Rs 8 .2 2 ) . d iv in a , p e r te n c e n d o a o S eu p o d e r e a o S eu a m o r , p r e s ta n d o -
2 8 . 3 - 5 A súplica. D a v i d e s e ja ser p re s e rv a d o d a s o rte d o s lh e , p o r isso, to d a a g ló ria (J r 9 . 2 3 - 2 4 ) .
ím p io s , re c la m a c o n tra sua m a ld a d e e p e d e q u e s e ja m d e v i­ • N . H o m . 2 9 . 2 O q u e d e v e m o s fa ze r? A d o ra r. A q u e m ?
d a m e n te p u n id o s , jesu s nos e n s in o u u m a o ra ç ã o d ife re n te . Ao S e n h o r. D e q u e m a n e ira ? “ N a beleza d a santidade.''
797 SALMO 30.8
adorai o S enhor 29.2 <>(1-2)
SI 96.7-9
Ações de graças pela libertação da morte
na beleza da santidade.0 Salmo de Davi.
Ouve-se a voz do S enhor c
29.3 cjó 37.4-5
Cântico da dedicação da casa
sobre as águas;
troveja o Deus da glória; Salmo 30
o S enhor está 29.5 dls 2.13
1 Eu te exaltarei, ó S enhor ,/
sobre as muitas águas.
porque tu me livraste
A voz do S enhor é poderosa; 29.6 «Dt 3.9
e não permitiste
a voz do S enhor
que os meus inimigos
é cheia de majestade. 29.8 fNm 13.26
se regozijassem contra mim.
A voz do S enhor quebra os
cedros;d
2 S enhor , meu Deus ,k
29.9 9)6 39.1-3 clamei a ti por socorro,
sim, o S enhor despedaça
e tu me saraste.
os cedros do Líbano.
29.10 3 S enhor , da cova fizeste subir'
Ele os faz gaitar como um íiCn6.17; a minha alma;
bezerro;e SI 10.16
preservaste-me a vida
o Líbano e o Siriom, para que não descesse à sepultura.
como bois selvagens. 29.11 'SI 28.8 4 Salmodiai ao S enhor ,™
A voz do S enhor vós que sois seus santos,
despede chamas de fogo. 30.1 /SI 25.2 e dai graças ao seu santo nome.
A voz do S enhor f 5 Porque não passa de um momento"
faz tremer o deserto; a sua ira;
30.2 ‘ SI 6.2
o Senhor faz tremer o seu favor dura a vida inteira.
o deserto de Cades. Ao anoitecer, pode vir o choro,
30.3 'SI 28.1
A voz do S e n h o r faz dar cria 9 mas a alegria vem pela manhã.
às corças 6 Quanto a mim, dizia eu°
e desnuda os bosques; 30.4 ml Cr 16.4
na minha prosperidade:
e no seu templo tudo diz: Glória! jamais serei abalado.
O S enhor preside aos dilúvios 30.5 "SI 63.3; 7 Tu, S enhor , por teu favorP
2Co 4.17
como rei, o S enhor fizeste permanecer forte
presidirá para sempre. a minha montanha;
O S enhor dá força ao seu povo,1 30.6 °|ó 29.18 apenas voltaste o rosto,
o S enhor abençoa com paz fiquei logo conturbado.
ao seu povo. 30.7 pS1104.29 8 Por ti, S enhor , clamei,

Q u a n to a o lu g a r, a o h o rá r io , à o r d e m , à o ra ç ã o e à fo rm a 2 9 .1 0 ,1 1 A c e rte z a q u e o S e n h o r ( m e n c io n a d o 2 5 ve ze s )
d o c u lto , n a d a se fa la . a b e n ç o a rá e fo rta le c e rá Seu p o v o , o D e u s q u e n ã o s o m e n te
2 9 . 3 - 9 A d e s c riç ã o d a te m p e s ta d e . "A voz do Senhor". Este está p re s e n te nas te m p e s ta d e s d a n a tu re z a , m a s t a m b é m nas
n o m e p o é tic o d a d o a o tro v ã o é in s tru tiv o : v e m d o a lto , so­ das nossas v id a s.
b re p u ja aos d e m a is sons, in sp ira re v e rê n c ia e é in te ir a m e n te 3 0 .1 -5 L o u v o r p o r cau s a d a b o n d a d e d e D e u s , q u e livra ( 1 )
in d e p e n d e n te d o h o m e m . e sara (2 ) .
2 9 .4 A ssim c o m o a v o z d e D e u s é p o d e ro s a n o s fe n ô m e n o s 3 0 .1 D e u s e x a lto u a D a v i, assim c o m o nos e x a lto u c o m to d a
d a n a tu re z a , ta m b é m o é n a g ra ç a . O e v a n g e lh o é " d in a m ite " s o rte d e b ê n ç ã o e s p iritu a l e m C ris to (E f 1 .3 ) , m o tiv o d e lo u ­
(p a la v ra g re g a tra d u z id a p o r " p o d e r " , e m R m 1 .1 6 ) . v o re s e aç õ e s d e g ra ç a .
2 9 .6 Siriom. É o n o m e a n tig o , s id ô n io , d o m o n t e H e r m o m 3 0 .3 D e u s c o n c e d e u a D a v i a v id a física e a v id a e s p iritu a l;
( D t 3 .9 ) . m a is u m m o tiv o d e lo u v o r e d e c o n v o c a r os fiéis a to m a r
2 9 .7 O re lâ m p a g o q u e v e m c o m o tro v ã o , a ilu m in a ç ã o q u e p a r te n is to ( 4 - 5 ) .
v e m ju n ta m e n te c o m a P ala vra d e D e u s . 3 0 . 6 , 7 A co n fis são . O s fa v o re s q u e D a v i re c e b e ra le v a r a m -n o
2 9 .8 A v o z d o S e n h o r p e rc o rre o u n iv e rs o , SI 1 1 9 . 8 9 ; a se s e n tir p o d e r o s o e in d e p e n d e n te d e D e u s , e n tã o D e u s
Is 5 5 . 1 0 - 1 1 . e s c o n d e u S u a p re s e n ç a re v e la d a , e Seu filh o lo g o s e n tiu a
2 9 .9 D a r cria. H e b "se c o n to rc e r c o m d o r " , u m a a lu s ã o à fa lta . P rec isam o s s e m p re t e r e m m e n te q u e s o m o s t o ta lm e n te
cria. T r a d ic io n a lm e n te , o lu g a r d a cria d a s corsas fo i c o n s id e ­ d e p e n d e n te s d a g ra ç a d e D e u s .
ra d o tã o s e c re to , q u e serv e c o m o ilu s tra ç ã o d a s a b e d o ria d i­ 3 0 . 8 - 1 0 A s ú p lic a . R o g o a D e u s q u e possa c o n tin u a r a v iv e r
v in a q u e m a n ife s ta tu d o . a q u i n a te rra , lo u v a n d o a D e u s c o m os d e m a is fiéis (c f 6 .5 ) .
a o S e n h o r implorei. 3 0 .9 ?si 6.5 tu me remiste, S enhor ,
9 Que proveito obterás <7 Deus da verdade.
no meu sangue, 3 0 .1 1
6 Aborreces os que adoram"'
quando baixo à cova? '2 S m 6.14; ídolos vãos;
Louvar-te-á, porventura, o pó? jr 31.4 eu, porém, confio no S enhor .
Declarará ele a tua verdade? 7 Eu me alegrarei e regozijarei*
10 Ouve, S enhor , na tua benignidade,
3 1 .1 sSI 22.5
e tem compaixão dé mim; pois tens visto a minha aflição,
sê tu, S enhor , o meu auxílio. conheceste as angústias
11 Converteste o meu prantor 3 1 .2 (Sl 71.2 de minha alma
em folguedos; 8 e não me entregaste)'
tiraste o meu pano de saco nas mãos do inimigo;
3 1 .3 "Sl 18.1
e me cingiste de alegria, firmaste os meus pés
12 para que o meu espírito em lugar espaçoso.
te cante louvores e não se cale. 3 1 .5 vLc 23 .4 6
9 Compadece-te de mim, S enhor /
S enhor , Deus meu, porque me sinto atribulado;
graças te darei para sempre. de tristeza os meus olhos
3 1 .6 * jo h 2.8 se consomem,
Lamentos e louvor e a minha alma e o meu corpo.
Ao mestre de canto. Salmo de Davi 3 1 .7 -«Jo 10.2 7
10 Gasta-se a minha vida na tristeza,0
e os meus anos, em gemidos;
debilita-se a minha força,
Salmo 31
3 1 .8 cD t 32.30; por causa da minha iniqüidade,
1 Em ti, S enhor , me refugio;5 1 Sm 17.4 6 e os meus ossos se consomem.
não seja eu jamais 11 Tomei-me opróbriob
envergonhado; para todos os meus adversários,
3 1 .9 *S I 6.7
livra-me por tua justiça. espanto para os meus vizinhos
2 Inclina-me os ouvidos,1 e horror para os meus conhecidos;
livra-me depressa; 3 1 .1 0 °SI 32.3 os que me vêem na rua
sê o meu castelo forte, fogem de mim.
cidadela fortíssima que me salve. 12 Estou esquecido no coração deles,c
3 Porque tu és a minha rocha" 3 1 .1 1 como morto;
í>)ó 19.13;
e a minha fortaleza; Is 53.4
sou como vaso quebrado.
por causa do teu nome, 13 Pois tenho ouvidod
tu me conduzirás e me guiarás. a murmuração de muitos,
4 Tirar-me-ás do laço 3 1 .1 2 terror por todos os lados;
cSI 88.4-5
que, às ocultas, me armaram, conspirando contra mim,
pois tu és a minha fortaleza. tramam tirar-me a vida.
5 Nas tuas mãos, 3 1 .1 3 d|r 6.25; 14 Quanto a mim, confio em ti,
entrego o meu espírito1'; M t 27.1 S enhor .

3 0 . 1 1 , 1 2 O te s te m u n h o . D a v i v o lta a n a rra r o q u e D e u s f i­ m o r r e r n a C ru z (L c 2 3 .4 6 ) . Tu m e remiste. M a is u m a v e z , a


z e ra p o r e le , tra n s fo rm a n d o c o m p le ta m e n te suas c irc u n s tâ n ­ le m b r a n ç a d a salv a ç ã o q u e D e u s o p e ro u é a b a s e d a e s p e ­
cias. Õ re s u lta d o é q u e D a v i lo u v a e a g ra d e c e a D e u s p a ra ra n ç a d e t u d o o q u e D e u s a in d a fa rá .
s e m p re , u m a a titu d e q u e d e v e c a ra c te riz a r á v id a d e c a d a 3 1 .9 -1 3 N e s te s a lm o , h á u m a m is tu ra d e e s p e ra n ç a e d e
v e rd a d e iro c re n te . Esta o ra ç ã o in c lu i o lo u v o r, a co n fis são , a m e d o , p o is é u m s a lm o m u ito h u m a n o , m u it o fie l à situ a ç ã o
sú p lic a e o te s te m u n h o . d o ín t im o d o c r e n te c e rc a d o p e la p e rs e g u iç ã o . N e s ta seçã o ,
3 1 . 1 - 4 U m c la m o r a D e u s q u e in c lu i as s e g u in te s p e tiç õ e s : D a v i c o n ta a D e u s seus s o frim e n to s físicos e es p iritu a is e
“ liv r a -m e " , " s a lv a -m e " , " g u ia - m e " . É o c la m o r d e c a d a a lm a c o m o seus in im ig o s o a to r m e n ta v a m . P o ré m , n e s te t e m p o d e
n e c e s s ita d a . É a f é e m D e u s q u e d á a D a v i a c a p a c id a d e d e g r a n d e s o frim e n to e tris te z a p ro fu n d o s , a p e s a r d e to d a a a n ­
p e d ir assim ; é o c a rá te r d e D e u s q u e é a g a ra n tia d a resp o sta, g ú s tia , n ã o se e s q u e c e d e q u e é só p e ra n te D e u s q u e estes
po is Ele é ju s to ( 1 ) , " c a s te lo fo r te " e " c id a d e la " ( 2 ) , " ro c h a " a ssu n to s d e v e m ser tra ta d o s ; a re a ç ã o d o c r e n te p e r a n te t o ­
e " fo rta le z a " (3 ) . d o s os s o frim e n to s e tris te za s d e v e ser a d e re c o rre r a D eu s
3 1 .5 N as tuas mãos entrego o m eu espírito. P alavras q u e as e m o ra ç ã o .
cria n ç a s israelitas c ita v a m a o a d o rm e c e r , e q u e C ris to c ito u a o 3 1 . 1 4 - 1 8 N oss a v id a p o d e e s ta r s e g u ra tã o - s o m e n te nas
799 SALMO 32.4
Eu disse: tu és o meu Deus. 3 1 .1 6 estou excluído da tua presença.
<?Nm 6.25 -26
15 Nas tuas mãos, estão os meus dias; Não obstante, ouviste
livra-me das mãos a minha súplice voz,
3 1 .1 7 H S m 2.9
dos meus inimigos quando clamei por teu socorro.
e dos meus perseguidores. 23 Amai o S enhor ,'
3 1 .1 8
16 Faze resplandecer o teu rostoe 9 lS m 2.3;
vós todos os seus santos.
sobre o teu servo; |d 1.15 O S enhor preserva os fiéis,
salva-me por tua misericórdia. mas retribui com largueza
17 Não seja eu envergonhado/ 3 1 .1 9 hls 64.4; ao soberbo.
S enhor , 1 Co 2.9 24 Sede fortes ,m
pois te invoquei; e revigore-se o vosso coração,
envergonhados sejam os perversos, 3 1 .2 0 'Jó 5.21 vós todos que esperais no S enhor .
emudecidos na morte.
18 Emudeçam os lábios mentirosos, 9 3 1 .2 1 A bem-aventurança de quem recebe o
que falam insolentemente
/ I Sm 23 .7
perdão
contra o justo,
3 1 .2 2 De Davi. Salmo didático
com arrogância e desdém. ‘ 1 Sm 23.26;
19 Como é grande a tua bondade,h Is 38.11-12;
Salmo 32
que reservaste aos que te temem, Jn 2.4

da qual usas, 1 Bem-aventurado aquele"


perante os filhos dos homens, 3 1 .2 3 ISI 34.9 cuja iniqüidade é perdoada,
para com os que em ti se refugiam! cujo pecado é coberto.
20 No recôndito da tua presença,' 3 1 .2 4 2 Bem-aventurado o homem
mSI 27.1 4
tu os esconderás a quem o S enhor
das tramas dos homens, não atribui iniqüidade
3 2 .1 «SI 85 .2
num esconderijo os ocultarás e em cujo espírito não há dolo.0
da contenda de línguas. 3 Enquanto calei os meus pecados,
3 2 .2 0 (1 -2 )
21 Bendito seja o S enhor ,/ Rm 4.7*8 envelheceram os meus ossos
que engrandeceu a sua misericórdia pelos meus constantes gemidos
para comigo, numa cidade sitiada! 3 2 .4 p ] Sm 5.6; todo o dia.
22 Eu disse na minha pressa:* Jó 33.7 4 Porque a tua mãoP

m ã o s d e D e u s ( 1 5 ) e q u e m n ela s se s e n te s e g u ro está salvo p a ra c a n c e la r ta n to s p e c a d o s .


das m ã o s d o in im ig o . O s q u e a n d a m n a lu z d e D e u s n u n c a se
3 2 .1 Iniqüidade. H e b pesha, o ir a lé m d o s lim ite s fix a d o s p o r
e n v e rg o n h a rã o ; a v e rg o n h a p e rte n c e rá , n a fin a l p re s ta ç ã o d e
D e u s , re b e la r-s e c o n tra Sua a u to rid a d e . Perdoada. H e b nãsã,
c o n ta s , aos ím p io s e aos m e n tiro s o s .
lit " le v a r e m b o r a " , c o m o q u a n d o C ris to " c a rre g o u " nossos
3 1 . 1 9 - 2 4 D e u s te m re s e rv a d o m a ra v ilh o s a s b ê n ç ã o s p a ra os p e c a d o s n a c ru z c o m o u m f a r d o m o rta l (1 P e 2 . 2 4 ) . Pecado.
q u e tê m re v e rê n c ia e fé ( 1 9 ) , p ro t e g e n d o os Seus d a a d v e rs i­ H e b h a tã 'ã lit " e rra r o a lv o " v iv e r lo n g e d o p ro p ó s ito q u e
d a d e d o s m a u s c o m S ua p re s e n te b e n ig n id a d e e m q u a lq u e r D e u s t e m p a ra nossas vid a s . Coberto. H e b kissõ, lit " c o b rir " ,
c irc u n s tâ n c ia . " e s c o n d e r" . O c r e n te é e s c o n d id o o u re v e s tid o p e la ju s tiç a d e
3 1 .2 0 Contenda de línguas. T o d a s as fo r m a s d e la m ú ria s , C ris to ; é a e x p ia ç ã o .
q u e ix a s , re c la m a ç õ e s , m a le d ic ê n c ia s , in su lto s, a cu s açõ es e
3 2 .2 Atribui. H e b hãshabh, " p e n s a r" , " le v a r e m c o n ta " . D e u s
im p lic â n c ia s q u e e n c h e m d e m á g o a s as v id a s d o s q u e são
n o s a tr ib u i o u im p u t a o sacrifício d e r e tid ã o q u e C ris to o fe r e ­
a lvo s dessas in ve stid as.
c e u p o r to d o s os q u e nE le c rê e m , n ã o " c o b r a n d o " nossa d í­
3 1 .2 1 Cidade sitiada. U m a fig u ra q u e re p re s e n ta u m a situ a ­ v id a d e p e c a d o . Iniqüidade. H e b 'avõn, " p e rv e r s id a d e " , v in d o
ç ã o d e a p u ro s . d a id é ia d e to rc e r, tra n s v ia r, a p lic á v e l a " a rru in a r tu d o q u a n t o
3 1 .2 2 D e v e m o s to m a r c u id a d o c o m o q u e d iz e m o s q u a n d o é re to e ju s to " . Dolo. H e b rimyyõ, " e n g a n o " , o a to d e p re n d e r
e s ta m o s a g ita d o s . u m a n im a l n a a rm a d ilh a , o u tra ir u m ser h u m a n o n o 'c o n t o
3 1 .2 3 ,2 4 U m a e x o r ta ç ã o fin a l p a ra fic a r f ir m e e c o ra jo s o , es- d o v ig á r io " . É a in s in c e rid a d e , a fa ls id a d e , a h ip o c ris ia .
trib a n d o -s e n o a m o r d e D e u s q u e , fin a lm e n te , a tu d o re tri­ 3 2 . 3 - 5 A e x p e riê n c ia d o h o m e m q u e v iv e c o m a lg u m p e ­
b u irá , b e m o u m a l. c a d o s e c re to , n ã o c o n fe s s a d o , c o m p a ra d a c o m a su a s itu a ç ã o
3 2 .1 ,2 U m a ex p re s s ã o d e p ro fu n d a a le g ria p o r cau s a d o a p ó s t e r co n fe s s a d o s in c e ra m e n te a D e u s , q u e e s tá a g o ra
p e rd ã o d o s p e c a d o s , d e fin id o s p o r q u a tro p a la v ra s d is­ m a is d is p o s to a p e rd o a r d o q u e n ó s d isp o sto s a fa z e r c o n fis ­
tin ta s e esp e cíficas. 0 p e rd ã o d e D e u s t o m a trê s fo rm a s , são (1 Jo 1 .9 ; SI 5 1 ; Pv 2 8 .1 3 ) .
S ã tM O S L S 800
pesava dia e noite sobre mim, 32.5 Louvor ao Criador e Preservador
l2 S m 12.13
e o meu vigor se tomou
em sequidão de estio. Salmo 33
5 Confessei-te o meu pecado? 32.6 r ls 55.6;
lT m l . 1 6 1 Exultai, ó justos, no S e n h o r! w
e a minha iniqüidade
Aos retos fica bem louvá-lo.
não mais ocultei.
32.7 *Êx 15.1; 2 Celebrai o S enhor com
Disse: confessarei ao S enhor
2Sm 22.1; Si 9.9 harpa/
as minhas transgressões;
louvai-o com cânticos
e tu perdoaste a iniqüidade
32.9 t|6 35.11; no saltério de dez cordas.
do meu pecado.
Tg 3.3 3 Entoai-lhe novo cântico/
6 Sendo assim, todo homem
tangei com arte e com júbilo.
piedosor
te fará súplicas 32.10 uSI 34.8; 4 Porque a palavra do S enhor é
em tempo de poder encontrar-te.
Ir 17.7 reta,
Com efeito, quando transbordarem e todo o seu proceder é fiel.
muitas águas, 32.11 vSI 64.1 0 5 Ele ama a justiça e o direito;^
não o atingirão. a terra está cheia
7 Tu és o meu esconderijo;5 da bondade do S enhor .
33.1 »S I 32.11
tu me preservas da tribulação 6 Os céus por sua palavra se
e me cercas de alegres cantos fizeram,0
33.2 *S I 92.3
de livramento. e, pelo sopro de sua boca,
8 Instruir-te-ei e te ensinarei o exército deles.
o caminho que deves seguir; 3 3 .3 KSI 96.1; 7 Ele ajunta em montãob
A p 5 .9
e, sob as minhas vistas, as águas do mar;
te darei conselho. e em reservatório encerra
3 3 .5 ^Sl 11.7 as grandes vagas.
9 Não sejais como o cavalo ou a
mula,1 8 Tema ao S enhor toda a terra,
sem entendimento, 3 3 .6 ° C n 1.6-7; temam-no todos os habitantes
Hb 11.3; 2Pe 3.5 do mundo.
os quais com freios e cabrestos
são dominados; 9 Pois ele falou, e tudo se fez;c
de outra sorte não te obedecem. 3 3 .7 *>Gn 1.9 ele ordenou,
10 Muito sofrimentou e tudo passou a existir.
terá de curtir o ímpio, 3 3 .9 cC n 1.3 10 O S enhor frustrad
mas o que confia no S enhor , os desígnios das nações
a misericórdia o assistirá. 3 3 .1 0 d\s 8 .1 0
e anula os intentos dos povos.
11 Alegrai-vos no S enhorv 1 1 0 conselho do S enhor e
e regozüai-vos, ó justos; dura para sempre;
3 3 .1 1
exultai, vós todos e\ó 23.13; os desígnios do seu coração,
que sois retos de coração. 15 4 6 .1 0 por todas as gerações.

3 2 .7 C o m o p e rd ã o v e m a s e g u ra n ç a e a lib e r ta ç ã o d o p e ­ c o n fia m nE le p o d e m se re g o z ija r p o r cau s a d e Sua g ra ç a (h e b


c a d o , d e S ata n ás, d a tris te z a , d a m o r te e d o J u lg a m e n to hesedh, " a m o r c o n s ta n te , f a m ilia r " ).
(E f 1 . 7 - 1 4 ) . 3 3 . 1 - 3 U m c o n v ite p a ra a d o r a r a D e u s , u m a a d o ra ç ã o q u e
só é possível p a ra o h o m e m e a c e itá v e l p a ra D e u s q u a n d o
3 2 . 8 , 9 A q u i se a c h a m u m a p ro m e s s a d a d ire ç ã o d iv in a e
s u rg e re tid ã o pessoal.
u m a a d v e rtê n c ia c o n tra a o b s tin a ç ã o . A p ro m e s s a é d e q u e
D e u s v a i in s tru ir, e n s in a r e a c o n s e lh a r; m a s p a ra q u e possa­ 3 3 . 4 , 5 Q u a tr o b o n s m o tiv o s p a ra a le g r a r-s e e lo u v a r a D eu s .
m o s re c e b e r essas b ê n ç ã o s , p re c is a m o s ser sub m isso s a D eu s . 3 3 . 6 , 7 Estas e x p ressõ es c o n fir m a m C n cap 1 , e re fu ta m I
O s fre io s e c a b re s to s n ã o são p a ra a fa s ta r o c a v a lo ; são p a ra q u a lq u e r te o ria d e u m u n iv e rs o fe ito p e la e v o lu ç ã o e s p o n ­
g u a r d á -lo b e m p e rto ; d a m e s m a m a n e ira , as p ro v a ç õ e s p elas tâ n e a .
q u a is p ass a m o s n ã o s ã o p a ra n o s a fa s ta r d e D e u s , m a s p a ra 3 3 . 8 C o n te m p la n d o o p o d e r d e D e u s n a c ria ç ã o e Sua b o n ­
no s tra z e r m a is p e rto d e le , e e n c o ra ja r-n o s a c u m p rir Sua d a d e , d e v e m o s t e m ê - IO e r e v e re n c iá -IO .
v o n ta d e .
3 3 .9 O q u e D e u s m a n d a se fa z , e o q u e é fe ito p o r Ele p e r­
3 2 .1 0 ,1 1 O s ím p io s s e rã o c a s tig a d o s p o r D e u s , m a s os q u e m a n e c e firm e .
m SALMO 34.8
12 F e liza nação cujo Deusf 33.12 ÍÊX 19.5;
Sl 65.4
Provai que o Senhor é bom!
é o S enhor , Salmo de Davi, guando sefingiu
e o povo que ele escolheu amalucado0 na presença de Abimeleque
e, por este expulso, ele se foi
3 3 .1 3
para sua herança. s 2 C r1 6 .9 ;
S I11 .4
13 O S enhor olha dos céus;9
vê todos os filhos dos homens; 3 3 . 1 5 '>|Ó34.21
Salmo 34
14 do lugar de sua morada, observa
3 3 .1 6 iSI 44 .6
1 Bendirei o S enhorp
todos os moradores da terra, em todo o tempo,
15 e f c . que forma o coraçãoh
3 3 .1 7 /Sl 20 .7 o seu louvor estará sempre
de todos eles, nos meus lábios.
que contempla todas as suas obras. 3 3 .1 8 *)ó 36.7;
2 Gloriar-se-á no S enhor *?
1Pe 3.12
16 Não há rei que se salve' a minha alma;
com o poder dos seus exércitos; 3 3 . 1 9 /|ó 5.20 os humildes o ouvirão
nem por sua muita força e se alegrarão.
se livra o valente. 33.20 ">SI 62,1
3 Engrandecei o S enhor comigo/
17 O cavalo não garante vitória;) e todos, à uma,
33.21 " S I1 3 .5 ;
a despeito de sua grande força, Jo 16.2 2 lhe exaltemos o nome.
a ninguém pode livrar. 4 Busquei o SENHOR/
18 Eis que os olhos do S enhor * 34.1
°1Sm 2 1.1 3-15
e ele me acolheu;
estão sobre os que o temem, p £f 5.20; livrou-me
sobre os que esperam ITs 5.18; de todos os meus temores.
na sua misericórdia, 2Ts 1.3
5 Contemplai-o e sereis iluminados,
19 para livrar-lhes a alma da 34.2 e o vosso rosto
morte,( q S I119.74; jamais sofrerá vexame.
e, no tempo da fome, IC o 1.31 ;
6 Clamou este aflito/
2C o 10.1 7
conservar-lhes a vida. e o S enhor o ouviu
20 Nossa alma espera no S enhor ,™ 3 4 .3 'S I 69.3 0 e o livrou
nosso auxílio e escudo. de todas as suas tribulações.
21 Nele, o nosso coração se 3 4 .4 * M t 7.7
7 O anjo do S enhor acampa-seu
alegra," ao redor dos que o temem
34.6 i2S m 22.1
pois confiamos no seu santo e os livra.
nome. 34.7 8 Oh! Provaiv e vede
«C n 32.1-2;
22 Seja sobre nós, S enhor , que o S enhor é bom;
2Rs 6.17; Zc 9.8
a tua misericórdia, bem-aventurado o homem
como de ti esperamos. 3 4 .8 v lP e 2.3 que nele se refugia.

• N . H o m . 3 3 . 6 - 1 9 Estes vers ícu lo s nos m o s tr a m q u e o rid a d e , c o m o n a a d v e rs id a d e . Esse lo u v o r fic a rá n o s seus lá­


nosso D e u s é o D e u s d a c ria ç ã o e o D e u s d a h is tó ria . 1 ) O bio s , is to é , fa la r á d o a s s u n to p a ra o u tr e m .
D e u s d a c ria ç ã o , o rd e n a n d o , p r o d u z in d o , s e p a ra n d o s e g u n d o
3 4 . 2 Sua g ló ria n ã o será e m si m e s m o , m a s s o m e n te e m
S ua v o n ta d e , w 6 - 9 ; 2 ) O D e u s d a h is tó ria d as n a ç õ e s , m o s ­
D e u s (1 C o 1 . 2 6 - 3 1 ) .
t r a n d o q u e Ele q u e re g e seu d e s tin o , a b e n ç o a n d o as q u e
n E le c o n fia m e a m a ld iç o a n d o as q u e n ã o o re c o n h e c e m , 3 4 . 3 O v e rd a d e iro lo u v o r p re s ta d o s o m e n te a o S e n h o r é
w 1 0 - 1 5 ; 3 ) O D e u s n a h is tó ria d o s in d iv íd u o s , se ja m eles u m a re lig iã o sin c e ra q u e a tra i as o u tra s pessoas a p a rtic ip a r
líd e re s fa m o s o s ( w 1 6 - 1 7 ) , o u s e ja m s im p le s p a rtic u la re s , d o c u lto .
c u ja v id a ín tim a D e u s e s q u a d rin h a , 1 8 - 1 9 . D e u s s e m p re sabe • N . H o m . 3 4 . 4 - 7 U m a d e m o n s tra ç ã o d a p ro fu n d a re la ç ã o
q u a l a n a ç ã o o u o in d iv íd u o q u e re a lm e n te O re v e re n c ia . q u e h á e n tr e os a to s d o s h o m e n s e os d e D e u s . Se o b u s c a r­
3 3 . 2 0 - 2 2 A re v e la ç ã o d a q u ilo q u e D e u s é n a e te r n id a d e e n a m o s , Ele n o s liv ra rá , v 4 ; se o lh a rm o s p a ra Ele, Ele nos ilu m i­
v id a d o s h o m e n s , d e v e n o s le v a r a c o n fia r c o m p le ta m e n t e n a rá , v S; se c la m a rm o s , Ele n o s s alv ará, v 6 ; se O te m e r m o s ,
nE le ; nossa a lm a d e v e e s p e ra r n E le e noss o c o ra ç ã o d e v e nE le Ele n o s c e rc a rá d e c u id a d o s . A b ê n ç ã o é c o n d ic io n a l: D e u s q u e r
se re g o z ija r. a b e n ç o a r-n o s , m a s isto só é possível se nos in c lin a rm o s a Ele.

3 4 .1 D a v i res o lv e q u e d e v e b e n d iz e r a o S e n h o r e m q u a lq u e r 3 4 . 8 - 1 0 Q u e m q u e r " v e r" d e v e " p ro v a r " e , q u e m " p ro v a " ,


é p o c a , e m q u a is q u e r c irc u n s tâ n c ia s . É re la tiv a m e n te fá c il ser lo g o passará a " v e r " . D e u s passa, e n tã o , à p ro v a d a e x p e riê n ­
fie l a D e u s e n q u a n to tu d o está a c o n te c e n d o s e g u n d o nossa c ia: q u e m c o n fia n E le ( 8 ) , t e m e n d o - 0 ( 9 ) e b u s c a n d o - 0
v o n ta d e , m a s o s a lm o d iz : em todo o tem po, ta n to n a p ro s p e ­ ( 1 0 ) , n ã o so fre rá fa lta a lg u m a .
SALMO 34.9 802
9 Temei o S enhor ,»' 3 4 .9 " S I 31.23 e salva os de espírito oprimido.
vós os seus santos, 3 4 .1 0 19 Muitas são as aflições do justo ,9
pois nada falta aos que o temem. *JÓ 4.10-11 mas o Senhor de todas o livra.
10 Os leõezinhos sofrem necessidade-* 3 4 .1 1 /S I 32.8 20 Preserva-lhe todos os ossos,
e passam fome, nem um deles sequer
3 4 .1 2
porém aos que buscam o S enhor *1P e 3.10-11 será quebrado'1.
bem nenhum lhes faltará. 21 O infortúnio matará o ímpio,'
3 4 .1 3
11 Vinde, filhos, e escutai-me;)' o1Pe2.22 e os que odeiam o justo
eu vos ensinarei serão condenados.
22 O Senhor resgata/
3 4 .1 4
o temor do S enhor . í>SI 37.27;
12 Quem é o homem que ama a vidaz Rm 12.1 8 a alma dos seus servos,
e quer longevidade para ver o bem? e dos que nele confiam
3 4 .1 5 c|ó 36.7;
13 Refreia a língua do mal0 1 Pe 3.12 nenhum será condenado.
e os lábios de falarem
dolosamente.
3 4 .1 6 « (1 2 -1 6 )
IP e 3.10 -12
Castigo dos adversários
14 Aparta-te do malb
3 4 .1 7 *S I 34.6 Salmo de Davi
e pratica o que é bom;
procura a paz 3 4 . 1 8 'SI 51 .1 7
Salmo 35
e empenha-te por alcançá-la. 3 4 .1 9 gSI 3.6;
15 Os olhos do S enhorc P v24 .16; 1 Contende, Senhor /
2Tm 3.11 -12
repousam sobre os justos, com os que contendem
e os seus ouvidos estão abertos 3 4 .2 0 comigo;
(iÊx 12.46;
ao seu clamor. peleja contra os que contra mim
N m 9.12;
16 0 rosto do S enhor está contra |o 19.36 pelejam.
os que praticam o mal, 2 Embraça o escudo e o broquel'
3 4 .2 1 iSI 94.2 3
para lhes extirpar da terra e ergue-te em meu auxílio.
a memória.d 3 4 .2 2 /2S m 4.9; 3 Empunha a lança
IRs 1.29;
17 Clamam os justos ,e Lm 3.58
e reprime o passo
e o S enhor o s escuta aos meus perseguidores;
3 5 .1 *Ê x 14.25;
e os livra Lm 3.58
dize à minha alma:
de todas as suas tribulações. Eu sou a tua salvação.
18 Perto está o S enhor
dos que têmf 3 5 .2 Ms 42.1 3
4 Sejam confundidos"1
o coração quebrantado 3 5 .4 " S I 35.26 e cobertos de vexame

34.9 Temei. H e b yãrê, fis ic a m e n te , o m e d o c a u s a d o p o r u m q u e b r a n ta m e n t o d o e u . O a r r e p e n d im e n to v e rd a d e ir o é u m a


p e rig o . P o r e x te n s ã o , p r o fu n d o re s p e ito , re v e rê n c ia p á ra c o m e x p e riê n c ia d o a b a lo to ta l d o ser, p a ra d e p o is re c o n s tru í-lo
D e u s . O h o r r o r d e a g ir d e m a n e ira a o fe n d e r Sua Pessoa o u e m u m a n o v a p e rs o n a lid a d e o rie n ta d a p e la v o n ta d e d e D eu s .
Suas leis. 34.19 As to das d a p ro m e s s a d e D e u s c a n c e la m as " m u ita s "
34.10 Leõezinhos. H e b kephir, " le ã o jo v e m " , n a p le n itu d e d as do m undo.
fo rç a s , u m a seriíssim a a m e a ç a , m a s q u e t a m b é m n ã o é in d o ­ 34.20 Esta e x p e riê n c ia d e D a v i, d e sair ileso, fo i ta m b é m
m á v e l n e m a u to -s u fic ie n te . c u m p r id a n a Pessoa d e seu F ilh o e S e n h o r, d e m a n e ir a in e s p e ­
34.11 D a v i in tro d u z seu s e rm ã o s o b re o " t e m o r d o S e n h o r" . ra d a ( | o 19.36).
A " lín g u a " e o s " lá b io s " (v 1 3 ) e to d o o nosso s e r ( v 1 4 ) te m 34.21,22 C o n tr a s ta -s e a s o rte fin a l d o s ím p io s c o m a dos
d e p a rtic ip a r d e s te te m o r , q u e n o s e n s in a a e v ita r o m a l fiéis q u e , t e n d o fé e m D e u s , v iv e m n a S u a lu z, a m a n d o - 0 e
(P v 4 . 1 3 - 1 5 ) . S ó p o d e m o s p ra tic a r o v e rd a d e iro b e m se e li­ fa z e n d o S u a o b ra , os q u a is , d e p o is d a m o r te , s ã o p ro m o v id o s
m in a rm o s o p e c a d o d as nossas v id a s. a u m serv iç o m e lh o r, u m a a d o ra ç ã o m a is p u r a , e aleg rias
3 4 .1 5 -2 2 O s q u e são ju s tific a d o s p o r D e u s são Sua posses­ e te rn a s e v e rd a d e ira s .
s ão p a rtic u la r e e s tim a d a , e Ele n u n c a os a b a n d o n a rá . 3 5 .1 -3 D a v i p e d e q u e D e u s fa ç a uso d e a rm a s o fen s ivas e
34.15 Olhos. R e p re s e n ta m o fa to d e q u e D e u s s e m p re está d e fe n s iv a s e m p ro l d e Seu serv o . N a a n g ú s tia e n a d ú v id a
nos v e n d o . N o s s a a titu d e p e ra n te o m a l d e te r m in a a a titu d e p ro v o c a d a s p e la o p re s s ã o , D a v i d e s e ja u m a g a r a n tia d a p a rte
d e D e u s co n o s c o . d e D eu s .
34.18 Q uebrantado. H e b nishbar, " b e m q u e b r a d o " , a q u i, o 3 5 .4 -6 D a v i c la m a p e la d e rr o ta c o m p le ta d o s seus in im ig o s ,
o p o s to d e " p e d a n te o rg u lh o s o , s o b e r b o " . Q u e m a d o ra a si q u e n ã o são s o m e n te in im ig o s pessoais, m a s ta m b é m in im i­
m e s m o , o a rro g a n te e p re te n s io s o , n u n c a p o d e a d o ra r a g o s d o p o v o d e D e u s e, p o r ta n to , d a sua m iss ão , q u e D eu s
D eu s ; p a ra c o n v e rte r-s e , é p re c is o p assar p o r u m p ro fu n d o lh e c o n flo u p a ra c u m p rir, z e la r e d e fe n d e r. As p ala v ra s n ã o
803 SALMO 35.23
os que buscam tirar-me a vida; 3 5 . 5 '■JÓ21.18; eu afligia a minha alma com jejum
Is 29.5
retrocedam e sejam envergonhados e em oração
os que tramam contra mim. 3 5 .6 oSl 73.18
me reclinava sobre o peito,
5 Sejam como a palha” 14 portava-me como se eles fossem
ao léu do vento, 3 5 .7 PSI 9.15 meus amigos ou meus irmãos;
impelindo-os o anjo do S E N H O R . andava curvado, de luto,
6 Tome-se-lhes o caminho0 3 5 .8 como quem chora por sua mãe.
tenebroso e escorregadio, <)SI 7.15-16; 15 Quando, porém, tropecei,w
ITs 5.3
e o anjo do S enhor os persiga. eles se alegraram e se reuniram;
7 Pois sem causa me tramaram laços,p reuniram-se contra mim;
3 5 .9 rS| 13.5
sem causa abriram cova os abjetos, que eu não conhecia,
para a minha vida. 3 5 .1 0 sÊx 15.11
dilaceraram-me sem tréguas;
8 Venha sobre o inimigo a destruição,1? 16 como vis bufões em festins/
quando ele menos pensar; 3 5 .1 1 tSI 27 .1 2 rangiam contra mim os dentes.
e prendam-no os laços 17 Até quando, Senhor,)'
que tramou ocultamente; 3 5 .1 2 ficarás olhando?
caia neles «SI 38.20; Livra-me a alma
Jo 10.32
para a sua própria ruína. das violências deles;
9 E minha alma se regozijarár dos leões, a minha predileta.
3 5 .1 3
no S enhor y\ó 30.25; 18 Dar-te-ei graçasz
e se deleitará na sua salvação. M t 10,13 na grande congregação,
10 Todos os meus ossos dirão;5 louvar-te-ei
3 5 .1 5 *v]ó 16.9
S enhor , quem contigo no meio da multidão poderosa.
se assemelha? 19 Não se alegrem de mim
3 5 .1 6 * (0 16.9;
Pois livras o aflito Lm 2.16
os meus inimigos gratuitos;
daquele que é demais forte não pisquem os olhos
para ele, 3 5 .1 7 yS\ 22.2 0 os que sem causa me odeiam0.
o mísero e o necessitado, 20 Não é de paz que eles falam;
dos seus extorsionários. 3 5 .1 8 * 5 1 2 2 .2 5 pelo contrário, tramam enganos
11 Levantam-se iníquas testemunhas' contra os pacíficos da terra.
e me argúem de coisas 3 5 .1 9 o SI 69.4; 21 Escancaram contra mim a boca0
Jo 15.25
que eu não sei. e dizem: Pegamos! Pegamos!
12 Pagam-me o mal pelo bem,u Vimo-lo
3 5 .2 1 bS\ 22.1 3
o que é desolação com os nossos próprios olhos.
para a minha alma. 22 Tu, S enhor , os viste;c
3 5 .2 2 cÉx 3.7;
13 Quanto a mim, porém,1' At 7.34 não te cales;
estando eles enfermos, Senhor, não te ausentes de mim.
as minhas vestes eram pano de saco; 3 5 .2 3 d St 44.2 3 23 Acorda e despertad

d e v e m ser in te rp re ta d a s c o m o v in g a n ç a , m a s c o m o u m re ­ e x a t a m e n te a m e s m a p a la v ra h e b ra ic a se t r a d u z p o r " v id a " ,


fle x o d a p a ix ã o p e la re tid ã o e d e u m a n s e io p e la v itó ria d a fé . n o SI 2 2 .2 0 .
3 5 .7 ,8 As p a la v ra s "la ç o s " e " c o v a " re fe r e m -s e às a rm a d ilh a s 3 5 . 1 8 C rande congregação. H e b qã h â l rabh, q u e se re fe re a o
usad as p a ra c a ç a , q u e se a p lic a m t a m b é m a o d o lo , à tra iç ã o p le n á rio d a a s s e m b lé ia d o s israelitas, c o m o n a ç ã o e c o m o
e à fa ls id a d e e n tr e os h o m e n s . ig re ja , a q u e la s g ra n d e s re u n iõ e s n a c io n a is e relig io sas, nas
q u a is se p ro c la m a v a m e a p lic a v a m as leis d e D e u s ( D t 5 .1 ;
3 5 . 1 1 - 1 6 D a v i n a rra c o m o a g ira p a ra c o m seus in im ig o s , e
2 C r 3 4 . 2 9 - 3 3 ; N e 8.1 - 2 ) .
c o m o eles a g o ra o e s ta v a m m a ltr a ta n d o . N a é p o c a e m q u e
eles e n fe r m a v a m , e le o ra v a e je ju a v a p o r eles; m a s eles fe s te ­ 3 5 . 1 9 - 2 6 D a v i o ra q u e D e u s in te rv e n h a n a s in ju s tiças q u e
ja ra m c o m o u m tr iu n fo q u a n d o e le fic o u e m a fliç ã o , in g ra ti­ e s ta v a m s e n d o p ra tic a d a s . N ã o c o p ia o q u e m u ito s fa z e m ,
d ã o q u e a o rei m a g o o u p r o fu n d a m e n te . E n tã o D a v i a p re n d e u q u e re s o lv e m tu d o s e g u n d o sua p ró p ria c o n v e n iê n c ia e n o
a a p re s e n ta r ta l p r o b le m a a D e u s a Q u e m d e u lo u v o re s a té n o e s p írito d e v in g a n ç a .
m e io d a sua a fliç ã o ; D a v i s a b e c a n ta r lo u v o re s e m q u a lq u e r 3 5 . 1 9 Pisquem. Sinais tra n s m itid o s e n tr e os q u e p la n e ja m a l­
s itu a ç ã o , m o s tr a n d o a s s im t e r p as s a d o u m v e rd a d e iro te s te g u m g o lp e tra iç o e iro .
d a fé s in c e ra .
3 5 .2 1 Escancaram. A ssim o le ã o e n g o le sua p res a, assim t a m ­
3 5 .1 7 M in h a predileto. H e b yehiã, lit " ú n ic a " , s ig n ific a " v id a " ; b é m o s m a le d ic e n te s " t r a g a m " o u a rru in a m suas v ítim a s .
SALMO 35.24 804
para me fazeres justiça, 3 5 .2 4 1.19; diante de seus olhos.
2Ts 1.6
para a minha causa, 2 Porque a transgressão o lisonjeiak
Deus meu e Senhor meu. a seus olhos
24 Julga-me, S enhor , Deus meu/ 3 5 . 2 5 'Sl 27.12
e lhe diz que a sua iniqüidade
segundo a tua justiça; não há de ser descoberta,
não permitas que se regozijem 3 5 .2 6 SSI 35.4 nem detestada.
contra mim. 3 As palavras de sua boca'
25 Não digam eles lá no seu íntimo :f 3 5 .2 7 *S I 70.4; são malícia e dolo;
Agora, sim! Cumpriu-se 1 Co 12.2 6 abjurou o discernimento
o nosso desejo!
e a prática do bem.
Não digam: Demos cabo dele!
3 5 . 2 8 'Sl 50.15 4 No seu leito,m
26 Envergonhem-se e juntamente9
maquina a perversidade,
sejam cobertos de vexame
detém-se em caminho
os que se alegram com o meu mal; 3 6 .1 /R m 3.18
que não é bom,
cubram-se de pejo e ignomínia
os que se engrandecem não se despega do mal.
3 6 .2 * D t 29.1 9
contra mim. 5 A tua benignidade, S enhor ,"
27 Cantem de júbilo e se alegremh chega até aos céus,
os que têm prazer 3 6 .3 'Sl 12.2 até às nuvens, a tua fidelidade.
na minha retidão; 6 A tua justiça"
e digam sempre: 36.4mpv4.i6; é como as montanhas de Deus;
Glorificado seja o SENHOR, Mq2.1 os teus juízos,
que se compraz como um abismo profundo.
na prosperidade do seu servo! 3 6 .5 "S l 57.1 0 Tu, S enhor , preservas os homens
28 E a minha língua celebrará' e os animais.
a tua justiça 7 Como é preciosa, ó Deus,P
3 6 .6 ° |ó 7.20;
e o teu louvor todo o dia. Rm 11.33; a tua benignidade!
1 T m 4 .1 0 Por isso, os filhos dos homens
Malícia humana e benignidade divina se acolhem à sombra das tuas asas.
Ao mestre de canto. 8 Fartam-se da abundância1)
De Davi, s ervo d o S e n h o r
3 6 .7 p R t2 .1 2
da tua casa,
3 6 .8 ç jó 20.17;
e na torrente das tuas delícias
Salmo 36
Ap 22.1 lhes dás de beber.
1 Há no coração do ímpio 9 Pois em ti estár
a voz da transgressão; 3 6 .9 rjr 2.13;
o manancial da vida;
não há temor de Deus/ 1 P e 2 .9 na tua luz, vemos a luz.

3 5 . 2 4 ju ig a -m e . P o d e s e r in te r p r e ta d o : " D e fe n d e m in h a sinais d e u m c o ra ç ã o t o t a lm e n t e a fa s ta d o d e D e u s , s e n d o ,
cau s a ju s ta " . p o is , u m a o fic in a d o d ia b o .

3 5 . 2 7 , 2 8 O s q u e a m a m a ju s tiç a te r ã o razõ e s b a s ta n te s p a ra • N . H o m . 3 6 . 1 - 4 O c a rá te r d o h o m e m m a u . 1 ) C o n si­


c a n ta r e a le g r a r -s e q u a n d o D e u s d e r r o ta r Seus in im ig o s re v e ­ d e ra o m a l u m b e m , v 2 ; 2 ) P ersevera n b m a l; 3 ) É h ip ó c rita ,
la n d o Sua g ló ria . A té à q u e le d ia fin a l, a a titu d e d o s fiéis p a ra v 3 ; 4 ) É o b s tin a d o ; 5 ) D e d ic a -s e a a p r o fu n d a r m a is sua m a l­
c o m D e u s , m e s m o a q u i c e rc a d o s p e la m a líc ia d o m u n d o , é dade, v 4.
d e s c rita n o v 2 8 . 3 6 . 5 - 9 H á u m p r o fu n d o e b e rra n te c o n tra s te e n tr e o h o ­
m e m ím p io e o D e u s s a n to . Q u e a le g ria p a ra u m p e c a d o r
3 6 . 1 - 1 2 Este s a lm o fa la d o p e c a d o r, w 1 - 4 ; d o S alv a d o r,
p o d e r d e s v ia r seu o lh a r d a sua p ró p ria e d e c a íd a pess o a, p a ra
w 5 - 9 ; e d o s a n to , w 1 0 - 1 2 .
c o n te m p la r a re v e la ç ã o q u e D e u s fa z d e Si M e s m o ! A m ise ri­
3 6 . 1 , 2 A n á lis e d o s s e n tim e n to s e p e n s a m e n to s ín tim o s d o c ó rd ia , a fid e lid a d e , a re tid ã o e os ju ízo s d e D e u s ( 5 - 6 ) fa z e m
p e c a d o r. p a r te in te g r a n te d o Seu a m o r , tã o g r a n d e , q u e n in g u é m
3 6 . 3 , 4 A n álise d o s ato s e d as p ala v ra s d o p e c a d o r. Sua c a ra c ­ p ô d e a in d a c o m p re e n d e r, p o r s e r fra c o , ig n o r a n te e , e n fim ,

te rís tic a básica é ser in d ife re n te a D e u s e à Sua e x ig ê n c ia d a h u m a n o . O s q u e c o n fia m e m D e u s c o m o S a lv a d o r se rã o satis­

p re s ta ç ã o d e c o n ta s ; D e u s , q u e se re v e la n ã o s o m e n te n a ­ fe ito s c o m as riq u e z a s q u e D e u s o fe re c e aos Seus servos.

q u ilo q u e fa z , m as ta m b é m n o q u e d e ix a d e fa z e r. N ã o te m e r 3 6 . 9 A v id a te m c o m o sua fo n t e o p r ó p rio S e n h o r Jesus


a D e u s , n ã o ser sá b io , n ã o fa z e r o b e m , n ã o o d ia r a o m a l são C ris to ( ] o 1 4 .6 ) , q u e é a p ró p ria L u z d o M u n d o ( | o 8 .1 2 ) .
SALMO 37.16
3 6 .1 0 sSI 7.10 7 Descansa no S enhor e espera nele/
M Continua a tua benignidade5
aos que te conhecem, não te irrites por causa do homem
c a tua justiça, 3 6 .1 2 tsl 1.5 que prospera em seu caminho,
aos retos de coração. por causa do que leva a cabo
3 7 .1 uSI 37.7
11 Não me calque o pé da insolência, os seus maus desígnios.
nem me repila a mão dos ímpios. 8 Deixa a ira, abandona o furor;0
3 7 .2 *S\ 9 0 .5 -6
12 Tombaram' não te impacientes;
os obreiros da iniqüidade; 3 7 .4 iv is 58.1 4
certamente, isso acabará mal.
estão derruídos 9 Porque os malfeitores0
e já não podem levantar-se. 3 7 .5 *S I 55.22; serão exterminados,
M t 6.25 ; IP e 5.7 mas os que esperam no S enhor
Tatporária, a felicidade dos perversos possuirão a terra.
Salmo de Davi 3 7 .6 V|ó 11.17 10 Mais um pouco de tempo,c
e já não existirá o ímpio;
3 7 .7 -*SI 3.1;
Salmo 37 procurarás o seu lugar
Is 30.15;
Lm 3.26 e não o acharás.
1 Não te indignes" 11 Mas os mansosherdarão a terra
por causa dos malfeitores, 3 7 .8 o SI 73.3 e se deleitarão
nem tenhas inveja na abundância de paz.
dos que praticam a iniqüidade. 3 7 .9 12 Trama o ímpio contra o justoe
b|ó 27.13-14; e contra ele ringe os dentes.
2 Pois eles dentro em breve1'
definharão como a relva Is 57.1 3
13 Rir-se-á dele o Senhor/
e murcharão como a erva verde. 3 7 .1 0 c)ó 7.10
pois vê estar-se aproximando
3 Confia no S enhor e faze o bem; o seu dia.
habita na terra 3 7 .1 1 < *M t5.5 14 Os ímpios arrancam da espada
e alimenta-te da verdade. e distendem o arco
4 Agrada- te do S en h o r, w 3 7 .1 2 eSl 35.16 para abater o pobre e necessitado,
e ele satisfará para matar os que trilham
os desejos do teu coração. 3 7 .1 3 o reto caminho.
5 Entrega o teu caminho ao S enhor ,; H S m 26.1 0 15 A sua espada, porém,9
confia nele, e o mais ele fará. lhes traspassará
3 7 .1 5 s M q 5.6
6 Fará sobressair a tua justiça)' o próprio coração,
como a luz e os seus arcos serão espedaçados.
e o teu direito,
3 7 .1 6
>>Pv 15.16; 16 Mais vale o pouco do justo*1
como o sol ao meio-dia. IT m 6.6 que a abundância de muitos ímpios.

3 6 . 1 0 - 1 2 O s a n to se d e d ic a a D e u s , e is to é u m d e s e jo q u e indignes (v 1 ), não te irrites ( v 7 ), e não te im pacientes (v 8 ) . As


D a v i d e c la ra d e m a n e ira p o s itiv a ( 1 0 ) , e n e g a tiv a ( 1 1 ) , e n ­ e x o rta ç õ e s p o sitivas são e s p e c ia lm e n te : " e s p e ra r" , " c o n fia r " ,
q u a n t o o fim d a q u e le s q u e n ã o q u e r e m se a p r o x im a r d o Se­ " fa z e r o b e m " , "d e s c a n s a r e esperar n o S e n h o r" . O m o tiv o
n h o r d e s c re v e -s e n o v 1 2 , a d e s tru iç ã o in e v itá v e l q u e eles q u e nos le v a a d e s e ja r passar m a is t e m p o p ro p o r c io n a n d o o
m e s m o s p re p a ra m , s e p a ra n d o -s e d o seu C ria d o r. b e m , d o q u e p r e o c u p a n d o -n o s c o m a q u ilo q u e os ím p io s
3 7 .1 Este s a lm o tr a ta d a p ro s p e rid a d e d o s m a lfe ito re s e a fa z e m , é sin a l d e q u e a v itó ria d o s ím p io s t e m v id a e fê m e ra e
a d v e rs id a d e d o s ju sto s . A n te s d a v in d a d e C ris to , esse p ro ­ q u e lo g o s e rã o e x te rm in a d o s ( 2 ,9 , 1 0 ) .
b le m a p a re c ia in s o lú v e l, p o is o sinal m a is e v id e n te q u e h avia
3 7 .6 Q u e m r e a lm e n t e p ro c u ra o b e d e c e r à v o n ta d e d e D e u s ,
d o fa v o r d e D e u s e ra a p ro s p e rid a d e pessoal e n a c io n a l. Em
a t é nos seus mais íntim os sentim entos, será e v id e n te m e n te
C ris to , a g u a rd a m o s coisas m e lh o re s , p e rte n c e n te s à e te rn i­
g a la rd o a d o .
d a d e , a a p u ra ç ã o d a s c o n ta s n o D ia d o ju lg a m e n to e o m e ­
lh o r sina l d o fa v o r d iv in o é , p a ra os c re n te s , a d o c e c o m u n h ã o 3 7 . 1 2 - 2 0 D e s a p o n ta m e n to s e d e s tr u iç ã o a g u a r d a m ós ím ­
c o m C ris to n o ín tim o d o c o ra ç ã o (T g 1 .1 2 ; 1 Pe 1 . 5 - 9 ) . p io s , p o is o m a l n u n c a p o d e r ia triu n fa r: e x is te , e m fu n c io n a ­
3 7 .1 -1 1 N e s te s vers ícu lo s, h á vária s e x o rta ç õ e s p a ra os a fli­ m e n to no m undo, um p rin c íp io d e re trib u iç ã o ( 1 4 - 1 5 ;
to s , e v ário s d e v e re s p a ra c o m o h o m e m p ie d o s o . A lg u n s c f C l 6 . 6 - 1 0 ) . A p o b r e z a e a riq u e z a s ã o te rm o s re la tiv o s ,
d e v e re s s ã o po sitivo s, a lg u n s s ã o n e g a tiv o s ; o m o tiv o d e c a d a p o is seu v a lo r re a l é a q u ila ta d o p e lo e fe ito q u e t e m s o b re o
u m se d e c la ra . U m d e v e r, q u e se re fe re a o s e n tim e n to q u e c a rá te r h u m a n o ( 1 6 - 1 7 ) . O se rv o d e D e u s t e m u m a h e ra n ç a
to c a ria a b a s e d a p e rs o n a lid a d e , se e x p r im e n a e x p re s s ã o h e ­ e te r n a ( 1 8 ) , e já a q u i n a te rra s a b e q u e o S e n h o r n ã o o a b a n ­
b ra ic a 'a l tithhar, " n ã o fiq u e z a n g a d o " , tr a d u z id a p o r; N ã o te d o n a r á ; os ím p io s , p o r é m , s e rã o d e ix a d o s à p e rd iç ã o ( 2 0 ) .
SALMO 37.17 806
17 Pois os braços dos ímpios' 3 7 .1 7 ') ó 38.15; e será peipétua a tua morada.
serão quebrados, Ez 30.21
28 Pois o S enhor ama a justiça'
mas os justos, o Senhor os sustém. 3 7 .1 8 /S 1 1.6 e não desampara os seus santos;
18 O S enhor conhece/ 3 7 .1 9 * |Ó 5 . 2 0 serão preservados para sempre,
os dias dos íntegros; mas a descendência dos ímpios
3 7 . 2 0 'S1102.3
a herança deles será exterminada.
permanecerá para sempre. 37.2 1 29 Os justos herdarão a terrau
m S1112.5 e nela habitarão para sempre.
19 Não serão envergonhadosk
nos dias do mal 3 7 .2 2 "SI 3.9 30 Abocadojustov
e nos dias da fome se fartarão. profere a sabedoria,
3 7 .2 3 o ! Sm 2.9
20 Os ímpios, no entanto, perecerão,' e a sua língua fala o que é justo.
e os inimigos do S enhor serão 3 7 .2 4 31 No coração, tem elew'
PSI 34.19-20;
como o viço das pastagens; Mq 7.8; 2Co 4.9 a lei do seu Deus;
serão aniquilados os seus passos não vacilarão.
3 7 .2 5 <>|ó 15.23
e se desfarão em fumaça. 32 O perverso espreita ao justo"
21 O ímpio pede emprestado™ 3 7 .2 6 r D t 15.8; e procura tirar-lhe a vida.
e não paga; SI 112.5,9 33 Mas o S enhor não o deixará»'
o justo, porém, se compadece e dá. 3 7 .2 7 sSI 34.1 4 nas suas mãos,
22 Aqueles a quem o S enhor abençoa" nem o condenará
3 7 .2 8 tSI 11.7;
possuirão a terra; Is 14.2 0
quando for julgado.
e serão exterminados 34 Espera no S enhor /
3 7 .2 9 “ Pv 2.21
aqueles a quem amaldiçoa. segue o seu caminho,
23 O S enhor firma os passos0 3 7 .3 0 e ele te exaltará
do homem bom ‘'M t 12.35 para possuíres a terra;
e no seu caminho se compraz; 3 7 .3 1 " D t 6.6; presenciarás isso quando os ímpios
24 se cair, não ficará prostrado, p Is 51 .7 forem exterminados.
porque o S enhor o segura 3 7 .3 2 *S I 10.8
35 Vi um ímpio prepotente0
pela mão. a expandir-se qual cedro do Líbano.
25 Fui moço e já, agora, sou velho,*)
3 7 .3 3
yS1109.31;
36 Passei, e eis que desaparecera ;b
porém jamais vi o justo 2Pe 2.9 procurei-o,
desamparado, e já não foi encontrado.
3 7 .3 4 'S I 27.1 4
nem a sua descendência 37 Observa o homem íntegroc
a mendigar o pão. 3 7 .3 S o ) ó 5 .3 e atenta no que é reto;
26 É sempre compassivo e empresta/ 3 7 .3 6 <>)6 20.5
porquanto o homem de paz
e a sua descendência terá posteridade.
3 7 .3 7 c|s 32.17
será uma bênção. 38 Quanto aos transgressores/
27 Aparta-te do mal e faze o bem,5 3 7 .3 8 d S I1.4 serão, à uma, destruídos;

3 7 . 1 7 Braços. E xpressão q u e re p re s e n ta a fo rç a , a a tu a ç ã o e n os céus é o d o m g r a tu ito d e D e u s , a v id a e te rn a e m C ris to


os p la n o s . (R m 6 .2 3 ) .
3 7 . 1 8 Conhece. D o h e b yâdha; " s a b e r" , " c o n h e c e r" , m as 3 7 . 3 2 - 4 0 R e v e la -s e o c o n tra s te e n tr e o d e s tin o fin a l d o s ju s­
t a m b é m : " in te re s s a r-s e , t o m a r c o n h e c im e n to e m s e n tid o fa ­ to s e d o s ím p io s . O f im d o ím p io é a d e s tru iç ã o ( 3 4 - 3 6 ) . O
v o rá v e l, c o m p a rtilh a r" . f im d o s ju sto s é a p a z ( 3 7 ) . Is to a c o n te c e p o r q u e D e u s está
3 7 . 1 9 M a l. H e b rã 'ã , n ã o s o m e n te o m a l m o r a l, m a s ta m b é m c o n tra os ím p io s , e a fa v o r d o s justos .
a d e s g ra ç a , a d ific u ld a d e o a p e r to , a a fliç ã o , o u a a d v e rs id a d e . 3 7 . 3 3 A fin a l d e c o n ta s , n ã o são os h o m e n s q u e d e te r m in a m
3 7 .2 1 -3 1 O g a la rd ã o e a fe lic id a d e a g u a rd a m os ju sto s , a a s o rte d e c a d a in d iv íd u o , a q u i n a te rra , m a s sim D e u s , q u e
" h e ra n ç a " m e n c io n a d a n o s w 9 , 1 8 ,2 2 ,3 4 . N o c a m in h o p a ra t u d o te m a Seu d isp o r.
essa h e ra n ç a , D e u s o rd e n a os passos d o s ju s to s ( 2 3 ) ; p o d e m 3 7 . 3 4 Possuíres a terra. Esta e x p re s s ã o re fe r ia -s e e m p rim e iro
t r o p e ç a r d e q u a n d o e m q u a n d o n o c a m in h o , m as D e u s está lu g a r à te rra p r o m e tid a a A b ra ã o , p ro m e s s a e sta q u e p are c ia
s e m p re p re s e n te p a ra os s o c o rre r ( 2 4 ) . t ã o m a ra v ilh o s a a o s israelitas q u a n d o n o c a tiv e iro d o E g ito ,
3 7 . 2 9 H erdarão. H e b yãrash, " h e rd a r " que, c o m u m e n te , o u v a g u e a n d o n o d e s e rto . A ssim c o m o re c e b e ra m C a n a ã d e
q u e r d iz e r re c e b e r a q u ilo q u e p e rte n c ia a u m p a r e n te q u e m a n e ira m ila g ro s a , assim ta m b é m p o d ia m c o n fia r e m o u tro
m o rre ra , c o m o ta m b é m p o d e ser u m a " p a r tilh a " , a lg u m m ila g re : a v id a e te rn a n o s céus, a h e ra n ç a c e le s tia l à q u a l essa
" b e m p r o m e tid o " , o u " u m d o m g ra tu ito " ; a h e ra n ç a e te rn a ex p re s s ã o pass o u a a lu d ir ( H b 4 .1 ) .
807 SALMO 38.19
3 7 .3 9 eSl 3.8 dou gemidos por efeito
a descendência dos ímpios
será exterminada. do desassossego do meu coração.
39 Vem do Senhor c 3 7 .4 0 9 Na tua presença, Senhor,
/ I C r 5.20;
a salvação dos justos; Dn 3.17,28 estão os meus desejos todos,
ele é a sua fortaleza e a minha ansiedade
no dia da tribulação. 3 8 .1 9S I6 .1 não te é oculta.
40 O Senhor os ajuda e os livra ;f 10 Bate-me excitado o coração,"
livra-os dos ímpios e os salva, 3 8 .2 »>|ó 6.4 faltam-me as forças,
porque nele buscam refúgio. e a luz dos meus olhos, essa mesma
3 8 .3 'Si 6.2 já não está comigo.
Arrependimento do pecador 11 Os meus amigos e companheiros0
Salmo de Davi. Em memória 3 8 . 4 /E d 9.6;
Mt 11.28
afastam-se da minha praga,
e os meus parentes ficam de longe.
12 Armam ciladas contra mimP
Salmo 38 3 8 .6 *Jó 30.2 8 os que tramam tirar-me a vida;
1 Não me repreendas, Senhor , 9 os que me procuram fazer o mal
3 8 .7 '|ó 7.5 dizem coisas perniciosas
na tua ira,
nem me castigues no teu furor. e imaginam engano todo o dia.
3 8 .8 m jó 3.24;
2 Cravam-se em mim as tuas setas,h 13 Mas eu, como surdo, não ouço 9
Is 59.11
e a tua mão recai sobre mim. e, qual mudo, não abro a boca.
3 Não há parte sã na minha carne,' 3 8 .1 0 "S l 6.7
14 Sou, com efeito, como quem
por causa da tua indignação; não ouve
não há saúde nos meus ossos, e em cujos lábios não há réplica.
Pois em ti, Senhor , espero/
3 8 .1 1 «Sl 31.11
por causa do meu pecado. 15
4 Pois já se elevam/ 3 8 .1 2
tu me atenderás, Senhor,
acima de minha cabeça p2Sm 16.7-8 Deus meu.
as minhas iniqüidades; 16 Porque eu dizia: Não suceda5
como fardos pesados, 3 8 .1 3 que se alegrem de mim
í2 S m 16.10 e contra mim se engrandeçam
excedem as minhas forças.
5 Tomam-se infectas e purulentas quando me resvala o pé.
3 8 .1 5
as minhas chagas, 17 Pois estou prestes a tropeçar;
'2Sm 16.1 2
por causa da minha loucura. a minha dor está sempre
6 Sinto-me encurvado* 3 8 .1 6 sD t 32.35
perante mim.
e sobremodo abatido, 18 Confesso a minha iniqüidade;'
ando de luto o dia todo. 3 8 .1 8 (Sl 32.5;
suporto tristeza
7 Ardem-me os lombos,' 2C o 7.9-10 por causa do meu pecado.
e não há parte sã na minha carne. 19 Mas os meus inimigos u
8 Estou aflito e mui quebrantado;™ 3 8 .1 9 “ Sl 35.39 são vigorosos e fortes,

3 8 . 1 - 1 0 N e s te s vers ícu lo s, D a v i e stá in te ir a m e n te p re o c u ­ m e n to s p e ra n te D e u s , s a b e n d o q u e a m is e ric ó rd ia d e D e u s


p a d o c o m seus p ró p rio s s o frim e n to s , o ju lg a m e n to re s u lta n te p e rd u ra p a ra s e m p re .
d o seu p e c a d o , q u e n ã o te n ta e s c o n d e r n e m n e g a r, É assim 3 8 . 1 1 - 1 4 T a n to os a m ig o s c o m o os in im ig o s e s tã o c o n tra
q u e s e m p re a c o n te c e : c a d a p e c a d o r te m d e e n fr e n ta r ta n t o e le ; os a m ig o s d e ix a m d e a ju d á - lo e os in im ig o s a te n ta m
a lei n a tu ra l c o m o a e s p iritu a l. S e m p re , q u a n d o h á p e c a d o , c o n tra sua v id a . S eu c o m p o r ta m e n t o nessa crise é u m b o m
v e m o c a s tig o d iv in o . O d e s a g ra d o d e D e u s é c h a m a d o " ira " , e x e m p lo p a ra s e g u irm o s .
" fu ro r" o u " in d ig n a ç ã o " e re v e la -s e e m re p re e n s ã o e c a s tig o
3 8 .1 5 O S e n h o r d a rá ao s in im ig o s d e D a v i a resp o sta d e v id a ,
p e lo seu p e c a d o , e p o r suas in iq ü id a d e s ( 3 - 4 ) .
ju s ta e c o rre ta ; se D a v i tives se re s p o n d id o , a re s p o s ta seria
3 8 . 4 A cim a de m inha cabeça. Esta fig u ra d e s c re v e u m h o m e m in flu e n c ia d a p e lo ó d io , v in g a tiv o e a m a r g o , o q u e lh e n ã o
a fo g a n d o . fa ria b e m a lg u m , e só serv iria p a ra la n ç á -lo n o la ç o d o
3 8 . 5 - 1 0 U m a d e s c riç ã o d e s o frim e n to fís ic o e o s o frim e n to pecado.
m o ra l q u e s e m p re acom panham a p r á tic a do pecado 3 8 . 1 7 , 1 8 D a v i v o lta -s e p a ra o as s u n to d o seu p e c a d o e d á
(c f Is 1 . 5 - 6 ) . • N . H o m . A c o n v ic ç ã o d o p e c a d o : 1 ) S ua a n ­ e v id ê n c ia s d e u m a v e r d a d e ira tris te za p ie d o s a , d o t ip o d a d e s ­
g ú stia ; 2 ) S u a p ro fu n d id a d e ; 3 ) Seu e fe ito p e r p é tu o . c rita e m 2 C o 7 .1 0 .
3 8 . 9 D a v i n ã o p e rd e to d a a e s p e ra n ç a : re g is tra seus s e n ti­ 3 8 .1 9 ,2 0 A s itu a ç ã o q u e seu p e c a d o d e s p e r ta ra a in d a o c e r-
SALMO 38.20 808
e são muitos os que sem causa 3 8 .2 0 à tua presença,
me odeiam. ^Sl 35.12;
IJo 3.12 o prazo da minha vida é nada.
20 Da mesma sorte/ Na verdade, todo homem,
os que pagam o mal pelo bem 3 8 .2 1 wSI 35.2 2 por mais firme que esteja,
são meus adversários, é pura vaidade.
porque eu sigo o que é bom. 3 8 .2 2 "SI 27.1 6 Com efeito, passa o homemd
21 Não me desampares, Senhor; w como uma sombra;
Deus meu, não te ausentes de mim. 3 9 .1 ylR s 2.4;
em vão se inquieta;
2Rs 10.31;
22 Apressa-te em socorrer-me/ Cl 4.5 amontoa tesouros
Senhor, salvação minha. e não sabe quem os levará.
A vaidade da vida 3 9 .2 *SI 38.13 7 E eu, Senhor, que espero?6
Tu és a minha esperança.
A o m e s tre de c a n to , Jed utu m . 3 9 .3 o |r2 0 .9
8 Livra-mef
S a lm o d e D a v i
de todas as minhas iniqüidades;
3 9 .4 f>SI 90.1 2
não me faças o opróbrio
Salmo 39
3 9 .5 cSI 62.9
do insensato.
1 Disse comigo mesmo: y 9 Emudeço, não abro os lábios»
guardarei os meus caminhos, 3 9 .6 d|ó 27.17; porque tu fizeste isso.
para não pecar com a língua; Lc 12.20-21; 10 Tira de sobre mim o teu flagelo/
porei mordaça à minha boca, 1 Co 7.31
pelo golpe de tua mão,
enquanto estiver na minha presença estou consumido.
3 9 .7 «SI 38.15
o ímpio. 11 Quando castigas o homem'
2 Emudeci em silêncio/ com repreensões,
3 9 . 8 'SI 44.1 3
calei acerca do bem, por causa da iniqüidade,
e a minha dor se agravou.
3 9 .9 sLv 10.3; destróis nele, como traça,
3 Esbraseou-se-me no peito o 2Sm 16.10; o que tem de precioso.
coração;0 5138.13
Com efeito, todo homem
enquanto eu meditava,
é pura vaidade.
ateou-se o fogo; 3 9 .1 0 hjó 9.34
12 Ouve, Senhor , a minha oração,/
então, disse eu
com a própria língua: 3 9 .1 1 'Jó 4.19; escuta-me quando grito por socorro;
4 Dá-me a conhecer, Senhor /
Is 50.9 não te emudeças
o meu fim à vista de minhas lágrimas,
3 9 .1 2 /G n 47.9;
e qual a soma dos meus dias, IC r 29.15;
porque sou forasteiro
para que eu reconheça S1119.19; à tua presença,
2Co 5.6; peregrino como todos os meus pais
a minha fragilidade. IP e 1.17
5 Deste aos meus diasc o foram.
o comprimento 3 9 .1 3
13 Desvia de mim o olhar/
de alguns palmos; *161 0.20-21 para que eu tome alento,

cava. • N . H o m . 1 ) A fé te s ta d a , w 1 - 5 ; 2 ) A f é te m e n t e , v id a t e m u m lim ite e é D e u s q u e m o c o lo c a . A lé m d e ser


w 6 - 8 ; 3 ) A fé q u e g e m e , v 8 ; 4 ) A fé a p e g a d a a D e u s , w 9 b re v e , a v id a a in d a é v ã p a ra q u e m v iv e p a ra si m e s m o . D e v e ­
e 1 5 ; 5 ) A fé tr iu n fa n te , v 2 2 , q u e v ê a D e u s c o m o o Sal­ m o s o r a r c o n fo r m e SI 9 0 . 1 2 .
v a d o r.
3 9 . 7 - 9 Q u e m te m sua e s p e ra n ç a f ir m e m e n t e a n c o ra d a e m
3 9 .1 D a v i, re s o lv e n d o n ã o m a is p e c a r, p e n s o u n u m m é to d o
D e u s , t e m - n a e m u m a v id a d e s e n tid o e p ro p ó s ito . Esta v id a
possível p a ra e v ita r o p e c a d o , q u a n d o re c o n h e c e u q u e a m e ­
pre c is a ser lib e rta d o p e c a d o ( 8 ) , pois é o p e c a d o q u e d á
lh o r m a n e ira seria c o n tro la r sua c o n v e rs a . A lín g u a é u m a d as
m o tiv o à c o rre ç ã o d a p a rte d e D e u s ( 9 - 1 3 ) . O g o lp e q u e
m a io re s fo n te s d o p e c a d o (T g 3.1 - 1 2 ) .
D a v i e stá s e n tin d o n ã o é o assalto d e u m in im ig o v u lg a r m as
3 9 .2 ,3 D a v i tin h a g u a r d a d o s ilê n c io o m a is q u e p o d ia , e q u is o c a s tig o leal e fie l d o A m ig o cele s tia l. A p rim e ira resp o sta q u e
a g o ra p r o n u n c ia r-s e ; ta lv e z estivesse m e d ita n d o s o b re a P ala­ D e u s d e u à o ra ç ã o d e D a v i fo i u m a c o rre ç ã o n ece ssária, pois
v ra d e D e u s , seja a Lei, o u s e ja m os salm o s q u e p r o d u z ira o a m a n tís s im o Pai s e m p re c o rrig e Seus filh o s d e s o b e d ie n te s ,
d u r a n te sua v id a (c f )r 2 0 . 8 - 9 ) . p a ra seu p r ó p rio b e m ( H b 1 2 . 6 - 1 1 ) . • N . H o m . 1 ) A su p re s­
3 9 . 4 - 6 D a v i d es e ja te r u m a v isã o d a r a d a b re v id a d e d a sua são, 1 - 3 ; 2 ) a e x p lo s ã o , 4 - 6 ; 3 ) a re c o n s id e ra ç ã o , 7 - 1 1 ; 4 ) a
v id a , p a ra m e lh o r fix a r sua a te n ç ã o n as coisas e te rn a s . N oss a o ra ç ã o , 1 2 - 1 3 .
SALMO 40.12
antes que eu passe 40.1 'SI 27.14 e deles falar,
e deixe de existir. mas são mais do que se pode contar.
6 Sacrifícios e ofertas não quiseste/
Otrmçio para livramento 4 0 .2 msi 27.5
abriste os meus ouvidos;
; 3 -1 7 : S I 7 0 .1 -5 holocaustos e ofertas pelo pecado
A o m e s tre d e c an to . S a lm o d e D a v i
não requeres.
4 0 .3 nSI 33.3
7 Então, eu disse: eis aqui estou/
Salmo 40 no rolo do livro está escrito
4 0 .4 °SI 34.8
a meu respeito;
1 Esperei confiantemente' 8 agrada-me fazer a tua vontade,
pelo S enhor ; ó Deus meu;
ele se inclinou para mim 4 0 .5 pEx 11.15; dentro do meu coração,
e me ouviu SI 71.15 está a tua lei.5
quando clamei por socorro. 9 Proclamei as boas-novas de justiça'
2 Tirou-me de um poço de perdição,"1 na grande congregação;
4 0 .6
de um tremedal de lama; jamais cerrei os lábios,
l1 S m 15.22;
colocou-me os pés sobre uma rocha Is 1.11; M t 9.13 tu o sabes, S enhor .
e me firmou os passos. 10 Não ocultei no coração"
3 E me pôs nos lábios" a tua justiça;
um novo cântico, 4 0 .7 'L c 24.4 4 proclamei a tua fidelidade
um hino de louvor ao nosso Deus; e a tua salvação;
muitos verão essas coisas, temerão não escondi da grande congregação
e confiarão no S e NHOR. 4 0 .8 *(6 -8 ) a tua graça e a tua verdade.
Hb 10.5-7
4 Bem-aventurado o homem0 11 Não retenhas de mim, S enhor /
que põe no S enhor as tuas misericórdias;
a sua confiança guardem-me sempre a tua graça
4 0 .9 <SI 22.2 2
e não pende para os arrogantes, e a tua verdade.
nem para os afeiçoados à mentira. 12 Não têm contaw
5 São muitas, S enhor , Deus meu/ 4 0 .1 0 “ At 20.2 0
os males que me cercam;
as maravilhas que tens operado as minhas iniqüidades
e também os teus desígnios me alcançaram,
para conosco; 4 0 .1 1 ''SI 43.3 tantas, que me impedem a vista;
ninguém há são mais numerosas
que se possa igualar contigo. que os cabelos de minha cabeça,
Eu quisera anunciá-los 4 0 .1 2 “'SI 38.4 e o coração me desfalece.

4 0 . 1 - 1 0 As a ç õ e s d e g ra ç a s e lo u v o re s p e lo s liv ra m e n to s d o 4 0 .6 -1 0 É esta b o n d a d e d e D e u s ( 1 - 5 ) q u e m o tiv a a nossa


p assado. g ra tid ã o , q u e se exp ressa n ã o s o m e n te e rti a to s ( 6 - 8 ) , c o m o
4 0 . 1 - 5 S a lie n ta -s e a b o n d a d e d e D e u s , p o is é D e u s q u e m ta m b é m em p a la v ra s (9 -1 0 ). Em p r im e ir o lu g a r D e u s
v e io s o c o rre r e sa lv a r a D a v i, fa z e n d o p a ra e le a q u ilo q u e pedenos a o b e d iê n c ia , e só d e p o is , n o ss o s a c rifíc io
n in g u é m ja m a is p o d e r ia fa ze r. D as p ro fu n d e z a s d o p e c a d o e (1 S m 1 5 . 2 2 - 2 3 ) . O e x e m p lo s u p re m o d e s ta o b e d iê n c ia é o
d o d e s e s p e ro , c la m o u a D e u s , q u e lh e e s te n d e u Sua m is e ri­ S e n h o r Jesus C ris to , a Q u e m a E p ístola ao s H e b re u s re la c io n a
c ó rd ia , e o c o lo c a ra às a ltu ra s d as b ê n ç ã o s , d a n d o - lh e a s e g u ­ estes vers ícu lo s ( H b 1 0 . 5 - 9 ) . D e v e m o s p ra tic a r a re tid ã o a n ­
ra n ç a , e r g u e n d o -o d o la m a ç a l d e p e c a d o s , f ir m a n d o - lh e os tes d e e x ig ir q u e o u tra s pessoas se ja m retas . N o t e - s e o te m a
pés s o b re a ro c h a . D a v i já passara p o r m u ita s e x p e riê n c ia s , d o s s e rm õ e s d e D a v i: " T u a ju s tiç a , tu a fid e lid a d e , tu a salv a­
m as e sta lh e d e u m o tiv o p a ra c a n ta r e s te c â n tic o n o v o . ç ã o , tu a g ra ç a e tu a v e rd a d e " .

• N . H o m . 4 0 . 1 - 3 O q u e D e u s fa z p a ra q u e m n E le esp e ra:
4 0 . 1 1 - 1 7 A q u e le q u e n ã o p o u p o u seus lá b io s e m lo u v o re s
1 ) D e u s o e rg u e ; 2 ) D e u s o p u rific a d a la m a d o m u n d o ;
( 9 ) o ra p a ra q u e D e u s n ã o p o u p e Suas m is e ric ó rd ia s (1 1 );
3 ) D e u s o e s ta b e le c e ; 4 ) D e u s o s u s te n ta ; 5 ) D e u s o h a r­
a q u e le q u e n ã o e s c o n d e u a m e n s a g e m d a fid e lid a d e e d a
m o n iz a e m s a lm o d e a le g ria .
salv a ç ã o d e D e u s ( 1 0 ) o ra p a ra q u e estas n ã o se ja m d e le es­
4 0 . 4 R e s e rv a -s e u m t ip o esp e cial d e fe lic id a d e p a ra o h o ­ c o n d id a s ( 1 1 ) . D a v i a p e la à b o n d a d e d e D eu s .
m e m q u e c o n fia e m D e u s e o d e ia o m a l. As coisas m a ra v ilh o ­
sas, q u e D e u s fiz e ra a e s te Seu filh o , são v e rd a d e ira m e n te 4 0 .1 2 M e a lcançaram . Com os e fe ito s d e s c rito s em
in c o n tá v e is (5 ) . SI 3 8 . 1 - 8 .
SALMO 40.13 810
13 Praza-te, S e n h o r , em livrar-me;x 4 0 .1 3 *S I 70.1 3 O S enhor o assiste
dá-te pressa, ó S e n h o r , no leito da enfermidade;
em socorrer-me. na doença, tu lhe afofas a cama.
14 Sejam à uma envergonhados)' 4 0 .1 4 ySI 35.4 4 Disse eu: compadece-te de mim,e
e cobertos de vexame S enhor ;
os que me demandam a vida; sara a minha alma,
tomem atrás porque pequei contra ti.
4 0 .1 5 *51 70.3
e cubram-se de ignomínia 5 Os meus inimigos
os que se comprazem no meu mal. falam mal de mim:
15 Sofram perturbação7 Quando morrerá
por causa da sua ignomínia 4 0 .1 6 o 51 35.2 7 e lhe perecerá o nome?
os que dizem: Bem-feito! 6 Se algum deles me vem visitar/
Bem-feito! diz coisas vãs,
16 Folguem e em ti se rejubilem0 amontoando no coração malícias;
4 0 . 1 7 &SI 70.5;
todos os que te buscam; 1 Pe 5.7 em saindo, é disso que fala.
os que amam a tua salvação 7 De mim rosnam à uma
digam sempre: todos os que me odeiam;
O S e n h o r seja magnificado! engendram males contra mim,
4 1 .1 cPv 14.21
17 Eu sou pobre e necessitado,b dizendo:
porém o Senhor cuida de mim; 8 Peste maligna deu nele,
tu és o meu amparo e: Caiu de cama,
e o meu libertador; 4 1 .2 dsi 27.1 2 já não há de levantar-se.
não te detenhas, ó Deus meu! 9 Até o meu amigo íntimos,
em quem eu confiava,
A calúnia dos inimigos e o socorro de que comia do meu pão,
Deus 4 1 . 4 * 2 0 30.20
levantou contra mim
o calcanhar.
A o m e s tre d e c an to . S a lm o d e D a v i
10 Tu, porém, S enhor ,
4 1 .6 'S 1 12.2 compadece-te de mim
Salmo 41
e levanta-me, para que eu
1 Bem-aventuradoc lhes pague segundo merecem.
o que acode ao necessitado; 4 1 .9 s M t 26.24;
11 Com isto conheço
o S e n h o r o livra no dia do mal. M c 14.21; que tu te agradas de mim:
2 O S e n h o r o protege/ Lc 22.22; em não triunfar contra mim
|o 13.18; 17.12
preserva-lhe a vida o meu inimigo.
e o faz feliz na terra; 12 Quanto a mim, tu me susténsh
não o entrega na minha integridade
à discrição dos seus inimigos. 4 1 .1 2 ^ló 36.7 e me pões à tua presença

4 0 .1 3 -1 5 F oi lib e r ta d o d e m u ito s p e rig o s ( 2 ) , m a s s u rg ira m d o e n ç a p a ra a a lm a e , m u ita s vezes, a d o e n ç a física ta m b é m .


m ais ; é s e m p re assim e m nossas v id a s . D a v i p e d e m is e ric ó rd ia e n ã o ju s tiç a . R e c o n h e c e q u e o p e ­
c a d o é , e m p rim e iro lu g a r, c o n tra D eu s .
4 0 . 1 6 Este g o z o p e rte n c e a c a d a c re n te q u e e n tra e m c o m u ­
n h ã o c o m D eu s . 4 1 . 5 O s in im ig o s e s ta v a m se re g o z ija n d o nessa d o e n ç a ,
e s p e ra n d o p e la sua m o r te ; suas vis ita s e r a m m o tiv a d a s
4 0 . 1 7 Q u e c o n s o la ç ã o s a b e r q u e D e u s c u id a d e n ó s, a ju d a r- p e lo d e s e jo d e s a b e r q u a l o t e m p o q u e a in d a s e p a ra v a o
n o s -á e nos lib e rta rá n o m e io d as m a is te rrív e is afliç õ es p a c ie n te da m o rte , p la n e ja n d o com o m e lh o r a p re s s á -la
( 2 C o 1 .1 0 ) . (c f 2 Rs 8 . 1 4 - 1 5 ) .
4 1 .1 -3 B e m -a v e n tu ra n ç a s p a ra os q u e são u m a b ê n ç ã o p a ra 4 1 . 9 U m d a q u e le s tra id o re s já tin h a sid o a m ig o ín t im o d e
os o u tro s . O s q u e tê m c o n s id e ra ç ã o p a ra c o m os p o b re s , fí­ D a v i ( p o r e x e m p lo , J o a b e ). Jesus a p lic o u estas p a la v ra s a ju d as
sica e e s p iritu a lm e n te fa la n d o , c o m p a ix ã o d o t ip o q u e C ris to Isca rio tes (J o 1 3 .1 8 ) .
e x e m p lific o u , re c e b e m a p ro m e s s a d e b ê n ç ã o s específicas: 4 1 . 1 0 - 1 2 N a s c irc u n s tâ n c ia s d esc ritas n o s vers ícu lo s a n te r io ­
lib e rta ç ã o , p ro te ç ã o e te r n a assistência nas h o ra s m a is d ifíce is.
res, o m e lh o r é d irig ir -s e a D e u s . P e d e o s o c o rro d e D e u s , e
H á u m a c o rre s p o n d ê n c ia e n tr e nossa m a n e ira d e a g ir c o m os
s e n te a c e rte z a q u e seus in im ig o s n ã o triu n fa rã o c o n tra ele,
h o m e n s , e a m a n e ira d e D e u s a g ir c o n o s c o ( c f M t 1 8 . 2 3 - 3 5 ) .
( 1 1 ) . Esta fé é t ã o g ra n d e , q u e c o n s id e ra sua salv ação o u to r­
4 1 .4 Uma co n fis s ã o d e pecado. O pecado s e m p r e tr a z g a d a p o r D eu s , o q u e d e s d e lo g o a g ra d e c e .
*11 SALMO 42.11
4 1 .1 3 entre gritos de alegria e louvor,
para sempre.
13 Bendito seja o Senhor 1, «S1106.48
multidão em festa.
Deus de Israel, 5 Por que estás abatida,m
da eternidade para a eternidade! ó minha alma?
Amém e amém! 4 2 .2 /S l 63.1; Por que te perturbas dentro de mim?
ITs 1.9
Espera em Deus,
LIVRO II pois ainda o louvarei,
Sitoos 42-72 a ele, meu auxílio e Deus meu.
4 2 .3 *SI 79.10 6 Sinto abatida dentro de mim
.4 aàmi anela por Deus a minha alma;
lembro-me, portanto, de ti,
A o m e s tre d e c a n to . S a lm o d id á tic o
dos f ilh o s d e C o r á
nas terras do Jordão,
4 2 . 4 /Jó 30.16;
Is 30.29
e no monte Hermom,
Salmo 42 e no outeiro de Mizar.
7 Um abismo chama outro abismo,"
1 Como suspira a corça ao fragor das tuas catadupas;
4 2 .5 <” SI 42.11
pelas correntes das águas, todas as tuas ondas e vagas
assim, por ti, ó Deus, passaram sobre mim.
suspira a minha alma. 8 Contudo, o S e n h o r , durante o dia,0
2 A minha alma tem sede de Deus,/ 4 2 .7 "S I 88.7; me concede a sua misericórdia,
do Deus vivo; Ez 7.26 e à noite comigo está o seu cântico,
quando irei e me verei uma oração
perante a face de Deus? ao Deus da minha vida.
3 As minhas lágrimas* 4 2 .8 °Lv 25.21;
9 Digo a Deus, minha rocha: P
têm sido o meu alimento Jó 35.10 por que te olvidaste de mim?
dia e noite, Por que hei de andar eu
enquanto me dizem lamentando
continuamente: sob a opressão dos meus inimigos?
O teu Deus, onde está?
4 2 .9 pSI 38.6
10 Esmigalham-se-me os ossos ,i
4 Lembro-me destas coisas —1 quando os meus adversários
e dentro de mim me insultam,
se me derrama a alma — , 4 2 .1 0 qSI 42.3; dizendo e dizendo:
M q 7.10
de como passava eu O teu Deus, onde está?
com a multidão de povo 11 Por que estás abatida/
e os guiava em procissão ó minha alma?
à Casa de Deus, 4 2 .1 1 rSI 42.5 Por que te perturbas dentro de mim?

4 2 .1 - 1 1 Este s a lm o fo r m a u m a u n id a d e p o é tic a c o m o SI 4 3 ; fe s ta relig io sa q u a n d o a arca fo r a le v a d a a Jeru salém , n u m a


e x p r im e vária s e m o ç õ e s e m c o n flito , m is tu r a n d o -s e a tris te za h o ra g lo rio s a , d e a d o ra ç ã o ( 2 S m 6 . 1 2 - 1 9 ) .
e a a le g ria , o m e d o e a fé , a d ú v id a e a d e v o ç ã o . 4 2 . 5 D a v i co n v e rs a c o n s ig o m e s m o , e x a m in a n d o seu p ró p rio
4 2 .1 ,2 O a n s e io in te n s o p e la c o m u n h ã o c o m D e u s d e v e ser ín tim o .
m a rc a d e to d o c re n te . C o m a e x p re s s ã o fig u ra d a , v ê - s e q u e
4 2 . 6 A g o r a passa a lé m d e si m e s m o , p a ra b u s c a r c o n v ersa
D a v i te m s e d e d a s á g u a s viva s q u e só D e u s p o d e c o n c e d e r
c o m D e u s , re le m b ra n d o , e m p rim e iro lu g a r, e x e m p lo s d a sua
( jr 2 .1 3 ) . T o d o o seu ser c la m a p e lo D e u s v iv o (c f as p ala vras
c o m u n h ã o c o m Ele n o p a s s a d o . N a o ra ç ã o , é b o m r e c o rd a r o
d e Jesus e m |o 4 . 1 3 - 1 4 ; 7 . 3 7 - 3 9 ) .
q u e D e u s já fe z p o r nós.
4 2 .3 A tris te z a ro u b a r a -lh e o a p e tite d e ta l m a n e ir a q u e subs­
4 2 . 7 , 8 U m a c a la m id a d e a p ó s o u tra s o b re v ie ra a D a v i, o q u e
titu íra o p ra z e r d a re fe iç ã o p e la tris te z a d o c h o ro . A o v ê - lo
e le re c o n h e c e u c o m o p ro v a ç õ e s d a p a r te d e D eu s , te m p e s ta ­
a b a tid o , os in im ig o s a p r o v e ita r a m -s e disso p a ra t e n t á - lo e
d e s o riu n d a s d e D e u s q u e re v e la ria m t o d o o Seu a m o r e a Sua
a b a t ê - lo a in d a m ais , d e s a fia n d o -o a p ro d u z ir p ro v a s d e q u e
m is e ric ó rd ia .
D e u s iria s o c o rrê -lo .
4 2 . 9 , 1 0 D a v i p e d iu a o S e n h o r u m a c o m p re e n s ã o real d este s
4 2 . 4 A o re c o rd a r sua tris te z a pessoal, c o m os in s u lto s g ra tu i­
a c o n te c im e n to s .
to s a d ic io n a d o s , o salm ista s e n tiu -s e e s m a g a d o e m s e u ín ­
tim o , e a p e la p a ra a m e m ó ria d a q u e le s m o m e n to s d e tr iu n fo 4 2 .1 1 O r e s u lta d o fo i q u e D a v i re c o n h e c e u q u e n ã o tin h a
q u a n d o s u b ia a o T e m p lo p a ra o c u lto , ju n ta m e n te c o m o m o tiv o d e q u e ix a s , p o is D e u s e sta va d ir ig in d o t u d o p a ra o se u
p o v o . Se o e s c rito r é D a v i, p o d e e s ta r p e n s a n d o n a g ra n d e b e m (c f R m 8 .2 8 ) .
SM JM 043.1 812
Espera em Deus, Apelo por auxílio divino
pois ainda o louvarei, A o m e s tre d e can to.
a ele, meu auxílio e Deus meu. D o s filh o s d e C o rá . S a lm o d id á tic o
4 3 .2 'SI 28.7
Desejos pelo santuário Salmo 44

Ouvimos, ó Deus,w
Salmo 43 4 3 .3 “ SI 3.4
com os próprios ouvidos;
nossos pais nos têm contado
1 Faze-me justiça, ó Deus,5
o que outrora fizeste,
e pleiteia a minha causa
4 3 .5 ''SI 42.5 em seus dias.
contra a nação contenciosa;
Como por tuas próprias mãos*
livra-me do homem fraudulento
desapossaste as nações
e injusto. e os estabeleceste;
2 Pois tu és o Deusf 4 4 .1
" Ê x 12.2 6-27 oprimiste os povos
da minha fortaleza. e aos pais deste largueza.
Por que me rejeitas? Pois não foi por sua espada/
Por que hei de andar eu que possuíram a terra,
lamentando 4 4 .2 *Ê x 15.17;
SI 78.55 nem foi o seu braço
sob a opressão dos meus inimigos? que lhes deu vitória,
3 Envia a tua luz e a tua verdade," e sim a tua destra, e o teu braço,
para que me guiem e o fulgor do teu rosto,
e me levem ao teu santo monte 4 4 .3 í-D t 4.3 7
porque te agradaste deles.
e aos teus tabemáculos. Tu és o meu rei, ó Deus;*
4 Então, irei ao altar de Deus, ordena a vitória de Jacó.
de Deus, que é 4 4 .4 *S I 74.1 2 Com o teu auxílio,0
a minha grande alegria; vencemos os nossos inimigos;
ao som da harpa eu te louvarei, em teu nome, calcamos aos pés
ó Deus, Deus meu. 4 4 .5 oD n 8.4
os que se levantam contra nós.
5 Por que estás abatida,v Não confio no meu arco,h
ó minha alma? e não é a minha espada
Por que te perturbas que me salva.
4 4 .6 í>SI 33.16
dentro de mim? Pois tu nos salvastec
Espera em Deus, dos nossos inimigos
pois ainda o louvarei, e cobriste de vergonha
a ele, meu auxílio e Deus meu. 4 4 .7 cSI 40 .1 4 os que nos odeiam.

4 3 . 1 - 4 D a v i c o n v e rs a c o m D e u s e d e p o is , n o v 5 , e x o r ta a si 4 3 . 4 A o re c e b e r as b ê n ç ã o s p le ite a d a s , d á to d a g ló ria só a
m e s m o à lu z d a q u ilo q u e a p re n d e ra d e D eu s : u m c u lto c o m ­ D eus.
p le to c o m u m a só p essoa fa z e n d o p a p e l d o p re g a d o r, d a
4 3 . 5 C o n s id e r a n d o t u d o a q u ilo que D eus s e m p re está
c o n g r e g a ç ã o e d o c o ro !
p r o n to p a ra fa z e r e m p ro l d a q u e le s q u e n E le c o n fia m , n ã o se
4 3 .1 É só D e u s q u e p o d e ju lg a r nosso ín tim o , e d a r a sen­
p o d e d e s a n im a r.
t e n ç a a c e rta d a ; é Ele o nosso ju iz , A d v o g a d o e L ib e rta d o r
(T g 4 .1 2 ; 1 Jo 3 .2 0 ) . 4 4 . 1 - 2 6 O s a to s d e lib e r ta ç ã o , q u e D e u s fe z n o p a s s a d o , são
4 3 .2 D e D e u s s o m e n te nos v e m a fo rç a , p o r isso n ã o so m o s a b a s e p a ra p le ite a rm o s S u a in te r v e n ç ã o n o p r e s e n te . O g o z o
nós q u e d e v e m o s a ta c a r nossos in im ig o s : D e u s o fa rá , se a n o p re s e n te e a e s p e ra n ç a p e lo f u tu r o a lic e rç a m -s e n o s fa to s
cau s a fo r ju s ta . Q u a n d o p ro fu n d a s d ú v id a s s u rg e m , d e v e m o s d o p as s a d o ( 1 - 3 ) . Q u e m lib e rto u n o p ass ad o , n ã o d e ix a rá d e
re c o rre r às Prom essas d e D e u s , e m H b 1 3 . 5 - 6 . lib e r ta r n o f u tu r o ( 4 - 8 ) .

4 3 . 3 N e s te m u n d o d e fe lic id a d e e d e treva s e s p iritu a is , p re c i­ 4 4 . 4 Este D e u s d a h is tó ria é ta m b é m o nosso S a lv a d o r


s am o s d a luz e d a verdade p a ra nos g u ia r a Jesus, a p ró p ria pessoal.
L uz (J o 8 .1 2 ) , a p ró p ria V e rd a d e e o ú n ic o C a m in h o p a ra
D e u s (J o 1 4 .6 ) . • N . H o m . C in c o coisas " m in h a s " : 1 ) M in h a 4 4 .5 A nossa v itó ria d e p e n d e d a fo rç a d e D e u s , n a q u a l p o ­
causa - pleiteia-a, v 1; 2 ) M in h a fortaleza - tu és, v 2 ; 3 ) M i­ d e m o s c o n fia r (F p 4 .1 3 ; 2 C o 2 .1 4 ; 1 0 .4 ) . A nossa fo rç a n a d a
n ha alegria - Deus, v 4 ; 4 ) M in h a alm a - p o r que te pertur­ a d ia n ta ( 6 ) , m a s e m D e u s so m o s m a is d o q u e v e n c e d o re s ,
bas?, v 5 ; 5 ) M e u Deus, v 5 . ( 7 - 8 ; c f R m 8 .3 1 - 3 9 ) .
813 SALMO 44.25
4 4 .8 <*SI 34.2; não nos esquecemos de ti,
8 Em Deus, nos temos gloriado d
Rm 2.17
continuamente nem fomos infiéis à tua aliança.
e para sempre louvaremos 4 4 .9 *St 60.1 18 Não tomou atrás o nosso coração,"1
o teu nome. nem se desviaram os nossos passos
4 4 .1 0
9 Agora* porém, tu nos lançaste fora,e 'Lv 26.17; js 7.8,
dos teus caminhos,
e nos expuseste à vergonha, 12 19 para nos esmagares"
e já não sais onde vivem os chacais
4 4 .1 1 s D t4 .2 7 ;
com os nossos exércitos. Rm 8.3 6
e nos envolveres
10 Tu nos fazes bater em retiradaf com as sombras da morte.
4 4 .1 2 20 Se tivéssemos esquecido0
à vista dos nossos inimigos,
Ms 52.3-4
e os que nos odeiam o nome do nosso Deus
nos tomam por seu despojo. 4 4 . 1 3 'D t 28.3 7 ou tivéssemos estendido as mãos
11 Entregaste-nos como ovelhass AAIA
'H. 1^
21
a deus estranho,
porventura, p
para o corte /2Rs 19.21;
e nos espalhaste entre as nações. Sl 22 .7 não o teria atinado Deus,
12 Vendes por um nada o teu povoh ele, que conhece os segredos
4 4 .1 6 *SI 8.2
e nada lucras com o seu preço. dos corações?
13 Tu nos fazes opróbrio' 4 4 . 1 7 'D n 9.13 22 Mas, por amor de ti?,
dos nossos vizinhos, somos entregues à morte
4 4 .1 8
escárnio e zombaria "■(ó 23.11 continuamente,
aos que nos rodeiam. somos considerados como ovelhas
4 4 .1 9 " 5 1 2 3 .4 para o matadouro.
14 Pões-nos por ditado/
entre as nações, 4 4 .2 0 °|Ó 11.13
23 Desperta! Por que dormes/
alvo de meneios de cabeça Senhor?
4 4 .2 1 Desperta! Não nos rejeites
entre os povos.
PJÓ 31.14;
15 A minha ignomínia está sempre ir 17.1 0
para sempre!
diante de mim; 24 Por que escondes a face5
4 4 .2 2 qRm 8.3 6 e te esqueces da nossa miséria
cobre-se de vergonha o meu rosto,
16 ante os gritos do que afronta* 4 4 .2 3 rSI 7.6
e da nossa opressão?
e blasfema, 25 Pois a nossa alma está abatida'
à vista do inimigo e do vingador. 4 4 .2 4 s|Ó 13.2 4 até ao pó,
17 Tudo isso nos sobreveio;1 4 4 .2 5
e o nosso corpo,
entretanto, ÍS 1119.25 como que pegado no chão.

4 4 . 9 - 1 6 U m a d e s c riç ã o d e a lg u m a d e rro ta e fru s tra ç ã o q u e la tiv a , e n ã o a b s o lu ta ; a le g a -s e q u e n ã o h a v ia a p o s ta s ia n a c io ­


a n a ç ã o d e Israel a c a b a ra d e s o fre r, m a s , esta v e z , n ã o p o r n a l. M a s n in g u é m p o d e d e c la ra r q u e a b s o lu ta m e n te n u n c a se
causa d o seu p e c a d o ( 1 7 - 1 8 ) . N ã o d e v e m o s a trib u ir t o d o o e s q u e c e ra d e D e u s , n u n c a fo r a in fie l à S ua P a la v ra , n u n c a se
s o frim e n to às fa lh a s m o ra is d o s o fre d o r. O liv ro d e Jó m o s tr a - d e s v ia ra d o s c a m in h o s q u e D e u s s e m p re a p o n t a ( 1 7 - 1 8 ) ; só
n o s q u e o p e c a d o n ã o é a ú n ic a cau s a d o s o frim e n to . A d e r ­ D e u s é q u e s a b e a té q u e p o n t o fiz e m o s t u d o is to ( 2 1 ) .
ro ta e a decepção fa z e m p a r te da d is c ip lin a da qual 4 4 . 1 9 Chacais. H a b ita n te s d e lu g a re s d e s e rto s . A e v id ê n c ia
n e c e s s ita m o s , e m u ita s v eze s n o s e n s in a m e a ju d a m m u it o p o d e a p o n t a r p a ra a lg u m a b a ta lh a n o d e s e rto d e E d o m
m a is d o q u e a lg u m a a p a rê n c ia d e ê x ito . O u s o c o n tín u o d a ( 2 C r 2 0 ) n o re in a d o d e Josafá ( 8 7 0 - 8 4 0 a .C .) , s itu a ç ã o se­
p a la v ra " t u " n o s w 1 0 - 1 4 a trib u i as c irc u n s tâ n c ia s d e Israel à m e lh a n te à q u e la d e s c rita a q u i.
ação d e Deus.
4 4 . 2 2 Se p re c is a m o s s o fre r, é m e lh o r q u e seja e m p ro l d a
4 4 .1 1 Nos espalhaste. lite r a lm e n te , os israelitas fo r a m e s p a ­ cau s a d e D e u s , c f 1 Pe 4 . 1 2 - 1 9 . N e n h u m a a le g ria v a le a
lh a d o s n o a n o 7 2 1 a .C . ( o re in o d o n o rte ) , e 5 8 7 a .C . (o p e n a , se é o b t id a p e la nossa fu g a a o d e v e r o u c o m u n h ã o c o m
re in o d o s u l). E n tã o , e s te s a lm o p e rte n c ia a u m a é p o c a b e m D e u s . N o s s o C r ia d o r e M e s tr e ta m b é m e n fre n to u o sofri­
p o s te rio r à d e D a v i (c . 1 0 1 1 - 9 7 1 a .C .) . M a s ta lv e z a re fe rê n ­ m e n t o (Is 5 3 .7 ; H b 5 .8 ) .
cia seja a p e n a s a a lg u m e x é r c ito israe lita d e r r o ta d o n o t e r r itó ­
4 4 . 2 3 - 2 6 U m a d as v a n ta g e n s d a tris te z a é q u e n o s le v a à
rio d o s filiste u s, tiro s, sírios, a m o n ita s , m o a b ita s , e d o m ita s ,
o ra ç ã o . U m a c ria n ç a , q u e tin h a u m p a i b ê b a d o , disse à soa
ism a elitas, c a n a n e u s , citas , e tc ., os v iz in h o s im e d ia to s d o s is­
m ã e : " S e rá q u e S ata n ás n ã o p e rc e b e q u e , q u a n d o m a n d a
raelitas, s e m c o n ta r os g ra n d e s im p é rio s .
p a p a i b ê b a d o p a ra casa , n o s d á m a is u m a o p o r tu n id a d e p n
4 4 . 1 4 Foi e x a t a m e n te esta s itu a ç ã o q u e M o is é s p red isse p a ra le v a r u m re c a d o p a ra Jesus?". Se o s o frim e n to n o s le * a a p o i ­
a n a ç ã o , se viesse a d e s o b e d e c e r à Lei d e D e u s ( D t 2 8 .3 7 ) . sar q u e D e u s está lo n g e , é re a lm e n te s ó p a ra n o s t o m a r M b
4 4 . 1 7 - 2 2 A in o c ê n c ia d e s c rita a q u i d e v e ser c o n s id e ra d a re ­ d ilig e n te e m b u s c a r a c o n s o la ç ã o e a s a b e d o ria d e D o s .
M IM O 44.26 814
36 Levanta-te para socorrer-nos 45.2 uLc 4.22 por isso, Deus, o teu Deus,
e resgata-nos te ungiu
por amor da tua benignidade. com o óleo de alegria,
4 5 .3 ‘'Is 9.6; como a nenhum
O Ungido de Deus e a sua noiva Ap 1.16 dos teus companheiros.)'
A o m e s tre d e c an to , s eg undo a m e lo d ia
8 Todas as tuas vestes2
" O s lír io s " . D o s f ilh o s d e C o rá . recendem a mirra,
S a lm o d id á tic o . C â n tic o d e a m o r 4 5 .4 >»Ap 6.2 aloés e cássia;
de palácios de marfim
Salmo 45 ressoam instrumentos de cordas
1 De boas palavras 4 5 .6 * SI 93.2 que te alegram.
transborda o meu coração. 9 Filhas de reis se encontram0
Ao Rei consagro o que compus; entre as tuas damas de honra;
a minha língua é como a pena 4 5 .7 y( 6-7)
à tua direita está a rainha
de habilidoso escritor. Hb 1.8-9 adornada de ouro finíssimo
2 Tu és o mais formoso0 de Ofir.
dos filhos dos homens; 10 Ouve, filha; vê, dá atenção ;b
nos teus lábios 4 5 .8 i C t l . 3
esquece o teu povo
se extravasou a graça; e a casa de teu pai.
por isso, Deus te abençoou 11 Então, o Rei cobiçarác
para sempre. a tua formosura;
4 5 .9 o IR s 2.9
3 Cinge a espada no teu flanco/ pois ele é o teu senhor;
herói; inclina-te perante ele.
cinge a tua glória 12 A ti virá a filha de Tirod
4 5 .1 0 trazendo donativos;
e a tua majestade! í?Dt 21.1 3
4 E nessa majestade^ os mais ricos do povo
cavalga prosperamente, te pedirão favores.
pela causa da verdade e da justiça; 13 Toda formosura é a filha do Rei*
4 5 .1 1 cSI 95.6
e a tua destra te ensinará proezas. no interior do palácio;
5 As tuas setas são agudas, a sua vestidura
penetram o coração é recamada de ouro.
dos inimigos do Rei; 4 5 .1 2 dSl 22.2 9 14 Em roupagens bordadasf
os povos caem submissos a ti. conduzem-na perante o Rei;
6 O teu trono, ó Deus,* as virgens, suas companheiras
é para todo o sempre; 4 5 .1 3 que a seguem,
cetro de eqüidade *?Ap 19.7-8 serão trazidas à tua presença.
é o cetro do teu reino. 15 Serão dirigidas com alegria
7 Amas a justiça e regozijo;
e odeias a iniqüidade; 4 5 .1 4 fC t 1.4 entrarão no palácio do Rei.

4 5 . 1 - 1 7 S e g u e -s e o p a d rã o d o s c â n tic o s d e c a s a m e n to s , d a d e , ju lg a rá aos q u e p ra tic a m ta n t o a p r im e ira c o m o a


q u e s im b o liz a o q u a d r o id e a l d a u n iã o d o M essias c o m Seu s e g u n d a . C ris to , c o m o o n o iv o ( M t 2 5 . 1 - 1 3 ) , é a c h a v e d e s ­
povo. tas p a la v ra s , e d a sua c ita ç ã o e m H b 1 .8 .

4 5 .1 O s a lm o é in tr o d u z id o c o m u m a ex p re s s ã o d e s a n to 4 5 . 8 , 9 A d e s c riç ã o d e u m n o iv o re a l s im b o liz a a g ló ria d o


e n tu s ia s m o . M essias.

4 5 . 2 F a la -s e a o N o iv o e m e n c io n a -s e sua b e le z a e su a g ra ç a ; 4 5 . 1 0 - 1 7 A n o iv a , s im b o liz a n d o o p o v o d e D e u s , a ig re ja , as
a p lic a -s e a C ris to , e s p e c ia lm e n te n o s e n tid o d a s Suas q u a lid a ­ pessoas q u e v iv e m e m c o m u n h ã o c o m C ris to , é e x o r ta d a a
d e s esp iritu ais. o u v ir, d a r a te n ç ã o e e s q u e c e r o m u n d o . O p o v o d e D eus
re c e b e a fo rm o s u ra d o Rei ( 1 1 ) .
4 5 .3 -5 D e s c re v e -s e S u a v in d a v ito rio s a ; to d o s te r ã o q u e
a d o r á -IO . 4 5 .1 2 A b e le z a d e c a rá te r q u e os fiéis re fle te m d e v e leva r
o u tro s a a d o ra r C ris to ; m a s d e v e ser sin c e ra e n asc id a d o seu
4 5 . 6 , 7 O c a rá te r e o o fíc io d o n o iv o , o M ess ias. C ris to re in a
ín tim o ( 1 3 ) .
c o m o D eu s , c o m a u to rid a d e s em ig u a l e n tr e os h o m e n s , p o is,
m e s m o te n d o v iv id o e n tr e eles, te n d o -o s p o r " c o m p a n h e i­ 4 5 . 1 3 - 1 5 O s p riv ilé g io s d a q u e le s q u e p e rte n c e m a o N o iv o
ro s", e stá a c im a d e le s . A m a n d o à ju s tiç a e o d ia n d o à in iq ü i­ C e le s tia l.
*15 SALMO 47.3
lé Em vez de teus pais, 9 4 5 .1 6 9 lP e 2.9 6 Bramam nações, reinos se abalam;m
serão teus filhos, ele faz ouvir a sua voz,
4 5 .1 7 iiM I1 .il
os quais farás príncipes e a terra se dissolve.
por toda a terra. 7 O S enhor dos Exércitos"
4 6 .1 'D t 4.7
17 O teu nome, eu o farei celebrado h está conosco;
de geração a geração, 4 6 .3 /SI 93.3-4;
o Deus de Jacó é o nosso refúgio.
e, assim, os povos te louvarão M t 7.25 8 Vinde, contemplai0
para todo o sempre. as obras do S enhor ,
4 6 .4 *S I 48.1; que assolações efetuou na terra.
Deus é o nosso refúgio e fortaleza Is 8.7
9 Ele põe termo à guerraP
A o m e s tre d e c a n to . D o s f ilh o s
até aos confins do mundo,
4 6 . 5 'D t 23.14;
d e C o rá . E m voz d e s o p ra n o . C â n tic o
Ez 43.7,9;
quebra o arco e despedaça a lança;
Jl 2.27 ; Zc 2.5, queima os carros no fogo.
Salmo 46 10-11 10 Aquietai-vos e sabei
que eu sou Deus;
1 Deus é o nosso refúgio' 4 6 .6 m Js 2.9;
sou exaltado entre as nações,
e fortaleza, SI 2.1
sou exaltado na terra.
socorro bem presente 1 1 0 S enhor dos Exércitosf
4 6 .7 " N m 14.9;
nas tribulações.
2 0 1 3 .1 2 está conosco;
2 Portanto, não temeremos o Deus de Jacó é o nosso refugio.
ainda que a terra se transtorne 4 6 .8 o SI 66.5
e os montes se abalem Deus, o Rei da terra
no seio dos mares; 4 6 .9 p SI 76.3;
A o m e s tre d e can to .
3 ainda que as águas tumultuem/ Ez 39.9
S a lm o d os f ilh o s d e C o rá
e espumejem
e na sua fúria os montes 4 6 .1 0 lls 2 .il
Salmo 47
se estremeçam.
4 6 .1 1 'SI 46 .7
4 Há um rio, cujas correntes* 1 Batei palmas, todos os povos;5
alegram a cidade de Deus, celebrai a Deus
4 7 .1 *ls 55.1 2
o santuário das moradas com vozes de júbilo.
do Altíssimo. 2 Pois o S enhor Altíssimo*
4 7 .2 (D t 7.21;
5 Deus está no meio dela;' SI 76.12 é tremendo,
jamais será abalada; é o grande rei de toda a terra.
Deus a ajudará desde antemanhã. 4 7 .3 "S 118.47 3 Ele nos submeteu os povosu

4 5 . 1 6 , 1 7 O s q u e p e rte n c e m a C ris to d ã o m a is v a lo r a Ele d o m ais , m a s , q u a n d o D e u s in te rv ir, n a d a L h e p o d e r á im p e d ir a


q u e aos laço s m a is e s tre ito s d e p a re n te s c o , p o is p ass am a v o n ta d e .
p e r te n c e r a u m a g e ra ç ã o e te rn a , n a m a is ín tim a c o m u n h ã o
4 6 .8 -1 1 N o f im , será s u p r e m o s o b re to d a s as n a ç õ e s . D e v e ­
c o m C ris to e c o m os irm ã o s n a fé.
m o s ser c a lm o s n o m e io d a g ra n d e s lu ta s in te rn a c io n a is , a d o ­
4 6 .1 -1 1 C a d a u m a d as trê s p a rte s d o s a lm o r e p e te a d e c la ­ ra n d o D e u s c o m o o S er S u p re m o q u e d ir ig e os d e s tin o s d o
ra ç ã o q u e " D e u s é o nosso re fú g io " , w 1 ,7 e 1 1 . m u n d o , e , fin a lm e n te , será a b e r t a m e n te re v e la d o c o m o Rei
4 6 .1 -3 D e u s é re fú g io n o p e rig o ; fo rç a p a ra le v a r a nossa d o s reis e S e n h o r d o s s e n h o re s . A té à q u e le d ia , p o d e m o s sa­
v id a p a ra fin a lid a d e s c o n s tru tiv a s , s o c o rro e c o n s o lo n as p re o ­ b e r q u e Ele e stá c o n o s c o , já n e s te ín te rim , e d e v e m o s c o n -
c u p a ç õ e s . P ara e x e m p lific a r e s te fa to , d e s c re v e m -s e q u a tro v id á - 1 0 a re in a r c o m o S e n h o r e m to d o s os a s p e c to s d a nossa
c a la m id a d e s q u e p a re c e ria m s e r o fim d o m u n d o , s e m a t e m o ­ v id a .
riz a r e m aos q u e tê m D e u s c o m o re fú g io (R m 8 .3 1 - 3 9 ) . A
4 7 . 2 C rande rei. Este s a lm o , ju n ta m e n te c o m o SI 4 6 , fix a na
p re s e n ç a e o p o d e r d e D e u s , re c o n h e c id o s e a c e ito s e m n o s ­
m e n te d o le ito r a v e r d a d e d e q u e D e u s é o G r a n d e Rei, q u e
sas vid a s , c o n s titu e m a d ife re n ç a e n tr e d e rro ta s e v itó ria s , e n ­
fa rá d e to d a s as n a ç õ e s s ú d ito s Seus. S e n d o Ele o D e u s q u e
tr e fracassos e ê x ito s , e n tr e o m e d o e a fé .
re g e s o b re t o d a a te rr a , só Ele é Q u e m m e re c e os lo u v o re s d e
4 6 . 4 - 7 A s a lv a ç ã o o p e ra d a p o r D e u s ( 1 - 3 ) é p ro v a d a q u ilo to d o s os seres q u e v iv e m n a te rra . • N . H o m . Louvando a
q u e D e u s é p a ra nós; é u m a n te g o z o d o s a n tu á rio e t e r n o d e D e u s : 1 ) C o m a le g ria , " B a te i p a lm a s " , sina l d e g o z o ín t im o
D e u s . D e u s , q u e se to r n o u o D e u s d e Jacó, q u e é o D e u s d e ( N a 3 .1 9 ) ; 2 ) U n iv e rs a lm e n te , " to d o s os p o v o s '; 3 ) V o c a l­
to d a s as fo rç a s d o u n iv e rs o , q u e r ta m b é m ser o n oss o D e u s , m e n te , " c o m v o ze s d e jú b ilo " ; 4 ) F re q ü e n te m e n t e , " s a lin o -
e n o s le v a r p a ra a C id a d e E te rn a c o m o rio e suas c o rre n te s (4 ; d ia i, c a n ta i lo u v o r e s " , tr ê s vezes nos w 6 -7 ;
A p 2 1 .9 - 2 2 .5 ) . 5 ) H a rm o n io s a m e n te o u c o m c o m p re e n s ã o ( 7 , o h e b m a s B
4 6 .6 A p o lític a in te rn a c io n a l p o d e r á c o m p lic a r-s e c a d a d ia te m a m b o s os s e n tid o s ). O s a lm o é p ro fé t ic o , h is tó r ic o e t » » -
SALMO 47.4 816
4 7 .4 » lP e 1.4
e pôs sob os nossos pés as nações. 4 Por isso, eis que os reisc
4 Escolheu-nos a nossa herança/ se coligaram
a glória de Jacó, a quem ele ama. 4 7 .5 e juntos sumiram-se;
5 Subiu Deus por entre aclamações ,w " S l 68.24-25 5 bastou-lhes vê-lo,
o Senhor , ao som de trombeta. e se espantaram,
6 Salmodiai a Deus, 4 7 .7 *Z c 14.9; tomaram-se de assombro
cantai louvores; IC o 14.15-16
e fugiram apressados.
salmodiai ao nosso Rei, 6 O terror ali os venceu ,d
cantai louvores. 4 7 .8 e sentiram dores
7 Deus é o Rei de toda a terra;' y lC r 16.31;
como de parturiehte.
A p 19.6
salmodiai 7 Com vento oriental destruístee
com harmonioso cântico. as naus de Társis.
8 Deus reina sobre as nações;)' 4 7 .9 ^Sl 89.1 8
8 Como temos ouvido dizer/
Deus se assenta no seu santo trono. assim o vimos
9 Os príncipes dos povos se reúnem ,z 4 8 .1 °SI 46.4; na cidade do S e n h o r dos Exércitos,
o povo do Deus de Abraão, M q 4.1
na cidade do nosso Deus.
porque a Deus pertencem
Deus a estabelece para sempre.
os escudos da terra; 4 8 .2 i> M t 5.35 9 Pensamos, ó Deus,9
ele se exaltou gloriosamente.
na tua misericórdia
A cidade de Deus 4 8 .4 c2Sm 10.6 no meio do teu templo.
10 Como o teu nome, ó Deus,h
C â n tic o . S a lm o d os f ilh o s d e C o r á assim o teu louvor se estende
4 8 .6 «Êx 15.15
até aos confins da terra;
Salmo 48 a tua destra'está cheia de justiça.
1 Grande é o Senhor 0 4 8 .7 e jr 18,1 7 11 Alegre-se o monte Sião,
e mui digno de ser louvado, exultem as filhas de Judá,
na cidade do nosso Deus. 4 8 . 8 'S l 48.1 -2; por causa dos teus juízos.
M q 4.1 12 Percorrei a Sião, rodeai-a toda,
2 Seu santo monte,
belo e sobranceiro, contai-lhe as torres;
é a alegria de toda a terra; 4 8 .9 9SI 26.3 13 notai bem os seus baluartes,
o monte Sião, observai os seus palácios,
para os lados do Norte, 4 8 .1 0
para narrardes
a cidade do grande Rei*. h D t 28.5 8; às gerações vindouras
Sl 113.3 14 que este é Deus,'
3 Nos palácios dela,
Deus se faz conhecer o nosso Deus para todo o sempre;
como alto refúgio. 4 8 .1 4 'Is 58.11 ele será nosso guia até à morte.

b é m d id á tic o ; e n s in a -n o s a e n tr o n iz a r Jesus C ris to c o m o Rei 4 8 . 9 - 1 4 A g o r a o p o v o d e Jeru salém passa a m e d it a r s o b re a


e m nossas vidas. g ra n d e o b ra d e salv a ç ã o le v a d a a e fe ito n a q u e la o c a s iã o his­
4 8 . 1 - 3 Jeru salém tin h a u m a s itu a ç ã o id e a l, e e ra a c a p ita l tó ric a ( 2 C r 3 2 .2 1 - 2 3 ) . O T e m p lo é o lu g a r re s e rv a d o p a ra o
c ívic a e relig io sa d o s israelitas, q u e a e s tim a v a m c o m o a s an ta p o v o t e r c a lm a e in s p ira ç ã o p a ra m e d ita r s o b re a g ra n d e z a d a
p é ro la p rec io sa d e to d a s as n a ç õ e s , o b je to d e seu o rg u lh o e Sua b o n d a d e . D u r a n te o c e rc o , os h a b ita n te s d e Jeru salém
a rd o r. O s salm o s 4 6 , 4 7 e 4 8 , q u e c e le b ra m D e u s c o m o o t in h a m s id o lim ita d o s e m seus m o v im e n to s , m a s a g o ra e s ta ­
G r a n d e e v ito rio s o Rei, são c o n s id e ra d o s c o m o c â n tic o s d e v a m livres p a ra p e r a m b u la r liv re m e n te c o m m a is g o s to p e la
tr iu n fo e e m a ç ã o d e g ra ç a s p e la lib e r ta ç ã o d e Jeru salém d a c id a d e que ele s q u a s e p e rd e ra m (1 2 -1 3 ). A bondade
a m e a ç a d e S e n a q u e rib e , e tê m m u ita s e x p ressõ es s e m e lh a n ­ d e D e u s p a ra c o n o s c o n ã o s o m e n te d e v e ser c e le b ra d a ( 1 ) ,
tes à n a rra tiv a e m Is c a p 3 3 . com o ta m b é m p u b lic a d a (1 3 ). Se d e s e ja m o s que
no ss o s filh o s r e v e r e n c ie m a D eus, nós devem os em
4 8 . 4 - 8 A d e s c riç ã o re fe r e -s e à c o n c e n tra ç ã o das tro p a s assí­
p r im e ir o lu g a r m o s tr a r c la ra m e n te c o m o Ele é p re c io s o p a ra
rias a o r e d o r d o s m u ro s d e Jeru salém ( 4 ) e d e p o is seu te rro r,
nós (1 3 ).
seu p â n ic o e su a fu g a ( 5 ,6 ) . Esta g r a n d e e m a ra v ilh o s a o b ra é
a trib u íd a a D e u s ( 7 ) , q u e c o n fir m a ra , e m p o s te rio re s g e ra ­
ç õ es , q u e os israelitas já h a v ia m a p re n d id o , le n d o nos Livros 4 8 . 1 4 U m a co n fis s ã o d e f é . D e u s , c o n fo r m e d e s c rito a c im a , é
d e M o is é s , o re la to d a b o n d a d e e d o p o d e r d e D e u s re v e la d o s o nosso D e u s p ess oal, q u e n o s g u ia rá a t é à m o r t e e a lé m d a
n a h is tó ria d o S eu p o v o (8 ) . s e p u ltu ra .
*17 SALMO 49.18
do homem 49.2/SI 62.9 como o inepto,
os quais deixam a outros
A o m e s tre d e can to.
S a lm o dos filh o s d e C o r á 4 9 .4 *SI 78.2 as suas riquezas.
11 O seu pensamento íntimor
Salmo 49 4 9 .5 'SI 38.4 é que as suas casas
serão perpétuas
1 Povos todos, escutai isto; e, as suas moradas,
4 9 .6
dai ouvidos, "1JÓ 31.24-25; para todas as gerações;
moradores todos da terra, M c 10.24;
IT m 6.17
chegam a dar seu próprio nome
2 tanto plebeus/
às suas terras.
como os de fina estirpe,
12 Todavia, o homem não permanece5
todos juntamente, ricos e pobres. 4 9 .7 " M t 16.26
em sua ostentação;
3 Os meus lábios falarão sabedoria,
é, antes, como os animais,
e o meu coração terá 4 9 .8
o |ó 3 6 .1 8 -1 9 que perecem.
pensamentos judiciosos.
13 Tal proceder é estultícia deles;(
4 Inclinarei os ouvidos*
assim mesmo os seus seguidores
a uma parábola, 4 9 .9 pSI 89.4 8
aplaudem o que eles dizem.
decifrarei o meu enigma
ao som da harpa. 4 9 .1 0 9PV 11.4
14 Como ovelhas u
5 Por que hei de eu temer' são postos na sepultura;
nos dias da tribulação, a morte é o seu pastor;
4 9 .1 1 'G n 4.17
quando me salteia a iniqüidade eles descem diretamente
dos que me perseguem, para a cova,
4 9 .1 2 sSI 39.5 onde a sua formosura se consome;
6 dos que confiam nos seus bensm
e na sua muita riqueza se gloriam? a sepultura é o lugar
7 Ao irmão, verdadeiramente," 4 9 .1 3 (Lc 12.20 em que habitam.
ninguém o pode remir, 15 Mas Deus remirá a minha alma1"
nem pagar por ele a Deus 4 9 .1 4 ujó 4.21; do poder da morte,
Dn 7.22; pois ele me tomará para si.
o seu resgate Lc 22.30;
8 (Pois a redenção da alma deles0 IC o 6.2 16 Não temas, quando alguém
é caríssima, se enriquecer,
e cessará a tentativa para sempre.), 4 9 .1 5 ''SI 56.1 3
quando avultar a glória
9 para que continue a viverP de sua casa;
perpetuamente 4 9 .1 7
17 pois, em morrendo ,w
e não veja a cova; » |ó 27.1 9 nada levará consigo,
10 porquanto vê-se morrerem'? a sua glória não o acompanhará.
os sábios 4 9 .1 8
18 Ainda que durante a vida*
e perecerem tanto o estulto ^ D t 29.1 9 ele se tenha lisonjeado,

4 9 .1 C h a m a -s e a a te n ç ã o d e to d o s p a ra a q u e s tã o d a ri­ D eu s ; s o m e n te o sacrifício d e jesus C ris to n a c ru z , q u e é u m a


q u e z a , c o m sua in flu ê n c ia s o b re o c a rá te r d o s h o m e n s e so b re o b la ç ã o s u fic ie n te , é a c e itá v e l p e r a n te D e u s p a ra o nosso res­
o cu rs o e o d e s tin o d a s suas v id a s ( 5 - 6 ) . g a te (G l 3 . 1 3 - 1 4 ; 4 . 3 - 5 ; 1 Pe 1 . 1 8 - 2 1 ) .
4 9 .3 ,4 A v e rd a d e , q u e a q u i é re v e la d a , v e io d o p ró p rio D eu s . 4 9 .1 0 A m o rte não r e s p e ita nenhum a p e r s o n a lid a d e
4 9 . 5 , 6 A g ra n d e p e r g u n ta é: p o r q u e ra z ã o o ju s to h á d e ( H b 9 .2 7 ) .
t e m e r à q u e le q u e é ric o , c u ja te n d ê n c ia é o p r im ir os p o b re s? 4 9 . 1 3 - 2 0 A s e g u n d a resp o sta é q u e o ju s to n ã o d e v e te m e r
A s d u a s resp o stas ( 7 - 8 e 1 3 - 2 0 ) m o s tr a m q u e o ju s to n ã o os ricos, p o is e n q u a n to o fu tu r o d o s rico s s e m D e u s é d e
d e v e te m e r. m is é ria e te rn a , o f u t u r o d o s q u e t e m e m a D e u s e stá a b rilh a n ­
4 9 . 7 . 8 A p rim e ira resp o sta é q u e o ju s to n ã o d e v e t e r res­ t a d o c o m a p e rs p e c tiv a d a v id a e te rn a .
p e ito s u b s e rv ie n te p a ra c o m os ricos, p o is as riq u e z a s n ã o 4 9 .1 3 -1 5 O f u t u r o d o s q u e são ricos p a ra o m u n d o , m as
p o d e m s alv ar d a m o r te , n e m p o d e m a c o m p a n h a r seu d o n o p o b re s p a ra c o m D e u s . N a m o r te p e re c e rá t a n t o sua p ro s p e ri­
q u a n d o e s te m o rre r. N in g u é m p o d e p ro lo n g a r sua v id a c o m d a d e , q u a n t o sua e s p e ra n ç a , c f v 1 0 . N o v 1 5 , c o n tr a s ta -s e o
d in h e iro ; a v id a , ta n to a física c o m o a e s p iritu a l, é u m d o m f u tu r o d o s fiéis: o D e u s ju s to ressuscitará seus c o rp o s p a ra a
q u e s o m e n te D e u s p o d e c o n c e d e r (E f 2 .8 ,9 ) . e te rn id a d e .
4 9 .8 Caríssima. N in g u é m n o m u n d o p o d e p a g a r o p re ç o 4 9 . 1 6 - 1 9 O s ricos, a o m o r re re m , n a d a le v a fã o c o n s ig o , c f a
p a ra re s g a ta r u m a ú n ic a a lm a d a p e n a d o p e c a d o c o n tra p a rá b o la d e Jesus e m Lc 1 2 .1 9 .
SâU C O 49.19 818
4 9 .1 9 contra ti.
e ainda que o louvem
/G n 15.15;
quando faz o bem a si mesmo, 5156.13 Eu sou Deus, o teu Deus.
19 irá ter com a geração/ 8 Não te repreendof’
de seus pais, 4 9 .2 0 ^Sl 49.1 2 pelos teus sacrifícios,
os quais já não verão a luz. 5 0 .1 « N e 9.32;
nem pelos teus holocaustos
20 O homem, revestido de honrarias/ Jr 32.18 continuamente perante mim.
mas sem entendimento, 9 De tua càsa não aceitarei novilhos,'
5 0 .2 6 D t 33.2
é, antes, como os animais, nem bodes, dos teus apriscos.
que perecem. 5 0 .3 cLv 10.2; 10 Pois são meus
SI 9 7.3 todos os animais do bosque
A essência do culto a Deus 5 0 .4 d D t 4.26;
e as alimárias aos milhares
S a lm o d e A s a fe M q 6.1-2 sobre as montanhas.
11 Conheço todas as aves dos montes,
5 0 .5 eÊx 24.7; e são meus todos os animais
Salmo 50 Is 13.3
que pululam no campo.
1 Fala o Poderoso,0 5 0 .6 'SI 75.7 12 Se eu tivesse fome, não to diria,/
o S e n h o r Deus, pois o mundo é meu
5 0 .7 9Êx 20 .2
e chama a terra desde o Levante e quanto nele se contém.
até ao Poente. 5 0 .8 h|s 1.11; 13 Acaso, como eu carne de touros?
2 Desde Sião,* 0 5 6.6 Ou bebo sangue de cabritos?
excelência de formosura, 14 Oferece a Deus sacrifício*
5 0 .9 'M q 6.6
resplandece Deus. de ações de graças
3 Vem o nosso Deusc 5 0 .1 2 /Ê X 1 9 .5 ; e cumpre os teus votos
e não guarda silêncio; Jó 41.11; para com o Altíssimo;
IC o 10.26,28
perante ele arde um fogo devorador, 15 invoca-me no dia da angústia;'
ao seu redor esbraveja 5 0 .1 4 eu te livrarei,
grande tormenta. * D t 23.21; e tu me glorificarás.
SI 76.11;
4 Intima os céus lá em cimad Os 14.2
16 Mas ao ímpio diz Deus:
e a terra, para julgar o seu povo. De que te serve
5 Congregai os meus santos,e 5 0 . 1 5 /jó 22.27; repetires os meus preceitos
lc 13.9
os que comigo fizeram aliança e teres nos lábios a minha aliança,
por meio de sacrifícios. 5 0 .1 7 17 uma vez que aborreces a disciplina™
6 Os céus anunciam a sua justiça/ "»Ne 9.2 6 e rejeitas as minhas palavras?
porque é o próprio Deus que julga. 18 Se vês um ladrão,"
cn 1lo
)U. o
7 Escuta, povo meu, e eu falarei; s "R m 1.32;
tu te comprazes nele
6 Israel, e eu testemunharei 1Tm 5.22 e aos adúlteros te associas.

4 9 . 2 0 In d e p e n d e n te m e n te d a p o s iç ã o social d o h o m e m , o u 5 0 . 7 - 1 5 A p rim e ira classe a ser ju lg a d a é a d o s fo rm a lis ta s d e


d a sua riq u e z a , s e m C ris to c o m o seu S a lv a d o r pess o al e le Israel: D e u s m o s tr a q u e te m a u to r id a d e p a ra ju lg á -lo s ( 7 ) ;
p e re c e rá (1 Jo 5 .1 1 - 1 2 ) . re c e b e m c ré d ito p o r a q u ilo q u e fa z e m ( 8 ) ; m a s re c e b e m re ­
p re e n s ã o p e la sua m a n e ira d e f a z ê - lo ( 9 - 1 3 ) ; d e p o is , re c e ­
5 0 .1 Três n o m e s d e D e u s a p a r e c e m ju n to s , H e b 'êl, 'elõhim e
b e m in s tru ç õ e s d e c o m o d e v e ria m fa z ê - lo ( 1 4 - 1 5 ) . A f é é o
jehõvã, s ig n ific a n d o D e u s c o m o " p o d e r o s o p rin c íp io " ; D e u s
c u lto m a is p e rfe ito q u e se p o d e o fe re c e r a D e u s . • N . H o m .
c o m o " p lu ra l d e m a je s ta d e " , d o n d e se s u b e n te n d e a T rin ­
V e rs íc u lo 1 5 . 1 ) A s itu a ç ã o - " a n g ú s tia " ; 2 ) a o r d e m - " in -
d a d e re v e la d a n o N T ; e o " D e u s d a A lia n ç a " , q u e se re v e la
v o c a - m e " ; 3 ) a p ro m e s s a - " e u t e liv ra re i" ; 4 ) o re s u lta d o -
p e s s o a lm e n te . Foi e ste ú ltim o a s p e c to d a d iv in d a d e q u e Jesus
" tu m e g lo rific a rá s " . A s o lu ç ã o d e c a d a d ific u ld a d e e stá a q u i
C ris to v e io a p re s e n ta r-n o s . Este n o m e d e D e u s é tra d u z id o
re g is tra d a .
p o r Jeová o u n e s ta v e rs ã o p o r S E N H O R e s c rito c o m le tra
m a iú s c u la . 5 0 .1 6 -2 1 A s e g u n d a classe a ser ju lg a d a é a d o s ím p io s e m
5 0 .4 D e u s v e io ju lg a r Seu p ró p rio p o v o , c u ja c u lp a será a v a ­ Israel, os q u e d e s p re z a ra m ta n t o a Lei d e D e u s q u e n ã o se
lia d a em p ro p o rç ã o com os p r iv ilé g io s que re c e b e ra e n v e r g o n h a m d e c it á - la h ip o c r ita m e n te , s em a m ín im a in te n ­
( c f A m 3 .2 ) . O u n iv e rs o in te ir o é c h a m a d o p a ra ser te s te m u ­ ç ã o d e p r a tic á -la .
nha. • N . H o m . O ju lg a m e n to . 1 ) A c o rte é c o n v o c a d a e m
n o m e d o Rei d o s reis, v 1 ; 2 ) o Juiz t o m a o seu asse n to , 5 0 . 1 8 , 1 9 V io la ra m o s é tim o , o ita v o e n o n o m a n d a m e n to s ,
w 2 - 3 ; 3 ) c o n v o c a m -s e os réus, v 7; 4 ) p re v ê -s e o re s u lta d o a n u la n d o sua c o m u n h ã o c o m D e u s e a r ru in a n d o suas re la ­
d e s te ju lg a m e n to so le n e , v 6 . çõ es h u m a n a s .
819 SALMO 51.11
19 Soltas a boca para o mal,0 50.19 »si 52 .2 da minha iniqüidade
e a tua língua trama enganos. e purifica-me do meu pecado.
20 Sentas-te para falar 5 0 .2 1 pSI 90.8; 3 Pois eu conheço"
contra teu irmão Is 26.1 0
as minhas transgressões,
e difamas o filho de tua mãe. e o meu pecado
21 Tens feito estas coisas,p 5 0 .2 2 ?Jó 8.13;
está sempre diante de mim.
e eu me calei; Is 51.1 3
4 Pequei contra ti,
pensavas que eu era teu igual; contra ti somente,
mas eu te argüirei e porei tudo 51 .1
f2Sm12.1-15 e fiz o que é mal
à tua vista. sSl 5 1.9 ; Cl 2.1 4
perante os teus olhos,
22 Considerai, pois, 01510,9 de maneira que serás tido
vós que vos esqueceis de Deus, 5 1 .2 (H b 9.14 ;
por justo1' no teu falar
para que não vos despedace, IJo 1.7,9
e puro no teu julgar.
sem haver quem vos livre. 5 Eu nasci na iniqüidade,"'
23 O que me oferece sacrifício 5 1 .3 "S l 32.5
e em pecado me concebeu
de ações de graças, minha mãe.
esse me glorificará; 5 1 .4 ''R m 3.4
6 Eis que te comprazes na verdade*
e ao que prepara o seu caminho, no íntimo
dar-lhe-ei que veja
e no recôndito me fazes conhecer
5 1 .5 >v|ó14.4;
a salvação de Deus. Jo 3.6; Ef 2.3
a sabedoria.
Confissão e arrependimento 5 1 .6 "Jó 38.36 7 Purifica-me com hissopo/
e ficarei limpo;
A o m e s tre d e c an to . S a lm o d e D a v i,
q u a n d o o p ro fe ta N a t ã r 5 1 .7 yLv 14.4; lava-me, e ficarei mais alvo
v e io t e r c o m e le, d e p o is d e h a v e r e le N m 19.18; que a neve.
p o s s u íd o B a te -S e b a H b 9.19
8 Faze-me ouvir júbilo e alegria/
para que exultem os ossos
Salmo 51 5 1 .8 ^ M t 5.4
que esmagaste.
1 Compadece-te de mim,5 9 Esconde o rosto dos meus pecados0
ó Deus, 5 1 .9 oSl 16.1
e apaga todas as minhas iniqüidades.
segundo a tua benignidade; 10 Cria em mim, ó Deus,b
e, segundo a multidão 5 1 .1 0 t A t 15.9
um coração puro
das tuas misericórdias, e renova dentro de mim
apaga as minhas transgressões. 5 1 .1 1 cG n 4.14 ;
um espírito inabalável.
2 Lava-me completamentef
2Rs 13.23;
Ef 4.3 0 11 Não me repulses da tua presença,c
5 0 .2 1 P e n s a ra m q u e D e u s ta m b é m n ã o d a ria ta n to v a lo r à g o s to p o r cau s a d as c o n s e q ü ê n c ia s d o seu p e c a d o . O p e rd ã o
Sua Lei. d e D e u s só v e m a o e n c o n tr o d o s in c e ro a rr e p e n d im e n to
5 0 . 2 2 Considerai. U m aviso t r e m e n d o e s o le n e s o b re o cas­ hum ano.
t ig o d iv in o .
5 1 .5 N ossos a to s p e c a m in o s o s são o fr u to n a tu ra l d a nossa
5 0 .2 3 A B íb lia d á m u ita ê n fa s e à q u ilo q u e as pessoas fa la m , n a tu re z a c a íd a , c o n h e c id a com o pecado o rig in a l (E f 2 .3 ;
com o um a in d ic a ç ã o s e g u ra do seu v e r d a d e ir o c a rá te r R m 3 .2 3 ; 5 .1 2 ) .
(T g 3 . 1 - 1 2 ) .
5 1 . 6 D e u s p ro c u ra a titu d e s retas e sinceras, n ã o a p e n a s n o
5 1 .1 D a v i p e d e a m is e ric ó rd ia e n ã o a ju s tiç a , b a s e a n d o sua
nosso c o m p o r ta m e n to , m a s ta m b é m n o s nossos p e n s a m e n ­
p e tiç ã o n a b o n d a d e e b e n ig n id a d e d e D e u s . N e s te s a lm o , h á
to s secreto s; o e n s in a m e n to q u e d e le re c e b e m o s tra n s fo rm a
m u ito c o n tra s te e n tr e o " tu " e o " e u " e n tr e o D e u s s a n to e o
nossa p e rs o n a lid a d e d e s d e o nosso ín tim o , a té nossas a titu ­
ser h u m a n o p e c a d o r, p o is D a v i n ã o t e n ta e s c o n d e r seu p e ­
d es, u m a v e rd a d e ira , p r o fu n d a e to ta l a lte ra ç ã o .
c a d o , n e m d im in u ir sua h e d io n d e z , n e m a in d a a t r ib u í- lo a
causas in e v itá v e is d a sua s itu a ç ã o . 5 1 . 7 Hissopo. U m p e q u e n o a rb u s to (1 Rs 4 .3 3 ) , c o m cujos
5 1 .2 ,3 Iniqüidade. V eja 3 2 .2 n . P ec a d o .. . transgressões , ve jara m o s se e s p a rg ia o sangue e a água p u rific a d o re s
3 2 .1 n, o n d e "tra n s g re s s ã o " é ig u a l à p a la v ra " in iq ü id a d e " . (L v 1 4 . 1 - 7 ) .

5 1 . 4 F a ze r o m a l é u m c rim e c o n tra nosso p r ó x im o , m as , 5 1 . 7 - 1 2 D a v i d ese ja a p u rific a ç ã o , a a le g ria , e , p a ra ta n to ,


m u ito m ais , é u m a te n ta d o c o n tra o a m o r d e D e u s , c o n tra u m c o ra ç ã o n o v o , q u e é u m a c ria ç ã o s o b re n a tu ra l e n ã o u m a
Sua s a n tid a d e . D a v i e v id e n c ia p ro fu n d a tris te za p o r t e r p e ­ q u e s tã o d e e d u c a ç ã o (1 Pe 1 .3 ,2 3 ) . O p e c a d o é u m a d o e n ç a
c a d o c o n tra D e u s , u m a tris te z a m o ra l, q u e n ã o é s im p le s d e s ­ m o rta l tã o te rrív e l, q u e c a re c e d e to d o s esses re m é d io s .
S U M O 51.12 820
nem me retires 51.12
rf2Co3.17
Condenação do ímpio
o teu Santo Espírito.
12 Restitui-me a alegriad
A o m e s tre d e c an to . S a lm o d id á tic o
d e D a v i, g u a n d o D o e g u e , e d o m ita h,
da tua salvação f e z s a b e r a S a u l q ue D a v i e n tra ra

e sustenta-me 5 1 .1 4
e2Sm 11.17
n a c as a d e A b im e le q u e

com um espírito voluntário. Salmo 52


13 Então, ensinarei aos transgressores
os teus caminhos, 5 1 .1 6 1 Por que te glorias na maldade,'
e os pecadores se converterão 'N m 15.27; ó homem poderoso?
a ti. SI 4 0 .6 ; Jr 7.22
Pois a bondade de Deus
14 Livra-me dos crimes de sangue/ dura para sempre.
ó Deus, 2 A tua língua urde planòs/
Deus da minha salvação, 5 1 .1 7 gSI 34.18
de destruição;
e a minha língua exaltará é qual navalha afiada,
a tua justiça. ó praticadora de enganos!
15 Abre, Senhor, os meus lábios,
5 2 .1
3 Amas o mal antes que o bem;*
preferes mentir a falar retamente.
M S m 22.9 -10
e a minha boca manifestará ü S m 21 .7
4 Amas todas as palavras
os teus louvores. devoradoras,
16 Pois não te comprazesf ó língua fraudulenta!
em sacrifícios; 5 2 . 2 /SI 50 .1 9
5 Também Deus te destruirá'
do contrário, eu tos daria; para sempre;
e não te agradas de holocaustos. há de arrebatar-te e arrancar-te
17 Sacrifícios agradáveis a Deus9 5 2 .3 *Jr 9.4-5
da tua tenda
são o espírito quebrantado; e te extirpará
coração compungido e contrito, da terra dos viventes.
não o desprezarás, ó Deus. 5 2 .5 (Pv 2.22
6 Os justos hão de ver tudo isso,m
18 Faze bem a Sião, temerão e se rirão dele, dizendo:
segundo a tua bóa vontade; 7 Eis o homem que não fazia de
edifica os muros de Jerusalém. 5 2 .6 m |ó 22.1 9;
M l 1.5 Deus"
19 Então, te agradarás a sua fortaleza;
dos sacrifícios de justiça, antes, confiava na abundância
dos holocaustos 5 2 .7 "S I 49 .6 dos seus próprios bens
e das ofertas queimadas; e na sua perversidade
e sobre o teu altar se fortalecia.
se oferecerão novilhos. 5 2 .8 o )r 11.16 8 Quanto a mim, porém, sou0

5 1 . 1 3 - 1 5 S ó d e p o is d a m e n c io n a d a p u rific a ç ã o é q u e D a v i a fo n t e e a lin g u a g e m é a c o rre n te q u e p a r te d o ín tim o


p o d e r ia v o lta r a ser u m a fie l te s te m u n h a d as coisas d e D e u s . (T g 3 .1 1 ; Pv 4 .2 3 ; M c 7 .2 1 ) .
5 1 . 1 6 , 1 7 O s ritos e x te rn o s n ã o p o d e m O b te r o p e rd ã o d i­ 5 2 . 4 Palavras devoradoras. Im p lic â n c ia s , q u e ix a s e m a le d i­
v in o ; D e u s a g u a rd a u m v e rd a d e iro e ín tim o a rr e p e n d im e n to , cên c ias são u m a a n g ú s tia d e v o ra d o ra n o ín tim o d e q u e m ti­
p a ra v ir a a c u d ir e p e rd o a r. v e r d e s u p o r tá -la s .

5 1 . 1 8 , 1 9 Só d e p o is d e e x is tir a c o m u n h ã o ín tim a c o m D e u s , 5 2 .5 P re d iz -s e o fim d o s ím p io s . É coisa te rrív e l o ser a r re b a ­


é q u e a C id a d e S a n ta e o c u lto n o T e m p lo pass am a t e r v a lo r, ta d o , a r ra n c a d o d o p r ó p rio c o n v ív io e e x tir p a d o p e la ju stiç a
s e n d o e n tã o e s p iritu a lm e n te re s ta u ra d o s e re e d ific a d o s . O d iv in a . C u id a d o c o m a lín g u a !
SI 3 2 p e rte n c e a essa é p o c a , d a v id a d e D a v i; é u m c â n tic o d e 5 2 . 6 . 7 Q u a n d o os ju s to s c o n h e c e r e m esta p u n iç ã o , te m e r ã o
lo u v o re s p e la g ra ç a a lc a n ç a d a . c a ir e m ig u a l ca s tig o ; m as a le g r a r - s e -ã o a o c o n te m p la r a v it ó ­
5 2 .1 -5 Davi fa la s o b re seu in im ig o que o d e la ta r a ria d a causa d e D e u s , d a q u a l ta m b é m p a rtic ip a m (c f SI 2 .4 ) .
(1 S m 2 2 . 9 - 1 0 ) . 5 2 .7 Q u e m c o n fia e m si m e s m o e stá re je ita n d o a m is e ric ó r­
5 2 .1 Poderoso. O d e la to r se c o n s id e ra v a g ra n d e h e ró i, m a s os d ia d e D e u s .
q u e se o b s tin a m e m perseguir os fiéis serão e s m a g a d o s p e la 5 2 .8 Q u e m c o n fia e m D eus, e n ã o e m si m esm o, p o d e
ju s tiç a d e D eu s . a g u a r d a r p ro s p e rid a d e e s e g u ra n ç a in a b a lá v e is , p o is e m a n a m
5 2 . 2 - 4 O uso q u e o h o m e m fa z d a sua lín g u a é d e te r m in a d o d o p ró p r io D e u s e são e te rn a s , n ã o p e re c ív e is c o m o as e n e r­
p o r a q u ilo q u e a m a d o fu n d o d o seu c o ra ç ã o . O c o ra ç ã o é gias d o h o m e m .
821 SALMO 54.5
como a oliveira verdejante, 5 2 .9 pSI 54.6 5 Tomam-se de grande pavor/
na Casa de Deus; onde não há a quem temer;
confio ná misericórdia de Deus porque Deus dispersa os ossos
para todo o sempre. daquele que te sitia;
9 Dar-te-ei graças para sempre,p 5 3 .1 <?SI 10.4 tu os envergonhas,
porque assim o fizeste; porque Deus os rejeita.
na presença dos teus fiéis, 6 Quem me dera que de Sião viesse já
esperarei no teu nome, o livramento de Israel!
porque é bom. 5 3 .2 f( 1 -2) Quando Deus restaurar a sorte
Rm 3.10-12
do seu povo,
.4 corrupção do pecador e sua redenção então, exultará Jacó,
SI 1 4 .1 -7 e Israel se alegrará.
A o m e s tre d e can to .
S a lm o d id á tic o d e D a v i, p a r a c ita r a
5 3 .4 s|r 4.22 Apelo para o socorro divino
A o m e s tre d e c an to . S a lm o d id á tic o .
Salmo 53 P a r a in s tru m e n to s d e c o rd a s . D e D a v i,
g u a n d o os zife u s v ie r a m u d iz e r a S a u l:

1 Diz o insensato1! 5 3 .5 tL v 26.1 7; N ã o e stá D a v i h o m iz ia d o e n tre nós?

no seu coração: Pv28.1


Salmo 54
Não há Deus.
Corrompem-se 1 Ó Deus, salva-me,
e praticam iniqüidade; pelo teu nome,
já não há quem faça o bem. ' 5 4 .1
u1Sm 23.19; e faze-me justiça,
2 Do céu, olha Deus 26.1 pelo teu poder.
para os filhos dos homens, 2 Escuta, ó Deus, a minha oração,
para ver se há quem entenda, dá ouvidos
se há quem busque a Deus/ às palavras da minha boca.
3 Todos se extraviaram 5 4 .3 vSI 86.1 4 3 Pois contra mim se levantam1'
e juntamente se corromperam; os insolentes,
não há quem faça o bem, e os violentos
não há nem sequer um. procuram tirar-me a vida;
4 Acaso, não entendem5 5 4 .4 WS I118.7 não têm Deus diante de si.
os obreiros da iniqüidade? 4 Eis que Deus é o meu ajudador,w
Esses, que devoram o meu povo o Senhor é quem me sustenta
como quem come pão? a vida.
Eles não invocam a Deus. 5 4 .5 *SI 89.4 9 5 Ele retribuirá o malx
5 2 . 9 O s a lm o te r m in a c o m u m a n o ta d e lo u v o r; as a ç õ e s d e D e u s é d e s p re z a d o , n a d a m a is resta s e n ã o as d u ra s c o n s e ­
g ra ç a re fe r e m -s e a o p ass ad o , a tu d o a q u ilo q u e D e u s já fi­ q ü ê n c ia s n a tu ra is d o p e c a d o e a v e rg o n h a e te rn a .
z e ra , e a e s p e ra n ç a se re fe re a o fu tü r o , à a n te c ip a ç ã o d e m ais
5 3 .5 É só a q u i q u e e s te s a lm o d ife re d o Sl 1 4 ( 1 4 . 5 - 6 ) .
b ê n ç ã o s , e m a n a d a s d a F o n te , q u e é D e u s . N ó s ta m b é m d e v e ­
5 3 . 6 A o ra ç ã o p a ra q u e Israei n ã o v e n h a a p a rtic ip a r d a p u n i­
m o s lo u v a r a D e u s p o r tu d o a q u ilo q u e f e z p o r n ó s e a g u a r d á -
ç ã o a c im a m e n c io n a d a , q u e , p e la in te rv e n ç ã o d iv in a , seja
1 0 d ia r ia m e n te p a ra s a b e rm o s o q u e d e te r m in a p a ra nós.
salva d a c o n d iç ã o d e ím p io .
5 3 . 1 - 6 Este s a lm o é u m a s e g u n d a e d iç ã o d o Sl 1 4 .
5 4 .1 -3 U m a b re v e o ra ç ã o d e D a v i, q u e c o m e ç a c o m u m a
5 3 .1 -3 U m a d e s c riç ã o d a c o rru p ç ã o u n iv e rs a l, q u e a b ra n g e
in v o c a ç ã o d o n o m e d e D e u s , e d a in te rfe rê n c ia d o Seu p o d e r.
a to d o s . A s o c ie d a d e h u m a n a fa z d is tin ç ã o e n tre os h o m e n s ,
O n o m e d e D e u s re v e la Sua n a tu re z a , e os a trib u to s , o s q u a is
m a s D e u s d e s m a s c a ra a o h o m e m q u e , s e n d o p e c a d o r, p r e ­
Sua p a la v ra d e s c re v e d e u m m o d o m ais a m p lo . A c o n te m p la ­
cisa d e u m S a lv a d o r. C f R m c a p 1 - 3 .
ç ã o d a p essoa d e D e u s é s e g u id a p e la sua p e tiç ã o esp e cífica.
5 3 .4 ,5 R e v e la -s e u m D e u s d e re tid ã o . O s q u e in v o c a m a
D e u s e q u e a té O d e s p re z a m são e n v e rg o n h a d o s . A re tid ã o
5 4 . 4 A c o n fia n ç a e m D e u s , o e te r n o Ajudador, n ã o só na
d e D e u s s ig n ific a q u e D e u s c o n d e n a rá o p e c a d o . A o m e s m o
m o r te e n o ju lg a m e n to fin a l, m a s n o p re s e n te ta m b é m , na
d ific u ld a d e im e d ia ta .
t e m p o , p o ré m , o fe re c e o c a m in h o d a salv a ç ã o e d e p e r d ã o
à q u e le q u e re c o n h e c e seu p e c a d o , a r r e p e n d e n d o -s e e p ro c u ­ 5 4 . 5 O p rin c íp io d e ju s tiç a e retribuição entrará em (kiot
ra n d o a m is e ric ó rd ia d iv in a . N a p ess o a d e jesus C ris to , p e lo d e r r o ta n d o to d o s a q u e le s c u ja s atitudes são de g u e n a c a m a
S eu a m o r , D e u s o fe re c e esta salv a ç ã o ( j o 1 4 .6 ) . Se o a m o r d e D e u s e os fiéis.
aos meus opressores; 5 4 .6 vSI 52.9
8 Dar-me-ia pressa em abrigar-me
por tua fidelidade dá cabo deles. do vendaval e da procela.
6 Oferecer-te-ei voluntariamente)' 9 Destrói, Senhor,d
sacrifícios; 5 4 .7 ZSI 59.1 0 e confunde os seus conselhos,
louvarei o teu nome, ó Senhor, porque vejo violência e contenda
porque é bom. na cidade.
7 Pois me livrou2 5 5 .2 ols 38.14 10 Dia e noite giram nas suas
de todas as tribulações; muralhas,
e os meus olhos se enchem e, muros a dentro, campeia
com a ruína dos meus inimigos. 5 5 .3 a perversidade e a malícia;
í> 2S m 16 .7-f 11 há destruição no meio dela;
Que os traidores sejam destruídos das suas praças não se apartam
a opressão e o engano.
12 Com efeito, não é inimigo'’
A o m e s tre d e c an to . P a r a in s tru m e n to s
d e c ordas. S a lm o d id á tic o d e D a v i 5 5 .4 csi 116.3
que me afronta;
Salmo 55 se o fosse, eu o suportaria;
d |r 6.7 nem é o que me odeia
1 Dá ouvidos, ó Deus, 5 5 .9
quem se exalta contra mim,
à minha oração; pois dele eu me esconderia;
não te escondas da minha súplica. 13 mas és tu, homem meu igual/
2 Atende-me e responde-me;° 5 5 .1 2 «SI 35.26
meu companheiro
sinto-me perplexo em minha queixa e meu íntimo amigo.
e ando perturbado, 14 Juntos andávamos,®
3 por causa do clamor do inimigoh 5 5 .1 3
juntos nos entretínhamos
e da opressão do ímpio; f2S m 15.12;
e íamos com a multidão
pois sobre mim lançam calamidade
Jr 9.4
à Casa de Deus.
e furiosamente me hostilizam. 15 A morte os assalte,^
4 Estremece-me no peito o coração,c e vivos desçam à cova!
terrores de morte me salteiam; 5 5 .1 4 gSI 42 .4
Porque há maldade
5 temor e tremor me sobrevêm, nas suas moradas
e o horror se apodera de mim. e no seu íntimo.
6 Então, disse eu: quem me dera asas 5 5 .1 5
^ N m 16.3 0 16 Eu, porém, invocarei a Deus,
como de pomba! e o Senhor me salvará.
Voaria e acharia pouso. 17 A tarde, pela manhã e ao
7 Eis que fugiria para longe meio-dia,1
farei as minhas queixas
5 5 .1 7 iD n 6.10;
e ficaria no deserto. A t 3.1; IT s 5.1 7

5 4 .6 ,7 Este lo u v o r b a s e ia -s e n o s a to s e m v in d ic a r a causa b ro , a q u ilo q u e já so fre m o s ; 3 ) A c o n fia n ç a e m D e u s , la n ­


ju s ta . ç a n d o s o b re Ele a nossa a n s ie d a d e ( 1 6 - 2 3 ; 1 Pe 5 .7 ) . Esta é a
5 5 .1 É p ro v á v e l q u e a s itu a ç ã o h is tó ric a re fle tid a n e s te s a lm o ú n ic a s o lu ç ã o a d e q u a d a , p o is a b re o c a m in h o p a ra a in te r­
seja a re b e liã o d e seu filh o A b s a lã o , p ro v o c a n d o a fu g a d e v e n ç ã o d iv in a , e p re p a ra nossos c o ra ç õ e s p a ra s e n tir o q u e
D avi (2 Sm cap 1 5 - 1 7 ) . D e u s re s e rv o u p a ra nós.

5 5 .1 ,2 N o m e io d as d ific u ld a d e s e das p ro fu n d a s triste zas, é 5 5 .1 2 -1 4 Um dos p e rs e q u id o re s e ra a m iq o tr a iç o e ir o


s e m p re a D e u s q u e D a v i s a b e reco rrer. M u ita s pessoas p io ra m ( c f Judas).
sua s itu a ç ã o , re c o rre n d o à v in g a n ç a , a b rig a s , a q u e ix a s e 5 5 . 1 6 - 1 9 M a is u m a re v e la ç ã o d a p ro fu n d a c o n fia n ç a q u e
la m ú ria s . D e u s re v e la ra e m D a v i, d e p o is d e ta n ta s ve ze s o t e r a b e n ­
5 5 .3 -5 D e s c re v e -s e a p e rs e g u iç ã o física q u e D a v i está so­ ç o a d o . D a v i fo ra e n s in a d o a a p re s e n ta r a D e u s as suas tris te ­
fr e n d o e os e fe ito s q u e ela p r o d u z n o seu ín tim o . zas ( 1 7 ) , e D e u s a te n d ia às p e tiç õ e s d e u m serv o tã o c h e io d e

5 5 .6 -8 Um p ro fu n d o a n s e io p o r fic a r livre d as a n g ú s tias. fé , d e h u m ild a d e e d e c o n fia n ç a .

• N . H o m . M é to d o s d e e n fre n ta r os s o frim e n to s : 1 ) A te n t a ­ 5 5 . 1 8 Cm p a z A ex p re s s ã o p o d e ser tra d u z id a p o r " a t é a o


tiv a d e fu g ir d o s d e s g o s to s ( 6 - 8 ) . Isto n u n c a é so lu ç ã o , pois ú ltim o g ra u " , o u " c o m p le t a m e n t e " . H e b beshãiõm. S eria a
a fu g a n o r m a lm e n t e a b re c a m in h o p a ra co is as p io re s m e s m a e x p re s s ã o (e m g r e g o ) a p lic a d a a o a m o r q u e C ris to
( A m 5 .1 9 ) ; 2 ) A a m a rg u ra ( 9 - 1 5 ) . A lé m d e n ã o s o lu c io n a r o re v e lo u n a te rra (J o 1 3 .1 ) , a p lic a d a t a m b é m à o b ra c o m p le ta
p ro b le m a , o re s s e n tim e n to fa z " s e n tir o u tra v e z " , e e m d o ­ d a sa lv a ç ã o e m C r is to ( H b 7 .2 5 ) . N o s trê s casos, e m a m b a s as
*23 SALMO 56.8
e lamentarei; 55.18
/2Cr 32.7-S
Conforto na perseguição
e ele ouvirá a minha voz. A o m e s tre d e can to . S eg u n d o a m e lo d ia
is Livra-me a alma, em paz,/ “A p o m b a nos te re b in to s d is ta n te s " .
dos que me perseguem; H in o d e D a v i, q u a n d o os filis te u s

pois são muitos contra mim. 5 5 .1 9


o p re n d e ra m em G a t e 0

19 Deus ouvirá e lhes responderá,k ‘ D t 33.27


Salmo 56
ele, que preside
desde a eternidade, 1 Tem misericórdia de mim,P
porque não há neles 5 5 .2 0 'SI 7.4 ó Deus,
mudança nenhuma, porque o homem procura ferir-me;
e não temem a Deus. e me oprime pelejando todo o dia.
20 Tal homem estendeu as mãos' 2 Os que me espreitam 9
contra os que tinham paz
5 5 .2 1 -"SI 28.3
continuamente querem ferir-me;
com ele; e são muitos os que atrevidamente
corrompeu a sua aliança. me combatem.
21 A sua boca era mais macia™ 5 5 .2 2 "S I 37.5; 3 Em me vindo o temor,
que a manteiga,
M t 6 .25 ; 1Pe 5.7
hei de confiar em ti.
porém no coração havia guerra; 4 Em Deus, cuja palavra eu exalto/
as suas palavras eram mais neste Deus
brandas 56 .1 ponho a minha confiança
que o azeite;
°1S m 21.1 3-15 e nada temerei.
contudo, eram espadas
PSI57.1
Que me pode fazer um mortal?
desembainhadas. 5 Todo o dia
22 Confia os teus cuidados ao torcem as minhas palavras;
5 6 .2 qSI 57.3 os seus pensamentos são todos
S e n h o r ,"
contra mim para o mal.
e ele te susterá; 6 Ajuntam-se, escondem-se,5
jamais permitirá que o justo espionam os meus passos,
seja abalado. 5 6 .4
como aguardando a hora
23 Tu, porém, ó Deus, os 'SI 56.1 0-11;
de me darem cabo da vida.
precipitarás
Hb 13.6
7 Dá-lhes a retribuição
à cova profunda; segundo a sua iniqüidade.
homens sanguinários e Derriba os povos, ó Deus,
fraudulentos 5 6 .6 sSI 59.3
na tua ira!
não chegarão 8 Contaste os meus passos*
à metade dos seus dias; quando sofri perseguições;
eu, todavia, confiarei em ti. 5 6 .8 'M l 3.16 recolheste as minhas lágrimas

lín g u a s , p o d e ser tra d u z id a p o r " p e rfe ita e f in a lm e n te " . 5 6 . 1 - 4 D a v i m a n ife s ta m e d o e fé a n te a sua situ a ç ã o ; a fé ,
5 5 . 1 9 M udança. H e b haliphã, d a ra iz hãlaph, "p a s s a r a lé m " , p o ré m , é q u e p r e d o m in a . A fé s e m p re te m d e p re v a le c e r
" s u m ir" , q u e n a ra iz in te n s iv a (a q u i) é " r e n o v a r" , " m u d a r " . É q u a n d o e m c o n fr o n to d o p o d e r e o a m o r d e D e u s c o m o
u m a d as p ala v ra s q u e c o n tr ib u e m p a ra o p le n o s e n tid o d e p o d e r e o ó d io d o s nossos p e rs e g u id o re s . Q u a n d o os in im i­
" a r r e p e n d e r -s e " . g o s são n u m e ro s o s , o rg u lh o s o s , cru é is e a tre v id o s (1 e 2 ),
n ã o d e v e m o s o lh á -lo s c o m m e d o , m a s o lh a r p a ra D e u s c o m
5 5 .2 0 Tal hom em . O ín tim o a m ig o d e s c rito n o v 1 3 . N ã o se
fé (3 ) .
sab e se estas p a la v ra s p o d e m ser a p lic a d a s a o p ró p rio filh o ,
A b s a lã o (c f a m a n e ira a s tu ta e tra iç o e ira p e la q u a l p re p a ro u 5 6 .4 N in g u é m se p e rtu r b e c o m sua p ró p ria s itu a ç ã o se seu
sua re v o lta , 2 S m 1 5 .4 ). c o ra ç ã o e s tiv e r fir m a d o e m D e u s e n a Sua P alavra.
5 5 .2 2 A e x p e riê n c ia d e D a v i, d u ra n te u m a das suas ho ras 5 6 . 5 , 6 D e s c re v e o c o m p o r t a m e n t o d u p la m e n t e tra iç o e iro
m a is d ifíce is, d e u - lh e e x p e riê n c ia p a ra e s c rever e sta e x o rta ç ã o d o s in im ig o s .
p a ra q u a lq u e r pessoa q u e , e m suas d ific u ld a d e s , p re c is e d o
so c o rro d e D e u s . Pela e x p e riê n c ia n a b o n d a d e d e D e u s , p o d e 5 6 . 7 - 9 P e d e a in te rv e n ç ã o d iv in a n e s ta s itu a ç ã o in so lú vel.
a g o ra d a r essa g a ra n tia (1 Pe 5 .7 ) . 5 6 .8 D e u s c o n h e c e nossas o b ra s e nossos p e n s a m e n to s ; co-,
5 5 .2 3 D e u s te rá a ú ltim a p a la v ra e m t u d o . B e m -a v e n tu r a d o n h e c e nosso ín tim o , v ê se s o m o s sin c ero s, e c o m p r e e n d e t o ­
o h o m e m q u e , c o m o D a v i, p o d e d iz e r a D eu s : confiarei em ti. d as as nossas triste zas.
no teu odre; 5 6 .9 "R m 8.31
2 Clamarei ao Deus Altíssimo/
não estão elas inscritas ao Deus que por mim tudo executa.
no teu livro? 3 Ele dos céus me envia o seu auxílio-?
9 No dia em que eu te invocar,u 5 6 .1 0 ''SI 56.4 e me livra;
baterão em retirada cobre de vergonha
os meus inimigos; os que me ferem.
bem sei isto: 5 7 .1 w l Sm 24.3 Envia a sua misericórdia
que Deus é por mim. «Sl 17.8
e a sua fidelidade.
10 Em Deus, cuja palavra eu louvo/ 4 Acha-se a minha alma entre leões,0
no S e n h o r , cuja palavra eu louvo, ávidos de devorar
11 neste Deus 5 7 .2 k SI 138.8
os filhos dos homens;
ponho a minha confiança lanças e flechas
e nada temerei. são os seus dentes,
Que me pode fazer o homem? 5 7 .3 ^Sl 40.11
espada afiada, a sua língua.
12 Os votos que fiz, eu os manterei, 5 Sê exaltado, ó Deus,*
ó Deus; acima dos céus;
render-te-ei ações de graças. 5 7 .4 «SI 55.21
e em toda a terra
13 Pois da morte me livraste a alma, esplenda a tua glória.
sim, livraste da queda os meus pés, 6 Armaram rede aos meus passos/
para que eu ande 5 7 .5 Í>SI 57.11 a minha alma está abatida;
na presença de Deus, abriram cova diante de mim,
na luz da vida. mas eles mesmos caíram nela.
Louvor pela benignidade divina
5 7 .6 cSI 7.15-16 7 Firme está o meu coração, ó Deus/
o meu coração está firme;
Vv. 7 - 1 1 : S l 1 0 8 . 1 - 5
cantarei e entoarei louvores.
A o m e s tre d e can to , s eg u n d o a m e lo d ia 5 7 .7 <<S! 108.1 8 Desperta, ó minha alma!e
“N ã o d e s tru a s " . H in o d e D a v i, Despertai, lira e harpa!
q u a n d o f u g ia d e S au l, n a c a v e m a w
Quero acordar a alva.
5 7 .8 ?SI 16.9 9 Render-te-ei graçasf
Salmo 57
entre os povos;
1 Tem misericórdia de mim / cantar-te-ei louvores
ó Deus, tem misericórdia, 5 7 . 9 'S 1 108.3 entre as nações.
pois em ti a minha alma se refugia; 10 Pois a tua misericórdia se eleva?
à sombra das tuas asas me abrigo, até aos céus,
até que passem as calamidades. 5 7 .1 0 3SI 36.5 e a tua fidelidade, até às nuvens.
• N . H o m . 5 6 . 9 D e u s é p o r m im . 1 ) A c ru z é a p ro v a ; 2 ) A B íblia a m is e ric ó rd ia e a fid e lid a d e , q u e lig a m a te rra ao s C é u s ( 1 0 ) .
o p ro c la m a ; 3 ) O E spírito S a n to c o n fir m a (R m 8 . 3 1 - 3 9 ) . 5 7 . 4 Ávidos de devorar. O c a rá te r d o s ím p io s , s e m p re p ro c u ­
5 6 .1 0 ,1 1 Q u e m c o n h e c e a P ala vra d e D e u s s a b e q u e D eu s ra n d o d e fr a u d a r seu p ró x im o , d e s e ja n d o -lh e o m a l e m a -
va i re tific a r tu d o , e, p o r isso, d es e ja lo u v a r a D e u s . Só a q u e le s g o a n d o - o c r u e lm e n te c o m t u d o q u e possa t r a m a r (c f o
q u e a m a m a in ju s tiç a tê m h o rro r e m v e r t u d o r e tific a d o . c a rá te r d e S ata n ás, 1 Pe 5 .8 ) .
5 7 . 5 A g ló ria d e D e u s se re v e la to d a v e z q u e lib e rta os justos
5 6 .1 2 ,1 3 A o ra ç ã o d a fé p re v ê , n o a to , a q u ilo q u e se c rê q u e
e ca s tig a os m a lfe ito re s . U m a re v e la ç ã o m a je s to s a d e s te t ip o
D e u s va i fa ze r. A fé leva ra D a v i p a ra u m e s p írito d e g ra tid ã o ,
f o rm a ra a n a ç ã o d e Israel (Ê x 1 2 e 2 0 ; a h is tó ria c o m p le ta
e assim , a o invés d e te r q u e a g u a rd a r o d e s e n v o lv im e n to d o
o c u p a o L ivro in te ir o , q u e v in c u la os a to s d e salv a ç ã o c o m a
p la n o d e D e u s p a ra lib e r tá -lo , já p o d ia d e s fru ta r as b ê n ç ã o s
p ro m u lg a ç ã o d a Lei).
v in d o u ra s . A ssim c o m o a p re o c u p a ç ã o a c a r re ta m a is m a l d o
q u e a d e s g ra ç a te m id a , assim ta m b é m a s a n ta e s p e ra n ç a é 5 7 . 6 É u m a v e rd a d e in e g á v e l q u e os q u e p ro c u ra m e n re d a r
t ã o b e n fa z e ja q u a n t o a b ê n ç ã o e s p e ra d a . o u tra s pessoas, tr o p e ç a m n a re d e q u e p re p a ra ra m ; ta n t o n a
re d e d a m a le d ic ê n c ia e d a s m e n tira s , assim c o m o n a re d e
5 7 .1 O a m o r d e D e u s é c o m p a r a d o c o m o a m o r d a a v e à sua
d a c o rrid a a rm a m e n tis ta ; q u e m p re p a ra a d e s g ra ç a a lh e ia , é
n in h a d a (Sl 1 7 .8 ).
tr a n s fo rm a d o e m a lv o d o m a l, q u a n d o m e n o s esp e ra .
5 7 .2 .3 O s e g re d o d a c o n fia n ç a d e D a v i é o D e u s A ltíss im o ,
5 7 .7 -1 1 Q u e m tiv e r esta e s ta b ilid a d e e s p iritu a l, m e n ta l e
e m Q u e m D a v i e s p e ra e a Q u e m fa z 2 1 alusões n e s te s a lm o , e m o c io n a l, te rá s e m p re m o tiv o s p a ra c a n ta r lo u v o re s a D eu s ,
in d u s iv e .o s p ro n o m e s . p o is se c o lo c a e m s itu a ç ã o d e p o d e r e n te n d e r o c a m in h o d e
5 7 .3 O s a trib u to s d iv in o s q u e D a v i p ro c u ra n a h o ra d ifíc il são D e u s e s in to n iz a r-s e c o m Ele.
825 SALMO 59.3
11 Sê exaltado, ó Deus,h 5 7 .1 1 "S I5 7 .5 8 Sejam como a lesma,"
acima dos céus; que passa diluindo-se;
e em toda a terra como o aborto de mulher,
esplenda a tua glória. não vejam nunca o sol.
5 8 .2 'S l 94.2 0
9 Como espinheiros,0
A sorte dos ímpios antes que vossas panelas
sintam deles o calor,
A o m e s tre d e c an to , s eg u n d o a m e lo d ia
“N ã o d e s tru a s " . H in o d e D a v i 5 8 . 3 /Sl 51.5 tanto os verdes
como os que estão em brasa
Salmo 58 serão arrebatados
como por um redemoinho.
1 Falais verdadeiramente 5 8 . 4 ‘ Sl 140.3;
10 Alegrar-se-áojustoP
justiça, ó juizes? |r 8.17
quando vir a vingança;
Julgais com retidão banhará os pés no sangue do ímpio.
os filhos dos homens? 11 Então, se dirá: Na verdade,
2 Longe disso; antes, no íntimo' 5 8 . 6 / jó 4 .1 0 há recompensa para o justo;
engendrais iniqüidades há um Deus, com efeito,
e distribuis na terra que julga na terra.
a violência de vossas mãos.
3 Desviam-se os ímpios/ 5 8 .7 ">|s 7.5 Súplica em prol de libertação
desde a sua concepção;
nascem e já se desencaminham, A o m e s tre d e c an to , s eg u n d o a m e lo d ia
“N ã o d e s tru a s ” . H in o d e D a v i,
proferindo mentiras. quando S au l m andou
4 Têm peçonha*
5 8 .8 "JÓ 3.16
q u e lh e sitia s se m a casaQ ,

semelhante à peçonha
p a r a o m a ta r

da serpente; Salmo 59
são como a víbora surda, 5 8 .9 °P v 10.25
que tapa os ouvidos, 1 Livra-me, Deus meu/
5 para não ouvir dos meus inimigos;
a voz dos encantadores, põe-me acima do alcance
do mais fascinante 5 8 .1 0 pSI 52.6
dos meus adversários.
em encantamentos. 2 Livra-me dos que praticam
6 Ó Deus, quebra-lhes os dentes' a iniqüidade
na boca; 5 9 .1 e salva-me
arranca, Senhor, os queixais ?1Sm 19.11 dos homens sanguinários,
aos leõezinhos. 'S l 18.4 8
3 pois que armam ciladas5
7 Desapareçam como águas m à minha alma;
que se escoam; contra mim se reúnem os fortes,
ao dispararem flechas, sem transgressão minha, ó Senhor,
fiquem elas embotadas. ou pecado meu.
5 9 .3
s IS m 24.11

5 8 .1 juizes. H e b êlim. P lura l d a p a la v ra " D e u s " d e m a n e ira 5 8 . 6 - 9 A p liq u e m -s e lo g o as p e n a s d a s q u a is os ím p io s são


n ã o e s p e c ífic a . O c o r re e m v á rio s tre c h o s b íb lic o s e , às veze s, passíveis, fr u s tra n d o -s e -lh e s os p la n o s , p a ra q u e os fiéis p o s ­
é a p lic a d o a p rín c ip e s , a an jo s , a ju ize s , a h e ró is . C e r ta m e n te , s a m ser lib e rta d o s .
são pessoas q u e re c e b e ra m u m a c o m is s ã o d e D eu s : s a c e rd o ­ 5 8 .1 0 , 1 1 O p e c a d o r re c e b e o s a lá rio (a m o r t e e te rn a ), m a s a
tes, p ro fe ta s o u reis. O s a lm o é u m p ro te s to c o n tra a c o rru p ­ " r e c o m p e n s a " d o s fié is é o d o m g r a tu ito d a v id a e te rn a e m
çã o , e m círcu lo s d e a u to rid a d e s . C ris to (R m 6 .2 3 ) .
5 8 . 2 As o b ra s d esta s a u to rid a d e s são c o n tra s ta d a s c o m seus 5 9 .1 M a is u m a o ra ç ã o p e d in d o a lib e rta ç ã o ; s o m e n te c o m
títu lo s d e h o n ra ; n a p rá tic a , p e rte n c e m à súcia d o s m a lfe i­ o s o c o rro d iv in o é q u e D a v i v e n c e ra to d o s os p e rig o s , fo r ­
to res . m a n d o u m a n a ç ã o p o d e ro s a .
5 8 .3 D e s c re v e -s e a m a ld a d e q u e h á n o ín t im o d o ser h u ­ 5 9 .3 ,4 D a v i n a d a fiz e ra p a ra m e re c e r esses a ta q u e s ; n a re a li­
m a n o q u e , m u ita s v e ze s , se re v e la n a m a is te n ra in fâ n c ia . d a d e , n ã o p o d ia a le g a r ser im p e c á v e l, m a s t a m b é m s a b ia q u e
5 8 .4 ,5 Tais pessoas são c o m o a s e rp e n te n a sua a ç ã o v e n e n­ ã o t in h a p r o v o c a d o a s itu a ç ã o e m q u e se e n c o n t r a
n o s a e a su a in d ife re n ç a à P ala vra d e D e u s os f a z a d ic io n a r a (c f Sl 7 . 3 ,4 ,8 ,1 0 ) . N ã o re a g e c o n tra o s in im ig o s , m a s c o lo c a a
s u rd e z à p e ç o n h a . s itu a ç ã o nas m ã o s d e D e u s , ju s to e m is e ric o rd io s a .
M B M D 59.4 826
4Sem culpa minha, eles se apressam' 5 9 .4 (SI 35.23
que proferem.
e investem; 13 Consome-os com indignação,b
despeita, vem ao meu encontro consome-os,
e vê. 5 9 .6 "S I 59.14
de sorte que jamais existam
5 Tu, Senhor , Deus dos Exércitos, e se saiba que reina Deus
és o Deus de Israel; em Jacó,
desperta, pois, e vem de encontro até aos confins da terra.
5 9 .7 vSI 10.11;
Pv 12.18
a todas as nações; 14 Ao anoitecer, uivam como cães,c
não te compadeças de nenhum à volta da cidade.
dos que traiçoeiramente 5 9 .8 15 Vagueiam à procura de comidad
praticam a iniqüidade. w lS m 19.16
e, se não se fartam,
6 Ao anoitecer, uivam como cães,u então, rosnam.
à volta da cidade. 16 Eu, porém, cantarei a tua força;
7 Alardeiam de boca;1' 5 9 .9 *S I 59.1 7
pela manhã louvarei com alegria
em seus lábios há espadas. a tua misericórdia;
Pois dizem eles: S 9 .1 0 ySI 21.3 pois tu me tens sido alto refúgio
Quem há que nos escute? e proteção
8 Mas tu, Senhor, te rirás deles;w no dia da minha angústia.
zombarás de todas as nações. 5 9 .1 1 zGn 4.12 17 A ti, força minha,
9 Em ti, força minha, esperarei;* cantarei louvores,
pois Deus é meu alto refúgio. porque Deus é meu alto refúgio,
10 Meu Deus virá ao meu encontro)' 5 9 .1 2
é o Deus da minha misericórdia.
com a sua benignidade, oPv 12.13

Deus me fará ver o meu desejo Oração em tempos de guerra


sobre os meus inimigos. Vv. 5 - 1 2 : S l 1 0 8 . 6 - 1 3
11 Não os mates/
5 9 .1 3 t>SI 7.9

para que o meu povo A o m e s tre d e c an to , s eg u n d o a m e lo d ia

não se esqueça;
“ O s lírio s d o te s te m u n h o ". H in o d e D a v i
5 9 .1 4 cSI 59.6 p a r a e n s in a r. Q u a n d o lu to u
dispersa-os pelo teu poder c o n tra os s iro s d a M e s o p o tâ m ia
e abate-os, e os s iro s d e Z o h á , e g u a n d o J o a b e,

ó Senhor, escudo nosso.


re g re s s an d o , d e rro to u d e E d o m
5 9 .1 5 d\ó 15.23 d o ze m il h o m en s e, no v a le d o S a l
12 Pelo pecado de sua boca,0
pelas palavras dos seus lábios, Salmo 60
na sua própria soberba 6 0 .1
e2Sm S.U ;
sejam enredados 1 Ó Deus, tu nos rejeitastef
e nos dispersaste;
1 0 1 8 .1 2
e pela abominação e mentiras fSI 44.9

5 9 .5 O a c ú m u lo d o s títu lo s d iv in o s e v id e n c ia os a trib u to s d e 5 9 . 1 0 C o m o s e m p re , D a v i c o n tin u a c o n fia n d o q u e D e u s o


D e u s , q u e se re v e la m a o c o n h e c im e n to h u m a n o : D e u s d e s u s te n ta rá .
p o d e r e te rn o , D e u s q u e se p õ e e m c o m u n h ã o c o m Seu p o v o . 5 9 . 1 1 - 1 3 D a v i d á os d o is m o tiv o s p a ra o seu a r d e n te d e s e jo
D a v i n ã o e stá a p e n a s p re o c u p a d o c o m seus p ró p rio s in im i­ d e v e r a d e rr o ta to ta l d o s ím p io s . O p rim e iro é o p e r p é tu o
g o s, m as d e s e ja a ilu m in a ç ã o d e to d o o p a g a n is m o . e s ta d o d e p e c a m in o s id a d e a q u e se e n tr e g a m ( 1 2 ) , e o se­
5 9 . 6 O s in im ig o s são c o m o os cães selv ag en s, o u s e m id o - g u n d o é o seu d e s e jo d e v e r a ju stiç a d e D e u s p u b lic a m e n te
m é s tic o s , q u e v iv e m d o s d e trito s n as c id a d e s o rie n ta is . re v e la d a e m s o b e ra n ia a o m u n d o in te ir o ( 1 3 ) .

5 9 . 7 A c o rru p ç ã o c o m p le ta d o s in im ig o s é fo c a liz a d a , c o m 5 9 . 1 4 - 1 7 H á u m c o n tra s te fo rtís s im o e n tr e o desassossego


ên fa s e , p e lo fa t o d e n ã o re s p e ita re m a D e u s . A ssim , tr a n c a m d o s m a lfe ito re s c o m seu t u m u ltu o s o d e s e jo d e f a r ta r -s e d e
o c a m in h o q u e os p o d ia le v a r a o a r r e p e n d im e n to , à re s ta u ra ­ a to s c ru é is, e a c a lm a e p ie d o s a c o n fia n ç a d o s q u e p ro c u ra m
ç ã o e a u m a v id a re n o v a d a . g lo rific a r a D e u s n a v id a .
5 9 .8 M as tu. E m c o n tra s te c o m os in im ig o s ím p io s , D a v i su­ 5 9 .1 6 ,1 7 É só o c o ra ç ã o q u e t e m c o n fia n ç a e m D e u s q u e
p lic a a D e u s , q u e triu n fa t o ta lm e n te s o b re os m a lfe ito re s possui o s e g re d o d e c a n ta r fe rv o ro s o s e triu n fa n te s h in o s nas
(Sl 2 .4 ; 3 7 .1 3 ) . suas d ific u ld a d e s ; fo i assim q u e o A p ó s to lo P au lo v e n c e u e m
5 9 . 9 O D e u s q u e d e rro ta os ím p io s é o m e s m o d o q u a l D a v i circ u n s tâ n c ia s p o u c o a g ra d á v e is ( A t 1 6 . 2 3 - 2 6 ; C l 3 . 1 5 - 1 7 ) .

re c e b e sua fo rç a , sua e s p e ra n ç a . A d ife re n ç a n ã o está n o Se­ 6 0 . 1 - 1 4 D a v i re c o n h e c e q u e a d e rro ta q u e seus e x é rc ito s


n h o r, m a s n a a titu d e dessas pessoas, q u a n d o se d e fr o n ta m s o fre ra m e o p e rig o n o q u a l seu p ovo e s ta v a c a in d o e ra m o
c o m a v o n ta d e d e D e u s (c f 2 C o 2 . 1 5 - 1 7 ) . re s u lta d o d a in te rfe rê n c ia d iv in a , p ro v o c a d a p e la in fid e lid a d e
827 SALMO 61.8
tens estado indignado; 60.2 9 2 0 7.14 12 Em Deus faremos proezas,p
oh! Restabelece-nos! porque ele mesmo calca aos pés
2 Abalaste a terra, fendeste-a;9 60.3 »>SI 71.20; os nossos adversários.
repara-lhe as brechas, |r 25.15

pois ela ameaça ruir. Oração pelo rei


3 Fizeste o teu povoh 60.4 /Sl 20.5 A o m e s tre d e can to .
experimentar reveses C o m in s tru m e n to s d e c o rd a s .
e nos deste a beber D e D avi

vinho que atordoa. 60.5 /Sl 108.6

4 Deste um estandarte' Salmo 61


aos que te temem, 6 0 .6 ‘ Cn 12.6; 1 Ouve, ó Deus,
para fugirem de diante do arco. Sl 89.35
a minha súplica;
5 Para que os teus amados/' atende à minha oração.
sejam livres, 6 0 .7 'C n 49.10 2 Desde os confins da terra
salva com a tua destra clamo por ti,
e responde-nos. no abatimento do meu coração.
6 Falou Deus na sua santidade:* 60.8
">2Sm 8.1-2; Leva-me para a rocha
Exultarei; dividirei Siquém Sl 108.9 que é alta demais para mim;
e medirei o vale de Sucote. 3 pois tu me tens sido refúgio1?
7 Meu é Gileade,' 60.10 "js 7.12 e torre forte contra o inimigo.
meu é Manassés; 4 Assista eu no teu tabemáculo/
Efraim é a defesa de minha cabeça; para sempre;
Judá é o meu cetro. 60.11 oSl 111.8
no esconderijo das tuas asas,
8 Moabe, porém,m eu me abrigo.
é a minha bacia de lavar; 60.12 5 Pois ouviste, ó Deus,
sobre Edom pNm 24.18;
os meus votos
atirarei a minha sandália; 1Cr 19.13
e me deste a herança
sobre a Filístia jubilarei. dos que temem o teu nome.
9 Quem me conduzirá 61.3 qPv 18.10 6 Dias sobre dias acrescentas ao rei;5
à cidade fortificada? duram os seus anos
Quem me guiará até Edom? 61.4 ''Sl 17.8 gerações após gerações.
10 Não nos rejeitaste, ó Deus?” 7 Permaneça para sempre(
Tu não sais, ó Deus, diante de Deus;
com os nossos exércitos! 61.6 sSI 21.4
concede-lhe que a bondade
11 Presta-nos auxílio na angústia,0 e a fidelidade o preservem.
pois vão é o socorro do homem. 61.7iSI40.11 8 Assim, salmodiarei o teu nome
de Israel. A retidão traz vitórias, tanto para as nações como tidão, felicidade. Cada um deve meditar sobre a posição que
para os indivíduos, mas o pecado traz a derrota. pessoalmente tem alcançado nesta viagem da vida.
60.4 Para fugirem de diante do orco. O verbo "fugir" heb nüs 6 1 .1 -4 Davi clama a Deus em hora de grande angústia para
e o verbo "levantar um estandarte", heb nãsas, tomam a seu coração, pois sabe que Deus atenderá em tal situação,
mesma forma no intensivo e reflexivo, hitbnôsês. A palavra como já o fizera nas outras.
traduzida por "arco", heb qõshet, deve ser traduzida por "ver­ 61.2 A rocha alta é um símbolo de segurança, de firmeza e
dade religiosa" (só um í faz a diferença). Daí temos a tradu­ de garantia que não pode ser galgada sem ajuda do próprio
ção: "Deste um estandarte aos que te temem, para ser
Deus.
desfraldado pela causa da verdade".
61.4 Davi deseja ser hóspede de Deus para sempre: no Tem­
6 0 .6 -8 Os lugares mencionados representam: primeiro, a
plo, no recôndito da oração particular, na comunhão diária e
nação de Israel, cada parte da qual é preciosa para Deus; e
nos Céus, confiando continuamente no Deus que sempre o
depois três nações vizinhas, inimigas, descritas com figuras de
abençoou e o continuará abençoando ainda (5).
desprezo.
6 0 .9 -1 2 Davi aprendera que só Deus pode solucionar pro­ 61.6,7 Davi lança um olhar profético além da sua própria
blemas, e conceder-nos a vitória sobre todos os inimigos pessoa e do seu próprio trono, vislumbrando seu descen­
(cf 12 com 2 Co 2.14). O caminho palmilhado por Davi, dente divino, que ainda estava para vir estabelecer Seu trono
nesta experiência, era: pecado, derrota, desespero, queixas, eterno (Lc 1.32-33).
oração, esperança, promessa, expectativa, apelo, certeza, gra­ 61.8 Davi deseja que a música ao nome de Deus sep s o n p *
SALMO 62.1 828
para sempre, 62.1 uSI 33.20 a minha salvação e a minha glória;
para cumprir, dia após dia, estão em Deus a minha forte rocha
os meus votos. 6 2 .2 *SI 37.2 4 e o meu refúgio.
8 Confiai nele, ó povo/
Exortação à confiança em todo tempo;
6 2 .3 »ls 30.13
derramai perante ele
o vosso coração;
A o m e s tre d e can to .
S eg u n d o a m e lo d ia d e J ed utu m .
D e D avi 6 2 .4 *5 1 28.3 Deus é o nosso refúgio.
9 Somente vaidade*
Salmo 62 são os homens plebeus;
1 Somente em Deus,u
6 2 .5 >-51 62.1-2
falsidade, os de fina estirpe;
ó minha alma, pesados em balança,
espera silenciosa; 6 2 .7 z |r 3.23 eles juntos são mais leves
dele vem a minha salvação. que a vaidade.
2 Só ele é a minha rocha/ 10 Não confieisc
e a minha salvação,
6 2 .8
°1S m 1.15; naquilo que extorquis,
e o meu alto refugio;
Lm 2.19 nem vos vanglorieis na rapina;
não serei muito abalado. se as vossas riquezas prosperam,
3 Até quando acometereis vós14" não ponhais nelas o coração.
a um homem,
6 2 .9 M l 39.5;
Is 40.1 5 ,1 7 11 Uma vez falou D eus/
todos vós, para o derribardes, duas vezes ouvi isto:
como se fosse uma parede pendida Que o poder pertence a Deus,
ou um muro prestes a cair?
6 2 .1 0
12 e a ti, Senhor, pertence a graça,
pois a cada um retribuise
cjó 31.25;

4 Só pensam em derribá-lo* Lc 12.15;


IT m 6.17 segundo as suas obras.
da sua dignidade;
na mentira se comprazem; Buscando a Deus
de boca bendizem, 6 2 .1 1 d\à 33.14

porém no interior maldizem. S a lm o d e D a v i,

5 Somente em Deus, ó minha alma/ 6 2 .1 2


g u a n d o n o d e s e rto f d e J u d á

espera silenciosa, e|ó 34.11;


Salmo 63
porque dele vem a minha esperança. |r 17.10;

6 Só ele é a minha rocha, 1 Ó Deus, tu és o meu Deus forte;9


M t 16.27;
Rm 2.6; Ap 2.23
e a minha salvação, eu te busco ansiosamente;
e o meu alto refúgio; a minha alma tem sede de ti;
não serei jamais abalado. 6 3 .1
f2Sm 15.2 3,28 meu corpo te almeja,
7 De Deus dependem2 9 S! 42 .2 como terra árida, exausta,
o que harmonize sua voz, seus salmos e sua inteira persona­ 62.8 Derramai perante ele o vosso coração. Uma descrição
lidade. apropriada da oração, da fé e da comunhão com Deus
62.1 A perfeita confiança em Deus, a exclusão de todas as (cf 1 Sm 1.15; Pv 3.5,6).
esperanças nas coisas do mundo, revela-se mais uma vez
62.9 As pessoas cuja confiança está nas coisas perecíveis da
como a chave da vida religiosa. Nossa salvação, assim como
terra, e não no Cristo eterno, serão pesadas na balança e
toda boa dádiva, vem de Deus, que a todos dá liberalmente
achadas em falta.
(Tg 1-17; 1.5).
62.2 Três expressões demonstram a segurança que Deus ofe­ 62.10 O homem não deve colocar sua confiança em qual­
rece aos Seus. quer coisa ou pessoa que não seja Cristo, para abençoá-lo e
62.3 A metáfora da parede que cai é comum nos provérbios ser-lhe a salvação.
orientais.
62.11,12 Conclui-se o salmo com a declaração do poder,
62.4 Os malfeitores acham na maldade a plena expressão do da graça e da justiça de Deus (cf as doxologias do NT,
seu ser. Rm 16.25, Ef 3.20, jd 24).
6 2 .5 -7 Nossa grande necessidade é parar para meditar so­
bre tudo aquilo que Deus é; se Ele ainda não significa para 63.1 Ele é o grande "Eu sou" (Jo 8.58). Se buscarmos a Deus
nós o que Davi aqui descreve, então estamos afastados da em primeiro lugar, todas as coisas de que realmente carece­
perfeita comunhão com Ele (|o 14.1-16). mos ser-nos-ão concedidas.
829 SALMO 64.7
sem água. 6 3 .2 Proteção contra os inimigos
2 Assim, eu te contemplo'7 filS m 4.21;
IC r 16.11
no santuário, A o m e s tre d e can to . S a lm o d e D a v i

para ver a tua força


e a tua glória. Salmo 64
3 Porque a tua graça é melhor'
6 3 .3 «Sl 30.5

do que a vida; 1 Ouve, ó Deus, a minha voz


os meus lábios te louvam. nas minhas perplexidades;
4 Assim, cumpre-me bendizer-te/ 6 3 .4 /Sl 104.33 preserva-me a vida
enquanto eu viver; do terror do inimigo.
em teu nome, levanto as mãos. 2 Esconde-me da conspiração
5 Como de banha e de gordura* 6 3 .5 ‘ Sl 36.8 dos malfeitores
farta-se a minha alma; e do tumulto
e, com júbilo nos lábios, dos que praticam a iniqüidade,
a minha boca te louva, 6 3 .6 /Sl 42 .8 3 os quais afiam a língua como
6 no meu leito,' espadaP
quando de ti me recordo e apontam, quais flechas,
e em ti medito, 6 3 .7 m SI 61 .4 palavras amargas,
durante a vigília da noite. 4 para, às ocultas,
7 Porque tu me tens sido auxílio;m atingirem o íntegro;
à sombra das tuas asas, 6 3 .1 0 "E 1 35.5 contra ele disparam repentinamente
eu canto jubiloso. e não temem.
8 A minha alma apega-se a ti; ■5 Teimam no mau propósito;1?
a tua destra me ampara. 6 3 .1 1 ° D t6 .1 3 ; falam em secretamente
9 Porém os que me procuram a vida Sf 1.5 armar ciladas;
para a destruir - dizem; Quem nos verá?
abismar-se-ão 6 Projetam iniqüidade,
nas profundezas da terra. 6 4 .3 PS111.2 inquirem tudo
10Serão entregues ao poder da espada" o que se pode excogitar;
e virão a ser pasto dos chacais. é um abismo o pensamento
1 1 0 rei, porém, se alegra em Deus;0 6 4 .5 <íS110.11 e o coração de cada um deles.
quem por ele jura gloriar-se-á, 7 Mas Deus desfere contra elesr
pois se tapará a boca uma seta;
dos que proferem mentira. 6 4 .7 rS17.12-13 de súbito, se acharão feridos.
63.2,3 Alguns motivos que nos levam a buscar Deus; não nos satisfação (w 5 -7 ), farta-se a minha alma; 3) O caminho da
preocupa se a nossa situação for desabonadora, se estivermos satisfação (w 8 -1 1 ). Quem em Deus se satisfaz, não corre
firmes em Deus, pois é Ele quem transforma desertos em ma­ atrás da satisfação do mundo (1 Jo 2 .5 -1 7 ).
nanciais (Sl 84 .4-7 ).
6 4 .1 -1 2 Davi deseja que sua vida seja colocada fora do al­
6 3 .5 -7 Alguns dos resultados de buscarmos a Deus: achare­ cance dos seus inimigos.
mos a satisfação, o júbilo e o louvor (v 5); memórias agradá­
veis (v 6); a segurança (v 7). 64.3,4 O pecado dos seus inimigos é a maledicência, cujas
armas mais diabólicas são as suas línguas. A intriga e a difa­
63.6 Davi descobriu a mais preciosa atividade para as horas
mação podem arruinar muitas vidas. Davi menciona isso em
de insônia.
muitos salmos (5.9; 10.7-9; 22.7; 5 2 .2 -4 ); mesmo que a
63.7 A memória daquilo que Deus tem sido para ele deixa narrativa da vida de Davi, nos livros de 2 Sm e 1 Cr não faça
Davi confiante. muita menção dessa maledicência perpétua, podemos reco­
6 3 .8-1 1 Nota-se o progresso lógico do salmo: Busca-se a nhecer que ela foi sempre a situação da corte real, tanto
Deus (1); Deus torna-Se real (4 -7 ); segue-se o Deus que quando Davi era o pretendente ao trono, como quando cer­
assim Se revelou (8); temos vitória tendo Deus ao nosso lado cado pelos demais pretendentes.
(9 -1 0 ); regozija-se na vitória (11). Tendo as firmes promessas
64.5,6 A descarada insolência e persistência dos malfeitores
do auxílio, da parte de Deus, não precisamos nos preocupar
aqui se ressalta; nada lhes diminui a prática do mal, pois são
com os efêmeros triunfos de nossos inimigos, pois já pode­
indiferentes ao fato de terem de prestar contas a Deus.
mos alegrar-nos na vitória que Deus nos concedera.
• N . Hom. O ensinamento do salmo sobre a verdadeira satis­ 64.7,8 Os inimigos tinham lançado mão de muitas "setas",
fação: 1) O alvo da satisfação (w 1 -4 ); 2) A esperança da planos cruéis para ferir Davi (w 3,5 e 6), mas uma única seta
SALMO 64.8 830
8 Dessarte, serão levados a tropeçar;5 6 4 .8 s Sl 31.11 ó Deus, Salvador nosso,
a própria língua esperança de todos os confins
se voltará contra eles; da terra
todos os que os vêem 6 4 .9 tSI 40.3 e dos mares longínquos;
meneiam a cabeça. 6 que por tua força2
9 E todos os homens temerão,* consolidas os montes,
e anunciarão as obras de Deus, cingido de poder;
e entenderão o que ele faz.
6 4 .1 0 “ Sl 32.11
7 que aplacas o rugir dos mares/
10 O justo se alegra no S e n h o r u o ruído das suas ondas
e nele confia; e o tumulto das gentes.
os de reto coração, 6 5 .2 v-ls 66.23
8 Os que habitam
todos se gloriam. nos confins da terra
Ações de graças pelas bênçãos das searas temem os teus sinais;
os que vêm do Oriente
6 5 .3 »S I 38.4;
Hb 9.14;
A o m e s tre d e c a n to . D e D a v i. 1|o 1.7,9
e do Ocidente,
tu os fazes exultar de júbilo.
C â n tic o

Salmo 65 9 Tu visitas a terra e a regas;*


6 5 .4 *SI 4.3 tu a enriqueces copiosamente;
1 A ti, ó Deus, confiança os ribeiros de Deus
e louvor em Sião! são abundantes de água;
E a ti se pagará o voto. preparas o cereal,
2 O tu que escutas a oração/
6 5 .5 rS I 22 .2 7
porque para isso a dispões,
a ti virão todos os homens, 10 regando-lhe os sulcos,
3 por causa de suas iniqüidades.w aplanando-lhe as leivas.
Se prevalecem 6 5 .6 ^Sl 93.1
Tu a amoleces com chuviscos
as nossas transgressões, e lhe abençoas a produção.
tu no-las perdoas. 11 Coroas o ano da tua bondade;
4 Bem-aventurado aquele* 6 5 .7 °S1 76.10;
as tuas pegadas destilam fartura,
a quem escolhes M t 8.26

e aproximas de ti, para que assista 12 destilam sobre as pastagens


nos teus átrios; do deserto,
ficaremos satisfeitos 6 5 .9 *>Dt 11.12; e de júbilo se revestem os
com a bondade de tua casa — |r 5.24 outeiros.
o teu santo templo. 13 Os campos cobrem-se de rebanhos/
5 Com tremendos feitos)' e os vales vestem-se de espigas;
nos respondes em tua justiça, 6 5 .1 3 fls 55.1 2 exultam de alegria e cantam.

de Deus é o suficiente para derrotá-los, 7. É a lei da retri­ que Deus também ouve a oração secreta (2).
buição. 65.3,4 A grande barreira entre nós e Deus constitui-se de
64.8 Meneiam a cabeça. De início são os ímpios a usar esse nossos pecados; mas Deus purifica-nos do pecado, e abre-
nos o caminho para a comunhão com Ele, aceitando-nos
gesto para menosprezar a dedicação dos servos de Deus
(Sl 22.7); mas tão logo Deus intervém, ressalta, então, a jus­ como hóspedes que vão à Sua presença e desfrutam os bene­
fícios que Sua hospitalidade proporciona.
tiça dos que são do Senhor.
6 5 .5 -8 Estes princípios não se aplicam apenas ao indivíduo e
64.9,10 Agora Davi parte de sua própria experiência particu­ à nação de Israel, mas Deus também revela Sua natureza ao
lar para deduzir, da operação universal, o princípio da reti­ mundo inteiro; Sua retidão, Seu poder e Seu amor atingem a
dão. No fim, os justos se alegrarão, confiarão e se glorificarão, todos. O Deus que nos perdoa as transgressões (3) é Aquele
pois a causa e o alvo de tudo isto é o próprio Deus. que rege o universo (6,7,9-13).
65.1 A ti sepagará o voto. O voto, muitas vezes, é uma pro­ 6 5 .9 -1 3 Deus é revelado como Criador e Sustentador de to­
messa de prestar publicamente ações de graças por alguma das as coisas (expressões aplicadas a jesus Cristo em Hb 1,3).
oração atendida; e como Deus atende mesmo, haverá muitos Os cuidados que Deus tem para com a natureza, resultando
cultos deste tipo. Confiança, heb dumiyô, da raiz dãmam, "ser na fruição, podem sugerir o que Deus faz para preparar almas
silencioso". O substantivo pode significar "silêncio”, ou "per­ frutíferas, que na terra produzem boas obras em amor e desa-
manência", “confiança". A idéia de silêncio pode nos lembrar brocham para a eternidade (1.3; 1 Co 3 .5 -9 ).
831 SALMO 66.20
Ofertas de gratidão 6 6 .1 <<S1100.1 10 Pois tu, ó Deus, nos provaste;'
mestre de
a Cn*-anttco>
• òa/wí
c7o acrisolaste-nos como se acrisola
6 6 .3 eSl 18.44 a prata.
Salmo 66 11 Tu nos deixaste cair na armadilha;m
6 6 .4 fSI 22.2 7 oprimiste as nossas costas;
1 Aclamai a Deus, toda a terra.d 12 fizeste que os homens cavalgassem”
2 Salmodiai 6 6 .5 sSI 46.8 sobre a nossa cabeça;
a glória do seu nome, passamos pelo fogo e pela água;
dai glória ao seu louvor. porém, afinal, nos trouxeste
3 Dizei a Deus: Que tremendose para um lugar espaçoso.
6 6 .6 &Êx 14.21
<|s 3.14 -17
são os teus feitos! 13 Entrarei na tua casa0
Pela grandeza do teu poder, 6 6 .7 ÍSU1.4 com holocaustos;
a ti se mostram submissos pagar-te-ei os meus votos,
os teus inimigos. 14 que proferiram os meus lábios,
4 Prostra-se toda a terra perante ti/ e que, no dia da angústia,
6 6 .9 »S1121.3

canta salmos a ti;- &.£. m /Cl 17 *• prometeu a minha boca.


salmodia o teu nome. OO. IU
Zc 13.9;
I /.3 ,
15 Oferecer-te-ei holocaustos
5 Vinde e vede as obras de Deus: 9 1 Pe 1.6-7 de vítimas cevadas,
tremendos feitos com aroma de carneiros;
para com os filhos dos homens! 6 6 .1 1 imolarei novilhos com cabritos.
6 Converteu o mar em terra seca'1; m L m l.1 3 16 Vinde, ouvi, todos v ó s p
atravessaram o rio a pé'; que temeis a Deus,
ali, nos alegramos nele. 6 6 .1 2 "Is 43.2 e vos contarei o que tem ele feito
7 Ele, em seu poder,/ por minha alma.
governa eternamente; 6 6 .1 3 °S1100.4 17 A ele clamei com a boca,
os seus olhos vigiam as nações; com a língua o exaltei.
não se exaltem os rebeldes. 6 6 .1 6 PSi 34.11 18 Se eu no coração1»
8 Bendizei, ó povos, o nosso Deus; contemplara a vaidade,
fazei ouvir a voz do seu louvor; AA1ft oln ?7 9- o Senhor não me teria ouvido.
9 o que preserva com vida*
o o . io T jy & / *7/
Is 1.15; Tg 4.3 19 Entretanto, Deus me tem ouvidor
a nossa alma e me tem atendido
e não permite a voz da oração.
20 Bendito seja Deus,
6 6 .1 9
que nos resvalem os pés. rsi 116.1-2

66 .1 -2 0 É um salmo para o culto no templo, com parte para ao fogo, não para estragá-los, mas para torná-los puros e
o coro, w 1 -1 2 , e parte para o solista, w 1 3 -2 0 . valiosos (cf 1 Pe 1.7; Hb 12.11).
6 6 .1 -4 Deus rege a tudo e a todos, em grandeza e glória; 66.12 Espaçoso. Na terra montanhosa de Israel, o alívio de
finalmente, todos terão que se s u b m e te r a Ele (Fp 2 .9 -1 1 ). um vale largo e espaçoso era cobiçado, mormente porque,
6 6 .5 -7 As duas melhores ilustrações e provas de que Deus é durante séculos, os exércitos bem equipados de diferentes
realmente soberano são, para os israelitas, os dois grandes nações ocupavam justamente estes lugares. Aqui o hebraico
fatos sobrenaturais que os tiraram da escravidão no Egito e rew ãyã se refere à satisfação, à abundância mais do que ao
depois lhes concederam sua herança em Canaã: a divisão do espaço somente, que seria rehõbh.
Mar Vermelho para o povo escapar, e a divisão do rio jordão 6 6 .1 3 -1 5 O culto público de ações de graças, 65.1n. Os fiéis
para o povo entrar na nova terra. devem estar tão prontos para agradecer como o estão para
6 6 .8 -1 2 O Deus que se revelou a Israel é o único Deus, e pedir.
deve ser adorado por todos os homens em todos os lugares.
66.16 Um coração transbordando de gratidão não conde­
É Ele quem disciplina e liberta; é Ele quem prova Seu povo
nará seus sentimentos; nisto temos a adoração ideal, dirigida
para o purificar; é Ele quem aflige com o fim de aperfeiçoar.
a Deus, apelando para incluir os que O amam (67.5).
66.9 Resvalem os pés. Para os hebreus, o pé que tropeça no
caminho é símbolo da personalidade que não agüenta as pro­ 66.18 Uma condição para recebermos a resposta às nossas
vas da vida. orações é termos uma vida pura e limpa, cheia de amor
(|o 15.7).
66.10 Acrisolaste-nos. A mente piedosa reconhece que as de­
cepções da vida com suas aflições e tristezas formarão o nosso 66.19,20 Davi sabia que a sua oração fora atendida, pois li­
caráter, se nos submetermos à prova; uma melhor ilustração nha cumprido as condições; essa resposta vem da y iç i ét
disso é a purificação da prata e do ouro, que são submetidos Deus, não de obras meritórias.
832
que não me rejeita a oração, 67.1 s N m 6 .2 S os que o aborrecem.
nem aparta de mim a sua graça. 2 Como se dissipa a fumaça/
67.2 assim tu os dispersas;
As nações rendem graças tL c 2.30-31;
como se derrete a cera ante o fogo,
assim à presença de Deus
T t 2.11
A o m e s tre d e can to . P a r a in stru m en to s
d e c o rd a s . S a lm o . C â n tic o perecem os iníquos.
6 7 .3 uSI 66.4
3 Os justos, porém, se regozijam,0
Salmo 67 exultam na presença de Deus
1 Seja Deus gracioso5
6 7 .4 vSI 96.1 0
e folgam de alegria.
para conosco, 4 Cantai a Deus,b
e nos abençoe,
6 7 .6 " L v 26.4;
salmodiai o seu nome;
e faça resplandecer sobre nós
Ez 34.27
exaltai o que cavalga
o rosto; sobre as nuvens.
i ’para que se conheça na terra'
6 7 .7 *SI 22.27
Senhor é o seu nome,
o teu caminho exultai diante déle.
68.1 5 Pai dos órfãos e juiz das viúvasc
e, em todas as nações, í-N m 10.35
é Deus em sua santa morada.
a tua salvação. 6 Deus faz que o solitáriod
3 Louvem-te os povos, ó D eus/ 6 8 .2 ^Sl 97.5;
more em família;
louvem-te os povos todos. Os 13.3
tira os cativos
4 Alegrem-se e exultem as gentes/ para a prosperidade;
pois julgas os povos com eqüidade 6 8 .3 aSI 32.11
só os rebeldes habitam
e guias na terra as nações. em terra estéril.
5 Louvem-te os povos, ó Deus; 6 8 .4 *E x 6.3;
7 Ao saíres, ó Deus/
louvem-te os povos todos. Sl 33.33
à frente do teu povo,
6 A terra deu o seu fruto,w ao avançares pelo deserto,
e Deus, o nosso Deus, nos abençoa. 6 8 .5 cSI 10.14
8 tremeu a terra;
7 Abençoe-nos Deus/ também os céus gotejaram
e todos os confins da terra 6 8 .6 d l Sm 2.5;
à presença de Deus;
o temerão. A t 12.6
o próprio Sinaif se abalou
A vitória de Deus sobre os setis inimigos na presença de Deus,
6 8 .7 eEx 13.21;
Hc 3.13 do Deus de Israel.
A o m e s tre d e c an to . S a lm o d e D a v i. 9 Copiosa chuva derramaste, ó Deus, 9
C â n tic o
para a tua herança;
quando já ela estava exausta,
6 8 .8 fÊx 19.18

Salmo 68 tu a restabeleceste.
1 Levanta-se D eus/
6 8 .9
s D t l l. 1 1 - 1 2 10 Aí habitou a tua grei;h
dispersam-se em tua bondade, ó Deus,
os seus inimigos; fizeste provisão
para os necessitados.
6 8 .1 0 * D t 26.5 ;
de sua presença fogem Sl 74.19

6 7 .1 O v e rs íc u lo re fle te a b ê n ç ã o s a c e rd o ta l d e s c rita e m id e a lm e n te c o m o f a z o p o v o e s c o lh id o ; é esta a m iss ão d a


N m 6 . 2 2 - 2 7 . A q u e le s q u e c o n h e c e m D e u s d e v e m t o r n á - IO ig re ja (c f A p 7 .9 ,1 0 ) .
c o n h e c id o , w 1 ,2 ,6 ,7 . É p o r isso q u e e ste s a lm o te m sid o 6 8 .1 -3 In v o c a -s e o s o c o rro d iv in o , c o n fia n d o -s e n o p o d e r
c h a m a d o o S a lm o M is s io n á rio . D e u s n o s to r n a Seus e m b a ix a ­ d e D eu s .
d o re s ( 2 C o 5 . 1 8 - 2 1 ) . O sa lm is ta p e d e a b ê n ç ã o d iv in a p a ra
6 8 . 4 - 6 D e u s é d e s c rito c o m o o S o b e ra n o , n a n a tu re z a ( v 4 );
a n a ç ã o , p a ra c a p a c itá -la a e s p a lh a r as n o v a s d a s alv ação
a m o ro s o p a ra c o m os d e s a m p a ra d o s , w 5 , 6 e d is ta n te dos
d iv in a e n tr e as d e m a is n a ç õ e s ( 2 ) .
d e s o b e d ie n te s , v 6 .
6 7 . 4 As n a ç õ e s d a te rra d e v e m e x u lta r, pois o Juiz e L íd e r q u e
6 8 . 7 - 1 0 A q u i h á u m p e q u e n o re s u m o d o liv ro d e N ú m e ro s ,
t ê m é o p ró p rio D e u s . d e s c re v e n d o a p e n a s a a tu a ç ã o d e D e u s , c u id a n d o d o ^>eu
6 7 . 5 O s p o v o s são c o n v o c a d o s a p re s ta r c u lto a D e u s ( 3 ) , p o v o , m a s n ã o e n u m e r a n d o as m u ita s d e s o b e d iê n c ia s dos
m a s isto só será possível q u a n d o m iss io n ário s lhes e n s in a re m israe litas, p o is e ste s a lm o fo i es c rito s o m e n te p a ra e x a lta r a
q u e m é Deus. g ló ria d e D e u s . Este tre c h o re v e la o p o d e r e a te rn u r a d e
6 7 .7 O a lv o é q u e as n a ç õ e s d a te rra v e n h a m a a d o ra r D eu s D e u s , Sua fo rç a e p ro v id ê n c ia p a ra c u id a r d o s Seus.
833 SALMO 68.27
110 Senhor deu a palavra, 68.12 para que o S enhor Deus
grande é a falange 'N m 31.8-9;
habite no meio deles.
19 Bendito seja o Senhor
|s 10.16
das mensageiras das boas-novas.
12 Reis de exércitos fogem e 68.13 /Sl 81.6 que, dia a dia,
fogem;' leva o nosso fardo!
a dona de casa reparte os despojos. 68.14 Deus é a nossa salvação.
13 Por que repousais/ * N m 2 1 .3 20 O nosso Deus é o Deus libertador;0
entre as cercas dos apriscos? com Deus, o Senhor ,
As asas da pomba 68.16 'D t 12.5;
está o escaparmos da morte.
são cobertas de prata,
IRs 9.3;
Sl 87.1-2 21 Sim, Deus parte a cabeçaP
cujas penas maiores dos seus inimigos
têm o brilho flavo do ouro. 68.17 e o cabeludo crânio do que anda
14 Quando o Todo-Poderoso* m D t 33.2; nos seus próprios delitos.
ali dispersa os reis, 2Rs 6.16-17;
22 Disse o Senhor: í
De Basã os farei voltar,
Hb 12.22
cai neve sobre o monte Zalmom.
15 O monte de Deus é Basã, 68.18 "Ef 4.8 fá-los-ei tomar
serra de elevações das profundezas do mar,
é o monte de Basã. 68.20 23 para que banhes o pé em
16 Por que olhais com inveja,' An1 1&
o D t 32.39; sangue/
ó montes elevados, Ap 1.1o
e a língua dos teus cães '
o monte que Deus escolheu tenha o seu quinhão dos
para sua habitação? inimigos.
68.21 pSI 55.2 3

O Senhor habitará nele 68.22 24 Viu-se, ó Deus, o teu cortejo,


para sempre. qtx 14.22 o cortejo do meu Deus, do meu Rei,
17 Os carros de Deus são vinte no santuário.
mil,m 68.23 25 Os cantores iam adiante/
sim, milhares de milhares. rIR s 21.1 9
atrás, os tocadores
No meio deles, está o Senhor; de instrumentos de cordas,
o Sinai tomou-se em santuário. 68.25 s l C r 13.8
em meio às donzelas com adufes.
18 Subiste às alturas0, 26 Bendizei a Deus nas congregações/
levaste cativo o cativeiro; bendizei ao Senhor , vós que sois
68.26 tD t 33.28

recebeste homens por dádivas, 68.27 da estirpe de Israel.


até mesmo rebeldes, u lS m 9.21 27 Ali, está o mais novo, Benjamim/

6 8 . 1 1 - 1 4 Estes vers ícu lo s fa z e m a lu s ã o à h is tó ria d e Israel a lg o q u e , p o r m e n o r q u e seja ( o m o n t e d e Je ru s a lé m ), é a lv o


d e s c rita nos livro s d e |o s u é e |u íz e s . H á vá ria s p e q u e n a s re m i- d e b ê n ç ã o d a p a rte d e D e u s .
n isc ên cias ráp id a s : os m e n s a g e iro s , c o rr e n d o p e lo te r ritó rio 6 8 . 1 8 Levaste cativo o cativeiro. O c u m p r im e n t o c a b a l d e s ta
p a ra d a r as no va s d e u m a d as m u ita s lib e r ta ç õ e s o p e ra d a s p o r p a la v ra d a r - s e - á q u a n d o a m o r te e o in fe rn o f o re m la n ç a d o s
D e u s n a é p o c a (v 1 1 ); as m u lh e re s c a n ta n d o e m triu n fo , n a s e g u n d a m o rte , a rro ja d o s p a ra d e n tr o d a p ró p ria c o v a d e
]z c a p 5 ; 1 S m 1 8 .6 ; as re p re e n s õ e s m ú tu a s q u a n d o a lg u m a
to rtu ra s q u e a b rir a m (A p 2 0 .1 4 ) .
d a s trib o s se o m itia d a b a ta lh a , v 1 3 c o m Jz 5 . 1 6 - 1 7 ; vário s
reis in im ig o s d ispersos c o m o a n e v e n as m o n ta n h a s escu ras, 6 8 . 1 9 - 2 3 O D e u s q u e nos s alv o u é o Pai, q u e n o s a b e n ç o a
v 1 4 c o m js 1 0 . 5 - 1 1 . c o m to d a b o a d á d iv a (R m 8 . 3 2 ) . Só p o r Ele h á a sa lv a ç ã o d a
m o r t e e te rn a ( 2 0 ) . S erá g e n e ro s o p a ra c o m Seus filh o s e ju s to
6 8 . 1 3 Asas d a pom ba. P ro v a v e lm e n te p re c io s o e ra ro e n tr e as
p a ra c o m Seus in im ig o s .
jó ia s d a é p o c a ; s e ria m c o b iç a d a s c o m o d e s p o jo d e g u e rr a ,
p r ê m io d e u m h e ró i. 6 8 . 2 2 Basã. R e g iã o a o leste d o J o rd ã o , rica e m g a d o ; a q u i
s im b o liz a u m a s itu a ç ã o d e re p o u s o , d e f a rtu r a , d e b e le z a e d e
6 8 . 1 5 - 1 8 O C o n q u is ta d o r e n tra e m S ião ( 1 6 - 1 7 ) c o m u m a
lu cro s fáce is.
m u ltid ã o d e ca tiv o s ( 1 8 ) , a n te c ip a n d o o d ia n o q u a l su b iria
aos p ró p rio s C é u s , acom panhado p ela s h o s te s cele stiais 6 8 . 2 3 A lín g u a dos teus cães. C f a m o rte de J e za b e l
(c f A t 1 . 9 - 1 0 ) d e o n d e c o n c e d e ria à Sua Ig re ja v á rio s d o n s e ( 2 Rs 9 . 3 0 - 3 7 ) .
p o d e re s p e la o p e ra ç ã o d o E spírito S a n to ( A t 1 .8 ; Ef 4 . 7 - 1 4 ) , 6 8 . 2 4 - 2 7 O p o v o r e d im id o d e D e u s s e g u e - 0 c o m c â n tic o s
e m c o n s e q ü ê n c ia d e S u a ress u rreição e a sce n são . d e lo u v o r, m e n c io n a n d o -s e e s p e c ia lm e n te q u a tr o trib o s . A
6 8 . 1 5 M o n te de Deus. O h e b ra ic o p o d e usar a ex p re s s ã o " d e d e s c riç ã o h is tó ric a r e fe r e -s e a u m a p ro cissão d e a ç õ e s d e
D e u s ” c o m o a d je tiv o , s ig n ific a n d o “ e n o r m e " . E n te n d e -s e , g ra ç a , in d o p a ra o S a n tu á rio e , e s p iritu a lm e n te , é c o m p a rá v e l
po is , q u e o q u e é im p o n e n te n ã o a lc a n ç a o m e s m o v a lo r q u e à a d o ra ç ã o d e to d o s os c re n te s (1 Pe 2 . 4 - 6 ) .
SULM O 68.28 834
que os precede, 68.28 k'Sl 42.8 o lamento do Messias
os príncipes de Judá, A o m e s tre d e can to.
com o seu séquito, S eg u n d o a m e lo d ia “ O s lír io s " .
os príncipes de Zebulom w1Rs 10.10;
6 8 .2 9 De D avi

e os príncipes de Naftali.
28 Reúne, ó Deus, a tua força/
2Cr 32.23;
Sl 72.10
Salmo 69
força divina que usaste Salva-me, ó Deus/
a nosso favor, porque as águas
29 oriunda do teu templow 6 8 .3 0 me sobem até à alma.
em Jerusalém. *2 S m 8.2;
Estou atoladod
Os reis te oferecerão presentes. Sl 22.12
em profundo lamaçal,
30 Reprime a fera dos canaviais/ que não dá pé;
a multidão dos fortes como estou nas profundezas das águas,
touros 6 8 .3 1
e a corrente me submerge.
Estou cansado de clamar/
/S l 44.20;
e dos povos com novilhos; Sf 3.10
calcai aos pés os que cobiçam secou-se-me a garganta;
barras de prata. os meus olhos desfalecem
Dispersa os povos de tanto esperar por meu Deus.
São mais que os cabelos
6 8 .3 3 Z S118.1 0
que se comprazem na guerra.
31 Príncipes vêm do Egito/ de minha cabeça
a Etiópia corre a estender os que, sem razão, me odeiamf;
mãos cheias para Deus.
6 8 .3 4 »SI 29.1
são poderosos os meus destruidores,
32 Reinos da terra, cantai a Deus, os que com falsos motivos
salmodiai ao Senhor, são meus inimigos;
33 àquele que encima os céus/
6 8 .3 5 6SI 45.4 por isso, tenho de restituir
os céus da antigüidade; o que não furtei.
eis que ele faz ouvir a sua voz, Tu, ó Deus, bem conheces
a minha estultice,
voz poderosa.
6 9 .1 cSI 69.2;
Jn 2.5
e as minhas culpas
34 Tributai glória a Deus;0 não te são ocultas.
a sua majestade está sobre Não sejam envergonhados
Israel, 6 9 .2 dSI 40.2 por minha causa
e a sua fortaleza, os que esperam em ti,
nos espaços siderais. ó S e n h o r , Deus dos Exércitos;
35 Ó Deus, tu és tremendo1’ 6 9 .3 <?SI 6.6 nem por minha causa
nos teus santuários; sofram vexame
o Deus de Israel, os que te buscam,
ele dá força e poder ao povo. ó Deus de Israel.
Pois tenho suportado afrontas
6 9 . 4 'Sl 35.19;
Bendito seja Deus! Jo 15.25

6 8 .2 8 -3 1 Esta d e v e ser a o ra ç ã o c a n ta d a p elo s m e m b r o s d a d e lo p e r fe ito d o s o fre d o r in o c e n te , m a s m e s m o assim p e d e


c o n g r e g a ç ã o : estes vers ícu lo s são p ro fé tic o s e a n u n c ia m o d ia q u e te n h a v itó ria s o b re os q u e lh e m o v e m p e rs e g u iç ã o , p a ra
n o q u a l esta v isã o v irá a ser re a liz a d a n a pessoa e n a o b r a d o q u e o u tro s s o fre d o re s n ã o v e n h a m a ser d e s e n c o ra ja d o s e
M essias (c f A p 2 1 .2 4 ) . c o n fu n d id o s . O V e rd a d e iro In o c e n te , o S acrifício e m p ro l d o s

6 8 .3 0 Fera dos canaviais. U m a re fe rê n c ia s im b ó lic a a o E g ito . p e c a d o re s , é só jesus C ris to . M u ita s p a la v ra s d e s te s a lm o p o ­


d e m ser a p lic a d a s à q u ilo p o r q u e Jesus passou e n tr e os h o ­
6 8 .3 2 -3 5 D e u s , q u e p r im e ir a m e n te Se re v e lo u a o S eu p o v o
m e n s in g ra to s e p e c a d o re s . • N . H o m . 1 ) A c o n d iç ã o d o
Israel, será re c o n h e c id o c o m o D e u s p o r pessoas d e to d a s as
m á rtir, v v 1 - 6 ; 2 ) A v id a ju s ta d o m á rtir, w 7 - 1 2 ; 3 ) O c la ­
n açõ es, q u e fo r m a r ã o u m n o v o p o v o d e D e u s . D e u s , p e la Sua
m o r d o m á rtir, w 1 3 - 1 8 ; 4 ) A c a la m id a d e d o m á rtir,
fo rç a c u m p rirá to d a a Sua s o b e rb a v o n ta d e .
w 1 9 - 2 1 ; 5 ) A m a ld iç ã o d o m á rtir, w 2 2 - 2 8 ; 6 ) A a b s o lu ta
6 9 .1 -6 U m a d e s c riç ã o c o m o v e n te d a s itu a ç ã o a n g u s tio s a d e c o n fia n ç a d o m á rtir, w 2 9 - 3 6 .
D a v i, q u e está s o fre n d o p o r causa d a p e rs e g u iç ã o d o s seus
6 9 . 4 U m d o s vers ícu lo s q u e d e s c re v e m o q u e Jesus ta m b é m
in im ig o s , e n ã o p o r cau s a d o s seus p e c a d o s . N ã o é , p o ré m ,
passou.
c o m p le ta m e n te is e n to d e p e c a d o ; co n fe ssa as fa lh a s d a sua
v id a q u e e s tã o p a te n te s p e ra n te D e u s ( 5 ) . D a í, n ã o é o m o ­ 6 9 . 7 - 1 2 O s s o frim e n to s p e lo s q u a is D a v i passou fo r a m p ro -
835 SALMO 69.24
por amor de ti, 6 9 .8 9 S I3 1 .1 1 ;
lo1.11 a boca do poço.
e o rosto se me encobre de vexame. 16 Responde-me, SENHOR,P
8 Tomei-me estranho a meus irmãos? 6 9 .9 fijo 2.17 pois compassiva é a tua graça;
e desconhecido 'Rm 15.3 volta-te para mim
aos filhos de minha mãe. segundo a riqueza
das tuas misericórdias.
6 9 .1 0
9 Pois o zelo da tua casah (Sl 35.13-14

me consumiu, 17 Não escondas o rosto ao teu servo, <i


e as injúrias' dos que te ultrajam
6 9 .1 1 k lR s 9 .7
pois estou atribulado;
caem sobre mim. 6 9 .1 2 <|ó 30.9 responde-me depressa.
10 Chorei, em jejum está/ 18 Aproxima-te de minha alma
a minha alma, e redime-a;
6 9 .1 3 "i Is 49.8;
2Co 6.2
e isso mesmo se me tomou resgata-me
em afrontas. 6 9 .1 4
por causa dos meus inimigos.
11 Pus um pano de saco por veste* 19 Tu conheces a minha afronta/
" 5 1 1 4 4 .1 -2

e me tomei objeto de escárnio 6 9 .1 5 a minha vergonha e o meu vexame;


para eles. ° N m 16.33
todos os meus adversários
12 Tagarelam sobre mim' 6 9 .1 6 pSI 25.1 6 estão à tua vista.
os que à porta se assentam, 20 O opróbrio partiu-me o coração/
e sou motivo 6 9 .1 7 qSl 27 .9
e desfaleci;
para cantigas de beberrões. 6 9 .1 9 esperei por piedade, mas debalde;
13 Quanto a mim, porém, Senhor,™ rSI 22.6-7;
por consoladores, e não os achei.
faço a ti, em tempo favorável, Hb 12.2
21 Por alimento me deram fel
a minha oração. 6 9 .2 0 sjó 16.2; e na minha sede me deram a beber
Responde-me, ó Deus, Is 63.5
vinagref.
pela riqueza da tua graça; 6 9 .2 1 22 Sua mesa tome-se-lhes diante deles u
pela tua fidelidade em socorrer, <M t 27.48; em laço,
14 livra-me do tremedal,n M c 15.36;
e a prosperidade, em armadilha.
para que não me afunde;
|o 19.2 8-29
23 Obscureçam-se-lhes os olhos,
seja eu salvo dos que me odeiam 6 9 .2 2 para que não vejam;
e das profundezas das águas. uRm 11.9 -10
e faze que sempre lhes vacile
15 Não me arraste0 6 9 .2 3 v(22 -23) o dorso.v
a corrente das águas, Rm 11.9 -10 24 Derrama sobre eles"'
nem me trague a voragem, a tua indignação,
nem se feche sobre mim e que o ardor da tua ira os alcance.
6 9 .2 4
"-ITs 2.16

v o c a d o s n ã o p e lo p e c a d o , m as p e la d e d ic a ç ã o a D e u s e à Sua re s g a tá -lo , p o ré m , s u je ita -s e à v o n ta d e d e D e u s , p a ra q u e


casa ( 7 e 9 ) . H a v e rá s o frim e n to ta m b é m n a v id a d o h o m e m D e u s lh e fa ç a o q u e L h e a p ro u v e r, " e m t e m p o fa v o rá v e l"
p ie d o s o ( 2 T m 3 .1 2 ) , m as é m e lh o r s o fre r p o r u m a b o a causa, ( 1 3 ) . Esta a titu d e d e su b m is s ã o fo i p e rfe ita n o S e n h o r Jesus
d o q u e c o m o m a lfe ito r (1 Pe 2 . 1 8 - 2 0 ; 4 . 1 2 - 1 6 ) . C ris to ( M t 2 6 .3 9 e 4 2 ) .
6 9 .7 Estas p a la v ra s fo r a m lite ra lm e n te c u m p rid a s e m C ris to 6 9 .1 9 -2 1 É b o m p o d e r re c o n h e c e r, c o m o D a v i, q u e D eu s
( M c 1 4 .6 5 ) . sa b e tu d o a c e rc a d a q u ilo q u e e s ta m o s p a s s a n d o , e q u e t e m o
6 9 .9 Foi e s te z e lo q u e p ro v o c o u o ó d io d o s ju d e u s c o n tra m e lh o r r e m é d io p a ra o caso.
|esus (J o 2 .1 7 ) . 6 9 . 2 0 Q u a n d o Jesus fo i p re s o , os Seus d is c íp u lo s f u g ir a m ,
6 9 .1 1 Pano de saco. As v e s te s d e |es u s f o r a m rifa d a s , M t 2 6 .5 6 .
)o 1 9 . 2 3 - 2 4 . 6 9 .2 1 Vinagre. O v in h o b r u to q u e o fe re c e ra m a |esus; a p ri­
6 9 . 1 2 Cantigas de beberrões. F o ra m os m a lfe ito re s e b e b e r ­ m e ir a b e b id a q u e lh e o fe re c e ra m tin h a m irra , c o m o e n to r p e ­
rõ es d e Jeru salém q u e se d e ix a ra m a lu g a r p a ra e x ig ir a m o rte c e n te ; a q u e la , Jesus re c u s o u ( M c 1 5 .2 3 ) só a c e ita n d o , d e p o is ,
d e Jesus (J o 1 8 .4 0 e 1 9 .1 5 ) . O s p io re s h o m e n s v ie ra m a z o m ­ a b e b id a s im p le s (J o 1 9 .3 0 ) .
b a r d E le ( M t 2 7 . 3 9 - 4 4 ) . 6 9 .2 2 -2 8 D e v e -s e le m b r a r q u e e ste s a lm o fo i es c rito a n te s
6 9 . 1 3 - 1 8 D a v i p re fe re a c h a r seu re fú g io e m D e u s d o q u e d a re v e la ç ã o d e C ris to , a n te s d e se fa la r b e m c la ro s o b re u m
re fu g ia r-s e n o ó d io , n a a m a rg a v in g a n ç a . A p e la a D e u s c o m o J u lg a m e n to Final, e e te rn o , rio q u a l h a v e rá u m t e r m in a n te
S e n h o r re v e la d o aos Seus, e c o m o D e u s u n iv e rs a l e p o d e ro s o ; a ju s te d e c o n ta s e n tr e o b e m e o m a l. P o r isso a lm e ja v a -s e v e r
a p e la às c a ra c te rís tic a s d iv in a s , à g ra ç a , à fid e lid a d e , à m is e ri­ n o p re s e n te a lg u m a d e m a n d a d o b e m c o n tra o m a l. A a t itu d e
c ó rd ia q u e D e u s ta n ta s ve ze s re v e la ra . D e s e ja a lib e r ta ç ã o , p a r a c o m os in im ig o s fo i t r a n s f o r m a d a p o r C r is t o
d es e ja q u e D e u s o o u ç a e v o lte -S e p a ra e le , p a ra r e d im i- lo e (M t 5 .3 3 -3 4 ).
SALMO 69.25 836
25 Fique deserta a sua morada*, 6 9 .2 5 *At 1.20 36 Também a descendência'1
e não h a j a q u e m h a b i t e dos seus servos a herdará,
as s u as te n à a s . 69.26 \ e o s q u e ftv e a m a m o
26 Pois perseguem a quem tu ferístey Y lZ r 28.9; nela habitarão.
e acrescentam dores Zc 1.15

àquele a quem golpeaste. Petição por auxílio divino


27 Soma-lhes iniqüidade à iniqüidade/ 6 9 ,2 7 *ls 26.1 0 S l 4 0 .1 3 -1 7
e não gozem da tua absolvição.
28 Sejam riscados do Livro dos Vivos0 6 9 .2 8 »A p 3.5;
A o m e s tre d e c a n to . D e D a v i.
E m m e m ó ria
e não tenham registro 13.8; 17.8

com os justos. Salmo 70


29 Quanto a mim, porém, 6 9 .3 0 i>SI 28.7
amargurado e aflito, 1 Praza-te, ó Deus,'
ponha-me o teu socorro, ó Deus, em livrar-me;
dá-te pressa, ó Senhor,
6 9 .3 1
em alto refúgio. cSI 5 0.1 3-14
30 Louvarei com cânticosb em socorrer-me.
o nome de Deus, 2 Sejam envergonhados/
exaltá-lo-ei com ações de graças. e cobertos de vexame
6 9 .3 2 **SI 22.2 6

31 Será isso muito mais agradávelc os que me demandam a vida;


ao Senhor 6 9 .3 3 eEf 3.1
tomem atrás
do que um boi ou um novilho e cubram-se de ignomínia
com chifres e unhas. 6 9 .3 4 'Sl 96.11 os que se comprazem no meu mal.
32 Vejam isso os aflitos e se alegrem;d 3 Retrocedam*
quanto a vós outros 6 9 .3 5 9SI 51.1 8 por causa da sua ignomínia
que buscais a Deus, os que dizem: Bem-feito!
que o vosso coração reviva. Bem-feito!
4 Folguem e em ti se rejubilem
6 9 .3 6
33 Porque o Senhor responde' Si 102.28
aos necessitados todos os que te buscam;
e não despreza 7 0 .1 ÍS I4 0 .1 3 e os que amam a tua salvação
os seus prisioneiros. digam sempre:
34 Louvem-no os céus e a terra/ Deus seja magnifteado!
os mares e tudo quanto neles 7 0 .2 /S l 35.4
5 Eu sou pobre e necessitado/
se move. ó Deus, apressa-te em valer-me,
35 Porque Deus salvará Siãofl 7 0 .3 ‘ Sl 40.1 5 pois tu és o meu amparo
e edificará as cidades de Judá, e o meu libertador.
e ali habitarão e hão de possuí-la. 7 0 .5 'Sl 40.1 7 Senhor, não te detenhas!
6 9 . 2 7 U m d o s p io re s cas tig o s q u e o ím p io p o d e s o fre r é s e r- c o m p re e n s ã o re lig io s a d e D a v i, n in g u é m d u v id a rá d e q u e ele
Ih e p e r m itid o p o r D e u s c o n tin u a r n o s seus p e c a d o s , m u lti­ d ese ja v e r sua n a ç ã o v e r d a d e ir a m e n te edificada n o a m o r , n a
p lic á -lo s e n ã o r e c e b e n d o o p e rd ã o , p o r s e re m eles t ã o fé , n a p ie d a d e , n as b ê n ç ã o s d e D e u s (c f Sl 1 2 7 .1 - 5 ) .
e n d u r e c id o s a o p o n to d e s e q u e r p o d e r v is lu m b ra r o q u e é o 7 0 .1 -5 Este s a lm o se a c h a ta m b é m n o Sl 4 0 . 1 3 - 1 7 e n o
a r r e p e n d im e n to (c f R m 1 . 1 8 - 3 2 ) . Sl 3 5 . 4 , 2 1 , 2 6 e 2 7 . P a re c e q u e uns v ers ícu lo s d o Sl 3 5 fo ra m
6 9 . 2 9 - 3 6 D a v i e x p r im e sua c e rte z a d e q u e D e u s o livra rá c o lig id o s p a ra fo r m a r u m a p e tiç ã o a d ic io n a l à o ra ç ã o p a ra o
( 2 9 - 3 1 ) , c h e g a n d o os reto s , p o r esse m o tiv o , a s e re m e n c o ­ liv ra m e n to q u e é o Sl 4 0 , a q u a l, fin a lm e n te , fo i d e s ta c a d a
ra ja d o s ( 3 2 - 3 3 ) e a n te v e n d o a c id a d e d e D e u s a se e s ta b e le ­ c o m o p e q u e n a jó ia d e o ra ç ã o p a ra o p o v o d e c o ra r e s e m p re
cer em p ro s p e rid a d e ( 3 4 e 3 6 ) . Este s a lm o , c o n s id e ra d o " c a rre g a r c o n s ig o " , c o m o m o d e lo d e p e tiç ã o n a e m e r g ê n c ia .
c o m o u m S a lm o M e s s iâ n ic o e fr e q ü e n t e m e n te c ita d o c o m o 7 0 .1 -3 D a v i in v o c a o s o c o rro d iv in o , a c o n d e n a ç ã o d o s seus
ta l n o N o v o T e s ta m e n to , te m p a rte s q u e se a p lic a m a p e n a s a p e rs e g u id o re s .
D a v i e n ã o a jesus, o h e rd e iro d o tr o n o d e D a v i; a co n fis são 7 0 . 4 P e d e q u e os q u e c o n h e c e m a D e u s p o s s a m lo g o te r
d e p e c a d o n o v 5 , e o e s p írito d o s w 2 2 - 2 8 q u e m o s tr a m o m a is m o tiv o s p a ra se re g o z ija r a le g r e m e n te g lo rific a n d o a o
d e s e jo d e v e r os p e rv e rs o s d e s tru íd o s o m a is c e d o possível S en h o r.
p e r te n c e m só a D a v i.
7 0 .5 A n s e ia p e la a ju d a q u e v e m d e D e u s , e t e m pressa n is to ,
6 9 . 3 5 D eus salvará Siâo. M u ito s c o m e n tá rio s a tr ib u e m e x ­ p o is n ã o d á v a lo r a lg u m a o s o c o rro q u e v e m d a fo rç a e s a b e ­
p ressões dessa n a tu re z a à s itu a ç ã o n o E xílio, m a is d e q u a tr o d o ria d o s h o m e n s p e c a d o re s , ig n o ra n te s , fra c o s e fa lh o s , q u e
séculos d e p o is d e D a v i, m a s , s a b e n d o a p r o fu n d id a d e d a s o m o s to d o s nós.
*37 SALMO 71.18
Sépãaade um ancião 71.1 mSI 25.2-3 e da tua glória continuamente.
9 Não me rejeites na minha velhice; “
Salmo 71 71.2 "SI17.6 quando me faltarem as forças,
não me desampares.
1 Em ti, Senhor, me refugio;m 10 Pois falam contra mim1'
não seja eu jamais 7 1 .3 °SI 31.2-3
os meus inimigos;
envergonhado. e os que me espreitam a alma
2 Livra-me por tua justiça" 71.4PS1140.1 consultam reunidos,
e resgata-me; 11 dizendo: Deus o desamparou;
inclina-me os ouvidos e salva-me. persegui-o e prendei-o,
3 Sê tu para mim0 7 1 .5 qjr 17.7
pois não há quem o livre.
uma rocha habitável 12 Não te ausentes de mim, ó Deus;"
em que sempre me acolha; 7 1 .6 'Sl 22.9 -10 Deus meu, apressa-te
ordenaste que eu me salve, em socorrer-me.
pois tu és a minha rocha 13 Sejam envergonhados e consumidos*
e a minha fortaleza. 7 1 .7 s|s 8.18;
os que são adversários
4 Livra-me, Deus meu,P
1 Co 4.9
de minha alma;
das mãos do ímpio, cubram-Se de opróbrio e de vexame
das garras do homem injusto 7 1 .8 fSI 35.28
os que procuram o mal contra mim.
e cruel. 14 Quanto a mim, esperarei sempre
5 Pois tu és a minha esperança,<? 7 1 .9 usi 71.18 e te louvarei mais e mais.
Senhor Deus, 15 A minha boca relatará a tua justiçai'
a minha confiança e de contínuo
desde a minha mocidade. 7 1 .1 0
os feitos da tua salvação,
6 Em ti me tenho apoiador
^2Sm 17.1
ainda que eu não saiba
desde o meu nascimento; o seu número.
do ventre materno tu me tiraste, 7 1 .1 2 wSI 22.11
16 Sinto-me na força do S enhor Deus;
tu és motivo para os meus louvores e rememoro a tua justiça,
constantemente. 7 1 .1 3 *S I 35.4 a tua somente.
7 Para muitos sous 17 Tu me tens ensinado, ó Deus,
como um portento, desde a minha mocidade;
mas tu és o meu forte refúgio. 7 1 .1 5 yS\ 35.28
e até agora tenho anunciado
8 Os meus lábios estão cheios' as tuas maravilhas.
do teu louvor 7 1 . 1 8 /S l 71.9 18 Não me desampares, pois, ó Deus,z
7 1 .1 Este s a lm o , o ú ltim o d a c o le ç ã o d a v íd ic a , n e m é a tri­ c o n d iç ã o . M a s n a re a lid a d e , o ju s to n ã o é p o b re n e m ig n o ­
b u íd o a e le , e p a re c e ser u m a s e le ç ã o q u e a lg u m " a n c iã o " ra n te , p o is sua riq u e z a e a sua s a b e d o ria s ã o e te rn a s , v in d a s
fize ra d e n tr e as m u ita s o ra ç õ e s d e D a v i e m m e io às afliç õ es. d a g ra ç a d e D e u s , e n ã o s e g u n d o o m u n d o as d á , c f a p a z
E scolheu p a ra si as p a la v ra s q u e lh e fa la v a m m a is a í c o ra ç ã o . q u e Jesus c o n c e d e aos fiéis (J o 1 4 .2 7 ) .
É u m a n c iã o c h e io d e c o n fia n ç a e d e e s p e ra n ç a e m D e u s (9 ,
7 1 . 1 4 Esperarei. O s q u e v iv e m p e r a n te D e u s n u m a a titu d e
1 7 , 1 8 ) . Fala e c a n ta o lo u v o r d e D e u s d u r a n te o d ia in te iro
c o n tín u a d e fé e d e e s p e ra n ç a , lo g o te r ã o fa rto s m o tiv o s p a ra
( 8 , 1 5 , 2 4 ) . C rê q u e a p ro v id ê n c ia d iv in a já o v ig ia v a d e s d e
lo u v á -IO s e m p re m ais .
q u e n asc era, e a té a n te s (5 , 6 , 1 7 ; c f j r 1 .5 ); p o r isso c o n fia
q u e D e u s n ã o o d e c e p c io n a rá n o fim d a v id a ( 9 , 1 8 ) . A p e s a r 7 1 .1 5 N ú m e ro . D e u s n o s liv ra d e m u ito s p e rig o s , q u e n u n c a
d e t e r u m a id a d e a v a n ç a d a , c rê q u e a in d a te rá tra b a lh o p a ra v ie ra m a se reve lar. Q u e m a n d a n o m a t o , n ã o s a b e q u a n ta s
fa z e r, é m p ro l d e D e u s , le v a n d o u m a m e n s a g e m à n o v a g e ra ­ c o b ra s e e s c o rp iõ e s fo r a m d e s v ia d o s d o n o ss o c a m in h o ;
ç ã o ( 1 8 ) . U m h o m e m p o d e c h e g a r a o fim d a v id a c o m esta q u e m a n d a n a c id a d e n ã o s a b e q u a n to s carro s p o d ia m te r
satis fação , se n o p a s s a d o e n o p re s e n te tiv e r f e it o d e D e u s sua t id o u m a fa lh a d e fre io s , n u m a h o ra crític a ; q u e m v iv e na
fo rta le z a e re fú g io ( 3 e 7 ). U m a m o r te g lo rio s a é o f im d e t e rra , n ã o s a b e a té q u e p o n to o a m o r d iv in o e stá fre ia n d o a
u m a v id a v ito rio s a . A v e lh ic e n ã o é is e n ta d e p ro v a ç õ e s lo u c u ra d a p o lític a in te rn a c io n a l e a té d o s c rim in o s o s , q u e
( 1 0 - 1 1 ) , m a s D e u s é rá p id o e m s o c o rre r, c o n fu n d in d o e c o n ­ p o d e m m u ito b e m a r r o m b a r a casa q u e c o b iç a re m .
s u m in d o os m a lfe ito re s e os m a le d ic e n te s .
7 1 .1 8 A té que eu tenha declarado. U m h o m e m d e id a d e p o d e
7 1 . 1 - 3 Q u a s e u m a c ita ç ã o d o Sl 3 1 . 1 - 3 . ser u m m a g n ífic o m is s io n á rio ; se n ã o t e m fo rç a s p a ra a n d a r
7 1 .1 1 Deus o desam parou. O s ig n o ra n te s , a o v e r e m o ju sto e n tr e os p o v o s selv ag en s, p o d e ser u m c o n s e lh e iro d a ju v e n ­
s em p ro s p e rid a d e físic a, s e m a p a rê n c ia s s e g u n d o a c a rn e , t u d e , p r o p ic ia n d o a o s jo v e n s fo rte s e a rd e n te s u m a s a b e d o ria
d e s p r e z a m -n o , p e n s a n d o e m tir a r v a n ta g e m d a sua h u m ild e q u e eles n u n c a v iria m a a n g a ria r so zin h o s , te m p e r a d a p o r
SALMO 71.19 838
até à minha velhice e às cãs; 7 1 .1 9 oSl 35.1 0
e os teus aflitos, com eqüidade.
até que eu tenha declarado Os montes trarão paz ao povo, 9
3
à presente geração a tua força 7 1 .2 0 í>si 60.3 também as colinas a trarão,
e às vindouras o teu poder. com justiça.
19 Ora, a tua justiça, ó Deus,0 4 Julgue ele os aflitos do povo,'1
se eleva até aos céus.
7 1 .2 2
c2Rs 19.22; salve os filhos dos necessitados
Grandes coisas tens feito, ó Deus; Is 60.9
e esmague ao opressor.
quem é semelhante a ti? 5 Ele permanecerá'
20 Tu, que me tens feito ver0 7 1 .2 3 dSI 103.4
enquanto existir o sol
muitas angústias e males, e enquanto durar a lua,
me restaurarás ainda a vida através das gerações.
e de novo me tirarás
7 1 .2 4 «Sl 71.8

dos abismos da terra. * 6 Seja ele como chuva que descei


21 Aumenta a minha grandeza, 7 2 .2 % 11.2-4 sobre a campina ceifada,
conforta-me novamente. como aguaceiros que regam
22 Eu também te louvo com a lira,c 7 2 .3 gSI 85.1 0 a terra.
celebro a tua verdade, ó meu Deus; 7 Floresça em seus dias o justo,*1
cantar-te-ei salmos na harpa, e haja abundância de paz
até que cesse de haver lua.
7 2 .4 M s 11.4
ó Santo de Israel.
23 Os meus lábios exultarãod 8 Domine ele1de mar a mar
quando eu te salmodiar; 7 2 .5 iS l 72.7
e desde o rio
também exultará a minha alma, até aos confins da terra.
que remiste. 7 2 .6 ;2S m 23.4
9 Curvem-se diante delem
24 Igualmente a minha língua* os habitantes do deserto,
celebrará a tua justiça 7 2 .7 kls 2.4; e os seus inimigos lambam o pó.
todo o dia; Lc 1.33
10 Paguem-lhe tributosn
pois estão envergonhados os reis de Társis e das ilhas;
e confundidos 7 2 . 8 'Z c 9.10
os reis de Sabá e de Sebá
os que procuram o mal contra mim. lhe ofereçam presentes.
O rei justo e o seu reinado eterno 7 2 .9 mSI 74.14; 11 E todos os reis0
M q 7.17
se prostrem perante ele;
S a lm o d e S a lo m ã o todas as nações o sirvam.
7 2 .1 0 12 Porque ele acodeP
Salmo 72 " 2 C r 9 .2 1 ;
Is 49 .7 ao necessitado que clama
1 Concede ao rei, ó Deus, e também ao aflito e ao
os teus juízos 72 .1 1 desvalido.
e a tua justiça, ao filho do rei. ols 4 9.2 2-23 13 Ele tem piedade do fraco
2 Julgue ele com justiça o teu e do necessitado
povof 7 2 .1 2 p |ó 29.1 2 e salva a alma aos indigentes.
lo n g o s a n o s d e c o m u n h ã o c o m D e u s , d e m e d ita ç ã o n a Sua 7 2 .1 -4 N e s ta in tr o d u ç ã o à d e s c riç ã o d o rei id e a l, o c o rr e sete
P ala vra e d e o b e d iê n c ia às Suas pres criçõ es. v e ze s o c o n c e ito d e ju s tiç a e ju lg a m e n to . In t r o d u z - s e t a m ­
b é m o c o n c e ito d e " p a z " , q u e as E scrituras m u ita s v eze s asso­
7 1 . 2 0 M e tens feito ver. O s p e rig o s q u e o ju s to so fre , e le c o n ­
c ia m à r e tid ã o . N e n h u m país q u e n ã o re s p e ite a re tid ã o p o d e
s id e ra c o m o "visões d a n te s c a s " , c o m o se D e u s nos levasse
t e r p ro s p e r id a d e n a c io n a l.
p e la m ã o , p a ra v e r o q u e e x is te d e a fliç ã o n o m u n d o , p a ra
d e p o is nos le v a r à v isã o c e le s tia l. São au la s e lições p a ra 7 2 .5 -7 E xpressões c o m o estas m o s tr a m q u e o rei id e a l n ã o
a p r e n d e rm o s os c a m in h o s d e D e u s . será u m a re a lid a d e c o m p le ta e n tr e D a v i, S a lo m ã o e seus h e r­
d eiro s; só C ris to , o v e rd a d e iro Rei d e Israe l, p o d e c u m p r ir
7 1 .2 2 Santo de Israel. O títu lo d iv in o q u e Isaías g o s ta v a d e
estes c o n c e ito s e te rn o s .
e m p r e g a r, q u a n d o m o s tra v a q u e a s a n tid a d e d e D e u s e x ig iria
a p u n iç ã o d o s p e c a d o s d e ju d á e d e Israe l, q u e t a m b é m a tin ­ 7 2.8-11 O re in o d e C ris to será u n ive rsal; fin a lm e n te to d a s as
g iria os im p é rio s d a é p o c a , e q u e , fin a lm e n te , e d ific a ria u m a n a ç õ e s v irã o s e rv i-IO .
n a ç ã o n o v a e re s ta u ra d a , d e p o is d o C a tiv e iro , c o m o ú ltim o 7 2 .12 -15 A q u i se e n fa tiz a m a is a te rn u r a d o Rei E te rn o d o
p re p a ra tiv o p a ra a v in d a d o M ess ias, q u e seria a s a n tific a ç ã o q u e Seu p o d e r. C ris to d e rra m o u Seu s a n g u e p o r n ó s, p o is nós
d e to d o s a q u e le s q u e s e g u iria m S eus c a m in h o s . L h e s o m o s p reciosos.
839 SALMO 73.10
14 Redime a sua alma da 72.14 LIVRO in
<)S1116.15
opressãoí Salmos 73-89
e da violência,
e precioso lhe é o sangue deles. 7 2 .1 6 f 1Rs 4.20 O problema da prosperidade dos maus
15 Viverá, e se lhe dará S a lm o d e A s afe
do ouro de Sabá;
e continuamente se fará por ele Salmo 73
7 2 .1 7 sCn 12.3;
|r4 .2
oração, 1 Com efeito, Deus é bom
e o bendirão todos os dias. para com Israel,
16 Haja na terra abundância de 7 2 .1 8
tÊx 15.11; para com os de coração limpo.
cereais/ IC r 29.1 0
2 Quanto a mim, porém,
que ondulem quase me resvalaram os pés;
até aos cimos dos montes; pouco faltou para que se desviassem
seja a sua messe como o Líbano,
7 2 .1 9
“ N m 14.21; os meus passos.
e das cidades Zc 14.9
3 Pois eu invejava os arrogantes/
floresçam os habitantes ao ver a prosperidade
como a erva da terra. 7 3 .3 «'Jó 21.7; dos perversos.
17 Subsista para sempre o seu |r 12.1 4 Para eles não há preocupações,
nome5 o seu corpo é sadio e nédio.
e prospere 5 Não partilham*
das canseiras dos mortais,
7 3 .S "'JÓ 21.6
enquanto resplandecer o sol;
nele sejam abençoados nem são afligidos
todos os homens, 7 3 .6 * S I 109.18 como os outros homens.
e as nações lhe chamem 6 Daí, a soberba que os cinge"
bem-aventurado. como um colar,
e a violência que os envolve
7 3 .7 15.27;

18 Bendito seja o S e n h o r Deus,' Jr 5.28


como manto.
o Deus de Israel, 7 Os olhos saltam-lhes da gordura/
que só ele opera prodígios. 7 3 .8 zSI 53.1;
do coração brotam-lhes fantasias.
19 Bendito para sempreu 2Pe 2.18;
Jd 1.16 8 Motejam e falam maliciosamente/
o seu glorioso nome, da opressão falam com altivez.
e da sua glória se encha 9 Contra os céus desandam a boca/
toda a terra. Amém e amém! 7 3 .9 oAp 13.6
e a sua língua percorre a terra.
20 Findam as orações de Davi, 10 Por isso, o seu povob
filho de Jessé. 7 3 .1 0 bSI 75.8 se volta para eles

7 2 .1 6 ,1 7 U m a c e n a d e a b u n d â n c ia e d e fe lic id a d e , d a q u a l te rra , c o m o n a Sua a u to r id a d e d e ju iz d o m u n d o , n o Ju lga­


a n p o u c o se v iu n a é p o c a d e S a lo m ã o , m a s sua p le n itu d e só m e n to fin a l; 2 ) Sua g ló ria e te rn a , c o m o b rilh o e a p e rp e tu i-
e s t e e m C ris to . d a d e su g e rid o s p e lo sol, w 5 e 1 7 ; 3 ) O c o n s o lo e re frig é rio
7 2 . 1 8 - 2 0 O re in o v in d o u ro d e C ris to será t u d o a q u ilo q u e se q u e o fe re c e aos s e d e n to s , v 6 com J o 4 .1 4 e 7 .3 7 -3 9 ;
p o d e d e s c re v e r, e a in d a m u ito m a is , q u e passa d a c a p a c id a d e 4) O s t r ib u t o s que re c e b e desde o Seu n a s c im e n to ,
6 b p ala v ra s h u m a n a s , d a q u ilo q u e nossa m e n te h u m a n a p o ­ M t 2 .1 - 1 2 ; 5 ) A salv a ç ã o q u e o b te v e p a ra os q u e nEle c rê e m ,
d e ria c a p ta r. w 1 3 - 1 4 , c f Jo 3 .1 6 ; 6 ) A fa r tu ra d e d á d iv a s q u e o fe re c e aos
Seus, v 1 6 , Ef 4 . 1 - 1 4 ; 7 ) S ua o b r a d e a b e n ç o a r os h o m e n s ,
7 2 .2 0 As o ra ç õ e s d e D a v i. Se e sta ex p re s s ã o in c lu i e ste
v 1 7 c o m Jo 1 . 1 6 - 1 7 .
a * m o , e n tã o o s a lm o p o d e ser u m a o ra ç ã o e m p ro l d e S aio -
a ã o , p a ra o d ia d a sua c o ro a ç ã o (1 Rs 1 . 3 2 - 4 0 ) . N ã o d e v e 7 3 .1 ,2 P o r p o u c o , q u a s e o sa lm is ta v a c ila ra n a fé , m a s n o
ser m o tiv o d e e s tra n h e z a q u e a o ra ç ã o seja v a z a d a e m te rm o s f in a l, v e n c e u ; a b a ta lh a se m e n c io n a n o v 2 , e a v itó ria n o v 1 .
â o altíssonos: D a v i e stá p e n s a n d o nas b ê n ç ã o s q u e o p ró p rio
7 3 . 3 - 6 A s a ú d e física d o s m a lfe ito re s e sua a p a r e n te lib e r­
D e u s p r o m e te u p a ra S a lo m ã o ( 2 S m 7 . 1 2 - 1 6 ) e n ã o p e rc e ­
d a d e d a s afliç õ es e p re o c u p a ç õ e s le v a ra m -n o s a se e n s o b e r-
b e u q u e a c u lm in â n c ia d esta s b ê n ç ã o s só p o d e r ia se a c h a r n o
b e c e r, e le v a ra m o s a lm is ta à te n ta ç ã o d e q u e r e r in v e já -lo s .
Seu D e s c e n d e n te s o b re n a tu ra l, |esus C ris to , p o is q u e n e n h u m
ser c a íd o p o d e v iv e r à a ltu ra d a p le n a c o m u n h ã o c o m D e u s . 7 3 . 7 - 1 0 O s m a lfe ito re s b la s fe m a m d e D e u s nos céu s e fa la m
• H . H o m . V is lu m b re s d e C ris to , o Rei E te rn o . 1 ) S u a ju stiç a, m a l d o s h o m e n s n a te rra , p o is eles se ju lg a m o n ip o te n te s e ra
ta n t o e m d e fe n d e n d o a cau s a d o s a flito s d u r a n te S ua v id a n a tu d o .
SALMO 73.11 840
e os tem por fonte de que bebe 7 3 .1 1 c]ó 22.1 3
24 Tu me guias com o teu conselho'
a largos sorvos. e depois me recebes na glória.
11 E diz: Como sabe Deus?c 7 3 .1 2 d SI 73.3 25 Quem mais tenho eu no céu?m
Acaso, há conhecimento Não há outro em quem eu
no Altíssimo? 7 3 .1 3 me compraza na terra.
12 Eis que são estes os ímpios ;d ^Jó 21.15; 26 Ainda que a minha carnen
e, sempre tranqüilos, M l 3.14
e o meu coração desfaleçam,
aumentam suas riquezas. Deus é a fortaleza do meu coração
13 Com efeito, inutilmente® 7 3 .1 6 ^Ec 8.17
e a minha herança para sempre.
conservei puro o coração 27 Os que se afastam de ti,°
e lavei as mãos na inocência. 7 3 .1 7 sSI 37.3 8 eis que perecem;
14 Pois de contínuo sou afligido tu destróis todos
e cada manhã, castigado. 7 3 .1 8 ^S! 35.6 os que são infiéis para contigo.
15 Se eu pensara em falar 28 Quanto a mim,P
tais palavras, 7 3 .2 0 'Jó 20.8; bom é estar junto a Deus;
já aí teria traído Is 29.7 -8 no S e n h o r Deus
a geração de teus filhos. ponho o meu refúgio,
16 Em só refletir' 7 3 .2 1 /Sl 73.3 para proclamar
para compreender isso, todos os seus feitos.
achei mui pesada tarefa para mim;
Lamento por causa da profanação
7 3 .2 2 *SI 92 .6
17 até que entreis
no santuário de Deus
e atinei com o fim deles.
7 3 .2 4 /Sl 32.8 S a lm o d id á tic o d e .4 safe

18 Tu certamente os põesh Salmo 74


em lugares escorregadios 7 3 .2 5 m Fp 3.8

e os fazes cair na destruição. 1 Por que nos rejeitas, ó Deus, <7


19 Como ficam de súbito assolados, 7 3 .2 6 n SI 16.5
para sempre?
totalmente aniquilados de terror! Por que se acende a tua ira
20 Como ao sonho, quando se acorda,' 7 3 .2 7 contra as ovelhas do teu pasto?
assim, ó Senhor, ao despertares, oÊx 34.15;
2 Lembra-te da tua congregação/
desprezarás a imagem deles. que adquiriste
Sl 119.155

21 Quando o coração se me amargou/ desde a antigüidade,


e as entranhas se me comoveram, PS1107.22 que remiste para ser a tribo
22 eu estava embrutecido e ignorante;k da tua herança;
era como um irracional lembra-te do monte Sião,
à tua presença. no qual tens habitado.
7 4 .1 flD t 29.20;
Jr 31.3 7
23 Todavia, estou sempre contigo, 3 Dirige os teus passos
tu me seguras 7 4 .2 r Êx 15.16; para as perpétuas ruínas,
pela minha mão direita. Jr 10.16 tudo quanto de mal tem feito
7 3 . 1 1 - 1 4 V is to q u e D e u s n ã o os p u n e in s ta n ta n e a m e n te , 7 3 . 2 3 - 2 6 Q u a n d o os ím p io s p ass am p a ra a e te r n a s e p a ra ç ã o
im a g in a m q u e , o u D e u s n ã o o s a b e , o u n ã o se im p o r t a c o m d e D e u s , os q u e n E le c o n fia m p ass am p a ra a c o m u n h ã o p le n a
o c o m p o r ta m e n to h u m a n o . D e o u tr o la d o , o sa lm is ta está e e te rn a c o m Ele. A re lig iã o é a s e g u in te : t e r a D e u s c o m o
re c e b e n d o aflições: d a í suas d ú v id a s . nosso G u ia n a te rra , e c o m o nosso Pai e C h e fe d e fa m ília nos
7 3 . 1 5 - 1 8 D as c e rte za s , é b o m fa la r p a ra o u tra s pessoas, m as céu s ( 2 4 ) , é o ú n ic o d e s e jo d o s c re n te s ( 2 5 - 2 6 ) .

d a s d ú v id a s n ã o se d e v e fa la r m u ito , p o is h á p ro b le m a s q u e o 7 3 .2 7 O re s u lta d o d o p e c a d o é o a fa s ta m e n to p e r p é tu o d e
in te le c to h u m a n o n ã o p o d e e n te n d e r, e q u e d e v e m ser le v a ­ Deus.
d o s só a D e u s e m o ra ç ã o . 7 3 . 2 8 P ara os q u e q u is e ra m a c o m u n h ã o c o m D e u s n a te rra ,
7 3 . 1 8 - 2 2 O q u e c o n ta é o fim d a c a m in h a d a , p o is a v id a h a v e rá a e te r n id a d e in te ira p a ra e s ta re m n a Sua p re s e n ç a ;
d e v e s e r e x a m in a d a à lu z d a e te rn id a d e . P o r isso, o s a lm is ta já a q u i nós já c o n h e c e m o s Seu a m o r.
c o m e ç a a se e n v e rg o n h a r d a s suas a v a lia ç õ e s su p e rficiais d a 7 4 . 1 - 2 3 U m la m e n to p o r cau s a d a d e s tru iç ã o d o t e m p lo p e ­
s itu a ç ã o (2 1 - 2 2 ) . los c a ld e u s , e m 5 8 6 a .C .
7 3 .2 1 ,2 2 A a m a rg u ra e s tra g a nossa c a p a c id a d e d e p e n s a r e 7 4 . 1 - 3 A in v a s ã o d o t e m p lo p e lo in im ig o s u g e re in d a g a r se
m e d ita r. D e u s tin h a a b a n d o n a d o a o p o v o q u e re s g a ta ra d o E g ito .
Ml SALMO 74.21
o inimigo no santuário. 7 4 .4 s Lm 2.7 ele é quem opera feitos salvadores
4 Os teus adversários bramams no meio da terra.
d o lugar das assembléias
7 4 .6 íIR s 6.18
13 Tu, com o teu poder,
eakeiam dividiste o mar'2;
os seus próprios símbolos. 7 4 .7 "2Rs 25.9
esmagaste sobre as águas
? Parecem- se a cabeça dos monstros
com os que brandem machado
7 4 .8 ^Sl 83.4
marinhos.
no espesso da floresta, 7 4 .9 " I S m 3.1 14 Tu espedaçaste
é e agora a todos esses lavores' as cabeças do crocodilo0
de entalhe 7 4 .1 1 *L m 2.3 e o deste por alimento
quebram também, com machados às alimárias do deserto.
e martelos. 7 4 .1 2 ySI 44 .4 15 Tu abriste fontes e ribeiros;b
Deitam fogo ao teu santuário;u secaste rios caudalosos.
profanam, arrasando-a até ao chão, 7 4 .1 3 16 Teu é o dia; tua, também/
a morada do teu nome. *Êx 14.21
a noite;
* Disseram no seu coração:1' a luz e o sol, tu os formaste.
Acabemos com eles de uma vez.
7 4 .1 4 o|ó 41.1;
S I1 04.26; 17 Fixaste os confins da terra;d
Queimaram todos os lugares santos Is 27.1 verão e inverno, tu os fizeste.
de Deus na terra. 18 Lembra-te disto: o inimigoc
9 Já não vemos os nossos símbolos;"' 7 4 .1 5 tem ultrajado ao S e n h o r ,
já não há profeta; bÊx 17.5-6;
js 3.13; Is 48.21 e um povo insensato
nem, entre nós, tem blasfemado o teu nome.
quem saiba até quando. 7 4 .1 6 cCn 1.14 19 Não entregues à rapinaf
10 Alé quando, ó Deus, a vida de tua rola,
o adversário nos afrontará? 7 4 .1 7 <íCn 8.22 nem te esqueças perpetuamente
Acaso, blasfemará o inimigo da vida dos teus aflitos.
incessantemente o teu nome? 7 4 .1 8 *SI 39.8 20 Considera a tua aliança, 9
11 Por que retrais a m ão/ pois os lugares tenebrosos da terra
sim, a tua destra, 7 4 . 1 9 'Sl 68 .1 0
estão cheios de moradas
e a conservas no teu seio? de violência.
12 Ora, Deus, meu Rei,K 7 4 .2 0
21 Não fique envergonhado
é desde a antigüidade; o oprimido;
9G n 17.7-8;
Sl 106.45

W . 4 - 8 S e g u e -s e u m h is tó ric o m in u c io s o , s e g u n d o o estilo tid a , a tra v é s d o J o rd ã o , q u e se seco u p a ra lh e d a r p a s s a g e m


m D e v e m o s ser b e m esp e c ífic o s nas nossas o raç õ es. (Js 3 . 1 4 - 1 7 ) .

I U Acabemos. 0 in tu ito d o in im ig o n ã o é só a ru ín a c o m - 7 4 .1 6 ,1 7 Estes m ila g re s são c o m u n s p a ra A q u e le q u e re g e o


a e a do te m p lo visív el, m a s q u e r t a m b é m d e s tr u ir a fé d o u n iv e rs o .
d e Deus.
7 4 . 1 8 - 2 3 O sa lm is ta v o lta à s itu a ç ã o a tu a l, c o m fé e m D e u s ,
D e s ta v e z a resp o sta d iv in a p a re c ia t e r fa lta d o : n e -
C ria d o r e S a lv a d o r, q u e t e m P o d e r p a ra p u n ir os in im ig o s
■ritaura m e n s a g e m c o n s o la d o ra , v 9 ; n e n h u m a p u n iç ã o dos
( 1 8 ) , lib e r ta r o Seu p o v o ( 1 9 - 2 0 ) e c o n s o la r os fiéis ( 2 1 ) .
v 1 0 ; n e n h u m g r a n d e a to d e lib e rta ç ã o , v 1 1 . Símbo-
Q u e r d iz e r q u e s o m e n te o c o n te m p la r a n a tu re z a d e D e u s é
k Os a to s d o c u lto n o te m p lo . N ã o h á profeta. As m ensa-
o s u fic ie n te p a ra d e s fa z e r as d ú v id a s m e n c io n a d a s nos
j c s dos p ro fe ta s n ã o tin h a m m a is a c e ita ç ã o e n tr e o povo
w 9 -1 1 .
A p d a época.

M . 1 2 - 1 7 O salm ista c o n fo r ta -s e a o r e le m b ra r-s e d e te m p o s 7 4 . 1 9 Rola. U m tít u lo q u e re p re s e n ta o e te rn o a m o r , " p o m -


b in h a " . • N . H o m . Q u e m está a flito , d e v e a p e la r p a ra D eu s
i m r h r i . q u a n d o o fa v o r d e D e u s p a ra c o m Seu p o v o se
( 1 - 3 ) e ser e s p e c ífic o nas suas p e tiç õ e s ( 4 - 1 1 ) . D e v e o ra r
e m fe ito s d ra m á tic o s , e s p e c ia lm e n te n a lib e r ta ç ã o d e
c o m c o n fia n ç a , e s trib a d o n a m e m ó r ia d o s fe ito s d e D e u s n o
hari da e s c ra v id ã o d o E g ito .
p ass ad o , e m p ro l d o s Seus e le ito s ( 1 2 - 1 5 ) , a b ra ç a n d o , c o m
M . 1 B M onstros marinhos. O s ím b o lo p ro fé tic o d o F ara ó e seu fé , a d o u tr in a d e q u e D e u s c o n tin u a s e n d o o T o d o -P o d e ro s o
P»*>- ( 1 6 - 1 7 ) . D e v e re la c io n a r essa m e m ó ria e essa f é à sua p ró p ria
pessoa; se já a c e ito u a N o v a A lia n ç a e m C ris to , p o d e c o n s id e ­
M . 1 4 Crocodilo. M a is u m s ím b o lo d o F ara ó (E z 2 9 .3 ) .
r a r-s e a m a d o p o r D e u s ( 1 9 - 2 1 ) . A ssim , p o d e t e r p le n a c o n ­
M . 1 5 Abriste fontes. O p o v o , u m a v e z lib e r to , a in d a re c e b e u fia n ç a q u e D e u s lo g o in te rv irá n a sua a n g u s tio s a s itu a ç ã o
no d e s e rto (Ê x 1 7 .1 - 7 ) e fo i le v a d o a té à T e rra P ro m e ­ (2 2 -2 3 ).
SALMO 74.22 842
louvem o teu nome o aflito 7 4 .2 2 »>SI 74.18 contra a Rocha.
e o necessitado. 6 Porque não é do Oriente,
22 Levanta-te, ó Deus,h não é do Ocidente,
pleiteia a tua própria causa; nem do deserto que vem o auxílio.
lembra-te de como o ímpio 7 Deuséojuiz;>
a um abate, a outro exalta.
7 5 .4 'Z c 1.21
te afronta todos os dias.
23 Não te esqueças da gritaria 8 Porque na mão do S e n h o r *
dos teus inimigos, há um cálice
do sempre crescente tumulto cujo vinho espuma,
dos teus adversários. 7 5 .7 /1 5 m 2.7; cheio de mistura;
Dn 2.21
dele dá a beber;
Deus é juiz sorvem-no, até às escórias,
todos os ímpios da terra.
A o m e s tre d e c an to , s eg u n d o a m e lo d ia
“ N ã o d e s tru a s " . S a lm o d e A s afe . 9 Quanto a mim,
C â n tic o 7 S .8 <>|Ó21.20; exultarei para sempre;
Pv 23.30; salmodiarei louvores
Salmo 75 Ap 14.10
ao Deus de Jacó.
1 Graças te rendemos, ó Deus; 10 Abaterei as forças dos ímpios;'
graças te rendemos, mas a força dos justos
e invocamos o teu nome, será exâltada.
e declaramos as tuas maravilhas. 75.10 'St 89.17
A majestade e o poder de Deus
2 Pois disseste; Hei de aproveitar
o tempo determinado; A o m e s tre d e c an to , co m in s tru m e n to s

hei de julgar retamente.


de c o rd a s . S a lm o d e A s a fe . C â n tic o

3 Vacilem a terra 7 6 .1 mSI 48.1 Salmo 76


e todos os seus moradores,
ainda assim eu firmarei 1 Conhecido é Deus em Judá;m
as suas colunas. grande, o seu nome em Israel.
4 Digo aos soberbos;1' 2 Em Salém, está o seu tabemáculo,
não sejais arrogantes; 76.3 "Sl 46.9 e, em Sião, a sua morada.
e aos ímpios: não levanteis 3 Ali, despedaçou elen
a vossa força. os relâmpagos do arco,
5 Não levanteis altivamente o escudo, a espada e a batalha.
a vossa força, 4 Tu és ilustre e mais glorioso0
do que os montes eternos.
7 6 .4
nem faleis com insolência oEz 38.12-13

7 5 . 1 - 1 0 Este s a lm o , ju n to c o m o Sl 7 6 , c e le b ra a in te r v e n ç ã o 7 5 .8 tscórias. A a m a r g a b e b id a d a p u n iç ã o fo i o q u in h ã o d o
d iv in a já p le ite a d a no Sl 7 4 . C o m p a re a p r o fe c ia em e x é rc ito d a A ssíria, q u e q u is d e s tru ir Jeru salém (Is 3 7 . 3 6 - 3 8 ) .
Is 3 0 . 2 7 - 3 3 . 7 5 .9 ,1 0 C a d a m a n ife s ta ç ã o d a in te rv e n ç ã o d e D e u s é jú b ilo
7 5 .2 D e u s e s p e ra Sua h o ra p la n e ja d a e n ã o o b e d e c e às n o s­ p a ra os fiéis e te r r o r p a ra os in fiéis. • N . H o m . A resp o sta
sas e x ig ê n c ia s . Julga r r e ta m e n te . Se a ju s tiç a d e D e u s e n tra d iv in a aos q u e c o n fia m e m si m e s m o s é tríp lic e : 1 ) D e u s é o
e m a ç ã o , n in g u é m subsistirá. A o ser h u m a n o c a b e p e d ir m is e ­ Juiz (7 ); 2 ) A v id a h u m a n a está v in c u la d a a e ste Juiz, seja
ric ó rd ia . n o c á lic e d a c o n d e n a ç ã o ( 8 ) , seja n o c á lic e d a salv ação
7 5 .3 Vadiem . N o D ia d o |u lg a m e n to o m u n d o e m v ã o t e n ­ (S l 1 1 6 . 1 3 ) ; 3 ) A s o b e ra n ia d e D e u s é m o tiv o d e lo u v ò r, e x u l-
t a rá fu g ir à ju stiç a d e D e u s (A p 2 0 .1 1 ; M t 2 4 . 2 9 - 3 1 ) . ta ç ã o e c a n ç õ e s p a ra os q u e c rê e m nEle e O a c e ita m ( 9 ) .

7 5 . 4 Soberbos. Este tip o d e p e c a d o r t e n ta e n d e u s a r-s e a si 7 6 . 1 - 1 2 O u t r o s a lm o q u e c e le b ra a lib e r ta ç ã o d e Jeru salém


m esm o. C o m p a re a s o b e rb a dos assírio s d e s c rita em d a d e s tru iç ã o p la n e ja d a p e lo s assírios. Leia 2 Rs 1 9 ; Is 3 7 .
Is 3 7 . 8 - 1 3 .
7 6 .1 Conhecido. C o n fe s s a d o e re c o n h e c id o , a m a d o e o b e ­
7 5 .5 Rocha. S ím b o lo d a n a tu re z a in a b a lá v e l d e D e u s e d a d e c id o .
s e g u ra n ç a q u e o c r e n te te m e m C ris to , a P e d ra f u n d a m e n ta l
7 6 . 2 Salém. Sião. D o is n o m e s p a ra a c id a d e d e Jeru salém .
(1 C o 3 .1 1 ) .
7 5 . 6 A a m e a ç a d a Assíria v in h a d o n o rte , e o p o v o d e Israel 7 6 .3 Relâmpagos do arco. As fle c h a s d o in im ig o , a re s p e ito
b u s c a v a alian ças p o lític a s c o m as n a ç õ e s d o O r ie n te e d o das q u a is Isaías p ro fe tiz o u q u e n e n h u m a d e la s a tin g iria Jeru­
O c id e n te . O s p ro fe ta s s e m p re c o n d e n a v a m essa te n d ê n c ia . s a lé m (Is 3 7 .3 3 ) .
843 SALMO 77.13
5 Despojados foramP 7 6 .5 PS113.3; para que me atenda.
os de ânimo forte; Jr 51.3 9
2 No dia da minha angústia/
jazem a dormir o seu sono, procuro o Senhor;
erguem-se as minhas mãos
7 6 .6 <7Êx 15.1;
e nenhum dos valentes Ez 39.20;

pode valer-se das próprias mãos. Zc 12.4


durante a noite e não se cansam;
6 Ante a tua repreensão,í a minha alma recusa consolar-se.
ó Deus de Jacó, 3 Lembro-me de Deusz
7 6 .7 r Na 1.6

paralisaram carros e cavalos. 7 6 .8 e passo a gemer;


7 Tu, sim, tu és terrível/ s2Cr 20.2 9-30 medito, e me desfalece o espírito.
se te iras, 4 Não me deixas pregar os olhos;
quem pode subsistir à tua vista?
7 6 .9 'Sl 9.7-9
tão perturbado estou,
8 Desde os céus fizeste ouvir5 7 6 .1 0 "Êx 9.1 6 que nem posso falar.
o teu juízo; 5 Penso nos dias de outrora,0
tremeu a terra e se aquietou, 7 6 .1 1 trago à lembrança os anos
9 ao levantar-se Deus para julgarf v2Cr 32.22-23;
de passados tempos.
6 De noite indago o meu íntimo,b
Ec 5.4-6
e salvar todos os humildes da terra.
10 Pois até a ira humanau 7 6 .1 2 " S l 68.3 5 e o meu espírito perscruta.
há de louvar-te; 7 Rejeita o Senhor para sempre?c
e do resíduo das iras te cinges. 7 7 .1 "Sl 3.4
Acaso, não toma a ser propício?
11 Fazei votos e pagai-os ao S e n h o r / 8 Cessou perpetuamente d
vosso Deus;
7 7 .2 y Sl 50.15
a sua graça?
tragam presentes 7 7 .3 ■'Sl 142.3 Caducou a sua promessa
todos os que o rodeiam, para todas as gerações?
àquele que deve ser temido. 7 7 .5 °Dt 32.7: 9 Esqueceu-se Deus de ser benigno?8
12 Ele quebranta o orgulhow
Is 51 .9
Ou, na sua ira, terá ele reprimido
dos príncipes; 7 7 .6 i>SI 4.4 as suas misericórdias?
é tremendo aos reis da terra. 10 Então, disse eu:f
7 7 .7 cSI 74.1 isto é a minha aflição;
As grandes obras e a misericórdia de Deus mudou-se a destra do Altíssimo.
11 Recordo os feitos do S e n h o r , 9
7 7 .8 rfRm 9.6
A o m e s tre d e c an to , J ed u tu m .
7 7 .9 <Ms 49.1 5 pois me lembro das tuas maravilhas
da antigüidade.
S a lm o d e A s a fe

7 7 .1 0 rçi 31.22 12 Considero também


Salmo 77
nas tuas obras todas
1 Elevo a Deus a minha voz* 7 7 .1 1 9S1143.5
e cogito dos teus prodígios.
e clamo, 13 O teu caminho, ó Deus,h
é de santidade.
7 7 .1 3
elevo a Deus a minha voz, hÊx 15.11

7 6 .5 ja ze m a dormir. V eja a d e s c riç ã o d o s líd e re s in im ig o s m e d ia n te o e x a m e d o s a to s d e D e u s n o p ass ad o . O d e s fe c h o


( N a 3 .1 8 ) . * g lo rio s o desses p e n s a m e n to s se a c h a e m H a b a c u q u e 3.

7 6 .8 ,9 A d e s tru iç ã o d o o p re s s o r ta m b é m é c o n s id e ra d a u m 7 7 .1 ,2 O salm ista se c o m p a ra a u m a p essoa m u it o d o e n t e ,


a to d o a m o r d e D e u s c o m o s a lv a d o r e p ro te to r. É a a titu d e d e a p e la n d o p o r s o c o rro d u r a n te a n o ite , q u a n d o n in g u é m 6
N a u m , c a p 1. a te n d e .
7 6 .1 0 A s o b e ra n ia d e D e u s se re v e la a in d a m a is q u a n d o os 7 7 .3 ,4 A b a n d o n a d o assim aos seus p e n s a m e n to s , passa a
h o m e n s se le v a n ta m e m re b e liã o : o n d e a b u n d o u o p e c a d o , p re o c u p a r-s e a o p o n to d e n ã o c o n s e g u ir c o n c ilia r o s o n o .
s u p e ra b u n d o u a g ra ç a (R m 5 .2 0 ) .
7 7 . 5 - 1 0 Eis o c o n te ú d o d a p re o c u p a ç ã o : o s a lm is ta n ã o está
7 6 .1 1 Q u e m c o n te m p la tais p ro v a s d a salv ação d iv in a v o lta
v e n d o sinais d a g ra ç a d e D e u s , das Suas pro m e ssas, d a Sua
a o c u lto c o m re d o b ra d o fe rv o r. Esta é a c o n c lu s ã o d e N a u m
b e n ig n id a d e e das Suas m is e ric ó rd ia s . O d e s e s p e ro c h e g a a o
( 1 .1 5 ) . • N . H o m . A v id a d e q u e m re c e b e u b ê n ç ã o s d e
c ú m u lo d o p e n s a m e n to d e q u e Deus já n ã o é o m esm o.
D eus: c h e ia d e lo u v o r e g r a tid ã o (v 1 - 3 ) c o m a ç õ e s d e g raç as
esp e cíficas ( 4 - 6 ) , c o m u m v e rd a d e iro e s p írito d e t e m o r a 7 7 . 1 1 - 1 5 A g o ra o d e s e s p e ro c o m e ç a a d is s ip a r-s e c o m a
D e u s ( 1 0 - 1 2 ) ; m a s , d e p o is d o te m o r , d e v e a v a n ç a r p a r a o re c o rd a ç ã o d o s a to s d e D e u s e d o s Seus p ro d íg io s .
a lv o d e p e rfe ito a m o r a D e u s , p o is, q u e " o p e rfe ito a m o r 7 7 .1 3 C a m in h o .. . de santidade. A s a n tific a ç ã o d o in d iv íd u o é
la n ç a fo ra o m e d o " (1 jo 4 .1 8 ) . n ecessária p a ra p o d e r a n d a r c o m D e u s e s e n tir a p re s e n ç a
7 7 . 1 - 2 0 O s a lm is ta p ro g rid e d o d e s e s p e ro p a ra a e s p e ra n ç a d iv in a .
SALMO 77.14 844
Que deus é tão grande 7 7 .1 5 'Ex 6.6
prestai ouvidos
como o nosso Deus? às palavras da minha boca.
14 Tu és o Deus que operas maravilhas 7 7 .1 6 Abrirei os lábios em parábolasP
e, entre os povos, /Êx 14.21;
e publicarei enigmas
tens feito notório o teu poder. Sl 114.3
dos tempos antigos.
15 Com o teu braço' O que ouvimos e aprendemos, <i
remiste o teu povo, 7 7 .1 7
o que nos contaram nossos pais,
os filhos de Jacó e de José. ‘ 2Sm 22.1 5
não o encobriremos a seus filhos/
16 Viram-te as águas, ó Deus;/ contaremos à vindoura geração
as águas te viram e temeram, 7 7 .1 8
os louvores do Senhor,
até os abismos se abalaram. '2Sm 22.8
e o seu poder,
17 Grossas nuvensk e as maravilhas que fez.
se desfizeram em água; 77.19
Ele estabeleceu um testemunho5
houve trovões nos espaços; m Êx 14.28
em Jacó,
também as suas setas cruzaram e instituiu uma lei em Israel,
de uma parte para outra. 7 7 .2 0
e ordenou a nossos pais
18 0 ribombar do teu trovão' "Êx 13.21;
que os transmitissem a seus filhos,
ecoou na redondeza;
Is 6 3.1 1-12

os relâmpagos alumiaram o mundo; a fim de que a nova geração'


a terra se abalou e tremeu. 7 8 .1 o|s 51.4 os conhecesse,
19 Pelo mar foi o teu caminho;™ filhos que ainda hão de nascer
as tuas veredas, 7 8 .2 p M t 13.35
se levantassem e por sua vez
pelas grandes águas; os referissem
e não se descobrem aos seus descendentes;
os teus vestígios.
7 8 .3 <f Sl 44.1
para que pusessem em Deus
20 O teu povo, tu o conduziste," a sua confiança
como rebanho,
7 8 .4
e não se esquecessem
pelas mãos de Moisés e de Arão.
fÊx 12.26-27;
|s 4.6-7 dos feitos de Deus,
mas lhe observassem
A providência divina na história do seu os mandamentos;
povo
7 8 .5 sD t 4.9
e que não fossem, como seus pais,u
geração obstinada e rebelde,
S a lm o d id á tic o d e A sqfe 7 8 .6 tS1102.18
geração de coração inconstante,
Salmo 78 e cujo espírito não foi fiel a Deus.
7 8 .8 "Êx 32.9; Os filhos de Efraim,
1 Escutai, povo meu,0 2Rs 17.14;
embora armados de arco,
bateram em retirada
2C r 20.33;
a minha lei; Sl 68.6 ,37

7 7 .1 5 Remiste. A m e m ó r ia d a re d e n ç ã o d o p o v o d e Israel d a d e d o s h o m e n s . A g ló ria d e D e u s e m sa lv a r o S eu p o v o se


q u a n d o e sta va n a e s c ra v id ã o é a re s p o s ta às d ú v id a s d o s m o s tra p r im e ir o n a Sua s o b e ra n ia s o b re a N a tu r e z a ( 1 2 - 4 2 ) ,
w 5 -1 0 . d e p o is n as Suas v itó ria s s o b re os e g íp c io s in c ré d u lo s ( 4 3 - 5 3 )
7 7 . 1 6 - 2 0 A q u i se v ê e m os p o rm e n o re s m a ra v ilh o s o s d a re ­ e, fin a lm e n te , n a p u n iç ã o d o s israe litas infiéis ( 5 4 - 6 6 ) .
d e n ç ã o m e n c io n a d a n o v 1 5 . R e v e la m a a u to r id a d e d iv in a 7 8 .2 Parábolas e . . . enigmas. O s a lm is ta va i n o s d a r a c h a v e
s o b re a N a tu re z a . d a h is tó ria h u m a n a - a m ã o d e D e u s g u ia n d o o Seu p o v o a té
7 7 . 1 6 As águas te viram e tem eram . Q u a n d o o M a r V e rm e lh o C ris to , o c u m p r im e n t o d a Lei, d o s P ro fe tas e d o s S alm o s
se a b riu p a ra d a r c a m in h o a o p o v o d e Israel, fo i c o m o se as (L c 2 4 .4 4 ) .
á g u a s fu g is s e m d a p re s e n ç a d e D e u s , re v e la d a aos Seus e s c o ­ 7 8 .5 A re v e la ç ã o d o p o d e r d e D e u s e m salv ar S eu p o v o se
lh id o s . n o ta p e la re v e la ç ã o d a v o n ta d e d iv in a e m g u ia r Seu p o v o
7 7 . 1 9 N ã o se descobrem os teus vestígios. Q u a n d o o e x é rc ito p e la m ã o , p o r in te r m é d io d o s Seus p re c e ito s .
dos e g íp c io s q u is p e rs e g u ir o p o v o a tra v é s d o c a m in h o n o 7 8 .7 ,8 A q u i v e m o m o tiv o d e e s c re v e r este s a lm o , q u e é s
m a r, as ág u a s v o lta ra m p a ra seu e s ta d o p r im itiv o (Ê x 1 4 .2 8 ) . m e lh a n te a o m o tiv o d e c la ra d o p e lo A p ó s to lo João n o e v a n g e ­
7 7 .2 0 A m a ra v ilh a d o s m ila g re s a q u i d es c rito s é a te rn u r a d o lh o ( | o 2 0 . 3 1 ) . T o d a v e z q u e a lg u é m a b r e q u a lq u e r p a rte d a
B o m Pastor, Deus e m C ris to , s a lv a n d o o S eu re b a n h o . B íb lia , d e v e e s ta r p r o n to a d e p o s ita r sua fé e m D e u s e o b s e r­

7 8 . 1 - 7 2 A h is tó ria d e Is ra e l, d e s d e M o is é s a té D a v i, é u m v a r Seus m a n d a m e n to s .

r e la to d a b e n ig n id a d e d e D e u s e m c o n tra s te c o m a in fid e li­ 7 8 .9 -1 1 E m lin g u a g e m fig u ra d a , o s a lm is ta n o s re le m b ra


845 SALMO 78.32
no dia do combate. 78.10 acendeu-se fogo contra Jacó,
10Não guardaram a aliança de Deus/ *2Rs 17.15
e também se levantou o seu furor
não quiseram andar na sua lei; 78.11 contra Israel;
11 esqueceram-se das suas obrasw wSl 106.13
22 porque não creram em Deus/
e das maravilhas que lhes mostrara. 78.12
nem confiaram na sua salvação.
12 Prodígios fez" 23 Nada obstante, ordenou às alturas'
*Êx 7.8-12.32

na presença de seus pais 78.13


yÊx 14.21-22 e abriu as portas dos céus;
na terra do Egito, no campo de Zoã. 24 fez chover maná sobre eles,
13 Dividiu o mar)' e fê-los seguir; 78.14
^Êx 13.21-22 para alimentá-los,
aprumou as águas como num dique. e lhes deu cereal do céu/.
14 Guiou-os de dia com uma nuvemz 78.15
oÊx 17.1-7; 25 Comeu cada qual o pão dos anjos;
e durante a noite Nm 20.2-13 enviou-lhes ele comida a fartar.
com um clarão de fogo. 78.16 bDt 9.21 26 Fez soprar no céu*
15 No deserto, fendeu rochas0 o vento do Oriente
e lhes deu a beber abundantemente e pelo seu poder conduziu
78.17 cDt 9.22;
Hb 3.16
como de abismos. 78.18 o vento do Sul.
16 Da pedra fez brotar torrentes/ c/Êx 16.2-15; 27 Também fez chover sobre eles
fez manar água como rios. Nm 11.4-23, carne como poeira
17 Mas, ainda assim, prosseguiramc 31-35
e voláteis como areia dos mares.
em pecar contra ele 78.19 28 Fê-los cair
e se rebelaram, no deserto, «Nm 11.4
no meio do arraial deles,
contra o Altíssimo. 78.20 ^Êx 17.6 ao redor de suas tendas.
18 Tentaram a Deusd no seu coração, 78.21 29 Então, comeram e se fartaram'
pedindo alimento gNm 11.1
a valer;
que lhes fosse do gosto. 78.22 *Hb 3.18 pois lhes fez o que desejavam.
19 Falaram contra Deus, dizendo:5 78.23 'Gn 7.11 30 Porém não reprimiram o apetite.m
Pode, acaso, Deus preparar-nos 78.24/Jo 6.31 Tinham ainda na boca o alimento,
mesa no deserto? 31 quando se elevou contra eles
20 Com efeito, feriu ele a rocha/ 78.26
*Nm 11.31 a ira de Deus,
e dela manaram águas, 78.29 e entre os seus mais robustos
transbordaram caudais. iNm 11.20 semeou a morte,
Pode ele dar-nos pão também? 78.30 e prostrou os jovens de Israel.
Ou fornecer carne para o seu povo? mNm 11.33 32 Sem embargo disso,"
21 Ouvindo isto, 9 78.32 continuaram a pecar
o S e n h o r ficou indignado; "Nm 14.45 e não creram nas suas maravilhas.
q u e as trib o s d o n o r te ( Efraim é o n o m e c o le tiv o ) já d e s fa le c e ­ 7 8 .2 2 C o m p a r e |o 6 .2 9 : " A o b ra d e D e u s é esta: q u e creiais
ra m p o r n ã o s e g u ire m aos p re c e ito s d e D e u s (b a te ra m em n a q u e le q u e p o r e le fo i e n v ia d o " . T u d o q u e D e u s fe z d e s d e o
retirada ). p rin c íp io d o m u n d o fo i p a ra re s g a ta r u m p o v o p a ra c re r nEle
7 8 . 1 2 - 2 5 A a lia n ç a c o m D e u s , d a q u a l as trib o s d o n o rte se e c o n fia r n a S u a s alv ação .
d e s in te re s s a ra m , o q u e os leva ra a o c a tiv e iro , é d e s c rita a q u i
p a ra a n im a r os fiéis a c o n tin u a r a té o fim . 7 8 . 2 4 M a n á . Este " p ã o d o c é u " se d e s c re v e e m Êx 1 6 , m as
a d q u ire seu s ig n ific a d o e te r n o n o sacrifício d e jesu s C ris to
7 8 .1 2 Zoã. A c a p ita l d o s fa ra ó s d o E g ito , q u a s e a t é aos dias
(J 0 6 . 5 1 ) .
d e M o is é s .
7 8 .1 3 V eja as re fe rê n c ia s b íb lic as n o ro d a p é a c im a p a ra se­ 7 8 .2 7 Fez chover.. . carne. U m a n u v e m d e c o d o r n iz e s m i­
g u ir o h is tó ric o . g ra n te s p o u s o u s o b re o a c a m p a m e n to d o s israelitas.
7 8 .1 7 Prosseguiram em pecar. C a d a m ila g re m e n c io n a d o nes­
7 8 .3 0 N ã o reprim iram o apetite. A g u la c a rn a l d o p o v o fo i tã o
tes v ers ícu lo s fo i p re c e d id o d a m u r m u r a ç ã o d o p o v o e se­
g ra n d e q u e D e u s o c a s tig o u , e n q u a n to a c a rn e q u e p e d ira
g u id o p e la sua re b e liã o - a b e n ig n id a d e d iv in a c o n tra a
a in d a esta v a e n tr e seus d e n te s ( N m 1 1 .3 1 - 3 4 ) .
m a líc ia h u m a n a .
7 8 .2 0 Pode ele. O ser h u m a n o , p e c a m in o s o , a c e ita os m ila ­ 7 8 .3 2 Continuaram a pecar. Este v e rs íc u lo e o 1 7 p a re c e m ser
g re s c o m o u m p o n to d e p a rtid a p a ra fa z e r no va s e x ig ê n c ia s , u m c o ro a r e ite ra r a m a líc ia h u m a n a q u e e n d u r e c e o c o ra ç ã o
la n ç a r n o v o s d esafios. c o n tra t u d o o q u e p ro v é m d a fé . Esta fo i a a titu d e d o s ju d e u s
7 8 .2 1 Acendeu-se fogo. N m 1 1 .1 m o s tr a c o m o a ira d iv in a q u a n d o Jesus v iv ia e n tre eles: "E , e m b o r a tives se fe ito ta n to s
lite ra lm e n te se a c e n d e ra . sinais n a sua p re s e n ç a , n ã o c re ra m n e le " (J o 1 2 .3 7 ) .
SALMO 78.33 846
33 Por isso, ele fez que os seus dias0 7 8 .3 3 não bebessem.
se dissipassem num sopro « N m 14.29
45 Enviou contra eles enxames
e os seus anos, em súbito terror. 7 8 .3 4 pOs 5.15
de moscas ^ que os devorassem
34 Quando os fazia morrer, P 7 8 .3 5
e rãs° que os destruíssem.
então, o buscavam; 9Êx 15.13;
Is 41.1 4 46 Entregou às larvas
arrependidos, procuravam a Deus. 7 8 .3 6 r i l 33.31 as suas colheitas6
35 Lembravam-se de que Deus? e aos gafanhotos,
era a sua rocha
7 8 .3 7 sAt 8.21
o fruto do seu trabalho.
e o Deus Altíssimo, o seu redentor. 7 8 .3 8
«Nm 14.18; 47 Com chuvas de pedrac
36 Lisonjeavam-no, porém de boca/ 2Rs 21.29; lhes destruiu as vinhas
e com a língua lhe mentiam. Is 48.9 e os seus sicômoros, com geada.
37 Porque o coração deles 7 8 .3 9 uGn 6.3; 48 Entregou à saraiva o gado deles
não era firme5 para com ele, Sl 103.14,16;
e aos raios, os seus rebanhos.d
nem foram fiéis à sua aliança. 49 Lançou contra eles
T g 4 .1 4

38 Ele, porém, que é misericordioso/ 7 8 .4 0


►Sl 78.17; o furor da sua ira;
perdoa a iniqüidade e não destrói; Ef 4.30 cólera, indignação e calamidade,
antes, muitas vezes desvia 7 8 .4 1 legião de anjos
a sua ira * N m 14.22; portadores de males.
e não dá largas Sl 6.20
50 Deu livre curso à sua ira;
a toda a sua indignação. 7 8 .4 3 *S I 78.12
não poupou da morte a alma deles,
39 Lembra-se de que eles são carne,u 7 8 .4 4 mas entregou-lhes a vida
vento que passa e já não volta. ytx 7.17-21
à pestilência.
40 Quantas vezes se rebelaram1'
7 8 .4 5
51 Feriu todos os primogênitos6
contra ele no deserto “tx 8.1-6 no Egito,
4 x 8 .2 0 -2 4

e na solidão o provocaram! 7 8.46 as primícias da virilidade


41 Tomaram a tentar a Deus,w f>Êx 10.12-15 nas tendas de Cam.
agravaram o Santo de Israel. 7 8 .4 7 cÊx 9.23; 52 Fez sair o seu povo como ovelhas
42 Não se lembraram do poder dele, Sl 105.33 e o guiou^ pelo deserto,
nem do dia em que os resgatou 7 8 .4 8 d (4 7 -4 8 ) como um rebanho.
do adversário; Êx 9.22 -25
53 Dirigiu-o com segurança,
43 de como no Egito operou ele* 7 8 .5 1 eÊx 12.29 e não temeram,
os seus sinais 7 8 .5 2 ao passo que o mar submergiu
e os seus prodígios, fÊx 13.1 7-22
os seus inimigoss.
no campo de Zoã; 7 8 .5 3
54 Levou-os até à sua terra santa*1,
44 e converteu em sangue
SÊx 14.2 6-28
até ao monte
os rios deles y, 7 8 .5 4
que a sua destra adquiriu.
55 Da presença deles
^Êx 15.17;
para que das suas correntes |s 3.14 -17

7 8 . 3 4 Arrependidos. N o s e n tid o d e te m e r a d iv in d a d e q u e se s o b re o E g ito p a ra as s im lib e r t a r S e u povo e s c o lh id o


m o s tra m a is fo rte . D u ro u p o u c o , v 3 7 . ( C f |o 4 .2 4 . ) (Ê x 7 . 1 4 - 1 2 . 3 6 ) .

7 8 . 3 8 M a is u m a v e z a m is e ric ó rd ia d iv in a d e m o n s tra q u e é 7 8 .5 1 Tendas de Cam . As h a b ita ç õ e s d o s d e s c e n d e n te s d e


m a is fo r te d o q u e a in iq ü id a d e h u m a n a , p e r d o a n d o e a b e n ­ C a m ; o E g ito , c h a m a d o p e lo n o m e h e b r a ic o " M iz r a im " era

çoando. sua m o ra d ia (c f G n 1 0 .6 ) .
7 8 . 5 2 Ovelhas. O s ím b o lo d o a m o r d e D e u s p a ra g u ia r e
7 8 . 3 9 Carne. S ím b o lo d o ser h u m a n o nas suas lim ita ç õ e s físi­
p r o t e g e r S eu p o v o é d e u m p a s to r; is to é, u m t e m a fa v o rito
cas e m o ra is . C ris to se c o m p a d e c e d esta s nossas fra q u e za s
d o salm ista A safe (S l 7 7 .2 0 ; 7 9 .1 3 ; 8 0 .1 ) . M a s é só n a pessoa
( H b 4 .1 5 ) .
d e jesus C ris to q u e se n o ta a p le n itu d e d a n a tu re z a d o B o m
7 8 .4 1 Tom aram a ten ta r a Deus. M a is u m c o ro d a m a ld a d e Pastor, q u e d á a sua v id a p elas o v e lh a s ( ) o 1 0 . 1 - 1 8 ) .
hum ana.
7 8 . 5 4 Sua terra santa. O p o v o m u rm u ra v a c o n tra as aflições
7 8 .4 2 C o m e ç a a q u i u m re la tó rio m a is p o rm e n o r iz a d o d o n o d e s e rto - m a s e i- lo a g o r a n a T e rra S a n ta . C o m o irá c o m ­
q u e D e u s fe z p a ra re s g a ta r Seu p o v o , q u e p õ e e m re le v o a p o r ta r -s e nessas c irc u n s tâ n c ia s m a is fa v o rá v e is ?
in fid e lid a d e d e m ilh a re s d a q u e le s q u e tiv e r a m o p riv ilé g io d e 7 8 .5 5 D e u s a fa s to u os p e rig o s d a o p re s s ã o d a p a r te d o e x é r­
e s ta r ali. c it o e s tra n g e iro , d a f o m e , d a s e d e e d a s a lim á ria s d o
7 8 .4 4 -5 1 U m a sele ç ã o d as d e z p ra g a s q u e D e u s m a n d o u c a m p o .. .
847 SALMO 79.1
expulsou as nações', e as suas viúvas
7 8 .5 5

cuja região repartiu com eles não fizeram lamentações.


'■Js 11.16-23

por herança; 7 8 .5 6 65 Então, o Senhor despertou'


e nas suas tendas fez habitar / Jz 2.11 -15
como de um sono,
as tribos de Israel. 7 8 .5 7 como um valente que grita
56 Ainda assim, *SI 78.41;
excitado pelo vinho;
tentaram o Deus Altíssimo,
Os 7.16
66 fez recuar a golpes5
e a ele resistiram/, 7 8 . 5 8 'D t 12.2; os seus adversários
e não lhe guardaram Jz 2.12,20;
1 Rs 11.7 e lhes cominou perpétuo desprezo.
os testemunhos. 67 Além disso, rejeitou a tenda de José
57 Tomaram atrásk 7 8 .6 0 m Js 18.1;
e não elegeu a tribo de Efraim.
68 Escolheu, antes, a tribo de Judá,'
Jr 7.12-14; 26.6
e se portaram aleivosamente
como seus pais; 7 8 .6 1
o monte Sião, que ele amava.
desviaram-se 69 E construiu o seu santuário0
n1Sm 4.4-22

como um arco enganoso. 7 8 .6 2 durável como os céus


58 Pois o provocaram' o lS m 4.1 0
e firme como a terra
com os seus altos 7 8 .6 3 P)r 7.34 que fundou para sempre.
e o incitaram a zelos 7 8 .6 4 70 Também escolheu a Daviv,
com as suas imagens de escultura. <7l$m 4.11; seu servo,
59 Deus ouviu isso, e se indignou, Ez 24.2 3
e o tomou dos redis das ovelhas;
e sobremodo se aborreceu 7 8 .6 5 rSI 44.23 71 tirou-o do cuidado das ovelhas11'
de Israel. e suas crias,
60 Por isso, abandonou para ser o pastor de Jacó, seu povo,
7 8 .6 6 s 1 Sm 5.6

o tabemáculo de Silóm, 7 8 . 6 8 'Sl 87.2


e de Israel, sua herança.
a tenda de sua morada 7 8 .6 9 u Rs 6.1; 72 E ele os apascentou*
entre os homens, 2C r 3.1
consoante a integridade
61 e passou a arca da sua força 7 8 .7 0 do seu coração
ao cativeiro", H S m 16.11-12; e os dirigiu com mãos precavidas.
e a sua glória, 2Sm 7.8

à mão do adversário. 7 8 .7 1 O povo pede castigo contra os inimigos


62 Entregou o seu povo à espada0 wGn 33.13;

e se encolerizou
2Sm 5.2; S a lm o d e A s a fe
1 Cr 11.2
contra a sua própria herança. Salmo 79
63 0 fogo devorou os jovens deles,p
7 8 .7 2 * 1 Rs 9.4

e as suas donzelas 7 9 .1 1 0 Deus, as nações


não tiveram canto nupcial. y2 Rs 25.8-10;
invadiram)' a tua herança,
profanaram o teu santo templo,
2C r 36.1 M 9;
64 Os seus sacerdotes caíram à espada, <? Jr 5 2.1 2-14
7 8 . 5 6 . . . e a resp o sta d o h o m e m v e m c o m o u m c o ro m a c a ­ m ã o s d o s filiste u s, e, q u a n d o re c u p e ra d a , n ã o v o lta ra p a ra
b ro d e resis tên cia e d e d e s o b e d iê n c ia . Siló.

7 8 . 5 7 U m arco enganoso. A m a d e ira to r ta f a z c o m q u e o a rc o 7 8 . 6 2 A d e s c riç ã o d o f im d a s trib o s d o N o r te v a i a té v 6 4 .

d is p a re e m d ire ç ã o e rra d a , ju s ta m e n te q u a n d o o s o ld a d o está 7 8 . 6 5 Despertou. E n q u a n to o p o v o d e Israel servia aos íd o lo s ,


d e p e n d e n d o d e le p a ra a ta q u e o u d e fe s a . fo i c o m o se D e u s estivesse d o r m in d o . O d e s p e r ta m e n to é o
re a v iv a m e n to d a re lig iã o d o p o v o e d a p ro te ç ã o d iv in a ao
7 8 . 5 8 O provocaram com os seus altos. O s alto s e r a m lu g ares
país.
e m co lin a s e d e b a ix o d e á rv o re s salie n tes, o n d e se a d o ra v a m
os íd o lo s d o s p a g ã o s d e C a n a ã . Provocar t e m o s e n tid o d e 7 8 . 6 7 - 7 2 O E te rn o S a n tu á rio fo i e s ta b e le c id o e m Jeru salém
d e s p e rta r o z e lo d e D e u s , c o m o n o S e g u n d o M a n d a m e n t o p o r o r d e m d o rei D a v i, o e x e m p lo b íb lic o d e Rei, d e P ro fe ta
(Ê x 2 0 . 4 - 6 ) . e d e S a c e rd o te o u Pastor. H e b re u s 8 e 9 n o s e n s in a q u e C ris to
é o E te rn o S u m o S a c e rd o te , m in is tra n d o n o T a b e m á c u lo C e ­
7 8 .6 0 Silo. N o t e m p o d o s ju ize s , Siló a b rig o u o ta b e m á c u lo lestial, a s s e n ta d o à d e s tra d o tr o n o d a M a je s ta d e nos céus;
d e D e u s (Js 1 8 .1 ) , q u e passou a ser u m te m p lo n o t e m p o d e Jo 1 0 .1 - 1 7 nos a p re s e n ta Jesus c o m o o B o m Pastor.
S a m u e l. Siló fo i d e s tr u íd o p ro v a v e lm e n te p elo s filiste u s e m ais
7 9 .1 Invadiram . E m 5 8 6 a .C ., os b a b ilô n io s d e s tr u íra m Jeru­
ta r d e p elo s assírios e m 7 2 1 a .C .
s a lé m , le v a n d o p a ra o c a tiv e iro to d a s as pessoas d e c u ltu r a e
7 8 .6 1 A n te s d a d e s tru iç ã o d e Siló, a A rc a S a n ta ca íra nas d e c a p a c id a d e .
SALMO 79.2 848
reduziram Jerusalém 7 9 .2 * |r 7.33 Seja, à nossa vista,
a um montão de ruínas. manifesta entre as nações
2 Deram os cadáveresz 7 9 .3 °SI 141.7; a vingança do sangue
dos teus servos Ap 11.9 que dos teus servos é derramado.
por cibo às aves dos céus 11 Chegue à tua presençah
e a carne dos teus santos, 7 9 .4 6SI 44.1 3 o gemido do cativo;
às feras da terra. consoante a grandeza do teu poder,
3 Derramaram como água0 preserva os sentenciados à morte.
o sangue deles
7 9 .5 cSI 74.1;
Sf 1.18 12 Retribui, Senhor,'
ao redor de Jerusalém, aos nossos vizinhos,
e não houve . sete vezes tanto,
quem lhes desse sepultura. 7 9 .6 dSI 53.4;
o opróbrio com que te vituperaram.
13 Quanto a nós, teu povo/
|r 10.25; 2Ts 1.8
4 Tomamo-nos o opróbriob
dos nossos vizinhos, e ovelhas do teu pasto,
o escárnio e a zombaria 7 9 .8 e D t 28.43;
para sempre te daremos graças;
de geração em geraçã»
Is 64 .9
dos que nos rodeiam.
5 Até quando, Senhor?c proclamaremos os teus louvores.
Será para sempre a tua ira? 7 9 .9 f2C r 14.11

Arderá como fogo o teu zelo? Pedindo restaurações


6 Derrama o teu furord 7 9 .1 0 sSI 4 2 .1 0
A o m e s tre d e can to ,
sobre as nações seg undo a m e lo d ia “ O s lír io s " .

que te não conhecem Tes te m u n h o d e A s a fe . S a lm o

í>S1102.20
7 9 .1 1
e sobre os reinos
que não invocam o teu nome. Salmo 80
7 Porque eles devoraram a Jacó 7 9 . 1 2 'G n 4.15; 1 Dá ouvidos, ó pastor de Israel,
e lhe assolaram as moradas. Is 65.6-7; tu que conduzes a José
8 Não recordes contra nós* Lc 6.3 8
como um rebanho;
as iniqüidades de nossos pais; tu que estás entronizado
apressem-se ao nosso encontro 7 9 . 1 3 /Sl 74.1 acima dos querubins*,
as tuas misericórdias, mostra o teu esplendor.
pois estamos sobremodo abatidos. 8 0 .1 «Ex 25 .2 2 2 Perante Efraim, Benjamim1
9 Assiste-nos, ó Deusf e Manassés,
e Salvador nosso, desperta o teu poder
pela glória do teu nome; 8 0 .2
'N m 2.18 -23 e vem salvar-nos.
livra-nos e perdoa-nos os pecados, 3 Restaura-nos, ó Deus;"1
por amor do teu nome. faze resplandecer o teu rosto,
10 Por que diriam as nações: 9 8 0 .3
e seremos salvos.
4 O Senhor, Deus dos Exércitos,
» N m 6.25;
Onde está o seu Deus? Lm 5.21

7 9 .2 Teus servos.. . teus santos. Q u a n d o o p o v o d e D e u s o ra , m u ltip lic a n d o c rim e s sociais p e la b la s fê m ia c o n tr a D e u s .


c h a m a a a te n ç ã o a o fa to d e q u e é p r o p r ie d a d e exclu s iv a d e 7 9 .1 3 Q u e m e stá e m c o m u n h ã o c o m D e u s n ã o se o m ite d o
Deus. g lo rio s o d e v e r d e p r o c la m a r o Seu lo u vo r.
7 9 .4 M a is a m a r g a d o q u e a d e s g ra ç a e a z o m b a ria d o s po vo s 8 0 . 1 - 1 9 Este s a lm o d iv id e -s e e m três p a rte s , c a d a q u a l
v iz in h o s , a in te rp e la r: " O n d e está o vosso D eu s ? " t e n d o o c o ro : " Faze resplandecer o teu rosto, e seremos salvos".
7 9 .8 Iniqüidades de nossos pais. A d e s tr u iç ã o d e Jeru salém fo i 8 0 .1 Pastor de Israel. N a p le n itu d e d o s te m p o s , Jesus C ris to
p re c e d id a p o r u m sécu lo d e id o la tria e a re fo rm a fe ita p e lo rei se re v e lo u e n tr e n ó s c o m o o B o m Pastor. É u m n o m e d e
Josias, e m 6 1 0 a .C ., n ã o fo ra s u fic ie n te p a ra lh e a n u la r os te rn u r a , d o D e u s q u e se d á a c o n h e c e r p e s s o a lm e n te . Acima
e fe ito s n e fa n d o s . dos querubins. O s q u e ru b in s e ra m o e n fe ite d a A rc a d a
7 9 .9 Pela glória do teu nom e. O r a r e m n o m e d e D e u s é o a to A lia n ç a , o lu g a r d a P ro p ic ia ç ã o - d e v e m o s o ra r e m n o m e d e
d e h u m ild a d e , q u e a b re o c a m in h o p a ra a re s p o s ta d iv in a . Jesus, nossa P ro p ic ia ç ã o .
Deus e Salvador nosso. A fé re c o n h e c e o a m a n tís s im o Pai 8 0 . 2 Efraim, Benjam im e Manassés. As trê s trib o s d e s c e n d e n ­
q u a n d o d o c a s tig o q u e o b o m p a i a p lic a a o seu filh o . O p ro ­ te s d e R a q u e l; seu filh o José d e u o r ig e m a d u as .
fe ta e n x e rg a o S alv ad o r, a té n a ira d iv in a . 8 0 . 3 Restaura-nos. F a z e -n o s v o lta r a D e u s , e D e u s se v o lta rá
7 9 .1 2 Sete vezes tanto. Q u e m p e rs e g u e o p o v o d e D e u s está p a ra nós n a p le n itu d e d a c o m u n h ã o d o a m o r.
849 SALMO 81.6
até quando estarás indignado 8 0 .5 "S l 42.3 16 Está queimada, está decepada."
contra a oração do teu povo? Pereçam os nossos inimigos
5 Dás-lhe a comer pão de lágrimasn 8 0 .6 °SI 44.1 3 pela repreensão do teu rosto.
e a beber copioso pranto. 17 Seja a tua mão sobre o povo*
6 Constituis-nos em contendas0 8 0 .7 PSI 80.3 da tua destra,
para os nossos vizinhos, sobre o filho do homem
e os nossos inimigos que fortaleceste para ti.
zombam de nós a valer. 8 0 .8 ?SI 44.2;
Jr 2.21 18 E assim não nos apartaremos de ti;
7 Restaura-nos,P vivifica-nos,
ó Deus dos Exércitos; e invocaremos o teu nome.
faze resplandecer o teu rosto, 19 Restaura-nos, ó SENHOR/
8 0 .9 r Êx 23.2 8

e seremos salvos. Deus dos Exércitos,


8 Trouxeste uma videira do Egito,1! 8 0 .1 1 sS172.8
faze resplandecer o teu rosto,
expulsaste as nações e a plantaste. e seremos salvos.
9 Dispuseste-lhe o terreno/ 80.12

ela deitou profundas raízes (Sl 89.4 0-41;


Exortação a louvor e obediência
e encheu a terra.
Na 2.2

10 Com a sombra dela A o m e s tre d e can to,


s eg undo a m e lo d ia " O s la g a re s " .
os montes se cobriram, 80.14 uls 63.15
S a lm o d e A s a fe
e, com os seus sarmentos,
os cedros de Deus. 80.15 v|s 49.5
Salmo 81
11 Estendeu ela a sua ramagem5
até ao mar 80.16 wSI 39.11 1 Cantai de júbilo a Deus,
e os seus rebentos, até ao rio. força nossa;
12 Por que lhe derribaste as cercas/ 80.17 *SI 89.21 celebrai o Deus de Jacó.
de sorte que a vindimam todos 2 Salmodiai e fazei soar o tamboril,
os que passam pelo caminho? a suave harpa com o saltério.
13 0 javali da selva a devasta,
80.19 t-SI 80.3
3 Tocai a trombeta-?
e nela se repastam os animais na Festa da Lua Nova,
que pululam no campo. 81.3
^Nm10.10 na lua cheia, dia da nossa festa.
14 O Deus dos Exércitos, volta-te,u 4 E preceito para Israel,0
nós te rogamos, é prescrição do Deus de Jacó.
olha do céu, e vê, 81.4 «Lv 23.24
5 Ele o ordenou, como lei, a José,fc
e visita esta vinha; ao sair contra a terra do Egito.
15 protege o que a tua mão direita v 81.5 *SI 114.1 Ouço uma linguagem
plantou, que eu não conhecera.
. o sarmento que para ti fortaleceste. 81.6 cEx 1.14 6 Livrei os seus ombros do peso/
8 0 .5 Pão de lágrimas. P o r cau s a d o p e c a d o c o m e tid o n o ja r­ 8 0 .1 3 Q u a n d o e stá d e s a m p a r a d a , a v id e ira se d e g e n e ra e m
d im d o É d e n , o h o m e m v iu -s e c o n d e n a d o a o b t e r seu a li­ c ip ó in ú til, m a s , d e v id a m e n te c u ltiv a d a , e la cres ce à a ltu ra
m e n t o p e lo s u o r d o seu ro s to ; d e v id o aos seus p e c a d o s das g ra n d e s á rv o re s , q u e u tiliz a c o m o este io .
in d iv id u a is , o h o m e m a c o m p a n h a c o m lá g rim a s suas re fe i­ 8 0 . 1 4 Volta-te. A n te s d e p e d ir q u e D e u s se v o lta sse p a ra
ções , a lé m d o suor.
" n ó s " , o salm ista já tin h a o r a d o p e d in d o q u e D e u s c o n v e r­
8 0 .7 Deus dos Exércitos. D e u s n o Seu p o d e r s o b e ra n o . tess e o p o v o a Si m e s m o ( 3 ,7 ) . O s a lm o in te ir o re le m b ra as
8 0 . 8 Videira. Era s e m p re tid a c o m o s ím b o lo d e Israel, m as é b ê n ç ã o s d o p ass ad o a o p o s tu la r a s alv ação im e d ia ta .
só n a Pessoa d e jesus C ris to q u e c o m p re e n d e m o s a p le n itu d e 8 0 . 1 7 Filho do hom em . U m tít u lo q u e |esus a p lic a v a a Si
d e u m s im b o lis m o q u e nos m o s tr a u m ra m o , q u e n ã o te m m e s m o . Povo d a tua destra. H e b , " h o m e m d a tu a d e s tr a "
v a lo r a lg u m q u a n d o s e p a ra d o d o tro n c o , q u e é C ris to (c f H b 1 .1 3 ) .
(jo 1 5 .1 -2 7 ).
8 1 .2 D e u s d e v e ser a d o r a d o t o t a lm e n t e p e lo noss o ser, p o r ­
8 0 .1 1 D e s d e o M e d it e r r â n e o a té o rio E u fra tes e s te n d ia -s e
ta n to , n ã o d e v e h a v e r a c a n h a m e n to nos c a n to s d e lo u vo r.
o re in o d e Israel, n o t e m p o d a sua p ro s p e rid a d e p o lític a ,
9 5 0 a .C . 8 1 . 5 Ao sair. D e p o is d e t e r lu t a d o c o n tr a os o p res so res e g íp ­
cios e re s g a ta d o Seu p o v o , D e u s d e u Suas Leis a o p o v o li­
8 0 . 1 2 N in g u é m p o d e a flig ir o p o v o d e D e u s , a té q u e a sua
b e rta d o .
p ró p ria in fid e lid a d e o s e p a re d a p ro te ç ã o d iv in a l e , e m ta l
caso , n in g u é m é fra c o d e m a is p a ra a flig i-lo . 8 1 . 6 Eis o c o n te ú d o d a lin g u a g e m d e s c o n h e c id a : a v o z d i-
SALMO 81.7 850
e suas mãos foram livres 8 1 .7 d E * 17.7; Increpadas a injustiça e a parcialidade dos
dos cestos. N m 20.13
juizes
7 Clamaste na angústia, e te livrei; 8 1 .8 eSl 50.7
do recôndito do trovão S a lm o d e A s a fe

eu te respondi 8 1 .9 'Ê x 20.2 -3;

e te experimentei O t 5.6-7
Salmo 82
junto às águas de Meribád.
8 Ouve, povo meu, quero exortar-te.2
8 1 .1 0 5 Ê X 2 0 .2 ;
Jo 15.7 1 Deus assistem
Ó Israel, se me escutasses! na congregação divina;
9 Não haja no meio de ti 8 1 .1 1 í>Êx 32.1 no meio dos deuses,
deus alheiof, estabelece o seu julgamento.
nem te prostres ante deus estranho. 8 1 .1 2 'A t 7.42
2 Até quando julgareis injustamenten
10 Eu sou o Senhor, teu Deus,9 e tomareis partido
que te tirei da terra do Egito.
8 1 .1 3 /D t 5 . 2 9
pela causa dos ímpios?
Abre bem a boca, e ta encherei. 8 1 .1 5 m 18.45 3 Fazei justiça ao fraco e ao órfão,0
11 Mas o meu povo*7 procedei retamente
não me quis escutar a voz, 8 1 .1 6
para com o aflito
e Israel não me atendeu. < 0t 32.1 3-14;
Sl 147.14 e o desamparado.
12 Assim, deixei-o andar1' 4 Socorrei o fraco e o necessitado^
na teimosia do seu coração; 8 2 .1 m Ê x 2 1 .6;
tirai-os das mãos dos ímpios.
siga os seus próprios conselhos. 2 C r1 9 .6
5 Eles nada sabem, nem entendem; <?
13 Ah! Se o meu povo me escutasse,/ vagueiam em trevas;
se Israel andasse 8 2 .2 fiD t 1.17;
2 C r1 9 .7
vacilam todos os fundamentos
nos meus caminhos! da terra.
14 Eu, de pronto, 8 2 .3 o jr 22.3
6 Eu disse: sois deusesr,
lhe abateria o inimigo sois todos filhos do Altíssimo.
e deitaria mão 8 2 .4 p jó 29.1 2

contra os seus adversários. 7 Todavia, como homens,


15 Os que aborrecem ao Senhor*
8 2 .5 95111.3
morrerei s5
se lhe submeteriam, 8 2 .6 r\o 10.34 e, como qualquer dos príncipes,
e isto duraria para sempre. haveis de sucumbir.
16 Eu o sustentaria' 8 2 .7 * |ó 21.32; 8 Levanta-te, ó Deus, julga
com o trigo mais fino Ez 31.14
a terra,'
e o saciaria com o mel pois a ti compete a herança
de todas as nações.
8 2 .8 tSI 2.8;
que escorre da rocha. A p 11.15

v in a fa la n d o e m a m o r, te rn u r a , p e rd ã o e re d e n ç ã o , u m a n o v i­ 8 2 .1 Divina. U m a a s s e m b lé ia d o p o v o c h a m a d a a ju lg a r se­
d a d e p a ra as re lig iõ e s d a q u e la é p o c a . O f a r d o d a e s c ra v id ã o g u n d o a Lei d e D e u s p o d e ser c h a m a d a d e " d iv in a " . Deuses.
e o d o p e c a d o são alvo s d a m is e ric ó rd ia d iv in a . N a lei d e M o is é s , a p a la v ra assim t r a d u z id a se re fe re a o s ju ize s

8 1 .7 D o recôndito do trovão. A resp o sta d iv in a à trib u la ç ã o d e do povo.


Israel fo i u m a te m p e s ta d e q u e d e s tru íra o e x é r c ito d o s p e rs e ­ 8 2 . 2 - 4 A ju s tiç a o r ie n ta l, tra d ic io n a lm e n te , b a s e a v a -s e e m
g u id o re s . M eribá. Q u e r d iz e r " c o n te n d a " (Ê x 1 7 . 1 - 7 ) .
" g o rje ta s " .
8 1 .9 A E p ís to la d o A p ó s to lo A m a d o e n c e r r a -s e c o m as se­
g u in te s p a la v ra s : " F ilh in h o s , g u a r d a i- v o s dos íd o lo s " 8 2 . 5 Q u a n d o os m e s tre s d a s a b e d o ria e s tã o n a ig n o râ n c ia ,
t o d a a e s tru tu ra social e stá p o b re . U m c e g o n ã o g u ia o u tro
( 1 |o 5 .2 1 ).
cego.
8 1 . 1 2 D eixei-o andar. N e n h u m a p u n iç ã o é m a is ju s ta o u
m a is seve ra d o q u e esta (c f R m 1 .2 4 ,2 6 , 2 8 ) . 8 2 . 6 jesus e x p lic a q u e a q u e le s q u e re c e b e m a P ala vra d e
8 1 .1 3 A h! O su sp iro d o a m o r d e D e u s q u e q u e r s alv ar o p e ­ D e u s e s tã o re v e s tid o s d e a u to r id a d e d iv in a ( c f Jo 1 0 . 3 4 - 3 6 ) .
c a d o r. • N . H o m . P ara e s tu d a r a v o n ta d e d iv in a é p re c is o te r
8 2 . 7 C o m o qualquer dos príncipes. Se os ju ize s q u ise ssem tri­
u m e s p írito d e lo u v o r e g r a tid ã o ( 1 - 4 ) ; p ass a -s e e n tã o à re ­
p u d ia r s o b re os d ire ito s d o s p o b re s , p o d e r ia m a g u a rd a r u m
c o rd a ç ã o d o s b e n e fíc io s re c e b id o s ( 5 - 7 ) , p a ra c o m p r e e n d e r
f im v io le n to re s e rv a d o p a ra os d é s p o ta s , c o m o seu g a la rd ã o
os m a n d a m e n to s d e D e u s ( 8 - 1 0 ) , q u e se a lia m às p ro m e ssas
n o rm a l.
d iv in a s ( 1 1 - 1 6 ) .
8 2 . 1 - 8 A ju s tiç a d iv in a e n v e rg o n h a os ju ize s c o rru p to s d a 8 2 . 8 U m a re v e la ç ã o d a n a tu re z a d iv in a e o c u id a d o p a ra c o m
te rra . os p ro b le m a s q u e e x is te m n o m u n d o .
851 SALMO 84.5
Julgamento de Deus contra as nações 83.1 USI 28.1 impelidas por um remoinho,
àúmigas como a palha ao léu do vento.
14 Como o fogo devora um bosquef
C â n tic o . S a lm o d e A s a fe 8 3 .2 ‘■Sl 2.1
e a chama abrasa os montes,
Salmo 83 15 assim, persegue-os9
8 3 .3 *vS! 27.5 com a tua tempestade
1 Ó Deus, não te cales ;u e amedronta-os com o teu vendaval.
não te emudeças, 16 Enche-lhes o rosto de ignomínia,h
nem fiques inativo, ó Deus! 8 3 .4 «Et 3.6;
{r 11.19
para que busquem o teu nome,
2 Os tfeus inimigos se alvoroçam/ Sen h o r .
e os que te odeiam 17 Sejam envergonhados
levantam a cabeça. 8 3 .6 y 2 0 20.1 e confundidos
3 Tramam astutamentew perpetuamente;
contra o teu povo perturbem-se e pereçam.
e conspiram 8 3 .9 * jz 7.1-23
° |z 4.6-2 2 18 E reconhecerão que só tu,'
contra os teus protegidos. cujo nome é S e n h o r ,
4 Dizem: Vinde, risquemo-los* és o Altíssimo sobre toda a terra.
de entre as nações; 8 3 .1 0 í>2Rs 9.3 7

e não haja mais memória Saudades do templo


do nome de Israel.
5 Pois tramam concordemente d|z 8.12
8 3 .1 1 c |z 7 .2 5 A o m e s tre d e can to,
seg undo a m e lo d ia " O s la g a r e s ” .
e firmam aliança contra ti S a lm o d os filh o s d e C o r á
6 as tendas de Edom e os ismaelitas,)'
Moabe e os hagarenos, 8 3 .1 3 eSl 35.5
Sàlmo 84
7 Gebal, Amom e Amaleque,
a Filístia 1 Quão amáveis/
como os habitantes de Tiro;
8 3 .1 4 íD t 33.2 2
são os teus tabemáculos,
8 também a Assíria se alia com eles, S e n h o r dos Exércitos!

e se constituem braço forte 8 3 .1 5 sjó 9.17 2 A minha alma suspira e desfalece*


aos filhos de Ló. pelos átrios do S e n h o r ;
9 Faze-lhes como fizeste a Midiãz, o meu coração e a minha carne
como a Sísera0, como a Jabim 8 3 .1 6 *S I 35.4 exultam pelo Deus vivo!
na ribeira de Quisom; 3 O pardal encontrou casa,
10 os quais pereceram em En-Dor;b e a andorinha, ninho para si,
onde acolha os seus filhotes;
8 3 .1 8 /Êx 6.3
tomaram-se adubo para a terra.
11 Sejam os seus nobres eu, os teus altares,
como Orebec e como Zeebe, 8 4 .1 /Si 27.4 S e n h o r dos Exércitos,

e os seus príncipes, Rei meu e Deus meu!


como Zebad e como Zalmuna, 4 Bem-aventurados os que habitam'
12 que disseram: Apoderemo-nos
8 4 .2 *SI 42.1 -2
em tua casa;
das habitações de Deus. louvam-te perpetuamente.
13 Deus meu, faze-os como folhase 8 4 . 4 1Sl 65.4 5 Bem-aventurado o homem
8 3 .1 -1 8 E ste s a lm o se a p lic a à s itu a ç ã o d e s c rita em 8 4 . 1 - 1 2 O s m o tiv o s d e f r e q ü e n ta r o c u lto d iv in o .
2 C r 2 0 .1 - 3 0 , n a q u a l o le v ita (a a zie l, d e s c e n d e n te d e A safe, 8 4 . 2 F re q ü e n ta r o c u lto d e v e ser u m p riv ilé g io a lm e ja d o , a
re c e b e ra d e D e u s a m e n s a g e m q u e d e u a o p o v o s u fic ie n te fé e x u lta ç ã o d o c re n te ; se n ã o , e sta rá lo n g e d o e s p írito d e s te
p a ra g a n h a r a v itó ria . s a lm o .
8 3 .3 C ontra o teu povo. A re b e liã o c o n tra D e u s n e s te m u n d o 8 4 . 3 A h u m ild a d e d a fé v e rd a d e ira fa z o sa lm is ta se c o m p a ra r
se m a n ife s ta , n a tu ra lm e n te , e m p e rs e g u iç õ e s a o Seu p o v o . a u m p a s s a rin h o , q u e a c h a re fú g io n o te m p lo , p a ra c o n s tru ir
8 3 .9 -1 1 Q u e m e x a m in a r as re fe rê n c ia s b íb lic as in se rtas a q u i seu n in h o .
( lim ita d a s a ]u íze s ) p o d e n o ta r o p a d rã o d a in te rv e n ç ã o d iv in a 8 4 . 4 H a b ita m em tua casa. O q u e in tere ssa n a casa d e D eu s
nas h o ra s d ifíce is. é a p re s e n ç a d iv in a , q u e n o s a c o m p a n h a n o E sp írito d e jesus

8 3 . 1 3 - 1 7 O d e s e jo a rd e n te p e la d e rro ta d a s fo rç a s in im ig a s C ris to ( M t 2 8 .2 0 ) .

é p a rte d o d e s e jo d e g lo rific a r a D e u s ( 1 8 ) . 8 4 . 5 Os caminhos aplanados. U m a v id a c h e ia d e fé f a z c o m


SALMO 84.6 852
cuja força está em ti, 84.6
m2Sm5.22-23
Pede-se o perdão de Deus
em cujo coração se encontram
os caminhos aplanados, A o m e s tre d e can to .
S a lm o d os filh o s d e C o r á
6 o qual, passando pelo vale 8 4 .7 " D t 16.16;
árido,m Zc 14.16; Salmo 85
faz dele um manancial; 2Co 3.18
Favoreceste, Senhor, r
de bênçãos o cobre a tua terra;
a primeira chuva. 8 4 .9 <>Gn 15.1
restauraste a prosperidade de Jacó.
7 Vão indo de força em força;" Perdoaste a iniqüidade de teu povo,5
cada um deles aparece encobriste os seus pecados todos.
diante de Deus em Sião. 8 4 .1 1
A tua indignação,
8 SENHOR, Deus dos Exércitos, pG n 15.1;
Pv 2.7 reprimiste-a toda,
escuta-me a oração; do furor da tua ira te desviaste.
presta ouvidos, ó Deus de Restabelece-nos,'
Jacó! 8 4 .1 2 qSI 2.12
ó Deus da nossa salvação,
9 Olha, ó Deus, escudo nosso,0 e retira de sobre nós a tua ira.
e contempla o rosto do teu Estarás para sempreu
ungido. 8 5 .1 r E d 1 .l l;
Jr 30.18; Jl 3.1 irado contra nós?
10 Pois um dia nos teus átrios Prolongarás a tua ira
vale mais que mil; por todas as gerações?
prefiro estar à porta 8 5 .2 sSI 32.1
Porventura, não tomarás''
da casa do meu Deus, a vivificar-nos,
a permanecer nas tendas para que em ti se regozije
da perversidade. 8 5 .4 'Si 80.7
o teu povo?
11 Porque o Senhor DeusP Mostra-nos, Senhor,
é sol e escudo; 8 5 .5 "S l 74.1 a tua misericórdia
o Senhor dá graça e glória; e concede-nos a tua salvação.
nenhum bem sonega Escutarei o que Deus,*
aos que andam retamente, 8 5 .6 vHc 3.2
o Senhor, disser,
12 Ó Senhor dos Exércitos, pois falará de paz ao seu povo
feliz o homem que em ti 8 5 .8 wRc 2.1; e aos seus santos;
confia. 2Pe 2.20-21 e que jamais caiam em insensatez.
q u e os p ró p rio s te m p o s á rid o s e esca b ro so s d a nossa v id a ta d e d iv in a c o m p a rtilh a d o s p e lo Seu p o v o ( c f A p 1 9 . 6 - 8 ) .
p o ss am ser m o m e n to s d e re frig é rio e d e asce n são ; a necessi­ 8 4 . 1 2 A s u m a d o s a lm o : Feliz o hom em que em ti confia.
d a d e d o c r e n te é s im p le s m e n te re c e b e r a fo rç a s o b re n a tu ra l • N . H o m . V a m o s f r e q ü e n ta r o te m p lo c o m fé sin g e la (1 - 3 ) ;
d e D e u s e m to d a s as c irc u n s tâ n c ia s . (V e ja ta m b é m v 6 .) v a m o s a p r e n d e r a a n d a r c o m D e u s ( 4 - 6 ) ; v a m o s c res cer n o
8 4 . 6 A prim eira chuva. A c h u v a d o o u to n o d e p o is d a seca d o c o n h e c im e n to d E le p o r m e io d e u m a v id a p ie d o s a ( 7 - 9 ) ; v a ­
v e rã o , q u e tr a z as flo res . m o s c o n fia r e m D e u s ( 1 0 - 1 2 ) .

8 4 . 7 D e força em força. Q u e m s e n te D e u s a g in d o e m sua 8 5 . 1 - 1 3 T riu n fo e lo u v o re s p e la re v e la ç ã o d a m is e ric ó rd ia d e


v id a , s e n te q u e t u d o o q u e a c o n te c e e m seus dias se to rn a D eus ao povo.
u m a fo n te d e força - e s te s e g r e d o d a fé a p re n d e -s e a o fr e ­ 8 5 .1 O s fe ito s d e D e u s n o p as s a d o s ã o p ro fé tic o s d o s d o
q ü e n ta r o te m p lo (Sião). fu tu r o .
8 4 . 8 , 9 A ssim é q u e o c r e n te o ra . P e d e e m n o m e d e Jesus, isto 8 5 . 2 Encobriste. Só a e x p ia ç ã o q u e h á e m C ris to jesus p o d e
é , n ã o p le ite ia seus p ró p rio s m é rito s , m a s s im os d e C ris to , na e n c o b rir o p e c a d o , a té q u e n u n c a m a is a p a re ç a , n e m m e s m o
e xp re s s ã o : contem pla o rosto do teu ungido ( 9 ) . p o r seus efe ito s .

8 4 . 1 0 E s ta rá porta. O s filh o s d e C o rá tin h a m o d e v e r d e ser 8 5 .4 Restabelece-nos. V o lta r m o -n o s p a ra D e u s , p a ra nos e d i-


os p o rte iro s d o te m p lo . N e n h u m a p o s iç ã o d e h o n ra no fic a rm o s nE le.
m u n d o se c o m p a ra c o m o m a is h u m ild e serv iço p re s ta d o p o r 8 5 .6 Para que em ti se regozije. O m a io r m o tiv o d a o ra ç ã o
a m o r a D eu s . n ã o é a b ê n ç ã o p le ite a d a , m a s s im a c o m u n h ã o c o m D e u s ,
8 4 .1 1 Sol e escudo. O S ol re v e la nossos p e c a d o s , o esc u d o " e m t i" .
nos p re s e rv a c o n tra o e fe ito d e le s , e o a ta q u e d o M a lig n o 8 5 .8 Paz. P az c o m D e u s , e fe tu a d a p e lo sacrifício d e C ris to
(c f Ef 6 .1 6 ) . Escudo e graça são s in ô n im o s , re p re s e n ta ç ã o e e a b ra ç a d a p e la o b ra do E sp írito S a n to e m nossa v id a
p e rd ã o . Sol e glória c o rre s p o n d e m aos b e n e fíc io s d a m a je s ­ (E f 2 . 1 3 - 1 8 ) .
S53 SALMO 86.13
9 Próxima está a sua salvação* 8 5 .9 «Is 46.13; 5 Pois tu, Senhor/
dos que o temem, Jo 1.14
és bom e compassivo;
para que a glória assista abundante em benignidade
em nossa terra. 8 5 .1 0 vSI 72.3;
para com todos
10 Encontraram-se a graça)' os que te invocam.
Lc 2.14

e a verdade, 6 E s c u ta , S e n h o r , a m in h a o ra ç ã o
a justiça e a paz se beijaram.
8 5 .1 1 ^ls 45.8
e atende à voz das minhas súplica
11 Da terra brota a verdade/ 7 No dia da minha angústia/
dos céus a justiça 8 5 .1 2 «Sl 67.6
clamo a ti,
baixa o seu olhar. porque me respondes.
12 T a m b é m o S e n h o r 0 8 5 . 1 3 &SI 89.1 4
8 Não há entre os deuses'1
dará o que é bom, semelhante a ti, Senhor;
e a nossa terra 8 6 .2 c|s 26.3
e nada existe que se compare
produzirá o seu fruto. às tuas obras.
13 A justiça irá adiante dele,* 8 6 .3 d$\ 56.1
9 Todas as nações' que fizeste
cujas pegadas ela transforma virão, prostrar-se-ão diante de ti,
em caminhos. 8 6 .4 eSl 25.1 Senhor,
e glorificarão o teu nome.
Súplica e confiança 8 6 .5 fSl 86.15 10 Pois tu és grande/
e operas maravilhas;
só tu és Deus!
O ra ç ã o de D a v i
8 6 .7 g$\ 50.15

Salmo 86 ^
8 6 .8 Êx 15.11;
11 E n s in a -m e , S e n h o r ,*
o teu caminho,
1 Inclina, S e n h o r , os ouvidos Sl 89.6 e andarei na tua verdade;
e responde-me, dispõe-me o coração
pois estou aflito e necessitado. 8 6 . 9 'A p 15.4 para só temer o teu nome.
2 Preserva a minha alma,c 12 Dar-te-ei graças, Senhor,
pois eu sou piedoso; 8 6 .1 0 Deus meu, de todo o coração,
tu, ó Deus meu, salva o teu servo ;Êx 15.11;
e glorificarei para sempre
que em ti confia. o teu nome.
Sl 72.18;
M c 12.29;
3 Compadece-te de mim, ó Senhor/ 1 Co 8.4 13 Pois grande é a tua misericórdia'
pois a ti clamo de contínuo. para comigo,
4 Alegra a alma do teu servo/ 8 6 .1 1 *St 25.4 e me Iivraste a alma
porque a ti, Senhor, do mais profundo poder
elevo a minha alma. 8 6 . 1 3 'Sl 56.13 da morte.

8 5 . 1 0 Só e m jesus C ris to se a c h a a p le n itu d e d a g ra ç a e d a 8 6 . 8 Deuses. As d iv in d a d e s d o s p a g ã o s , o u as a u to rid a d e s


v e rd a d e (J o 1 .1 4 e 1 7 ); só e m C ris to a ju stiç a d iv in a v e m hum anas.
co m paz.
8 6 . 9 Esta p ro fe c ia se c u m p re e m jesu s C ris to (F p 2 . 9 - 1 1 ) .
8 5 . 1 2 Seu fruto. O sa lm is ta n ã o d e s p re z a as b ê n ç ã o s m a te ­
8 6 .1 1 Dispõe-m e o coração. N ã o s a b e m o s c o n fia r e m D eu s
riais, q u a n d o p ro v ê m d e D e u s e s ã o p a ra o b e n e fíc io d o
a té q u e Ele nos tra n s fo rm e o c o ra ç ã o . N ã o p o d e m o s a c e ita r a
hom em .
sa lv a ç ã o q u e jesus C ris to n o s o fe re c e , s e m o E sp írito S a n to
8 6 .1 A m isé ria h u m a n a p ro v ê a o c a s iã o d a m is e ric ó rd ia
c o n v e rte r-n o s .
d iv in a .
8 6 . 1 2 Todo o coração. U m c o ra ç ã o d is p o s to e ín te g r o , p e la
8 6 . 2 Piedoso. C o n fia e m D e u s e a Ele d irig e as p e tiç õ e s .
o b ra d e D eus.
8 6 .3 D e contínuo. Q u e m p e rte n c e a D e u s b u sc a c o m u n h ã o
in in te rru p ta . 8 6 .1 3 M e iivraste a alm a. A e x p e riê n c ia pessoal d a s alv ação .
• N . H o m . O v 1 3 d e s c re v e a salv a ç ã o e m C ris to ; v 1 4 d e s ­
8 6 . 4 Elevo. O g e s to b íb lic o de o fe re c e r s a c rifíc io
c re v e a p e rs e g u iç ã o q u e o m u n d o le v a n ta c o n tra o c re n te
( c f R m 1 2 .1 ) .
salv o ; v 1 5 m o s tr a c o m o o c o n s o lo d iv in o in te r v é m n a situ a ­
8 6 .7 A o ra ç ã o se base ia n a c e rte z a d a resp o sta d iv in a . ç ã o a q u i e n a e t e rn id a d e . Esta o r a ç ã o - m o d e lo se b as e ia na
8 6 . 8 - 1 0 C o m p r o v a -s e o p o d e r d e D e u s p a ra a t e n d e r às o ra ­ n a tu re z a re v e la d a d e D e u s ( 5 e 1 5 ) , n a s a lv a ç ã o c o n c e d id a
ções; a S u a v o n ta d e d e assim fa z e r c o n s ta d o v 7 . Eva ta n t o ( 1 3 ) e n a n e c e s s id a d e h u m a n a ( 1 ) . D iv id e -s e e m : S ú p lica
d u v id o u d a b o a v o n ta d e d e D e u s c o m o d o S eu p o d e r p a ra ( 1 - 7 ) ; A d o ra ç ã o ( 8 - 1 1 ) ; A ç õ e s d e G ra ç a s ( 1 2 - 1 3 ) , e P e tiç ã o
c a s tig a r (G n 3 . 1 - 6 ) . ( 1 4 - 1 7 ) . S erv e c o m o u m m o d e lo p a ra nossas prec es.
SALMO 86.14 854
14 Ó Deus, os soberbos™ 8 6 .1 4 ">SI 54.3 5 E com respeito a Sião se dirá:
se têm levantado contra mim, Este e aquele nasceram nela;
e um bando de violentos atenta e o próprio Altíssimo
contra a minha vida; 8 6 .1 5 "Ex 34.6; a estabelecerá.
eles não te consideram. Ne 9.17; )l 2.13
6 O Senhor, ao registrar os povos,'
15 Mas tu, Senhor, és Deus dirá:
compassivo" Este nasceu lá.
e cheio de graça, 8 6 .1 6 oSl 25.1 6 7 Todos os cantores,
paciente e grande em misericórdia saltando de júbilo, entoarão:
e em verdade. Todas as minhas fontes são em ti.
16 Volta-te para mim0 8 7 .1 pSI 48.1
e compadece-te de mim; Lamentação de um atribulado
concede a tua força ao teu servo C â n tic o . S a lm o dos f ilh o s d e C o rá .
e salva o filho da tua serva. 8 7 .2 A o m e s tre d e can to .
17 Mostra-me um sinal do teu favor, « I 78.6 7-68 P a r a s e r c a n ta d o c o m c ita ra .

para que o vejam e se envergonhem S a lm o d id á tic o d e H e m ã , e z ra ita

os que me aborrecem; Salmo 88


pois tu, Senhor, me ajudas 8 7 .3 <-|s 60.1 -22
e me consolas. 1 Ó Senhor, u
Deus da minha salvação,
Jerusalém, amada de Deus 8 7 .4 sSI 89.1 0 dia e noite clamo diante de ti.
2 Chegue à tua presença
a minha oração,
S a lm o d os filh o s d e C o rá . C â n tic o

Salmo 87 inclina os ouvidos ao meu clamor.


3 Pois a minha alma1'
8 7 .6 tsi 22.3 0

1 Fundada por eleP está farta de males,


sobre os montes santos, e a minha vida
2 o Senhor ama as portas de Sião 9 8 8 .1 « S I2 7 .9
já se abeira da morte.
mais do que as habitações todas 4 Sou contado11'
de Jacó. com os que baixam à cova;
3 Gloriosas coisas se têm dito de ti/ 8 8 .3 vsi 107.18
sou como um homem sem força,
ó cidade de Deus! 5 atirado entre os mortos/
4 Dentre os que me conhecem,5 como os feridos de morte
farei menção de Raabe 8 8 .4 wSI 28.1 que jazem na sepultura,
e da Babilônia; dos quais já não te lembras;
eis aí Filístia e Tiro com Etiópia; são desamparados de tuas mãos.
lá, nasceram. 8 8 .5 «Is 53 .8 6 Puseste-me na mais profunda cova,
8 7 . 1 - 7 U m a c o n tin u a ç ã o d a p ro fe c ia d e Sl 8 6 .9 , in s p ira d a la d o s nos céus , é a m ã e d e to d o s os filh o s d a Prom essa
e m 2 C r 3 2 .2 1 -2 3 . (H b 1 2 .2 2 -2 4 ; G l 4 .2 5 - 2 8 ) .
8 7 .1 A firm e z a d e S ião é u m a p ro m e s s a d a in a lte ra b ilid a d e 8 8 . 1 - 1 8 A s itu a ç ã o im e d ia ta n o s m o s tra u m a trib u la d o b u s ­
d a c id à d e E te rn a . c a n d o a fa c e d e D e u s . A fig u ra p ro fé tic a n o s m o s tra o peso
8 7 . 4 Raabe. O E g ito (Is 5 1 .9 ) , q u e , ju n t a m e n t e c o m a B a b ilô ­ q u e Jesus c a rre g o u p a ra ser nosso S a lv a d o r e ser o c u m p r i­
n ia , re p re s e n ta o p o d e r civil d a é p o c a . m e n to d o s a lm o a n te r io r. H e m ã , e z ra ita , e ra fa m o s o p e la sua
8 7 . 5 Estabelecem. Is 5 4 . 1 - 3 m o s tr a q u e a je ru s a lé m re s ta u ­ s a b e d o ria (1 Rs 4 .3 1 ) .
ra d a te rá u m a p o s te rid a d e q u e po ss u irá as n a ç õ e s . Este e 8 8 . 6 N e n h u m a d esta s exp ressõ es é f o r te d e m a is p a ra o so fri­
aquele. A in d iv id u a lid a d e d a v e rd a d e ira religião. m e n t o m e n ta l, m a is p r o fu n d o q u e o físic o ; m a s ta m b é m tê m
8 7 . 7 /Is minhas fontes, jesu s C ris to é a fo n t e d a á g u a viv a p a ra le lo s n a h is tó ria d e Israel: cova - José fo i p o s to na c o v a e
(J o 4 .1 4 ) . • N . H o m . A q u i, n e s te s a lm o , te m o s u m a p ro fe c ia d e p o is n a p ris ã o , c o m o p a rte d o p la n o d iv in o p a ra le v a n tá -lo
d e q u e os laço s carn ais, d e raça e d e n a c io n a lid a d e , v iria m a e fa z ê - lo s a lv a d o r d e sua fa m ília ; lugares tenebrosos - A b ra ã o
ser s u p e ra d o s p e la a c e ita ç ã o d e D e u s c o m o ú n ic o S e n h o r e fo i c e rc a d o p o r D e u s , nas c e rra d a s tre v a s a n te s d e re c e b e r a
M e s tr e . A re p e tid a p ro m e s s a q u e e m A b ra ã o s e ria m b e n d ita s a lia n ç a (G n 1 5 . 1 2 - 1 8 ) ; abismos - (o n a s fo i la n ç a d o nos ab is­
to d a s as fa m ília s d a te rra (G n 1 2 .3 , e tc .) a c h a seu c u m p r i­ m o s p a ra d e p o is a p r e n d e r a ser fie t p r o fe ta d e D e u s . E t u d o
m e n t o n a ju s tific a ç ã o d o s g e n tio s , p o r in te r m é d io d a fé is to se c o ro a p e la a n g ú s tia d e Jesus n o ja r d im d e G e ts ê m a n i
(G l 3 .8 ) . A Jeru salém c e le s tia l, a ig re ja d o s p rim o g ê n ito s a rro ­ ( M t 2 6 .3 8 ) . Jesus q u e , p o r m e io d e s o frim e n to s , fo i a p e rfe i-
855 SALMO 89.5
nos lugares tenebrosos, 8 8 .7 ySI 42.7 estou desorientado.
nos abismos. 16 Por sobre mim
Sobre mim pesa a tua ira;)' 8 8 .8 J-JÓ 19.13; passaram as tuas iras,
tu me abates
Sl 31.11
os teus terrores
com todas as tuas ondas. deram cabo de mim.
S Apartaste de mimz
8 8 .9 ojó 11.13
17 Eles me rodeiam como água, 9
os meus conhecidos de contínuo;
e me fizeste objeto de abominação
8 8 .1 0 í>SI 6.5
a um tempo me circundam.
para com eles; 88.12 18 Para longe de mim afastaste
estou preso e não vejo como sair. cjó 10.21; amigo e companheiro;
9 Os meus olhos0 Ec 8.10 os meus conhecidos são trevas.
desfalecem de aflição;
dia após dia, venho clamando a ti, 8 8 .1 3 <*SI 5.3 Promessa do reino messiânico a Davi
Senhor, S a lm o d id á tic o d e E t ã h, e z ra íta
e te levanto as minhas mãos. 8 8 .1 4 ejó 13.24

10 Mostrarás tu prodígios aos mortos b Salmo 89


ou os finados se levantarão 8 8 . 1 5 '|ó 6.4

para te louvar? 1 Cantarei para sempre'


11 Será referida a tua bondade 8 8 .1 7 9SI 22.1 6
as tuas misericórdias,
na sepultura? ó Senhor;
A tua fidelidade, nos abismos? 8 9 .1 M R s 4.31
os meus lábios proclamarão
a todas as gerações
<SI 101.1
12 Acaso, nas trevas se manifestamc
as tuas maravilhas? a tua fidelidade.
2 Pois disse eu: a benignidade/
8 9 . 2 /Sl 119.89
E a tua justiça,
na terra do esquecimento? 8 9 .3 está fundada para sempre;
13 Mas eu, Senhor, clamo a tid *2S m 7.11; a tua fidelidade, tu a confirmarás
por socorro, 1 Rs 8.16;
nos céus, dizendo:
e antemanhã já se antecipa
IC r 17.10;
|r 30.9; Os 3.5 3 Fiz aliança com o meu escolhido*
diante de ti a minha oração. e jurei a Davi, meu servo:
14 Por que rejeitas, Senhor, c 8 9 .4 1 (3 -4 ) 4 Para sempre estabelecerei
a minha alma 2Sm 7.12-16; a tua posteridade
e ocultas de mim o rosto?
1C r 17.11-14;
e firmarei o teu trono
15 Ando aflito e prestes a expirarf de geração em geração.'
Sl 132.11;
At 2.30
desde moço; 5 Celebram os céusm
sob o peso dos teus terrores, 8 9 .5 ">SI 7.7 as tuas maravilhas, ó Senhor,

ç o a d o A u to r d a nossa salv a ç ã o ( H b 2 . 1 0 ) . O s o fr im e n to fa z s e m d e s e jo d a a p a rê n c ia p e ra n te os h o m e n s . A v e rd a d e ira


p a rte d o p la n o d e D e u s (c f O 1 .2 4 ; 1 Pe 3 .1 4 ) . o ra ç ã o n ã o prec isa d e m e s tre h u m a n o , p a ra e n s in a r os g esto s
8 8 . 8 O s meus conhecidos. À fa lta d e s a ú d e e d e p ro s p e rid a d e , d a sú p lic a - " le v a n t a r as m ã o s " ( 9 ) . A v e rd a d e ira o ra ç ã o é
s e g u e -s e lo g o a p e rd a d o s a m ig o s , seja p e la s e p a ra ç ã o , seja p e rs e v e ra n te ( 1 3 ) e , re a lm e n te , é p a ra q u e D e u s re v e le o q u e
p e lo e fe ito d a m a le d ic ê n c ia . Abom inação - o m u n d o des­ é q u e e stá in te r r o m p e n d o a s a n ta c o m u n h ã o ( 1 4 ) , se é a lg u m
p re z a o a flito . p la n o e s p e c ífic o de D e u s ( Jo 9 .1 —3 ) ou a lg u m pecado
(Is 5 9 . 1 - 2 ) .
8 8 . 1 0 - 1 2 O salm is ta , c o m o q u a lq u e r p essoa a flita , e stá p e n ­
s a n d o s o m e n te n a v id a a tu a l e suas p e rg u n ta s p a re c e m d e n o ­ 8 9 . 1 - 5 2 O u t r o e z ra íta m e n c io n a d o e m 1 Rs 4 .3 1 c o m p le ta a
ta r u m " n ã o " . M a s e m C ris to te m o s o " s im " a to d a s estas o ra ç ã o d e H e m ã , e z ra íta (Sl 8 8 ) c o m c â n tic o s d e jú b ilo , e n c e r­
in d a g a ç õ e s . "S e o ju s to m o r r e s em sinais d o fa v o r d e D e u s , ra n d o assim o te rc e iro liv ro d o s salm o s. É u m s a lm o m es siâ­
c o m o va i a ju d a r o u tro s a se c o n v e rte re m ? " é o a r g u m e n to d o n ic o ; seu p le n o s e n tid o é a p lic á v e l u n ic a m e n te a jesus.
salm is ta .
8 9 .1 A g ra ç a im u tá v e l d e D e u s m e r e c e lo u v o re s , e S u a fid e li­
8 8 . 1 3 - 1 8 Q u a l é a d ife re n ç a e n tr e a a n g ú s tia d o c r e n te e a d a d e é a n u n c ia d a n e s te s a lm o .
d o p a g ã o ? O c r e n te o d e ia o p e c a d o , a cau s a d e to d a a fr a ­
8 9 . 2 A benignidade está fundada p a ra sempre. N o ss a S alv ação
q u e z a h u m a n a , v o lta -s e p a ra D e u s e m o ra ç ã o , d e s e ja r e c o n ­
é fu n d a d a n o p ro p ó s ito e te r n o d e D e u s , e x e c u ta d a p e la s acri­
c ilia ç ã o com Ele e e s p e ra o re s u lta d o v in d o de D eus.
fíc io d e jesus C ris to e a p lic a d a a o nosso c o ra ç ã o p e lo p o d e r
• N . H o m . A O ra ç ã o . N in g u é m é s á b io d e m a is p a ra p re s c in ­
d o E sp írito S a n to (c f Ef 1 .3 ,4 ) .
d ir d e o ra r. A o ra ç ã o v e rd a d e ira se fa z n o p o d e r d a s alv ação
( 1 ) e é fe ita " d ia n te d e D e u s " ( 1 ) , s e m in te rm e d iá rio h u m a n o , 8 9 . 3 A a lia n ç a fo i c u m p r id a e m Jesus, D e s c e n d e n te d e D a w .
S M M D S 9 .6 856
e. na assembléia dos santos, 8 9 .6 "Sl 40.5
na luz da tua presença.
a tua fidelidade. 16 Em teu nome, de contínuo
Pois quem nos céusn 8 9 .7 °SI 76.7
se alegra
é comparável ao S e n h o r ? 8 9 .8 PÊx 15.11; e na tua justiça se exalta,
Entre os seres celestiais, 1 Sm 2.2 17 porquanto tu és a glória"'
quem é semelhante ao S e n h o r ? de sua força;
Deus é sobremodo tremendo0 8 9 .9 <?SI 65 .7
no teu favor avulta o nosso poder.
na assembléia dos santos 18 Pois ao S e n h o r pertence
e temível sobre todos o nosso escudo,
8 9 .1 0
rÊx 14.26-28;
os que o rodeiam. Is 30.7 e ao Santo de Israel, o nosso rei.
Ó S e n h o r , Deus dos Exércitos, p 19 Outrora, falaste em visão*
quem é poderoso como tu és, 8 9 .1 1 sGn 1.1;
IC r 29.11 aos teus santos e disseste:
Sen h o r , A um herói concedi o poder
com a tua fidelidade 8 9 .1 2 (Js 12.1 de socorrer;
ao redor de ti?! do meio do povo,
Dominas a fúria do mar;1) 8 9 .1 4 “ Sl 85.13
exaltei um escolhido.
quando as suas ondas se levantam, 20 Encontrei Davi)', meu servo;
tu as amainas. 8 9 .1 5
''N m 10.10 com o meu santo óleo o ungi.
Calcaste a Raabe/ 21 A minha mão será firme com ele,z
como um ferido de morte; 8 9 .1 7 wSI 75.10 o meu braço o fortalecerá.
com o teu poderoso braço 22 O inimigo jamais o surpreenderá,0
dispersaste os teus inimigos. 8 9 .1 9
nem o há de afligir
Teus são os céus, tua, a terra;5 o filho da perversidade.
* 1 Rs 11.34

o mundo e a sua plenitude, 8 9 .2 0 23 Esmagarei diante delefc


tu os fundaste. H S m 13.14; os seus adversários
0 Norte e o Sul, tu os criaste;' 16.12; At 13.22
e ferirei os que o odeiam.
o Tabor e o Hermom 8 9 .2 1 iS I 80.1 7 24 A minha fidelidadec
exultam em teu nome. e a minha bondade
0 teu braço é armado de poder, 8 9 .2 2 o hão de acompanhar,
forte é a tua mão, e elevada, a 2Sm 7.13
e em meu nome
a tua destra. crescerá o seu poder.
Justiça e direito são o fundamentou 25 Porei a sua mão sobre o mard
8 9 .2 3 f>2Sm 7.9

do teu trono; 8 9 .2 4 cSI 61.7 e a sua direita, sobre os rios.


graça e verdade te precedem. 26 Je me invocará, dizendo;e
Bem -aventurado v 8 9 .2 5 <*SI 72.8 Tu és meu pai,
o povo que conhece meu Deus e a rocha
os vivas de júbilo, 8 9 .2 6
da minha salvação.
que anda, ó S e n h o r , 27
*2 S m 7 .1 4 ;
IC r 22.1 0

8 9 .7 Q u a n to m a is D e u s fo r re c o n h e c id o c o m o S a n to , ta n to p a ra in te rc e d e r p o r eles " ( H b 7 .2 5 ) . D o meio do povo. T a n to


m a is se te m e a Ele. D a v i c o m o seu D e s c e n d e n te , Jesus, fo r a m e x a lta d o s e n tr e o
8 9 .9 A fúria do mar. Seja n a lib e r ta ç ã o d o p o v o , q u e fo i tira d o p o v o h u m ild e e p o b re .
d o E g ito , a tra v é s d o M a r V e rm e lh o , seja n a v o z d e |esus à 8 9 . 2 4 Fidelidade e . . . bondade. É o a s s u n to g e ra l d o s a lm o ,
q u a l a te m p e s ta d e o b e d e c e u (Lc 8 . 2 3 - 2 5 ) . s e g u n d o v 1.
8 9 . 1 2 Tabor é u m a m o n ta n h a a o o e s te d o Jordão; Hermom 8 9 . 2 5 M a r .. . rios. As fro n te ira s d o Israel c o m p le to v ã o d e s d e
a o n o rd e s te . o M e d it e r r â n e o d e u m la d o ( " m ã o " ) e a té o o u tr o la d o d o s
8 9 . 1 4 A a u to r id a d e d e D e u s p a ra re in a r b a s e ia -s e n a ju stiç a rios E u fra tes e T ig re . Isso fo i c u m p r id o e m S a lo m ã o , filh o d o
e n o d ire ito , m a s p a ra e n c o n tra r-s e c o m vis m o rta is , fa z p re ­ rei D a v i.
c e d e r -s e d e D e u s F ilh o c h e io d e g ra ç a e d e v e r d a d e (J o 1 .1 4 ). 8 9 . 2 6 Pai. N in g u é m n o A n tig o T e s ta m e n to c h a m a v a D e u s
8 9 . 1 5 Vivas de júbilo. O s c u lto s p a g ã o s d a é p o c a c o n h e c ia m d e " P a i" . As p rim e ira s e as ú ltim a s p a la v ra s , q u e le m o s d e
os g e m id o s d as cria n ç a s s acrificad as , os u ivo s d o s sace rd o te s Jesus, c h a m a m D e u s d e " P a i" (Lc 2 .4 9 e Lc 2 3 .4 6 ) .
e os g rito s d o p o v o a te m o riz a d o . 8 9 . 2 7 Primogênito. N o c o s tu m e d e Israe l, o p r im o g ê n ito re ­
8 9 . 1 9 P oder de socorrer. D e Jesus e s tá es c rito : " p o d e salvar c e b ia u m a p a r te d u p la n a d iv is ã o d o s b e n s ( D t 2 1 .1 7 ) , tin h a
t o ta lm e n te os q u e p o r e le se c h e g a m a D e u s , v iv e n d o s e m p re a u to r id a d e s o b re os irm ã o s e os s o b rin h o s ( 2 C r 2 1 .3 ) , e , a
857 SALMO 89.47
meu primogênito', 8 9 . 2 7 'A p 1.5 37 Ele será estabelecido para sempre
o mais elevado como a lua
entre os reis da terra.
8 9 .2 8 gSI 55.3 4
e fiel como a testemunha
Conservar-lhe-ei para semprefl no espaço.
CDt 38 Tu, porém, o repudiaste"
8 9 .2 9
a minha graça 11.21; Is 9.7

e, firme com ele, a minha aliança. e o rejeitaste;


Farei durar para sempre'1 8 9 .3 0 e te indignaste com o teu ungido.
a sua descendência;
(2S m 7.14;
39 Aborreceste a aliança0
com o teu servo;
Jr 9.13
e, o seu trono,
como os dias do céu. 8 9 .3 2 profanaste-lhe a coroa,
Se os seus filhos' )2Sm 7.14;
arrojando-a para a terra.
desprezarem a minha lei
IRs 11.31
40 Arrasaste os seus muros todos;/5
e não andarem nos meus juízos, 8 9 .3 3 reduziste a ruínas
se violarem os meus preceitos *2S m 7.13 as suas fortificações.
e não guardarem 41 Despojam-no todos*?
os meus mandamentos, 8 9 .3 5 'A m 4.2
os que passam pelo caminho;
então, punirei com vara/ e os vizinhos o escarnecem.
42 Exaltaste a destra
8 9 .3 6
as suas transgressões m2Sm 7.16;
e com açoites, a sua iniqüidade. Jr 33.20; dos seus adversários
Mas jamais retirarei dele*
Jo 12.3 4
e deste regozijo
a minha bondade, a todos os seus inimigos.
43 Também viraste
8 9 .3 8
nem desmentirei " D t 32.19;

a minha fidelidade. IC r 28.9 o fio da sua espada


Não violarei a minha aliança, e não o sustentaste na batalha.
nem modificarei
8 9 .3 9 o Sl 74.7
44 Fizeste cessar o seu esplendor'
o que os meus lábios proferiram. 8 9 .4 0 PSI 80.1 2 e deitaste por terra o seu trono.
Uma vez jurei' 45 Abreviaste os dias da sua mocidade
por minha santidade 8 9 .4 1 <?SI 44 .1 3 e o cobriste de ignomínia.
(e serei eu falso a Davi?): 46 Até quando, Senhor?5
A sua posteridade™ 8 9 .4 4 'S l 89.3 9
Esconder-te-ás para sempre?
durará para sempre, Arderá a tua ira como fogo?
47 Lembra-te de como é breve'
8 9 .4 6 sSI 78.63
e o seu trono,
como o sol perante mim. 8 9 .4 7 tjó 7.7 a minha existência!

p r in c ip io , fo i e s c o lh id o p a ra o s a c e rd ó c io s a n to 8 9 . 3 7 O u n iv e rs o in te ir o é te s te m u n h a d a p ro m e s s a e te rn a
( N m 8 . 1 4 - 1 7 ) . P o s te rio rm e n te , d e v id o à tro c a d o s m e s m o s d e Deus.
p e la tr ib o d e Levi, n ã o m a is fo i n ece ssária ta l d e d ic a ç ã o . 8 9 .3 8 -5 1 E tã, o e z ra íta , d e p o is d e r e le m b ra r, c o m jú b ilo , as
8 9 . 2 9 - 3 7 Estes v ers ícu lo s p ro v ê e m u m a e x p lic a ç ã o d as p a la ­ p ro m e ssas d e D e u s , a p o n t a p a ra u m a s itu a ç ã o a tu a l a n g u s -
v ra s d a a lia n ç a q u e D e u s fiz e ra c o m o rei D a v i, c o n tid a s e m tio s a . T a lv e z se re fira à é p o c a d e R o b o ã o , n e to d e D a v i,
2 Sm 7 .1 2 - 1 7 . • N . H o m . C ris to é a p le n itu d e d a a lia n ç a q u a n d o já n o q u in t o a n o d e seu re in a d o tin h a d e v e r Jerusa-
e n tr e D e u s e o h o m e m . É o S a lv a d o r ( 1 9 ) ; o S erv o ( 2 0 ) ; v e n ­ lé m in v a d id a p o r S isa q u e, rei d o E g ito (1 Rs 1 5 . 2 5 - 2 7 ) . O u tr a
c e d o r s o b re o in im ig o (v 2 2 ); Juiz d o s Seus p e rs e g u id o re s p o s s ib ilid a d e é q u e os w 3 8 - 5 9 s e ja m u m a c o n tin u a ç ã o d o
( 2 3 ) ; Rei d o s reis ( 2 5 e 2 7 ); F ilh o d e D e u s ( 2 6 e 2 7 ); F o n te d e s a lm o , escrita m u ito m a is ta rd e , q u a n d o os d e s c e n d e n te s d e
G ra ç a ( 2 8 ) ; Pai d e filh o s im o rta is ( 2 9 ) . T o d a v ia m a is m a ra v i­ D a v i s o fre ra m te rrív e is d e rro ta s e d e p o is fo r a m le v a d o s p a ra o
lh o s o q u e tu d o é a p ro m e s s a d e q u e Seus filh o s são salvos c a tiv e iro ( 2 Rs 2 4 ) .
p a ra a e te rn id a d e e q u e n u n c a m a is h a v e rá m e d o d a p e rd iç ã o
8 9 . 3 8 Ungido. R e fe re -s e , p r im e ir a m e n te , a o rei d a lin h a d e
( 3 0 - 3 6 ) . H a v e rá p u n iç ã o ( 3 2 ) m a s n u n c a p e rd iç ã o .
D a v i e, d e p o is , a C ris to .
8 9 . 2 9 D /o s do céu. Q u e r d iz e r p e la e te rn id a d e .
8 9 . 3 9 N a s in va sõ es q u e Jeru salém sotrera e, m a is ta rd e , nas
8 9 . 3 2 Vara. Pv 2 3 . 1 3 , 1 4 e 1 3 .2 4 e n sin a q u e a q u e le q u e re ­
p e rs e g u iç õ e s m o v id a s c o n tra jesu s, h a v ia u m a a p a rê n c ia e x ­
t é m a v a ra a b o rr e c e a seu filh o e o q u e o fu s tig a , livra sua
t e rn a d a d e r ro ta d a A lia n ç a d e D e u s .
a lm a d o in fe rn o .
8 9 . 4 5 Mocidade. O s reis d e Judá se d e s g a s ta ra m c e d o n a p o ­
8 9 . 3 5 D e u s ju ra p e la Sua p ró p ria s a n tid a d e , q u e , s e g u n d o
siçã o q u e o c u p a v a m .
Isaías, é o s u p re m o a tr ib u to d e D e u s . A a lia n ç a d e D e u s é tã o
f irm e , q u e d e c la ra q u e p re fe riria cessar d e ser D e u s , a re je ita r 8 9 . 4 7 Breve. A v id a d e Jesus n a te rra fo i b re v e , a p e n a s trin ta
a q u e le s q u e Ele salv ara. e trê s an o s .
SALMO 89.48 858
Pois criarias em vão 8 9 .4 8 uSI 49 .9 tu és Deus.
todos os filhos dos homens! 3 Tu reduzes o homem ao pób
48 Que homem há, que vivau e dizes: Tomai, filhos dos homens.
e não veja a morte? 4 Pois mil anosc, aos teus olhos,
8 9 .4 9
^ S m 7.15;
Ou que livre a sua alma Is 55.3 são como o dia de ontem que se foi
das garras do sepulcro? e como a vigília da noite.
49 Que é feito, Senhor/ 5 Tu os arrastas na torrente,d
das tuas benignidades são como um sono,
8 9 .5 0 " S l 6 9 .9

de outrora, como a relva que floresce


juradas a Davi por tua fidelidade? 8 9 .5 1 «Sl 74.22 de madrugada;
50 Lembra-te, Senhor,w 6 de madrugada, viceja e floresce;*
do opróbrio dos teus servos à tarde, murcha e seca.
e de como trago no peito 8 9 .5 2 rSI 41.1 3
7 Pois somos consumidos pela tua ira
a injúria de muitos povos, e pelo teu furor, conturbados.
51 com que, Senhor, os teus inimigos* 9 0 .1 ^ D t 33.27 8 Diante de ti pusestef
têm vilipendiado, as nossas iniqüidades
sim, vilipendiado os passos e, sob a luz do teu rosto,
do teu ungido. 9 0 .2
os nossos pecados ocultos.
9 Pois todos os nossos dias se passam
o Pv 8.25 -26
52 Bendito seja o Senhor para
sempre!)' na tua ira;
Amém e amém! 9 0 .3 *G n 3.1 9 acabam-se os nossos anos
como um breve pensamento.
LIVRO IV 10 Os dias da nossa vida
Salmos 90-106
9 0 .4 c2Pe 3.8
sobem a setenta anos
ou, em havendo vigor, a oitenta;
A eternidade de Deus e a transitoriedade 9 0 .5 <*SI 73.2 0 neste caso, o melhor deles
do homem é canseira e enfado,
porque tudo passa rapidamente,
O r a ç ã o d e M o is é s , h o m em d e D e u s 9 0 .6 ejó 14.2
e nós voamos.
Salmo 90 11 Quem conhece o poder da tua ira?
9 0 .8 ÍSI 19.1 2 E a tua cólera, segundo o temor
1 Senhor, tu tens sidoz que te é devido?
o nosso refúgio, 12 Ensina-nos a contara
de geração em geração. 9 0 .1 2 gSI 39.4 os nossos dias,
2 Antes que os montes nascessem0 para que alcancemos
e se formassem a terra e o mundo, coração sábio.
13 Volta-te, S e n h o r ! Até quando?h
9 0 .1 3
de eternidade a eternidade, /•D t 32.36

8 9 . 5 0 A s e g u n d a m e ta d e p o d e ser assim tra d u z id a : " c a rre ­ 9 0 .4 Q ue se foi. O d ia d e o n t e m é u m n a d a e m nossa m e m ó ­


g u e i n o c o lo to d a a m u ltid ã o d a s n a ç õ e s " , n o s e n tid o d e ria , e irre c u p e rá v e l.
" g e re i n u m e ro s a s n a ç õ e s " . É Jesus q u e g e ra in ú m e ro s filh o s 9 0 . 7 Consumidos pela tua ira. O p o v o in te ir o e s ta v a s e n d o
p a ra a e te r n id a d e a tra v é s d o re n a s c im e n to (A p 7 .9 ) . p u n id o por sua f a lta de fé n as p ro m e s s a s de D eus
8 9 .5 1 V ilipendiado.. . os passos do teu ungido. Espiões d o s (N m 2 4 .2 0 -2 3 ).
faris eus e s p re ita v a m c a d a a to d e Jesus, p a ra , q u iç á , a p a n h á - lo 9 0 . 8 Pecados ocultos. M a s o F ilh o d e D e u s s o n d a v a a m e n te
n a lg u m a to ilíc ito e , n o fim , tiv e r a m d e re c o rre r a falsos te s te ­ e o c o ra ç ã o (A p 2 .2 3 ) , e o S e n h o r e s q u a d rin h a os c o ra ç õ e s
m unhos. (1 C r 2 8 .9 ) .
8 9 . 5 2 O fim , p o r é m , se re v e rte e m t o d o lo u v o r e g ló ria a 9 0 . 9 Se passam n a tua ira. O p e c a d o tra n s fo rm a a v id a n u m a
D eus . m is é ria sem tr é g u a . P ensam ento o u ta lv e z " m u r m ú r io " ,
9 0 . 1 - 1 7 Este s a lm o re fle te u m a c irc u n s tâ n c ia h is tó ric a g e ­ " g e m id o " .
n u ín a - é a o ra ç ã o d e M o is é s q u a n d o e sta va n o d e s e rto c o m 9 0 . 1 0 Os dias da nossa vida. E xpressão id io m á tic a : "nossa
o P o v o d e Israel. id a d e " .
9 0 .1 Refúgio. É m e lh o r p a d e c e r n o d e s e rto c o m D e u s a o 9 0 . 1 2 C o n ta r os nossos dias. R e c o n h e c e r q u e s o m o s fraco s
la d o , d o q u e ser c ria d o n o p a lá c io d e F ara ó ( H b 1 1 . 2 4 - 2 5 ) . m o rta is c u jo f u t u r o in c e rto d e v e m o s c o lo c a r n a s m ã o s d e
9 0 .3 Tornai. V o lta i ao p ó d o q u a l fo s te s cria d o s . Deus.
SALMO 91.14
859
Tem compaixão dos teus servos. 9 0 .1 4 'Sl 85 .6 a sua verdade é pavês e escudo.
14 Sacia-nos de manhã1 5 Não te assustarásP
com a tua benignidade, 9 0 . 1 6 ;H c 3.2 do terror noturno,
paia que cantemos de júbilo nem da seta que voa de dia,
e nos alegremos 9 0 . 1 7 ‘ Sl 27.4 6 nem da peste que se propaga
todos os nossos dias. nas trevas,
15 Alegra-nos por tantos dias nem da mortandade que assola
quantos nos tens afligido, 9 1 .1 'Sl 17.8
ao meio-dia.
por tantos anos 7 Caiam mil ao teu lado,
quantos suportamos 9 1 . 2 m S1142.5
e dez mil, à tua direita;
a adversidade. tu não serás atingido.
16 Aos teus servos/ 9 1 .3 "Sl 124.7 8 Somente com os teus olhosfl
apareçam as tuas obras, contemplarás
e a seus filhos, a tua glória. 9 1 .4 osi 17.8 e verás o castigo dos ímpios.
17 Seja sobre nós a graça do Senhor,k 9 Pois disseste:r
nosso Deus; O Senhor é o meu refúgio.
confirma sobre nós 9 1 .5 p)ó 5.19;
Pv 3.23-24 Fizeste do Altíssimo a tua morada.
as obras das nossas mãos, 10 Nenhum mal te sucederá,5
sim, confirma praga nenhuma chegará
a obra das nossas mãos. 9 1 .8 flSI 37.34

à tua tenda.
Sob a sombra do Altíssimo 9 1 .9 rsi 71.3 11 Porque aos seus anjos dará ordensf
a teu respeito,
Salmo 91 9 1 .1 0 sPv 12.21
para que te guardem
em todos os teus caminhos.
1 O que habita no esconderijo' 12 Eles te sustentarão nas suas mãos,
do Altíssimo 9 1 .1 1 tS 134.7;
para não tropeçares
e descansa à sombra do Onipotente Lc 4.10-11
nalguma pedra.u
2 diz ao Senhor : Meu refúgio™ 13 Pisarásv o leão e a áspide,
e meu baluarte, 9 1 .1 2 u ( l l- 1 2 )
calcarás aos pés o leãozinho
Deus meu, em quem confio. M t 4.6;

3 Pois ele te livrará"


Lc 4.10-11 e a serpente.
do laço do passarinheiro 14 Porque a mim se apegouw
e da peste perniciosa. 9 1 .1 3 vLc 10.19 com amor, eu o livrarei;
4 Cobrir-te-á com as suas penas,0 pô-lo-ei a salvo,
e, sob suas asas, estarás seguro; 91.14 «Sl 9.10 porque conhece o meu nome.

9 0 . 1 4 D e m anhã. C e d o , lo g o , d e p re s s a já q u e nossa v id a é 9 1 .1 Esconderijo. O lu g a r ín t im o d a o ra ç ã o , d a c o m u n h ã o d o


c u rta . in d iv íd u o c o m D e u s .
9 0 . 1 5 A graça do S e n h o r.D e le ite e d o ç u r a cele stiais p a ra 9 1 .3 -8 H á re fe rê n c ia s n este s v ers ícu lo s à s itu a ç ã o d a n o ite
q u e m e stá c o n d e n a d o a a m a rg u ra s n e s ta te rra . • N. Hom . d a p rim e ira P áscoa (c f Êx 1 2 ) .
1 ) D e u s é e te rn o , a fo n te e o a lv o d a h is tó ria , e n q u a n to o 9 1 .4 P en a s .. . Asas. C o m p are a e xclam ação d o S enh or jesus
h o m e m é in s ig n ific a n te n o t e m p o e n o e s p a ç o (1 - 6 ) . 2 ) A C ris to : "Jeru sa lém , je ru s a lé m , q u e m a ta s os p ro fe ta s e a p e d re -
m is é ria d o h o m e m p e c a m in o s o p e ra n te a fa c e d o Juiz e C u ia
jas os q u e t e fo r a m e n v ia d o s ! Q u a n ta s ve ze s q u is e u re u n ir os
d o m u n d o ( 7 - 1 2 ) . Q u a n d o , tr e m e n d o , e n fr e n ta r a m o rte te u s filh o s , c o m o a g a lin h a a ju n ta os seus p in tin h o s d e b a ix o
s e m a e s p e ra n ç a e m C ris to (R m 8 .2 4 ) . 3 ) O d e s e jo d e to m a r d a s asas, e vós n ã o o q u ise stes" ( M t 2 3 .3 7 ) .
p a r te n o p la n o e te r n o d e D é u s , d e s e r c o p a rtic ip a n te d a n a tu ­
9 1 . 1 0 Tenda. Q u a lq u e r m o ra d ia s im p le s e te m p o rá r ia .
reza d iv in a , e m fe lic id a d e e e m p o d e r ( 1 3 - 1 7 ) . C o n c lu s ã o :
N oss a g ra tid ã o d e v e tra n s b o rd a r e m a le g ria , lo u v o r e o b e ­ 9 1 .1 1 A p ro m e s s a fe ita aos fiéis é s u p r e m a m e n te a p lic á v e l a o
d iê n c ia , p e la im o rta lid a d e q u e te m o s p e la f é em C ris to Filho; S ata n ás q u is to rc e r e ste v e rs íc u lo , s e p a r a n d o -o d o c o n ­
( | o 1 1 .2 5 ; 2 T m 1 .1 0 ) . t e x t o d a fé to ta l e x p ressa nos w 1 e 9 ( M t 4 . 6 - 7 ) .

9 1 . 1 - 6 Este s a lm o te m n o m e e e n d e re ç o : é a p lic á v e l à q u e le s 9 1 .1 3 S ão p e rig o s d o d e s e rto q u e se d e s c re v e m t a m b é m e m


q u e tê m fé n o S e n h o r, q u e v iv e m e m c o m u n h ã o c o m D e u s D t 8 .1 5 .
( " h a b it a m " ) e c o n fia m n E le p a ra o r ie n ta ç ã o e c o n s o lo . A si­ 9 1 . 1 4 O m o tiv o e o g a la rd ã o d a v id a re lig io s a é o a p e c p r - «
tu a ç ã o h is tó ric a p a re c e ser os q u a re n ta a n o s q u e o p o v o d e a D e u s c o m a m o r ; n is to ja z a v id a e te r n a , c o n h e c e r O e u s »
Israel fic o u n o d e s e rto . a m o r ( jo 1 7 .3 ) .
SALMO 91.15 860
15 Ele me invocará/ 9 1 .1 5 para sempre;
e eu lhe responderei; * lS m 2.30;
li 43.2 tu, porém, S e n h o r , és o Altíssimo5
na sua angústia eu estarei com ele, eternamente.
livrá-lo-ei e o glorificarei. Eis que os teus inimigos, S e n h o r /
16 Saciá-lo-ei com longevidade
9 2 .1 ySI 147.1
eis que os teus inimigos perecerão;
e lhe mostrarei a minha salvação. serão dispersos todos
9 2 .2 ^Sl 89.1
os que praticam a iniqüidade.
Hino de gratidão a Deus 10 Porém tu exaltas o meu poders
9 2 .3 o IC r 23.5
como o do boi selvagem;
S alm o . C â n tic o p a r a o d ia d e s á b a d o
derramas sobre mim o óleo fresco.
9 2 .5 bSI 40.5; 11 Os meus olhos vêem com alegriah
Salmo 92 Rm 11.3 3-34
os inimigos que me espreitam,
1 Bom é render graças*" e os meus ouvidos se satisfazem
ao Senhor 9 2 .6 cSI 73.22
em ouvir dos malfeitores
e cantar louvores ao teu nome, que contra mim se levantam.
ó Altíssimo, 9 2 .7 dtó 12.6; 12 O justo florescerá como a palmeira,1
2 anunciar de manhãz
)r 12.1-2
crescerá como o cedro no Líbano.
a tua misericórdia 13 Plantados na Casa do S e n h o r , /
e, durante as noites, 9 2 .8 eSl 56.2 florescerão nos átrios
a tua fidelidade, do nosso Deus.
3 com instrumentos de dez cordas,0 9 2 .9 fSI 68.1 14 Na velhice darão ainda frutos,
com saltério serão cheios de seiva e de verdor,
e com a solenidade da harpa. 9 2 .1 0 9 5 1 2 3 .5 15 para anunciar que o S e n h o r é reto/
4 Pois me alegraste, Senhor , Ele é a minha rocha,
com os teus feitos; 9 2 .1 1 h 51 54.7 e nele não há injustiça.
exultarei nas obras das tuas mãos. O poder e a majestade de Deus
5 Quão grandes, Senhor ,6 9 2 .1 2 'Sl 52.8;
são as tuas obras! Os 14.5-6
Salmo 93
Os teus pensamentos,
que profundos! 9 2 . 1 3 /Sl 100.4 1 Reina o S e n h o r . '
6 O inepto não compreende/ Revestiu-se de majestade;
e o estulto não percebe isto: 9 2 . 1 5 ‘ D t 32.4 de poder se revestiu o S e n h o r
7 ainda que os ímpios d e se tingiu.
brotam como a erva, 9 3 .1 ISI 65.6; Firmou o mundo, que não vacila.
e florescem todos os que praticam Ap 19.6 2 Desde a antigüidade, está firme™
a iniqüidade, o teu trono;
nada obstante, serão destruídos 9 3 .2 " S l 45 .6 tu és desde a eternidade.
9 1 . 1 5 Responderei. A resp o sta à o ra ç ã o n e m s e m p re é a c o n ­ 9 2 .3 A m ú s ic a sacra só é c o m u n ic a tiv a p a ra q u e m e n tro u n o
cessão d as coisas q u e p e d im o s . P a u lo p e d iu u m a c u ra , m as e s p írito d o s w 1 e 2 .
re c e b e u a lg o m e lh o r: u m a a p ro x im a ç ã o d o S e n h o r p e la Sua 9 2 . 5 Os teus pensamentos. C o m p a r e Is 5 6 .8 e R m 1 1 . 3 3 - 3 6 .
g ra ç a ( 2 C o 1 2 . 7 - 1 0 ) . • N . H o m . É im p o s s ív e l a c o n te c e r
9 2 . 6 Estulto. N a B íb lia se re fe re à q u e le q u e n ã o se d e ix a g u ia r
q u a lq u e r m a l à q u e le q u e p e rte n c e a o S e n h o r; as m a is e s m a ­
p e la v o n ta d e d iv in a .
g a d o ra s c a la m id a d e s n a d a m a is fa z e m d o q u e e n c u rta r a p e ­
9 2 . 7 Erva. S ím b o lo b íb lic o p a ra o q u e h o je a p a re c e e a m a n h ã
re g r in a ç ã o d o c r e n te e a p r o x im á -lo d o seu g a la rd ã o . As
n ã o e x is te m a is (Is 4 0 .6 6 ) . É p as s a g e ira ta l c o m o o m u n d o
d ific u ld a d e s s ã o b ê n ç ã o s n u m a fo r m a o c u lta . As p e rd a s o e n ­
( c f 1 |o 2 .1 7 ).
riq u e c e m , a d o e n ç a lh e é u m r e m é d io , o d e s p re z o d o m u n d o
é a su a g ló ria , a m o r te lh e é a p o rta d o c é u . 9 2 .1 1 D e u s c o n c e d e a m a is p e rfe ita p a z e a le g ria , ju s ta m e n te
q u a n d o Seu se rv o e stá c e rc a d o d e p e rig o s .
9 2 .1 Bom. O ra ç õ e s e h in o s d e g ra tid ã o e lo u v o r são bons:
e s p iritu a lm e n te , p o r q u e é o sacrifício q u e d e v e m o s a D eus; 9 2 . 1 2 Palmeira. B ela, p o d e ro s a , fru tífe ra e ú til, a p a lm e ira fic a
e m o c io n a lm e n te , p o rq u e fo rta le c e nosso c o ra ç ã o ; p ra tic a ­ f ir m e nos lu g a re s m a is d ifíc e is , o n d e h á m a is m is te r d e la . C e­
m e n te p o r q u e le v a o u tra s pessoas a t e r a c o m u n h ã o c o m d ro . C re s c e nos p ico s p e rig o s o s d a s m o n ta n h a s , d e s a fia n d o as
D e u s , q u e é a re a lid a d e e te rn a . te m p e s ta d e s . O c r e n te n ã o d e v e b u s c a r a v id a fácil.

9 2 . 2 A m is e ric ó rd ia d e D e u s e a S u a fid e lid a d e s e m p re são 9 3 .1 Reina o Senhor. O f a t o e te rn o d a s u p re m a c ia d e D eu s


assu ntos q u e e m p o lg a m o c re n te . s o b re o u n iv e rs o q u e crio u e g u ia a té a g o ra .
861 SALMO 94.19
3 Levantam os rios, ó Senhor, 9 3 .4 "Sl 65.7 E o que formou os olhos
levantam os rios o seu bramido; será que não enxerga?
levantam os rios o seu fragor. 10 Porventura, quem repreende1'
4 Mas o Senhor nas alturas" 9 4 .1 ° D t 32.35
as nações
é mais poderoso não há de punir?
do que o bramido das grandes águas, Aquele que aos homens
dá conhecimento
9 4 .2 pG n 18.25
do que os poderosos vagalhões
do mar. não tem sabedoria?
5 Fidelíssimos são 9 4 .3 <?Jó 20.5 1 1 0 Senhor conhece
os teus testemunhos; os pensamentos do homem"',
à tua casa convém a santidade, que são pensamentos vãos.
Senhor, para todo o sempre. 9 4 .4 rSI 31.18 12 Bem-aventurado o homem/
Senhor,
Apelo para a justiça de Deus a quem tu repreendes,
9 4 .7 iSI 10.11
a quem ensinas a tua lei,
Salmo 94 13 para lhe dares descanso
1 Ó Senhor,0 9 4 .8 (Sl 73.22 dos dias maus,
Deus das vinganças, até que se abra a cova
ó Deus das vinganças, para o ímpio.
resplandece. 9 4 .9 :'Êx 4.11 14 Pois o Senhor não há de rejeitar)'
2 Exalta-te, ó juiz da terra;P o seu povo,
dá o pago aos soberbos. nem desamparar a sua herança.
3 Até quando, Senhor , o s perversos,1? 9 4 .1 0 vjó 35.11
15 Mas o juízo se converterá
até quando exultarão os perversos? em justiça,
4 Proferem impiedadesr e segui-la-ão todos
e falam coisas duras;
9 4 .1 1
»1 Co 3.20 os de coração reto.
vangloriam-se os que praticam 16 Quem se levantará a meu favor,
a iniqüidade. contra os perversos?
5 Esmagam o teu povo, Senhor, 9 4 .1 2 * |Ó 5 . 1 7 ; Quem estará comigo
e oprimem a tua herança. 1 Co 11.32;
contra os que praticam
a iniqüidade?
Hb 12.5
6 Matam a viúva e o estrangeiro
e aos órfãos assassinam. 17 Se não fora o auxílio do Senhor/
7 E dizem: O Senhor não o vê;5 já a minha alma estaria
HSm 12.22
9 4 .1 4
nem disso faz caso o Deus de Jacó. na região do silêncio.
8 Atendei, ó estúpidos( 18 Quando eu digo: resvala-me o pé,°
dentre o povo; a tua benignidade, Senhor,
e vós, insensatos, 9 4 .1 7
me sustém.
19 Nos muitos cuidados
*SI 124.1-2
quando sereis prudentes?
9 O que fez o ouvido,u que dentro de mim
acaso, não ouvirá? 9 4 .1 8 °SI 38.1 6 se multiplicam,
9 3 .3 Rios. T a lv e z se re fira às fo rç a s d a n a tu re z a , o u ta lv e z seja 9 4 .1 1 O Senhor conhece. |esus c o n h e c e o ín t im o d e c a d a h o ­
u m a e x p re s s ã o p a ra d e s c re v e r os três g ra n d e s im p é rio s d a m e m ( ] o 2 .2 5 ) .
é p o c a , fo rm a d o s s o b re rios: o E g ito , a Assíria e B a b ilô n ia , os 9 4 . 1 2 A g o ra p e r c e b e q u e é m e lh o r fic a r so b a d is c ip lin a d e
q u a is se le v a n ta ra m c o n tra a n a ç ã o e s c o lh id a d e D e u s e q u a s e D e u s , p a ra d e p o is e n tr a r n o d es c a n s o e te rn o ( v 1 3 ) , a t e r a
a in u n d a ra m . M a s n e s te caso t a m b é m a s o b e ra n ia d iv in a p ro s p e rid a d e m a te ria l a c im a d e s c rita q u e , lo n g e d e s e r u m
ven c e (4 ). sinal d e e s ta r fo ra d o â m b it o d o c a s tig o d iv in o , é u m a in d ic a ­
9 3 . 5 Casa. O te m p lo d e D e u s e a fa m ília d o s fiéis q u e o ção d e q u e o ím p io e stá c a m in h a n d o p a ra a s e p u ltu ra
fr e q ü e n ta r a m . e te rn a ( 1 3 ) .
9 4 . 6 V iú v a .. . estrangeiro.. . órfãos. S ã o as três classes q u e n o 9 4 . 1 6 T e n d o c o n fia d o q u e a ju s tiç a d iv in a se re v e la rá n o fim ,
o rie n te s e m p re e s ta v a m d e s a m p a ra d a s p o r fa lta d e p a re n te s o s a lm is ta a g o ra d e s e ja a lg u m a v in d ic a ç ã o im e d ia ta , a lg u m
q u e lh es p ro p o rc io n a s s e m p ro te ç ã o , q u e fo s s e m o " v in g a d o r" sinal d e q u e D e u s e stá c o m e le . A resp o sta v e m c o m o v 1 7
q u e e x ig e ju s tiç a . A lei d e D e u s e x ig e c o m p a ix ã o n o seu c u i­ (a p ro te ç ã o c o n tra a m o r te fís ic a ) e c o m o v 1 8 (s u s te n ta -s e
d a d o ( c f T g 1 .2 7 ) . a fé d o c r e n te ).
SALMO 94.20 862
as tuas consolações 9 4 .2 0 f>SI 58.2; lhe pertencem.
me alegram a alma. Am 6.3
5 Dele é o mar, pois ele o f e z ; h
20 Pode, acaso, associar-se contigo* obra de suas mãos, os continentes.
o trono da iniqüidade, 9 4 .2 1 <Ex 23.7;
M t 27.1 6 Vinde, adoremos e prostremo-nos;1
o qual forja o mal, ajoelhemos diante do S e n h o r,
tendo uma lei por pretexto? 9 4 .2 2 d Sl 59.9 que nos criou.
21 Ajuntam-se contra a vida do justoc 7 Ele é o nosso Deus, e nós,/
e condenam o sangue inocente. 9 4 .2 3 Si 7.16 povo do seu pasto
22 Mas o S e n h o r é o meu baluarted e ovelhas de sua mão.
e o meu Deus, 9 5 .1 'D t 32.15; Hoje, se ouvirdes a sua voz,
o rochedo em que me abrigo. 2Sm 22.4 7 8 não endureçais o coração,
23 Sobre eles faz recaire como em Meribá*,
a sua iniqüidade 9 5 .3 5 519 6.4 como no dia de Massá, no deserto,
e pela malícia deles próprios 9 quando vossos pais me tentaram,'
os destruirá; 9 5 .5 pondo-me à prova,
o S e n h o r, nosso Deus, *G n 1.9-10
não obstante terém visto
os exterminará. as minhas obras.
9 5 .6 '1 Co 6.20
10 Durante quarenta anos,m
Convite a louvar o Senhor estive desgostado
9 5 . 7 /Sl 79.13
com essa geração
Salmo 95 e disse: é povo
1 Vinde, cantem os ao S e n h o r /
9 5 .8 kEx 17.7;
de coração transviado,
não conhece os meus caminhos.
N m 20.13

com júbilo, 11 Por isso, jurei na minha ira:


celebremos o Rochedo 9 5 .9
não entrarão no meu descanso."0
da nossa salvação. /N m 14.22;

2 Saiamos ao seu encontro,


1 Co 10.9
Tributo à glória e majestade de Deus
com ações de graças,
vitoriemo-lo com salmos.
9 5 .1 0 I C r 1 6 .2 3 -3 3
m Hb 3.10
3 Porque o S e n h o r é o Deus Salmo 96
supremos 9 5 .1 1 " (7 -1 1 )
e o grande Rei Hb 3.7-11,15; 1 Cantai ao S e n h o rp
acima de todos os deuses. 4 .3 - 7 o ( 1 0 - H )
um cântico novo,
4 Nas suas mãos estão cantai ao S e n h o r, todas as terras.
N m 14.26-35

as profundezas da terra, 2 Cantai ao S e n h o r,


bendizei o seu nome;
9 6 .1
e as alturas dos montes p 1C r 16.23-33

9 4 . 2 0 O trono d a iniqüidade. O s p o d e re s d o m u n d o e fic ie n te ­ 9 5 . 1 0 Q uaren ta anos. Pela sua fa lta d e fé , o p o v o q u e saíra


m e n te o rg a n iz a d o s c o n tra a fé (c f Ef 2 .1 ,2 ) . U m a lei p o r pre­ d o E g ito tin h a d e p assar q u a re n ta a n o s n o d e s e rto .
texto. A p ra g a d a v id a o rie n ta l: a ju s tiç a to rc id a p o r u m
9 5 .1 1 Descanso. N a te rra , se re fe re a C a n a ã , a h e ra n ç a p ro ­
s u b o rn o . O p e c a d o ta m b é m fa z d a le i d e D e u s u m p r e te x to
m e tid a ao s d e s c e n d e n te s físicos d e A b ra ã o , e t a m b é m é u m a
p a ra c o n d e n a r o h o m e m (R m 7 . 8 - 1 3 ) .
p ro fe c ia d a v id a e te rn a nos c éu s , re s e rv a d a p a ra os q u e tê m
9 4 . 2 1 - 2 3 R e p e te m -s e os assu n to s básicos d o s a lm o : v 21 fé a s s im c o m o A b r a ã o t e v e ( H b 1 1 .8 ; R m 4 . 1 3 - 2 5 ) .
d e s c re v e os ím p io s e m a ç ã o ; v 2 2 m o s tr a D e u s a b r ig a n d o os • N . H o m . T o d a d im e n s ã o e q u a lid a d e d o u n iv e rs o p e rte n c e
c re n te s ; v 2 3 é a d e s tru iç ã o fin a l d o s ím p io s , o e x te r m ín io d a a o D e u s T o d o -p o d e r o s o ( 4 - 5 ) . O D e u s d e A m o r n o s c o n h e c e
in iq ü id a d e . in t im a m e n te e te m c u id a d o d e n ó s, m e d ia n te a o b ra d e ]esus
9 5 . 2 Ações de graças. O v e rd a d e iro sacrifício q u e D e u s a c e ita . C ris to ( v 7 ). Q u a l é a c o n e x ã o e n tr e estes d o is lad o s d a n a tu ­
9 5 . 3 Deuses. A q u i sig n ific a os íd o lo s d o s p a g ã o s . re z a d iv in a ? Is to se lê n o v 6 , n o q u a l o ser h u m a n o a d o ra a
D e u s e assim O fic a c o n h e c e n d o p e s s o a lm e n te . A c h a v e d o
9 5 . 6 D e p o is d e d e s c re v e r o p o d e r d e D eu s , r e p e te -s e a a d o ­
s a lm o e d as nossas v id a s é a d o ra r a D e u s e m e s p írito e e m
raçã o .
v e rd a d e .
9 5 .7 O á p ic e d o c u lto d iv in o é o e s c u ta r a P ala vra d e D eu s ,
c o m fé e c o m o b e d iê n c ia . Is to nos tra z c o n fo rto e o rie n ta ç ã o . 9 6 .1 -1 3 Este s a lm o fo i c a n ta d o q u a n d o D a v i tr o u x e a A rca
d e D e u s a o te m p lo .
9 5 . 8 Massá. Q u e r d iz e r " p ro v a ç ã o " , " te s te " .
9 5 . 9 Obras. A q u i se re fe re aos g ra n d e s m ila g re s q u e D eu s 9 6 .1 A re a le z a d e D e u s e nosso d e v e r d e c a n ta r lo u v o re s a Ele
fiz e ra a o salv ar Seu p o v o d a e s c ra v id ã o n o E g ito . são te m a s c o n s ta n te s d o s salm o s 9 5 a té 1 0 0 .
863 SALMO 97.8
proclamai a sua salvação, 9 6 .4 <?SI 18.3 regozijem-se todas as árvores
dia após dia. do bosque,
3 Anunciai entre as nações 9 6 .5 '■SI115.15; 13 na presença do S e n h o r/
a sua glória, |r 10.1 1-12 porque vem, vem julgar a terra;
entre todos os povos, julgará o mundo com justiça
as suas maravilhas. 9 6 .6 sSI 29.2 e os povos,
4 Porque grande é o S e n h o r ? consoante a sua fidelidade.
e mui digno de ser louvado,
temível mais que todos os deuses. 9 6 .7 tsi 29.1-2 A majestade e o domínio de Deus
5 Porque todos os deuses dos povos ’
não passam de ídolos; 9 6 .9 " (7 -9 ) Salmo 97
o S e n h o r , porém, fez os céus. Sl 29.1 -2
1 Reina o Senhor, y
6 Glória e majestades Regozije-se a terra,
estão diante dele, 9 6 . 1 0 '-Sl 19.13
alegrem-se as muitas ilhas.
força e formosura, 2 Nuvens e escuridão o rodeiam/
no seu santuário. 9 6 .1 1 " S l 69.3 4 justiça e juízo são a base
7 Tributai ao S e n h o r / do seu trono.
ó famílias dos povos, 3 Adiante dele vai um fogo0
tributai ao S e n h o r glória e força. 9 6 .1 3 *SI 67.4
que lhe consome os inimigos
8 Tributai ao S e n h o r em redor.
a glória devida ao seu nome; 9 7 .1 ySI 96.1 0
4 Os seus relâmpagosb
trazei oferendas alumiam o mundo;
e entrai nos seus átrios. 9 7 .2 *1Rs 8.12 a terra os vê e estremece.
9 Adorai o S e n h o r 5 Derretem-se como cera os montes/
na beleza da sua santidade; na presença do Senhor,
tremei diante dele, 9 7 .3 °S 118.8;
Hc 3.5 na presença do Senhor
todas as terras/ de toda a terra.
10 Dizei entre as nações:y 6 Os céus anunciam a sua justiça,d
Reina o S e n h o r . 9 7 .4 i>Êx 19.18
e todos os povos vêem a sua glória.
Ele firmou o mundo 7 Sejam confundidose
para que não se abale 9 7 .5 c\z 5.5; todos os que servem
e julga os povos com eqüidade. N a 1.5
a imagens de escultura,
11 Alegrem-se os céus,w os que se gloriam de ídolos;
e a terra exulte; 9 7 .6 dS119.1 prostrem-se diante dele
ruja o mar e a sua plenitude. todos os deuses.
12 Folgue o campo 8 Sião ouve e se alegra,
e tudo o que nele há;
9 7 .7 í Êx 20.4;
D t5 .8 as filhas de Judá se regozijam,
9 6 .5 O s íd o lo s n ã o te m p o d e r a lg u m , n e m h á r e a lid a d e nas r e tid ã o , c o n fo r m e a d e s c riç ã o e m Is 1 1 .1 - 9 . Justiça.. . fideli­
d iv in d a d e s q u e re p re s e n ta m ; q u a n t o a D e u s , p o r é m , os p r ó ­ dade. " S e c o n fe s s a rm o s os nossos p e c a d o s , e le é fie l e ju s to
p rio s céu s p r o c la m a m Sua g ló ria . p a ra nos p e rd o a r os p e c a d o s e nos p u rific a r d e t o d a in ju s tiç a "
9 6 . 6 O rei te rre s tre se v e s te c o m tra je s ricos, s ím b o lo s d o seu (1 |o 1 .9 ) . .
p o d e r e o Rei d o s C é u s se v e s te c o m q u a lid a d e s e te rn a s . 9 7 . 1 - 1 2 D e u s Se re v e la c o m o C ria d o r d o u n iv e rs o e F o n te
9 6 . 7 A n o ta d e a d o ra ç ã o s e m p re re a p a re c e n este s sa lm o s d e d e to d a ju s tiç a e s a b e d o ria .
L o u vo r. 9 7 .1 S o m e n te q u e m d e ix a D e u s re in a r e m sua v id a c o n h e c e
9 6 . 9 A v e rd a d e ira b e le z a d e D e u s é S ua q u a lid a d e m a is su­ a p le n itu d e d o g o z o e d a a le g ria (F p 4 .4 ) .
b lim e : a s a n tid a d e ; p o r isso Isaías s e m p re Lhe c h a m a " o S a n to 9 7 . 2 N u v e n s .. . justiça. O p o d e r d e D e u s se reve la n a n a tu ­
d e Is ra e l" . re za , m a s o â m a g o d o Seu d iv in o S er re v e la -s e e m q u a lid a d e s
9 6 . 1 0 A g a ra n tia ú n ic a d e e s ta b ilid a d e social e n c o n tra -s e e te rn a s .
q u a n d o u m a n a ç ã o p e d e q u e D e u s a g u ie p e la Sua P ala vra, 9 7 . 2 - 6 C é u s e te rra , a e te r n id a d e e o t e m p o , e s tre m e c e m
p e lo S eu P o d e r. p e ra n te a re v e la ç ã o d a s o b e ra n ia d e D e u s . ,
9 6 .1 1 T u d o q u e h á n o u n iv e rs o é u m a p ro c la m a ç ã o d e lo u ­ 9 7 . 7 - 9 O s e fe ito s q u e a s o b e ra n ia d e D e u s ( 9 ) te m s o b re a
v o r a D eu s . ra ç a h u m a n a : o p a g a n is m o se reve la c o m o coisa v ã ( 7 ) e n ­
9 6 .1 3 U m a p ro fe c ia d a v in d a d o M essias c o m Seu R e in o d e q u a n t o o p o v o d e D e u s é ju b ilo s a m e n te v in d ic a d o ( 8 ) .
por cansa da tua justiça, ó Senhor. 9 7 .9 1b. 18.11 aclamai, regozijai-vos
9 Pois tu, Senhor, és o Altíssimo' e cantai louvores.
sobre toda a terra; 9 7 .1 0
9SI 31.23; 5 Cantai com harpa
tu és sobremodo elevado Dn 6.22,27; louvores ao Senhor,
acima de todos os deuses. Rm 12.9
com harpa e voz de canto;
10 Vós que amais o Senhor, 9 6 com trombetas"
detestai o mal; 9 7 .1 1
í>Jó 22.28; e ao som de buzinas,
ele guarda a alma dos seus santos, P v4.18 exultai perante o Senhor,
livra-os da mão dos ímpios. que é rei.
11 A luz difunde-se para o justo ,h 9 7 .1 2 >SI 30.4 7 Ruja o mar e a sua plenitude,0
e a alegria, para os retos de coração. o mundo e os que nele habitam.
12 Alegrai-vos no Senhor , ó justos,' 8 Os rios batam palmas,p
9 8 .1 /Êx 15.6;
Sl 33.3
e dai louvores ao seu santo nome. e juntos cantem de júbilo
9 8 .2 * Is 52.10; os montes,
A justiça do Senhor Rm 3.25-26 9 na presença do Senhor ,?
Salmo porque ele vem julgar a terra;
9 8 .3 Ms 49.6;
julgará o mundo com justiça
e os povos, com eqüidade.
At 13.47

Salmo 98 9 8 .4 msi 95.1

1 Cantai ao Senhor/ A santidade de Deus


um cântico novo, 7 0 .0A.
OS

porque ele tem feito maravilhas;


» N m 10.10;
IC r 15.28;
Salmo 99
a sua destra e o seu braço santo 2C r 29.2 7
1 Reina o Senhor;
lhe alcançaram a vitória. tremam os povos.
2 0 Senhor fez notória* 9 8 .7 °SI 96.11
Ele está entronizado
a sua salvação; 9 8 .8 pis 55.1 2 acima dos querubins';
manifestou a sua justiça abale-se a terra.
perante os olhos das nações. 9 8 .9 qSI 96.1 0 2 O Senhor é grande em Sião5
3 Lembrou-se da sua misericórdia' e sobremodo elevado
e da sua fidelidade 9 9 .1 r Êx 25.2 2
acima de todos os povos.
para com a casa de Israel; 3 Celebrem eles o teu nome(
todos os confins da terra viram 9 9 .2 sSI 97.9
grande e tremendo,
a salvação do nosso Deus. 9 9 .3 tD t 28.5 8 porque é santo.
4 Celebrai com júbilo ao Senhor,™ 4 És rei poderoso"
todos os confins da terra; 9 9 .4 u\ó 36.5-7 que ama a justiça;
9 7 . 1 0 Detestai. Q u a n to m a is p r o fu n d o é nosso a m o r a D e u s , d e lo u v o r e m c o n s e q ü ê n c ia d a m e n s a g e m le v a d a p elo s fiéis
ta n to m a io r s e rá n o ss o ó d io às o b ra s do M a lig n o (c f Rm 1 0 .1 4 - 1 8 ) .
(Sl 1 3 9 .2 1 - 2 2 ) . ímpios. A a m e a ç a d o s p a g ã o s , d e n tr o d e Is­ 9 8 . 5 O p rim e iro e le m e n to d o h in o é a g r a tid ã o c o m lo u v o r,
ra e l, s e m p re a c a rre ta p e rig o m o rta l à q u e le s q u e p e rm a n e c e m v 1 e 4 ; a g o ra se a c re s c e n ta a a r te c o m a p e ríc ia té c n ic a .
fiéis.
9 8 . 7 O s o b je to s in a n im a d o s a c re s c e n ta m sua v o z a o c o ro
9 7 .1 1 Difunde-se. O h e b ra ic o tra z u m a p a la v ra q u e q u e r d i­ sacro .
z e r " s e m e a r" . D e u s e stá s e m e a n d o raio s d e lu z n a f r e n te dos
9 8 . 9 T o d í e sta s in fo n ia fo r m a u m c re s c e n te q u e va i a té o
passos d o s fiéis . A s a b e d o ria e a ilu m in a ç ã o se d e r r a m a m à
fin a l, o D ia d o ju lg a m e n to .
m e d id a que o ju s to p ro s s e g u e no c a m in h o de D eus
9 9 . 1 - 9 A re a le za d e D e u s se d e s c re v e e m re la ç ã o a o P o vo
(c f 1 |o 1 .7 ).
E sco lh id o .
9 8 . 1 - 9 A g r a tid ã o d o p o v o d e D e u s p elas b ê n ç ã o s d e r r a m a ­
9 9 .1 Querubins. O s a n to d o s san to s. O s a n tu á rio m a is in te rio r
das s o b re eles.
d o t e m p lo tin h a d o is q u e ru b in s d e m a d e ira e o u ro p o r c im a
9 8 .1 Novo. P ara o c re n te , a g ra ç a d e D e u s s e m p re te m as d a A rc a d e D e u s .
m a ra v ilh a s d e u m a coisa n o v a , e x ig in d o n o v a s resp ostas d a
9 9 . 2 G rande em Sião. D e u s é e n g ra n d e c id o e lo u v a d o n o
p a rte d e le .
lu g a r e m q u e o p o v o se c o n g r e g a p a ra a d o r á - IO .
9 8 , 2 ,3 A re v e la ç ã o d a salv a ç ã o d iv in a se e s te n d e a té o fim d o 9 9 . 4 Se a d o ra m o s o Rei d a E te rn id a d e , é c la ro q u e a b ra ç a ­
m undo. m o s c o m jú b ilo as ju sta s leis q u e nos d e u p a ra s a n tific a r nos­
9 8 .4 Confins d a terra. As " n a ç õ e s " tr a z e m sua c o n trib u iç ã o sas v id a s.
865 SALMO 101.3
tu firmas a eqüidade, 99.5 vLv 19.2; 2 Servi ao Senhor com alegria,
executas o juízo e a justiça
1 0 28.2
apresentai-vos diante dele
em Jacó. com cântico.
5 Exaltai ao Senhor, nosso Deus/ 3 Sabei que o Senhor é Deus;*
e prostrai-vos
99.6 »Ex 14.15;
ISm 7.9 foi ele quem nos fez,
ante o escabelo de seus pés, e dele somos;
porque ele é santo. somos o seu povo
6 Moisés e Arão,"' 99.7 *Ex 33.9 e rebanho do seu pastoreio.
entre os seus sacerdotes, 4 Entrai por suas portasc
e, Samuel, entre os que com ações de graças
lhe invocam o nome, 9 9 .8 kEx 32.2; e nos seus átrios,
clamavam ao Senhor, Dt 9.20; Sf 3.7
com hinos de louvor;
e ele os ouvia. rendei-lhe graças
7 Falava-lhes na coluna e bendizei-lhe o nome.
de nuvem*;
9 9 .9 *Ex 15.2
5 Porque o Senhor é bom,d
eles guardavam a sua misericórdia
os seus mandamentos dura para sempre,
100.1 oSl 95.1
e a lei que lhes tinha dado. e, de geração em geração,
8 Tu lhes respondeste, ó SENHOR/ a sua fidelidade.
nosso Deus;
foste para eles
100.3 bSI 95.7;
Ef 2.10
Modelo de bom rei
Deus perdoador, Salmo de Davi
ainda que tomando vingança
dos seus feitos. 100.4 cSI 66.13 Salmo 101
9 Exaltai ao Senhor, nosso Deus/
e prostrai-vos 1 Cantarei a bondade5
ante o seu santo monte, 100.5 dS1136.1 e a justiça;
porque santo é o Senhor, a ti, Senhor, cantarei.
nosso Deus. 2 Atentarei sabiamentef
101.1 «Sl 89.1 ao caminho da perfeição.
Hino de ingresso ao templo Oh! Quando virás ter comigo?
Portas a dentro, em minha casa,
Salmo de ações de graças 101.2 terei coração sincero.
nsm 18.14;
Salmo 100 1Rs 9.4
3 Não porei coisa injustas
diante dos meus olhos;
1 Celebrai com júbilo0 aborreço o proceder
ao Senhor, dos que se desviam;
todas as terras.
101.3 9 |s 23.6;
1Sm 12.20-21 nada disto se me pegará.

99.5 Escabelo. Na Bíblia, três lugares são chamados "o esca­ adoração que a natureza presta a Deus; Sl 100 resume isto na
belo dos pés de Deus": o Santuário, Jerusalém e a terra frase "todas as terras" (1); Sl 98 mostra que Deus se manifes­
inteira. tou a Israel; Sl 99 mostra que é Israel quem O adora e a Ele
9 9 .6 -8 A realeza e a santidade de Deus se revelam na histó­ obedece; Sl 100 convida a todos a que façam o mesmo (v 4);
ria de Israel. Moisés... Arão... Samuel. Nestes três nomes se Sl 95 mostra que Deus fez o universo, mas também é nosso
representam a Lei, o Sacerdócio e a Profecia, que em Cristo Pastor que nos guia pela mão e isto aparece no v 3 do Sl 100.
Jesus formam uma unidade. Sl 96 nos convida a tributar glória a Deus, com cânticos, as­
99.8 Deus corrige e castiga, mas não quebra Suas promessas sim como Sl 100.2.
(Sl 89 .30 -33 ). 1 0 1 .1 -8 Neste salmo voltamos à oração individual, ao pacto
99.9 Depois da argumentação e do histórico aqui dados, de obediência e fidelidade que Davi fez com Deus e que nós
vem mais um apelo a exaltar a Deus, nossa santificação. devíamos adotar e seguir.
1 0 0 .1 -5 A maneira de adorar a Deus: v 1, "com júbilo"; v 2,
101.1,2 A vida do crente cantando a Deus, observando Sua
"com alegria" e "com cântico"; 4, "com ações de graça" e
Palavra e esperando Sua vinda final em glória.
"com hinos de louvor" (veja nota do Sl 9 8 .5 -6 ). O motivo
desse louvor está no v 5. • N. Hom. Este salmo breve é a 101.3,4 A santificação individual do rei Davi, na vida parti­
coroa dos pensamentos dos salmos 95 até 99. Sl 97 mostra a cular.
SA BC D 181.4 866
4 Longe de mim o coração perverso;'7 101.4 no dia em que eu clamar,
não quero conhecer o mal.
h Mt 7.23;
2 Tm 2.19 dá-te pressa em acudir-me.
5 Ao que às ocultas1 3 Porque os meus dias,m
calunia o próximo, 101.5 >SI 18.27 como fumaça, se desvanecem,
a esse destruirei; eos meus ossos ardem
o que tem olhar altivo 1 0 1 .8 /Sl 48.2; como em fornalha.
e coração soberbo, Jr 21.12 4 Ferido como a erva,"
não o suportarei. secou-se o meu coração;
6 Os meus olhos procurarão 102.1 ‘ Ex2.23; até me esqueço de comer
ISm 9.16
os fiéis da terra, o meu pão.
para que habitem comigo; 5 Os meus ossos já se apegam à pele,°
1 0 2 .2 'Sl 27.9
o que anda em reto caminho, por causa do meu dolorido gemer.
esse me servirá. 6 Sou como o pelicano no deserto,p
7 Não há de ficar em minha casa
102.3
m|ó 30.30; como a coruja das ruínas.
o que usa de fraude; Lm 1.13 7 Não durmo"?
o que profere mentiras e sou como o passarinho solitário
não permanecerá 102.4 "Sl 37.2
nos telhados.
ante os meus olhos. 8 Os meus inimigos me insultamr
8 Manhã após manhã, destruirei/ 102.5 <>1019.20
a toda hora;
todos os ímpios da terra, furiosos contra mim, praguejam
para limpar a cidade do Senhor 102.6
com o meu próprio nome.
dos que praticam a iniqüidade. Pjó 30.29;
Sf 2.14 9 Por pão tenho comido cinza5
e misturado com lágrimas
Arrependimento e esperança 102.7 <íSI 38.11 a minha bebida,
Oração do aflito que, desfalecido, 10 por causa da tua indignação'
derrama o seu queixume 102.8 'A t 23.12 e da tua ira,
perante o SENHOR porque me elevaste
102.9 sSI 42.3 e depois me abateste.
Salmo 102 11 Como a sombra que declina,u
1 Ouve, Senhor/ 102.10 (Sl 30.7
assim os meus dias,
a minha súplica, e eu me vou secando como a relva.
e cheguem a ti os meus clamores.
102.11
ujó 14.2;
12 Tu, porém, S en h o r/
2 Não me ocultes o rosto no dia' Ec 6.12; Tg 1.10 permaneces para sempre,
da minha angústia; e a memória do teu nome,
inclina-me os ouvidos; 102.12 ‘'Sl 9.7 de geração em geração.

1 0 1 .5 -8 A santificação pública do rei Davi, a lei de Deus 102.6,7 A miséria do isolamento da fraternidade humana: o
aplicada à jurisdição cívica do reino de Davi. pardal comum dos telhados não suporta a vida solitária da
101.5 Olhar altivo... coração soberbo. A soberba é o âmago coruja ou do pelicano.
do pecado, fazendo o ser humano adorar a si mesmo, rejei­ 102.8 Pior do que ficar sem amigos, é ser o alvo constante de
tando, portanto, qualquer convite para se adorar a Deus. inimigos ferozes.
101.6 Além de expulsar o mal, é necessário reunir e organi­
102.9 Cinza. Na profunda angústia, a iguaria mais gostosa
zar o bem.
não tem melhor paladar do que a cinza.
101.8 É a prática enérgica dos preceitos que Deus, manhã
após manhã, ensina aos Seus discípulos (Is 50.4), até que a 102.10 Indignação... ira. A causa central da miséria humana
Cidade de Deus se torne uma antecâmara dos Céus. é o homem andar longe da graça de Deus, ficando, portanto,
sob Sua ira. Elevaste. A miséria de andar longe de Deus é pior
102.1-11 Uma situação angustiosa apresentada a Deus em
para aquele que já sentiu a mão de Deus a sustentá-lo, no
oração.
passado.
102.1 Ouve, Senhor. A primeira coisa que o aflito deve fazer
é dirigir-se diretamente a Deus em oração. 10 2 .1 2 -2 2 Deus vai restaurar a Sião, comprovando Seu
1 0 2 .3 -5 A descrição de uma vida breve e cheia de sofrimen­ amor na presença dos povos atuais e futuros.
tos físicos causados pela angústia (5). 102.12,13 O salmista se lembra da soberania eterna de Deus
102.4 A erva carpida logo fenece por não receber mais a e também da Sua compaixão. Guardar uma visão do Poder e
seiva da vida. do amor de Deus é o melhor remédio para todas as tristezas.
SALMO 103.5
'? Levantar-te-ás w > 102.13 "Is 40.2 os fundamentos da terra;
e terás piedade de Sião; 102.14 * 51 7 9 .1 e os céus são obra das tuas mãos.
e tempo de te compadeceres dela, 102.15 26 Eles perecerão, mas tu permaneces
e ) á é vinda a sua hora; yItIRs 8.43;
Afl 3 todos eles envelhecerão
1 - porque os teus servos amam'
ISOU.J
como uma veste,
até as pedras de Sião
102.16
como roupa os mudarás,
e se condoem do seu pó. e serão mudados.
/|s 60.1-2

15 Todas as nações temerão)'


102.17 °Ne 1.6
27 Tu, porém, és sempre o mesmo,
o nome do Senhor, 102.18
e os teus anos jamais terão fim./
e todos os reis da terra, a süa glória;
b Sl 22.31;
Rm 15.4; 28 Os filhos dos teus servosk
.6 porque o Senhor edificou a Sião/ 1Co 10.11 habitarão seguros,
apareceu na sua glória, 102.19 e diante de ti se estabelecerá
P atendeu à oração do desamparado0 cDt 26.15 a sua descendência.
e não lhe desdenhou as preces. 1 0 2 .2 0

18 Ficará isto registradoh


d Sl 79.11 A misericórdia de Deus
para a geração futura, 1 0 2 .2 1
Salmo de Davi
e um povo, que há de ser criado, é?$|22.22
louvará ao Senhor; 102.23
f\ó2 1.2 1 Salmo 103
19 que o Senhor, c
do alto do seu santuário, 102.24
1 Bendize, 6 minha alma,1
ao Senhor,
9SI 90.2;
desde os céus, baixou vistas à terra, Hc 1.12
20 para ouvir o gemido dos cativosd 102.25 ^Gn 1.1 e tudo o que há em mim
e libertar os condenados à morte, bendiga ao seu santo nome.
2 Bendize, ó minha alma,
10 2 .2 6 'Sl 3.12;
2 1 a fim de que seja anunciadoe Rm 8.20;
em Sião o nome do Senhor 2Pe 3.7,10-12 ao Senhor,
e o seu louvor, em Jerusalém, 102.27/(25-27) e não te esqueças de nem um só
22 quando se reunirem os povos Hb 1.10-12
de seus benefícios.
e os reinos, 102.28 3 Ele é quem perdoa"1
para servirem ào Senhor . *SI 69.36
todas as tuas iniqüidades;
23 Ele mè abateu á força no caminhof 103.1
quem sara
e me abreviou os dias.
/S| 103.22
todas as tuas enfermidades;
24 Dizia eu: Deus meu, não me levess 103.3
4 quem da cova redime a tua vidan
e te coroa de graça e misericórdia;
^Èx 15.26;
na metade de minha vida; Is 33.24; Mt 9.2,
tu, cujos anos se estendem 6 ; Lc 7.47 5 quem farta de bens a tua velhice,0
por todas as gerações. 103.4 «Sl 5.12 de sorte que a tua mocidade
25 Em tempos remotos, lançasteh 103.5 o|S 40.31 se renova como a da águia.

102.14 Uma parte da angústia do salmista refere-se à cidade 102.23 No caminho. Ainda estava no meio da senda da vida
de Jerusalém (Sião), destruída no ano 586 a.C. quando o eterno Deus quase cortou a vida do fraco mortal.
102.15,16 A oração da fé nunca duvida dos resultados (16), 102.24 Cujos anos se estendem. Deus, que é isento das fra­
e antecipa o agradecimento pela restauração de Sião. quezas da carne, tem compaixão das nossas angústias, como
102.17 Desdenhou. "Sacrifícios agradáveis a Deus são o espí­ seres mortais.
rito quebrantado; coração compungido e contrito, não o des-
102.25,26 O inteiro universo, criação de Deus, é uma sim­
prezarás, ó Deus" (Sl 51.17).
ples expressão da Sua vontade, um símbolo físico da Sua ma­
10 2 .1 8 -2 2 A revelação do amor e do poder de Deus na res­ jestade, pode ser trocado como a roupa que nos usamos,
tauração do Seu povo, é assunto registrado na Bíblia, para segundo Seu prazer (Ap 21.1).
guiar a futura nação Santa que ele havia de criar para adorá-
lo em espírito e em verdade. 1 0 3 .1 -22 Louvor irrestrito inspirado por uma profunda ex­
periência pessoal.
102.19 Refere-se, em parte, à escravidão de Israel no Egito
(Êx 3.7 -9 ). 103.1,2 Tudo. O próprio ser é convidado a adorar a Deus por
102.21 O povo de Deus é salvo para servir de missionário tudo que Ele fizera.
(1 Pe 2.9, Ef 2.10). 1 0 3 .3 -5 Os benefícios do Senhor na vida individual são: o
10 2 .2 3 -2 8 A fraqueza do homem (1 -1 1 ) e o poder eterno perdão, a saúde, salvação da morte, a vida em abundância e
de Deus (1 2 -2 2 ) aqui se .revelam em evidente contraste. frutífera, vigor até ao fim da vida.
SALMO 103.6 868
6 O S en hor faz justiçaP 103.6 pSI146.7 16 pois, soprando nela o vento/
e julga a todos os oprimidos. 103.7 desaparece;
7 Manifestou os seus caminhos1) <jSI 147.19 e não conhecerá, daí em
a Moisés 103.8 «-Tg 5.11 diante,
e os seus feitos 103.9 jSI 30.5; o seu lugar.
aos filhos de Israel. lr 3.5 17 Mas a misericórdia do Sen h o r 0
8 O S en h o r é misericordiosor é de eternidade a eternidade,
103.10 tEd 9.13
e compassivo; sobre os que o temem,
longânimo e assaz benigno. 103.11
«Sl 57.10 e a sua justiça,
9 Não repreende perpetuamente/ sobre os filhos dos filhos,
nem conserva para sempre a 103.12
'Is 43.25 18 para com os que guarda mb
sua ira. a sua aliança
10 Não nos trata' 103.13
»MI 3.17 e para com os que se lembram
segundo os nossos pecados, dos seus preceitos
nem nos retribui 103.14
«Cn 3.19; e os cumprem.
consoante as nossas iniqüidades. Ec 12.7 19 Nos céus, estabeleceu o Sê n h o r c
11 Pois quanto o céu se alteia"
103.15 o seu trono,
acima da terra, y\á14.1-2; e o seu reino domina sobre tudo.
assim é grande a sua misericórdia Tg 1.10-11;
1Pe 1.24 20 Bendizei ao Sen h o r , d
para com os que o temem.
todos os seus anjos,
12 Quanto dista o Oriente1' 103.16 zJó 2.8
valorosos em poder,
do Ocidente, 103.17 que executais as suas ordens
assim afasta de nós °Êx 20.6
as nossas transgressões. e lhe obedeceis à palavra.
103.18 i>Dt 7.9
13 Como um pai se compadece"' 21 Bendizei ao Sen h o r /
de seus filhos,
103.19 CS111.4 todos os seus exércitos,
assim o Sen h o r se compadece 103.20 vós, ministros seus,
dos que o temem.
dSl 148.2; que fazeis a sua vontade.
Hb 1.14
14 Pois ele conhece a nossa estrutura* 22 Bendizei ao Sen h o r , vós/
e sabe que somos pó. 103.21 todas as suas obras,
*Gn 32.2;
15 Quanto ao homem, os seus dias*' Sl 68.17; em todos os lugares do seu
são como a relva; Hb 1.14 domínio.
como a flor do campo, 103.22
Bendize, ó minha alma, ao
assim ele floresce; fSI 145.1 Se n h o r .

1 0 3 .6 -8 Os benefícios do Senhor na história de Israel: a jus­ 103.13,14 A ternura do pai brota do seu amor paterno e seu
tiça social, a proteção dos fracos, a revelação do Seu poder e reconhecimento de que o filhinho é totalmente dependente
do Seu amor. dele (Hb 4 .1 4-1 6; 1 2 .5-11).
103.6 julga. Aqui no sentido de "vindicar", "proteger" pela 103.15,16 Um intervalo para admoestar qualquer pessoa
justiça divina. que ainda põe sua esperança nalguma coisa carnal.
103.7 Feitos. Sobretudo os milagres em salvar o povo da es­ 103.17 Volta-se ao tema do poder e do amor de Deus, da
cravidão, mas também os benefícios mencionados no v 3 se eterna misericórdia divina que também no salmo 102 se con­
aplicaram a todo povo de Deus (D t 8 .2 -4 ). trasta com as vicissitudes humanas.
103.8 Compare Êx 3 4 .6-8 .
103.18 Este salmo, como muitos outros, tem sua aplicação
1 0 3 .9 -14 O conteúdo pormenorizado da misericórdia e da particular: é para os que temem a Deus e pertencem à Sua
benignidade de Deus mencionado no v 8. alianç».
103.9 A repreensão de Deus visa a nossa correção e não a
1 0 3.19-22 A realeza de Deus inspira os louvores do universo
nossa destruição (Ez 18.22).
inteiro (cf salmos 95 até 100).
103.10 A graça de Deus tem mais valor positivo do que o
valor negativo de nosso pecado. 103.21 Exércitos. Na Bíblia se aplica tanto aos anjos (20)
como às forças da natureza, ventos, estrelas, gtc.
103.11,12 A grandeza da misericórdia de Deus e a perfeição
da remissão dos pecados, se descrevem em termos que ultra­ 103.22 Ó minha alma. A volta à nota de adoração individual
passam cálculos científicos. que dá abertura ao salmo.
869 SALMO 104.20
Ltmtor ao Deus criador 104.1 gSI 93.1
entre os montes;
11 dão de beber
104.2 Ms 40.22
Salmo 104 a todos os animais do campo;
os jumentos selvagens
1 Bendize, ó minha alma,9 1 0 4 .3 'Sl 18.10;
Am 9.6
matam a sua sede.
ao S e n h o r!
12 Junto delas têm as aves do céu
S en hor , Deus meu,
o seu pouso
como tu és magnificente: 10 4 .4 /Hb 1.7
e, por entre a ramagem,
sobrevestido de glória e majestade,
2 coberto de luz como de um manto .h 104.5 kjó 26.7;
Ec 1.4
desferem o seu canto.
13 Do alto de tua morada, p
Tu estendes o céu regas os montes;
como uma cortina, a terra farta-se do fruto
10 4 .6 'C n 7.19
3 pões nas águas o vigamento' de tuas obras.
da tua morada, 14 Fazes crescer a relvai
104.7 mCn 8.1
tomas as nuvens por teu carro para os animais
e voas nas asas do vento. e as plantas,
104.8 "G n 8.5
4 Fazes a teus anjos ventos/ para o serviço do homem,
e a teus ministros, de sorte que da terra
104.9
labaredas de fogo. °Gn 9.11; tire o seu pão,
5 Lançaste os fundamentos da terra,k Jó 26.10; Jr 5.22
15 o vinho, que alegra'
para que ela não vacile o coração do homem,
em tempo nenhum. 104.13
o azeite, que lhe dá brilho
pSI 65.9-10
6 Tomaste o abismo por vestuário' ao rosto,
e a cobriste; e o alimento, que lhe sustém
104.14
as águas ficaram as forças.
iG n 1.29-30;
acima das montanhas; SI136.25 16 Avigoram-se as árvores do S e n h o r 5
7 à tua repreensão, fugiram,"1 e os cedros do Líbano
à voz do teu trovão, 104.15 r |2 9.13; que ele plantou,
bateram em retirada. Pv 31.6-7
17 em que as aves fazem seus ninhos;
8 Elevaram-se os montes," quanto à cegonha,
desceram os vales, 104.16
a sua casa é nos ciprestes.
sNm 24.6
até ao lugar 18 Os altos montesf
que lhes havias preparado. são das cabras montesinhas,
104.18
9 Puseste às águas divisa0 (Pv 30.26 e as rochas,
que não ultrapassarão, o refúgio dos arganazes.
para que não tomem 104.19 19 Fez a lua para marcar o tempo ;u
a cobrir a terra. "G n 1.14 o sol conhece a hora do seu ocaso.
10 Tu fazes rebentar fontes no vale, 20 Dispões as trevas, e vem a noite/
cujas águas correm 104.20 v |5 4 5 .7 na qual vagueiam

1 0 4 .1 -35 Louvor irrestrito inspirado pela contemplação das 10 4 .1 0 -1 8 Uma descrição da obra de Deus em sustentar os
forças e das belezas da natureza. seres vivos no mundo que criou.
104.1 Bendize. O mesmo apelo que há no salmo 103, mas 104.11 Selvagens. Deus sempre teve terno cuidado com os
esta vez é motivado pela magnificência de Deus. seres que os homens chamam de selvagens.
104.2 Luz. O objeto mais puro e poderoso do universo é 104.14 Depois dos animais e dos pássaros, vêm as plantas
como roupa velha para Deus. (Veja v 6 e salmo 102 26; para o uso do homem. Nota-se, porém, que ele ainda tem de
cf )o 1.5.) conseguir seu pão (Cn 3.17-19).
104.4 Deus tanto pode transformar Seus mensageiros em 104.15 Vinho... azeite... pdo. A videira, a oliveira e o trigo
grandes forças cósmicas como pode usar estas forças no Seu na cultura de Israel eram considerados básicos para o sustento
serviço. Anjo pode significar "servo" ou "mensageiro". da vida e representavam a agricultura em geral.
1 0 4 .5 -9 Uma descrição da obra de Deus na criação do 104.18 Nada existe que não seja objeto do cuidado especí­
mundo.
fico de Deus (M t 6.26).
104.6 Aqui se descreve a atmosfera terrestre com as nuvens.
10 4 .1 9 -2 3 Os tempos e as épocas estão nas mãos dc O h
104.7 A força criadora da palavra de Deus (Cn 1.3). (Ec 3 .1 -8 , Cn 1.14).
■ D M L 2 1 870
OS a nim ai-; da selva. 104.21 31 A glória do SENHOR1*
Os ieõezínhos rugem pela presa w » J ó 3 8 .3 9
seja para sempre!
e buscam de Deus o sustento; 104.23 Exulte o Sênhor por suas obras!
em vindo o sol, eles se recolhem *Gn 3 .1 9 32 Com só olhar para a terra ,e
e se acomodam nos seus covis. ele a faz tremer;
Sai o homem para o seu trabalho* 104.24 toca as montanhas,
/P v 3 .1 9
e para o seu encargo até à tarde. e elas fumegam.
Que variedade, S en h o r , / 104.26 33 Cantarei ao S e n h o r f
nas tuas obras! Z |Ó 4 1 .1 ; enquanto eu viver;
Todas com sabedoria as fizeste; Sl 7 4 . 1 4 ; Is 2 7 .1 cantarei louvores ao meu Deus
cheia está a terra durante a minha vida.
das tuas riquezas. 104.27
° S 1 1 3 6 .2 5
34 Seja-lhe agradável
Eis o mar vasto, imenso, a minha meditação;
no qual se movem 104.29 eu me alegrarei no S en h o r .
seres sem conta, b j ó 3 4 .1 4 - 1 5 ; 35 Desapareçam da terra os pecadores,9
animais pequenos e grandes. Ec 12.7
e já não subsistam os perversos.
Por ele transitam os navios Bendize, ó minha alma, ao Sen h o r !
104.30
e o monstro marinho* c|s 32.15 Aleluia!
que formaste para nele folgar.
Todos esperam de ti° 104.31 As maravilhosas obras do Senhor a favor
que lhes dês de comer àQn 1.31 de Israel
a seu tempo. ICr 16.8-22
104.32
Se lhes dás, eles o recolhem; <?Si 144.5
se abres a mão,
eles se fartam de bens.
Salmo 105
104.33 ÍS163.4
Se ocultas o rosto ,b 1 Rendei graçash
eles se perturbam; 104.35 gSl 2.1 ao S en h o r ,
se lhes cortas a respiração, morrem invocai o seu nome,
e voltam ao seu pó. 105.1 fazei conhecidos, entre os povos,
1Cr 16.8-22;
Envias o teu Espírito,c Is 12.4 os seus feitos.
eles são criados, 2 Cantai-lhe, cantai-lhe salmos;'
e, assim, renovas a face da terra. 105.2 'Sl 77.12 narrai todas as suas maravilhas.

104.23 Até o homem obedece, na vida rural, a um ritmo gria todas as relações humanas (cf Cl 3.16).
imposto pelo Sol.
104.35 A destruição do mal faz parte da bem-aventurança
104.24-30 Meditação sobre o significado desses fatos natu­ eterna. • N. Hom. Este salmo pode ser chamado de "Um
rais que o salmista descreve. hino baseado em Gn 1". Abrange a história natural (1 -2 3 ), a
104.24 A primeira atitude é de adoração maravilhada,filosofia
pe­ (2 4 -3 0 ) e a vida espiritual (31-35). A história natural
rante a sabedoria de Deus, revelada na natureza descreve o poder de Deus na Criação (1 -9 ), o amor de Deus
(Rm 11.33-36). em sustentar os seres da terra (1 0 -1 8 ) e a ordem de Deus em
104.25 Depois, passa-se a admirar a grandiosidade das obras reger tudo (1 9 -2 3 ). A filosofia mostra que o universo criado
de Deus. revela a sabedoria e a riqueza de Deus, e a fragilidade da
criatura, que deve, portanto, conservar-se em harmonia com
104.27 Ao poder imenso de Deus acrescenta-se a qualidade Deus (2 4 -3 0 ). A vida espiritual se aproxima mais de Deus,
da graça revelada a cada ser individualmente (cf 11 -1 8 ). por intermédio de louvores cantados com fé no íntimo, do
104.28,29 Explica-se com mais pormenores o significado da que pela contemplação de objetos físicos. Este louvor é o que
frase "Todos esperam em Ti", a dependência da criatura do Deus aceita (31-35).
favor do Criador.
105.1-45 Um salmo, baseado na revelação de Deus através
104.30 O Espírito de Deus ainda paira sobre o universo da história do Seu povj>, incluindo um relato sobre como
criado, Cn 1,2. É o Doador da Vida e o Renovadordo
Deus nosso
o tirara da escravidão no Egito.
ser (cf Jo 3.5).
10 5 .1 -15 Estes versículos são a primeira das duas partes do
104.31-35 Um hino de triunfo resumindo a descrição da salmo de Davi que cantou ao trazer a arca de Deus para
glória de Deus, da obediência do universo, do canto de lou­
jerusalém; a outra metade se acha no Sl 96. Parece que o
vor pelo homem, da vitória final da justiça divina. salmista está usando aquelas palavras de 1 Cr 1 6 .7-2 2 como
104.33 Esta atitude, posta em prática, transformaria em ale­ prefácio tio relatório nos w 1 6-45.
871 SALMO 105.26
? Gloriai-vos no seu santo nome; 105.4/Sl 27.8 repreendeu a reis,
alegre-se o coração 105.5‘ Sl 77.11 15 dizendo: Não toqueis
dos que buscam o S en h o r . 105.7 Ms 26.9 nos meus ungidos,
4 Buscai o Sen h o r e o seu poder;/ 105.8 ™Lc 1.72 nem maltrateis os meus profetas .'
buscai perpetuamente 16 Fez vir fomeu sobre a terra
105.9 "Cn 12.7
a sua presença. °Gn 26.3 e cortou os meios de se obter pão.
5 Lembrai-vos das maravilhas 105.10
17 Adiante deles enviou um homem,
que fez,* pCn28.13 Josév, vendido como escravo;
dos seus prodígios e dos juízos 105.11 18 cujos pés apertaram com grilhões”'
de seus lábios, iGn 13.15 e a quem puseram em ferros,
6 vós, descendentes de Abraão, 105.12 19 até cumprir-se a profecia
seu servo, rGn 34.30; a respeito dele,
Hb 11.9
vós, filhos de Jacó, e tê-lo provado
seus escolhidos. 105.14 a palavra do S e n h o r. *
sGn 12.17
7 Ele é o Sen h o r , nosso Deus;' 20 O rei mandou soltá-lo)';
os seus juízos 105.151(14-15) o potentado dos povos
Gn 20.3-7
permeiam toda a terra. o pôs em liberdade.
105.16
8 Lembra-se perpetuamente"1 "Gn 41.53-57 21 Constituiu-o senhorz
da sua aliança, de sua casa
105.17
da palavra que empenhou ''Gn 37.28; 45.5 e mordomo de tudo o que possuía,
para mil gerações; 22 para, a seu talante,
105.18
9 da aliança que fez com Abraão" wGn 39.20 sujeitar os seus príncipes
e do juramento que fez a Isaque0; 105.19
e aos seus anciãos
10 o qual confirmou a JacóP *(18-19) ensinar a sabedoria.
por decreto Gn 39.20-40.23 23 Então, Israel entrou no Egito0,
e a Israel por aliança perpétua, 105.20 e Jacó peregrinou*
11 dizendo: Dar-te-ei1) yGn 41.14 na terra de Cam.
a terra de Canaã 105.21 24 Deus fez sobremodo fecundoc
^Gn 41.39-41
como quinhão da vossa herança. o seu povo
12 Então, eram elesr 105.23 e o tomou mais forte
oCn 46.6
em pequeno número, ^Gn 47.11 do que os seus opressores.
pouquíssimos e forasteiros nela; 25 Mudou-lhes o coração
105.24 c|x 1.7
13 andavam de nação em nação, para que odiassem o seu povo
105.25
de um reino para outro reino. e usassem de astúcia
.d
d(24-25)
14 A ninguém permitius Êx 1.7-14 para com os seus servos
que os oprimisse; 105.26 26 E lhes enviou Moisés e,
antes, por amor deles, ^Êx 3.1-4.17

105.8 Empenhou. As promessas de Deus são irrevogáveis (Gn 3 7 .5-18). Provado. Quando os sonhos que os dois servos
(Rm 11.29). de Faraó tiveram foram corretamente interpretados por José,
105.9 juramento. Esta aliança é de promessas que foram re­ foi aprovado como verdadeiro profeta de Deus.
petidas na vida de cada Patriarca, nestes termos: "Na tua 105.22 José recebeu poder civil e religioso.
descendência serão benditas as nações da terra"
(Gn 2 2 .17-18). 105.23 Israel. O nome que Deus deu a Jacó, que foi herdado
105.12 Daqui até v 15 vai um resumo da vida dos Patriarcas, pelos seus descendentes. Cam. Em Cn 10.6 o povo do Egito
enquanto peregrinavam como pequena família (Cn 12 -3 8 ). (Mizraim) consta como descendência de Cam, filho de Noé.
105.16 Fome. Foi a fome que levou os descendentes de 105.25 Mais uma vez (veja v 16), Deus trouxe a desgraça
Abraão a buscarem trigo no Egito (Cn 42), fome que fazia aparente, a fim de prosseguir com os Seus desígnios graciosos
parte do plano de Deus de separar para Si Mesmo o Seu povo (Rm 8.28).
escolhido (cf Êx 19.5).
105.26 Aqui começa a história do Êxodo do Egito (cf 2 6 -3 8
105.17 josé. Foi o instrumento que Deus tinha preparado com Ê x l-1 2 ). • N. Hom. Moisés e Arão eram servos de
para acolher Seu povo no Egito (cf 1 7 -2 2 com Cn 3 7-45, Deus, escolhidos por Ele (26), munidos de poder (27), e re­
esp. 45.5). vestidos de obediência à Palavra de Deus (28). Olhando para
105.18 Grilhões. Sofreu pela justiça (cf Ef 6.20). essas vidas, podemos extrair o modelo para cada crente e
105.19 Profecia. Os sonhos de )osé a seu próprio respeito especialmente para os líderes.
SfcLMO 105.27 872
e Arão, a quem escolhera, 105.27 fêx 7.25 quando eles saíram,
27 por meio dos quais fez/ 105.28 porquanto lhe tinham
9Êx 10.21-23
entre eles, infundido terror/
105.29
os seus sinais e maravilhas 39 Ele estendeu uma nuvem5
oÊx 7.17-21
na terra de Cam. que lhes servisse de toldo
105.50
28 Enviou trevass, e tudo escureceu; 'Êx 8-1-6 e um fogo para os alumiar
e Moisés e Arão não foram rebeldes 105.31 de noite.
à sua palavra. /Êx 8.20-24 40 Pediram, e ele fez vir codomizes'
29 Transformou-lhes as águas fcÊx 8.16-17 e os saciou com pão do céu.
em sangue^ 105.32 41 Fendeu a rochau,
'Êx 9.23;
e assim lhes fez morrer os peixes. Sl 78.48 e dela brotaram águas,
30 Sua terra produziu rãs1 que correram, qual torrente,
105.33
em abundância, <"(32-33) pelo deserto.
até nos aposentos dos reis. Êx 9.22-25 42 Porque estava lembrado1'
31 Ele falou, 105.34 da sua santa palavra
"Êx 10.4; e de Abraão, seu servo.
e vieram nuvens de moscas/ Sl 78.46
e piolhos * em todo o seu país. 43 E conduziu com alegria o seu povo
105.35
32 Por chuva deu-lhes saraiva' o(34-35) e, com jubiloso canto,
e fogo chamejante, na sua terra. Êx 10.12-15 os seus escolhidos.
33 Devastou-lhes os vinhedos 105.36 44 Deu-lhes as terrasw das nações,
e os figueirais PÊx 12.29 e eles se apossaram
e lhes quebrou as árvores 105.37 do trabalho dos povos,
?Êx 12.35 45 para que lhe guardassem*
dos seus limites."1
105.38 <(37-38) os preceitos
34 Ele falou, e vieram gafanhotos" Êx 12.33-36
e saltões sem conta, e lhe observassem as leis.
105.39
35 os quais devoraram toda a erva ‘ Êx 13.21-22
Aleluia!
do país
e comeram o fruto
105.40
tÊx 16.2-15
A graça de Deus e a ingratidão de Israel
Vv. 4 7 - 4 8 : I C r 1 6 .3 5 -3 6
dos seus campos.0 105.41
36 Também feriu de morte "Êx 17.1-7;
a todos os primogênitosP
Nm 20.2-13 Salmo 106
105.42
da sua terra, ►Cn 15.14 1 Aleluia!*'
as primícias do seu vigor. 105.44 Rendei graças ao S e n h o r ,
37 Então, fez sair o seu povo,'? »|s 11.16-23 porque ele é bom;
com prata e ouro, 105.45 *Dt 4.1 porque a sua misericórdia
e entre as suas tribos 106.1 dura para sempre.
não havia um só inválido. y1 Cr 16.34 2 Quem saberá contar*
38 Alegrou-se o Egito 106.2 'Sl 40.5 os poderosos feitos do S e n h o r

105.36 Primogênitos. Esta última praga foi o que determinara parte dinâmica da proclamação do evangelho e da autentica­
a saída dos Israelitas do Egito; os próprios egípcios os aju­ ção da divindade de Cristo.
daram. 105.42 As maravilhas que Deus mostra ao Seu povo ba­
105.37 Inválido. Compare Sl 103.3 com a nota. seiam-se na Sua aliança imutável (8,9; Sl 89.28-37).
105.45 O motivo destas maravilhas é a preparação de um
105.39 As vicissitudes do povo, no deserto, se descrevem em povo particularmente de Deus, zeloso de boas obras
poucas palavras até v 45. O Sl 106 trata do assunto por ex­ (1 Pe 2 .9 -1 0 ; Tt 2 .1 1-1 4).
tenso, enquanto o 105 se dedica mais a descrever o poder de
1 0 6 .1 -48 Este salmo de louvor a Deus lembra a graça e a
Deus nos milagres.
paciência que Ele mostrou a Seu povo que sempre se revelou
105.40 Pão do céu. Tanto o maná que se achava na terra rebelde por todos os meios.
como as codornizes que caíram do céu fizeram parte do ali­ 106.1 A leluial Quer dizer "louvai a Deus!". É o princípio e o
mento que Deus proveu milagrosamente para Seu povo. fim deste salmo, e nos mostra que o propósito deste relato da
• N. Hom. É importante notar que todos os milagres eram fraqueza humana é para levar o homem a adorar a Deus e
sinais de Deus, isto é, eram precedidos e seguidos pela procla­ não a si mesmo. Para sempre. A misericórdia de Deus abun­
mação da vontade de Deus. Cada milagre de |esus era uma dou até no meio daquela rebeldia toda (Rm 5.20).
f73 SALMO 106.23
ou anunciar os seus louvores? 106.3 oSl 15-2; nem um deles escapou.
Gl 6.9
Bem - aventurados ° 12 Então, creram nas suas palavras
106.4
os que guardam a retidão bS1119.132 e lhe cantaram louvor'.
e o que pratica a justiça 106.6 13 Cedo, porém, se esqueceram/
em todo tempo. cLv 26.40; das suas obras
4 Lembra-te de mim, S e n h o r , *
1Rs 8.47
106.7
e não lhe aguardaram os desígnios;
segundo a tua bondade díx 14.10-12 14 entregaram-se à cobiça,*
para com o teu povo; 106.8 eÊx 9.16 no deserto;
visita-me com a tua salvação, 106.9 e tentaram a Deus na solidão.
5 para que eu veja a prosperidade ^Èx 14.21-31 15 Concedeu-lhes o que pediram,
106.10
dos teus escolhidos, sÊx 14.30
mas fez definhar-lhes a alma.'
e me alegre com a alegria 106.11 16 Tiveram inveja de Moisés,"1
do teu povo, frÊx 14.27-28 no acampamento,
e me regozije com a tua herança. 106.12 e de Arão, o santo do S e n h o r .
'1x15.1-21
6 Pecamos, como nossos pais;c 17 Abriu-se a terra, e tragou a Datã,n
106.13
cometemos iniqüidade, /Êx 15.24 e cobriu o grupo de Abirão.
procedemos mal. 106.14 18 Ateou-se um fogo
7 Nossos pais, no Egito, não atentaram *Nm11.4; contra o seu grupo;
às tuas maravilhas; Sl 78.18; a chama abrasou os ímpios.0
ICo 10.6
não se lembraram da multidão 106.15'(14-15)
19 Em Horebe, fizeram um bezerroP
das tuas misericórdias Nm 11.4-34 e adoraram o ídolo fundido.
e foram rebeldesd junto ao mar, 106.16 20 E, assim, trocaram9
o mar Vermelho. mNm 16.1 a glória de Deus
8 Mas ele os salvoue 106.17
pelo simulacro de um novilho
"Nm 16.31-32
por amor do seu nome, 106.18 que come erva.
para lhes fazer notório o seu poder. o(16-18) 21 Esqueceram-se de Deus/
9 Repreendeu o mar Vermelho^, Nm 16.1-35 seu Salvador,
e ele secou; 106.19 que, no Egito,
PÊx 32.1-14
e fê-los passar pelos abismos, 106.20 <7Jr 2.11 fizera coisas portentosas,
como por um deserto. 106.21 22 maravilhas na terra de Cam,5
10 Salvou-os das mãoss 'Sl 78.11-12 tremendos feitos no mar Vermelho.
de quem os odiava 106.22 23 Tê-los-ia exterminado/
*SI 78.51
e os remiu do poder do inimigo. como dissera,
106.23
11 As águas cobriram h íÊx 32.10-11; se Moisés, seu escolhido,
os seus opressores; Dt 9.19,25 não se houvesse interposto,

106.4.5 Depois do convite geral para louvar a Deus, vem a 106.11 O mar Vermelho inundou o exército dos egípcios
petição individual para a salvação, a prosperidade e a feli­ (Êx 14.28).
cidade. 106.12 Houve um breve momento de gratidão da parte de
106.5 Alegria do teu povo. É uma alegria que não murcha, Israel, pela grande libertação (cf Êx 15), antes de começar a
dada por Deus, "não como a dá o mundo" (cf Jo 14.27; história de azedas queixas, que se relata nos trechos bíblicos
Gl 5.22). citados.
106.6,7 Para estar em condições espirituais de receber as 106.15 Uma petição feita contra a vontade divina se torna
bênçãos almejadas, precisa-se de arrependimento e de con­ em maldição.
fissão. 106.16 Santo. Aquele que o próprio Deus vocacionou e sepa­
106.8 A salvação de Deus inclui a própria revelação da Sua rou para Sua obra (Êx 28 e Zc 3). O sacerdócio fez parte do
natureza. plano de Deus; não foi uma invenção de Israel.
106.9 Repreendeu. A mesma voz que afugentou o caos 106.20 O ridículo da idolatria é perder a glória de Deus
(Sl 104.7, Gn 1.3), agora repreende o obstáculo que jazia en­ (Rm 1 .18-23).
tre o povo de Deus e a liberdade. 106.21 Deus se revelou como Salvador, através de toda a
106.10 Remiu. O povo estava na escravidão, e Deus "com­ história do Seu povo; Cristo é o Salvador do "verdadeiro Is­
prou outra vez", os que realmente sempre pertenceram a Ele. rael" (Gl 6.16).
Esta palavra descreve a obra de Cristo o Redentor, que pagou 106.23 Impedindo. Deus quer que Seus escolhidos partici­
o preço do nosso pecado para nos libertar de Satanás, do pem da Sua terna compaixão, fazendo súplicas em prol de
pecado e de seu castigo (Ef 1.7). outrem, Êx 32.11-14.
S U Jf O 10624 874
irapedindo que sua cólera 106.24 uDt 8.7; e lhes aprenderam as obras;
Ez20.6
os destruísse. 106.25 36 deram culto a seus ídolos,
24 Também desprezaram" ''Nm 14.1-35 os quais se lhes converteram
a terra aprazível 106.26 "Êx 6.8;
Dt 32.40; em laço;f
e não deram crédito à sua palavra; Ez 20.15 37 pois imolaram seus filhos9
25 antes, murmuraram1' 106.27 e suas filhas aos demônios
*Lv 26.33
em suas tendas 38 e derramaram sangue inocente,
106.28
e não acudiram à voz do S en h o r . rNm 25.2-3; o sangue de seus filhos e filhas,
26 Então, lhes jurou, de mão erguida ,w Os 9.10
106.30 que sacrificaram
que os havia de arrasar no deserto; *Nm 25.7-8 aos ídolos de Canaã;
27 e também derribaria entre as nações 106.31 e a terra foi contaminada'’
a sua descendência o(28-31)
Nm 25.1-13 com sangue.'
e os dispersaria* 106.32 39 Assim se contaminaram/
por outras terras. i>Nm 20.3;
com as suas obras
28 Também se juntaram a Baal-Peor)' Dt 1.37
106.33 e se prostituíram nos seus feitos.
e comeram os sacrifícios c(32-33) 40 Acendeu-se, por isso,*
dos ídolos mortos. Nm 20.2-13
106.54 <*Dt 7.2; a ira do S en hor
29 Assim, com tais ações, Jz 1.21,27-29 contra o seu povo,
o provocaram à ira; 106.35 e|z2.2;
1Co 5.6 e ele abominou
e grassou peste entre eles.
106.36 f(34-36) a sua própria herança
30 Então, se levantou Finéiasz jz 2.1-3; 3.5-6 41 e os entregou'
e executou o juízo; 106.37
e cessou a peste. 9Lv17.7; ao poder das nações;
2Rs 16.3; sobre eles dominaram
31 Isso lhe foi imputado por justiça, 2Cr 11.15;
de geração em geração, Is 57.5; os que os odiavam.
para sempre.0 1Co 10.20 42 Também os oprimiram
32 Depois, o indignaram6
106.38
*Nm 35.33
os seus inimigos,
nas águas de Meribá, '(37-38) sob cujo poder foram subjugados.
e, por causa deles,
2RS17.17
106.39
43 Muitas vezes os libertou,™
sucedeu mal a Moisés, /Lv 17.7; mas eles o provocaram
33 pois foram rebeldes Ez 20.18,30-31 com os seus conselhos
106.40
ao Espírito de Deus, ‘ Dt 9.29;
e, por sua iniqüidade,
e Moisés falou irrefletidamente.c Sl 78.59,62 foram abatidos.
34 Não exterminaram os povos,d 106.41 f)z 2.14
106.43
44 Olhou-os, contudo,"
como o S e n h o r lhes ordenara. m|z 2.16 quando estavam angustiados
35 Antes, se mesclaram com as naçõese 106.44 "|z 3.9 e lhes ouviu o clamor;

106.28 Baal-Peor. ídolo dos cananitas, representando a ferti­ ção, "laço" (36), é dever na vida do crente (Sl 101.5;
lidade. • N. Hom. A natureza do pecado humano é: 1) Es­ 2 Co 6.17).
quecimento de Deus; a) da Sua bondade (7); b) das Suas 106.37 Paulo nos ensina que sacrificar aos ídolos é prestar
obras (13); c) da Sua salvação (21); 2) A cobiça (14); 3) A culto aos demônios (1 Co 10.19-20).
inveja (15); 4) A idolatria (19 e 20); 5) O desprezo dos dons
106.38 O sacrifício de crianças inocentes fazia parte dos hor­
de Deus (24); 6) A descrença na Palavra de Deus (24); 7) As
rores do ritual pagão.
queixas (25); 8) O apego ao mal (3 4 -3 8 ).
106.39 Seprostituíram. A Bíblia usa a expressão para denotar
106.33 Rebeldes ao Espírito de Deus. Lendo Nm 20.5 parece a infidelidade religiosa, especialmente porque a idolatria em
que este pecado é desprezar a perpétua e milagrosa salvação Canaã baseava-se nesse vício e porque a Igreja é esposa de
que Deus concede. Foi o mesmo pecado dos fariseus que não Cristo (Ap 1 9 .1-10). Compare os três primeiros capítulos de
quiseram reconhecer o poder e o amor de Cristo, revelados Oséias.
nas curas e no perdão dos pecados que concedia 106.43 Muitas vezes. A história dos juizes, resumida em
(M t 12.22-32). Irrefletidamente. Moisés foi tão provocado Jz 2 .16-23.
pelo povo que, longe de anunciar a compaixão de Deus em
106.44 Olhou. O olhar de De^is inclui conhecimento do
dar água ao povo, desafiou-o (Nm 20.10-11).
nosso íntimo, compaixão e intercessão pelas nossas fraquezas
106.34 Expulsar das nossas vidas qualquer motivo de tenta­ (Lc 22.61-62; 1 jo 2.1,2).
*75 SALMO 107.14
*5 jfmbrou-se, a favor deles,0 106.45
°Lv 26.41-42;
4 Andaram errantes pelo deserto/
de sua aliança Sl 51.1; Lm 3.32 por ermos caminhos,
; ve compadeceu, sem achar cidade
segundo a multidão 106.46 em que habitassem.
P (40-46)
de suas misericórdias. Jz 14-18 5 Famintos e sedentos,
Fez também que lograssem desfalecia neles a alma.
compaixão 106.47
91 Cr 16.35-36
6 Então, na sua angústia ,w
de todos os que os levaram clamaram ao S e n h o r ,
cativos, p 106.48 e ele os livrou
-t'' Salva-nos, Sen h o r , nosso Deus,'? rSI 41.1 3 das suas tribulações.
e congrega-nos de entre as nações, 107.1 JSI 106.1 7 Conduziu-os pelo caminho direito/
para que demos graças para que fossem à cidade
ao teu santo nome 107.2 em que habitassem.
1SI 106.10
e nos gloriemos no teu louvor. 8 Rendam graças ao Senhork
-*8 Bendito seja o Sen h o r / 107.3 por sua bondade
Deus de Israel, "Sl 106.47; e por suas maravilhas
Jr 29.14
de eternidade a eternidade; para com os filhos dos homens!
e todo o povo diga: Amém! 107.4 9 Pois dessedentou a alma sequiosaz
Aleluia! v-Dt 32.10 e fartou de bens a alma faminta.
107.6 WSI 50.15 10 Os que se assentaram nas trevas0
LIVRO V e nas sombras da morte,
Salmos 107- 150 107.7 *Ed 8.21 presos em aflição e em ferros,
Deus salva de todas as tribulações 107.8
KSl 107.15
11 por se terem rebeladob
contra a palavra de Deus
e haverem desprezado
Salmo 107 107.9 *SI 34.10
o conselho do Altíssimo,
1 Rendei graças ao S en h o r ,5 107.10 "Jó 36.8 12 de modo que lhes abateuc
porque ele é bom, com trabalhos o coração —
107.11
e a sua misericórdia bSi 73.24; caíram, e não houve
dura para sempre. Lc 7.30 quem os socorresse.
2 Digam-no os remidos do S en h o r ,' 13 Então, na sua angústia/
107.12
os que ele resgatou cSI 22.11 clamaram ao S e n h o r ,
da mão do inimigo e ele os livrou
3 e congregou de entre as terras," 107.13 das suas tribulações.
dSI 107.6
do Oriente e do Ocidente, 14 Tirou-os das trevas*
do Norte e do mar. 107.14 «Sl 68.6 e das sombras da morte

106.45 Aliança. Depois de tudo o que o povo fez não há 107.2,3 Remidos. O povo de Deus resgatado: 1) Da escravi­
mais esperança na retidão humana, mas sim só nas firmes dão no Egito; 2) Do cativeiro em Babilônia; e 3) Do pecado
promessas de Deus. no coração da escravidão de Satanás, da qual jesus Cristo nos
106.46 Compaixão. Deus levantara até pagãos para cuidar do redime.
Seu povo no cativeiro, fossem babilônios, 2 Rs 2 5 .27 -30 , ou 1 0 7 .4 -9 Andaram. Um verbo impessoal que se refere a todos
persas, Ed 6 .1 -1 2 . os viajantes perdidos no deserto que apelam para Deus e se
106.47 Salva-nos. A oração feita depois de expor a situação. vêem livres da angústia. A ordem em cada divisão do salmo é:
Aflição (4 -5 ), Oração (v 6), Salvação (7) e a Recordação da
106.48 Bendito. Ações de graças de quem já fez a oração na
situação (9).
fé. • N. Hom. O salmo se divide em: Oração (1 -6 ); recorda­
ção dos atos de Deus (7 -1 2 ); as peregrinações de desobe­ 1 0 7.10-16 Este trecho descreve os encarcerados, os conde­
diência (1 3 -2 3 ); a apostasia mesmo em vista do nados à punição.
cumprimento das promessas (2 4 -3 1 ); rebelião perpétua na 107.11 Ser malfeitor não é somente ofender o poderio civil,
Terra Prometida (3 2 -4 2 ); a misericórdia de Deus (4 3 -4 6 ); e esperando por isso seu julgamento, senão também ofensa à
outra oração com ações de graças (4 7 -4 8 ). Palavra de Deus (Rm 13.1 -7 ).
10 7.1-43 A eterna misericórdia de Deus se revela em cada 107.13 Note-se que apenas há uma pequena vírgula entre o
transe da vida. "Clamar ao Senhor" e a libertação (cf 6).
107.1 Anuncia-se o tema do salmo, a misericórdia de Deus: 107.14 A resposta divina sempre está plenamente à athn da
SALMO 107.15 876
e lhes despedaçou as cadeias. 107.15 o vento tempestuoso,
'Sl 107.8
Rendam graças ao S e n h o r f que elevou as ondas do mar.
por sua bondade 107.16 sts 45.2 26 Subiram até aos céus,0
e por suas maravilhas desceram até aos abismos;
107.17
para com os filhos dos homens! íiLm 3.39
no meio destas angústias,
Pois arrombou as portas de bronzes desfalecia-lhes a alma.
i]ó33.20; 27 Andaram, e cambalearam
e quebrou as trancas de ferro. 107.18

Os estultos/ Sl 9.13
como ébrios,
por causa do seu caminho e perderam todo tino.
de transgressão 107.19 28 Então, na sua angústia, P
e por causa das suas iniqüidades,
/Sl 107.6
clamaram ao S e n h o r ,
serão afligidos. 107.20 e ele os livrou
A sua alma aborreceu' *2Rs 20.4-5; das suas tribulações.
Sl 30.2-3
toda sorte de comida, 29 Fez cessar a tormenta,*)
e chegaram às portas da morte. 107.21 e as ondas se acalmaram.
Então, na sua angústia,/ 'Sl 107.8 30 Então, se alegraram com a bonança;
clamaram ao S en h o r , e, assim, os levou
107.22
e ele os livrou "1^7.12; ao desejado porto.
das suas tribulações. Hb 13.15 31 Rendam graças ao S e n h o r r
Enviou-lhes a sua palavra,* por sua bondade
107.25 n |o h l.4
e os sarou, e por suas maravilhas
e os livrou do que lhes era mortal. 107.26 para com os filhos dos homens!
Rendam graças ao S e n h o r 1 oSl 22.14 32 Exaltem-no também*
por sua bondade 107.28
na assembléia do povo
e por suas maravilhas PSI 107.6 e o glorifiquem
para com os filhos dos homens! no conselho dos anciãos.
107.29 <)SI 89.9
Ofereçam sacrifícios m 33 Ele converteu rios em desertos'
de ações de graças 107.31 e mananciais, em terra seca;
e proclamem com júbilo rSI 107.8 34 terra frutífera,"
as suas obras! em deserto salgado,
22.22
107.32
Os que, tomando navios, JSI por causa da maldade
descem aos mares, dos seus habitantes.
107.33
os que fazem tráfico 35 Converteu o deserto1'
tIRs 17.1
na imensidade das águas, em lençóis de água
esses vêem as obras do S e n h o r 107.34 e a terra seca, em mananciais.
“ Cn 13.10 36 Estabeleceu aí os famintos,
e as suas maravilhas
nas profundezas do abismo. 107.35
os quais edificaram uma cidade
Pois ele falou e fez levantar" >-Sl 114.8 em que habitassem.

necessidade humana. A miséria e a doença fatal são lançadas de reverência para com o poder do Criador.
fora juntamente com os grilhões físicos. 107.25 Deus, cuja voz controla as tempestades (Sl 29), dá a
1 0 7 .1 7 -2 2 Aqui se trata do doente (18); a descrição da mesma autoridade a Seu Filho (Mc 5 .3 5-4 1).
doença é precedida por um diagnóstico da causa; uma aflição 107.26,27 A descrição do movimento do barco no meio das
causada por uma vida "estulta". ondas, com a tontura e o enjôo que vêm juntos.
107.20 A Palavra de Deus traz perdão, consolo e restauração 107.32 Os viajantes dão testemunho oficial das aventuras
ao mesmo tempo. Deus ab-roga a punição mortal que era pelas quais passaram.
preparada para o pecador, quando este se arrepende.
107.33-41 Uma descrição geral da soberania de Deus em
107.22 Sacrifícios. O ato de dar graças a Deus é um verda­
guiar os humanos.
deiro sacrifício do próprio eu (cf 51.17), seguido pelo teste­
munho público da bondade de Deus (At 3.8). 107.33 Esta é a punição que Deus reserva aos idólatras
(Is 4 2 .15-17).
10 7 .2 3 -3 2 Uma descrição pormenorizada da angústia dos
marinheiros na tempestade (cf Jn 1 e 2; At 2 7 .9-44). 107.34 Comp a punição descrita^em Gn 19.23-29.
107.24 Obras. Os que ficam longe da habitação segura, seja 107.35 Este é o galardão dos remidos de Deus (Is 35.6,7;
no mar, no deserto ou nas montanhas, devem ter um espírito 41.18).
877 SALMO 10840
37 Semearam campos, 107.38 Cantarei e entoarei louvores
wGn 12.2
e plantaram vinhas, de toda a minha alma.
e tiveram fartas colheitas. 2 Despertai, saltério e harpa !d
38 Ele os abençoou, de sorte que*'' 107.39 Quero acordar a alva.
*2Rs 10.32
se multiplicaram muito; 3 Render-te-ei graças
e o gado deles não diminuiu. entre os povos, ó S e n h o r !
39 Mas tomaram a reduzir-se* 107.40 Cantar-te-ei louvores
e foram humilhados pela opressão, r\ó 12.21 entre as nações.
pela adversidade e pelo sofrimento. 4 Porque acima dos céus se eleva
40 Lança ele o desprezo)' 107.41 a tua misericórdia,
sobre os príncipes ;1Sm2.8 e a tua fidelidade,
e os faz andar errantes, para além das nuvens.
onde não há caminho. 107.42 5 Sê exaltado, ó Deus/
41 Mas levanta da opressão2 °)Ó5.16; acima dos céus;
Pv 10.11
o necessitado, e em toda a terra
para um alto retiro, esplenda a tua glória,
e lhe prospera famílias 107.43 6 para que os teus amadosf
«Sl 64.9; sejam livres;
como rebanhos. Os 14.9
42 Os retos vêem isso e se alegram,0 salva com a tua destra
mas o ímpio por toda parte e responde-nos.
fecha a boca. 108.1 CSI57.7 7 Disse Deus na sua santidade:
43 Quem é sábio* Exultarei; dividirei Siquém
atente para essas coisas 108.2 e medirei o vale de Sucote.
e considere <<SI57.8-11 8 Meu é Gileade, meu é Manassés;»
as misericórdias do Senhor. Efraim é a defesa de minha cabeça;
108.5 eSl 57.5 Judá é o meu cetro.
Deus concede vitória ao seu povo 9 Moabe, porém,
S l 5 7 .7 -1 1 ; Vv. 6 - 1 3 : S l 6 0 .5 -1 2 é a minha bacia de lavar;
108.6 'Sl 60.5
C â n tico . S alm o de D a v i
sobre Edom atirarei
a minha sandália;
Salmo 108 108.8
9Cn 49.10 10
sobre a Filístia jubilarei.
Quem me conduziráh
1 Firme está o meu coração,c à cidade fortificada?
óDeus! 108.10 hSI 60.9 Quem me guiará até Edom?

107.40,41 Comp Lc 1 .5 2-5 3, "Derrubou dos seus tronos os pelos sírios. Só as partes finais, contendo mensagens de fé,
poderosos e exaltou os humildes. Encheu de bens os famintos esperança e vitória foram escolhidas para esta composição
e despediu vazios os ricos", que descreve a maneira como triunfante.
Jesus veio a este mundo e as implicações dessa vida. 108.1 Firme está o meu coração. Uma expressão que indica fé
107.42 O homem de Deus se alegra em ver a revelação da firme e inabalável.
justiça divina na terra, enquanto o ínipio fica envergonhado e 108.4 Acima dos céus. A misericórdia de Deus não pode ser
calado. medida nem em tempo nem em espaço.
107.43 O sábio presta atenção a todos estes acontecimentos, 108.5 Ó Deus. A natureza de Deus é descrita com a mesma
que também servem como uma descrição de Israel, e vê neles frase que descreve Sua misericórdia, que faz parte integrante
a misericórdia divina. • N. Hom. Para ter uma visão da mise­ dos Seus atributos (1 |o 4.16).
ricórdia de Deus, examinem-se as quatro circunstâncias hu­ 108.6 A revelação de Deus traz libertação para o Seu povo e
manas mencionadas neste salmo: o viajante perdido (4 -9 ), o salvação pelo Seu divino poder (destra).
encarcerado (1 0 -1 6 ), o doente (1 7 -2 2 ) e o atormentado em 108.7,8 A soberania de Deus sobre Sua herança amada: os
alto-mar (2 3 -3 2 ); tire-se de cada circunstância material, para nomes são tribos e cidades do povo de Israel.
as cinco divisões mencionadas no comentário, de w 4 -9 : a 108.9 A soberania de Deus sobre Seüs inimigos: as nações
aflição, a oração, a gratidão, e a recordação do todo. que atacavam o povo de Israel são consideradas por Deus
1 0 8.1-13 Este salmo é composto de um trecho do Sl 57, como objetos domésticos de serviço humilde.
escrito quando Davi era um fugitivo de Saul, e um trecho do 1 0 8 .1 0 -1 2 A oração de Davi antes de suas vitórias contra
Sl 60, escrito quando os exércitos de Davi foram ameaçados Edom (2 Sm 8 .13-14).
SALMO 108.11 878
11 Não nos rejeitaste, ó Deus? 108.13 e sejam expulsos
<SI 60.12
Tu não sais, ó Deus, das ruínas de suas casas.
com os nossos exércitos! 11 De tudo o que tem,'!
109.1 /Sl 83.1
12 Presta-nos auxílio na angústia, lance mão o usurário;
pois vão é o socorro do homem. do fruto do seu trabalho,
13 Em Deus faremos proezas,' 109.3‘ Sl 35.7 esbulhem-no os estranhos.
porque ele mesmo calca aos pés 12 Ninguém tenha misericórdia dele,
os nossos adversários. 109.5 'Sl 35.7 nem haja quem se compadeça
dos seus órfãos.
Imprecações contra os inimigos 109.6 mZc 3.1 13 Desapareça a sua posteridade/
Ao mestre de canto. Salmo de Davi e na seguinte geração
109.7 "Pv 28.9 se extinga o seu nome.
Salmo 109 14 Na lembrança do S e n h o r , 5
viva a iniqüidade de seus pais,
109.8 »At 1.20
1 Ó Deus do meu louvor,i e não se apague
não te cales! o pecado de sua mãe.
109.9
2 Pois contra mim se desataram PÊx 22.24 15 Permaneçam'
lábios maldosos e fraudulentos; ante os olhos do S e n h o r ,
com mentirosa língua 109.11 q\ó5.5 para que faça desaparecer da terra
falam contra mim. a memória deles.
3 Cercam-me com palavras odiosas* 16 Porquanto não se lembrouu
109.13
e sem causa me fazem guerra. rjó 18.19; de usar de misericórdia,
4 Em paga do meu amor, Pv 10.7 mas perseguiu o aflito
me hostilizam; e o necessitado,
eu, porém, oro. 109.14 como também o quebrantado
5 Pagaram-me o bem com o mal;' JÊX20.5; de coração,
|r 18.23
o amor, com ódio. para os entregar à morte.
6 Suscita contra ele um ímpio,™ 17 Amou a maldição; ela o apanhe/
109.15 não quis a bênção; aparte-se dele.
e à sua direita esteja um acusador. tjó 18.17
7 Quando o julgarem," 18 Vestiu-se de maldição*
seja condenado; como de uma túnica:
109.16
e, tida como pecado, a sua oração. uSI 34.18 penetre, como água, no seu interior
8 Os seus dias sejam poucos, e nos seus ossos, como azeite.
e tome outro o seu encargo0. 19 Seja-lhe como a roupa que o cobre
109.17
9 Fiquem órfãos os seus filhos ,P v-Pv 14.14 e como o cinto
e viúva, a sua esposa. com que sempre se cinge.
10 Andem errantes os seus filhos 109.18 20 Tal seja, da parte do S e n h o r ,
e mendiguem; «'Nm 5.22 o galardão dos meus contrários

109.1-31 Duas medidas de justiça; uma de julgamento dos sumo do que os inimigos estão dizendo contra Davi.
que rejeitam o caminho de Deus (6 -2 0 ) e uma de misericór­ 109.6 ímpio. Um juiz sem dó nem piedade.
dia para os que se entregam nas mãos de Deus (21 -3 1 ). 109.7 Sua oração. A oração do injusto não é feita em nome
1 0 9 .1 -5 Davi descreve sua situação angustiosíssima. de jesus; até o melhor ato que ele pode fazer é pecar, pois,
sem Cristo, escolheu a medida de condenação descrita nestes
109.1 Do meu louvor. O Deus com o qual Davi está identifi­ versículos.
cado e vive em contato íntimo por meio de louvor.
109.8 O apóstolo Pedro compreendeu que estas palavras de
109.3 Sem causa. Isto é típico do sofrimento de Cristo condenação se referem ao traidor Judas Iscariotes (At 1.20).
(jo 1 5 .2 5 ). 109.12 Misericórdia. Esta é a medida que o ímpio escolheu,
109.5 É o cúmulo do pecador não arrependido, o pagar o pois não quis ser misericordioso (1 -6 ).
bem com o mal. É isto que levou os homens a rejeitarem 10 9.13-15 A punição plena cairá sobre a família do ímpio
Cristo, a odiarem o Amor Eterno, crucificando o Príncipe da até que não haja mais posteridade.
Vida. E por isso que um servo de Deus pode proferir as pala­ 1 0 9 .1 6 -1 9 O motivo das punições: o pecador impenitente
vras de condenação absoluta que se acham nos w 6 -2 0 . se cerca de trevas e, portanto, foge da luz (Jo 3.18-21).
1 0 9 .6 -20 Existe uma teoria que estes versículos são o re­ 109.20 Da parte do Senhor. O que precede (6 -1 9 ) é conside-
879 SALMO 110.6
e dos que falam mal 109.23 louvá-lo-ei no meio da multidão;
*SI 102.11
contra a minha alma. 31 porque ele se põec
21 Mas tu, S enhor Deus, age por mim, à direita do pobre,
109.24
por amor do teu nome; i^Hb12.12 para o livrar
livra-me, porque é grande dos que lhe julgam a alma.
a tua misericórdia.
22 Porque estou aflito e necessitado
109.25
^Mt 27.39; O reino e o sacerdócio do Messias
e, dentro de mim, sinto ferido Mc 15.29
Salmo de Davi
o coração.
23 Vou passando/ 109.27 ojó 37.7
Salmo 110
como a sombra que declina;
sou atirado para longe, 109.28 1 Disse o S enhor ^
í>2Sm 16.11-12 ao meu senhor:
como um gafanhoto.
24 De tanto jejuar,/ Assenta-te à minha direitas,
109.29 até que eu ponha os teus inimigos h
os joelhos me vacilam,
CSI 35.26
e de magreza debaixo dos teus pés.
vai mirrando a minha carne. 2 O S enhor enviará de Sião
109.30
25 Tomei-me para eles dSI 35.18
o cetro do seu poder,
objeto de opróbrio; dizendo: Domina
quando me vêem, 109.31 «Sl 16.8
entre os teus inimigos.
meneiam a cabeça7. 3 Apresentar-se-á voluntariamente'
26 Socorre, S e n h o r, Deus meu! 110.1 o teu povo,
Salva-me 'M t 22.44; no dia do teu poder;
segundo a tua misericórdia. Mc 12.36; com santos ornamentos,
Lc 20.42-43;
27 Para que saibam vir isso° At 2.34-35
como o orvalho
das tuas mãos; sEf 1.20; Cl 3.1; emergindo da aurora,
que tu, S enhor , o fizeste. Hb 1.13; 8.1; serão os teus jovens.
28 Amaldiçoem eles,6
10.12-13
K ICo 15.25
4 O S e n h o r jurou
mas tu, abençoa; e não se arrependerá:
sejam confundidos 110.3 'Jz 5.2
Tu és sacerdote/ para sempre,
os que contra mim se levantam; segundo a ordem
alegre-se, porém, o teu servo. de Melquisedeque.
29 Cubram-se de ignomíniac
110.4/Hb 5.6;
6.20; 7.17,21 5 O Senhor, à tua direita ,k
os meus adversários, no dia da sua ira,
e a sua própria confusão 110.5 *SI 2.5; esmagará os reis.
os envolva como uma túnica. Rm 2.5 6 Ele julga entre as nações;'
30 Muitas graças darei ao S enhor d enche-as de cadáveres;
com os meus lábios; 1 1 0 .6 'Sl 68.21 esmagará cabeças por toda a terra.

rado como uma revelação da justiça divina (Rm 1.18-32; mento mostram que a segunda expressão "senhor" é o título
2 Ts 1 .4 -9 ). divino que Davi atribui ao Filho de Deus. Direita. Posição da
109.21-31 Esta súplica pela proteção de Deus baseia-se em plenitude de honra e poder.
Sua misericórdia (21), na qual Deus se revela aos fiéis de ma­
110.3 O Rei vai ter um exército de voluntários, revestidos
neira rejeitada pelos ímpios. O único "merecimento" que
de santidade. É o exército de |esus, cujo reino não é deste
Davi pleiteia é sua própria necessidade (22) e transitorie-
mundo e cujos servos usam armas não carnais (Jo 18.36;
dade (23).
Ef 6 .10-18).
109.25 Meneiam a cabeça. Sinal de profundo desprezo diri­
gido a |esus, que o suportou na cruz. 110.4 O Messias é Sacerdote além de ser Rei. Este sacerdócio
109.27 Tanto a punição do ímpio como a vindicação do baseia-se nas promessas irrevogáveis de Deus. Melquisedeque.
crente são uma demonstração pública dos retos caminhos de O Rei e Sacerdote de Jerusalém, não consagrado pela ordem
Deus. dos descendentes de Abraão, nem fazendo parte da história
109.29 Túnica. O caráter do íntimo do coração será tão apa­ de Israel, mas surgiu com plena autoridade da parte de Deus
rente como a roupa exterior. (cf Hb 7.11 -2 2 ).
11 0 .1 -7 Os atributos eternos de Cristo. 110.6 A vitória total do Senhor numa escala mundial
110.1 Ao meu senhor. Todas as referências no Novo Testa­ (cf Ap 19.11 -2 1 ).
I f lU f O 119.7 880
7 De caminho, bebe na torrentem 110.7 m|z 7 .5 .6
9 Enviou ao seu povo a redenção;u
e passa de cabeça erguida. estabeleceu para sempre
111.1 "Sl 35.18
a sua aliança;
As obras magníficas de Deus santo e tremendo é o seu nome.
1 1 1 .2
o|ó38.1-41; 10 O temor do S enhor 1'
Salmo 111 Ap 15.3 é o princípio da sabedoria;
1 Aleluia!"
111.3
revelam prudência
todos os que o praticam.
De todo o coração PS1145.4-5
O seu louvor
renderei graças ao S enhor ,
permanece para sempre.
na companhia dos justos 111.41SI86.5
e na assembléia. Promessa da vida futura aos piedosos
2 Grandes são as obras do S enhor ,0 111.5 rMt 6.26
consideradas por todos
111.7 sS119.7
Salmo 112
os que nelas se comprazem.
3 Em suas obras há glóriaP 1 Aleluia!w
111.8 tS119.9;
e majestade, Mt 5.18
Bem-aventurado o homem
e a sua justiça que teme ao S enhor
permanece para sempre. 111.9 uMt1.21 e se compraz
4 Ele fez memoráveis9 nos seus mandamentos.
as suas maravilhas; 1 1 1 .1 0 2 A sua descendência*
benigno e misericordioso y\ò 28.28; será poderosa na terra;
Pv9.10
é o S enhor . será abençoada
5 Dá sustento aos que o temem;r a geração dos justos.
1 1 2 .1
lembrar-se-á sempre «-S1119.16 3 Na sua casa há prosperidade»'
da sua aliança. e riqueza,
6 Manifesta ao seu povo 112.2 *SI 25.13 e a sua justiça
o poder das suas obras, permanece para sempre.
dando-lhe a herança das nações. 112.3 yM t 6.33 4 Ao justo, nasce luz nas trevas;7
7 As obras de suas mãos5 ele é benigno, misericordioso
são verdade e justiça; 112.4*1611.17 e justo.
fiéis, todos os seus preceitos. 5 Ditoso o homem que se compadece
112.5
8 Estáveis são eles' e empresta;
°S1 37.26;
para todo o sempre, Ef 5.15 ele defenderá a sua causa em juízo;
instituídos em fidelidade 6 não será jamais abalado;4’

e retidão. 112.6KSI15.5 será tido em memória eterna.

110.7 As forças da natureza cooperam para ajudar o vitorioso 111.8 A eternidade dos preceitos de Deus (119.89-90).
Salvador. • N. Hom. Mateus 2 2 .4 1 -4 6 nos dá o ensina­
111.9 Aliança. As eternas promessas da redenção dos que
mento de Jesus sobre o salmo: foi escrito pela mão do rei
temem a Deus mencionadas nos w 5 e 6.
Davi, pela inspiração do Espírito Santo e se refere ao Messias,
Cristo, que, na natureza humana, é descendente de Davi, e 111.10 Temor. Pôr Deus no trono da vida é a essência da
na natureza divina é Senhor e Deus, e que finalmente julgará sabedoria (cf 2 Co 7.1).
todas as nações.
11 2 .1 -10 Esta poesia acróstica descreve os caminhos do ho­
11 1 .1 -10 No hebraico original, este salmo é uma poesia mem de Deus, e faz um par com o salmo 111, que descreve
acróstica - a ordem dos pensamentos é mais alfabética do os caminhos de Deus.
que lógica.
11 2 .1 -3 Aquele que põe sua alegria na vontade de Deus
111.2 Precisa-se ter prazer nas coisas de Deus para saber
recebe também alegrias humanas, que não espera
contemplá-las na eternidade.
(1 Rs 3.10-14; M t 6 .31-33).
111.3 As obras de Deus revelam Seu caráter e atributos
(cf Sl 19 .1-4 ). 112.4 Luz nas trevas. Para aqueles que pertencem a Deus, as
111.4 Misericordioso. Esta qualidade de Deus é o que garante próprias circunstâncias difíceis são fontes de iluminação, con­
a existência do homem (1 3 0 .3 -4 ; cf 2 Pe 3.9). solo e força.
111.7 Obras. As coisas mais sólidas que Deus criou são as 112.5 luízo. Quem serve a lei de Deus, que tudo vê, já não
virtudes eternas, e Seus próprios preceitos. teme inquéritos humanos.
881 SALMO 114.6
112.7 CSI 57.7 6 que se inclina para ver'
7 (Não se atemoriza de más notícias;c
o seu coração é firme, o que se passa no céu
112.8 ^Sl 59.10
confiante no S enhor . e sobre a terra?
8 O seu coração, bem firmado/ 112.9 e2Co 9.9 7 Ele ergue do pó o desvalidom
não teme, e do monturo, o necessitado,
até ver cumprido, 112.10 8 para o assentar"
'Sl 37.12;
nos seus adversários, Lc 13.28
ao lado dos príncipes,
o seu desejo. sim, com os príncipes do seu povo.
9 Distribui6, dá aos pobres; 113.1 9SI 135.1 9 Faz que a mulher estéril0
a sua justiça viva em família
113.2 »iDn 2.20
permanece para sempre, e seja alegre mãe de filhos.
e o seu poder se exaltará 113.3 'Is 59.19
Aleluia!
em glória.
10 O perverso vê isso e se enraivece \f 113.4 /Sl 8.1 As maravilhas do êxodo
range os dentes e se consome;
o desejo dos perversos perecerá. 113.5 *SI 89.6 Salmo 114
O S enhor , o maior e 'mais digno objeto 113.6 'Sl 11.4 1 Quando saiu Israel
de louvor 113.7
do EgitoP,
e a casa de Jacó,
m1Sm2.8
Salmo 113 113.8 "jó 36.7
do meio de um povo
de língua estranha,
1 Aleluia! 9 113.9
2 Judá se tomou o seu santuário, 9
Louvai, servos do S enhor , e Israel, o seu domínio.
louvai o nome do S enhor .
°1Sm 2.5;
Is 54.1 3 O mar viu isso e fugiur;
2 Bendito seja o nome do S en h o r , h o Jordão5 tomou atrás.
agora e para sempre. 114.1 4 Os montes saltaram'
PÊx 12.51
3 Do nascimento do sol até ao ocaso,1 como carneiros,
louvado seja o nome do S enhor . 114.2 <)Êx 6.7 e as colinas,
4 Excelso é o Senhor,/ como cordeiros do rebanho.
acima de todas as nações, 114.3 'Êx 14.21 5 Que tens, ó mar, que assim foges?u
sjs 3.16
e a sua glória, acima dos céus. E tu, Jordão, para tomares atrás?
5 Quem há semelhante ao S enhor / 114.4 'Sl 29.6
6 Montes, por que saltais
nosso Deus, como carneiros?
cujo trono está nas alturas, 114.5 "H c 3.8 E vós, colinas,

112.7 Más notícias. O ditado popular diz: "Quem não deve o próprio Filho do Eterno Deus, para poder ser o Autor da
não teme". Realmente, o homem bondoso não vive em so­ nossa eterna salvação reconciliando os homens com Deus,
bressaltos. Além disso, sua esperança está firmada tão so­ 2 Co 5.18.
mente no Deus eterno; portanto, as notícias de algum 113.7 A glória de Deus também se revela na Sua ternura para
acontecimento terrestre não o podem abalar. com os necessitados, e nenhum dos quais sofre sem Ele ver.
112.9 Assim como as árvores são podadas para darem mais 113.8 Ao lado dos príncipes. Os que são salvos por Cristo re­
flores e frutos, assim também cresce aquele que dá com ge­ nascem para fazer parte de um povo de príncipes (1 Pe 2.9).
nerosidade. 1 1 4 .1 -8 Alusões aos milagres que Deus operara ao tirar Seu
1 13.1-3 ONome. É a natureza revelada de Deus. povo do cativeiro.
113.1 Servos do Senhor. Todos aqueles que aceitam a cha­ 114.1,2 Aqueles que Deus resgatou se tornam um povo san­
mada de Deus; "Estes ainda são teus servos e o teu povo que tificado - santuário - e uma nação particularmente Sua -
resgataste com teu grande poder e com tua mão poderosa" domínio. Estes privilégios são da Igreja salva por Cristo
é a oração de Ne 1.10 em favor do povo. (1 Pe 2.9).
113.3 Do oriente ao ocidente, no mundo inteiro. 114.3,4 A natureza inanimada reconhece a glória de Deus.
113.5,6 Deus transcendental e imanente; está separado de Veja as referências bíblicas na margem ao lado do texto
nós na Sua justiça e santidade, e está ao nosso lado em amor acima.
e em compaixão. • N. Hom. Esta verdade se encarna na Pes­ 114.6 Montes. Uma referência aos terremotos no monte Si­
soa de Cristo (Hb 6 .7 - 1 0 ) e nos mostra como |esus Cristo Se nai, quando Deus revelou Sua Lei ao povo resgatado
submeteu a conhecer todas as nossas angústias, embora fosse (Êx 1 8 -1 9 ).
SALMO 114.7 882
como cordeiros do rebanho? 114.8 ele é o seu amparo e o seu escudo.
''Êx 17.1-7;
7 Estremece, ó terra, Nm 20.2-13 11 Confiam no S enhor
na presença do Senhor, os que temem o S enhor ;
na presença do Deus de Jacó, ele é o seu amparo e o seu escudo.
8 o qual converteu a rocha 115.1 »ls 48.11 12 De nós se tem lembrado o S enhor ;
em lençol de águav ele nos abençoará;
e o seixo, em manancial. 115.2'Sl 42.3; abençoará a casa de Israel,
II 2.17 abençoará a casa de Arão.
Honras somente a Deus 13 Ele abençoa
os que temem o S enhor ,
Salmo 115 115.3
Kl Cr 16.26; tanto pequenos como grandesc.
Dn 4.35 14 O S enhor vos aumente bênçãos
1 Não a nós, S enhor , *
não a nós, mais e mais,
mas ao teu nome dá glória, 115.4 *Dt 4.28; sobre vós e sobre vossos filhos.
por amor da tua misericórdia Jr 10.3 15 Sede benditos do S enhor /
e da tua fidelidade. que fez os céus e a terra.
2 Por que diriam as nações :* 16 Os céus são os céus do S enhor ,
115.8 »(4-8)
Onde está o Deus deles? Sl 135.15-18; mas a terra, deu-a ele
Ap 9.20 aos filhos dos homens.
3 No céu está o nosso Deus/
e tudo faz como lhe agrada. 17 Os mortos não louvam o S enhor /
4 Prata e ouro são os ídolos deles/ nem os que descem
115.9 í>SI 38.20
obra das mãos de homens. à região do silêncio.
5 Têm boca e não falam; 18 Nós, porém, bendiremosf
têm olhos e não vêem;
115.13 o S enhor ,
cAp 11.18; 19.5 desde agora e para sempre.
6 têm ouvidos e não ouvem;
Aleluia!
têm nariz e não cheiram.
7 Suas mãos não apalpam;
seus pés não andam;
115.15 dGn 1.1
Salmo de ações de graças
8
som nenhum lhes sai da garganta.
Tomem-se semelhantes a eles
115.17 «Sl 6.5 Salmo 116

os que os fazem 1 Amo o S enhor ,s


e quantos neles confiam.0 115.18 porque ele ouve
fSI 113.2
9 Israel confia no S enhor ; b a minha voz e as minhas súplicas.
ele é o seu amparo e o seu, escudo. 2 Porque inclinou para mim
10 A casa de Arão confia no S enhor ; 116.1 aSI 18.1 os seus ouvidos,

1 1 5 .1 -18 Deus é invisível, porém todo-poderoso e ativo; na 115.14,15 As bênçãos de Deus são bênçãos sobrenaturais do
terra os ídolos dos pagãos são bem visíveis, mas não têm próprio Criador.
poder algum. 115.16 Terra. A esfera na qual agjmos é física, limitada.
115.1 O verdadeiro crente não está buscando proveito pró­ 115.17 Mortos. Há várias expressões no Antigo Testamento
prio nas suas relações com Deus, mas quer que somente a de pessoas que desejam uma vida segura, a fim de poderem
Deus seja dada a glória. ser testemunhas da bondade de Deus.
115.5,6 Os ídolos são fabricados de modo a terem a aparên­
1 1 6 .1 -19 No meio de um grupo de salmos que convida to­
cia do homem racional.
dos a louvar a Deus, aparece um testemunho individual; por
115.8 A futilidade dos que confiam na criação em vez do isso, todos os que realmente participam de um culto público
Criador (Rm 1.23). têm de crer individualmente.
115.10 Casa de Arão. Os descendentes do primeiro sumo sa­ 116.1 Sabemos amar a Deus porque Ele primeiro mostrou
cerdote, que tinham todas as incumbências sacerdotais. Seu amor para conosco (Rm 5.8).
115.11 Os que temem o Senhor. Nenhuma descendência fí­ 116.2 O Deus que atende é o Deus que merece ser invocado
sica (9) e nenhuma ordenação sacerdotal (10) é suficiente (1 Rs 18.24). • N. Hom. As expressões no v 3 encerram a
para uma pessoa pertencer a este último grupo, que adora a totalidade do sofrimento humano, tanto físico como mental e
Deus em espírito e em verdade (cf Jo 4.24). espiritual. Ninguém, angustiado, pode entender mal a expe­
115.12,13 Os mesmos três grupos que confiam no Senhor riência do salmista, nem menosprezar a solução que se acha
são convidados a receberem Suas bênçãos. no v 4, quando levanta sua súplica perante o Senhor, e nos
SALMO 118.4
iavocá-lo-ei enquanto eu viver. 116.3 de ações de graças
? Laços de morte me cercaram ,h ÍI Sl 18.4-6
e invocarei o nome do S e n h o r .
i
angústias do inferno 116.5 'Ed 9.15;
18 Cumprirei os meus votos5
se apoderaram de mim; Sl 103.8 ao S e n h o r ,
caí em tribulação e tristeza. na presença de todo o seu povo,
4 Então, invoquei 116.7/Sl 13.6; 19 nos átrios da Casa do S e n h o r /
o nome do S enhor : Mt 11.29 no meio de ti, ó Jerusalém.
ó S enhor , livra-me a alma. Aleluia!
116.8 *SI 56.13
5 Compassivo e justo é o S enhor ;1
o nosso Deus é misericordioso. Todos os povos devem louvar ao Senhor
116.9'Sl 27.13
6 O S enhor vela pelos simples;
achava-me prostrado,
116.10
Salmo 117
e ele me salvou. m2Co4.13 1 Louvai ao S e n h o r u,
7 Volta, minha alma, ao teu sossego,/
vós todos os gentios,
pois o S enhor tem sido generoso 116.11
"Sl 31.22
louvai-o, todos os povos.
para contigo.
2 Porque mui grande1'
8 Pois Iivraste da morte*
116.14 é a sua misericórdia
a minha alma,
°SI 22.25 para conosco,
das lágrimas, os meus olhos,
e a fidelidade do S e n h o r
da queda, os meus pés. 116.15 subsiste para sempre.
9 Andarei na presença do S enhor ,' PSI 72.14
Aleluia!
na terra dos viventes.
10 Eu criam, ainda que disse: 116.16
íSI 86.16
A alegria dos justos pelo Salvador
estive sobremodo aflito.
11 Eu disse na minha perturbação:"
116.17 fLv 7.12 Salmo 118
todo homem é mentiroso.
12 Que darei ao S enhor 1 Rendei graças ao S e n h o r , w
116.18
por todos os seus benefícios sS1116.14 porque ele é bom,
para comigo? porque a sua misericórdia
13 Tomarei o cálice da salvação 116.19 tSI 96.8 dura para sempre.
e invocarei o nome do S enhor . 2 Diga, pois, Israel:"
14 Cumprirei os meus votos0 117.1 Sim, a sua misericórdia
ao S enhor , uRm 15.11 dura para sempre.
na presença de todo o seu povo. 3 Diga, pois, a casa de Arão:
15 Preciosa é aos olhos do S enhorp 117.2 ‘-S1100.5 Sim, a sua misericórdia
a morte dos seus santos. dura para sempre.
118.1
16 S enhor , deveras sou teu servo, iv1Cr 16.8;
4 Digam, pois,
teu servo, filho da tua serva; Sl 106.1 os que temem ao S e n h o r :
quebraste as minhas cadeias. Sim, a sua misericórdia
17 Oferecer-te-ei sacrifíciosr 118.2 *S1115.9 dura para sempre.

w 5 e 6, quando recebe as respostas que mostram a miseri­ crente é também o dia em que Cristo nos salvou da escravi­
córdia de Deus, que quer levantar os decaídos Por isso o dão pela Sua morte expiatória na cruz.
crente pode se exortar a si mesmo a voltar à paz com Deus
116.15 Para nós, a morte parece ser uma tragédia; para
(7), lembrando-se, com um brado de triunfo, que Deus res­ Deus, é mais do que a promoção de um dos Seus servos para
gatou cada aspecto da Sua vida, segundo Suas necessida­ a glória eterna (Fp 1.21).
des (8).
116.9 Andarei. É o viver em comunhão com Deus 117.1,2 Este salmo, o mais curto capítulo da Bíblia, retoma á
(Gn 5.22; 17.1). palavra "Aleluia", que é o desfecho do salmo 116, e aplica
aquela conclusão individual à raça humana inteira, convi­
116.10,11 Recebendo amargura na terra, das mãos dos ho­ dando todos a participarem das experiências ali narradas.
mens, o crente não vê motivo para deixar de crer em Deus.
11 8 .1 -29 Uma canção para o povo, durante suas procissões
116.13 Cálice da salvação. O copo de vinho, que faz parte da
solenes para a casa de Deus, cantada responsivamente.
celebração da Páscoa que, por sua vez, relembra o dia no
qual os israelitas foram salvos da escravidão no Egito para o 1 1 8 .2 -4 Os três grupos dos fiéis (cf 115.9-11).
5 Em meio à tribulação,)' 118.5 vS118.19
118.6 ^Hb 13.6
a destra do Sen h o r faz proezas,
invoquei o SENHOR, 118.7 oSl 54.4 17 Não morrerei; antes, viverei6
e o S enhor me ouviu 118.8 *SI 40.4 e contarei as obras do Sen h o r .
e me deu folga. 118.9 cS1146.3 18 O Sen h o r me castigou'
118.11
6 O S enhor está comigo*; dSI 88.17 severamente,
não temerei. 118.12 mas não me entregou à morte.
Que me poderá fazer o homem? ?Dt 1.44;
Na 1.10
19 Abri-me as portas da justiça;/
7 O S enhor está comigo0 118.14 entrarei por elas
entre os que me ajudam; jíx 15.2; Is 12.2 e renderei graças ao Sen h o r .
por isso, verei cumprido 118.16 20 Esta é a porta do Sen h o r ;*
«Êx 15.6:
o meu desejo nos que me odeiam. 118.17 íiSI 6.5 por ela entrarão os justos.
8 Melhor é buscar refúgio no 118.18 21 Render-te-ei graças'
Se n h o r 6 <2Co 6.9 porque me acudiste
118.19/Is 26.2
do que confiar no homem. 118.20 e foste a minha salvação.
9 Melhor é buscar refúgio no *5124.7; 22 A pedra que os construtores™
SENHORA Ap 21 .TI rejeitaram,
118.21
do que confiar em príncipes. <SI 116.1 essa veio a ser a principal pedra,
10 Todas as nações me cercaram, 118.22 angular;
mas em nome do S enhor as destruí. ">Mt21.42; 23 isto procede do Sen hor
Lc 20.17;
11 Cercaram-me, cercaram-med Ef 2.20; 1Pe 2.4, e é maravilhoso aos nossos olhos."
de todos os lados; 7 24 Este é o dia que o S en hor fez;
mas em nome do S enhor as destruí. 118.23 regozijemo-nos
"(22-23) .
12 Como abelhas me cercaram,e Mt 21.42; e alegremo-nos nele.
porém como fogo em espinhos Mc 12.10-11; 25 Oh! Salva-nos0, S en h o r ,
foram queimadas; Lc 20.17; nós te pedimos;
At 4.11; 1Pe2.7
em nome do S enhor as destruí. 118.25 oh! Sen h o r ,
13 Empurraram-me violentamente oMt21.9; concede-nos prosperidade!
para me fazer cair, Mc 11.9; 26 Bendito o que vemP
Jo 12.13
porém o S enhor me amparou. 118.26 em nome do S en h o r .
14 O S enhor é a minha forçaf pMt21.9; A vós outros da Casa do Sen h o r ,
e o meu cântico, 23.39; nós vos abençoamos.
porque ele me salvou.
Mc 11.10;
Lc 13.35; 19.38; 27 O Sen hor é Deus, 9
15 Nas tendas dos justos há voz Jo 12.13 ele é a nossa luz;
de júbilo e de salvação; 118.27 adornai a festa com ramos
<7Et 8.1
a destra do S enhor faz proezas. 1Pe 2.9 até às pontas do altar.
16 A destra do S e n h o r se eleva, 9 118.28 'Ix 15.2 28 Tu és o meu Deus/

1 1 8 .5 -9 O testemunho pessoal de alguém que provou a sal­ 118.22,23 O povo de Israel, desprezado pelos impérios, por
vação de Deus (5), que sente Sua presença real (6,7) e, por­ ser uma nação pequena, e pelos filósofos,"por ser um povo de
tanto, está em condições de dar ensinamentos consoladores mente fechada, é a parte mais gloriosa do edifício das realida­
para o povo (8,9). des espirituais. Assim também Cristo, perseguido pelos líderes
1 1 8 .1 0 -1 4 O testemunho nacional de um povo que sempre religiosos (os fariseus) e pelos líderes civis (os oficiais roma­
era ameaçado pelas nações vizinhas, mas que sempre (11,12 nos), é o Filho do Eterno Deus. No Novo Testamento, este
e 13) recebeu a intervenção de Deus na hora do perigo e, trecho é aplicado a Cristo como o centro do novo Templo de
portanto, pode cantar sobre a Salvação de Deus (14). Deus, a Igreja real (cf as passagens na margem lateral acima).
1 1 8 .1 5 -1 8 O testemunho coletivo dos que habitam na casa 118.24 Um dia de festa religiosa, talvez o dia em que se
de Deus (15), que sabem que estão caminhando para a vida celebra a restauração do templo em Jerusalém. Quem segue
eterna (17) porque conhecem a intervenção de Deus nas suas a Cristo pode guardar este versículo como lema perpétuo da
vidas, tanto em atos grandiosos de livramento (16), como vida todos os dias. Referência à ressurreição de Cristo, o dia
no castigo que Ele lhes aplica para conservar a alma do por excelência feito por Deus; "regozijemo-nos nele".
crente (18). 118.25,26 A prece do povo (25) com a resposta dos sacerdo­
118.19-21 Agora o cortejo está se aproximando da porta do tes (26).
templo. O templo é o símbolo físico da presença real de Deus, 1 1 8 .2 7 -2 9 A festa religiosa tem sinais externos (27) e inter­
na qual se entra revestido com a justiça que Cristo, o Salva­ nos (28) da gratidão a Deus. O salmo se encerra tal cqmo
dor, atribui a nós. começou (29).
885 SALMO 119.21
render-te-ei graças; 118.29 9 De que maneira poderá o jovem
sS! 118.1
tu és o meu Deus, quero exaltar-te. guardar puro o seu caminho?
29 Rendei graças ao Senhor,5 119.1 í Sl 128.1
Observando-o
porque ele é bom, segundo a tua palavra.
porque a sua misericórdia 119.3 "1|o 3.9 10 De todo o coração te busquei;*
dura para sempre. não me deixes fugir
119.6 aos teus mandamentos.
Excelência da lei divina y\622.26;
1Jo 2.28
11 Guardo no coração)'
as tuas palavras,
.Salmo 119 para não pecar contra ti.
12 Bendito és tu, Senhor; z
119.7
wS1119.171
1 Bem-aventurados( ensina-me os teus preceitos.
os irrepreensíveis 119.10 13 Com ps lábios tenho narrado0
no seu caminho, *2Cr 15.15 todos os juízos da tua boca.
que andam na lei do Senhor. 14 Mais me regozijo com o caminho
2 Bem-aventurados os que guardam 119.11
KSI 37.31 dos teus testemunhos
as suas prescrições do que com todas as riquezas.
e o buscam de todo o coração; 119.12 ^Sl 25.4 15 Meditarei nos teus preceitos*
3 não praticam iniqüidade" e às tuas veredas terei respeito.
e andam nos seus caminhos. 119.13 16 Terei prazer nos teus decretos;c
4 Tu ordenaste oSl 34.11 não me esquecerei da tua palavra.
os teus mandamentos,
119.15 oSl 1.^
17 Sê generoso para com o teu servo ,d
para que os cumpramos à risca. para que eu viva
5 Tomara sejam firmes e observe a tua palavra.
119.16 cSI 1.2
os meus passos, 18 Desvenda os meus olhos,
para que eu observe 119.17 para que eu contemple
os teus preceitos. dS1116.7 as maravilhas da tua lei.
6 Então, não terei v 19 Sou peregrino na terra;e
de que me envergonhar, 119.19 não escondas de mim
eGn 47.9;
quando considerar em todos 1Cr 29.15;
os teus mandamentos.
os teus mandamentos. 2Co 5.6; ’ 20 Consumida está a minha almaf
7 Render-te-ei graçasw Hb 11.13 por desejar, incessantemente,
com integridade de coração, os teus juízos.
quando tiver aprendido 119.20 21 Increpaste os soberbos,9
fSI 42.1-2
os teus retos juízos. os malditos,
8 Cumprirei os teus decretos; 119.21 que se desviam
não me desampares jamais. 9S1119.10 dos teus mandamentos.

11 9 .1 -17 6 A maneira de encarar os ensinamentos de Deus. culos da Bíblia para servir-nos de arma moral na hora da
O salmo é acróstico, isto é, cada grupo de 8 versículos segue tentação, como ao deixar o significado da Bíblia penetrar no
uma letra do alfabeto hebraico. subconsciente, moldando a personalidade.
119.1 Bem-aventurados. Jesus dá a plenitude do significado 119.14 Isto é uma experiência real e autêntica.
destas palavras em M t 5.1 -1 2 . GIMEL w 119.17-24. Nossa vida, aqui e na eternidade, e
119.2 O buscam. O sentido da leitura da Bíblia é uma sincera nossa capacidade para a virtude (o observar a Palavra de
procura de uma revelação vinda diretamente de Deus. Deus) dependem tão somente da generosidade de Deus, a
119.5 O salmista deseja uma vida pura a fim de obedecer à graça divina que nos habilita.
Palavra de Deus, e obedece à Palavra a fim de ter uma vida 119.18 Esta oração deve ser repetida com fé e com fervor,
pura. cada vez que abrimos a Bíblia.
119.6 A consciência limpa é a herança dos servos de Deus. 119.19 Quem reconhece que esta vida terrestre tem seu fim
119.7 A gratidão não é virtude até que Deus lhe dê conteúdo almeja coisas eternas e reais - os juízos e as promessas de
real. Deus.
BETH w 1 1 9.9-16. Para a mocidade moderna: uma per­ 119.21 A soberba é raiz do pecado; é o endeusar o próprio
gunta vital e uma resposta infalível. eu. Define o pecado, que é um desvio da vontade de Deus
119.11 No coração. Refere-se tanto ao decorar certos versí­ revelada.
S U M O 119.22 886
22 Tira de sobre mim o opróbrio,’ 119.22 í>SI 39.8 dos teus decretos,
e o desprezo, 119.23 e os seguirei até ao fim.
pois tenho guardado 'Sl 119.15 34 Dá-me entendimento,?
os teus testemunhos. 119.24 e guardarei a tua lei;
/Sl 119.77 de todo o coração a cumprirei.
23 Assentaram-se príncipes'
e falaram contra mim, 119.25 35 Guia-me pela vereda'’
mas o teu servo considerou *SI 44.25
dos teus mandamentos,
nos teus decretos. 119.26'Sl 25.4 pois nela me comprazo.
24 Com efeito, os teus testemunhos' 119.27 36 Inclina-me o coração5
são o meu prazer, <"Sl 145.5-6 aos teus testemunhos
são os meus conselheiros. 119.28 e não à cobiça.
25 A minha alma está apegada ao pó;k "Sl 107.26 37 Desvia os meus olhos,'
vivifica-me segundo a tua palavra. 119.32 para que não vejam a vaidade,
26 Eu te expus os meus caminhos/ o1Rs 4.29; e vivifica-me no teu caminho.
2Co 6.11
e tu me valeste; 38 Confirma ao teu servo “
ensina-me os teus decretos. 119.33 a tua promessa
PS1119.12;
27 Faze-me atinar com o caminho"1 Mt 10.22 feita aos que te temem.
dos teus preceitos, 39 Afasta de mim o opróbrio,
e meditarei nas tuas maravilhas. 119.34
OS1119.73; que temo,
28 A minha alma, de tristeza," Tg 1.5 porque òs teus juízos são bons.
verte lágrimas; 119.35 40 Eis que tenho suspiradov
fortalece-me segundo a tua palavra. rS1119.16 pelos teus preceitos;
29 Afasta de mim 119.36 vivifica-me por tua justiça.
o caminho da falsidade sEz33.31; 41 Venham também sobre mimw
e favorece-me com a tua lei. Lc 12.15;
1Tm 6.10
as tuas misericórdias, Senhor,
30 Escolhi o caminho da fidelidade e a tua salvação,
119.37
e decidi-me pelos teus juízos. 'Sl 23.40;
segundo a tua promessa.
31 Aos teus testemunhos me apego; Is 33.15 42 E saberei responder
não permitas, Senhor, 119.38 aos que me insultam,
seja eu envergonhado. "2Sm 7.25 pois confio na tua palavra.
32 Percorrerei o caminho0 119.40 43 Não tires jamais de minha boca
dos teus mandamentos, ‘'SI 119.20 a palavra da verdade,
quando me alegrares o coração. 119.41 pois tenho esperado
33 Ensina-me, Senhor, o caminhoP "S1106.4 nos teus juízos.

119.23 Assentaram-se. Tomaram seu lugar na tribuna e re­ HE w 1 19.33-40. Entre outras petições, o v 34 traz o pe­
solveram sentenciar o réu. dido máximo do rei Salomão (1 Rs 3.6 -1 5 ).
119.24 Conselheiros. Por que é que tantas pessoas que têm 119.35 Me comprazo. Só uma pessoa convertida pode com­
uma Bíblia em casa procuram conselhos e consolo dos ho­ preender a alegria inefável de obedecer à Palavra de Deus
mens, nos assuntos religiosos? (cf 1 Co 9 .1 9-2 3).
DALETH w 119.25-32. Cf v 26, um ingrediente básico da 119.36 Cobiça. É o pecado que levou Eva e Adão a prejudica­
oração é expor perante Deus os nossos "caminhos", a nossa rem o povo de Deus, pela desobediência total à vontade di­
maneira de viver, para compreender os "dêcretos" de Deus. vina declarada (Gn 3 .1 -7 , |s 7.1-12; Tg 1 .1 3-1 5).
119.27 Atinar. Não só compreender, amar e obedecer à Pala­ 119.37 Vaidade. Junto com a cobiça (36) e com a vida dos
vra de Deus, mas também estar totalmente integrado na vida soberbos (21), a vaidade forma o pecado da soberba, que é
por Ele ordenada (jo 15.14). a luta renhida do próprio "eu" contra tfeus.
119.29 Ter uma palavra divina considerava-sè de grande va­ 119.38 Promessa. A aliança de Deus, descrita no salmo
lor. Nossa atitude natural pende para rebelarmo-nos contra 8 9 .26 -37 , e cumprida em Cristo.
qualquer lei, como uma imposição contrária aos nossos inte­ 119.39 Opróbrio. O crente tem medo de dar mau teste­
resses reais. munho.
119.30 A vida religiosa tem por princípio uma escolha deli­ VAV w 1 1 9.41-48. 0 salmista suplica a Deus que Sua mise­
berada, uma decisão irrevogável (cf Ez 18.27,28). ricórdia e Sua Palavra sejam bênçãos sempre presentes em
119.32 A alegria, que se baseia na salvação de Deus, é uma sua vida.
força vital que nos possibilita uma vida segundo a vontade 119.42 Aquele que anda perto de Deus não fica envergo­
revelada de Deus (|r 9.23-24). nhado pelos insultos dos homens (cf 1 Pe 2.6; 3.14,15). -
887 SALMO 119.65
-t-l Assim, observarei de contínuo 119.46
*SI 138.1;
dos meus cânticos,
a tua lei, At 26.1-2 na casa da minha peregrinação.
para todo o sempre. 55 Lembro-me, Senhor, do teu nome,e
-5 E andarei com largueza, 119.47 durante a noite,
pois me empenho /Sl 119.16 e observo a tua lei.
pelos teus preceitos. 56 Tem-se dado assim comigo,
46 Também falarei* 119.48 porque guardo os teus preceitos.
O Senhor é a minha porção/
ZS1119.15
dos teus testemunhos 57
na presença dos reis 119.49
eu disse que guardaria
e não me envergonharei. oSl 119.74 as tuas palavras.
47 Terei prazer)' 58 Imploro de todo o coraçãos
nos teus mandamentos, 119.50 a tua graça;
(>Rm15.4 compadece-te de mim,
os quais eu amo.
48 Para os teus mandamentos/ segundo a tua palavra.
119.51
que amo, levantarei as mãos qó 23.11; 59 Considero os meus caminhos*
e meditarei nos teus decretos. Jr 20.7 e volto os meus passos
49 Lembra-te da promessa0 para os teus testemunhos.
que fizeste ao teu servo, 119.53 <*Ed 9.3 60 Apresso-me, não me detenho
na qual me tens feito esperar. em guardar os teus mandamentos.
50 O que me consola0 119.55 eSI 63.6 61 Laços de perversos me enleiam;
na minha angústia é isto: contudo, não me esqueço
119.57 «116.5;
que a tua palavra me vivifica. Lm 3.24
da tua lei.
51 Os soberbos zombamc 62 Levanto-me à meia-noite'
continuamente de mim; 119.58 para te dar graças,
todavia, não me afasto da tua lei. 9SI119.41 por causa dos teus retos juízos.
52 Lembro-me dos teus juízos 63 Companheiro sou
de outrora 119.59 de todos os que te temem
e me conforto, ó Senhor. "Lc 15.17-18
e dos que guardam os teus preceitos.
53 De mim se apoderou a indignação ,d 119.62
64 A terra, Senhor ,/
por causa dos pecadores 'At 16.25 está cheia da tua bondade;
que abandonaram a tua lei. ensina-me os teus decretos.
54 Os teus decretos são motivo 119.64/Sl 33.5 65 Tens feito bem ao teu servo,

119.45 Largueza. É um erro grave pensar que aqueles que 119.54 Peregrinação. A vida terrestre é reconhecida como
obedecem à Palavra de Deus têm a mente estreita e a vida breve morada, numa tenda frágil - 2 Co 5 .1 -4 - mas para
fechada. Em Cristo gozamos a plenitude da liberdade quem anda no plano de Deus a vida é um perpétuo hino de
(Gl 5.1). vitória e de louvor (2 Co 2.14).
119.46 A dignidade do homem não é tão importante ao HETH w 119.57-64. Porção (57). Deus (Jeová) Se dá ao
ponto de fazer o crente ter vergonha da Palavra (At 4 .1 9-2 0). crente na pessoa de Cristo, para ser nossa herança (1 Pe 3.4).
119.47 A Palavra de Deus permanece um mistério para os 119.59 A Palavra de Deus é como um espelho no qual pode­
que não a vêem com amor; |o 7.17 mostra que recebemos o mos ver se nossa própria vida está em ordem, Tg 1.23-25.
verdadeiro conhecimento só após desejar fazer a vontade de
Dêus. 119.62 Se tivéssemos o fervor de interrompermos até nosso
sono para o ato de ações de graças a Deus, esta atitude de
ZAYIN w 119.49-56. No v 49, temos mais um apelo à pro­
gratidão encheria o mundo de um otimismo dinâmico e edifi­
messa irrevogável de Deus, sobre a qual o mais miserável
cante.
pecador pode estribar-se (cf Hb 6.12).
119.50 A consolação do crente é que a Palavra de Deus lhe 119.63 Companheiro. Os fiéis sempre são convidados a uni­
torna a morte em vida (Ef 2.1; 1 Pe 1.23). rem-se na fraternidade da adoração coletiva e para exortarem
mutuamente a servir a Deus na vida de todos os dias.
119.51 A zombaria é um poderoso instrumento de Satanás
para desviar o crente da vida em Cristo (cf At 17.18). 119.64 O universo proclama a bondade de Deus, mas sua
119.52 Lembro-me. Uma boa parte dos salmos se dedica a mensagem não pode ser assimilada sem a revelação direta de
confortar o justo através da lembrança do que Deus tem feito Deus, pela Sua Palavra.
no passado. TETH w 119.65-72. O testemunho do crente que a p io w
119.53 Além de amar a justiça, o crente verídico odeia o a Palavra de Deus à sua própria vida, reconhecendo o aanpn-
pecado. mento de Deus (65).
M IM O 119.66 888
Senhor, segundo a tua palavra. 119.67 que deste ao teu servo.
66 Ensina-me bom juízo *51119.71;
Hb 12.11 77 Baixem sobre mim1
e conhecimento, as tuas misericórdias,
pois creio nos teus mandamentos. 119.68 para que eu viva;
67 Antes de ser afligido,k <Si19.12; pois na tua lei está o meu prazer.
andava errado, Mt 19.17
78 Envergonhados sejam os soberbosu
mas agora guardo a tua palavra. 119.69 por me haverem oprimido
68 Tu és bom e fazes o bem;' mjó 13.4 injustamente;
ensina-me os teus decretos. eu, porém, meditarei
69 Os soberbos têm forjado mentiras"1 119.70 nos teus preceitos.
"Sl 17.10;
contra mim; At 28.27 79 Voltem-se para mim
não obstante, eu guardo os que te temem
de todo o coração 119.71 e os que conhecem
os teus preceitos. «Sl 119.67 os teus testemunhos.
70 Tomou-se-lhes o coração" 80 Seja o meu coração irrepreensível
119.72
insensível, PS119.10 nos teus decretos,
como se fosse de sebo; para que eu não seja
mas eu me comprazo na tua lei. 119.73 qjó 10.8 envergonhado.
71 Foi-me bom ter eu passado0 81 Desfalece-me a alma/
pela aflição, 119.74 rSI 34.2 aguardando a tua salvação;
para que aprendesse porém espero na tua palavra.
os teus decretos. 119.75
sHb 12.10 82 Esmorecem os meus olhos"
72 Para mim vale mais a leiP de tanto esperar
que procede de tua boca 119.77 por tua promessa,
do que milhares de ouro (Sl 119.24 enquanto digo: quando me haverás
ou de prata. de consolar?
119.78 “ Sl 25.3
73 As tuas mãos me fizeram1) 83 Já me assemelho a um odrex
e me afeiçoaram; 119.81 na fumaça;
ensina-me para que aprenda VSI 73.26 contudo, não me esqueço
os teus mandamentos. dos teus decretos.
74 Alegraram-se os que te tememr 119.82 84 Quantos vêm a ser os dias/
wSI 69.3
quando me viram, do teu servo?
porque na tua palavra 119.83 Quando me farás justiça
tenho esperado. *|ó 30.30 contra os que me perseguem?
75 Bem sei, ó S e n h o r , 5 85 Para mim abriram covasz
que os teus juízos são justos 119.84 KS1 39.4 os soberbos,
e que com fidelidade me afligiste. que não andam consoante a tua lei.
119.85 /Sl 35.7
76 Venha, pois, a tua bondade 86 São verdadeiros0
consolar-me, 119.86 todos os teus mandamentos;
segundo a palavra OSI 35.19 eles me perseguem injustamente;

119.66 A fé nos mandamentos de Deus nós leva à verdadeira 119.74 A alegria dos crentes é ver um irmão que vive pela fé.
sabedoria. 119.75 Fidelidade. Deus aflige e castiga para o bem daqueles
119.67 A aflição pode ser a mensagem de Deus para nos que realmente são Seus filhos (51.4, 2 Co 7.10, Hb 12.4-11).
humilhar e nos levar a abraçar a Palavra de Deus. 119.79 Há uma comunhão entre os que amam a Palavra de
119.68 Os decretos de Deus são a expressão da Sua Deus (cf At 2.42).
bondade. KAFE w 1 1 9 .8 1 -8 8 . Fisicamente ressequido e inútil, o
119.71 Com gratidão e alegria o crente repete a verdade crente sabe que os decretos de Deus lhe prometem a vida em
externada no v 67. abundância (83; Hb 2 .1 1-1 2; )o 10.10).
119.72 A ambição do justo é possuir os valores eternos 119.85 Os fariseus, contra a lei, queriam abrir uma cova para
(cf M t 6 .19-21). |esus, achando falsas testemunhas, para declarar que Ele tinha
YODE w 1 1 9.73-80. Aquele que nos criou é Aquele que quebrado a lei (Mc 12.13).
tem autoridade para nos moldar e guiar pela Sua vontade 119.86 Quando a causa é justa, é oportuno pedir a ajuda de
revelada na Bíblia (73). Deus.
889 SALMO 119.108
ajuda-me. 119.88
Í>S1119.40
97 Quanto amo a tua lei !9
Quase deram cabo de mim, É a minha meditação, todo o dia!
na terra; 119.89 98 Os teus mandamentos me fazemh
CSI 89.2; mais sábio que os meus inimigos
mas eu não deixo os teus preceitos.
SS Vivifica-me,b 1Pe 1.25
porque, aqueles, eu os tenho
segundo a tua misericórdia, 119.91 sempre comigo.
<*|r 33.25
e guardarei os testemunhos 99 Compreendo mais1'
oriundos de tua boca. 119.92 do que todos os meus mestres,
>9 Para sempre, ó Senhor, c eSl 119.24 porque medito
está firmada a tua palavra no céu. 119.96 nos teus testemunhos.
90 A tua fidelidade estende-se 'Mt5.18 100 Sou mais prudente que os idosos,/
de geração em geração; 119.97 SSI 1.2 porque guardo os teus preceitos.
fundaste a terra, e ela permanece. 101 De todo mau caminho desvio
91 Conforme os teus juízos,d 119.98 ^Dt 4.6 os pés,*
assim tudo se mantém até hoje; 119.99 para observar a tua palavra.
porque ao teu dispor '2Tm 3.15 102 Nâo me aparto dos teus juízos,
estão todas as coisas. 119.100
pois tu me ensinas.
92 Não fosse a tua leie /Jó 32.7-9 103 Quão doces são as tuas palavras'
ter sido o meu prazer, ao meu paladar!
119.101
há muito já teria eu perecido *Pv 1.15 Mais que o mel à minha boca.
na minha angústia. 104 Por meio dos teus preceitos ,m
93 Nunca me esquecerei 119.103 consigo entendimento;
'Sl 19.10
dos teus preceitos, por isso, detesto todo caminho
visto que por eles 119.104 de falsidade.
mS1119.128
me tens dado vida. 105 Lâmpada para os meus pésn
94 Sou teu; salva-me, 119.105 é a tua palavra
pois eu busco os teus preceitos. "Pv6,23 e luz, para os meus caminhos.
95 Os ímpios me espreitam 119.106 106 Jurei e confirmei o juramento0
para perder-me; ° Ne 10.29 de guardar os teus retos juízos.
mas eu atento 107 Estou aflitíssimo;P
para os teus testemunhos.
119.107
PS1119.88 vivifica-me, Senhor,
96 Tenho visto que toda perfeiçãof segundo a tua palavra.
108 Aceita, Senhor,<)
119.108
tem seu limite; </SI 13.12;
mas o teu mandamento é ilimitado. Os 14.2 a espontânea oferenda

119.88 O crente quer uma vida poderosa, saudável e alegre, meditar nela. Todo o dia, no sentido de vivê-la na lida quoti­
para estar em melhores condições de servir a Deus. diana.
LÂMEDE w 119.89-104. A Palavra de Deus é inabalável no 119.98-100. A verdadeira sabedoria: guardar os preceitos de
decorrer do tempo e do espaço, porque é garantida por Deus e meditar nos Seus testemunhos.
Aquele que é o Criador ( fundaste) e o Sustentador (oo teu
119.101-104. A verdadeira moralidade: separar-se do mal
dispor) de todas as coisas (8 9 -9 1 ). • N . Hom. O sentido da para se apegar à Palavra de Deus, saborear a Palavra é detes­
palavra hebraica traduzida por "Lei" é "o causar a ser discí­
tar a falsidade.
pulo", a "Palavra" contém o sentido de "ato", "fato" e "ob­
jeto". Por isso compreendemos que o salmista está contando 119.102 Ensinas. Is 5 0 .4 -5 mostra como Deus ensina Seus
coisas profundas e eternas. discípulos ("eruditos").
1 1 9 .9 2 -9 4 A Palavra de Deus na vida particular reveste o N U M w 119.106-112. A Palavra de Deus é um guia certo
crente com prazer ao invés de angústia, protege (92), vivifica tanto para o comportamento diário para formar idéias e
(93) e salva (94). ideais, como para conduzir à glória (105).
119.96 O sonho dos filósofos em achar o absoluto, que con­ 119.107 Na aflição, o justo recorre diretamente à Palavra de
tém a perfeição e o infinito, só acha seu cumprimento nos Deus. Em tais horas, vai verificar que o conselho humano
mandamentos de Deus. complica, ao invés de ajudar.
M EM w 119.97-104. Feliz é o homem que pode repetir 119.108 Oferenda. O sacrifício de louvor e ações de graças,
esta seção com fé sincera - é um sinal seguro de que já pas­ que é mais valioso do que qualquer objeto material, sendo o
sou da morte para a vida eterna. sacrifício do próprio "eu", feito com toda a espontaneidade
119.97 A verdadeira vida devocional: amar a Lei de Deus e da gratidão (Hb 13.15).
119.109 890
dos meus lábios 119.109
rjó 13.14 por isso, amo os teus testemunhos.
e ensina-me os teus juízos. 120 Arrepia-se-me a carne0
109 Estou de contínuor 119.110
5sl 140.5 - com temor de ti,
em perigo de vida; 119.711
e temo os teus juízos.
todavia, não me esqueço da tua lei. fDt 33.4
121 Tenho praticado juízo e justiça;
110 Armam ciladas contra mim5 1IO
não me entregues
117.1111
1z
os ímpios; “ S l119.33
aos méus opressores.
contudo, não me desvio 122 Sê fiador do teu servo para o bem;b
119.114
dos teus preceitos. *SI 32.7 não permitas que os soberbos
111 Os teus testemunhos, recebidos' me oprimam.
119.115
por legado perpétuo, wSI 6 .8 123 Desfalecem-me os olhos à esperac
porque me constituem 119.116
da tua salvação
o prazer do coração. *SI 25.2 e da promessa da tua justiça.
112 Induzo o coração a guardar" 119.118 124 Trata o teu servod
os teus decretos, : yS\ 119.21 segundo a tua misericórdia
para sempre, até ao fim: 119.119 e ensina-me os teus decretos.
113 Aborreço a duplicidade, ^Ez 22.18, 125 Sou teu servo; dá-me entendimento,5
porém amo a tua lei. 119.120 para que eu conheça
114 Tu és o meu refugio1' oHc 3.16 os teus testemunhos.
e o meu cscudo: 119.122 126 Já é te m p o , S e n h o r ,
na tua palavra, eu espero. bHb 7.22 para intervires,
115 Apartai-vos de mim, malfeitores ;w 119.123 pois a tua lei está sendo violada.
cS1119.81-82 127 Amo os teus mandamentosf
quero guaidar os mandamentos
119.124 mais do que o ouro,
do meu Deus.
116 Ampara-me/ dSl 119.12 mais do que o ouro refinado.
segundo a tua promessa, 119.125 128 Por isso, tenho por, em tudo, retosfl
*S1116.16
para que eu viva; os teus preceitos todos
não permitas que a minha esperança 119.127 e aborreço toda caminho
#ÇI
'il 10
17. IA
IU
me envergonhe. de falsidade.
117 Sustenta-me, e serei salvo 119.128
9/iCjII 110 f\A
117. 1IW
129 Admiráveis são os teus testemunhos;
e sempre atentarei por isso, a minha alma os observa.
hS119.7
119.130 130 A revelação das tuas palavrash
para os teus decretos.
118 Desprezas os que se desviam y esclarece
119.131
dos teus decretos, /Sl 119.20
e dá entendimento aos simples.
porque falsidade é a astúcia deles. 131 Abro a boca e aspiro,'
119.132
119 Rejeitas, como escória,2 /Sl 106.4; porque anelo os teus mandamentos.
todos os ímpios da terra; 2Ts1.6-7 132 Volta-te para mim/

119.109 Os grandes perigos forçam as pessoas a se esquece* AY1N w 119.121-128. Fiador (122). O amigo que nos pro­
rem de tudo o que não tem importância real. A Palavra de tege e paga o preço das nossas maldades, assim como Jesus
Deus permanece quando as maiores glórias da humanidade faz para o crente (cf 1 Jo 2.1,2).
voltam ao pó (Is 4 0 .6-8 ). 119.124 A medida de justiça que o crente pede é a graça, o
119.110 O mundo tem um gozo especial se conseguir fazer favor não merecido.
o justo pecar. Isto é obra do diabo (1 Pe 5 .8 -9 ). 119.126 Intervires. Os profetas sempre falavam do dia do Se­
nhor, no qual Sua justiça seria publicamente vindicada
119.111 Legado. Ter comunhão com Deus mediante Sua (cfAp 6.16,17).
vontade revelada é a herança do justo e o penhor da vida
eterna. 119.127 A piedade vale mais que a ambição humana, con­
tendo a promessa de uma vida em abundância na tèrra e no
119.117 Acapacidade de viver segundo os decretos de Deus céu (1 Tm 4.8).
não pode preceder a salvação, que depende do sustento de PÊ w 119.129-136. Simples (130). Aos que sé submeteram
Deus (cf Rm 7). ao Senhor, os humildes, os ignorantes, os simples, enfim, têm
119.119- Escória. A rejeição dos malignos é como passar ouro as fiéis promessas de Deus de que Ele os guiará pela mão,
pelo fogo - o ouro fica mais puro e a escória é separada Jesus falava por parábolas e as crianças O entendiam
(cf M t 13.24-30; 36-43). (cf Lc 18.17).
891 SALMO 119.154
e tem piedade de mim, 119.153 144 Eterna é a justiça"
*S117.5
segundo costumas fazer dos teus testemunhos;
aos que amam o teu nome. 119.134 dá-me a inteligência deles,
133 Firma os meus passos k 'Lc 1.74
e viverei.
na tua palavra, 119.135 145 De todQ o coração eu te invoco;
™SI 4.6
e não me domine ouve-me, S en h o r ;
iniqüidade alguma. 119.136 njr 9.1 observo os teus decretos.
134 Livra-me da opressão do homem,' 119.137 146 Clamo a ti; salva-me,
e guardarei os teus preceitos. oEd 9.15; jr 12.1 e guardarei os teus testemunhos.
135 Faze resplandecer o rostom 119.138 147 Antecipo-me ao alvorecer do diav
sobre o teu servo PS119.7-9 e clamo;
e ensina-me os teus decretos. 119.139 na tua palavra, espero confiante.
136 Torrentes de água” qSI 69.9 148 Os meus olhos antecipam-se^
nascem dos meus olhos, 119.140 às vigílias noturnas,
porque os homens rSl 12.6 para que eu medite
não guardam a tua lei. 119.142 nas tuas palavras.
137 Justo és, Sen h o r , 0 í S) 19.9 149Ouve, S en h o r , a minha voz/
e retos, os teus juízos. 119.143 segundo a tua bondade;
138 Os teus testemunhos,/7 (Sl 119.77 vivifica-me,
tu os impuseste com retidão 119.144 segundo os teus juízos.
e com suma fidelidade. uS1119.34 150 Aproximam-se de mim
139 O meu zelo me consome, <J 119.147 vSI 5.3 os que andam após a maldade;
porque os meus adversários eles se afastam da tua lei.
119.148
se esquecem da tua palavra. "Sl 63.1 151 Tu estás perto, Sen h o r /
140 Puríssima é a tua palavra/ e todos os teus mandamentos
119.149
por isso, o teu servo a estima. *S1119.40 são verdade.
141 Pequeno sou e desprezado; 152 Quanto às tuas prescrições/
119.151
contudo, não me esqueço ySI145.18 há muito sei que as estabeleceste
dos teus preceitos. para sempre.
119.152
142 A tua justiça é justiça eterna,5 ^Lc 21.33 153 Atenta para a minha aflição0
e a tua lei é a própria verdade. e livra-me,
119.153
143 Sobre mim vieram tribulação' oLm 5.1 pois não me esqueço da tua lei.
e angústia; 154 Defende a minha causab
119.154
todavia, os teus mandamentos f l Sm 24.15; e liberta-me;
são o meu prazer. Mq 7.9 vivifica-me, segundo a tua promessa.

119.133 Uma vida guiada pela Palavra de Deus goza a liber­ 119.142 Aqui na terra podemos ser guiados por uma medida
tação do pecado. de justiça, que é honrada nos Céus, e conhecer a própria
119.134 A opinião negativa dos seres humanos ao nosso re­ verdade, abraçando a toda a mensagem da Palavra de Deus.
dor é um dos piores obstáculos à realização de uma vida
119.143 Bem-aventurado aquele que sabe recorrer à verda­
segundo os preceitos de Deus.
deira fonte de prazer, na hora da angústia, pois permanecerá
119.135 Resplandecer. Se contemplarmos na fé a natureza de firme nos dias de tribulação e de julgamento.
Deus, seremos transformados para viver segundo a Sua von­
tade (cf 2 Co 3.18). 119.144 A aceitação dos testemunhos de Deus, que apon­
TSADE w 119.137-144. Fidelidade (138). Deus é absoluta­ tam para o Seu Filho, conduz à vida eterna (1 Pe 1.11,12,23).
mente fiel às promessas reveladas na Sua Palavra
(Hb 6 .1 7-1 9). KOFE w 119.145-152. A única fonte da ética e a morali­
dade é a lei de Deus (150).
119.139 Zelo. O zelo pela casa de Deus é que levou |esus a
enfrentar os fariseus e a ser por eles sacrificado (Jo 2 .1 3 -2 2 ). 119.151 A infalibilidade da Palavra de Deus não é novidade
O zelo pela pureza da Igreja era a fadiga mais pesada que o (cf Jo 10.35).
apóstolo Paulo suportava (2 Co 11.28-29).
119.141 Pequeno. Davi era pequeno em estatura e em expe­ RESH w 119.153-160. Quem abraça a revelação de Deus
riência de guerra, mas venceu a Colias no duelo, porque veio (lei), está em condições de falar com Ele (153). Quem co­
escudado nos preceitos de Deus e em nome do Senhor nhece a Jesus, sabe que toda petição em Seu nome será aten­
(1 Sm 17.41-51). dida, Jo 14.13.
SALMO 119.155 892
155 A salvação está longe dos ímpios/ 119.155 cJó 5.4 eu os amo ardentemente.
pois não procuram os teus decretos. 168 Tenho observado os teus
119.156
156 Muitas, Sen h o r ,d ^Sl 119.149 preceitos*
são as tuas misericórdias; e os teus testemunhos,
vivifica-me, segundo os teus juízos. 119.157 pois na tua presença
157 São muitos os meus perseguidores6 eSl 44.18 estão todos os meus caminhos.
e os meus adversários; 169 Chegue a ti, Sen h o r ,'
não me desvio, porém, 119.158
'51119.136 a minha súplica;
dos teus testemunhos.
dá-me entendimento,
158 Vi os infiéis e senti desgosto/ 119.159 segundo a tua palavra.
porque não guardam a tua palavra. gS1119.88
170 Chegue a minha petição
159 Considera em como amo9
os teus preceitos; 119.161 à tua presença;
vivifica-me, ó Sen h o r , ''ISm 24.11; livra-me segundo, a tua palavra.
Sl 26.23 171 Profiram louvor os meus
segundo a tua bondade.
160 As tuas palavras são em tudo lábios,m
119.165'Pv 3.2
verdade desde o princípio, pois me ensinas os teus
e cada um dos teus justos juízos 119.166 decretos.
dura para sempre. /Cn 49.18 172 A minha língua celebre a
161 Príncipes me perseguem sem causa ,h tua lei,
porém o que o meu coração teme 119.168 pois todos os teus mandamentos
kPv5.21
é a tua palavra. são justiça.
162 Alegro-me nas tuas promessas, 119.169 173 Venha a tua mão socorrer-me,n
como quem acha 'Sl 119.144 pois escolhi os teiis preceitos.
grandes despojos. 174 Suspiro, S en h o r , 0
163 Abomino e detesto a mentira; 119.171
n>S1119.7 por tua salvação;
porém amo a tua lei.
a tua lei é todo o meu prazer.
164 Sete vezes no dia, eu te louvo
119.173 175 Viva a minha alma
pela justiça dos teus juízos. "|s 24.22; para louvar-te;
165 Grande paz têm os que amam' Lc 10.42
ajudem-me os teus juízos.
a tua lei;
para eles não há tropeço. 119.174 176 Ando errante?
166 Espero, Sen h o r , na tua salvação'
0 Sl 119.16 como ovelha desgarrada;
e cumpro os teus mandamentos. procura o teu servo,
119.176
167 A minha alma tem observado Pis 53.6;
pois não me esqueço
os teus testemunhos; 1Pe 2.25 dos teus mandamentos.

119.155 Se os ímpios rejeitam a mensagem salvadora na Bí­ 119.168 Presença. 0 homem que desenvolve o hábito de es­
blia, perderão a oportunidade do arrependimento e do per­ tar sempre consciente da presença real de Deus transforma
dão (2 Co 6.2). isto em grande conforto e santificação na vida diária
(cf M t 28.20).
119.160 O princípio. No princípio do universo só a palavra
que Deus proferiu era o suficiente para que tudo fosse criado TAU w 119.169-176. Entendimento (169). Deus tinha pro­
(Cn 1.3,6,9, etc). A verdade da Palavra de Deus tem seu para­ metido ao Seu povo que Ele mesmo ensinaria, e nesta palavra
lelo na estrutura do universo (Hb 1.3). o salmista confia (Is 54.13).
119.170 Livra-me. A petição pela salvação também se justi­
SH1N w 119.161-168. Despojos (162). Descobrir a vontade
fica nas promessas de Deus reveladas na Sua Palavra.
divina para as nossas vidas é melhor do que achar mina de
ouro. 119.171,172 Possuir ensinamentos de Deus é o maior gozo
do crente, a melhor herança que tem nesta vida, um assunto
119.163 Mentira. A falsidade está em guerra contra o Deus perpétuo de hinos de louvor e de gratidão.
verdadeiro.
1 19.1 7 } Escolhi. Quem se submeteu a Deus pode pedir que
119.164 Se nosso dia fosse assim pontuado com ações de Sua mão venha interferir na sua vida, seja para socorrer, seja
graças, compreenderíamos melhor a natureza da comunhão para corrigir.
com Deus (cf 3.16,17). 119.176 Esta oração final tem sua resposta cabal na pessoa
119.165 Esta paz e segurança pertencem àqueles que colo­ do Senhor Jesus Cristo, o Bom Pastor que dá a Sua vida pelas
cam seu amor nas coisas eternas. ovelhas (jo 10.1-18; cf Lc 1 5 .4-7 ).
893 SALMO 122.4
Contra as más línguas 120.1 <jsm8.5 3 Ele não permitirá'
que os teus pés vacilem;
Cântico de romagem
não dormitará
120.5 fCn 10.2; aquele que te guarda.
Salmo 120 1Sm 25.1;
Ez 27.13 4 É certo que não dormita,
1 Na minha angústia nem dorme
c la m o ao S e n h o r , o guarda de Israel.
e e le m e ouve. 121.2*51124.8 5 O S e n h o r é quem te guarda ;u
2 S e n h o r , liv r a -m e o S e n h o r é a tua sombra
dos lábios mentirosos, à tua direita.
da língua enganadora. 6 De dia não te molestará o so l/
121.3 <lSm 2.9;
3 Que te será dado Pv 3.23,26 nem de noite, a lua.
ou que te será acrescentado, 7 O S e n h o r te guardará de todo mal;1'
ó língua enganadora? guardará a tua alma.
4 Setas agudas do valente 121.5 uS116.8 8 O S en h o r guardará a tua saída*
e brasas vivas de zimbro. e a tua entrada,
5 Ai de mim, que peregrinor desde agora e para sempre.
em Meseque
e habito nas tendas de Quedar.
121.6*9 91.5;
Ap 7.16 Oração pela paz de Jerusalém
6 Já há tempo demais que habito Cântico de romagem. De Davi
com os que odeiam a paz.
7 S ou p e la paz; 121.7 "Sl 41.2 Salmo 122
quando, porém, eu falo,
eles teimam pela guerra. 1 Alegrei-me)'
121.8 «Dt 28.6 quando me disseram:
Deus, o fiel guarda dos homens Vamos à Casa do SENHOR.
2 Pararam os nossos pés
Cântico de romagem
122.1 Kls 2.3 junto às tuas portas, ó Jerusalém!
3 Jerusalém, que estás construída*
Salmo 121
como cidade compacta,
1 Elevo os olhos 122.3 ^2Sm 5.9 4 para onde sobem as tribos,0
para os montes: as tribos do S e n h o r ,
de onde me virá o socorro? como convém a Israel,
2 O m e u socorro v e m do S e n h o r , 5 122.4 para renderem graças
que fe z o céu e a terra. »Êx 16.34 ao nome do S e n h o r .

Os Salmos 1 2 0 -1 3 4 são intitulados "Cântico de Roma­ nos "lugares altos". Não dos montes, mas de Jeová, vem o
gem". São breves concentrações, de variadíssimos assuntos auxílio de Deus ao fiel.
religiosos, de maneira que a coleção forma um "Hinário de 121.5 É a promessa divina feita a Jacó (Gn 28.15).
Bolso" para ser decorado e cantado durante os afazeres diá­
rios e, possivelmente, nas romagens para Jerusalém em oca­ 121.6 A lua. Talvez se refira às febres e às friagens produzidas
sião de festa. pelas neblinas noturnas, "regidas" pela lua (G n l.1 6 ).
• N. Hom. Deus quer guardar os fiéis: 1) Constantemente
120.2 Ser vítima da maledicência é uma das aflições amargas
(4); 2) Pessoalmente (5); 3) Fisicamente (6); 4) Moralmente
que se nos podem acometer. O filho de Deus é advertido e 5) Espiritualmente, (7); 6) Em todas as suas ações e 7) Por
contra a maledicência repetidas vezes (cf Ef 4.31; 5.4;
toda a eternidade (8).
1 Pe 2.1).
1 2 2 .1 -9 Uma romagem para a cidade de Jerusalém e o
120.4 Zimbro. Uma árvore que produz um fogo ardente, du­
Templo.
radouro.
120.5 Meseque... Quedar. Duas regiões de povos nômades e 122.2 Pararam. A chegada dos peregrinos.
incivilizados, que não quiseram permitir aos israelitas restau­ 122.3 Compacta. Quando o povo de Deus estava no cati­
rarem Jerusalém. veiro, Jerusalém existia, porém, quase sem moradias; quando
1 2 1 .1 -8 A vigilância perpétua de Deus sobre aqueles que se da restauração, foi reconstruída palmo a palmo.
inclinam para Ele. É um grande apelo para confiarmos em 122.4 Freqüenta-se o culto divino não somente para pedir
Deus em todas as circunstâncias. bênçãos, mas também para exprimir nossa espontânea grati­
121.1 Os montes. O culto idólatra dos baalins realizava-se dão por tudo que vem de Deus (Sl 116.12).
5 Lá estão os tronos de justiça ,b 1 22 .5 i> D t!7 .8 ;
2 C r19.8
Deus, nosso protetor e libertador
os tronos da casa de Davi. Cântico de romagem. De Davi
6 Orai pela paz de Jerusalém!c
Sejam prósperos os que te Salmo 124
amam.
7 Reine paz dentro de teus muros 1 Não fosse o S en ho r/
e prosperidade nos teus palácios. 122.6 CSI 51.18 que esteve ao nosso lado,
8 Por amor dos meus irmãos Israel que o diga;
e amigos, 2 não fosse o Senhor,
eu peço: haja paz em ti! que esteve ao nosso lado,
9 Por amor da Casa do Senhor, d quando os homens
nosso Deus, 122.9 <íNe 2.10 se levantaram contra nós,
buscarei o teu bem. 3 e nos teriam engolido vivos,»
quando a sua ira se acendeu
Solicitude por auxílio divino 4
contra nós;
as águas nos teriam submergido,
Cântico de romagem e sobre a nossa alma
123.1 eSI2.4
teria passado a torrente;
Salmo 123 5 águas impetuosas teriam passado
sobre a nossa alma.
Bendito o Senhor, que não nos deu
1 A ti, que habitas nos céus,e
6
elevo os olhos!
por presa aos dentes deles.
2 Como os olhos dos servos
estão fitos
124.1 'Sl 129.1 7 Salvou-se a nossa alma,h
como um pássaro do laço
nas mãos dos seus senhores, dos passarinheiros;
e os olhos da serva, quebrou-se o laço,
na mão de sua senhora, e nós nos vimos livres.
assim os nossos olhos estão 8 O nosso socorro está'
em o nome do Senhor,
124.3
fitos
no Senhor, nosso Deus,
gSI 56.1-2
criador do céu e da terra.
até que se compadeça de nós.
3 Tem misericórdia de nós, Fé inabalável
Senhor, Cântico de romagem
tem misericórdia;
124.7 hSl 91.3
pois estamos sobremodo fartos
de desprezo.
Salmo 125
4 A nossa alma está saturada 1 Os que confiam
do escárnio dos que estão no Senhor
à sua vontade são como o monte Sião,
e do desprezo dos soberbos. 124.8 iGn 1.1 que não se abala,

1 2 2 .6 -8 Paz. Esta palavra no uso bíblico quer dizer "perfei­ 12 4 .1 -3 Uma referência poética às várias ocasiões na história
ção", "plenitude", "contemplação" e "saúde", isto é, uma de Israel, nas quais o povo quase sucumbira às ameaças fatais.
paz dinâmica e frutífera.
124.4,5 Águas. As grandes civilizações pagãs, os impérios do
123.2 A atitude de comunhão ininterrupta com Deus, de de­
Egito, Assíria e Babilônia sempre ameaçavam inundar o povo
pendência.
de Deus com seus exércitos e também com seus vis costumes.
123.3,4 Desprezo. Um dos sofrimentos mais cruéis que um
homem pode sofrer é sér injustamente desprezado pelos seus 124.6,7 A preservação nacional do povo de Deus era consi­
semelhantes. A referência histórica à zombaria da qual o povo derada uma prova e um antegozo da salvação eterna. Laço. O
foi salvo, quando começou a reconstruir os muros de )erusa- laço do inferno é a tentação e inclinação para o pecado.
lém se acha em Ne 2.19 e 4 .1 -9 . A campanha de maledicên­
cia é descrita em Ne 6. 125.1,2 A firmeza e a segurança da Cidade Santa inspira o
1 2 4 .1 -8 Um salmo da recordação dos benefícios recebidos salmista a cantar sobre a eterna confiança do creníe
de Deus. (Gl 4 .2 4-2 6).
895 SALMO 127.5
firme para sempre. 125.3 /Pv 22.8 com júbilo ceifarão.
2 Como em redor de Jerusalém 6 Quem sai andando e chorando,
estão os montes, enquanto semeia,
assim o Senhor, voltará com júbilo,
em derredor do seu povo, 125.5 trazendo os seus feixes.
desde agora e para sempre. *S1128.6;

3 O cetro dos ímpios não Gl 6.16


Todo bem procede de Deus
permanecerá/
sobre a sorte dos justos, Cântico de romagem. De Salomão
para que o justo não estenda
a mão à iniqüidade. 126.1 'At 12.9
4 Faze o bem, Senhor, Salmo 127
aos bons e aos retos de coração. 1 Se o Senhor não edificar0
5 Quanto aos que se desviam*
para sendas tortuosas, a casa,
levá-los-á o Senhor 126.2 mjó 8.21 em vão trabalham
juntamente com os malfeitores. os que a edificam;
se o Senhor não guardar a
Paz sobre Israel!
cidade,
Consolo para os que choram 126.5 n|r 31.9 em vão vigia a sentinela.
Cântico de romagem 2 Inútil vos seráP
levantar de madrugada,
Salmo 126 repousar tarde,
comer o pão
1 Quando o Senhor ' 127.1
°S1121.3-5 que penosamente graiueastes;
restaurou aos seus amados ele o dá
a sorte de Sião, enquanto dormem.
ficamos como quem sonha. 3 Herança do Senhor são os
2 Então, a nossa boca™ filhos
127.2 pGn 3.17
se encheu de riso,
e a nossa língua, de júbilo;
o fruto do ventre, seu galardão.
4 Como flechas na mão do
então, entre as nações se dizia:
Grandes coisas o Senhor tem feito
guerreiro,
por eles. assim os filhos da mocidade.
127.3
3 Com efeito, grandes coisas <?Gn 33.5; 5 Feliz o homem que enche
fez o Senhor por nós; js 24.3-4 delesr
por isso, estamos alegres. a sua aljava;
4 Restaura, Senhor, a nossa sorte, não será envergonhado,
como as torrentes no Neguebe. quando pleitear com os inimigos
5 Os que com lágrimas semeiam" 127.5 rjó 5.4 à porta.

125.3 Cetro. A autoridade, o poderio. Promete-se um go­ 1 2 7 .1 -5 O esforço humano dissipa-se sem a orientação
verno civil que não força os homens a pecar (cf Is 11.1-10). divina.
125.4.5 Uma petição para que o sustento de Deus seja dado 127.1 Casa. Davi quis construir a Casa de Deus, mas
aos justos e uma separação aos desviados (cf Jd 18,19). este privilégio fora reservado para seu filho Salomão
1 2 6 .1 -6 Um salmo de triunfo para restauração do povo de (1 Cr 17.1-15).
Deus, depois do cativeiro em Babilônia.
127.2 Amados. O nome que Salomão recebeu era jedidias 'o
126.4 Neguebe. A parte sul de Israel que quase chega ao
amado do Senhor". Enquanto dormem. Salomão recebeu de
deserto do Sinai. A maior alegria para o viajante é encontrar
Deus, numa visão em que lhe foram feitas promessas de sabe­
ali uma torrente de água.
doria, riqueza e longevidade. A preocupação humana é infru­
126.5.6 Quem vive com fé e em obediência, mesmo em tífera, sem a bênção de Deus.
meio a dificuldades, há de ver resultados maravilhosos da sua
obra. Isto nos lembra dos israelitas que não perderam a cora­ 12 7 .3 -5 Os filhos que nascem, quando o pai é jown. m ie
gem no cativeiro. heróis fortes e operosos.
t r a .1 896
ot m arà tDeus e felicidade no lar 128.1*51112.1 todavia, não prevaleceram
Cântico de romagem contra mim.
3 Sobre o meu dorso lavraram
128.2 Hs 3.10
Salmo 128 os aradores;
nele abriram longos sulcos.
1 Bem-aventurado5 4 Mas o S e n h o r é justo;
aquele que teme 128.3 usi 52.8
cortou as cordas dos ímpios.
ao Senhor 5 Sejam envergonhados e repelidos
e anda nos seus caminhos! 128.5 *51134.3
todos os que aborrecem a Sião!
2 Do trabalho de tuas mãos comerás,' 6 Sejam como a erva dos telhados,)'
feliz serás, e tudo te irá bem. que seca antes de florescer,
3 Tua esposa, “ 128.6 7 com a qual não enche a mão
no interior de tua casa, **Gn 50.23; o ceifeiro,
será como a videira frutífera; Sl 125.5 nem os braços,
teus filhos, o que ata os feixes!
como rebentos da oliveira, 8 E também os que passam7
129.1
à roda da tua mesa. não dizem:
4 Eis como será abençoado o hómem  bênção do Senhor seja convosco!
*S1124.1;
Os 2.15
que teme ao Senhor! Nós vos abençoamos
5 O Senhor te abençoe desde Sião/ em nome do Senhor!
para que vejas a prosperidade 129.6 k SI 37.2
de Jerusalém Das profundezas clamo ao S e n h o r
durante os dias de tua vida, Cântico de romagem
6 vejas os filhos de teus filhos .w 129.8 z Rt 2.4

Paz sobre Israel! Salmo 130


Recordação de libertações 130.1 o Lm 3.55 1 Das profundezas0
clamo a ti, Senhor.
Cântico de romagem
2 Escuta, Senhor, a minha voz;
Salmo 129
130.3 &SI 143.2 estejam alertas os teus ouvidos
às minhas súplicas.
1 Muitas vezes* 3 Se observares, Senhor, b
130.4 cÊx 34.7;
me angustiaram iniqüidades,
IRs 8.40;
desde a minha mocidade, Jr 33.8-9 quem, Senhor, subsistirá?
Israel què o di£a; 4 Contigo, porém, está o perdão,c
2 desde a minha mocidade, para que te temam.
me angustiaram, 130.5 d Sl 27.14 5 Aguardo o Senhor, d

1 2 8 .1 -6 A vida piedosa é proveitosa também aqui na terra 129.3 Aradores. A perseguição a Israel foi feita como se se
(1 Tm 4.8), tanto no trabalho, como no lar, e na coletividade tratasse de sulcar e revirar a terra inanimada.
nacional. 129.4 Cordas. As imposições no cativeiro.
128.1.2 O trabalho prospera quando feito no temor de Deus 129.6,7 Erva. Não tendo terreno profundo, esta erva tem
(127.1-2). pouca duração (cf Mc 4.5,6). Assim é aquele que planeja
128.3 Videira. Uma fonte de alegria, se devidamente cui­ contra a vontade de Deus.
dada. Oliveira. A árvore da vitalidade. 129.8 A bênção. A saudação tradicional dirigida pelos tran­
128.5,6 Prosperidade nacional, na pacífica expansão da po­ seuntes aos ceifeiros, e a resposta.
pulação. 1 3 0 .1 -8 A oração e a esperança de cada israelita que passara
128.5 Desde Sião. DeSde o lugar onde se erguia o Templo pelo castigo do cativeiro.
central, desde o lugar no qual Jesus foi crucificado pelas nos­
130.1 Profundezas. Do meio do desespero, o crente eleva sua
sas transgressões, desde a morada celestial de Deus
oração a Deus. • N. Hom. Ninguém é livre do pecado (3;
(Hb 12.22-24). Rm 3.23). Todos merecem, portanto, o castigo da morte
12 9 .1 -8 A derrota dos perseguidores do povo de Deus. eterna (Rm 6.23). Existe, portanto, o perdão divino para os
129.2 Mocidade. O tempo de ser uma nova nação que se convertem e o pedem (4). É a salvação que Jesus Cristo
(cf Os 11.1). ganhou para nós (Rm 8.1; 1 Pe 1.18-21).
897 SALMO 132.11
a minha alma o aguarda; 130.6 «Sl 63.6 Uma promessa antiga
eu espero na sua palavra. Cântico de romagem
130.7 'Sl 86.5;
6 A minha alma anseia pelo Is 55.7
Senhore Salmo 132
mais do que os guardas 130.8 sTt 2.14
pelo romper da manhã. 1 Lembra-te, Senhor,
Mais do que os guardas 131.1 a favor de Davi,
/■Rm 12.16 de todas as suas provações;
pelo romper da manhã,
7 espere Israel no S en ho r/ 131.2'Mt 18.3;
2 de como jurou ao Senhor *
pois no Senhor há misericórdia; 1Co 14.20 e fez votos ao Poderoso de Jacó;
nele, copiosa redenção. 3 Não entrarei na tenda
8 É ele quem redime a Israel? 131.3/Sl 130.7 em que moro,
de todas as suas iniqüidades. nem subirei ao leito
132.2 em que repouso,
*Gn 49.24
Calma em Deus 4 não darei sono aos meus olhos,'
nem repouso às minhas pálpebras,
132.4'Pv 6.4
Cântico de romagem. De Davi 5 até que eu encontre lugarm
132.5 mAt 7.46 para o Senhor,
Salmo 131 morada para o Poderoso de Jacó.
132.6 6 Ouvimos dizer que a arca”
1 SENHOR, não é soberboh "ISm 7.1;
se achava em Efrata
o meu coração, 1Cr 13.5
e a encontramos no campo de Jaar.
nem altivo o meu olhar; 7 Entremos na sua morada,0
132.7 oSl 5.7
não ando à procura adoremos ante p estrado
de grandes coisas, 132.8 de seus pés.
nem de coisas maravilhosas pNm 10.35;
2 0 6.41-42
8 Levanta-te, SENHOR, entra no lugarP
demais do teu repouso,
para mim. tu e a arca de tua fortaleza.
132.9
2 Pelo contrário, fiz calar' qJó 29.14; 9 Vistam-se de justiça?
e sossegar a minha alma; Is 61.10 os teus sacerdotes,
como a criança desmamada e exultem os teus fiéis.
132.10 <-(8-10)
se aquieta nos braços de 2Cr6.41-42 10 Por amor de Davi, teu servo,
sua mãe, não desprezes
como essa criança é a minha alma 132.11 o rosto do teu ungido/
para comigo. *2Sm 7.12-16; 11 O Senhor jurou a Davi
3 Espera, ó Israel, no Senhor,/
1Cr 17.11-14;
Sl 89.3-4; com firme juramento5
desde agora e para sempre. At 2.30 e dele não se apartará;

130.6 A angústia da sentinela contando os momentos até o 132.1 Provações. As grandes fadigas em obter Jerusalém para
fim da fadiga, da responsabilidade, do medo e da solidão. ser a cidadela do Templo (2 Sm 5 .6 -8 ).

130.7,8 Deus sempre foi conhecido em Israel como o Reden­ 132.6,7 Parece ser a parte do salmo que o povo entoava
tor (cf Jo 19.25). depois da oração do líder do coro ou do sacerdote. Efrata.
Velho nome de Belém, cidade de Davi, a região onde morava
131.1,2 Não é soberbo. A humildade é a virtude pela qual se Abinadabe, com quem a arca ficou vinte anos (2 Sm 6 .2 -5 ).
reconhece os defeitos, e o preparar necessário para se aceitar
a ajuda de Deus; confessa seus pecados para receber o per­ 132.10 A oração particular do rei "Teu ungido", que apela a
dão, e obtém-se uma mente simples para ser dirigida pela Deus por amor de seu antepassado Davi, que era um homem
sabedoria divina. segundo o coração de Deus. Assim também o crente ora em
nome de Cristo, o Ungido, o modelo e predecessor de cada
131.3 Israel. A lição aprendida na vida religiosa particular filho de Deus. Vv 8 -1 0 foram incorporados na oração dedica­
tem aplicação nacional a um povo. tória de Salomão (2 Cr 6.41,42).

1 3 2 .1 -1 8 Este salmo distingue-se dos outros "Cânticos de 132.11 Rebento. Um descendente. A palavra aparece nos
Romagem" por ser maior, e por dedicar-se aos temas da profetas para indicar o Messias que havia de «ir <h
aliança feita com Davi, o tabernáculo e o trono. Jr 2 3 .5-6 ).
>133.12 898
Um rebento da tua carne 132.13
viverem unidos os irmãos!
farei subir para o teu trono. fSI 48.1-2
2 E como o óleo precioso0
12 Se os teus filhos guardarem sobre a cabeça,
a minha aliança 132.14
o qual desce para a barba,
e o testemunho «Sl 68.16
a barba de Arão,
que eu lhes ensinar, e desce para a gola de suas vestes.
também os seus filhos 132.15
‘'Sl 147.14 3 É como o orvalho do Hermom,0
se assentarão
.
que desce sobre os montes de Sião.
para sempre no teu trono. i1J4Í.
i i iIO
í Ali, ordena o Senhqr a sua bênção
13 Pois o Senhor escolheu a Sião,1 " 2 0 6.41; e a vida para sempre.
preferiu-a por süa morada: Os 11.12
14 Este é para sempre» Convocando ao culto vespertino
o lugar do meu repouso; 132.17 Cântico de romagem
aqui habitarei, pois 0 preferi. *1Rs 11.36
15 Abençoarei com abundânciav Salmo 134
o seu mantimento 132.18
e de pão fartarei os seus pobres. /Sl 35.26 Bendizei ao Senhor, c
1
16 Vestirei de salváção w Vós todos,
os seus sacerdotes, ' 133.1 ^Cn 13.8 servos do Senhor ,
e de júbilo exultarão que assistis na Casa do Senhor ,
os seus fiéis. 133.2 nas horas da noite;
17 Ali, farei brotar a força de Davi; oh. 30.25 2 erguei as mãos para 0 santuáriod
preparei Uma lâmpada* ; e bendizei ao Senhor.
para o meu ungido. 133.3 3 De Sião te abençoe o Senhor/
18 Cobrirei de vexame Y Hv 25.21;
Sl 42.8
criador do céu e da terra!
os seus inimigos; Louvores a Deus
mas sobre ele florescerá 134.1 cl Cr 9.33
ao 0)10
oiia vUIUa.’
Salmo 135
A excelência da união fraternal 134.2 <mm 2.8
1 AleluiaK
Cântico de romagem. De Davi Louvai o nome
134.3 eSl 124.8
do Senhor;
Salmo 133 louvai-o, servos do Senhor,
135.1 ÍSI113.1 2 vós que assistisP
1 Oh! Como é bomz na Casa do Senhor,
e agradável 135.2 JSI 92.13 nos átrios da casa do nosso Deus.
132.12 A aliança descrita no salmo 8 9.27-37. perante o mundo, e uma atmosfera na qual nossa fé pode
132.13 Sião, Jerusalém (cf 78.68), A preferência do Senhor é florescer (Jo 15.1-9, 17.20-25).
pessoal. 133.2 A unção do sacerdote (Arão) é sua vocação de conser­
132.15 Pobres. A prosperidade da nação se avalia pelo con­ var o povo na comunhão com Deus, portanto, na verdadeira
forto dos mais pobres. e mútua união.
132.16 Salvação. A roupa sacerdotal do servo de Deus não é 133.3 Orvalho. Naquelas regiões, o orvalho faz os campos
uma toga preta, mas é a consciência de ser salvo pela graça florescerem e produzirem boas ceifas.
do Senhor Jesus. Este encherá sua congregação de júbilo 1 34.1-3 Esta bênção encerra a coleção de "Cânticos de ro­
(cf Ap 6.11; 7.9; 19.8). • N. Hom. A dedicação de Davi magem", salmos 120 a 134.
em servir ao Senhor (1 - 5 ) . A recuperação da arca,
134.1 Servos. Os levitas que tinham de fazer o serviço no
cf 2 Sm 6 .1 -1 9 (6 -7 ). A oração que acompanhava os movi­
Templo durante a noite (1 Cr 9.33).
mentos da arca (Nm 10.35 e 2 Cr 6.4; 8 -1 0 ). A aliança que
Deus fez com Davi naquela ocasjão (1 1 -1 2 ). Uma extensão, 134.2 Erguei. A posição de oração (cf Êx 17.12).
atualização e aplicação dessa aliança para a vida do povo de 135.1-21 O dever agradável de louvar a Deus baseia-se na
Deus (1 3 -1 8 ). revelação do poder e da bondade de Deus.
133.1 A união que este salmo descreve depende tão-so- 135.1.2 Aqueles que têm o privilégio de assistir na casa de
mente dà união de cada irmão individualmente com o Se­ Deus, devem saber louvá-lo dignamente, nas suas atitudes
nhor. Só esta união pode apresentar um testemunho eficiente diárias.
899 SALMO 136.1
•3 Louvai ao Senhor/ 135.3
hS\ 119.68
em herança a Israel, seu povo.
porque o Senhor é bom; 13 O teu nome, S e n h o r ^
cantai louvores ao seu nome, 135.4'Êx 19.5 subsiste para sempre;
porque é agradável. 135.5/Sl 95.3 a tua memória, S e n h o r , passará
4 Pois o Senhor escolheu para si' 135.6 *S1115.3 de geração em geração.
a Jacó 14 Pois o S e n h o r julga ao seu povo5
135.7
e a Israel, para sua possessão. /Jó 28.25-26; e se compadece dos seus servos.
5 Com efeito, eu sei que o Senhor) Zc 10.1 15 Os ídolos das nações1
é grande 135.8 são prata e ouro,
e que o nosso Deus está acima m-Êx 12.12; obra das mãos dos homens,
Sl 78.51
de todos os deuses. 16 Têm boca e não falam;
6 Tudo quanto aprouve ao Senhor,* 135.9
"1x7.1-25
têm olhos e não vêem;
ele o fez, 17 têm ouvidos e não ouvem;
135.10 pois não há alento de vida»
nos céus e na terra, °Nm 21.24-26;
no mar é em todos os abismos. Sl 136.17 em sua boca.
7 Faz subir as nuvens* 18 Como eles se tomam
135.11 pjs 12.7
dos confins dá terra, os que os fazem, ,
135.12 e todos os que neles confiam.u
faz os relâmpagos para a chuva, ?SI 78.55
faz sair o vento 19 Casa de Israel,1'
135.13 fÊx 3.15 bendizei ao S e n h o r ;
dos seus reservatórios.
8 Foi ele quem feriu ós primogênitos™ 13 5.T4 casa de Arão, bendizei ao S e n h o r ;
sDt 32.36
no Egito, 20 casa de Levi, bendizei ao S e n h o r ;
135.15 vós que temeis ao S e n h o r ,
tanto dos homens IS1115.4-8
como das alimárias; bendizei ao S e n h o r . •
135.18 21 Desde Sião bendito seja o S e n h o r ,*1
9 quem, no meio de ti, ó Egito," u(15-18)
operou sinais e prodígios Sl 115.4-8; que habita em Jerusalém!
contra Faraó Ap 9.20 Aleluia!

10
e todos os seus servos;
quem feriu muitas nações» 1
135.19
vS1115.9 A misericórdia de Deus
135.21
11
e tirou a vida a poderosos reis:
a Seom, rei dós amorreüs.P wS1134.3 Salmo 136
e a Ogue. rei de Basã. 136.1
*1Cr 16.34;
1 Rendei graças ao S e n h o r /
e a todos os reinos de Canáã; 20 20.21; porque elé é bom,
12 cujás terras deu em herança,? Sl 106.1 porque a siiá misericórdia

135.3,4 Quem conhece a bondade de Deus e foi chamado 135.19 Israel... Arão. Qs mesmos grupos destacados em
por Ele, tem motivos de sobra para lhe prestar louvor. Sl 115,9-11; 1 1 8.2-4, junto com "os que temem ao Se­
13 5 .5 -7 Outro motivo para louvar a Deus é Sua soberania nhor" (20).
revelada na Criação. 135.20 Levi. Aqui entra uma classe distinta de adoradores: os
135.7 Para a chuva. Para acompanhar a chuva. levitas que tinham de fazer os serviços do templo, sem ser
1 3 5 .8 -12 A soberania de Deus é revelada em amor: Salvou sacerdotes, são descritos nos w 1 e 2 e no satmo 134.
o Seu povo da escravidão e levou-o para Sua herança em 135.21 Sião. Jerusalém era o centro da adoração no AT Tam­
Canaã.
bém foi ali que Cristo morreu e ressuscitou, motivo de louvor
135.11 Seom... Ogue. Dois inimigos do povo de Israel eterno dos crentes (M q 4.2; Rm 10.4).
(Nm 2 1 .21 -35 ). Ambos quiseram servir de obstáculos para
impedir a marcha vitoriosa para sua herança. 13 6 .1 -26 A palavra aqui traduzida "misericórdia" tem um
significado mui profundo; é quase impossível traduzi-la ade­
135.13,14 A natureza (nome) de Deus é eterna, e revela-se
quadamente, porque descreve o âmago da natureza de Deus:
tanto na Sua justiça como no Seu amor que, na realidade,
É bondade, benignidade, amor, graça, favor, fidelidade e lon-
não são duas coisas separadas. Defender a justa causa do Seu
ganimidade. Só na pessoa de Jesus Cristo podemos com­
povo, na escravidão, é um ato de amor, mas envolve a des­
preender este amor persistente. Só pelo poder do Espírito
truição dos perseguidores.
Santo podemos deixar esta misericórdia crescer em nós
13 5 .1 5 -1 8 A natureza dos ídolos é inanimada e destituída (Cl 5 .2 2 -2 3 ). Neste salmo parece que a congregação tinha
de poder. de cantar o coro com cada frase, anunciado pelos levitas. O
135.19-21 O convite para todos os fiéis. histórico dó salmó é quase igual ao conteúdo do salmo 135.
M K H 013U 900
dura para sempre. 136.2 porque a sua misericórdia
Y Dt 10.17
2 Rendei graças ao Deus dos deuses/ dura para sempre;
porque a sua misericórdia 136.4 z S I 72.18 13 àquele que separou em duas partes1
dura para sempre. o mar Vermelho,
3 Rendei graças 136.5 oGn 1.1 porque a sua misericórdia
ao Senhor dos senhores, dura para sempre;
136.6 bCn 1.2
porque a sua misericórdia 14 e por entre elas
dura para sempre; 136.7 cCn 1.14 fez passar a Israel,
4 ao único que opera2 porque a sua misericórdia
grandes maravilhas, 136.8 dCn 1.16
dura para sempre;
porque a sua misericórdia 136.9 *(7-9) 15 mas precipitou no mar Vermelho
dura para sempre; Gn 1.16 a Faraó e ao seu exército,
5 àquele que com entendimento porque a sua misericórdia
fez os céus0, 136.10 dura para sempre;/'
'Êx 12.29
porque a sua misericórdia 16 àquele que conduziu o seu povo*
dura para sempre; 136.11 pelo deserto,
6 àquele que estendeu a terra* SÊx 12.51 porque a sua misericórdia
sobre as águas, dura para sempre;
136.12 <>Êx 6.6
porque a sua misericórdia 17 àquele que feriu grandes reis,'
dura para sempre; 136.13 porque a sua misericórdia
7 àquele que fezc 'Êx 14.21-22 dura para sempre;
os grandes luminares, 18 e tirou a vida a famosos reis,m
136.15/(13-15)
porque a sua misericórdia Êx 14.21-29 porque a sua misericórdia
dura para sempre; dura para sempre;
8 o sol para presidir o dia,d 136.16 19 a Seom", rei dos amorreus,
porque a sua misericórdia *Êx 13.18
porque a sua misericórdia
dura para sempre; 136.17 dura para sempre;
9 a lua e as estrelas 135.10-11
'S l 20 e a Ogue°, rei de Basã,
para presidirem a noite, porque a sua misericórdia
porque a sua misericórdia 136.18 dura para sempre;
mDt29.7
dura para sempre;* 21 cujas terras deu em herança, P
10 àquele que feriu o Egito 136.19 porque a sua misericórdia
nos seus primogênitos <, "Nm 21.21-30 dura para sempre;
porque a sua misericórdia 22 em herança a Israel, seu servo,
136.20
dura para sempre; °Nm 21.31-35 porque a sua misericórdia
11 e tirou a Israel? do meio deles, dura para sempre;
porque a sua misericórdia 136.21 J>)s12.1 23 a quem sè lembrou de nós9
dura para sempre; em nosso abatimento,
136.23
12 com mão poderosa^ <?Gn 8.1; porque a sua misericórdia
e braço estendido, Sl 113.7 dura para sempre;

136.5 Entendimento. A existência do universo se atribui à sa­ les, destrói as nações pagãs entregando suas terras para ser a
bedoria divina em Pv 3 .19-20. herança dos fiéis. Desse modo, Israel é mordomo de Deus; o
1 3 6 .5 -9 A história da criação é a demonstração que o Se­ Senhor impõe Seus estatutos sobre a nova nação.
nhor é realmente Deus dos deuses e Senhor dos senhores. 136.21 Terras. Ficaram com as tribos de Rúben, Cade e Ma­
Tudo existe por Ele e para Ele (Rm 11.36). nassés.
13 6 .1 0 -2 5 A bondade de Deus é demonstrada quando Seu • N . Hom. 13 6 .2 3 -2 5 O povo que Deus resgatou pode
poder se emprega em atos de salvação. confiar Nele para animar os abatidos, libertar os cativos e
13 6 .1 0 -1 5 Êxodo do Egito, com milagres, tanto da preserva­ garantir o indispensável para satisfazer as necessidades diá­
ção dos fiéis, como da destruição dos perseguidores. rias. Assim reza também a promessa em Is 61.1—3, da qual
jesus é o cumprimento (Lc 4 .1 6 -2 1 ). O resumo disto se
136.12 Mão... braço. Maneiras de exprimir a intervenção acha nestas palavras: "Aquele que não poupou a seu próprio
enérgica de Deus. Filho, antes, por todos nós o entregou, porventura não nos
1 3 6 .1 6 -2 2 Deus guia Seu povo pelo deserto e, em favor de­ dará graciosamente com ele todas as coisas?" (Rm 8.32).
m SALMO 138.4
24 e nos libertou 136.25
rSI 104.27
6 Apegue-se-me a língua ao paladar/
dos nossos adversários, se me não lembrar de ti,
porque a sua misericórdia se não preferir eu Jerusalém
dura para sempre; à minha maior alegria.
25 e dá alimento a toda carne/ 7 Contra os filhos de Edom,u
137.3 JSI 79.1
porque a sua misericórdia lembra-te, S e n h o r ,
dura para sempre. do dia de Jerusalém,
26 Oh! Tributai louvores pois diziam: Arrasai, arrasai-a,
ao Deus dos céus, 137.6 (Ez 3.26
até aos fundamentos.
porque a sua misericórdia' 8 Filha da Babilônia1',
dura para sempre. que hás de ser destruída,
feliz aquele que te der o pago
Saudades da pátria do mal que nos fizeste.
137.7 ujr 49.7;
Ez 25.12 9 Feliz aquele que pegar teus filhos w
Salmo 137 e esmagá-los contra a pedra.

1 Às margens dos rios Graças a Deus por sua fidelidade


da Babilônia, 137.8 vAp 18.6 Salmo de Davi
nós nos assentávamos
e chorávamos,
Salmo 138
lembrando-nos de Sião.
2 Nos salgueiros que lá havia, 137.9 w)s 13.16 1 Render-te-ei graças/
pendurávamos as nossas harpas, Se n h o r ,
3 pois aqueles5 de todo o meu coração;
que nos levaram cativos na presença dos poderosos
nos pediam canções, 138.1 te cantarei louvores.
e os nossos opressores, «Sl 119.46 2 Prostrar-me-ei)'
que fôssemos alegres, dizendo: para o teu santo templo
Entoai-nos algum dos cânticos e louvarei o teu nome,
de Sião. por causa da tua misericórdia
4 Como, porém, haveríamos 138.2
H Rs 8.29-30;
e da tua verdade,
de entoar o canto do S en hor Is 42.21 pois magnificaste acima de tudo
em terra estranha? o teu nome e a tua palavra.
5 Se eu de ti me esquecer, 3 No dia em que eu clamei,
ó Jerusalém, tu me acudiste
que se resseque 138.4 e alentaste a força de minha alma.
a minha mão direita. *S1102.15 4 Render-te-ão graças, ó S e n h o r /

1 3 7 .1 -9 Este salmo descreve a tristeza do cativeiro em Babi­ a cidade de Jerusalém, aqui, se menciona como a cidade de
lônia e a traição dos povos vizinhos, que cooperam com a Deus. Justamente aqueles que se esqueceram dela para se
destruição de lerusalém. integrar na vida de Babilônia foram excluídos da restauração
137.2 Salgueiros. Árvores das planícies úmidas e quentes: em e perdidos para sempre da história do mundo.
contraste com as montanhas rochosas de Jerusalém. Harpas. 1 3 8 .1 -8 Deus chama o simples pecador, renova sua vida e
Instrumentos de canção alegre: não existem cânticos de leva-o a um fim vitorioso, à vida que Ele criara (Rm 8 .29-30).
gozo, e muito menos hinos de júbilo, para o justo que vê a
causa de E)eus tratada como objeto de escárnio (3). 138.1 Só a adoração que vem do íntimo do coração é aceitá­
vel diante de Deus. Poderosos. Os grandes da terra estão acos­
137.4 O canto do Senhor. Os hinos do Templo, "os cânticos
tumados a ouvir o povo cantando louvor a eles, pelo menos
de Sião", não são entoados quando o povo está sob castigo,
na sua presença, mas o salmista está pronto a testificar de
no exílio.
Deus (cfjo 5.44; 12.43).
137.5,6 O ser humano existe para glorificar a Deus e gozar
de Sua presença eternamente. Se não correspondermos a esta 138.2 A revelação da natureza divina: o nome de Deus reve­
vocação, não temos motivo de possuir mãos nem língua. lado na Sua Palavra, fonte da verdade eterna que nos ilumina
acerca da sua misericórdia.
137.7 Edom. Inimigos tradicionais de Israel que, depois dos
Exércitos de Babilônia destruírem a cidade de Jerusalém, vie­ 138.3 No dia. A resposta à oração feita com fé é imediata,
ram procurar despojos e dar fim à Santa Cidade. Nota-se que ainda que demore sua realização.
H W O U S i 902
Iodos os reis da terra, 138.6 4 Ainda a palavra me não chegous
"Sl 113.5-6;
quando ouvirem as palavras Is 57.15; 1Pe 5.5 à língua,
da tua boca, e tu, S e n h o r , já a conheces toda.
5 e cantarão os caminhos do Senhor, 5 Tu me cercas por trás e por diante
pois grande é a glória do Senhor. 138.7 e sobre mim pões a mão.
6 O Senhor é excelso, contudo,0 OSI 23.3-4 6 Tal conhecimentoh
atenta para os humildes; é maravilhoso demais para mim:
os soberbos, é sobremodo elevado,
138.8 c|ó 10.3; não o posso atingir.
ele os conhece de longe. Sl 57.2
7 Se ando em meio à tribulação/ 7 Para onde me ausentarei'
tu me refazes a vida; do teu Espírito?
estendes a mão contra a ira 139.1 <*SI17.3 Para onde fugirei da tua face?
dos meus inimigos; 8 Se subo aos céus, lá estás;/
a tua destra me salva. se faço a minha cama
8 O que a mim me concemec 139.2 no mais profundo abismo,
o Senhor levará a bom termo; e2Rs19.27; lá estás também;
a tua misericórdia, ó Senhor, Jo 2.24-25
9 se tomo as asas da alvorada
dura para sempre; e me detenho
não desampares as obras 139.3 f)ó 31.4
nos confins dos mares,
das tuas mãos. 10 ainda lá me haverá de guiar
a tua mão,
Deus onisciente e onipotente 139.4 9 Hb 4.13
e a tua destra me susterá.
Ao mestre de canto. Salmo de Davi 11 Se eu digo: as trevas, com efeito,
me encobrirão,
Salmo 139 139.6 h\ó 42.3 e a luz ao redor de mim
se fará noite,
1 SENHOR, tu me sondasd 12 até as próprias trevas k
e me conheces. 139.7 íjr 23.24 não te serão escuras:
2 Sabes quando me assentoe as trevas e a luz são a mesma coisa.
e quando me levanto; 13 Pois tu formaste o meu interior
de longe penetras 139.8 /Jó 26.6; tu me teceste
Am 9.2-4 no seio de minha mãe.
os meus pensamentos.
3 Esquadrinhas o meu andar^ 14 Graças te dou, visto que por modo
e o meu deitar assombrosamente maravilhoso
139.12
e conheces *Jó 26.6; me formaste;
todos os meus caminhos. Hb4.13 as tuas obras são admiráveis,

138.6 De longe. Isto significa rejeição para os soberbos, os 139.4 já... conheces. Deus conhece nossos pensamentos an­
orgulhosos que adoram a si mesmos. Os humildes apresen­ tes de nós.
tam corações abertos à atuação de Deus (Lc 1.51,52; 139.5 A perpétua presença de Deus ao redor do homem,
Tg 4.6,7). cuja vida está nas Suas mãos.
138.7 A ajuda de Deus é uma realidade tão concreta que o 139.6 Em face de tão elevado conhecimento de Deus, o ser
crente não perde a confiança, mesmo nas horas difíceis humano só pode, humildemente, reconhecer sua pequenez e
(116.10-13). limitação de entendimento.
138.8 Deus, pela obra de Jesus Cristo, é o Autor, Mediador e 139.7 O Espírito de Deus, presente na hora da criação, não
Aperfeiçoador da nossa fé. Três vezes, neste versículo, há pro­ poderia estar ausente de nenhuma parte do universo.
messas de imutabilidade da graça de Deus. 1 3 9 .8 -1 0 A providência divina não tolera nenhum limite. Jo-
1 3 9 .1 -24 Deus conhece nosso coração; Deus está presente nas tentou fugir da sua vocação, e viu que as próprias forças
em cada lugar; Deus tem nosso destino nas Suas mãos; Deus físicas da natureza trabalharam para reconduzi-lo ao dever
vai destruir o pecado do meio do universo. (|n 1 -3 ). Essa providência onipresente se revela, sobretudo,
139.2 Assento... levanto. Deus está seguindo, examinando e no amor de Cristo Jesus (Rm 8.37,39).
desejando guiar as mais simples atividades diárias. 139.11,12 A escuridão serve para esconder um ser mortal,
139.3 Caminhos. Esta palavra inclui os pensamentos, o agir e limitado, de seu semelhante, mas para Deus não há ele­
o não agir (o assentar-se e o levantar-se), o andar e o deitar- mento, no universo, que seja trevas quando Ele, a luz do
se, as diretrizes da nossa vida. mundo, se aproxima (1 Jo 1.5).
903 SALMO 140.7
e a minha alma o sabe muito bem; 139.15 os meus pensamentos;
15 os meus ossos'
ÍJÓ 10.8-9
24 vê se há em mimr
não te foram encobertos, algum caminho mau
quando no oculto 139.17
e guia-me pelo caminho eterno.
fui formado e entretecido mSI 40.5
como nas profundezas da terra. Contra inimigos e perfídias
16 Os teus olhos me viram
a substância ainda informe, 139.19
Ao mestre de canto. Salmo de Davi
e no teu livro foram escritos "St 119.115
todos os meus dias, Salmo 140
cada um deles escrito
e determinado, 139.20 o|d 1.15 1 Livra-me, Senhor,5
quando nem um deles havia ainda.
do homem perverso,
17 Que preciosos para mim, ó Deus,™ guarda-me do homem violento,
são os teus pensamentos! 139.21 2 cujo coração maquina iniqüidades'
E como é grande a soma deles!
P 2019.2 e vive forjando contendas.
18 Se os contasse, 3 Aguçam á língua como a serpente;
excedem os grãos de arèia; sob os lábios
contaria, contaria,
139.23 <?|ó 31.6 têm veneno de áspideu.
sem jamais chegar ao fim. 4 Guarda-me, S en h o r/
19 Tomara, ó Deus,” da mão dos ímpios,
desses cabo do perverso;
139.24 rSI S.8
preserva-me do homem violento,
apartai-vos, pois, de mim, os quais se empenham
homens de sangue. por me desviar os passos.
20 Eles se rebelam insidiosamente0
140.1 JS1140.4
5 Os soberbos ocultaram armadilhas w
contra ti e cordas contra mim,
e como teus inimigos falam malícia. 140.2 (Sl 56.6
estenderam-me uma rede
21 Não aborreço eu, Senhor, p à beira do caminho,
os que te aborrecem? armaram ciladas contra mim.
E não abomino os que contra ti 140.3 “ Rm 3.13 6 Digo ao Senhor: tu és o meu Deus;
se levantam? acode, Senhor, à voz
22 Aborreço-os com ódio consumado; das minhas súplicas.
para mim são inimigos de fato. 140.4 vSI 74.1 7 Ó Senhor, força
23 Sonda-me, ó Deus, e conhecei da minha salvação,
o meu coração, tu me protegeste a cabeça
prova-me e conhece 140.5 wSI 35.7 no dia da batalha.
139.15 Profundezas da terra. í uma descrição poética do ven­ dentro da providência divina, portanto deve entrar em har­
tre materno. monia com os desígnios de Deus (1 3 -1 8 ); 4 ) O homem que
139.16 Deus nos esquadrinha ãntes da nossa existência, aprende a se render à graça divina reconhece a perversidade
quando determina sobre os nossos dias (cf Rm 8 .2 9-3 0; da rebelião contra Deus, repudia-a nos outros e pede que
9.11). Deus elimine toda raiz de pecado no seu próprio coração.
139.17,18 A Palavra de Deus, estudada por aqueles que 14 0 .1 -13 A propaganda e luta infernal contra os fiéis se des­
amam a Deus, é uma fonte inesgotável de gozo é de sabe­ creve com uma oração pela derrota total dos que tramam a
doria. maledicência.
1 4 0 .1 -5 Uma descrição poética das tramas de politicagem
13 9 .1 9 -2 2 Quem conhece a Deus, que é "tão puro de olhos
contra um servo de Deus, vítima da calúnia do mundo.
que não pode ver o mal" (Hc 1 .12-13), deve ter o mesmo
ódio que |esus revelou contra o pecado. 140.3 A maledicência é descrita como a própria peçonha da
serpente. Aguçam a língua. Preparam-na para ferir e picar.
139.23,24 Quem quer clamar contra os pecados de outrem,
Talvez se refira a uma maldição proferida contra Davi.
deve cuidar de estar submisso à disciplina santificadora de
Deus (cf 2 Co 12.9,10; Hb 12.10; Tg 1 .2 -3 ). • N. Hom. 140.6 Reconhecer Deus como soberano, em nossas vidas, faz
1) O homem é limitado pelo poder de Dèüs, que sabe de parte da atitude da oração, na qual podemos fazer nossas
antemão tudo o que pensa (1 -6 ); 2) O homem tenta fugir súplicas.
desta limitação, mas todo o espaço está nas mãos de Deus 140.7 Reconhecer Deus como nosso Salvador põe-nos den­
(7 -1 2 ); 3) O homem reconhece que até suas origens estão tro do alcance da proteção divina.
SALM O 14*8 904
8 Não concedas, S e n h o r , a o ím p io * 140.8 3 Põe guarda, S e n h o r ,
os seus desejos; «Dt 32.27
à minha boca;
não permitas que vingue vigia a porta dos meus lábios.
o seu mau propósito. 4 Não permitas que meu coraçãod
9 Se exaltam a cabeça)' 140.9 kSI 7.16 se incline para o mal,
os que me cercam, para a prática da perversidade
cubra-os a maldade dos seus lábios. na companhia de homens
10 Caiam sobre eles brasas vivas,z que são malfeitores;
sejam atirados ao fogo, 140.10 ZS111.6
e não coma eu das suas iguarias.
lançados em abismos 5 Fira-me o justo, será isso
para que não mais se levantem. mercê ;e
11 O caluniador não se estabelecerá 140.12 repreenda-me, será como óleo
na terra; o1Rs 8.45
sobre a minha cabeça,
ao homem violento, a qual não há de rejeitá-lo.
o mal o perseguirá Continuarei a orar
com golpe sobre golpe. 141.1 651 70.5 enquanto os perversos
12 Sei que o Senhor manterá0 praticam maldade.
a causa do oprimido 6 Os seus juizes serão precipitados
e o direito do necessitado. penha abaixo,
13 Assim, os justos renderão 141.2 cAp 5.8
mas ouvirão as minhas palavras,
graças que são agradáveis,
ao teu nome; 7 ainda que sejam espalhadosf
os retos habitarão na tua presença. 141.4 tfpv 23.6 os meus ossos
Oração vespertina por santificação à boca da sepultura,
e proteção quando se lavra e sulca a
141.5 «Pv 9.8 terra.
Salmo de Davi 8 Pois em ti, S e n h o r Deus,?
estão fitos os meus olhos:
Salmo 141
em ti confio; não desamparés
141.7 f2Co 1.9 a minha alma.
1 SENHOR, a ti clamo,6
dá-te pressa 9 Guarda-me dos laçosh
em me acudir; que me armaram
inclina os ouvidos à minha voz, 141.8 e das armadilhas
quando te invoco. 920 20.12 dos que praticam iniqüidade.
2 Suba à tua presença a minha oração, 10 Caiam os ímpios
como incensoc, nas suas próprias redes,
e seja o erguer de minhas mãos 141.9 enquanto eu, nesse meio tempo,
como oferenda vespertina. « 1 1 9.1 1 0 me salvo incólume.

14 0 .8 -10 As súplicas para a proteção total das obras do Ma­ 141.3 Põeguarda. Contra o perigo de tomar parte na maledi­
ligno e dos seus seguidores. cência (veja-se 140).
140.12,13 A fé na justiça divina aponta para o futuro, 141.4 Na busca da santidade não há apenas o desejo de ser
quando os justos viverão em eterna felicidade. * N. Hom. A livrado do pecado, e de suas conseqüências, mas quer ser
maledicência é um entorpecente que parece ser atraente na livre de toda inclinação interior para o mal.
hora, mas embota a inteligência, arruina a saúde, paralisa a 141.5 O benefício da correção e da disciplina vale mais na
consciência e corrompe a vida espiritual. É a fonte de acessos balança do que a tristeza que acarretam.
de raiva, piores do que as crises dos bêbados. É a própria 141.6,7 Os guias cegos que o povo escolheu no lugar do
destruição (em gr Apoliom, que é um dos nomes do diabo, servo de Deus caem na destruição; daí o povo volta a ouvir as
Ap 9.11). palavras do profeta, mesmo depois da morte dele.
141.2 O erguer de minhas mãos. Isto teria lugar em atitude de 1 4 1 .8 -10 A confiança do crente, de que ele será vindicado e
oração, o que perante Deus tem mais valor do que oblações os maus derrotados (6,7), está firmada na sua comunhão com
e oferendas. Deus.
905 SALMO 143.8
O nçio no meio de grande perigo 142.1
f IS m 24.3
Súplica por libertação
Salmo didático de Davi. Salmo de Davi
Oração quefez quando estava
na caverna' 142.2 Salmo 143
/Sl 102 título
1 Atende, Senhor, p
Salmo 142 a minha oração,
1 Ao Senhor 142.3 *SI140.5 dá ouvidos às minhas súplicas.
ergo a minha voz Responde-me,
e clamo, 142.4'Sl 31.11
segundo a tua fidelidade,
com a minha voz segundo a tua justiça.
suplico ao Senhor . 2 Não entres em juízo
com o teu servo,
2 Derramo perante ele' 142.5 rnSI 16.5
porque à tua vista não há justo
a minha queixa,
nenhum viventeí.
à sua presença exponho 142.6 "S in 6.6 3 Pois o inimigo me tem perseguido
a minha tribulação.
a alma;
3 Quando dentro de mim*
tem arrojado por terra
me esmorece o espírito, 142.7 °SI13.6
a minha vida;
conheces a minha vereda.
tem-me feito habitar na escuridão,
No caminho em que ando,
143.1 PSI 31.1 como aqueles que morreram
me ocultam armadilha.
há muito.
4 Olha à minha direita e vê,1 4 Por isso, dentro de minir
pois não há quem me reconheça, 143.2 esmorece o meu espírito,
nenhum lugar de refúgio, íRm 3.20; e o coração se vê turbado.
ninguém que por mim se interesse. Cl 2.16
5 Lembro-me dos dias de outrora,5
5 A ti clamo, Senhor, m penso em todos os teus feitos
e digo: tu és o meu refugio, e considero
143.4 i-SI 77.3
o meu quinhão nas obras das tuas mãos.
na terra dos viventes. 6 A ti levanto as mãos;f
6 Atende o meu clamor," 143.5 *SI 77.5 a minha alma anseia por ti,
pois me vejo muito fraco. como terra sedenta.
Livra-me dos meus perseguidores,
143.6 (Sl 63.1
7 Dá-te pressa, Senhor,u
porque são mais fortes do que eu. em responder-me;
7 Tira a minha alma do cárcere,0 o espírito me desfalece;
para que eu dê graças 143.7 usi 28.1 não me escondas a tua face,
ao teu nome; para que eu não me tome
os justos me rodearão, como os que baixam à cova.
quando me fizeres esse bem. 143.8 *SI 5.8 8 Faze-meou vir, pela manhã,1'

1 4 2 .1 -7 A tribulação e o perigo são assuntos qge levam o 1 4 3 .1 -1 2 Este é o quarto salmo consecutivo que fala em
crente à oração. maquinações contra os fiéis. Repete as idéias dos salmos
142.2 Derramo. Expondo'na oração o assunto angustioso. 140-142, as quais levam à conclusão vitoriosa.
142.3 Vereda. :. caminho. Deus quer guiar o crente pelas vias 143.1 A oração deve ser feita com plena confiança na fideli­
frutíferas da vida (23.3), sendo conhecedor dos intuitos trai­ dade e justiça divinas.
çoeiros dos ímpios. 143.2 Veja a nota de Sl 13 0 .3 -4, e as referências acima no
142.4,5 Feliz é aquele que sente que não pode depender dos rodapé. O salmista estriba-se na graça divina.
homens, pois assim aprende a depender de Deus e submeter- 1 4 3 .3 -6 Depois de descrever a situação física, e angústia ín­
se cada vez mais à Sua vontade. tima, o salmista traz à mente a salvação que Deus tem reve­
142.6 Na fraqueza o crente é forte, por isso se dispõe a per­ lado e, assim, recorre à oração.
mitir ao poder de Deus guiar sua vida (2 Co 1 2 .9-10). 143.6 Levanto as mãos. O gesto da oração.
142.7 Aquele que pede com fé, em sua oração, regozijá-se 143.7 A urgência da petição se redobra, visto que há perigo
de antemão com o resultado feliz, que está seguro nas mãos mortal para o corpo e a alma.
de Deus. 143.8-11 A confiança na graça divina é acompanhada por
da tua graça, 143.10
»Ne 9.20;
aquele em quem confio
pois em ti confio; Is 26.10 e quem me submete o meu povo.
mostra-me o caminho 3 SENHOR, que é o homemb
por onde devo andar, 143.11 para que dele
porque a ti elevo a minha alma. *SI 119.25 tomes conhecimento?
9 Livra-me, Senhor, E o filho do homem,
dos meus inimigos; 143.12 ySI 54.5
para que o estimes?
pois em ti é que me refugio. 144.1
4 O homem é como um sopro;c
10 Ensina-me a fazer a tua vontade,"' /2Sm 22.35 os seus dias,
pois tu és o meu Deus; como a sombra que passa.
guie-me o teu bom Espírito 144.2 5 Abaixa, Senhor, os teus céusd
por. terreno plano. °2Sm 22.2-3 e desce;
11 Vivifica-me, Senhor,* 144.3
toca os montes, e fumegarão.
por amor do teu nome; 6JÓ 7.17-18; 6 Despede relâmpagos e
por amor da tua justiça, Sl 8.4 e dispersa os meus inimigos;
tira da tribulação a minha alma. arremessa as tuas flechas
12 E, por tua misericórdia,)' 144.4 C|ó 4.19 e desbarata-os.
dá cabo dos meus inimigos 7 Estende a mão lá do alto/
e destrói todos os que me atribulam 144.5 dSI 18.9 livra-me e arrebata-me
a alma, das muitas águas
144.6
pois eu sou teu servo. «■Sl 18.13-14 e do poder de estranhos,
8 cuja boca profere mentiras ,9
Ações de graças pela proteção de Deus 144.7 'Sl 18.11; e cuja direita
Ml 2.11 é direita de falsidade.
Salmo de Davi
9 A ti, ó Deus, entoarei novo cântico ;h
144.8 sSI 12.2 no saltério de dez cordas,
Salmo 144
te cantarei louvores.
1 Bendito seja o Senhor,z
144.9
»>SI 33.2-3 10 É ele quem dá aos reis a vitória;'
rocha minha, quem livra da espada maligna
que me adestra as mãos 144.10 a Davi, seu servo.
para a batalha 'Sl 18.50 11 Livra-me e salva-me/
e os dedos, para a guerra; do poder de estranhos,
2 minha misericórdia0 144.11
cuja boca profere mentiras,
/Sl 144.7-8
e fortaleza minha, e cuja direita
meu alto refúgio e meu libertador, 144.12 é direita de falsidade.
meu escudo, * Sl 128.3 12 Que nossos filhos k
uma atitude de obediência completa, na qual a própria alma 144.3,4 A oração nunca se baseia no valor do ser humano,
se oferece a Deus. mas sim na graça de Deus. Se Deus se digna a notar nossa
• N. Hom. 143.10 Reconhecer o nosso Deus é desejar a presença, é inteiramente por causa do Seu amor.
Sua vontade. Os Dez Mandamentos não foram dados antes 1 4 4 .5 -8 O satmista está desejando uma intervenção dramá­
de Deus relembrar ao povo o que Ele é e o que Ele fez (Êx tica e cósmica, para tirá-lo dos perigos. O poder eterno de
20.2). Quem quer pedir a consolação e o conselho do Espírito Deus não retém Seu cuidado de cada indivíduo.
Santo, precisa reconhecer o amor de Deus (joão 14.13-17). 144.7 Águas. Perigos que cercam a vítima de todos os lados,
143.11 justiça. Não se trata do juízo punitivo mas sim a "jus­ e mais especialmente, uma figura de povos, exércitos e mul­
tificação" ou a "vitória" do amor de Deus, que cancela a- tidões.
fraqueza humana ao fazer o novo homem (cf 2 Co 5.17). 144.8 Mentiras. A mentira, a calúnia e a falsificação são pode­
143.12 A destruição dos servos do Maligno também é uma rosas armas do diabo para afligir o crente (Jo 8.44).
grande demonstração do amor da justiça de Deus. 144.9 A oração se faz acompanhar por hinos de louvor (cf o
1 4 4.1-15 A intervenção divina na hora do perigo e nos dias "novo cântico", Ap 5.9,10).
alegres de paz. 144.10 Vitória. Deus é soberano na história do mundo e tam­
144.1 Rocha. Símbolo de refúgio e de proteção. bém está ao lado dos indivíduos que confiam nEle.
144.2 O meu povo. É uma oração de um rei que dá graças 1 4 4 .1 2 -1 4 Pedem-se filhos que sejam um apoio e uma ale­
pela ajuda divina ao firmar sua autoridade real (18 .4 6 -4 8). gria (12), e a prosperidade nacional (1 3 -1 4 ).
SALMO 145.13
« u m. na sua mocidade, 144.15 e mui digno de ser louvado;
'Dt 33.29
oomo plantas viçosas, a sua grandeza é insondável.
e mossas filhas, 4 Uma geração louvará"
oorao pedras angulares, a outra geração as tuas obras
lavradas como colunas de palácio; e anunciará os teus poderosos feitos.
13 «ac transbordem 5 Meditarei no glorioso esplendor
os nossos celeiros, 145.3’ m|ó 5.9; da tua majestade
«olhados de toda sorte Rm 11.33 e nas tuas maravilhas.
de provisões; 6 Falar-se-á do poder
que os nossos rebanhos dos teus feitos tremendos,
produzam a milhares e contarei a tua grandeza.
e a dezenas de milhares, 7 Divulgarão a memória
em nossos campos; 145.4 "IS 38.19 de tua muita bondade
14 que as nossas vacas e com júbilo celebrarão
andem pejadas, a tua justiça.
não lhes haja rotura, 8 Benigno e misericordioso0
nem mau sucesso. é o Senhor,
Não haja gritos de lamento tardio em irar-se
em nossas praças.
1 4 5 .8
OÊX34.6-7; e de grande clemência.
15 Bem-aventurado o povo' Sl 86.5,15 9 O Senhor é bom para todos,p
a quem assim sucede! e as suas temas misericórdias
Sim, bem-aventurado é o povo permeiam todas as suas obras.
cujo Deus é o Senhor! 10 Todas as tuas obras?
te renderão graças, Senhor ;
bondade, grandeza e providência de
.4 e os teus santos te bendirão.
Deus 145.9 PS1100.5
11 Falarão da glória do teu reino
Louvores dé Davi e confessarão o teu poder,
12 para que aos filhos dos homens
Salmo 145
se façam notórios
os teus poderosos feitos
1 Exaltar-te-ei, 145.10 <>S119.1 e a glória da majestade
ó Deus meu e Rei; do teu reino.
bendirei o teu nome 13 O teu reino é o de todos os séculos/
para todo o sempre. e o teu domínio subsiste
2 Todos os dias te bendirei por todas as gerações.
e louvarei o teu nome O Senhor é fiel
para todo o sempre.
145.13
■■S1146.10; em todas as suas palavras
3 Grande é o Senhor m ITm 1.17 e santo em. todas as suas obras.

144.15 Uma nação que é temente a Deus desfrutará os sinais e dás proclamações mencionadas nos w 4 -7 ; é a graça de
da misericórdia divina em cada aspecto da vida nacional. Deus que perdoa ao pecador e oferece-lhe Sua còmunhão
145.1-21 Este salmo contém expressões de louvor já musi­ transformadora.
cadas e algumas orações universalmente adotadas. 145.8 Estas palavras relembram a revelação' especial que
145.1,2 O propósito do crente é adorar a Deus em todo o Deus fez a Moisés (Êx 34 .6-7 ).
tempo, seja publicamente no templo, seja por suas atitudes
diárias; sabendo que essa adoração será aperfeiçoada nos 145.9 Permeiam. Até o universo físico proclama a glória de
Céus, e que durará "para todo o sempre". Deus (1 9 .1 -4 ).
145.3 Insondável. Não há maneira de o ser humano com­ 14 5 .1 0 -1 2 Se as coisas inanimadas têm a obrigação de dar
preender e conceber a infinita grandeza de Deus graças a Deus, muito mais Seus santos, seres racionais, salvos
(Rm 11.33-36). pór Seu amor, têm a finalidade missionária de serem arautos
14 5 .4 -6 Tanto gerações inteiras, como cada indivíduo, têm de Deus.
de reconhecer que o poder e a glória de Deus são assuntos 145.11 Confessarão. Cada vez que caímos no fracasso ou na
inesgotáveis. derrota, estamos confessando a Satanás. Confessar o poder
145.8,9 Aqui está o motivo de louvor descrito nos w 1 -3 , de Deus é viver na fé e andar na Sua luz (cf 1 )o 1.7).
SALMO 145.14 908
14 O S e n h o r sustém os que vacilam5 145.14 enquanto eu viver.
e apruma todos os prostrados. SS1146.8
3 Não confieis em príncipes,2
15 Em ti esperam os olhos de todos,( 145.15 nem nos filhos dos homens,
e tu, a seu tempo, tS1104.27 em quem não há salvação.
lhes dás o alimento. 4 Sai-lhes o espírito,0
16 Abres a mão “ 145.16 e eles tomam ao pó;
e satisfazes de benevolência "Sl 104.21
nesse mesmo dia, perecem
a todo vivente. todos os seus desígnios.
17 Justo é o Senhor 145.18 >'Dt4.7
5 Bem-aventurado aquele que temb
em todos os seus caminhos, o Deus de Jacó por seu auxílio,
benigno em todas as suas obras. 145.20
"SI 31.23 cuja esperança está no SENHOR,
18 Perto está o Senhorv seu Deus,
de todos os que o invocam, 146.1 «Sl 103.1 6 que fez os céus e a terra ,c
de todos os que o invocam o mar e tudo o que neles há
em verdade. 146.2 e mantém para sempre
19 Ele acode yS1104.33
a sua fidelidade.
à vontade dos que o temem; 7 Que faz justiça aos oprimidosd
atende-lhes o clamor e os salva. 146.3
*S1118.8-9 e dá pão aos que têm fome.
20 O S e n h o r guarda w O Senhor liberta os encarcerados.
a todos os que o amam; 146.4 8 O Senhor abre os olhose
porém os ímpios «Sl 104.29; aos cegos,
serão exterminados. Is 2.22; 1Co 2.6
o Senhor levanta os abatidos,
21 Profira a minha boca o Senhor ama os justos.
louvores ao Senhor, 146.5
£>S1144.15 9 O Senhor guarda o peregrino/
e toda carne louve ampara o órfão e a viúva,
o seu santo nome, 146.6 cGn 1.1 porém transtorna
para todo o sempre. o caminho dos ímpios.
146.7 rfSI 68.6 10 O Senhor reina para sempre;»
A fraqueza do homem e a fidelidade de o teu Deus, ó Sião, reina
Deus 146.8 de geração em geração.
«Sl 145.14;
Lc 13.13 Aleluia!
Salmo 146
1 Aleluia!* 146.9'Dt 10.18
Louvor ao Deus Todo-Poderoso
Louva, ó minha alma,
ao Senhor. 146.10 Salmo 147
2 Louvarei ao Senhor )'
9Êx 15.18;
Ap 11.15 1 Louvai ao Senhor,'7
durante a minha vida; porque é bom e amável
cantarei louvores ao meu Deus, 147.1 »>SI 33.1 cantar louvores ao nosso Deus;

1 4 5 .1 4 -1 6 Cada ser no universo depende do sustento divino 146.6 Fidelidade. Deus é fiel às Suas promessas. Falhar s o a
(cf Cl 1.17). negar a Si mesmo (Hb 6 .1 3 -1 8 ).

145.19,20 O temor de Deus, princípio de toda a sabedoria 146.7 justiça. No sentido de proteção contra a opressão.
(111.10), também é a chave da comunhão com Deus, na 146.9 Peregrino. Órfão. Viúva. Três classes de pessoas q u e t-
qual há salvação eterna. O rejeitar a Deus é o prelúdio da cavam quase sem direitos civis, faltando-lhes o braço Igife*
destruição. família. O poder e a compaixão de Deus se rew bm « o tt
claramente nas vidas dos menos privilegiados. • N. H a i *
146.1,2 O crente louva a Deus com toda a sua alma (i.e., revelação, nos w 7 -9 , das coisas que o Senhor Deus faz g n
suas energias) e durante toda a sua vida. abençoar os oprimidos é semelhante à descrição da obra 4a
Espírito Santo (Is 6 1 .1 -7 ) que, por sua vez, acha seu cumpn-
146.3,4 "Maldito o homem que confia no homem, faz da
mento total na missão de nosso Senhor Jesus C r ê »
carne mortal o seu braço e aparta o seu coração do Senhor"
(Lc 4.1 6-2 1).
(jr 17.5).
147.1 É uma alegria grande e proveitosa cantar hinos a Deus.
146.5,6 "Bendito o homem que confia no Senhor e cuja es­ quando nosso propósito íntimo, realmente, é louvá-lo. Tal é
perança é o Senhor" (jr 17.7). o culto aceitável e aprazível a Deus.
SALMO 148.6
ân-lbe bem o cântico de louvor. 147.2 'Dt 30.3 e te farta com o melhor do trigo.
Z O Se n h o r edifica Jerusalém' 147.3/Sl 51.17; 15 Ele envia as suas ordens à terra/
e congrega os dispersos de Israel; Lc4.18 e sua palavra corre velozmente;
5 » os de coração quebrantado/ 147.4 *Cn 15.5
16 dá a neve como lã5
e lhes pensa as feridas. e espalha a geada como cinza.
•* Conta o número das estrelas,* 147.5 17 Ele arroja o seu gelo
chamando-as todas pelo seu nome. '1 Cr 16.25;
Sl 48.1 em migalhas;
5 Grande é o Senhor nosso' quem resiste ao seu frio?
e mui poderoso; 147.6
mS1146.8-9
18 Manda a sua palavra e o derrete/
o seu entendimento faz soprar o vento,
não se pode medir. 147.8 e as águas correm.
6 O Senhor ampara os humildes™ "Jó 38.26-27
19 Mostra a sua palavra a Jacó,u
e dá com os ímpios em terra. 147.9 as suas leis e os seus preceitos,
7 Cantai ao Senhor °JÓ 38.41; a Israel.
com ações de graças;
Mt 6.26
20 Não fez assimv
entoai louvores, ao som da harpa, 147.10 a nenhuma outra nação;
ao nosso Deus, pSI 33.16-18 todas ignoram os seus preceitos.
8 que cobre de nuvens os céus," 147.14 Aleluia!
prepara a chuva para a terra, <)SI 132.15
Um coro de aleluias
faz brotar nos montes a erva 147.15
9 e dá o alimento aos animais0 '•Jó 37.12
e aos filhos dos corvos, 147.16 Sjó 37.6
Salmo 148
quando clamam. 1 Aleluia!
10 Não faz caso da força do cavalo,P 147.18
Louvai ao SÉNHOR
nem se compraz
(Jó 37.10
do alto dos céus,
nos músculos do guerreiro. 147.19 louvai-o nas alturas.
11 Agrada-se o Senhor «Dt 33.2-4;
Ml 4.4 2 Louvai-o, todos os seus anjos;w
dos que o temem louvai-o,
e dos que esperam 147.20
todas as suas legiões celestes.
na sua misericórdia. ‘'Dt 4.32-34
3 Louvai-o, sol e lua;
12 Louva, Jerusalém, ao Senhor; 148.2 louvai-o,
louva, Sião, ao teu Deus. "S1103.20-21
todas as estrelas luzentes.
13 Pois ele reforçou as trancas 148.4 *Gn 1.7; 4 Louvai-o, céus dos céus*
das tuas portas 1Rs 8.27; e as águas que estão
e abençoou os teus filhos, 2Co 12.2
acima do firmamento.
dentro de ti; 148.5 yCn 1.1; 5 Louvem o nome do S e n h o r ,/
14 estabeleceu a paz 9 Sl 33.6,9
pois mandou ele, e foram criados.
nas tuas fronteiras 148.6 'Sl 89.37 6 E os estabeleceuz

1 4 7 .2 -6 Nota-se que o mesmo poder de Deus que dirige o las bênçãos cfvícas derramadas sobre o Seu povo.
universo aplica-sé na restauração do seu povo (2), no con­ 1 4 7 .1 5 -1 8 A soberania absoluta de Deus em cada pormenor
forto dos aflitos (3) e na proteção dos fracos (6). do universo físico.
147.4 Conta. Determina a existência. 147.15 Velozmente. Vê-se no primeiro capítulo de Gênesis
147.5 Medir. Cf Is 40.28. que, quando a voz de Deus soa no universo, cumpre-se à
14 7 .7 -9 Um novo convite a louvar a Deus é reforçado com risca a Sua ordem.
ações de graças e música instrumental, apelando para a reve­ 147.19,20 A bênção específica, pela qual o povo de Deus
lação de Deus pela natureza. (Israel) fica eternamente grato, é a revelação da Sua vontade
147.10.11 A vitória na vida terrestre, ou na eterna, não de­ em Sua Palavra.
pende da débil força humana, mas sim, humildemente, da 1 4 8 .1 -6 O louvor dos seres e dos objetos fora da terra, dos
graça do onipotente Deus, na qual ele confia (33.16-19). anjos e das estrelas (os legiões celestes).
147.11 Quem quiser agradar a Deus não tem nada mais a 148.5 Mandou. Os salmos 33.6 e 107.20 mostram a força da
fazer senão ter fé na Sua graça e obedecer à Sua Palavra palavra de Deus em criar todas as coisas e em restaurá-las.
(Rm 4.5; 8.4; 2 Tm 2.15). 148.6 Estabeleceu. O Criador ainda trabalha até hoje, na pre­
1 4 7.12-14 Mais um convite a louvar a Deus - desta vez pe­ servação e na ordenação do universo (Jo 5.17). Ordem. Para
SALMO 148.7 910
para todo o sempre; 148.7 “ 1543.20 Regozije-se Israel no seu Criador ,9
fixou-lhes uma ordem exultem no seu Rei
que não passará. os filhos de Sião.
7 Louvai ao Senhor da terra/ 148.8 Louvem-lhe o nome com flauta/
í>SI 147.15-18
monstros marinhos e abismos todos; cantem-lhe salmos
8 fogo e saraiva, neve e vapor* com adufe e harpa.
e ventos procelosos
148.9 cis 44.23
Porque o Senhor se agrada1
que lhe executam a palavra; do seu povo
9 montes e todos os outeiros/ e de salvação adorna os humildes.
árvores frutíferas Exultem de glória os santos/
148.13 <*SI 8.1
e todos os cedros; no seu leito cantem de júbilo.
10 feras e gados, Nos seus lábios estejam*1
répteis e voláteis; 148.14 os altos louvores de Deus,
11 reis da terra e todos os povos, *SI 75.10 nas suas mãos,
príncipes e todos os juizes espada de dois gumes,
da terra; para exercer vingança
12 rapazes e donzelas, 149.1 fSI 33.3 entre as nações
velhos e crianças. e castigo sobre os povos;
13 Louvem o nome do Senhor,d para meter os seus reis
porque só o seu nome é excelso; 149.2 em cadeias
a sua majestade é acima da terra S|ó 35.10; e os seus nobres,
Is 54.5; Mt 21.5
e do céu. em grilhões de ferro;
14 Ele exalta o poder do seu povo/ para executar contra eles'
o louvor de todos os seus santos, a sentença escrita,
149.3/"Sl 81.2
dos filhos de Israel, o que será honra
povo que lhe é chegado. para todos os seus santos.
Aleluia! Aleluia!
149.4 'Sl 35.27
Os fiéis louvam a Deus Doxologia final
149.5/Jó 35.10
Salmo 149 Salmo 150
1 Aleluia!f 1 Aleluia!
Cantai ao Senhor 149.6 *Hb 4.12 Louvai a Deus
um novo cântico no seu santuário;
e o seu louvor, louvai-o no firmamento,
na assembléia dos santos. 149.9'Dt 7.1-2 obra do seu poder.

os objetos inanimados é a espécie do ser; para os homens é a foram resgatados pelo Cordeiro de Deus, jesus Cristo
Palavra de Deus que nos ensina a viver. (Ap 14.3; 15.3).
1 4 8 .7 -1 4 O louvor dos seres e dos objetos que existem na 1 4 9 .2 -4 O povo de Deus, os filhos das promessas, louvam a
terra, seguindo totalmente a ordem de Sua Criação (cf Cn 1). Deus com o coração e com a técnica musical, pela salvação
148.8 Louvores das forças da natureza. que Deus dá de graça aos humildes, que não dependem de a
mesmos, mas sim recebem o dom gratuito da vida eterna.
148.9,10 Louvores da terra e dos animais todos.
1 4 9 .6 -9 O crente também é instrumento da vontade divina,
148.11,12 Louvores dos seres humanos de todos os níveis e
mas tem de fazer tudo no espírito de glorificar Deus. O cas­
de todas as idades.
tigo dos ímpios também é honra para os santos de Deus pelo
148.13 Só a Deus devemos dar glória, visto que nada há de contraste demonstrado na Sua compaixão para com os que O
visível ou invisível, terrestre ou celeste, que por si mesmo buscam.
possa aproximar-se daquele cuja glória está acima de tudo.
1 5 0 .1 -6 Deus deve ser louvado como Criador todo-pode­
148.14 Esta glória é refletida nas pessoas daqueles que per­ roso (2). Temos de empregar todos os nossos dons e talentos
tencem a Deus, Seus "santos" (2 Co 3.18). O poder de Deus para a glória de Deus (3 -5 ). Todo o ser vivente é convidado
acompanha os que andam com Ele. a tomar parte neste louvor (6). Este salmo descreve antecipa­
149.1 Um novo cântico vai ser cantado só nos Céus, na as­ damente a retumbante e gloriosa ocupação do universo, e as
sembléia dos primogênitos (Hb 1 2 .22-24), e ninguém po­ criaturas no estado final, quando todas as coisas estiverem
derá tomar parte nesse louvor a não ser aqueles que sujeitas a Deus (1 Co 15.24-28).
91! SALMO 150.6
2 Louvai-o pelos seus™ 150.2 <"Dt 3.24 louvai-o com instrumentos de cordas
poderosos feitos; e com flautas.
150.3 "Sl 81.2
louvai-o consoante a sua 5 Louvai-o com címbalos sonoros;?
muita grandeza. 150.4 louvai-o com címbalos
3 Louvai-o ao som da trombeta;” «Êx 15.20; retumbantes.
Is 38.20
louvai-o com saltério e com 6 Todo ser que respira
harpa. 150.5 louve ao S en h o r .
4 Louvai-o com adufes e danças;0 PICr 15.16 , Aleluia!

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