1) Vimos que o desvio padrão dos retornos de um ativo deve ser entendido como:
a) uma medida de risco, ou imprecisão da média histórica observada dos retornos
b) uma medida de ganho, uma vez que mede qual o retorno máximo que pode ser obtido por um ativo
c) uma medida de perda, uma vez que limita a perda máxima que um ativo pode gerar
d) uma medida de saúde financeira do ativo, pois quanto menor ele for, maior a saúde financeira do ativo
2) Para estimarmos o retorno futuro que um ativo irá oferecer, uma das medidas possíveis é:
a) O retorno que o ativo certamente gerará
b) O retorno esperado das variáveis macroeconômicas que influenciam o ativo
c) A média histórica dos retornos desse ativo
d) O retorno que ativos similares irão oferecer no mesmo intervalo de tempo sendo analisado
3) Conforme o modelo definido por Harry Markowitz, para que possamos determinar o risco de uma
carteira composta por dois ativos de risco precisamos dos seguintes elementos:
a) os retornos médios desses dois ativos, o coeficiente de correlação entre os dois ativos e os parâmetros de
assimetria das distribuições históricas dos retornos dos ativos
b) os retornos médios desses dois ativos e os níveis em que seus retornos são máximos
c) a participação de cada ativo na carteira, o desvio-padrão dos retornos de cada ativo, juntamente com os
parâmetros das curtoses das distribuições históricas dos retornos desses ativos
d) a participação de cada ativo na carteira, o desvio-padrão dos retornos de cada ativo e o coeficiente de
correlação entre os retornos dos dois ativos
4) Diz-se que dois ativos apresentam correlação perfeitamente negativa quando
a) Sempre que um ativo sobe o outro sobe também, e quando caem também se comportam de maneira similar
b) Sempre que um ativo sobe o outro cai, e vice-versa
c) Independente do comportamento do preço (e do retorno) de um determinado ativo, o outro sempre cai, daí a
correlação “negativa”
d) O comportamento de seus preços não apresenta nenhum comportamento característico