UNIVERSIDADE PAULISTA
BEATRIZ BOLETTI MACHADO – RA: F275JG-6
FELIPE DUARTE MIRANDA DE OLIVEIRA – RA: N6187C-5
GABRIELA COELHO SANTANA – RA: F19IGI-0
NATÁLIA BAZZEGIO PIMENTEL – RA: T313IF-3
NATHALIE SIMÕES DE LIMA SOUZA – RA: F131JG-4
VITOR SIQUEIRA DE ABREU – RA: N57198-5
ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS: avaliação nutricional avançada
SÃO PAULO
2022
BEATRIZ BOLETTI MACHADO – RA: F275JG-6
FELIPE DUARTE MIRANDA DE OLIVEIRA – RA: N6187C-5
GABRIELA COELHO SANTANA – RA: F19IGI-0
NATÁLIA BAZZEGIO PIMENTEL – RA: T313IF-3
NATHALIE SIMÕES DE LIMA SOUZA – RA: F131JG-4
VITOR SIQUEIRA DE ABREU – RA: N57198-5
ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS: avaliação nutricional avançada
Trabalho de avaliação nutricional avançada
apresentado à Universidade Paulista - UNIP,
como requisito para obtenção de nota na
disciplina de atividades práticas
supervisionadas.
Orientador(a): Prof. Ma. Frances Pereira
SÃO PAULO
2022
CIP - Catalogação na Publicação
ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS: avaliação nutricional
avançada / Beatriz Boletti Machado...[et al.]. - 2022.
36 f. : il. color + Resultados de exames laboratoriais.
Trabalho de Avaliação Nutricional Avançada (Graduação) apresentado ao
Instituto de Ciência da Saúde da Universidade Paulista, São Paulo, 2022.
Área de Concentração: avaliação nutricional avançada. Orientador: Prof.
M a . Frances Pereira.
1. Captar históricos socioeconômico, cultural, familiar, clínico e nutricional da
participante.. 2. Avaliar o consumo alimentar quantitativa e qualitativamente.. 3.
Apontar o estado nutricional utilizando dados antropométricos e dados de exames
clínicos.. 4. Realizar diagnósticos parciais, considerando carências e
particularidades da participante.. 5. Recomendar o tipo de tratamento a ser seguido
após a conclusão das análises.. I. Boletti Machado, Beatriz. II. Pereira, Frances
(orientador).
Elaborada pelo Sistema de Geração Automática de Ficha Catalográfica da Universidade
Paulista com os dados fornecidos pelo(a) autor(a).
LISTA DE ILUSTRAÇÕES
Figura 1 - Fluxograma Cinco Passos do Recordatório de 24h.....................................9
SUMÁRIO
1 INTRODUÇÃO 5
2 OBJETIVOS 7
2.1 Objetivo geral.....................................................................................................7
2.2 Objetivos Específicos.......................................................................................7
3 METODOLOGIA 8
5 DISCUSSÃO 12
6 CONCLUSÃO 13
REFERÊNCIAS 14
APÊNDICE A – ANAMNESE 16
APÊNDICE B – RECORDATÓRIO ALIMENTAR 24h 19
APÊNDICE C – QFA (QUESTIONÁRIO DE FREQUÊNCIA ALIMENTAR) 20
APÊNDICE D – DADOS ANTROPOMÉTRICOS 23
APÊNDICE E – CARDÁPIO CALCULADO COM BASE NO RECORDATÓRIO DE
24 HORAS 24
APÊNDICE F – PROPOSTA DE CARDÁPIO 26
ANEXO A - ENDOSCOPIA DIGESTIVA ALTA COM BIÓPSIA E TESTE DE
UREASE 27
ANEXO B – EXAMES BIOQUÍMICOS 29
5
1 INTRODUÇÃO
Pode-se afirmar, que a avaliação nutricional é um indispensável instrumento
para a conduta do trabalho de um nutricionista. Tendo como seus principais
objetivos a constatação de quaisquer distúrbios ou possibilidades de riscos
nutricionais que o paciente apresente, para que assim possa ser construído
condutas que visem recuperar ou manter um bom estado de saúde. Ferramentas de
trabalho devem ser definidas para avaliar o estado nutricional do paciente, e dentre
as que serão abordadas no presente estudo, estão: inquéritos alimentares,
anamnese, antropometria, avaliação clínica e exames clínicos. (SAMPAIO, 2012).
Os inquéritos alimentares têm um importante papel para avaliar o consumo
alimentar, de maneira quantitativa e qualitativa, podendo perceber inadequados
hábitos alimentares e assim modificá-los. São usadas técnicas para avaliar a
ingestão atual, como exemplo o Recordatório 24hs, que visa mencionar o que foi
consumido, entre bebidas e alimentos, durante as 24hs do dia anterior a consulta. E
técnicas para avaliar o consumo habitual, como exemplo o QFA (Questionário de
Frequência Alimentar), que se baseia em uma listagem de bebidas e alimentos, no
qual é questionada ao paciente qual seria sua frequência de consumo. (HOLANDA;
FILHO, 2006).
De grande importância, a anamnese, está relacionada à saúde e a
identificação, do que leva o paciente até o consultório do nutricionista. Tem como
objetivo entender melhor o paciente, através de sua alimentação, saúde, hábitos de
vida, antecedentes familiares, entre outros, e podendo analisar todas as suas
queixas e as características que estão associadas. É uma das melhores maneiras
de se obter uma adequada e harmônica relação entre paciente e profissional.
(SAMPAIO, 2012).
A antropometria é usada na avaliação nutricional para determinar proporções
e medidas físicas do corpo humano. É através de sua aplicação, que pode ser
identificado a composição corporal e correlacioná-la a doenças, saúde e a qualidade
de vida que possui o paciente. São técnicas de medidas que fazem parte da rotina
de uma consulta nutricional, portanto, de extrema importância e necessidade. O
profissional deve estar apto a realizá-las, tendo em vista que os equipamentos
também devam estar com a manutenção em dia e calibrados para obter os melhores
resultados. (SANCHES; BRESAN; RÉ, 2020).
6
Já a avaliação clínica, é a qual se investiga se os sinais e sintomas relatados
pelo paciente determinam manifestações de deficiências, excessos nutricionais, que
podem gerar enfermidades. Os sintomas clínicos podem ser percebidos através da
anamnese nutricional e os sinais clínicos por meio do exame físico. É uma parte
muito importante da avaliação nutricional, destacando que para a obtenção de uma
maior precisão do diagnóstico realizado pelo profissional, conhecer o histórico clínico
do paciente é de total relevância. (GUMBREVICIUS, 2018).
Juntamente a todas as ferramentas mencionadas, Duarte (2007) cita que os
exames clínicos também são de vital importância e grandes aliados dos profissionais
para o acompanhamento dos pacientes e para que uma adequada prescrição
dietética seja realizada corretamente, uma vez que se conheça as alterações na
saúde que o paciente possua. Conforme o Conselho Federal de Nutricionistas
destaca:
Considerando que os exames laboratoriais propiciam um diagnóstico
nutricional mais preciso, tendo em vista que cada paciente possui a sua
peculiaridade, e confere um papel preditivo importante para a eficácia do
tratamento dietoterápico. (CONSELHO FEDERAL DE NUTRICIONISTAS,
2016).
Em virtude de todos os conceitos e suas importâncias, o estudo a seguir,
mostra uma avaliação nutricional completa e descreve detalhadamente todos os
parâmetros abordados.
7
2 OBJETIVOS
2.1 Objetivo geral
Realizar o diagnóstico nutricional de um adulto do sexo feminino.
2.2 Objetivos Específicos
Captar históricos socioeconômico, cultural, familiar, clínico e nutricional da
participante.
Avaliar o consumo alimentar quantitativa e qualitativamente.
Apontar o estado nutricional utilizando dados antropométricos e dados de
exames clínicos.
Realizar diagnósticos parciais, considerando carências e particularidades da
participante.
Recomendar o tipo de tratamento a ser seguido após a conclusão das
análises.
8
3 METODOLOGIA
Com a finalidade de obter informações e atingir os objetivos propostos, inicia-
se o atendimento com uma universitária voluntária, que será citada neste trabalho
como participante, a qual contribuiu com todas as etapas propostas pelo grupo. A
primeira etapa visa a realização da entrevista de Anamnese (APÊNDICE A), pois
sabe-se que é uma ferramenta de direcionamento que possibilita a avaliação de
aspectos relevantes como: se houve perda de peso repentina, alterações no padrão
alimentar, presença de sintomas gastrointestinais, avaliação da capacidade
funcional, demanda metabólica, antecedentes médicos, uso de medicamentos e os
históricos socioeconômico, cultural e dietético. (ACUNA; CRUZ, 2004). Revistos os
dados de Anamnese, a segunda etapa visa avaliar o consumo alimentar por meio do
método Retrospectivo e dois tipos de ferramentas: Recordatório Alimentar de 24h
(APÊNDICE B) e Questionário de Frequência Alimentar (APÊNDICE C).
Segue-se então, os cinco passos descritos por Fisberg e Marchioni (2012, p.
81) que devem ser seguidos cuja ordem deve ser respeitada para garantir o sucesso
do Recordatório Alimentar de 24h, conforme abaixo:
1. Listagem rápida dos alimentos e bebidas consumidos, realizada pela
participante, sem interrupções por parte do entrevistador.
2. Revisão da listagem rápida. Exemplo de fala: “Há algo mais que queira
acrescentar?”
3. Questionamentos dos nomes das refeições. Exemplo de fala: “Qual nome
você daria a essa refeição?”
4. Ciclo de Detalhamento: pretende inquirir à participante a respeito das
características dos alimentos, como: marca utilizada, forma (crua, enlatada,
congelada), procedência (caseira, industrializada), forma de preparação
(cozida, refogada, frita) e adição de outro alimento e quantidades (se
participante passou e o quanto passou de manteiga/margarina no pão ou
adicionou açúcar no café, por exemplo). Fisberg e Marchioni (2012) observam
ainda que é muito frequente o esquecimento dos pacientes em relatar
alimentos que consideram prejudiciais ou que acham ser irrelevantes para
serem informados. Exemplo de fala: “Você passou algo no pão antes de
comê-lo?”.
9
5. Revisão Geral. Momento em que o entrevistador repassa as informações com
a participante para assegurar que nenhuma informação relevante foi omitida
ou esquecida.
Os cinco passos também estão detalhados no fluxograma, conforme observa-
se a seguir na Figura 1:
Figura 1 - Fluxograma Cinco Passos do Recordatório de 24h
Fonte: Fisberg, Marchioni, 2012.
Registrados os dados de Anamnese, Recordatório Alimentar de 24h e
Questionário de Frequência Alimentar, inicia-se a avaliação dos dados
antropométricos (APÊNDICE D) que segundo o Ministério da Saúde (2011), trata-se
de um método de fácil obtenção, barato e de fácil padronização. Sendo assim,
obteve-se o peso da participante em balança mecânica e a estatura por fita métrica
inelástica. Além de peso atual (PA) e estatura (E), as demais variáveis levantadas
foram: circunferência de braço (CB), circunferência abdominal (CA), circunferência
de coxa (CC), dobra cutânea tricipital (DCT), dobra cutânea bicipital (DCB), dobra
cutânea subescapular (DCSE) e dobra cutânea suprailíaca (DCSI). Com esses
10
dados é possível determinar o estado nutricional da participante. (MINISTÉRIO DA
SAÚDE (2011). Em relação à apresentação de exames laboratoriais, obteve-se
o laudo de Endoscopia Digestiva Alta com biópsia e teste de Urease (ANEXO A) e
de exames bioquímicos (ANEXO B), tais como: Hemograma completo, Vitamina D
25, Vitamina B12, Sódio, Potássio, Uréia, Creatinina, Colesterol Total e Frações,
Ácido úrico, TGO, TGP, Glicose, Urina tipo I, Hemoglobina Glicada, T4 e TSH. A
interpretação, aliada aos outros indicadores e métodos descritos acima, permitem a
obtenção da avaliação nutricional mais precisa em relação às queixas apresentadas
em Anamnese (APÊNDICE A).
11
4 RESULTADOS
Antropometria: a partir da aferição de dobras cutâneas, circunferências e com
o cálculo do IMC, conclui-se que a participante se encontra em eutrofia (IMC =
21,91), segundo a classificação preconizada pela OMS. (WHO GLOBAL INFOBASE
TEAM, 2005).
Questionário de frequência alimentar e recordatório de 24 horas (APÊNDICE
E): tais inquéritos alimentares indicam uma ingestão calórica diária e uma
distribuição de macronutrientes adequadas para um indivíduo desta faixa etária,
gênero, estatura e peso. (INSTITUTE OF MEDICINE, 2005).
A participante também apresenta um consumo de frutas, legumes e verduras
aparentemente razoável, porém abaixo da quantidade recomendada pela OMS, de
400g por dia (WORLD HEALTH ORGANIZATION, 2003), sendo necessária uma
investigação mais apurada para fins de confirmação desta informação. Endoscopia:
diagnóstico de Gastrite Enantematosa de Antro, realização de biopsia para pesquisa
de H. Pylori, cujo resultado encontra-se negativo.
Somado à anamnese, ao questionário de frequência alimentar, ao
recordatório de 24 horas e ao resultado da endoscopia, os exames bioquímicos
apresentados pela participante também foram cruciais para embasar a conduta
nutricional, tendo em vista que o cuidado nutricional assertivo também depende de
uma aprimorada avaliação de exames laboratoriais. (CALIXTO-LIMA; REIS, 2012).
O eritrograma, leucograma e exame de urina não apresentam alterações. Os
resultados das dosagens de Vitamina B12, Sódio, Potássio, Ureia, Creatinina no
Soro, Colesterol total, LDL Colesterol, Colesterol VLDL, Triglicérides, Ácido úrico,
Glicose, Hemoglobina glicada, TSH e T4 apresentam valores dentro da margem de
referência. Dentre os resultados apresentados nos exames laboratoriais, os únicos
que apontaram alterações foram os exames de HDL, vitamina D, e os níveis de TGO
e TGP, que se encontram abaixo do valor de referência.
12
5 DISCUSSÃO
A partir do questionário realizado, é possível correlacionar o estado nutricional
com os hábitos diários da participante. Em relação à cognição, foi dito pela
participante que ela possui boa capacidade cognitiva. Este ponto relaciona-se à
adequada ingestão de vitaminas e ácidos graxos, os quais podem reduzir as
concentrações de estresse oxidativo ao cérebro. Além disso, modulam a atuação de
proteínas (neutrofinas) que atuam sobre a função, desenvolvimento e sobrevivência
de neurônios. (SANT'ANA, 2018).
Com uma boa ingestão diária de água (2L) e razoável ingestão de fibras a
partir de frutas, legumes e verduras (MEINDERS; MEINDERS, 2010), os quais
auxiliam na prevenção da constipação, foi relatado que não há dificuldade de
evacuação. (ARNAUD, 2003). Além disso, também associado a correta ingestão de
água, a participante possui bom sistema urinário, com, aproximadamente, seis idas
ao banheiro por dia. (YANG et al., 2012).
Foi relatado má digestão e refluxo, sintomas associados à gastrite
apresentada pelo laudo do exame de endoscopia digestiva alta. (MESHKINPOUR et
al., 1980). Pelo exame de sangue, nota-se que o HDL está ligeiramente abaixo do
nível de referência adequado. O resultado pode estar associado à quantidade de
exercício físico realizado, embora mais estudos necessitem ser realizados para
determinar quais funções e doses de exercício regular são mais responsivas
provoca melhorias no HDL. (RUIZ-RAMIE; BARBER; SARZYNSKI, 2019).
Em relação a alimentação, percebe-se baixo consumo de ácidos graxos
monoinsaturados. Aumentar as quantidades de alimentos ricos em lipídios deste tipo
pode ajudar a elevar os níveis de HDL colesterol. (SCHWINGSHACKL; HOFFMANN,
2012). Foram encontrados níveis de TGO e TGP baixos, quadro que demanda uma
investigação mais aprofundada.
A partir dos dados antropométricos e inquérito alimentar, conclui-se que a
participante se encontra em eutrofia (WHO GLOBAL INFOBASE TEAM, 2005) com
adequada distribuição de macronutrientes e ingestão calórica para um indivíduo
desta faixa etária, gênero, estatura e peso. (INSTITUTE OF MEDICINE, 2005). Por
fim, a vitamina D encontra-se abaixo dos níveis de referência, provavelmente devido
à baixa exposição solar. (WACKER; HOLLICK, 2013).
13
6 CONCLUSÃO
Conclui-se que o diagnóstico nutricional da participante se encontra em um
estado eutrofico. Conforme o recordatório de 24 horas, observa-se que os
macronutriente estão bem distribuídos na alimentação.
Com o consumo de frutas, legumes, verduras e uma boa ingestão de
consumo de água por dia a participante não possui dificuldade de evacuação e tem
um bom funcionamento do sistema urinário.
Com o histórico familiar a participante futuramente pode ter colesterol alto e
DM2.
Tem uma frequência de praticar atividade física uma vez por semana.
Observa- se que os resultados dos exames estão todos regulares. Os únicos
exames que apresentaram alteração foram a vitamina D e o HDL. Embora os níveis
de TGO e TGP estejam dentro da margem de referência, são necessárias mais
investigações médicas por um especialista para examinar números tão baixos.
A participante relata ter refluxo, mas no exame de endoscopia mostra um
quadro positivo para gastrite enantematosa de antro.
Para que tenha melhoria na vitamina D da participante, é preciso aumentar o
consumo de alimentos fontes de vitamina D ou ficar em exposição a luz solar. Para
melhoria do HDL tem que praticar mais atividades físicas por pelo menos 3 vezes na
semana, além de consumir mais fibras.
14
REFERÊNCIAS
ACUNA, K.; CRUZ, T. Avaliação do estado nutricional de adultos e idosos e situação
nutricional da população brasileira. Arquivos Brasileiros de Endocrinologia &
Metabologia [online]. Salvador, v. 48, n. 3, p. 345-361, junho 2004. Disponível em:
https: //[Link]/10.1590/S0004-27302004000300004. Acesso em: 06 set. 2022.
ARNAUD, M. Mild dehydration: a risk factor of constipation? European Journal of
Clinical Nutrition, v. 57, n. 2, p. 88-95, dez. 2003. Disponível em: [Link]
c [Link]/14681719/. Acesso em: 07 set. 2022.
CONSELHO FEDERAL DE NUTRICIONISTAS. Recomendação nº 005 de 21 de
fevereiro de 2016. Solicitação de exames laboratoriais. 005. Brasília: centro
empresarial assis chateaubriand, 2015. Disponível em: [Link]
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em: 02 set. 2022.
DUARTE, A. C. G. Avaliação Nutricional: Aspectos clínicos e laboratoriais. 1. ed.
São Paulo: Atheneu LTDA, 2007.
FISBERG, R. M. (org); MARCHIONI, D. M. L. (org). Manual de avaliação do
consumo alimentar em estudos populacionais: a experiência do inquérito de
saúde em São Paulo (ISA). São Paulo: Editora da faculdade de saúde pública
Universidade de São Paulo, 2012. Disponível em:
[Link] Acesso em: 4 set. 2022.
GUMBREVICIUS, I. Avaliação Nutricional. Londrina: Educacional S. A, 2018.
Disponível em: [Link] Acesso em: 06 set. 2022.
HOLANDA, L. B.; FILHO, A. A. B. Métodos aplicados em inquéritos alimentares. Rev
Paul Pediatria, Campinas, 2006; v. 24, n. 1, p. 62-70, jan. 2006. Disponível em:
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INSTITUTE OF MEDICINE. Dietary Reference Intakes for Energy, Carbohydrate,
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America: Joseph Henry Press, 2005.
CALIXTO-LIMA, L. C. (org); REIS, N. T. (org). Interpretação de Exames
Laboratoriais Aplicados à Nutrição Clínica. 1. ed. Rio de Janeiro: Editora Rubio
Ltda, 2012.
MINISTÉRIO DA SAÚDE; Vigilância alimentar e nutricional. Orientações básicas
para a coleta, processamento, análise de dados e informação em serviços de
saúde: Norma técnica do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional – SISVAN. 1.
ed. Brasília, 2011. Disponível em:
[Link]
coes_coleta_analise_dados_antropometricos.pdf. Acesso em: 06 set. 2022.
15
MEINDERS, A. J.; MEINDERS, A. E. [How much water do we really need to drink?].
Ned Tijdschr Geneeskd, v. 154, n. 1, p. 1757, 2010. Disponível em:
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MESHKINPOUR, H. et al. Reflux gastritis syndrome: Mechanism of symptoms.
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[Link] [Link]/science/article/abs/pii/0016508580909269. Acesso
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RUIZ-RAMIE, J. J.; BARBER, J. L.; SARZYNSKI, M. A. Effects of exercise on HDL
functionality. Curr Opin Lipidol, v. 30, n. 1, p. 16-23, fev. 2019. Disponível em:
https:// [Link]/pmc/articles/PMC6492243/. Acesso em: 04 set. 2022.
SCHWINGSHACKL, L.; HOFFMANN, G. Monounsaturated Fatty Acids and Risk of
Cardiovascular Disease: Synopsis of the Evidence Available from Systematic Re-
views and Meta-Analyses. Nutrients, v. 4, n. 12, p. 1989-2007, dez. 2012.
Disponível em: ht tps://[Link]/2072-6643/4/12/1989. Acesso em: 02 set.
2022.
SAMPAIO, L.R. (org). Avaliação nutricional [online]. SciELO Books, Salvador:
EDUFBA, 2012. Disponível em: [Link]
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SANCHES, P. M. A.; BRESAN, D.; RÉ, P. V. D. Guia prático de antropometria
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Acesso em: 06 set. 2022.
SANT'ANA, D. N. et al. Associação Entre Função Cognitiva E Alimentação Saudável:
uma Revisão. International Journal of Nutrology. Rio de Janeiro, v. 11, n. 01, p.
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[Link] 10.1055/s-0038-1674431?
device=mobile&innerWidth=360&offsetWidth=360. Acesso em: 07 set. 2022.
WHO GLOBAL INFOBASE TEAM. The SuRF Report 2. Surveillance of Chronic
Disease Risk Factors: Country-level Data and Comparable Estimates. Geneva,
World Health Organization, 2005. Disponível em: [Link]
handle/1 0665/43190/9241593024_eng.pdf. Acesso em: 06 set. 2022.
WORLD HEALTH ORGANIZATION. Diet, nutrition and the prevention of chronic
diseases: report of a joint WHO/FAO expert consultation. Geneva, World Health Or-
ganization, 2003. Disponível em: [Link]
5/WHO_TRS_916.pdf?sequence=1. Acesso em: 06 set. 2022.
WACKER, M.; HOLLICK, M. F. Sunlight and Vitamin D. Dermato-Endocrinology, v.
5, n. 1, p. 51-108, jan. 2013. Disponível em:
[Link] 61/derm.24494. Acesso em: 02 set. 2022.
16
YANG, J. et al. Effect of dietary fiber on constipation: A meta analysis. World J
Gastroenterol, v. 18, n. 48, p. 7378-7383, dez. 2012. Disponível em:
[Link] [Link]/pmc/articles/PMC3544045/. Acesso em: 05 set. 2022.
APÊNDICE A – ANAMNESE
Tabela 1 - Anamnese
Histórico Socioeconômico e Sociocultural
Nome: Gabriela Coelho Santana
Gênero: ( )M (x) F Data de Nascimento: 02/03/2002 Idade: 20 anos
Etnia: branco Nacionalidade: Brasileira Naturalidade: São Paulo
Estado civil: (x) solteiro(a) ( ) casado(a) ( ) união estável ( ) viúvo(a) ( ) divorciado(a)
Possui religião: (x) sim ( ) não Exige mudanças de hábitos: ( ) sim (x) não
Se sim, descreva quais as exigências alimentares: não se aplica.
Contatos: Telefone: (11)94646-8821 E-mail: gbsantana246@[Link]
Endereço: Rua Pedro Talarico, n.10 Bairro: Vila Talarico
Cidade: São Paulo Estado: São Paulo
Condições de saneamento: (x) Adequadas ( ) Inadequadas
Grau de Instrução: ( ) Ensino Fundamental (x) Ensino médio ( ) Superior
( ) Pós- graduação
Estuda atualmente: (x) sim ( ) não
Se sim, qual o local de estudo: UNIP campus Tatuapé Período: Noturno
Profissão: não possui Ocupação: estudante de Nutrição 6º período
Local de trabalho: não se aplica Horário de trabalho: não se aplica
Composição familiar (com quem mora): Moro com meus pais
Somando a sua renda com as pessoas que residem com você, quanto é aproximadamente, a
renda familiar? Marque apenas uma resposta.
( ) Nenhuma renda.
( ) Até 1 salário mínimo (até R$ 1.212,00).
(X) De 1 a 3 salários mínimos (de R$ 1.212,01 até R$ 3.636,00).
( ) De 3 a 6 salários mínimos (de R$ 3.636,01 até R$ 7.272,00).
( ) De 6 a 10 salários mínimos (de R$ 7.272,01 até R$ 12.120,00).
Meio de locomoção que utiliza: ( ) automóvel ( ) moto (x) transporte público ( ) outro
Tempo gasto com locomoção/dia: 1 hora
Atividade física: (x) sim ( ) não Se sim, qual atividade: Andar de bike e corrida
Qual a frequência: 1x por semana Há quanto tempo: 5 meses
Atividade de lazer: comer com os amigos e família fora de casa
17
Frequência: 1x por semana Há quanto tempo: 6 anos
Horas de sono/dia: 8 horas Característica do sono: demoro para dormir, mas tenho sono
pesado
Histórico Dietético
Consumo de água/dia: 2L
Talheres que utiliza para se alimentar: (x) garfo (x) faca ( ) colher
Como é o seu apetite: (x) normal ( ) aumentado ( ) diminuído
Quem prepara as refeições na sua casa: minha mãe
Quais alimentos não podem faltar na sua dieta: arroz, feijão, frango
Quais alimentos possui aversão: ostra, somente.
Em quais situações omite refeições: quando estou doente
Preferência alimentar: ( ) doces (x) salgados
Consumo de bebida alcóolica (tipo, frequência e quantidade): bebidas doces como espanhola,
esporadicamente, 200ml.
Histórico Familiar e Clínico
Doenças (atual/pregressa): atualmente não tenho nenhuma doença
Em tratamento: ( ) sim (x) não
Medicamentos de uso contínuo: não se aplica
Tabagismo (tipo, frequência e quantidade): não se aplica
Faz uso de alguma droga ilícita: ( ) sim (x) não Qual(is): não se aplica
Considera-se dependente químico: ( ) sim (x) não Em tratamento: ( ) sim (x) não
Já ficou internado(a): ( ) sim (x) não Motivo: não se aplica Evolução: não se aplica
Doenças de familiares próximos (avós, tios e pais): colesterol alto (avô e mãe), DM2 (avô materno)
Alergias: ( ) sim (x) não Qual(is): não se aplica
Vacinação em dia: (x) sim ( ) não
Sequelas de doenças anteriores ou acidentes: ( ) sim (x) não
Descreva a sequela e a doença/acidente: não se aplica
Histórico de Peso
Perda de peso recente: ( ) sim (x) não
Ganho de peso recente: (x) sim ( ) não Quanto: 3,9kg Em quanto tempo: 1 ano
Como era na infância: (x) dentro do peso para idade ( ) acima do peso para idade ( ) abaixo do
peso para idade
Qual foi seu peso máximo: 53.9 kg Idade: 20 anos
Qual foi seu peso mínimo: 47 kg Idade: 15 anos
Percepção corporal: Percebi que minha barriga cresceu, perdi cintura e meu quadril aumentou.
18
Sistemas Neurológico, Visual e Auditivo
Capacidade cognitiva: (x) boa ( ) preciso melhorar ( ) ruim
Estado emocional: (x) bom ( ) razoável ( ) ruim
Em tratamento psicológico: ( ) sim (x) não Se sim, qual: não se aplica.
Sobre sua Autonomia para desempenhar atividades do dia e tomada de decisões, escolha apenas
uma resposta:
(x) estou independente
( ) estou dependente parcialmente
( ) estou totalmente dependente
Capacidade de comunicação: (x) boa ( ) preciso melhorar ( ) ruim
Apresenta dificuldade visual: (x) sim ( ) não Qual: Miopia e astigmatismo
Utiliza lentes corretivas: Sim, utilizo óculos
Apresenta dificuldade auditiva: ( ) sim (x) não Qual: não se aplica
Sistema Digestório
Dentição: (x) boa ( ) regular ( ) ruim
Prótese: ( ) sim (x) não Tipo: ( ) total ( ) parcial ( ) fixa ( ) móvel
Mastigação (sente dor/desconforto): ( ) sim ( x) não
Deglutição (sente dor ao engolir): ( ) sim (x) não
Digestão: ( ) boa (x) ruim
Dor abdominal: ( ) sim (x) não
Refluxo: (x) sim ( ) não
Evacuação (frequência/consistência/esforço/dor): 1 vez por dia, consistência macia, formato
salsicha. Quando eu não bebo 2L de água a consistência é segmentada, em bolinhas. Não faço
esforço e nem sinto dor.
Já fez uso de laxante ou diurético: ( ) sim (x) não
Horário que dorme e acorda de segunda a sexta: durmo 23h30 e acordo 8h.
Horário que dorme e acorda de fim de semana: durmo 23h e acordo 8h.
Sistema Respiratório
Falta de ar (dispneia): ( ) sim (x) não Se sim, tipo: ( ) leve ( ) moderada ( ) grave
Compromete ingestão de alimentos: ( ) sim (x) não
Sistema Cardíaco
Última aferição da pressão arterial: 12/8
Possui arritmias: ( ) sim (x) não Se sim, em tratamento: ( ) sim ( ) não
Sistema urinário
Frequência urinária: 6 vezes ao dia Dor ao urinar: ( ) sim (x) não
19
Coloração: amarelo claro
Sistemas Endócrino e Reprodutor
Disfunção glandular: ( ) sim (x) não Qual: não se aplica
Reposição hormonal: ( ) sim (x) não
Menstruação: (x) regular ( ) irregular
Sinais de TPM: (x) sim ( ) não Qual(is): cólica, espinhas, dor na lombar, seios sensíveis,
irritabilidade, enjoo, fadiga, gases, diarréia, inchaço
Sinais de menopausa: ( ) sim (x) não
Partos anteriores: ( ) sim (x) não Se sim, quais as datas:
Sistema Locomotor
Mobilidade: (x) normal ( ) comprometida ( ) restrito ao leito ( ) cadeirante ( ) muletas
Anotações do Nutricionista
Exames bioquímicos e de Imagens (Ultrassonografias)
Participante apresentou exame de Endoscopia Digestiva Alta com biópsia e teste de Urease
negativo para H. Pilory. Data da realização: 01/2022. Laudo indicativo de: Gastrite enantematosa
leve. Possui exames bioquímicos recentes.
Fonte: Próprio autor, 2022.
20
APÊNDICE B – RECORDATÓRIO ALIMENTAR 24h
Tabela 2 - Recordatório alimentar 24 horas
Nome da Horári Marca (se
refeição o Local Quantidade Alimentos souber)
2 fatias Pão de forma Kim
Café da 1/2 col. sopa Manteiga Aviação
9h Casa
manhã 200 ml Leite de vaca integral Italac
2 col. de sopa Nescau Nestlé
5 col. de sopa Arroz branco cozido Prato fino
3 col. de sopa Feijão carioca cozido Kicaldo
1 pedaço Frango temperado assado na
médio airfryer Swift
Salada de cenoura cozida e
Almoço 12h Casa ralada +
tomate picado (temperado com
200 ml azeite,
-
limão e sal)
Limonada sem açúcar e sem
100 ml adoçante -
2 fatias Pão de forma Kim
Lanche da 1/2 col. sopa Manteiga Aviação
16h Casa
Tarde 200 ml Leite de vaca integral Italac
2 col. sopa Nescau Nestlé
Belisco 17h30 Casa 3 pedaços Chocolate meio amargo Garoto
1 Fatia Pão tortilha Raplo
1/2 pedaço Frango picado temperado
Faculda médio assado na airfryer Swift
Jantar 20h30
de 1 col. de café Cream Cheese light Philadelphia
Suco de laranja integral
100 ml pasteurizado Life
Fonte: Próprio autor, 2022.
21
APÊNDICE C – QFA (QUESTIONÁRIO DE FREQUÊNCIA ALIMENTAR)
Tabela 3 - Questionário de frequência alimentar
Marcar com um X na alternativa que mais se enquadra na sua rotina.
I. Pães, Cereais, Raízes, Tubérculos
FREQUÊNCIA DE CONSUMO
2 a 4x 2x ou
Nunca Menos de 1 a 3x 1x por por 1x por mais
ALIMENTOS
1x por por seman
mês mês a semana dia por dia
Pães X
Cereais (arroz, aveia) X
Massas sem recheio X
Massas recheadas X
Tubérculos (Cenoura,
Inhame,
Mandioca, Batata inglesa, X
Batata doce) X
II. Hortaliças, verduras, legumes
FREQUÊNCIA DE CONSUMO
2 a 4x 2x ou
Nunca Menos de 1 a 3x 1x por por 1x por mais
ALIMENTOS
1x por por seman
mês mês a semana dia por dia
Folhosas (alface, agrião,
rúcula, espinafre, couve) X
Verduras (brócolis, couve-
flor,
acelga) X
Legumes (abóbora,
abobrinha,
berinjela, chuchu, tomate) X
Frutas (Detalhar quais frutas tem hábito de consumo e
III. frequência)
22
FREQUÊNCIA DE CONSUMO
2 a 4x 2x ou
Nunca Menos de 1 a 3x 1x por por 1x por mais
ALIMENTOS
1x por por seman
mês mês a semana dia por dia
Banana X
Laranja X
Limão X
Melancia X
Abacaxi X X
Maçã
Morango X
IV. Leite e derivados
FREQUÊNCIA DE CONSUMO
2 a 4x 2x ou
Nunca Menos de 1 a 3x 1x por por 1x por mais
ALIMENTOS
1x por por seman
mês mês a semana dia por dia
Leite de vaca X
Leite de amêndoas X
Leite de soja X
Outro tipo de leite _______ X
Queijo x
Iogurte x
V. Leguminosas
FREQUÊNCIA DE CONSUMO
2 a 4x 2x ou
Nunca Menos de 1 a 3x 1x por por 1x por mais
ALIMENTOS
1x por por seman
mês mês a semana dia por dia
Feijão carioca X
Feijão preto x
23
Outro tipo de feijão
__________ x
Ervilha X
Lentilha X
Grão de bico X
Soja x
VI. Carnes e ovos
FREQUÊNCIA DE CONSUMO
2 a 4x 2x ou
Nunca Menos de 1 a 3x 1x por por 1x por mais
ALIMENTOS
1x por por seman
mês mês a semana dia por dia
Carne bovina X
Frango X
Peixe fresco X
Peixe em lata (sardinha,
atum) X
Carne suína X
Ovo X
Embutidos (presunto,
mortade-
la, salsicha, linguiça,
salame) X
VII. Óleos e gorduras
FREQUÊNCIA DE CONSUMO
2 a 4x 2x ou
Nunca Menos de 1 a 3x 1x por por 1x por mais
ALIMENTOS
1x por por seman
mês mês a semana dia por dia
Óleo (soja, girassol, milho) X
Azeite extra virgem X
Manteiga X
Margarina X
24
Maionese X
Banha de porco X
Açúcares e
VIII. doces
FREQUÊNCIA DE CONSUMO
2 a 4x 2x ou
Nunca Menos de 1 a 3x 1x por por 1x por mais
ALIMENTOS
1x por por seman
mês mês a semana dia por dia
Açúcar (refinado,
demerara, X
mascavo, de coco)
Bala, chiclete X
Doces enlatados
(goiabada, X
bananada, marmelada)
Geléia de frutas X
Creme de avelã X
Chocolate X
Adoçantes X
Sorvetes/Picolés X
IX. Bebidas
FREQUÊNCIA DE CONSUMO
2 a 4x 2x ou
Nunca Menos de 1 a 3x 1x por por 1x por mais
ALIMENTOS
1x por por seman
mês mês a semana dia por dia
Café X
Chás de ervas X
Refrigerante X
Suco artificial em pó X
Suco artificial X
Suco natural X
25
X. Diversos
FREQUÊNCIA DE CONSUMO
2 a 4x 2x ou
Nunca Menos de 1 a 3x 1x por por 1x por mais
ALIMENTOS
1x por por seman
mês mês a semana dia por dia
Bolos X
Salgados fritos X
Salgados assados X
Sopa (canja, feijão,
legumes) X
Biscoitos com recheio X
Biscoitos sem recheio X
Salgadinhos X
Fonte: Próprio autor, 2022.
26
APÊNDICE D – DADOS ANTROPOMÉTRICOS
Tabela 4 - Dados antropométricos
MEDIDAS ANTROPOMÉTRICAS
Peso: 53,9 kg
Estatura: 1,57 m
Circunferência de Braço (CB): 26 cm
Circunferência Abdominal (CA): 68 cm
Circunferência de Coxa (CC): 51 cm
Dobra cutânea tricipital (DCT): 14,66 mm
Dobra cutânea bicipital (DCB): 5,66 mm
Dobra cutânea subescapular (DCSE): 9,33 mm
Dobra cutânea suprailíaca (DCSI): 11,33 mm
Fonte: Próprio autor, 2022.
27
APÊNDICE E – CARDÁPIO CALCULADO COM BASE NO RECORDATÓRIO DE
24 HORAS
Tabela 5 - Cardápio calculado com base no recordatório de 24 horas
Fer
Nome Cálc Fibr
Marca (se Proteína Carboidrat Gordura ro
da Quantidade Alimentos
(g) o (g)
io as
souber) (mg
refeição (mg) (g)
(g)
)
Pão de 12 50 6 77,8 2,86 1,1
2 fatias forma Kim
1/2 col sopa Manteiga Aviação 0,00 0,00 8,2 0,92 0,01 0
Café da Leite de 5,8 10 6 240 0 0
manhã vaca
200 ml integral Italac
2 col de 0,6 17 0,00 272 2,6 1,1
sopa Nescau Nestlé
18,4 77 20,2 590, 5,47 2,2
Total (g) 72
Total (Kcal) 73,6 308 181,8
Total (%) 13,05 54,6 32,26
Soma das calorias 563,4
Almoço Arroz 2,41 28 1,59 5,85 0,35 1,25
5 col de branco
sopa cozido Prato fino
Feijão 2,43 4,18 0,27 14,6 0,72 3,60
3 col de carioca 4
sopa cozido Kicaldo
Frango 34,2 0,00 3,48 7,08 0,37 0
1 pedaço temperado
médio assado na
(110g) airfryer Swift
200g Salada de 1,77 7,62 4,04 43,8 0,98 4,76
cenoura
cozida e
ralada +
tomate
picado
28
(temperad
o com
azeite,
limão e
sal)
Limonada 0,06 0,65 0,01 3,36 0,01 0,08
sem
açúcar e
sem
100 ml adoçante
Total (g) 40,87 40,45 9,39 71,1 2,43 9,61
Total (Kcal) 163,48 161,8 84,51
Total (%) 39,89 39,48 20,62
Soma das calorias 409,79
Pão de 12 50 6 77,8 2,86 1,1
2 fatias forma Kim
1/2 col sopa Manteiga Aviação 0,00 0,00 12,3 0,92 0,01 0
Lanche
Leite de 5,8 10 6 240 0 0
da Tarde
vaca
200 ml integral Italac
2 col sopa Nescau Nestlé 0,6 17 0,00 272 2,6 1,1
18,4 77 20,2 590, 5,47 2,2
Total (g) 72
Total (Kcal) 73,6 308 181,8
Total (%) 13,05 54,6 32,26
Soma das calorias 563,4
Chocolate 0,8 6,5 3,65 8,65 1,76 1,0
meio
Belisco 3 pedaços amargo Garoto
Total (g) 0,8 6,5 3,65 8,65 1,76 1,0
Total (Kcal) 3,2 26 32,85
Total (%) 5,15 41,9 52,94
Soma das calorias 62,05
29
Pão 2,7 20 2,8 ND ND 1,1
1 Fatia tortilha Raplo
Frango 17,1 0,00 1,74 3,54 0,18 0
picado
temperado
1/2 pedaço assado na
médio airfryer Swift
Jantar Cream 0,24 0,09 0,9 2,19 0,03 0
Cheese Philadelphi
1 col de café light a
Suco de 1 11,5 0,00 7,53 0,02 0,17
laranja
integral
pasteuriza
100 ml do Life
21,04 31,59 5,44 13,2 0,23 1,27
Total (g) 6
Total (Kcal) 84,16 126,36 48,96
Total (%) 32,43 48,69 18,87
Soma das calorias 259,48
99,51 232,54 58,88 1274 15,3 16,28
Total (g)
,45 6
Total (Kcal) 398,04 930,16 529,92
Total (%) 21,42 50 28,52
Soma das calorias 1858,12
Fonte: Próprio autor, 2022; TBCA, 2022.
30
APÊNDICE F – PROPOSTA DE CARDÁPIO
Tabela 6 - Proposta de cardápio
ADICIONAR TABELA (-VITOR)
Fonte: Próprio autor, 2022.
31
ANEXO A - ENDOSCOPIA DIGESTIVA ALTA COM BIÓPSIA E TESTE DE
UREASE
Figura 2 - Endoscopia Digestiva Alta com biópsia e teste de Urease – part.1
Fonte: Laboratório do Hospital Santa Clara
32
Figura 3 - Endoscopia Digestiva Alta com biópsia e teste de Urease – part.2
Fonte: Laboratório do Hospital Santa Clara
33
ANEXO B – EXAMES BIOQUÍMICOS
Figura 4 - Exames bioquímicos – part.1
Fonte: Laboratório Mena Diagnóstico
34
Figura 5 - Exames bioquímicos – part.2
Fonte: Laboratório Mena Diagnóstico
35
Figura 6 - Exames bioquímicos – part.3
Fonte: Laboratório Mena Diagnóstico
36
Figura 7 - Exames bioquímicos – part.4
Fonte: Laboratório Mena Diagnóstico
37
Figura 8 - Exames bioquímicos – part.5
Fonte: Laboratório Mena Diagnóstico
38
Figura 9 - Exames bioquímicos – part.6
Fonte: Laboratório Mena Diagnóstico
39
Figura 10 - Exames bioquímicos – part.7
Fonte: Laboratório Mena Diagnóstico
40
Figura 11 - Exames bioquímicos – part.8
Fonte: Laboratório Mena Diagnóstico
41
Figura 12 - Exames bioquímicos – part.9
Fonte: Laboratório Mena Diagnóstico
42
Figura 13 - Exames bioquímicos – part.10
Fonte: Laboratório Mena Diagnóstico