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Propostas de Capital no Brasil: Séculos XVIII e XIX

No século XVIII, o Marquês de Pombal e Francisco Tosi Colombina sugeriram transferir a capital do Brasil para o interior. No século XIX, José Bonifácio de Andrada e Silva defendeu que a capital deveria ficar no Planalto Central e não no litoral. A Constituição de 1891 reservou uma área de 14.400 km2 no Planalto Central para a futura Capital Federal.

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Propostas de Capital no Brasil: Séculos XVIII e XIX

No século XVIII, o Marquês de Pombal e Francisco Tosi Colombina sugeriram transferir a capital do Brasil para o interior. No século XIX, José Bonifácio de Andrada e Silva defendeu que a capital deveria ficar no Planalto Central e não no litoral. A Constituição de 1891 reservou uma área de 14.400 km2 no Planalto Central para a futura Capital Federal.

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SÉCULO XVIII

Sebastião José de Carvalho e Melo: o Marquês de Pombal


A primeira pessoa que cogitou tirar a capital de Salvador e transferi-la para
o interior do Brasil foi Marquês de Pombal.
Francisco Tosi Colombina
Francisco Tosi Colombina, já
no Século XVIII, viajou ao
interior do Brasil, mapeando
e deixando escritos a respeito
da possibilidade de ali se
edificar uma capital.
Joaquim José da Silva Xavier: o
Tiradentes
No século XVIII, os inconfidentes mineiros
propunham, no bojo desse movimento
emancipacionista, a transferência da capital para
a cidade de São João Del-Rey (1789).

Como sabemos, o movimento fracassou, mas a


ideia de interiorização da sede do governo não.
SÉCULO XIX
Hipólito José da
Costa: fundador do
Correio Braziliense

Em 1808, Hipólito José da Costa publicou, em Londres, o primeiro número do jornal “Correio
Braziliense” ou “Armazém Literário”, em fascículos mensais, com cerca de 80 páginas. Até
1822, quando foi extinta sua edição, o jornal havia produzido 175 fascículos.
A publicação foi proibida de circular no Brasil e em Portugal, devido aos artigos que
pregavam liberdade de expressão, a independência do Brasil, além de condenar a
aristocracia parasitária do Reino e a exploração econômica de Portugal em relação ao Brasil.
José Bonifácio de Andrada e Silva
José Bonifácio de Andrada e Silva deixou
o seu nome marcado na história de
Brasília.

Ele dizia que a capital do Brasil deveria


ficar no interior, e não no litoral. Além
disso, dizia que o ideal era que Paracatu
sediasse a capital, a qual deveria se
chamar Brasília ou Petrópole.
Francisco Adolfo de Varnhagen:
o Visconde de Porto Seguro

Francisco Adolfo de Varnhagen, além de


historiador, era também diplomata.

Fez uma excursão sem apoio ou


financiamento do governo para localizar
a melhor área para demarcar e poder
sediar a nova capital.
AS 3 LAGOS: FEIA, BONITA E FORMOSA
As cidades de Planaltina
(DF) e Formosa (GO)
abrigam nascentes
tributárias de três
importantes bacias
hidrográficas brasileiras:
Amazônica
(Maranhão/Tocantins),
São Francisco (Rio Preto)
e Paraná (Rio São
Bartolomeu).
O sonho de Dom Bosco
“Entre os graus 15 e 20 havia uma enseada bastante
longa e bastante larga, que partia de um ponto onde
se formava um lago. Disse então uma voz
repetidamente: -Quando se vierem a escavar as
minas escondidas no meio destes montes, aparecerá
aqui a terra prometida, de onde jorrará leite e mel.
Será uma riqueza inconcebível.”

Tais palavras são consideradas por muitos como uma


profecia da construção de Brasília. São o relato de
um sonho de São João Bosco, santo italiano
fundador da Congregação dos Salesianos. Elas
aparecem no livro “Memórias Biográficas de São
João Bosco”, escrito por seu assistente, padre
Lemoyne.
Constituição de 1891
O artigo 3º da Constituição de 1891 estabelecia que:

Art. 3º Fica pertencente à União, no Planalto Central da República,


uma zona de 14.400 km² que será oportunamente demarcada,
para nela estabelecer-se a futura Capital Federal. Parágrafo único:
Efetuada a mudança da Capital, o atual Distrito Federal passará a
constituir Estado.

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