ALFABETIZAÇÃO COM
BOQUINHAS PARA
FAMÍLIAS
Liliane Reis
Renata Jardini
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Olá, papai. Olá, mamãe. Olá, família.
Esse livro é feito para você, que quer contribuir com a educação do seu filho,
sobrinho, neto, neta, não sei, da sua criança querida, e não sabe por onde
começar. Possa ser que essa criança tenha alguma dificuldade na aprendizagem,
possa ser que ela tenha algum transtorno da aprendizagem, o que vai gerar muito
mais ansiedade e expectativa nos seus resultados escolares, inclusive você
deseja compreender e analisar se o que está acontecendo na escola e nas
terapias está sendo proveitoso ou você também quer contribuir no processo de
educação que todos os envolvidos no desenvolvimento da sua criança estão
fazendo. Mas também possa ser que não. Possa ser que você, mesmo tendo uma
criança que está se desenvolvendo muito bem na escola, sinta a necessidade de
um norte para ajudá-la nas tarefas de casa e para também ajudar nesse momento
de alfabetização que é um momento tão importante para a vida da sua criança,
seja um momento ainda mais enriquecedor e proveitoso. Para isso estamos aqui,
para isso esse livro foi escrito. Vamos todos juntos, contribuir com a alfabetização
das nossas crianças.
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DE QUEM É A RESPONSABILIDADE DE EDUCAR?
A educação é um termo muito amplo. Quando falamos em educação e
dizemos:
Fulano é bem (ou mal)
educado!
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DE QUEM É A RESPONSABILIDADE DE EDUCAR?
Estamos nos referindo a comportamentos adequados ou inadequados
para um determinado contexto social. Para vivermos em sociedade é
necessário o respeito às nossas próprias vontades e o respeito às vontades
do outro e a educação tem esse papel, de desenvolver na criança essa
percepção do eu e outro, percepção que a criança não tem ao nascer e que
ela só irá adquirir no decorrer da sua interação com outras pessoas e outros
seres vivos.
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Ao nascer, o bebê sai de uma situação onde ele e a mãe eram apenas
um. Sua necessidade de se alimentar e de respirar era completamente
satisfeita, através do cordão umbilical, de forma que ele sequer necessitava
fazer qualquer movimento para obter satisfação das suas necessidades
primárias. Quando nasce, essa condição de satisfação imediata de suas
necessidades é interrompida, sendo o corte do cordão umbilical muito mais
do que uma ação material, mas uma ação de rompimento psicológico que irá
interferir na forma que aquele ser recém-nascido fará sua interação com o
mundo que ele agora vive. Ele sentirá a necessidade de uma ação para
respirar, o que antes não era necessário. Começará a sentir o desconforto da
fome e utilizará do seu corpo para expressar esse desconforto, através da
sua primeira forma de comunicação, que será a sua expressão corporal e o
choro.
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Como ele será atendido nessa necessidade lhe trará marcas
“educacionais” já nessa fase da vida. Ele será prontamente atendido? Terá
um seio sempre disponível? Terá que esperar determinado momento para
ser alimentado? Terá facilidade em se alimentar ou precisará de um esforço
grande de sucção para ter acesso ao alimento? Terá acesso a alimento
suficiente? Além da respiração e da fome, começará a sentir outras
sensações, como frio, calor, dor, prazer, sendo essas sensações de extrema
importância para o desenvolvimento do seu cérebro e como o meio (os seus
cuidadores) irá lidar com essas sensações será também de extrema
importância para o seu desenvolvimento psicológico.
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Com o desenvolvimento do bebê e o aumento da sua capacidade de
interação, através do início do desenvolvimento da linguagem, desde as
primeiras palavras ou então a compreensão e obediência à fala do outro,
como, por exemplo, a criança falar “mama” e ter uma mãe sorridente a
comemorar ou então alguém da família dizer: “bate palma” e a criança fazer
o movimento e todos comemorarem, até começar a ouvir o “não”, já há
educação acontecendo. Com o desenvolvimento da marcha e maior nível
da exploração da criança, o papel dos cuidadores como pessoas que
limitam o movimento da criança, limitam o seu acesso ao objeto de desejo,
o papel social da educação e da percepção do eu e do outro vai se
aprimorando.
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À medida que a criança cresce, sua área de ação vai se tornando maior
e também o nível de desejos que não serão satisfeitos, ou que serão, se
ampliará. E é nessa relação que a educação de comportamentos vai se
realizando. A noção de “bem educado” ou “mal educado” é uma visão
sociocultural, pois culturas diferentes podem ter perspectivas de limites
diferenciados. Então, podemos entender que não apenas a família, mas a
sociedade como um todo interfere na educação comportamental das
crianças, porém, é a família o primeiro meio social que terá grande
importância (senão a mais importante) interferência na construção da
educação comportamental de um indivíduo. Dessa forma, entendemos que,
apesar dessa criança ser inserida, a partir de uma determinada idade (e cada
vez mais precocemente) em outros ambientes sociais (creche, escola,
instituição religiosa, casas de parentes, etc.), é a família a principal
responsável pelo desenvolvimento educacional dessa criança, sendo que
formará a base psicológica para todo o desenvolvimento que acontecerá
posteriormente.
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Então, vamos pensar que essa criança foi introduzida na escola. A
partir do momento que ela entra na escola, a família deixa de ser
responsável pela sua base educacional comportamental? A escola não tem
responsabilidade pela base educacional comportamental? Ao iniciar a
educação formal, relacionada com os conhecimentos pedagógicos, a família
não tem responsabilidade por esse tipo de educação? Esse tipo de
educação é apenas de responsabilidade da escola? Dá para definir limites
educacionais distinguindo qual o papel da família e qual o papel da escola?
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Minha resposta para essas perguntas é: “NÃO”. A família sempre
será responsável, ou pelo menos corresponsável, pelo desenvolvimento
educacional de forma ampla dessa criança, seja essa educação
comportamental ou pedagógica. Afinal, quem escolhe a escola que deseja
para seu filho? Mas, essa responsabilidade também não se restringe
apenas a escolha da escola, vai muito além, e por isso estamos aqui lendo
esse livro.
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E a escola, não é de sua responsabilidade a educação
comportamental? Sim, a escola também tem papel importantíssimo na
educação comportamental. No seio familiar, muitas vezes, na nossa
sociedade atual, a criança é única em um ambiente adulto, não tendo outras
crianças de referência e não interagindo com outras crianças que
apresentam um nível de desenvolvimento psicológico compatível para fazer
as interações de aprendizagem necessárias. Exemplo: Uma criança quer um
brinquedo que sua mãe estava colocando na prateleira. É muito provável
que essa mãe diga sim e entregue o brinquedo para a criança. Essa mãe
pode dizer não, falando que aquele brinquedo é para decorar o quarto (sim,
muitas vezes isso acontece) e a criança, apesar de frustrada, terá que
obedecer, ou fazer birra, sendo atendida pela mãe logo depois que, para se
livrar do choro, entrega o brinquedo para essa criança.
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E se essa interação fosse uma competição entre duas crianças
para ver quem ficaria com o brinquedo? Observe que a relação de poder e a
relação psicológica estabelecida serão totalmente diferentes. São duas
crianças que querem o mesmo brinquedo. As duas irão chorar. As duas
tentarão impor sua vontade de alguma forma, mesmo que seja batendo no
outro, mordendo... Dificilmente uma delas irá ceder. É muito provável que,
no ambiente escolar, chegue um terceiro elemento que é o professor
responsável por essa mediação educacional e ensine que as duas podem
ser satisfeitas se aprenderem a brincar juntas ou então a esperar uma usar o
brinquedo para depois de certo tempo a outra usar. Assim, quanto mais o
meio tem mais crianças de mesma idade, mais desafiador será para elas.
Por isso, inclusive, muitas crianças com algum transtorno do
desenvolvimento, por exemplo, conseguem interagir melhor com adultos, ou
com crianças mais velhas ou mais novas e não com crianças da mesma
faixa etária.
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Ao falar em crianças com dificuldades, transtornos de aprendizagem ou
algum tipo de deficiência, entramos também em outro grupo de educadores,
os terapeutas que acompanham essa criança, sejam eles psicólogos,
fonoaudiólogos, psicopedagogos, entre outros. Esses profissionais irão atuar
em questões educacionais comportamentais, pedagógicas, cognitivas, de
linguagem, de motricidade, entre outras, sendo que para o sucesso do
trabalho, a parceria com a escola e a família é imprescindível.
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Além da família, da escola e dos terapeutas (caso seja necessário para
cada situação), existem muitos outros meios de educação informal, como
instituições religiosas e, não podemos esquecer, das mídias que as crianças
estão tendo acesso de forma mais precoce e em tempo maior de exposição.
Assim, já se percebe crianças com vocabulário específico de determinados
youtubers, usando na linguagem um sotaque característico de outras regiões
brasileiras diferente da que eles residem, com comportamentos de vestuário
e de interesses sendo afetados por influência das mídias que estão
expostas.
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Assim, podemos perceber então que o termo educação é bem amplo,
porém, enfatizamos que, apesar de todos os meios que há interação social,
que há influência na educação, em relação a uma criança, a
responsabilidade de gerenciar todas essas informações chegadas a essa
criança, dando um direcionamento, uma coordenação, por assim dizer,
cabe à família, pois ela é a principal responsável pela criança em
desenvolvimento.
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E ONDE FICA A RESPONSABILIDADE DA FAMÍLIA NA
EDUCAÇÃO FORMAL DA CRIANÇA?
Queremos enfatizar aqui que, apesar da família ser o grande
organizador das influências educacionais que seu filho (a) recebe, isso não
desmerece o lugar dos outros meios de educação e nem significa que cabe
à família preencher todos os papéis, como, por exemplo, o papel de
professor ou o papel de terapeuta. Cada um tem seu papel e sua
importância no processo e não cabe à família fazer papel de professor ou
de terapeuta. Mas é de extrema importância que a família cumpra seu
papel coordenador e de contribuição para que os demais profissionais que
interagem na educação do seu filho (a) possam ter sucesso na sua
jornada. Para ilustrar o que dissemos anteriormente, gostamos muito de
expor através desse esquema ilustrativo:
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O QUE PROPOMOS NESSE LIVRO?
Diante do que discutimos acima, propomos um material para que a
família possa, junto com os professores e os terapeutas, auxiliar na
alfabetização da criança, como coparticipantes nesse processo. Na nossa
experiência clínica sabemos o quanto uma família engajada com a
alfabetização pode contribuir com a motivação da criança. Porém, perante
essa motivação, encontramos famílias com estas características que
descreveremos a seguir:
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Famílias superexigentes: As famílias superexigentes são aquelas
famílias que estão muito engajadas na alfabetização, porém, por conta desse
engajamento, muitas vezes há um grau de exigência muito alto e que pode
gerar dificuldades ou problemas na aprendizagem. A família cobra muito o
acerto, a leitura fluente, a escrita correta, não lidando de forma assertiva com
o processo de aprendizagem, gerando na criança um grau de ansiedade muito
grande, o que algumas vezes pode gerar até um bloqueio na aprendizagem,
uma vez que a criança sente que não dá conta de tamanha exigência. Essas
famílias muitas vezes, com a melhor das intenções, gritam, reclamam, não
aceitam erros, o que traz consequências prejudiciais para a aprendizagem.
São famílias que, se contrataram um reforço escolar no contraturno da escola
para a criança fazer a tarefa de casa, quando estão juntos, muitas vezes à
noite, quando a criança já está cansada, querem repassar a “lição” para
verificar se estão “afiadas”, e geralmente com um discurso de que sempre a
criança precisa se dedicar mais.
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Famílias negligentes: Nesse grupo estão as famílias que deixam todo
o papel da alfabetização para a escola e/ou terapeutas. Geralmente a
criança vai para a escola em um turno. Muitas vezes, senão a maioria, a
família contrata um reforço escolar no contraturno e não se coloca em
momento algum como parceira ou interessada direta para que a
aprendizagem aconteça. São famílias que, muitas vezes, sequer participam
das reuniões escolares e só no fim do ano, ou no período de provas, exigem
os resultados dos filhos com o seguinte discurso: “Mas eu paguei escola,
paguei reforço, paguei terapia e você não tirou boas notas?”, ou, se a escola
é pública: “Sua única função é estudar e você me traz essas notas?”
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Famílias assertivas: São as famílias que motivam a criança para a
aprendizagem, motivando e elogiando suas conquistas, se interessando de
forma positiva e proativa para a aprendizagem, onde a criança vê na família
uma parceria para seu desenvolvimento. Essas famílias conseguem um
tempo para brincar com a criança e, de forma lúdica, verificam como está
acontecendo a aprendizagem, conversando com os profissionais
responsáveis e sendo parceiras desses profissionais. Quando a criança tem
um reforço escolar para realizar as tarefas extraclasse, esse tipo de família
sempre consegue um tempo para verificar como está acontecendo o
processo e, se é a própria família que ensina as tarefas extraclasse, eles são
motivadores, corrigem o erro de forma correta, acreditam no potencial da
criança e estão ali para ajudar no seu engajamento e motivação. Há respeito
entre todos, família, escola, profissionais e criança.
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Escrevemos esse livro justamente para aumentar o número de
famílias com esse modelo - famílias assertivas -, ajudando as famílias do
modelo 1 e 2 a verem como podem modificar suas condutas pois, tanto a
família 1 e 2 agem dessa forma não por falta de vontade de fazer de forma
assertiva, mas sim porque não sabem como fazer e muitas vezes copiam a
forma de como seus pais agiram com eles próprios.
Você quer fazer parte do grupo de famílias assertivas? Então venha conosco
que iremos te ajudar.
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COMO O MÉTODO DAS BOQUINHAS PODE TE
AJUDAR?
O Método das Boquinhas foi criado pela Dra. Renata Jardini, tendo
sua primeira publicação registrada em 1997. Iniciando como um método para
ser utilizado para reabilitação na Dislexia e outros distúrbios, aos poucos
Boquinhas foi ganhando espaço, chegando às salas de aula de todo o Brasil e
de vários países que falam a Língua Portuguesa, sendo hoje utilizado tanto em
sala de aula como em clínicas de psicopedagogia e fonoaudiologia.
Dra. Renata Jardini
Autora do Método das Boquinhas
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É um Método que permite aplicação prática, independente da
formação inicial do aplicador, sendo que é adaptável às demandas de quem
o aplica, tanto em forma de aplicação como em grau de conhecimentos
prévios para ser aplicado. Por isso, é possível um fonoaudiólogo aplicar
Boquinhas no seu consultório, respeitando a linha de atuação do
fonoaudiólogo, assim como o psicopedagogo, respeitando a linha de atuação
do psicopedagogo, sem interferir, de forma ética, nos limites da sua
profissão. O mesmo acontece com o professor e assim também acontece
com o pai/mãe que aplicará Boquinhas com seu filho, em sua casa. Cada
aplicador perceberá que Boquinhas tem constructo teórico para embasar sua
prática, sendo possível ser aplicado, no caso da família, com uma
compreensão teórica mais superficial do que o Método propõe.
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Esse e-book busca justamente apresentar princípios básicos do
Método para aplicação por pais ou familiares, sem aprofundar nos conceitos
teóricos por trás de cada ação metodológica. Nós recomendamos que,
juntamente com o estudo desse material, o familiar que deseja aplicar
Boquinhas deve fazer o curso Treino Alfabetização com Boquinhas para
PAIS. Esse livro foi pensado na faixa etária de alfabetização, ou seja, pode
ser aplicado em crianças a partir de 6 anos, podendo, em alguns casos
especiais, ser aplicado com crianças de 5 anos. Daremos sugestões e
orientações de aplicação do Método, baseado nos livros Novo Kit de
Alfabetização, 6 volumes, que pode ser adquirido na Loja Virtual:
CLIQUE AQUI PARA
CONHECER A COLEÇÃO
KIT ALFA
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Recomendamos, ainda, caso tenha interesse, que conheça o livro de
fundamentação teórica da metodologia, que contém em detalhes o
conhecimento científico dessa grande obra. Método das Boquinhas uma
neuroalfabetização. Clique no livro para saber mais:
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PERGUNTAS FREQUENTES
Na escola do meu filho eles não usam
o Método das Boquinhas. Posso aplicar
o Método mesmo assim?
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Sim, você pode. Na verdade, o ideal é que todos os participantes do
processo de aprendizagem do seu filho utilizassem o Método das
Boquinhas. Porém, se isso não é possível, você pode aplicar o Método
em casa, como atividade complementar ou ainda utilizar a abordagem
do Método para realizar as tarefas de casa de seu filho (a), sem
precisar, necessariamente utilizar as atividades do livro KIT ALFA.
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PERGUNTAS FREQUENTES
Trabalhar com métodos diferentes não
vai confundir a cabeça do meu filho?
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Nós recomendamos que você converse com a professora, para
que ela entenda quando a criança levar conhecimentos para a sala
de aula sobre a articulação, por exemplo, sabendo aproveitar em
sala desse conhecimento trazido pelo seu filho. Recomendamos
também que você ouça da professora como ela vem trabalhando e
se o seu filho expressar dúvidas sobre alguma diferença, você
saiba explicar que são métodos diferentes, mas que, no momento
que ele estiver com você, para ele se concentrar em como você
está trabalhando e quando estiver com a professora, se concentrar
em como ela está trabalhando, não diminuindo ou desmerecendo o
trabalho da professora do seu filho. O diálogo com o professor
nesse caso é fundamental.
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PERGUNTAS FREQUENTES
Por que Boquinhas não trabalha com
a ordem alfabética?
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A autora do Método, a Dra. Renata Jardini, estudou por anos
uma ordem de aprendizagem dos sons e articulação para favorecer
a aprendizagem, de forma a trabalhar inicialmente com letras que
são de mais fácil compreensão para a criança, bem como não trazer
conflitos de início com letras com dificuldades ortográficas. O
objetivo é ir ganhando autonomia, compreensão e autoconfiança,
deixando as letras mais difíceis para quando a criança já tem um
maior domínio. Aprender as letras fora da ordem alfabética não
alterará em nada o aprendizado de leitura e escrita, ao contrário, o
facilitará. Ler e escrever é uma habilidade. Conhecer a ordem
alfabética é um conteúdo.
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PERGUNTAS FREQUENTES
Mas na escola eles estão seguindo a
ordem alfabética, o que eu faço?
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Boquinhas orienta seguir a ordem estabelecida pelo Método,
porém, não há restrição se você quiser seguir a ordem alfabética
para trabalhar as letras. Porém, é muito mais efetivo e rápido o
aprendizado quando é seguida a ordem estabelecida pelo Método.
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PERGUNTAS FREQUENTES
Se meu filho não dominou ainda todas
as vogais, posso iniciar o trabalho com
as consoantes?
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Geralmente a criança domina rapidamente a compreensão das
vogais. Além do livro do Kit Alfa Boquinhas tem vários jogos e
aplicativos que podem e devem ser utilizados para ajudar nessa
etapa. Porém, se mesmo assim a criança não evoluir, é necessário
verificar se ela tem conhecimentos prévios que possibilitem a
alfabetização ou se há algum sinal de alguma dificuldade ou
transtorno de aprendizagem já começando a aparecer. Nesse caso,
converse com o professor do seu filho e, se necessário, busque uma
avaliação profissional.
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PERGUNTAS FREQUENTES
Meu filho não conseguiu dominar bem
uma consoante, posso passar para
outra?
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Em todas as atividades do livro há um retorno para letras já
trabalhadas, portanto, se ele dominou bem as vogais, mas está com
algumas dificuldades em algumas consoantes, você pode avançar
no livro e retomar o aprendizado daquela letra usando jogos. Mas,
se a dificuldade persistir, converse com o professor e, se
necessário, busque uma avaliação profissional.
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PERGUNTAS FREQUENTES
Meu filho não quer fazer as bocas. O
que eu faço?
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Dificilmente uma criança ficará com vergonha de fazer as bocas.
Eles gostam muito do uso do espelhinho. Talvez você esteja usando
uma abordagem muito rígida. Lembre-se que todo o processo deve
ser lúdico, ou seja, o brincar deve fazer parte o tempo todo e você
também deve fazer junto com seu filho as bocas, deve jogar com o
seu filho, deve motivá-lo. Você não está ali apenas para ensiná-lo.
Sua postura é de uma companhia, que está ali para ajudá-lo a
aprender. Divirta-se junto com seu filho ao trabalhar com Boquinhas.
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PERGUNTAS FREQUENTES
A escola do meu filho está ensinando
com letra cursiva e o livro está em letra
bastão. O que eu faço?
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Os livros do Kit Alfa apresentam-se em letra bastão até o volume 3,
apesar de ter treino de escrita com letra cursiva, porém a letra cursiva
não é exigida nas atividades. Boquinhas recomenda que a alfabetização
seja realizada em letra bastão, porém o material é adaptável para o uso
em cursiva. Lembramos que o foco inicial do processo deve ser a
consciência fonovisuoarticulatória (consciência do som e da articulação
que fazemos ao pronunciar o som), sendo que o registro escrito deve ser
consequência do desenvolvimento dessa consciência e não o contrário,
como muitas vezes acontece. Não tenha pressa sobre o uso do lápis. A
leitura acontece no cérebro e, quando se compreendeu bem o processo
da leitura, a escrita é apenas uma consequência que se torna muito fácil,
a não ser que haja algum problema ou transtorno de aprendizagem.
Portanto, sempre esteja em diálogo com o professor do seu filho e se
houver algum empecilho e você perceber que a aprendizagem não está
acontecendo, recomendamos uma avaliação profissional. Boquinhas está
estruturado de forma que uma criança sem dificuldades ou transtornos
pode se alfabetizar em pouco tempo.
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PERGUNTAS FREQUENTES
Posso entregar um espelhinho e enviar
uma cartela de Boquinhas para a
escola?
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Sim, deve. Converse com o professor. Esse material irá ajudar
não só seu filho, mas toda a classe, se o professor souber utilizá-lo.
Inclusive, convide o professor a conhecer Boquinhas, fazendo um
dos inúmeros cursos disponíveis e ter acesso aos materiais na Loja
Virtual. Muitos educadores nunca ouviram falar de Boquinhas e
ficam encantados, assim como você, com a rapidez dos resultados.
É bom para todos.
Clique no Espelhinho de Boquinhas Clique para baixar
para adquirir o material a Cartela de Boquinhas
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PERGUNTAS FREQUENTES
E se eu tiver mais dúvidas?
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PERGUNTAS FREQUENTES
Lembre-se que sempre estaremos disponíveis para conversar com
você. Envie sua pergunta em nosso e-mail ou acesse o Site e Loja e
fale no WhatsApp. Você pode também ver nossas postagens em
redes sociais e nos auxiliar na divulgação. Clique nos ícones e você
será direcionado para nossos contatos:
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VAMOS COMEÇAR?
Livro 1: Vogais
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AS VOGAIS
1. Apresente as vogais para a sua criança, mostrando a boca que
cada vogal faz. Use o espelhinho para ela fazer a boca e você
também, faça a boca, olhe no espelho.
Conheça o Material Boquinhas na
Prática. Assista o filme de
demonstração de apresentação
das vogais clicando aqui
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AS VOGAIS
2. Use como apoio nossos vídeos com a apresentação das bocas
que está disponível para download gratuitamente na loja Boquinhas.
Clique aqui para baixar
o nosso filme gratuito
com as articulações
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AS VOGAIS
3. Faça um “Álbum de Vogais”. Em cada folha de papel cole uma
BOCA de vogal. Brinque com sua criança de procurar figuras (não
palavras escrita) que comecem com aquela vogal, recortar e colar
em cada folha do álbum. Você pode usar esse material como um
banco de palavras, para usar nas brincadeiras abaixo.
VOCÊ PODE USAR AS
BOCAS DA CARTELA
DE BOQUINHAS PARA
ILUSTRAR SEU ÁLBUMI
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AS VOGAIS
4. Encontre a palavra com a vogal: Coloque um tempo marcado
(pode usar um cronômetro ou o temporizador do celular) e fale uma
vogal. Mostre a boca, peça para a criança falar e ver a boca no
espelho. A criança então terá um minuto para, em casa, tocar em
objetos que comecem com aquele som. Cada objeto tocado vale um
ponto. Agora é sua vez. A criança sorteia uma vogal e você irá
percorrer a casa no tempo determinado para tocar em objetos
iniciados com aquela vogal. Ganha quem fizer mais pontos.
Exemplos: A (armário, abacaxi, almofada, azul, arroz, etc); E
(escova, espelho, etc); I (isqueiro...); O (ovo, óculos, óleo, ônibus de
brinquedo...); U (urso, uva, unha...).
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AS VOGAIS
5. Use os cartazes de Boquinhas e 5 bambolês. Em cada
Bambolê você irá colocar uma boca de uma vogal. Marque a saída e
o fim. Você deve ditar algumas palavras e a criança precisa pular no
bambolê correspondente, na ordem correta. Exemplo: BONECA. A
criança pula no bambolê na seguinte ordem:
Clique aqui para
adquirir os Cartazes de
Boquinhas
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AS VOGAIS
6. Vamos brincar de ouvir vogais nas palavras. Você deve ditar uma
palavra e sua criança irá seguir a legenda de ações, como está
abaixo. Depois será sua vez.
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AS VOGAIS
7. Brinque usando o aplicativo Memória Boquinhas, fase 1.
8. Brinque com nossos jogos: Dominó de vogais; Varal de
Boquinhas; Loto de Vogais; Dados. Veja todos os jogos no link
abaixo;
9. Brinque de tirar fotografia das bocas de sua criança articulando
as vogais e da sua própria boca. Vocês podem brincar de relacionar
as bocas fazendo a mesma articulação das várias pessoas da
família como pode ainda plastificar e usar para montar um jogo da
memória.
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adquirir o Aplicativo adquirir os jogos de
Memória de Boquinhas Boquinhas
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AS CONSOANTES L - P - V - T
LIVRO 2:
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AS CONSOANTES L - P - V - T
1. Apresente a consoante L para a sua criança, mostrando a boca
que ela faz. Use o espelhinho para ela fazer a boca e você também,
faça a boca, olhe no espelho.
2. Brinque de modelar as vogais e a letra L com massinha de
modelar. Após modelar, use as letras montadas para a próxima
brincadeira;
3. Fale palavras com a família silábica do L e a criança precisa
tocar na massinha na ordem correta da formação da sílaba. Por
exemplo: Fale LÁPIS. A criança irá tocar na letra L e A feita com
massinha.
Conheça o Material Boquinhas na
Prática. Assista o filme de
demonstração de apresentação
do L clicando aqui
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AS CONSOANTES L - P - V - T
4. Prepare, antecipadamente, formas de gelo. Coloque em cada
forma uma letra em EVA (você encontra em casas de importados ou
livrarias). Como estamos na letra L, só serão colocadas a letra L e
as vogais. Prepare uma forma para você e outra para sua criança.
Prepare um martelinho de tempero, que você encontra também em
lojas de importados. Você pode já deixar preparado um banco de
palavras, usando figuras (não palavras escritas) recortadas de
revistas ou copiando figuras da internet. Coloque esse banco de
figuras em um saco. Vocês irão sortear a figura e bater, com o
martelinho, nos cubos de gelo onde as letras que pertencem aquela
palavra estão. Ganha quem libertar uma letra primeiro. Exemplo: Se
no banco de palavra você tirou a palavra LÁPIS, você irá bater, com
seu martelo, no L, A, I. Se bater fora da ordem perde a vez. Você
pode, depois, deixar mais difícil, sendo que ganha quem liberar
primeiro duas ou três letras.
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AS CONSOANTES L - P - V - T
Clique aqui para assistir
o vídeo de aplicação
desse jogo
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AS CONSOANTES L - P - V - T
5. Apresente a letra P usando o baralhinho de boquinhas. Você
pode utilizar todas as brincadeiras anteriores, agora usando a letra
P e a letra L.
6. Brinque de diferenciar as letras L e P. Para isso você pode
colocar as cartas do baralhinho com as consoantes L e P em cima e
as cartas do baralho com as vogais em uma linha embaixo. Você
dita uma sílaba formada por L ou P e a criança precisa tocar na
carta na ordem correta. Exemplo: Você fala “PA”, a criança tem que
tocar no P e no A. Você fala “LE”, a criança terá que tocar no L e no
E.
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adquirir o Baralho de
Boquinhas
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AS CONSOANTES L - P - V - T
7. Apresente a letra V e a letra T usando a mesma abordagem
metodológica.
8. Continue com as atividades de diferenciação de todas as letras
trabalhadas. Você pode utilizar os mesmos jogos já expostos.
9. Use os nossos jogos Varal de Boquinhas, os Dados e o aplicativo
Memória Boquinhas, fase 2. Use o Aplicativo Puxa Bocas, fases 1 e
2.
10. Continue usando as fotografias das bocas da sua criança e dos
familiares e a brincar com esse riquíssimo material de formas
variadas. Use sua criatividade. Você mesmo pode criar novos
materiais, atividades e jogos, junto com sua criança.
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adquirir o Aplicativo
Puxa Bocas
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LIVRO 3: M, F, B, N, D
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LIVRO 3: M, F, B, N, D
1. Apresente a letra M, usando o espelhinho e o baralho ou cartaz
de Boquinhas. Use como apoio nossos vídeos com a apresentação
das bocas que está disponível para download gratuitamente na loja
Boquinhas. Também temos um material explicando o traçado das
letras, disponível também na nossa loja virtual para você adquirir.
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adquirir o material de
Traçado das Letras
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LIVRO 3: M, F, B, N, D
2. Utilize as brincadeiras já disponibilizadas anteriormente,
ampliando as letras até onde está sendo trabalhado.
3. Apresente a letra F.
4. Agora faremos o confronto do F e V, duas letras que apresentam
a mesma boca, mas com sons diferentes, pois uma é surda e outra
sonora. Para isso faça um ditado diferente. Coloque as duas cartas
do baralho de Boquinhas, o F e o V. Você irá falar várias palavras
com F e V e a criança irá tocar em qual letra, na ordem falada,
forma aquela palavra. Por exemplo: FAMÍLIA, a criança tocará na
letra “F”. FIVELA, a criança tocará primeiro no “F” e depois no “V”;
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Prática. Assista o filme de
demonstração de apresentação
do F clicando aqui
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LIVRO 3: M, F, B, N, D
5. Continue usando os aplicativos Puxa-Bocas e Memória
Boquinhas.
6. Separe as fichas com as letras F e V do jogo “Boca-Certa” e
brinque usando apenas essas fichas.
7. Após apresentar o B, faça o jogo “Boca Certa” usando as fichas
do F e V e do B e P.
8. Utilize o Banner de Boquinhas para identificação de som inicial
das palavras.
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conhecer os nossos conhecer os nossos
jogos gratuitos na jogos gratuitos na
plataforma WordWall plataforma WordWall
BLOCO 1 BLOCO 2
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LIVRO 4: C, R, G, R
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LIVRO 4: C, R, G, R
1. Apresente cada uma das letras, usando o espelhinho e os
vídeos de Boquinhas. Cada letra deve ser apresentada
separadamente.
2. Continue a realizar o Álbum de Figuras que começou desde as
vogais. Faça uma página no Álbum com a boca do /c/ e divida em
duas colunas, sendo uma para figuras com palavras escritas com C
e outra palavras escritas com QU.
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LIVRO 4: C, R, G, R
3. Utilize essas palavras para fazer um Bingo do /c/. Você dividirá
uma folha com 9 pedaços e distribuirá letras C e o dígrafo QU.
Altere as quantidades nas cartelas. Você pode tirar uma cópia e
recortar as imagens do álbum e colocar em um saco. Vocês irão
sortear as figuras e se a palavra for com C ou QU fazer um X na
cartela na letra ou dígrafo correspondente. Ganha quem concluir a
cartela primeiro.
Clique aqui para baixar
o Bingo do /c/
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LIVRO 4: C, R, G, R
4. Construa uma trilha fazendo um caminho com quadrados.
Prepare palavras com QUA e com os dígrafos QUE, QUI, QUO.
Vocês irão sortear palavras, se tirar uma palavra com QUA, anda 3
casas, representando os 3 fonemas. Se retirar uma palavra que seja
dígrafo, anda 2 casas. Ganha quem chegar ao final da trilha
primeiro.
5. Utilize as palavras para escrever frases.
6. Ao apresentar o /R/, continue a realizar o Álbum de Figuras que
começou desde as vogais. Faça uma página no Álbum com a boca
do /R/ e divida em duas colunas, sendo uma para figuras com
palavras escritas com R e outra palavras escritas com RR.
Clique aqui para assistir Clique aqui para baixar
um vídeo apresentando a Trilha do QU
a brincadeira da Trilha
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LIVRO 4: C, R, G, R
7. Construa uma trilha fazendo um caminho com quadrados.
Prepare palavras com R e com RR. Vocês irão sortear palavras, se
tirar uma palavra com R, anda 1 casa. Se retirar uma palavra que
seja escrita com RR, anda 2 casas. Ganha quem chegar ao final da
trilha primeiro.
8. Ao apresentar o /g/, continue a realizar o Álbum de Figuras que
começou desde as vogais. Faça uma página no Álbum com a boca
do /g/ e divida em duas colunas, sendo uma para figuras com
palavras escritas com G e outra palavras escritas com GU.
Clique aqui para baixar
a Trilha do R/RR
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LIVRO 4: C, R, G, R
9. Utilize essas palavras para fazer um Bingo do /g/. Você dividirá
uma folha com 9 pedaços e distribuirá letras G e o dígrafo GU.
Altere as quantidades nas cartelas. Você pode tirar uma cópia e
recortar as imagens do álbum e colocar em um saco. Vocês irão
sortear as figuras e se a palavra for com G ou GU fazer um X na
cartela na letra ou dígrafo correspondente. Ganha quem concluir a
cartela primeiro
10. Construa uma trilha fazendo um caminho com quadrados.
Prepare palavras com GUA, GUO e com os dígrafos GUE, GUI.
Vocês irão sortear palavras, se tirar uma palavra com GUA ou GUO,
anda 3 casas, representando os 3 fonemas. Se retirar uma palavra
que seja dígrafo, anda 2 casas. Ganha quem chegar ao final da
trilha primeiro.
Clique aqui para baixar
a Trilha do G
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LIVRO 4: C, R, G, R
11. Você pode utilizar as brincadeiras que estão no anexo do livro
volume 5 Alfa. Você pode continuar usando o jogo Varal de
Boquinhas, Dado de Boquinhas. Use o jogo Loto Consoantes, Risca
Bocas e Boca-Certa
A essa altura sua criança já está avançando na leitura/escrita. Então
insira o jogo Maratona de Leitura de Boquinhas, para melhorar a
fluência de leitura
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conhecer o jogo adquirir o jogo
Maratona de Leitura Maratona de Leitura
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LIVRO 5: J/GE-GI; S/CE-CI/Ç; X/CH; H; CH/LH/NH
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LIVRO 5: J/GE-GI; S/CE-CI/Ç; X/CH; H; CH/LH/NH
1. Sempre inicie apresentando cada uma das bocas e associando
com o som. Agora você já deve associar com as letras
correspondentes.
2. Vamos brincar de BEBÊ e DOIDO? Mostre a sua criança a
diferença entre as letras “d” e “b”. Agora você irá falar um grupo de
palavras com “d” e “b”. Ao falar palavra com “d” a criança deverá
colocar a bexiga no bumbum e se falar palavras com “b” a criança
deverá rapidamente colocar a bexiga na barriga.
Clique aqui para assistir
um vídeo ilustrando
essa brincadeira
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LIVRO 5: J/GE-GI; S/CE-CI/Ç; X/CH; H; CH/LH/NH
3. Use as brincadeiras anteriores adaptando para esse grupo de
dificuldades ortográficas.
4. Brinque usando o aplicativo Puxa-Bocas.
5. Use os jogos Loto Vogal; Loto Consoantes; Risca Bocas; Boca
Certa.
6. Continue usando o jogo Maratona de Leitura, avançando as
fases no jogo para melhorar a velocidade de leitura da sua criança.
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Bingos Ortográficos
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LIVRO 6: SÍLABAS COMPLEXAS
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LIVRO 6: SÍLABAS COMPLEXAS
1. Ao chegar nesse livro seu filho já deve estar no nível alfabético,
ou seja, ele já escreve fazendo a relação fonema/grafema
(som/letra) podendo apresentar alguns erros ortográficos e
dificuldades nas sílabas complexas. Lembre-se das nossas
orientações no início desse e-book. Seu filho está entrando no
mundo das letras, portanto, esse momento deve ser mágico, único e
feliz. Seja gentil com a aprendizagem dele. Veja o erro como
processo e você e todos os envolvidos como os condutores, para
que ele descubra a lógica por trás da leitura e escrita e também
perceba que muitas vezes haverá necessidade de memorizar
algumas diferenças ortográficas que não levam em consideração o
fonema, mas sim a etimologia da palavra (origem cultural dessa
palavra).
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LIVRO 6: SÍLABAS COMPLEXAS
2. Conduza para que seu filho observe no espelho a diferença na
articulação quando insere o /r/ ou o /l/ entre a consoante e a vogal.
Você pode fazer uma brincadeira com ele falando as sílabas e ele
deverá bater duas vezes na mesa se for dois fonemas ou três vezes
se for 3 fonemas. Exemplo: Você fala /pa/, ele bate duas vezes na
mesa. Você fala /pra/, ele bate 3 vezes na mesa. Faça o mesmo
com os outros conjuntos de sílabas.
3. Para diferenciar o uso de ão e am, faça o seguinte. Providencie
um lugar mais alto, pode ser um batente, um banquinho ou um
degrau de escada. Escreva ÃO em um papel e cole no local alto. E
escreva AM e cole no chão. Você falará palavras com ão e am. Se a
sílaba tônica estiver no ão a criança sobe o degrau. Se não estiver,
ela fica embaixo da escada. Assim ele fará a percepção da
tonicidade e olhará usando a escrita colada no chão como estratégia
mnemônica (ativando a memória) para ajudar quando houver dúvida
na escrita.
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LIVRO 6: SÍLABAS COMPLEXAS
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um vídeo ilustrando
essa brincadeira
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LIVRO 6: SÍLABAS COMPLEXAS
4. Você pode utilizar os jogos que estão no anexo de brincadeiras
do volume 6 do kit alfa.
5. Continue a utilizar os jogos Boquinhas para dar apoio a
aprendizagem
6. Continue usando o jogo Maratona de Leitura de Boquinhas
7. Hora de introduzir o jogo Lince de Leitura de Boquinhas.
Clique aqui para
conhecer o Lince de
Leitura de Boquinhas
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CHEGAMOS AO FINAL
E então, chegamos ao final. Agradecemos por termos feito parte
dessa jornada de contribuir na alfabetização de sua criança e, temos
certeza, que essa jornada não foi importante apenas para ele, mas
principalmente para você, pois fortaleceram vínculos e tiveram
risadas e experiências que ficarão guardadas para sempre na
memória de vocês. Obrigada por nos deixar compartilhar desse
momento tão especial na vida de vocês.
Com amor,
Liliane Góes Regis dos Reis
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CONTINUE NOS ACOMPANHANDO EM NOSSAS
REDES SOCIAIS
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SOBRE AS AUTORAS:
Pedagoga, Psicopedagoga, Neuropsicóloga, Esp. em
Educação na Perspectiva do Ensino Estruturado para
Autistas
LILIANE REIS Multiplicadora e Co-autora de Jogos do Método das
Boquinhas®, atuando como Palestrante e Ministrante de
Cursos voltados para Alfabetização, Inclusão Escolar e
Psicopedagogia
Acredita que todo ser humano tem potencial de
aprendizagem, independentemente de suas aparentes
dificuldades;
Acredita no potencial de transformação do ser humano e luta
pela qualidade da educação.
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SOBRE AS AUTORAS
Fonoaudióloga (CRFa: 4028-2),
Psicopedagoga, Mestre em Ciências da Saúde
Autora do Método das Boquinhas®, de cursos de
Capacitação, livros e jogos para aplicação da Metodologia
Boquinhas.
Acredita que todo ser humano é dotado de competências e RENATA JARDINI
habilidades para aprender, ensinar e compartilhar
conhecimento.
Defende a Ética e a Educação de Qualidade.
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