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Privatização e Economia Angolana

Este documento discute o impacto da privatização de empresas públicas na economia angolana no período de março de 2023. Apresenta uma introdução sobre o programa de privatizações em Angola chamado PROPRIV e seu objetivo de liberalizar a economia. Também define termos como empresa pública e privada e discute a importância da privatização para o crescimento econômico de Angola.
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Privatização e Economia Angolana

Este documento discute o impacto da privatização de empresas públicas na economia angolana no período de março de 2023. Apresenta uma introdução sobre o programa de privatizações em Angola chamado PROPRIV e seu objetivo de liberalizar a economia. Também define termos como empresa pública e privada e discute a importância da privatização para o crescimento econômico de Angola.
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DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS

ECONÓMICAS JURÍDICAS E HUMANAS

CURSO DE ECONOMIA

O IMPACTO DA PRIVATIZAÇÃO DAS EMPRESAS PÚBLICAS


NA ECONOMIA ANGOLANA, NO PERÍODO DE MARÇO DE
2023

ESTUDO DE CASO: PROGRAMA DE PRIVATIZAÇÕES, PROPRIV

ELABORADO POR: Edmar Domingos Agostinho Ambriz


ORIETADOR: Drª Luvambo Sebastião

LUANDA, 2023
I. INTRODUÇÃO

O presente pré-projeto terá como propósito analisar O Impacto da Privatização das Empresas
Públicas para a Economia Nacional, no período março de 2023 . A discussão sobre o efeito da
Privatização de empresas na economia internacional sempre ocupou lugar de destaque nos
debates de políticos e acadêmicos. No entanto, apesar de debates recorrentes, parece não ter
havido ainda um consenso entre os principais intervenientes da política social e económica,
como ocorre também em Angola. Além disso, esse não é um assunto meramente econômico,
pois privatizar obedece também, critérios técnicos, para que essa política tenha um efeito de
bem-estar na vida das pessoas. Por outro lado, o crescimento econômico precisa ser
acompanhado de desenvolvimento em seus diversos níveis, permitindo a melhoria nos mais
diversos sectores da sociedade, no âmbito económico.

O atual Programa de Privatizações denominado PROPRIV tem sido o foco das atenções no
sector da economia nacional nos últimos anos. Depois de décadas de centralização económica
e intervencionismo total do estado em todas as vertentes da sociedade, o Programa de
Privatizações precisa influenciar positivamente para liberalizar a vida empresarial do país.

Portanto, o Programa de Privatizações em curso poderá alavancar a economia nacional,


visando as participações em empresas públicas detidas pelo Estado Angolano, como também
algumas sociedades de direito angolano na qual o Estado detenha, de forma directa ou
indirectamente, participação no capital social.

No período de 2013-2017, o Estado angolano recomeçou o processo de privatizações,


chegando mesmo a arrecadar um valor perto de 23,4 milhões USD de receitas com a
privatização de 29 pequenas empresas. Por outro lado, dando continuidade a esse processo, o
actual governo de Angola apresentou o Programa de Privatizações (PROPRIV) – programa
incluído no Plano de Desenvolvimento Nacional (PDN, 2018-2022) 1 – tendo inscrito mais de
cem (100) empresas distribuídas em diferentes sectores, com intuito de “reorganizar” o
funcionamento da própria economia (ATLÂNTICO, 2019).

1 Plano Nacional de Desenvolvimento (PND, 2013-2017).


1.1 CONTEXTUALIZAÇÃO

Como é do conhecimento popular, Angola libertou-se da colonização portuguesa a 11 de


Novembro de 1975, tendo iniciado um conjunto de políticas governativas enfatizadas em
reformas económicas ligadas à nacionalização e confisco de empresas cujos proprietários
haviam abandonado o país na sequência da turbulenta situação político-militar vivida no país.

Por outro lado, foi uma fase difícil, pois o monopólio económico e empresarial foi assumido
pelo governo pós-independência, procurando por um lado, produzir um conjunto de linhas
orientadoras que passaram a reger toda a actividade política, militar e administrativa e
económica da sua estrutura governativa, pois a produção estava assente em empresas
nacionalizadas, estas empresas que serviram de apoio económico ao período de guerra pós-
independência.

Portanto, o conflito armado vivido ao longo de várias décadas, que culminou em 2002,
inviabilizou com grandes proporções a produção de bens e serviços atrasando o crescimento
e o desenvolvimento económico, reduzindo, as hipóteses de sobrevivência das pequenas e
médias empresas (PME) com baixas taxas de rentabilidade e com grande ineficiência
produtiva.

A falta de apostas na produção interna inviabiliza o crescimento econômico e a dependência


do petróleo. As privatizações podem alavancar o crescimento e desenvolvimento económico,
permitindo mudanças estruturais no país a fim de garantir um ambiente estável e propício ao
investimento privado, numa economia de mercado.
Para melhor abordar a nossa temática e, considerando a necessidade de se manter a
pesquisa no foco pretendido, levantou-se a seguinte pergunta científica:

1.2 FORMULAÇÃO DO PROBLEMA DE PESQUISA

● Qual é a Importância da Privatização das Empresas Públicas para a Economia


Nacional?

1.3 OBJECTIVOS

1.3.1 Geral:

1.3.2 - Compreender o Impacto da Privatização das Empresas Públicas na Economia


Nacional, no período de março de 2023.
1.3.3 Específicos:
- Fazer uma abordagem teórica sobre Privatizações;
- Apresentar uma metodologia apropriada para o estudo da privatização.
- Caracterizar o processo das Privatizações em Angola;
- Avaliar o papel do Estado no incremento de políticas públicas para o crescimento
económico;
- Aferir o papel das empresas para a dinamização da economia;

1.4 HIPÓTESES

H1: A Privatização das Empresas Públicas, contribui positivamente para o crescimento e o


desenvolvimento econômico.

H2: A Privatização das Empresas Públicas, não diminui o aumento dos níveis de
crescimento do PIB.

H3: Provavelmente o programa de privatizações em curso poderá alavancar a


economia nacional.
1.5 JUSTIFICATIVA

Após a notícia publicado pelo jornal de Angola aonde falava que o estado sentia-se
subcarregado pelas despeas publicas, e tinha acabado de criar algumas estratégias policas e
economicas que mencionava a implementação de privatizações de algumas empresas
publicas. Surgiu a necessidade de me aprofundar mais sobre o assunto, que era a noticia em
destaque e não se calava nas nossas comunidades.

O presente trabalho terá como propósito analisar o Impacto da Privatização das Empresas
Públicas para a Economia Nacional, tendo o seu estudo a ser baseado no Programa de
Privatizações - Propriv, no período de março de 2023. Este trabalho será relevante pelo facto
de abordar de forma clara e concisa sobre Privatizações, apresentando abordagens teóricas,
acadêmicas, legais e institucionais.
1.6 RELEVÂNCIA

Esta pesquisa é de relevância para a nossa instituição de ensino, na medida em que


contribui para o aumento de acervo bibliográfico da mesma e contribui igualmente na
actualização de todos interessados ao tema, para a comunidade académica, por permitir o
conhecimento da pesquisa.

Este tema torna-se ainda relevante pelo facto de apresentar abordagens que vão de encontro
ao necessário. Conteúdos que demonstram como as políticas econômicas nem sempre
acompanham as metas de crescimento e desenvolvimento.

1.7 DELIMITAÇÃO

O presente trabalho será delimitado pelo tema a Privatização das Empresas Públicas para a
Economia Nacional, tendo o seu estudo a ser baseado no Programa de Privatizações, no
período de março de 2023.
CAPÍTULO II- FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

2.1 Definição de termos e conceitos

Neste capítulo, definimos os termos e conceitos chaves, abordamos alguns aspectos


fundamentais que serviram de base para refletir sobre o tema em estudo.

2.1.1 Empresa

“Uma empresa em economia, é conhecida como organização individual ou colectiva,


pública ou privada, que visa a obtenção de lucros através da produção de bens ou serviços”. A
raiz da palavra empresa encontra-se o verbo latino, prehendere, que significa tomar, atingir,
chegar a, compreender e empreender (CARVALHO, 2006, p.70).

Portanto, podemos compreender que a empresa pública é aquela que pertence aos
entes públicos, e privada aos privados, apesar da possibilidade de existirem empresas público-
privadas.

(WLADSON,2011,p.1) Podemos classificar as empresas de acordo com o setor


econômico, a quantidade de sócios, tamanho, fins ouobjetivos, organização ou natureza:

* Setor primário: setor agrícola;

* Setor secundário: indústrias;

* Setor terciário: serviços;

* Empresa individual: quando o proprietário da empresa é apenas uma pessoa;


geralmente, neste tipo deorganização o capital particular do proprietário se confunde com o
da empresa;

* Empresa de Responsabilidade Limitada (ou sociedade por quotas): é o tipo mais


comum, onde os sócios sãoresponsáveis pela empresa de acordo com a quantidade de quotas.

* Sociedade Simples: é aquela formada por pessoas que exercem profissão de natureza
intelectual, científica,artística ou literária, mesmo sem contar com colaboradores;* Sociedade
Empresária: é aquela onde a atividade econômica organizada é exercida de forma
profissionalconstituindo elemento de empresa;* Sociedade Anônima: tem seu capital
distribuído em ações e a responsabilidade de cada sócio, ou acionista, écorrespondente a
quantidade e valor das ações que ele possui.

* Sociedade em Comandita Simples: tipo de sociedade onde, ao lado dos sócios de


responsabilidade ilimitada esolidária, existem aqueles que entram apenas com o capital, não
participando da gestão do negócio, tendo,portanto, sua responsabilidade restringida ao capital
subscrito;

* Sociedade em Comandita por ações: são regidas pelas normas das sociedades
anônimas porque tem seu capitaldividido em ações;

* Sociedade em nome Coletivo: constituída apenas por pessoas físicas que respondem
ilimitada e solidariamentepelas obrigações da sociedade.

Empresa é a unidade económica organizada, que combinando capital e trabalho, produz ou


Faz circular bens ou presta serviços com fnalidade de lucro. Adquire personalidade jurídica
pelainscrição de seus actos constitutivos nos órgãos de registo próprio, adquirindo dessa
forma capacidade jurídica para assumir direitos e obrigações. A empresa deve ter sua sede, ou
seja,deve um domicílio, local onde exercerá seus direitos e responderá por suas obrigações.
(FABRETTI, 2003, p.36)

A palavra empresa deriva do latim (imprehensa-, "empreendida", pelo italiano impresa,


"empresa") significa «tarefa ou empreendimento de execução difícil e/ou laboriosa;
realização; empreendimento; projecto» (CHIAVENATO, 2009, p.97).

Segundo Ferrão (2010), empresa é um conjunto de meios técnicos que resultará de uma
combinação de gestão e tecnologia, criando novos modelos de negócio no âmbito da sua
evolução. É nelas, aliás, que a maior parte de nós passa a maior parte do nosso tempo de vida,
fundamentalmente, empresa pode ser vista como um organismo ou organização social, ou
como um sistema aberto.

Uma empresa é uma unidade económico-social, integrada por elementos humanos, materiais e
técnicos, que tem o objectivo de obter utilidades através da sua participação no mercado de
bens e serviços. Nesse sentido, faz uso dos fatores produtivos (trabalho, terra e capital)
(FREIRE, 2011, p.69).
Segundo a teoria clássica, "a empresa é a forma de toda a associação humana para a
realização de um fim comum". A técnica de empresa pode ser descrita como a temática de
correlacionar atividades específicas ou funções em um todo coordenado (CHIAVENATO,
2010, p.88).

Por isso, as empresas devem ser estruturadas de modos envolver todos os trabalhadores. Com
os mesmos pontos a ser identificados ( crescimento da empresa) na garantia de um ambiente
saudavel, entre a partilha de ideias que torna a execução eficiente na distribuição dos bens e
serviços na firma.

Qualquer que seja a forma de organização da produção adotada, metas devem ser
estabelecidas e que devam ser atingidas pelas empresas ou pelo planejamento governamental,
ou se, pelo sistema econômico. Definir quais os produtos e serviços serão elaborados no
mercado interno a cada nível de desenvolvimento e o que será adquirido no mercado
externo. Entretanto há que se responder aos seguintes questionamentos: O que ou quais bens e
serviços serão produzidos, suas quantidades, e isto em especial correlação com a estrutura
economica disponivel. Partindo dos elementos integrantes da estrutura econômica, é possível
definir onde se pode ou se quer chegar e definir estratégicas politicas visando alcançar o
patamar de desenvolvimento politicamente definido. (Eng.º Civil Antonio Avila, 2015, p.16 )

Neste contexto o autor ilustra as possibilidades em estabelecer metas quer sejam a curto prazo
ou a longo prazo de modo a viabilizar os determinados objetivos de uma organização, criando
dinamicas para o desenvolvimento e crescimento da mesma. Direcionando a produção numa
única escala e descrever quanto sera a produção , e manter a ordem cronologica de quando
produzir, dando um efeito positivo nas estrategias de politicas da empresa em como produzir.
Buscar a execução dos recursos a serem mobilizados a nosso favor e da tecnologia adotada.

Para o bom funcionamento organizacional é necessario um planejamento previo de cada


investimento a ser feito, desta forma iremos minimizar as possibilidades de haver altos riscos
no momento da execução do plano de investimento em causa. Uma ideia ou projeto mal
elaborado trás alterações e condiciona qualquer empresa de seguir em frente no que toca aos
ganhos, as desepezas não podem ser encaradas como impedimento empresarial, ela deve e
merece ter o seu devido acompanhamento de modo a viabilizar os ganhos para a melhor
sequencia organizacional.
Estrategias na empresa

Em busca de uma melhor garantia nos insvestimentos é necessario ter maxima atenção, de
como esta indo a estruturação da empresa quer seja para ir ao encontro dos rendimentos ou
em busca da produtividade. Não se pode olhar apenas para um lado sem mencionar as
desvantagem de algum modelo não funcionar, toda iniciativa empresarial é deita de risco
todavia devemos elaborar planos e estrategias que possam viabilizar este investimento.

No domínio da empresa, a noção de estratégia é em primeiro lugar do foro do gerenciamento.


Diz respeito ao modo como os gestores dirigem a sua empresa: definição dos objectivos e das
formas de intervenção. Aestratégia implica um projecto deliberado que compromete a
empresa a longo prazo. Supões portanto simultaneamente um objectivo fixado e um plano de
ação. Mas muitos sociologos das organizações ( James G. March, Hebert A. Simon, Henry
Mintzberg) demostraram que a pilotagem de empresa nem sempre é consciente e definida
antecipadamente. Constroi-se por partes, por uma sucessãode modificações, de acrescentos,
de renúncias, em função de acontecimentos e de oportunidades. Neste caso, fala-se de
estrategias emergente para sublinhar como esta estrategia se forma portanto no decurso da
acção.

Segundo, Jean-François Dortier, 2006 Os assalariados adoptam também muitas estratégias na


empresa. São definidas pelas formas de implicação no trabalho, nos jogos de poder, na
preservação do seu território pessoal, etc. A analise estrategica de Michel Crozier e Erhard
Friedberg consagra-se justamente a exploração destas estrategias de actores em organização.
Por seu turno, a teoria dos jogos modeliza a pratica que se desenrolam entre parceiros ou
concorrentes no seio das relações economicas, estrategias do não se dá nada por nada, do free
rider.
2.1.2 Conceito de Economia

Etimologicamente, a palavra “economia” vem dos termos gregos oiko (casa) e como (norma,
lei), e pode ser compreendida como “administração da casa". Não há nada de misterioso sobre
o conceito de economia, em qualquer parte do mundo, uma economia é um grupo de pessoas
que estão interagindo umas com as outras e dessa forma, vão levando a vida (Frey, 2000).

“Pode considerar-se que a historia tem inicio com o seu


quadro econômico, medico do rei e fundador da escola dos
filosofos economistas. Que visa em primeiro lugar a
economia nacional como um organismo em que os bens se
produzem e se trocam entre os diferentes órgãos do corpo
social, que são as classes ( camponeses, comerciantes,
industrias e proprietarios)”.(François Quesnay 1694-1774).

Em resumo, a Economia estuda a maneira como se administra os recursos escassos com o

objetivo de produzir bens e serviços, e com distribuí-los para seu consumo entre os membros

da sociedade.

“ Por norma a economia é conhecida como a ciência que consiste

na análise da produção, distribuição e consumo de bens e serviços.

É também a ciência social que estuda a atividade económica,

através da aplicação da teoria económica tendo na gestão a sua

aplicabilidade “ (Dror, 2000).

No ponto de vista de Campos (2000), actualmente a economia aplica o seu corpo de

conhecimento para a análise e gestão dos mais variados tipos de organizações humanas

(entidades públicas, empresas, privadas, cooperativas etc), e domínios (internacionais,

finanças, desenvolvimento dos países, ambiente, mercado de trabalho, cultura, agricultura

etc).
De acordo com Abreu (2012), a economia é geralmente dividida em dois ramos:

microeconomia (que estuda os componentes individuais), e a macroeconomia (que estuda o

resultado agregado dos vários comportamentos individuais. No Século XIX, Alfred Marshall

disse que a Economia procura estudar os negócios comuns da vida da humanidade, hoje a

Economia continua estudando e tentando entender como esses negócios comuns funcionam:

Como funciona nosso sistema econômico?

Quando e por que o sistema econômico entra em crise, ocorrendo mudanças no

comportamento das pessoas empresa e governo?

Portanto, em economia os recursos produtivos também chamados de fatores de produção, são

os elementos utilizados no processo de fabricação dos mais variados tipos de bens

(mercadorias) e utilizados para satisfazer as necessidades humanas (Chiavenato, 2010).

Economia é um estudo dos homens tal como vivem, agem e pensam nos assuntos ordinários

da vida. Mas diz respeito, principalmente, aos motivos que afetam, de um modo mais intenso

e constante, a conduta do homem na parte comercial de sua vida. Todo indivíduo que tem

algum valor põe nos seus negócios o melhor de sua natureza; e no comércio, como em outras

atividades, é ele influenciado por suas afeições pessoais, por suas concepções de dever e

respeito pelos ideais elevados.

A verdade é que as melhores energias dos mais hábeis inventores e organizadores de métodos

e instrumentos aperfeiçoados são mais estimuladas por uma nobre emulação do que pelo amor

ao dinheiro em si. Contudo, o motivo mais constante para a atividade dos negócios é o desejo

da remuneração, a recompensa material do trabalho.

Essa remuneração poderá ser gasta egoística ou altruisticamente, para fins nobres ou

mesquinhos, e nisto inclui a variedade da natureza humana. Mas o motivo é dado por uma

determinada soma de dinheiro: e é esta exata é determinada medida em dinheiro que permitiu

à Economia avançar sobre os demais ramos do estudo do homem. Assim como a balança de
precisão do químico torna a Química mais exata do que as outras ciências físicas, do mesmo

modo a balança do economista, apesar de grosseira e imperfeita, deu à Economia uma

exatidão maior do que a de qualquer outro ramo da Ciência Social. Naturalmente a Economia

não se pode comparar com as ciências físicas exatas, pois ela se relaciona com as forças sutis

e sempre mutáveis da natureza humana. (Alfred Marshall ,1996, p.85)

Cada indivíduo tem necessidades que quando satisfeitas lhe permitem viver numa situação de

conforto, numa situação de bem-estar. As necessidades, na sua maioria, são satisfeitas com

mercadorias ou serviços (mas a amizade, o companheirismo, o amor, a lealdade, etc. das

outras pessoas para com o indivíduo também aumentam o seu bem-estar). O valor atribuído às

coisas deriva exactamente da sua capacidade em satisfazer essas necessidades, aumentando o

bem-estar. Se uma coisa não satisfaz nenhuma necessidade, então não terá valor. Se, pelo

contrário, uma coisa evita certa necessidade de ser satisfeita, então terá um valor negativo. De

entre as coisas com valor, o indivíduo não se preocupa com as que estão disponíveis em

quantidades ilimitadas. Claro que as coisas muito abundantes podem ter muito valor, bastando

pensar, por exemplo, no ar ou na água do mar. ( Pedro Vieira, 2006, p.10 )

( SCHUMPETER, 1996, p 118 ) Já é tempo de dar expressão a um pensamento que esteve

longamente à espera de formulação e que é familiar a todo homem de negócios. A economia

capitalista é a forma de organização econômica na qual os bens necessários à nova produção

são retirados de seu lugar estabelecido no fluxo circular pela intervenção de poder de compra

criado ad hoc, enquanto aquelas formas de economia em que isso acontece por meio de

qualquer tipo de poder de comando ou por meio de um acordo de todos os interessados

representam a produção não-capitalista. O capital não é nada mais do que a alavanca com a

qual o empresário subjuga ao seu controle os bens concretos de que necessita, nada mais do

que um meio de desviar os fatores de produção para novos usos, ou de ditar uma nova direção

para a produção. Essa é a única função do capital e por ela se caracteriza inteiramente o lugar

do capital no organismo econômico.


“ Ora, o que é essa alavanca, esse meio de controle? Certamente não
consiste em nenhuma categoria definida de bens, em nenhuma parte

definível da oferta existente de bens. Geralmente concluímos que

encontramos o capital na produção e que de algum modo ele é útil no

processo produtivo. Portanto devemos também vê-lo em operação em algum

lugar em nosso exemplo da realização de combinações novas. Ora, todos os

bens de que o empresário necessita estão no mesmo nível de seu ponto de

vista. Ele carece dos serviços dos agentes naturais, do trabalho, da

maquinaria, da matéria-prima, de todos igualmente, exatamente no mesmo

sentido, e nada distingue essas necessidades umas das outras. Evidentemente

isso não quer dizer que não haja nenhuma diferença relevante entre essas

categorias de bens”. Pelo (CONOS ECONOMISTAS p.118, 103)

Nessa teoria foi interpretada como se ela afirmasse que a criação de crédito facilita a

realização de coisas novas ao elevar os preços, tornando com isso remunerativo o que de

outra maneira não o seria. Isso não é o que ela diz. 104 Cf. o artigo, sob outros aspectos

excelente, “Kredit” de Hahn, no Handwörterbuch der Staatswissenschaften. Contra a sua

formulação parece-me correto dizer: a quantidade de poder de compra novo que é possível

criar é sustentada e limitada pelos bens futuros, embora não pelos bens existentes, e,

repetindo, pelos bens futuros a preços atuais. trário, certamente há diferenças, mesmo que seu

significado tenha sido e ainda seja superestimado por muitos teóricos. Mas está claro que o

comportamento do empresário é o mesmo em relação a todas essas categorias: ele compra

todas elas com dinheiro, pelo qual calcula ou paga juros, sem distinção, sejam ferramentas,

terra ou trabalho.

Todas cumprem o mesmo papel, são igualmente necessárias para ele. Em particular é bem

irrelevante se ele começa a sua produção, ou seja, simplesmente comprá trabalho e terra, ou

se também adquire de imediato produtos intermediários existentes, ao invés de ele próprio

produzi-los. Finalmente, se precisasse adquirir bens de consumo, isso também não faria

nenhuma diferença fundamental. Não obstante, pareceria que os bens de consumo teriam

maior direito a serem enfatizados, especialmente se se aceitasse a teoria de que o empresário


“adianta” bens de consumo aos possuidores de meios produtivos, no sentido mais restrito da

palavra. Nesse caso esses bens teriam características diferentes de outros bens; desempenharia

um papel especial e na verdade precisamente o papel que atribuímos ao capital. Disso se

seguiria que o empresário trocaria serviços produtivos por bens de consumo. Então

deveríamos dizer que o capital consiste em bens de consumo. Contudo essa possibilidade já

está resolvida.

Voltando à definição de economia, a economia tem a missão de suprir as necessidades


humanas, tanto materiais como não materiais, de bens e serviços. Para tanto, ela deve
considerar os meios que dispõe para atender as demandas da sociedade, meios estes
denominados Fatores de Produção. ( Eng.º Civil Antonio Avila, 2015, pag 9 )

Necessidade Humana é a sensação de carência de algo, unida ao desejo de satisfazê-la.


Recorrendo a solução de ir ao encontro das respostas do subconsciente, economicamente pode
estar relacionado ao prazer em criar formas de auto sustentabilidade, monitorando a hipotese
de que novos postos de trabalhos podem ser a diminuição do desenprego.

São definidos como meios ou fatores de produção nesta fase histórica transcorrida pela
humanidade: Recursos naturais; Força de trabalho; Capital; Tecnologia; Capacidade
empresarial. Historicamente, os fatores de produção considerados eram os três primeiros
da relação: recursos naturais; força de trabalho e capital. Na época atual, outros dois fatores
foram incorporados aos primeiros: a tecnologia; e, a capacidade empresarial. ( Eng.º Civil
Antonio Avila, 2015, pag 9 )

Finança, Sistema Financeiro

Para construir a sua habilitação, um particular precisa de fundos que pode pedir emprestado
ao seu banco através de crédito. Para desenvolver as suas actividades, uma empresa tem
igualmente necessidade de fundos que pode obter atrsavés de um crédito junto do seu banco,
mas também conseguindo capitais junto de novos investidore, sob formas de acções.
Financiar uma actividade é portanto conseguir os fundos necessários à realização de uma
actividade.(Jean-Françoi Dotier, 2006, p.206 ).

O sistema financeiro é o conjunto dos meios: bancos, estabelecimentos de crédito, bolsa de


valores. Que permitem pôr em contacto aqueles que querem aplicar fundos e aqueles que
querem utiliza-los. A banca é o primeiro agente ou intermediário financeiro. Recebe as
poupanças das empresas e das famílias, pões-nas a disposição das empresas e particulares.
Nas economias contemporâneas, as necessidades de financiamento das empresas são muito
superiores as capacidades de poupanças das famílias. Os bancos não têm apenas um papel de
intermediação, isto é, de pôr em correspondência fundos poupados e fundos pretendidos. Os
bancos criam novos fundos que concedem créditos muito para além do montante dos fundos
que neles estão depositados. Concedendo um crédito com dinheiro de que não dispões em
caixa, a banca tem um papel de criação monetaria, e por isso de ajuda a criação de actividades
econômicas. (Jean-Françoi Dotier, 2006, p.206 ).

Os principais circuitos da finança, são:


- Sistema bancario que concede créditos;
- O mercado dos capitais ( a bolsa ), no qual são emitidos e trocados títulos (acções,
obrigações).
Distinguem-se geralmente o mercado primário, em que são emitidos novos títulos ( o que se
efectua a maior parte das vezes directamente entre empresas ou por intermédio de bancos ) e
que não está loxcalizado num local preciso, e o mercado secundario, que é o da Bolsa de
valores onde se trocam os titulos já criados. É portanto ,o mercado da ocasião, dos capitais.
2.1.3 Privatização

O tema Privatização é largamente utilizado em gestão empresarial. De forma simples, a


palavra Privatização denomina a venda de um negócio existente, com todos os seus ativos e
passivos, onde se incluem créditos, recursos humanos, propriedade intelectual, móveis e
imóveis, maquinarias, e todos seus contratos para fornecimento de bens ou serviços ao
mercado (Lieberman, 2009, p.67).

No ponto de vista de Rocha (2011, p.89), na privatização, o comprador pode ser o público em
geral, por meio de uma abertura de capital, ou um único comprador numa transação de venda
tradicional ou nalguma forma de transferência de controle para os administradores.

Entre as traduções mais vulgarizadas sobre esta temática no contexto Angolano, incluem-se,
muitas vezes a privatização de empresas públicas e participadas, sendo por isso necessário
descrever os seus conceitos.

No ponto de vista de DeCastro (1997, p.67), “ o conceito de


privatização se encontra associado ao processo de transferência de
actividades do setor público para o privado, o que promove muitas vezes
uma certa aversão à mudança, resultado sobretudo da falta de controlo
existente no setor público face ao resultado das decisões dos seus
administradores e restante staff no que diz respeito à assunção de
responsabilidades das suas decisões no longo-prazo”.

A Privatização de uma forma geral, é o processo pelo qual se transforma, total ou


parcialmente, uma empresa pública em uma empresa privada, podendo estar ou não
enquadrado em setores estratégicos e ou essenciais, no intuito de promover a iniciativa
privada e a livre concorrência entre os agentes, aumentando o investimento privado – através
da redução de despesas públicas – a arrecadação de receitas tributárias, dentre outros
(FERREIRA, 2010, p.88).

Rocha (2011, p.99), argumenta que, as privatizações representam assim um dos maiores
desafios do setor público, pois tratam-se muitas vezes de processos abertos e muito
controlados, que vem de certa forma aclarar a gestão anterior em termos da sua capacidade
para gerir estes mesmos organismos. Para além disso, essas mesmas privatizações aparecem
ligadas algumas vezes à continuidade da gestão estatal e outras ao aumento do desemprego,
com as devidas consequências sociais que lhes estão associadas.

Empresas participadas são todas aquelas em que exista uma participação permanente
do Estado, não tendo no entanto o mesmo, objetivos exclusivamente financeiros e propósitos
de influenciar a gestão. Isto desde que a respetiva titularidade não atinja uma duração,
contínua ou interpolada, superior a um ano, seja por parte do estado ou de quaisquer outras
entidades públicas estatais, de forma direta e indireta” (DGEPMFP, 2011, p.33).

Portanto, no ponto de vista do autor, empresas públicas são “todas aquelas em que o Estado
ou outras entidades públicas estatais podem exercer, isolada ou conjuntamente, de forma
direta ou indireta, uma influência.

Embora no Brasil, a discussão acerca das privatizações não tenha evoluído muito fora do
escopo ideológico no campo político, no campo econômico existe um consenso teórico que
haja um ganho de produtividade no processo de privatização, dado que: as empresas que estão
sendo mal administradas tendem a ser escolhidas já que o ganho no processo de
reestruturação tende a ser maior; é de se esperar que o agente privado tenha como meta
principal a busca pela maior rentabilidade possível para seu investimento, ao contrario do
Estado que muitas vezes possui um viés social em seus investimentos. Elena Landau, ex-
diretora da área e privatização do BNDES afirma que: “No mundo 29 inteiro, estatais são
menos eficientes, pois é inexorável que sejam usadas com interesses políticos.” [Revista
Exame, 2006]. Mello Jr. (2000) utiliza a teoria da governança coorporativa para chegar a um
pensamento parecido:

Em geral, estima-se que a privatização e a reforma das empresas


públicas melhore a governança empresarial de duas maneiras.
Primeiro, uma mudança na estrutura acionária da economia em
favor do setor privado estimula a adoção de práticas mais modernas
de administração e o aumento da produtividade, com base na
maximização dos lucros e na distribuição dos recursos
impulsionados pelo mercado. Segundo, o aumento da concorrência
nos mercados de produto e um melhor planejamento das
instituições garantem que os administradores sofram a pressão de
proprietários, acionistas e credores por melhor desempenho. No
caso das empresas de serviços públicos, a necessidade de
planejamento e reforma das instituições, especialmente na área da
regulação, deverá ser uma das principais tarefas no que tange à
governança empresarial. [MELLO JR, Luiz, pág. 27, 2000].

O processo de desestatização e privatização das empresas públicas não é característica


específica dos países que no passado optaram por economias centralizadas e planificadas e,
muito menos, deste ou daquele país. Este processo pode ser verificado quer em economias de
mercado, de países desenvolvidos ou não, quer nos antigos países socialistas. Em África, o
peso do Estado na vida económica dos países sempre foi bastante elevado. No caso de
Angola, por razões semelhantes a outros países africanos e por consequência da sua opção
política e económica após a independência, o papel atribuído à actividade e iniciativa privada
foi pequeno para não se dizer nulo. Actualmente, Angola vive um processo de transição
política e económica, onde o multipartidarismo e a economia de mercado deverão ser os
pilares de estruturação e funcionamento do país. Assim sendo, merece atenção o contexto de
emergência e desenvolvimento da nova classe empresarial nacional e o papel que o processo
de privatização do património estatal aí desempenha. Um contributo para a análise deste
fenómeno é o objectivo central deste artigo. ( MANUEL FERREIRA, 1995, p.1)

De uma forma geral a privatização trará resultados beneficos por que os recursos arrecadados
pelo estado por via da tributação reverte ao bem comum, para mais investimentos publicos e
custo de bens e serviços publicos e privados viabilizados.

A utilização abusiva do património e recursos do Estado tende a ser mais atractiva e facilitada
em regimes autoritários, onde o controlo da acção da nomenklatura é praticamente inexistente
na ausência de mecanismos e formas institucionais para prevenir aquela prática. A
centralização dos recursos económicos nas mãos do Estado, aliada a um forte carácter
intervencionista conduz, normalmente, a sistemas onde a afectação de recursos, subsídios e
transferências e a distribuição de bens e serviços se processa através duma acção coerciva do
Estado. Nesta situação está aberta a porta para o início da prática da corrupção, devendo-se
entender esta não apenas pelo seu lado legalista (uso ilegal da administração pública para
obtenção de ganhos privados ou, por outras palavras, apropriação privada em larga escala dos
recursos através da utilização dos poderes coercivos do Estado), mas também pelas práticas
de nepotismo, venalidade ou suborno ou outras formas menos malignas como sejam o
absentismo, acumulação de cargos ou falta de dedicação. ( MANUEL FERREIRA, 1995, p.2)

A reestruturação do setor público tornou-se uma condição necessária, embora não suficiente ,
para a retomada do processo de crescimento sustentado e a manutenção da estabilidade
econômica. Um dos pilares desse processo está relacionado com o estabelecimento de um
novo padrão de parceria entre a iniciativa privada e o Estado.

O autor reage o descontentamento de uma politica não eficaz,


tocando na renovação do sector publico visto que havera sempre
um fardo a pesar no que toca a distribuição orçamental de cada
sector, poratanto para reparar a estabilidade economica é necessario
que estado faça uma colaboração ou parceria com o sector privado.
De modo a garantir um alargamento de novas modalidades
economicas no estado nacional. Capacitando mais a mão de obra,
canalizando a produtividade, identificar vantagens competitivas
entre as mesmas variaveis. ( Matos Jose, 1996, p.11)

Não se pode olhar para o conceito de privatização com a ideia de politica ou programa não
eficiente para uma determinada nação visto que quase sempre em países que abraçaram este
processo iniciou com a discussão sobre velocidade das mundanças sociais, tecnologicas,
economicas e politicas ocorridas no final de cada execução. Lembrando que cada organização
precisa adptar-se a essas mudanças. Se é o caso de imigrar para uma melhor sustentabilidade
economica caracterizada o bem estar social, devemos compreender que o impacto desta
velocidade é fundamental para a mudança de necessidades dos clientes, a redução do ciclo de
vida dos produtos e o aumento do numero de competidores. Organizações que pretendem
competir no mercado atual devem reestruturar-se internamente, o que implica mudar as
políticas de recursos humanos, reduzindo o número de níveis hierárquicos e alterando o
próprio sentido da hierarquia, dando espaço à figura do líder.
CAPÍTULO III – METODOLOGIA

3.1-Desenho ou modelo de pesquisa

Para a realização da pesquisa foi utilizado o modelo de Pesquisa misto, por incluir a
abordagem qualitativa e também a quantitativa.

Pesquisa qualitativa: considera que há uma relação dinâmica entre o mundo real e o sujeito,
isto é, um vínculo indissociável entre o mundo objetivo e a subjetividade do sujeito que não
pode ser traduzido em apenas números. A interpretação dos fenômenos e a atribuição de
significados são básicas no processo de pesquisa qualitativa. O processo e seu significado são
os focos principais de abordagem. (PREDANOV e FREITAS, 2013, p.70).

Na visão de Prodanov e Freitas (2013, p.69): “Pesquisa quantitativa:


considera que tudo pode ser quantificável, o que significa traduzir em
números opiniões e informações para classificá-las e analisá-las. Requer o
uso de recursos e de técnicas estatísticas (percentagem, média, moda,
mediana, desvio-padrão, coeficiente de correlação, análise de regressão
etc.).”

3.2 Área de Estudo

O presente trabalho que aborda sobre a Importância da Privatização das Empresas Públicas
para a Economia Nacional, foi do tipo descritivo na sua forma bibliográfica, a partir de
contribuições de vários autores em revistas científicas, livros e sites especializados; mista, e
na forma documental apoiando-se em documentos conservados e utilizados internamente pelo
Ministério das Finanças, Ministério da Economia e Planeamento, INE (Instituto Nacional de
Estatística) e do BNA (Banco Nacional de Angola), etc.

3.3 População e Amostra

3.3.1 População

População: “É o conjunto de elementos empresa, produtos, pessoas por exemplo que possuem
características que serão objeto de estudo da pesquisa” (CARMO, 2008, p.191).

O estudo foi desenvolvido mediante documentos conservados e utilizados internamente pelo


Ministério das Finanças, sobre o Programa de Privatizações (PROPRIV), onde a nossa
população correspondeu a 40 trabalhadores que constituem o quadro do pessoal do PRORIV.
3.3.2 Amostra

Amostra: É o subconjunto finito da população em estudo representado pelo menos uma


característica comum. Nesta investigação o tipo de amostra do nosso estudo é amostra não
probabilística (CARMO 2008, p.197).

Amostra do nosso estudo foi baseado no Programa de Privatizações, anunciado no pretérito


dia 14 de maio do ano 2019, que entrou em vigor pela Lei de Bases das Privatizações (Lei n.º
10/19 de 14 de Maio). Portanto, a amostra correspondeu a 30 trabalhadores inquiridos.

3.4 Técnicas de Amostragem e tamanho da Amostra

Observação, e foi usado um questionário para a colheita de dados, por ser importante para o
levantamento de informações.

O questionário é um instrumento de colecta de dados, constituído por uma série ordenada de


perguntas, que devem ser respondida por escrito e sem a presença do pesquisador
(MARCONI E LAKATOS, 2006, p.168).

3.5 Instrumentos de Recolha de Dados

• Quanto aos procedimentos, a pesquisa é bibliográfica e documental.

• “Pesquisa bibliográfica: quando elaborada a partir de material já publicado,


constituído principalmente de: livros, revistas, publicações em periódicos e
artigos científicos, jornais, boletins, monografias, dissertações, teses, material
cartográfico, internet, com o objectivo de colocar o pesquisador em contacto
directo com todo material já escrito sobre o assunto da pesquisa.’’ (CARMO,
1998).

• A pesquisa documental, além de analisar os documentos de “primeira mão”


(documentos de arquivos, igrejas, sindicatos, instituições etc.), existem também
aqueles que já foram processados, mas podem receber outras interpretações,
como relatórios de empresas, tabelas etc. (MARCONI e LAKATOS, 2006, p.56
3.6 Validade e Confiabilidade em Pesquisa

O processamento de dados compreende os passos necessários para transformar os dados


coletados em dados trabalhados que nos permitirá a realização das análises e interpretação
(MARCONI E LAKATOS, 2006, p.168).

Os dados foram analisados de forma estatística comparativa. Sendo primeiramente


selecionados e analisados.

3.7 limitações
IV CRONOGRAMA DE ACTIVIDADE
BIBLIOGRAFIA

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