Privatização e Economia Angolana
Privatização e Economia Angolana
CURSO DE ECONOMIA
LUANDA, 2023
I. INTRODUÇÃO
O presente pré-projeto terá como propósito analisar O Impacto da Privatização das Empresas
Públicas para a Economia Nacional, no período março de 2023 . A discussão sobre o efeito da
Privatização de empresas na economia internacional sempre ocupou lugar de destaque nos
debates de políticos e acadêmicos. No entanto, apesar de debates recorrentes, parece não ter
havido ainda um consenso entre os principais intervenientes da política social e económica,
como ocorre também em Angola. Além disso, esse não é um assunto meramente econômico,
pois privatizar obedece também, critérios técnicos, para que essa política tenha um efeito de
bem-estar na vida das pessoas. Por outro lado, o crescimento econômico precisa ser
acompanhado de desenvolvimento em seus diversos níveis, permitindo a melhoria nos mais
diversos sectores da sociedade, no âmbito económico.
O atual Programa de Privatizações denominado PROPRIV tem sido o foco das atenções no
sector da economia nacional nos últimos anos. Depois de décadas de centralização económica
e intervencionismo total do estado em todas as vertentes da sociedade, o Programa de
Privatizações precisa influenciar positivamente para liberalizar a vida empresarial do país.
Por outro lado, foi uma fase difícil, pois o monopólio económico e empresarial foi assumido
pelo governo pós-independência, procurando por um lado, produzir um conjunto de linhas
orientadoras que passaram a reger toda a actividade política, militar e administrativa e
económica da sua estrutura governativa, pois a produção estava assente em empresas
nacionalizadas, estas empresas que serviram de apoio económico ao período de guerra pós-
independência.
Portanto, o conflito armado vivido ao longo de várias décadas, que culminou em 2002,
inviabilizou com grandes proporções a produção de bens e serviços atrasando o crescimento
e o desenvolvimento económico, reduzindo, as hipóteses de sobrevivência das pequenas e
médias empresas (PME) com baixas taxas de rentabilidade e com grande ineficiência
produtiva.
1.3 OBJECTIVOS
1.3.1 Geral:
1.4 HIPÓTESES
H2: A Privatização das Empresas Públicas, não diminui o aumento dos níveis de
crescimento do PIB.
Após a notícia publicado pelo jornal de Angola aonde falava que o estado sentia-se
subcarregado pelas despeas publicas, e tinha acabado de criar algumas estratégias policas e
economicas que mencionava a implementação de privatizações de algumas empresas
publicas. Surgiu a necessidade de me aprofundar mais sobre o assunto, que era a noticia em
destaque e não se calava nas nossas comunidades.
O presente trabalho terá como propósito analisar o Impacto da Privatização das Empresas
Públicas para a Economia Nacional, tendo o seu estudo a ser baseado no Programa de
Privatizações - Propriv, no período de março de 2023. Este trabalho será relevante pelo facto
de abordar de forma clara e concisa sobre Privatizações, apresentando abordagens teóricas,
acadêmicas, legais e institucionais.
1.6 RELEVÂNCIA
Este tema torna-se ainda relevante pelo facto de apresentar abordagens que vão de encontro
ao necessário. Conteúdos que demonstram como as políticas econômicas nem sempre
acompanham as metas de crescimento e desenvolvimento.
1.7 DELIMITAÇÃO
O presente trabalho será delimitado pelo tema a Privatização das Empresas Públicas para a
Economia Nacional, tendo o seu estudo a ser baseado no Programa de Privatizações, no
período de março de 2023.
CAPÍTULO II- FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
2.1.1 Empresa
Portanto, podemos compreender que a empresa pública é aquela que pertence aos
entes públicos, e privada aos privados, apesar da possibilidade de existirem empresas público-
privadas.
* Sociedade Simples: é aquela formada por pessoas que exercem profissão de natureza
intelectual, científica,artística ou literária, mesmo sem contar com colaboradores;* Sociedade
Empresária: é aquela onde a atividade econômica organizada é exercida de forma
profissionalconstituindo elemento de empresa;* Sociedade Anônima: tem seu capital
distribuído em ações e a responsabilidade de cada sócio, ou acionista, écorrespondente a
quantidade e valor das ações que ele possui.
* Sociedade em Comandita por ações: são regidas pelas normas das sociedades
anônimas porque tem seu capitaldividido em ações;
* Sociedade em nome Coletivo: constituída apenas por pessoas físicas que respondem
ilimitada e solidariamentepelas obrigações da sociedade.
Segundo Ferrão (2010), empresa é um conjunto de meios técnicos que resultará de uma
combinação de gestão e tecnologia, criando novos modelos de negócio no âmbito da sua
evolução. É nelas, aliás, que a maior parte de nós passa a maior parte do nosso tempo de vida,
fundamentalmente, empresa pode ser vista como um organismo ou organização social, ou
como um sistema aberto.
Uma empresa é uma unidade económico-social, integrada por elementos humanos, materiais e
técnicos, que tem o objectivo de obter utilidades através da sua participação no mercado de
bens e serviços. Nesse sentido, faz uso dos fatores produtivos (trabalho, terra e capital)
(FREIRE, 2011, p.69).
Segundo a teoria clássica, "a empresa é a forma de toda a associação humana para a
realização de um fim comum". A técnica de empresa pode ser descrita como a temática de
correlacionar atividades específicas ou funções em um todo coordenado (CHIAVENATO,
2010, p.88).
Por isso, as empresas devem ser estruturadas de modos envolver todos os trabalhadores. Com
os mesmos pontos a ser identificados ( crescimento da empresa) na garantia de um ambiente
saudavel, entre a partilha de ideias que torna a execução eficiente na distribuição dos bens e
serviços na firma.
Qualquer que seja a forma de organização da produção adotada, metas devem ser
estabelecidas e que devam ser atingidas pelas empresas ou pelo planejamento governamental,
ou se, pelo sistema econômico. Definir quais os produtos e serviços serão elaborados no
mercado interno a cada nível de desenvolvimento e o que será adquirido no mercado
externo. Entretanto há que se responder aos seguintes questionamentos: O que ou quais bens e
serviços serão produzidos, suas quantidades, e isto em especial correlação com a estrutura
economica disponivel. Partindo dos elementos integrantes da estrutura econômica, é possível
definir onde se pode ou se quer chegar e definir estratégicas politicas visando alcançar o
patamar de desenvolvimento politicamente definido. (Eng.º Civil Antonio Avila, 2015, p.16 )
Neste contexto o autor ilustra as possibilidades em estabelecer metas quer sejam a curto prazo
ou a longo prazo de modo a viabilizar os determinados objetivos de uma organização, criando
dinamicas para o desenvolvimento e crescimento da mesma. Direcionando a produção numa
única escala e descrever quanto sera a produção , e manter a ordem cronologica de quando
produzir, dando um efeito positivo nas estrategias de politicas da empresa em como produzir.
Buscar a execução dos recursos a serem mobilizados a nosso favor e da tecnologia adotada.
Em busca de uma melhor garantia nos insvestimentos é necessario ter maxima atenção, de
como esta indo a estruturação da empresa quer seja para ir ao encontro dos rendimentos ou
em busca da produtividade. Não se pode olhar apenas para um lado sem mencionar as
desvantagem de algum modelo não funcionar, toda iniciativa empresarial é deita de risco
todavia devemos elaborar planos e estrategias que possam viabilizar este investimento.
Etimologicamente, a palavra “economia” vem dos termos gregos oiko (casa) e como (norma,
lei), e pode ser compreendida como “administração da casa". Não há nada de misterioso sobre
o conceito de economia, em qualquer parte do mundo, uma economia é um grupo de pessoas
que estão interagindo umas com as outras e dessa forma, vão levando a vida (Frey, 2000).
objetivo de produzir bens e serviços, e com distribuí-los para seu consumo entre os membros
da sociedade.
conhecimento para a análise e gestão dos mais variados tipos de organizações humanas
etc).
De acordo com Abreu (2012), a economia é geralmente dividida em dois ramos:
resultado agregado dos vários comportamentos individuais. No Século XIX, Alfred Marshall
disse que a Economia procura estudar os negócios comuns da vida da humanidade, hoje a
Economia continua estudando e tentando entender como esses negócios comuns funcionam:
Economia é um estudo dos homens tal como vivem, agem e pensam nos assuntos ordinários
da vida. Mas diz respeito, principalmente, aos motivos que afetam, de um modo mais intenso
e constante, a conduta do homem na parte comercial de sua vida. Todo indivíduo que tem
algum valor põe nos seus negócios o melhor de sua natureza; e no comércio, como em outras
atividades, é ele influenciado por suas afeições pessoais, por suas concepções de dever e
A verdade é que as melhores energias dos mais hábeis inventores e organizadores de métodos
e instrumentos aperfeiçoados são mais estimuladas por uma nobre emulação do que pelo amor
ao dinheiro em si. Contudo, o motivo mais constante para a atividade dos negócios é o desejo
Essa remuneração poderá ser gasta egoística ou altruisticamente, para fins nobres ou
mesquinhos, e nisto inclui a variedade da natureza humana. Mas o motivo é dado por uma
determinada soma de dinheiro: e é esta exata é determinada medida em dinheiro que permitiu
à Economia avançar sobre os demais ramos do estudo do homem. Assim como a balança de
precisão do químico torna a Química mais exata do que as outras ciências físicas, do mesmo
exatidão maior do que a de qualquer outro ramo da Ciência Social. Naturalmente a Economia
não se pode comparar com as ciências físicas exatas, pois ela se relaciona com as forças sutis
Cada indivíduo tem necessidades que quando satisfeitas lhe permitem viver numa situação de
conforto, numa situação de bem-estar. As necessidades, na sua maioria, são satisfeitas com
outras pessoas para com o indivíduo também aumentam o seu bem-estar). O valor atribuído às
bem-estar. Se uma coisa não satisfaz nenhuma necessidade, então não terá valor. Se, pelo
contrário, uma coisa evita certa necessidade de ser satisfeita, então terá um valor negativo. De
entre as coisas com valor, o indivíduo não se preocupa com as que estão disponíveis em
quantidades ilimitadas. Claro que as coisas muito abundantes podem ter muito valor, bastando
são retirados de seu lugar estabelecido no fluxo circular pela intervenção de poder de compra
criado ad hoc, enquanto aquelas formas de economia em que isso acontece por meio de
representam a produção não-capitalista. O capital não é nada mais do que a alavanca com a
qual o empresário subjuga ao seu controle os bens concretos de que necessita, nada mais do
que um meio de desviar os fatores de produção para novos usos, ou de ditar uma nova direção
para a produção. Essa é a única função do capital e por ela se caracteriza inteiramente o lugar
isso não quer dizer que não haja nenhuma diferença relevante entre essas
Nessa teoria foi interpretada como se ela afirmasse que a criação de crédito facilita a
realização de coisas novas ao elevar os preços, tornando com isso remunerativo o que de
outra maneira não o seria. Isso não é o que ela diz. 104 Cf. o artigo, sob outros aspectos
formulação parece-me correto dizer: a quantidade de poder de compra novo que é possível
criar é sustentada e limitada pelos bens futuros, embora não pelos bens existentes, e,
repetindo, pelos bens futuros a preços atuais. trário, certamente há diferenças, mesmo que seu
significado tenha sido e ainda seja superestimado por muitos teóricos. Mas está claro que o
todas elas com dinheiro, pelo qual calcula ou paga juros, sem distinção, sejam ferramentas,
terra ou trabalho.
Todas cumprem o mesmo papel, são igualmente necessárias para ele. Em particular é bem
irrelevante se ele começa a sua produção, ou seja, simplesmente comprá trabalho e terra, ou
produzi-los. Finalmente, se precisasse adquirir bens de consumo, isso também não faria
nenhuma diferença fundamental. Não obstante, pareceria que os bens de consumo teriam
palavra. Nesse caso esses bens teriam características diferentes de outros bens; desempenharia
seguiria que o empresário trocaria serviços produtivos por bens de consumo. Então
deveríamos dizer que o capital consiste em bens de consumo. Contudo essa possibilidade já
está resolvida.
São definidos como meios ou fatores de produção nesta fase histórica transcorrida pela
humanidade: Recursos naturais; Força de trabalho; Capital; Tecnologia; Capacidade
empresarial. Historicamente, os fatores de produção considerados eram os três primeiros
da relação: recursos naturais; força de trabalho e capital. Na época atual, outros dois fatores
foram incorporados aos primeiros: a tecnologia; e, a capacidade empresarial. ( Eng.º Civil
Antonio Avila, 2015, pag 9 )
Para construir a sua habilitação, um particular precisa de fundos que pode pedir emprestado
ao seu banco através de crédito. Para desenvolver as suas actividades, uma empresa tem
igualmente necessidade de fundos que pode obter atrsavés de um crédito junto do seu banco,
mas também conseguindo capitais junto de novos investidore, sob formas de acções.
Financiar uma actividade é portanto conseguir os fundos necessários à realização de uma
actividade.(Jean-Françoi Dotier, 2006, p.206 ).
No ponto de vista de Rocha (2011, p.89), na privatização, o comprador pode ser o público em
geral, por meio de uma abertura de capital, ou um único comprador numa transação de venda
tradicional ou nalguma forma de transferência de controle para os administradores.
Entre as traduções mais vulgarizadas sobre esta temática no contexto Angolano, incluem-se,
muitas vezes a privatização de empresas públicas e participadas, sendo por isso necessário
descrever os seus conceitos.
Rocha (2011, p.99), argumenta que, as privatizações representam assim um dos maiores
desafios do setor público, pois tratam-se muitas vezes de processos abertos e muito
controlados, que vem de certa forma aclarar a gestão anterior em termos da sua capacidade
para gerir estes mesmos organismos. Para além disso, essas mesmas privatizações aparecem
ligadas algumas vezes à continuidade da gestão estatal e outras ao aumento do desemprego,
com as devidas consequências sociais que lhes estão associadas.
Empresas participadas são todas aquelas em que exista uma participação permanente
do Estado, não tendo no entanto o mesmo, objetivos exclusivamente financeiros e propósitos
de influenciar a gestão. Isto desde que a respetiva titularidade não atinja uma duração,
contínua ou interpolada, superior a um ano, seja por parte do estado ou de quaisquer outras
entidades públicas estatais, de forma direta e indireta” (DGEPMFP, 2011, p.33).
Portanto, no ponto de vista do autor, empresas públicas são “todas aquelas em que o Estado
ou outras entidades públicas estatais podem exercer, isolada ou conjuntamente, de forma
direta ou indireta, uma influência.
Embora no Brasil, a discussão acerca das privatizações não tenha evoluído muito fora do
escopo ideológico no campo político, no campo econômico existe um consenso teórico que
haja um ganho de produtividade no processo de privatização, dado que: as empresas que estão
sendo mal administradas tendem a ser escolhidas já que o ganho no processo de
reestruturação tende a ser maior; é de se esperar que o agente privado tenha como meta
principal a busca pela maior rentabilidade possível para seu investimento, ao contrario do
Estado que muitas vezes possui um viés social em seus investimentos. Elena Landau, ex-
diretora da área e privatização do BNDES afirma que: “No mundo 29 inteiro, estatais são
menos eficientes, pois é inexorável que sejam usadas com interesses políticos.” [Revista
Exame, 2006]. Mello Jr. (2000) utiliza a teoria da governança coorporativa para chegar a um
pensamento parecido:
De uma forma geral a privatização trará resultados beneficos por que os recursos arrecadados
pelo estado por via da tributação reverte ao bem comum, para mais investimentos publicos e
custo de bens e serviços publicos e privados viabilizados.
A utilização abusiva do património e recursos do Estado tende a ser mais atractiva e facilitada
em regimes autoritários, onde o controlo da acção da nomenklatura é praticamente inexistente
na ausência de mecanismos e formas institucionais para prevenir aquela prática. A
centralização dos recursos económicos nas mãos do Estado, aliada a um forte carácter
intervencionista conduz, normalmente, a sistemas onde a afectação de recursos, subsídios e
transferências e a distribuição de bens e serviços se processa através duma acção coerciva do
Estado. Nesta situação está aberta a porta para o início da prática da corrupção, devendo-se
entender esta não apenas pelo seu lado legalista (uso ilegal da administração pública para
obtenção de ganhos privados ou, por outras palavras, apropriação privada em larga escala dos
recursos através da utilização dos poderes coercivos do Estado), mas também pelas práticas
de nepotismo, venalidade ou suborno ou outras formas menos malignas como sejam o
absentismo, acumulação de cargos ou falta de dedicação. ( MANUEL FERREIRA, 1995, p.2)
A reestruturação do setor público tornou-se uma condição necessária, embora não suficiente ,
para a retomada do processo de crescimento sustentado e a manutenção da estabilidade
econômica. Um dos pilares desse processo está relacionado com o estabelecimento de um
novo padrão de parceria entre a iniciativa privada e o Estado.
Não se pode olhar para o conceito de privatização com a ideia de politica ou programa não
eficiente para uma determinada nação visto que quase sempre em países que abraçaram este
processo iniciou com a discussão sobre velocidade das mundanças sociais, tecnologicas,
economicas e politicas ocorridas no final de cada execução. Lembrando que cada organização
precisa adptar-se a essas mudanças. Se é o caso de imigrar para uma melhor sustentabilidade
economica caracterizada o bem estar social, devemos compreender que o impacto desta
velocidade é fundamental para a mudança de necessidades dos clientes, a redução do ciclo de
vida dos produtos e o aumento do numero de competidores. Organizações que pretendem
competir no mercado atual devem reestruturar-se internamente, o que implica mudar as
políticas de recursos humanos, reduzindo o número de níveis hierárquicos e alterando o
próprio sentido da hierarquia, dando espaço à figura do líder.
CAPÍTULO III – METODOLOGIA
Para a realização da pesquisa foi utilizado o modelo de Pesquisa misto, por incluir a
abordagem qualitativa e também a quantitativa.
Pesquisa qualitativa: considera que há uma relação dinâmica entre o mundo real e o sujeito,
isto é, um vínculo indissociável entre o mundo objetivo e a subjetividade do sujeito que não
pode ser traduzido em apenas números. A interpretação dos fenômenos e a atribuição de
significados são básicas no processo de pesquisa qualitativa. O processo e seu significado são
os focos principais de abordagem. (PREDANOV e FREITAS, 2013, p.70).
O presente trabalho que aborda sobre a Importância da Privatização das Empresas Públicas
para a Economia Nacional, foi do tipo descritivo na sua forma bibliográfica, a partir de
contribuições de vários autores em revistas científicas, livros e sites especializados; mista, e
na forma documental apoiando-se em documentos conservados e utilizados internamente pelo
Ministério das Finanças, Ministério da Economia e Planeamento, INE (Instituto Nacional de
Estatística) e do BNA (Banco Nacional de Angola), etc.
3.3.1 População
População: “É o conjunto de elementos empresa, produtos, pessoas por exemplo que possuem
características que serão objeto de estudo da pesquisa” (CARMO, 2008, p.191).
Observação, e foi usado um questionário para a colheita de dados, por ser importante para o
levantamento de informações.
3.7 limitações
IV CRONOGRAMA DE ACTIVIDADE
BIBLIOGRAFIA