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Velocidades e Condições Térmicas em Ambientes

As tabelas fornecem recomendações sobre velocidades do ar, níveis sonoros e condições térmicas ideais para diferentes ambientes. A tabela 36 recomenda velocidades do ar entre 0,12-0,25m/s para aplicações comerciais e tabela 37 lista velocidades máximas para saída de ar em diversos ambientes como escritórios, lojas e cinemas. A tabela 40 lista níveis sonoros recomendados para diferentes aplicações como igrejas, escritórios e fábricas.
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Velocidades e Condições Térmicas em Ambientes

As tabelas fornecem recomendações sobre velocidades do ar, níveis sonoros e condições térmicas ideais para diferentes ambientes. A tabela 36 recomenda velocidades do ar entre 0,12-0,25m/s para aplicações comerciais e tabela 37 lista velocidades máximas para saída de ar em diversos ambientes como escritórios, lojas e cinemas. A tabela 40 lista níveis sonoros recomendados para diferentes aplicações como igrejas, escritórios e fábricas.
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Termofluidomecânica IV

Tabela 36 Velocidade do Ar na Zona de Ocupação (V zo)


Velocidade do ar (m/s) Reação Aplicação Recomendada
0 a 0,05 Queixas por estagnação do ar Nenhuma
0,12 Projeto Ideal Todas aplicações comerciais
Projeto Ideal, sendo a Todas aplicações comerciais
velocidade máxima
0,12 a 0,25 recomendada por pessoas
sentadas deve ser de 0,25
m/seg.
Desfavorável, ocorre Não favorável para Instalações
0,35 movimento de papéis sobre as comerciais
mesas
Limite máximo para locais em Lojas e corredores
0,40 que as pessoas que se
movimentam
Instalação de condicionamento Velocidades maiores são
0,40 a 1,50 de ar para processos industriais recomendadas para instalações
de refrigeração
Fonte: Enio Cruz da Costa - Conforto Térmico

Tabela 37 Velocidades Máximas Recomendadas na Saída de Grelhas e Difusores


Aplicações Velocidade máxima de insuflamento (m/s)
Estúdios 1,5 a 2,5
Residências 2,5 a 3,8
Igrejas 2,5 a 3,8
Dormitórios de hotel 2,5 a 3,8
Teatros 2,5 a 3,8
Cinemas 5,0
Escritórios particulares 2,5 a 3,8
Escritórios públicos 5,0 a 6,3
Lojas (pisos inferiores) 10,0
Lojas (pisos superiores) 7,5
Fonte: Enio Cruz da Costa - Conforto Térmico

Tabela38 Velocidades Máximas Recomendadas para Retorno em Grelhas e Difusores.


Situação da grade Velocidade máxima referida à área total
(m/s)
Sobre a zona ocupada pelas pessoas. >4,0
Dentro da zona ocupada (longe dos assentos) 3,0 a 4,0
Dentro da zona ocupada (perto dos assentos) 2,0 a 3,0
Em portas ou janelas 2,5 a 3,5
Fonte: Enio Cruz da Costa - Conforto Térmico

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Termofluidomecânica IV

Tabela 39 Velocidades Máximas Recomendadas no Final do Alcance do ar de Insuflação.


Ambiente Velocidade Terminal
(m/s)
Indústrias, corredores, áreas de acesso etc. 1,0
Escritórios públicos, lojas, restaurantes, igrejas,
teatros etc. 0,75
Escritórios particulares, residências, hospitais,
quartos de hotel etc. 0,5
Mínimo. 0,25
Fonte: Enio Cruz da Costa - Conforto Térmico

Tabela 40 Nível Sonoro Recomendado por Ambiente.

Faixa de Nível Comunicação


NC sonoro
em) Aplicação típica
Db (A) telefone Alcance
de voz
20 - 25 25 - 30 Excelente 10 – 15 m Igrejas; Stúdios de televisão; Stúdios de
gravação de som; Salas de concertos e de
Óperas.
25 - 30 30 – 35 Excelente 6 – 12 m Apartamentos de hotéis; Salões de
convenções; Salas de reuniões (50 pessoas).
30 - 35 35 – 40 Boa 3–9m Escritórios privados; Cinemas; Bibliotecas;
Salas de reuniões (até 20 pessoas); Salas de
aula; Tribunais.
35 - 40 40 - 45 Regular 2–4m Agências de correios; Agências de bancos;
Restaurantes, Laboratórios de escolas;
Escritórios em geral; médio.
40 - 45 45 - 50 Regular 1,2 – 3 m Halls de entrada e corredores; Cafeteiras e
Lanchonetes; grandes escritórios; Lojas;
Salas de processamento de dados.
45 - 50 50 - 55 Ruim 1–2m Supermercados; Shopping Centers (andar
principal); Cozinhas de Restaurantes.
50 - 55 55 - 60 Muito ruim 0,3-0,2m Fábricas.
Fonte: Tropical Ver também Tabela 46

Tabela 41 Bitola de Chapas para Fabricação de Dutos.


Espessuras Circular
Calandrado Retangular
Alumínio Aço galvanizado Helicoidal com (lado maior)
costura
longitudinal
Bitola mm Bitola mm mm mm mm
24 0,64 26 0,50 Até 225 Até 450 Até 300
22 0,79 24 0,64 250 a 600 460 a 750 310 a 750
20 0,95 22 0,79 650 a 900 760 a 1150 760 a 1400
18 1,27 20 0,95 950 a 1250 1160 a 1500 1410 a 2100
16 1,59 18 1,27 1300 a 1500 1510 a 2300 2110 a 3000
Bitolas de chapas para a fabricação de dutos rígidos e sistemas de baixa pressão (pressão estática até 50mm de
coluna d'água e velocidade até 10 m/s).
Fonte: NBR 6401/1980

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Termofluidomecânica IV

Tabela 42 Condições internas para verão


Recomendável Máxima
Finalidade Local (A) TBS (°C) (B) UR (%) (A) TBS (°C) (B) UR (%)
Conforto Residências
Hotéis,
Escritórios, 23 a 25 40 a 60 26,5 65
Escolas.
Lojas de Bancos,
curto Barbearias,
tempo de Cabeleireiros,
ocupação Lojas, 24 a 26 40 a 60 27 65
Magazines,
Supermercad
os
Ambiente Teatros,
com Auditórios,
grandes Templos,
cargas de Cinemas,
calor Bares 24 a 26 40 a 65 27 65
latente Lanchonetes,
e/ou Restaurantes,
sensível. Bibliotecas,
Estúdios de
TV.
Locais de Boates,
reuniões Salões de 24 a 26 40 a 65 27 65
com baile.
movimento
.
Depósitos de
(c) (c)
livros, 21 a 23 40 a 50
Ambientes manuscritos,
de arte obras raras.
(c) (c)
Museus e 21 a 23 50 a 55
galerias de
arte.
Acesso Halls de 28 70
elevadores
(A) TBS = Temperatura de bulbo seco (°C)
(B) UR = Umidade relativa (%)
(C)* = Condições constantes para o ano inteiro.
Fonte: NBR 6401/1980.

Tabela 43 Condições internas para inverno


TBS (°C) UR (%)
20 - 22 35 - 65
Fonte: NBR 6401/1980

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Termofluidomecânica IV

Tabela 44 Recomendações para aplicações de filtros de ar (1)


Eficiência
Classe de filtro Obs, 3,4,5 Características Aplicações principais
(2) (%)
Boa eficiência contra insetos e relativa contra
GO 30 – 59 poeira grossa. Eficiência reduzida contra
pólen de plantas e quase nula contra poeira Condicionadores tipo janela.
atmosférica.
Boa eficiência contra poeira grossa e relativa
GI 60 – 74 contra pólen de plantas. Eficiência reduzida Condicionadores tipo
contra poeira atmosférica. compacto (self contained)
Alta eficiência contra poeira grossa. Boa
G2 75 – 84 eficiência contra pólen de plantas e relativa
contra a fração grossa (75m) da poeira Condicionadores de sistemas
atmosférica. centrais.
Boa eficiência contra a fração grossa (>5m) Condicionadores dos sistemas
G3 85 e acima da poeira atmosférica. centrais pré-filtragem para
filtros finos F2 e F3.

Eficiência satisfatória contra a fração fina (1 -


5m) da poeira atmosférica. Pouca eficiência Condicionadores de sistemas
F1 40 – 69 contra fumaças de óleo e tabaco. centrais para exigências altas.
Pré-filtragem para filtros finos
F3.
Boa eficiência contra a fração fina (1-5m) da
poeira atmosférica. Alguma eficiência contra Condicionadores de sistemas
F2 70 – 89 fumaças de óleo e tabaco. centrais para exigências altas.
Pré-filtragem para filtros
absolutos.
Alta eficiência contra a fração fina (1-5m) da
poeira atmosférica. Eficiência satisfatória
F3 90 e acima contra fumaças de óleo e tabaco.
Razoavelmente eficiente contra bactérias e Pré-filtro para filtros absolutos.
fungos microscópicos. Precisa pré-filtragem, por sua
vez.

Boa eficiência contra a fração ultrafina (<1m)


A1 85 – 97,9 da poeira atmosférica, fumaças de óleo e
tabaco, bactérias e fungos microscópicos. Salas com controle de teor de
poeira. Precisa pré-filtragem.
Alta eficiência contra a fração ultrafina (<1m)
da poeira atmosférica, fumaças de óleo e Salas com controle de teor de
A2 98 – 99,96 tabaco, bactérias e fungos microscópicos. poeira, zonas assépticas de
hospitais (exigências altas).
Precisa pré-filtragem.
Classe de filtro Eficiência Obs, Características Aplicações principais
(2) 3,4,5 (%)
Eficiência excelente contra a fração ultrafina Salas limpas das classes
(<1m) da poeira atmosférica, fumaças de óleo 100,1000 e 100000(Nota e).
e tabaco, bactérias, fungos microscópicos e Salas e cabinas estéreis para
A3 99,97 e acima vírus. operações cirúrgicas e
ortopédicas (exigências
particulares altas). Todas
instalações que requerem
teste de estanqueidade.
Precisa pré-filtragem.
(1) As recomendações baseiam-se nas da ASHRAE e também nas seguintes:
Para filtros grossos e finos: na diretriz SWKI 68-3 da Associação Suíça de Engenheiros de Aquecimento e
Condicionamento de ar (SWKI).
Para filtros absolutos: no projeto de norma DIN 24184 de julho de 1972 da Associação dos Engenheiros
Alemães (VDI).
(2) Fonte: ASHRAE Handbook of Fundamentals – 1972.

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Termofluidomecânica IV

Tabela 45 Ar exterior para renovação (2).


m³ / h Pessoa
Concentração de Concentração de
fumantes fumantes
recomendável mínimo
Bancos 17 13 Ocasional
Barbearias 25 17 Considerável
Salões de beleza 17 13 Ocasional
Bares 68 42 -
Cassinos-Grill- 45 35 -
room
Escritórios 25 17 Alguns
Públicos 42 25 Nenhum
Privados 51 42 Considerável
Privados 35 25 Nenhum
Estúdios 17 13 Ocasional
Lojas 51 42 Grande
Salas de hotéis 35 17 Alguns
Residências 25 20 Considerável
Restaurantes 85 50 Muito grande
Salas de diretores
Teatros- Cinemas- 13 8 Nenhum
Auditórios
Teatros- Cinemas- 25 17 Alguns
Auditórios 50 40 Nenhum
Salas de aula 85 50 Muito grande
Salas de reuniões
Aplicações gerais
Por pessoa (não 13 8 -
fumando) 68 42 -
Por pessoa
(fumando)
Fonte: ASHRAE Handbook of fundamentals-1972.

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Termofluidomecânica IV

Tabela 46 Níveis de ruído permissíveis (3)


Finalidade do local Dba (A) NC (B)
Residência
Casas particulares (zona rural e
suburbana) 25-30 20-30
Casas particulares (zona urbana)
Apartamentos 30-40 25-35
Hotéis 35-45 30-40
Quartos individuais
Salões de baile ou banquetes 35-45 30-40
Corredores 35-45 30-40
Garagens 40-50 35-45
Cozinhas e lavanderias 45-55 40-50
Escritórios 45-55 40-50
Diretoria
Sala de reuniões 25-35 20-30
Gerência 30-40 25-35
Sala de recepção 35-45 30-40
Escritórios em geral 35-50 30-45
Corredores 40-50 35-45
Sala de computadores 40-55 35-50
Auditórios e salas de música 45-65 40-60
Estúdios para gravação de som e
salas para concertos musicais
Teatros 20-30 15-25
Cinemas, auditórios, anfiteatros 30-35 25-30
Salas de leitura 35-45 30-40
Igrejas e escolas 40-50 35-45
Templos
Bibliotecas 25-35 20-30
Salas de aula 35-45 30-40
Laboratórios 35-45 30-40
Corredores e salas de recreação 40-50 35-45
Cozinhas 45-55 40-50
Edifícios públicos 45-55 40-50
Bibliotecas, museus
Correios, bancos 35-45 30-40
Banheiros e toaletes 40-50 35-45
Restaurantes 45-55 40-50
Restaurantes, boates
Lanchonetes 40-50 35-45
Lojas comerciais 40-55 40-50
Lojas de muito público
Lojas de pouco público 45-55 40-50
Supermercados 40-50 35-45
Ginásios esportivos cobertos 45-55 40-50
Ginásio
Piscinas 40-50 35-45
Transportes 45-60 40-55
Local de venda de passagens
Salas de espera 35-45 30-40
Áreas de produção 40-55 35-50
Exposto durante 8h/dia
Exposto durante 3h/dia <90
<97
(A) dba- É o nível de ruído lido na escala “A” de um medidor de nível de som, que, por meio de um filtro
eletrônico, despreza ruídos de baixa freqüência que, devido à baixa sensibilidade nesta faixa, não são
perceptíveis pelo ouvido humano.
(B) Nc- É o valor obtido nas curvas de nc, quando traça-se o gráfico dos níveis medidos em bandas de oitava
de freqüência. O nível de ruído deve ser medido em 5 pontos do ambiente a 1,2m do piso.

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Termofluidomecânica IV

Tabela 47
Velocidades recomendadas e máximas para dutos de ar e equipamentos
de sistemas de baixa pressão

Velocidades Recomendadas Velocidades Máximas


Designação (m/s) (m/s)
Residência Escolas, Prédios Residência Escolas, Prédios
teatros e Industriais. teatros e Industriais.
edifícios edifícios
públicos. públicos.
Tomadas de
ar exterior. 2,50 2,50 2,50 4,00 4,50 6,00
Serpentinas:
Resfriamento 2,25 2,50 3,00 2,25 2,50 3,60
Aquecimento 2,25 2,50 3,00 2,50 3,00 7,50
Lavadores de
ar: 2,50 2,50 2,50 3,50 3,50 3,50
Borrificador - - 9,00 - - 9,00
Alta
velocidade
Descarga do
ventilador:
Min. 5,00 6,50 8,00 - - -
Max. 8,00 10,00 12,00 8,50 11,00 14,00
Dutos
principais 3,50 5,00 6,00 - - -
Min. 4,50 6,50 9,00 6,00 8,00 10,00
Max.
Ramais
horizontais - 3,00 4,00 - - -
Min. 3,00 4,50 5,00 5,00 6,50 9,00
Max.
Ramais
verticais - 3,00 - - - -
Min. 2,50 3,50 4,00 4,00 6,00 8,00
Max.
Fonte: TRANE

Escola SENAI “Oscar Rodrigues Alves 177


Termofluidomecânica IV

Tabela 48 Parâmetro máximos para seleção da tubulação de água

Diâmetro do Tubo Sistema Fechado Sistema Aberto

(mm) (in) Vazão Velocidade Perda Vazão Velocidade Perda


(m³/h) (m/s) (%) (m³/h) (m/s) (%)
19 3/4" 1,5 1,2 10 1,0 0,8 10
25 1” 3 1,5 10 2,2 1,1 10
32 1.1/4” 6 1,7 10 4 1,2 10
38 1.1/2” 9 1,9 10 6 1,3 10
50 2” 17 2,2 10 12 1,6 10
65 2.1/2” 28 2,5 10 23 2,1 10
75 3” 48 2,8 10 36 2,1 10
100 4” 90 3,1 9 75 2,5 10
125 5” 143 3,1 7 136 2,9 10
150 6” 215 3,2 5,5 204 3,1 9
Fonte: NBR 6401/1980

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Termofluidomecânica IV

Tabela 49 Carta da Perda de Pressão em Duto

Fonte: ASHRAE Handbook of fundamentals-2001 / SMACNA

Escola SENAI “Oscar Rodrigues Alves 179


Termofluidomecânica IV

Tabela 50 Diâmetro Equivalente de Dutos Retangulares

Continua

Escola SENAI “Oscar Rodrigues Alves 180


Termofluidomecânica IV

Tabela 50 Diâmetro Equivalente de Dutos Retangulares (Continuação)

Fonte: ASHRAE Handbook of fundamentals-2001 / SMACNA

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Termofluidomecânica IV

Tabela 51 Coeficientes de Perda de Carga (C)

Figura 51.1 Curva circular.

C q = [Link]
Coeficiente para curva 90°
r/D 0.5 0.75 1.0 1.5 2.0 2.5
Co’ 0.71 0.33 0.22 0.15 0.13 0.12

Ko- Fator de correção do angulo de curva.


q 0 20 30 45 60 75 90 110 130 150 180
Ko 0 0.31 0.45 0.60 0.78 0.90 1.00 1.13 1.20 1.28 1.40

Figura 51.2 Curva circular 3,4 e 5.

C o = K Re . C
Coeficiente para curva 90°
r/D
N° de Peças 0.75 1.0 1.5 2.0
5 0.46 0.33 0.24 0.19
4 0.50 0.37 0.27 0.24
3 0.54 0.42 0.34 0.33

Escola SENAI “Oscar Rodrigues Alves 182


Termofluidomecânica IV

Figura 51.3 Curva circular 2 peças.

C o = K Re . C o’
q, deg 20 30 45 60 75 90
C o’ 0.08 0.16 0.34 0.55 0.81 1.2

Número fator de correção Reynolds


-4
Re x 10 1 2 3 4 6 8 10 ≥ 14
K Re 1.40 1.26 1.19 1.14 1.09 1.06 1.04 1.0

Figura 51.4 Curva retangular sem veias internas.

Coeficiente para curva de 90°

Coeficiente C

R/W H/W
0.25 0.5 0.75 1.0 1.5 2.0 3.0 4.0 5.0 6.0
0.5 1.5 1.4 1.3 1.2 1.1 1.0 1.0 1.1 1.1 1.2
0.75 0.57 0.52 0.48 0.44 0.40 0.39 0.39 0.40 0.42 0.43
1.0 0.27 0.25 0.23 0.21 0.19 0.18 0.18 0.19 0.20 0.27
1.5 0.22 0.20 0.19 0.17 0.15 0.14 0.14 0.15 0.16 0.17
2.0 0.20 0.18 0.16 0.15 0.14 0.13 0.13 0.14 0.14 0.15

Nota: Fator de correção do número de Reynolds KRe


-4
Re 10
R/W 1 2 3 4 6 8 10 14
0.5 1.40 1.26 1.19 1.14 1.09 1.06 1.04 1.0
>0.75 2.0 1.77 1.64 1.56 1.46 1.38 1.30 1.15

Escola SENAI “Oscar Rodrigues Alves 183


Termofluidomecânica IV

Figura 51.5 Curva retangular com veias internas.

H/W
0.25 0.5 1.0 1.5 2.0 3.0 4.0 5.0 6.0 7.0 8.0
R/W CR
0.05 0.218 0.52 0.40 0.43 0.49 0.55 0.66 0.75 0.84 0.93 1.0 1.1
1 Veia Interna
Coeficiente C

0.10 0.302 0.36 0.27 0.25 0.28 0.30 0.35 0.39 0.42 0.46 0.49 0.52
0.15 0.361 0.28 0.21 0.18 0.19 0.20 0.22 0.25 0.26 0.28 0.30 0.32
0.20 0.408 0.22 0.16 0.14 0.14 0.15 0.16 0.17 0.18 0.19 0.20 0.21
0.25 0.447 0.18 0.13 0.11 0.11 0.11 0.12 0.13 0.14 0.14 0.15 0.15
0.30 0.480 0.15 0.11 0.09 0.09 0.09 0.09 0.10 0.10 0.11 0.11 0.12
0.35 0.509 0.13 0.09 0.08 0.07 0.07 0.08 0.08 0.08 0.08 0.09 0.09
0.40 0.535 0.11 0.08 0.07 0.06 0.06 0.06 0.06 0.07 0.07 0.07 0.07
0.45 0.557 0.10 0.07 0.06 0.05 0.05 0.05 0.05 0.05 0.06 0.06 0.06
0.50 0.577 0.09 0.06 0.05 0.05 0.04 0.04 0.04 0.05 0.05 0.05 0.05

0.05 0.362 0.26 0.20 0.22 0.25 0.28 0.33 0.37 0.41 0.45 0.48 0.51
0.10 0.450 0.17 0.13 0.11 0.12 0.13 0.15 0.16 0.17 0.19 0.20 0.21
2 Veia Interna

0.15 0.507 0.12 0.09 0.08 0.08 0.08 0.09 0.10 0.10 0.11 0.11 0.11
Coeficiente C

0.20 0.550 0.09 0.07 0.06 0.05 0.06 0.06 0.06 0.06 0.07 0.07 0.07
0.25 0.585 0.08 0.05 0.04 0.04 0.04 0.04 0.05 0.05 0.05 0.05 0.05
0.30 0.613 0.06 0.04 0.03 0.03 0.03 0.03 0.03 0.03 0.04 0.04 0.04
0.35 0.638 0.05 0.04 0.03 0.03 0.03 0.03 0.03 0.03 0.03 0.03 0.03
0.40 0.659 0.05 0.03 0.03 0.02 0.02 0.02 0.02 0.02 0.02 0.02 0.02
0.45 0.677 0.04 0.02 0.02 0.02 0.02 0.02 0.02 0.02 0.02 0.02 0.02
0.50 0.693 0.03 0.02 0.02 0.02 0.02 0.01 0.01 0.01 0.01 0.01 0.01

0.05 0.467 0.11 0.10 0.12 0.13 0.14 0.16 0.18 0.19 0.21 0.22 0.23
0.10 0.549 0.07 0.05 0.06 0.06 0.06 0.07 0.07 0.08 0.08 0.08 0.09
0.15 0.601 0.05 0.04 0.04 0.04 0.04 0.04 0.04 0.04 0.04 0.05 0.05
3 Veia Interna
Coeficiente C

0.20 0.639 0.03 0.03 0.03 0.03 0.03 0.03 0.03 0.03 0.03 0.03 0.03
0.25 0.669 0.03 0.02 0.02 0.02 0.02 0.02 0.02 0.02 0.02 0.02 0.02
0.30 0.693 0.03 0.02 0.02 0.02 0.02 0.01 0.01 0.01 0.01 0.01 0.01
0.35 0.714 0.02 0.02 0.01 0.01 0.01 0.01 0.01 0.01 0.01 0.01 0.01
0.40 0.731 0.02 0.01 0.01 0.01 0.01 0.01 0.01 0.01 0.01 0.01 0.01
0.45 0.746 0.01 0.01 0.01 0.01 0.01 0.01 0.01 0.01 0.01 0.01 0.01
0.50 0.760 0.01 0.01 0.01 0.01 0.01 0.01 0.01 0.01 0.01 0.01 0.01

Escola SENAI “Oscar Rodrigues Alves 184


Termofluidomecânica IV

Figura 51.6 “Te” Retangular duto principal e ramal

Coeficiente C - Ramal

VB /VC Q B/ Q C

0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 0.6 0.7 0.8 0.9

0.2 1.03
0.4 1.04 1.01
0.6 1.11 1.03 1.05
0.8 1.16 1.21 1.17 1.12
1.0 1.38 1.40 1.30 1.36 1.27
1.2 1.52 1.61 1.68 1.91 1.47 1.66
1.4 1.79 2.01 1.90 2.31 2.28 2.20 1.95
1.6 2.07 2.28 2.13 2.71 2.99 2.81 2.09 2.20
1.8 2.32 2.54 2.64 3.09 3.72 3.48 2.21 2.29 2.57

Figura 51.7 “Te” Retangular duto principal e ramal com Damper.

Coeficiente C - Ramal Q = Vazão V =


Veloc.

VB /VC Q B/ Q C

0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 0.6 0.7 0.8 0.9


0.2 0.58
0.4 0.67 0.64
0.6 0.78 0.76 0.75
0.8 0.88 0.98 0.81 1.01
1.0 1.12 1.05 1.08 1.18 1.29
1.2 1.49 1.48 1.40 1.51 1.70 1.91
1.4 2.10 2.21 2.25 2.29 2.32 2.48 2.53
1.6 2.72 3.30 2.84 3.09 3.30 3.19 3.29 3.16
1.8 3.42 4.58 3.65 3.92 4.20 4.15 4.14 4.10 4.05

Figura 51.8 “Te” com saída em 45° duto principal e ramal.

Coeficiente C - Ramal

Q B/ Q C
V B/ V C

0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 0.6 0.7 0.8 0.9


0.2 0.91
0.4 0.81 0.79
0.6 0.77 0.72 0.70
0.8 0.78 0.73 0.69 0.66
1.0 0.78 0.98 0.85 0.79 0.74
1.2 0.90 1.11 1.16 1.23 1.03 0.86
1.4 1.19 1.22 1.26 1.29 1.54 1.25 0.92
1.6 1.35 1.42 1.55 1.59 1.63 1.50 1.31 1.09
1.8 1.44 1.50 1.75 1.74 1.72 2.24 1.63 1.40 1.17

Escola SENAI “Oscar Rodrigues Alves 185


Termofluidomecânica IV

Figura 51.9 “Te” com saída em 45° e duto principal e ramal.

Coeficiente C - Ramal.

QB/QC
V B/ V C
0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 0.6 0.7 0.8 0.9
0.2 0.61
0.4 0.46 0.61
0.6 0.43 0.50 0.54
0.8 0.39 0.43 0.62 0.53
1.0 0.34 0.57 0.77 0.73 0.68
1.2 0.37 0.64 0.85 0.98 1.07 0.83
1.4 0.57 0.71 1.04 1.16 1.54 1.36 1.18
1.6 0.89 1.08 1.28 1.30 1.69 2.09 1.81 1.47
1.8 1.33 1.34 2.04 1.78 1.90 2.40 2.77 2.23 1.92

“Te” com saída em 45° e duto principal


VB/VC 0.2 0.4 0.6 0.8 1.0 1.2 1.4 1.6 1.8
C 0.03 0.04 0.07 0.12 0.13 0.14 0.27 0.30 0.25
Aplicado as Figuras 51.6 a 51.9

Figura 51.10 “Te” em curva.

Q = Vazão
Coeficiente C- Ramal
AB / As AB / AC QB/QC
0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 0.6 0.7 0.8 0.9
0.25 0.25 0.55 0.50 0.60 0.85 1.2 1.8 3.1 4.4 6.0
0.33 0.25 0.35 0.35 0.50 0.80 1.3 2.0 2.8 3.8 5.0
0.5 0.5 0.62 0.48 0.40 0.40 0.48 0.60 0.78 1.1 1.5
0.67 0.5 0.52 0.40 0.32 0.30 0.34 0.44 0.62 0.92 1.4
1.0 0.5 0.44 0.38 0.38 0.41 0.52 0.68 0.92 1.2 1.6
1.0 1.0 0.67 0.55 0.46 0.37 0.32 0.29 0.29 0.30 0.37
1.33 1.0 0.70 0.60 0.51 0.42 0.34 0.28 0.26 0.26 0.29
2.0 1.0 0.60 0.52 0.43 0.33 0.24 0.17 0.15 0.17 0.21

Escola SENAI “Oscar Rodrigues Alves 186


Termofluidomecânica IV

Coeficiente C- Duto Principal


AB/AS AB/AC QB/QC
0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 0.6 0.7 0.8 0.9
0.25 0.25 -. 01 -. 03 -. 01 0.05 0.13 0.21 0.29 0.38 0.46
0.33 0.25 0.08 0 -. 02 -. 01 0.02 0.08 0.16 0.24 0.34
0.5 0.5 -. 03 -. 06 -. 05 0 0.06 0.12 0.19 0.27 0.35
0.67 0.5 0.04 -. 02 -. 04 -. 03 -. 01 0.04 0.12 0.23 0.37
1.0 0.5 0.72 0.48 0.28 0.13 0.05 0.04 0.09 0.18 0.30
1.0 1.0 -. 02 -. 04 -. 04 -. 01 0.06 0.13 0.22 0.30 0.38
1.33 1.0 0.10 0 0.01 -. 03 -. 01 0.03 0.10 0.20 0.30
2.0 1.0 0.62 0.38 0.23 0.23 0.08 0.05 0.06 0.10 0.20

Figura 51.11 “Tee” Retangular com ramal circular em saída cônica

Coeficiente C - Ramal

Vb/Vc
0.40 0.50 0.75 1.0 1.3 1.5
C 0.80 0.83 0.90 1.0 1.1 1.4

V = Velocidade

Coeficiente C- Duto Principal


V b/ V c 0 0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 0.6 0.8 1.0
C 0.35 0.28 0.22 0.17 0.13 0.09 0.06 0.02 0

Escola SENAI “Oscar Rodrigues Alves 187


Termofluidomecânica IV

Figura 51.12 “Y” circular com saída cônica a 450

V = Velocidade

VB
Coeficiente C - Ramal
VB VC 0.2 0.4 0.6 0.7 0.8 0.9 1.0 1.1 1.2
C 0.76 0.60 0.52 0.50 0.51 0.52 0.56 0.61 0.68
VB VC 1.4 1.6 1.8 2.0 2.2 2.4 2.6 2.8 3.0
C 0.86 1.1 1.4 1.8 2.2 2.6 3.1 3.7 4.2

Coeficiente C – Duto Principal


VS VC 0.2 0.4 0.6 0.8 1.0 1.2 1.4 1.6 1.8 2.0
C 0.14 0.06 0.05 0.09 0.18 0.30 0.46 0.64 0.84 1.0

Escola SENAI “Oscar Rodrigues Alves 188


Termofluidomecânica IV

Figura 51.13 “Y”. Circular com saída em angulo.

Q = Vazão
Ramal , q = 30° , C
QB / QC
AB / AC 0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 0.6 0.7 0.8 0.9
0.8 0.75 0.55 0.40 0.28 0.21 0.16 0.15 0.16 0.19
0.7 0.72 0.51 0.36 0.25 0.18 0.15 0.16 0.20 0.26
0.6 0.69 0.46 0.31 0.21 0.17 0.16 0.20 0.28 0.39
0.5 0.65 0.41 0.26 0.19 0.18 0.22 0.32 0.47 0.67
0.4 0.59 0.33 0.21 0.20 0.27 0.40 0.62 0.92 1.3
0.3 0.55 0.28 0.24 0.38 0.76 1.3 2.0 3.0 4.1
0.2 0.40 0.26 0.58 1.3 2.5 4.1 6.1 8.6 11.0
0.1 0.28 1.5 4.3 8.3 15.0 - - - -
Ramal , q = 45°, C
QB / QC
AB / AC 0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 0.6 0.7 0.8 0.9
0.8 0.78 0.62 0.49 0.40 0.34 0.31 0.32 0.35 0.40
0.7 0.77 0.59 0.47 0.38 0.34 0.32 0.35 0.41 0.50
0.6 0.74 0.56 0.44 0.37 0.35 0.36 0.43 0.54 0.68
0.5 0.71 0.52 0.41 0.38 0.40 0.45 0.59 0.78 1.0
0.4 0.66 0.47 0.40 0.43 0.54 0.69 0.95 1.3 1.7
0.3 0.66 0.48 0.52 0.73 1.2 1.8 2.7 3.7 4.9
0.2 0.56 0.56 1.0 1.8 3.2 4.9 7.1 9.6 13.0
0.1 0.60 2.1 5.1 9.3 16.0 - - - -
Ramal , q = 60°, C
QB / QC
AB / AC 0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 0.6 0.7 0.8 0.9
0.8 0.83 0.71 0.62 0.56 0.52 0.50 0.53 0.60 0.68
0.7 0.82 0.69 0.61 0.56 0.54 0.54 0.60 0.70 0.82
0.6 0.81 0.68 0.60 0.58 0.58 0.61 0.72 0.87 1.1
0.5 0.79 0.66 0.61 0.62 0.68 0.76 0.94 1.2 1.5
0.4 0.76 0.65 0.65 0.74 0.89 1.1 1.4 1.8 2.3
0.3 0.80 0.75 0.89 1.2 1.8 2.6 3.5 4.6 6.0
0.2 0.77 0.96 1.6 2.5 4.0 6.0 8.3 11.0 -
0.1 1.0 2.9 6.2 10.0 - - - - -
Ramal , q = 90°, C
QB / QC
AB / AC 0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 0.6 0.7 0.8 0.9
0.8 0.95 0.92 0.92 0.93 0.94 0.95 1.1 1.2 1.4
0.7 0.95 0.94 0.95 0.98 1.0 1.1 1.2 1.4 1.6
0.6 0.96 0.97 1.0 1.1 1.1 1.2 1.4 1.7 2.0
0.5 0.97 1.0 1.1 1.2 1.4 1.5 1.8 2.1 2.5
0.4 0.99 1.1 1.3 1.5 1.7 2.0 2.4 3.0 3.6
0.3 1.1 1.4 1.8 2.3 3.2 4.3 5.5 6.9 8.5
0.2 1.3 1.9 2.9 4.1 6.2 8.5 11.0 - -
0.1 2.1 4.8 8.9 14.0 - - - - -
Duto Principal
QS / QC 0 0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 0.6 0.8 1.0
C 0.35 0.28 0.22 0.17 0.13 0.09 0.06 0.02 0

Escola SENAI “Oscar Rodrigues Alves 189


Termofluidomecânica IV

Figura 51.14 transição, retangular de blindagem reta


C0
q
A 0 / AL 10 15 20 30 45 60 90
0.06 0.26 0.27 0.40 0.56 0.71 0.86 1.00
0.1 0.24 0.26 0.36 0.53 0.69 0.82 0.93
0.25 0.17 0.19 0.22 0.42 0.60 0.68 0.70
0.5 0.14 0.13 0.15 0.24 0.35 0.37 0.38
1 0 0 0 0 0 0 0
2 0.23 0.20 0.20 0.20 0.24 0.28 0.54
4 0.81 0.64 0.64 0.64 0.88 1.1 2.8
6 1.8 1.4 1.4 1.4 2.0 2.5 6.6
10 5.0 5.0 5.0 5.0 6.5 8.0 19

Figura 51.15 Contração retangular gradual.

Coeficiente C
q
Al / A 10° 15°- 40° 50°- 60° 90° 120° 150° 180°
2 0.05 0.05 0.06 0.12 0.18 0.24 0.26
4 0.05 0.04 0.07 0.17 0.27 0.35 0.41
6 0.05 0.04 0.07 0.18 0.28 0.36 0.42
10 0.05 0.05 0.08 0.19 0.29 0.37 0.43

Figura 51.16 transição, retangular de blindagem paralela, curva cinética.

Q = Vazão
C 0 Valor
q
A 0/ A1 10 15 20 30 45 60 90 120 150 180
0.10 0.05 0.05 0.05 0.05 0.07 0.08 0.19 0.29 0.37 0.43
0.17 0.05 0.04 0.04 0.04 0.05 0.07 0.18 0.28 0.36 0.42
0.25 0.05 0.04 0.04 0.04 0.06 0.07 0.17 0.27 0.35 0.41
0.50 0.06 0.05 0.05 0.05 0.06 0.07 0.14 0.20 0.26 0.27
1.00 0.00 0.00 0.00 0.00 0.00 0.00 0.00 0.00 0.00 1.00
2.00 0.56 0.52 0.60 0.96 1.40 1.48 1.52 1.48 1.44 1.40
4.00 2.72 3.04 3.52 6.72 9.60 10.88 11.20 11.04 10.72 10.56
10.00 24.0 26.00 36.00 53.00 69.00 82.00 93.00 93.00 92.00 91.00
16.00 66.56 69.12 102.40 143.36 181.76 220.16 256.00 253.44 250.88 250.88

Escola SENAI “Oscar Rodrigues Alves 190


Termofluidomecânica IV

Figura 51.17 Tee, retangular principal e ramal circular.

Q = Vazão
CB
QB/ QC
A B/ A C 0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 0.6 0.7 0.8 0.9
0.1 1.58 0.94 0.83 0.79 0.77 0.76 0.76 0.76 0.75
0.2 4.20 1.58 1.10 0.94 0.87 0.83 0.80 0.79 0.78
0.3 8.63 2.67 1.58 1.20 1.03 0.94 0.88 0.85 0.83
0.4 14.85 4.20 2.25 1.58 1.27 1.10 1.00 0.94 0.90
0.5 22.87 6.19 3.13 2.07 1.58 1.32 1.16 1.06 0.99
0.6 32.68 8.63 4.20 2.67 1.96 1.58 1.35 1.20 1.10
0.7 44.30 11.51 5.48 3.38 2.41 1.89 1.58 1.38 1.24
0.8 57.71 14.85 6.95 4.20 2.94 2.25 1.84 1.58 1.40
0.9 72.92 18.63 8.63 5.14 3.53 2.67 2.14 1.81 1.58

Cs
Q s/ Q c
As/Ac 0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 0.6 0.7 0.8 0.9
0.1 0.04
0.2 0.98 0.04
0.3 3.48 0.31 0.04
0.4 7.55 0.98 0.18 0.04
0.5 13.18 2.03 0.49 0.13 0.04
0.6 20.38 3.48 0.98 0.31 0.10 0.04
0.7 29.15 5.32 1.64 0.60 0.23 0.09 0.04
0.8 39.48 7.55 2.47 0.98 0.42 0.18 0.08 0.04
0.9 51.37 10.17 3.48 1.46 0.67 0.31 0.15 0.07 0.04

Escola SENAI “Oscar Rodrigues Alves 191


Termofluidomecânica IV

Figura 51.18 Tee, 45 graus de entrada do ramal diivergente.

Q = Vazão V =
Veloc.
C B Valor
QB/QC
AB /AC 0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 0.6 0.7 0.8 0.9
0.1 0.73 0.34 0.32 0.34 0.35 0.37 0.38 0.39 0.40
0.2 3.10 0.73 0.41 0.34 0.32 0.32 0.33 0.34 0.35
0.3 7.59 1.65 0.73 0.47 0.37 0.34 0.32 0.32 0.32
0.4 14.20 3.10 1.28 0.73 0.51 0.41 0.36 0.34 0.32
0.5 22.92 5.08 2.07 1.12 0.73 0.54 0.44 0.38 0.35
0.6 33.76 7.59 3.10 1.65 1.03 0.73 0.56 0.47 0.41
0.7 46.71 10.63 4.36 2.31 1.42 0.98 0.73 0.58 0.49
0.8 61.79 14.20 5.86 3.10 1.90 1.28 0.94 0.73 0.60
0.9 78.98 18.29 7.59 4.02 2.46 1.65 1.19 0.91 0.73

Cs
Qs/Qc
A s / Ac 0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 0.6 0.7 0.8 0.9
0.1 0.04
0.2 0.98 0.04
0.3 3.48 0.31 0.04
0.4 7.55 0.98 0.18 0.04
0.5 13.18 2.03 0.49 0.13 0.04
0.6 20.38 3.48 0.98 0.31 0.10 0.04
0.7 29.15 5.32 1.64 0.60 0.23 0.09 0.04
0.8 39.48 7.55 2.47 0.98 0.42 0.18 0.08 0.04
0.9 51.37 10.17 3.48 1.46 0.67 0.31 0.15 0.07 0.04

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Termofluidomecânica IV

Figura 51.19 Wye (Dobro), 45°, Retangular e Circular

Q = Vazão
Converging Flow
Ramal, C c, b

Q 2b Q 1b / Q c
Q 1b
0 0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 0.6
A1b/ Ac = 0.2
0.5 -1.0 -.36 0.59 1.8 3.2 4.9 6.8
1.0 -1.0 -.24 0.63 1.7 2.6 3.7 -
2.0 -1.0 -.19 0.21 0.04 - - -
A1b / Ac = 0.4
0.5 -1.0 -.48 -.02 0.58 0.92 1.3 16
1.0 -1.0 -.36 0.17 0.55 0.72 0.78 -
2.0 -1.0 -.18 0.16 -.06 - - -
A1b / Ac = 0.6
0.5 -1.0 -.50 -.07 0.31 0.60 0.82 0.92
1.0 -1.0 -.37 0.12 0.55 0.60 0.52 -
2.0 -1.0 -.18 0.26 0.16 - - -
A1b /Ac = 1.0
0.5 -1.0 -.51 -.09 0.25 0.50 0.65 0.64
1.0 -1.0 -.37 0.13 0.46 0.61 0.54 -
2.0 -1.0 -.15 0.38 0.42 - - -

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Termofluidomecânica IV

Figura 51.20 Damper, Butterfly

Q = Vazão
C0
q
H/W 0 10 20 30 40 50 60 65 70 90
0.12 0.04 0.30 1.10 3.00 8.00 23.00 60.00 100.00 190.00 99999
0.25 0.08 0.33 1.18 3.00 9.00 26.00 70.00 128.00 210.00 99999
1.00 0.08 0.33 1.18 3.30 9.00 26.00 70.00 128.00 210.00 99999
2.00 0.13 0.35 1.25 3.60 10.00 29.00 80.00 155.00 230.00 99999

Figura 51.21 Damper, lamina paralela.

Q = Vazão

C 0 Valor
q
L/R 0 10 20 30 40 50 60 70 80
0.3 0.52 0.79 1.49 2.20 4.95 8.73 14.15 32.11 122.06
0.4 0.52 0.84 1.56 2.25 5.03 9.00 16.00 37.73 156.58
0.5 0.52 0.88 1.62 2.35 5.11 9.52 18.88 44.79 187.85
0.6 0.52 0.92 1.66 2.45 5.20 9.77 21.75 53.78 288.89
0.8 0.52 0.96 1.69 2.55 5.30 10.03 22.80 65.46 295.22
1.0 0.52 1.00 1.76 2.66 5.40 10.53 23.84 73.23 361.00
1.5 0.52 1.08 1.83 2.78 5.44 11.21 27.56 97.41 495.31

Onde: L / R = N . W / 2.(H + W)
N = Número de Laminas do damper
W= Dimensão do duto paralelo as laminas axiais (mm)
H = Altura do duto (mm)
L = Comprimento das laminas do damper (mm)
R = Perímetro do duto (mm)

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Termofluidomecânica IV

Figura 51.22 Tee do tipo As+Ab>Ac,As=Ac divergente

Q = Vazão

C B Valor
Q B/ Q C
AB/AC 0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 0.6 0.7 0.8 0.9
0.1 2.06 1.20 0.99 0.87 0.88 0.87 0.87 0.86 0.86
0.2 5.16 1.92 1.28 1.03 0.99 0.94 0.92 0.90 0.89
0.3 10.26 3.13 1.78 1.28 1.16 1.06 1.01 0.97 0.94
0.4 15.84 4.36 2.24 1.48 1.11 0.88 0.80 0.75 0.72
0.5 24.25 6.31 3.03 1.89 1.35 1.03 0.91 0.84 0.78
0.6 34.56 8.73 4.04 2.41 1.64 1.22 1.04 0.94 0.87
0.7 46.55 11.51 5.17 3.00 2.00 1.44 1.20 1.06 0.96
0.8 60.80 14.72 6.54 3.72 2.41 1.69 1.38 1.20 1.07

Q = Vazão

QS/QC 0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 0.6 0.8 1.0


Cs 32.00 6.50 2.22 0.87 0.40 0.17 0.03 0.00

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Termofluidomecânica IV

Figura 51.23 .Curva Retangular

Coeficiente C
H/W
q
0,25 0,5 0,75 1,0 1,5 2,0 3,0 4,0 5,0 6,0
20° 0.08 0.08 0.08 0.07 0.07 0.07 0.06 0.06 0.05 0.05
30° 0.18 0.17 0.17 0.16 0.15 0.15 0.13 0.13 0.12 0.12
45° 0.38 0.37 0.36 0.34 0.33 0.31 0.28 0.27 0.26 0.25
60° 0.60 0.59 0.57 0.55 0.52 0.49 0.46 0.43 0.41 0.39
75° 0.89 0.87 0.84 0.81 0.77 0.73 0.67 0.63 0.61 0.58
90° 1.3 1.3 1.2 1.2 1.1 1.1 0.98 0.92 0.89 0.85

Figura 51.24 J. Y.Y. Duto retangular, depressivo de obstrução.

W/H L/H
0.125 0.15 0.25 0.30
1.0 0.26 0.30 0.33 0.35
4.0 0.10 0.14 0.22 0.30

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Termofluidomecânica IV

Figura 51.25 Retangular e Circular.

Q = Vazão
Coeficiente C
Q1B / QC ou Q2B / Q C
q 0 0.10 0.20 0.30 0.40 0.50 0.60 0.70 0.80 0.90 1.0
15° -2.6 -1.9 -1.3 -.77 -.30 0.10 0.41 0.67 0.85 0.97 1.0
30° -2.1 -1.5 -1.0 -.53 -.10 0.28 0.69 0.91 1.1 1.4 1.6
45° -1.3 -.93 -.55 -.16 0.20 0.56 0.92 1.26 1.6 2.0 2.3

Figura 51.26. Retangular e Circular.

V = Velocidade
Coeficiente C

q V1B / V C ou V2B / V C
0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 0.6 0.8
15° 0.81 0.65 0.51 0.38 0.28 0.20 0.11
30° 0.84 0.69 0.56 0.44 0.34 0.26 0.19
45° 0.87 0.74 0.63 0.54 0.45 0.38 0.29
60° 0.90 0.82 0.79 0.66 0.59 0.53 0.43
90° 1.0 1.0 1.0 1.0 1.0 1.0 1.0

V 1B / V C ou V 2B / V C
θ 1.0 1.2 1.4 1.6 1.8 2.0
15° 0.06 0.14 0.30 0.51 0.76 1.0
30° 0.15 0.15 0.30 0.51 0.76 1.0
45° 0.24 0.23 0.30 0.51 0.76 1.0
60° 0.36 0.33 0.39 0.51 0.76 1.0
90° 1.0 0.1 1.0 1.0 1.0 1.0

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Termofluidomecânica IV

Figura 51.27 Retangular.

V = Velocidade

Coeficiente C, Ramal.
VB/VC
q 0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 0.6 0.8 1.0 1.2 1.4 1.6 1.8
15° 0.81 0.65 0.51 0.38 0.28 0.20 0.11 0.06 0.14 0.30 0.51 0.76
30° 0.84 0.69 0.56 0.44 0.34 0.26 0.19 0.15 0.15 0.30 0.51 0.76
45° 0.87 0.74 0.63 0.54 0.45 0.38 0.29 0.24 0.23 0.30 0.51 0.76
60° 0.90 0.82 0.79 0.66 0.59 0.53 0.43 0.36 0.33 0.39 0.51 0.76
90° 1.0 1.0 1.0 1.0 1.0 1.0 1.0 1.0 1.0 1.0 1.0 1.0

Coeficiente C - Principal
q 15°- 60° 90°
VS/VC AS/AC
0-1.0 0-0.4 0.5 0.6 0.7 ³0.8
0 1.0 1.0 1.0 1.0 1.0 1.0
0.1 0.81 0.81 0.81 0.81 0.81 0.81
0.2 0.64 0.64 0.64 0.64 0.64 0.64
0.3 0.50 0.50 0.52 0.52 0.50 0.50
0.4 0.36 0.36 0.40 0.38 0.37 0.36
0.5 0.25 0.25 0.30 0.28 0.27 0.25
0.6 0.16 0.16 0.23 0.20 0.18 0.16
0.8 0.04 0.04 0.17 0.10 0.07 0.04
1.0 0 0 0.20 0.10 0.05 0
1.2 0.07 0.07 0.36 0.21 0.14 0.07
1.4 0.39 0.39 0.79 0.59 0.39 -
1.6 0.90 0.90 1.4 1.2 - -
1.8 1.8 1.8 2.4 - - -
2.0 3.2 3.2 4.0 - - -

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Termofluidomecânica IV

Figura 51.28 T-TEE, Cano retangular e circular.

Coeficiente C

V B/ V C QB/QC
0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 0.6 0.7 0.8 0.9
0.2 1.00
0.4 1.01 1.07
0.6 1.14 1.10 1.08
0.8 1.18 1.31 1.12 1.13
1.0 1.30 1.38 1.20 1.23 1.26
1.2 1.46 1.58 1.45 1.31 1.39 1.48
1.4 1.70 1.82 1.65 1.51 1.56 1.64 1.71
1.6 1.93 2.06 2.00 1.85 1.70 1.76 1.80 1.88
1.8 2.06 2.17 2.20 2.13 2.06 1.98 1.99 2.00 2.00

Q = Vazão
v = Velocidade

Figura 51.1 a 51.28


Fonte: ASHRAE Handbook of fundamentals-2001 / SMACNA

Perda de Carga DP

DP = 0,6 . C . V2

Onde:
DP = Perda de Carga na Singularidade (Pa)
C = Coeficiente de Perda de Carga
V = Velocidade na singularidade (m / s)

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Termofluidomecânica IV

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Termofluidomecânica IV

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Termofluidomecânica IV

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Termofluidomecânica IV

Resumindo o capítulo

As tabelas que esta sendo fornecida nesta apostila, não foram colocadas aqui para
serem usadas exclusivamente no curso de Termofluidomecânica IV, mas foi pensado
que durante a sua vida profissional, elas possam ser utilizadas como uma referência
em trabalhos de manutenção, instalação e projetos.

Como foi comentado no início desta apostila você notou que todos os conceitos que
usamos aqui foi de Mecânica do Fluidos, ou seja sempre sobre ou liquido, seja ele
fluido refrigerante ou água, que esta sendo transportado em uma tubulação, seja ela
de aço, cobre ou plástico, ou sobre a movimentação do ar através de dutos.

O conteúdo de mecânica dos fluidos é muito empolgante e envolve diversas área do


desenvolvimento humano, desde a sofisticada tecnologia moderna, na distribuição de
combustível no interior de uma nave espacial, como a irrigação de água em uma
localidade rural que se utiliza de princípios conhecidos desde os primórdios da
civilização

É claro que tudo sobre a mecânica dos fluidos não poderia ser abordada em nosso
curso, pois isto não é nosso interesse imediato, desta forma somente foi focado o que
é pertinente ao curso de Refrigeração e Climatização, ou seja, tubulação de fluido
refrigerante, tubulação hidráulica e dutos.

Voltando a falar das tabelas, você deve ter notado que todas elas possuem uma fonte
de referência,ou seja uma informação do local de que elas foram retiradas, isto foi
feito para lembrar que sempre que você realizar um trabalho, no qual será feito a
posterior um relatório escrito, deve ser informado no mesmo de onde você esta se
baseando para concluir sobre as suas conclusões.

Aprenda mais

Existe uma infinidade de literaturas sobre os assuntos que foi abordado nesta
apostila, mas devemos sempre estar atentos que durante a execução de um trabalho
técnico, é de vital importância que você se utilize dos conteúdos técnicos que
possuem uma maior aceitação do mercado profissional em que estamos envolvidos.

Existe uma grande diferença entre um bom técnico mecânico, do setor de refrigeração
e climatização, de um “trocador de peças”, ou seja aquela pessoa que simplesmente
substitui uma peça danificada por outra e coloca o sistema frigorífico a funcionar , sem
se importar com co real motivo da quebra. O bom técnico sempre esta interessado em
Escola SENAI “Oscar Rodrigues Alves 203
Termofluidomecânica IV

saber o real motivo que a quebra do equipamento ocorreu, e para isto ser possível, é
necessário que se pesquise em diversas literaturas, tais como livros técnicos, manuais
de fabricantes e consulte muitas vezes a internet.

Atenção você é dono de seu futuro profissional, não espere que seu “chefe” , ou a
gerência da empresa em que trabalhe, lhe agradeça, ou lhe incentive a realizar um
serviço bem feito através de pesquisas técnica, faça por conta própria, e com certeza
as porta do mercado profissional se abrirão para você.

Felicidade, e que Deus lhe ajude, e com seu esforço, você terá uma excelente
carreira profissional. É o desejo de “Seu professor” (Maio.2011)

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Tabelas

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