INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO DE ANGOLA – ISTA
Criado pelo Decreto nº 24/07 do Conselho de Ministros, em 07 Maio de 2017
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS
CURSO DE PSICOLOGIA
ORIGEM E HISTÓRIA DA PSICOMETRIA
GRUPO Nº 01
CAXITO, JANEIRO 2023
INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO DE ANGOLA – ISTA
Criado pelo Decreto nº 24/07 do Conselho de Ministros, em 07 Maio de 2017
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS
CURSO DE PSICOLOGIA
ORIGEM E HISTÓRIA DA PSICOMETRIA
Trabalho apresentado ao Instituto
Superior Técnico de Angola como
requisito parcial para avaliação na cadeira
de Psicometria.
Orientador: Prof.ª Maria Gonçalves
GRUPO Nº 1
3º ANO
PERÍODO: TARDE
CAXITO/JANEIRO/2023
AUTORES:
1. Alberto Chicomo
2. Aureth Luís João
3. Carlos Adão Baluca
4. Fernando Diogo Inácio
5. Bartolomeu Gonçalo C. Manuel
6. Maria Emília V. André
7. Fátima Cabral Lopes
8. Adão Cuambi C. Tomé
9. Carlos Da Graça Silva
10. Augustinho Alberto
RESUMO
Com o trabalho, nota-se que desde os tempos mais remotos, muitas
manifestações surgiram para classificar os indivíduos segundo os seus caracteres
particulares, para os comparar entre si, para os seleccionar em função das suas
aptidões especiais. A psicometria implica basicamente duas atividades: a
quantificação de fenômenos psicológicos, sob forma de variáveis descritivas
correspondentes às características dos indivíduos estudados, e a manipulação
desses dados para obtenção de resultados numéricos. Para o surgimento desta
disciplina passou-se por diferentes etapas acompanhadas por diferentes mentores
cada um dando os seus contributos. Actualmente a psicometria possui instrumentos
que nos permitem mensurar com precisão estatística e matemática as competências
e os comportamentos dos indivíduos.
Palavras-chaves: Origem. Historia. Psicometria
I
ÍNDICE
RESUMO........................................................................................................................I
1. INTRODUÇÃO..........................................................................................................1
1.1- Importância do tema...........................................................................................2
1.2- Objectivos...........................................................................................................2
1.3- Específicos..........................................................................................................2
1.4- Justificativa.........................................................................................................2
1.3 Metodologia..........................................................................................................2
2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA................................................................................3
2.1. Origem da Psicometria.......................................................................................3
2.2. Métodos ligados à Psicometria...........................................................................4
2.3. Os grandes percursores e o contributo que deram a Psicometria.....................5
2.3.1. Francis Galton (1822-1911).............................................................................5
2.3.2. Francis Galton (1822-1911).............................................................................5
2.3.3. A Década de Galton (1880).............................................................................5
2.3.4. A Década de Cattell (1890).............................................................................6
2.3.4. A Década de Binet (1900)...............................................................................6
2.4. Psicometria na actualidade.................................................................................8
3. CONCLUSÃO............................................................................................................9
4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS........................................................................10
II
1. INTRODUÇÃO
A maturidade de uma ciência se mede, em grande parte, por sua capacidade
de expressar leis em linguagem matemática e de estabelecer mecanismos
dedutivos. Assim, a aplicação dos testes psicométricos, iniciada nos finais do século
XIX e inícios do século XX, contribuiu para que a Psicologia ascendesse à categoria
de ciência.
Desta feita, os primeiros estudos sistemáticos de medição psicológica datam
do final do século XIX e se desenvolveram com base na matemática das
probabilidades, sob influência de duas correntes: a primeira delas, que deu origem à
psicofísica, constituiu uma tentativa de aplicação dos métodos das ciências físicas à
mente humana. A segunda, que levou à criação dos testes psicológicos, visava à
criação de métodos de medição da estabilidade emocional e da inteligência.
Psicometria é a área da psicologia que trata do desenvolvimento e da
aplicação de técnicas de medição aos fenômenos psíquicos (psicológicos). Em
Psicometria, as medições se fazem mediante a atribuição de valores numéricos aos
comportamentos, de maneira que as diferenças de comportamento sejam
representadas por variações nesses valores numéricos.
O trabalho apresenta-se subdividido nos seguintes subtemas
respectivamente: enquadramento do apareciemento da psicologia no contexto da
progressiva industrialização tendo em conta as suas causas; dois momentos chaves
do aparecimento da psicometria; métodos ligados à psicometria durante o seu
percurso evoluitivo; grandes percursores e os contributos que deram à psicometria;
psicometria na actualidade e a conclusão.
1
1.1- Importância do tema
O estudo da psicometria tem como importância a utilização processos
mentais enquanto e outros empiristas faziam uso de processos comportamentais,
mais precisamente, sensoriais. Contudo, embora os testes de inteligência de Binet
tenham tido muito sucesso na Psicologia, não foi da sua orientação que se deu
origem a Psicometria, ela teve origem no enfoque empirista da psicologia da época.
1.2- Objectivos
• Para o presente trabalho teve como objectivo geral: conhecer a história da
psicometria como ciência;
1.3- Específicos
Para os específicos tivemos como:
• Analisar a história da conhecer a história da psicometria como ciência;
• Identificar os percursores da psicometria;
• Descrever os caminhos percorridos pela psicometria.
1.4- Justificativa
Trabalhou-se método bibliográfico para encontramos aquilo que é o interesse
do grupo conhecer a história da psicometria, uma que este faz parte do curso da
psicologia, o tema em sim visa aumentar os conhecimentos sobre os testes
psicométricos sua evolução, seus percussores.
Entretanto, este estudo objectiva conhecer a história da psicometria como
ciência, onde procuramos entender e na verdade identificar como e quando se deu o
surgimento da psicometria deu-se em diferentes etapas mediante o progresso
industrial e teve como causa do seu aparecimento as tentativas de medir as
capacidades psíquicas do homem ligadas ao treino, exercício, diferentes aptidões,
etc.
2
1.3 Metodologia
A metodologia utilizada foi através de pesquisa bibliográfica de livros
relacionados a auditoria, sites relacionados com artigos científicos de psicometria,
normas contábeis e revistas da área da psicologia.
2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
O presente trabalho surge no âmbito da cadeira de Testes Psicotécnicos com
principal objectivo de narrar a história do surgimento da disciplina e responder certas
questões deixadas pelo docente da disciplina.
Enquadramento do aparecimento da psicologia no contexto da progressiva
industrialização tendo em conta as suas causas
O surgimento da psicometria deu-se em diferentes etapas mediante o
progresso industrial e teve como causa do seu aparecimento as tentativas de medir
as capacidades psíquicas do homem ligadas ao treino, exercício, diferentes
aptidões, etc.
Psicometria é a área da psicologia que trata do desenvolvimento e da
aplicação de técnicas de mensuração aos fenômenos psíquicos.
A psicometria implica basicamente duas actividades: a quantificação de
fenômenos psicológicos, sob forma de variáveis descritivas correspondentes às
características dos indivíduos estudados, e a manipulação desses dados para
obtenção de resultados numéricos.
As relações entre os dados quantificados devem manter correspondência com
as relações empiricamente verificáveis, uma vez que toda aplicação psicométrica
supõe adoção prévia de enfoque experimental e de interpretação psicológica da
linguagem matemática.
O trabalho apresenta-se subdividido nos seguintes subtemas
respectivamente: enquadramento do aparecimento da psicologia no contexto da
progressiva industrialização tendo em conta as suas causas; dois momentos chaves
do aparecimento da psicometria; métodos ligados à psicometria durante o seu
3
percurso evolutivo; grandes percursores e os contributos que deram à psicometria;
psicometria na actualidade e a conclusão.
2.1. Origem da Psicometria
Com base com a divisão tradicional da psicologia, «alma vs corpo»,
referenciam-se duas tendências. De um lado temos a psicologia alemã da
introspecção, que estava interessada na experiência subjectiva e do outro lado, o
empirismo inglês e norte-americano interessado no comportamento, bem como a
escola (psicofísica) de Leipzig, que estudava os processos sensoriais.
De entre estas duas grandes orientações, uma (a psicologia introspectiva)
caracterizava-se pelo uso de procedimentos meramente descritivos, enquanto a
outra (a psicologia de orientação empirista) se preocupava com procedimentos
quantitativos (Pasquali, 2003).
Psicometria é a área da psicologia que trata do desenvolvimento e da
aplicação de técnicas de medição aos fenômenos psíquicos - psicológicos (Pasquali,
2003).
De acordo com Pasquali (2003) a Psicometria (mais precisamente os testes
psicológicos) poderia ter tido origem numa das duas situações bastante distintas
acima referidas: a psicologia de orientação empirista ou a psicologia mentalista de
Binet, na França.
2.2. Métodos ligados à Psicometria
A psicometria, tanto clássica quanto moderna, possui algumas
caracterizações que entre elas permitem controvérsias. Enquanto por um lado, a
Psicometria, pelo menos na sua prática, é ainda guiada pela concepção positivista
baconista do empirismo, segundo a qual, a ciência do universal se faz através do
conhecimento do singular indução, enfoque demonstrado como logicamente inviável,
tanto pelo empirista Hume (1739-1740) quanto pelo Popper (1972).
Por outro lado, em Psicometria predomina a concepção estatística (método
estatístico) sobre a psicologia, pois os percursores que desenvolveram a
Psicometria eram estatísticos de formação, tanto é que ainda se define a psicometria
4
como um ramo da Estatística, quando na verdade ela deve ser concebida como um
ramo da Psicologia que interfaceia com a Estatística (Pasquali, 2003).
Assim sendo, segundo este autor, a origem da Psicometria deve ser
procurada nos trabalhos do estatístico Spearman (1904, 1904b, 1907 e 1913) e, no
que se refere à Psicologia, ela seguiu os procedimentos fisicalistas de Galton (1883).
2.3. Os grandes percursores e o contributo que deram a Psicometria
Os primeiros psicólogos cientistas foram, aliás, tanto ou mais físicos e
fisiólogos do que psicólogos. Sabe-se que o primeiro laboratório de psicologia
experimental foi criado em 1879 por Wundt, na Leipzig - Alemanha. Foi ali, pode
dizer-se, que nasceu ou pelo menos foi concebido o método dos testes.
Os primeiros trabalhos de laboratório limitavam-se no entanto ao estudo dos
processos inferiores: domínio sensorial e motor. Só mais tarde se empreendeu o
estudo experimental do pensamento e da vontade. Entretanto, numerosos discípulos
de Wundt expandiram as concepções e técnicas do laboratório que ele tinha
estudado e colocaram-nas ao serviço da vida real. Encontramo-las em todos os
países da Europa e da América, a Alemanha foi um viveiro da psicologia aplicada
(Urbina, 2007).
2.3.1. Francis Galton (1822-1911)
A contribuição mais directa que convém pôr em relevo por não ter nascido
entre as paredes de um laboratório, mas por partir do interesse que têm em si as
diferenças individuais é a obra de Francis Galton, contemporânea de Wundt e seus
alunos. Primo de Darwin e seu discípulo, Galton foi essencialmente um biólogo, mas
as suas investigações orientaram-no para a medida de aptidões individuais. Foram
as investigações sobre a hereditariedade que o levaram a medir os caracteres que
distinguiam mais ou menos os parentes ou não parentes (Urbina, 2007).
2.3.2. Francis Galton (1822-1911).
A contribuição mais directa que convém pôr em relevo por não ter nascido
entre as paredes de um laboratório, mas por partir do interesse que têm em si as
diferenças individuais é a obra de Francis Galton, contemporânea de Wundt e seus
alunos. Primo de Darwin e seu discípulo, Galton foi essencialmente um biólogo, mas
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as suas investigações orientaram-no para a medida de aptidões individuais. Foram
as investigações sobre a hereditariedade que o levaram a medir os caracteres que
distinguiam mais ou menos os parentes ou não parentes (Urbina, 2007).
2.3.3. A Década de Galton (1880)
Para Francis Galton (biólogo inglês) à avaliação das aptidões humanas se
dava por meio da medida sensorial, através da capacidade de discriminação do
tacto e dos sons. Galton entendia que, a “única informação que nos atinge, vinda
dos acontecimentos externos, passa, aparentemente pelo caminho de nossos
sentidos. Quanto maior o discernimento que os sentidos tenham de diferentes, maior
o campo em que podem agir no nosso julgamento de inteligência” (Pasquali, 2003).
A contribuição de Galton para a psicometria, de acordo com Pasquali
(2003),ocorreu em três áreas:
Criação de testes antropométricos para medida de discriminação sensorial
(barras para medir a percepção de comprimento);
Apito para percepção de altura do tom;
Criação de escalas de atitudes (escala de pontos, questionários e associação
livre);
Desenvolvimento e simplificação de métodos estatísticos (método da análise
quantitativa dos dados coletados).
2.3.4. A Década de Cattell (1890)
Influenciado por Galton, James M. Cattell (psicólogo americano) desenvolveu
medidas das diferenças individuais, o que resultou na criação da terminologia Mental
Test (teste mental). Elaborou em Leipzig sua tese sobre diferenças no tempo de
reacção.
Este consiste em registar os minutos decorridos entre a apresentação de um
estímulo ou ordem para começar a tarefa, e a primeira resposta emitida pelo
examinando. Cattell seguiu as ideias de Galton, dando ênfase às medidas
sensoriais, porque elas permitiam uma maior precisão (Pasquali, 2003).
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2.3.4. A Década de Binet (1900)
Seus interesses estavam virados para avaliação das aptidões mais nas áreas
acadêmica e da saúde. Alfred Binet e Henri fizeram uma série de críticas aos testes
até então utilizadas, afirmando que eram medidas exclusivamente sensoriais que,
embora permitisse maior precisão, não tinham relação importante com as funções
intelectuais.
Seu conteúdo intelectual fazia somente referências às habilidades muito
específicas de memorizar, calcular, quando deveriam se ater às funções mais
amplas como memória, imaginação, compreensão, etc. Em 1905, Binet e Simon
desenvolveram o primeiro teste com 30 itens (dispostos em ordem crescente de
dificuldade) com o objectivo de avaliar as mais variadas funções como julgamento,
compreensão e raciocínio, para detectar o nível de inteligência ou retardo mental de
adultos e crianças das escolas de Paris.
Estes testes de conteúdo cognitivo atendiam a funções mais amplas, e foram
bem aceites, principalmente nos EUA, a partir da sua tradução por Terman (1916),
nascendo, assim, a era dos testes com base no Q.I. (Pasquali, 2003).
Q.I. = 100 (IM/IC)
Onde:
Q.I. = quociente intelectual/inteligência
IM = idade mental
IC = idade cronológica
A Década da Análise Fatorial (1930): por volta de 1920, segundo Pasquali
(2003), diminuiu o entusiasmo pelos testes de inteligência, sobretudo por se
demonstrar dependentes da cultura onde foram criados, o que contrariava a idéia de
fator geral universal de Spearman. Kelley quebrou a tradição de Spearman em 1928,
e foi seguido, na Inglaterra, por Thomson (1939) e Burt (1941), e nos EUA, por
Thurstone. Este autor é relevante para época, em vista de que, além de desenvolver
a análise fatorial múltipla, actuou no desenvolvimento da escala psicológica
(Thurstone e Chave, 1929), tendo fundando, em 1936, a Sociedade Psicométrica
Americana e a revista Psychometrika (Pasquali, 2003).
7
A Era da Sistematização (1940-1980): esta época é marcada por duas
tendências opostas: os trabalhos de síntese e os de crítica. Em 1954, Guilford
reedita Psychometric Methods e tenta sistematizar a teoria clássica, e Torgerson
(1958) a teoria sobre a medida escolar. Além disso, Cattell e Warburton (1967)
procuraram sintetizar os dados de medida em personalidade, e Guilford (1967) a
teoria sobre a inteligência. Entre os trabalhos da crítica, destaca-se Stevens (1946),
que levantou o problema das escalas de medida (Pasquali,2003).
Por outro lado, este autor refere que divulgou-se também a primeira crítica à
teoria clássica dos testes na obra de Lord e Novick (1968, Statistical Theory of
Mental Tests Scores), que iniciou o desenvolvimento de uma teoria alternativa, a do
traço latente, que se junta à teoria moderna de Psicometria, e a Teoria de Resposta
ao Item - TRI. Outra tendência crítica para superar as dificuldades da Psicometria
clássica foi iniciada pela Psicologia Cognitiva de Sternberg e Detterman (1979),
Sternberg e Weil (1980), com seu modelo, procedimentos e pesquisas sobre os
componentes cognitivos, na área da inteligência.
A Era da Psicometria Moderna - Teoria de Resposta ao Item – TRI (1980):
talvez chamar a era atual de TRI seja inadequada, conforme Pasquali (2003),
porque:
a) Esta teoria embora seja o modelo no Primeiro Mundo, ainda não resolveu
todos seus problemas fundamentais para se tornar um modelo definitivo de
psicometria e,
b) Ela não veio para substituir toda a psicometria clássica, mas, apenas partes
dela, no entanto, é o que há de mais novo nesse campo.
2.4. Psicometria na actualidade
Segundo Sigollo (2010), actualmente a psicometria possui instrumentos que
nos permitem mensurar com precisão estatística e matemática as competências, os
comportamentos, as deficiências e o desempenho profissional que uma pessoa
pode alcançar. Deixando de lado a subjetividade e se conectando à ciência, os
testes psicológicos evoluíram ao longo do tempo dando origem a uma vertente
conhecida como psicometria.
8
De origem controversa, sabe-se que a especialização ganhou força no fim do
século XIX com experimentos do inglês Francis Galton, desenvolvidos e
aprimorados posteriormente por Charles Spearman, James Catell, Wilhelm Wundt,
Alfred Binet entre outros.
Actualmente, com um alto índice de confiabilidade, os testes psicométricos
são aplicados nos processos de recrutamento e de sucessão de grandes empresas
como Grendene, Volvo, Itaú e Contax.
3. CONCLUSÃO
Em trabalhos acadêmico-científicos é difícil dar cumprimento cabal ao
pretendido, porém mais difícil ainda é fazer um trabalho que satisfaça, em termos
científicos, as espectativas de quem o possa posteriormente ler com o intuito dele
assimilar algo ou julgar.
A realização deste trabalho, cujo tema versa sobre a psicometria, sua história
e seus percursores permitiu com que se aprofundasse os aspectos ralativos à testes
psicológicos e abriu caminhos cognitivos rumo à mais uma aprendizagem.
Com o trabalho, nota-se que desde os tempos mais remotos, muitas
manifestações surgiram para classificar os indivíduos segundo os seus caracteres
particulares, para os comparar entre si, para os seleccionar em função das suas
aptidões especiais.
A psicometria implica basicamente duas atividades: a quantificação de
fenômenos psicológicos, sob forma de variáveis descritivas correspondentes às
características dos indivíduos estudados, e a manipulação desses dados para
obtenção de resultados numéricos.
Ora, partindo do princípio que a Psicometria é uma área da Psicologia que
trata do desenvolvimento e da aplicação de técnicas de medição aos fenômenos
9
psicológicos, fica claro, de forma conclusiva, que o seu aparecimento no campo da
Psicologia, constituiu um marco importantante e imprescindível para a afirmação da
Psicologia como ciência com objecto e métodos (métodos quantitativos) próprios, a
semelhança de qualquer outra ciência, particularmente das ciências naturais.
Para o surgimento desta disciplina passou-se por diferentes etapas
acompanhadas por diferentes mentores cada um dando os seus contributos.
Actualmente a psicometria possui instrumentos que nos permitem mensurar com
precisão estatística e matemática as competências e os comportamentos dos
indivíduos.
4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Pasquali, L. (2003). Psicometria: Teorias dos testes na Psicologia e na
Educação. Vozes: RJ, 2ªed.
Urbina, S. (2007). Fundamentos da Testagem Psicológica. Artmed: Porto
Alegre.
• Encyclopaedia Britannica do Brasil Publicações (S/a). Psicometria. Acessado
no dia 30 de Julho de 2010, http://togyn.br.tripod.com/psicometria.htm.
• Sigollo, R. (2010). Valor econômico: Menos subjetividade e mais ciência na
hora de contratar. Acessado no dia 30 de Julho de 2010,
http://eduardodelarocha.wordpress.com/2010/04/07/valor-economico-menos-
subjetividade-e-mais-ciencia-na-hora-de-contratar/.
• Planchard, E. (1962). Iniciação à técnica dos testes. Coimbra Editora,
Limitada.
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