DDS
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Alerta de SMS 2022-0228
REFINO/AC/INF
Coordenação de Infraestrutura
INTERNO
Alerta de SMS
Um aspecto fundamental para entender a dificuldade que ambos acidentados tiveram
para a liberação do cinto de segurança devido ao carro estar capotado em um córrego.
A falta de conhecimento da mecânica de funcionamento do cinto de segurança.
Cinto de Segurança
Em relação ao funcionamento em si do cinto de segurança, ele possui um
mecanismo interno, composto por uma bobina e uma mola, que faz o
excesso de cinto se enrolar como um carretel, mantendo a faixa de tecido
bem justa ao corpo da pessoa.
Além disso, essa bobina possui dentes semelhantes a uma engrenagem,
além de uma espécie de pêndulo.
Cinto de Segurança – posição invertida
O desenho da trava do cinto na fivela dificulta que ele se solte enquanto
estiver tracionado, por exemplo, pela força do impacto. Mas ao ficar
posicionado “de cabeça para baixo”, o próprio peso da pessoa mantém o
cinto tracionado, e, portanto, demandando maior esforço para a liberação
da fivela.
Esta característica é importante para prevenir lesões no pescoço e
cabeça, ao manter o cinto firme e evitar a queda da pessoa. As figuras a
seguir ilustram o funcionamento da trava do cinto de segurança, no
modelo mais comum encontrado nos veículos.
Mecanismo
Caso o carro desacelere bruscamente ou o cinto seja
puxado com força, a inércia faz esse pêndulo se encaixar
nos dentes da bobina, travando o seu movimento.
No encaixe do cinto, acontece a trava através do pino guia.
Retirada do Cinto de Segurança
A forma mais efetiva para se soltar o cinto nesta
condição de veículo invertido, é aliviar o peso aplicado
ao cinto, e com isso, permitir o acionamento do botão
de liberação do cinto de segurança na fivela.
Uma das formas de aliviar o peso poderia ser usar uma
das mãos para “empurrar” o teto do veículo (para
baixo), assim aliviando o peso do corpo sobre o cinto,
liberando-o com a outra mão.