Pgemh (1.0)
Pgemh (1.0)
PGEMH
PLANO DE
GERENCIAMENTO DE
EQUIPAMENTOS MÉDICO-
HOSPITALARES - PGEMH
DOCUMENTO CONTROLADO
CONTROLE DE REVISÕES
5
Documento - PGEMH (19394540) SEI 23540.002041/2022-42 / pg. 5
PGEMH001 PLANO PE GERENCIAMENTO PE EQUIPAMENTOS MÉPICO-HOSPITALARES
UNIP.:HUPAA Setor:Eng.Clínica Emissão:27/07/2021 Revisão:00
DOCUMENTO CONTROLADO
CONTROLE DE APROVAÇÕES
____________________________________________________________
Célio Fernando de Sousa Rodrigues
Superintendente
____________________________________________________________
Anderson de Barros Dantas
Gerente Administrativo
____________________________________________________________
Francisco de Assis Costa
Gerente de Atenção à Saúde
____________________________________________________________
Eurico de Barros Lôbo Filho
Gerente de Ensino e Pesquisa
6
Documento - PGEMH (19394540) SEI 23540.002041/2022-42 / pg. 6
PGEMH001 PLANO PE GERENCIAMENTO PE EQUIPAMENTOS MÉPICO-HOSPITALARES
UNIP.:HUPAA Setor:Eng.Clínica Emissão:27/07/2021 Revisão:00
DOCUMENTO CONTROLADO
2. METODOLOGIA
3. APRESENTAÇÃO
DOCUMENTO CONTROLADO
DOCUMENTO CONTROLADO
4.2 AQUISIÇÃO
DOCUMENTO CONTROLADO
5.1 RECEBIMENTO
10
DOCUMENTO CONTROLADO
11
DOCUMENTO CONTROLADO
12
DOCUMENTO CONTROLADO
13
DOCUMENTO CONTROLADO
6. INVENTÁRIO
14
DOCUMENTO CONTROLADO
8. ARQUIVOS DE REGISTROS
9. TREINAMENTO
10. ARMAZENAMENTO
15
DOCUMENTO CONTROLADO
O setor remetente da HUPAA que deseja transferir uma tecnologia para outro
setor da HUPAA deve preencher o formulário padronizado pela instituição através de
um processo no Sistema Eletrônico de Informações - SEI.
Após o preenchimento do documento, o setor destinatário assinará o mesmo e
o enviará ao Patrimônio. A Unidade de Patrimônio do HUPAA após o recebimento
desse documento formalizará a transferência e o setor remetente poderá solicitar o
recolhimento através do sistema GETS para a Engenharia Clínica, informando o
setor de destino do equipamento médico.
12. USO
16
DOCUMENTO CONTROLADO
17
DOCUMENTO CONTROLADO
18
DOCUMENTO CONTROLADO
16.2 CERTIFICADOS
DOCUMENTO CONTROLADO
16.3 ETIQUETAGEM
Para cada tipo de intervenção programada foi criada uma etiqueta. Após a
realização das manutenções programadas, os equipamentos receberão etiquetas e
o técnico executor deverá realizar o preenchimento com os dados: número de
certificado, quando for necessário, data da manutenção, data da próxima
manutenção e assinatura do técnico.
As validações térmicas e validações de fluxos receberão etiquetas de acordo
com a padronização das empresas que prestarão serviços para a empresa
terceirizada de engenharia clínica.
Imagem 01
Imagem 02
20
DOCUMENTO CONTROLADO
16.3.3 Calibração:
Imagem 03
Imagem 04
16. 4 CRONOGRAMAS
21
DOCUMENTO CONTROLADO
Imagem 06
22
DOCUMENTO CONTROLADO
Imagem 07
Imagem 08
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DOCUMENTO CONTROLADO
Imagem 09
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DOCUMENTO CONTROLADO
Imagem 11
18. DESATIVAÇÃO
25
DOCUMENTO CONTROLADO
19. REFERÊNCIAS
Silva,S.R.;Morais,M.K.;Medeiros,C.A;Filho,S.G.J.;Mendes,F.S.;Filho,Santos,F.F.;Oliv
eira,V.J.E.;CADERNOS DE PROCESSOS E PRÁTICAS DE ENGENHARIA
CLÍNICA. Brasília;EBSERH,2018.
26
Setor Comercial Sul - SCS, Quadra 09, Lote C, Ed. Parque Cidade Corporate,
Bloco C, 1º ao 3º pavimento | CEP: 70.308-200 | Brasília-DF |
Telefone: (61) 3255-8900 | Site: www.ebserh.gov.br
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CADERNOS DE PROCESSOS E
PRÁTICAS DE ENGENHARIA
CLÍNICA
1ª edição – 2018
COORDENAÇÃO
7
Documento - Caderno de Processos e Práticas de EC (19394631) SEI 23540.002041/2022-42 / pg. 33
INTRODUÇÃO
A Construção do Caderno de Processos e Práticas de Engenharia Clínica teve início em 2014 e contou com o apoio de consultoria externa e diversas reuniões presenciais e
videoconferências com engenheiros clínicos na rede Ebserh, bem como, visita a 6 hospitais de diferentes Unidades da Federação para implantação piloto dos modelos de
referência construídos. Posteriormente, criou-se um método para implantação em larga escala destes modelos de referência, o qual foi aplicado em 21 Hospitais
Universitários Federais.
Após mapeamento de informações, processos e procedimentos técnicos, junto aos HUFs ao longo dos últimos 4 anos, e realização de testes de validação in lco, foram
consolidados os resultados obtidos por meio do presente instrumento. De forma esquemática, o projeto percorreu as seguintes etapas:
10
Documento - Caderno de Processos e Práticas de EC (19394631) SEI 23540.002041/2022-42 / pg. 36
1. Conhecer 6. Ajustar e
e Estruturar 2. Debater 3. Testar 4. Refinar 5. Escalar Publicar
A dinâmica colaborativa entre Ebserh Sede e HUFs para estabelecer consensos sobre as melhores práticas a serem adotadas pelo serviço de Engenharia Clínica
demonstrou a força e o potencial da rede para a troca de conhecimento e experiências, evidenciando o potencial de produção tecnológica em rede, devidamente alinhado a
legislação e evidências científicas.
Como alicerce do processo desenvolvido para confecção desse trabalho, a equipe envolvida adotou a metodologia de gestão de processos como ferramenta norteadora.
Tal prática permitiu a abordagem de aspectos acessórios importantes, situados além das tradicionais barreiras funcionais, com o foco no paciente, na assistência à saúde e
no ensino e pesquisa como objetivos principais. A visão de processos forneceu aos hospitais da Rede uma plataforma comum. o que permitiu a troca de experiências entre
diferentes realidades, contribuindo para a criação de práticas robustas, eficazes e replicáveis descritas neste documento.
As práticas recomendadas para cada uma das atividades permitirão às equipes da Rede Ebserh maior clareza quanto aos direcionamentos para a gestão de cada um dos
processos aqui tratados, além de fornecerem insumo para a identificação de práticas que possuam potencial de melhoria. Além disso, permitirá o monitoramento
sistêmico das atividades e ações dos Setores/Unidades de Engenharia Clínica no âmbito dos hospitais da EBSERH, contribuindo para a melhoria dos processos de gestão,
governança e transparência.
Nas próximas páginas do documento, o leitor encontrará a definição de engenharia clínica, processos e práticas; o método detalhado de construção e implantação do
Caderno de Processos e Práticas de Engenharia Clínica; a arquitetura de processos e os processos de Engenharia Clínica com definição, diagramas e manuais;
documentos de referência; e anexos relevantes para consulta.
11
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O QUE É ENGENHARIA CLÍNICA
A Engenharia Clínica é um campo do conhecimento que deriva da engenharia biomédica e que foca na
gestão de tecnologias em saúde, mais especificamente, equipamentos médico hospitalares (EMH).
Conforme definido pelo Manual para Regularização de Equipamentos Médicos da Anvisa (2017),
define-se como EMH aqueles equipamentos de uso em saúde, com finalidade médica, odontológica, Engenharia
laboratorial ou fisioterápica, utilizado direta ou indiretamente para diagnóstico, terapia, reabilitação
Biomédica
ou monitorização de seres humanos, e, ainda, os com finalidade de embelezamento e estética.
Engenharia
O Setor/Unidade de Engenharia Clínica nos Hospitais Universitários Federais (HUF) da Rede Ebserh Clínica
é a área responsável pela gestão de todos os EMH utilizados na assistência ou no ensino e pesquisa,
sejam eles próprios, alugados, comodatados ou emprestados. É um importante componente na
Gestão de
Tecnologias
gestão hospitalar pois, por meio das rotinas de manutenção programada e corretiva garante a em Saúde
segurança do paciente e dos colaboradores atuando sempre em parceria com outras áreas do HUF
em prol do alcance deste objetivo. EMH
12
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O QUE É O CADERNO DE PROCESSOS E PRÁTICAS DE ENGENHARIA CLÍNICA
Segundo o BPM CBOK (3ª edição) processo é uma sequência lógica de atividades interdependentes, ou seja, conjunto de tarefas necessárias para entregar uma parte
específica e definível de um produto ou serviço, ordenadas no tempo e espaço de forma encadeada. As atividades ocorrem como resposta a eventos, possuindo um objetivo
– resultado esperado -, início, fim, entradas e saídas bem definidos.
O Caderno de Processos e Práticas de Engenharia Clínica é a qualificação dos processos da Engenharia Clínica, contendo o detalhamento das atividades por meio da
descrição das práticas de execução, bem como indicadores para mensuração do desempenho dos processos.
As práticas são as formas de se executar uma atividade, ou seja, é o 2º nível de detalhamento do processo. O
princípio utilizado para a definição das melhores práticas foi a construção coletiva proporcionada pela
PROCESSO
interação com os Hospitais Universitário Federais ao longo da construção deste instrumento, o qual passou
por um refinamento após a implantação ocorrida em 26 HUFs da rede EBSERH.
As melhores práticas são aquelas práticas ou ações que tem se mostrado superiores em resultados,
ATIVIDADE PRÁTICAS
selecionadas por um processo sistemático e julgadas como exemplares, boas ou de sucesso demonstrado. 2º NÍVEL DE DETALHAMENTO
11 ........................
Tais práticas fazem parte de um método que consiste em estabelecer técnicas reconhecidas pelos resultados ........................
1º NÍVEL DE 22
gerados como as recomendadas para executar determinada atividade, neste caso, a manutenção e gestão de DETALHAMENTO 33 ........................
equipamentos médicos-assistenciais e, assim, permitir às equipes maior clareza quanto às melhorias a
serem implantadas para a geração de melhores resultados, em qualidade, segurança e eficiência.
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METODOLOGIA
2014 2016
2015
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2018
Replicação em Escala
Replicação em 21 HUFs da Rede Ebserh e
implantação da ferramenta de coleta de
indicadores
2017 2019
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MÉTODO DE CONSTRUÇÃO | As seis etapas da metodologia, que aconteceram cronologicamente
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4. Refinar 5. Escalar 6. Ajustar e Publicar
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1. CONHECER E
ESTRUTURAR
2. DEBATER
3. TESTAR
4. REFINAR
5. ESCALAR
6. AJUSTAR E
PUBLICAR
P3
P1 P2 Treinar P4
profissional Realizar
Planejar Realizar
para uso Manutenção
aquisição de ativação de
e/ou Corretiva em
EMH EMH
Manutenção EMH
de EMH
P5
Desenvolver
P6 P7
Realizar
Cronograma Realizar
Manutenção
de Desativação
Programada
Manutenção de EMH
de EH
Programada
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Optou-se por priorizar esses processos por compreenderem basicamente o ciclo de vida útil de um EMH no hospital, sendo essencial garantir o padrão de qualidade do que
tange à execução destes processos. Embora houvesse uma ideia inicial de quais seriam os processos, admitia-se, desde o início, que ao longo do levantamento das
práticas poderiam haver alterações conforme a imersão na realidade dos hospitais.
Para estruturar uma versão inicial destes processos, no que tange ao levantamento das principais atividades, os serviços de Infraestrutura Tecnológica e de Mapeamento
e Análise de Processos imergiram em algumas unidades hospitalares da rede Ebserh e captaram as principais atividades para construção da primeira versão dos
processos supramencionados.
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1. CONHECER E
ESTRUTURAR
2. DEBATER
3. TESTAR
4. REFINAR
5. ESCALAR
6. AJUSTAR E
PUBLICAR
Cada tema deu origem a um Grupo de Trabalho Técnico (GTT), os quais tiveram como missão debater a temática em questão e efetuar proposições para a Ebserh Sede. As
decisões sobre as proposições feitas ficaram a cargo da Diretoria de Administração e Infraestrutura, visto que os GTTs não possuíam caráter deliberativo.
No ano de 2015, o Serviço de Infraestrutura Tecnológica abriu um cadastro no Sistema de Acompanhamento de Projeto Especializado (SAPE) para inscrição de
engenheiros clínicos da rede EBSERH, a fim de compor os grupos de cada tema. Findado o prazo de inscrições, foi realizada votação interna para o papel de líder de cada
grupo, os quais foram responsáveis por gerir o cronograma de trabalho e de discussões no âmbito de seus temas. Foi estabelecido um prazo padrão de 90 dias para
encerramento das discussões de cada grupo.
Em maio de 2016 o Serviço de Infraestrutura Física e Tecnológica instituiu espaços de discussão coletiva para que todos os profissionais que trabalhassem com engenharia
clínica na rede Ebserh pudessem opinar sobre as proposições feitas pelos grupos. O tempo de duração das rodadas de discussão foi de 45 dias.
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Após as rodadas de discussão, os GTTs realizaram análises das sugestões e construíram um documento contendo a situação de aprovação de cada uma delas, com as
devidas justificativas de embasamento. Este foi disponibilizado a toda Rede Ebserh por meio de plataforma informatizada interna.
Por fim, os Grupos de Trabalho Técnicos elaboraram um relatório final o qual constituiu o produto da etapa de debates, contendo:
• Produto final;
• Relatório gerencial da construção coletiva; e
• Relatório analítico: detalhamento das contribuições , deliberações e justificativas.
O tema principal do presente documento, ou seja, processos e práticas, foi contemplado pelo Grupo de Trabalho Técnico 2 (GTT2 – Padrão de termo de referência para
contratação de serviços de engenharia clínica e processos de engenharia clínica), o qual teve como um de seus principais objetivos qualificar o documento técnico
produzido na etapa anterior (1.Conhecer e Estruturar), Para detalhamento do produto técnico, o Serviço de Mapeamento de Processos deu o suporte necessário ao Serviço
de Infraestrutura Tecnológica para conduzir os trabalhos com o Grupo de Trabalho Técnico complementar, que também apoiou na estruturação dos indicadores de
desempenho que seriam relevantes para acompanhamento periódico do desempenho dos hospitais.
O Produto Final entregue contemplou os processos para os setores/unidades de engenharia clínica, com fluxos e manuais contendo as atividades e práticas – os quais
foram produzidos com o apoio do Serviço de Mapeamento e Análise de Processos. Além disso, para a mensuração do desempenho dos processos, foram definidos um
conjunto de 41 indicadores, dentre eles alguns obrigatórios e outros recomendados.
A partir desta etapa, o nome dado para os documentos técnicos produzidos – processos, manuais e indicadores – passou a ser Modelo de Referência. Caso queiram citar a
portaria que institui este grupo de trabalho, é só me passar o número.
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Documento - Caderno de Processos e Práticas de EC (19394631) SEI 23540.002041/2022-42 / pg. 53
1. CONHECER E
ESTRUTURAR
2. DEBATER
3. TESTAR
4. REFINAR
5. ESCALAR
6. AJUSTAR E
PUBLICAR
Para isso, foi conduzida a implantação piloto do Projeto Qualificação da Engenharia Clínica em 6 (seis) Hospitais Universitários Federais: Hospital Universitário Cassiano
Antônio Moraes (HUCAM/UFES), Hospital Universitário Walter Cantídio (HUWC/UFC), Maternidade Escola Assis Chateaubriand (MEAC/UFC), Hospital Universitário da
Universidade Federal do Maranhão (HU/UFMA), Hospital Universitário da Universidade Federal de Juiz de Fora (HU/UFJF) e Hospital Universitário de Brasília (HUB/UNB).
A etapa contou ainda com a participação do Hospital das Clínicas de Goiás (HC-UFG), o qual contribuiu para o teste dos indicadores priorizados, antes do início da
implantação piloto nos 6 (seis) HUF supramencionados.
A implantação deve duração de 6 meses em cada hospital, sendo esta divida em duas fases:
Para a execução da implantação piloto, o Serviço de Infraestrutura Tecnológica contou com o apoio do Serviço de Mapeamento e Análise de Processos. Desta forma, foram
formadas Equipes de Implantação, compostas por 1 consultor terceirizado, 1 representante do Serviço de Infraestrutura Tecnológica e 1 representante do Serviço de
Mapeamento e Análise de Processos.
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Documento - Caderno de Processos e Práticas de EC (19394631) SEI 23540.002041/2022-42 / pg. 56
HU
(UFMA) MEAC
(UFC)
HUWC
(UFC)
HUB
(UNB)
HC
HUCACM
(UFG) (UFES)
HU
(UFMG)
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3. TESTAR | Fase Presencial
a) Apresentação do Projeto para a Governança do HUF c) Priorização dos Pontos de Melhoria e Construção
de Soluções
Etapa de mobilização das equipes envolvidas por meio da apresentação do Etapa de análise das diferenças encontradas entre os processos de referência e
escopo do projeto, detalhamento do cronograma, dos produtos e dos resultados os processos executados pelo HUF, visando identificar e priorizar os pontos de
esperados. melhoria que seriam sanados nos próximos meses de implantação, bem como,
construir as propostas de solução. A análise dos indicadores também foi
b) Levantamento da situação atual do Serviço de essencial para trazer uma dimensão quantitativa para o diagnóstico em pauta. A
Engenharia Clínica do HUF priorização dos pontos de melhoria foi conduzida junto com a equipe do
Setor/Unidade de Engenharia Clínica. O desenho das propostas de solução,
Etapa de análise dos processos executados pelo Setor/Unidade de Engenharia
sempre que possível, buscou envolver todos os atores que possuíam interface
Clínica,, comparando estes com o Modelo de Referência idealizado pelo GTT2
com os processos analisados. O princípio da construção colaborativa foi a
(processos e manuais), bem como, mensuração dos indicadores de desempenho.
principal diretriz norteadora desta etapa, configurando-se como o ponto chave
Durante todo o levantamento da situação atual, a Equipe de Implantação se
para o sucesso do projeto. Tanto os pontos de melhoria quanto as soluções
preocupou em entender as especificidades e contexto específicos de cada HUF,
idealizadas foram validadas com a Governança de cada HUF, o que trouxe apoio e
para compreender até que ponto as diferenças encontradas entre as práticas do
legitimidade para as etapas que se seguiram.
HUF e aquelas padronizadas nos processos de referência eram necessárias e
salutares para a rotina do HUF, devido a especificidade em questão, e até que
ponto se configuravam como reais necessidades de melhoria.
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d) Adequação do Modelo de Referência à realidade do e) Elaboração do Plano de Implementação
HUF
Etapa de adequação dos fluxos, manuais e indicadores à realidade do HUF. Para Etapa que consistiu na elaboração de uma ferramenta contendo as melhorias
isso foi conduzido o redesenho do processo, ou seja, utilizou-se o processo do priorizadas e o passo a passo para implementação, contendo responsáveis,
Modelo de Referência como base e as especificidades do HUF e as melhorias prazos e status. Esta ferramenta foi o principal insumo para os
priorizadas serviram de insumo para a adequação. Esta etapa foi considerada acompanhamentos realizados pela Equipe de Implantação junto ao
pela Equipe de Implantação como uma “via de mão dupla”, ou seja, ao mesmo Setor/Unidade de Engenharia Clínica do HUF, e formalizou o compromisso com
tempo em que a realidade do HUF era transformada o Modelo de Referência as tarefas pactuadas na reunião de encerramento da Fase Presencial.
também era amadurecido com os aprendizados práticos adquiridos no HUF. Um
ponto importante a ser ressaltado foi a preocupação da Equipe de Implantação f) Encerramento da Fase Presencial
em gerar ganhos rápidos para o HUF, ou seja, selecionar as melhorias de fácil e Etapa que consistiu na apresentação para a Governança do HUF dos resultados
rápida implantação (ganhos rápidos) para acelerar seu desenvolvimento junto alcançados com as melhorias de ganho rápido, das principais ações contidas no
com a equipe do Setor/Unidade de Engenharia Clínica. Isto permitiu que no Plano de Implementação e da rotina de monitoramento que seria conduzida pela
encerramento da Fase Presencial – ou seja – em 1 mês - fosse possível já Equipe de Implantação na Fase Remota.
apresentar resultados alcançados com o projeto.
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Documento - Caderno de Processos e Práticas de EC (19394631) SEI 23540.002041/2022-42 / pg. 59
3. TESTAR | Fase Remota
A Fase Remota teve duração de 5 (cinco) meses e abarcou a seguinte etapa única:
Monitoramento da Implementação
Etapa que consistiu em acompanhamento mensal por meio de videoconferência realizada pela Equipe de Implantação junto ao Setor/Unidade de Engenharia,
envolvendo a Governança quando necessário. Nestas reuniões eram abordadas as evoluções em duas frentes
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36
Foi com base nesta etapa que o Serviço de Infraestrutura Tecnológica pôde confirmar o resultado potencial das principais práticas contidas no Modelo de Referência.
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Documento - Caderno de Processos e Práticas de EC (19394631) SEI 23540.002041/2022-42 / pg. 60
Algumas ferramentas utilizadas ao longo da implantação piloto foram extremamente importantes no contexto de apresentação das ideias e aprendizados, dentre as quais
pode-se exemplificar:
Business Process Modeling Notation (BPMN): desenho de fluxos com o intuito de representar os processos a serem
trabalhados, para que os hospitais pudessem, de maneira simples e didática, identificar o conteúdo descrito os
processos.
Microsoft Excel: essencial para cálculo dos indicadores e tratamento das bases de dados disponibilizadas pelos
Setores/Unidades de Engenharia Clínica.
Microsoft PowerPoint: essencial tanto na apresentação inicial do projeto, quanto na apresentação do diagnóstico
da fase de levantamento de informações e demonstração das sugestões de melhorias e propostas de ações ao
final da imersão para a governança dos hospitais.
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Documento - Caderno de Processos e Práticas de EC (19394631) SEI 23540.002041/2022-42 / pg. 61
1. CONHECER E
ESTRUTURAR
2. DEBATER
3. TESTAR
4. REFINAR
5. ESCALAR
6. AJUSTAR E
PUBLICAR
P3 P5
Treinar P4 P6 P8
P1 P2 Realizar Desenvolver
Realizar
P7 Realizar
profissional
Planejar Realizar Cronograma Realizar
para usou Manutençã Manutenção Atualização
aquisição ativação de de Desativação
e/ou o Corretiva Programad e Análise de
de EMH EMH Manutenção de EMH
Manutenção em EMH a de EMH Inventário
Programada
de EMH
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1. CONHECER E
ESTRUTURAR
2. DEBATER
3. TESTAR
4. REFINAR
5. ESCALAR
6. AJUSTAR E
PUBLICAR
Ebserh pudessem, por meio desta metodologia, protagonizar a transformação da Engenharia Clínica;
realidade dos Setores/Unidades de Engenharia Clínica, sem a necessidade de
• Possuir Engenheiro Clínico ou responsável pelo Setor/Unidade de Engenharia
contar , impreterivelmente, com o apoio do Serviço de Mapeamento e Análise de
Clínica; e
Processos.
• Possuir Sistema Informatizado de Gestão de Manutenção de EMH.
Foram conduzidas diversas reuniões para elaboração das ferramentas de apoio
à replicação as quais constam no “Guia Prático: Método de Implantação dos É importante ressaltar que a Ebserh não prevê em seu quadro de empregados
Cadernos de Processos e Práticas da Ebserh”, ANEXO 2, o qual, também, técnicos em manutenção. Portando, utilizou-se como mecanismo balizador a
descreve o método indicado pela Ebserh para conduzir a implantação do Modelo existência de técnicos cedidos por outros órgãos ou a existência de contrato com
de Referência. Este método dispõe os passos necessários para que em 11 dias o Empresa Especializada em Serviço de Engenharia Clínica
hospital esteja com seu Plano de Implementação pronto para ser executado.
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Documento - Caderno de Processos e Práticas de EC (19394631) SEI 23540.002041/2022-42 / pg. 68
Durante o período aplicação assistida nos 20 (vinte) hospitais priorizados, o Serviço de Mapeamento e Análise de Processos também conduziu junto com o Serviço de
Infraestrutura Tecnológica a automação da sistemática de coleta, tratamento, análise e visualização dos indicadores do Modelo de Referência. Os indicadores de
desempenho adotados pelos Setores/Unidades de Engenharia Clínica da rede Ebserh e a metodologia de revisão do Dashboard constam no Anexo 5. A rotina de
atualização dos indicadores é mensal e as ferramentas utilizadas são:
43
Documento - Caderno de Processos e Práticas de EC (19394631) SEI 23540.002041/2022-42 / pg. 69
1. CONHECER E
ESTRUTURAR
2. DEBATER
3. TESTAR
4. REFINAR
5. ESCALAR
6. AJUSTAR E
PUBLICAR
Guia Dashboard
Prático
Documento e ferramenta Ferramenta gráfica para
com orientações para visualização e
aplicação dos Cadernos de acompanhamento dos
Processos e Práticas da indicadores relacionados
Ebserh nos HUFs da Rede. ao Setor/Unidade de
Engenharia Clínica.
Além desses documentos, foram utilizados os seguinte documentos e materiais para a confecção deste Caderno:
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Mapa de Documentos Internos Padrão de Identidade
Indica onde e como encontrar os Visual
Orientações para criação de
documentos na Biblioteca Online documentos, planilhas e tabelas do
Interna. Setor/Unidade de Engenharia
Clínica.
Assim, nesta etapa o objetivo foi reunir em um único local todos os documentos produzidos e utilizados ao longo do Projeto de Qualificação da Engenharia Clínica, bem
como efetuar ajustes finais nos processos, manuais e indicadores, que foram realizados com base nas informações técnicas obtidas durante o ciclo de aplicação assistida.
Foi disponibilizado inicialmente um formulário para validação das alterações realizadas na Planilha de Indicadores, o qual contou com a contribuição de 31 (trinta e um)
Hospitais Universitários Federais da Rede Ebserh.
1) Contextualização sobre as mudanças realizadas na Planilha de Indicadores que tiveram mais de 50% de rejeição;
2) Discussão e votação entre presentes sobre as duas mudanças que tiveram mais de 50% de rejeição;
3) Discussão sobre assuntos sugerido nos campos-texto dos formulários ; e
4) Considerações Finais.
O debate foi estruturado e serviu de embasamento para a discussão final sobre os indicadores de desempenho, medidas e métricas. Tal discussão final envolveu os dois
engenheiros clínicos da Rede, Daniel Duarte Dittmar e Gustavo de Castro Vivas, a Chefia de Infraestrutura Tecnológica e Coordenadoria de Infraestrutura Física e
Tecnológica. Essa discussão deu origem à Planilha Final de Monitoramento.
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MODELO DE REFERÊNCIA:
PROCESSOS, PRÁTICAS E
INDICADORES
1) Gestão de Aquisições;
2) Gestão de Ativação;
4) Gestão de Manutenções;
5) Gestão de Desfazimento; e
• Processos Principais, que são aqueles essenciais para a execução do serviço de Engenharia Clínica. Tais processos são compreendidos como finalísticos nos
Setores/Unidades dos HUFs;
• Processos Complementares, que são os processo que fornecem suporte aos processos finalísticos.
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GESTÃO DE
GESTÃO DO LEGENDA
GESTÃO DE GESTÃO DE GESTÃO DE GESTÃO DE SETOR/UNIDADE DE
EDUCAÇÃO
AQUISIÇÕES ATIVÃÇÃO MANUTENÇÕES DESFAZIMENTO ENGENHRIA
CONTINUADA CLÍNICA
Macroprocessos
Processos
TREINAR REALIZAR Principais
REALIZAR REALIZAR
PLANEJAR REALIZAR PROFISSIONAL PARA ATUALIZAÇÃO E Processos
MANUTENÇÃO DESATIVAÇÃO DE
AQUISIÇÃO DE EMH ATIVAÇÃO DE EMH USO E/OU ANÁLISE DE complementares
MANUTENÇÃO DE EMH CORRETIVA DE EMH EMH
INVENTÁRIO
DESENVOLVER
Realização de Monitoramento do
Realocação de EMH CRONOGRAMA DE
Demonstração de Desempenho dos
entre setores MANUTENÇAO
EMH Indicadores
PROGRAMADA
REALIZAR
Planejamento de Fiscalização dos
MANUTENÇÃO
Contratação de Contratos da
PROGRAMADA DE
Serviços Engenharia Clínica
EMH
Planejamento de
Notificação de
Aquisição de Peças,
Incidentes e
Partes e
Eventos Adversos
Acessórios
Realização de
Execução de Plano
Qualificação de
de Contingência
Fornecedores
Planejamento de
Realização de
Substituição de
Rondas e Inspeções
EMH
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PROCESSO 1 – PLANEJAR AQUISIÇÃO DE EMH
Objetivo Descrição
Este processo descreve as atividades de planejamento para aquisição de novos Os procedimentos que serão detalhados neste documento fazem referência à
equipamentos médico-hospitalares com o objetivo de reposição ou atualização melhor forma de se conduzir o planejamento para aquisição de novos EMH.
do parque tecnológico.
Com o avanço tecnológico constante e acelerado na busca de melhores métodos
para tratar os pacientes, é comum a necessidade da aquisição de novos EMH, que
Atores envolvidos
apresentem melhor desempenho. Este processo visa atender à demanda por
Gerência de Atenção à Saúde; Governança do HUF; Setores/Unidades de novos EMH de maneira eficiente, adequados à necessidade do HUF, tanto pelo
Engenharia Clínica, Infraestrutura Física e Requisitante, além da Equipe de avanço tecnológico, quanto pela necessidade de reposição dos EMH obsoletos.
Planejamento da Contratação.
O processo de planejamento de aquisição de novos EMH faz parte das diretrizes
para um programa de gerenciamento de equipamentos para a saúde, sendo
Indicadores (I), Medidas (Md) e Métricas (Mt) normatizado pela ABNT NBR 15943 de 2011. A norma prevê que deve existir um
(I) Percentual da Efetividade do Planejamento de Aquisição (quantitativo); planejamento para a aquisição de EMH considerando-se a estrutura física do HUF
(I) Percentual da Efetividade do Planejamento de Aquisição (financeiro); e suas necessidades. Ressalta-se que também devem ser estabelecidos fluxos
(I) Índice de Renovação do Parque de EMH (quantitativo); para o processo de seleção de fornecedores, os quais terão verificados sua
(I) Índice de Renovação do Parque de EMH (financeiro);
qualificação e seu cadastro no órgão sanitário competente.
(I) Percentual de Custo Total de Manutenção sobre a Receita Total do HUF;
(I) Percentual de Custo Total de Manutenção sobre o Valor de Aquisição do
Parque de EMH;
(Md) Valor Total do Parque Tecnológico.
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É possível visualizar este processo e seu manual de algumas formas: Todos os arquivos relacionados a este processo se encontram em uma pasta no
Versão em HTML, que permite visualização interativa ###Drive###, a qual pode ser acessada pelo link:
INSERIR LINK EM LETRA MAIÚSCULA https://drive.google.com/drive/folders/1Zwb_odkwdUAyW9zUTmW4tK2QUsGXfX
64?usp=sharing
Manual do processo
https://drive.google.com/open?id=12XKXmlB4UhAKxantSoK43824CFN8QVD9
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PROCESSO 1.1 – Realização de Demonstração de EMH
A incorporação de novas tecnologias na área de saúde é inevitável. Nesse contexto, o conhecimento técnico sobre a tecnologia a ser adquirida exerce papel fundamental
na escolha de características que compõem o equipamento mais adequado ao contexto local, evitando compras desnecessárias, superdimensionamentos (que geram
maiores custos tanto de aquisição, quanto de manutenção), subdimensionamentos (que poderiam afetar a execução de procedimentos assistenciais ou até mesmo a
necessidade de substituição precoce da tecnologia), dentre outros casos que feririam o preceito do zelo pelo dinheiro público. Dessa forma, um dos mecanismos para
esclarecimento de eventuais dúvidas técnicas nos processos de aquisição de bens ou serviços de fato é a demonstração da tecnologia, que necessita de fluxo estabelecido
e padronizado que garanta isonomia de obrigações junto aos fornecedores e ambiente de discussão plural para o alcance dos objetivos almejados. Contudo, quando o HUF
estiver em processo licitatório, seja em fase interna ou externa, fica vedada a demonstração de equipamentos ou tecnologias condizentes com o objeto da(s)
licitação(ões).
Diante do exposto, com a elaboração de um processo para sistematizar as atividades de demonstração de equipamentos médico-hospitalares, bem como os passos a
serem atendidos por empresas representantes de tecnologias, será possível melhor auxiliar os gestores na tomada de uma decisão mais segura e adequada, diante dos
pedidos para demonstração de equipamentos médico-hospitalares.
Ainda, cabe observar as normas da Ebserh sobre esta temática e também as orientações da IN SLTI – MPOG nº 05/2017, que trata de contratações indiretas na
Administração Pública, da Lei de Licitações e Contratos da Ebserh e da Lei 13.303 de 30 de julho de 2016.
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Deve-se prever, conforme preconiza a ABNT NBR 15943, que o terceirizado registre todas as informações acerca das intervenções técnicas realizadas em formato
definido pelo HUF. Ressalta-se as cláusulas-padrão de apoio técnico, logístico, de gerenciamento de equipamentos e suporte em treinamentos devem constar em
contrato formal de prestação de serviços, e que o processo administrativo que ensejou a contratação deve estar de acordo com as legislações vigências e boas práticas
administrativas.
Contudo, para essa garantia, é fundamental que o Setor/Unidade de Engenharia Clínica gerencie e planeje a aquisição das peças, partes e acessórios do EMH junto aos
Setores/Unidades Assistenciais e de Ensino e Pesquisa, para mapeamento de demandas e definição de especificações técnicas, visando evitar a indisponibilidade de
tecnologias pela ausência desses insumos. Os descritivos padrões definidos pela EBSERH para especificação de acessórios devem ser os adotados para aquisição destes
itens.
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PROCESSO 1.5 – Planejamento de Substituição de EMH
O Planejamento de Substituição de EMH deve ser realizado pelo Setor/Unidade de Engenharia Clínica e encaminhado à Alta Administração do hospital para incorporação
ao planejamento de aquisição de EMH.
Para sua confecção deve ser realizada análise dos equipamentos em situação de obsolescência, com causas pré-estabelecidas abaixo:
1. Tecnologia obsoleta segundo o fabricante ou segundo normativas vigentes;
2. Equipamento com alto número de falhas, o que pode comprometer a execução ou continuidade dos serviços assistenciais;
3. Equipamento com custo de manutenção elevado, cuja substituição é mais vantajosa do que o reparo.
Para definição do conjunto de equipamentos elegíveis à substituição, bem como aqueles cujas condições de funcionamento devem ser melhor analisadas, propõe-se a
utilização do Índice de Obsolescência de EMH.
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RESULTADOS ALCANÇADOS COM OS PROCESSOS | Processo 1
Dentre as práticas implantadas, as que geraram mais resultado para
PRÁTICA 2
os hospitais são:
Case de Sucesso: Setor/Unidade de Engenharia Clínica participando do processo com
análises clínicas
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A ausência de necessidade operacional e contratual, tornava propícia a aquisição de equipamentos médico-hospitalares mais caros e com recursos além do
necessário, os subutilizando
16 canais 64 canais
Preço R$ 810.000 Preço $ 1.8000.000
Contrato de R$ 366.000 Contrato de R$ 586.500
manutenção manutenção
Custo Total R$ 1.176.000 Custo Total R$ 2.386.500
Custo do Tubo $ 300.000 Custo do Tubo $ 573.000
Dessa maneira, se tornou evidente a necessidade de revisar a compra desse equipamento médico-hospitalar. O que levou o HUF à seguinte decisão:
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PROCESSO 2 – REALIZAR ATIVAÇÃO DE EMH
Objetivo Descrição
Esse processo garante a disponibilização para uso dos EMH novos que chegam O processo de ativação visa estabelecer padrões para que novos EMH sejam
ao Hospital. incorporados ao HUF a partir do momento em que é autorizada, pelo
Setor/Unidade de Engenharia Clínica, a emissão do pedido de entrega do EMH ao
Atores envolvidos fornecedor. Este processo atua informando as devidas precauções a serem
tomadas durante o recebimento de um EMH para que, por exemplo, sejam
Setor/Unidade de Engenharia Clínica e Unidade de patrimônio.
verificadas sua integridade e performance antes do seu aceite e para que o HUF
tenha certeza da sua correta instalação/disponibilização para operação.
Indicadores (I), Medidas (Md) e Métricas (Mt)
Este processo faz parte das diretrizes para um programa de gerenciamento de
(I) Tempo Médio de Ativação do Parque de EMH padrão;
(I) Tempo Médio de Ativação do EMH de alta complexidade; EMH para a saúde, sendo normatizado pela ABNT NBR 15943 de 2011. A norma
(Md) Quantidade de EMH encaixotados ou aguardando finalização da instalação. prevê que o serviço de saúde somente deverá receber EMH acompanhado de
(Md) Valor imobilizado em EMH não ativos; suas especificações técnicas, comprovação de sua regularização no órgão
(Md) Valor necessário para ativação do Parque de EMH.
sanitário competente, número de série e documentos pertinentes.
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É possível visualizar este processo e seu manual de algumas formas: Todos os arquivos relacionados a este processo se encontram em uma pasta no
Versão em HTML, que permite visualização interativa ###Drive###, a qual pode ser acessada pelo link:
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E8dxb?usp=sharing
Manual do processo
https://drive.google.com/open?id=1iV84b9Vz2Hc4EYJaXeAfd9Xf3jAlUH6k
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PROCESSO 2.1 – Realocação de EMH entre setores
Este processo garante a realocação de equipamentos médico-hospitalares ociosos em casos de necessidade. Quando identificada a demanda por alguma tecnologia, essa
poderá ser suprida por equipamento disponível no próprio parque tecnológico do hospital, por meio de procedimento padronizado, gerido pelo Setor/Unidade de
Engenharia Clínica, visando a manutenção de sua rastreabilidade, desempenho e segurança.
O empréstimo de equipamentos faz parte das diretrizes para um programa de gerenciamento de equipamentos para a saúde, sendo normatizado pela ABNT NBR 15943 de
2011. A norma prevê que o hospital deve ter procedimento descrito e registros documentados para a transferência de equipamentos, que assegurem as condições
supracitadas.
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RESULTADOS ALCANÇADOS COM OS PROCESSOS | Processo 2
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Ao se estudar os números encontrados, chegou-se a 5 (cinco) principais causas para um equipamento médico-hospitalar estar encaixotado em um HUF:
1) Ausência de priorização e verificação das adequações de infraestrutura necessárias para instalação do EMH;
3) Compras autorizadas sem análise de uma equipa Colegiada (GAS, GEP, GA, Superintendência);
4) Não priorização pela equipe da atividade de instalação pela equipe técnica de Engenharia Clínica; e
5) Equipamentos adquiridos antes da criação da Ebserh e que ainda não foram instalados.
Então, por se tratar de uma prática ativa, ou seja, que vai atuar em relação às análises do monitoramento, planos de ação puderam ser traçados para mitigar as
causas supracitadas.
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PROCESSO 3 – TREINAR PROFISSIONAL PARA USO E/OU MANUTENÇÃO DE EMH
Objetivo Descrição
Este processo objetiva realizar a capacitação e aperfeiçoamento do corpo clínico O aperfeiçoamento da equipe de enfermagem e técnicos em manutenção é
do HUF, em especial a equipe de enfermagem e técnicos em manutenção, no que essencial tanto para a redução de erros operacionais, quanto para o aumento da
se refere ao manuseio e utilização dos equipamentos médico-hospitalares. vida útil das tecnologias disponíveis para a assistência aos pacientes e usuários
do Sistema Único de Saúde (SUS).
Atores envolvidos
Esse objetivo somente poderá ser alcançado mediante uma educação continuada
Área Assistencial ou Ensino e Pesquisa, Setor/Unidade de Engenharia Clínica, dos profissionais que estão em contato direto com os EMH. O entendimento do
Gerência Administrativa e Unidade de Desenvolvimento de Pessoas. HUF não deve ser de tratar o desenvolvimento das pessoas na organização como
algo momentâneo, ou pontual, que requer apenas o treinamento em
Indicadores (I), Medidas (Md) e Métricas (Mt) determinadas habilidades específicas, mas sim, em contrapartida, desenvolver a
mentalidade da aprendizagem contínua e de autodesenvolvimento, mantendo um
(I) Percentual de Execução do Plano de Treinamentos para Usuários de EMH;
(I) Percentual de Chamados Improcedentes; processo perene de crescimento pessoal e profissional.
(I) Percentual de Manutenções Corretivas devido à Imperícia ou Imprudência do
Usuário; Sendo assim, o Setor/Unidade de Engenharia Clínica deve atuar em colaboração
(I) Percentual de Eventos Adversos por Imperícia Associados a EMH; com a Assistência, Ensino e Pesquisa e Divisão de Pessoas, a fim de promover
(Md) Quantidade de usuários treinados; treinamentos periódicos e/ou pontuais, conforme necessidades apresentadas
pelos setores de uso de equipamentos médico-hospitalares.
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O treinamento permanente de operadores faz parte das diretrizes para um É possível visualizar este processo e seu manual de algumas formas:
programa de gerenciamento de equipamentos para a saúde, sendo normatizado Versão em HTML, que permite visualização interativa
INSERIR LINK EM LETRA MAIÚSCULA
pela ABNT NBR 15943 de 2011. A norma prevê que o hospital deva prover o
treinamento permanente para que os agentes de saúde estejam aptos para suas
atividades. Versão em arquivo de imagem, sem visualização interativa
https://drive.google.com/open?id=1k5sstr4Tuet5Xz19B-km6xMokpSuvePN
Manual do processo
https://drive.google.com/open?id=13gIm47sp0mkKkCk_yRfkQSKEOioTO24h
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RESULTADOS ALCANÇADOS COM OS PROCESSOS | Processo 3
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E essa alta taxa de conversão dos treinamentos impactou positivamente alguns indicadores relacionados às manutenções de EMH (corretiva e planejada), como
pode ser visto nas comparações abaixo entre a média de 2016 e o valor entre fevereiro e abril de 2017:
14,00%
12,20%
12,00%
10,00%
8,00%
6,80%
Média 2016
6,00%
Fev/17 - Abr/17
4,30%
4,00%
2,00%
0,80%
0,00%
Percentual dos Chamados Percentual de manutenções
Improcedentes devido à imperícia do usuário
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PROCESSO 4 – REALIZAR MANUTENÇÃO CORRETIVA EM EMH
Objetivo Descrição
A manutenção corretiva (MC) tem como objetivo principal reparar os A MC atua realizando os reparos necessários para que o EMH volte ao seu uso
equipamentos médico-hospitalares (EMH) que apresentaram falhas, panes ou normal, com segurança, e em melhores condições de performance o mais breve
paradas durante sua utilização. possível, conforme o grau de urgência. A necessidade de manutenção corretiva é
normalmente identificada quando um usuário ou operador percebe e relata um
Atores envolvidos problema de funcionamento do EMH, ou quando um funcionário do Setor/Unidade
de Engenharia Clínica identifica a falha deste e, assim, sua necessidade de
Setor/Unidade de Engenharia Clínica, Área Requisitante e Empresa Especializada
correção.
em Manutenção do EMH.
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se a disponibilização de um backup para o setor – sempre que possível -, visando É possível visualizar este processo e seu manual de algumas formas:
a não ocorrência de paralisação ou diminuição do serviço prestado. Versão em HTML, que permite visualização interativa
INSERIR LINK EM LETRA MAIÚSCULA
A manutenção corretiva faz parte das diretrizes para um programa de
gerenciamento de equipamentos para a saúde, sendo normatizada pela ABNT
Versão em arquivo de imagem, sem visualização interativa
NBR 15.943 de 2011, que prevê a padronização dos fluxos de realização da MC, as
https://drive.google.com/open?id=1JCYlWmfyZZabEzUYi3pSOZVj6E9a1DB5
ações necessárias para recolocar o EMH em uso, e cadastro dos funcionários
responsáveis pela execução e documentação da MC no registro histórico do Manual do processo
https://drive.google.com/open?id=1qwsMi72vbW3W4xee1oi2g3XR5Nn_nJTw
equipamento.
A MC é uma exigência legal para a maioria dos EMH, e sua realização permite o
Todos os arquivos relacionados a este processo se encontram em uma pasta no
prolongamento da vida útil destes. Além disso, a sua rápida realização aumenta a
###Drive###, a qual pode ser acessada pelo link:
disponibilidade efetiva dos equipamentos, preservando sua segurança e a
https://drive.google.com/open?id=1osF87PmRlU_BpPm2MIpz41TFFat8memS
performance da operação do HUF.
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PROCESSO 4.1 – Notificação de Incidentes e Eventos Adversos (Tecnovigilância)
A Tecnovigilância objetiva a segurança sanitária de produtos para saúde disponíveis no mercado consumidor (Equipamentos, Materiais, Artigos Médico-Hospitalares,
Implantes e Produtos para Diagnóstico de Uso “in-vitro”). Trata-se do seguinte conjunto de ações: estudos, análise, investigações do somatório de informações reunidas a
respeito do desempenho de um produto durante a fase pós-comercialização, para garantir o objetivo exposto.
Notificar uma queixa técnica ou evento adverso associado ao uso, especificamente, de um equipamento médico-hospitalar significa reportar um agravo à saúde do(s)
paciente(s) ou usuários, efeito inesperado ou indesejável, falha, dentre outros, que comprometam a segurança sanitária do produto.
Assim, o processo de tecnovigilância visa a classificação e notificação de incidentes relacionados ao uso de EMHs, por meio do Portal da Agência Nacional de Vigilância
Sanitária e VIGIHOSP, sistema da Ebserh, desenvolvido para agilizar a ciência e solução de problemas ocorridos no HUF.
O Plano de Contingência deverá ser adotado pelo Setor/Unidade de Engenharia Clínica sempre que for constatada falha ou falta de equipamento CRÍTICO na área
assistencial e que o tempo de conserto for longo e prejudicial ao tratamento ou diagnóstico de pacientes. A análise de criticidade será realizada com base na função do
equipamento, no risco associado a potenciais danos físicos causados em pacientes e no grau de importância do equipamento para a Instituição.
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Em linhas gerais, caso seja necessário e haja disponibilidade interna na Instituição, o Setor/Unidade de Engenharia Clínica direcionará um equipamento backup, via
Central de EMH ou remanejamento de outras áreas (empréstimo interno), para o Setor Assistencial requisitante. Caso seja necessário, e não haja backup no hospital,
serão buscadas outras alternativas como empréstimo entre hospitais da rede Ebserh ou locação/empréstimo com empresas terceiras, de acordo com decisões
colegiadas entre as áreas assistenciais, Setor/Unidade de engenharia clínica e alta administração.
Portanto, a implementação do Plano de Contingência organizará ações para contornar da forma mais rápida possível eventos inesperados ou circunstâncias remotas
indesejáveis, tais como, defeito em equipamentos críticos sem reserva no HUF e/ou ocorrência de casos fortuitos ou de força maior que aumentem a demanda usual pelas
tecnologias, como em casos de catástrofes ou epidemias.
Dessa forma as inspeções e rondas visam reduzir o risco de indisponibilidade, aumentar a segurança e garantir a utilização plena dos recursos fornecidos pelos
equipamentos médico-hospitalares (EMH).
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RESULTADOS ALCANÇADOS COM OS PROCESSOS | Processo 4
Definição de indicadores e rotinas de monitoramento Esta prática faz referencia às atividades do processo 4 que preveem a realização de um
Além disso, foi estabelecido um indicador para o tempo médio para a realização desse
primeiro atendimento técnico, tempo o qual é definido como o entre a abertura do
Análise de custo/benefício ente alternativas de
3 manutenção chamado e o primeiro atendimento propriamente dito, sendo medido em minutos.
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Dessa maneira, comparando os resultados de 2016 (média) e de fevereiro a abril de 2017, construiu-se o gráfico a seguir:
60
54
50
40 36
30
20
10
0
Tempo médio 1º Atendimento Técnico (em minutos)
Média 2016 Fev/17 a Abr/17
Objetivo Descrição
Este processo objetiva planejar e gerenciar o cronograma de manutenção A manutenção programada (MP) tem como objetivo principal a garantia de
programada que contempla ronda geral, ronda setorial, manutenção preventiva, segurança básica, desempenho essencial e disponibilidade de uso aos pacientes
calibração, testes de desempenho e de segurança elétrica. e operadores, além de benefícios colaterais como a extensão da vida útil dos
equipamentos médico-hospitalares (EMH) contemplados e de da utilização plena
Atores envolvidos de todos os seus recursos. Os intervalos serão normalmente estabelecidos pelo
fabricante e combinados com critérios definidos pelo HUF. Em casos especiais, o
Setor/Unidade de Engenharia Clínica
Setor/Unidade de Engenharia Clínica poderá alterar a frequência, para adequar
as condições ambientais locais, desde que sejam documentadas e justificadas
Indicadores (I), Medidas (Md) e Métricas (Mt)
tais alterações.
Este processo não possui indicador, medida ou métrica exclusivo de suas
atividades. A manutenção planejada é uma exigência legal para a maioria dos equipamentos
médico-hospitalares. Sempre que realizada em frequências adequadas
(intervalos regulares), tal como recomendado pelo fabricante ou por meio de
evidências técnicas que indiquem a diminuição, ou aumento, da periodicidade,
dada a natureza multifatorial das falhas, maior será a disponibilidade,
confiabilidade, acurácia e segurança operacional no uso dos EMH.
Manual do processo
https://drive.google.com/open?id=1NMFvTAKrNZmbFB_X5rUvsHYbY-S8Np2E
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PROCESSO 6 – REALIZAR MANUTENÇÃO PROGRAMADA DE EMH
Objetivo Descrição
O objetivo deste processo é estender a vida útil dos equipamentos médico- A manutenção programada tem como objetivo manter o correto funcionamento
hospitalares, os preservando e conservando, para que seja minimizada sua dos EMH do parque tecnológico do HUF atuando de forma periódica e regular, se
deterioração precoce e probabilidade de falha. antecipando à falha do equipamento e fazendo a sua prevenção. Isto inclui
garantir a realização da manutenção preventiva, calibração e qualificação dos
Atores envolvidos EMH, além de realizar os testes de segurança elétrica destes.
Setor/Unidade de Engenharia Clínica e Setor Assistencial A manutenção preventiva inclui atividades específicas de manutenção como
lubrificação, ajustes, reparos, limpeza interna e externa, e substituição de peças
Indicadores (I), Medidas (Md) e Métricas (Mt) e consumíveis que possuem desgaste previsível (por exemplo, rolamentos,
escovas de carvão) ou vida finita (por exemplo, consumíveis, filtros).
(I) Percentual de Manutenções Programadas Realizadas
A calibração e qualificação dos EMH regula a acurácia dos equipamentos e testa
sua confiança, desempenho e eficiência. O objetivo é garantir o correto
funcionamento e confiabilidade dos EMH.
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Essas atividades devem ser feitas segundo intervalos periódicos definidos no É possível visualizar este processo e seu manual de algumas formas:
cronograma de manutenção programada. A manutenção planejada é uma Versão em HTML, que permite visualização interativa
INSERIR LINK EM LETRA MAIÚSCULA
exigência legal para a maioria dos equipamentos médicos. Sempre que realizada
em frequências adequadas (intervalos regulares), tal como recomendado pelo
fabricante, maior será a disponibilidade, confiabilidade, acurácia e segurança Versão em arquivo de imagem, sem visualização interativa
https://drive.google.com/open?id=1XcM5jpRDZiGz9irEuTqxarMCBWv0YoP6
operacional no uso dos EMH.
Manual do processo
https://drive.google.com/open?id=1GyX-fBij1tzaZ2nHhRrPo2tdW-1EiwsE
79
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RESULTADOS ALCANÇADOS COM OS PROCESSOS | Processos 5 e 6
Esta prática faz referencia às atividades dos processos 5 e 6 que preveem a utilização de
Definição de critérios de inclusão de EMH no cronograma
1 de Manutenção Programada critérios para se incluir um equipamento médico-hospitalar no cronograma de
manutenção programada do HUF. Esses critérios possibilitaram não somente excluir
equipamentos que não tinham necessidade desse monitoramento, como também incluir
Definição de boas práticas para controle dos aqueles que dele necessitam.
2 equipamentos indisponíveis para execução da
manutenção programada Um dos EMH incluídos no cronograma de manutenção da Empresa Especializada em
Serviços de Engenharia Clínica foi as camas hospitalares de um dos HUFs da Rede O
plano de ação e seus resultados podem ser vistos a seguir:
Definição de boas práticas para aumento da vida útil dos
3 equipamentos
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Rechamados/mês Quantidade de camas
Pela análise dos dados da tabela acima, nota-se que após a manutenção preventiva ocorrer o número de rechamados diminuiu significativamente. De maneira
resumida:
9 3
RECHAMADOS RECHAMADOS
(ANTES DA PREVENTIVA) (DEPOIS DA PREVENTIVA)
77
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PROCESSO 7 – REALIZAR DESATIVAÇÃO DE EMH
Objetivo Descrição
Este processo visa a desativação de equipamentos médico-hospitalares O processo de desativação visa o encaminhamento dos equipamentos médico-
inservíveis e ociosos. hospitalares para desfazimento pela Unidade de Patrimônio. Deve ser conduzida
a desativação de equipamentos que não são mais servíveis ao hospital, podendo
Atores envolvidos estar nas seguintes situações: apresentarem falhas, panes ou paradas durante
sua utilização; sua manutenção é impossível de ser executada; se encontram
Setor/Unidade de Engenharia Clínica, Setor de Origem do EMH e Unidade de
obsoletos pelo seu tempo de uso, avanço de tecnologias, ou aquisição de novos
Patrimônio
equipamentos; ou novas normas que proíbem a sua utilização.
Indicadores (I), Medidas (Md) e Métricas (Mt) Para que ocorra a desativação é gerado um laudo técnico para a comprovação da
necessidade de descarte do equipamento e indicação da forma correta de
(I) Coeficiente de crescimento de Parque Tecnológico.
recolhimento do equipamento, segundo normas vigentes. A necessidade do
descarte é normalmente identificada quando um usuário ou operador identifica
um problema no funcionamento do equipamento cujo seu reparo seja impossível
ou inviável ou quando o Engenheiro Clínico/usuário do equipamento identifica que
este se tornou obsoleto.
82
Documento - Caderno de Processos e Práticas de EC (19394631) SEI 23540.002041/2022-42 / pg. 108
e descarte do equipamento. Os processos de desativação e descarte fazem parte É possível visualizar este processo e seu manual de algumas formas:
das diretrizes para um programa de gerenciamento de equipamentos para a Versão em HTML, que permite visualização interativa
INSERIR LINK EM LETRA MAIÚSCULA
saúde, sendo normatizado pela ABNT NBR 15943 de 2011, a qual prevê que sejam
gerados laudos com dados do equipamento, data de desativação, motivo e
responsável pelo seu descarte. Versão em arquivo de imagem, sem visualização interativa
https://drive.google.com/open?id=1PMU_GTPAw1A8isJi93MOzjY47IkbEiLx
O descarte de equipamentos é uma necessidade natural para os equipamentos
médicos. Sua realização permite a renovação do parque tecnológico, agregando Manual do processo
https://drive.google.com/open?id=1ZnnOMlPyYWMcLYdUzGxihIYdTcUsIQqK
uma maior e melhor tecnologia ao hospital, culminando em sua modernização e
aumento na qualidade e velocidade dos serviços prestados.
Todos os arquivos relacionados a este processo se encontram em uma pasta no
###Drive###, a qual pode ser acessada pelo link:
https://drive.google.com/drive/folders/1sdamyfog1pjE5stvIlCAx1zVCzPsPSU
A?usp=sharing
83
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RESULTADOS ALCANÇADOS COM OS PROCESSOS | Processo 7
Em muitos casos, embora o equipamento avaliado não seja mais servível para certa
atividade ou em certo hospital ou setor, ele ainda pode ser útil em outro local. Assim,
Avaliação da possibilidade de disponibilização de
2 equipamentos médico-hospitalares para a Rede Ebserh
conforme previsto no processo 7, esse equipamento pode ser realocado dentro do
próprio HUF (entre seus setores) ou entre os próprios hospitais, por meio de um
processo de alienação de bens.
84
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Embora ainda não seja possível medir os resultados obtidos com a implantação desta prática 2, foi feita uma análise sobre a necessidade de descarte de EMH, em
função das condições de armazenamento de equipamentos que estavam encaixotados.
R$ 441.500
em EMH a serem alienados devido à
deterioração
A conclusão acima norteia, também, alguns outros pontos de atenção do HUF, nesse caso as condições de armazenamento de EMH encaixotado, que podem não ter
sido abarcados ou percebidos em outras rondas e análises.
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PROCESSO 8 – REALIZAR ATUALIZAÇÃO E ANÁLISE DE INVENTÁRIO
Objetivo Descrição
Este processo garante a atualização do cadastro dos equipamentos médico- Este processo garante a atualização do cadastro dos equipamentos médico-
hospitalares, visando elaborar análises de ociosidade, obsolescência, hospitalares. EMH novos, ou que não possuem cadastro no Setor/Unidade de
substituição e realocação de EMH. Engenharia Clínica, devem ser devidamente identificados para o seu correto
monitoramento. O monitoramento dos equipamentos do HUF é necessário para
Atores envolvidos que sejam gerados dados sobre o parque tecnológico, os quais possam ser
geridos na forma de indicadores, fornecendo embasamento técnico e estatístico
Setor/Unidade de Engenharia Clínica e Unidade de Patrimônio
ao gerenciamento do parque tecnológico do HUF.
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É possível visualizar este processo e seu manual de algumas formas: Todos os arquivos relacionados a este processo se encontram em uma pasta no
Versão em HTML, que permite visualização interativa ###Drive###, a qual pode ser acessada pelo link:
INSERIR LINK EM LETRA MAIÚSCULA https://drive.google.com/drive/folders/1MaMEa4z1lcAfr8X266kaP8r7uyN
DDard?usp=sharing
Manual do processo
https://drive.google.com/open?id=1MlMicVofvXxGTmQ54-VYkwdNn6HO0NUs
87
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PROCESSO 8.1 – Monitoramento de Desempenho dos Indicadores
Este processo garante as melhores práticas para o monitoramento dos indicadores de desempenho do Setor/Unidade de Engenharia Clínica, visando execução de
autoavaliação crítica e periódica dos serviços desenvolvidos por este, para contínua melhoria dos procedimentos de trabalho.
A avaliação do plano de gerenciamento faz parte das diretrizes para um programa de gerenciamento de equipamentos para a saúde, sendo normatizado pela ABNT NBR
15943 de 2011. A norma prevê que o hospital deve desenvolver e implementar um processo de melhoria de desempenho por meio de relatórios de indicadores que permitam
avaliar sua conformidade com os objetivos do setor.
Nesse contexto, há requisitos técnicos tanto para contratação de empresas prestadoras de serviços, quanto para fornecedores de tecnologias, que precisam ser
padronizadas para o estabelecimento de condições e obrigatoriedades isonômicas em todos os processos da rede EBSERH, visando o estabelecimento de critérios
técnicos que subsidiem análises de redução de custos e melhoria de desempenho das contratações.
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RESULTADOS ALCANÇADOS COM OS PROCESSOS | Processo 8
A seguir, os dados obtidos com a implantação dessa prática em um dos hospitais da Rede
Incorporação da análise de obsolescência do parque,
2 sendo esta um input para o planejamento de aquisição de
EMH
Ebserh:
EMH roubado
R$ 120.280
90
Documento - Caderno de Processos e Práticas de EC (19394631) SEI 23540.002041/2022-42 / pg. 116
Diante desses dados, foi traçado o plano de ação de conduzir o processo formal de desativação destes itens evadidos.
44%
do Centro Cirúrgico
25%
eram Processadoras
de Imagem
100%
eram Sondas de
Ultrassom
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DOCUMENTOS
DE REFERÊNCIA
RDC 02 DE 25 de janeiro de 2010 - Gerenciamento de tecnologias em saúde em EBSERH. Modelo de Referência: Caderno de Processos e Práticas de Engenharia
estabelecimentos de saúde na Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Clínica. Brasília-DF, 2016.
ANVISA.
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Documento - Caderno de Processos e Práticas de EC (19394631) SEI 23540.002041/2022-42 / pg. 120
BIBLIOGRAFIA RECOMENDADA
ANVISA. Boas Práticas de Aquisição de Equipamentos Médico-Hospitalares. Wang. B. Medical Equipment Maintenance: Management and Oversight. Morgan &
Disponível em: Claypool. 2012
<http://www.fiocruz.br/biosseguranca/Bis/manuais/qualidade/Boas%20
Praticas%20de%20Aquisicao%20de%20Equipamentos%20Medico-
Hospitalares.pdf >. WORLD HEALTH ORGANIZATION. Medical device donations: considerations for
solicitation and provision.
KAWOHL. W, TEMPLE-BIRD. C, LENEL. A, KAUR, M. Guide 1: How to Organize a
System of Healthcare Technology Management. WORLD HEALTH ORGANIZATION. Medical Equipment maintenance programme
overview.
KAWOHL. W, TEMPLE-BIRD. C, LENEL. A, KAUR, M. Guide 2: Introduction to
medical Equipment inventory management. WORLD HEALTH ORGANIZATION. Procurement process resource guide.
95
Documento - Caderno de Processos e Práticas de EC (19394631) SEI 23540.002041/2022-42 / pg. 121
ANEXOS
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Intervenção Técnica Queixa Técnica
Ato de intervir tecnicamente sobre um equipamento médico-hospitalar “Qualquer notificação de suspeita de alteração ou irregularidade de um
com o intuito de verificar, analisar ou manter suas características produto ou empresa, relacionada a aspectos técnicos ou legais que poderá
funcionais, visando garantir disponibilidade e segurança em seu ou não causar danos à saúde individual ou coletiva. (ANVISA, 2010)”
manuseio.
Rastreabilidade Metrológica
Inventário de Equipamentos para a Saúde em Serviços de Saúde
Processo de garantia das condições metrológicas de um equipamento
Conjunto de informações concernentes aos equipamentos, parte e para a saúde, de acordo com padrões aceitáveis.
acessórios existentes no serviço de saúde.
Setor/Unidade de Engenharia Clínica
Mantenabilidade
Refere-se à área responsável pela gestão dos EMH no HUF.
Capacidade de um item ser mantido ou recolocado em condições de
executar suas funções requeridas, sob condições de uso especificadas, Setor Demandante
quando a manutenção é executada sob condições determinadas e
mediante procedimentos e meios prescritos. Setor, Unidade ou área responsável pela identificação ou pela gestão da
demanda, definição do objeto, justificativa de necessidade, elaboração dos
Manutenção documentos de referência da contratação e pela fiscalização da
contratação.
Combinação de todas as ações técnicas e administrativas, incluindo as de
supervisão, destinadas a manter ou recolocar um item em um estado no Teste de Desempenho
qual possa desempenhar uma função requerida.
Procedimento que visa verificar o desempenho do EMH por meio de
Parte critérios pré-definidos. “Fornecimento de evidência objetiva de que um
dado item satisfaz requisitos especificados” Conceito do VIM
“As partes são compostas por uma ou mais peças e são fabricadas
exclusivamente para fazer parte de um produto para saúde. São partes
essenciais para este exercer a sua função pretendida. Podem ser
produzidas pelo mesmo fabricante do equipamento ou adquiridas prontas
de empresas terceirizadas. Isoladamente, são consideradas produtos
médicos acabados, embora se caracterizem por ter a funcionalidade
médica apenas por meio da conexão com o equipamento médico ao qual se
destina.” (ANVISA)
99
Documento - Caderno de Processos e Práticas de EC (19394631) SEI 23540.002041/2022-42 / pg. 125
ANEXO 2: MÉTODO DE REPLICAÇÃO
Como evidenciado na seção “Metodologia – Método de Construção do Caderno de
Processos e Práticas de Engenharia Clínica”, o Projeto de Qualificação da
Engenharia Clínica foi testado em alguns HUFs priorizados antes de ser replicado
a outros. Essa estruturação se encontra no “Guia Prático: Método de Implantação
dos Cadernos de Processos e Práticas da Ebserh – Engenharia Clínica”, que
orienta como realizar essa implantação das práticas nos hospitais universitários
da Rede.
Este guia se encontra em uma pasta no ###Drive###, a qual pode ser acessada
pelo link:
https://drive.google.com/file/d/1jMI-N30Lq3-
R4IanzTuLvm_9OHqeYIH4/view?usp=sharing
100
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ANEXO 3: AVALIAÇÃO DE MATURIDADE DO PROCESSO
Para aplicação e replicação do “Caderno de Processos e Práticas da Engenharia
Clínica” nos Hospitais Universitários Federais é necessário compreender o
estágio de desenvolvimento que o hospital se encontra em cada um dos 8 (oito)
processos redesenhados. Para isso, foi desenvolvida uma Avaliação de
Maturidade do Processo, que consiste em um questionários binário (respostas
“sim” ou “não”) sobre os aspectos relacionados a cada um. A comparação com o
resultado esperado fornece um norte de trabalho e melhoria para o
Setor/Unidade de Engenharia Clínica deste hospital.
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Documento - Caderno de Processos e Práticas de EC (19394631) SEI 23540.002041/2022-42 / pg. 127
ANEXO 4: GESTÃO DE INDICADORES E MEDIDAS
Com o redesenho dos processos, fez-se necessário medir os resultados-chave e Com os diversos dados coletados, foi confeccionado um Dashboard para
entender as noções de sucesso de cada um dos processos. Além dessa acompanhamento e projeção desses indicadores e metas, o qual pode ser
mensuração, entender quais desses resultados-chave são classificados como acessado pelo link:
indicadores (para medir e estabelecer metas, a priori) e como medidas (outras https://app.powerbi.com/view?r=eyJrIjoiODFlM2RjYTMtNjA4MC00NzQ4LT
gzZjgtZTI3NzA2ODE4NzAzIiwidCI6IjU4M2YwZjI2LTc0OTktNGZkMC04MzM
informações importantes de se fazer acompanhamento) foi de fundamental zLWQ2OWI4NTk4Mjk1MCJ9
importância. Com essas definições foi possível estabelecer um cronograma de
coleta de indicadores e medidas.
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ANEXO 5: MAPA DE DOCUMENTOS INTERNOS
Nome do documento Nome do documento
Pasta 1 > Subpasta 3 > Aba 12 Pasta 1 > Subpasta 3 > Aba 12
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ANEXO 6: PADRÃO DE IDENTIDADE VISUAL DA ENGENHARAIA CLÍNICA
Durante o redesenho dos processos, foi identificada a necessidade de se padronizar a identidade visual e a formatação dos documentos em Microsoft Word e Excel
relacionados aos processos de Engenharia Clínica.
Os modelos confeccionados foram embasados nos padrões de outros setores/unidades da Ebserh, e buscou utilizar a paleta de cores da organização, de maneira
agradável e confortável aos olhos.
Título do Manual planilha/tabela todo em letras maiúsculas, na fonte Times New Roman, tamanho 20 pt, em negrito e alinhado à direita. A cor da letra é a “Automático”,
padrão já encontrado nas opções do Word. Espaço antes de 12 pt e depois de 16 pt.
Para subtítulos ou nomes de seções, todas as letras maiúsculas. Times New Roman, tamanho 14 pt, em negrito, alinhada à esquerda. A cor da letra é a “Automático”, padrão
já encontrado nas opções do Word. Com recuo primeira linha igual a 0 cm, alinhado à esquerda, espaçamento duplo entre as linhas, e espaçamentos antes e depois iguais a
6pt.
Já para os texto/conteúdos, usar também a fonte Times New Roman, tamanho 12 pt A cor da letra é a “Automático”, padrão já encontrado nas opções do Word. Com recuo
primeira linha igual a 1,25 cm, justificado, espaçamento entre as linhas de 1,5 linhas, e espaçamento depois igual a 10pt, com controle de linhas órfãs/viúvas.
Obs.: Recomenda-se salvar cada uma dessas formatações como um “Estilo” no próprio Microsoft Word.
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Planilhas/Tabelas no Microsoft Excel:
Título da planilha/tabela todo em letras maiúsculas, em células mescladas para comportá-lo por completo, na fonte Calibri, tamanho 22, em negrito, centralizada e
alinhada ao meio. A cor da letra é a “Preto, Texto 1”, padrão já encontrado nas opções do Excel. Já a cor do preenchimento é a “Verde Limão” (RGB 151, 191, 41). Mesclagem das
células com bordas externas contínuas e finas, na cor “Automático”.
Para subtítulos ou nomes de seções, usar também as células mescladas e com todas as letras maiúsculas. na fonte Calibri, tamanho 16, em negrito, alinhada à esquerda e
em cima. . A cor da letra é a “Preto, Texto 1”, padrão já encontrado nas opções do Excel. Já a cor do preenchimento é a Cinza-25%, Plano de Fundo 2, Mais Escuro 25%”, padrão
também encontrado nas opções do Excel. Mesclagem das células com bordas externas contínuas e finas, na cor “Automático”.
Obs.: Quando em células mescladas com apenas números de conteúdo, o tamanho da fonte pode ser aumentado para melhorar a visualização
Para os texto/conteúdos, usar também a fonte Calibri, tamanho entre 14 e 18, e formatação e posicionamento a depender do uso. A cor da letra é no mesmo preto usado
anteriormente (Preto, Texto 1). Mesclagem das células com bordas externas contínuas e finas, na cor “Automático”.
1. Emissão de parecer conjunto das gerências, 1. Elaboração de planilha única resumindo todos
seguindo o modelo do arquivo Parecer - SEI 1 os EMH requisitados e validados pela Gerência de
(19396256), no mesmo processo onde foi Atenção à Saúde, indicando as seguintes
requisitado o EMH; informações:
2. Envio do processo ao Setor de Engenharia - O tipo de EMH requerido, quantidade, valor
Clínica (no caso de solicitação validada); estimado, Processo SEI onde foram requisitados e
3. Devolução do processo à unidade solicitante se o Parecer Técnico do SENC ou Unidade de
(no caso de solicitação invalidada). Patrimônio foi favorável ou não.
OBS: Caso necessário, o processo de requisição 2. Envio da planilha unificada para a Divisão de
de EMH pode ser enviado ao Setor de Regulação Logística e Infraestrutura Hospitalar (DLIH) em
e Avaliação em para confirmação se os novo processo SEI.
procedimentos a realizar com o EMH poderão
ser contratualizados.
The inventory of the hospital's technological park is conducted according to the CADERNOS DE PROCESSOS E PRÁTICAS DE ENGENHARIA CLÍNICA guidelines. It involves the systematic recording of equipment specifications, such as model, manufacturer, and department it belongs to. This inventory is periodically updated every 12 months or upon equipment acquisition or deactivation, and integrated into the GETS management system, sustaining traceability and efficient management .
The integration of equipment management into the GETS system enhances hospital operations by centralizing data collection on acquisition, deactivation, and usage of medical equipment, allowing for seamless inventory management and audit trails. This system supports decision-making by providing comprehensive historical data and facilitates maintenance scheduling and resource allocation .
The purpose of the equipment management plan at HUPAA is to standardize health services activities involving hospital technologies, ensuring traceability, quality, efficacy, safety, and performance from specification to deactivation and final disposal. It follows the requirements of the NBR ISO 15943:2011 – ABNT, which includes planning infrastructure resources, training human resources, and managing risks related to equipment use, maintenance, qualification, electrical safety testing, and calibration .
Structured equipment relocation processes ensure ociosity is managed efficiently by transferring available technologies within the hospital park to needed areas. This approach, standardized by the ABNT NBR 15943:2011, enables effective resource use and enhances equipment performance and safety. Outcomes include reduced equipment underutilization and improved equipment availability, as supported by the Empréstimo de Equipamentos guidelines and reported success cases within Ebserh hospitals .
The maintenance program, which involves planned preventive checks, significantly prolongs the lifespan of hospital equipment by ensuring operational reliability and reducing unexpected failures. The program assesses equipment based on established criteria for inclusion in maintenance schedules, enhances availability, and minimizes repair needs, as evidenced by program evaluations and notable outcome improvements in the hospital network .
When integrating new technologies, training is systematically organized by the NEP and Clinical Engineering Sector, supported by the Encarregado of maintenance. Documented in the ANEXO P and recorded in ANEXO O, this training ensures staff competence in new equipment operation, mitigating misuse and enhancing patient safety, aligning with performance improvement practices .
Periodic electrical safety tests ensure that both the equipment and its operators remain safe, maintaining equipment's operational integrity. Conducted according to manufacturer specifications and identified needs by the Clinical Engineering Sector, these tests are crucial for confirming the safety and efficiency of medical equipment, contributing to reliable healthcare services .
The Engineering Clinical Sector is pivotal in the equipment acceptance and installation processes. They oversee pre-acquisition infrastructure evaluations, coordinate installation activities, verify compliance with specified standards, and facilitate training sessions to ensure that the equipment is operational and meets safety requirements before use .
The Clinical Engineering Sector uses comprehensive performance indicators, such as maintenance completion rates and cost-effectiveness per hospital bed, enabling critical self-assessment and continuous improvement. These practices, aligned with ABNT NBR 15943, ensure rigorous monitoring and foster informed decisions, demonstrating significant efficiency gains and cost reductions in equipment management .
The Sector/Unity of Clinical Engineering at HUPAA is responsible for guaranteeing the integrity of medical equipment through processes such as transfer, maintenance, and operational training. They manage inventory updates, conduct maintenance activities, facilitate equipment relocation, and ensure compliance with electrical safety and calibration standards according to GETS system protocols .