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PLANO DE GER

PGEMH

PLANO DE
GERENCIAMENTO DE
EQUIPAMENTOS MÉDICO-
HOSPITALARES - PGEMH

Documento - PGEMH (19394540) SEI 23540.002041/2022-42 / pg. 1


SUMÁRIO

GLOSSÁRIO (SIGLAS, SIGNIFICADOS) ............................................................................. 5


1. OBJETIVO E CAMPO DE APLICAÇÃO ................................................................... 7
2. METODOLOGIA ........................................................................................................... 7
3. APRESENTAÇÃO ........................................................................................................ 7
4. PLANEJAMENTO, SELEÇÃO E AQUISIÇÃO........................................................7
4.1 PLANEJAMENTO E SELEÇÃO ............................................................................................ 9
4.2 AQUISIÇÃO ............................................................................................................................. 9
5. RECEBIMENTO, VERIFICAÇÃO E ACEITAÇÃO.....................................................10
5.1 RECEBIMENTO ....................................................................................................................10
5.1.1 Averiguação da infraestrutura: ..................................................................................... 10
5.1.2 Permitir emissão de autorização: ................................................................................ 10
5.1.3 Autorizar o setor demandante a solicitar a entrega do equipamento para
instalação: .................................................................................................................................. 10
5.1.4 Verificar se a infraestrutura está pronta para instalação do EMH ........................... 11
5.1.5 Comunicar chegada do novo equipamento à EC ...................................................... 11
5.1.6 Receber equipamento em volume(s) lacrado(s) ........................................................ 11
5.1.7 Comunicar a chegada do novo EMH ao fornecedor: ................................................ 12
5.1.8 Realizar abertura dos volumes recebidos .................................................................. 12
5.1.9 Solucionar inconformidades do recebimento: ............................................................ 12
5.1.10 Atestar recebimento do equipamento: ...................................................................... 13
5.1.11 Enviar nota fiscal para pagamento: ........................................................................... 13
5.1.12 Realizar tombamento: ................................................................................................. 13
5.1.13 Enviar cópia do Termo de Responsabilidade: ......................................................... 13
5.1.14 Atualizar o registro do equipamento.......................................................................... 13
6. INVENTÁRIO................................................................................................................. 14
7. REGISTRO HISTÓRICO DO EQUIPAMENTO...........................................................14
8. ARQUIVOS DE REGISTROS .......................................................................................... 15

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9. TREINAMENTO..........................................................................................................15
10. ARMAZENAMENTO..................................................................................................15
11. TRANSFERÊNCIA DE EQUIPAMENTOS MÉDICO-HOSPITALARES..............16
12. USO...............................................................................................................................16
13. INTERVENÇÃO TÉCNICA.............................................................................................16
14. DESINFECÇÃO DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS MÉDICO-
HOSPITALARES ............................................................................................................... 17
15. PROCEDIMENTO DE MANUTENÇÃO CORRETIVA ............................................. 17
16. PROCEDIMENTO DE MANUTENÇÃO PROGRAMADA ....................................... 17
16.1 PROCEDIMENTOS DE MANUTENÇÕES PREVENTIVAS, CALIBRAÇÕES E
TESTES DE SEGURANÇA ELÉTRICA ....................................................................................18
16.2 CERTIFICADOS .................................................................................................................19
16.3 ETIQUETAGEM ..................................................................................................................20
16.3.1 Não aprovado ............................................................................................................... 20
16.3.2 Manutenção preventiva .............................................................................................. 20
16.3.3 Calibração: ................................................................................................................... 21
16.3.4 Teste de segurança elétrica ....................................................................................... 21
16. 4 CRONOGRAMAS ..............................................................................................................21
16.4.1 Contratos específicos de manutenção ...................................................................... 21
17. CRITÉRIOS DE ANÁLISE DE RISCO ..................................................................... 22
17.1 CLASSIFICAÇÕES DOS EQUIPAMENTOS ........................................................... 22
17.2 CLASSIFICAÇÃO DOS RISCOS FÍSICOS .....................................................................23
17.3 GRAUS DE IMPORTÂNCIA “ABC” ..................................................................................24
17.4 FAIXA DE CRITICIDADE ..................................................................................................25
18. DESATIVAÇÃO .......................................................................................................... 25
19. REFERÊNCIAS. .......................................................................................................... 26

ANEXO A: PLANEJAR AQUISIÇÃO DE EMH


ANEXO B: FLUXOGRAMA - PLANEJAR AQUISIÇÃO DE EMH
ANEXO C: REALIZAR ATIVAÇÃO DE EMH
ANEXO D: FLUXOGRAMA - REALIZAR ATIVAÇÃO DE EMH
ANEXO E: REALIZAR TREINAMENTO DE EMH
ANEXO F: FLUXOGRAMA - TREINAMENTO DE EMH
ANEXO G: REALIZAR MANUTENÇÃO CORRETIVA DE EMH

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ANEXO H: FLUXOGRAMA - REALIZAR MANUTENÇÃO CORRETIVA DE EMH
ANEXO I: REALIZAR MANUTENÇÃO PROGRAMADA DE EMH
ANEXO J: FLUXOGRAMA - REALIZAR MANUTENÇÃO PROGRAMADA DE EMH
ANEXO K: REALIZAR DESATIVAÇÃO E DESCARTE DE EMH
ANEXO L: FLUXOGRAMA - REALIZAR DESATIVAÇÃO E DESCARTE DE EMH
ANEXO M: REALIZAR ATUALIZAÇÃO E ANÁLISE DE INVENTÁRIO DE EMH
ANEXO N: FLUXOGRAMA - REALIZAR ATUALIZAÇÃO E ANÁLISE DE
INVENTÁRIO DE EMH
ANEXO O: ID - 19 REGISTRO DE TREINAMENTO REV.01
ANEXO P: ID - 32 CRONOGRAMA ANUAL DE TREINAMENTOS REV.00
ANEXO Q: ID - 40 INVENTÁRIO DO PARQUE TECNOLÓGICO REV. 00
ANEXO R: ID - 72 CRONOGRAMA MENSAL DE RONDAS E MANUTENÇÕES
PROGRAMADAS 2021 E 2022 REV.00
ANEXO S: ID - 74 CRONOGRAMA ANUAL DE MANUTENÇÕES
PROGRAMADAS 2021 E 2022 REV.00
ANEXO T: ID - 73 FORMULÁRIO PARA ACEITAÇÃO DE EQUIPAMENTOS REV.00
ANEXO U: ID - 75 FORMULÁRIO PARA DESATIVAÇÃO DE EMH REV.00
ANEXO V: ID - 76 FORMULÁRIO DE MOVIMENTAÇÃO DE BENS DE
PATRIMÔNIO REV.00
ANEXO W: PEC - 033 PROCEDIMENTO DE HIGIENIZAÇÃO DE EQUIPAMENTOS
MÉDICO-HOSPITALARES REV.00

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DOCUMENTO CONTROLADO

GLOSSÁRIO (SIGLAS, SIGNIFICADOS)

EMH – Equipamento Médico Hospitalar

HUPAA – Hospital Universitário Professor Alberto Antunes

SENC – Setor de Engenharia Clínica

CONTROLE DE REVISÕES

Revisão Data Descrição da Alteração (incluir itens modificados)


00 27/07/2021 Documento Original

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DOCUMENTO CONTROLADO

CONTROLE DE APROVAÇÕES

EXECUÇÃO VALIDAÇÃO APROVAÇÃO

Empresa Terceirizada de Chefe Setor de Divisão de Logística e


Engenharia Clínica Engenharia Clínica Infraestrutura Hospitalar

APROVAÇÃO DO COLEGIADO EXECUTIVO

____________________________________________________________
Célio Fernando de Sousa Rodrigues
Superintendente

____________________________________________________________
Anderson de Barros Dantas
Gerente Administrativo

____________________________________________________________
Francisco de Assis Costa
Gerente de Atenção à Saúde

____________________________________________________________
Eurico de Barros Lôbo Filho
Gerente de Ensino e Pesquisa

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DOCUMENTO CONTROLADO

1. OBJETIVO E CAMPO DE APLICAÇÃO

O plano de gerenciamento tem como objetivo padronizar as atividades dos


serviços de saúde que envolve tecnologias hospitalares, seguindo os requisitos da
Norma NBR ISO 15943:2011 – ABNT, Diretrizes para um Programa de
Gerenciamento de Equipamentos nos Serviços de Saúde.
De modo a garantir rastreabilidade, qualidade, eficácia, efetividade, segurança e
desempenho dos equipamentos, desde a fase de especificação, aquisição,
recebimento, instalação até sua desativação e descarte final.
Incluindo também requisitos como: planejamento dos recursos de infraestrutura,
capacitação dos recursos humanos e gerenciamento dos riscos relacionados a uso,
manutenção, qualificação, teste de segurança elétrica e calibração desses
equipamentos.

2. METODOLOGIA

O plano de gerenciamento foi desenvolvido de acordo com os requisitos e


padronização da: RDC 20, de 26 de março de 2012, CADERNOS DE PROCESSOS
E PRÁTICAS DE ENGENHARIA CLÍNICA da rede EBSERH, NBR 15943:2011 e
NORMA OPERACIONAL DE GESTÃO DE EQUIPAMENTOS MÉDICO-
HOSPITALARES – EBSERH.

3. APRESENTAÇÃO

Levando-se em conta os riscos sanitários que envolvem os equipamentos


médicos, as dificuldades em se obter informações durante algumas investigações de
eventos adversos potencialmente relacionados ao uso dos mesmos, a necessidade
de garantir a segurança do paciente, as dificuldades do hospital em lidar com a
gestão de riscos associados às novas tecnologias hospitalares e a necessidade de
aprimorar a qualidade assistencial e atendendo, foi desenvolvido o plano de
gerenciamento de tecnologias.

4. PLANEJAMENTO, SELEÇÃO E AQUISIÇÃO

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DOCUMENTO CONTROLADO

A incorporação de equipamento de saúde constitui-se numa das principais


etapas do complexo processo de gestão. Neste processo é necessário cumprir com
cuidado os ritos da aquisição tão desejada.
Para tanto, é fundamental que seja realizado o Planejamento e a Seleção
adequada, seguindo uma sequência de atividades pré-definidas dentro da rotina
para aquisição de Equipamentos Médico-Hospitalares constantes no Plano de
Gerenciamento de Equipamentos Médico-Hospitalares - PGEMH (sempre com
definição de prazos e responsáveis), contendo pelo menos estudos de mercado que
considerem, dentre outros:
a) A necessidade que dá origem ao processo para se incorporar o Equipamento;
b) O perfil do hospital;
c) A demanda por serviços que justifique a aquisição desejada,
d) A produção necessária para atendê-la e o estudo da oferta de serviços já
disponíveis.
Como os Estabelecimentos que incorporam a rede EBSERH atendem
exclusivamente ao SUS, é necessário prover estudos epidemiológicos que
justifiquem a incorporação e atender às portarias que regulamentam a estruturação
físico-funcional do serviço a ser ofertado.
Ademais, incorporar ao trabalho supracitado, estudos econômicos que
ofereçam informações sobre os custos de incorporação e sobre os custos
operacionais.
A estrutura física necessária para acomodar o referido equipamento e
eventualmente as adequações necessárias, bem como o dimensionamento dos
recursos humanos e técnicos para a completa operação do equipamento a ser
incorporado e a realização de uma análise dos tempos envolvidos nas tarefas
propostas, a fim de permitir a elaboração do cronograma do processo de aquisição.
Desta forma, o processo de planejamento e seleção requer a participação do
serviço, de forma a realizar uma programação conjunta, com o envolvimento de
cada área e com a determinação das metas a serem cumpridas por cada uma delas.
Também é preconizado nessa etapa, minimizar o impacto de aquisições
desnecessárias que podem implicar na elevação dos riscos decorrentes de
escassez de recursos para o gerenciamento dos Equipamentos Médico-
Hospitalares, advindos da elevação dos custos dos serviços de saúde e da

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DOCUMENTO CONTROLADO

impossibilidade de garantir serviços técnicos adequados a aquisição de insumos


apropriados.
Como já é do conhecimento de todos, um equipamento erroneamente
incorporado pode implicar em ineficiência do serviço oferecido porque não há
financiamento ou porque a demanda existente não consegue custear o pleno
funcionamento do equipamento.

4.1 PLANEJAMENTO E SELEÇÃO

O planejamento para a aquisição e seleção de novas tecnologias é iniciado a


partir do edital lançado pela engenharia clínica para a comunidade do Hospital
Universitário Professor Alberto Antunes - HUPAA, onde os responsáveis pelos
setores devem indicar a necessidade de renovação do parque tecnológico de seus
setores de forma justificável.
A partir dessas informações, a engenharia clínica, faz uma análise técnica em
todas as solicitações, utilizando os critérios previstos no CADERNOS DE
PROCESSOS E PRÁTICAS DE ENGENHARIA CLÍNICA da rede EBSERH, e
executa uma análise criteriosa das solicitações, emitindo um parecer de viabilidade
da possível aquisição.
Comitantemente a Gerência de Atenção a Saúde – GAS , realiza suas
análises levando em consideração a capacidade produtiva e a contratualização do
serviço. Após a emissão desses pareceres o colegiado executivo aprecia os
documentos emitidos e define quais tecnologias serão adquiridas.

4.2 AQUISIÇÃO

Passada as etapas de planejamento e seleção, o setor de engenharia clínica


do HUPAA reune todas as tecnologias aprovadas pelo colegiado executivo, elabora
as espeficicações técnicas em conjunto com as equipes assistenciais, elabora o
documento de formalização de demanda para a futura aquisição, bem como o termo
de referência que conterá todas as obrigações e exigências a serem cumpridas
pelos futuros fornecedores e segue os tramites processuais preconizados pelo
HUPAA para a elaboração do certame.

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DOCUMENTO CONTROLADO

5. RECEBIMENTO, VERIFICAÇÃO E ACEITAÇÃO

O recebimento das novas tecnologias é padronizado de acordo com as diretrizes


do CADERNOS DE PROCESSOS E PRÁTICAS DE ENGENHARIA CLÍNICA da
rede EBSERH.
O procedimento deve ser realizado com o preenchimento do ANEXO T: ID - 73 -
FORMULÁRIO PARA ACEITAÇÃO DE EQUIPAMENTOS MÉDICO-
HOSPITALARES REV.00.

5.1 RECEBIMENTO

O procedimento está dividido nas fases:

5.1.1 Averiguação da infraestrutura:

O mesmo preconiza que, antes de autorizar o recebimento de novas


tecnologias, o engenheiro clínico, junto com a equipe de infraestrutura do HUPAA,
deve verificar se o ambiente do local de instalação está preparado para receber o
equipamento. Essa diretriz só precisa ser cumprida quando for necessária a
adequação da infraestrutura para a instalação do EMH.

5.1.2 Permitir emissão de autorização:

A permissão é emitida pelo engenheiro clínico após a confirmação de que o


local de instalação estará apto, no prazo estabelecido pelo setor de infraestrutura
física, para receber a tecnologia no período de entrega da mesma.

5.1.3 Autorizar o setor demandante a solicitar a entrega do equipamento para


instalação:

Sempre que houver a contratação de um serviço que envolva instalação de


EMH (como é caso de equipamentos em regime de comodato ou alugado), a
Engenharia Clínica deverá comunicar ao Setor Assistencial demandante do serviço

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DOCUMENTO CONTROLADO

contratado que a infraestrutura está adequada para instalação do equipamento,


podendo assim, solicitar a entrega do mesmo. Caso a Engenharia Clínica se
configure como demandante do serviço, ela mesma deverá efetuar a comunicação
com o fornecedor.
É importante que a Engenharia Clínica esteja ciente da data da solicitação de
entrega para que possa acompanhar o recebimento, aceitação e instalação do
equipamento.

5.1.4 Verificar se a infraestrutura está pronta para instalação do EMH:

Após emissão da autorização de entrega do EMH, o engenheiro clínico


comunica a Unidade de Infraestrutura que o equipamento foi solicitado e verifica se
a Infraestrutura está pronta para a instalação do mesmo, junto com o fornecedor.
Essa ação visa repassar os pontos do check list de pré-instalação do
equipamento, caso seja necessário. Verificada a necessidade de mais adequações,
deve-se acordar um prazo para finalizá-las e acompanhar sua conclusão.

5.1.5 Comunicar chegada do novo equipamento à EC:

A Unidade de Patrimônio comunica ao engenheiro clínico a chegada do novo


equipamento, solicitando que esteja presente no recebimento dos volumes lacrados.
Caso não haja disponibilidade da equipe de Engenharia Clínica no momento da
chegada do equipamento, a própria Unidade de Patrimônio deverá recebe-lo e
armazená-lo no local previamente acordado.

5.1.6 Receber equipamento em volume(s) lacrado(s):

Após ser comunicado da chegada do novo equipamento, o engenheiro


clínico, junto com a Unidade de Patrimônio, receberá o EMH em volumes lacrados.
Deve-se conferir se os volumes entregues estão inviolados e se os volumes fazem
referência ao descrito na nota fiscal, verificando se a Nota Fiscal está em
conformidade com o empenho (a nota fiscal tem que fazer referência ao número do
empenho e o volume tem que fazer referência à nota fiscal).

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DOCUMENTO CONTROLADO

5.1.7 Comunicar a chegada do novo EMH ao fornecedor:

Após recebimento dos volumes lacrados, o responsável pela engenharia


clínica encaminha um e-mail para o fornecedor com as seguintes solicitações:

1. Solicitar a presença de um representante do fornecedor para realizar a conferência


do volume e abertura das caixas, para verificar se o conteúdo do produto está
conforme a nota fiscal, edital e proposta comercial aprovada na licitação. O
fornecedor poderá optar por não estar presente na abertura das caixas, no entanto,
deverá formalizar a autorização de conferência e abertura dos volumes via e-mail.
2. Solicitar a presença de um profissional da área técnica para providenciar a
instalação do equipamento (documentar a instalação em uma ordem de serviço no
sistema GETS após formalização do cadastro do mesmo. Nessa ordem de serviço
deve constar como anexo a lista dos acessórios e materiais de consumo entregues,
conforme o documento modelo ID-73).
3. Agendar o treinamento operacional com o fornecedor.

5.1.8 Realizar abertura dos volumes recebidos:

A Engenharia Clínica em conjunto com o fornecedor, deverá atestar a entrega


dos volumes, realizando a abertura das caixas e conferindo se o equipamento está
de acordo com as especificações do edital.
A presença do fornecedor não será necessária apenas se o fornecedor
autorizar a abertura das caixas sem sua presença. A presença de um representante
da Unidade Assistencial e da Unidade de Patrimônio também não é obrigatória,
porém é recomendada. Para realizar a conferência é necessário o Edital, a Proposta
Comercial aprovada na licitação e a Nota Fiscal.

5.1.9 Solucionar inconformidades do recebimento:

Caso, após a conferência do equipamento, verifique-se que este não está de


acordo a solicitação realizada, o Engenheiro Clínico, junto com o Representante do
Fornecedor, deverá solicitar a regularização da inconformidade.

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DOCUMENTO CONTROLADO

5.1.10 Atestar recebimento do equipamento:

Realizado o ateste da instalação do equipamento, o Engenheiro Clínico atesta


a Nota Físcal seguindo os tramites pre determinados pelo HUPAA para liquidação
da despesa.
OBS: a entrega da nota fiscal atestada pela engenharia clínica deve ser enviada
através de processo SEI para a unidade de patrimônio afim de que se execute o
tombado do bem.

5.1.11 Enviar nota fiscal para pagamento:

O setor de engenharia clínica, após o ateste de recebimento do bem


encaminha a nota fiscal para pagamento.

5.1.12 Realizar tombamento:

Processo de Interface: O equipamento adquirido é formalmente incorporado


ao patrimônio do HUPAA.

5.1.13 Enviar cópia do Termo de Responsabilidade:

O setor de engenharia clínica assinará o termo de responsabilidade do bem


que é emitido pela unidade de patrimônio após a realização do tombamento. Após a
entrega do equipamento no setor de destino, o setor de engenharia clínica
formalizará a transferência do bem para unidade de patrimônio através do formulário
de transferência padronizado pelo HUPAA.
Neste formulário termo, deverá constar, dentre outras informações, o número
de patrimônio do equipamento.

5.1.14 Atualizar o registro do equipamento:

Após receber o número de patrimônio a Equipe Técnica de Engenharia Clínica

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DOCUMENTO CONTROLADO

atualiza o registro do equipamento e anexa o Termo de Responsabilidade aos


demais documentos. É importante ressaltar que os documentos deverão
permanecer armazenados por, no mínimo, 5 anos.

6. INVENTÁRIO

O inventário do parque tecnológico do hospital é efetuado de acordo com as


diretrizes do CADERNOS DE PROCESSOS E PRÁTICAS DE ENGENHARIA
CLÍNICA da rede EBSERH. O mesmo deve ser executado com o preenchimento do
documento ANEXO Q: ID-40 - INVENTÁRIO DO PARQUE TECNOLOGICO REV.00.
Será efetuada atualização do levantamento a cada aquisição ou desativação de
equipamento. No levantamento devem ser anotados os seguintes dados:
a) Nome e modelo comercial do Equipamento;
b) Fabricante do equipamento;
c) Nome do detentor do registro no Brasil;
d) Número de série do equipamento;
e) Código de identificação individual do equipamento;
f) Partes e acessórios do equipamento;
g) Identificação do departamento/unidade ao qual pertence o equipamento de
saúde dentro do HUPAA.
Esses dados levantados serão completados no sistema de gerenciamento da
instituição GETS. O inventário será atualizado com a periodicidade de 12 meses.

7. REGISTRO HISTÓRICO DO EQUIPAMENTO

Os equipamentos serão cadastrados no sistema de gestão informatizado


(GETS) com todos os dados levantados durante a atualização do inventário, que
ocorre a cada aquisição ou desativação de EMH.
Após o preenchimento e formalização da transferência pela unidade de
patrimônio, uma solicitação de transferência dever ser formalizada através do GETS
para que a equipe de Engenharia Clínica transfira o bem.

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DOCUMENTO CONTROLADO

Em se tratando de transferências definitivas o encarregado da Empresa


terceirizada de engenharia clínica alterará, no cadastro do equipamento no GETS, o
novo setor. Já para os casos de empréstimo não será necessária a alteração.

8. ARQUIVOS DE REGISTROS

Todos as atividades desenvolvidas pela Engenharia Clínica a respeito dos


equipamentos médico-hospitalares serão registradas no sistema GETS.
Individualmente, os históricos dos equipamentos médicos serão alimentados de
acordo com as intervenções técnicas realizadas nos mesmos, registrando assim,
todos as atividades, bem como os responsáveis pelas intervenções.
Os dados serão devidamente armazenados nos servidores do sistema GETS.

9. TREINAMENTO

O cronograma dos treinamentos é baseado no CADERNOS DE PROCESSOS


E PRÁTICAS DE ENGENHARIA CLÍNICA da rede EBSERH.
O NEP – Núcleo de Ensino e Pesquisa do HUPAA realizará o levantamento
de demandas necessárias de treinamentos e encaminhará para o setor de
engenharia clínica.
O encarregado da terceirizada do setor de Engenharia Clínica deverá auxiliar
e/ou realizar a facilitação do treinamento.
Concomitantemente o encarregado de manutenção poderá elencar ou sugerir
possíveis treinamentos baseados nos indicadores de mau uso operacional fornecido
pelo GETS.
Sempre que uma tecnologia nova for incorporada na unidade, o treinamento
referente ao uso da mesma deve ser repassado para os setores que terão acesso a
essa tecnologia.
O treinamento será desenvolvido no documento ANEXO P: ID-32 –
CRONOGRAMA ANUAL DE TREINAMENTO REV.00 e deverá ser registrado
sempre no ANEXO O: ID-19 – REGISTRO DE TREINAMENTO REV.00.

10. ARMAZENAMENTO

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DOCUMENTO CONTROLADO

Todos os equipamentos de Backup ficam armazenados nas centrais de


equipamentos dispostas nos setores. Quando algum equipamento necessita passar
por intervenções prolongadas, o setor de engenharia clínica pode realizar a
sugestão de empréstimo entre setores, levando em consideração o impacto da
ausência desse equipamento no setor que emprestará o mesmo.

11. TRANSFERÊNCIA DE EQUIPAMENTOS MÉDICO-HOSPITALARES

O setor remetente da HUPAA que deseja transferir uma tecnologia para outro
setor da HUPAA deve preencher o formulário padronizado pela instituição através de
um processo no Sistema Eletrônico de Informações - SEI.
Após o preenchimento do documento, o setor destinatário assinará o mesmo e
o enviará ao Patrimônio. A Unidade de Patrimônio do HUPAA após o recebimento
desse documento formalizará a transferência e o setor remetente poderá solicitar o
recolhimento através do sistema GETS para a Engenharia Clínica, informando o
setor de destino do equipamento médico.

12. USO

O setor de engenharia clínica garante a integridade dos equipamentos médico-


hospitalares da instituição seguindo o fluxo de liberação de novas tecnologias
apenas mediante treinamento da equipe.
Assim como, desenvolve o cronograma dos treinamentos de acordo com a
descrição do ITEM 09 deste documento.

13. INTERVENÇÃO TÉCNICA

As intervenções técnicas da unidade são realizadas de acordo com os


anexos:
ANEXO R: ID - 72 CRONOGRAMA MENSAL DE RONDAS E MANUTENÇÕES
PROGRAMADAS 2021 E 2022 REV.00
ANEXO S: ID - 74 CRONOGRAMA ANUAL DE MANUTENÇÕES PROGRAMADAS
2021 E 2022 REV.00
ANEXO G: REALIZAR MANUTENÇÃO CORRETIVA DE EMH.

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14. DESINFECÇÃO DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS MÉDICO-


HOSPITALARES

A unidade segue a desinfecção dos equipamentos de acordo com o


procedimento no ANEXO W: PEC-033 - PROCEDIMENTO PARA A DESINFECÇÃO
DOS EQUIPAMENTOS MÉDICO-HOSPITALARES REV.00.

15. PROCEDIMENTO DE MANUTENÇÃO CORRETIVA

Manutenção corretiva configura-se em reparos executados nos equipamentos


médico-hospitalares que apresentam falhas, panes ou paradas durante o uso dos
mesmos.
Na unidade, o fluxo das manutenções corretivas é iniciado a partir da
requisição de serviço solicitada pelo setor através do sistema de gerenciamento
informatizado (GETS).
Caso na requisição esteja descrito atividades que não são de competência do
setor engenharia clínica, o encarregado rejeitará a ordem de serviço.
Quando a engenharia clínica recebe uma requisição dentro das suas
atribuições, o encarregado criará a ordem de serviço e a encaminhará para um dos
técnicos do setor de acordo com a priorização de atendimento.
O técnico designado realizará a visita ao setor solicitante para fazer o primeiro
atendimento. O mesmo deve realizar todos os serviços cabíveis para sanar o
problema no menor tempo possível, caso precise de reparo. Se não precisar de
reparo, o responsável pelo atendimento deverá orientar o solicitante do setor quanto
ao uso correto da tecnologia.
Estando o equipamento em garantia, em regime de comodato ou coberto por
contrato, o responsável pelo atendimento deverá direcionar a demanda para o
encarregado que passará o serviço para o fornecedor correspondente. Todas as
atividades realizadas durante o atendimento dos chamados deverão ser descritas e
registradas no sistema GETS.

16. PROCEDIMENTO DE MANUTENÇÃO PROGRAMADA

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O objetivo das manutenções programadas é executar atividades de forma


planejada que garantam a funcionalidade dos equipamentos evitando paradas
indesejáveis.
Devido o sistema GETS não possuir a função de gerar certificados de
manutenções preventivas e calibrações, a empresa terceirizada de engenharia
clínica usará o seu sistema de gestão apenas para essa funcionalidade até que o
sistema GETS disponibilize o módulo de calibração.
As manutenções programadas são divididas em:
Manutenção preventiva: a norma NBR 5462 da ABNT define como: “Manutenção
efetuada em intervalos predeterminados, ou de acordo com critérios prescritos,
destinada a reduzir a probabilidade de falha ou a degradação do funcionamento de
um item.”
Calibração: É um conjunto de atividades que estabelece uma correspondência
entre as leituras de um aparelho e a grandeza física por ele medida.
As calibrações executadas pela engenharia clínica seguem os requisitos da
norma NBR ISO IEC 17025:2017.
Segurança elétrica: A norma NBR – IEC 62353 da ABNT define como: “Condição
das medidas de proteção de um equipamento/sistema projetado e produzido em
conformidade com a ABNT NBR IEC 60601-1, limitando os efeitos da corrente
elétrica sobre um paciente,usuário ou outros indivíduos.”

Ronda Setorial: Realizada apenas nos setores críticos do hospital (Unidades de


Cirurgias/SRPA/CME, Unidade de Cuidados Intensivos e Semi-Intensivos, Unidade
de diagnóstico por Imagem, Unidade de Métodos Gráficos, Unidade de Laboratório
de Análises Clínicas, Unidade de Laboratório de Anatomia Patológica, e
Ambulatório).
Ronda Geral: Ronda Geral realizada em todos os setores do hospital com
Equipamentos Médico-Hospitalares

16.1 PROCEDIMENTOS DE MANUTENÇÕES PREVENTIVAS, CALIBRAÇÕES E


TESTES DE SEGURANÇA ELÉTRICA

Existem procedimentos de calibrações salvos no sistema de gestão utilizado


pela empresa terceirizada que são desenvolvidos de acordo com: classificação,

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modelo e marca do equipamento. Esses procedimentos são vinculados ao cadastro


dos equipamentos no sistema.
Sempre que o encarregado gerar um plano de manutenção de calibração o
procedimento aparecerá automaticamente na ordem de serviço que será criada de
acordo com a programação.
As manutenções preventivas serão executadas pelo sistema GETS. O
encarregado fará o cadastro dos planos de manutenções preventivas no sistema.
Após a criação dos planos, o mesmo fará a impressão dos procedimentos gerados
pelo GETS.
Após o preenchimento desses procedimentos físicos, os técnicos e auxiliares
terão de passar todas as informações para o GETS, onde ficará armazenada as ma
manutenções preventivas.
Os testes de segurança elétrica serão alimentados no software próprio do
analisador. Durante a realização dos testes, o responsável pela execução fará a
alimentação dos dados do equipamento e no fim da atividade poderá imprimir os
certificados.

Os técnicos deverão preencher o procedimento de manutenção preventiva e


calibração conforme abaixo:
✓ Para itens que estão conforme;
X Para itens que não estão conforme;
N.A Para itens que não se aplicam.

Nos procedimentos de manutenções preventivas não é necessário o


preenchimento do número de certificado. O número será gerado automaticamente
no sistema.
Nos procedimentos de calibrações, o técnico executor deve gerar o número do
certificado seguindo a ordem: (TAGDAUNIDADE-ANO/MÊS/DIA/HORA/MINUTO) e
assinar o procedimento.

16.2 CERTIFICADOS

Os certificados de calibração são emitidos após a alimentação dos


procedimentos no sistema de gestão da terceirizada. O mesmo só poderá ser
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emitido pelo encarregado da empresa terceirizada de engenharia clínica ou por


outros funcionários sob sua supervisão. O documento conterá todos os dados
necessários para atender a NBR ISO IEC 17025:2017.

16.3 ETIQUETAGEM

Para cada tipo de intervenção programada foi criada uma etiqueta. Após a
realização das manutenções programadas, os equipamentos receberão etiquetas e
o técnico executor deverá realizar o preenchimento com os dados: número de
certificado, quando for necessário, data da manutenção, data da próxima
manutenção e assinatura do técnico.
As validações térmicas e validações de fluxos receberão etiquetas de acordo
com a padronização das empresas que prestarão serviços para a empresa
terceirizada de engenharia clínica.

16.3.1 Não aprovado:

Imagem 01

A etiqueta de “não aprovado” é inclusa nos equipamentos que precisam


passar por intervenções corretivas. Após a identificação, o técnico pedirá para que o
responsável do setor abra uma requisição de serviço no sistema GETS.

16.3.2 Manutenção preventiva:

Imagem 02

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16.3.3 Calibração:

Imagem 03

16.3.4 Teste de segurança elétrica:

Imagem 04

16. 4 CRONOGRAMAS

Foram desenvolvidos dois cronogramas para o controle das manutenções


programadas. Os documentos são: ANEXO R: O ID-72 – CRONOGRAMA MENSAL
DE RONDAS E MANUTENÇÕES PROGRAMADAS REV.00 que contém o
detalhamento de todas as atividades programadas desenvolvidas durante os meses
e o ANEXO S: ID-74 – CRONOGRAMA ANUAL DE MANUTENÇÕES
PROGRAMADAS REV.00 que contém o resumo de todas as manutenções
programadas que serão executadas durante o ano.
16.4.1 Contratos específicos de manutenção:

EMPRESA TESTE DE MANUTENÇÃO


RESPONSÁVEL SEGURANÇA PREVENTIVA CALIBRAÇÃO
EQUIPAMENTO ELÉTRICA
Mamógrafo GE Não se aplica Julho Não se aplica
Tomógrafo CANON Não se aplica
Não se aplica Julho e setembro
Camâra Gama SIEMENS Não se aplica Não se aplica Não se aplica
Agosto,Fevereiro
Impressoras AGFA Não se aplica e Maio Não se aplica
Ressonância Não se aplica Setembro, Não se aplica
magnética GE Outubro e
Novembro
Tabela 01

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Esses equipamentos possuem contratos geridos por servidores do hospital.


A empresa terceirizada de engenharia clínica auxilia os gestores no
acompanhamento dessas manutenções.

17. CRITÉRIOS DE ANÁLISE DE RISCO

Para calcular o grau de criticidade de cada equipamento foi considerado,


além da função e risco, a importância estratégica de cada equipamento em relação à
operação, Já que certos equipamentos, ao sofrerem uma parada, causam grandes
perdas financeiras à instituição de saúde a qual os mesmos pertencem.

17.1 CLASSIFICAÇÕES DOS EQUIPAMENTOS

Imagem 06

Suporte à Vida – Equipamentos utilizados para sustentar a vida de um paciente


após a falha ou insuficiência de um ou mais órgãos vitais.
Enquadram-se: Ventilador Pulmonar, Umidificador, blender, Cardioversor, Aparelho
de Anestesia.

Terapia – Equipamento destinado ao tratamento de patologias, incluindo a


substituição ou modificação da anatomia ou processo fisiológico do organismo
humano.
Enquadram-se: Bisturi Elétrico, Fototerapia, Incubadora, Berço Aquecido,
equipamentos de fisioterapia (Tens, Ondas Curtas, Laser e etc.).

Diagnóstico – Equipamento destinado à detecção de informações do organismo


humano para auxílio ao procedimento clínico.

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Enquadram-se: Monitor multiparâmetro, eletrocardiógrafo, oxímetro, equipamentos


de imagem (raio x, ressonância), ultrassom, detector fetal, esfigmomanômetro.

Análise – Equipamentos de laboratório e relacionados ou equipamentos de


informática médica.
Enquadram-se: Centrifuga, Banho Maria, Microscópio.

Equipamento de apoio – Equipamento destinado a fornecer suporte a


procedimentos diagnósticos, cirúrgicos e terapêuticos.
Enquadram-se: Negatoscópio, Foco Cirúrgico, Cama Elétrica, Aspirador cirúrgico,
Mesa Cirúrgica e Autoclave.
Tendo assim cada categoria de equipamentos sua pontuação na escala de
equipamentos críticos:

Imagem 07

17.2 CLASSIFICAÇÃO DOS RISCOS FÍSICOS

Morte – falha no equipamento pode levar a morte do paciente.


Injúria – falha no equipamento pode produzir dano permanente ao paciente ou ao
operador.
Terapia ou Diagnóstico falho – falha no equipamento pode induzir a um
diagnóstico inapropriado ou a uma terapia inadequada.

Imagem 08

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17.3 GRAUS DE IMPORTÂNCIA “ABC”

A curva ABC é um método de classificação de informações, que permite


destacar os itens que – mesmo estando em menor quantidade numérica –
representam para a instituição o maior grau de importância ou impacto.

Grau A – A falta do equipamento impacta diretamente na interrupção do serviço, na


perda de receita da instituição ou mesmo coloca em risco sua credibilidade junto ao
paciente. Equipamentos enquadrados nesta faixa são impossíveis de serem
substituídos em um curto espaço de tempo, seja por serem únicos na instituição ou
por serem equipamentos fixos ou de difícil mobilidade. Exemplo: Ressonância
Magnética, Raio X, Autoclave, Foco Cirúrgico, etc.

Grau B–Equipamentos que podem impactar de forma direta no cuidado ao paciente


ou mesmo na perda de receita da instituição, interrompendo o funcionamento de um
leito ou mesmo cancelando uma cirurgia, por exemplo. Os equipamentos aqui
enquadrados possuem um valor de aquisição moderado e possuem unidades iguais
ou similares dentro da instituição, tornando possível sua substituição de forma mais
rápida. Exemplos: Aparelho de Anestesia; Mesa Cirúrgica.

Grau C – Falta do equipamento não acarreta paralisação nos serviços de


assistência. Equipamento facilmente substituível seja pela existência de inúmeros
outros similares na instituição ou mesmo devido à maior facilidade de compra.
Exemplos: Monitor Multiparâmetro, Oxímetro; Cardioversor, Esfigmomanômetro.

Imagem 09

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17.4 FAIXA DE CRITICIDADE

Assim, para obter o grau de criticidade do equipamento existirá a expressão:


C = F + RF + ABC
Sendo:
C: Criticidade
F: Função
RF: Risco Físico
ABC: Grau de importância ABC
Exemplo:

Imagem 11

E assim serão realizadas as classificações dos equipamentos nas seguintes faixas:


Baixa criticidade – Índice de criticidade variando de 04 a 11
Média criticidade – Índice de criticidade variando entre 12 a 18
Alta criticidade – Índice de criticidade variando entre 19 e 27.

A classificação de riscos do parque tecnológico do HUPAA será finalizada até


primeira quinzena do mês de DEZEMBRO/2021.

18. DESATIVAÇÃO

A desativação dos equipamentos segue o procedimento ANEXO K: REALIZAR


DESATIVAÇÃO E DESCARTE DE EMH.
O encarregado da empresa terceirizada de engenharia clínica após determinar
o critério de obsolescência do equipamento de acordo com o procedimento citado
acima, deverá preencher o documento ANEXO U: ID - 75 FORMULÁRIO PARA
DESATIVAÇÃO DE EMH REV.00 e acionar o setor de patrimônio para fazer o
recolhimento do equipamento.

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19. REFERÊNCIAS

Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT; Diretrizes para um programa de


gerenciamento de equipamentos de infraestrutura de serviços de saúde e de
equipamentos para a saúde. Norma (ABNT, 2011) NBR 15943/2011 . Rio de
Janeiro, 2011.

Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT; Equipamento eletromédico —


Ensaio recorrente e ensaio após reparo de Equipamentoeletromédico.Norma
(ABNT,2019) NBR 62353/2019. Rio de Janeiro,2019.

Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT; Requisitos gerais para a


competência delaboratórios de ensaio e calibração.Norma (ABNT,2017) NBR
17025/2017. Rio de Janeiro,2017.

RDC nº 20, de 26 de MARÇO de 2012 - Dispõe sobre o gerenciamento de


tecnologias em saúde em estabelecimentos de saúde.

RDC nº 185, de 22 de outubro de 2001 - Dispõe sobre registro, dispensa, alteração,


revalidação ou cancelamento de registro de produtos para saúde.

Silva,S.R.;Morais,M.K.;Medeiros,C.A;Filho,S.G.J.;Mendes,F.S.;Filho,Santos,F.F.;Oliv
eira,V.J.E.;CADERNOS DE PROCESSOS E PRÁTICAS DE ENGENHARIA
CLÍNICA. Brasília;EBSERH,2018.

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Documento - PGEMH (19394540) SEI 23540.002041/2022-42 / pg. 26


CADERNO DE PROCESSOS E PRÁTICAS
DE ENGENHARIA CLÍNICA

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Documento - Caderno de Processos e Práticas de EC (19394631) SEI 23540.002041/2022-42 / pg. 28
CADERNOS DE
PROCESSOS E PRÁTICAS
DE ENGENHARIA CLÍNICA

Documento - Caderno de Processos e Práticas de EC (19394631) SEI 23540.002041/2022-42 / pg. 29


® 2018, Ebserh. Todos os direitos reservados
Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – Ebserh
www.ebserh.gov.br

Material produzido pelo Serviço de Infraestrutura Tecnológica /CIFT/DAI Ebserh.


Permitida a reprodução parcial ou total, desde que indicada a fonte e sem fins
comerciais.

Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – Ministério da Educação

Cadernos Ebserh de Engenharia Clínica. 1ª edição – Produzido pelo


Serviço de Infraestrutura Tecnológica – Brasília: EBSERH – Empresa
Brasileira de Serviços Hospitalares, 2018. 106p.

Palavras-chaves: 1 – Caderno; 2 – Processo; 3 – Melhores práticas.

Setor Comercial Sul - SCS, Quadra 09, Lote C, Ed. Parque Cidade Corporate,
Bloco C, 1º ao 3º pavimento | CEP: 70.308-200 | Brasília-DF |
Telefone: (61) 3255-8900 | Site: www.ebserh.gov.br
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CADERNOS DE PROCESSOS E
PRÁTICAS DE ENGENHARIA
CLÍNICA

1ª edição – 2018

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ROSSIELI SOARES DA SILVA
Ministro de Estado da Educação

KLEBER DE MELO MORAIS


Presidente

ARNALDO CORREIA DE MEDEIROS


Diretor Vice-Presidente Executivo - Substituto

ARNALDO CORREIA DE MEDEIROS


Diretor de Atenção à Saúde

JAIME GREGÓRIO DOS SANTOS FILHO


Diretor de Administração e Infraestrutura

SÔNIA FAUSTINO MENDES


Diretor de Orçamento e Finanças

JAIME GREGÓRIO DOS SANTOS FILHO


Diretor de Gestão de Pessoas - Substituto

FLÁVIO FERREIRA DOS SANTOS


Diretor de Tecnologia da Informação

COORDENAÇÃO

EDUARDO JORGE VALADARES OLIVEIRA


Coordenador de Infraestrutura Física e Tecnológica

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SUMÁRIO
INTRODUÇÃO PÁGINA 4
CONTEXTUALIZAÇÃO PAGINA 6
O QUE É ENGENHARIA CLÍNICA? PÁGINA 8
O QUE É O CADERNO DE PROCESSOS E PRÁTICAS DE ENGENHARIA CLÍNICA? PÁGINA 9
METODOLOGIA PÁGINA 10
LINHA DO TEMPO PÁGINA 12
MÉTODO DE CONSTRUÇÃO DO CADERNO DE PROCESSOS E PRÁTICAS DE ENGENHARIA CLÍNICA PÁGINA 14
MODELO DE REFERÊNCIA: PROCESSOS, PRÁTICAS E INDICADORES PÁGINA 44
ARQUITETURA DE PROCESSOS PÁGINA 46
PROCESSOS, PRÁTICAS E RESULTADOS ALCANÇADOS COM A IMPLANTAÇÃO PÁGINA 48
DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA PÁGINA 88
LEGISLAÇÃO APLICÁVEL PÁGINA 90
BIBLIOGRAFIA RECOMENDADA PÁGINA 91
ANEXOS PÁGINA 96
ANEXO 1: GLOSSÁRIO PÁGINA 98
ANEXO 2: MÉTODO DE REPLICAÇÃO PÁGINA 100
ANEXO 3: AVALIAÇÃO DE MATURIDADE DO PROCESSO PÁGINA 101
ANEXO 4: GESTÃO DE INDICADORES E MEDIDAS PÁGINA 102
ANEXO 5: MAPA DE DOCUMENTOS INTERNOS PÁGINA 103
ANEXO 6: PADRÃO DE IDENTIDADE VISUAL DA ENGENHARIA CLÍNICA PÁGINA 104

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INTRODUÇÃO

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Documento - Caderno de Processos e Práticas de EC (19394631) SEI 23540.002041/2022-42 / pg. 35
CONTEXTUALIZAÇÃO
Desde a criação da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares em 2012, o Serviço de Infraestrutura Tecnológica busca empreender iniciativas junto aos Hospitais
Universitários Federais (HUF) com o intuito de modernizar a gestão e reforçar seu papel estratégico na formação de profissionais de saúde, na prestação de assistência à
saúde à população usuária do Sistema Único de Saúde (SUS) e no desenvolvimento do conhecimento científico e tecnológico. O presente trabalho contribui para o alcance
destes objetivos, pois qualifica os processos de Engenharia Clínica executados no âmbito dos hospitais da rede Ebserh e fornece diretrizes norteadoras para que haja uma
padronização do nível de qualidade e resultados exigidos na gestão dos equipamentos médico hospitalares.

A Construção do Caderno de Processos e Práticas de Engenharia Clínica teve início em 2014 e contou com o apoio de consultoria externa e diversas reuniões presenciais e
videoconferências com engenheiros clínicos na rede Ebserh, bem como, visita a 6 hospitais de diferentes Unidades da Federação para implantação piloto dos modelos de
referência construídos. Posteriormente, criou-se um método para implantação em larga escala destes modelos de referência, o qual foi aplicado em 21 Hospitais
Universitários Federais.

Reuniões Implantação de Implantação do Caderno de


presenciais e virtuais piloto em 6 HUFs modelo de referência Processos e Práticas
em 21 HUFs de Engenharia Clínica

Após mapeamento de informações, processos e procedimentos técnicos, junto aos HUFs ao longo dos últimos 4 anos, e realização de testes de validação in lco, foram
consolidados os resultados obtidos por meio do presente instrumento. De forma esquemática, o projeto percorreu as seguintes etapas:

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1. Conhecer 6. Ajustar e
e Estruturar 2. Debater 3. Testar 4. Refinar 5. Escalar Publicar

A dinâmica colaborativa entre Ebserh Sede e HUFs para estabelecer consensos sobre as melhores práticas a serem adotadas pelo serviço de Engenharia Clínica
demonstrou a força e o potencial da rede para a troca de conhecimento e experiências, evidenciando o potencial de produção tecnológica em rede, devidamente alinhado a
legislação e evidências científicas.

Como alicerce do processo desenvolvido para confecção desse trabalho, a equipe envolvida adotou a metodologia de gestão de processos como ferramenta norteadora.
Tal prática permitiu a abordagem de aspectos acessórios importantes, situados além das tradicionais barreiras funcionais, com o foco no paciente, na assistência à saúde e
no ensino e pesquisa como objetivos principais. A visão de processos forneceu aos hospitais da Rede uma plataforma comum. o que permitiu a troca de experiências entre
diferentes realidades, contribuindo para a criação de práticas robustas, eficazes e replicáveis descritas neste documento.

As práticas recomendadas para cada uma das atividades permitirão às equipes da Rede Ebserh maior clareza quanto aos direcionamentos para a gestão de cada um dos
processos aqui tratados, além de fornecerem insumo para a identificação de práticas que possuam potencial de melhoria. Além disso, permitirá o monitoramento
sistêmico das atividades e ações dos Setores/Unidades de Engenharia Clínica no âmbito dos hospitais da EBSERH, contribuindo para a melhoria dos processos de gestão,
governança e transparência.

Nas próximas páginas do documento, o leitor encontrará a definição de engenharia clínica, processos e práticas; o método detalhado de construção e implantação do
Caderno de Processos e Práticas de Engenharia Clínica; a arquitetura de processos e os processos de Engenharia Clínica com definição, diagramas e manuais;
documentos de referência; e anexos relevantes para consulta.
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O QUE É ENGENHARIA CLÍNICA
A Engenharia Clínica é um campo do conhecimento que deriva da engenharia biomédica e que foca na
gestão de tecnologias em saúde, mais especificamente, equipamentos médico hospitalares (EMH).
Conforme definido pelo Manual para Regularização de Equipamentos Médicos da Anvisa (2017),
define-se como EMH aqueles equipamentos de uso em saúde, com finalidade médica, odontológica, Engenharia
laboratorial ou fisioterápica, utilizado direta ou indiretamente para diagnóstico, terapia, reabilitação
Biomédica
ou monitorização de seres humanos, e, ainda, os com finalidade de embelezamento e estética.
Engenharia
O Setor/Unidade de Engenharia Clínica nos Hospitais Universitários Federais (HUF) da Rede Ebserh Clínica
é a área responsável pela gestão de todos os EMH utilizados na assistência ou no ensino e pesquisa,
sejam eles próprios, alugados, comodatados ou emprestados. É um importante componente na
Gestão de
Tecnologias
gestão hospitalar pois, por meio das rotinas de manutenção programada e corretiva garante a em Saúde
segurança do paciente e dos colaboradores atuando sempre em parceria com outras áreas do HUF
em prol do alcance deste objetivo. EMH

No âmbito da Ebserh, a engenharia clínica é a área responsável por aplicar e desenvolver os


conceitos de engenharia no planejamento, aquisição, padronização e definição de práticas gerenciais
aos “equipamentos médicos sob regime de vigilância sanitária” e suas partes, peças e acessórios,
cujo resultado visa manter o adequado funcionamento de todos os equipamentos médicos do
hospital, controlando e mitigando riscos, proporcionando segurança, qualidade e eficácia nos
cuidados dispensados ao paciente.

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O QUE É O CADERNO DE PROCESSOS E PRÁTICAS DE ENGENHARIA CLÍNICA
Segundo o BPM CBOK (3ª edição) processo é uma sequência lógica de atividades interdependentes, ou seja, conjunto de tarefas necessárias para entregar uma parte
específica e definível de um produto ou serviço, ordenadas no tempo e espaço de forma encadeada. As atividades ocorrem como resposta a eventos, possuindo um objetivo
– resultado esperado -, início, fim, entradas e saídas bem definidos.

O Caderno de Processos e Práticas de Engenharia Clínica é a qualificação dos processos da Engenharia Clínica, contendo o detalhamento das atividades por meio da
descrição das práticas de execução, bem como indicadores para mensuração do desempenho dos processos.

As práticas são as formas de se executar uma atividade, ou seja, é o 2º nível de detalhamento do processo. O
princípio utilizado para a definição das melhores práticas foi a construção coletiva proporcionada pela
PROCESSO
interação com os Hospitais Universitário Federais ao longo da construção deste instrumento, o qual passou
por um refinamento após a implantação ocorrida em 26 HUFs da rede EBSERH.

As melhores práticas são aquelas práticas ou ações que tem se mostrado superiores em resultados,
ATIVIDADE PRÁTICAS
selecionadas por um processo sistemático e julgadas como exemplares, boas ou de sucesso demonstrado. 2º NÍVEL DE DETALHAMENTO
11 ........................
Tais práticas fazem parte de um método que consiste em estabelecer técnicas reconhecidas pelos resultados ........................
1º NÍVEL DE 22
gerados como as recomendadas para executar determinada atividade, neste caso, a manutenção e gestão de DETALHAMENTO 33 ........................
equipamentos médicos-assistenciais e, assim, permitir às equipes maior clareza quanto às melhorias a
serem implantadas para a geração de melhores resultados, em qualidade, segurança e eficiência.

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METODOLOGIA

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LINHA DO TEMPO | Visão geral da atuação do Serviço de Infraestrutura Tecnológica na construção do Caderno de Processos e Práticas

2014 2016

Visão inicial dos processos Definição dos Indicadores


Início do levantamento dos processos
Definição dos indicadores de desempenho
principais macroatividades de Engenharia
dos processos e das boas práticas já
clínica que ocorrem no âmbito dos HUFs.
executadas nos HUFs.

Detalhamento das práticas


Detalhamento das macroatividades dos
processos em atividades e sugestão de
práticas de execução.

2015
16
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2018

Replicação em Escala
Replicação em 21 HUFs da Rede Ebserh e
implantação da ferramenta de coleta de
indicadores

Teste e Refinamento Ajuste e Publicação do Caderno


Implantação do piloto em 6 HUFs, além da Disponibilização dos materiais
construção do Método de Replicação e do construídos e práticas estabelecidas
refinamento das práticas e indicadores

2017 2019
17
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MÉTODO DE CONSTRUÇÃO | As seis etapas da metodologia, que aconteceram cronologicamente

1. Conhecer e Estruturar 2. Debater 3. Testar

Discussão sobre temas


primordiais para a estruturação
Realização de implantação
Escolha dos processos que dos serviços de engenharia
piloto e acompanhamento do
seria mapeados, seguido de clínica, sendo o deste caderno:
Projeto de Qualificação da
construção do fluxo-base “Padrão de termo de referência
Engenharia Clínica em
de cada um. para contratação de serviços e
hospitais priorizados.
processos de engenharia
clínica”.

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4. Refinar 5. Escalar 6. Ajustar e Publicar

Aperfeiçoamento dos Replicação dos resultados Compilação dos documentos


indicadores, atualização dos alcançados em 21 hospitais em um Caderno de
processos e definição de da Rede, sob orientação de Processos e Práticas da
melhores práticas documento específico Engenharia Clínica

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1. CONHECER E
ESTRUTURAR
2. DEBATER
3. TESTAR
4. REFINAR
5. ESCALAR
6. AJUSTAR E
PUBLICAR

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20
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1. CONHECER E ESTRUTURAR
A primeira etapa da construção do Caderno foi a definição de quais processos seriam trabalhados. Esta etapa foi desenvolvida ainda na sede, pelo Serviço de Mapeamento
e Análise de Processos. Considerando a capacidade operacional da EBSERH foi definido inicialmente um total de 7 processos a serem descritos em 2014.

P3
P1 P2 Treinar P4
profissional Realizar
Planejar Realizar
para uso Manutenção
aquisição de ativação de
e/ou Corretiva em
EMH EMH
Manutenção EMH
de EMH

P5
Desenvolver
P6 P7
Realizar
Cronograma Realizar
Manutenção
de Desativação
Programada
Manutenção de EMH
de EH
Programada

22
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Optou-se por priorizar esses processos por compreenderem basicamente o ciclo de vida útil de um EMH no hospital, sendo essencial garantir o padrão de qualidade do que
tange à execução destes processos. Embora houvesse uma ideia inicial de quais seriam os processos, admitia-se, desde o início, que ao longo do levantamento das
práticas poderiam haver alterações conforme a imersão na realidade dos hospitais.

Após a definição dos processos que seriam tratados, realizou-se a


construção do fluxo base de cada um dos processos. Estes fluxos foram
P1: PLANEJAR AQUISIÇÃO DE EMH
desenhados segundo a notação Business Process Modeling Notation
(BPMN), e tinham como intuito representar de maneira ampla cada um dos
processos a serem trabalhados para que os hospitais pudessem se ATIVIDADE ATIVIDADE ATIVIDADE ATIVIDADE ATIVIDADE
1 2 3 4 5
identificar com o material descrito e efetuarem o detalhamento das INÍCIO FIM

atividades em momento posterior – o detalhamento corresponde às


práticas de execução.

Para estruturar uma versão inicial destes processos, no que tange ao levantamento das principais atividades, os serviços de Infraestrutura Tecnológica e de Mapeamento
e Análise de Processos imergiram em algumas unidades hospitalares da rede Ebserh e captaram as principais atividades para construção da primeira versão dos
processos supramencionados.

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1. CONHECER E
ESTRUTURAR
2. DEBATER
3. TESTAR
4. REFINAR
5. ESCALAR
6. AJUSTAR E
PUBLICAR

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2. DEBATER
Após levantamento inicial da estrutura dos processos priorizados, o Serviço de Infraestrutura Tecnológica
avaliou o material produzido e instituiu um projeto interno com 5 (cinco) temas diferentes, os quais foram
considerados primordiais para a estruturação dos serviços de engenharia clínica:
1) Infraestrutura necessária para operacionalizar o serviço de engenharia clínica;
2) Padrão de termo de referência para contratação de serviços de engenharia clínica e processos de
engenharia clínica;
3) Sistema de gestão de engenharia clínica;
4) Atribuições e competências do Setor/Unidade de Engenharia Clínica;
5) Interfaces do Setor/Unidade de Engenharia Clínica com demais setores/unidades do HUF.

Cada tema deu origem a um Grupo de Trabalho Técnico (GTT), os quais tiveram como missão debater a temática em questão e efetuar proposições para a Ebserh Sede. As
decisões sobre as proposições feitas ficaram a cargo da Diretoria de Administração e Infraestrutura, visto que os GTTs não possuíam caráter deliberativo.

No ano de 2015, o Serviço de Infraestrutura Tecnológica abriu um cadastro no Sistema de Acompanhamento de Projeto Especializado (SAPE) para inscrição de
engenheiros clínicos da rede EBSERH, a fim de compor os grupos de cada tema. Findado o prazo de inscrições, foi realizada votação interna para o papel de líder de cada
grupo, os quais foram responsáveis por gerir o cronograma de trabalho e de discussões no âmbito de seus temas. Foi estabelecido um prazo padrão de 90 dias para
encerramento das discussões de cada grupo.

Em maio de 2016 o Serviço de Infraestrutura Física e Tecnológica instituiu espaços de discussão coletiva para que todos os profissionais que trabalhassem com engenharia
clínica na rede Ebserh pudessem opinar sobre as proposições feitas pelos grupos. O tempo de duração das rodadas de discussão foi de 45 dias.

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Após as rodadas de discussão, os GTTs realizaram análises das sugestões e construíram um documento contendo a situação de aprovação de cada uma delas, com as
devidas justificativas de embasamento. Este foi disponibilizado a toda Rede Ebserh por meio de plataforma informatizada interna.

Por fim, os Grupos de Trabalho Técnicos elaboraram um relatório final o qual constituiu o produto da etapa de debates, contendo:
• Produto final;
• Relatório gerencial da construção coletiva; e
• Relatório analítico: detalhamento das contribuições , deliberações e justificativas.

O tema principal do presente documento, ou seja, processos e práticas, foi contemplado pelo Grupo de Trabalho Técnico 2 (GTT2 – Padrão de termo de referência para
contratação de serviços de engenharia clínica e processos de engenharia clínica), o qual teve como um de seus principais objetivos qualificar o documento técnico
produzido na etapa anterior (1.Conhecer e Estruturar), Para detalhamento do produto técnico, o Serviço de Mapeamento de Processos deu o suporte necessário ao Serviço
de Infraestrutura Tecnológica para conduzir os trabalhos com o Grupo de Trabalho Técnico complementar, que também apoiou na estruturação dos indicadores de
desempenho que seriam relevantes para acompanhamento periódico do desempenho dos hospitais.

O Produto Final entregue contemplou os processos para os setores/unidades de engenharia clínica, com fluxos e manuais contendo as atividades e práticas – os quais
foram produzidos com o apoio do Serviço de Mapeamento e Análise de Processos. Além disso, para a mensuração do desempenho dos processos, foram definidos um
conjunto de 41 indicadores, dentre eles alguns obrigatórios e outros recomendados.

A partir desta etapa, o nome dado para os documentos técnicos produzidos – processos, manuais e indicadores – passou a ser Modelo de Referência. Caso queiram citar a
portaria que institui este grupo de trabalho, é só me passar o número.

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1. CONHECER E
ESTRUTURAR
2. DEBATER
3. TESTAR
4. REFINAR
5. ESCALAR
6. AJUSTAR E
PUBLICAR

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3. TESTAR
Com a elaboração do Modelo de Referência foi dado início ao Projeto de Qualificação da Engenharia Clínica. O principal objetivo deste projeto foi verificar se as orientações
técnicas contidas nos documentos produzidos – processos, manuais e indicadores - eram aplicáveis na rotina de gestão diária dos Setores/Unidades de Engenharia
Clínica, bem como, verificar os resultados que eram possíveis de serem alcançados com a adoção destas orientações.

Para isso, foi conduzida a implantação piloto do Projeto Qualificação da Engenharia Clínica em 6 (seis) Hospitais Universitários Federais: Hospital Universitário Cassiano
Antônio Moraes (HUCAM/UFES), Hospital Universitário Walter Cantídio (HUWC/UFC), Maternidade Escola Assis Chateaubriand (MEAC/UFC), Hospital Universitário da
Universidade Federal do Maranhão (HU/UFMA), Hospital Universitário da Universidade Federal de Juiz de Fora (HU/UFJF) e Hospital Universitário de Brasília (HUB/UNB).
A etapa contou ainda com a participação do Hospital das Clínicas de Goiás (HC-UFG), o qual contribuiu para o teste dos indicadores priorizados, antes do início da
implantação piloto nos 6 (seis) HUF supramencionados.

A implantação deve duração de 6 meses em cada hospital, sendo esta divida em duas fases:

Fase Presencial Fase Remota


(Duração: 1 mês) (Duração: 5 meses)

Para a execução da implantação piloto, o Serviço de Infraestrutura Tecnológica contou com o apoio do Serviço de Mapeamento e Análise de Processos. Desta forma, foram
formadas Equipes de Implantação, compostas por 1 consultor terceirizado, 1 representante do Serviço de Infraestrutura Tecnológica e 1 representante do Serviço de
Mapeamento e Análise de Processos.

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HU
(UFMA) MEAC
(UFC)

HUWC
(UFC)

HUB
(UNB)

HC
HUCACM
(UFG) (UFES)

HU
(UFMG)

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3. TESTAR | Fase Presencial
a) Apresentação do Projeto para a Governança do HUF c) Priorização dos Pontos de Melhoria e Construção
de Soluções
Etapa de mobilização das equipes envolvidas por meio da apresentação do Etapa de análise das diferenças encontradas entre os processos de referência e
escopo do projeto, detalhamento do cronograma, dos produtos e dos resultados os processos executados pelo HUF, visando identificar e priorizar os pontos de
esperados. melhoria que seriam sanados nos próximos meses de implantação, bem como,
construir as propostas de solução. A análise dos indicadores também foi

b) Levantamento da situação atual do Serviço de essencial para trazer uma dimensão quantitativa para o diagnóstico em pauta. A

Engenharia Clínica do HUF priorização dos pontos de melhoria foi conduzida junto com a equipe do
Setor/Unidade de Engenharia Clínica. O desenho das propostas de solução,
Etapa de análise dos processos executados pelo Setor/Unidade de Engenharia
sempre que possível, buscou envolver todos os atores que possuíam interface
Clínica,, comparando estes com o Modelo de Referência idealizado pelo GTT2
com os processos analisados. O princípio da construção colaborativa foi a
(processos e manuais), bem como, mensuração dos indicadores de desempenho.
principal diretriz norteadora desta etapa, configurando-se como o ponto chave
Durante todo o levantamento da situação atual, a Equipe de Implantação se
para o sucesso do projeto. Tanto os pontos de melhoria quanto as soluções
preocupou em entender as especificidades e contexto específicos de cada HUF,
idealizadas foram validadas com a Governança de cada HUF, o que trouxe apoio e
para compreender até que ponto as diferenças encontradas entre as práticas do
legitimidade para as etapas que se seguiram.
HUF e aquelas padronizadas nos processos de referência eram necessárias e
salutares para a rotina do HUF, devido a especificidade em questão, e até que
ponto se configuravam como reais necessidades de melhoria.

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d) Adequação do Modelo de Referência à realidade do e) Elaboração do Plano de Implementação
HUF
Etapa de adequação dos fluxos, manuais e indicadores à realidade do HUF. Para Etapa que consistiu na elaboração de uma ferramenta contendo as melhorias
isso foi conduzido o redesenho do processo, ou seja, utilizou-se o processo do priorizadas e o passo a passo para implementação, contendo responsáveis,
Modelo de Referência como base e as especificidades do HUF e as melhorias prazos e status. Esta ferramenta foi o principal insumo para os
priorizadas serviram de insumo para a adequação. Esta etapa foi considerada acompanhamentos realizados pela Equipe de Implantação junto ao
pela Equipe de Implantação como uma “via de mão dupla”, ou seja, ao mesmo Setor/Unidade de Engenharia Clínica do HUF, e formalizou o compromisso com
tempo em que a realidade do HUF era transformada o Modelo de Referência as tarefas pactuadas na reunião de encerramento da Fase Presencial.
também era amadurecido com os aprendizados práticos adquiridos no HUF. Um
ponto importante a ser ressaltado foi a preocupação da Equipe de Implantação f) Encerramento da Fase Presencial
em gerar ganhos rápidos para o HUF, ou seja, selecionar as melhorias de fácil e Etapa que consistiu na apresentação para a Governança do HUF dos resultados
rápida implantação (ganhos rápidos) para acelerar seu desenvolvimento junto alcançados com as melhorias de ganho rápido, das principais ações contidas no
com a equipe do Setor/Unidade de Engenharia Clínica. Isto permitiu que no Plano de Implementação e da rotina de monitoramento que seria conduzida pela
encerramento da Fase Presencial – ou seja – em 1 mês - fosse possível já Equipe de Implantação na Fase Remota.
apresentar resultados alcançados com o projeto.

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3. TESTAR | Fase Remota
A Fase Remota teve duração de 5 (cinco) meses e abarcou a seguinte etapa única:

Monitoramento da Implementação
Etapa que consistiu em acompanhamento mensal por meio de videoconferência realizada pela Equipe de Implantação junto ao Setor/Unidade de Engenharia,
envolvendo a Governança quando necessário. Nestas reuniões eram abordadas as evoluções em duas frentes

ANÁLISE DOS INDICADORES PLANO DE IMPLEMENTAÇÃO

Tempo Médio 1º Atendimento Técnico


(em minutos)

54

36

Média 2016 Fev/17 - Abr/17

Foi com base nesta etapa que o Serviço de Infraestrutura Tecnológica pôde confirmar o resultado potencial das principais práticas contidas no Modelo de Referência.

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Algumas ferramentas utilizadas ao longo da implantação piloto foram extremamente importantes no contexto de apresentação das ideias e aprendizados, dentre as quais
pode-se exemplificar:

Business Process Modeling Notation (BPMN): desenho de fluxos com o intuito de representar os processos a serem
trabalhados, para que os hospitais pudessem, de maneira simples e didática, identificar o conteúdo descrito os
processos.

Microsoft Excel: essencial para cálculo dos indicadores e tratamento das bases de dados disponibilizadas pelos
Setores/Unidades de Engenharia Clínica.

Microsoft PowerPoint: essencial tanto na apresentação inicial do projeto, quanto na apresentação do diagnóstico
da fase de levantamento de informações e demonstração das sugestões de melhorias e propostas de ações ao
final da imersão para a governança dos hospitais.

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1. CONHECER E
ESTRUTURAR
2. DEBATER
3. TESTAR
4. REFINAR
5. ESCALAR
6. AJUSTAR E
PUBLICAR

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4. REFINAR
Com o encerramento da implantação piloto foi identificado e mapeado um processo que passou a fazer parte do Modelo de Referência, em virtude do reconhecimento de
sua importância pela Equipe de Implantação e pelos hospitais que receberam o Projeto de Qualificação da Engenharia Clínica. Desta forma, o Modelo de Referência passou
a contar com os seguintes processos:

P3 P5
Treinar P4 P6 P8
P1 P2 Realizar Desenvolver
Realizar
P7 Realizar
profissional
Planejar Realizar Cronograma Realizar
para usou Manutençã Manutenção Atualização
aquisição ativação de de Desativação
e/ou o Corretiva Programad e Análise de
de EMH EMH Manutenção de EMH
Manutenção em EMH a de EMH Inventário
Programada
de EMH

Nesta etapa também ocorreu a definição de quais as melhores práticas de


PAINEL DE INDICADORES
Engenharia Clínica a serem adotadas pela rede EBSERH com base no aprendizado
prático adquirido ao longo da implantação piloto. Além disso o Serviço de
Infraestrutura Tecnológica realizou refinamento dos indicadores, revisando fórmula
de cálculo e descrição.

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1. CONHECER E
ESTRUTURAR
2. DEBATER
3. TESTAR
4. REFINAR
5. ESCALAR
6. AJUSTAR E
PUBLICAR

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5. ESCALAR
Os resultados alcançados com a implantação piloto do Projeto de Qualificação da O Serviço de Infraestrutura Tecnológica com o apoio do Serviço de Mapeamento e
Engenharia Clínica foram amplamente reconhecidos tanto pelos Hospitais Análise de Processos, visando garantir a aplicabilidade do método, selecionou 20
Universitários Federais que receberam o projeto, quanto pela Diretoria Executiva (vinte) hospitais da Rede Ebserh para aplicarem o “Guia Prático: Método de
da Ebserh. Com isso, o Serviço de Infraestrutura Tecnológica iniciou, com o apoio Implantação dos Cadernos de Processos e Práticas da Ebserh “.
do Serviço de Mapeamento e Análise de Processos e do Serviço de Apoio à
Para escolher os hospitais que receberiam a aplicação assistida do Guia Prático,
Hotelaria Hospitalar, a elaboração de uma metodologia para replicação dos
foram utilizados os seguintes critérios:
resultados alcançados no contexto dos 6 (seis) hospitais priorizados na etapa “3.
Testar”. O objetivo era possibilitar que todos os Hospitais Universitários da Rede • Possuir técnico em manutenção para operacionalizar os serviços de

Ebserh pudessem, por meio desta metodologia, protagonizar a transformação da Engenharia Clínica;
realidade dos Setores/Unidades de Engenharia Clínica, sem a necessidade de
• Possuir Engenheiro Clínico ou responsável pelo Setor/Unidade de Engenharia
contar , impreterivelmente, com o apoio do Serviço de Mapeamento e Análise de
Clínica; e
Processos.
• Possuir Sistema Informatizado de Gestão de Manutenção de EMH.
Foram conduzidas diversas reuniões para elaboração das ferramentas de apoio
à replicação as quais constam no “Guia Prático: Método de Implantação dos É importante ressaltar que a Ebserh não prevê em seu quadro de empregados

Cadernos de Processos e Práticas da Ebserh”, ANEXO 2, o qual, também, técnicos em manutenção. Portando, utilizou-se como mecanismo balizador a

descreve o método indicado pela Ebserh para conduzir a implantação do Modelo existência de técnicos cedidos por outros órgãos ou a existência de contrato com

de Referência. Este método dispõe os passos necessários para que em 11 dias o Empresa Especializada em Serviço de Engenharia Clínica

hospital esteja com seu Plano de Implementação pronto para ser executado.

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Durante o período aplicação assistida nos 20 (vinte) hospitais priorizados, o Serviço de Mapeamento e Análise de Processos também conduziu junto com o Serviço de
Infraestrutura Tecnológica a automação da sistemática de coleta, tratamento, análise e visualização dos indicadores do Modelo de Referência. Os indicadores de
desempenho adotados pelos Setores/Unidades de Engenharia Clínica da rede Ebserh e a metodologia de revisão do Dashboard constam no Anexo 5. A rotina de
atualização dos indicadores é mensal e as ferramentas utilizadas são:

1. Coleta dos dados 2. Tratamento dos dados 3. VISUALIZAÇÃO DOS


DADOS
A ferramenta utilizada para criar o formulário A ferramenta utilizada para extrair do A ferramenta utilizada para criação do
de coleta dos dados para cálculo dos FormSUS os registros realizados pelos dashboard foi o Microsoft Power BI. O Dashboard
indicadores dos Hospitais Universitário hospitais, tratar os dados e realizar upload é um painel virtual de indicadores, os quais são
Federais da rede Ebserh foi o FormSUS. destes no dashboard foi o Microsoft Office apresentados por meio de gráficos e
Mensalmente, há o envio de um e-mail Excel. Nesta etapa a equipe técnica da Ebserh mecanismos que proporcionam a comparação
contendo o link para acesso ao FormSUS, no Sede também realiza a conferência dos dados dos diferentes hospitais da rede Ebserh. Por
qual os engenheiros clínicos registram o recebidos, identifica outliers e entra em meio da análise destes indicadores o Serviço de
numerador, o denominador, o resultado e a contato com os hospitais para sanar dúvidas. Infraestrutura Tecnológica avalia o desempenho
análise de cada um dos indicadores Este trabalho visa garantir que o dashboard dos Setores/Unidade de Engenharia Clínica e
padronizados no Modelo de Referência. apresente informações confiáveis. traça planos de ação em nível de rede,

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1. CONHECER E
ESTRUTURAR
2. DEBATER
3. TESTAR
4. REFINAR
5. ESCALAR
6. AJUSTAR E
PUBLICAR

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6. AJUSTAR E PUBLICAR
Após concluir o ciclo de aplicação assistida – tanto do “Guia Prático: Método de Implantação dos Cadernos de Processos e Práticas da Ebserh”, quanto do “Dashboard do
Serviço de Engenharia Clínica da rede Ebserh”, representados a seguir- o Serviço de Infraestrutura Tecnológica, com o apoio do Serviço de Mapeamento e Análise de
Processos, iniciou a formalização do Caderno de Processos e Práticas da Engenharia Clínica.

Guia Dashboard
Prático
Documento e ferramenta Ferramenta gráfica para
com orientações para visualização e
aplicação dos Cadernos de acompanhamento dos
Processos e Práticas da indicadores relacionados
Ebserh nos HUFs da Rede. ao Setor/Unidade de
Engenharia Clínica.

Além desses documentos, foram utilizados os seguinte documentos e materiais para a confecção deste Caderno:

Glossário Avaliação de Maturidade


Definição e conceito de termos Ferramenta que permite
utilizados neste Caderno e em direcionar os HUFs na melhoria de
seus documentos de apoio. suas atividades e processos de
Engenharia Clínica.

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Mapa de Documentos Internos Padrão de Identidade
Indica onde e como encontrar os Visual
Orientações para criação de
documentos na Biblioteca Online documentos, planilhas e tabelas do
Interna. Setor/Unidade de Engenharia
Clínica.

Assim, nesta etapa o objetivo foi reunir em um único local todos os documentos produzidos e utilizados ao longo do Projeto de Qualificação da Engenharia Clínica, bem
como efetuar ajustes finais nos processos, manuais e indicadores, que foram realizados com base nas informações técnicas obtidas durante o ciclo de aplicação assistida.

Foi disponibilizado inicialmente um formulário para validação das alterações realizadas na Planilha de Indicadores, o qual contou com a contribuição de 31 (trinta e um)
Hospitais Universitários Federais da Rede Ebserh.

Em seguida foram realizados 2 (dois) chats online, com a seguinte pauta:

1) Contextualização sobre as mudanças realizadas na Planilha de Indicadores que tiveram mais de 50% de rejeição;
2) Discussão e votação entre presentes sobre as duas mudanças que tiveram mais de 50% de rejeição;
3) Discussão sobre assuntos sugerido nos campos-texto dos formulários ; e
4) Considerações Finais.
O debate foi estruturado e serviu de embasamento para a discussão final sobre os indicadores de desempenho, medidas e métricas. Tal discussão final envolveu os dois
engenheiros clínicos da Rede, Daniel Duarte Dittmar e Gustavo de Castro Vivas, a Chefia de Infraestrutura Tecnológica e Coordenadoria de Infraestrutura Física e
Tecnológica. Essa discussão deu origem à Planilha Final de Monitoramento.

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MODELO DE REFERÊNCIA:
PROCESSOS, PRÁTICAS E
INDICADORES

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ARQUITETURA DE PROCESSOS
Os processos de Engenharia Clínica da Rede Ebserh forma classificados dentro de seis macroprocessos, sendo eles:

1) Gestão de Aquisições;

2) Gestão de Ativação;

3) Gestão de Educação Continuada;

4) Gestão de Manutenções;

5) Gestão de Desfazimento; e

6) Gestão do Setor/Unidade de Engenharia Clínica.

Além disso, os processos foram classificados em duas categorias:

• Processos Principais, que são aqueles essenciais para a execução do serviço de Engenharia Clínica. Tais processos são compreendidos como finalísticos nos
Setores/Unidades dos HUFs;

• Processos Complementares, que são os processo que fornecem suporte aos processos finalísticos.

Ao lado é possível visualizar a Arquitetura dos Processos de Engenharia Clínica.:

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Documento - Caderno de Processos e Práticas de EC (19394631) SEI 23540.002041/2022-42 / pg. 76
GESTÃO DE
GESTÃO DO LEGENDA
GESTÃO DE GESTÃO DE GESTÃO DE GESTÃO DE SETOR/UNIDADE DE
EDUCAÇÃO
AQUISIÇÕES ATIVÃÇÃO MANUTENÇÕES DESFAZIMENTO ENGENHRIA
CONTINUADA CLÍNICA
Macroprocessos
Processos
TREINAR REALIZAR Principais
REALIZAR REALIZAR
PLANEJAR REALIZAR PROFISSIONAL PARA ATUALIZAÇÃO E Processos
MANUTENÇÃO DESATIVAÇÃO DE
AQUISIÇÃO DE EMH ATIVAÇÃO DE EMH USO E/OU ANÁLISE DE complementares
MANUTENÇÃO DE EMH CORRETIVA DE EMH EMH
INVENTÁRIO

DESENVOLVER
Realização de Monitoramento do
Realocação de EMH CRONOGRAMA DE
Demonstração de Desempenho dos
entre setores MANUTENÇAO
EMH Indicadores
PROGRAMADA

REALIZAR
Planejamento de Fiscalização dos
MANUTENÇÃO
Contratação de Contratos da
PROGRAMADA DE
Serviços Engenharia Clínica
EMH

Planejamento de
Notificação de
Aquisição de Peças,
Incidentes e
Partes e
Eventos Adversos
Acessórios

Realização de
Execução de Plano
Qualificação de
de Contingência
Fornecedores

Planejamento de
Realização de
Substituição de
Rondas e Inspeções
EMH
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PROCESSO 1 – PLANEJAR AQUISIÇÃO DE EMH

Objetivo Descrição

Este processo descreve as atividades de planejamento para aquisição de novos Os procedimentos que serão detalhados neste documento fazem referência à
equipamentos médico-hospitalares com o objetivo de reposição ou atualização melhor forma de se conduzir o planejamento para aquisição de novos EMH.
do parque tecnológico.
Com o avanço tecnológico constante e acelerado na busca de melhores métodos
para tratar os pacientes, é comum a necessidade da aquisição de novos EMH, que
Atores envolvidos
apresentem melhor desempenho. Este processo visa atender à demanda por
Gerência de Atenção à Saúde; Governança do HUF; Setores/Unidades de novos EMH de maneira eficiente, adequados à necessidade do HUF, tanto pelo
Engenharia Clínica, Infraestrutura Física e Requisitante, além da Equipe de avanço tecnológico, quanto pela necessidade de reposição dos EMH obsoletos.
Planejamento da Contratação.
O processo de planejamento de aquisição de novos EMH faz parte das diretrizes
para um programa de gerenciamento de equipamentos para a saúde, sendo
Indicadores (I), Medidas (Md) e Métricas (Mt) normatizado pela ABNT NBR 15943 de 2011. A norma prevê que deve existir um

(I) Percentual da Efetividade do Planejamento de Aquisição (quantitativo); planejamento para a aquisição de EMH considerando-se a estrutura física do HUF
(I) Percentual da Efetividade do Planejamento de Aquisição (financeiro); e suas necessidades. Ressalta-se que também devem ser estabelecidos fluxos
(I) Índice de Renovação do Parque de EMH (quantitativo); para o processo de seleção de fornecedores, os quais terão verificados sua
(I) Índice de Renovação do Parque de EMH (financeiro);
qualificação e seu cadastro no órgão sanitário competente.
(I) Percentual de Custo Total de Manutenção sobre a Receita Total do HUF;
(I) Percentual de Custo Total de Manutenção sobre o Valor de Aquisição do
Parque de EMH;
(Md) Valor Total do Parque Tecnológico.

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É possível visualizar este processo e seu manual de algumas formas: Todos os arquivos relacionados a este processo se encontram em uma pasta no
Versão em HTML, que permite visualização interativa ###Drive###, a qual pode ser acessada pelo link:
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64?usp=sharing

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Manual do processo
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PROCESSO 1.1 – Realização de Demonstração de EMH
A incorporação de novas tecnologias na área de saúde é inevitável. Nesse contexto, o conhecimento técnico sobre a tecnologia a ser adquirida exerce papel fundamental
na escolha de características que compõem o equipamento mais adequado ao contexto local, evitando compras desnecessárias, superdimensionamentos (que geram
maiores custos tanto de aquisição, quanto de manutenção), subdimensionamentos (que poderiam afetar a execução de procedimentos assistenciais ou até mesmo a
necessidade de substituição precoce da tecnologia), dentre outros casos que feririam o preceito do zelo pelo dinheiro público. Dessa forma, um dos mecanismos para
esclarecimento de eventuais dúvidas técnicas nos processos de aquisição de bens ou serviços de fato é a demonstração da tecnologia, que necessita de fluxo estabelecido
e padronizado que garanta isonomia de obrigações junto aos fornecedores e ambiente de discussão plural para o alcance dos objetivos almejados. Contudo, quando o HUF
estiver em processo licitatório, seja em fase interna ou externa, fica vedada a demonstração de equipamentos ou tecnologias condizentes com o objeto da(s)
licitação(ões).

Diante do exposto, com a elaboração de um processo para sistematizar as atividades de demonstração de equipamentos médico-hospitalares, bem como os passos a
serem atendidos por empresas representantes de tecnologias, será possível melhor auxiliar os gestores na tomada de uma decisão mais segura e adequada, diante dos
pedidos para demonstração de equipamentos médico-hospitalares.

PROCESSO 1.2 – Planejamento de Contratação de Serviços


Os Setores/Unidades de Engenharia Clínica demandam a contratação de serviços técnicos para operacionalizar as manutenções e intervenções técnicas no parque de
EMH. Em que se pese serem serviços de manutenções, trata-se de uma diversidade de tipos de equipamentos médico-hospitalares e graus de complexidade da tecnologia
que exigem diferentes níveis de intervenção, de ferramentas, de diversidade de peças, de custos e de qualificação de mão de obra, faz-se fundamental o adequado
planejamento destas contratações.

Ainda, cabe observar as normas da Ebserh sobre esta temática e também as orientações da IN SLTI – MPOG nº 05/2017, que trata de contratações indiretas na
Administração Pública, da Lei de Licitações e Contratos da Ebserh e da Lei 13.303 de 30 de julho de 2016.
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Documento - Caderno de Processos e Práticas de EC (19394631) SEI 23540.002041/2022-42 / pg. 80
Deve-se prever, conforme preconiza a ABNT NBR 15943, que o terceirizado registre todas as informações acerca das intervenções técnicas realizadas em formato
definido pelo HUF. Ressalta-se as cláusulas-padrão de apoio técnico, logístico, de gerenciamento de equipamentos e suporte em treinamentos devem constar em
contrato formal de prestação de serviços, e que o processo administrativo que ensejou a contratação deve estar de acordo com as legislações vigências e boas práticas
administrativas.

PROCESSO 1.3 – Planejamento de Aquisição de Peças, Partes e Acessórios


Os Setores/Unidades de Engenharia Clínica devem gerenciar o uso dos equipamentos médico-hospitalares e garantir sua plena disponibilidade, com segurança e
desempenho adequado, para as equipes assistenciais.

Contudo, para essa garantia, é fundamental que o Setor/Unidade de Engenharia Clínica gerencie e planeje a aquisição das peças, partes e acessórios do EMH junto aos
Setores/Unidades Assistenciais e de Ensino e Pesquisa, para mapeamento de demandas e definição de especificações técnicas, visando evitar a indisponibilidade de
tecnologias pela ausência desses insumos. Os descritivos padrões definidos pela EBSERH para especificação de acessórios devem ser os adotados para aquisição destes
itens.

PROCESSO 1.4 – Realização de Qualificação de Fornecedores


Este processo visa detalhar os procedimentos para conduzir a aplicação de uma avaliação contínua dos fornecedores e prestadores de serviços sob a supervisão do
Setor/Unidade de Engenharia Clínica dos HUFs. Durante a aquisição, recebimento, instalação e manutenção de novo equipamento, é comum que o Setor/Unidade de
Engenharia Clínica dependa de empresas externas. Assim, monitorar e avaliar a qualidade dos serviços prestados por essas empresas é de fundamental importância e
uma prática salutar para a garantia de serviços adequados às práticas assistenciais e para a geração de indicadores de desempenho para avaliação e renovação de
contratos.

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Documento - Caderno de Processos e Práticas de EC (19394631) SEI 23540.002041/2022-42 / pg. 81
PROCESSO 1.5 – Planejamento de Substituição de EMH
O Planejamento de Substituição de EMH deve ser realizado pelo Setor/Unidade de Engenharia Clínica e encaminhado à Alta Administração do hospital para incorporação
ao planejamento de aquisição de EMH.
Para sua confecção deve ser realizada análise dos equipamentos em situação de obsolescência, com causas pré-estabelecidas abaixo:
1. Tecnologia obsoleta segundo o fabricante ou segundo normativas vigentes;
2. Equipamento com alto número de falhas, o que pode comprometer a execução ou continuidade dos serviços assistenciais;
3. Equipamento com custo de manutenção elevado, cuja substituição é mais vantajosa do que o reparo.
Para definição do conjunto de equipamentos elegíveis à substituição, bem como aqueles cujas condições de funcionamento devem ser melhor analisadas, propõe-se a
utilização do Índice de Obsolescência de EMH.

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Documento - Caderno de Processos e Práticas de EC (19394631) SEI 23540.002041/2022-42 / pg. 82
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Documento - Caderno de Processos e Práticas de EC (19394631) SEI 23540.002041/2022-42 / pg. 83
RESULTADOS ALCANÇADOS COM OS PROCESSOS | Processo 1
Dentre as práticas implantadas, as que geraram mais resultado para
PRÁTICA 2
os hospitais são:
Case de Sucesso: Setor/Unidade de Engenharia Clínica participando do processo com
análises clínicas

Esta prática faz referencia às atividades do processo 1 que preveem a participação do


Definição de um cronograma padrão para execução do
1 processo
engenheiro clinico na priorização de aquisição de equipamentos. Essa participação mais
próxima possibilitou maior assertividade às compras/trocas de EMH, além de gerar
economia nas contas dos hospitais.

Abaixo um resultado real alcançado na implantação piloto do Caderno em um dos HUFs


Setor/Unidade de Engenharia Clínica participando do
2 processo com análises clínicas da Rede Ebserh:

Priorização de obras como pré-requisito para compra de


3 EMH
2x$
$ tomógrafo tomógrafo de
de 64 canais
16 canais

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A ausência de necessidade operacional e contratual, tornava propícia a aquisição de equipamentos médico-hospitalares mais caros e com recursos além do
necessário, os subutilizando

16 canais 64 canais
Preço R$ 810.000 Preço $ 1.8000.000
Contrato de R$ 366.000 Contrato de R$ 586.500
manutenção manutenção
Custo Total R$ 1.176.000 Custo Total R$ 2.386.500
Custo do Tubo $ 300.000 Custo do Tubo $ 573.000

Dessa maneira, se tornou evidente a necessidade de revisar a compra desse equipamento médico-hospitalar. O que levou o HUF à seguinte decisão:

Compra do tomógrafo de 16 canais, gerando


economia de R$ 1.210.500

Resultado considerando o valor do dólar R$ 3,00

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Documento - Caderno de Processos e Práticas de EC (19394631) SEI 23540.002041/2022-42 / pg. 85
PROCESSO 2 – REALIZAR ATIVAÇÃO DE EMH

Objetivo Descrição

Esse processo garante a disponibilização para uso dos EMH novos que chegam O processo de ativação visa estabelecer padrões para que novos EMH sejam
ao Hospital. incorporados ao HUF a partir do momento em que é autorizada, pelo
Setor/Unidade de Engenharia Clínica, a emissão do pedido de entrega do EMH ao
Atores envolvidos fornecedor. Este processo atua informando as devidas precauções a serem
tomadas durante o recebimento de um EMH para que, por exemplo, sejam
Setor/Unidade de Engenharia Clínica e Unidade de patrimônio.
verificadas sua integridade e performance antes do seu aceite e para que o HUF
tenha certeza da sua correta instalação/disponibilização para operação.
Indicadores (I), Medidas (Md) e Métricas (Mt)
Este processo faz parte das diretrizes para um programa de gerenciamento de
(I) Tempo Médio de Ativação do Parque de EMH padrão;
(I) Tempo Médio de Ativação do EMH de alta complexidade; EMH para a saúde, sendo normatizado pela ABNT NBR 15943 de 2011. A norma
(Md) Quantidade de EMH encaixotados ou aguardando finalização da instalação. prevê que o serviço de saúde somente deverá receber EMH acompanhado de
(Md) Valor imobilizado em EMH não ativos; suas especificações técnicas, comprovação de sua regularização no órgão
(Md) Valor necessário para ativação do Parque de EMH.
sanitário competente, número de série e documentos pertinentes.

Portanto os procedimentos que serão detalhados nesse documento fazem


referência à melhor forma de se conduzir o recebimento de um EMH e proceder
sua verificação, aceitação, instalação e disponibilização.

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É possível visualizar este processo e seu manual de algumas formas: Todos os arquivos relacionados a este processo se encontram em uma pasta no
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W05p

Manual do processo
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61
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PROCESSO 2.1 – Realocação de EMH entre setores
Este processo garante a realocação de equipamentos médico-hospitalares ociosos em casos de necessidade. Quando identificada a demanda por alguma tecnologia, essa
poderá ser suprida por equipamento disponível no próprio parque tecnológico do hospital, por meio de procedimento padronizado, gerido pelo Setor/Unidade de
Engenharia Clínica, visando a manutenção de sua rastreabilidade, desempenho e segurança.

O empréstimo de equipamentos faz parte das diretrizes para um programa de gerenciamento de equipamentos para a saúde, sendo normatizado pela ABNT NBR 15943 de
2011. A norma prevê que o hospital deve ter procedimento descrito e registros documentados para a transferência de equipamentos, que assegurem as condições
supracitadas.

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RESULTADOS ALCANÇADOS COM OS PROCESSOS | Processo 2

Dentre as práticas implantadas, as que geraram mais resultado


PRÁTICA 2
para os hospitais são:
Case de Sucesso: Acompanhamento do tempo médio de instalação para identificar a
causa de EMH encaixotados, e traçar planos de ação
Obrigatoriedade de verificação prévia de adequação de Esta prática faz referencia às atividades do processo 2 que prezam pela análise do
infraestrutura antes da emissão da ordem de
1 fornecimento, a qual deverá ser autorizada pelo
Setor/Unidade de Engenharia Clínica
processo de instalação de um EMH, com o intuito de verificar as causas-raízes de se ter
equipamentos encaixotados, além de promover ações para combatê-las Este
acompanhamento mais próxima possibilitou redução do “desperdício” de se ter um

Acompanhamento do tempo médio de instalação para equipamento inutilizado

2 identificar a causa de EMH encaixotados, e traçar planos


de ação Abaixo um resultado real alcançado na implantação piloto do Caderno em diversos
hospitais da Rede Ebserh:

Obrigatoriedade de fornecer treinamento antes da


3 utilização pelo Setor Assistencial (quando se trata de
tecnologia nova e/ou complexa)
R$ 5.300.571 120 EMH
em EMH encaixotados encaixotados

Obs.: Considerou-se como valores estimado dados do Fundo Nacional de Saúde

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Ao se estudar os números encontrados, chegou-se a 5 (cinco) principais causas para um equipamento médico-hospitalar estar encaixotado em um HUF:

1) Ausência de priorização e verificação das adequações de infraestrutura necessárias para instalação do EMH;

2) Emissão de ordem de fornecimento sem autorização do Setor/Unidade de Engenharia Clínica;

3) Compras autorizadas sem análise de uma equipa Colegiada (GAS, GEP, GA, Superintendência);

4) Não priorização pela equipe da atividade de instalação pela equipe técnica de Engenharia Clínica; e

5) Equipamentos adquiridos antes da criação da Ebserh e que ainda não foram instalados.

Então, por se tratar de uma prática ativa, ou seja, que vai atuar em relação às análises do monitoramento, planos de ação puderam ser traçados para mitigar as
causas supracitadas.

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PROCESSO 3 – TREINAR PROFISSIONAL PARA USO E/OU MANUTENÇÃO DE EMH

Objetivo Descrição

Este processo objetiva realizar a capacitação e aperfeiçoamento do corpo clínico O aperfeiçoamento da equipe de enfermagem e técnicos em manutenção é
do HUF, em especial a equipe de enfermagem e técnicos em manutenção, no que essencial tanto para a redução de erros operacionais, quanto para o aumento da
se refere ao manuseio e utilização dos equipamentos médico-hospitalares. vida útil das tecnologias disponíveis para a assistência aos pacientes e usuários
do Sistema Único de Saúde (SUS).
Atores envolvidos
Esse objetivo somente poderá ser alcançado mediante uma educação continuada
Área Assistencial ou Ensino e Pesquisa, Setor/Unidade de Engenharia Clínica, dos profissionais que estão em contato direto com os EMH. O entendimento do
Gerência Administrativa e Unidade de Desenvolvimento de Pessoas. HUF não deve ser de tratar o desenvolvimento das pessoas na organização como
algo momentâneo, ou pontual, que requer apenas o treinamento em
Indicadores (I), Medidas (Md) e Métricas (Mt) determinadas habilidades específicas, mas sim, em contrapartida, desenvolver a
mentalidade da aprendizagem contínua e de autodesenvolvimento, mantendo um
(I) Percentual de Execução do Plano de Treinamentos para Usuários de EMH;
(I) Percentual de Chamados Improcedentes; processo perene de crescimento pessoal e profissional.
(I) Percentual de Manutenções Corretivas devido à Imperícia ou Imprudência do
Usuário; Sendo assim, o Setor/Unidade de Engenharia Clínica deve atuar em colaboração
(I) Percentual de Eventos Adversos por Imperícia Associados a EMH; com a Assistência, Ensino e Pesquisa e Divisão de Pessoas, a fim de promover
(Md) Quantidade de usuários treinados; treinamentos periódicos e/ou pontuais, conforme necessidades apresentadas
pelos setores de uso de equipamentos médico-hospitalares.

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Documento - Caderno de Processos e Práticas de EC (19394631) SEI 23540.002041/2022-42 / pg. 92
O treinamento permanente de operadores faz parte das diretrizes para um É possível visualizar este processo e seu manual de algumas formas:
programa de gerenciamento de equipamentos para a saúde, sendo normatizado Versão em HTML, que permite visualização interativa
INSERIR LINK EM LETRA MAIÚSCULA
pela ABNT NBR 15943 de 2011. A norma prevê que o hospital deva prover o
treinamento permanente para que os agentes de saúde estejam aptos para suas
atividades. Versão em arquivo de imagem, sem visualização interativa
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Manual do processo
https://drive.google.com/open?id=13gIm47sp0mkKkCk_yRfkQSKEOioTO24h

Todos os arquivos relacionados a este processo se encontram em uma pasta no


###Drive###, a qual pode ser acessada pelo link:
https://drive.google.com/open?id=1GnqiZLmc7Mppfedx67IlWmOxDrrjH8pH

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Documento - Caderno de Processos e Práticas de EC (19394631) SEI 23540.002041/2022-42 / pg. 93
RESULTADOS ALCANÇADOS COM OS PROCESSOS | Processo 3

Dentre as práticas implantadas, as que geraram mais resultado PRÁTICAS 1 E 2


para os hospitais são: Case de Sucesso: Implantação da análise de causa de quebra de EMH para priorização
dos treinamentos a serem realizados; e Definição de um cronograma de reciclagem de
treinamentos em boas práticas de manuseio de equipamentos médico-hospitalares

Implantação da análise de causa de quebra de EMH para


1 priorização dos treinamentos a serem realizados
Estas duas práticas fazem referencia às atividades do processo 3 que preveem uma
coleta de interesses e necessidades de capacitação, e definição de um cronograma
destes com base nessa pesquisa, o que possibilitou uma maior taxa de conversão dos
treinamentos planejados em efetivamente realizados.
Definição de um cronograma de reciclagem de
2 treinamento em boas práticas de manuseio de
equipamentos médico-hospitalares
Antes dessas práticas não havia monitoramento dos treinamentos realizados. Contudo,
após a implantação dessa rotina de treinamentos e monitoramento de dados, a taxa de
conversão pôde ser medida, e:
Formalização dos treinamentos do Setor/Unidade de
3 Engenharia Clínica junta à GEP e ao Setor/Unidade de
Desenvolvimento de Pessoas 95,8%
dos treinamentos
planejados
foram
executados

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Documento - Caderno de Processos e Práticas de EC (19394631) SEI 23540.002041/2022-42 / pg. 94
E essa alta taxa de conversão dos treinamentos impactou positivamente alguns indicadores relacionados às manutenções de EMH (corretiva e planejada), como
pode ser visto nas comparações abaixo entre a média de 2016 e o valor entre fevereiro e abril de 2017:

14,00%
12,20%
12,00%

10,00%

8,00%
6,80%
Média 2016
6,00%
Fev/17 - Abr/17
4,30%
4,00%

2,00%
0,80%

0,00%
Percentual dos Chamados Percentual de manutenções
Improcedentes devido à imperícia do usuário

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Documento - Caderno de Processos e Práticas de EC (19394631) SEI 23540.002041/2022-42 / pg. 95
PROCESSO 4 – REALIZAR MANUTENÇÃO CORRETIVA EM EMH

Objetivo Descrição

A manutenção corretiva (MC) tem como objetivo principal reparar os A MC atua realizando os reparos necessários para que o EMH volte ao seu uso
equipamentos médico-hospitalares (EMH) que apresentaram falhas, panes ou normal, com segurança, e em melhores condições de performance o mais breve
paradas durante sua utilização. possível, conforme o grau de urgência. A necessidade de manutenção corretiva é
normalmente identificada quando um usuário ou operador percebe e relata um
Atores envolvidos problema de funcionamento do EMH, ou quando um funcionário do Setor/Unidade
de Engenharia Clínica identifica a falha deste e, assim, sua necessidade de
Setor/Unidade de Engenharia Clínica, Área Requisitante e Empresa Especializada
correção.
em Manutenção do EMH.

De maneira resumida, o processo de MC consiste na identificação do EMH que


Indicadores (I), Medidas (Md) e Métricas (Mt)
apresenta falha, entendimento do problema apresentado e levantamento das
(I) Percentual de Disponibilidade Operacional dos EMH; possibilidades de execução do reparo. A depender da complexidade do EMH e do
(I) Percentual de Disponibilidade Operacional de EMH Críticos;
defeito apresentado, pode-se considerar diferentes formas de se executar o
(I) Percentual de Ordens de Serviço de Manutenção Corretiva Executada;
reparo: via contratos externos de manutenção e garantias, pelo próprio corpo
(I) Resolutividade da Equipe Interna;
(I) Tempo Médio para Realização do 1º Atendimento Técnico técnico do Setor/Unidade de Engenharia Clínica ou pela contratação de empresa
(I) Percentual de Rechamado; externa. Após o reparo é feita a verificação e inspeção de performance e
(Md) Perda de Receita; segurança do EMH e, se comprovado o seu perfeito funcionamento, é feita a
(Md) Eventos Adversos e queixas técnicas associados à EMH
devolução ao seu setor de uso. Dependendo do EMH, do tempo de reparo e do
impacto da indisponibilidade do mesmo na prestação de serviço do HUF, indica-

70
Documento - Caderno de Processos e Práticas de EC (19394631) SEI 23540.002041/2022-42 / pg. 96
se a disponibilização de um backup para o setor – sempre que possível -, visando É possível visualizar este processo e seu manual de algumas formas:
a não ocorrência de paralisação ou diminuição do serviço prestado. Versão em HTML, que permite visualização interativa
INSERIR LINK EM LETRA MAIÚSCULA
A manutenção corretiva faz parte das diretrizes para um programa de
gerenciamento de equipamentos para a saúde, sendo normatizada pela ABNT
Versão em arquivo de imagem, sem visualização interativa
NBR 15.943 de 2011, que prevê a padronização dos fluxos de realização da MC, as
https://drive.google.com/open?id=1JCYlWmfyZZabEzUYi3pSOZVj6E9a1DB5
ações necessárias para recolocar o EMH em uso, e cadastro dos funcionários
responsáveis pela execução e documentação da MC no registro histórico do Manual do processo
https://drive.google.com/open?id=1qwsMi72vbW3W4xee1oi2g3XR5Nn_nJTw
equipamento.

A MC é uma exigência legal para a maioria dos EMH, e sua realização permite o
Todos os arquivos relacionados a este processo se encontram em uma pasta no
prolongamento da vida útil destes. Além disso, a sua rápida realização aumenta a
###Drive###, a qual pode ser acessada pelo link:
disponibilidade efetiva dos equipamentos, preservando sua segurança e a
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performance da operação do HUF.

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PROCESSO 4.1 – Notificação de Incidentes e Eventos Adversos (Tecnovigilância)
A Tecnovigilância objetiva a segurança sanitária de produtos para saúde disponíveis no mercado consumidor (Equipamentos, Materiais, Artigos Médico-Hospitalares,
Implantes e Produtos para Diagnóstico de Uso “in-vitro”). Trata-se do seguinte conjunto de ações: estudos, análise, investigações do somatório de informações reunidas a
respeito do desempenho de um produto durante a fase pós-comercialização, para garantir o objetivo exposto.

Notificar uma queixa técnica ou evento adverso associado ao uso, especificamente, de um equipamento médico-hospitalar significa reportar um agravo à saúde do(s)
paciente(s) ou usuários, efeito inesperado ou indesejável, falha, dentre outros, que comprometam a segurança sanitária do produto.

Assim, o processo de tecnovigilância visa a classificação e notificação de incidentes relacionados ao uso de EMHs, por meio do Portal da Agência Nacional de Vigilância
Sanitária e VIGIHOSP, sistema da Ebserh, desenvolvido para agilizar a ciência e solução de problemas ocorridos no HUF.

PROCESSO 4.2 – Execução de Plano de Contingência


Este processo visa conduzir, da melhor forma, a redução dos transtornos causados pela falha ou falta de equipamentos de grande necessidade (criticidade) ao serviço
assistencial, e que não possam ser reparados em curto espaço de tempo. Desta forma, o Plano de Contingência objetiva orientar os profissionais que compõem o
Setor/Unidade de Engenharia Clínica a respeito das providências a serem tomadas nas circunstâncias de intercorrências envolvendo equipamentos médico-hospitalares
(EMH) críticos, e seus acessórios, bem como orientar os demais profissionais da área assistencial em como proceder no curso destas intercorrências, no intuito de
manter a continuidade dos serviços.

O Plano de Contingência deverá ser adotado pelo Setor/Unidade de Engenharia Clínica sempre que for constatada falha ou falta de equipamento CRÍTICO na área
assistencial e que o tempo de conserto for longo e prejudicial ao tratamento ou diagnóstico de pacientes. A análise de criticidade será realizada com base na função do
equipamento, no risco associado a potenciais danos físicos causados em pacientes e no grau de importância do equipamento para a Instituição.

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Em linhas gerais, caso seja necessário e haja disponibilidade interna na Instituição, o Setor/Unidade de Engenharia Clínica direcionará um equipamento backup, via
Central de EMH ou remanejamento de outras áreas (empréstimo interno), para o Setor Assistencial requisitante. Caso seja necessário, e não haja backup no hospital,
serão buscadas outras alternativas como empréstimo entre hospitais da rede Ebserh ou locação/empréstimo com empresas terceiras, de acordo com decisões
colegiadas entre as áreas assistenciais, Setor/Unidade de engenharia clínica e alta administração.

Portanto, a implementação do Plano de Contingência organizará ações para contornar da forma mais rápida possível eventos inesperados ou circunstâncias remotas
indesejáveis, tais como, defeito em equipamentos críticos sem reserva no HUF e/ou ocorrência de casos fortuitos ou de força maior que aumentem a demanda usual pelas
tecnologias, como em casos de catástrofes ou epidemias.

PROCESSO 4.3 – Realização de Rondas e Inspeções


O presente processo tem como objetivo manter o correto funcionamento dos equipamentos do parque tecnológico do hospital por meio de rotinas periódicas de inspeções
e rondas nos setores assistenciais, antecipando-se a falhas mais graves das tecnologias que podem vir a ser negligenciadas, quando em estágios iniciais, e identificando
possíveis inconformidades em sua utilização. O procedimento também engloba a análise visual do funcionamento das tecnologias durante a sua operação, diálogo junto
aos usuários, verificação de condições ambientais e de instalação, entre outras atividades que contribuam para a identificação precoce de falhas.

Dessa forma as inspeções e rondas visam reduzir o risco de indisponibilidade, aumentar a segurança e garantir a utilização plena dos recursos fornecidos pelos
equipamentos médico-hospitalares (EMH).

73
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RESULTADOS ALCANÇADOS COM OS PROCESSOS | Processo 4

Dentre as práticas implantadas, as que geraram mais resultado para os PRÁTICA 1


hospitais são:
Case de Sucesso: Definição de indicadores e rotinas de monitoramento para traçar
planos de ação, visando a melhoria dos resultados

Definição de indicadores e rotinas de monitoramento Esta prática faz referencia às atividades do processo 4 que preveem a realização de um

1 para traçar planos de ação, visando a melhoria dos


resultados
primeiro atendimento técnico a um equipamento médico-hospitalar que tenha sido
identificado com tal necessidade.

A partir do monitoramento de resultados é possível criar um ciclo de melhoria contínua,


Definição de práticas que contribuem para a redução e definindo ações que melhoram o desempenho dos processos e transcendem o simples
2 investigação das quebras de EMH cumprimento de acordos de nível de serviço.

Além disso, foi estabelecido um indicador para o tempo médio para a realização desse
primeiro atendimento técnico, tempo o qual é definido como o entre a abertura do
Análise de custo/benefício ente alternativas de
3 manutenção chamado e o primeiro atendimento propriamente dito, sendo medido em minutos.

𝑇𝑒𝑚𝑝𝑜 𝑚é𝑑𝑖𝑜 𝑝𝑎𝑟𝑎 𝑟𝑒𝑎𝑙𝑖𝑧𝑎çã𝑜 𝑑𝑜 1º 𝑎𝑡𝑒𝑛𝑑𝑖𝑚𝑒𝑛𝑡𝑜 𝑡é𝑐𝑛𝑖𝑐𝑜 =


σ 𝑑𝑎𝑡𝑎 𝑑𝑜 𝑝𝑟𝑖𝑚𝑒𝑖𝑟𝑜 𝑎𝑡𝑒𝑛𝑑𝑖𝑚𝑒𝑛𝑡𝑜 𝑡é𝑐𝑛𝑖𝑐𝑜 − 𝑑𝑎𝑡𝑎 𝑎 𝑎𝑏𝑒𝑟𝑡𝑢𝑟𝑎 𝑑𝑜 𝑐ℎ𝑎𝑚𝑑𝑎𝑑𝑜
𝑁º 𝑡𝑜𝑡𝑎𝑙 𝑑𝑒 𝑐ℎ𝑎𝑚𝑎𝑑𝑜𝑠

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Dessa maneira, comparando os resultados de 2016 (média) e de fevereiro a abril de 2017, construiu-se o gráfico a seguir:
60
54

50

40 36

30

20

10

0
Tempo médio 1º Atendimento Técnico (em minutos)
Média 2016 Fev/17 a Abr/17

O resultado alcançado possui duas principais causas:

1. Ações de conscientização da equipe interna (a qual é terceirizada); e

2. Monitoramento periódico dos resultados


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PROCESSO 5 – DESENVOLVER CRONOGRAMA DE MANUTENÇÃO PROGRAMADA

Objetivo Descrição

Este processo objetiva planejar e gerenciar o cronograma de manutenção A manutenção programada (MP) tem como objetivo principal a garantia de
programada que contempla ronda geral, ronda setorial, manutenção preventiva, segurança básica, desempenho essencial e disponibilidade de uso aos pacientes
calibração, testes de desempenho e de segurança elétrica. e operadores, além de benefícios colaterais como a extensão da vida útil dos
equipamentos médico-hospitalares (EMH) contemplados e de da utilização plena
Atores envolvidos de todos os seus recursos. Os intervalos serão normalmente estabelecidos pelo
fabricante e combinados com critérios definidos pelo HUF. Em casos especiais, o
Setor/Unidade de Engenharia Clínica
Setor/Unidade de Engenharia Clínica poderá alterar a frequência, para adequar
as condições ambientais locais, desde que sejam documentadas e justificadas
Indicadores (I), Medidas (Md) e Métricas (Mt)
tais alterações.
Este processo não possui indicador, medida ou métrica exclusivo de suas
atividades. A manutenção planejada é uma exigência legal para a maioria dos equipamentos
médico-hospitalares. Sempre que realizada em frequências adequadas
(intervalos regulares), tal como recomendado pelo fabricante ou por meio de
evidências técnicas que indiquem a diminuição, ou aumento, da periodicidade,
dada a natureza multifatorial das falhas, maior será a disponibilidade,
confiabilidade, acurácia e segurança operacional no uso dos EMH.

O desenvolvimento e utilização de um cronograma de manutenção programada


faz parte das diretrizes para um programa de gerenciamento de equipamentos

76 para a saúde, sendo normatizado pela ABNT NBR 15943 de 2011.


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É possível visualizar este processo e seu manual de algumas formas: Todos os arquivos relacionados a este processo se encontram em uma pasta no
Versão em HTML, que permite visualização interativa ###Drive###, a qual pode ser acessada pelo link:
INSERIR LINK EM LETRA MAIÚSCULA https://drive.google.com/drive/folders/1st11pfny9eYDjOjbV80QrlIS0grakFt
W?usp=sharing

Versão em arquivo de imagem, sem visualização interativa


https://drive.google.com/open?id=1KmzlMyr6ez0yFwSBOgi4nQTAH27fdYMt

Manual do processo
https://drive.google.com/open?id=1NMFvTAKrNZmbFB_X5rUvsHYbY-S8Np2E

77
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PROCESSO 6 – REALIZAR MANUTENÇÃO PROGRAMADA DE EMH

Objetivo Descrição

O objetivo deste processo é estender a vida útil dos equipamentos médico- A manutenção programada tem como objetivo manter o correto funcionamento
hospitalares, os preservando e conservando, para que seja minimizada sua dos EMH do parque tecnológico do HUF atuando de forma periódica e regular, se
deterioração precoce e probabilidade de falha. antecipando à falha do equipamento e fazendo a sua prevenção. Isto inclui
garantir a realização da manutenção preventiva, calibração e qualificação dos
Atores envolvidos EMH, além de realizar os testes de segurança elétrica destes.

Setor/Unidade de Engenharia Clínica e Setor Assistencial A manutenção preventiva inclui atividades específicas de manutenção como
lubrificação, ajustes, reparos, limpeza interna e externa, e substituição de peças
Indicadores (I), Medidas (Md) e Métricas (Mt) e consumíveis que possuem desgaste previsível (por exemplo, rolamentos,
escovas de carvão) ou vida finita (por exemplo, consumíveis, filtros).
(I) Percentual de Manutenções Programadas Realizadas
A calibração e qualificação dos EMH regula a acurácia dos equipamentos e testa
sua confiança, desempenho e eficiência. O objetivo é garantir o correto
funcionamento e confiabilidade dos EMH.

Os testes de segurança elétrica dos EMH garantem a segurança tanto do


equipamento, quanto dos seus operadores, e devem ser feitos periodicamente, de
acordo com especificações do fabricante ou necessidades identificadas pelo
Setor/Unidade de Engenharia Clínica.

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Essas atividades devem ser feitas segundo intervalos periódicos definidos no É possível visualizar este processo e seu manual de algumas formas:
cronograma de manutenção programada. A manutenção planejada é uma Versão em HTML, que permite visualização interativa
INSERIR LINK EM LETRA MAIÚSCULA
exigência legal para a maioria dos equipamentos médicos. Sempre que realizada
em frequências adequadas (intervalos regulares), tal como recomendado pelo
fabricante, maior será a disponibilidade, confiabilidade, acurácia e segurança Versão em arquivo de imagem, sem visualização interativa
https://drive.google.com/open?id=1XcM5jpRDZiGz9irEuTqxarMCBWv0YoP6
operacional no uso dos EMH.

Manual do processo
https://drive.google.com/open?id=1GyX-fBij1tzaZ2nHhRrPo2tdW-1EiwsE

Todos os arquivos relacionados a este processo se encontram em uma pasta no


###Drive###, a qual pode ser acessada pelo link:
https://drive.google.com/drive/folders/1o8lMVDh2HhPvIKeQy3HyxQp3i7Rg
dIM8?usp=sharing

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RESULTADOS ALCANÇADOS COM OS PROCESSOS | Processos 5 e 6

Dentre as práticas implantadas, as que geraram mais resultado para os PRÁTICA 1


hospitais são: Case de Sucesso: Definição de critérios de inclusão de EMH no cronograma de
Manutenção Programada

Esta prática faz referencia às atividades dos processos 5 e 6 que preveem a utilização de
Definição de critérios de inclusão de EMH no cronograma
1 de Manutenção Programada critérios para se incluir um equipamento médico-hospitalar no cronograma de
manutenção programada do HUF. Esses critérios possibilitaram não somente excluir
equipamentos que não tinham necessidade desse monitoramento, como também incluir
Definição de boas práticas para controle dos aqueles que dele necessitam.
2 equipamentos indisponíveis para execução da
manutenção programada Um dos EMH incluídos no cronograma de manutenção da Empresa Especializada em
Serviços de Engenharia Clínica foi as camas hospitalares de um dos HUFs da Rede O
plano de ação e seus resultados podem ser vistos a seguir:
Definição de boas práticas para aumento da vida útil dos
3 equipamentos

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Rechamados/mês Quantidade de camas

1º Sprint > 1 rechamado 9 camas

2º Sprint = 1 rechamado 36 camas

3º Sprint = 0 rechamado 90 camas

Pela análise dos dados da tabela acima, nota-se que após a manutenção preventiva ocorrer o número de rechamados diminuiu significativamente. De maneira
resumida:

9 3
RECHAMADOS RECHAMADOS
(ANTES DA PREVENTIVA) (DEPOIS DA PREVENTIVA)

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PROCESSO 7 – REALIZAR DESATIVAÇÃO DE EMH

Objetivo Descrição

Este processo visa a desativação de equipamentos médico-hospitalares O processo de desativação visa o encaminhamento dos equipamentos médico-
inservíveis e ociosos. hospitalares para desfazimento pela Unidade de Patrimônio. Deve ser conduzida
a desativação de equipamentos que não são mais servíveis ao hospital, podendo
Atores envolvidos estar nas seguintes situações: apresentarem falhas, panes ou paradas durante
sua utilização; sua manutenção é impossível de ser executada; se encontram
Setor/Unidade de Engenharia Clínica, Setor de Origem do EMH e Unidade de
obsoletos pelo seu tempo de uso, avanço de tecnologias, ou aquisição de novos
Patrimônio
equipamentos; ou novas normas que proíbem a sua utilização.

Indicadores (I), Medidas (Md) e Métricas (Mt) Para que ocorra a desativação é gerado um laudo técnico para a comprovação da
necessidade de descarte do equipamento e indicação da forma correta de
(I) Coeficiente de crescimento de Parque Tecnológico.
recolhimento do equipamento, segundo normas vigentes. A necessidade do
descarte é normalmente identificada quando um usuário ou operador identifica
um problema no funcionamento do equipamento cujo seu reparo seja impossível
ou inviável ou quando o Engenheiro Clínico/usuário do equipamento identifica que
este se tornou obsoleto.

Em resumo, o processo trata da identificação do equipamento a ser descartado,


do levantamento de parecer técnico, estudo da possibilidade de aproveitamento
do equipamento por outros setores ou hospitais e, então, a provável desativação

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e descarte do equipamento. Os processos de desativação e descarte fazem parte É possível visualizar este processo e seu manual de algumas formas:
das diretrizes para um programa de gerenciamento de equipamentos para a Versão em HTML, que permite visualização interativa
INSERIR LINK EM LETRA MAIÚSCULA
saúde, sendo normatizado pela ABNT NBR 15943 de 2011, a qual prevê que sejam
gerados laudos com dados do equipamento, data de desativação, motivo e
responsável pelo seu descarte. Versão em arquivo de imagem, sem visualização interativa
https://drive.google.com/open?id=1PMU_GTPAw1A8isJi93MOzjY47IkbEiLx
O descarte de equipamentos é uma necessidade natural para os equipamentos
médicos. Sua realização permite a renovação do parque tecnológico, agregando Manual do processo
https://drive.google.com/open?id=1ZnnOMlPyYWMcLYdUzGxihIYdTcUsIQqK
uma maior e melhor tecnologia ao hospital, culminando em sua modernização e
aumento na qualidade e velocidade dos serviços prestados.
Todos os arquivos relacionados a este processo se encontram em uma pasta no
###Drive###, a qual pode ser acessada pelo link:
https://drive.google.com/drive/folders/1sdamyfog1pjE5stvIlCAx1zVCzPsPSU
A?usp=sharing

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RESULTADOS ALCANÇADOS COM OS PROCESSOS | Processo 7

Dentre as práticas implantadas, as que geraram mais resultado PRÁTICA 2


para os hospitais são: Case de Sucesso: Avaliação da possibilidade de disponibilização de equipamentos
médico-hospitalares para a Rede Ebserh

Esta prática faz referência às atividades do processo 7 que preveem o reaproveitamento


1 Controle sobre causas de desativação
de um EMH em outros setores do mesmo HUF ou em outros hospitais da Rede Ebserh.

Em muitos casos, embora o equipamento avaliado não seja mais servível para certa
atividade ou em certo hospital ou setor, ele ainda pode ser útil em outro local. Assim,
Avaliação da possibilidade de disponibilização de
2 equipamentos médico-hospitalares para a Rede Ebserh
conforme previsto no processo 7, esse equipamento pode ser realocado dentro do
próprio HUF (entre seus setores) ou entre os próprios hospitais, por meio de um
processo de alienação de bens.

Essa possibilidade é uma alternativa conveniente para os Hospitais Universitários


Federais, por dois principais motivos:
• Evita o descarte inadequado de um EMH, uma vez que este pode ser reaproveitado; e
• Reduz os custos de aquisição de EMH, para o HUF que recebê-lo.

Ou seja, essa prática contribui para indicadores específicos do processo 1, deste


processo 7, e para os indicadores financeiros do Setor/Unidade de Engenharia Clínica do
HUF.

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Documento - Caderno de Processos e Práticas de EC (19394631) SEI 23540.002041/2022-42 / pg. 110
Embora ainda não seja possível medir os resultados obtidos com a implantação desta prática 2, foi feita uma análise sobre a necessidade de descarte de EMH, em
função das condições de armazenamento de equipamentos que estavam encaixotados.

A partir dessa análise, foi possível concluir que;

R$ 441.500
em EMH a serem alienados devido à
deterioração

A conclusão acima norteia, também, alguns outros pontos de atenção do HUF, nesse caso as condições de armazenamento de EMH encaixotado, que podem não ter
sido abarcados ou percebidos em outras rondas e análises.

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PROCESSO 8 – REALIZAR ATUALIZAÇÃO E ANÁLISE DE INVENTÁRIO

Objetivo Descrição

Este processo garante a atualização do cadastro dos equipamentos médico- Este processo garante a atualização do cadastro dos equipamentos médico-
hospitalares, visando elaborar análises de ociosidade, obsolescência, hospitalares. EMH novos, ou que não possuem cadastro no Setor/Unidade de
substituição e realocação de EMH. Engenharia Clínica, devem ser devidamente identificados para o seu correto
monitoramento. O monitoramento dos equipamentos do HUF é necessário para
Atores envolvidos que sejam gerados dados sobre o parque tecnológico, os quais possam ser
geridos na forma de indicadores, fornecendo embasamento técnico e estatístico
Setor/Unidade de Engenharia Clínica e Unidade de Patrimônio
ao gerenciamento do parque tecnológico do HUF.

A partir do correto cadastramento dos EMH e atualização do inventário, é


Indicadores (I), Medidas (Md) e Métricas (Mt) possível elaborar análises de ociosidade, vida útil, substituição e realocação de
equipamentos, garantindo a prestação do serviço de engenharia clínica de forma
(Mt) Índice de EMH não localizados;
segura e eficiente, sem desperdícios de qualquer tipo.
(I) Índice de Obsolescência do Parque;
(I) Idade do Parque de EMH;
Manter o inventário de EMH atualizado faz parte das diretrizes para um programa
(I) Percentual de Cobertura de EMH por Contratos de Manutenção;
de gerenciamento de equipamentos para a saúde, sendo normatizado pela ABNT
(I) Custo Total de Manutenção de EMH por leito hospitalar;
(I) Proporção de EMH por Leito hospitalar; NBR 15943 de 2011. A norma prevê que todo o hospital deve manter o inventário de
(I) Percentual de Reserva Técnica. EMH atualizado, permitindo sua identificação e rastreabilidade, além do seu
histórico.

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É possível visualizar este processo e seu manual de algumas formas: Todos os arquivos relacionados a este processo se encontram em uma pasta no
Versão em HTML, que permite visualização interativa ###Drive###, a qual pode ser acessada pelo link:
INSERIR LINK EM LETRA MAIÚSCULA https://drive.google.com/drive/folders/1MaMEa4z1lcAfr8X266kaP8r7uyN
DDard?usp=sharing

Versão em arquivo de imagem, sem visualização interativa


https://drive.google.com/open?id=1hH8cd8DtI75axs5FHimn-3SX_gPcCnuy

Manual do processo
https://drive.google.com/open?id=1MlMicVofvXxGTmQ54-VYkwdNn6HO0NUs

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PROCESSO 8.1 – Monitoramento de Desempenho dos Indicadores
Este processo garante as melhores práticas para o monitoramento dos indicadores de desempenho do Setor/Unidade de Engenharia Clínica, visando execução de
autoavaliação crítica e periódica dos serviços desenvolvidos por este, para contínua melhoria dos procedimentos de trabalho.

A avaliação do plano de gerenciamento faz parte das diretrizes para um programa de gerenciamento de equipamentos para a saúde, sendo normatizado pela ABNT NBR
15943 de 2011. A norma prevê que o hospital deve desenvolver e implementar um processo de melhoria de desempenho por meio de relatórios de indicadores que permitam
avaliar sua conformidade com os objetivos do setor.

PROCESSO 8.2 – Fiscalização dos Contratos da Engenharia Clínica


O processo de fiscalização de contratos para os serviços ou aquisições relacionadas aos EMHs tem como intuito padronizar os fluxos de trabalho dos Setores/Unidades de
Engenharia Clínica, pois possuem condições técnicas específicas que afetam o desempenho das contratações.

Nesse contexto, há requisitos técnicos tanto para contratação de empresas prestadoras de serviços, quanto para fornecedores de tecnologias, que precisam ser
padronizadas para o estabelecimento de condições e obrigatoriedades isonômicas em todos os processos da rede EBSERH, visando o estabelecimento de critérios
técnicos que subsidiem análises de redução de custos e melhoria de desempenho das contratações.

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89
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RESULTADOS ALCANÇADOS COM OS PROCESSOS | Processo 8

Dentre as práticas implantadas, as que geraram mais resultado para os PRÁTICA 3


hospitais são: Case de Sucesso: Controle do índice de evasão de equipamentos médico-hospitalares

Esta prática faz referencia às atividades do processo 8 que preveem o monitoramento e


Adoção de práticas para aumento do controle sobre o
1 parque de equipamentos e acessórios controle do inventário de equipamentos médico-hospitalares
Universitários Federais, com enfoque no índice de evasão destes.
dos Hospitais

A seguir, os dados obtidos com a implantação dessa prática em um dos hospitais da Rede
Incorporação da análise de obsolescência do parque,
2 sendo esta um input para o planejamento de aquisição de
EMH
Ebserh:

EMH não localizado


R$ 441.500
Controle do índice de evasão de equipamentos médico-
3 hospitalares
R$ 737.000

EMH roubado
R$ 120.280
90
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Diante desses dados, foi traçado o plano de ação de conduzir o processo formal de desativação destes itens evadidos.

44%
do Centro Cirúrgico

25%
eram Processadoras
de Imagem

100%
eram Sondas de
Ultrassom
87
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DOCUMENTOS
DE REFERÊNCIA

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LEGISLAÇÃO APLICÁVEL
WORLD HEALTH ORGANIZATION, Medical Equipment Maintenance Program MANUAL PARA REGULARIZAÇÃO DE EQUIPAMENTOS MÉDICOS NA ANVISA –
Overview: WHO Medical device technical series, department of Essential Health Agência nacional de vigilância sanitária – Brasília, outubro de 2017.
Technologies, 2011
RDC N° 185, de 13 de outubro de 2001 - Orientações sobre. Registro,
Norma Brasileira ABNT NBR 15943. Diretrizes para um programa de Cadastramento, Alteração, Revalidação e. Cancelamento do Registro de
gerenciamento de equipamentos de infraestrutura de serviços de saúde e de Produtos Médicos na Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA.
equipamentos para a saúde. Primeira edição 28/04/2011, válida a partir de
FENNIGKOH L, SMITH B. Clinical Equipment Management. Oakbrook, III: Joint
28/05/2011.
Commission on the Accreditation of Healthcare Organizations. Plant, Technology
MINISTÉRIO DA SAÚDE. Equipamentos Médico-Hospitalares e o gerenciamento & Safety Management Series. 1989:(2):3-12.
da Manutenção. Brasília-DF, 2002.
MINISTÉRIO DA SAÚDE. Equipamentos para estabelecimentos assistenciais de
Lei Federal N° 8666, de 21 de Junho de 1993, que institui normas para licitações e saúde; planejamento e dimensionamento. Brasília, 1994b, 239p.
contratos da Administração Pública.
RAMIREZ, E.F.F. & CALIL, S.J. Classificação de critérios de priorização de
Regulamento Interno de Licitações e Contratos da Empresa Brasileira de equipamentos médico-hospitalares em manutenções preventivas. In: Fórum
Serviços Hospitalares, nos termos do art. 40 da Lei nº 13.303, de 30 de junho de Nacional de Ciência e Tecnologia em Saúde, 3, 1996, Campos do Jordão. Anais de
2016, e do Decreto nº 8.945, de 27 de dezembro de 2016. Congresso.

RDC 02 DE 25 de janeiro de 2010 - Gerenciamento de tecnologias em saúde em EBSERH. Modelo de Referência: Caderno de Processos e Práticas de Engenharia
estabelecimentos de saúde na Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Clínica. Brasília-DF, 2016.
ANVISA.

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Documento - Caderno de Processos e Práticas de EC (19394631) SEI 23540.002041/2022-42 / pg. 120
BIBLIOGRAFIA RECOMENDADA
ANVISA. Boas Práticas de Aquisição de Equipamentos Médico-Hospitalares. Wang. B. Medical Equipment Maintenance: Management and Oversight. Morgan &
Disponível em: Claypool. 2012
<http://www.fiocruz.br/biosseguranca/Bis/manuais/qualidade/Boas%20
Praticas%20de%20Aquisicao%20de%20Equipamentos%20Medico-
Hospitalares.pdf >. WORLD HEALTH ORGANIZATION. Medical device donations: considerations for
solicitation and provision.
KAWOHL. W, TEMPLE-BIRD. C, LENEL. A, KAUR, M. Guide 1: How to Organize a
System of Healthcare Technology Management. WORLD HEALTH ORGANIZATION. Medical Equipment maintenance programme
overview.
KAWOHL. W, TEMPLE-BIRD. C, LENEL. A, KAUR, M. Guide 2: Introduction to
medical Equipment inventory management. WORLD HEALTH ORGANIZATION. Procurement process resource guide.

KAWOHL. W, TEMPLE-BIRD. C, LENEL. A, KAUR, M. Guide 3: How to Plan and


Budget for your Healthcare Technology.

KAWOHL. W, TEMPLE-BIRD. C, LENEL. A, KAUR, M. Guide 4: How to Operate Your


Healthcare Technology Effectively and Safely.

KAWOHL. W, TEMPLE-BIRD. C, LENEL. A, KAUR, M. Guide 5: How to Procure and


Comission your Healthcare Technology.

KAWOHL. W, TEMPLE-BIRD. C, LENEL. A, KAUR, M. Guide 6: How do Manage the


Fincances of Your Healthcare Technology Management Teams.

95
Documento - Caderno de Processos e Práticas de EC (19394631) SEI 23540.002041/2022-42 / pg. 121
ANEXOS

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ANEXO 1: GLOSSÁRIO
Acessório Comissionamento
“Acessório é um objeto fabricado exclusivamente com o propósito de Ensaios para verificar se a especificação desejada para a infraestrutura
integrar um produto para saúde, conferindo uma característica foi obtida e aceita pelo usuário ou se representante
complementar, não sendo essencial para este desempenhar a sua função
pretendida. Disponibilidade
Os acessórios podem ficar incluídos no registro desde que sejam
Capacidade de um item estar em condições de executar uma certa função
produzidos exclusivamente para integrar o produto objeto da petição de
em um dado instante ou durante um intervalo de tempo determinado,
registro ou cadastro.
levando-se em conta os aspectos combinados, confiabilidades,
Exclui-se de “conferir uma característica complementar” a inclusão de manutenibilidade e suporte de manutenção, supondo que os recursos
uma função adicional ao produto, uma vez que, incluída uma nova função externos requeridos estejam assegurados.
altera-se a sua função pretendida inicial, ou seja, sua indicação e
finalidade de uso original. Neste caso, o produto em questão passa a ser Equipamento Médico-Hospitalar (EMH)
essencial para desempenhar a nova função pretendida do objeto,
enquadrando-se na categoria de Parte do Produto para Saúde.” [ANVISA] Qualquer equipamento de diagnóstico, terapia e de apoio médico-
hospitalar, definido pela Portaria nº 2.043/94, do Ministério da Saúde
Área Requisitante
Eventos Adversos
Setor, Unidade ou área do hospital que demande a aquisição de
equipamentos médico-hospitalares, contratações ou serviços “Qualquer efeito não desejado, em humanos, decorrente do uso de
relacionados a esta tecnologia. produtos sob vigilância sanitária (Equipamentos, Materiais, Artigos
Médico-Hospitalares, Implantes e Produtos para Diagnóstico de Uso “in-
Calibração vitro”)” (ANVISA).

“Operação que estabelece, sob condições especificadas, numa primeira Falha


etapa, uma relação entre os valores e as incertezas de medição fornecidos
por padrões e as indicações correspondentes com as incertezas Término da capacidade de um item desempenhar a função requerida
associadas; numa segunda etapa, utiliza esta informação para estabelecer
uma relação visando a obtenção dum resultado de medição a partir duma
indicação.” [VIM]

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Documento - Caderno de Processos e Práticas de EC (19394631) SEI 23540.002041/2022-42 / pg. 124
Intervenção Técnica Queixa Técnica
Ato de intervir tecnicamente sobre um equipamento médico-hospitalar “Qualquer notificação de suspeita de alteração ou irregularidade de um
com o intuito de verificar, analisar ou manter suas características produto ou empresa, relacionada a aspectos técnicos ou legais que poderá
funcionais, visando garantir disponibilidade e segurança em seu ou não causar danos à saúde individual ou coletiva. (ANVISA, 2010)”
manuseio.
Rastreabilidade Metrológica
Inventário de Equipamentos para a Saúde em Serviços de Saúde
Processo de garantia das condições metrológicas de um equipamento
Conjunto de informações concernentes aos equipamentos, parte e para a saúde, de acordo com padrões aceitáveis.
acessórios existentes no serviço de saúde.
Setor/Unidade de Engenharia Clínica
Mantenabilidade
Refere-se à área responsável pela gestão dos EMH no HUF.
Capacidade de um item ser mantido ou recolocado em condições de
executar suas funções requeridas, sob condições de uso especificadas, Setor Demandante
quando a manutenção é executada sob condições determinadas e
mediante procedimentos e meios prescritos. Setor, Unidade ou área responsável pela identificação ou pela gestão da
demanda, definição do objeto, justificativa de necessidade, elaboração dos
Manutenção documentos de referência da contratação e pela fiscalização da
contratação.
Combinação de todas as ações técnicas e administrativas, incluindo as de
supervisão, destinadas a manter ou recolocar um item em um estado no Teste de Desempenho
qual possa desempenhar uma função requerida.
Procedimento que visa verificar o desempenho do EMH por meio de
Parte critérios pré-definidos. “Fornecimento de evidência objetiva de que um
dado item satisfaz requisitos especificados” Conceito do VIM
“As partes são compostas por uma ou mais peças e são fabricadas
exclusivamente para fazer parte de um produto para saúde. São partes
essenciais para este exercer a sua função pretendida. Podem ser
produzidas pelo mesmo fabricante do equipamento ou adquiridas prontas
de empresas terceirizadas. Isoladamente, são consideradas produtos
médicos acabados, embora se caracterizem por ter a funcionalidade
médica apenas por meio da conexão com o equipamento médico ao qual se
destina.” (ANVISA)
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ANEXO 2: MÉTODO DE REPLICAÇÃO
Como evidenciado na seção “Metodologia – Método de Construção do Caderno de
Processos e Práticas de Engenharia Clínica”, o Projeto de Qualificação da
Engenharia Clínica foi testado em alguns HUFs priorizados antes de ser replicado
a outros. Essa estruturação se encontra no “Guia Prático: Método de Implantação
dos Cadernos de Processos e Práticas da Ebserh – Engenharia Clínica”, que
orienta como realizar essa implantação das práticas nos hospitais universitários
da Rede.

Este guia se encontra em uma pasta no ###Drive###, a qual pode ser acessada
pelo link:
https://drive.google.com/file/d/1jMI-N30Lq3-
R4IanzTuLvm_9OHqeYIH4/view?usp=sharing

100
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ANEXO 3: AVALIAÇÃO DE MATURIDADE DO PROCESSO
Para aplicação e replicação do “Caderno de Processos e Práticas da Engenharia
Clínica” nos Hospitais Universitários Federais é necessário compreender o
estágio de desenvolvimento que o hospital se encontra em cada um dos 8 (oito)
processos redesenhados. Para isso, foi desenvolvida uma Avaliação de
Maturidade do Processo, que consiste em um questionários binário (respostas
“sim” ou “não”) sobre os aspectos relacionados a cada um. A comparação com o
resultado esperado fornece um norte de trabalho e melhoria para o
Setor/Unidade de Engenharia Clínica deste hospital.

Esta avaliação se encontra em uma pasta no ###Drive###, a qual pode ser


acessada pelo link:
https://drive.google.com/file/d/1fqfT0AfsxNm6bqeVoiZfCXsF7vBQrYSB/vi
ew?usp=sharing

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Documento - Caderno de Processos e Práticas de EC (19394631) SEI 23540.002041/2022-42 / pg. 127
ANEXO 4: GESTÃO DE INDICADORES E MEDIDAS
Com o redesenho dos processos, fez-se necessário medir os resultados-chave e Com os diversos dados coletados, foi confeccionado um Dashboard para
entender as noções de sucesso de cada um dos processos. Além dessa acompanhamento e projeção desses indicadores e metas, o qual pode ser
mensuração, entender quais desses resultados-chave são classificados como acessado pelo link:
indicadores (para medir e estabelecer metas, a priori) e como medidas (outras https://app.powerbi.com/view?r=eyJrIjoiODFlM2RjYTMtNjA4MC00NzQ4LT
gzZjgtZTI3NzA2ODE4NzAzIiwidCI6IjU4M2YwZjI2LTc0OTktNGZkMC04MzM
informações importantes de se fazer acompanhamento) foi de fundamental zLWQ2OWI4NTk4Mjk1MCJ9
importância. Com essas definições foi possível estabelecer um cronograma de
coleta de indicadores e medidas.

Este cronograma está em uma das abas da Planilha de Indicadores e se encontra


em uma pasta no ###Drive###, a qual pode ser acessada pelo link:
https://drive.google.com/open?id=1qHOsigPGml8AL6DNK4VVLj6I2SVNejq
6

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Documento - Caderno de Processos e Práticas de EC (19394631) SEI 23540.002041/2022-42 / pg. 128
ANEXO 5: MAPA DE DOCUMENTOS INTERNOS
Nome do documento Nome do documento
Pasta 1 > Subpasta 3 > Aba 12 Pasta 1 > Subpasta 3 > Aba 12

Nome do documento Nome do documento


Pasta 1 > Subpasta 3 > Aba 12 Pasta 1 > Subpasta 3 > Aba 12

Nome do documento Nome do documento


Pasta 1 > Subpasta 3 > Aba 12 Pasta 1 > Subpasta 3 > Aba 12

Nome do documento Nome do documento


Pasta 1 > Subpasta 3 > Aba 12 Pasta 1 > Subpasta 3 > Aba 12

Nome do documento Nome do documento


Pasta 1 > Subpasta 3 > Aba 12 Pasta 1 > Subpasta 3 > Aba 12

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ANEXO 6: PADRÃO DE IDENTIDADE VISUAL DA ENGENHARAIA CLÍNICA
Durante o redesenho dos processos, foi identificada a necessidade de se padronizar a identidade visual e a formatação dos documentos em Microsoft Word e Excel
relacionados aos processos de Engenharia Clínica.

Os modelos confeccionados foram embasados nos padrões de outros setores/unidades da Ebserh, e buscou utilizar a paleta de cores da organização, de maneira
agradável e confortável aos olhos.

Documentos no Microsoft Word:

Título do Manual planilha/tabela todo em letras maiúsculas, na fonte Times New Roman, tamanho 20 pt, em negrito e alinhado à direita. A cor da letra é a “Automático”,
padrão já encontrado nas opções do Word. Espaço antes de 12 pt e depois de 16 pt.

Para subtítulos ou nomes de seções, todas as letras maiúsculas. Times New Roman, tamanho 14 pt, em negrito, alinhada à esquerda. A cor da letra é a “Automático”, padrão
já encontrado nas opções do Word. Com recuo primeira linha igual a 0 cm, alinhado à esquerda, espaçamento duplo entre as linhas, e espaçamentos antes e depois iguais a
6pt.

Já para os texto/conteúdos, usar também a fonte Times New Roman, tamanho 12 pt A cor da letra é a “Automático”, padrão já encontrado nas opções do Word. Com recuo
primeira linha igual a 1,25 cm, justificado, espaçamento entre as linhas de 1,5 linhas, e espaçamento depois igual a 10pt, com controle de linhas órfãs/viúvas.

Obs.: Recomenda-se salvar cada uma dessas formatações como um “Estilo” no próprio Microsoft Word.

Visualize um exemplo pelo link: https://drive.google.com/file/d/12nVfAWe0HbakeDLGCVWGPAPONOIHAOvd/view?usp=sharing

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Documento - Caderno de Processos e Práticas de EC (19394631) SEI 23540.002041/2022-42 / pg. 130
Planilhas/Tabelas no Microsoft Excel:

Título da planilha/tabela todo em letras maiúsculas, em células mescladas para comportá-lo por completo, na fonte Calibri, tamanho 22, em negrito, centralizada e
alinhada ao meio. A cor da letra é a “Preto, Texto 1”, padrão já encontrado nas opções do Excel. Já a cor do preenchimento é a “Verde Limão” (RGB 151, 191, 41). Mesclagem das
células com bordas externas contínuas e finas, na cor “Automático”.

Para subtítulos ou nomes de seções, usar também as células mescladas e com todas as letras maiúsculas. na fonte Calibri, tamanho 16, em negrito, alinhada à esquerda e
em cima. . A cor da letra é a “Preto, Texto 1”, padrão já encontrado nas opções do Excel. Já a cor do preenchimento é a Cinza-25%, Plano de Fundo 2, Mais Escuro 25%”, padrão
também encontrado nas opções do Excel. Mesclagem das células com bordas externas contínuas e finas, na cor “Automático”.
Obs.: Quando em células mescladas com apenas números de conteúdo, o tamanho da fonte pode ser aumentado para melhorar a visualização

Para os texto/conteúdos, usar também a fonte Calibri, tamanho entre 14 e 18, e formatação e posicionamento a depender do uso. A cor da letra é no mesmo preto usado
anteriormente (Preto, Texto 1). Mesclagem das células com bordas externas contínuas e finas, na cor “Automático”.

Sobre as demais formatações:


Altura padrão da linha: 14,4;
Largura-padrão da coluna: 8,11;
Desativar exibição das linhas de grade;
Reservar espaço para a logo da Ebserh no canto superior esquerdo da planilha/tabela, acima da célula de título, e um espaço para a logo do HUF, caso necessário, no
canto superior direito da planilha/tabela;
Se necessário, utilizar bordas pretas com linhas contínuas finas, ou bordas brancas com linhas contínuas de espessura fina ou intermediária.

Visualize um exemplo pelo link: https://drive.google.com/file/d/15ok7xDwn_i_lXVnAL2DStDapmWu6UoBM/view?usp=sharing


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Documento - Caderno de Processos e Práticas de EC (19394631) SEI 23540.002041/2022-42 / pg. 131
Documento - Caderno de Processos e Práticas de EC (19394631) SEI 23540.002041/2022-42 / pg. 132
FLUXO DE REQUISIÇÃO E ANÁLISE DOS PEDIDOS DE AQUISIÇÃO DE EQUIPAMENTOS MÉDICO-HOSPITALARES
NO HUPAA/UFAL/EBSERH

1º PASSO - UNIDADE REQUISITANTE


Iniciar um Processo SEI com o tipo
"Licitações e Contratos: Planejamento de
Contratação“ e incluir a
especificação/assunto do processo como 3º PASSO - UNIDADE REQUISITANTE
sendo “Planejamento de Compra de
Equipamentos Médico-Hospitalares 2023” Enviar o Processo SEI para validação da
Gerência de Atenção à Saúde

2º PASSO - UNIDADE REQUISITANTE


Incluir no processo SEI os FORMULÁRIOS DE
SOLICITAÇÃO DE AQUISIÇÃO DE EQUIPAMENTO
MÉDICO-HOSPITALAR, modelo no arquivo Solicitação
- SEI 8 (19395934), para cada tipo de EMH
requisitado, devidamente preenchidos e assinados
pela chefia da unidade e sua chefia imediata.

OBS: DEVERÁ SER PREENCHIDO UM FORMULÁRIO


PARA CADA TIPO DE EQUIPAMENTO REQUISITADO
(POR EXEMPLO: SE A UNIDADE NECESSITAR DE 2
MONITORES MULTIPARAMÉTRICOS E DE 1
VENTILADOR PULMONAR, DEVERÁ PREENCHER 2
FORMULÁRIOS, UM PARA CADA TIPO DE
EQUIPAMENTO).
OS FORMULÁRIOS DEVEM SER INCLUÍDOS NO
MESMO PROCESSO SEI.
Documento - Fluxo de aquisição de EMH (19397308) SEI 23540.002041/2022-42 / pg. 133
4º PASSO – GERÊNCIA DE ATENÇÃO À SAÚDE
E GERÊNCIA DE ENSINO E PESQUISA 6º PASSO – SETOR DE ENGENHARIA CLÍNICA

1. Emissão de parecer conjunto das gerências, 1. Elaboração de planilha única resumindo todos
seguindo o modelo do arquivo Parecer - SEI 1 os EMH requisitados e validados pela Gerência de
(19396256), no mesmo processo onde foi Atenção à Saúde, indicando as seguintes
requisitado o EMH; informações:
2. Envio do processo ao Setor de Engenharia - O tipo de EMH requerido, quantidade, valor
Clínica (no caso de solicitação validada); estimado, Processo SEI onde foram requisitados e
3. Devolução do processo à unidade solicitante se o Parecer Técnico do SENC ou Unidade de
(no caso de solicitação invalidada). Patrimônio foi favorável ou não.

OBS: Caso necessário, o processo de requisição 2. Envio da planilha unificada para a Divisão de
de EMH pode ser enviado ao Setor de Regulação Logística e Infraestrutura Hospitalar (DLIH) em
e Avaliação em para confirmação se os novo processo SEI.
procedimentos a realizar com o EMH poderão
ser contratualizados.

5º PASSO – SETOR DE ENGENHARIA CLÍNICA


1. Inclusão de parecer técnico seguindo o modelo do
arquivo Parecer - SEI 2 (19396725);
2. Caso a solicitação de EMH seja em virtude de
substituição de EMH, o SENC deverá remeter o processo à
UNIDADE DE PATRIMÔNIO para emissão de Parecer
(usando o modelo visto no arquivo Parecer - SEI 3
(19396864)) sobre a existência ou não de espaço para
guarda do EMH que será substituído.

Documento - Fluxo de aquisição de EMH (19397308) SEI 23540.002041/2022-42 / pg. 134


7º PASSO – DIVISÃO DE LOGÍSTICA E INFRAESTRUTURA HOSPITALAR 9º PASSO – DIVISÃO DE LOGÍSTICA E INFRAESTRUTURA HOSPITALAR
1. Recebimento da planilha com o
levantamento unificado de EMH requisitados; 1. Estruturação da planilha a ser apresentada
2. Inclusão de despacho no Processo SEI ao Colegiado Executivo;
indicando a disponibilidade orçamentária no 2. Envio de requisição à Gerência
Plano de Investimentos; Administrativa e Superintendência de pauta
3. Envio do Processo SEI para a Gerência de em reunião do Colegiado Executivo para
Atenção à Saúde, Gerência de Ensino e validação dos EMH a serem adquiridos e o
Pesquisa, Gerência Administrativa e Divisão formato de aquisição (Plano de Investimentos,
Administrativa e Financeira. recurso extra-orçamentário).

8º PASSO – GERÊNCIA DE ATENÇÃO À SAÚDE


E GERÊNCIA DE ENSINO E PESQUISA

1. Definição conjunta e preliminar da


priorização em aquisição de EMH,
considerando as informações repassadas pela
DLIH acerca do Plano de Investimentos;
2. Devolução do Processo à DLIH.

Documento - Fluxo de aquisição de EMH (19397308) SEI 23540.002041/2022-42 / pg. 135


10º PASSO – COLEGIADO EXECUTIVO E SECRETARIA DA SUPERINTENDÊNCIA

1. Validação no Colegiado Executivo dos EMH a serem adquiridos via


Plano de Investimentos e daqueles que deverão ser incluídos em
licitação por conta da possibilidade de novos recursos financeiros.
2. Envio de decisão do Colegiado Executivo para conhecimento da DLIH
e Setor de Engenharia Clínica (atribuição da Secretaria da
Superintendência).

11º PASSO – SETOR DE ENGENHARIA CLÍNICA


Envio de Ofício Circular aos demandantes, gerências vinculadas, DLIH,
Gerência Administrativa e Superintendência com a relação das
solicitações e sua situação de deferimento ou indeferimento,
justificando o motivo caso a solicitação não tenha sido deferida e
indicando o prazo previsto para realização do próximo pregão de
aquisição de EMH no caso das solicitações validadas.

Documento - Fluxo de aquisição de EMH (19397308) SEI 23540.002041/2022-42 / pg. 136

Common questions

Com tecnologia de IA

The inventory of the hospital's technological park is conducted according to the CADERNOS DE PROCESSOS E PRÁTICAS DE ENGENHARIA CLÍNICA guidelines. It involves the systematic recording of equipment specifications, such as model, manufacturer, and department it belongs to. This inventory is periodically updated every 12 months or upon equipment acquisition or deactivation, and integrated into the GETS management system, sustaining traceability and efficient management .

The integration of equipment management into the GETS system enhances hospital operations by centralizing data collection on acquisition, deactivation, and usage of medical equipment, allowing for seamless inventory management and audit trails. This system supports decision-making by providing comprehensive historical data and facilitates maintenance scheduling and resource allocation .

The purpose of the equipment management plan at HUPAA is to standardize health services activities involving hospital technologies, ensuring traceability, quality, efficacy, safety, and performance from specification to deactivation and final disposal. It follows the requirements of the NBR ISO 15943:2011 – ABNT, which includes planning infrastructure resources, training human resources, and managing risks related to equipment use, maintenance, qualification, electrical safety testing, and calibration .

Structured equipment relocation processes ensure ociosity is managed efficiently by transferring available technologies within the hospital park to needed areas. This approach, standardized by the ABNT NBR 15943:2011, enables effective resource use and enhances equipment performance and safety. Outcomes include reduced equipment underutilization and improved equipment availability, as supported by the Empréstimo de Equipamentos guidelines and reported success cases within Ebserh hospitals .

The maintenance program, which involves planned preventive checks, significantly prolongs the lifespan of hospital equipment by ensuring operational reliability and reducing unexpected failures. The program assesses equipment based on established criteria for inclusion in maintenance schedules, enhances availability, and minimizes repair needs, as evidenced by program evaluations and notable outcome improvements in the hospital network .

When integrating new technologies, training is systematically organized by the NEP and Clinical Engineering Sector, supported by the Encarregado of maintenance. Documented in the ANEXO P and recorded in ANEXO O, this training ensures staff competence in new equipment operation, mitigating misuse and enhancing patient safety, aligning with performance improvement practices .

Periodic electrical safety tests ensure that both the equipment and its operators remain safe, maintaining equipment's operational integrity. Conducted according to manufacturer specifications and identified needs by the Clinical Engineering Sector, these tests are crucial for confirming the safety and efficiency of medical equipment, contributing to reliable healthcare services .

The Engineering Clinical Sector is pivotal in the equipment acceptance and installation processes. They oversee pre-acquisition infrastructure evaluations, coordinate installation activities, verify compliance with specified standards, and facilitate training sessions to ensure that the equipment is operational and meets safety requirements before use .

The Clinical Engineering Sector uses comprehensive performance indicators, such as maintenance completion rates and cost-effectiveness per hospital bed, enabling critical self-assessment and continuous improvement. These practices, aligned with ABNT NBR 15943, ensure rigorous monitoring and foster informed decisions, demonstrating significant efficiency gains and cost reductions in equipment management .

The Sector/Unity of Clinical Engineering at HUPAA is responsible for guaranteeing the integrity of medical equipment through processes such as transfer, maintenance, and operational training. They manage inventory updates, conduct maintenance activities, facilitate equipment relocation, and ensure compliance with electrical safety and calibration standards according to GETS system protocols .

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