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Profecias de Daniel: Visões e Nações

1) Daniel tem uma visão junto ao rio Tigre no terceiro ano do reinado de Ciro da Pérsia, onde ele está enfraquecido e recebe explicações de um "homem vestido de linho". 2) Daniel é fortalecido pelo homem para receber a revelação sobre conflitos futuros entre os reinos da Pérsia, Grécia, Egito e Síria. 3) A visão detalha profecias sobre esses reinos, incluindo três reis da Pérsia e conflitos entre os Ptolomeus do Egito

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Profecias de Daniel: Visões e Nações

1) Daniel tem uma visão junto ao rio Tigre no terceiro ano do reinado de Ciro da Pérsia, onde ele está enfraquecido e recebe explicações de um "homem vestido de linho". 2) Daniel é fortalecido pelo homem para receber a revelação sobre conflitos futuros entre os reinos da Pérsia, Grécia, Egito e Síria. 3) A visão detalha profecias sobre esses reinos, incluindo três reis da Pérsia e conflitos entre os Ptolomeus do Egito

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DANIEL

AULA 5

Prof. Antonio Carlos da Silva


CONVERSA INICIAL

Daniel se depara diante de um “homem vestido de linho”, que lhe traz


explicações sobre a visão, e confessa que recebeu ajuda de Miguel para chegar
até ali. Qual seria a revelação sobre o conteúdo da visão? Daniel teve
inteligência da visão e se vê angustiado e sem forças. Basicamente, são
profecias a respeito de quatro nações: Pérsia, Grécia, Egito e Síria. Também são
identificados dois reinos: Antíoco Epifânio e anticristo.
No capítulo 11, Daniel recebe informações detalhadas sobre conflitos
futuros envolvendo o povo de Israel. Num cenário em que os judeus estão
retornando para reconstruir a cidade de Jerusalém, Daniel tem uma visão junto
ao rio Tigre. Pode-se pensar que os capítulos 10, 11 e 12 de Daniel encerram as
últimas visões que Daniel teve. Verifica-se que no início do capítulo 10 é
mencionada uma data específica "No terceiro ano de Ciro, rei da Pérsia". No
início do capítulo 11 também: "Mas eu, no primeiro ano de Dario, o medo". Há
quem entenda que o conteúdo desses capítulos não indicaria novas mensagens,
mas sim a continuação de uma única e grande mensagem.

TEMA 1 – A VISÃO DE DANIEL NO GOVERNO DE CIRO (CAP. 10.1-4)

Daniel tem essa visão no terceiro ano do reinado de Ciro. Esse é o ano
536 a.C. Dois anos haviam se passado desde o primeiro decreto que permitiu
que Israel retornasse conforme relatado no livro de Esdras (1.1; 2.1; 2.64; 3.1),
e também no livro do profeta Isaías, capítulo 45. Esse relato confirma que Daniel
ainda estava na Babilônia. Pode-se pensar aqui sobre as suas razões para não
retornar a Jerusalém.
Nessa ocasião, conforme o texto bíblico relata, Daniel estava vivendo um
período de lamentações (Dn.10.2). Parece que, por ainda ocupar alguma função
governamental, e por conta de sua idade avançada, superior a oitenta anos, ele
se viu impedido de retornar à sua terra natal. Shedd (1997, p.1243) comenta que
se tratava de uma época de luto pela morte espiritual de tantos judeus que não
quiseram participar da restauração do templo em Jerusalém.
Enfraquecido fisicamente e, provavelmente entristecido, num dia de
primavera (24 de Nisan), junto ao rio Tigre (Aquele mesmo que é relatado no
livro de Gênesis no jardim do Éden – Gn.2.14), Daniel estava acompanhado,

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mas apenas ele teve a visão (Dn.10.7). Desde a sua chegada na Babilônia até
esse momento, teriam se passado cinquenta anos.
Há estudiosos que defendem a ideia de o capítulo 10 ser uma espécie de
introdução à quarta grande profecia do livro de Daniel relatada nos capítulos 11
e 12. Esses três capítulos formariam uma unidade.

1.1 Aparição angelical (10.5-9)

Segundo Davidson, o “homem vestido de linho”, que aparece (Dn.10.5-6)


é uma teofania ou aparição pré-encarnada do Filho Eterno (Davidson, 1997,
p.831). Mas, de acordo com o versículo 13, esse ser angelical seria Miguel.
Daniel contempla a visão e, ao ouvir as suas palavras, ele perde as forças e cai
sem sentido com o rosto em terra. A visão enfraqueceu Daniel. A palavra
revelada era verdadeira e envolvia grande conflito (muito difícil de entender).
Um fato curioso também nesse episódio é pensar sobre as razões de
apenas Daniel ter tido a visão. Outro detalhe interessante é lembrar que o profeta
Ezequiel passou por uma experiência semelhante junto ao rio Quebar, também
em meio ao exílio babilônico (Ezequiel 1.1).

TEMA 2 – O FORTALECIMENTO DE DANIEL (10.10-12)

A experiência que Daniel teve nesse momento de sua vida parece ser
inesperada. Embora não fosse novidade, Daniel se vê novamente na presença
de um ser celestial. Ele perde as forças e comenta que o seu rosto mudou de
cor (Dn.10.8). Ao estar caído, Daniel é tocado pelo “homem vestido de linho".
Daniel é sacudido e posto de joelhos (Dn.10.10). Há quem entenda que neste
momento Daniel está profundamente exausto, muito cansado. Shedd (1997,
p.1243) comenta que a consolação divina, que parece acontecer aqui, não é
apenas para a alegria humana; ela também serve para trazer força a alguém que
é vocacionado (escolhido) para executar uma missão.
Para que Daniel pudesse receber a revelação sobre o significado dessa
longa e última visão do livro, o "homem celestial" realiza três ações.
Pensando sobre as limitações físicas do ser humano, pode-se entender
que a primeira ação foi para despertar a Daniel.

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A segunda ação era para trazer lucidez a ele, como alguém que após
acordar precisa de um tempo para poder desenvolver alguma função ou
raciocinar melhor sobre algo.
E a terceira ação demonstra que, em sua pouca força, o "homem celestial"
o ajuda a ficar de joelhos, o que pode denotar uma posição adequada para se
ouvir algo divino sobre o futuro, que interessaria não apenas a ele e a seu povo,
mas também, num futuro distante, a muitas pessoas em muitos lugares.

2.1 Conflito espiritual (10.13-21)

O ser celestial confessa que saiu em resposta às orações de Daniel de


maneira imediata, mas ele foi atrapalhado pelo príncipe do rei da Pérsia
(Dn.10.13). Para alguns estudiosos, a palavra príncipe se refere a um líder,
guerreiro terreno.
Há quem acredite que Cambises, o filho de Ciro, tenha sido encarregado
da administração de assuntos na corte da Pérsia quando seu pai esteve ausente
em alguma expedição e se colocou contra os judeus por seus inimigos; agora se
esforçando para constranger seus negócios, sobre seus projetos, o anjo estava
lutando, a fim de derrotá-los. No capítulo 11.2 a expressão "três reis se
levantarão na Pérsia" historicamente estaria identificando Cambises, Dario e
Smerdis, que recebeu o título de Artaxerxes (Shedd, 1997, p. 1244).
Há quem interprete que esse versículo, associado a Daniel 10.20, está
fazendo alusão à existência de guardiões tutelares de povos e nações, doutrina
que também se apoia em outras passagens bíblicas, como por exemplo Zacarias
6.5.
Pensando realmente que se tratava de um conflito espiritual, encontramos
a identificação de Miguel como guardião (arcanjo), designado para proteger o
povo de Israel (Dn.10.13; Dn.12.1).
Daniel confessa ao "homem celestial" que, por causa da visão, sentiu
dores e ficou sem força e sem fôlego. Ele foi tocado e fortalecido.

2.2 Perspectiva escatológica

O elemento escatológico dessa visão aparece na expressão do verso 14:


“há de suceder ao teu povo nos últimos dias; porque a visão se refere a dias

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ainda distantes”. A expressão “últimos dias” têm recebido algumas
interpretações ao longo da história do povo de Israel e da própria Igreja Cristã.
Na carta aos hebreus, o autor escreve: "nestes últimos dias a nós nos
falou pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas" (Hebreus 1.2).
Da época de Daniel (cap.10) ao nascimento de Cristo, são cerca de 530 anos.
Há quem ofereça uma interpretação pensando que, se os conflitos profetizados
em Daniel se cumpririam num futuro próximo, e antecederiam a 1ª. vinda de
Cristo, a expressão "últimos dias" se daria em pleno exercício do Império
Romano no primeiro século da era cristã. Talvez o autor da carta aos Hebreus
tenha usado a expressão "últimos dias" pensando em profecias como a de
Daniel. Mas na ocasião em que Daniel tem essa experiência, ele apenas está
envolvido pela visão e não sabe quando tudo irá acontecer.
Quando observamos os fatos ocorridos com Cristo na sua encarnação,
constatamos que alguns aspectos da visão ainda ficaram sem resposta. Para
muitos judeus, a morte de Cristo foi um testemunho público de que ele era
apenas um homem normal. Em virtude disso, ainda há expectativa na espera
desses "últimos dias", que vêm sendo aguardados pela vertente
dispensacionalista que culminam com os fatos ligados à segunda vinda de Cristo
([Link].2.28).

TEMA 3 – PROFECIAS CONCERNENTES ÀS NAÇÕES (CAP. 11.1-20)

O homem vestido de linho termina o capítulo 10 dizendo: "Mas eu te


declararei o que está expresso na escritura da verdade.", e começa o 11 assim:
"Mas eu, no primeiro ano de Dario". A narrativa do versículo 2 apresenta: "Agora
eu te declararei a verdade".
Pode ser que algumas vozes estivessem tentando perturbar Daniel
quanto ao que estava para acontecer com Israel e com as nações à sua volta.
E, para avisar e ao mesmo tempo confortar o coração de Daniel, o "homem
celestial" põe em ordem tudo o que era necessário. Isso incluía o que aconteceria
com os reinos e nações à volta de Israel.

3.1 Perspectiva histórica

A partir deste momento, Daniel passa a saber o que acontecerá com


algumas nações. Essas profecias teriam se cumprido entre o século V a I a.C.

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Pérsia, Grécia, Egito e Síria: essas são as nações mencionadas. O reino
persa apoia o recomeço dos judeus em Jerusalém, mas as demais nações foram
inimigas de Israel.

3.2 Pérsia e Grécia

Depois da derrota na segunda Guerra Médica (480-479 a.C.), os


imperadores persas deixaram de lado o projeto de expansão sobre a Europa, e
se dedicaram ao seu imenso império oriental. Porém, pouco mais de um século
depois, os persas passaram a ser atacados por tropas macedônicas e gregas,
lideradas pelo rei da Macedônia, Alexandre Magno.

3.3 Egito e Síria

 Egito (Ptolomeus – reis do sul): Ptolomeu I general que herdou o Egito


das conquistas de Alexandre e formou uma forte dinastia.
 Síria (Selêucidas – reis do norte): Seleuco I Nicator, cujo reino se
estendeu passando pela Palestina e chegando até a índia.
 Guerras entre eles (223 a 200 a.C.): Dn.11.10.

Uma breve aliança por meio do casamento de Berenice (filha do rei do


sul) e Antíoco (norte).

TEMA 4 – PROFECIA SOBRE O REINADO DE ANTÍOCO EPIFÂNIO (11.21-35)

Quando lemos esta perícope encontramos no verso 21 a expressão


"homem vil". Afinal, historicamente, ele é identificado como sendo Antíoco
Epifânio. Vejamos a seguir as principais características dele.

4.1 Antíoco, um líder sírio

Antíoco III anexa o litoral da Ásia menor ao seu comando, mas, na batalha
de Magnésia (190 a.C.), é derrotado pelos romanos.
Antíoco IV assume o trono em meio a intrigas (175-164 a.C.).
Ele foi o único rei da Síria que conseguiu levar seus exércitos até a capital
do Egito (Alexandria).
Ele organizou diversas expedições militares contra o Egito.

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4.2 Antíoco Epifânio contra Israel

No território de Israel, Antíoco Epifânio declarou ilegais as cerimônias


mosaicas e ergueu no Lugar Santo uma estátua de Zeus (11.31). Ele desprezou
a religião dos judeus, se apossou das riquezas do templo, proibiu o culto judaico,
a guarda do sábado, além de outros costumes tais como a circuncisão. Saqueou
toda Jerusalém de suas riquezas e mandou construir um altar no Templo e fez
ali sacrifício de porcos. Alguns judeus resistiram e foram martirizados.
O pequeno socorro do versículo 11.34 pode estar se referindo a Judas
Macabeu que com seus filhos ofereceram resistência até 165 a.C.

4.3 A resistência dos Macabeus

Há quem interprete que os versículos 32-35 descrevem os feitos heroicos


de Israel sob os irmãos Macabeus, que iniciaram a revolta dos judeus contra
Antíoco em 167 a.C.
Nesses mesmos versículos, podem ser vistas duas classes de judeus
durante a época da revolta contra Antíoco: os infiéis, que se uniram ao inimigo,
e um restante que ficou fiel a Deus.

TEMA 5 – PROFECIA SOBRE O REINADO DO ANTICRISTO (11.36-45)

O conteúdo desta perícope (Daniel 11.36-45) tem o seu contexto histórico.


Quando se pensa na forma como Antíoco Epifânio agiu, há evidências históricas
que confirmam seus atos rudes e cruéis contra os judeus. Mas esse rei, descrito
a partir do verso 36, apresenta elementos que divergem da figura de Antíoco e
apontam para alguém que tenha algum tipo de ligação com os judeus e que não
respeitará isso. Ele agirá com mais crueldade. Em relação à perícope, é possível
dividi-la em duas partes.

5.1 Um rei (reino) obstinado – Versos 36 a 40

Analisando os versículos 36-40, é muito provável que não encontremos


eventos históricos comprovando o que está escrito aqui. O mais provável é que
corresponda a um quadro profético do futuro Anticristo e sua atuação,
especialmente com relação a Israel.

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A expressão “fará segundo a sua vontade, e se levantará e se
engrandecerá sobre todo deus”, fornece detalhes da futura carreira do Anticristo.
Esse rei não tolerará religiões e heranças religiosas. Por meio de ações
unilaterais, agirá intolerantemente. Há quem defenda que o poderio desse rei se
manifestará por meio militar. Ele honrará um deus militar com fortunas (Dn.
11.38). Ele adorará um deus estranho da guerra.
Há quem entenda que esse rei superará as habilidades e poderes
de Nabucodonosor, Alexandre, o Grande, e César Augusto.
Pensando no versículo 40, “O rei do Sul e o rei do Norte tentarão um
ataque combinado contra o anticristo” (no período da tribulação de sete anos).
O território palestino se transformará num campo de batalha. O anticristo
derrotará primeiro o Egito, depois a Líbia e a Etiópia. Tais nações passarão ao
domínio do anticristo. Aqui pode ser feita uma associação com a descrição de
Apocalipse 9.13-21 e 16.12.

5.2 Uma batalha em Jerusalém – Versos 41 a 45

O acampamento descrito no versículo 45, “entre Jerusalém e o mar


Mediterrâneo, haverá um confronto final”. Cristo retornará e derrotará o anticristo
(Conforme Apocalipse 19.11-21).
Em princípio, todas as teologias cristãs entendem que o Anticristo será
derrotado no retorno de Jesus Cristo à Terra.

NA PRÁTICA

Por termos nesse panorama um conteúdo de profecias, o indicado é


ponderar e analisar possíveis cumprimentos históricos. Trata-se de observar
tanto os fatos pertinentes à história de Israel e de seus países circunvizinhos,
como o conteúdo profético que ainda está para acontecer.
Sabe-se que Daniel participou do império persa e que a Pérsia e a Grécia
obtiveram conquistas, mas não se eternizaram no poder.
O Egito também teve seu auge e importância mundial, mas atualmente
vive basicamente de sua história.
A Síria, nação historicamente, inimiga de Israel, tem passo por conflitos
que vêm assolando suas gerações.

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Na prática, uma parte das profecias teriam se cumprido até o rei sírio
conhecido por Antíoco Epifânio na época dos macabeus.
Pode-se aceitar que o último trecho dessa perícope, dos versos 40 a 45,
se cumprirá na ocasião da tribulação profetizada no capítulo 12 de Daniel, que
será abordada em breve.

FINALIZANDO

Vimos, nos capítulos 10 e 11, um cenário em que há um encontro


particular, sobrenatural, entre Daniel e um “homem vestido de linho”. Num
período em que ele pranteava, por meio da aparição especial, ele recebe a
explicação da visão. Uma visão que gerou dores e o enfraqueceu ainda mais.
O conteúdo da visão tratava-se de um conjunto de profecias sobre o que
aconteceria com a Pérsia, Grécia, Egito, Síria e a própria nação de Israel. Surge
uma profecia específica sobre um tirano que assolaria Israel, que a história
confirma como sendo Antíoco Epifânio, um rude rei sírio.
E, por fim, vimos uma profecia sobre outro rei ainda mais feroz, que se
levantará num contexto predito pelo capítulo 12 de Daniel, e também por outros
textos do Novo Testamento, com maior ênfase no livro do Apocalipse. Em termos
escatológicos, o panorama profético dos capítulos 10 e 11 de Daniel é muito
profundo, e requer muito cuidado ao interpretá-lo.

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