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Controle do Conversor Boost em Eletrônica

1. O documento descreve o projeto e simulação de um conversor boost controlado. 2. Inicialmente apresenta o funcionamento do conversor boost e faz a modelagem matemática do circuito. 3. Em seguida detalha o cálculo dos componentes do conversor, circuito de chaveamento e obtenção da função de transferência. 4. Por fim, descreve a compensação do sistema através de um compensador, analisa os resultados da simulação da tensão e corrente de saída.
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Controle do Conversor Boost em Eletrônica

1. O documento descreve o projeto e simulação de um conversor boost controlado. 2. Inicialmente apresenta o funcionamento do conversor boost e faz a modelagem matemática do circuito. 3. Em seguida detalha o cálculo dos componentes do conversor, circuito de chaveamento e obtenção da função de transferência. 4. Por fim, descreve a compensação do sistema através de um compensador, analisa os resultados da simulação da tensão e corrente de saída.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ

CAMPUS SOBRAL
CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA
DISCIPLINA: ELETRÔNICA DE POTÊNCIA E SISTEMAS DE CONTROLE
DINÂMICO

CONTROLE DO CONVERSOR BOOST

EQUIPE

Danillo Fernandes do Nascimento


Francisco das Chagas Muniz Magalhães
Francisco Estephanyo Araújo de Albuquerque
Francisco Rogério Leite Macedo
José Edson Girão Santiago Filho

SOBRAL
2017
LISTA DE FIGURAS
Figura 1 - Conversor Boost................................................................................................................3
Figura 2 - Circuito com a chave fechada..........................................................................................4
Figura 3 - Circuito com a chave aberta............................................................................................4
Figura 4 - Esquema do conversor Boost..........................................................................................5
Figura 5 - Corrente no indutor............................................................................................................8
Figura 6 - Diagrama de Blocos SG3525.........................................................................................14
Figura 7 - CI SG3525........................................................................................................................14
Figura 8 - Tempo Morto....................................................................................................................15
Figura 9 - Esquemático da geração de sinal PWM.......................................................................16
Figura 10 - Saídas do SG3525........................................................................................................16
Figura 11 - SG3525...........................................................................................................................17
Figura 12 - Saída de chaveamento do SG3525............................................................................17
Figura 13 - Polos e zeros de Gboost (s).............................................................................................21
Figura 14 - Esquemático de todo o sistema..................................................................................22
Figura 15 - Diagrama de Bode da FT de Malha Aberta...............................................................23
Figura 16 - Estrutura do compensador...........................................................................................26
Figura 17 - Diagrama de bode da FTMACOM...............................................................................27
Figura 18 - Resposta ao degrau de FTMF.....................................................................................28
Figura 19 - Sistema de malha fechada...........................................................................................29
Figura 20 - Tensão de saída e de entrada.....................................................................................30
Figura 21 - Correntes no indutor e na carga..................................................................................31
SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO..............................................................................................................3
1.1 Conversores.....................................................................................................................3
1.2 Conversor “Boost”..........................................................................................................3

2 Modelagem matemática do Conversor boost..................................................................5


2.1 Principais Fórmulas.........................................................................................................5

3 Especificando os componentes do conversor................................................................10


3.1.1 Cálculo do Duty Cycle..................................................................................................10
3.1.2 Cálculo da carga virtual...............................................................................................11
3.1.3 Cálculo do indutor........................................................................................................11
3.1.4 Cálculo do Capacitor....................................................................................................12

4 Circuito de Chaveamento..............................................................................................14
4.1 Simulação do chaveamento...........................................................................................16
4.1.1 Cálculo para a frequência de oscilação.......................................................................18

5 Função de transferência da planta.................................................................................20


5.1 ANÁLISE DA FUNÇÃO DE TRANSFERÊNCIA DE MALHA ABERTA...............22

6 COMPENSAÇÃO DO SISTEMA................................................................................25
6.1 OBTENÇÃO DO COMPENSADOR...........................................................................25
6.2 RESULTADOS OBTIDOS NA SIMULAÇÃO...........................................................29
6.2.1 ANÁLISE DE TENSÃO.................................................................................................29
6.2.2 ANÁLISE DA CORRENTE...........................................................................................31

7 CONCLUSÃO..............................................................................................................32

REFERÊNCIAS........................................................................................................................33

1
UFC – Campus 4

INTRODUÇÃO

1.1 Conversores
Em certas ocasiões é necessário fazer a transformação de uma tensão cc
em outra para que o objetivo seja alcançado, como em um trem ou metrô
onde uma tensão de cerca de 4.000 V do sistema de distribuição é
transformada em 300 V na alimentação de um motor CC, ou então, a partir de
12 V alimentar um equipamento de 120 V.

Com isso, é utilizado um instrumento chamado de conversor, no qual é


utilizado na maioria das fontes para TVs, computadores e também são
aplicados em carros elétricos gerando tração. Além de terem ampla utilização
como reguladores de tensão contínua e em carregadores de baterias.

Esses conversores possuem vários tipos, alguns deles são o abaixador ou


“buck", que atua reduzindo a tensão de entrada na saída, o elevador ou
“boost”, no qual promove um aumento de tensão na saída em relação a
entrada, o abaixador-elevador ou “buck-boost”, que atua nos dois modos,
tanto abaixador como elevador, dependendo do seu duty cycle para o modo
de atuação, dentre vários outros.

1.2 Conversor “Boost”


O conversor boost ou elevador atua no sistema gerando um
armazenamento de energia em seus componentes. Essa energia será
despejada na saída do sistema, provocando um aumento de tensão em
relação à entrada.

Figura 1 - Conversor Boost

Fonte – (UDESC)
Eletrônica de Potência
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Esse conversor vai trabalhar com a ação de uma chave, dependendo


de como ela estiver posicionada o conversor estará fazendo uma tarefa
diferente, dependendo do duty cycle, ele trabalhará mais rápido ou mais lento.

Figura 2 - Circuito com a chave fechada

Fonte: (UDESC)

Quando a chave estiver fechada significa que ela estará conduzindo,


promovendo um aumento da corrente que fará com que o indutor armazene
energia durante esse tempo.

Figura 3 - Circuito com a chave aberta

Fonte: (UDESC)

Quando a chave for aberta, quem conduzirá agora é o diodo, com isso,
a corrente no indutor vai cair e a energia armazenada nele será transferida
para a carga na saída, sendo assim, a tensão de saída será a soma da
tensão de alimentação com a energia armazenada no indutor.

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2 Modelagem matemática do Conversor boost

2.1 Principais Fórmulas


Pode-se fazer uma análise matemática do conversor boost, mostrado
na imagem abaixo, quando a chave está aberta e quando está fechada.

Figura 4 - Esquema do conversor Boost.

Fonte: (BARBI, 2015)

Com a chave fechada, temos que a tensão no indutor é dada por:

V L=V i

Como,

d IL
V L=L
dt

Então,

d IL
L =V i
dt

dIL Vi
=
dt L

Vi
Δ I L= ∗Δt
L

Então se conclui que a variação na corrente do indutor L quando a


chave está fechada é dada por:

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Vi
Δ I L= ∗DT
L

Onde:

 V i = Tensão Inicial

 T = Período
 D = Duty cycle

Fazendo agora a análise com a chave aberta. Nesse modo a tensão


no indutor é dada por:

V L=V i−V 0

Como,

d IL
V L=L
dt

Então,

d IL
L =V i−V 0
dt

d I L V i−V 0
=
dt L

Com isso achou-se a variação da corrente do indutor quando a chave


está aberta:

V i−V 0
Δ I L= ∗(1−D)T
L

No modo estável a variação líquida da corrente no indutor é zero, ou


seja:

Δ I L ( fechado ) + Δ I L ( aberto )=0

Substituindo pelas equações encontradas temos que:

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V i−V 0 −V i
∗( 1−D ) T = ∗DT
L L

(V ¿ ¿ i−V 0 )∗(1−D )=−V i D ¿

V i−V i D−V 0+ V 0 D=−V i D

V i=V 0 (1−D)

Então a tensão de saída do conversor boost é dada por:

Vi
V 0=
(1−D)

A fórmula obtida mostra que a tensão de saída pode ser maior (D<1)
ou igual (D=0) a tensão de entrada.

Um dos parâmetros mais importantes do conversor é a corrente


média no indutor. Ela pode ser obtida ao igualar a potência de entrada com a
de saída. Podemos ver que a potência de entrada é:

Pi=V i∗I L

E a de saída

2
V0
P0=
R

Igualando as duas potências, têm-se:

2
V0
V i∗I L=
R

( )
2
1 Vi
V i∗I L= ∗
R (1−D )

1 2
∗V i
R∗V i
I L= 2
(1−D)

Com isso obteve-se a corrente média no indutor:


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Vi
I L=
(1−D)2∗R

A forma de onda da corrente do indutor é vista na figura abaixo.

Figura 5 - Corrente no indutor

Fonte: (HART, 2012)

Como pode ser observado a corrente no indutor oscila entre uma


corrente máxima e uma corrente mínima. Ela possui uma corrente média que
já foi obtida anteriormente, além da variação de I L. Os valores máximo e
mínimo da corrente podem ser obtidos com a equação abaixo.

ΔI L
I max=I L +
2

ΔI L
I min =I L −
2

Substituindo pelos resultados já obtidos da corrente média e da


variação da corrente no indutor, têm-se:

Vi V i DT
I max= +
(1−D) R 2L
2

Vi V i DT
I min = −
2
( 1−D ) R 2L

Na figura 5 vê-se que a corrente no indutor está sempre positiva, o


que indica que o o modo de condução é contínuo. A condição ideal para o
conversor operar no modo contínuo é que a corrente mínima no indutor não
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chegue a zero, ou seja, I min > 0. Caso I min seja igual a zero dizemos que o
indutor está no modo entre a continuidade e a descontinuidade. Quando I min =
0 pode-se calcular o valor mínimo do indutor para o sistema, como pode ser
visto abaixo.

Vi V i DT
I min = −
( 1−D ) R 2
2L

Vi V i DT
0= −
( 1−D ) R 2
2L

Vi V i DT
2
=
( 1−D ) R 2L

Então o valor mínimo do indutor é:

2
DR (1−D)
Lmin =
2f

Há um detalhe importante. Deverá ser utilizado um valor de indutor


maior que o mínimo para que o sistema esteja em modo de condução
contínua, então Lmin não deve ser utilizado num projeto onde se deseje operar
no modo contínuo. Então para o projeto é utilizado a seguinte equação para
achar o valor do indutor.

V iD
L=
ΔI L f

Além de uma oscilação na onda da corrente, há também uma


oscilação na tensão. Essa variação depende do valor capacitor e é dada por:

ΔV 0 D
=
V 0 RCf

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3 Especificando os componentes do conversor


Para o projeto do conversor boost foram definidos alguns parâmetros
nominais para serem seguidos em busca de um instrumento que obtenha um
objetivo rentável, esses valores são definidos a seguir:

Parâmetro Valor

Frequência de chaveamento (fs) 40 KHz

Potência de saída (Pout) 100 W

Tensão de entrada (Vin) 24 V

Carga média (virtual) 23.04 Ω

Duty cycle médio 50%

Tensão de saída média (Vout) 48 V

∆V 10%
Ondulação de tensão no capacitor (
Vout
)

∆ iL 10%
Ondulação de corrente no indutor ( )
iL

Resistência série do capacitor (Rc) 0,015 Ω

Tensão de entrada máxima (V ¿ ) max


34 V

Tensão de entrada mínima (V ¿ ) min


18 V

A equipe se utilizou do software MathCad, para encontrar os valores que


serão utilizados no projeto.

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3.1.1 Cálculo do Duty Cycle


Com isso, deve ser descoberto o duty cycle e a variação máxima do
duty cycle para que o conversor funcione normalmente:

V¿
D=1− =0.5
V out

Para se obter a variação máxima basta utilizar o V ¿máximo e o mínimo,

V¿
D min =1− max
=0.292
V out

V¿
Dmax =1− min
=0.625
V out

3.1.2 Cálculo da carga virtual


Para identificar a resistência de carga precisa-se remanejar a fórmula
da potência dissipada em uma carga, ficando assim:

V out ²
R0 = =23,04 Ω
Pout

3.1.3 Cálculo do indutor


Para o cálculo da indutância pode-se utilizar a máxima ondulação da
corrente na qual foi especificada ∆ I =10 % da corrente de pico nominal de
entrada, logo:

V ¿∗Dmax
L=
∆iL∗f s

Porém é necessário encontrar a variação de pico-a-pico da corrente no


indutor (∆ iL), para que se possa calcular a indutância necessária do projeto.
A corrente média no indutor é dada pela seguinte fórmula:

Vinmin
iL = 2
=5.556 A
(1−D max ) ∗R

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Com o valor da corrente média calculada, encontra-se a variação de


pico-a-pico da corrente no indutor (∆ iL):

∆ iL
=10 %
iL

∆ iL=0.10∗iL=0.10∗5.556

∆ iL=0. 5556 A

Substituindo na fórmula da indutância, têm-se:

V ¿∗Dmax 24∗0.625
L= = ≈ 675 µH
∆iL∗f s 0. 5556∗40000

3.1.4 Cálculo do Capacitor


Para o cálculo da capacitância utiliza-se a seguinte fórmula:

ΔV 0 Dmax
=
V 0 R∗C∗f

Substituindo os valores têm-se:

0.625
C= =6.782 µF
23.04∗0.10∗40000

Para o cálculo do capacitor foi utilizado o duty cycle máximo, pois este
é o caso em que a saída apresentaria uma maior variação da tensão,
possuindo uma limitação máxima de 10%.

Após a identificação da capacitância calcula-se o capacitor que mais se


aproxima do valor obtido, para que se possa utilizá-lo no projeto.

O diodo de potência foi escolhido pela sua tensão reversa e pela sua
corrente de condução direta, sendo que a corrente precisa ser maior que
I d > 4.39 A e sua tensão reversa precisa ser maior que V d >50 V .
rev

Logo o diodo escolhido para esse projeto, considerando os disponíveis


comercialmente, foi o (MUR860).

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Do mesmo modo para a escolha do MOSFET foi definido a partir de


sua corrente de condução e tensão reversa, precisando obter os valores a
seguir:

I MOSFET >4,37 A

V MOSFET >50 V
rev

Logo o MOSFET escolhido para esse projeto, considerando os


disponíveis comercialmente, foi o (P7NC80ZFP).

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4 Circuito de Chaveamento

Existem inúmeros controladores PWM (Pulse Width Modulation)


disponíveis que tornam Modulação de Largura de Pulso fácil. Um dos mais
conhecidos desses controladores é o SG3525. O CI SG3525 pode ser usado
em fontes de alimentação, carregadores de bateria, conversores DC-DC,
entre outras aplicações. O esquemático interno do CI é mostrado na Figura 6
e as conexões na Figura 7.

Figura 6 - Diagrama de Blocos SG3525

Fonte: (SEMICONDUCTOR)

Figura 7 - CI SG3525

Fonte: Datasheet SG3525A. (SEMICONDUCTOR)

É importante detalhar a função de cada conexão. Os pinos 1 e 2 são as


entradas para o amplificador de erro integrado. Quando a tensão na entrada
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de inversão (pino 1) é maior que a tensão na não inversora (pino 2) há uma


diminuição no Duty Cycle. Caso a tensão no pino 1 for menor que no pino 2,
ocorre o contrário. A frequência de PWM depende da capacitância C que está
no pino 5 e da resistência Rt, entre pino 6 e o terra. Com isso a frequência
pode ser encontrada pela fórmula a seguir.

1
Freq=
0.7∗R∗C

O pino 7 influi diretamente no tempo morto, que é o tempo em que os


transistores estão desligados, ou seja, é o tempo em que o transistor ativado
pode desligar e o inativado pode ligar. O tempo morto é mostrado na Figura 8.

Figura 8 - Tempo Morto

Fonte: Datasheet SG3525A. (SEMICONDUCTOR)

Os pinos 8, 9, 10 e 12 são, respectivamente, o soft-start, a


compensação, o desligado (ou de baixa) e o terra. As conexões 13, 15 e 16
são responsáveis pela alimentação. O pino 13 alimenta o transistor NPN,
enquanto o 15 é o que liga o CISG3525 e o 16 é a tensão de referência. As
conexões restantes são as saídas A (pino 11) e B (pino 14).
Depois da análise das conexões volta-se agora para como o sinal
PWM é gerado pelo SG3525. O sinal PWM é gerando comparando uma onda
triangular (sinal de portadora) com um nível de referência. A saída será alta
quando o triângulo é maior do que a referência e baixa em qualquer outro
lugar, como esquematizado na Figura 9.

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Figura 9 - Esquemático da geração de sinal PWM.

Fonte: Datasheet SG3525A. (SEMICONDUCTOR)

Como pode ser visto na Figura 10, cada saída possui um transistor. As
formas de onda das saídas são de mesma amplitude e período, porém
quando um transistor está ligado o outro está desligado, o que faz com que as
saídas sejam complementares.

Figura 10 - Saídas do SG3525

Fonte: Imagens Google. (2017)

4.1 Simulação do chaveamento

Utilizando o software PSIM, foi simulado o circuito de chaveamento


com o objetivo de melhorar o duty cycle, e deixá-lo operando com mais de
50%. Para isso foi mudado as resistências para se obter a frequência e o duty

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cycle desejado. As tensões de saída encontradas estão plotadas logo abaixo,


e os cálculos para as resistências e capacitância serão mostrados no decorrer
do relatório.

Figura 11 - SG3525

Fonte: Autor (PSIM)

Os gráficos do chaveamento na saída do SG3525 foram:


Figura 12 - Saída de chaveamento do SG3525

Fonte: Autor (PSIM)

Como o MOSFET chaveia com uma tensão entre 10 e 20V, é possível ver que a
tensão de saída do SG3525 obtida é capaz de chavear o MOSFET.

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4.1.1 Cálculo para a frequência de oscilação

Fazendo os cálculos para a frequência de chaveamento de 40 KHz e


considerando um capacitor de 10 nF têm-se a seguinte resistência:

1
Freq=
0.7∗R∗C

3 1
40∗10 = −9
0.7∗R∗10∗10

R1=3.571 KΩ

Porém em vez de se utilizar resistores, a equipe optou por usar dois


potenciômetros de 10 KΩ e um resistor de 1 KΩ. Após a montagem, o circuito
foi alimentado com tensão de 15V nos pinos 13 e 15. Com o auxílio do
osciloscópio foi possível obter a forma de onda no pino 5. A onda “dente de
serra” teve uma frequência de 40,34KHz, que é bem próxima da esperada
(40KHz), como pode ser visto na figura abaixo:

Figura 6 – Forma de onda obtida no pino 5

Fonte: Autor

Após isso, foram analisados os pinos de saída. Para obter uma saída
com duty cycle de 50%, os potenciômetros R xe R y tiveram que ser

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modificados para 9,668KΩ e 5,2KΩ, respectivamente. Abaixo têm-se a forma


de onda obtida das saídas.

Figura 7 – Forma de onda na saída VC

Fonte: Autor

Como foi mostrado na simulação (figura 12), pôde-se comprovar na


prática o formato de onda desejado que sairá do SG3525 para o circuito de
potência.

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5 Função de transferência da planta


Para a análise do comportamento do conversor boost em malha aberta,
é necessário a utilização da função de transferência no domínio da
frequência. Esta expressão é indicada a seguir.

Gboost =
((
Kd∗ 1+
s
wz1)(
∗ 1−
s
wz2 ))
1+
s
( )
s2
+ 2
w0∗Q w0

Onde:

Vin
 Kd=
(1−Dmax )2
1
 w z 1=
C∗RSE
( 1−Dmax )2∗R
 wz2=
L
1
 w 0= ∗( 1−Dmax )
√ L∗C
 Q=w0∗C∗(R+ RSE)

Substituindo os parâmetros nas expressões acima, teremos:

 Kd = 170.6667;
 Wz1 = 9.830400*106
 Wz2 = 4.8*103
 W0 = 5.5426*103
 Q = 0.8666

A partir dos valores obtidos acima substituindo-se na expressão de malha aberta do


conversor Boost, foi encontrado o seguinte resultado:

−2.518∗1013∗s 2−2.474∗1020∗s+1.188∗1024
Gboost ( s ) =
2.266∗1014∗s2 +1.45∗1018∗s+6.962∗1021

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Os zeros e polos desta FT estão na tabela abaixo:

Tabela 1 - Polos e zeros do sistema em malha aberta

Polos Zeros

(-3.2 + 4.53j) *103 -9.83*106

(-3.2 - 4.53j) *103 4.8*103

Fonte: Autor

Utilizando o comando pzmap, pôde-se simular no software MatLab o lugar onde se


ficam os polos e zeros da FT de Gboost.

Figura 13 - Polos e zeros de Gboost (s)

Fonte: Autor

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5.1 ANÁLISE DA FUNÇÃO DE TRANSFERÊNCIA DE MALHA


ABERTA

A princípio, para a análise do comportamento do conversor boost é


preciso que seja obtido a função de transferência de malha aberta (FTMA).
De acordo com a figura 14, esta função é dada pelo produto da planta do
sistema 𝐺𝑏𝑜𝑜𝑠𝑡 (𝑠), pelo ganho de realimentação H(s) (ganho do sensor de
saída) e pelo inverso da amplitude a portadora Fm(s). Vale lembrar que a
função Cv(s), que seria a função de transferência do compensador, ainda irá
ser calculada, por isso a FTMA será calculada sem considerar C v(s).

Figura 14 - Esquemático de todo o sistema

Fonte: (ELMANO)

E a função de transferência de malha aberta é a seguinte:

FTMA=G boost( s)∗H (s )∗F m( s)

A expressão para H (s) é dada pela relação entre o valor da tensão de


referência pelo valor da tensão de saída. Foi utilizado um valor de referência
de 0.48 V, portanto:

Vref 0.48
H ( s )= → H ( s )= =0.01
Vout 48

A função Fm(s) está relacionada com a amplitude da onda que gera o


sinal PWM. E é definida pelo inverso da amplitude da onda portadora, como
mostra a seguinte equação. A partir do datasheet o CI SG3525 que foi o
utilizado para gerar o PWM foi extraído que a amplitude da onda portadora
era de 3,3 V.

1 1
F m= → Fm= → F m=0.303
Vm 3.3
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Dessa forma a função de transferência de malha aberta ao substituir os


valores obtidos anteriormente, têm-se:

−7.63∗1010∗s2−7.497∗1017∗s +3.6∗1021
FTMA= 14 2 18 21
2.266∗10 ∗s +1.45∗10 ∗s +6.962∗10

A partir dessa primeira análise faz-se necessário analisar o diagrama


de Bode da função de transferência. A figura 15 mostra o diagrama de Bode
obtido para a função de transferência.

Figura 15 - Diagrama de Bode da FT de Malha Aberta

Fonte: Autor (MatLab)

De modo geral, os critérios para a estabilidade de um sistema são:

 A FTMA do sistema deve apresentar pelo menos um polo na origem.

 A curva de ganho deve cruzar o 0dB a -20dB/dec.

 À medida que fc se aproxima de fs o sistema tende à instabilidade. Um valor


seguro é fc = fs/5.

 Margem de fase entre 45° e 90°, o sobressinal está ligado diretamente com a
margem de fase do sistema. Estando dentro desse limite estabelecido, pode-
se garantir a estabilidade e uma boa sobretensão e oscilação.

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Pelo Diagrama de Bode da figura 15, nota-se que o sistema não está
cumprindo com os critérios de estabilidade. Não há uma frequência de corte,
a margem de fase para esse caso é infinita e o diagrama de módulo não está
cruzando o 0dB a -20dB/dec.

Dessa forma observa-se a necessidade da implementação de um


compensador a fim de manter o sistema do conversor boost estável.

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6 COMPENSAÇÃO DO SISTEMA

É importante analisar que ao tentar variar a carga ou mesmo a tensão


de entrada do conversor boost, é necessário que o duty cycle seja modificado
para que o valor na saída permaneça o mesmo. Para que o projeto atenda ao
critério que manter a saída constante é necessário inserir um compensador
que seja capaz de recalcular o valor do duty cycle sempre que sentir
perturbações de entrada ou de saída.

Para a implementação do compensador é necessário associar dois


amplificadores operacionais, um deles será responsável por comparar o sinal
de saída com um sinal de referência e o outro será responsável por comparar
a saída do primeiro amplificador com uma onda triangular, que irá gerar uma
onda quadrada na saída.

6.1 OBTENÇÃO DO COMPENSADOR

Para obter qual tipo de controlador necessário para controlar o


conversor boost foi utilizado a função pidtune do software Matlab. A função
funciona da seguinte forma: dado um modelo de planta G(s), o pidtune ajusta
automaticamente os ganhos do PID para equilibrar o desempenho (tempo de
resposta) e robustez (margens de estabilidade).
Para atender as necessidades de controle do conversor boost
projetado, foi estruturado uma função transferência do controlador. Ao se
utilizar da função pidtune, o MatLab especificou que o compensador
precisaria apenas de um controlador integrador, que possuía um ganho K i de
1250. Logo, a função de transferência do controlador ficou da seguinte forma:

Ki 1250
C V ( s )= →C V ( s )=
s s

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Figura 16 - Estrutura do compensador

Fonte: Autor (PSIM)

Através da função transferência do controlador, foi desenvolvida a


estrutura do compensador, que é composta por amplificadores operacionais,
resistores e capacitores. Com a modelagem do circuito anterior, foi retirada a
função transferência da estrutura e comparada com a função de um
controlador para que fossem definidos os valores de capacitância e
resistência.

De acordo com a tabela da página 398 do livro do Norman Nise, visto


que se trata de um controlador integrador, pôde-se fazer a seguinte
comparação:

1
K i RC
=
s s

Com o valor de Ki = 1250, e adotando uma capacitância de 10 nF (valor


comercial), obteve-se uma resistência R = 80 KΩ.

Agora fazendo a função de transferência de malha aberta da figura 14


considerando CV (s), obtêm-se o seguinte valor:

FTMACOM =FTMA∗CV (s)

10 2 17 21
−7.63∗10 ∗s −7.497∗10 ∗s+3.6∗10
∗1250
2.266∗1014∗s 2+1.45∗1018∗s+ 6.962∗1021
FTMACOM =
s

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13 2 20 24
−9.57∗10 ∗s −9.403∗10 ∗s +4.516∗10
FTMACOM = 14 3 18 2 21
2.266∗10 ∗s +1.45∗10 ∗s +6.962∗10 ∗s

Feito isto, utilizando-se novamente da técnica gráfica do diagrama de


Bode os seguintes gráficos foram obtidos:

Figura 17 - Diagrama de bode da FTMACOM

Fonte: Autor (MatLab)

Ao analisar os gráficos de margem de fase e ganho, observam-se que


o sistema compensado está de fato estável, uma vez que apresenta erro
estático nulo, a curva de ganho está cruzando o zero a -20 db/dec, margem
de fase 74.3° e a frequência de corte de 0.105 KHz (menor que um quinto da
frequência de chaveamento).
Para melhor análise do sistema, foi feita a análise da resposta do
sistema de uma entrada ao degrau, para isto foi necessário a obtenção da
função de transferência de malha fechada. Novamente observando a figura
14, pode-se construir a função de transferência em malha fechada. A mesma
está representada a seguir:

Ramo direto
FTMF=
1+ FTMA

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G boost ( s )∗F m ( s )∗C ( s )


FTMF=
1+Gboost ( s )∗F m ( s )∗C ( s )∗H ( s )

15 2 22 26
−9.57∗10 ∗s −9.403∗10 ∗s +4.516∗10
14 3 18 2 21
2.266∗10 ∗s + 1.45∗10 ∗s + 6.962∗10 ∗s
FTMF= 14 3 18 2 21 24
2.266∗10 ∗s +1.449∗10 ∗s +6.022∗10 ∗s+ 4.516∗10
2.266∗1014∗s 3+ 1.45∗1018∗s 2+ 6.962∗1021∗s

15 2 22 26
−9.57∗10 ∗s −9.403∗10 ∗s+ 4.516∗10
FTMF=
2.266∗1014∗s 3 +1.449∗10 18∗s 2 +6.022∗1021∗s+ 4.516∗1024

Com a função de transferência de malha fechada, obteve-se a resposta ao degrau:

Figura 18 - Resposta ao degrau de FTMF

Fonte: Autor (MatLab)

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6.2 RESULTADOS OBTIDOS NA SIMULAÇÃO

O estudo do sistema é feito através do software PSIM, como foi pedido.


O circuito montado para a simulação é o mostrado na figura seguinte:

Figura 19 - Sistema de malha fechada

Fonte: Autor (PSIM)

São colocadas no sistema, três tipos de variações diferentes: Uma variação de


carga, diminuindo a carga pela metade. Um degrau de tensão no valor de 10 V, um
degrau negativo de 16 V e por último, um degrau positivo de 6V para que se possa
voltar aos 24V de entrada.

6.2.1 ANÁLISE DE TENSÃO

A tensão de saída (carga) especificada no projeto, é de 48V. Feito o controle,


deseja-se que nas três alterações que ocorrem no sistema, o sinal na saída varie,
mas depois volte a tensão especificada. O comportamento completo da tensão de
saída, comparada com o nível da tensão de entrada, é mostrado a seguir:

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Figura 20 - Tensão de saída e de entrada

Fonte: Autor (PSIM)

A figura acima mostra a comportamento da tensão de entrada


(V_entrada), junto com a variação da tensão de saída de carga a partir do
instante 0,2s.
Analisando isoladamente cada período oscilação temos, inicialmente,
em 0.2s, uma resistência de 11.52Ω adicionada ao circuito, em paralelo com a
carga. Com isso, a carga total cai para 7.68Ω. O sinal de saída sofre uma
oscilação mais logo se estabiliza na tensão nominal. Quando o tempo chega
em 0.4s, a carga volta ao normal, ou seja, 23.04 Ω.
Já em 0.6s, um degrau de tensão de 10V é adicionado, levando a
tensão de entrada para 34V. O sinal de saída apresenta um sobressinal de
aproximadamente 24V, ou seja, 50% da tensão nominal.
Já em 0,8s é aplicado um degrau negativo de 16V, fazendo com que a
tensão de entrada vá para 18V. O sinal de saída novamente apresenta um
sobressinal de aproximadamente 24V.
Por último, em 1.0 s, é adicionado um degrau de 6V na tensão de
entrada. Assim, o sistema volta ao seu estado inicial, ou seja, com 24V na
entrada.

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6.2.2 ANÁLISE DA CORRENTE

Os gráficos de corrente a serem analisados são as correntes na carga


e no indutor. A corrente nominal de saída é de 2.083A, enquanto a corrente
de no indutor é de 5.556A. A figura abaixo mostra os comportamentos dessas
correntes submetidas as variações:

Figura 21 - Correntes no indutor e na carga

Fonte: Autor (PSIM)

Quando ocorrem os degraus de tensão, a corrente na carga se mantém


constante, já que a tensão de saída é controlada. No entanto, a corrente no
indutor deve aumentar ou diminuir, já que a mesma depende da razão cíclica
do sistema, que no caso, está variando. Assim, percebe-se que durante o
degrau de tensão, o negativo e o positivo, a corrente na carga se mantém no
valor nominal, mas a corrente no indutor aumenta ou diminui, uma vez que a
razão cíclica também aumenta ou diminui.

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7 CONCLUSÃO

As fontes analógicas comuns têm baixo rendimento e, além disso,


empregam componentes pesados como os transformadores. A fim de
solucionar esses problemas, temos os conversores presentes nas fontes dos
equipamentos modernos que tornam o produto final mais leve e muito mais
eficiente.

O trabalho consistiu em familiarizar-se com o conversor Boost e


compreender seu princípio de funcionamento para poder ter uma ideia de que
tipos de sinais devem ser encontrados e quais são as funções dos
componentes principais. Indispensável para o profissional que atua em
eletrônica de potência.

Foi possível entender que para se projetar algo, em específico o


conversor boost, foi necessário levantar todo um planejamento. Foi calculado
o indutor, o capacitor e o resistor de acordo com os valores pedidos no
projeto, que exigiam uma potência de 100W.

O SG3525 foi implementado no circuito de drive e suas formas de


ondas foram de acordo com o que foi calculado e simulado na plataforma
PSIM.

Porém ao conectar o driver de chaveamento ao conversor Boost, a


tensão de saída não teve o mesmo desejado. Nesse caso, era para a tensão
de saída ter o dobro da tensão de entrada.

Já na parte do controle, com o auxílio das ferramentas como o


Diagrama de Bode, foi possível projetar um compensador, junto com os
softwares de simulação que ajudaram na simulação e na comparação de
resultados finais, MATLAB e PSIM.
No controle foi adicionado um pólo na origem, o que caracteriza um
compensador, e de acordo com as simulações apresentadas no relatório, o
conversor boost foi controlado de maneira eficiente.

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Este projeto foi de grande importância, pois podemos evidenciar todo o


processo de controle de um conversor, desde a função transferência do
conversor, até a escolha do tipo de controlador que atenda de maneira
eficiente ao projeto, ou seja, obtivemos uma aplicação de todo o conteúdo
abordado no decorrer do curso.

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REFERÊNCIAS

BARBI, I. Modelagem de conversores CC-CC empregando o modelo médio em espaço de estados.


Florianópolis: [s.n.], 2015.

ELMANO, C. Disponivel em:


<[Link] Acesso em: 01 Julho 2017.

HART, D. W. Eletrônica de potência análise e projetos de circuitos. Porto Alegre: bookman, 2012.

MANUAL de Práticas da ED-4400B da ED CO., LTD. [S.l.]: [s.n.].

MUR860. ON Semiconductor. Disponivel em: <[Link]


%20Semiconductor%20Products/Diodes,%20Rectifiers%20-%20Single/[Link]>.
Acesso em: 14 Julho 2017.

NISE, N. S. Engenharia de Sistemas de Controle. 3ª. ed. [S.l.]: LTC, 2002. Cap. 9, p. 397-399.

P7NC80ZFP. DataSheetTlib. Disponivel em:


<[Link] Acesso em:
14 Julho 2017.

SEMICONDUCTOR, O. Pulse Width Modulator. Disponivel em:


<[Link] Acesso em: 21 Julho 2017.

SILVA, J. M. G. D. Controle em malha fechada, 2000. Disponivel em:


<[Link] Acesso em: 15 Maio 2017.

UDESC. Conversor elevador (boost). Disponivel em:


<[Link] Acesso
em: 21 Julho 2017.

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