INTRODUÇÃO A GÊNESIS
I. O NOME DO LIVRO
A. Em Hebraico (TM) é a primeira palavra do livro, Bereshith, "no começo" ou "por meio de começo".
B. Da Septuaginta a tradução é "Gênesis" que significa "princípio" ou "origem" que foi tirado de 2.4a.
Esta pode ser a "frase delimitadora" chave do autor ou cólofon para unir as biografias teológicas
diferentes como os escritores cuneiformes babilônicos faziam. A frase esboço chave olha para trás
em vez de para frente.
II. CANONIZAÇÃO
A. Esta é a parte da primeira seção do cânon hebraico chamado "A Torá" ou "ensinos" ou "Lei".
B. Esta seção na Septuaginta é conhecida como o Pentateuco (cinco rolos).
C. É às vezes chamada "Os Cinco Livros de Moisés" em português.
D. Gênesis-Deuteronômio é um relato contínuo de Moisés a respeito da criação até a vida de Moisés.
III. GÊNERO - O livro de Gênesis é fundamentalmente narrativa teológica, histórica mas também inclui
outros tipos de gênero literário:
A. Poesia, exemplo, 2.23; 4.23 (possivelmente 1-2)
B. Profecia, exemplo, 3.15; 49.1ss (também poética)
IV. AUTORIA
A. A Bíblia mesma não menciona o autor. Gênesis não tem seções "eu" como Esdras, Neemias ou
seções "nós" como Atos.
B. Tradição judaica:
1. Antigos escritores judeus dizem que Moisés escreveu-o:
a. Eclesiástico de Ben Siraque 24.23, escrito aproximadamente 185 a.C.
b. O Baba Bathra 14b, uma parte do Talmude
c. Filo de Alexandria, Egito, um filósofo judeu, escrevendo pouco antes do ministério de Jesus
d. Flávio Josefo, um historiador judeu, escrevendo pouco depois do ministério de Jesus.
2. A Torá é um relato histórico unificado. Depois de Gênesis, cada livro começa com a conjunção
"e" (exceto Números).
3. Este foi uma revelação a Moisés
a. É dito que Moisés escreveu:
(1) Êxodo 17.14
19
(2) Êxodo 24.4,7
(3) Êxodo 34.27,28
(4) Números 33.2
(5) Deuteronômio 31.9, 22, 24-26
b. É dito que Deus falou através de Moisés:
(1) Deuteronômio 5.4,5, 22
(2) Deuteronômio 6.1
(3) Deuteronômio 10.1
c. É dito que Moisés falou as palavras da Torá ao povo:
(1) Deuteronômio 1.1, 3
(2) Deuteronômio 5.1
(3) Deuteronômio 27.1
(4) Deuteronômio 29.2
(5) Deuteronômio 31.1, 30
(6) Deuteronômio 32.44
(7) Deuteronômio 33.1
4. Autores do AT atribuem-no a Moisés:
a. Josué 8.31
b. II Reis 14.6
c. Esdras 6.18
d. Neemias 8.1; 13.1,2
e. II Crônicas 25.4; 34.12; 35.12
f. Daniel 9.11
g. Malaquias 4.4
C. Tradição cristã
1. Jesus atribui citações da Torá a Moisés:
a. Mateus 8.4; 19.8
b. Marcos 1.44; 7.10; 10.5; 12.26
c. Lucas 5.14; 16.31; 20.37; 24.27, 44
d. João 5.46, 47; 7.19, 23
2. Outros autores do NT atribuem citações da Torá a Moisés:
a. Lucas 2.22
b. Atos 3.22; 13.39; 15.1, 15-21; 26.22; 28.23
c. Romanos 10.5, 19
d. I Coríntios 9.9
e. II Coríntios 3.15
f. Hebreus 10.28
g. Apocalipse 15.3
3. A maioria dos Pais da Igreja primitiva aceitou a autoria mosaica. Irineu, Clemente de Alexandria,
Orígenes e Tertuliano todos tinham dúvidas sobre o relacionamento de Moisés com a forma
canônica atual de Gênesis.
D. Erudição Moderna
1. Houve obviamente algumas adições editoriais à Torá (aparentemente para tornar o trabalho
antigo mais compreensível para leitores contemporâneos):
20
a. Gênesis 12.6; 13.7; 14.14; 21.34; 32.32; 36.31; 47.11
b. Êxodo 11.3; 16.36
c. Números 12.3; 13.22; 15.22,23; 21.14,15; 32.33ss
d. Deuteronômio 3.14; 34.6
e. Escribas antigos eram altamente treinados e educados. Suas técnicas diferiam de país para
país:
(1) na Mesopotâmia eles eram muito cuidadosos para não mudar nada, e até revisavam seus
trabalhos para exatidão. Aqui está uma nota de rodapé de escriba sumério, ("o trabalho
está completo do começo ao fim, tem sido copiado, revisado, comparado e verificado
sinal por sinal" de aproximadamente 1400 a.C.)
(2) no Egito eles revisavam livremente textos antigos para atualizá-los para os leitores
contemporâneos. Os escribas em Qumran seguiam essa abordagem.
2. Estudiosos do século 19 teorizaram que a Torá é um documento composto de muitas fontes
durante um período prolongado de tempo (Graft-Wellhausen). Isto foi baseado em:
a. os diferentes nomes para Deus,
b. aparentes parelhas no texto,
c. as forma dos relatos
d. a teologia dos relatos.
3. Supostas fontes e datas:
a. fonte J (uso de YHWH) - 950 a. C.
b. fonte E (uso de Elohim) - 850 a.C.
c. JE combinadas - 7 50 a.C.
d. fonte D ("O Livro da Lei", II Reis 22.8, descoberto durante a reforma de Josias enquanto
remodelando o Templo foi supostamente o livro de Deuteronômio, escrito por um sacerdote
desconhecido do tempo de Josias para apoiar sua reforma.) - 621 a.C.
e. fonte P (todo material sacerdotal especialmente ritual e procedimento) - 400 a.C.
f. Houve obviamente adições editoriais à Torá. Os judeus afirmam que foi:
(1) O Sumo Sacerdote no tempo do escrito,
(2) Jeremias o Profeta,
(3) Esdras o Escriba - IV Esdras diz que ele a reescreveu porque os originais foram
destruídos na Queda de Jerusalém em 586 a.C.
g. Contudo, a teoria J. E. P. D. diz mais sobre nossas modernas teorias e categorias literárias do
que evidência da Torá (R. K. Harrison, Introduction to the Old Testament [Introdução ao
Antigo Testamento], pp. 495-541 e Tyndale's Commentaries "Leviticus" [Comentários do
Tyndale "Levítico", pp. 15-25).
h. Características da literatura hebraica
(1) Parelhas, como Gn 1&2, são comuns em hebraico. Geralmente uma descrição geral é
dada e então seguida por um relato específico. Isto pode ter sido uma maneira para
acentuar verdades ou ajudar memória oral.
(2) Os rabinos antigos diziam que os dois nomes mais comuns para Deus têm significância
teológica:
a) YHWH - o nome da Aliança para Divindade como Deus se relaciona com Israel
como Salvador e Redentor (cf. Sl 103).
b) Elohim - Divindade como Criador, Provedor e Sustentador de toda vida na terra (cf.
Sl 104).
(3) É comum na literatura não-bíblica do Oriente Próximo para uma variedade de estilos e
21
vocabulário ocorrer em obras literárias unificadas (Harrison, pp. 522-526).
E. A evidência da literatura do Oriente Próximo Antigo implica que Moisés usou documentos
cuneiformes escritos ou tradições orais de estilo mesopotâmico para escrever Gênesis. Isto de
maneira nenhuma significa implicar um diminuir da inspiração mais uma tentativa para explicar o
fenômeno literário do livro de Gênesis. Começando em Gn 37 uma influência egípcia marcante de
estilo, forma e vocabulário parece indicar que Moisés usou ou produções literárias ou tradições orais
dos dias dos israelitas no Egito. A educação formal de Moisés foi completamente egípcia! A
formação literária exata do Pentateuco é incerta. Eu acredito que Moisés é o compilador e autor da
vasta maioria do Pentateuco, embora ele possa ter usado escribas e/ou tradições escritas e orais. A
historicidade e confiabilidade destes primeiros poucos livros do AT é certa.
V. DATA
A. Gênesis cobre o período da criação do cosmos à família de Abraão. É possível datar a vida de
Abraão a partir de literatura secular do período. A data aproximada seria 2000 a.C., o segundo
milênio a.C. A base para isto é:
a. o pai atuava como sacerdote para a família (como Jó),
b. vida nômade seguindo manadas e rebanhos,
c. migração de povos semíticos durante este período.
B. Os eventos primitivos de Gn 1-11 são eventos "históricos" verdadeiros (possivelmente "drama
histórico") mas que não podem ser datados pelo conhecimento atual disponível.
C. Deve ser lembrado quando estudar Gênesis que os eventos históricos são registrados por Moisés que
conduziu o povo de Deus para fora do Egito em tanto: (1) 1445 a.C., baseado em I Reis 6.1; ou (2)
1290 a.C., baseado na arqueologia. Portanto, ou pela tradição oral, fontes escritas desconhecidas ou
revelação divina direta, Moisés registra "como tudo começou" e "por que".
VI. FONTES PARA CORROBORAR O CENÁRIO HISTÓRICO
A. Outros livros bíblicos
1. Criação - Salmos 8, 19, 50 & 104
2. Tempo de Abraão - Jó
B. Fontes arqueológicas seculares
1. O paralelo literário conhecido mais antigo do cenário cultural de Gênesis 1-11 é os tabletes
cuneiformes de Ebla do norte da Síria aproximadamente 2500 a.C., escritos em acádio.
2. Criação
a. O relato mesopotâmico mais próximo tratando da criação, Enuma Elish, datando de
aproximadamente 1900-1700 a.C., foi encontrado na biblioteca de Assurbanipal em Nínive e
vários outros lugares. Há sete tabletes cuneiformes escritos em acádio que descrevem a
criação de Marduque.
(1) Os deuses, Apsu (macho de água doce) e Tiamat (fêmea de água salgada) tinham filhos
indisciplinados e barulhentos. Estes dois deuses tentaram silenciar os deuses mais jovens.
(2) Um dos filhos do deus, Marduque, ajudou derrotar Tiamat. Ele formou a terra do corpo
dela.
(3) Marduque formou a humanidade de um outro deus derrotado, Kingu, que era o macho
consorte de Tiamat depois da morte de Apsu. A humanidade veio do sangue de Kingu.
22
(4) Marduque foi feito o chefe do panteão babilônico.
b. "O selo da criação" é um tablete cuneiforme que é uma figura de um homem e uma mulher
nus detrás de uma árvore frutífera com uma cobra enrolada ao redor do tronco da árvore e
situada sobre o ombro da mulher como se falando com ela.
3. Criação e dilúvio - "O Épico de Atrahasis" registra a rebelião dos deuses menores por causa do
trabalho excessivo e a criação de sete casais humanos para realizar as obrigações desses deuses
menores.
Por causa de: (1) superpopulação e (2) barulho. Os seres humanos foram reduzidos em números
por uma praga, duas fomes e finalmente um dilúvio, planejado por Enlil. Esses eventos
importantes são vistos na mesma ordem em Gênesis 1-8. Esta composição cuneiforme data de
aproximadamente o mesmo tempo quanto Enuma Elish e o Épico de Gilgamesh,
aproximadamente 1900-1700 a.C. Todos estão em acádio.
4. O dilúvio de Noé
a. Um tablete sumério de Nippur, chamado Gênesis de Eridu, datando de aproximadamente
1600 a.C., conta sobre Ziusudra e um dilúvio próximo.
(1) Enki o deus da água, avisou de um dilúvio próximo.
(2) Ziusudra, um rei-sacerdote, salvo num barco enorme.
(3) O dilúvio durou sete dias.
(4) Ziusudra abriu uma janela no barco e libertou vários pássaros para ver se a terra seca
tinha aparecido.
(5) Ele também ofereceu um sacrifício de um boi e ovelha quando ele deixou o barco.
b. Um relato de dilúvio babilônico composto de quatro contos sumérios, conhecido como o
Épico de Gilgamesh originalmente datando de aproximadamente 2500-2400 a.C., embora a
forma composta escrita fosse acádia cuneiforme, é muito mais recente. Conta sobre um
sobrevivente de dilúvio, Utnapihstim, que conta a Gilgamesh, o rei de Uruk como ele
sobreviveu ao grande dilúvio e foi concedido vida eterna.
(1) Ea, o deus da água, avisa de um dilúvio e diz a Utnapihstim (forma babilônica de
Ziusudra) para construir um barco.
(2) Utnapihstim e sua família, junto com plantas medicinais selecionadas, sobreviveram ao
dilúvio.
(3) O dilúvio durou sete dias.
(4) O barco veio repousar no nordeste da Pérsia, no monte Nisir.
(5) Ele enviou 3 pássaros diferentes para ver se a terra seca tinha aparecido.
5. A literatura mesopotâmica que descreve um dilúvio antigo são todas traçadas da mesma fonte.
Os nomes com freqüência variam, mas a trama é a mesma. Um exemplo é que Ziuudra,
Atrahasis e Utnapihstim são todos o mesmo rei humano.
6. Os paralelos históricos aos eventos primitivos de Gênesis podem ser explicados à luz do
conhecimento e experiência de Deus da pré-dispersão da humanidade (Gn 10-11). Essas
memórias centrais históricas verdadeiras têm sido elaboradas e mitologizadas nos relatos atuais
de dilúvios comuns pelo mundo. O mesmo pode ser dito de: criação (Gn 1-2) e uniões humana e
angélica (Gênesis 6).
7. Era dos Patriarcas (Idade do Bronze Média)
a. Tabletes de Mari - textos legais (cultura amonita) e pessoais cuneiformes escritos em acádio
de aproximadamente 1700 a.C.
b. Tabletes de Nuzi - arquivos cuneiformes de certas famílias (cultura horeu e hurrita) escritos
em acádio de cerca de 160 quilômetros SE de Nínive aproximadamente 1500-1300 a.C. Eles
registram procedimentos de família e negócios. Para mais exemplos específicos, veja
Walton, pp. 52-58.
c. Tabletes de Alalakh - textos cuneiformes do norte da Síria de aproximadamente 2000 a.C.
d. Alguns dos nomes encontrados em Gênesis são nomeados como nomes de lugar nos tabletes
de Mari: Serugue, Pelegue, Terá, Naor. Outros nomes bíblicos eram também comuns:
Abraão, Isaque, Jacó, Labão e José.
8. "Estudos historiográficos comparativos têm mostrado que, junto com os hititas, os hebreus
23
antigos eram os registradores mais exatos, objetivos e responsáveis da história do Oriente
Próximo", R. K. Harrison em Biblical Cristicism [Crítica Bíblica] p. 5.
9. A arqueologia tem provado ser tão útil em estabelecer a historicidade da Bíblia. Contudo, uma
palavra de cautela é necessária. Arqueologia não é um guia absolutamente digno de confiança
por causa de:
a. técnicas deficientes em escavações primitivas,
b. várias interpretações muito subjetivas dos artefatos que têm sido descobertos,
c. cronologia não acordada do Oriente Próximo Antigo (embora uma esteja sendo desenvolvida
a partir de três círculos).
C. Relatos de criação egípcios podem ser encontrados em Ancient Israelite Literature in Its Cultural
Context [Literatura Israelita Antiga em Seu Contexto Cultural]. Grand Rapids, MI: Zondervan,
1990. Pp. 23-34, 32-34.
1. Na literatura egípcia a criação começou com uma água primitiva, caótica e desestruturada. A
criação era vista como uma estrutura em desenvolvimento do caos aquoso.
2. Na literatura egípcia de Mênfis, a criação ocorreu pela palavra falada de Ptah.
D. Os endereços de grupos evangélicos sobre cosmologia:
1. Instituto para Pesquisa da Criação (Terra Jovem)
P. O. Box 2667
El Cajon, CA 92021-0667
2. Razões para crer (Terra Antiga)
P. O. Box 5978
Pasadena, CA 91117
VII. UNIDADES LITERÁRIAS (CONTEXTO)
A. Esboço baseado no uso de Moisés da frase "as gerações de" (toledoth):
1. origens do céu & terra, 1.1-2.3
2. origens da humanidade, 2.4-4.26
3. gerações de Adão, 5.1-6.8
4. gerações de Noé, 6.9-9.17
5. gerações dos filhos de Noé, 10.1-11.9
6. gerações de Sem, 11.10-26
7. gerações de Terá (Abraão), 11.27-25.11
8. gerações de Ismael, 25.12-18
9. gerações de Isaque, 25.19-35.29
10. gerações de Esaú, 36.1-8
11. gerações dos filhos de Esaú, 36.9-43
12. gerações de Jacó, 37.1-50.26 (#1-11 têm um pano de fundo literário mesopotâmico mas #12 tem
uma impressão literária egípcia).
B. Esboço de propósito
1. criação do homem e da mulher, 1-2
2. humanidade e criação caíram, 3.1-11.26
3. um homem para todos os homens (3.15), 12-50
a. Abraão (12.1-3), 11.27-23.20
b. Isaque, 24.1-26.35
c. Jacó, 27.1-36.4
(1) Judá (a linha do Messias)
24
(2) José (dupla herança de terra), 37.1-50.26
VIII. VERDADES PRINCIPAIS
A. Como tudo começou?
1. Deus (1-2). A visão de mundo da Bíblia não politeísmo mas monoteísmo. Ela não foca no
"como" da criação mas no "quem". Ela foi totalmente única em sua época.
2. Deus quis comunhão. A criação é somente um estágio para Deus ter comunhão com o
homem.
3. Não há nenhuma possibilidade de entender o resto da Bíblia sem Gênesis 1-3 e 12.
4. O ser humano deve responder por fé ao que ele compreende da vontade de Deus (Gn 15.6 &
Rm 4).
B. Por que o mundo é tão mal e injusto? Era "muito bom" (1.31), mas o homem pecou (3). Os
resultados terríveis são óbvios:
1. Caim mata Abel (4)
2. vingança de Lameque (4.23)
3. maldade do homem (6.5,11,12; 8.21)
4. a embriaguez de Noé (9)
5. a torre de Babel (11)
6. o politeísmo de Ur
C. Como Deus vai consertá-lo?
1. Messias virá (3.15)
2. Deus chama um para chamar todos (Gn 12.1-3 & Êx 19.5,6)
3. Deus está disposto a trabalhar com o homem caído (Adão, Eva, Caim, Noé, Abraão, os
judeus e gentios) por Suas provisões de graça:
a. promessas
b. pactos (incondicionais e condicionais)
c. sacrifício
d. adoração
IX. TERMOS E/OU FRASES E PESSOAS PARA DEFINIR SUCINTAMENTE
A. Termos e Frases
1. "disse Deus..." 1.3,6,9,14,20,24 (ARC & NVI)
2. "Vamos..." 1.26; 3.22; 11.7 (NTLH)
3. "à nossa imagem" 1.26,27; 5.1,3; 9.6 (ARC & NVI)
4. "Senhor Deus, que andava" (antropomorfismo) 3.8 (ARA & NVI)
5. Nefilins 6.4 (NVI)
6. Aliança 6.18; 9.9-17 (ARA & NVI)
7. "E creu ele no SENHOR, e foi-lhe imputado isto por justiça" 15.6 (NVI, "Abraão creu no
Senhor, e isso lhe foi creditado como justiça")
8. Beneficência (hesed) 24.12; 32.10 (NVI, "bondade")
9. Ídolos do lar (teraphim) 31.19,30,34 (NVI, "ídolos do clã")
10. Adivinhações 44.5 (ARA & NVI)
B. Pessoas para identificar sucintamente
25
1. Sete, 4.25 11. Hagar, 16.1
2. Enoque, 5.21-24 12. Ismael, 15.15; 25.12-19
3. Metuselá, 5.22,25-27 13. Isaque, 21.3
4. Sem, 9.18; 10.27-31 14. Labão, 24.29
5. Canaã, 9.20-27 15. Quetura, 25.1
6. Ninrode, 10.8-10 16. Jacó (Israel), 25.26; 32.28
7. Terá, 11.24-32 17. Diná, 30.21
8. Ló, 11.31 18. Potifar, 37.36
9. Abraão, 12.18 19. Tamar, 38
10. Melquisedeque, 14.18 20. Manasses & Efraim, 41.51,52
X. LOCAIS DO MAPA
A. Primeiro mapa - Gênesis 1-11 (por número)
1. Jardim do Éden, 2.8 7. Nínive, 10.12
2. Rio Tigre, 2.14 8. Jebus, 10.16
3. Rio Eufrates, 2.14 9. Sodoma, 10.19; 13.10
4. Mts. de Ararate, 8.4 10. Ur dos caldeus, 11.28
5. Sinar, 10.10; 11.2 11. Harã, 11.31,32
6. Babel, 10.10; 11.9
B. Primeiro mapa - Gênesis 1-11 (por número)
1. Siquém, 12.6; 33.18 12. Moabe, 19.37
2. Betel, 12.8 13. Amom, 19.38
3. Neguebe, 12.9; 13.1 14. Berseba, 21.14; 26.33
4. Rio Jordão, 13.10,11 15. Terra dos Filisteus, 21.32
5. Hebrom, 13.18; 23.2 16. Deserto de Parã, 21.21
6. Mar Salgado, 14.3 17. Terra de Moriá, 22.2
7. Cades, 14.7; 16.14 18. Arã, 24.10
8. Damasco, 14.15 19. Edom, 25.30; 36.1;8,9,19
9. Salém, 14.18 20. Rio Jaboque, 32.22
10. Rio do Egito, 15.18 21. Belém, 35.19
11. Deserto de Sur, 16.7 22. Terra de Gósen, 45.10; 46.34
XI. QUESTÕES DE CONTEÚDO DO ESTUDANTE
QUESTÕES SOBRE GÊNESIS 1-11
1. A Bíblia discute a origem de Deus?
2. A Bíblia conflita com a ciência sobre a criação?
3. Como Gênesis 1 está relacionado com outros relatos de criação do Oriente Próximo?
4. Defina os termos fiat e ex nihilo.
5. Por que há dois nomes diferentes para a Divindade nos caps. 1 e 2?
6. Há dois relatos diferentes da criação do homem?
7. O que significa que o homem e a mulher foram feitos à imagem de Deus?
8. Por que o plural é usado em relação ao Único Deus? 1.26, 27; 3.22; 11.7
26
9. Por que o capítulo 3 é crucial em entender o resto da Bíblia?
10. Animais falantes (3.1) provam que este relato é mitológico?
11. Por que 3.15 é tão importante?
12. Como 3.16 se aplica à vida moderna?
13. Há duas árvores especiais ou uma no Jardim do Éden?
14. Liste os desenvolvimentos na sociedade que vêm da linha de Caim, 4.16-24.
15. Qual foi o propósito do Dilúvio?
16. Qual foi o propósito do homem construir a torre de Babel?
QUESTÕES SOBRE GÊNESIS 12-50
1. Como são os pactos entre Noé e Abraão diferentes?
2. Como o pacto de Abraão se relaciona com os não-judeus?
3. Quais dois sinais de fraqueza e falta de fé são vistos em Abrão no capítulo 12?
4. Quem é Melquisedeque e por que Abrão deu o dizimo a ele?
5. Por que 15.12-21 é tão significante?
6. Quem são os três homens do capítulo 18? (por que e onde)
7. Por que Abraão mentiu sobre ser casado com Sara? Para quem ele mentiu?
8. Por que Rebeca e Jacó enganaram Isaque? (27)
9. Explique por que Rúben, Levi e Simeão foram rejeitados no que se refere a linhagem do Messias?
(34 & 49).
10. Descreva os sonhos de José em suas próprias palavras. (37)
11. Por que José fingiu que ele não tinha reconhecido seus irmaos?
12. Por que cada um dos filhos de José herdam igualmente com os outros filhos de Jacó?
27