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Introdução ao Livro de Êxodo: Nome, Canonização e Datações

O documento introduz o livro de Êxodo, discutindo sua autoria, datação e eventos centrais. Resume que (1) Moisés é considerado o autor, (2) há debates sobre a data do Êxodo entre os séculos 15-13 a.C., e (3) o livro descreve a libertação do povo hebreu da escravidão no Egito e a condução deles para a Terra Prometida.

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Introdução ao Livro de Êxodo: Nome, Canonização e Datações

O documento introduz o livro de Êxodo, discutindo sua autoria, datação e eventos centrais. Resume que (1) Moisés é considerado o autor, (2) há debates sobre a data do Êxodo entre os séculos 15-13 a.C., e (3) o livro descreve a libertação do povo hebreu da escravidão no Egito e a condução deles para a Terra Prometida.

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INTRODUÇÃO A ÊXODO

I. NOME DO LIVRO

A. Em hebraico (MT) é a primeira palavra do livro, "e estas são as palavras (nomes)".

B. Na tradução da LXX é ek 'odos que significa "um caminho para fora" ou "uma estrada para fora".

C. Na Vulgata latina de Jerônimo é "exodus".

II. CANONIZAÇÃO

A. É parte da primeira seção do Cânon hebraico chamado "A Torá" ou "ensinos" ou "Lei".

B. A seção é conhecida como o Pentateuco (cinco rolos) na LXX.

C. É às vezes chamada "Os Cinco Livros de Moisés" em português.

D. Inclui um relato histórico contínuo de Moisés da criação até a vida de Moisés, Gênesis-
Deuteronômio

III. GÊNERO - O livro de Êxodo inclui três tipos de gênero literário

A. Narrativa histórica, Êx 1-19; 32-34

B. Poesia, Êx 15

C. Especificações para o Tabernáculo, Êx 25-31, e suas construção, 35-40

IV. AUTORIA
A. A Torá é um relato unificado. Êxodo começa com a conjunção "e". Veja discussão demorada no
esboço de Gênesis.
B. Há vários lugares em Êxodo onde diz que Moisés:
1. 17.14; 2. 24.4,12 3. 34.27,28
C. Josué 8.31 cita Êxodo 20.25 e o atribui a Moisés. Jesus cita Êx 2.12,17 e o atribui a Moisés, Mc 7.10.

V. DATA DO ÊXODO

A. Há duas opiniões de eruditos sobre a data do Êxodo:


1. de I Reis 6.1, que diz, "480 anos do Êxodo à construção do Templo de Salomão":
a. Salomão começou a reinar em 970 a.C. Isso é calculado usando a batalha de Qarqar (853
a.C.) como uma data de partida certa.
b. O Templo foi construído em seu quarto ano (965 a.C.), e o Êxodo ocorreu cerca de 1445/6
a.C.
2. Isso o faria ocorrer na 18a Dinastia Egípcia.

32
a. O Faraó da opressão seria Tutmés III (1490-1436 a.C.).
b. O Faraó do Êxodo seria Amenotep II (1436-1407 a.C.).
(1) Alguns acreditam na evidência de Jericó baseados no fato que nenhuma correspondência
diplomática ocorreu entre Jericó e Egito durante o reinado de Amenotep III (1413-1377
a.C.).
(2) Os textos de Amarna registram correspondência diplomática escrita em ostracas sobre os
Habiru invadindo a terra de Canaã no reinado de Amenotep III. Portanto, o Êxodo
ocorreu no reinado de Amenotep II.
(3) O período dos Juízes não é longo o bastante se a século 13 for a data do Êxodo.
3. Os problemas com essas datas são:
a. A Septuaginta (LXX) tem 440 anos não 480.
b. É possível que 480 anos sejam representativos de 12 gerações de 40 anos cada, portanto, um
número figurado.
c. Há 12 gerações de sacerdotes de Arão a Salomão (cf. I Cr 6), então 12 de Salomão ao
Segundo Templo. Os judeus, como os gregos, calculam uma geração como quarenta anos.
Assim, há um período de 480 anos para trás e para frente (uso simbólico de números) (cf.
Redating the Exodus and Conquest [Redatando o Êxodo e a Conquista] de Bimson).
4. Há três outros textos que mencionam datas:
a. Gênesis 15.13,16 (cf. Atos 7.6), 400 anos de escravidão;
b. Êxodo 12.40,41 (cf. Gl 3.17);
(1) MT - 430 anos de permanência no Egito
(2) LXX - 215 anos de permanência no Egito
c. Juízes 11.26 - 300 anos entre o tempo de Jefté e a conquista (apóia a data de 1445)
d. Atos 13.20, êxodo, peregrinação e conquista - 450 anos
5. O autor de Reis usou referências históricas específicas e não arredondou números (Edwin
Thiele, A Chronology of the Hebrew Kings [Uma Cronologia dos Reis Hebreus], pp. 83-85])

B. A evidência conjetural da arqueologia parece apontar para uma data de 1290 a.C., ou 19a Dinastia
Egípcia.
1. José pôde visitar seu pai e o Faraó nesse mesmo dia. O primeiro Faraó nativo que começou a
mudar a capital do Egito de Tebes de volta para o Delta do Nilo, para um lugar chamado
Avaris/Zoã/Tanis que foi a antiga capital dos Hicsos, foi Seti I (1309-1290). Ele seria o Faraó da
opressão.
a. Isto parece ajustar duas informações sobre o reinado dos hicsos do Egito.
(1) Uma estela foi encontrada do tempo de Ramessés II que comemora a fundação de Avaris
quatrocentos anos antes (anos de 1700 a.C. pelos hicsos)
(2) A profecia de 15.23 fala de uma opressão de 400 anos
b. Isto implica que a ascensão de José ao poder foi sob um Faraó dos hicsos (semítico). A nova
dinastia egípcia é referida em Êx 1.8.
2. Os hicsos, uma palavra egípcia que significa "governantes de terras estrangeiras", que foram um
grupo de governantes semíticos não-egípcios, controlou o Egito durante as 15a e 16a Dinastias
(1720-1570 a.C.). Alguns querem relacioná-los a ascensão de José ao poder. Se nós subtrairmos
os 430 anos de Êx 12.40 de 1720 a.C., nós obtemos a data de cerca de 1290 a.C.
3. O filho de Seti foi Ramesssés II (1290-1224). Este nome é mencionado como uma das cidades-
celeiros construída pelos escravos hebreus, Êx 1.11. Também este mesmo distrito no Egito perto
de Gósen é chamado de Ramessés, Gn 41.11. Avaris/Zoã/Tanis foi conhecida como "Casa de

33
Ramessés" de 1300-1100 a.C.
4. Tutmés III era conhecido como um grande construtor, como era Ramessés II.
5. Ramessés II teve 47 filhas vivendo em palácios separados.
6. A arqueologia tem mostrado que a maioria das grandes cidades muradas de Canaã (Hazor,
Debir, Laquis) foram destruídas e reconstruídas rapidamente por volta de 1250 a.C. Ao levar em
conta um período de 38 anos de peregrinação do deserto isto a justa uma data de 1290 a.C.
7. A arqueologia encontrou uma referência aos israelitas estando no sul de Canaã numa estela
memorial do sucessor de Ramessés Merneptá (1224-1214 a.C. [cf. A Estela de Merneptá, datada
de 1220 a.C.]).
8. Edom e Moabe parece ter conseguido uma forte identidade nacional no fim dos anos de 1300
a.C. Estes países não foram organizados no século 15 (Glueck).
9. O livro intitulado Redating the Exodus and Conquest [Redatando o Êxodo e a Conquista] de
John J. Bimson, publicado pela Universidade de Sheffield, 1978, argumenta contra toda a
evidência arqueológica para uma data mais cedo.

VI. OUTRAS INCERTEZAS RELACIONADAS AO ÊXODO

A. O número de pessoas a sair no êxodo é duvidoso


1. Números 1.46; 26.51 registra que havia 600.000 homens da idade de guerra (20-50 anos de
idade, cf. Êx 38.26). Portanto, se você estimar as mulheres, crianças e homens idosos, um
número de 1,5 a 2,5 milhões é possível.
2. Contudo, o termo hebraico para mil, Eleph, pode significar:
a. uma família ou unidade de clã, Josué 22.14; Juízes 6.15; I Samuel 23.23, Zc 9.7
b. uma unidade militar, Êx 18.21,25; Dt 1.15
c. mil literal, Gn 20.16; Êx 32.28
d. usado simbolicamente, Gn 24.60; Êx 20.6 (Dt 7.9); 34.7; Jr 32.18
e. do ugarítico (uma cognata língua semítica), as mesmas consoantes são alluph que significa
"chefe" (cf. Gn 36.15). Isto significaria que para Nm 1.39 havia 60 chefes e 2700 de Dã. O
problema vem quando há obviamente chefes demasiados para o número de homens em
algumas tribos.
f. Há uma boa discussão na Bíblia de Estudo NVI, p. 203 e 204.
3. A arqueologia tem estimado o tamanho dos exércitos do Egito e Assíria durante este período nas
dezenas de milhares. Algumas passagens em Josué parecem implicar que Israel tinha um
exército de aproximadamente 40.000, (cf. Js 4.13; 7.3; 8.3, 11, 12).
B. A rota do Êxodo é duvidosa
1. A localização de: (1) as cidades egípcias; (2) extensões de água, e (3) locais de acampamento
hebreu anteriores são todos incertos.
2. O termo "Mar Vermelho" é literalmente Yam Suph, que:
a. significa "mar de algas" ou "mar de juncos". Pode referir-se a água salgada, Jonas 2.5; I Rs
9.26 ou água doce, Êx 2.3; Is 19.26. A LXX primeiro traduziu-o como "Mar Vermelho",
seguida pela Vulgata e então pela Versão King James.
b. referia ao "mar ao sul" ou "mar no fim (da terra)". Poderia ter referido ao Mar Vermelho,
Oceano Índico ou Golfo Pérsico modernos.
c. teve vários usos no AT (cf. Nm 33.8,10).
3. Há três rotas possíveis envolvendo três extensões de água diferentes:
a. Uma rota do norte - esta era ao longo da costa mediterrânea, seguindo a estrada comercial

34
conhecida como "a via dos Filisteus". Este teria sido o caminho mais curto para a Terra
Prometia. A extensão de água que eles teriam encontrados teria sido uma das áreas rasas,
pantanosas chamada: Lago Sirbonis ou Lago Menzalch. Contudo, você deve levar em conta
Êx 13.17 que parece negar esta opção.
b. Uma rota central - esta envolveria os locais centrais: (1) "Os Lagos Amargos"; (2) "Lago
Balá"; (3) "Lago Timsah". Esta teria também seguido uma rota de caravana pelo deserto de
Sur.
c. Uma rota do sul - esta envolveria a grande extensão de água salgada que nós chamamos o
Mar Vermelho hoje. Havia também uma rota de caravana desta área que se unia com a
"Estrada do Rei" (a estrada transjordaniana para Damasco) em Eziom-Geber.
(1) Militando contra isto está a ausência de juncos nesta extensão de água.
(2) Apontando para isto está que I Rs 9.26 diz que Eziom-Geber fica no Yam-Suph. Este
seria o Golfo de Ácaba ou parte do Mar Vermelho (cf. Nm 21.4; Dt 27; Jz 11.16; Jr
49.12).
d. Números 33 claramente mostra o problema. Em v. 8a eles "passaram pelo meio do mar",
então no v. 10m eles acamparam junto ao "Mar Vermelho", uma extensão diferente de água.
e. Qualquer extensão de água que foi atravessada, foi um milagre de Deus. Israel foi provido de
armamento dos soldados egípcios mortos que boiaram ao deles da extensão de água, um
outro milagre, Êx 14.30; 15.4,5.
f. É possível de outra literatura que "o yom suph" fosse a extensão de água desconhecida,
misteriosa ao sul. Em alguma literatura o Oceano Índico ou a baía de Bengala é chamado
"yom suph".
4. A localização do Mt. Sinai é também duvidosa
a. Se Moisés estava falando literalmente e não figuradamente da jornada de três dias que ele
solicitou do Faraó (3.18; 5.3; 8.27), que não era um tempo de duração suficiente para chegar
ao local no sul da península do Sinai. Portanto, alguns estudiosos situam a montanha
próxima do oásis de Cades-Barnéia.
b. O local tradicional chamado "Jebel Musa", no Deserto de Sim, tem várias coisas a seu favor:
(1) uma grande planície diante da montanha,
(2) Dt 1.2 diz que era uma jornada de onze dias do Mt. Sinai a Cades-Barnéia,
(3) O termo "Sinai" é um termo não-hebraico. Pode estar relacionado ao Deserto de Sim,
que se refere a um pequeno arbusto de deserto. O nome hebraico para a montanha é
Horebe (deserto).
(4) Mt. Sinai tem sido o local tradicional desde o 4° século AD. Fica na "terra de Midiã" que
incluía uma grande área da península do Sinai e Arábia.
(5) Parece que a arqueologia tem confirmado a localização de algumas das cidades
mencionadas no relato de Êxodo (Elim, Dofca, Refidim) como sendo o lado ocidental da
Península do Sinai.

VII. FONTES QUE CORROBORAM O CENÁRIO HISTÓRICO:

A. Não há nenhuma evidência escrita do Egito em absoluto sobre o Êxodo. Isto é incomum à luz derrota
total de YHWH dos deuses egípcios.

B. Há alguns exemplos de leis similares ao Decálogo:

35
1. As Leis de Lipit-Ishtar (sumério), do rei de Isin (1934-1924 a.C.)
2. As Leis de Eshnunna (babilônio antigo), datando de aproximadamente 1800 a.C. do reinado de
Daducha, rei de Eshnunna
3. O Código de Hamurábi (Babilônia antiga) do rei da Babilônia, Hamurábi (1728-1686 a.C.)
4. Os códigos de lei dos reis hititas Mupsilis I ou Hattusilis I, de cerca de 1650 a.C.
5. Os códigos de lei mesopotâmicos focam fundamentalmente nas leis civis enquanto as leis
bíblicas focam principalmente nas leis religiosas/cúlticas. "...nós poderíamos sugerir uma
predisposição civil em toda lei cuneiforme e uma predisposição cúltica na lei israelita..., na
Mesopotâmia, a ofensa é fundamentalmente vista em relação à sociedade; enquanto em Israel,
toda ofensa é fundamentalmente contra Deus". Walton, p. 80.
6. Albrect Alt em Essays on Old Testament History and Religion [Ensaios sobre a História e
Religião do Antigo Testamento], Oxford, 1966, pp. 81-132, identifica dois tipos de leis:
a. casuística, que usa orações condicionais. É caracterizada por uma estrutura "se... então". Não
apela para normas religiosas ou sociais mas declara uma proibição a conseqüência.
b. apodítica, que não usa orações condicionais.
(1) Êx 21 e Dt 27.15-26 usam a terceira pessoa e estão relacionados com casos individuais,
específicos
(2) Lv 18.7-17 e Êx 20/Dt 5 usam a segunda pessoa e são mais gerais no alcance.
c. A lei mesopotâmica é fundamentalmente casuística enquanto a lei israelita é
fundamentalmente apodítica.
C. Quanto ao argumento liberal que Moisés não poderia ter sabido escrever, a arqueologia tem
confirmado a existência de um alfabeto cananeu antigo que era usado no Egito no tempo de Moisés.
1. Correspondência de 1400 a.C. tem sido encontrada a respeito dos escravos semíticos nas minas
egípcias do Sinai (cf. Albright, BASOR, n° 110 [1948], p 12-13).
2. A ostraca (cerâmica quebrada usada para receber escrita) do Vale das Rainhas tem sido
encontrada em Tebes, Albright, BASOR, n° 110 (1948), p 12.

VIII. UNIDADES LITERÁRIAS (CONTEXTO)

A. Breve esboço

1. Israel no Egito, 1-11


2. Israel deixa o Egito, 12-18
3. Israel no Mt. Sinai, 19-40
a. Leis de vida no Mt. Sinai, 19-24
b. Leis de adoração no Mt. Sinai, 25-40
(1) Projeto do Tabernáculo, 25-31
(2) Rebelião e renovação do pacto, 32-40
(3) Tabernáculo construído, 35-40

B. As pragas
1. Elas mostram os juízos de Deus sobre os deuses do Egito. Elas parecem ter ocorrido durante um
período de 18 meses. Envolveram eventos naturais, contudo com:
a. regulação sobrenatural
b. intensidade sobrenatural
c. localização sobrenatural

36
2. Breve esboço das 10 pragas
a. Nilo transformado em sangue, 7.14-25
b. rãs, 8.1-15
c. piolhos, 8.16-19
d. moscas, 8.20-32
e. doença do gado, 9.1-7
f. úlceras, 9.8-12
g. saraiva, 9.13-35
h. gafanhotos, 10.1-20
i. trevas, 10.21-29
j. anjo da morte, morte do primogênito, 11.1-8

C. Lista de dias festa/jejum do capítulo 23 (Levítico):


1. O Sábado semanal, 23.3
2. Páscoa (14 de Nisã), 23.3; Êx 12
3. Pães Asmos (15-21 de Nisã), 23.5; Dt 16.1-8
4. As Primícias (22 de Nisã), 23.9-14
5. Pentecostes ou Festa das Semanas (50 dias depois de 21 de Nisã, 6 de Sivã), 23.15-21; Dt 16.9-
12
6. Festa das Trombetas (1° de Tishri), 23.23-25; Nm 29.1-6
7. Dia da Expiação (10 de Tishri), 23.26-32; Nm 29.7-11
8. Festa dos Tabernáculos (15 de Tishri), 23.33-44; Nm 29.12-40; Dt 16.13-17

D. Esboço detalhado
1. veja R. K. Harrison, Introduction to the OT [Introdução ao AT], p 560-562
2. veja E. J. Young, An Introduction to the OT [Uma Introdução ao AT], p 63-72
3. veja Bíblia de Estudo NVI, p 92-94

IX. VERDADES PRINCIPAIS

A. Continua a história iniciada em Gênesis. Documenta o desenvolvimento da família escolhida numa


nação escolhida. Embora sejam escravizados no Egito, eles possuirão a Terra Prometida (Gn 12.2-3;
15.16).

B. Registra as leis do pacto no Mt. Sinai (Horebe)


1. Como nós deveríamos viver! (Decálogo e suplementos)
2. Como nos deveríamos adorar! (Tabernáculo, sacerdotes, procedimentos, tempo e rituais)
3. É um manual "como" para o tabernáculo (Levítico)

C. Documenta os grandes atos de amor e misericórdia de Deus para Israel que foram profetizados para
Abraão, Gn 15.16

D. O tratamento de Deus com Faraó mostra o equilíbrio entre a soberania de Deus e o livre-arbítrio do
homem:
1. Deus endureceu o coração de Faraó
a. 7.3, 13

37
b. 9.12
c. 10.1, 20, 27
d. 11.10
e. 14.4,8

2. Faraó endureceu seu próprio coração


a. 8.15, 32
b. 9.34

X. TERMOS E/OU FRASES E PESSOAS PARA DEFINIR SUCINTAMENTE

A. Termos e frases
1. assentos, 1.16
2. tira as sandálias, 3.5 (ARA & NVI)
3. "caminho de três dias", 3.18; 5.3; 8.27 (ARC & ARA)
4. "eu endurecerei seu coração", 4.21; 7.3, 13; 9.12, 35; 10.1, 20, 27 (ARC)
5. magos, 7.11 22 (ARC & NVI)
6. sem mácula, 12.5, (NVI, sem defeito)
7. coluna de nuvem, 13.21,22 (ARC & NVI)
8. profetisa, 15.20 (ARC & NVI)
9. pão (maná), 16.4, 8, 14, 15, 31 (ARC & NVI)
10. reino de sacerdotes, 19.4-6 (ARA & NVI)
11. destruir totalmente, (herem), 22.20 (NVI, destruído)
12. pilares sagrados, 23.24 (NVI, colunas sagradas)
13. éfode, 25.7 (ARC)
14. lugar da misericórdia, 25.17 (NVI, tampa de ouro)
15. Urim e Tumim, 28.30 (ARC & NVI)
16. o livro, 32.32, 33 (ARC & NVI)
17. pães da Presença, 35.13 (NVI)

B. Pessoas para identificar sucintamente


1. Hicsos, 1.8 5. Finéias, 6.25
2. anjo do Senhor, 3.1,4 6. o destruidor, 12.23
3. Eu Sou (YHWH), 3.14; 6.3 7. Nadabe & Abiú, 24.1
(NVI, Eu Sou o que Sou) 8. Amaleque, 17.8-16
4. Reuel, 2.18; Jetro, 3.1; 18.11, 12 9. querubim, 25.19

XI. LOCAIS DO MAPA (por número)


1. Pitom, 1.11 7. Deserto de Sur
2. Ramessés, 1.11 8. Deserto de Sim
3. Midiã, 2.15 9. Deserto de Parã
4. Mt. Horebe, 3.1 10. O Caminho do Mar (Filisteus), 13.17
5. Gósen, 8.22 11. Golfo de Ácaba
6. Yam Suph, 10.19 (NVI, mar Vermelho)

38
XII. QUESTÕES DE CONTEÚDO DO ESTUDANTE
1. Por que o Faraó teve medo dos hebreus? 1.7-10
2. Por que os meninos deviam ser jogados no Nilo? Por que a família do Faraó banhava no Nilo? Por
que a transformação em sangue foi tão significante?
3. Por que Moisés fugiu para Midiã?
4. Por que Deus revelar Seu nome para Moisés foi tão importante? (3.13-16)
5. O que 3.22 diz sobre o conflito entre YHWH e os deuses do Egito?
6. Como explicamos Êx 6.3 à luz do aparecimento de YHWH em Gênesis 4.26?
7. Como as pragas impactam a religião do Egito?
8. Deus endurecendo o coração de Faraó tira o livre-arbítrio dele?
9. Qual é a significância da morte do primogênito?
10. Onde os hebreus conseguiram suas armas militares?
11. De que maneira a ação de Moisés para Jetro no capítulo 18 implica que ele é um crente em YHWH?
12. Qual é a implicação de Israel ser um reino de sacerdotes?
13. Liste os Dez Mandamentos.
14. Liste os dias de festa do capítulo 23.
15. Desenhe uma figura do Tabernáculo e sua mobília.
16. O que o Bezerro de Ouro do capítulo 32 representava?

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