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Sistema Contabilisticos

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gue: orpes, Arby favs CONCETTOS FUNDAMENTAIS 2.8 SISTEMAS CONTABILiSTICOS 2.8.1. Sistemas de contas © volume e a natureza das contas @ criar nas empresas, esto intimamente erie igados, quer com a prépria dimensio da empresa, quer com 0 tipo de Informacso que se deseja obter e 0 grau de pormenores que se pretenda. Em cada empresa ou entidades as contas no devem ser consideradas isoladas, pelo contrério, devem estar relacionadas entre si de forma a constituirem um conjun- fp coerente. Um sistema de contas é, pois, um conjunto organizado destas, de modo que mantenham uma certa coeréncia e ligacdo entre si Na articulago das contas hé a considerar os seguintes sistemas: = sistemas monistas, quando a contabllidade das empresas compreende um s6 conjunto de livros, um s6 Razio Geral, ou seja, as contabilidades externa e Interna esto reunidas. © monista diz-se indiviso, radical ou puro quando as contas tipicas da contabill~ dade interna ou de exploracdo (ou de movimentos internos) figuram no Razso Geral a par de todas as contas; diz-se diviso, quanda aquelas contas aparecem representadas no Razao Geral por uma ou poucas contas, por sua vez desdobra- da(s) e desenvolvida(s) nas contas correspondentes a actividade interna, através de um conjunto préprio, embora subordinado, de livros. sistemas dualistas, formados por duas contabllidades auténomas embora mutuamente subsidiadas - a_dos movimentos com erior_(contabilidade externa ou geral) e a dos movimentos internos (Contabilidade interna ou analiti- Ea de exploracioy. © sistema dualista, designa-se por duplo contabilistico, quando existem duas contabilidades claramente separadas, ambas realizaveis pelo método digréfico; 2 contabilizaco por partidas dobradas das operagies internas obriga a criar malor ‘ou menor niimero de contas de contrapartida @ que também se da o nome de contas reffectidas (é nestas contas que se executam os langamentos que, de ccontrério, se teriam de fazer nas correspondentes contas-de contabilidade geral, dado que as contas desta tiltima nunca so debitadas nem creditadas por contrapartida das contas de contabilidade analitica de exploracio). © sistema dualista diz-se duplo misto, quando a parte da contabilidade corres onde aos apuramentos internos é executada através de registos extradigraficos; ortanto, nao se faz por partidas dobradas, mas por melo de mapas, no haven- do necessidade de pér duas vezes em destaque 0 mesmo montante. Resumindo 0 que anteriormente fol dito, temos: a) Sistemas monistas 1. sistema dnico indiviso 2. sistema Gnico diviso NOGOES DE CONTABILIDADE GERAL b) Sistemas dualistas 1. sistema dupio contabilistico 2. sistema duplo misto Sé através do estudo da contabilidade analitica de explorago sera possivel a compreensao total (forma, ligacBes e Implicacdes) dos referidos sistemas de contas. Este_assunto_voltard a ser estudado no ponto 4. 10. Contas da classe 9 (contabilidade analitica). 2.8.2. Sistemas de coordenacao Os registos em que se langam os factos patrimoniais constituem, entre si, conjuntos ordenados, que se denominam sistemas de coordenacao. Entre os vérios sistemas de coordenagio existentes, & usual referirem-se 05 seguintes [Link]. Sistema classico As operacdes ou acontecimentos que provocam variagSes patrimoniais registam-se, anailticamente, por ordem de datas, no Didrio e por ordem de contas, no Razéo. 0 primeiro & um registo cronolégico; o segundo, um registo sistemético. Periodicamente, para conferéncia (controlo) das passagens do Diério para 0 Razo, elaboram-se balancetes. Os saldos apresentados nas contas do Raz, depois das rectificagdes necessérias, sdo elementos do balanco (quadro da situagSo patrimo- nial) e da demonstracéo dos resultados. Apesar do seu reduzido interesse pratico, este sistema tem uma importéncia fundamental para a metodologia do ensino da contabilidade. ESQUEMA DO SISTEMA CLASSICO 7 a Wem: Le naxtes |——+ | satanceres CE] Atstiores |=] “Rinttores 102 ssivel a fase 9 atre si, depois, CONCEITOS FUNDAMENTAIS A repeticao de certas operagies e a necessidade da divisio de trabalho, entre outras causas, originaram alteragdes no sistema cldssico atras sucintamente descrito. No sistema cléssico evoluido, a repeticao das operagies de caixa ~ recebimen- tos e pagamentos ~ aconselhou a criacdo de um diario Unico para estas operacies & um outro didrio para as restantes operacdes ~ diario de operacdes diversas ou auxiliar, A relevacéo destes didrios é analitca, mas o diéro geral, onde se resume perio- dicamente ~ geraimente no fim de cada mas ~ o movimento daqueles, € de relevacdo sintetca, Quanto ao raz8o, a existéncia de contas colectivas e de contas elementares ou subcontas, fez adoptar um razo principal ou geral, apenas para as primeiras, e varios razGes divisionarios para as segundas. [Link] Sistema do Didrio-Razao Neste sistema, 0 Didrio e o Razo so substituldes por um tinico livro chama- do Diério-Razo, 0 que representa uma economia de trabalho, pois ndo sé evita as passagens do Disrio para 0 Razdo, como os possivels erras nessa transcricfio. No entanto, na prética, este sistema é de execucao trabalhosa, devido ao ele- vado nimero de colunas que’ se tem de criar 0 que também impede a divisio do trabalho. ESQUEMA DO SISTEMA DIARIO-RAZAO Oo TTTTHTe ae Loy | Use| |_| ; are uals ais uy NOGSES DE CONTABILIDADE GERAL [Link], Sistema Centralizador Este sistema deriva directamente da evoluclo do sistema cléssico, com 2 adopeéo de um digrio especial para cada conjunto de operacées de natureza idéntica e de grande frequéncia ~ didrios divisiondrios ~ , onde as operacées so registadas disria analiticamente, Periodicamente, efectua-se 0 langamento-resumo dos movimentos registados fos diversos didrios divisionarios, num diario sintético. Paralelamente, com os didrios ivisionérios, movimentam-se razées auxiliares, e a partir dos quais se efectua 0 langamento-resumo. Como exemplos de didrios divisiondrios podemos citar: = Diério de Caixa ~ onde se registam todos os recebimentos e pagamentos. ~ Didrio de Bancos - para registo do movimento bancério. Exceptuam-se 05 depésitos e levantamentos pare reforco da Caixa, se estes movimentos forem registados no Didrio de Caixa ~ Didrio de Compras a Crédito ~ ragista todas as aquisigées a crédito, pela empress. As aquisigBes @ pronto pagamento sdo registades no Diério de Caixa ou Bancos. ~ Diério de Vendas a Crédlito - regista os movimentos de Vendas efectuadas pela empresa, a crédito, Exceptuam-se as vendas a dinheiro, visto serem registadas no Caixa. ~ Operacdes Diversas ~ tem cardcter residual, isto é, regista as operagies que pela sua natureza no possam ser movimentadas em qualquer dos restantes didrlos. Outros se poderiam citar, como por exemplo: letras a receber; letras a pagar; etc. A sua criagdo depende das caracteristicas e necessidades da empresa, bem como da sua dimensio e organizaco contabilistica. © sistema centralizador é, na prética, © sistema mais utllizado, visto que permite uma grande divisdo do trabalho contabilistico, contrariamente ao que acontece com o sistema cldssico e mesmo com 0 Didrio-Razlo. Apresenta contudo um grave inconveniente: € que uma mesma operacdo poderd ser registada em mais de um diéri6 divisionério, se o Ambito destes Uitimos no for definido com clareza e preciso suficientes. Como exemplo, podemos citar 0 caso dum depésito num banco que, uma empresa que utiliza 0s diérios de Caixa e de Bancos, poderd lancar no Caixa, porque é uma saida deste e nos Bancos porque é uma entrada nos depésitos. Dada a grande divulgacdo e utilizacdo do sistema centralizador, iremos apresentar um exemplo explicativo. 104 NOGOES DE CONTABILIDADE GERAL APLICACAO 15 B, Caroline dedica-se & comercalizacto de mercadoriae diversas. Utilza, na sua ese- +ta,0 sistema centralizador com os sequintes didrias dvisionérios: Caixa: Compras a Grédito: Yendas a Créaito ¢ Operagdes Diversas. Durante 0 més de Outubro den, realizou ae seguintes operacdies: Dia 4 ~ Deposita no Banco da Agricultura 500€ om dinhairo, canforme guia de depéeito f° 1020368. Dia 5 E conceddo um empréctimo de 5OOE por aquele banco que & depoeleado na conta 3 ondem dB, Carlna M Ra é fader plo comerciant, Dia 9-0 Banco da Agricultura comunicavthe que debitou a ous conta pelo juro relativo a 6 meses, do empréstimo contraldo, Este empréstimo vence juros & taxa anual de Bh, Dia 12 Emite a sifactura n? 305{n eobre L. Gongallves,relativa a verda de mercadoriae diversae, a 30 dias, por 420 euros, Concede-the um bérus de 5. Dia 19 Recebe a factura n? 420!n emitida pela Empresa Agricola Lda, relativa ao forneci- mento de mercadoriae por 660 euros. Descorto obtido: Zk. 0 pagamento efectua-se a GO dae da data de entrega Dia 24—Enite 0 recon? 4907 6 oclente Fires, que Iquidao seu débito de 450 euros, Dia 26 Verde mercadorias a R. Sanches no montante de 210 euros (factura n? B06In, a 45 dias). As deapesse de frete e seguro pagae por B. Carono eo por conta do clente~ 16,66. Dia 28 — Paga os recibos de tolefone - 186: de luz - 22€. Dia 29 ~ Saca sobre L. Gongalves ums lea a 90 alas (saque 1215) pelo montante da sida deste (Fact.205!n). 0 eaque engioba juroe a Tie. ~ Liguida com cheque 102231 0 of aceite n®t8 de 100 euros. ‘Wes operapdes sein» WA nada se rfere quanto ete Inpovta, por ser mara star mie 8 fen 106 CONCEITOS FUNDAMENTAIS Dia 30 - vende me = 150 euros Dia 31 — Vende mi 804 woyimosay os oe fel mee i a ee oie = ae ‘s0uRuoIWYp soupy sou oas}6r3 — | ‘WBO BAVETHIEVINOD 30 S3QSON Dik DE comxas AcéoMo ‘SIVINSIVONN SOLISONOD NOGOES DE CONTABILIDADE GERAL DiARIo DE OPERAGHES 0 ard Taine Tike ep aaa ron. x ep crm ‘coe cue vod Acct Bisa = Reztes Auxllares COMPRA i ° a ° aad 110 isis NOGOES DE CONTABILIDADE GERAL (tivamente a distribuicSo final dos resultados (no Inicio’ fico seguinte), veja o exemplo apresentado no fim do estudo apital, reservas e resultados transitados. 4.10 CLASSE 9 - CONTAS DE CONTABILIDADE ANALITICA 4.10.1 Plano de contas Relativamente & classe 9 e mais concretamente 8 contablidade de custas ou analitica, os correspondentes desenvolvimentos. devem ser considerandos @ wiveis « Sectoriais e numa fase posterior, embora com a desejével brevidade Ngo tendo sido entretanto apresentado pelas entidades oficiais cuauet normalizagao nesta area, sugere-se como elemento de trabalho, a seguinte lista de. contas: ESTUDO DAS CONTAS LISTA DE CONTAS A UTILIZAR NA CONTABILIDADE ANALITICA 91 92. 93. 94, 95. Contas Refléctidas 91.31 Compras 91.33. Produtos acabados e intermédios 91.36 Matérias primas, subsidiérias e de consumo 91.62 Fornecimentos e servicos externos 91.63 Impostos 91.64 Custos com o pessoal 91.65 Outros custos e perdas operacionals sara 91.66 Amortizagies e ajustamentos do exercicio 91.67 Provistes 91.68 Custos e perdas financeiros 91.69 Custos e perdas extraordinérios, 9171 Vendas 91.72 Prestacées de servicos 91.73 Proveitos suplementares 91.74 Subsidios & exploraggo 91.75 ‘Trabalhos para a prépria empresa 91.76 Outros proveitos e ganhos operacionais 91.77 Reversées de amortizacdes e ajustamentos 91.78 Proveitos e ganhos financeiros 91.79 Proveitos e ganhos extraordinarios Reclassificaco de custos 92.1 Custo das compras 92.2 M&o-de-obra directa 92.3. Gastos gerais de fabrico 92.4 Custos de transformago Centros de custos + 93.1 Centros de custos de aprovisionarnento 93.2 Centros de custos industrials . 93.3 Centros de custos de distribuicgo 93.4 Centros de custos administrativos Custos de bens e servigos produzidos (ou fabricacdo) 94.1 Fabricago ~ Produto A 94.2 Fabricacdo - Produto B Existéncias 95.2 Mercadorias 95.3 Produtos acabados e intermédios 95.4 Subprodutos, desperdicios, residuos e refugos 95.5 Produtos e trabalhos em curso 95.6 Matérias primas, subsididrias e de consumo NOCOES DE CONTABILIDADE GERAL 96. Encargos a repartir 96.1 Encargos sociais 96.2 Seguros 96.3 Conservacdo e reparago 96,4 Amortizagies do exercicio 96.5 _ Encargos com fabrica parada (inactiva) 97. Desvios sobre custos pré-estabelecidos 97.1 Desvios de compras 97.2 Desvios de seccées 97:3 Desvios de fabricacdo 98. Diferencas de incorporacio 98.1 Custos fixos industrials, 99. Resultados analiticos 99.01 Vendas e prestagies de servicos 99.01.1 Produto A 99.02 Custos das vendas e das prestacées de servicos 9.02.1 Produto A 99,03 Custos industrials no incorporados 9.03.1 Produto A 99.04 Custos de distribuiggo 9904.1 Produto A 99.05 Custos administrativos 9.05.1 Produto A 99.06 Gutros custos e proveltos operacionals 9.06.1 Produto B 99.07. Proveitos financeiros 99.08 Custos financeiros 99.09 Resultados extraordindrios 4.10.2 - Ligagées entre a Contabilidade Geral < = Contabilidade Analitica A contabilidade geral (externa ou financeira) ~ que existe em todas as empne~ sas - ocupa-se fundamentaimente do registo e controlo dos factos patrimomais verificados entre a empresa e tercelros, das modificagies do patriménic ¢ do apuramento do resultado global. 720 ESTUDO DAS CONTAS |___A Contabilidade analftica (Interna ou econémica) que apenas existe em algunas empresas trata do registo e controlo do movimento interno e da medida e Aralise dos custos e proveitos, tendo por objectivo os aspectos econdmicos da gestio. Da forma como esta contabilidade se liga ou articula com a Contabilidade Geral, -cegultam os chamados sistemas de contas. Nos sistemas monistas no existe separaco entre 2s duas contabilidades, encontrando-se a contabilidade analitca integrada na contabllidade geral. Existe, por consequéncia, apenas uma contabilidade que abrange ngo s6 as operagies externas Zom9 as internas. No Razio Geral, a0 lado das contas da contabilidade geral, aparecem as ue contas da contabilidade analitica, nomeadamente as de apuramento do custo dos Produtos e outras relatives ao movimento interno (classiicago de custos e proveitos om certas finalidades, por centros de actividade, etc.). Veja-se, em esquema, no estudo das contas da classe 9, 0 funcionamento ea (g2s80 das contas no sistema Gnico indiviso ou monista radical. Neste sistema, os custos classificados e registados por natureza em contas de centabilidade geral, s40 depois e de acordo com a sua funcSo, distribuidas pelas diversas contas tipicas da contabilidade analitica, tendo em vista 0 apuramento de ‘aesultados analiticos por produto, por actividade, etc. © inventério permanente & também assegurado pelas contas da contabilidade aratitica, depois de previamente passarem pelas contas de contabilidade geral, 0 ‘egisto das existéncias iniciais e das compras. No fim do ano, as existéncias finals & 6 resultados apurados, sio transferidos das contas respectivas da contabilidade anaitica para as contas da contabilidade geral, ou seja, para a classe 3 e para a conta , respectivamente, Note-se que as transferéncias das contas das classes 3, 6 e 7 para contas de elssse 9, devem ser feltas numa subconta, designada de “imputacdo" ou “transferén- aa, em que o Uitimo digito é 9 (nove), o qual nos permite dispér de informacées sobre (9 movimentos verificados durante 0 ano nas ditas classes e elaborar a demonstracao depesultados por natureza. Nos sistemas dualistas as duas contabilidades aparecem totalmente separades. ‘Ats'im, por exemplo, no sistema duplo contabilstico ‘@ contabilidade analtica além f= Broresserseboradament, recrre também’ ao metodo siréhco (paras rede). A concordéncia entre as duas contabilidades obtém-se através de contas de ieee existentes na contabilidade analitica, designadas de contas “reflectidas" ou fectoras". Por este sistema, na contabilidade geral, os custos ¢ os proveitos so escritu- ‘4tados segundo a sua natureza e somente se apura o resultado global. Na contabilidade 2itztica aparecem contas relativas as operaces internas, ao apuramento do custo dos Produtos e por centros de actividade, de andlise de resultados, etc. NOCOES DE CONTABILIDADE GERAL \Vejam-se os esquemas seguintes, Quanto a contabilidade geral, ao longo do ano vao-se debitando as contas ce “custos e perdas)) pelos consumos efectuados (de matérias primas e subsidiérias, etc.) pelos custos suportados (gastos com pessoal, impostos, servigos e fornecimentos ce terceiros, gastos financeiros, amortizagées, provisbes, etc.) Identicamente, creditam-se as contas de “proveitos e ganhos" pelos proveites auferidos (vendas, proveltos financelros, etc.). No fim do ano transferem-se para a conta de Resultados correntes do exerci dio, os saldos daquelas contas de custos e proveitos por natureza, debitando-se ainda pelo valor das existéncias no inicio do ano e creditando-se pelo valor das existéncias no fim do ano, apurando-se pelo seu saldo, o resultado corrente do exercicio (sistema de Inventério intermitente). Os custos € proveitos estranhos 8 exploracdo ~ ndo figuram no esquema ~ sb registados durante o ano em contas préprias, cujos saldos se transferem no fim do ano, bem como o saldo da conta de Resultados correntes do exercicio, para a conta de Resultados liquidos, onde se apura o resultado liquido do exercicio. No que respeita & contabilidade analitica os saldos das “contas reflectidas”, no fim de cada periodo contabilistico tém de ser iguais, embora de sinal contrério, aos das contas correspondentes da contabilidade geral (contas de custos e proveltos por natureza, de existéncias e de resultados estranhos a exploracdo). Mos exquseens Leprelin, cr cb ha Corrine ee Lrwcctnn Jo apartiter a Waele cme = penne aren feaby, poe aby detays inte faa 3 chases Pome Sate bUr ken ele SNe, 722 eed ‘S¥INOD Sva OATSA 2 Conia anata puPLo conTasiListico air peaasta ‘S¥INOD Sva OGnIS3

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