UNITERMOS E CASOS CLÍNICOS
MÓDULO 1
LOCOMOTOR
craniossinostose
• Fechamento precoce das junções entre os
diferentes ossos do crânio.
Escafocefalia
fusão prematura da
sutura sagital
Braquicefalia
Fusão prematura e unilateral fusão prematura da
da sutura coronal/lambdóidea sutura coronal
SÍNDROME DE MÓRQUIO
Deficiencia imunológica genética
Baixa estatura
ACONDROPLASIA Grande espaçamento entre os dentes
Forma mais comum de nanismo. Características faciais grosseiras
Crescimento anormal dos ossos. Costelas afuniladas
Membros curtos, cabeça grande. GENO VALGO
GENO VARO
SÍNDROME DE MARFAN
Doença genética do tecido conjuntivo
Sist. esquelético: estatura elevada, escoliose, braços e mãos alongados
(aracnodactilia), e deformidade torácica;
Sist. cardíaco: prolapso de válvula mitral e dilatação a aorta;
Sist. ocular: miopia e luxação do cristalino;
Todos tem relação com a proteína fibrilina,
OSTEOMIELITE OSTEOMALÁCIA
doença infecciosa grave, aguda Caracterizada pela deficiente
ou crônica, causada esp. pelo mineralização da matriz
estafilococo áureo, mais osteóide do osso cortical e
comum em crianças e trabecular com acúmulo do
adolescentes, que ger. atinge tecido osteóide pouco
ossos longos como o fêmur, a mineralizado. Caracterizada por OSTEOMA
tíbia ou o úmero. ossos frágeis e quebradiços que nova peça de osso que
Microorganismos podem ser nos adultos pode anteceder ou geralmente cresce sobre
introduzidos em osso de três ser confundida com a outra peça de osso,
maneiras: osteoporose, e que na criança tipicamente no crânio. É
Via hematogênica pode causar uma doença um tumor benigno de
chamada raquitismo. crescimento lento.
Inoculação direta (geralmente • Carência de cálcio ou fósforo
traumáticas, mas também no organismo; • osteoma homoplásico:
cirúrgico) • Carência de vitamina D; tumor ósseo cresce
• Dificuldade ou incapacidade sobre outro osso;
Invasão local de uma infecção de absorver ou utilizar a • osteoma heteroplásico:
contígua (geralmente úlceras vitamina D; tumor cresce sobre outro
de decúbito ou doença • Acidose metabólica que tecido;
periodontal) altera o pH do osso;
• Entre outros....
DENSITOMETRIA
ÓSSEA
Exame moderno e inócuo para se medir a densidade mineral dos ossos e compará-la
com padrões da idade e sexo do paciente. Ela é importante para diagnosticar e tratar
a osteoporose e outras doenças que atingem os ossos. A densitometria é o único
método seguro para avaliação da massa óssea e predição de fratura óssea. A técnica
radiológica conhecida como DEXA (DualEnergy X-ray Absorptiometry ou
absorciometria de raios X de dupla energia) é utilizada atualmente para medir a
densidade mineral óssea.
ENTORSE LUXAÇÃO CISTO SINOVIAL
perda momentânea da deslocamento repentino, dilatação anormal da
congruência articular (cápsula parcial ou completo, das membrana que envolve
articular e/ou ligamentos) de extremidades dos ossos que as articulações e tendões (m
uma articulação. Também pode compõem uma articulação. embrana sinovial),
ser definida como uma lesão Isso quer dizer que um osso se formando uma bolsa que
traumática de uma articulação, separa do outro e armazena a sinóvia, líquido
com alongamento, arrancamento desaparecem os pontos de que lubrifica essas
ou rotura de um ou mais contato entre eles, o que estruturas anatômicas,
ligamentos, sem deslocamento pode provocar lesões nas
das superfícies articulares. estruturas próximas
(ligamentos, vasos
sanguíneos, etc.).
TENOSSINOVITE CISTO DE BAKER BURSITE
inflamação da bainha sinovial e acúmulo de líquido articular inflamação da bursa,
do tendão, causando dor, atrás do joelho, formando um pequena bolsa contendo
inchaço e dificuldade de mover cisto. ocorre, geralmente, líquido que envolve as
a articulação afetada. devido à inflamação da articulações e funciona como
articulação do joelho, um amortecedor entre ossos,
problema comum a vários tendões e tecidos musculares.
tipos de artrite, e também a A bursite ocorre
algum tipo de lesão que principalmente nos ombros,
tenha ocorrido no joelho e cotovelos e joelhos. Os
que tenha causado danos e sintomas mais comuns da
desgaste à cartilagem. bursite são Dor, Edema
(inchaço), Inflamação,
Restrição de movimento.
Entre as causas da bursite
destacam-se Traumatismos,
Infecções, Lesões por esforço,
Uso excessivo das
articulações, Movimentos
repetitivo, Artrite (inflamação
das articulações), Gota
(depósito de cristais de ácido
úrico na articulação).
DERRAME ARTICULAR HÉRNIA DE DISCO ARTRITE REUMATÓIDE
acúmulo de líquido em Extravasamento do núcleo pulposo doença inflamatória crônica,
uma articulação do dos discos intervertebrais, autoimune, que afeta as
corpo, provocado por comprimindo as raízes nervosas no membranas de múltiplas
pancadas, quedas, canal vertebral. Podem romper o articulações e órgãos internos,
infecções ou doenças ligamento longitudinal posterior. O como pulmões, coração e rins,
articulares crônicas, problema é mais frequente nas dos indivíduos geneticamente
como artrite regiões lombar e cervical, por serem predispostos. A progressão do
reumatoide ou gota. áreas mais expostas ao movimento e quadro está associada a
que suportam mais carga. Os deformidades e alterações das
sintomas são diversos e estão articulações, que podem
associados à área em que foi comprometer os movimentos.
comprimida a raiz nervosa (VER rigidez matinal que regride
DERMÁTOMOS E ÁREAS DE durante o dia, mal-estar,
INERVAÇÃO – IMPORTANTE) diminuição do apetite, perda
de peso, cansaço, febre baixa,
inchaço nas juntas das mãos,
punhos, joelhos e pés, que se
deformam com a evolução da
doença.
ARTROSE/OSTEOARTRITE ARTROSCOPIA
doença que ataca as articulações procedimento cirúrgico que
promovendo, principalmente, o permite olhar para o interior
desgaste da cartilagem que de uma articulação em seu
recobre as extremidades dos corpo usando um
ossos, mas que também danifica equipamento chamado
outros componentes articulares "artroscópio"
como os ligamentos, a membrana
sinovial e o líquido sinovial.
SINAL DO GUAXINIM SINAL DE BATTLE TRAUMATISMO
Equimose periorbicular Equimose retroauricular por CRANIOENCEFÁLICO (TCE)
bilateral que indica possível trauma envolvendo o osso Trauma de crânio acompanhado de
fratura na base do crânio temporal. lesão cerebral. Principais causas são
(mais esp. Na fossa anterior). acidentes de trânsito, queda e
agressões.
EQUIMOSE: Um tipo de mancha hemorrágica.
Fraturas do maciço facial segundo Le Fort
LE FORT I LE FORT III
Separa a maxila do palatino. Atravessa a frente da maxila e
envolve as suturas
LE FORT II zigomaticofrontal,
Atravessa ossos nasais e o aro maxilofrontal nasofrontal, os
orbital. assoalhos das órbitas, a
etmóide e o esfenóide.
ESPINHA BÍFIDA (EB): Arco neural que não se fecha.
A. EB OCULTA: fenda
pequena, apresenta tufo
de pelos;
B. EB COM MENINGOCELE:
cavidade de pele e
meninges que se
sobrepõem, mas medula
continua no lugar;
C. EB COM
MENINGOMIELOCELE:
cavidade com meninges e
medula que saem da
posição original.
D. EB COM MIELOSQUISE:
não há fechamento nem
do tubo neural;
CURVATURAS PATOLÓGICAS
Causas
patológicas
ou de
hábito de
postura
impróprio.
Curvatura LATERAL Desvio da coluna Desvio de coluna
da coluna vertebral de vertebral de
vertebral. convexidade convexidade
POSTERIOR ANTERIOR.
OSTEÓFITO/BICO-DE-PAPAGAIO LAMINECTOMIA MICRODISCECTOMIA
patologia que se caracteriza tipo de cirurgia de coluna remoção cirúrgica de
pelo crescimento anormal de usada para aliviar a parte do disco
tecido ósseo em torno de uma compressão da coluna intervertebral herniado
articulação das vértebras cujo vertebral. Nessa cirurgia (hérnia de disco).
disco intervertebral, que deveria remove-se a lâmina e/ou os
funcionar como amortecedor bicos de papagaio.
entre os ossos, está
comprometida. surgem como
consequência da desidratação
do disco intervertebral, o que
favorece a aproximação das
vértebras e torna possível a
compressão das raízes nervosas.
ESPONDILÓLISE ESPONDILOLISTESE ESPONDILOARTROSE
Defeito que permite que parte Deslizamento anterior do Artrose na coluna
de um arco vertebral se separe corpo vertebral sobre sua
do seu corpo subjacente em decorrência
da espondilólise.
TALIPES EQUINOVARUS: Pé torto
congênito. Má formação
embrionária que envolve ossos,
músculos, tendões e vasos
sangüíneos. Má formações
embrionárias geralmente vem
acompanhadas de outras. Vands
adora falar isso no Talipes Eq
porque ele está presente facilmente
com outras má formações.
AMELIA QUÁDRUPLA MEROMELIA FOCOMELIA
não formação completa dos Ausência parcial dos ossos longos estão ausentes, e
quatro membros. membros. mãos e pés rudimentares estão
ligados ao tronco por ossos
pequenos, de formas irregulares.
SINDACTILIA POLIDACTILIA BRAQUIDACTILIA
união entre dois ou mais dedos Mais do que cinco dedos nas Dedos da mão ou do pé
das mãos ou dos pés. mãos e/ou nos pés. anormalmente curtos.
Anomalia genética.
Fratura de escafóide
D4: necrose avascular do escafoide. Observe a
irrigação arterial do escafoide (concentrada na
parte distal) pela A. radial e associe à condição
de D4.
Geno flexo Geno recurvado
Ligamento cruzado posterior:
estabiliza o joelho. Impede o
deslizamento para trás.
Ligamento cruzado anterior:
estabiliza o joelho. Impede o
deslizamento para frente
(hiperextensão?????)
Ligamento colateral fibular: lesão
em geno varo.
Ligamento colateral tibial: lesão
em geno valgo.
Sinal da gaveta: deslizamento anterior e
posterior do joelho para avaliar a integridade
dos ligamentos cruzados anterior e posterior,
respectivamente.
ENTORSE EM EVERSÃO: são lesados os
ligamentos da vista medial, em especial
o ligamento deltóide (tibiotalar
posterior; tibiocalcâneo; tibionavicular;
tibiotalar anterior)
ENTORSE EM INVERSÃO: são lesados os
ligamentos da vista lateral, em especial o
ligamento colateral lateral (talofibular
posterior; calcâneofibular; talofibular
anterior)
PÉ PLANO PÉ CAVO PÉ VALGO PÉ VARO
deformidade oriunda possui o arco plantar projeção do calcâneo Projeção do calcâneo
do achatamento de excessivamente alto. pra fora do corpo. para dentro do corpo.
um ou mais arcos do
pé.
HALUX VALGUS FASCITE PLANTAR DOENÇA DE LEGG-CALVÉ-
deformação do primeiro dedo inflamação de um tecido PERTHES
do pé, caracterizada pelo desvio chamado fáscia plantar, necrose avascular da epífise
da ponta do dedo em direção localizado na sola do pé e óssea da cabeça femoral,
aos outros dedos, o que que conecta o calcâneo aos acometendo seu núcleo de
favorece o surgimento de uma dedos. ocorre quando há ossificação. As possíveis
típica proeminência na sua muita tensão ou uso causas propostas incluem o
base, denominada joanete, que excessivo da fáscia plantar, o desequilíbrio endócrino,
se manifesta através de dores. que pode provocar dor e trauma, inflamação, nutrição
dificuldade para caminhar. inadequada e fatores
genéticos.
TETANIA DISTROFIA MUSCULAR DE DISTENÇÃO MUSCULAR
distúrbio caracterizado por DUCHENNE ocorre quando um músculo se
contrações musculares tônicas Doença degenerativa estica demais, gerando a
intermitentes, acompanhadas genética caracterizada pela ruptura de algumas fibras
de tremores, paralisias e dores ausência da distrofina, musculares, ou de todo o
musculares, devido a proteína essencial para a músculo envolvido.
problemas gastrintestinais ou à integridade do músculo. A
deficiência de sais de cálcio. Em criança demora a começar a
condições hipocalcemia, pode- andar, entre 2 e 4 anos cai
se apresentar tetania, pois a muito, a partir dos 7 deixa de
deficiencia de Ca no sangue ou correr, e dos 12 de andar.
de vit D, diminui o limiar de Morre por problemas
excitação, tornando os nervos cardíacos e respiratórios
excitáveis mais facilmente, (relacionados a musculatura).
resultando em tremores e
contrações musculares
intermitentes e espasmos
musculares dolorosos.
ATROFIA HIPERTROFIA DISTROFIA
diminuição do volume muscular aumento do volume doenças de origem genética
causado pela inatividade. Ela dos músculos decorrentes de que provocam
pode ser originada por alguma estímulos gerados pelo enfraquecimento progressivo
doença neurológica ou exercício físico. do tecido muscular por afetar
simplesmente pela falta de uso a musculatura esquelética.
de um determinado grupo
muscular, como ocorre, por
exemplo, ao ter um membro
engessado por algum tempo.
A. PARALISICA FACIAL PERIFÉRICA B. PARALISIA FACIAL CENTRAL
Lesão no neurônio motor inferior (após o Lesão no neurônio motor superior (antes do
núcleo). Ipsilateral. Acomete os mm da núcleo, no trato córtico nuclear).
hemiface inteira. Contralateral. Acomete apenas os mm de 1
quadrante inferior da face.
PARALISIA FACIAL DE BELL: tipo de
paralisia facial periférica sem causas
identificadas. As causas podem ser
infecções, traumas, distúrbios de
glicemia, tumores de parótida, e até
AVC (na central).
TESTES TOPODIAGNÓSTICOS:
Baseiam-se no conhecimento do
trajeto e da função do nervo facial, a
fim de estabelecer o local da lesão.
Contudo, atualmente, o local da
lesão é melhor determinado por TC
ou por RM magnética.
COLESTEATOMA: tecido epitelial (descamação)
dentro da orelha média, que associado a
presença de microrganismos (bactérias), reação
Na paralisia facial o nervo acometido é o nervo facial (NC inflamatória e liberação de toxinas. Podem,
VII), nervo do segundo arco faríngeo, que inerva os mm raramente, causar paralisia facial periférica.
da mímica facial.
ABSCESSO CERVICAL FÁSCIAS E COMPARTIMENTOS CERVICAIS
coleção de pus de uma infecção
nos espaços entre as estruturas
do pescoço. Podem evoluir
rapidamente para complicações
graves como a insuficiência
respiratória, empiema pleural,
pericardite, trombose venosa,
rupturas arteriais, choque
séptico e mediastinite.
PLEXO CERVICAL
mm
infra-hióides
Para o diafragma
PLEXO BRAQUIAL
DERMÁTOMO: referente ao
nervo espinhal que o inerva.
INERVAÇÃO CUTÂNEA: referente ao nervo sensitivo daquela área.
É importante ter noções básicas dos dermátomos e áreas de inervação cutânea, pois com
base nelxs pode-se determinar em qual raiz nervosa (dermátomo) ou nervo (inervação
cutânea) é provável de ser a lesão.
SÍNDORME DO DESFILADEIRO TORÁCICO
compressão ou estiramento do tronco inferior do plexo braquial por costela cervical, banda
fibrosa ou processo transverso da sétima vértebra cervical alongado. há comprometimento
motor e sensitivo evidente (no tipo neurogênico).
COSTELA CERVICAL: MEGA-APÓFISE TRANSVERSA
DE C7:
CERVICOBRAQUIALGIA: inflamação da coluna
cervical (pescoço) com dores irradiadas para os
membros superiores (VER AS RAMIFICAÇÕES
NERVOSAS E OS DERMÁTOMOS.
SÍNDROME DO IMPACTO
Resulta de uma pressão na musculatura do ombro (manguito rotador) exercida por parte da
escápula (acrômio) quando o braço é elevado, é uma das causas mais comuns de dores no
ombro em adultos. Quando o braço é elevado, ocorre um impacto entre o acrômio e os tendões
do manguito rotador. Isto pode causar dor e limitação de movimentos, por uma inflamação da
bursa (bursite) que cobre o manguito rotador ou uma tendinite do próprio manguito.
Manguito rotador: Composto pelos mm.
supraespinhal, infraespinhal, redondo
menor e subescapular.
SÍNDROME COMPARTIMENTAL: aumento de pressão num espaço anatómico restrito com
queda da perfusão sanguínea dos músculos e órgãos nele contido. Caracterizada
pela parestesia, dor contínua, hipoestesia, edema e enrijecimento da região acometida. As
causas principais podem ser a constrição de membros por aparelho gessado, curativos
compressivos bem como uso inadequado de braçadeiras/manguitos para aferição de pressão
arterial não invasiva.
FASCIOTOMIA: procedimento cirúrgico no qual a fáscia é
cortada para aliviar a pressão, recomendada em casos
graves da síndrome compartimental.
SÍNDROME DO TÚNEL DO CARPO
neuropatia resultante da compressão do nervo mediano no canal do carpo, estrutura anatômica
que se localiza entre a mão e o antebraço. Através desse túnel rígido, além do nervo mediano,
passam os tendões flexores que são revestidos pelo tecido sinovial. Qualquer situação que
aumente a pressão dentro do canal provoca compressão do nervo mediano e a síndrome do
túnel do carpo. A causa principal da síndrome do túnel do carpo é a L.E.R. (Lesão do Esforço
Repetitivo), gerada por movimentos repetitivos como digitar ou tocar instrumentos musicais. O
principal sintoma é a parestesia, uma sensação de formigamento, de dormência, que se
manifesta mais à noite e ocorre fundamentalmente na área de inervação do nervo mediano.
Nervo mediano
DEDO EM MARTELO DEDO EM GATILHO
Resultado de lesão no tendão do m extensor ou tenossinovite estenosante, é uma
do dedo ou de fratura intrarreticular do lábio inflamação no tendão responsável por dobrar o
dorsal da falange distal. O dedo em martelo dedo, fazendo com que o dedo fique sempre
normalmente resulta de flexão súbita e dobrado, mesmo que o indivíduo tente abri-lo.
vigorosa da articulação interfalângica distal
(IFD) estendida.
Bainha
sinovial dos Parte anular da bainha
tendões fibrosa
Parte cruciforme da bainha
fibrosa
CONTRATURA DE DUPUYTREN SÍNDROME DO CANAL DE GUYON
doença caracterizada pela contratura de fáscia neuropatia compressiva onde ocorre a
palmar e das suas prolongações podendo levar repressão do nervo ulnar no punho, por
a limites funcionais dos dedos. É de evolução diversos fatores como cistos sinoviais, tumores
progressiva que se inicia por pequenas do nervo ulnar, tromboses da artéria ulnar,
depressões na pele palmar, evoluindo para traumas, artrite reumatóide ou doenças
nodulações, atingindo o formato de cordas. congênitas. Clinicamente caracterizam-se por
dor, parestesias, sensibilidades, impotência
funcional, garra ulnar, hipotrofia dos músculos
interósseos e lumbricais.
LESÃO DO TRONCO SUPERIOR (C5 – C6) LESÃO DO TRONCO INFERIOR
Resultam de um aumento excessivo no ângulo Mais raras, ocorrem quando o membro
entre o pescoço e o ombro, que pode gerar até superior é subitamente puxado para cima.
mesmo avulsão das raízes do plexo da medula Resulta em mão em garra, pela ação da
espinhal. É aparente pela posição de mão de inervação nos mm curtos da mão.
garçom. PARALISIA DE KLUMPKE: danos as raízes
PARALISIA DE ERB-DUCHENNE: paralisia alta nervosas inferiores (C7, C8, T1) do plexo
de plexo braquial. braquial.
LESÃO DO N. RADIAL NO BRAÇO LESÃO DO N. RADIAL NO ANTEBRAÇO
Por fratura no corpo do úmero. Resulta em Por feridas penetrantes no antebraço. Resulta
paralisia dos mm tríceps, braquiorradial, em incapacidade de estender o polegar e as
supinador e extensores do punho e dos dedos, articulações metacarpofalângicas de outros
além de perda de sensibilidade em áreas de dedos. A integridade pode ser avaliada
pele supridas por esse nervo (VER INERVAÇÃO solicitando que a pessoa estenda as
CUTÂNEA). O sinal clínico característico é a articulações MF enquanto o examinador
queda do punho (incapacidade de estender o oferece resistência.
punho e as articulações metacarpofalângicas).
GENERALIZANDO: o nervo radial enerva a
loja posterior dos mm do braço e do
antebraço. Dessa forma, pode-se
correlacionar as observações clínicas com
a ação desse nervo.
LESÃO DO NERVO MEDIANO LESÃO DO NERVO ULNAR
Quando seccionado na região do cotovelo, há Pode ocorrer (i) posteriormente ao epicôndilo
perda da flexão das articulações interfalângicas medial do úmero, (ii) no túnel cubital, (iii) no
(IF) proximais dos 1º-3º dedos e punho e (iv) na mão. Causa dormência e
enfraquecimento da flexão do 4º e 5º dedos. formigamento (parestesia) da parte medial da
Também há perda da flexão das art IF distais do palma da mão e de um dedo e meio mediais,
2º e 3º dedos. A flexão das art IF distais do 4º e além de perdas motoras na mão (mm
5º dedos não é afetada porque a parte medial intrínsecos da mão). A lesão distal do n. ulnar
do FPD é suprida pelo nervo ulnar. É caracteriza a mão em garra.
caracterizada pela mão em benção.
GENERALIZANDO: o n. mediano enerva a loja GENERALIZANDO: o n. ulnar enerva os mm
anterior dos mm do antebraço. intrínsecos da mão e a parte medial do FPD.
PLEXO LOMBAR
PLEXO SACRAL
SÍNDROME DO PIRIFORME MERALGIA PARESTÉSICA DE ROTH
Consequência do encarceramento do nervo Neuropatia compressiva dos membros
isquiático pelo músculo piriforme na sua saída inferiores, caracterizada pelo pinçamento do
da pelve para região glútea, geralmente por nervo cutâneo femoral lateral. Expressa-se
variação anatômica. por alterações na sensibilidade e dor na
região lateral da coxa.
CONTUSÃO ARTROGRIPOSE
lesão sem fratura dos tecidos moles do corpo. A Artrogripose Múltipla Congênita (AMC) é uma
Ela é gerada pelo impacto mecânico de um síndrome caracterizada por contraturas de
agente externo sobre uma parte do corpo. várias articulações e rigidez de tecidos moles
presentes desde o nascimento e de caráter
estacionário. Pode ser caracterizada por
alterações de pele, tecido subcutâneo inelástico
e aderido, ausência de pregas cutâneas,
hipotrofia muscular, sendo substituído por
tecido fibrogorduroso, deformidades
articulares, espessamento e rigidez de
estruturas periarticulares, com preservação da
sensibilidade.
O termo artrogripose é oriundo do grego,
significando “juntas curvadas” ou “fletidas”. Ela
pode ser também designada como Amioplasia
Congênita.