0% acharam este documento útil (0 voto)
183 visualizações21 páginas

Instalação Elétrica Industrial em Maputo

Este documento descreve uma proposta para instalação elétrica em um estabelecimento industrial localizado em Maputo, Moçambique. O projeto foi elaborado de acordo com as normas vigentes no país e calcula as cargas elétricas necessárias para maquinários como torno, fresadora e outros equipamentos. O resumo inclui uma tabela com as cargas elétricas estimadas para diferentes salas e departamentos do estabelecimento.

Enviado por

Albino Djedje
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato DOCX, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
183 visualizações21 páginas

Instalação Elétrica Industrial em Maputo

Este documento descreve uma proposta para instalação elétrica em um estabelecimento industrial localizado em Maputo, Moçambique. O projeto foi elaborado de acordo com as normas vigentes no país e calcula as cargas elétricas necessárias para maquinários como torno, fresadora e outros equipamentos. O resumo inclui uma tabela com as cargas elétricas estimadas para diferentes salas e departamentos do estabelecimento.

Enviado por

Albino Djedje
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato DOCX, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA DE ELECTRIDADE

INTRODUÇÃO
Refere-se a presente Memória Descritiva e Justificativa à instalação eléctrica para
utilização no São Damanso, localizado no Patrice Lumunba, na Provincia de Maputo,
pertencente a Delio Nhiwane, que visa fornecer energia elétrica para fins de uso
industrial.

CLASSIFICAÇÃO DOS LOCAIS


1. Quanto a Utilização
Em concordância com as características dos edifícios e os fins a que se
destina, considera-se como estabelecimento industrial com base no
regulamento.

2. Quanto ao Ambiente
Face ao descrito no parágrafo anterior não será de prever que os locais
venham a ser utilizados para manipulação de artigos que possam impor
condicionalismos especiais ao ambiente, pelo que, poderão ser genericamente
classificados, com base no Regulamento como sendo local sem riscos
especiais.

O projecto foi elaborado de acordo com as normas em vigor na República de


Moçambique, nomeadamente:

a) Condições Técnicas Gerais para Elaboração de Projectos de Edifícios


(C. T. G.), Ministério de Construção e Águas, Direcção de Economia e de
Construção – Departamento de Edifícios – 1990;
b) Regulamento de Segurança de Rede de Distribuição de Energia
Electrica em Baixa Tensão (R.R.D.E.E.B.S.T.),Decreto Lei Nº 46847/66, de
27 de Janeiro;
c) Regulamento de Segurança de Instalacções de utilização de Energia
Eléctrica (R.S.I.U.E.E.),
Decreto Lei Nº 740/74, de 26 de Novembro;
d) Regulamento de Segurança de Instalacções de utilização
de Energia Eléctrica (R.S.I.U.E.E.), Decreto Lei Nº 740/74, de 26
de Novembro;
e) Regulamento de segurança de Instalacções Colectivas de
Edifícios e Entradas (R.S.I.C.E.E.), Decreto Lei Nº 740/74 de 26
de Dezembro;
f) Regulamento de Segurança de Instalações Eléctricas de Baixa
Tensão (R.S.I.E.B.T.), Decreto Legislativo de 27 de Julho de 79;
g) Normas Internacionais V.D.E. Inscritas na Comissão Electrotécnica
Internacional (C.E.I.)

CARGAS ELÉCTRICAS
Para a determinação das necessidades energéticas foi aplicada a alínea "b" do
artigo nº 435 do Regulamento de Segurança de Instalações de utilização de
Energia Eléctrica (R.S.I.U.E.E.), Decreto Lei Nº 740/74, de 26 de Novembro com
respectivos comentários.

Assim, a potência necessária será o somatório de todas as cargas previstas no


projecto podendo ainda prever uma reserva de cerca de 20% para futuros
equipamentos.

Assim foi necessário efectuar o somatório de todas as cargas previstas para o


bom funcionamento da instalação.

CALCULO DAS CARGAS INSTALADAS

Maquinaria diversa dos blocos de edificio

Mecanica Industrial
Sala de Sala dos
Armario Sala de aula Corredor
Maquinas Professores
Cargas P P
Pt P Pt
P Pt P Pt Pt
Q (w Q Q Q Q (w
(w) (w) (w)
(w) (w) (w) (w) (w)
) )
Iluminação 14 4 1 79
2 72 72 3456 8 72 576 5 72 360 72
2x36w 4 8 1 2
Torno 0 0 0 9 500 4500 0 0 0 0 0 0 0 0 0
0 0
1
Ventiladores 0 0 0 150 2700 5 150 750 2 150 300 0 0 0
8
240 240 240 240
Ac 0 0 0 0 0 0 1 1 0 0 0
0 0 0 0
Computador
0 0 0 0 0 0 0 0 0 1 500 500 0 0 0
es
Engenhe de 250
0 0 0 1 2500 0 0 0 0 0 0 0 0 0
furar 0
350
Fresadora 0 0 0 1 3500 0 0 0 0 0 0 0 0 0
0
12 36
TUG 3 5 120 600 5 120 600 6 120 720 0 0 0
0 0
200 200
Projector 0 0 0 0 0 0 1 0 0 0 0 0 0
0 0
440
Retificadora 0 0 0 1 4400 0 0 0 0 0 0 0 0 0
0
200
Compressor 0 0 0 1 2000 0 0 0 0 0 0 0 0 0
0
Impressora 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1 365 365 0 0 0
400
Plaina 0 0 0 1 4000 0 0 0 0 0 0 0 0 0
0
Potência 504 68156 6326 4645 792
TOTAL 80,423

Gestão e recursos Humanos


Sala de
WC Sala de aula Informática Corredor
Toque
Cargas P Pt P P P
Pt Pt P Pt Pt
Q (w (w Q (w Q (w Q Q (w
(w) (w) (w) (w) (w)
) ) ) ) )
Iluminação 28 13 2 2
8 36 2 36 72 36 4860 36 972 36 864
2x36w 8 5 7 4
1 15 180 15
Ventiladores 0 0 0 30 4500 6 150 900 0 0 0
2 0 0 0
180
Ac 0 0 0 0 0 0 0 0 0 3
5400 0 0 0
0
Computadore 50 9 4650
0 0 0 1 500 0 0 0 500 0 0 0
s 0 3 0
15 15 15 1350 1 1 15 180
TUG 0 0 5 750 90 150 2250
0 0 0 0 5 2 0 0
200
Projector 0 0 0 0 0 0 0 0 0 3 6000 0 0 0
0
36
Impressora 0 0 0 1 365 0 0 0 3 365 1095 0 0 0
5
Potência 288 3487 22860 63117 2664
TOTAL 92,416

Departamento de ELETRICIDADE
Slada
Sala de Control
Dos Armaz Elétronic Corred
EI-3 Maquin Sequenci EI-7
Professo em a or
as al
res
Carga P
P P
s P Pt P P Pt ( Pt P P Pt P P
t Pt Pt t
( ( ( ( ( ( ( ( ( ( (
Q Q ( Q Qw Q (w Q Q (w Q (
w w w w w ) w w w w w w
w ) ) w
) ) ) ) ) ) ) ) ) ) )
)   )
Ilumin 2 7
7 1 7
ação 0 0 0 3 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 2
2 0 2
2x36w 6 0
Ilumin
21 43 21 1 11 1 11 1 11
ação 3 72 0 0 0 6 72 3 72 72 72 72 0 0 0
6 2 6 6 52 6 52 6 52
4x18w
Ventila 15 45 15 90 15 90 15 90 15 90
3 0 0 0 6 0 0 0 6 6 6 0   0
dores 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
24 24 24 2424 24 24 48 24 48 24 48
Ac 1 0 0 0 1 1 2 2 2 0 0 0
00 00 00 0000 00 00 00 00 00 00 00
15
Compu 50 15 50 50 3 50
3 0 0 0 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 50 0 0 0
tadores 0 00 0 0 1 0
0
Engen
40 40
ho de 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1 0 0 0 0 0 0
0 0
Furar
36 36 36 10 36 36
Motor 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1 0 0 0 3 1 0 0 0
0 0 0 80 0 0
1 4 1 16
15 75 15 75 15 45 15 15 75 15 10
TUG 5 3 5 5 5 3 1 80 5 7 0 0 0
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 50
0 0 2 0
Project 20 20 20 20
0 0 0 0 0 0 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1 0 0 0
or 00 00 00 00
Gerado 51 25
0 0 0 0 0 0 0 0 0 5 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
r 0 50
Compr 20 20 20 20
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1 0 0 0 1 0 0 0
essor 00 00 00 00
Impres 36 36 36 36 36 36
1 0 0 0 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1 0 0 0
sora 5 5 5 5 5 5
Gelade 15 15
1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
ira 0 0
Potênci
5831 666 7347 5976 25652 9082 28127 720
a
TOTAL 83,401
Departamento de SOLDADURA
Sala
Sala Solda
de Sala Canal
Papel de Solda dura Corr
ferra de izaçã
aria contr dura especi edor
ment aula o
ol al
Carg a
as P P P P P P P P P P P P P P P
P
t t t t t t t t
(
Q( ( Q ( ( Q ( Q ( ( Q ( ( Q ( ( Q ( ( Q ( (
w
w w w w w w w w w w w w w w w
)
) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) )
Ilumi 1 1 1
2 2 5 5 5
nação 7 7 7 7 27 4 17 1 17 1 7
3 1 3 1 8 7 8 7 8 7
2x36 2 2 2 2 02 4 62 5 62 5 2
6 6 6 6 6
w 0 2 2
2 5 2 5 2 5
Exaus 5 0Auto5 0 5 0
Mecanica
00 0 00 0 00 0 2 2 2 0 0 0 00 0
tor 0 0 0 0 0 0
Sala dos 0 0 0 0 0 0
Sala de
Professor laboratoro corredor1
Venti 1 6 1 aula
9 1 9 1 6 1
es 2
Cargas
lador 0 0 0 0 0 0 P4 5 0 6 5 P0 6 5 0 4P5 0 8 5 P 0 0 0
Pt Pt Pt 0 Pt
es Q (w 0 0 Q0 (w0 0 0Q (w0 0 0Q 0(w
(w) (w) (w) (w)
) 2 2 ) ) )
Iluminação 4 3 72 216 4 72 316 1 72 720
3 72 4 216
Ac 0 0 0 0 0 0 1 0 0 0 0 0 0 0 04 0 0 0 8 0 00 0 0 0 0 00
2x36w
Carregador de 75 150
0 0 0 00 0 0 0 2 0 0 0
bateria 0 0 0 0
1 18 180
Suspe. Eletronica
Comp 5 0 0 0 0 0 0 1 0 0 0
0 00 0
utado 2 0 0 0 0 24 0 0 240
0 0 0 240 02400 0 0 0 0 0 0 0 00 0
0
res Ac0 1
00 0
1
00 0
0 0 0 0 0 0
0
Elevador de 35 350
Furadcarros 0 0 0 0 0 04 41 4 4 0 0 0
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1 0 0 1000 0 0 0 0 0 0 0 0
eira
Engenho de 75
0 0 0 0 0 00 01 0 0750 0 0 0
Furar 1 1 01 1
Balanceador de
Guilh 2 2 732 2
0 0 0 0 0 00 00 0 00 10 0 0 00 01 1 5 7350 00 0 0 0 0 00
carros
otinas 0 0 0 0
15
bonba de água 0 0 0 00 00 0 1 0 0150 0 0 0
0 1
1 7 1 4 1 9 1 4 1 7 271 4270 1
Aspirador 1 5
TUG 5 5 5 3 5 05 06 5 00 305 05 5 05 51 3005 5 0 50 0 0 0 00
0 0
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 800 0 0
Alinhamentto
0 0 0 0 0 0 1 800 0 0 0 0
dedireção 2 2 0
Proje termo 0 0 12 120
0 0 0 0 0 00 01 0 000 00 0 00 01 0000 0 0 0 00 0 0 0 0 00
ctor 0 0
injector diesel e 75 150
0 0 0 00 0 0 0 2 0 0 0
gasolin 2 0 10
2 122 120
Maqu
Motor elétrico 0 0 0 0 0 1 05 51 5 2 0 0 0
ina de 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 500 5 0 0 0 0 0 0 0
Elevador de 00 150 150
soldar 0 0 0 0 0 00 01 0 0 0 0 0
carros 2 0 00 0 0
Elevador de 14 147
0 0 0 02 02 0 1 0 0 0
Compcarros 3 0 0 70 0
00 0 00 0 00 0 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 00 0
ressor 0 0
0 0
3 7
Impre
26 3 00 0 00 0 00 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 00 0
ssora
5 0
Maq. Teste de 15
0 0 0 0 0 0 1 150 0 0 0
indução 0
Maq. Teste de 30
0   0   0 0 1 300 0 0 0
velas 0
Potencia 2616 2616 22423 7200
TOTAL 34,855

Quimica

Sala dos
professo C8 C6 C4 corredor
res
Cargas
P Pt P Pt P Pt P Pt P Pt
Q (w (w Q (w (w Q (w (w Q (w (w Q (w (w
) ) ) ) ) ) ) ) ) )
Iluminação 21 64 64 2 14 57
3 72 9 72 9 72 72 8 72
2x36w 6 8 8 0 40 6
Ventilador 15 45 15 30 15 30 15 30
3 2 2 2 0 0 0
es 0 0 0 0 0 0 0 0
18 18 40 40 40 40 18 18
Ac 1 1 1 1 0 0 0
00 00 00 00 00 00 00 00
Computado 50 10 50 50
2 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0
res 0 00 0 0
15 75 15 12 15 10 15 75
TUG 5 8 7 5 0 0 0
0 0 0 00 0 50 0 0
36 36
Impressora 1 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
5 5
Potência
4581 6648 5998 4290 576
(w)
TOTAL
22,093
(KW )

Bloco Administrativo
Sala de
Quarit
Secreta Bibliote Corred
directo Wc
a ria ca or
r
Cargas P Pt P Pt P Pt P Pt P Pt P
Pt
( ( ( ( ( ( ( ( ( ( (
Q Q Q Q Q Q (w
w w w w w w w w w w w
)
) ) ) ) ) ) ) ) ) ) )
Iluminaç
1 7 86 3 32 7 64 7 14 1 7 79
ão 0 0 0 9 9 2
2 2 4 6 4 2 8 2 4 1 2 2
2x36w
Iluminaç
4
ão 2 80 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
0
1x40w
1 1 1
8 36 8 36 8 36
Ac 0 0 0 2 2 2 0 0 0 0 0 0
0 00 0 00 0 00
0 0 0
5
Computa 20
0 0 0 4 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
dores 00
0
2
Secador 0 40
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 2 0 0 0
de mão 0 00
0
1 1 1 1 1
15 1 18 75 10 15
TUG 1 5 5 5 5 7 5 1 5 0 0 0
0 2 00 0 50 0
0 0 0 0 0
3
Impresso 10
0 0 0 3 6 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
ra 95
5
Potência 230 9359 4674 5298 4294 792
TOTAL 24,647

Potencia Instalada total vai ser o somatório de todas as cargas previstas da instalação:
P = 440219 W

Como os aparelhos nunca funcionam todos ao mesmo tempo, temos de usar o


chamado factor de simultaneidade para que não sobredimencionemos o
projecto, isto é, para que não usemos materiais que suportem uma potência
máxima (mais caros) quando sabemos que nunca irá ocorrer, pois, como
dissemos, os aparelhos nunca são postos em funcionamento todos ao mesmo
tempo.

Para o nosso caso (P = 440219 W) podemos dizer que o factor de simultaneidade


é de 70% na hora do pico, então teremos:

P = Pi X 0.70
P = 440 219 x 0,70
P = 308 153,3 W

S = Pi/0.8 = KVA
S = 308 153,3/ 0.8
S = 385,19 KVA

I = S/1.73*380 = A
I = 385.19/1.73*380
I = 585.8 A. Com regulação que corresponde a corrente standart do aparelho de
protecção.

Para um factor de Potência médio de 0.8 à correspondente Potência aparente será


de aproximadamente 385.19 KVA, pelo que fixa se em 500 KVA a Potência
standartizada de funcionamento com cerca de 20% da Potência instalada em
reserva para possíveis flutuações de cargas que solicitará uma corrente de A com
regulação até A.

ALIMENTAÇÃO DE ENERGIA
Tendo-se calculado uma potência de cerca de 500KVA, considera- se a
alimentação a partir de um cabo subterrâneo do PTP a ser instalado no recinto da
fábrica até a casa das máquinas e desta para os diverssos quadros eléctricos
instalados nos blocos do dos edificios.

CABOS ALIMENTADORES DE BAIXA TENSÃO


A instalação será trifásica e os cabos alimentadores da rede de distribuição serão
lançados subterraneamente e em alguns casos os cabos estarão sobre a esteira
metálica até aos quadros respectivos.
Para a determinação da secção dos cabos alimentadores foram verificadas as condições
regulamentares seguintes:
Is < In < Iz
Iz x 1.45
If < U < 5%

Intensidade da corrente de Intensidade máxima admissível na


serviço canalização

In
IF

IS Iz 1, 45
Intensidade nominal do Iz
Intensidade de Funcionamento do
aparelho de protecção aparelho de protecção
Sendo:
Is -Intensidade de corrente de serviço

In -Intensidade nominal do aparelho de proteção

Iz -Intensidade de corrente máxima admissível na canalização

If - Intensidade convencional de funcionamento do aparelho de proteção

BASES DE CÁLCULO

A instalação foi concebida de forma a permitir desempenhar, com eficiência e em


boas condições de segurança os fins a que ela se destina.
Tendo isso em atenção houve que optar por soluções que estivessem de acordo
com as necessidades e condições de utilização de cada um dos componentes da
instalação.
Assim propôs-se dimensionar as canalizações desta instalação para a carga total
máxima estimada dos aparelhos de utilização que por elas poderão ser
alimentados em utilização simultânea levando já em linha de conta a previsão de
cargas a serem utilizadas.
Pelos mesmos propósitos, consideraram-se variados coeficientes de
simultaneidade para os diferentes componentes da instalação, levando em linha
de conta o estabelecido pelo Artigo 25 do RSICEE.

Quanto as quedas de tensão, e uma vez que o Regulamento prescreve que a


queda de tensão máxima admissível, desde a origem até ao aparelho de utilização
electricamente mais afastado, não deve ser superior a 3/5% da tensão nominal
consoante se trate de circuitos de iluminação ou de circuitos para outros usos,
assumiu-se para efeitos de cálculos a queda de tensão a 3%.

Finalmente, quanto as correntes máximas admissíveis nos condutores tomaram-


se por base as indicações dos fabricantes e as imposições regulamentares,
z
enquanto para as proteções, o seu dimensionamento foi imposto pela relação: IS ;
In e If.

DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA
A partir do Quadro de Baixa tensão do PT, partem cabos do tipo VAV, enterrado
directamente no solo a uma profundidade não inferior a 40cm até a correte onde
sobem até a esteira preparada para o efeito. Nos locais de maior circulação de
pessoas e bens poderá ser protegido por tubos PVC110mm.
Os quadros eléctricos previstos para a oficina irão distribuir a corrente eléctrica
através de cabos previamente dimensionados a suportarem as correntes de
solicitação das cargas previstas na instalação.

INSTALAÇÕES INTERNAS
ALIMENTAÇÃO

A alimentação será executada apartir dos quadros, com cabos e condutores de


tipo VAV e VV de secção adequada.

INSTALAÇÃO ELÉCTRICA

A instalação será executada com condutores de cobre isolado a PVC, tipo H07V-
U e VV protegidos por tubos plásticos VD embebidos na construção ou
abraçados directamente nas paredes da construção.

Foram estabelecidos circuitos gerais para as armaduras de iluminação, para as


tomadas de uso geral, assim como circuitos especificos.
As secções mínimas de condutores a utilizar serão as
seguintes:
Iluminação...........................................................................1,5mm²
Tomadas de uso Geral.........................................................2,5mm²
AC........................................................................................2,5mm²
Ventiladores............................................................................4mm²
Maquinaria diversa….......................................................4 a 6 mm²

As alturas de montagem em relação ao pavimento acabado para o material diverso


são as seguintes:
Interruptores....................................................................................................1,10 a 1,20m
Tomada de uso geral.......................................................................................0,05 a 0,30m
Tomadas acima de Bancada...............................................................................1,15 a
1,90m
Tomadas de aquecimento e ventilação............................................................1,90 a
2,40m

A instalação deverá ser executada seguindo-se o traçado apresentado nos


respectivos desenhos, em caso de alteração deverá ser do conhecimento do
Projectista , do Fiscal e do Dono da Obra.

ILUMINAÇÃO

ILUMINAÇÃO NORMAL
No estabelecimento dos circuitos de iluminação, com o traçado e secções
indicados nos desenhos do projecto, tiveram-se em conta as disposições
regulamentares aplicáveis.

Os circuitos de iluminação dos troços embebidos nas paredes ou nos tectos e


serão constituidos por condutores H07 V-U 1.5mm2, protegidos por tubagem
VD16.

Nos locais para instalação à vista, sobre os tectos falsos, os circuitos de


iluminação serão constituídos igualmente por intermédio de condutores H07V-U
1.5mm2, protegidos por tubagem VD 20, ou por cabos do tipo VVD 3x1,5mm2 e
VV 3x1,5mm2 fixos por intermédio de braçadeiras adequadas.

As características dos circuitos e equipamentos de iluminação normal na


generalidade dos espaços obedeceram aos seguintes objectivos:
 Utilização de equipamentos com bom rendimento e
elevado conforto visual; Baixos consumos de
energia;
 Lâmpadas de elevada longevidade;
 No dimensionamento da iluminação foram considerados
os seguintes factores: Níveis de iluminação compatíveis
com as exigências da ocupação;
 Temperatura de cor da fonte luminosa e índice de restituição de cores
permitindo bom nível de conforto visual;
 Afastamento adequado dos aparelhos de iluminação, de modo a garantir
uma adequada uniformidade;
 As armaduras a utilizar serão equipadas, na generalidade, com lâmpadas
incandescentes ou fluorescente compactas.

CIRCUITOS DE TOMADAS PARA EQUIPAMENTOS


EXPECIFICO
Os circuitos de tomadas de usos gerais e para equipamentos específicos
obedecerão aos critérios já expostos anteriormente, com origem nos
respectivos quadros conforme os esquemas eléctricos, de acordo com os
traçados das plantas respectivas, de modo a permitir uma distribuição
equilibrada de cargas
Os circuitos de tomadas serão constituidos na generalidade, por condutores
H07V-U 2.5/4mm2, protegidos por tubagem tipo VD 20, para instalação
embebida, e/ou por cabos A05 VV 3G 2.5/4mm2, montados a vista por
abraçadeiras apropriadas e embutidos na vertical.
As tomadas monofásicas a utilizar em todos os locais para montagem embebida
nas paredes serão do tipo “schuco”com borne de terra, com In= 16 A e espelho
isolante de aperto por parafusos.
FORÇA MOTRIZ
Para alimentação de Electrobombas estão previstos circuitos independentes, bem
como para equipamento específico de força motriz.
As bombas de água deverão ser duas (2), montadas na câmara seca do depósito
semi- enterrado, a funcionarem alternadamente para garantir um descanso e
prevenir a paragem de fornecimento de água por avaria de uma das Bombas.

PROTECÇÃO

PROTECÇÃO DE CANALIZAÇÕES CONTRA CURTO-


CIRCUITOS E SOBRECARGAS

QUADROS ELÉCTRICOS
Todos os quadros previstos para a instalação serão de montagem embebida nos blocos
(A, C, D e E), de montagem saliente no bloco B, com visita pela frente e constituídos
em caixas pré- fabricadas do tipo PRISMA G, em chapa de aço zincado revestido a
puliuretano, providos para transparentes, garantindo o invólucro um índice de protecção não
inferior a IP 43.

O dimensionamento dos quadros foi feito de modo a suportar todos os circuito s


previstos para a sua área de influência e ainda mais 20% no mínimo de reservas
equipadas e não equipadas, para futuras funções e amplições.

Os circuitos disporão de protecção térmica e electromagnética individual,


garantida por disjuntor das marcas MERLIN GERIN ou LEGRAND, com poder
de corte não inferior a 5KA sob 380V e para os quadros de ventiladores,
deverão estar munidos de contactores/relés.

temporizados para garantir o arranque sequencial dos equipamentos, evitando


deste modo correntes de pico no momento de arranque.

A protecção diferencial de média sensibilidade será garantida normalmente por


grupos de circuitos, por intermédio de interruptor diferencial, ou individualmente,
por intermédio de disjuntor diferêncial nos casos justificáveis.

A localização dos quadros eléctricos de distribuição está indicada nas plantas da


instalação.

Todos os quadros serão ser dotados de baramento de terra, ao qual serão ligados
os condutores de protecção, bem como a estrutura metálica do quadro.

As alimentações aos quadros eléctricos serão constituídas por intermédio de


cabos tipo VAV, protegidos por tubagem tipo VD 110mm.

PROTECÇÃO DO EDIFÍCIO CONTRA DESCARGAS ATMOSFÉRICAS


PARA-RÁIOS
Se se constatar que na área não existe uma protecção contra descargas
atmosféricas que abranjam o complexo fabril, então, deverá ser protegido este
edificio contra descargas atmosfericas através de uma instalação denominada
para-ráios, este deverá estar a altura minima de 15m e deverá possuir um raio de
acção minima de 80m.

A mesma será composta por poste de descarga e baixada executada com


cobre nú de 70mm2 fixo por braçadeiras isolantes. Deverão ser instalados
electródos de terra de modo a obter uma resistência não superior a 15 Ohms.

PROTECÇÃO DE PESSOAS CONTRA CONTACTO INDIRECTO

Sistema de segurança de pessoas contra contactos indirecto, vulgarmente


conhecido por terras de protecção, será do regime de neutro TT, sendo a
protecção das pessoas assegurada pela ligação das massas à terra e pela utilização
de aparelhos sensíveis à corrente diferencial de média sensibilidade

O eléctrodo de terra de protecção das instalações será constituído por um


conjunto de três varetas de aço revestido a cobre, do tipo COPPERWELL, com
2.00m de comprimento, dispostas em triângulo com 1,00 de lado e montadas
verticalmente, interligadas entre si e ao quadro, por intermédio de cabo de cobre
de 50mm2, caso essa quantidade de eléctrodos não seja satisfatório em termos de
valor ohmico desejável deverá interligar os mesmos até obter o valor pretendido.
O cabo de cobre de 70mm2 emergirá junto ao ligador amovível, alojado em caixa
metálica adequada, sendo nesse local o cabo protegido por tubagem isolante, ao
tipo ERFE 32, desde a profundidade de 0.80m até à caixa do ligador amovível.
Na execução de toda a instalação deverão ser tomados cuidados especiais com a
montagem, a qual deverá ser feita em estreita observância das normas de
segurança em vigor em Moçambique.
Especial atenção deverá ser dada a ligação de todas as partes metálicas que não
fazem parte dos circuitos eléctricas ligadas a terra, garantindo uma ligação
equipotencial

LIMPEZA, LUBRIFICAÇÕES E POLIMENTOS


O Empreiteiro é responsável por entregar a Obra para, a sua recepção provisória,
em perfeito estado de limpeza, com todas as peças móveis e equipamentos
lubrificados e operacionais, pavimentos encerrados e polídos, vidros limpos,
aparelhos sanitários limpos e desinfectados tubagens desobstruidas e sem areias
ou resíduos, pingos de tintas removidos das superfícies, toda a aprelhagem de
manobra, de tomadas e aparelhos de iluminação sem pó nas superfícies
superiores nem interiores.

CONDICIONAMENTOS

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DE ELECTRICIDADE

CARACTERÍSTICA DA REDE DE BAIXA TENSÃO

As instalações deverão ser executadas em conformidade com as regras vigentes no País. A


instalação eléctrica terá as seguintes características:
Tensão Nominal 380/220V
Frequência 50Hz
Fases 3
Regime Neutro TT
Intensidade Máxima da lcc/seg 25KA
Valor Máximo Instantâneo da lcc no local de Montagem dos quadros 6KA

EQUIPAMENTOS
TRANSFORMADOR DE POTÊNCIA
Será utilizado um transformador de potência com as seguintes características
técnicas

ESPECIFICAÇÃO DO POSTO DE TRANSFORMAÇÃO


O posto de transformação será constituído no mínimo por:
 Um Transformador de Potência de 500 KVA;
 Quadro de Baixa Tensão com disjuntor de baixa tensão segundo a
indicação nos desenhos da especialidade.

CARACTERÍSTICAS ELÉCTRICAS DO TRANSFORMADOR


Tensão Nominal 33 KV
Tensão Mais Elevada 36 KV
Frequência Nominal 50 Hz
Correntes Nominais
 Do Barramento Geral 1000 A
 Das Celas
- Correntes de Curta Duração Admissíveis
 Corrente Limite Térmica (3seg) 16 KA
 Corrente Limite Dinâmica 40 KA
- Tensões dos Circuitos Auxiliares 0.22 KV
 Protecções e sinalizações 220V ca/cc

NORMAS A QUE DEVE OBEDECER


Total conformidade com as normas CEI, nomeadamente:
 CEI 298 - Aparelhagem sob invólucro metálico
 CEI 694 - Cláusulas comuns para aparelhagem M.T.
 CEI 56 - Disjuntores
 CEI 129 - Seccionadores
 CEI 185 - Transformadores de corrente
 CEI 186 - Transformadores de tensão
 CEI 265 - Interruptores
 CEI 282 - Fusíveis M.T.
 CEI 420 - Combinados Interruptor-seccionador-fusível M.T.
 CEI 801 - Controlo e comando
TRANSFORMADOR
 O transformador ficará assente num perfil preparado para o efeito.
CARACTERÍSTICAS

Arrefecimento ONAN
Nº de fases 3
Instalação Exterior
Potência Nominal 500000 VA
Frequência 50 Hz
Tensão nominal primária 33000 V
Regulação (em vazio) +/-5 %
Tensão nominal secundária 400/230
Grupo de ligação Dyn11
Queda de tensão (75º C) c/ cos  = 0,8 e cos 0,98 e3.09 %
Rendimento c/cos = 0,8 e cos= 1,0 (100% 98,95 e98,69% de
carga)
Rendimento c/cos  = 0,8 e cos= 1,0 (75% 99,13 e 99,91%
carga)

GARANTIAS
Normas de fabrico (CEI) 76
A 75º C, na tomada média
Perdas em vazio 910W
Perdas devidas à carga 5700W
Tensão curto-circuito 4,0 %
Nivel de potência sonora (LWA) 64 K

MASSA E DIMENSÕES (APROX.)


Massa: Transformador / Oleo 840 Kg
Oleo 190 Kg
Total 1030 Kg
Dimensões: Comprimento ±1800 mm
Largura ±930 mm
Altura ±1450 mm
ACESSÓRIOS

O transformador é fornecido com os seguintes acessórios:


 Terminais de alta tensão
 Barras de baixa tensão
 Comutador para regulação fora de tensão
 Rodados amovíveis e bi-direccionais
 Olhais de suspensão
 Terminal de terra

QUADRO GERAL DE BAIXA TENSÃO


GENERALIDADES
O Posto de Transformação deverá ser equipado com um quadro geral de Baixa Tensão, e deve
cumprir as respectivas normas

O quadro deverá ser do tipo armário, para montagem exterior, e as dimensões deverão
ser os padrões do fabricante segundo as necessidades.
Este deverá ser executado em chapa de aço electro- zincada (anticorrosiva) de 2
mm de espessura mínima, associada a um sistema de uniões de canto, que
proporcione uma construção com elevada robustez.
Deste modo eliminam-se os contactos acidentais, limita-se a probabilidade de
defeitos devido a arco interno e evita-se a passagem de objectos sólidos entre
compartimentos.
Os barramentos serão executados em barras simples ou duplas de cobre
electrolítico, apoiados em suportes fabricados a partir de polímeros de elevada
qualidade, permitindo responder a elevadas solicitações mecânicas e térmicas.
Deste modo podem garantir-se correntes de curto-circuito até 100 kA durante 1
segundo.
O barramento geral correrá na parte superior do quadro, com secção constante e
ao longo deste.
O barramento vertical dispor-se-á por trás das unidades funcionais ou lateralmente.

NORMAS
Total conformidade com as normas:
 CEI 439-1
 BS 5486
 EN 60439-1
 VDE 0660

CARACTERÍSTICAS GERAIS
Tensão 400 V - 50 Hz
Barramento geral horizontal III+N calibre 1000 A
Barramentos secundários verticais III+N calibre 1000 A
Corrente de curta duração admissível 25 kA ef. 1 segundo
Grau de protecção IP20

A aparelhagem de corte e protecção será acessível pela frente e fixada à estrutura


por apoios adequados

CABO DE BAIXA TENSÃO


A interligação entre o Q.G.B.T. e o transformador deverá ser executada em cabo
respeitando normas em vigor.
O cabo poderá ser do tipo monopolar ou multipolar do tipo a enterrar ou
protegido em caleira/tubos apropriados VAV 2 (4X185+Tmm²).

CIRCUITOS DE TERRA
Serão fornecidos e montados 2 conjuntos de eléctrodos tipo Copperweld, um
para a terra de serviço e outro para a terra de protecção, com varetas em
quantidade suficiente, de maneira que a resistência de contacto seja inferior ao
valor regulamentar (20 ohms).

ACESSÓRIOS REGULAMENTARES
 1 Par de luvas
 1 Tapete de borracha, dimensões 1000x500 mm
 1 Lanterna eléctrica
recarregável
 1 Quadro de primeiros socorros
 1 Livro de registo de terras

MATERIAL ELÉCTRICO
Dos diversos materiais e equipamentos a empregar no projecto, eis as
características a que deverão obedecer
A fiscalização guiar-se-á por estas especificações, sendo todas as alterações e
substituições referidas a elas, só é possível quando tiverem a sua aprovação

TUBOS E ACESSÓRIOS
Os tubos a utilizar serão de secção recta circular, do tipo “PA” em policloreto de
vinilo ou em copolene a baixa pressão para utilização até temperatura máxima de
70º C. Os acessórios deverão ser apropriados para os tubos acima especificado

CABOS, CONDUTORES E ACESSÓRIOS


Os condutores e cabos condutores, deverão obedecer às normas de fabrico em
vigor, sendo as características dos mais utilizados, apresentados no anexo.
Os acessórios a usar, deverão ser apropriados para uso com os cabos e
condutores utilizados

CAIXAS E ACESSÓRIOS
As caixas de derivação, interior ou exterior, serão em “PVC” de cor creme, com
as dimensões apropriadas ao número de condutores ou cabos a serem ligados a
esse ponto.
As caixas de aparelhagem serão em “PVC”, apropriadas aos aparelhos
de corte e comandos utilizados.

APARELHAGEM DE LIGAÇÃO
As tomadas a utilizar serão de 16A, 250V, 50Hz, e de 25A, próprias para
montagem em caixa de embeber ou caixa saliente, providas de contacto de terra
ao qual se ligará o condutor de instalação.
Os tipos de tomadas a empregar, serão os seguintes:
 2P+T
 3P+N+T

APARELHAGEM DE CORTE OU COMANDO


Todos os interruptores, inversores e comutadores serão do tipo “basculante”, para
montar em caixa de embeber ou saliente, com tampa isolante (em cor a indicar
pela fiscalização da obra) com
fixação por parafuso. Todos os elementos serão dimensionados para 10 A,
250V, 50Hz, do tipo silencioso.
Os elementos de comando ou manobra, deverão ser fixados às caixas de
embeber, por meio de parafusos ou garras
O Empreiteiro (Concorrente) deverá inteirar-se das condições existentes no local,
que pelas informações disponibilizadas pelo Dono da Obra quer por sua iniciativa
de forma a aperceber- se de eventuais condicionantes e explicitar na sua proposta
restrições ou encargos suplementares.
No caso de na sua proposta nada referir, considera-se que tomou conhecimento
perfeito das condicionantes impostas pelo local da obra, seus espaços
circundantes respectivos acessos e que considera não haver restrições á execução
da empreitada e estarem incluidos na sua proposta todos os encargos necessários.

Todos os trabalhos constantes na presente Memória Descritiva, deverão ser


executados de acordo com as normas e legislação em vigor na República de
Moçambique não devendo constituir razão à má execução pelo empreiteiro de
qualquer omissão aqui constante.
Caso na execução do presente projecto surjam problemas de interpretação ou que
eventualmente necessitem de clarificação, os mesmos serão prontamente
resolvidos pelo Projectista.

Você também pode gostar