Manual de Gestão de Riscos do MEC
Manual de Gestão de Riscos do MEC
MANUAL DE
GESTÃO DE RISCOS
MEC - 2021
Manual de Gestão de riscos
Equipe de elaboração:
Coordenação de Governança e Integridade
Luciana Alves de Azevedo
Arlington Oliveira
Revisão ortográfica:
Patrícia Danielle dos Santos
Colaboração:
Subcomitê Assessor do CGIRC/MEC
Controladoria-Geral da União (CGU)
Aprovação:
Comitê de Governança, Integridade, Gestão de Riscos e Controles Internos (CGIRC)
Brasília-DF, Novembro/2021
APRESENTAÇÃO
O Ministério da Educação (MEC) tem envidado esforços na busca da excelência no exercício de suas
atribuições, para isso adota políticas e estratégias que visam garantir melhorias na sua gestão e na educação
de todos os brasileiros.
Em nível institucional, a publicação da Portaria nº 563, em 30 junho de 2020, foi um marco quanto à instituição
de uma Política de Gestão de Riscos, Controles Internos e Integridade no órgão. Tal política consolida as
intenções e diretrizes gerais (relacionadas à gestão de riscos, controles internos e integridade) aplicáveis
aos planos, às metas, às estratégias, às ações, aos objetivos, aos programas, aos projetos e às atividades
relacionadas às políticas públicas educacionais e aos processos de gestão interna no âmbito do MEC.
A Gestão de Riscos, os Controles Internos e a Integridade constituem mecanismos que geram valor às
instituições e aos seus processos quando atuam de forma coordenada, buscando tratar as incertezas que
podem impedir ou dificultar o alcance dos objetivos da organização, bem como quando contribuem para o
comportamento íntegro nas organizações. Esses mecanismos visam aumentar a qualidade das decisões dos
gestores públicos para o alcance do interesse público.
Com vistas a trazer mais clareza sobre o tema gestão de riscos e a fim de promover e facilitar a difusão do
conhecimento sobre gestão de riscos no âmbito do MEC, este manual foi elaborado. Tal instrumento é parte
integrante dos mecanismos que dão suporte a implementação, monitoramento e melhoria contínua decorrente
da Política de Gestão de Riscos, Controles Internos e Integridade e tem o intuito de oferecer um conjunto de
conceitos, estratégias e ferramentas de apoio ao desenvolvimento da gestão de riscos.
Espera-se que este documento possa representar um importante recurso para os servidores e gestores
do MEC, proporcionando uma visão resumida e pragmática no que se refere ao controle e gestão dos riscos.
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SUMÁRIO
1 – INTRODUÇÃO 6
2 – PRINCIPAIS CONCEITOS 7
5.6 – COMUNICAÇÃO 23
7 – CONSIDERAÇÕES FINAIS 25
6
1. INTRODUÇÃO
Na administração pública brasileira o tema da gestão de riscos é fruto da Instrução Normativa Conjunta MP/CGU
nº 1, de 2016, que trata da adoção de medidas para a sistematização de práticas relacionadas à gestão de riscos, aos
controles internos, à integridade e à governança e do Decreto nº 9.203, de 2017, que dispõe sobre a política de governança
da administração pública federal.
No âmbito do MEC a Portaria nº 503, de 2020, que trata da política de governança, estabeleceu em sua estrutura como
instância máxima o Comitê de Governança, Integridade, Gestão de Riscos e Controles (CGIRC), que é o responsável pelo
estabelecimento, condução e avaliação das políticas de governança, gestão de riscos, controles internos e do programa
de integridade, contando com apoio técnico do Subcomitê Assessor.
Já a Política de Gestão de Riscos, Controles Internos e Integridade (Portaria nº 563, de 2020), foi o instrumento que
norteou o estabelecido deste Manual para aprovação junto ao CGIRC. Além disso, cabe-nos mencionar que a implantação
da gestão de riscos também foi fruto da adesão do MEC ao programa de gestão estratégica e transformação do estado
(TransformaGov), dirigido pelo Ministério da Economia, conforme Decreto nº 10.382, de 2020, com objetivo de avaliar e
modernizar a gestão estratégica dos órgãos integrantes da administração pública.
Por fim, citamos o Acórdão TCU nº 1048/2020 – Plenário, que reforçou a necessidade de gestão e controle dos riscos,
em especial dos programas e metas do PNE 2014-2024, bem como recomendou a inclusão dos impactos causados pela
pandemia de Covid-19 como risco-chave no planejamento estratégico do MEC.
Diante de todo exposto, este Manual de Gestão de Riscos tem como objetivo incentivar e disponibilizar de forma
padronizada, fácil, simples e rápida todas as informações pertinentes para proceder, de forma planejada e organizada, à
aplicação dos instrumentos de gestão de riscos no MEC.
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2. PRINCIPAIS CONCEITOS
Apetite a riscos: é a quantidade de risco, no sentido mais amplo, que o MEC está disposto a aceitar em sua busca
para agregar valor, ou seja, refere-se ao máximo nível de risco que o MEC está disposto a correr para atingir seus objetivos
estratégicos. O apetite a riscos é estratégico e amplo.
Controles internos da gestão: conjunto de regras, procedimentos, diretrizes, protocolos, rotinas de sistemas
informatizados, conferências e trâmites de documentos e informações, entre outros (operacionalizados de forma integrada
pela gestão e pelo corpo de servidores do MEC) destinados a enfrentar os riscos e a fornecer segurança razoável para o
alcance dos objetivos.
Eventos de riscos: são situações em potencial – que ainda não ocorreram – que podem causar impacto na consecução
dos objetivos do MEC, caso venham a ocorrer. Podem ser positivos ou negativos, sendo que os eventos negativos são
denominados ameaças, enquanto os positivos, oportunidades.
Gerenciamento de riscos: processo dinâmico e contínuo efetuado pelos gestores e servidores com o intuito de
identificar, avaliar, administrar e controlar potenciais eventos ou situações para fornecer razoável certeza quanto ao alcance
dos objetivos organizacionais.
Gestão de riscos: processo de natureza permanente, estabelecido, direcionado e monitorado pela alta administração,
que contempla as atividades de identificação, avaliação e gerenciamento das consequências de potenciais eventos que
possam afetar ao MEC. É destinada a fornecer um grau de segurança razoável quanto à realização de seus objetivos.
Governança pública: conjunto de mecanismos de liderança, decisão, estratégia e controle postos em prática para
avaliar, direcionar e monitorar a atuação da gestão, com vista à condução de políticas públicas e à prestação de serviços
de interesse da sociedade.
Incerteza: incapacidade de saber com antecedência a real probabilidade ou impacto de eventos futuros.
Integridade: conjunto de medidas para garantir a preponderância do interesse público sobre os interesses privados
(no âmbito das ações e decisões adotadas em uma instituição pública), garantido por mecanismos de promoção à ética,
correição e transparência.
Monitoramento: componente do controle interno que permite avaliar a qualidade do sistema de controle interno ao
longo do tempo.
Política de Gestão de Riscos: declaração de intenções e diretrizes gerais do MEC, expressa em princípios e valores,
procedimentos e normas internas e dispositivos regulatórios relacionados à gestão de riscos.
Resposta a Risco: ações tomadas pelo MEC, após a identificação e avaliação do risco, compreendendo as ações de
eliminar (reter), mitigar (reduzir), transferir ou aceitar (tolerar) o risco.
Risco: quantificação e qualificação da incerteza; refere-se à possibilidade de ocorrência de um evento que venha a
interferir no cumprimento dos objetivos, sendo medido em termos de impacto e probabilidade.
Risco inerente: representa a quantidade de risco que existe com controles internos já aplicados no MEC no momento
da identificação dos riscos.
Risco residual: é a quantidade de riscos que permanece ou que aparece após a inclusão dos controles adicionais e/
ou ajustes dos controles já existentes no MEC, ou seja, aquele risco que ainda permanece após a resposta do MEC.
Tolerância ao risco: habilidade/resistência que o MEC possui para suportar o impacto (dano) que determinado risco
pode causar.
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I - alinhamento estratégico e sistêmico: deve considerar a missão, a visão, os valores e os demais elementos
relevantes dispostos no plano estratégico do MEC, bem como observar as diretrizes que venham a ser emanadas
dos órgãos centrais dos sistemas federais;
III - uniformidade: deve observar os mesmos conceitos, parâmetros, referenciais técnicos e procedimentos em
todas as unidades e níveis do MEC;
IV - transparência: deve divulgar as ações e atividades do MEC, prestando informações confiáveis, relevantes
e tempestivas à sociedade, visando à participação social na proposição e no monitoramento da execução das
políticas públicas;
V - consistência de análise: deve estar suportada em informações e indicadores consistentes e de fácil validação
por instâncias independentes; e
VI - economicidade: deve ser vantajosa a relação entre custo e risco, na implementação de mecanismos de controle.
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I - assegurar que os responsáveis pela tomada de decisão, em todos os níveis, tenham acesso tempestivo a
informações suficientes quanto aos riscos aos quais estão expostos;
II - aumentar a probabilidade de alcance dos objetivos da organização, reduzindo os riscos a níveis aceitáveis;
III - prezar pelas conformidades legal e normativa, de forma a melhorar o controle interno da gestão; e
IV - agregar valor ao MEC por meio da melhoria dos processos de tomada de decisão e do tratamento adequado
dos riscos e dos impactos decorrentes de sua materialização.
III - a medição do desempenho da gestão de riscos deve ser realizada mediante atividades contínuas ou avaliações
independentes ou ainda a combinação de ambas;
IV - a capacitação em gestão de riscos dos agentes públicos que exercem cargo, função ou emprego no Ministério
deve ser desenvolvida de forma continuada, por meio de soluções educacionais, em todos os níveis;
VI - a utilização de procedimentos de controles internos da gestão proporcionais aos riscos e baseada na relação
custo-benefício e na agregação de valor à instituição.
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Neste capítulo falaremos sobre a metodologia de gestão de riscos atualmente aplicada no âmbito do MEC e sobre a
solução tecnológica para suporte da gestão de riscos.
A metodologia de gestão de riscos em uso no MEC foi construída com base no resultado de estudo realizado sobre os
seguintes frameworks, normas, guias e metodologias: ERM-COSO, ISO 31000:2009 e 31000:2018, INTOSAI (Guias 9100 e
9130), THE ORANGE BOOK, a metodologia de gestão de integridade, riscos e controles internos da gestão aplicada pelo
Ministério da Economia, a metodologia de gestão de riscos aplicada pelo Ministério do Desenvolvimento Regional, e a
metodologia de gestão de riscos da Controladoria-Geral da União.
Como resultado deste estudo sobre as boas práticas existentes relativas aos métodos de gerenciamento de riscos e
com o propósito de atender aos ditames previstos nos princípios, objetivos e diretrizes da Política de Gestão de Riscos,
Controles Internos e Integridade, aprovada pela Portaria MEC nº 563, de 30 de junho de 2020, bem como, tendo em vista
as disposições da Instrução Normativa Conjunta MP/CGU nº 01, de 2016, tomou-se por base a metodologia de gestão de
riscos do Ministério da Economia, com adaptações, para utilização no MEC.
Elaborou-se, então, a matriz de riscos do MEC que se caracteriza como um instrumento de apoio à gestão para aplicação
da metodologia de gerenciamento de riscos e controles internos da gestão no MEC, e está dotada de informações e
configurações necessárias para realização dos trabalhos no âmbito deste Ministério.
Cabe mencionar que a confecção da matriz de riscos do MEC, construída na Assessoria Especial de Controle Interno
com base no estudo mencionado, foi aprimorada ao longo do tempo e à medida que fomos entendendo as necessidades
e as peculiaridades de cada uma das unidades do MEC.
Vale ressaltar que o preenchimento da matriz de riscos possibilita aos servidores e colaboradores uma visão detalhada
de cada etapa do processo facilitando a identificação de possíveis eventos de riscos, as suas causas e possíveis
consequências. Essa possibilidade de identificação, análise e tratamento dos riscos agrega grande valor a tomada de
decisão dos gestores e proporciona a busca de soluções visando ao atingimento dos objetivos e metas estratégicas do
MEC de forma mais eficiente, eficaz e efetiva.
Quanto a solução tecnológica para suportar o gerenciamento de riscos no MEC, cabe ressaltar que para efetuarmos a
implementação da política de gestão de riscos no âmbito do ministério não é imperativo a adesão e/ou aquisição de um
sistema (software). Dito isso, atualmente, a solução tecnológica adotada pelo MEC para gerenciamento dos riscos está
disponibilizada em uma planilha excel denominada Matriz de Riscos.
Voltando a tratar da metodologia de gestão de riscos do MEC, destaca-se que ela compreende as seguintes etapas:
b) Análise do ambiente externo e interno, considerando os impactos da pandemia do COVID-19 no alcance dos
objetivos estratégicos do MEC;
d) Análise e avaliação dos riscos contemplando a resposta aos riscos identificados e a análise crítica por tipologia;
g) Comunicação.
FIGURA 1 – MEC:
1
Efetuar o mapeamento dos
processos prioritários
2
Análise dos ambientes
interno e externo
6 3
Identificação de eventos de
Informação / Comunicação risco
/ Monitoramento
Gestão de Risco (Causa x Consequência)
do MEC
5 4
Resposta ao Análise e Avaliação dos
Risco/Tratamento riscos
(Atividades de controle: ações
preventivas e corretivas) (Probabilidade x Impacto)
Vale informar que a Assessoria Especial de Controle Interno do MEC está buscando uma ferramenta tecnológica para
auxiliar no gerenciamento de riscos. O intuito é que o software possibilite acompanhar de forma mais tempestiva as
informações a fim de nos propiciar a elaboração de relatórios gerenciais para o monitoramento e comunicação junto ao
Comitê de Governança, Integridade, Gestão de Riscos e Controles Internos (CGIRC) do MEC trazendo os resultados do
tratamento dos riscos (efetividade das medidas de controle) e a evolução do nível desses riscos.
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A análise do contexto consiste em compreender o ambiente externo e interno no qual o objeto de gestão de riscos se
encontra inserido e em identificar parâmetros e critérios a serem considerados no processo de gestão de riscos. Para
tanto, é necessário avaliar informações sobre documentos, leis, normativos, planos estratégicos, políticas e cenários.
• identificar quais são as atividades e os processos de trabalho prioritários e/ou relevantes para se alcançar
os resultados almejados. Recomenda-se que sejam priorizados os processos organizacionais que impactam
diretamente no atingimento dos objetivos estratégicos definidos no Planejamento Estratégico Institucional do MEC,
bem como nas metas do Plano Nacional de Educação (PNE), em atenção ao Acórdão TCU 1048/2020-Plenário;
• identificar os principais fatores internos e externos que podem afetar o alcance dos objetivos/resultados (pessoas,
sistemas informatizados, estruturas organizacionais, legislação, recursos, stakeholders, etc.).
Nesta etapa é fundamental que seja efetuado o mapeamento do processo/projeto escolhido e/ou priorizado, uma vez
que proporcionará aos gestores e colaboradores uma visão geral e clara sobre a sequência de passos/etapas necessários
à consecução de determinada atividade. Isso facilitará na identificação e na análise de cada evento de riscos.
Sabe-se que o mapeamento do processo poderá ser feito utilizando a ferramenta de representação gráfica, Bizagi, ou
ainda, por meio de uma planilha de excel, por exemplo, que demonstre todas as etapas do processo de trabalho.
A intenção do mapeamento de processos é compreender como uma atividade, processo ou projeto é realizado e, a partir
desse entendimento, propõem-se melhorias. O fluxograma de processos tem como função ajudar o gestor a organizar
melhor o raciocínio, identificar relacionamentos, pendências e atividades que não agregam valor e/ou porventura podem
ser desnecessárias. Além disso, serve para que se identifiquem quais são os pontos fortes e fracos do processo e quais
são os eventos de riscos, ajudando a propor atividades de controles internos e identificando oportunidades de melhoria
de desempenho (evitando etapas desnecessárias), a fim de tornar o processo mais eficiente e eficaz.
Cabe ressaltar que, uma vez que os riscos devem ser controlados para a garantia da realização dos objetivos da
organização, conclui-se que o contexto de aplicação da gestão de riscos são os próprios processos de trabalho da
organização e suas iniciativas.
Após o estabelecimento dos contextos interno e externo e do mapeamento das principais atividades que culminam no
alcance dos objetivos, inicia-se o processo de identificação de riscos. A identificação de riscos consiste em um processo
de evidenciar oportunidades ou ameaças existentes nos processos de trabalhos mapeados. Tal atribuição é um processo
interativo, dinâmico e que não se encerra, uma vez que as atividades estão constantemente sendo aprimoradas e os
cenários a que essas atividades ou processos estão submetidos estão constantemente mudando e sendo aprimorados,
o mesmo ocorrendo com os seus controles internos.
O objetivo da identificação de riscos é realizar um detalhamento, caracterizando e listando os seus eventos de riscos,
determinando suas causas e consequências, bem como sua probabilidade de ocorrência e nível de impacto. No MEC, a
Assessoria Especial de Controle Interno (AECI) estabeleceu uma forma de evidenciar os riscos identificados por meio de
um instrumento chamado Matriz de Riscos. Tal instrumento busca, no primeiro momento, elucidar os seguintes pontos:
• evento de risco: é o incidente, ocorrência ou mudança que impactará ou alterará as chances de alcançar os
objetivos organizacionais.
• causas do risco: motivo pelo qual o evento de risco poder acontecer (Por quê?)
• consequências do risco: as consequências seriam os impactos possíveis causados pelos eventos de risco caso
tais eventos se concretizem.
Após a identificação e o registro dos eventos de risco, bem como a descrição de suas causas e consequências, o
gestor deverá estabelecer qual o grau de probabilidade de ocorrência do evento de risco e qual o grau do impacto gerado.
A identificação dos riscos pode ser realizada por meio de oficinas de trabalho ou, dependendo da situação e do objeto em
análise, pelo próprio gestor do risco.
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Evento de
Causa 1 Consequência 1
Risco 1
Descrever Evento de
1 Causa 2 Consequência 2
processo 1 Risco 2
Evento de
Causa 2 Consequência 3
Risco 3
Evento de
Causa 1 Consequência 1
Risco 1
Descrever Evento de
2 Causa 2 Consequência 2
processo 2 Risco 2
Evento de
Causa 3 Consequência 3
Risco 3
Fonte: Matriz de Gestão de Riscos. Assessoria Especial de Controle Interno. Ministério da Educação.
No campo “processo, subprocesso ou atividade” deverão ser descritos cada etapa do macroprocesso escolhido. Em
cada uma das etapas poderá haver um ou mais eventos de risco, e cada evento terá a sua causa e consequência. Isso
torna mais evidente a necessidade de um estabelecimento de contexto e mapeamento de processos conciso, completo
e organizado a fim de identificar com clareza os eventos de riscos e a maior parte das suas causas e consequências.
É importante frisar que, no processo de identificação de riscos, as pessoas que conheçam o objeto ou atividade
sob análise devem ter a possibilidade de participar e contribuir. Para isso, sugere-se como técnicas e ferramentas que
permitam a coleta do maior número de riscos, tais como: brainstorming, brainwriting, entrevistas, visitas técnicas, pesquisas
exploratórias e estudos de caso.
5.3.1 - ANÁLISE DOS RISCOS: é uma das etapas do processo de gerenciamento de riscos no MEC e consiste na
avaliação da probabilidade de um evento de risco ocorrer e o seu possível impacto.
Nesta fase, após efetuada a identificação de todos os riscos, é hora de avaliar os impactos e a probabilidade de
ocorrência medindo-se o grau de riscos de cada uma das etapas do processo.
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• avaliar o impacto do risco sobre o objetivo/resultado – o impacto mede o potencial comprometimento do objetivo/
resultado (p.ex.: um risco com potencial para comprometer um objetivo na sua totalidade ou na sua quase totalidade
é considerado um risco de alto impacto);
• avaliar a probabilidade de ocorrência do risco – mede o quão presumível é a ocorrência do risco (p.ex.: um evento
cuja ocorrência seja quase certa de acontecer é um evento de alta probabilidade); e
Na Matriz de Riscos do MEC a escala (probabilidade x impacto) é composta por 04 (quatro) níveis que podem variar
de acordo com o objeto de gestão e com o grau de precisão na definição dos níveis de probabilidade e impacto, conforme
verifica-se na figura abaixo:
1 Improvável Baixo
2 Remoto Moderado
3 Provável Relevante
4 Quase certo Severo
Fonte: Matriz de Gestão de Riscos. Assessoria Especial de Controle Interno. Ministério da Educação.
1 - Improvável: acontece em situações excepcionais. Não há histórico conhecido do evento ou não há indícios que
sinalizem sua ocorrência.
2 - Remoto: o histórico conhecido aponta para baixa frequência de ocorrência no prazo associado ao objetivo.
3 - Provável: repete-se com frequência razoável no prazo associado ao objetivo ou há indícios de que possa ocorrer
nesse horizonte.
4 - Quase certo: repete-se com elevada frequência no prazo associado ao objetivo ou há muitos indícios de que
ocorrerá nesse horizonte.
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1 - Baixo: compromete em alguma medida o alcance do objetivo, mas não impede o alcance da maior parte do
objetivo/resultado.
O resultado da multiplicação da probabilidade x impacto indicará o Grau do Risco de cada atividade, que poderá ser
classificado como crítico, elevado, moderado ou insignificante, tabela exemplificativa a seguir:
4 4 16 Crítico
3 4 12 Elevado
3 3 9 Elevado
2 2 4 Moderado
1 3 3 Moderado
2 1 2 Insignificante
1 1 1 Insignificante
Fonte: Matriz de Gestão de Riscos. Assessoria Especial de Controle Interno. Ministério da Educação.
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Para facilitar a análise do gestor quanto ao grau do risco, foi elaborada uma legenda, conforme tabela a seguir:
PROBABILIDADE X IMPACTO
Fonte de consulta: Livro ForRisco, 2019 - 2ª Edição, página 139, com adaptações.
A Matriz de Riscos, também conhecida como Matriz de Probabilidade e Impacto, é uma ferramenta de gerenciamento
de riscos que permite, de forma visual, identificar quais são os riscos que devem receber mais atenção. Por se tratar de
uma ferramenta para priorização de riscos, ela pode ser aplicada na etapa de avaliação de riscos. É importante destacar
que a Matriz de Riscos consiste em uma tabela orientada por duas dimensões: probabilidade e impacto. Por meio dessas
duas dimensões, é possível calcular e visualizar a classificação do risco, que consiste na avaliação do impacto versus a
probabilidade.
Quase certo 4 8 12 16
Provável 3 6 9 12
Probabilidade
Remoto 2 4 6 8
Improvável 1 2 3 4
Impacto Baixo Moderado Relevante Severo
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ESCALA STATUS
1-2 Insignificante
3-8 Moderado
9-12 Elevado
16 Crítico
Fonte: Matriz de Gestão de Riscos. Assessoria Especial de Controle Interno. Ministério da Educação.
O grande diferencial da Matriz de Riscos é a facilidade que ela proporciona para visualizar informações sobre um
determinado conjunto de riscos. Por se tratar de uma ferramenta gráfica, torna-se fácil identificar quais riscos irão afetar
menos ou mais o MEC, possibilitando assim a tomada de decisões e a realização de medidas preventivas para tratar
esses riscos. Além disso, por ser uma ferramenta de fácil entendimento e por dispor informações de forma clara e precisa,
colabora com engajamento da equipe no processo de gestão de riscos.
5.3.2 - AVALIAÇÃO DOS RISCOS: envolve a comparação do seu nível com o limite de exposição a riscos, a fim
de determinar se o risco é aceitável. O limite de exposição a riscos representa o nível de risco acima do qual é desejável
o tratamento do risco. Espera-se que, com os resultados do tratamento, o nível de risco residual fique abaixo do limite de
exposição.
O processo de avaliação dos riscos permite à alta gestão estabelecer critérios para tratamentos deles, conforme seu
apetite a riscos. Ao ordenar os riscos mais críticos, o gestor terá uma visão clara sobre quais devem ser tratados com
maior grau de prioridade.
5.3.2.1 - RESPOSTA AOS RISCOS: consiste na seleção das ações destinadas a reter (eliminar); reduzir (mitigar);
transferir; ou aceitar (tolerar) o risco para o alcance dos resultados previstos.
Após as fases de identificação, análise e avalição dos riscos chegou o momento de se pensar na resposta que o gestor
do MEC dará a cada um dos riscos, conforme descrição da Figura 6, a seguir.
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RESPOSTAS AO RISCO OU
DESCRIÇÃO
OPORTUNIDADES
Fonte: Matriz de Gestão de Riscos. Assessoria Especial de Controle Interno. Ministério da Educação
5.3.2.2 - TIPOLOGIA DOS RISCOS: os eventos de risco podem ser classificados por uma ou mais de uma tipologia.
A intenção é permitir sintetizar informações para análise de priorização da alta gestão.
Na tabela abaixo, foram elencados alguns tipos de riscos mais comuns trazidos pela mais vasta literatura brasileira
sobre gestão de riscos:
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Na figura acima foram explicitados os tipos de riscos mais comuns, tais como: orçamentários/financeiros; operacionais;
imagem/reputação; legais/conformidade e demais riscos. Os demais riscos podem ser culturais; estratégicos; de gestão; de
integridade; etc. Sobre os riscos à integridade vale informar como podem ser caracterizados, conforme definição adotada
pela Portaria CGU nº 1.089, de 2018:
A partir da definição dada pela Portaria CGU nº 1.089, de 2018, a ocorrência de fraudes e atos de corrupção não são
as únicas formas de descumprir a integridade. Também são consideradas ações que caracterizam quebra da integridade
atos como: recebimento/oferta de propina; desvio de verbas; fraudes; abuso de poder/influência; nepotismo; conflito de
interesses; uso indevido e vazamento de informação sigilosa; e práticas antiéticas. Ressalta-se que o tratamento dos
riscos para a integridade considera o engajamento de toda a organização para a resolução dos desvios e quebras de
integridade. No MEC, a unidade responsável por auxiliar no processo de gestão de riscos à integridade é a Unidade de
Gestão da Integridade, conforme previsto na Portaria MEC nº 563, de 2020.
Por fim, após a etapa de avaliação e classificação das tipologias do risco, o servidor poderá verificar na sua matriz de
riscos do MEC o grau de criticidade do risco. Esse grau de criticidade é calculado automaticamente (possui fórmula no
excel), e esse cálculo é feito pelo valor médio de cada risco avaliado. Importante salientar que o grau de criticidade do risco
servirá como um termômetro, ou seja, para que o servidor e/ou gestor possam verificar e priorizar o tratamento dos riscos
mais críticos e relevantes, buscando soluções conjuntas com suas equipes para eliminar ou mitigar a sua probabilidade
de ocorrência e o seu impacto. Sabe-se que o grau de criticidade de risco poderá ser classificado como: crítico, relevante,
moderado ou baixo.
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Corresponde à fase de planejamento e realização de ações para modificar o nível do risco. Aqui, o gestor deve refletir
sobre a identificação de medidas de resposta ao risco. Para facilitar o trabalho, sugerimos algumas perguntas para reflexão:
• que medidas poderiam ser adotadas para reduzir a probabilidade de ocorrência do risco?
• que medidas poderiam ser adotadas para reduzir o impacto do risco no objetivo/resultado?
• avaliar a viabilidade da implantação dessas medidas, tais como: análise do custo x benefício; viabilidade técnica;
tempestividade; efeitos colaterais do tratamento; etc.;
• elaborar plano de implementação das medidas para inclusão nos planos institucionais.
Um risco pode ser tanto prejudicial (ameaça) quanto benéfico (oportunidade) em um projeto. A incerteza, por sua vez,
é a falta de informação ou de conhecimento sobre o resultado de uma ação, decisão ou evento. O tratamento dos riscos
envolve a definição das medidas de tratamento que são adequadas para cada risco, com o propósito de reduzir os níveis
para a situação desejada. Possíveis ações para o tratamento dos riscos envolvem:
• Alterar a probabilidade.
• Alterar a consequência.
• Compartilhar o risco.
• Mitigar o risco.
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A Matriz de Risco elaborada pelo MEC conta com campos específicos para que as unidades lancem as informações
quanto as ações preventivas e corretivas para tratamento dos riscos, bem como campo para indicar os responsáveis por
essas ações, conforme pode ser observado na FIGURA 8, abaixo:
1- 1- 1- 1- 1-
Mitigar Improvável Improvável Improvável Improvável Improvável
1,00 Baixo
Fonte: Matriz de Gestão de Riscos. Assessoria Especial de Controle Interno. Ministério da Educação
Nesta etapa, deverão ser implementadas ações de controles preventivos e corretivos que compreendam o conjunto de
controles internos, tais como: regras, procedimentos, diretrizes, protocolos, rotinas ou conferências destinadas a enfrentar
os riscos e fornecer segurança razoável da consecução da missão da entidade e dos objetivos.
As ações preventivas podem ser entendidas como as melhorias de controle interno implementadas para impedir que
o evento de risco venha a acontecer. Já as ações corretivas servem para minimizar os impactos dos riscos no alcance
dos objetivos, caso os eventos de riscos se concretizem.
É extremamente relevante que as unidades do MEC, ao realizarem as suas análises para tratamento dos riscos,
elenquem em suas respectivas matrizes de riscos as medidas preventivas e/ou mitigadoras que visem a adoção e/ou as
melhorias de controles internos, o redesenho de processos, a realocação de pessoas, a realização de ações de capacitação,
o desenvolvimento ou aperfeiçoamento de soluções de TI, a readequação da estrutura organizacional e outros. Assim
sendo, o tratamento de riscos deve considerar os eventos de riscos identificados, além do custo-benefício e viabilidade
de se proceder as ações preventivas para diminuir a probabilidade de ocorrência do evento ou seu impacto na instituição.
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5.5 - MONITORAMENTO
O monitoramento das ações de tratamento de riscos envolve a verificação contínua ou periódica do funcionamento
da implementação das ações e dos resultados das medidas mitigadoras. Nesta etapa verifica-se o desempenho ou a
situação de elementos da gestão de riscos, podendo abranger a política, as atividades, os riscos, os planos de tratamento
de riscos, os controles e outros assuntos de interesse.
Na matriz de riscos do MEC, conforme FIGURA 8, pode-se verificar um campo específico de monitoramento onde será
registrada a periodicidade (diário, semanal, mensal, trimestral, anual) para se revisitar/revisar cada etapa do processo e
suas ações.
Importante ressaltar que a gestão de riscos é um processo contínuo e dinâmico: o grau, o tipo e as respostas aos riscos
podem variar ao longo do tempo. Ora, à medida que a unidade for implementando ações preventivas e corretivas no seu
processo, aquele risco inicialmente identificado poderá ser eliminado, por exemplo.
O monitoramento dos riscos de processos, unidades e projetos será realizado pelo respectivo gestor do risco, conforme
expresso no artigo 17 da Portaria MEC nº 563, de 2020. Caso sejam identificados mudanças ou fragilidades nos processos
organizacionais, o servidor e/ou colaborador deverá reportar imediatamente o fato ao responsável pelo gerenciamento
dos riscos do processo averiguado.
Cabe ressaltar que o monitoramento das ações e a atualização periódica da matriz de riscos proporcionará ao Comitê
de Governança, Integridade, Gestão de Riscos e Controle (CGIRC/MEC), com apoio permanente da Assessoria Especial de
Controle Interno (AECI), efetuar o acompanhamento e a supervisão da gestão de riscos, controles internos e integridade
no âmbito deste Ministério.
5.6 - COMUNICAÇÃO
A comunicação dos riscos é parte integrante de qualquer resposta a emergências e consiste na troca de informação,
aconselhamento e pareceres, em tempo real, entre gestores, colaboradores e sociedade. A comunicação é fundamental
para que todos os envolvidos enfrentem de uma forma mais positiva as mudanças nos processos que visam a melhoria
contínua (o abandono de práticas ineficientes, a implementação de novos e melhorados processos, métodos e tecnologias,
entre outros aspectos).
Ao inserir a comunicação como parte estratégica da gestão de riscos, criamos maior facilidade para que as informações
transitem de forma mais ágil e adequada por entre as várias partes interessadas (colaboradores, órgãos de controle,
fornecedores e sociedade). O objetivo é proporcionar avaliações mais rápidas e assertivas sobre os riscos aos quais o
MEC está exposto ou pode vir a se deparar. Todo o esforço de comunicação da organização ao fazer gestão de riscos
ajudará nos seguintes aspectos:
• compreender o motivo das ações estarem sendo tomadas, tanto para diagnosticar quanto para tratar os riscos
organizacionais;
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A comunicação é uma parte importante na gestão de riscos, pois diminui ao máximo as dúvidas sobre o assunto. O
fluxo de comunicação pode ser dividido em duas direções:
A comunicação vertical ocorre no sentido da base para a alta gestão ou vice-versa, proporcionando à alta administração
informações dos riscos por todas as unidades organizacionais e proporcionando que os servidores tenham ciência dos
principais riscos que afetam ao MEC.
A comunicação horizontal é um procedimento utilizado para que os riscos de um processo que envolva diferentes
unidades administrativas e áreas finalísticas do MEC possam ser conhecidos por todos os que trabalham nesse processo.
Ao se formular a estratégia institucional, deverão ser considerados os riscos intrínsecos àquela estratégia (COSO 2017).
Além disso, deve ser considerado, também, que o risco da estratégia não está somente alinhado à missão, à visão e às
competências constitucionais do MEC, mas na maioria dos processos de trabalho que possuem ou não uma interface
para o atingimento dos objetivos estratégicos.
O gerenciamento dos riscos é uma ferramenta indispensável para o bom andamento do planejamento estratégico pois
possibilita a obtenção de informações úteis à tomada de decisão para a consecução dos objetivos institucionais, uma vez
que a estratégia e risco são termos que devem caminhar juntos. Assim sendo, o processo de formulação do planejamento
estratégico deverá considerar, objetivamente, os riscos associados ao atingimento dos objetivos e das metas estabelecidos,
de maneira a subsidiar decisão da alta administração com elementos consistentes capazes de proporcionar a adequada
resposta a cada risco identificado. As proposições de novas estratégias, objetivos, metas, iniciativas, normativos e demais
instrumentos de governança e gestão, no âmbito deste Ministério, deverão estar acompanhadas de análise dos riscos
associados à sua implementação bem como de respostas a estes riscos. Sugere-se que a gestão de riscos observe os
seguintes pontos:
• possibilitar a obtenção de informações úteis à tomada de decisão, visando à consecução dos objetivos institucionais;
• desenvolver capacidades que possibilitem avaliar diferentes possíveis cenários, de forma a contribuir para
identificação de vulnerabilidades que possam afetar o alcance desses objetivos;
• possibilitar que as informações da matriz de riscos sejam revisitadas e revisadas periodicamente, uma vez que
os eventos de riscos poderão ser eliminados e/ou controlados; e
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• viabilizar que a mensuração do desempenho da gestão de riscos seja realizada de forma contínua e/ou independente.
Os projetos, metas e ações incluídas no Plano Nacional de Educação (PNE) deverão ser objetos de especial atenção
e tratamento prioritário no tocante ao levantamento dos riscos, pois impactam diretamente no atingimento dos objetivos
definidos no planejamento estratégico do MEC. Outro aspecto importante a ser observado pelos gestores são os impactos
da pandemia do COVID-19 nos projetos prioritários do MEC.
7. CONSIDERAÇÕES FINAIS
Todos os agentes públicos em exercício no MEC, em todos os níveis e unidades, são responsáveis pela gestão dos
riscos inerentes ao exercício de suas atribuições, bem como pelo monitoramento da evolução dos níveis de riscos e da
efetividade das medidas de controles implementadas nos processos organizacionais em que estiverem envolvidos ou de
que tiverem conhecimento, devendo exercer as atividades de sua competência em estrita consonância com os princípios
e objetivos dispostos na Portaria MEC nº 563, de 2020.
O fortalecimento da integridade institucional do MEC deverá ser promovido por todos e para todos para que as
decisões sejam baseadas no autoconhecimento e diagnose de vulnerabilidades. Sabe-se que há uma arma poderosa
para proporcionar isso, que é precisamente o gerenciamento de riscos.
Pretende-se, com a elaboração e publicação deste manual, instruir e colaborar de forma eficaz, efetiva e eficiente com
a implantação de boas práticas de Gestão de Governança, Integridade, Gestão de Riscos e Controles Internos e para a
tomada de decisões dos servidores, colaboradores e gestores e da alta gestão do MEC.
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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Rio de Janeiro, 2009.
ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas. Segurança da sociedade - Sistemas de gestão de continuidade de
negócios – ABNT NBR ISSO 22313:2015. Rio de Janeiro, 2015
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União. – Brasília: TCU, Secretaria de Métodos e Suporte ao Controle Externo, 2018. Disponível em : < Gestao de Riscos -
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