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Curso Técnico em Informática IFBA

1. O documento apresenta o projeto pedagógico do curso técnico de nível médio em Informática do Campus de Brumado do Instituto Federal da Bahia. 2. O curso tem como objetivo formar técnicos de nível médio em Informática para atender às demandas do mercado de trabalho da região. 3. O curso terá duração de 3 anos, com carga horária total de 3.240 horas, incluindo 180 horas de estágio supervisionado.
Direitos autorais
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Curso Técnico em Informática IFBA

1. O documento apresenta o projeto pedagógico do curso técnico de nível médio em Informática do Campus de Brumado do Instituto Federal da Bahia. 2. O curso tem como objetivo formar técnicos de nível médio em Informática para atender às demandas do mercado de trabalho da região. 3. O curso terá duração de 3 anos, com carga horária total de 3.240 horas, incluindo 180 horas de estágio supervisionado.
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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA


INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM

INFORMÁTICA

FORMA:

INTEGRADA AO ENSINO MÉDIO

Projeto Pedagógico do Curso aprovado pela:

Resolução CONSUP nº ____, de ___ de _______ de _______.

Vigência a partir de: 2017

CAMPUS DE BRUMADO

06/2017
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA

Reitor

Renato da Anunciação Filho

Pró-Reitor de Ensino

Nilton Vasconcelos Júnior

Diretor Geral pró-tempore do Campus

Acimarney Correia Silva Freitas

Diretor Acadêmico do Campus

Gilmar Vieira Freitas

Diretor de Administração e Planejamento

Diógenes Moreira da Paz

Coordenador do Curso

Leonardo Rodrigues Ribeiro


Equipe de Elaboração

Acimarney Correia Silva Freitas


Cinthia Batista Nunes
Diógenes Moreira da Paz
Fábio Gomes Coqueiro
Gilmar Vieira Freitas
Leonardo Rodrigues Ribeiro (presidente)
Samuel Dias Dutra
Sandra Maíra Souza Miranda
Thiago Miranda dos Santos Souza
Vinícius Carvalho Souza
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM
INFORMÁTICA

CNPJ: 10.764.307/0018-60

Razão Social: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia-IFBA

Campus: Brumado

Esfera Administrativa: Federal

Endereço: Rua Francisco Manuel da Cruz, S/N - Bairro São José

Cidade/UF: Brumado-BA CEP: 46100-000

Telefone: (77) 3441-1607 / 3441-2599

E-mail de contato: [email protected]

Site da unidade: www.brumado.ifba.edu.br

Habilitação
Habilitação Técnico em Informática
Carga Horária 3240
Estágio - Horas 180

Resolução CONSUP:
LISTA DE ILUSTRAÇÕES

Figura 1 - Número de escolas por nível no município de Brumado-BA 15


Figura 2 - Número de matriculas por nível no município de Brumado-BA 15
LISTA DE TABELAS

Tabela 1 - Estatisticas do Cadastro Central de Empresas13


Tabela 2 – PPA no curso Técnico em Informática Integrado116
Tabela 3 – Acervo da biblioteca125
Tabela 4 - Instalações152
Tabela 5 - Equipamentos sala/laboratório153
Tabela 6 - Relação de Docentes do Campus155
Tabela 7 - Relação de Técnicos Administrativos do Campus156
SUMÁRIO
SUMÁRIO .......................................................................................................................................... 7
1. Apresentação do Campus ..................................................................................... 8
1.1 Identificação do Curso ....................................................................................... 11
1.2 Justificativa:....................................................................................................... 11
1.3 Objetivos do curso:............................................................................................ 16
1.3.1 Geral ............................................................................................................................... 16
1.3.2 Específicos..................................................................................................................... 17
1.4 Características do Curso: .................................................................................. 17
2. Requisitos e formas de acesso ao curso ............................................................. 18
3. Perfil profissional de conclusão do curso ............................................................ 18
4. Organização Curricular do Curso ....................................................................... 19
4.1 Matriz Curricular ................................................................................................ 21
4.2 Planejamento dos componentes curriculares de cada etapa. ............................ 25
4.2.1 1ª Série ........................................................................................................................... 25
4.2.2 2ª Série ........................................................................................................................... 55
4.2.3 3ª Série ........................................................................................................................... 86
4.3 Orientações Metodológicas ............................................................................. 113
4.4 Prática Profissional Articuladora (PPA) ........................................................... 115
4.5 Estágio Curricular Supervisionado .................................................................. 117
4.6 Trabalho de Conclusão de Curso - TCC.......................................................... 118
5. Critérios de aproveitamento de conhecimentos e experiências anteriores. ...... 120
6. Critérios de avaliação da aprendizagem............................................................ 120
7. Biblioteca, instalações e equipamentos oferecidos aos professores e estudantes do
curso. .................................................................................................................... 124
7.1 Acervo da Biblioteca........................................................................................ 125
7.2 Instalações ...................................................................................................... 152
7.3 Equipamentos............................................................................................. 153
8. Perfil do pessoal docente e técnico envolvido no curso .................................... 155
8.1 Quadro de pessoal docente ............................................................................ 155
8.2 Quadro de pessoal técnico .............................................................................. 156
9. Diplomas emitidos ............................................................................................. 157
10. Referências ..................................................................................................... 159
11. Anexos ............................................................................................................ 162
1. Apresentação do Campus

Considerado um centro de referência do ensino tecnológico do nordeste do


país, o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia – IFBA é uma
autarquia federal, vinculada ao Ministério da Educação – MEC. Tem por finalidade
formar e qualificar profissionais nos vários níveis e modalidades de ensino para os
diversos setores da economia, bem como realizar pesquisa e desenvolvimento
tecnológico de novos processos, produtos e serviços em estreita articulação com os
setores produtivos e a sociedade, fornecendo mecanismos para a educação
continuada.
A missão do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia –
IFBA é “promover a formação do cidadão histórico-crítico, oferecendo Ensino,
Pesquisa e Extensão com qualidade socialmente referenciada, objetivando o
desenvolvimento sustentável do país” (PPI IFBA, 2013, p. 27).
Fundamentado nesta proposta, ao longo de 108 anos, o IFBA tem fomentado
o conhecimento tecnológico no Estado da Bahia, especialmente após 1994, com a
criação de unidades de ensino no interior do estado.
O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia está
presente em 23 cidades baianas. Com objetivo de levar uma educação pública,
gratuita e de qualidade para todas as regiões da Bahia, na forma de campi, núcleos
avançados e campus avançado.
Atualmente possuí unidades em Barreiras, Brumado, Camaçari, Euclides da
Cunha, Eunápolis, Feira de Santana, Irecê, Ilhéus, Jacobina, Jequié, Juazeiro,
Lauro de Freitas, Paulo Afonso, Porto Seguro, Salinas da Margarida, Salvador,
Santo Amaro, Santo Antônio de Jesus, Seabra, Simões Filho, Ubaitaba, Valença e
Vitória da Conquista.
Esse processo de interiorização ampliou consideravelmente o campo de
atuação do Instituto, contribuindo para o desenvolvimento de regiões até então
carentes de profissionais qualificados, em nível de educação continuada, técnico,
graduação e de pós-graduação. E traz para cada região, novas perspectivas de
implantação de indústrias, comércio, serviços públicos, com o aparecimento de
novas oportunidades e novos postos de trabalho que foram e estão sendo criados,
garantindo melhoria na qualidade de vida em âmbito regional.
Durante a gestão da Reitora Aurina Oliveira Santana, a cidade de Brumado
recebeu em 22 de maio de 2009, o Núcleo Avançado de Vitória da Conquista, e
passou a ofertar os cursos técnicos de nível médio na forma subsequente em
informática, em edificações e em 2013, o curso técnico em mineração. No período,
com a análise de indicadores regionais, concluiu-se que estes cursos contribuiriam
significativamente para o desenvolvimento regional. Em 07 de outubro de 2013, por
meio da Portaria Nº 993, publicada no Diário Oficial da União, o Núcleo Avançado
de Brumado foi autorizado a funcionar como campus, ainda em sua sede provisória.
Em 09 de maio de 2016 a sede própria foi inaugurada em Brasília pela
presidenta Dilma Vana Rousseff, com a participação do Magnifico Reitor do IFBA,
o Sr. Renato da Anunciação Filho e do Diretor Geral pró-tempore, o Sr. Acimarney
C. S. Freitas. Após a inauguração vários servidores técnico-administrativos
tomaram posse e entraram em efetivo exercício, o que tornou possível a adequação
das atividades prestadas pela instituição.
A oferta dos cursos Técnicos de Informática, Edificações e Mineração tem
representado um aumento significativo de oportunidades para os estudantes
brumadenses, que não precisam se deslocar mais para outros municípios em busca
de ensino técnico-tecnológico de boa qualidade e gratuito, além de atender aos
estudantes das cidades circunvizinhas, como por exemplo, Aracatu, Malhada de
Pedras, Rio do Antônio, Guajeru, Presidente Jânio Quadros, Livramento de Nossa
Senhora, Rio de Contas, Tanhaçu e Ituaçu.
De acordo com pesquisa realizada pelo IBGE, em 2016, o município de
Brumado contava com uma população estimada em 69.473 habitantes (IBGE,
2016), dos quais 29.820 representam a população economicamente ativa da cidade.
O município possui mais de 70 unidades de ensino de nível fundamental, médio e
superior. Destas, 7 oferecem o Ensino Médio, sendo 3 escolas públicas e 4 escolas
privadas. Trata-se de um município que tem crescido nas últimas décadas tanto no
setor de serviços quanto no industrial, que representa atualmente mais de 50% do
PIB do município, principalmente em função do setor de mineração que constitui
uma das maiores fontes de circulação de capital da cidade.
Considerando este contexto, o IFBA campus de Brumado propõe a
implantação do curso técnico em informática integrado ao ensino médio que
consolidará a vocação do campus de Brumado na oferta de cursos na área de
tecnologia da informação e comunicação, tendo em vista que desde 2009, o
Campus contribui para a formação de técnicos em informática, estes na forma
subsequente.
Com um corpo docente formado por professores devidamente qualificados
para atuar no núcleo comum e no núcleo específico e uma estrutura física
consideravelmente nova, composta por laboratórios dos mais variados tipos,
apropriados para o desenvolvimento de atividades como manutenção de
computadores, implementação de redes de computadores e desenvolvimento de
aplicativos, proporcionando uma formação completa do profissional técnico em
informática, ao mesmo tempo que proporciona essa formação do sujeito critico
transformador de sua realidade.
Ademais, o IFBA possui como finalidades e objetivos os seguintes princípios
norteadores (PPI IFBA, 2013, p. 29):

I. Ofertar educação profissional e tecnológica, em todos os seus níveis e


modalidades, formando e qualificando cidadãos com vistas à atuação
profissional nos diversos setores da economia, com ênfase no
desenvolvimento socioeconômico local, regional e nacional;
II. Desenvolver a educação profissional e tecnológica como processo
educativo e investigativo de geração e adaptação de soluções técnicas e
tecnológicas às demandas sociais e peculiaridades regionais;
III. Promover a integração e a verticalização da educação básica à educação
profissional e educação superior, otimizando a infraestrutura física, os
quadros de pessoal e os recursos de gestão;
IV. Orientar sua oferta formativa em benefício da consolidação e
fortalecimento dos arranjos produtivos, sociais e culturais locais,
identificados com base no mapeamento das potencialidades de
desenvolvimento socioeconômico e cultural no âmbito de atuação do IFBA;
V. Constituir-se em centro de excelência na oferta do ensino de ciências,
em geral, e de ciências aplicadas, em particular, estimulando o
desenvolvimento de espírito crítico, voltado à investigação empírica;
VI. Qualificar-se como centro de referência no apoio à oferta do ensino de
ciências nas instituições públicas de ensino, oferecendo capacitação
técnica e atualização pedagógica aos docentes das redes públicas de
ensino;
VII. Desenvolver programas de extensão e de divulgação científica e
tecnológica;
VIII. Realizar e estimular a pesquisa aplicada, a produção cultural, o
empreendedorismo, o cooperativismo e o desenvolvimento científico e
tecnológico; e
IX. Promover a produção, o desenvolvimento e a transferência de
tecnologias sociais, notadamente aquelas voltadas à preservação do meio
ambiente.

Por fim, ao buscar a universalização da educação básica, como proposta no


Plano Nacional de Educação PNE (2011 a 2020), o curso técnico em informática
integrado ao ensino médio tem o intuito de proporcionar formação técnica de
qualidade, ao tempo em que prepara os estudantes para prosseguimento dos
estudos em cursos de nível superior, dando suporte e contribuindo com o
desenvolvimento socioeconômico do Município na área de Tecnologia da
Informação e Comunicação. Além de combater a desigualdade social, promover a
inclusão e ofertar uma forma de ensino que priorize a capacitação profissional, dará
condições de empregabilidade e permanência no mundo do trabalho. Pois,
promoverá o conhecimento científico-tecnológico e a formação do cidadão crítico,
autônomo, capaz de intervir na sociedade e modificar a sua realidade.

1.1 Identificação do Curso

O presente documento apresenta o projeto pedagógico do curso técnico em


informática integrado ao ensino médio, com carga horária total de 3600 horas,
destas, 1200 horas referentes ao eixo tecnológico Informação e Comunicação,
disposto no Catálogo Nacional de Cursos Técnicos de Nível Médio, de acordo com
a resolução nº 1 de 05/12/2014. Além disso, este projeto pedagógico de curso está
fundamentado na LDB n° 9.394/96, que estabelece as diretrizes e bases da
educação nacional; na resolução nº 6 de 20/09/2012 e no Parecer CNE/CEB nº
11/2012 que definem as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação
Profissional Técnica de Nível Médio; e nos referenciais curriculares e demais
resoluções e decretos que normatizam a Educação Profissional Técnica de Nível
Médio do sistema educacional brasileiro.

1.2 Justificativa:

O eixo comunicação e informação é uma área que apresenta um vasto


campo de oportunidades de trabalho, uma vez que as empresas se apoiam em
soluções tecnológicas para ampliarem seus lucros e modernizarem seus processos
produtivos, torna-se cada vez mais imprescindível o investimento em TI para ajudar
na tomada de decisões, na agregação de valor aos produtos e garantia de
sobrevivência num mercado global competitivo.
O mercado de trabalho na área da Tecnologia da Informação têm sido um
dos que mais cresce no Brasil. Segundo OLIVEIRA (2017):

O mercado brasileiro de tecnologia da informação e telecomunicação


(TIC) deverá crescer 2,5% em 2017, segundo estimativas da IDC. Embora
os números de 2016 ainda não estejam fechados, a consultoria projetou
no início do ano passado que o . Luciano Ramos, gerente de Pesquisa e
Consultoria para Software e Serviços da IDC Brasil, indica que TI puxará a
maior parte dos investimentos com expansão de 5,7%, enquanto telecom
ficará com 0,4% da fatia.

Esta tem sido uma das áreas que apresentaram déficit de profissionais no
mercado nos últimos anos pois as oportunidades de trabalho se expandem à
medida que novas indústrias se instalam e que o crescimento econômico acontece.
De acordo com SILVA (2016):

A demanda por profissionais de TI é sempre alta, pois além do mercado


ter poucos profissionais especializados na área, o mercado de soluções e
recursos tecnológicos para o aprimoramento de processos e rotinas
corporativas está em pleno desenvolvimento. Por isso é uma área de
visibilidade e que tem sempre um espaço considerável no mercado de
trabalho.

Localizado a 540 km de Salvador via BA-026 e BR 116, o município de


Brumado-BA tem 2.207.612 km² e população estimada de 2016 de 69.473
habitantes (IBGE, 2016). Destaca-se, no estado, como importante polo comercial e
industrial possuindo a terceira maior mina de magnesita a céu aberto do mundo. A
mina fica na Serra das Éguas, onde também ocorrem jazidas de talco e diversos
depósitos de vermiculita, calcários e dolomitos, bem como de pedras preciosas e
ornamentais (VIANA,2009). Várias mineradoras exploram a região, com destaque
para a Magnesita S.A.
O município é parte do chamado sertão produtivo, que concentra a migração
de habitantes de cidades próximas em busca de trabalho que acabam engrossando
a faixa periférica da cidade. Além disso, possui uma significativa área rural, com
agricultura de subsistência e criação de caprinos e ovinos (PESCARINI, 2015).
O cenário atual da indústria baiana, principalmente na cidade de Brumado e
região demonstra a necessidade do desenvolvimento das atividades de ensino e
pesquisa no campo da Tecnologia da Informação (TI), com grandes potencialidades
para a formação de profissionais qualificados.
A implantação de indústrias na área da mineração, em Brumado e região,
com equipamentos automatizados para a extração e beneficiamento de matéria
prima, exige atenção e precisão na operação. Essa precisão pode ser conseguida
com a aplicação das tecnologias da informação e de automatização de processos,
que precisam ser gerenciadas e mantidas, o que gera uma demanda por
profissionais técnicos da área de informática que possam atuam no
desenvolvimento, implantação, manutenção e suporte técnico de sistemas e
tecnologias relacionadas à informática e às telecomunicações.
Destaca-se também a implantação de diversas micro e pequenas empresas
que prestam serviços à população regional. Essas empresas consequentemente
vêm se adaptando às novas tecnologias e investindo em serviços de TI, o que gera
uma demanda nas áreas de manutenção de computadores, instalação de redes de
computadores e desenvolvimento de sistemas. Temos ainda, empresas
prestadoras de serviços de manutenção de computadores e empresas prestadoras
de serviço de Internet que tem expandido seus negócios, modernizando
equipamentos e consequentemente necessitando de profissionais competentes
para preencher essa demanda na área de telecomunicações e processamento de
informações.
Segundo o IBGE (2016) as estatísticas de empresas, dos mais diversos
ramos, atuantes no município podem ser vistas na tabela 1, a seguir:

Tabela 1 - Estatísticas do Cadastro Central de Empresas

1713 Unidades
Número de empresas atuantes

Número de unidade locais 1754 Unidades

Pessoal ocupado assalariado 12346 Pessoas

Pessoal ocupado total 14456 Pessoas

Salário médio mensal 2,0 Salários mínimos

Salários e outras remunerações 230769 Mil Reais

Fonte: IBGE, Cadastro Central de Empresas 2014. Rio de Janeiro: IBGE, 2016.

Com isso, o curso Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio tem


como intuito ser uma resposta a essa demanda, capacitando os profissionais
concluintes ao trabalho em empresas que têm a informática como atividade-fim
(consultorias, empresas de manutenção, de desenvolvimento de software e
implantação de redes) ou nas várias empresas que têm a informática como
atividade meio, com o objetivo de apoiar seus negócios fornecendo os recursos
tecnológicos necessários.
Além dessa visão de espaço de trabalho, considerando a legislação
educacional vigente no país:

(..) é finalidade da educação básica desenvolver o educando, assegurando


a formação comum como indispensável para o exercício da cidadania,
fornecendo meios para progredir no trabalho e estimular a consequência
dos estudos posteriores. Em seu parágrafo 2º, a lei ainda discorre: “o
ensino médio, atendida a formação geral do educando, poderá prepará-lo
para o exercício de profissões técnicas. (PPI IFBA, 2013, p. 29)

Nesta perspectiva, o IFBA busca a indissociabilidade entre o ensino,


pesquisa e extensão, com o objetivo de fortalecimento, do bem comum, com ações
de inclusão social, acessibilidade, desenvolvimento econômico, científico, social e
em defesa do meio ambiente. Desta forma, a sociedade deve se apropriar dos
benefícios promovidos pelo Instituto com a finalidade de transformação social.
Neste pensamento de afirmar a responsabilidade social, o IFBA busca uma
interação com a comunidade através de ações que visem construir uma sociedade
mais solidária atendendo as diversidades regionais, onde os campi do IFBA estão
presentes.
No município de Brumado, a educação tem se destacado bastante nos
últimos anos. Atualmente o município conta com cinco escolas de tempo integral e
em 2011 ganhou o prêmio Inovação em Gestão Educacional, do Instituto Nacional
de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Sua rede educacional
também atende alunos com deficiência visual, auditiva e intelectual.
Segundo o IBGE, o município de Brumado conta com 35 escolas de ensino
fundamental e 7 escolas de ensino médio, como pode ser visto na figura 1.
Figura 1 - Número de escolas por nível no município de Brumado-BA

Fonte: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP -


Censo Educacional 2015.

Em relação aos alunos matriculados é notória uma quantidade expressiva de


alunos que estão no ensino fundamental, o que garantirá uma demanda frequente
por vagas no ensino médio, figura 2.
Figura 2 - Número de matriculas por nível no município de Brumado-BA

Fonte: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais -

INEP - Censo Educacional 2015.

É relevante salientar que os Institutos Federais possuem, por natureza,


compromisso com a educação técnica de nível médio na forma integrada, expresso
na sua lei de criação:
Art. 7o Observadas as finalidades e características definidas no art. 6 o
desta Lei, são objetivos dos Institutos Federais:
I - ministrar educação profissional técnica de nível médio, prioritariamente
na forma de cursos integrados, para os concluintes do ensino fundamental
e para o público da educação de jovens e adultos; (Lei 11892)

É neste contexto que o IFBA – campus de Brumado assume o desafio de


oferecer o curso aqui proposto, que rompa com a dicotomia entre a educação para
o trabalho e a educação para a cidadania e, também, o antagonismo entre trabalho
intelectual e o trabalho manual. O campus de Brumado, neste sentido, objetiva
formar jovens para executar profissões técnicas ao mesmo tempo em que os
prepara para a continuidade dos estudos, contribuindo para o desenvolvimento de
seus conhecimentos e das competências e habilidades necessárias para o
crescimento profissional e pessoal.
Nesse sentido, a implantação do curso Técnico em Informática na forma
Integrada, visa formar sujeito crítico com habilidades para ocupar o espaço de
trabalho nas áreas de instalação de sistemas operacionais, aplicativos e periféricos
para desktop e servidores, desenvolvimento de aplicações utilizando banco de
dados, manutenção de computadores e instalação/configuração de redes de
computadores locais de pequeno porte. Permitindo ao mesmo, colaborar com o
desenvolvimento local e regional, inserindo-se social, cultural, política e
produtivamente resultando na melhoria da qualidade de vida da população.

1.3 Objetivos do curso:

O curso Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio, campus


Brumado, tem por objetivos:

1.3.1 Geral

O curso Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio visa propiciar


uma sólida formação no campo da educação geral humanística e científica,
aprimorando o educando como pessoa, incluindo a formação ética e o
desenvolvimento da autonomia intelectual e do pensamento crítico, propiciando
formação completa de leitura de mundo, atuação como cidadão e compreensão das
relações sociais, aliado à formação técnica profissional na área de Tecnologia da
Informação, habilitando o educando para atuar como técnico em informática.
Observando a Lei nº 9394/96, o Parecer CNE/CEB, Nº 06/2012 e o Parecer
CNE/CEB, Nº 02/2012.

1.3.2 Específicos

O Campus, ao oferecer o Curso Técnico Profissional Integrado ao Ensino


Médio com habilitação em Informática, tem por objetivos específicos:
● Promover a formação integral do estudante e o desenvolvimento da
autonomia ética, política, intelectual e tecnológica, fundamentados nos
valores sociais para que ele possa avaliar e intervir na transformação de uma
sociedade mais justa, igualitária e sustentável.
● Oferecer condições para que o aluno desenvolva as competências
profissionais gerais requeridas pela área de Informática, de modo a facilitar e
ampliar suas possibilidades de acesso a espaços de trabalho e de atuação e
interação com outros profissionais da área;
● Atender a demanda local do espaço de trabalho por profissionais
técnicos na área de informática, bem como, na prestação autônoma de
serviços;
● Contribuir para a formação crítica e ética frente as inovações
tecnológicas relacionadas à informática, avaliando seu impacto no
desenvolvimento e na construção da sociedade;
● Formar cidadãos e profissionais técnicos que também sejam
empreendedores (Associativismo cooperativismo) de atividades no setor de
informática;
● Promover o avanço científico-tecnológico por meio do incentivo à
pesquisa e execução de projetos que potencializem a história, cultura e os
modos de produção da comunidade local e regional.
● Consolidar e aprofundar conhecimentos adquiridos no ensino
fundamental, possibilitando o prosseguimento dos estudos;

1.4 Características do Curso:

Nível: Educação Profissional Técnica de Nível Médio.

Forma: Integrada.
Forma de oferta: Presencial

Tempo de duração do curso: 3 anos

Turno de oferta: Diurno.

Horário de oferta do curso: predominantemente das 07h às 12h20min.

Carga horária Total: 3420 horas

Carga horária de estágio: 180 horas

Tipo de Matrícula: Anual.

Regime: Seriado.

Cada série e suas respectivas disciplinas terão duração anual, seguindo


calendário específico devidamente aprovado e divulgado pela instituição.

2. Requisitos e formas de acesso ao curso

Número máximo de vagas do curso: 40 vagas por turma.


Número mínimo de vagas do curso: 30 vagas por turma.
Ano de criação do curso (vigência): a partir de 2018.
Requisitos de acesso ao Curso: Ensino fundamental completo, aprovação
no processo seletivo regulamentado pela Pró-Reitoria de Ensino em parceria
com o campus.

3. Perfil profissional de conclusão do curso

O curso Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio busca promover


uma formação que transcenda à qualificação técnica apenas, desenvolvendo
valores éticos, de solidariedade, respeito ao próximo, bem comum e
responsabilidade, proporcionando também a construção de competências e
habilidades que atendam às demandas do mundo do trabalho. Para isso, em
conformidade com o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos (2014), a Resolução Nº
06 de 2012 da EPTNM e ao Projeto Pedagógico Institucional do IFBA (2013), o
egresso do curso Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio, será um
profissional capaz de:
 Desenvolver o senso crítico em relação ao mundo que o cerca,
buscando instrumentalizá-lo para que ele busque se direcionar pelos
princípios de igualdade, solidariedade e sustentabilidade.
 Agir de forma ética, democrática e solidária respeitando as diferenças,
de modo a preservar as relações fraternas com as pessoas
pertencentes às diversas hierarquias e núcleos sociais;
 Entender a tecnologia como processo educativo e adaptá-las às
peculiaridades das regiões e às novas condições da sociedade.
 Instalar sistemas operacionais, aplicativos e periféricos para desktop
e servidores.
 Desenvolver e documentar aplicações para desktop com acesso à
web e a banco de dados.
 Realizar manutenção de computadores de uso geral.
 Instalar e configurar redes de computadores locais de pequeno porte.
 Atuação técnica em áreas emergentes no campo da informática, em
função dos avanços teóricos e tecnológicos.

4. Organização Curricular do Curso

O curso técnico de nível médio em informática – integrado ao ensino médio


atende às disposições legais da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional -
LDB, nº 9.394 de 1996, da Lei nº11.741/08, que regulamenta a articulação da
Educação Profissional com o ensino médio, na forma integrada. Consideramos
também a Resolução do CNE/CEB Nº 01/2014, que trata do Catálogo Nacional de
Cursos Técnicos de Nível Médio; a Resolução 06/2012 (CNE/CEB), que define as
Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional Técnica de Nível
Médio; a Resolução 4/2010-CNE atendendo as Diretrizes Curriculares Nacionais
para a Educação Básica Nacional; a resolução CNE/CP nº 01/2004 que Institui
Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico Raciais e
para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana; a resolução CNE/CP
nº 02/2012 que trata das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação
Ambiental.
A organização curricular do curso pretende desenvolver a formação do
educando na perspectiva do exercício da cidadania, aliada ao desenvolvimento
profissional que atende às demandas do mundo do trabalho e da sociedade atual.
Neste âmbito, apresentamos a estrutura curricular com as competências da
habilitação técnico-profissional e do ensino médio, carga horária do curso previsto
para três anos de duração, e atendendo ao disposto no Art. 27 da Resolução 06 de
2012.
Dessa forma, une-se a formação geral com a formação técnica-profissional
de forma integradas, com vistas à formação de um ser humano na sua integralidade,
considerando todas as suas dimensões, reconhecendo desde os novos
conhecimentos a serem construídos assim como os saberes históricos e da
realidade, “Os conteúdos históricos sempre serão importantes e, de certo ângulo,
determinantes, porque é pelo caminho deles que se apreende a perspectiva
histórica, o modo de situar-se historicamente” (SAVIANI, 2011, p. 123).
Consideramos nesse bojo princípios importantes que transcendem à
formação técnica apenas, como a ética, solidariedade, respeito ao próximo, bem
comum e responsabilidade. Para tanto, as concepções curriculares devem contribuir
para a implementação de atividades pedagógicas multi, inter e transdisciplinares,
que valorizem os saberes culturais e desportivos. Neste intuito, serão
implementadas as Práticas Profissionais Articuladoras (PPAs), visando a entrelaçar
os diversos conhecimentos distribuídos nas várias disciplinas do curso. Assim,
cremos num espaço de construção do conhecimento de forma integrada que
contribui para uma formação integral do educando enquanto cidadão e acadêmico.
Seguindo essa linha da integração, o currículo proporcionará condições ao
estudante de assimilar as inovações tecnológicas na velocidade em que ocorrem,
identificando demandas da sociedade e sendo capaz de propor soluções
inovadoras. Adaptando-se constantemente aos avanços da tecnologia.
Para isso os docentes deverão estar atentos as mudanças e tendências da
tecnologia como, por exemplo, criação de jogos e aplicativos para dispositivos
móveis e o desenvolvimento da robótica na educação, trazendo para a sala de aula
novas ferramentas, técnicas, conceitos e recursos que possam ser objeto de estudo
e que integrem teoria e prática para efetividade do ensino aprendizagem,
despertando nos alunos a importância do trabalho em equipe, o senso crítico, a
capacidade de solucionar problemas e a criatividade na exposição de pensamentos.
A proposta curricular para o curso aponta para uma formação histórico-crítica
do estudante, possibilitando uma educação que privilegie a construção do
conhecimento integrando os saberes escolares com a prática social e realidade do
estudante, numa perspectiva dialética. Saviani ressalta que não é possível
“compreender a educação senão a partir dos seus condicionantes sociais”
(SAVIANI, 1996, p.27), complementando ainda que “o saber produzido socialmente
é uma força produtiva, é um meio de produção” (SAVIANI, 2008, p.76). Dessa forma,
o currículo do curso integrado em Informática busca a compreensão das
contradições sociais existentes, aspirando ao desenvolvimento com
sustentabilidade, na perspectiva da vivência de uma sociedade mais justa, solidária
e igualitária.
A matriz curricular visa à preparação do educando para o exercício
profissional, neste sentido, o trabalho é abordado como um princípio educativo, que
integra ciência, tecnologia, cultura e educação, de forma articulada dos saberes
sociais e específicos.

Em suma, pode-se afirmar que o trabalho foi, é e continuará sendo o


princípio educativo do sistema de ensino em seu conjunto. Determinou o
seu surgimento sobre a base da escola primária, o seu desenvolvimento e
diversificação e tende a determinar, no contexto das tecnologias
avançadas a sua unificação. A incorporação das novas tecnologias por
empresas brasileiras nas atuais circunstâncias, além de pôr em evidência
o atraso em que nos encontramos em matéria de educação, terá, espera-
se o papel de acentuar o sentimento de urgência na realização da meta de
universalizar a escola básica, a antiga escola primaria com o seu currículo
já clássico, como ponto de partida para a construção de um sistema
educacional unificado em correspondência com as exigências da nova era
em que estamos ingressando (SAVIANI, 1994).

Dessa forma, a prática da interdisciplinaridade e da contextualização cumpre


um importante papel para a compreensão das múltiplas dimensões do eixo
tecnológico do curso, favorecendo de modo significativo a relação de ensino-
aprendizagem no processo educativo.
O currículo proposto promove e articula estratégias pedagógicas para o
reconhecimento da diversidade das formas de produção, subjetividades,
identidades e dos novos paradigmas da sociedade, contemplando competências e
saberes necessários ao desenvolvimento tecnológico e às demandas sociais,
econômicas e ambientais.

4.1 Matriz Curricular

A matriz curricular proposta para o curso é composta por 1320 horas/aula,


contemplando o exigido no Catálogo Nacional dos Cursos Técnicos (2014), que é
de, no mínimo, 1200 horas/aula para as disciplinas de formação profissional, 120
horas/aula no núcleo politécnico, mais 1800 horas/aula de disciplinas do núcleo
básico, bem como o mínimo de duzentos dias letivos anuais. O inciso III, do art. 12
da LDB determina que os “estabelecimentos de ensino, respeitadas as normas
comuns e as do seu sistema de ensino, terão a incumbência de: III – assegurar o
cumprimento dos dias letivos e horas/aula estabelecidas.”
As demais atividades serão programadas no plano de ensino docente e
atividades de caráter didático-científicopedagógicas no âmbito institucional serão
planejadas com a efetiva participação docente e discente. A matriz curricular do
curso técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio compõe as horas letivas
obrigatórias das disciplinas estabelecidas no planejamento curricular de cada etapa
do curso. As demais atividades serão computadas, conforme previsto nos
componentes curriculares do PPC do curso.
Os componentes curriculares Libras e Língua Espanhola serão de oferta
obrigatória pelo instituto, devendo o aluno optar pela matrícula em um destes
componentes, durante a segunda série do curso.
23

Curso Técnico de Nível Médio em Informática - Forma Integrada


1ª Série 2ª Série 3ª Série TOTAL
45 Minutos 45 Minutos 45 Minutos Horas
NÚCLEOS DISCIPLINAS Horas Horas Horas Horas
Aula
Aulas Horas (60 Aulas Horas (60 Aulas Horas (60 (60
(45
Semanais Aula Ano min) Semanais Aula Ano min) Semanais Aula Ano min) min)
min)
LINGUAGENS, Língua Estrangeira - Inglês 2 80 60 0 0 0 0 80 60
CÓDIGOS E SUAS
TECNOLOGIAS Língua Portuguesa 3 120 90 3 120 90 4 160 120 400 300
Artes 2 80 60 0 0 0 0 80 60
Educação Física 2 80 60 0 0 0 0 80 60
Biologia 2 80 60 2 80 60 2 80 60 240 180
CIÊNCIA DA
NATUREZA, Física 2 80 60 2 80 60 2 80 60 240 180
MATEMÁTICA E Matemática 4 160 120 4 160 120 2 80 60 400 300
SUAS TECNOLOGIAS
Química 2 80 60 2 80 60 2 80 60 240 180
Geografia 2 80 60 2 80 60 0 0 160 120
CIÊNCIAS História 0 0 2 80 60 2 80 60 160 120
HUMANAS E SUAS
TECNOLOGIAS Sociologia 1 40 30 1 40 30 2 80 60 160 120
Filosofia 1 40 30 1 40 30 2 80 60 160 120
SUB-TOTAL 23 920 690 19 760 570 18 720 540 2400 1800
* Lingua Estrangeira Espanhol / Libras 0 0 0 0 2 80 60 80 60
NÚCLEO POLITÉCNICO Segurança Meio Ambiente e Saúde
0 0 0 0 2 80 60 80 60
(SMS)
SUB-TOTAL 0 0 0 0 0 0 4 160 120 160 120
NÚCLEO TECNOLÓGICO Informática Básica 2 80 60 0 0 0 0 80 60
24

Curso Técnico de Nível Médio em Informática - Forma Integrada


Arquitetura de computadores 2 80 60 0 0 0 0 80 60
Algoritmo e Lógica de Programação 4 160 120 0 0 0 0 160 120
Programação Web I 3 120 90 0 0 0 0 120 90
Linguagem de Programação I 0 0 2 80 60 0 0 80 60
Montagem e Manutenção de
0 0 4 160 120 0 0 160 120
Computadores
Programação Web II 0 0 3 120 90 0 0 120 90
Gestão e Empreendedorismo 0 0 2 80 60 0 0 80 60
Banco de Dados 0 0 2 80 60 0 0 80 60
Inglês Aplicado 0 0 2 80 60 0 0 80 60
Redes de Computadores 0 0 0 0 3 120 90 120 90
Analise e projeto de sistemas 0 0 0 0 2 80 60 80 60
Linguagem de Programação II 0 0 0 0 4 160 120 160 120
Topicos Especiais de Informática 0 0 0 0 2 80 60 80 60
Metodologia do Trabalho cientifico 0 0 0 0 1 40 30 40 30
PPA 2 80 60 2 80 60 2 80 60 240 180
SUB-TOTAL 13 520 390 17 680 510 14 560 420 1760 1320
Carga Horária Semanal 36 36 36
Disciplinas/Ano 15 15 15
TOTAIS Carga Horária Total 1080 1080 1080 3240
ESTÁGIO OU TCC 180
Carga Horária Total + Estágio ou TCC 1080 1080 1080 3420
25

4.2 Planejamento dos componentes curriculares de cada etapa.

Planejamento dos componentes curriculares

4.2.1 1ª Série

EIXO TECNOLÓGICO: INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO


CURSO: TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM INFORMÁTICA
COMPONENTE CURRICULAR/ DISCIPLINA: LÍNGUA ESTRANGEIRA - INGLÊS
CARGA HORÁRIA: 60 h (80 h/aula) HORAS SEMANAIS: 02 h/a

EMENTA Estudo da língua inglesa a fim de facilitar o processo de compreensão


de textos diversos, abordando a produção oral e escrita na língua alvo,
com destacada importância para o desenvolvimento da habilidade
leitora, a partir do uso de estratégias de leitura e conhecimentos
sistêmicos da língua inglesa.

OBJETIVOS Reconhecer a língua inglesa como idioma universal irrestrito a espaços


geográficos específicos e como meio de ampliação de acesso à
cultura, informação e conhecimento; Conscientizar-se da importância
da leitura como meio de acesso a informação e exercício da cidadania;
Desenvolver habilidades de compreensão geral, de ideias principais e
compreensão detalhada de textos diversos; Familiarizar-se com
vocabulário técnico-científico.

HABILIDADES Compreender a língua inglesa de forma contextualizada, através de


atividades e textos autênticos, favorecendo o aprendizado real do
idioma e o desenvolvimento das relações; Reconhecer e aplicar as
habilidades essenciais para um aprendizado funcional da língua
inglesa (leitura, escrita, compreensão auditiva e pratica oral), como
recursos que auxiliem o desenvolvimento da competência
comunicativa em língua estrangeira; Desenvolver a pratica da leitura e
escrita seguindo os princípios do ESP (English for Specific Purposes),
como recursos linguísticos que auxiliem o estudante a interpretar a
semântica do texto a partir da inferência textual de cognatos e falsos
cognatos, lay out e aspectos tipográficos, com a pratica das estratégias
de Skimming e Scanning nos textos apresentados pelo professor;
Identificar diferentes gêneros textuais e tipos de texto (narração,
descrição, dissertação, textos técnicos, funções retoricas,
exemplificação, ilustração), de modo que o estudante seja capaz de
apurar a sua compreensão da língua inglesa, inferindo, analisando,
predizendo, reconhecendo e associando o uso de elementos
linguísticos (gramaticais e lexicais), na expansão do seu campo
semântico.

OBJETOS DO 1. Nível de produção e compreensão discursivo:


CONHECIMENTO 1.1. Reconhecimento de cognatos, falsos cognatos, main idea,
key-words;
1.2. Leitura de sinais gráficos, títulos, subtítulos, palavras
grifadas, gráficos, tabelas, etc;
1.3. Skimming, Scanning;
1.4. Ativação de conhecimento prévio;
1.5. Predição;
1.6. Dedução de palavras a partir do contexto;
1.7. Identificação de pontos principais;
1.8. Funções retóricas do texto e organização textual.
26

2. Estrutura linguística:
2.1. Grupo nominal (noun phrases);
2.2. Grupo verbal;
2.3. Referência contextual;
2.4. Adjetivos, advérbios e preposições;
2.5. Graus dos adjetivos;
2.6. Formação de palavras: prefixos e sufixos;
2.7. Simple present, past tense, simple future, immediate future
e conditional tense.

METODOLOGIA Aulas expositivas e/ou dialogadas, utilizando-se de recursos


audiovisuais e didáticos, atividades de compreensão leitora e auditiva,
produção oral e escrita (individuais, em duplas e grupos), exercícios
interativos (internet); atividades lúdicas, pesquisas, debates e
seminários.
AVALIAÇÃO A avaliação terá caráter diagnóstico, formativo, contínuo e processual,
será feita mediante a utilização de vários instrumentos, tais como:
exercícios, trabalhos individuais e/ou coletivos, relatórios, provas
escritas, seminários, fichas de observação, atividades de laboratórios,
auto-avaliação, entre outros que o professor acordar com os alunos.

BIBLIOGRAFIA MUNHOZ, Rosângela. Inglês instrumental: estratégias de leitura,


BÁSICA módulo I. São Paulo: Textonovo, 2000.

MUNHOZ, Rosângela. Inglês instrumental: estratégias de leitura,


módulo II. São Paulo: Textonovo, 2000.

TORRES, Nelson. Gramática prática da língua inglesa: o inglês


descomplicado. Saraiva, 2007.
BIBLIOGRAFIA Apostilas elaboradas pelo(a) professor(a) da disciplina;
COMPLEMENTAR
Cruz, D.T. Inglês Instrumental para Informática. 1 ed. São Paulo: Disal,
2013. 336p.

Dicionário Oxford Escolar: para estudantes brasileiros de inglês. 5. Ed.


New York: Oxford University Press, 2005.

GUÉRIOS, Flávio. Conecte: Inglês para o Ensino Médio. 2. Ed.


Saraiva, 2014.

MARINOTTO, D. Reading on infotech: ingles para informática. 2 ed.


São Paulo: Novatec, 2008.

MARQUES, Amadeu. Pime Time: inglês para o ensino médio. São


Paulo: Àtica:2011.

MURPHY, Reymond. English Grammar in Use: a self -study reference


and practice book for intermediate students. 4. Ed. Cambridge
University, 2015.

EIXO TECNOLÓGICO: INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO


CURSO: TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM INFORMÁTICA
COMPONENTE CURRICULAR/ DISCIPLINA: LÍNGUA PORTUGUESA
CARGA HORÁRIA: 90 h (120 h/aula) HORAS SEMANAIS: 03 h/a
27

EMENTA Literatura: A literatura como produção e processo social; Concepções


artísticas, procedimentos de construção de textos literários; A
formação da literatura, sua concepção e constituição como patrimônio
nacional; Relação entre a dialética cosmopolita e local e a produção
nacional; Continuidade e ruptura entre os diversos movimentos
literários; Estudo das relações de proximidades e distanciamentos
entre as literaturas de expressão portuguesa; Estudo das estruturas e
procedimentos de construção de textos literários nas diferentes formas
de produção do texto; Estudo das relações entre a literatura, outras
artes e outros saberes; Conotação e denotação; Estudo das figuras de
linguagem; Gêneros literários: épico, lírico e dramático. Movimentos
literários: do Trovadorismo ao Arcadismo. Análise e reflexão
linguística: Linguagem verbal e não verbal; Estudo da norma e
variação do português; Compreensão dos elementos formais da língua
em seus planos morfológico-sintático, léxico-semântico, textual e
discursivo; A pontuação como organizador das relações e proporção
das partes do discurso; Elementos da comunicação e funções da
linguagem; Estrutura e formação das palavras; Classes gramaticais;
Fonética e fonologia; Acentuação; Novo acordo ortográfico. Leitura e
produção de textos orais e escritos: Estudo dos tipos textuais:
descrição, narração, exposição, argumentação, injunção; Forma
verbal dos tipos textuais; Realização linguística dos gêneros textuais;
Noções de texto e textualidade; Coesão e coerência textuais
OBJETIVOS Literatura: Estabelecer relações entre produção literária e processo
social, concepções artísticas, procedimentos de construção e
recepção de textos; Reconhecer processos de formação literária e de
formação nacional, sua recepção e constituição do patrimônio
nacional; Estabelecer relações entre a dialética cosmopolita e local e
a produção literária nacional; Identificar momentos de continuidade e
ruptura entre os diversos movimentos literários da literatura brasileira;
Relacionar a produção literária brasileira com a literatura
lusoafrodescendente; Associar concepções artísticas e procedimentos
de construção do texto literário nos seus diferentes gêneros e
diversidade de formas; Realizar articulações entre os recursos
expressivos e estruturais do texto literário e o processo social
relacionado ao momento de sua produção; Estabelecer relações entre
a literatura, outras artes e outros saberes. Análise e reflexão
linguística: Reconhecer usos da forma padrão e variedade linguística
nas diferentes situações sociocomunicativas; Empregar os recursos
expressivos da língua, procedimentos de construção e recepção de
textos: organização da macroestrutura semântica e a articulação entre
ideias e proposições (relações lógico-semânticas); Empregar os
recursos linguísticos em relação ao contexto em que o texto é
constituído: elementos de referência pessoal, temporal, espacial,
registro linguístico, grau de formalidade, seleção lexical, tempos e
modos verbais. Leitura e produção de textos orais e escritos:
Reconhecer os gêneros textuais como uma forma de interação
sociocomunicativa constituída por sequências tipológicas de base
heterogênea; Reconhecer o gênero textual como unidade
enunciativodiscursiva nas práticas sociais; Reconhecer o texto como
objeto linguístico-histórico, pondo em relevo sua provisoriedade,
opacidade e incompletude; Reconhecer o texto como ato histórico,
político e cultural que envolve um complexo conjunto de habilidades
(cognitivas, textuais, interativas) e fatores situacionais; Reconhecer os
tipos textuais como base para formação dos gêneros textuais; Ampliar
os três sistemas de conhecimento (linguístico, interativo e
enciclopédico), por meio da leitura, análise, interpretação e produção
de textos orais e escritos; Reconhecer a língua(gem) como
manifestação biopsicossocial, como estrutura e acontecimento, e
como efeito de sentido entre interlocutores; Empregar os recursos
linguísticos em processo de coesão textual.
HABILIDADES Relacionar produção literária e processo social, concepções artísticas,
procedimentos de construção e recepção de textos literários;
Identificar, pelo estudo do texto literário trovadoresco, clássico, barroco
e árcade, as formas instituídas de construção do imaginário coletivo e
o patrimônio representativo da cultura nos eixos temporal e espacial;
28

Compreender os processos de formação literária e de formação


nacional, sua recepção e constituição do patrimônio nacional;
Relacionar a dialética cosmopolita e a local em estudo de textos
literários; Compreender pontos de continuidade e ruptura entre textos
literários produzidos em diferentes momentos literários; Distinguir
pontos de intersecção da literatura brasileira e lusoafrodescendente;
Associar concepções artísticas e procedimentos de construção do
texto literário nos diferentes gêneros e nas diversas formas; Interpretar
textos a partir do conhecimento dos recursos expressivos e estruturais
do texto literário ao momento de sua produção; Relacionar a literatura,
outras artes e outros saberes; Ler e interpretar textos de gêneros
jornalísticos, literários, publicitários e científicos, observando aspectos
linguísticos, textuais, composicionais, discursivos, pragmáticos e
interacionais; Reconhecer a importância da leitura e da performance
para sua própria formação e para o desenvolvimento da consciência
crítica; Produzir textos claros, coesos e coerentes, na modalidade oral
e escrita, considerando o gênero textual adequado para cada contexto;
Compreender as noções básicas acerca da propriedade textual da
coesão e da sua relação com a coerência; Desenvolver a competência
textual e a autonomia discursiva, assumindo-se autor, de forma
consciente, nos textos que produz; Reescrever textos com vistas ao
desenvolvimento da autoria; Desenvolver a capacidade de interagir
socialmente por meio da linguagem, posicionando-se criticamente;
Compreender noções de fonética e fonologia, morfologia, sintaxe e
semântica da língua portuguesa numa perspectiva reflexiva e
funcional; Compreender o uso das tecnologias de informação e
comunicação em situações de aprendizagem, de forma crítica e
reflexiva; Reconhecer o hipertexto e os gêneros digitais como espaço
não linear de leitura e de produção textual; Reconhecer a leitura do
hipertexto como uma forma de coautoria do que se lê.
OBJETOS DO 1. Introdução ao conceito de gênero e tipologia textual;
CONHECIMENTO 2. Conotação e denotação;
3. Linguagem verbal e não verbal;
4. Signo linguístico (símbolo, ícone, índice);
5. Elementos da comunicação;
6. Funções da linguagem;
7. Gêneros literários (épico, lírico, dramático) e não literários;
8. Gêneros narrativos. Estrutura e formação de palavras;
9. Classificação das palavras: substantivo, adjetivo, artigo, numeral
– sintagma nominal;
10. Figuras de linguagem;
11. Coesão e coerência textual: conceito de texto e textualidade
(conectores: preposição e conjunção);
12. Trovadorismo;
13. Humanismo;
14. Gêneros narrativos.
15. Pontuação;
16. Variação linguística: registros de linguagem, norma culta,
português padrão e graus de formalismo;
17. Fonética/ Fonologia: fonema, dígrafo, ditongo, hiato;
18. Classicismo;
19. Literatura de informação;
20. Barroco;
21. Gêneros expositivos;
22. Classificação das palavras: verbo, advérbio, interjeição –
sintagma verbal;
23. Acentuação;
24. Novo Acordo Ortográfico;
25. Arcadismo;
26. Coesão e coerência textuais: pronomes, anáfora, catáfora e
processos de referenciação (hipônimo e hiperônimo);
27. Gêneros argumentativos.
METODOLOGIA Considerando o processo de ensino e aprendizagem como dinâmico
e participativo, serão propostas:
Atividades interativas;
Aulas expositivas dialogadas;
29

Exercícios práticos;
Fichamentos;
Resumos;
Resenhas;
Discussões;
Trabalhos em grupo;
Análise crítica de textos;
Seminários;
Debates;
Pesquisas;
Produções textuais orais e escritas;
Sessões de vídeo e música.
AVALIAÇÃO A avaliação será contínua e processual por meio de atividades orais e
escritas, como a produção de textos individuais e/ou em grupo;
seminários e apresentações orais em sala; provas escritas; diário de
leitura; projeto de pesquisa e pôster acadêmico (iniciação científica).
BIBLIOGRAFIA BECHARA. Evanildo. Gramática escolar da língua portuguesa. Rio de
BÁSICA Janeiro: Nova Fronteira, 2014.

Ilari Rodolfo. Introdução á Semântica:brincando com a gramática. São


Paulo: Contexto. 2014.

Livro de português Programa Nacional do Livro Didático do Ensino


Médio (PNLEM) – título renovável a cada três anos.

Obras literárias diversas – do Trovadorismo à PósModernidade.


BIBLIOGRAFIA BECHARA. Evanildo. A nova ortografia. Rio de Janeiro: Nova
COMPLEMENTAR Fronteira, 2008.

ABAURRE, M.L. PONTARA, M.N. Literatura brasileira: tempos, leitores


e leitura - ensino médio - integrado. São Paulo: Moderna, 2005.

ABREU, A. S. A arte de argumentar. 9. ed. Cotia: Ateliê Editorial, 2009.

EIXO TECNOLÓGICO: INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO


CURSO: TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM INFORMÁTICA
COMPONENTE CURRICULAR/ DISCIPLINA: ARTES
CARGA HORÁRIA: 60 h (80 h/aula) HORAS SEMANAIS: 02 h/a

EMENTA Conhecimentos teórico-práticos em Artes, contemplando as diversas


linguagens/manifestações artísticas tradicionais e contemporâneas, a
saber: a dança, a música, o teatro, as artes visuais, o cinema, entre
outras. Dimensões políticas e comunicacionais da Arte. Arte como
elemento da cultura. Estética e sensibilidade. Corpo e sociedade.
OBJETIVOS Propiciar ao discente uma vivência teórico-prática significativa com o
universo das linguagens artísticas: Dança, Teatro, Música, Artes
Visuais e outras; Possibilitar o entendimento dos diversos processos,
contexto sociocultural, propósitos e expressões do ser humano através
da arte; Propiciar o desenvolvimento crítico, efetivo dos diversos
conceitos, competências e habilidades a serem desenvolvidas,
divididas em três grandes eixos, que são: representação e
comunicação, investigação e compreensão, contextualização
sociocultural, preparando o discente para interagir com as diversas e
complexas relações da vida social e cultural de forma diversificada e
descolonizada; Desenvolver e potencializar a utilização das linguagens
nos três níveis de competência: interativa, gramatical e textual;
Potencializar a capacidade de ler, interpretar e analisar diversas
produções artísticas e em diversos contextos, reconhecer os recursos
expressivos das linguagens; Motivar o discente, através de atividades
práticas e de fruição, a colocar-se como protagonista na produção e
recepção das diversas linguagens assim como interagir de forma
30

horizontal com os diferentes grupos sociais; Reconhecer a contribuição


dos diferentes povos na construção cultural do Brasil e do mundo,
sobretudo dos afrodescendentes e povos indígenas (Lei. 10.639/03 e
Lei 11.645/08); Aprender a aplicar tecnologias da informação em
situações relevantes na produção artística e dialogar coerentemente
com os espaços virtuais próprios do nosso tempo; Entender corpo e a
mente como forma integrada e não dissociada e como meio de
expressão/comunicação capaz de produzir formas criativas e
inventivas no campo das artes; Reconhecer a importância da
descolonização do pensamento, para a compreensão e valorização
das diversas formas estéticas (perceber e sentir); Compreender a
arte como forma de produção de conhecimento.

HABILIDADES Reconhecer a arte como conhecimento sensível-cognitivo com áreas


de conhecimento distintas e saberes específicos; Criticar, analisar e
interpretar produções artísticas de natureza diversa, reconhecendo o
papel das diferentes linguagens, dos diferentes agentes sociais e dos
diferentes contextos envolvidos em sua produção; Produzir produtos
artísticos sensíveis coerentes com os avanços técnico e tecnológico
do processo histórico, se apropriando das diversas dimensões das
artes; Realizar produções artísticas, individuais, e/ou coletivas em
dança transversalizando com as diversas linguagens; Apreciar
criticamente produtos de arte em suas várias linguagens,
desenvolvendo a fruição como análise estética; Analisar, refletir e
compreender os diferentes processos da arte, com os seus diferentes
instrumentos de ordem material e ideal, como manifestações
socioculturais e históricas; Conhecer, analisar, refletir e compreender
critérios culturalmente construídos e embasados em conhecimentos
afins, de caráter filosófico, histórico, sociológico, antropológico,
semiótico, científico e técnico entre outros; Analisar, refletir, respeitar
e preservar as diversas manifestações de artes em suas múltiplas
funções, utilizadas por diferentes grupos sociais e étnicos, interagindo
com o patrimônio nacional e internacional, que se deve conhecer e
compreender nas suas dimensões sociais e históricas.
OBJETOS DO 1. Introdução à história das linguagens artísticas (música, dança,
CONHECIMENTO teatro, artes visuais), a arte e suas origens;
2. Análise conceitual das linguagens artísticas (música, dança, teatro
e artes visuais);
3. Percepção corporal;
4. Estudo do corpo e do movimento;
5. Dimensões políticas e comunicacionais da arte;
6. Manifestações das linguagens artísticas: Conceito de arte e das
linguagens artísticas;
7. Arte como elemento da cultura; Dimensões da cultura na
sociedade; Corpo e sociedade;
8. Prática de dança;
9. Consciência corporal e expressão artística; Danças Populares;
10. Filosofia da arte;
11. Estética e sensibilidade: Arte como percepção e desenvolvimento
da sensibilidade;
12. Apreciação estética e suas dimensões; Análise de obras artísticas;
13. Estudo do ritmo, como elemento de múltiplas linguagens Artísticas;
14. Origem do ritmo, o continente africano como pai do ritmo;
15. Estudo dos gêneros musicais e sua diversidade;
16. Processos criativos e composição coreográfica;
17. Relações étnico-raciais através das artes: Arte como instrumento
político de luta e denuncia das diferenças sociais;
31

18. Arte-dança contemporânea;


19. Indústria cultural e indústria de massa;
20. Entretenimento e arte;
21. Estética dos meios de comunicação, o uso do grotesco; Arte
africana como elemento essencial da arte ocidental;
22. As diversidades dos gêneros musicais ocidentais e sua relação
com a cultura negra;
23. Introdução à linguagem fílmica: (história do cinema, processo de
criação de um roteiro, conhecendo os planos, etapas de produção
de um filme, produção de curta metragem).
METODOLOGIA Apresentação de aula dialógica com o intuito de socializar os
conteúdos, práticos e teóricos aos discentes levando-os a uma
reflexão acerca dos aspectos inerentes às artes, à cultura, à mídia e à
educação contemporânea;
Oportunizar o acesso aos mestres, artistas e grupos de reconhecida
excelência, assim como pesquisadores, leituras de textos, apreciações
artísticas por meio presencial e/ou por registros audiovisuais dos
processos de criação e seus resultados estéticos criativos;
Haverá apresentação de vídeos e PowerPoint como recursos visuais
para facilitar o contato com os conteúdos.
AVALIAÇÃO Processual e contínua. Observação do desenvolvimento dos alunos
por meio do interesse e participação em:
Trabalhos práticos individuais e em grupos; Seminários;
Leituras e interpretações; Reflexões de imagens e textos;
Desenvolvimento da percepção corporal, comunicação por via do
sensível, expressões, movimentos, oralidade, ampliação da
capacidade criativo-inventiva e outros.
BIBLIOGRAFIA STRAZZACAPPA, M. M; MORANDI, C. Entre a arte e a
BÁSICA docência: a formação do artista da dança. São Paulo: Papirus, 2006.

MARQUES, I. Dançando na escola. 4.ed. São Paulo: Cortez, 2007.

FERRARI, S. Arte por toda parte. São Paulo: FTD, 2013.


BIBLIOGRAFIA GEERTZ, C. A interpretação das culturas. Rio de Janeiro: Zahar
COMPLEMENTAR Editores, 1978.

MORIN, E.; MOIGNE, J-L. L. A. Inteligência da complexidade. São


Paulo: Editora Petrópolis, 2000.

COSTA, V. M. M. Corpo e historia. Revista Ecos, n. 10, p.245-258,


jul., 2011.

EAGLETON, T. A ideia de cultura. 2. ed. São Paulo: Editora


UNESP, 2011.

PROENÇA, Graça. História da Arte. São Paulo: Ática, 2008.

EIXO TECNOLÓGICO: INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO


CURSO: TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM INFORMÁTICA
COMPONENTE CURRICULAR/ DISCIPLINA: EDUCAÇÃO FÍSICA
CARGA HORÁRIA: 60 h (80 h/aula) HORAS SEMANAIS: 02 h/a

EMENTA Formação do histórico e desenvolvimento dos jogos, esportes,


ginástica e capoeira. Nutrição.
OBJETIVOS Compreender as principais regras, técnicas e forma de disputa entre
32

jogo, esporte, ginástica e capoeira; Promover o conhecimento do jogo,


esporte, ginástica e capoeira; Entender a criação e desenvolvimento
dos jogos, esportes, ginásticas e capoeira; Compreender os princípios
teóricos que explicam o desenvolvimento dos jogos, esportes,
ginásticas e capoeira; Refletir sobre aspectos da nutrição e sua
interferência na qualidade de vida; Identificar fatores que se relacionam
com a responsabilidade, estilo, religião e gênero nos jogos, esporte,
ginástica e capoeira.
HABILIDADES Compreender o contexto e as formas de evolução dos jogos, esportes,
ginástica e capoeira; Desenvolver as capacidades que envolvem a
construção e desenvolvimento dos jogos, esportes, ginástica e
capoeira; Ampliar os referenciais sobre as múltiplas expressões
corporais, culturais, de diferentes épocas dentro de diferentes
modalidades esportivas; Praticar e desenvolver habilidades que
envolvem os jogos, esportes e ginástica dentro de padrões de disputa
e relações lúdicas; Ampliar os referenciais sobre as origens,
fundamentos, finalidades da prática da capoeira enquanto esporte,
jogo, dança e patrimônio histórico da humanidade; Compreender os
aspectos da nutrição em relação à qualidade de vida; Ampliar os
referenciais do esporte, jogo, ginástica, capoeira e as relações de
gênero, classe social e identidade cultural.
OBJETOS DO Esportes coletivos;
CONHECIMENTO Principais características dos esportes coletivos;
Regras dos esportes coletivos;
Fundamentos dos esportes coletivos;
Histórico dos esportes coletivos;
Jogos;
Jogos cooperativos;
Jogos populares;
Jogos de mesa/salão;
Ginástica geral;
Contexto histórico da ginástica;
Tipos de ginástica;
Capoeira: origem, tipos e fundamentos;
Jogos, esportes, Ginástica e Capoeira e as relações entre gênero e
culturas;
Nutrição aplicada às manifestações corporais: transtornos alimentares.
METODOLOGIA Aulas expositivas; Seminários; Experiências de aulas práticas;
Leitura e interpretação textual; Elaboração de relatórios; Dinâmica de
grupo; Jogos internos; Festivais esportivos; Visitas Técnicas.
AVALIAÇÃO Avaliação Escrita;
Apresentação de Seminários;
Participação nas aulas práticas;
Participação nos festivais e jogos;
Trabalhos em Grupo
BIBLIOGRAFIA DARIDO, S. C. Os conteúdos da educação física escolar: influências,
BÁSICA tendências, dificuldades e possibilidades. Revista Perspectivas em
Educação Física Escolar, Niterói: RJ. v. 2, n. 1 (suplemento), 2001.

DARIDO, S. C.; RANGEL, I. C. A. Educação física na escola:


implicações a prática pedagógica. In: DARIDO, S. C; NETO, L.S. O
contexto da Educação Física na escola. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2005.

SOARES, C. L., et al. Metodologia do ensino de educação física. São


Paulo: Cortez, 1992. (Coleção Magistério 2º grau. Série formação do
33

professor).
BIBLIOGRAFIA FREIRE, P. Pedagogia da Autonomia: saberes necessário a prática
COMPLEMENTAR educativa. São Paulo: Paz e terra, 1996 (Coleção Leitura).

GHIRALDELLI Jr., P. Educação física progressista: a pedagogia


crítico – social dos conteúdos e a educação física brasileira. São
Paulo: Loyola, 2001.

GRESPAN, M. R. Educação física no ensino fundamental: primeiro


ciclo. Campinas, SP: Papirus, 2002.

KUNZ, E. Educação física: ensino e mudanças. 3.ed. Unijuí; 2004


(Coleção Educação Física).

NEIRA, M. G. Educação física: desenvolvendo competências. São


Paulo: Phorte, 2003.

SOLER, R.. Educação física inclusiva: em busca de uma escola


plural. Rio de Janeiro: Sprint, 2005.

EIXO TECNOLÓGICO: INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO


CURSO: TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM INFORMÁTICA
COMPONENTE CURRICULAR/ DISCIPLINA: BIOLOGIA
CARGA HORÁRIA: 60 h (80 h/aula) HORAS SEMANAIS: 02 h/a

EMENTA A origem da vida. Estudo e caracterização de células e tecidos.


Compreensão do processo de reprodução e ciclos da vida. Conceito
de ecologia e ecossistema e suas relações com os seres vivos.
OBJETIVOS Entender a Biologia como a ciência que estuda as mais diferentes
formas de vida sua origem e suas estruturas microscópicas, bem como
solucionar e interpretar os problemas do cotidiano; Compreender
utilização dos conhecimentos científicos, para explicar o
funcionamento do mundo, bem como planejar, executar e avaliar as
ações de intervenção na realidade;
Identificar os processos de mitose e meiose no ciclo de vida dos seres
vivos;
Conhecer alguns fatos históricos sobre a Celular, compreendendo a
importância dessa teoria como unificadora dos conhecimentos de
Biologia;
Conhecer os princípios básicos de funcionamento dos microscópios
ópticos e dos microscópios eletrônicos, comparando esses aparelhos
quanto ao aumento, à resolução e à possibilidade de fazer
observações vitais;
Relacionar as principais diferenças estruturais entre células
procarióticas e células eucarióticas, identificando os grupos de seres
vivos em que cada tipo de célula ocorre;
Compreender a célula como uma entidade tridimensional no interior
da qual há diferentes organelas, que funcionam integradamente no
metabolismo celular;
Conhecer os fundamentos da Histologia (elementos constituintes dos
tecidos) fornecendo o embasamento necessário para o estudo dos
demais sistemas orgânicos;
Compreender as relações entre os seres vivos de forma holística.

HABILIDADES Descrever processos e características dos seres vivos e do ambiente


observado a microscópio ou a olho nu;
34

Reconhecer o sentido histórico da ciência e da tecnologia percebendo


seu papel na vida;
Identificar a célula como unidade responsável pela formação de todos
os seres vivos, não existindo vida fora dela;
Apropriar-se dos conhecimentos da biologia e aplicar esses
conhecimentos para explicar o funcionamento do mundo natural;
Conhecer os processos de fotossíntese, quimiossíntese, respiração e
fermentação e entender quais são os reagentes e os produtos, as
principais etapas desses processos e a importância deles para os
seres vivos;
Reconhecer o núcleo das células eucarióticas como o centro de
controle das atividades celulares;
Reconhecer e identificar, em esquemas e fotografias de células o
núcleo e suas partes;
Reconhecer a importância da divisão celular, na origem, no
crescimento e desenvolvimento de qualquer ser vivo, bem como para
a perpetuação da espécie e suas principais divisões;
Reconhecer os diferentes tecidos epitelial, conjuntivo, muscular e
nervoso), suas funções e localização no organismo;
Identificar e conceituar espécie, população, comunidade, fauna, flora,
ecotone, habitat, nicho ecológico, biosfera, ecossistema e bioma;
Analisar o desequilíbrio ecológico.

OBJETOS DO O que é vida?


CONHECIMENTO A origem da vida na Terra
A base molecular da vida
A descoberta da célula
A membrana plasmática
O citoplasma
Núcleo e cromossomos
Divisão celular: mitose e meiose
Metabolismo celular: Respiração celular e fermentação
Metabolismo energético: fotossíntese e quimiossíntese
Tecidos epiteliais
Tecidos conjuntivos
Tecido sanguíneo
Tecidos musculares
Tecido nervoso
Reprodução e ciclos de vida
Desenvolvimento embrionário dos animais
Desenvolvimento embrionário dos animais;
Organização do Estudo da Vida;
Ecologia (conceitos, ecossistemas, etc.);
Pirâmides Ecológicas;
Dinâmica das populações;
Relações Ecológicas entre os seres vivos;

METODOLOGIA Aulas expositivas;


Análise de vídeos e documentários;
Apresentação de seminários;
Atividades de pesquisa, trabalhos em grupo;
Aulas práticas em laboratórios;
Resolução de exercícios;
Produção de vídeos utilizando softwares e animações feitas por
computação gráfica;
Utilização de modelos em massa de modelar e outros materiais.

AVALIAÇÃO Provas;
Trabalhos individuais ou em grupo;
35

Apresentação de seminários;
Produção de relatórios;
Acompanhamento individual por meio de observação direta da
participação e atuação dos estudantes em sala de aula e em
atendimentos em horário de reforço.

BIBLIOGRAFIA MARTHO, Gilberto Rodrigues; AMABIS, José Mariano. Biologia das


BÁSICA Células 1 Ano. 3 Ed. São Paulo: Moderna, 2010. 480 p.

PAULINO, Wilson Roberto. Projeto Voaz - Biologia, Volume Único. 1


Ed. São Paulo: Ática, 512 p.

GEWANDSZNADJER, Fernando.; LINHARES, Sérgio de


Vascocellos. Projeto Múltiplo-Biologia, Vol. 1. São Paulo: Ática, 2014.
456 p.

FAVORETTO, José Arnaldo. Biologia, Unidade e Diversidade-


Coleção 360º, Volume Único. São Paulo: FTD, 2015.

BIBLIOGRAFIA GEWANDSZNADJER, Fernando.; LINHARES, Sérgio de Vascocellos.


COMPLEMENTAR Biologia Hoje, Vol.1. 15 Ed. São Paulo: Ática, 2008. 432 p.

MENDONÇA, Vivian L. Biologia Volume 1- Ecologia, origem da vida e


biologia celular, embriologia e histologia. 2 Ed. São Paulo: AJS, 2013.
Disponível em: http://www.editoraajs.com.br/pnld2015/biologia/#/livros

GOWDAK, Demétrio; MATTOS, Neide Simões de; PEZZI, Antônio


Carlos. Biologia – citologia embriologia e histologia, Volume 1. São
Paulo: FTD, 2013.

MARTHO, Gilberto Rodrigues; AMABIS, José Mariano. Fundamentos


da Biologia Moderna, Volume Único. 4 Ed. São Paulo: Moderna. 856p.

EIXO TECNOLÓGICO: INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO


CURSO: TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM INFORMÁTICA
COMPONENTE CURRICULAR/ DISCIPLINA: FÍSICA
CARGA HORÁRIA: 60 h (80 h/aula) HORAS SEMANAIS: 02 h/a

Estudo do sistema Internacional de unidades, Conversão de


unidades e medidas, Cinemática e estática, Força e Movimento,
Trabalho e Energia; Conservação da Energia. Potência. Momento
EMENTA linear e sua conservação e Colisões. Estudo de fluidos em repouso
e em movimento, máquinas hidráulicas, princípio de Bernoulli,e
Gravitação e Hidrostática.

Possibilitar uma formação básica em Física, a partir de uma visão


geral e clara dos fundamentos da mecânica;
OBJETIVOS Compreender as leis básicas da mecânica dentro de uma formulação
histórica, conceitual e matemática atuais para interpretar fenômenos,
prever situações e encontrar soluções adequadas para problemas
aplicados aos sistemas mecânicos;
36

Interpretar o conhecimento sendo construído em uma sociedade, no


seu tempo e espaço, e, portanto, inseri-lo em um contexto de
construção humana;
Capacitar o aluno a entender conceitos e leis da natureza que
fundamentam os fenômenos que afetam a vida sobre a Terra, e
servem de suporte à compreensão de tecnologias contemporâneas.

Utilizar e compreender tabelas, gráficos e relações matemáticas


gráficas para a expressão do saber físico;
Ser capaz de discriminar e traduzir as linguagens matemática e
discursiva entre si;
Elaborar sínteses ou esquemas estruturados dos temas físicos
trabalhados;
Desenvolver a capacidade de investigação física;
Classificar, organizar, sistematizar. Identificar regularidades;
Observar, estimar ordens de grandeza, compreender o conceito de
HABILIDADES medir, fazer hipóteses, testar;
Conhecer e utilizar conceitos físicos. Relacionar grandezas,
quantificar, identificar parâmetros relevantes. Compreender e utilizar
leis e teorias físicas;
Construir e investigar situações-problema, identificar a situação
física, utilizar modelos físicos, generalizar de uma a outra situação,
prever, avaliar, analisar previsões;
Reconhecer a Física enquanto construção humana, aspectos de sua
história e relações com o contexto cultural, social, político e
econômico;
1. Introdução à Física:
1.3 A física no campo das Ciências;
1.4 As áreas da física;
1.5 Notação científica;
1.6 Grandezas físicas e unidades de medida;
2. Cinemática Escalar:
2.3 Conceitos básicos dos movimentos;
2.4 Estudo do Movimento Retilíneo Uniforme (M.R.U.);
2.5 Estudo do Movimento Retilíneo Uniformemente Variado
(M.R.U.V.);
2.6 Cinemática vetorial;
2.7 Gráficos do M.R.U e M.R.U.V;
3. Dinâmica:
3.3 As leis de Newton
3.4 Aplicações das leis de Newton
OBJETOS DO
4. Princípios da Conservação:
CONHECIMENTO 4.3 Trabalho de uma força, energia e potência;
4.4 Tipos de energia e suas transformações;
4.5 A energia mecânica;
4.6 Impulso e quantidade de movimento;
5. Estática:
5.3 Sistema de forças aplicadas e equilíbrio de um ponto
material;
5.4 Equilíbrio dos corpos extensos;
6. Gravitação:
6.3 Leia de Kepler;
6.4 Gravitação Universal;
6.5 Movimento de Satélites;
6.6 Variações da aceleração da gravidade;
7. Hidrostática e Hidrodinâmica:
7.3 Densidade de um corpo e Pressão
37

7.4 Teorema Stevin e aplicações


7.5 Teorema de Pascal e aplicações
7.6 Princípio de Arquimedes.
7.7 Equação da continuidade;
7.8 Equação de Bernoulli;
7.9 Equação de Torricelli;
Aulas expositivas dialogadas;
Atividades exploratório-investigativas;
Atividades em individuais ou em grupo;
Atividades de pesquisas;
METODOLOGIA
Elaboração e resolução de problemas;
Leituras;
Utilização de softwares e outros recursos tecnológicos.
Praticas laboratorial.
Provas;
Trabalhos individuais ou em grupo;
AVALIAÇÃO Acompanhamento individual por meio de observação direta da
participação e atuação dos estudantes em sala de aula e em
atendimentos em horário de reforço.
YAMAMOTO , K.,FUKE ,L.F; SHIGEKIYO, C.T. Os alicerces da
física: mecânica- v.1 2007, Saraiva

RAMALHO JUNIOR, Francisco; FERRARO, Nicolau Gilberto;


BIBLIOGRAFIA
SOARES, Paulo; Antonio de Toledo. Os fundamentos da física:
BÁSICA volume 1, mecânica,2007, Moderna

GUALTER, José; VILLAS BOAS, Newton; HELOU, Ricardo. FÍSICA.


Ensino Médio. Vol. 1. 1. Ed. São Paulo: Saraiva, 2010
GASPAR, Alberto. Compreendendo a física 1. 1ª. São Paulo: Ática,
2012.

GREF. Física 1: mecânica. 7. ed. São Paulo: EDUSP, 2002.

LUZ, Antônio Máximo Ribeiro da; ÁLVARES, Beatriz


Alvarenga. Física: contexto & aplicações: ensino médio. São Paulo:
BIBLIOGRAFIA
Scipione, c2011. (Coleção Física contexto & aplicações).
COMPLEMENTAR
PENTEADO, Paulo Cesar Martins; TORRES, Carlos Magno
Azinaro. Física: ciência e tecnologia: volume 1. São Paulo: Ática,
2005.

GUIMARÃES, Osvaldo; PIQUEIRA, José Roberto; CARRON,


Wilson. Física 1. 1. Ed. São Paulo: Ática, 2013.

EIXO TECNOLÓGICO: INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO


CURSO: TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM INFORMÁTICA
COMPONENTE CURRICULAR/ DISCIPLINA: MATEMÁTICA
CARGA HORÁRIA: 120 h (160 h/aula) CARGA HORÁRIA: 04 h/a

Estudo de grandezas e medidas e desenvolvimento de estratégias


para a resolução de problemas que envolvem o cálculo de razão e
proporção. Determinação e caracterização de conjuntos. Estudo de
noções gerais da lógica matemática, tradução de sentenças e
construção de tabelas-verdade. Determinação e caracterização
algébrica e gráfica de funções reais de uma variável.
OBJETIVOS Compreender a importância da Matemática na resolução de problemas
do cotidiano, no processo de análise e interpretação das informações,
38

na modelagem de fenômenos sociais, químicos, físicos entre outros,


apresentados nas mais diversas áreas do conhecimento;
Conceituar objetos matemáticos e utilizados na resolução de
problemas práticos ou contextualizados;
Entender a Matemática como uma ciência que tem um papel
fundamental no surgimento e desenvolvimento de ferramentas
científico-tecnológicas;
Compreender as mais diversas formas de representação de um objeto
matemático estabelecendo conexões, relações e interações deste com
a álgebra, a geometria e aritmética, quando possível;
Desenvolver a autonomia, o raciocínio lógico-matemático, a
capacidade de argumentação, a autoconfiança por meio da prática de
atividades individuais ou em grupo, de natureza lúdica, oral, escrita,
estimulando a comunicação de ideias matemáticas e sua interpretação
da linguagem natural para a linguagem simbólica e vice-versa;
Desenvolver competências e habilidades que proporcionem ao aluno
conhecimentos teóricos e práticos indispensáveis ao exercício de sua
profissão.
HABILIDADES Identificar relações entre grandezas e unidades de medidas, bem
como relação de dependência entre grandezas;
Resolver problemas que envolvam medidas e variações de grandezas;
Compreender a lógica em seu contexto histórico e sua importância
apara o desenvolvimento e consolidação da informática;
Reconhecer e manipular símbolos que são usados na lógica
proposicional, traduzindo sentenças da linguagem natural para a
linguagem simbólica e vice-versa;
Determinar o valor lógico de uma expressão na lógica proposicional;
Verificar validade de um argumento sentencial;
Construir e manipular tabelas-verdade;
Desenvolver o raciocínio lógico-dedutivo;
Definir e caracterizar conjuntos por meio da descrição de seus
elementos ou propriedades;
Identificar os conjuntos numéricos estabelecendo a relação de
pertinência entre seus elementos e de inclusão entre outros conjuntos;
Operar entre conjuntos e seus subconjuntos;
Utilizar as propriedades fundamentais da álgebra nas operações entre
elementos dos conjuntos;
Resolver problemas utilizando a linguagem de conjuntos e os
principais símbolos lógicos;
Aplicar o sistema de coordenadas cartesianas para localizar pontos no
plano e esboçar gráficos de funções reais de uma variável;
Efetuar produto entre conjuntos (produto cartesiano) e representá-la
num plano cartesiano;
Definir funções por meio da relação de dependência de duas
grandezas;
Aplicar funções na interpretação de fenômenos da realidade;
Caracterizar e estudar o comportamento de funções reais de uma
variável (Afim, Quadrática, Modular, Exponencial e Logarítmica)
determinando estratégias para: esboçar gráficos, calcular domínio e
imagem, crescimento, determinação de raízes (quando existirem),
determinação de pontos de máximos ou mínimos, e etc.;
Resolver equações de graus 1, 2, exponenciais, modulares e
logarítmicas;
Aplicar estratégias de resoluções de inequações para estudar o sinal
de funções reais de uma variável;
Interpretar o logaritmo de um número como ferramenta para o cálculo
aritmético e algébrico;
39

Resolver problemas usando o conceito e as propriedades operatórias


dos logaritmos e logaritmos decimais.
OBJETOS DO 1. Razões e proporções – resolução de problemas;
CONHECIMENTO 2. Regras de três – aplicações;
3. Unidades de medidas – comprimento, volume, área, massa;
4. Porcentagem;
5. Lógica Matemática;
6. Conjuntos, conjuntos numéricos e operações;
7. Estudo geral das funções reais de uma variável – classificação,
tipologia, composição, inversão;
8. Função Constante;
9. Função Afim;
10. Função Quadrática;
11. Resolução de problemas de primeiro e segundo grau (máximos e
mínimos);
12. Função Modular;
13. Função Exponencial;
14. Logaritmos e Função Logarítmica;
15. Função definida por várias sentenças;
16. Resolução de Problemas.
METODOLOGIA Aulas expositivas dialogadas;
Atividades exploratório-investigativas;
Atividades em individuais ou em grupo;
Atividades de pesquisas;
Elaboração e resolução de problemas;
Leituras;
Utilização de softwares e outros recursos tecnológicos.
AVALIAÇÃO Provas;
Trabalhos individuais ou em grupo;
Acompanhamento individual por meio de observação direta da
participação e atuação dos estudantes em sala de aula e em
atendimentos em horário de reforço.
BIBLIOGRAFIA ALENCAR FILHO, Edgard de. Iniciação à Lógica Matemática. São
BÁSICA Paulo: Nobel, 2012.

DANTE, Luiz Roberto. Matemática: Contexto e Aplicações-Ensino


Médio, 1º Ano. 5 Ed. São Paulo: Ática, 2011.

GERSTING, Judith L. Fundamentos Matemáticos para Ciência da


Computação: Um tratamento Moderno da Matemática Discreta. 5 Ed.
Rio de Janeiro: LTC, 2012.

GIOVANNI, José Ruy; GIOVANNI JR, José Ruy; BONJORNO, José;


SANTOS, Paulo Roberto Câmara. Matemática Fundamental: Uma
Nova Abordagem, Parte 1, 2 e 3 – Coleção 360º. Volume Único. 2 Ed.
São Paulo: FTD, 2015.

GIOVANNI, José Ruy; GIOVANNI JR, José Ruy; BONJORNO, José;


SANTOS, Paulo Roberto Câmara. Matemática: Uma Nova
Abordagem, Volume 1. 3 Ed. São Paulo: FTD, 2013.

IEZZI, Gelson; DOLCE, Osvaldo; DEGENSZAJN, David; PÉRIGO,


Roberto; ALMEIDA, Nilze de. Matemática Ciência e Aplicações:
Volumes 1. 8 Ed. São Paulo: Atual, 2014.

SMOLLE, Kátia Stocco. Matemática Ensino Médio: Volume 1. 9 Ed.


São Paulo: Saraiva, 2013.
40

BIBLIOGRAFIA IEZZI, Gelson; DOLCE, Osvaldo; DEGENSZAJN, David; PÉRIGO,


COMPLEMENTAR Roberto. Matemática Volume Único. 6 Ed. São Paulo: Atual, 2015.

IEZZI, Gelson; MURAKAMI, Carlos. Fundamentos de Matemática


Elementar vol. 1 – Conjuntos e Funções. 9 Ed. São Paulo: Atual, 2013.

IEZZI, Gelson; MURAKAMI, Carlos. Fundamentos de Matemática


Elementar vol. 2 – Logaritmos. 10 Ed. São Paulo: Atual, 2013.

SILVA, Claudio Xavier; BARRETO FILHO, Benigno. Matemática Aula


por Aula. 2 Ed. Renovada. São Paulo: FTD, 2005.

SMOLLE, Kátia Stocco. Matemática Ensino Médio: Volume 2. 9 Ed.


São Paulo: Saraiva, 2013.

EIXO TECNOLÓGICO: INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO


CURSO: TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM INFORMÁTICA
COMPONENTE CURRICULAR/ DISCIPLINA: QUÍMICA
CARGA HORÁRIA: 60 h (80 h/aula) CARGA HORÁRIA: 02 h/a

EMENTA Introdução ao estudo da química; Estrutura atômica; Tabela periódica;


Ligações químicas; Geometria molecular; Compostos inorgânicos;
Leis Ponderais; Reações Químicas: aspectos qualitativos;
Balanceamento de equações químicas.

OBJETIVOS Apresentar conceitos fundamentais de química, de modo que os


alunos sejam capazes de compreender as propriedades da matéria e
suas transformações, assim como suas aplicações e importância em
nossas vidas; Conhecer as propriedades e estrutura dos átomos, para
compreender como os elementos estão distribuídos na tabela
periódica e como estes estabelecem ligações formando diferentes
compostos.

HABILIDADES Descrever fenômenos físicos e químicos importantes no


desenvolvimento das teorias atômicas da matéria; Conceituar
elemento químico e distinguir substâncias puras de misturas;
Caracterizar os diferentes estados físicos da matéria; Diferenciar
transformações físicas e químicas; Aplicar as leis ponderais às
transformações químicas; Descrever os modelos atômicos baseados
nas teorias de Thomson e Rutherford; Definir e caracterizar moléculas,
átomos e suas subdivisões; Identificar os elementos químicos (e sua
simbologia) usando os isótopos, isótonos e isóbaros dos diferentes
átomos; Classificar os elementos químicos fazendo uso da tabela
periódica com base nas propriedades periódicas e aperiódicas;
Distinguir as ligações químicas e estruturar fórmulas eletrônicas de
átomos, moléculas e íons; Caracterizar compostos iônicos e
moleculares; Definir, formular e nomear compostos inorgânicos:
ácidos, bases, sais, óxidos, hidretos; Definir e classificar as reações
químicas; Balancear equações químicas.

OBJETOS DO 1. Introdução ao estudo da Química.


CONHECIMENTO 2. Matéria e energia: Transformações físicas e químicas, mudanças
de estado físico, substâncias, processos de separação.
3. Medições - massa, volume, densidade, temperatura.
4. Leis ponderais da Química: Lei de Lavoisier, Lei de Proust, Lei de
41

Dalton.
5. Estrutura atômica: número atômico, número de massa, símbolo
químico, isótopos, isóbaros, isótonos, modelos atômicos,
Distribuição eletrônica em níveis e subníveis de átomos e íons.
6. Tabela periódica: classificação periódica dos elementos químicos,
organização em grupos e famílias, propriedades periódicas e
aperiódicas dos elementos químicos.
7. Ligações químicas: iônica, covalente, metálica, forças
intermoleculares, geometria molécula, número de oxidação.
8. Compostos inorgânicos: bases, óxidos, ácidos, sais.
9. Reações Inorgânicas: simples troca, dupla troca, síntese,
decomposição.
10. Balanceamento de equações por tentativa e por oxi-redução.

METODOLOGIA Aulas expositivas, dialogadas e experimentais.


Utilização de ferramentas como vídeos, textos, músicas, etc, a fim de
aproximar e desmitificar a Química como ciência.

AVALIAÇÃO Avaliação qualitativa;


Listas de exercício;
Estudo dirigido;
Avaliação escrita;
Atividades em grupo como: projetos, experimentos e seminários.
BIBLIOGRAFIA BROWN, Theodore L.; LEMAY, Harold Eugene; BURSTEN, Bruce
BÁSICA Edward. Química: a ciência central. 9. ed. São Paulo: Prentice Hall,
2005. 972 p.

RUSSELL, John B. Química geral, volume 1. 2 ed. São Paulo: Pearson


Makron Books, 1994, 621 p.

USBERCO, João. SALVADOR, Edgard. Química Essencial. Volume


único. São Paulo: Saraiva, 2007.
ROSENBERG, Jerome Laib. Química Geral. Porto Alegre: Boockman,
2003.
BIBLIOGRAFIA BAIRD, Colin; CANN, Michael. Química ambiental. 4. ed. Porto Alegre:
COMPLEMENTAR Bookman, 2011. 844 p.

SPIRO, Thomas G.; STIGLIANI, William M. Química ambiental. 2. ed.


-. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2009.

KOTZ, John C. [et al.]. Química geral e reações químicas, volumes 1.


9. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2016. 922p.

MAHAN B.M.;Myers R.J. Química:um curso universitário. São Paulo:


E.Blucher, 1995.

CREPALDI Filho J.;Taranto J.C. Química:2º grau ,vol.1. Belo


Horizonte: Lê, 1981.

ATKINS, Peter. Princípios de química:questionando a vida moderna e


o meio ambiente. 5 ed. Porto Alegre: Boockman, 2012.
EIXO TECNOLÓGICO: INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO
CURSO: TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM INFORMÁTICA
COMPONENTE CURRICULAR/ DISCIPLINA: GEOGRAFIA
CARGA HORÁRIA: 60 h (80 h/aula) HORAS SEMANAIS: 02 h/a
42

EMENTA O objeto de estudo da Geografia: o espaço geográfico; Conceitos


estruturantes – região, lugar, escala, território, paisagem; A produção
do espaço geográfico: Possibilismo x determinismo geográfico; o
homem como construtor e transformador do espaço, as técnicas e as
tecnologias; As paisagens e os processos de transformação da
natureza e da sociedade. O tempo da natureza e o tempo histórico ou
social; Representação da terra, cartografia, fronteiras e mapas
políticos; O sistema terra, os processos geomorfológicos, climáticos,
hidrológicos, biológicos que moldaram a superfície da Terra; Clima,
vegetação e hidrografia; a natureza como recurso, a intervenção
humana na dinâmica da natureza e os impactos ambientais; O desafio
da sustentabilidade ambiental; Geopolítica e economia: Território e
Poder.
Geopolítica da globalização. A grande potência emergente do século
XIX: os EUA. Os países pioneiros nos processos de industrialização:
Reino Unido, Alemanha e França. O Imperialismo e seus efeitos na
formação e transformações dos territórios; O mundo pós-guerras
mundiais; Guerra Fria: Ascenção e declínio da URSS. Capitalismo X
Socialismo. A economia socialista de mercado da China;
OBJETIVOS Compreender o objeto de estudo da Geografia, analisando de forma
crítica a importância do meio físico e social e percebendo a interação
entre estes para a transformação e conservação do planeta; Analisar
os diversos períodos históricos nos quais se desenvolveram o
processo de globalização, seus aspectos econômicos, sociais e
culturais e efeitos na ordem mundial que originam e transformam os
territórios; Compreender e desenvolver uma visão crítica dos impactos
das ações humanas para o meio ambiente e as sociedades; entender
as motivações e a dinâmica das relações entre as nações, os conflitos
e associações entre os estados-nações;
HABILIDADES Utilizar os diversos conceitos associados à análise da natureza
próprios da Geografia para investigar e observar as transformações
das paisagens no tempo;
Discutir as condições ambientais associadas a elementos de ordem
econômica e social visando à interpretação de dados e informações e
a construção de hipóteses;
Identificar as relações de contradição e complementariedade entre
natureza e sociedade;
Manejar e aplicar adequadamente a linguagem cartográfica em sua
interpretação do espaço;
Utilizar diferentes escalas de tempo e espaço para compreender as
formas pelas quais as sociedades aprenderam e se apropriaram dos
espaços;
Verificar a inter-relação dos processos sociais e naturais na produção
e organização do espaço geográfico em suas diversas escalas;
OBJETOS DO 1. Evolução da ciência geográfica e os principais conceitos da
CONHECIMENTO geografia;
2. A representação do espaço geográfico: noções básicas de
orientação e cartografia; Fusos horários;
3. Relação entre os fatores físicos e humanos na produção do espaço
geográfico;
4. Conhecimentos básicos de Geologia: Evolução da Terra; teoria da
deriva dos continentes; Processos de transformações geológicas,
os fatores internos e externos; Estruturas Geológicas e relevo do
Brasil e do Mundo; Rochas e suas classificações;
5. Climatologia e fenômenos climáticos; Formações vegetais e
principais domínios morfoclimáticos no Brasil e no Mundo;
6. Solos: usos e degradação;
7. Recursos Hídricos: disponibilidade, potencial e aproveitamento;
8. Fontes de energia;
9. Os recursos naturais e energéticos e sua influência no
desenvolvimento político-econômico e nos conflitos entre as
nações;
10. Ecossistema e os impactos da ação antrópica;
11. O espaço geográfico do mundo contemporâneo: das revoluções
burguesas à consolidação do sistema Capitalista na formação do
espaço globalizado;
43

12. A Divisão Internacional do Trabalho (DIT);


13. Geopolítica: Colonialismo, Imperialismo e as guerras mundiais;
14. Revolução Russa e o surgimento da bipolaridade global; Modos de
produção capitalista e socialista.
METODOLOGIA Os conteúdos serão trabalhados numa perspectiva de compreensão
do espaço geográfico como uma construção histórico-social. Objetiva-
se explicitar os processos físicos e sociais que atuam sobre o território,
este entendido como espaço organizado, produzido e apropriado pelas
sociedades humanas em suas relações com a natureza. Através de
interlocução com outras áreas do conhecimento, por meio de projetos
integradores, de pesquisa e extensão, buscar-se-á desenvolver os
conteúdos de forma que se permita um entendimento dos conflitos
sociais, intolerância, xenofobia, exclusão, ética e direitos humanos,
possibilitando aos estudantes um posicionamento crítico baseado no
respeito à diversidade cultural e étnica. A prática docente norteará o
aprendizado dos alunos para que os mesmos tenham uma
compreensão crítica da realidade e dos conteúdos abordados. Estas
abordagens metodológicas são meios para a construção do
conhecimento, consistindo num conjunto de atividades que oferecerão
oportunidades para a ampliação da capacidade do aluno de se
reconhecer como sujeito atuante e transformador do espaço/lugar em
que vive. Para isso, serão adotadas as seguintes estratégias:
- Análises de mapas, gráficos e tabelas;
- Exibição de vídeos, filmes, músicas e documentários que abordem
os conteúdos e provoquem a reflexão acerca dos mesmos;
- Leituras e interpretação de textos;
- Produção de textos, vídeos, mapas e gráficos;
- Comparação, explicação e problematização de conteúdos,
relacionando-os com a realidade vivenciada pelos estudantes no seu
dia-a-dia;
- Projetos de pesquisa e extensão e atividades inter/transdisciplinares;
- Aplicação dos conceitos e métodos da Geografia na análise da
realidade local;
- Debates.
- Aulas de campo.
AVALIAÇÃO A avaliação se dará através de diferentes formas, pelas quais os
estudantes expressarão os conhecimentos construídos durante o
curso, permitindo uma reflexão acerca do processo educativo que
possibilite a identificação das dificuldades enfrentadas pelo(a)s
estudantes e pelo(a) professo(a), servindo como diagnóstico que
viabilize e oriente novas abordagens voltadas aos objetivos traçados.
Para isso, o processo de avaliação deverá ser contínuo e contemplará
as diferentes inteligências e linguagens, através de instrumentos
avaliativos diversos:
- Trabalhos em grupos e individuais;
- Seminários;
- Debates;
- Produções textuais;
- Dramatizações;
- Produção de vídeos, sites e blogs;
- Avaliações escritas objetivas e subjetivas;
- Atividades de campo.
BIBLIOGRAFIA SENE, E; MOREIRA, J. C. Geografia geral e do Brasil: espaço
BÁSICA geográfico e globalização. 2. ed., reform. São Paulo: Scipione, v 1,
2014.
______. Geografia geral e do Brasil: espaço geográfico e
globalização. 2. ed., reform. São Paulo: Scipione, v 2, 2014.

______. Geografia geral e do Brasil: espaço geográfico e


globalização. 2. ed. reform. São Paulo: Scipione, v 3, 2014.
BIBLIOGRAFIA COSTA, W. M. Geografia Política e Geopolítica: discursos sobre o
COMPLEMENTAR território e o poder. São Paulo: Hucitec/ Edusp, 1997.

ROSS, Jurandyr Luciano Sanches. Geomorfologia, Ambiente e


Planejamento. 9. ed. São Paulo: Contexto, 2014.
44

STIGLITZ, Joseph E. Trad. Bazan Tecnologia e Linguística. A


Globalização e seus malefícios. São Paulo: Futura, 2002.

SANTOS, M.; SILVEIRA, M.L. Brasil: território e sociedade no início


do século XXI. Rio de Janeiro: Record: 2001.

WICANDER, Reed, MONROE, James S., PETERS, E. Kirsten. Trad.


Harue Ohara Avritcher. Fundamentos de Geologia. São Paulo:
Cengage Learning, 2014.

EIXO TECNOLÓGICO: INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO


CURSO: TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM INFORMÁTICA
COMPONENTE CURRICULAR/ DISCIPLINA: SOCIOLOGIA
CARGA HORÁRIA: 30h (40 h/aula) HORAS SEMANAIS: 01 h/a

EMENTA O que é Sociologia? A sociologia como ciência da sociedade. Os


indivíduos e as instituições sociais. Conceitos básicos: sociedade,
socialização e interação social na perspectiva de Durkheim, Marx e
Weber. O surgimento da Sociologia no século XIX no contexto das
Revoluções Burguesas. Augusto Comte e o Positivismo. Da
sociedade feudal para a sociedade moderna: a Revolução Industrial.
Estado e Governo. Tipos de Governo. Nação, Soberania e Território.
O sistema partidário brasileiro. O racismo institucional no Brasil.
Émille Durkheim - funcionalismo; Karl Marx - dialética; Max Weber –
sociologia compreensiva.

OBJETIVOS Compreender a importância da Sociologia como ciência para


análise da sociedade; Refletir sobre o conceito de socialização e
entender como alguns dos principais pensadores tratam as relações
entre indivíduo e sociedade; Entender o papel das instituições
sociais como processo de socialização dos indivíduos;
Analisar o desenvolvimento e transformação da sociedade feudal
para a sociedade moderna; Compreender o contexto econômico e
político referente ao surgimento da Sociologia; Desenvolver a
capacidade de problematização, argumentação e reflexão dos
conceitos aprendidos; Identificar e diferenciar os conceitos de
Estado, nação e território; Relacionar os conceitos na análise de
diferentes realidades históricas; Compreender a importância dos
pensamentos de Durkheim, Marx e Weber para a análise da
sociedade; Desenvolver a capacidade crítica na escrita e
argumentação por meio de atividades individuais e em grupo.

HABILIDADES Capacidade de construir instrumentos para melhor compreensão da


vida cotidiana;
Compreensão da importância das possibilidades do conhecimento
sociológico para entender as diferentes realidades sociais;
Desenvolvimento da análise crítica sobre os temas e textos
trabalhados em sala;

.
OBJETOS DO 1. Possibilidades do conhecimento sociológico
1.1. Imaginação sociológica
CONHECIMENTO 2. Ciências Sociais e Ciências da Natureza
2.1. O senso comum e a Sociologia
3. Problema social
4. A socialização e os indivíduos
4.1. Importância das instituições sociais
4.2. - Função da família
4.3. - Função da escola
5. Desenvolvimento das sociedades ao longo do tempo
6. Clássicos da Sociologia:
6.1. - Auguste Conte
6.2. - Émile Durkheim
45

6.3. - Karl Marx


6.4. - Max Weber

7. Mudanças na Europa, do século XV ao XIX


7.1. Revolução Industrial
8. Estado e Governo
9. Capitalismo, Socialismo e Comunismo
10. Gloabalização e Neoliberalismo
11. Contexto político brasileiro
12. Funcionalismo
13. Fatos sociais
14. Divisão social do trabalho
14.1. Luta de classes
14.2. Materialismo histórico
15. Sociologia Compreensiva
15.1. Ação social

METODOLOGIA Aulas expositivas dialogadas;


Pesquisas;
Filmes, documentários, músicas, poesias;
Leitura orientada;
Estudo dirigido
Recursos: Datashow, pincel

AVALIAÇÃO O método avaliativo é processual, com critério qualitativo e


quantitativo, utilizando vários procedimentos:
Seminários;
Avaliação escrita;
Participação oral;
Trabalho individual e em grupo.

BIBLIOGRAFIA
Costa, Ricardo Cesar Rocha; Oliveira, Luiz Fernandes de.
BÁSICA Sociologia para jovens do século XXI. 3 ed. Rio de Janeiro: Imperial,
2013.

MACHADO, I.J.R. Sociologia Hoje: volume único – ensino médio.


1ed. São Paulo: Ática, 2013.

OLIVEIRA, P. S. Introdução à sociologia. São Paulo: Ática, 1997.

QUINTANERO, Tânia (org). Um toque de clássicos: Marx. Durkheim


e Weber. 2ª Ed. Belo Horizonte. Ed. UFMG, 2009.

BIBLIOGRAFIA COSTA, Cristina. Introdução à ciência da Sociologia. São Paulo:


Moderna, 2013.
COMPLEMENTAR
DURKHEIM, Émile. As regras do método sociológico. 3ed. São
Paulo: Martins Fontes, 2007.

GIDDENS, A. Sociologia. Porto Alegre: Artmed, 2005.

MARX, K A Ideologia Alemã. Boitempo, 2007.

MILLS, Charles Wright. A imaginação sociológica. Rio de Janeiro:


Zahar, 1975.

SCHAEFER, Richard T. Sociologia. 6ª edição, McGraw-Hill, São


Paulo, 2006.

TOMAZI, N. D. Iniciação a Sociologia. São Paulo: Atual, 2000.

WEBER, Max .Ciência e Política: duas vocações. Cultrix, 2004.

WEBER, Max. Ensaios de sociologia. Rio de Janeiro: Zahar, 1974.



46

EIXO TECNOLÓGICO: INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO


CURSO: TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM INFORMÁTICA
COMPONENTE CURRICULAR/ DISCIPLINA: FILOSOFIA
CARGA HORÁRIA: 30 h (40 h/aula) HORAS SEMANAIS: 01 h/a

Introdução à filosofia. Teoria do conhecimento. Ética. Política.


Ciência. Estética. Mito e filosofia. A Escola de mileto: Tales,
Anaximandro e Anaxímenes. Filosofia pré-socrática. Validade e
EMENTA verdade; proposição e argumento. A ética antiga; Platão, Aristóteles
e filósofos helenistas. A política antiga; a república de Platão; a
Política de Aristóteles. Conceitos centrais da metafísica aristotélica;
a teoria da ciência aristotélica.
Contextualizar conhecimentos filosóficos;
Proporcionar a construção do pensamento filosófico a partir de
OBJETIVOS análise de textos;
Contextualizar teoria e prática de acordo com a reflexão filosófica;
Compreender conceitos como: ética, política, ciência

Capacidade de compreender textos filosóficos de modo significativo;


Desenvolvimento da capacidade de problematização,
argumentação e reflexão;
HABILIDADES Possibilidade de ampliar a compreensão do conhecimento filosófico;
Capacidade de ampliar a escrita, expressão oral e compreensão dos
textos.

Filosofia e conhecimento
Filosofia e ciência
Definição de Filosofia
Mitologia
OBJETOS DO Mito e Filosofia
Características do mito
CONHECIMENTO Mito e sua contemporaneidade
Lógica
Sofistas
Arte da argumentação
Filosofia da arte
Teoria da ciência aristotélica
Aulas expositivas dialogadas;
Pesquisas;
Filmes, documentários, músicas, poesias;
METODOLOGIA Leitura orientada;
Estudo dirigido
Recursos: Datashow, pincel

O método avaliativo é processual, com critério qualitativo e


quantitativo, utilizando vários procedimentos:
Seminários;
AVALIAÇÃO Avaliação escrita;
Participação oral;
Produção textual;
Trabalho individual e em grupo.
ARANHA, M. L. A. de; MARTINS, M. H. P. Filosofando: introdução
à filosofia- 4ª ed. rev-. São Paulo: Moderna, 2009.

CHAUI, M. Convite à filosofia. 2ª ed. São Paulo: Ática, 2013.


BIBLIOGRAFIA
GALLO, Silvio. Filosofia: experiência do pensamento: volume único
BÁSICA / 1ª Ed. São Paulo: Scipione, 2014.

NICOLA, Ubaldo. Antologia ilustrada de filosofia: das origens à


idade moderna. São Paulo: Globo, 2005.
47

Dicionário de Filosofia: Abagnano, N.

ARISTÓTELES. Poética. Tradução, comentários e índices analítico


e onomástico de Eudoro de Souza. São Paulo: Abril Cultural, 1973.

BRANDÃO, Junito de Sousa. Mitologia Grega. Petrópolis, Vozes, 3


vols, 1990.

CAMPBELL, Joseph.O Poder do Mito. São Paulo, Palas Athena,


1990.

CASSIANO, C. Para filosofar. São Paulo. Scipione, 1995.

BIBLIOGRAFIA COPI, Irving. Introdução à lógica. São Paulo: Mestre Lou, 1993.
COMPLEMENTAR ELIADE, Mircea. Mito e Realidade. São Paulo, Perspectiva, 1972.

GAARDER, Jostein. O mundo de Sofia. São Paulo: Cia das Letras,


1997.

LACOSTE, Jean. A filosofia da arte. Trad. Álvaro Cabral. Rio de


Janeiro: Jorge Zahar, 1986.

PLATÃO. A República. Introdução, Tradução e notas de Maria


Helena da Rocha Pereira. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian,
1987.

EIXO TECNOLÓGICO: INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO


CURSO: TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM INFORMÁTICA
COMPONENTE CURRICULAR/ DISCIPLINA: INFORMÁTICA BÁSICA
CARGA HORÁRIA: 60h (80 h/aula) HORAS SEMANAIS: 02 h/a

EMENTA Histórico do computador. Funcionamento e Componentes de um


computador. Sistemas operacionais para Computadores. Internet.
Programas aplicativos e utilitários.
OBJETIVOS Conhecer a História do Computador; Conhecer funcionamento do
computador; Conhecer as unidades de medidas da informática;
Identificar os componentes lógicos e físicos de um computador:
Entrada, Processamento, Saída e armazenamento; Compreender as
funções do Sistema operacional; Analisar os serviços e funções de
sistemas operacionais; Relacionar o hardware com o software;
Compreender o principio de funcionamento das planilhas de cálculo,
de softwares de apresentação e de editores de textos; Conhecer os
serviços e funções de sistemas operacionais; Compreender o
funcionamento do armazenamento de dados nos diversos tipos de
memória; Conceituar e relacionar pastas e arquivos; Compreender o
funcionamento da Internet, Intranet e Extranet; Conhecer e operar
sistemas gerenciadores de e-mail.

HABILIDADES Dominar os conhecimentos históricos dos computadores; Identificar


computadores e tipos de computadores; Conhecer as partes de
hardwares e os softwares do computador: instalação, configuração,
utilidade e manuseio; Utilizar as ferramentas básicas para a produção
de textos com sumário, numeração de página, cabeçalho, rodapé,
através da utilização de aplicativos de edição de texto, construção de
gráficos, e cálculos automatizados nos softwares de Planilha eletrônica
e apresentações de slides; Manusear os serviços e funções de
sistemas operacionais, utilizando suas ferramentas e recursos em
atividades de configuração, manipulação de arquivos, segurança e
outros; uso de correio eletrônico e ferramentas de pesquisa na internet,
48

através do computador.

OBJETOS DO 1. Histórico do computador:


CONHECIMENTO 1.1. Origem;
1.2. Evolução;
1.3. Gerações.
1.4. Arquitetura dos computadores
1.5. Unidades de Medida da Informática
2. Componentes de um computador:
2.1. Hardware: processador; Tipos de memórias; Placa-mãe;
2.2. Dispositivos de E/S; Barramentos.
2.3. Software: Conceitos; Introdução a sistemas operacionais.
Tipos de softwares.
3. Sistemas operacionais para microcomputadores:
3.1. Fundamentos e funções;
3.2. Sistemas operacionais existentes;
3.3. Utilização de um sistema operacional;
3.4. Ligar e desligar o computador;
3.5. Interfaces de interação;
3.6. Gerenciamento e pastas e arquivos;
4. Internet:
4.1. Histórico e fundamentos;
4.2. Serviços: World Wide Web, navegadores, pesquisa de
informações, download de arquivos, correio eletrônico, boas
práticas de comportamento.
5. Programas aplicativos e utilitários:
5.1. Editor de Texto;
5.2. Planilha Eletrônica;
5.3. Apresentação de Slides;
5.4. Ferramentas do sistema;
5.5. Antivírus;
5.6. Backup.
METODOLOGIA Aulas teóricas expositivas;
Aulas práticas em laboratórios;
Atividades em grupos;
Seminários;
Situação problema;
Atividades de pesquisa;
AVALIAÇÃO A avaliação do rendimento será feita através de:
 Provas;
 Seminários;
 Atividades em grupo;
 Relatórios;
 Atividades Práticas.
BIBLIOGRAFIA CAPRON, H. L.; JOHNSON, J. A. Introdução à Informática. São
BÁSICA Paulo: Pearson/Prentice Hall, 2004.

VELLOSO, Fernando de Castro ,INFORMATICA: conceitos básicos


8.e.d , Elsevier. Rio de Janeiro. 2011.

TANENBAUM, A. S. Sistemas operacionais: projeto e


implementação. 3. ed.. Porto Alegre: Bookman, 2008.
BIBLIOGRAFIA MICROSOFT OFFICE EXCEL 2007 - PASSO A PASSO - FRYE,
COMPLEMENTAR CURTIS / BOOKMAN.

VELLOSO, F. Informática: conceitos básicos. 8. ed. Rio de Janeiro:


Elsevier, 2011.

HETEM J. A. Fundamentos de informática: eletrônica digital. Rio de


49

Janeiro: LTC, 2010.

OLIVEIRA, R.S.; CARISSIMI, A. S.; TOSCANI, S. S. Sistemas


operacionais. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, 2010. (Livros didáticos
informática UFRGS).

DARIO, A. L.; REIS, W. J.; ARAÚJO, A. F. Windows 10: Por Dentro


do Sistema Operacional

EIXO TECNOLÓGICO: INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO


CURSO: TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM INFORMÁTICA
COMPONENTE CURRICULAR/ DISCIPLINA: ARQUITETURA DE
COMPUTADORES
CARGA HORÁRIA: 60h (80 h/aula) HORAS SEMANAIS: 02 h/a

EMENTA Evolução dos computadores; Introdução à Eletrônica Analógica e


Digital; Lógica Booleana; Circuitos Lógicos; Circuitos Digitais;
Organização e arquitetura interna de computadores; Unidade de
controle e unidade de processamento; Memória interna e externa;
Memória Auxiliar; Modos e formatos de endereçamento; Conjunto de
instruções e chamada de sub-rotina; Entrada e Saída; Máquinas CISC
X RISC; Multiprocessadores.
OBJETIVOS Capacitar o aluno a compreender e conhecer a estrutura de
arquiteturas moderna convencional de computadores; Reconhecer
quais são os componentes desta arquitetura e como eles funcionam e
se relacionam entre si, incluindo a relação do nível de arquitetura de
máquina e de funcionamento; Ter conhecimento das técnicas
modernas utilizadas para aumento de desempenho (pipeline) e
capacidade (hierarquia de memórias) destas arquiteturas
convencionais, além de saber identificar as características principais
das arquiteturas não convencionais; Aplicar os conhecimentos os
diferentes tipos de arquiteturas existentes, de acordo com a
necessidade do mercado.
HABILIDADES Conhecer o funcionamento da arquitetura de Von Newman; Historiar
processadores, memórias e endereçamento; Conhecer o
funcionamento interno dos computadores; Entender os barramentos;
Conhecer o princípio de funcionamento de memórias e registradores;
Identificar tipos de arquiteturas; Conhecer os sistemas numéricos;
Conhecer os princípios da eletrônica digital; Identificar as
representações numéricas; Conhecer os sistemas de numeração:
Decimal, hexadecimal, octal e binário; Realizar operações entre os
sistemas de numeração; Identificar as portas lógicas; Aprender a
lógica de Boole; Simplificar circuitos lógicos; Conhecer os
codificadores e decodificadores.
OBJETOS DO 1 Introdução:
CONHECIMENTO 1.1. Histórico e evolução de arquiteturas de Computadores;
1.2. Evolução de hardware e da tecnologia;
1.3. 1.3 Gerações dos computadores:
1.3.1.Geração Zero – Computadores Mecânicos;
1.3.2.1º Geração – Válvulas;
1.3.3.2º Geração – Transistores;
1.3.4.3º Geração – Circuitos Integrados;
1.3.5.4º Geração – Computadores Pessoais e VLSI.
2 Introdução aos Sistemas Digitais:
2.1. Representação binária da informação;
2.2. Sistemas de numeração:
2.2.1.Decimal;
2.2.2.Binário;
2.2.3.Octal;
2.2.4.Hexadecimal.
50

2.3. Representação de números inteiros e fracionários positivos


em base;
2.4. Conversão de bases;
2.5. Aritmética Binária com números inteiros sem sinal.
3 Conceitos de Álgebra Booleana:
3.1. Operações e propriedades da álgebra booleana;
3.2. Correlação entre operações da álgebra booleana e os
elementos básicos de hardware;
3.3. Portas Lógicas;
3.4. Exemplos de circuitos simples e expressões booleanas
correspondentes;
3.5. Circuitos Digitais;
3.6. Circuitos Combinacionais;
3.7. Circuitos Sequenciais;
3.8. Circuitos Aritméticos;
3.9. Conversores A/D e D/A.
4 Organização dos Sistemas de Computadores:
4.1. Unidade Central de Processamento (CPU ou UCP):
4.1.1.Definição / Finalidade do Processador;
4.1.2.Organização da CPU;
4.1.3.Registradores;
4.1.4.Execução de Instruções;
4.1.5.Microprocessadores;
4.1.6.Processador CISC e RISC;
4.2. Dispositivos de Entrada e Saída;
4.2.1.Definição / Finalidade e Exemplos;
5 Memórias:
5.2. Definição, Finalidade;
5.3. Classificação:
5.3.1.Memória Principal;
5.3.2.Memória Secundária:
5.3.2.1. Fitas Magnéticas;
5.3.2.2. Discos Flexíveis (Disquete de 3½);
5.3.2.3. CD / DVD – ROM;
5.3.2.4. HD’s (Discos Rígidos);
5.3.2.5. Pen Drives;
5.3.2.6. Memória Cache;
5.3.2.7. Memória Virtual;
5.3.3.Estrutura de Circuitos de Memória:
5.3.3.1. Bit e Byte;
5.3.3.2. Endereço de Memória;
5.3.3.3. Código de Correção de Erros;
5.3.4.Tipos Básicos de Memória:
5.3.4.1. Memória Volátil e Características;
5.3.4.2. Memória Não - Volátil e Características;
6 Barramentos:
6.1. Definição / Finalidade;
6.2. Barramento do Processador;
6.3. Barramento de Memória;
6.4. Barramentos Síncronos e Assíncronos.
7 Interfaces de Entrada e Saída:
7.1. Portas de Comunicação;
7.2. Tipos Básicos.

METODOLOGIA As aulas serão baseadas em uma abordagem dialética, priorizando: o


desenvolvimento da consciência crítica, a autonomia, o processo
reflexivo e a produção do conhecimento. Como estratégias, serão
utilizados(as): Explanação oral do conteúdo teórico; Exercícios
envolvendo o conteúdo de cada aula; Debate sobre as soluções dos
exercícios da aula; Provas teóricas descritivas; Atividades práticas em
laboratório; Participação em sala de aulas; Apresentação de Estudos
de Caso; Aulas Expositivas: Slides no Power point, dinâmicas de
grupo, quadro, apresentação de trabalhos; Trabalhos e discussão em
sala.
51

AVALIAÇÃO Avaliação Escrita;


Apresentação de Seminários;
Participação nas aulas práticas;
Trabalhos em Grupo;
Relatórios.
BIBLIOGRAFIA IDOETA, I. V.; CAPUANO, F. G. Elementos de eletrônica digital.
BÁSICA Editora Érica. São Paulo, 2007.

STALLINGS, W. Arquitetura e organização de computadores: projeto


para o desempenho. São Paulo: Elsevier, 2010.

TANENBAUM, A. S. Organização estruturada de computadores. 4.


ed. Rio de Janeiro: LTC, 2001.
BIBLIOGRAFIA MONTEIRO, M. A. Introdução à organização de computadores. 5.
COMPLEMENTAR ed. Rio de Janeiro. Editora LTC, 2007.

TOCCI, R. J.; WIDMER, N. S.; MOSS, G. L. Sistemas digitais:


princípios e aplicações. 11 ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall,
2011.

STALLINGS, W. Arquitetura e organização de computadores. 8. ed.


São Paulo: Prentice Hall, 2010.

TANENBAUM, A. S. Organização estruturada de computadores. 5.


ed. São Paulo, Editora Pearson Prentice Hall, 2007.

______. Organização estruturada de computadores. 6. ed. São


Paulo: Pearson Prentice Hall, 2013.

EIXO TECNOLÓGICO: INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO


CURSO: TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM INFORMÁTICA
COMPONENTE CURRICULAR/ DISCIPLINA: ALGORITMO E LÓGICA DE
PROGRAMAÇÃO
CARGA HORÁRIA: 120h (160 h/aula) HORAS SEMANAIS: 04 h/a

EMENTA Desenvolver algoritmos através de divisão modular e refinamentos


sucessivos. Distinguir e avaliar linguagens e ambientes de
programação, aplicando-os no desenvolvimento de software.
Interpretar pseudocódigos, algoritmos e outras especificações para
codificar programas. Avaliar resultados de testes dos programas
desenvolvidos. Integrar módulos desenvolvidos separadamente.
Compreender o paradigma de orientação por objeto e sua aplicação
em programação. Conceituar algoritmo. Identificar os tipos de dados.
Identificar as estruturas de um algoritmo. Montar algoritmos
sequenciais e em blocos. Conhecer os comandos, funções,
procedimentos, desvios. Identificar recursividade. Histórico da
evolução das Linguagens. Aspectos fundamentais sobre Java.
Desenvolver habilidades e técnicas de programação algorítmica em
linguagens de programação. Comandos básicos da Linguagem Java.
Comandos condicionais e estruturas de repetição em Java.
OBJETIVOS Ao cursar a disciplina o aluno será capaz de compreender os conceitos
fundamentais de algoritmos como forma de solução de problemas;
Elaborar e implementar algoritmos em uma Linguagem de
programação; Avaliar resultados de testes dos programas
52

desenvolvidos; Compreender os aspectos fundamentais da


Linguagem de Programação Java.
HABILIDADES O aluno ao cursar a disciplina será capaz de:
Relacionar problemas elaborando soluções que envolvam os
elementos básicos da construção de algoritmos e lógica de
programação; Elaborar algoritmos básicos, estruturados e
modularizados; Identificar o algoritmo mais eficiente para a solução de
um problema; Avaliar resultados de testes dos algoritmos
desenvolvidos, através de testes de mesa e da utilização de
pseudocódigos; Estruturar sequências lógicas na Linguagem Java
para resolução de problemas;
OBJETOS DO 1. Introdução:

CONHECIMENTO 1.1. Noções de Lógica de programação;


1.2. Conceito de Algoritmo;
2. Formas de representação de algoritmos:
2.1. Descrição Narrativa;
2.2. Fluxograma Convencional;
2.3. Pseudocódigos.
3. Histórico da evolução das Linguagens:
3.1. O que é uma Linguagem de Programação;
3.2. Surgimento de linguagens OO;
3.3. Origem da Linguagem Java;
3.4. Por que utilizar a Linguagem Java?
4. Aspectos fundamentais sobre Java:
4.1. Características da Linguagem;
4.2. Criação de Programas em Java;
4.3. Plataforma Java;
4.4. Ambiente de Desenvolvimento Java.

5. Tópicos preliminares:
5.1. Tipos de Dados:
5.2. Constantes:
5.3. Variáveis:
5.4. Expressões Aritméticas:
5.5. Operadores Aritméticos;
5.6. Expressões Lógicas:
5.7. Operadores Relacionais;
5.8. Operadores Lógicos;
5.9. Entrada de Dados;
5.10. Saída de Dados.
6. Comandos básicos da Linguagem Java:
6.1. Tipos de dados;
6.2. Declaração de variáveis e constantes;
6.3. Comentários;
6.4. Operadores Aritméticos, Relacionais e Lógicos;
6.5. Incremento e decremento;
6.6. Comandos de Entrada e Saída de dados;
6.7. Conversão de Tipos.

7. Estruturas de controle:
7.1. Estrutura Sequencial.
7.2. Estrutura de Decisão:
7.3. Estruturas de Repetição:
7.4. Comparação entre Estruturas de Repetição.
53

8. Modularizaçâo:
8.1. Procedimentos;
8.2. Função.
8.3. Passagem de Parâmetros:
8.4. Escopo de Variáveis;
9. Comandos condicionais e estruturas de repetição em Java:
9.1. Comandos de seleção: If-else, Switch-case;
9.2. Laços de repetição: For, While, Do while;
9.3. Exceções: try-catch e finally.
10. Utilização de arrays:
10.1. Arrays unidimensionais e Bidimensionais.
11. Utilização de Bibliotecas prontas java. Métodos pré-definidos
da Linguagem Java:
11.1. Métodos da Classe Math: Constantes E e PI, Min,
Max, Sqrt, Cbrt, Pow, Ceil, Floor, Round, Abs, Random, Sin,
Cos, Tan; Métodos da Classe String: Equals, Length,
ToUpperCase, ToLowerCase, CharAt, Substring, Trim,
IndexOf, Replace, ValueOf.

12. Desenvolvimento e implementação de algoritmos.


METODOLOGIA Aulas expositivas dialogadas;
Aulas práticas;
Leituras e debates;
Pesquisa e estudo em grupo.
AVALIAÇÃO Avaliações escritas;
Testes práticos;
Seminários;
Trabalhos práticos
Relatórios.
BIBLIOGRAFIA LOPES Anita,GARCIA Guto. Introdução à programação:500
algoritmos resolvidos. Rio de Janeiro. Elsevier, 2002.
BÁSICA
GUIMARÃES, Angelo de Moura; LAGES, Newton Alberto de Castilho.
Algoritmos e estruturas de dados. Rio de Janeiro. LTC, 2011.

MANZANO , J. A.; OLIVEIRA, J. F. de. Algoritmos: lógica para


desenvolvimento de programação de computadores. 27. ed. São
Paulo: Érica, 2014.
BIBLIOGRAFIA
FARRER, H. Algoritmos estruturados: programação estruturada de
COMPLEMENTAR computadores. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008.

SZWARCFITER, J. L.; MARKENZON, L. Estruturas de dados e


seus algoritmos. 2. ed. rev. Rio de Janeiro: LTC, 2009.

MANZANO , J. A.; OLIVEIRA, J. F. de. Algoritmos: lógica para


desenvolvimento de programação de computadores. 22. ed. São
Paulo: Érica, 2008.

SOUZA, M. A. F. et al. Algoritmos e lógica de programação. São


Paulo: Thomson, 2006.
54

MEDINA, M. Algoritmos e programação: teoria e prática. 2. ed. São


Paulo: Novatec, 2006.

EIXO TECNOLÓGICO: INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO


CURSO: TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM INFORMÁTICA
COMPONENTE CURRICULAR/ DISCIPLINA: PROGRAMAÇÃO WEB I
CARGA HORÁRIA: 90h (120 h/aula) HORAS SEMANAIS: 03 h/a

EMENTA Histórico e conceitos sobre a Internet; Serviços, protocolos e métodos


de conexão; Linguagem de marcação HTML; Conceitos de web design
com estilo (CSS) e recursos gráficos; Noções básicas de programação
com JavaScript.
OBJETIVOS Conhecer o funcionamento da internet e da Web; Saber diferenciar
Web de Internet; Possuir conhecimentos técnicos sobre
desenvolvimento de páginas web utilizando a linguagem de marcação
HTML; Compreender o funcionamento das folhas de Estilo e como
aplicá-las em documentos HTML;
Identificar características de usabilidade e acessibilidade de
interfaces; Conhecer as noções básicas do uso da linguagem
Javascript para manipulação de páginas Web.
HABILIDADES Ser capaz de construir uma página Web utilizando a linguagem HTML;
Projetar páginas com imagens e formulários para a entrada de dados;
Desenvolver interfaces web com o uso de linguagens de marcação e
estilo; Utilizar folhas de estilo para a formatação visual de páginas web;
Compreender procedimentos e técnicas para o desenvolvimento de
websites com conteúdos estáticos; Desenvolver interfaces ricas
utilizando interação da Linguagem Javascript com HTML e CSS;
Validar Formulários Utilizando a linguagem Javascript; Ser capaz de
utilizar a linguagem Javascript para acessar conteúdo de forma
assíncrona em páginas Web.

OBJETOS DO 1. HTML
CONHECIMENTO 1.1. Marcação de Textos e Títulos.
1.2. Links
1.3. Imagens
1.4. Tabelas
1.5. Conteúdo Semântico
1.6. Formulários
2. CSS
2.1. Introdução à CSS
2.2. Formatando texto
2.3. Cores e backgrounds
2.4. Box Model (Modelo de Caixa)
2.5. Flutuando e posicionando
2.6. Posicionamento
2.7. Layout utilizando CSS
2.8. Técnicas CSS
3. JAVASCRIPT
3.1. Introdução ao Javascript
3.2. Manipulação do DOM
3.3. Validação de Formulários
3.4. Requisições assíncronas com AJAX
METODOLOGIA Aulas teóricas expositivas;
Aulas práticas em laboratórios;
Atividades em grupos;
Atividades práticas.
AVALIAÇÃO A avaliação do rendimento será feita através de:
55

Provas;
Relatórios;
Atividades Práticas.
BIBLIOGRAFIA SILVA, Maurício Samy. CSS3. Novatec Editora, 2011.
BÁSICA
SILVA, Maurício Samy. HTML5 - A Linguagem de Marcação que
Revolucionou a Web. Novatec Editora, 2011.

SILVA, Maurício Samy. JavaScript - Guia do Programador. Novatec


Editora, 2010.

BIBLIOGRAFIA POWERS, Shelley. Aprendendo JavaScript. Novatec, 2010


COMPLEMENTAR FLANAGAN, David. Javascript: O Guia Definitivo. Bookman, 2012

SILVA, Maurício Samy. Construindo Sites com CSS e (X)HTML.


Novatec Editora, 2008.

LAWSON, Bruce; SHARP. Introdução ao HTML 5. Alta Books, 2011

WATRALL, Ethan. SIARTO, Jeff. Use a Cabeça! Web Design. Alta


Books, 2009

4.2.2 2ª Série

EIXO TECNOLÓGICO: INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO


CURSO: TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM INFORMÁTICA
COMPONENTE CURRICULAR/ DISCIPLINA: LÍNGUA PORTUGUESA
CARGA HORÁRIA: 90 h (120 h/aula) HORAS SEMANAIS: 03 h/a

EMENTA Literatura: A literatura como produção e processo social. Concepções


artísticas, procedimentos de construção de textos literários. A
formação da literatura, sua concepção e constituição como patrimônio
nacional. Relação entre a dialética cosmopolita e local e a produção
nacional. Continuidade e ruptura entre os diversos movimentos
literários. Estudo das relações de proximidades e distanciamentos
entre as literaturas de expressão portuguesa. Estudo das estruturas e
procedimentos de construção de textos literários nas diferentes
formas de produção do texto. Estudo das relações entre a literatura,
outras artes e outros saberes. Movimentos literários: do
Romantismo ao Simbolismo. Análise e reflexão linguística:
Concordância nominal e verbal. Intertextualidade e polifonia.
Regência nominal e verbal. Colocação pronominal. Fenômeno
fonológico da crase. Leitura e produção de textos orais e escritos:
Estudo dos tipos textuais: descrição; narração; exposição;
argumentação; injunção. Forma verbal dos tipos textuais. Realização
linguística dos gêneros textuais. Noções de texto e textualidade.
Coesão e coerência textuais. Técnicas argumentativas.
OBJETIVOS Literatura: Estabelecer relações entre produção literária e processo
social, concepções artísticas, procedimentos de construção e
recepção de textos; Reconhecer processos de formação literária e de
formação nacional, sua recepção e constituição do patrimônio
nacional; Estabelecer relações entre a dialética cosmopolita e local e
a produção literária nacional; Identificar momentos de continuidade e
ruptura entre os diversos movimentos literários da literatura brasileira;
Relacionar a produção literária brasileira com a literatura
lusoafrodescendente; Associar concepções artísticas e
procedimentos de construção do texto literário nos seus diferentes
56

gêneros e diversidade de formas; Realizar articulações entre os


recursos expressivos e estruturais do texto literário e o processo
social relacionado ao momento de sua produção; Estabelecer
relações entre a literatura, outras artes e outros saberes. Análise e
reflexão linguística: Reconhecer usos da forma padrão e variedade
linguística nas diferentes situações sociocomunicativas; Empregar os
recursos expressivos da língua, procedimentos de construção e
recepção de textos: organização da macroestrutura semântica e a
articulação entre ideias e proposições (relações lógico-semânticas);
Empregar os recursos linguísticos em relação ao contexto em que o
texto é constituído: elementos de referência pessoal, temporal,
espacial, registro linguístico, grau de formalidade, seleção lexical,
tempos e modos verbais. Leitura e produção de textos orais e
escritos: Reconhecer os gêneros textuais como uma forma de
interação sociocomunicativa constituída por sequências tipológicas
de base heterogênea; Reconhecer o gênero textual como unidade
enunciativodiscursiva nas práticas sociais; Reconhecer o texto como
objeto linguístico-histórico, pondo em relevo sua provisoriedade,
opacidade e incompletude; Reconhecer o texto como ato histórico,
político e cultural que envolve um complexo conjunto de habilidades
(cognitivas, textuais, interativas) e fatores situacionais; Reconhecer
os tipos textuais como base para formação dos gêneros textuais;
Ampliar os três sistemas de conhecimento (linguístico, interativo e
enciclopédico), por meio da leitura, análise, interpretação e produção
de textos orais e escritos; Reconhecer a língua(gem) como
manifestação biopsicossocial, como estrutura e acontecimento, e
como efeito de sentido entre interlocutores; Empregar os recursos
linguísticos em processo de coesão textual.
HABILIDADES Relacionar produção literária e processo social, concepções artísticas,
procedimentos de construção e recepção de textos literários;
Identificar, pelo estudo do texto literário romântico, realista, naturalista,
parnasiano e simbolista, as formas instituídas de construção do
imaginário coletivo e o patrimônio representativo da cultura nos eixos
temporal e espacial; Compreender os processos de formação literária
e de formação nacional, sua recepção e constituição do patrimônio
nacional; Relacionar a dialética cosmopolita e a local em estudo de
textos literários; Compreender pontos de continuidade e ruptura entre
textos literários produzidos em diferentes momentos literários;
Distinguir pontos de intersecção da literatura brasileira e
lusoafrodescendente; Associar concepções artísticas e procedimentos
de construção do texto literário nos diferentes gêneros e nas diversas
formas; Interpretar textos a partir do conhecimento dos recursos
expressivos e estruturais do texto literário ao momento de sua
produção; Relacionar a literatura, outras artes e outros saberes; Ler e
interpretar textos de gêneros jornalísticos, literários, publicitários e
científicos, observando aspectos linguísticos, textuais, composicionais,
discursivos, pragmáticos e interacionais; Reconhecer a importância da
leitura e da performance para sua própria formação e para o
desenvolvimento da consciência crítica; Produzir textos claros, coesos
e coerentes, na modalidade oral e escrita, considerando o gênero
textual adequado para cada contexto; Compreender as noções básicas
acerca da propriedade textual da coesão e da sua relação com a
coerência; Desenvolver a competência textual e a autonomia
discursiva, assumindo-se autor, de forma consciente, nos textos que
produz; Reescrever textos com vistas ao desenvolvimento da autoria;
Desenvolver a capacidade de interagir socialmente por meio da
linguagem, posicionando-se criticamente; Compreender noções de
fonética e fonologia, morfologia, sintaxe e semântica da língua
portuguesa numa perspectiva reflexiva e funcional; Compreender o
uso das tecnologias de informação e comunicação em situações de
aprendizagem, de forma crítica e reflexiva; Reconhecer o hipertexto e
os gêneros digitais como espaço não linear de leitura e de produção
textual; Reconhecer a leitura do hipertexto como uma forma de
coautoria do que se lê.
OBJETOS DO 1. Romantismo - Poesia: as três gerações;
CONHECIMENTO 2. Literatura de cordel;
57

3. Predicação verbal;
4. Concordância nominal e verbal;
5. Gênero: seminário;
6. Normas da ABNT.
7. Romantismo - Prosa: romance urbano, regional, indianista;
8. Regência nominal e verbal;
9. As categorias narrativas;
10. Gênero: resenha crítica;
11. Fichamento e tipos de resumo: indicativo, informativo e crítico.
Realismo/Naturalismo;
12. Conto tradicional, moderno e microconto.
13. Colocação pronominal;
14. Intertextualidade e polifonia;
15. Gênero: editorial;
16. Relatório técnico.
17. Parnasianismo;
18. Simbolismo;
19. Fenômeno fonológico da crase;
20. Hipertexto e gêneros digitais;
21. Literatura afro-brasileira e indígena.
METODOLOGIA Considerando o processo de ensino e aprendizagem como dinâmico
e participativo, serão propostas: Atividades interativas; Aulas
expositivas dialogadas; Exercícios práticos; Fichamentos; Resumos;
Resenhas; Discussões; Trabalhos em grupo; Análise crítica de
textos; Seminários; Debates; Pesquisas; Produções textuais orais e
escritas; Sessões de vídeo e música.
AVALIAÇÃO A avaliação é entendida como processo que precisa ser
constantemente revisto. Para observar o desempenho do aluno em
relação à construção do conhecimento e ao desenvolvimento das
habilidades, serão utilizados instrumentos avaliativos variados:
Avalição escrita de forma objetiva ou discursiva; Apresentação de
seminário; Pesquisa orientada a partir de questões de pesquisa;
Produção de texto individual a partir de temática previamente definida;
Exposição de trabalhos a partir de pesquisa bibliográfica; Outros
instrumentos que se fizerem necessários.
BIBLIOGRAFIA BECHARA. E. Gramática escolar da língua portuguesa. Rio de Janeiro:
BÁSICA Nova Fronteira, 2014.

Ilari Rodolfo. Introdução á Semântica:brincando com a gramática. São


Paulo: Contexto. 2014.

Livro de português Programa Nacional do Livro Didático do Ensino


Médio (PNLEM) – título renovável a cada três anos.

Obras literárias diversas – do Classicismo à Pós-Modernidade


BIBLIOGRAFIA BECHARA. E. A nova ortografia. Rio de Janeiro: Nova Fronteira,
COMPLEMENTAR 2008.

ABAURRE, M.L. PONTARA, M.N. Literatura brasileira: tempos,


leitores e leitura: ensino médio integrado. São Paulo: Moderna, 2005.

ABREU, A. S. A arte de argumentar. 9. ed. Cotia: Ateliê Editorial,


2009.

EIXO TECNOLÓGICO: INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO


CURSO: TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM INFORMÁTICA
COMPONENTE CURRICULAR/ DISCIPLINA: BIOLOGIA
CARGA HORÁRIA: 60 h (80 h/aula) HORAS SEMANAIS: 02 h/a

Estudo, investigação e caracterização dos seres vivos - plantas,


vírus, bactérias, animais vertebrados e invertebrados, entre outros –
EMENTA
e seu comportamento nos reinos Monera, Protista, Fungi, Planta e
Animalia.
58

Compreender e utilizar a ciência como elemento de interpretação e


intervenção e a tecnologia com conhecimento sistemático de sentido
prática; Associar as características adaptativas dos organismos com
o seu modo de vida ou com seu modo de vida nos diferentes
OBJETIVOS ambientes, em especial os brasileiros; Compreender os ciclos de
vida dos diferentes organismos; Perceber que os desequilíbrios
ambientais, intensificados pela intervenção humana, tem reduzido
essa diversidade, o que está ameaçando a sobrevivência da própria
vida no planeta; Diferenciar as principais classes de seres vivos.
Apresentar suposições e hipóteses do assunto ou fenômenos
biológicos e estudo; Compreender a intrínseca relação entre os
conteúdos de ciências da natureza, proporcionando a visão holística
da vida; Saber da importância das plantas e algas como a base da
maioria das cadeias alimentares e também são responsáveis pela
liberação de gás oxigênio para o ambiente; Diferenciar plantas
angiospermas e gimnospermas; Conhecer algumas espécies de
plantas brasileiras; Identificar cortes dos vegetais usando
microscópio; Conhecer as partes das plantas bem como suas
funções; Saber da importância da fotossíntese como suporte à vida
na Terra; Interpretar cladogramas; Manusear microscópio na
identificação de algumas formas de vida; Associar a transmissão de
determinadas doenças aos seres microscópicos; Saber da
importância da vida microscópica para a manutenção da vida no
planeta Terra; Observar diversos fenômenos biológicos de seres
microscópicos na obtenção de energia; Caracterizar e classificar a
diversidade da vida, sua distribuição nos diferentes ambientes e
compreender os mecanismos que favoreceram a enorme
HABILIDADES
diversificação dos seres vivos; Escrever e reconhecer nomes
científicos; Reconhecer as categorias taxonômicas utilizadas na
classificação dos seres vivos; Criar sistemas de classificação com
base em características dos seres vivos; Utilizar chaves dicotômicas
de identificação de seres vivos; Identificar os critérios que orientaram
as diferentes teorias classificatórias, comparando-os entre si;
Caracterizar espécie; Reconhecer indivíduos que pertencem a uma
mesma espécie, a partir de critérios pré-determinados; Caracterizar
o que são híbridos e como são gerados; Identificar e comparar os
grandes grupos de seres vivos a partir de características distintivas;
Construir e interpretar árvores filogenéticas; Reconhecer relações de
parentesco evolutivo entre grupos de seres vivos; Diferenciar a
classificação lineana da classificação filogenética; Reconhecer
características gerais dos principais representantes dos reinos
Monera, Protista, Fungi, Planta e e Animalia; Comparar as classes
de animais; Identificar o ciclo de vida, nutrição, formas de locomoção,
estrutura corporal das classes de seres vivos.

1. Sistemática, classificação e biodiversidade;


2. Vírus, Moneras, Protistas e Fungos;
3. Os seres procarióticos: bactérias e arqueas;
4. Diversidade e reprodução das plantas;
5. Desenvolvimento e morfologia das plantas angiospermas;
OBJETOS DO 6. Diversidade e anatomia das plantas
CONHECIMENTO 7. Fisiologia das plantas angiospermas;
8. Características dos animais;
9. Poríferos e cnidários;
10. Platelmintos e nematelmintos;
11. Moluscos e anelídeos;
12. Artrópodes;
59

13. Equinodermos e protocordados;


14. Vertebrados.

Aulas expositivas;
Análise de vídeos e documentários;
Apresentação de seminários;
Atividades de pesquisa e trabalhos em grupo;
Aulas práticas em laboratórios;
Resolução de exercícios;
METODOLOGIA Estudos dirigidos;
Aula de campo;
Produção de exsicatas;
Confecção de caixa entomológica;
Produção de vídeos utilizando softwares e animações feitas por
computação gráfica.

Provas;
Trabalhos individuais ou em grupo;
Apresentação de seminários;
AVALIAÇÃO Produção de relatórios;
Acompanhamento individual por meio de observação direta da
participação e atuação dos estudantes em sala de aula e em
atendimentos em horário de reforço.
MARTHO, Gilberto Rodrigues; AMABIS, José Mariano. Biologia dos
Organismos- Classificação, estrutura e função nos seres vivos, 2
Ano. 2 Ed. São Paulo: Moderna. 632 p.

BIBLIOGRAFIA PAULINO, Wilson Roberto. Projeto Voaz - Biologia, Volume Único. 1


BÁSICA Ed. São Paulo: Ática, 512 p.

GEWANDSZNADJER, Fernando.; LINHARES, Sérgio de


Vascocellos. Projeto Múltiplo-Biologia, Vol. 2. São Paulo: Ática, 2014.
536 p.
GEWANDSZNADJER, Fernando.; LINHARES, Sérgio de
Vascocellos. Biologia Hoje, Vol.2. 15 Ed. São Paulo: Ática, 2008. 584
p.

MENDONÇA, Vivian L. Biologia Volume 2- Os seres vivos. 2 Ed. São


Paulo: AJS, 2013.
Disponível em:
BIBLIOGRAFIA http://www.editoraajs.com.br/pnld2015/biologia/#/livros
COMPLEMENTAR
GOWDAK, Demétrio; MATTOS, Neide Simões de; PEZZI, Antônio
Carlos. Biologia - Seres vivos, fisiologia e anatomia humana, Volume
2. São Paulo: FTD, 2013.

MARTHO, Gilberto Rodrigues; AMABIS, José Mariano.


Fundamentos da Biologia Moderna, Volume Único. 4 Ed. São Paulo:
Moderna. 856p.

EIXO TECNOLÓGICO: INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO


CURSO: TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM INFORMÁTICA
COMPONENTE CURRICULAR/ DISCIPLINA: FÍSICA
CARGA HORÁRIA: 60 h (80 h/aula) HORAS SEMANAIS: 02 h/a
60

Discussão de conceitos básicos e fundamentais da Termologia, de


óptica geométrica, de oscilações e de ondulatória. Estudo da
calorimetria e propagação de calor, máquinas térmicas e as leis da
EMENTA
termodinâmica, movimento harmônico simples e fenômenos
ondulatórios, tais como efeito doppler, difração, interferência, sons
musicais.
Compreender as leis básicas da termodinâmica dentro de uma
formulação histórica, conceitual e matemática atuais para interpretar
fenômenos, prever situações e encontrar soluções adequadas para
problemas aplicados aos sistemas mecânicos;
Identificar através de processos experimentais a interligação entre
os conceitos da Ciência Clássica e as grandes descobertas
OBJETIVOS
Científicas do século XX;
Reconhecer que a Ciência está em constante evolução e por isso
deve-se considera-la como parte de um processo orgânico;
Interpretar o conhecimento sendo construído em uma sociedade, no
seu tempo e espaço, e, portanto, inseri-lo em um contexto de
construção humana.
Utilizar e compreender tabelas, gráficos e relações matemáticas
gráficas para a expressão do saber físico.
Ser capaz de discriminar e traduzir as linguagens matemática e
discursiva entre si;
Elaborar sínteses ou esquemas estruturados dos temas físicos
trabalhados;
Desenvolver a capacidade de investigação física;
Classificar, organizar, sistematizar. Identificar regularidades.
Observar, estimar ordens de grandeza, compreender o conceito de
HABILIDADES medir, fazer hipóteses, testar;
Conhecer e utilizar conceitos físicos.
Relacionar grandezas, quantificar, identificar parâmetros relevantes;
Compreender e utilizar leis e teorias físicas;
Construir e investigar situações-problema, identificar a situação
física, utilizar modelos físicos, generalizar de uma a outra situação,
prever, avaliar, analisar previsões;
Reconhecer a Física enquanto construção humana, aspectos de sua
história e relações com o contexto cultural, social, político e
econômico.
1. Termologia:
1.1. Conceitos iniciais (Energia térmica, calor e temperatura);
2. Termometria:
2.1. Escalas termométricas
2.2. Dilatação térmica (linear, superficial, volumétrica e líquida);
3. Energia térmica em transito:
3.1. Formas de transmissão do calor;
3.2. Calorimetria;
3.3. Mudanças de fase;
OBJETOS DO
4. Estudo dos gases e Termodinâmica:
CONHECIMENTO 4.1. Variáveis termodinâmicas;
4.2. Transformações gasosas;
4.3. Primeira lei da termodinâmica;
4.4. Segunda lei da termodinâmica;
4.5. Máquinas térmicas;
4.6. Ciclo de Carnot,
5. Ondas:
5.1. Movimento harmônico simples (MHS);
5.2. Propagação de uma onda;
61

5.3. Fenômenos ondulatórios (reflexão, refração, difração e


interferência);
5.4. Ondas sonoras;
6. Óptica Geométrica:
6.1. Introdução à Óptica Geométrica;
6.2. Reflexão da luz. Espelhos planos;
6.3. Espelhos esféricos;
6.4. Reflexão luminosa;
6.5. Lentes esféricas delgadas;
6.6. Instrumentos ópticos;
Aulas expositivas dialogadas;
Atividades exploratório-investigativas;
Atividades em individuais ou em grupo;
Atividades de pesquisas;
METODOLOGIA
Elaboração e resolução de problemas;
Leituras;
Utilização de softwares e outros recursos tecnológicos.
Práticas laboratorial.
Provas;
Trabalhos individuais ou em grupo;
AVALIAÇÃO Acompanhamento individual por meio de observação direta da
participação e atuação dos estudantes em sala de aula e em
atendimentos em horário de reforço.
YAMAMOTO , K.,FUKE ,L.F; SHIGEKIYO, C.T. Os alicerces da
física: mecânica- v.2 2007, Saraiva

RAMALHO JUNIOR, Francisco; FERRARO, Nicolau Gilberto;


BIBLIOGRAFIA
SOARES, Paulo; Antonio de Toledo. Os fundamentos da física:
BÁSICA volume 2, mecânica,2007, Moderna

GUALTER, José; VILLAS BOAS, Newton; HELOU, Ricardo. FÍSICA.


Ensino Médio. Vol. 2. 1. Ed. São Paulo: Saraiva, 2010
GASPAR, Alberto. Compreendendo a física 2. 1ª. São Paulo: Ática,
2012.

GREF. Física 2: mecânica. 7. ed. São Paulo: EDUSP, 2002.

LUZ, Antônio Máximo Ribeiro da; ÁLVARES, Beatriz


Alvarenga. Física: contexto & aplicações: ensino médio. São Paulo:
BIBLIOGRAFIA Scipione, c2011. (Coleção Física contexto & aplicações).
COMPLEMENTAR
PENTEADO, Paulo Cesar Martins; TORRES, Carlos Magno
Azinaro. Física: ciência e tecnologia: volume 2. São Paulo: Ática,
2005.

GUIMARÃES, Osvaldo; PIQUEIRA, José Roberto; CARRON,


Wilson. Física 2. 1. Ed. São Paulo: Ática, 2013.

EIXO TECNOLÓGICO: INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO


CURSO: TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM INFORMÁTICA
COMPONENTE CURRICULAR/ DISCIPLINA: MATEMÁTICA
CARGA HORÁRIA: 120 h (160 h/aula) HORAS SEMANAIS: 04 h/a

EMENTA Estudo e determinação de matrizes, determinantes e sistemas lineares


por meio da análise e interpretação de informações numéricas
62

apresentadas em tabelas. Ampliação das noções de trigonometria e


caracterização de funções trigonométricas. Tratamento de dados e
análise de informações desenvolvendo estratégias de resumo de
dados numéricos. Estabelecer estratégias para o cálculo de áreas de
superfícies e determinação dos critérios de semelhança. Compreensão
da matemática financeira.
OBJETIVOS Compreender a importância da Matemática na resolução de problemas
do cotidiano, no processo de análise e interpretação das informações,
na modelagem de fenômenos sociais, químicos, físicos entre outros,
apresentados nas mais diversas áreas do conhecimento;
Conceituar objetos matemáticos aplicando-os na resolução de
problemas práticos ou contextualizados; Entender a Matemática como
uma ciência que tem um papel fundamental no surgimento e
desenvolvimento de ferramentas científico-tecnológicas; Aplicar
instrumentos adequados de medição a fenômenos naturais e sociais
do tipo aleatório e não determinístico; Compreender as mais diversas
formas de representação de um objeto matemático estabelecendo
conexões, relações e interações deste com a álgebra, a geometria e
aritmética, quando possível; Desenvolver a autonomia, o raciocínio
lógico-matemático, a capacidade de argumentação, a autoconfiança
por meio da prática de atividades individuais ou em grupo, de natureza
lúdica, oral, escrita, estimulando a comunicação de ideias matemáticas
e sua tradução e interpretação da linguagem natural para a linguagem
simbólica e vice-versa; Desenvolver competências e habilidades que
proporcionem ao aluno conhecimentos teóricos e práticos
indispensáveis ao exercício de sua profissão.
HABILIDADES Conceituar e classificar uma Matriz como um conjunto ordenado em
forma retangular ou em tabela; Identificar os tipos de matrizes; Efetuar
as operações com matrizes na resolução de problemas
contextualizados, a saber, soma e subtração, produto por um escalar
e produto de matrizes; Definir uma matriz simétrica e antissimétrica.
Determinar a transposta e a inversa de uma matriz quando possível;
Resolver um sistema linear através dos métodos da substituição de
variáveis, da regra de Cramer e do escalonamento; Resolver
problemas envolvendo sistemas lineares; Utilizar as medidas de
tendência central e as medidas de dispersão para resumir dados
numéricos; Aplicar conhecimentos básicos de Estatística para
construção de argumentos; Definir as razões Trigonométricas no
triângulo retângulo; Aplicar o teorema de Pitágoras e as relações
métricas no triângulo retângulo na resolução de situações problemas;
Conceituar as razões trigonométricas e aplicá-las na resolução de
problemas contextualizados; Ampliar a noção de razões
trigonométricas no triângulo retângulo ao ciclo trigonométrico, situando
o seu surgimento no processo de desenvolvimento da história da
matemática; Efetuar cálculos envolvendo arcos e ângulos; Demonstrar
Identidades usando as relações trigonométricas; Caracterizar e
estudar o comportamento das funções trigonométricas aplicando
estratégias para a determinação de: domínio, imagem, período, raízes,
paridade, intervalos de crescimento e decrescimento;
Definir e relacionar as unidades de medidas de ângulos ou de arcos de
circunferência; Aplicar as funções trigonométricas na representação e
interpretação de fenômenos químicos, físicos, biológicos, entre outros;
Compreender a geometria Euclidiana, sua importância para o
desenvolvimento da matemática, situando o seu surgimento na
história; Compreender os postulados de Euclides, os principais
axiomas e teoremas, relacionados ao ponto, reta, plano e ângulos;
Definir e classificar os polígonos e suas propriedades; Calcular a área
e o perímetro de um polígono regular e área e comprimento de uma
63

circunferência; Reconhecer uma sequência numérica, identificar sua


lei de formação e classificar como PA (progressão aritmética) ou como
PG (progressão geométrica); Interpretar e resolver problemas de PA
ou PG; Utilizar matemática financeira no exercício da cidadania e para
resolver problemas do cotidiano.
OBJETOS DO 1. Progressões;
CONHECIMENTO 2. Matrizes;
2.1. Determinantes;
3. Sistemas lineares;
4. Geometria plana: teorema de Talles, semelhança de triângulos e
áreas de superfícies.
5. Trigonometria no triângulo retângulo;
6. Trigonometria de triângulos quaisquer;
7. Trigonometria no ciclo;
8. Funções trigonométricas;
9. Estatística;
10. Matemática financeira.
METODOLOGIA Aulas expositivas dialogadas;
Atividades exploratório-investigativas;
Atividades em individuais ou em grupo;
Atividades de pesquisas;
Elaboração e resolução de problemas;
Leituras;
Utilização de softwares e outros recursos tecnológicos.
AVALIAÇÃO Provas;
Trabalhos individuais ou em grupo;
Acompanhamento individual por meio de observação direta da
participação e atuação dos estudantes em sala de aula e em
atendimentos em horário de reforço.
BIBLIOGRAFIA DANTE, Luiz Roberto. Matemática: Contexto e Aplicações-Ensino
BÁSICA Médio, 2º Ano. 5 Ed. São Paulo: Ática, 2011.

GIOVANNI, José Ruy; GIOVANNI JR, José Ruy; BONJORNO, José;


SANTOS, Paulo Roberto Câmara. Matemática Fundamental: Uma
Nova Abordagem, Parte 1, 2 e 3 – Coleção 360º. Volume Único. 2 Ed.
São Paulo: FTD, 2015.

IEZZI, Gelson; DOLCE, Osvaldo; DEGENSZAJN, David; PÉRIGO,


Roberto; ALMEIDA, Nilze de. Matemática Ciência e Aplicações:
Volumes 2. 8 Ed. São Paulo: Atual, 2014.
BIBLIOGRAFIA DOLCE, Olvaldo; POMPEO, José Nicolau. Fundamentos de
COMPLEMENTAR matemática Elementar, vol. 9 – Geometria Plana. 9 Ed. São Paulo:
Atual, 2013.

IEZZI, Gelson; DOLCE, Osvaldo; DEGENSZAJN, David; PÉRIGO,


Roberto. Matemática Volume Único. 6 Ed. São Paulo: Atual, 2015.

IEZZI, Gelson. Fundamentos de Matemática Elementar, vol. 3 –


Trigonometria. 9 Ed. São Paulo: Atual, 2013.

IEZZI, Gelson; HAZAN, Samuel. Fundamentos de Matemática


Elementar vol. 4 – Sequências, Matrizes, Determinantes e Sistemas. 8
Ed. São Paulo: Atual, 2013.

IEZZI, Gelson; HAZZAN, Samuel; DEGENSZAJN, David.


Fundamentos de Matemática Elementar, vol. 11 – Matemática
64

Comercia, Matemática Financeira, Estatística Descritiva. 9 Ed. São


Paulo: Atual, 2013.

SILVA, André Luiz Carvalhada. Matemática Financeira Aplicada. 3 Ed.


São Paulo: Atlas, 2013.

NOVAES, Diva Valério; COUTINHO, Cileda de Queiroz e Silva.


Estatística para a Educação Profissional. 2 Ed. São Paulo: Atlas, 2013.

SMOLLE, Kátia Stocco. Matemática Ensino Médio: Volume 2. 9 Ed.


São Paulo: Saraiva, 2013.

EIXO TECNOLÓGICO: INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO


CURSO: TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM INFORMÁTICA
COMPONENTE CURRICULAR/ DISCIPLINA: QUÍMICA
CARGA HORÁRIA: 60 h (80 h/aula) HORAS SEMANAIS: 02 h/a

EMENTA Teorias ácido-base; Gases; Estequiometria; Soluções; Propriedades


coligativas; Termoquímica; Cinética Química.
OBJETIVOS Compreender as teorias ácido-base; Fundamentar as Leis Ponderais
nos cálculos químicos e estequiométricos; Conhecer as características
e propriedades dos gases; Aplicar os conceitos da química para o
preparo de soluções; Analisar a transferência de calor associada a
uma reação química e às mudanças de estado físico.

HABILIDADES Saber diferenciar as teorias ácido-base; Aplicar as leis das reações


químicas nos cálculos de massa atômica, massa molecular, mol,
volume, número de mols, de átomos e de moléculas e nos cálculos
estequiométricos; Aplicar as leis dos gases em transformações
químicas e compreender as propriedades dos gases e suas
aplicações; Interpretar gráficos de solubilidade; Compreender a
influencia das propriedades químicas no preparo de soluções, diluição,
misturas de soluções; Diferenciar as reações endotérmicas das
exotérmicas e determinar o calor envolvido nas reações; Caracterizar
e as propriedades coligativas.

OBJETOS DO 1. Teorias ácido-base: Teorias de Arrhenius, de Brönsted-Lowry e de


CONHECIMENTO Lewis.
2. Cálculos químicos: Conceitos básicos, fórmulas químicas.
3. Estudo dos gases: Teoria Cinética dos gases, leis dos gases,
equação geral e de estado de um gás, densidades, lei de Graham,
misturas gasosas.
4. Cálculos estequiométricos.
5. Dispersões: diâmetro de partículas dispersas, caracterização e
diferenciação, classificação das soluções, solubilidade, unidades
de concentração, diluições e misturas de soluções.
6. Termoquímica: sistemas endotérmicos e exotérmicos, entalpia, lei
de Hess.
7. Propriedades coligativas: pressão de vapor, do ponto de ebulição,
ponto de congelamento, determinação de massas moleculares ou
micelares, diagramas de fases.

METODOLOGIA Aulas expositivas, dialogadas e experimentais.


Utilização de ferramentas como vídeos, textos, músicas, etc, a fim de
aproximar e desmitificar a Química como ciência.

AVALIAÇÃO Avaliação qualitativa;


Listas de exercício;
Estudo dirigido;
65

Avaliação escrita;
Atividades em grupo como: projetos, experimentos e seminários.

BIBLIOGRAFIA BROWN, Theodore L.; LEMAY, Harold Eugene; BURSTEN, Bruce


BÁSICA Edward. Química: a ciência central. 9. ed. São Paulo: Prentice Hall,
2005. 972 p.

RUSSELL, John B. Química geral, volume 2. 2 ed. São Paulo:


Pearson Makron Books, 1994, 621 p.

USBERCO, João. SALVADOR, Edgard. Química Essencial. Volume


único. São Paulo: Saraiva, 2007.

ROSENBERG, Jerome Laib. Química Geral. Porto Alegre: Boockman,


2003.

SARDELLA A.; Mateus E. Química fundamental: segundo grau.


Volume 2. São Paulo: Ática, 1985.

BIBLIOGRAFIA BAIRD, Colin; CANN, Michael. Química ambiental. 4. ed. Porto Alegre:
COMPLEMENTAR Bookman, 2011. 844 p.

SPIRO, Thomas G.; STIGLIANI, William M. Química ambiental. 2. ed.


-. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2009.

KOTZ, John C. [et al.]. Química geral e reações químicas, volumes 2.


9. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2016. 922p.

MAHAN B.M.;Myers R.J. Química:um curso universitário. São Paulo:


E.Blucher, 1995.

CREPALDI Filho J.;Taranto J.C. Química:2º grau ,vol.2. Belo


Horizonte: Lê, 1981.

ATKINS, Peter. Princípios de química:questionando a vida moderna e


o meio ambiente. 5 ed. Porto Alegre: Boockman, 2012.
BALL, David W. Físico-química. Vol.1. São Paulo, Cengage Learning,
2014.

EIXO TECNOLÓGICO: INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO


CURSO: TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM INFORMÁTICA
COMPONENTE CURRICULAR/ DISCIPLINA: GEOGRAFIA
CARGA HORÁRIA: 60 h (80 h/aula) HORAS SEMANAIS: 02 h/a

EMENTA Nova ordem mundial: O mundo pós Guerra Fria. A Comunidade


Europeia. A “Fronteira Norte/Sul”. Economias emergentes e os Brics.
Oriente Médio. Os fluxos da economia global; Os blocos econômicos;
Dinâmica social da economia; Cultura e espaço geográfico; Demografia
e movimentos migratórios; Formação e transformações do espaço
Brasileiro; Urbanização no Brasil e no mundo; Regionalização do
espaço brasileiro; Problemas ambientais e sociais nos espaços urbanos
e rurais; Organização agrícola do Brasil e do mundo; Ecossistemas, os
impactos ambientais causados pela ação antrópica e a busca por
alternativas; Ambientalismo; Movimentos sociais e cidadania;
OBJETIVOS Compreender os aspectos gerais da formação do mundo
contemporâneo; Analisar a dinâmica da população e sua produção
66

cultural, observando as disputas e os conflitos; entender as diferenças


e relações existentes entre espaços urbanos e rurais, suas dinâmicas
populacionais e os processos de urbanização; analisar as diferentes
formas de regionalização do espaço; compreender de forma crítica os
impactos sociais e ambientais causados pelos processos de produção
e reprodução do espaço pela ação humana.
HABILIDADES Utilizar os diversos conceitos associados à análise da natureza próprios
da Geografia para investigar e observar as transformações das
paisagens no tempo; Discutir as condições ambientais associadas a
elementos de ordem econômica e social visando à interpretação de
dados e informações e a construção de hipóteses; Identificar as relações
de contradição e complementariedade entre natureza e sociedade;
Manejar e aplicar adequadamente a linguagem cartográfica em sua
interpretação do espaço; Utilizar diferentes escalas de tempo e espaço
para compreender as formas pelas quais as sociedades aprenderam e
se apropriaram dos espaços; Verificar a inter-relação dos processos
sociais e naturais na produção e organização do espaço geográfico em
suas diversas escalas; Analisar diferentes processos de produção e
circulação de riquezas e suas implicações sócio espaciais; Interpretar
dados e informações, percebendo a construção de hipóteses e
conceitos, aplicando os conhecimentos geográficos para compreender
a realidade e tomar decisões; Entender o cenário mundial em relação
às divergências entre nações, que perpassam o século XX e tendem a
se estender pelo século XXI; Reconhecer as várias formas de
organização de espaço geográfico político e econômico com base na
evolução das sociedades.

OBJETOS DO 1. O esfacelamento da bipolaridade e multipolarização


CONHECIMENTO contemporânea;
2. As potências emergentes e a formação dos BRICS;
3. Regionalização x Globalização: Blocos econômicos.
4. Evolução das Teorias demográficas;
5. População no Brasil e no mundo, dinâmica populacional e
movimentos migratórios;
6. Novos fluxos migratórios e a xenofobia;
7. Cultura e a produção do espaço;
8. Conflitos e tensões no mundo atual;
9. Origem e evolução do espaço brasileiro;
10. Regionalização do espaço brasileiro;
11. Geografia Ambiental;
12. Espaços rurais e urbanos: o processo de urbanização no Brasil e no
mundo.
13. A questão agrária;
14. Sustentabilidade: Impactos ambientais e a busca pelo
desenvolvimento e adoção de tecnologias, comportamentos,
políticas e ações sustentáveis nas relações entre a humanidade e o
meio ambiente.

METODOLOGIA Os conteúdos serão trabalhados numa perspectiva de compreensão do


espaço geográfico como uma construção histórico-social. Objetiva-se
explicitar os processos físicos e sociais que atuam sobre o território, este
entendido como espaço organizado, produzido e apropriado pelas
sociedades humanas em suas relações com a natureza. Através de
interlocução com outras áreas do conhecimento, por meio de projetos
integradores, de pesquisa e extensão, buscar-se-á desenvolver os
conteúdos de forma que se permita um entendimento dos conflitos
sociais, intolerância, xenofobia, exclusão, ética e direitos humanos,
possibilitando aos estudantes um posicionamento crítico baseado no
respeito à diversidade cultural e étnica. A prática docente norteará o
aprendizado dos alunos para que os mesmos tenham uma
compreensão crítica da realidade e dos conteúdos abordados. Estas
abordagens metodológicas são meios para a construção do
conhecimento, consistindo num conjunto de atividades que oferecerão
oportunidades para a ampliação da capacidade do aluno de se
reconhecer como sujeito atuante e transformador do espaço/lugar em
que vive. Para isso, serão adotadas as seguintes estratégias:
67

- Análises de mapas, gráficos e tabelas;


- Exibição de vídeos, filmes, músicas e documentários que abordem os
conteúdos e provoquem a reflexão acerca dos mesmos;
- Leituras e interpretação de textos;
- Produção de textos, vídeos, mapas e gráficos;
- Comparação, explicação e problematização de conteúdos,
relacionando-os com a realidade vivenciada pelos estudantes no seu
dia-a-dia;
- Projetos de pesquisa e extensão e atividades inter/transdisciplinares;
- Aplicação dos conceitos e métodos da Geografia na análise da
realidade local;
- Debates.
- Aulas de campo.
AVALIAÇÃO A avaliação se dará através de diferentes formas, pelas quais os
estudantes expressarão os conhecimentos construídos durante o curso,
permitindo uma reflexão acerca do processo educativo que possibilite a
identificação das dificuldades enfrentadas pelo(a)s estudantes e pelo(a)
professo(a), servindo como diagnóstico que viabilize e oriente novas
abordagens voltadas aos objetivos traçados. Para isso, o processo de
avaliação deverá ser contínuo e contemplará as diferentes inteligências
e linguagens, através de instrumentos avaliativos diversos:
- Trabalhos em grupos e individuais;
- Seminários;
- Debates;
- Produções textuais;
- Dramatizações;
- Produção de vídeos, sites e blogs;
- Avaliações escritas objetivas e subjetivas;
- Atividades de campo.
BIBLIOGRAFIA SENE, E; MOREIRA, J. C. Geografia geral e do Brasil: espaço
BÁSICA geográfico e globalização. 2. ed., reform. São Paulo: Scipione, v 1,
2014.

______. Geografia geral e do Brasil: espaço geográfico e


globalização. 2. ed., reform. São Paulo: Scipione, v 2, 2014.

______. Geografia geral e do Brasil: espaço geográfico e


globalização. 2. ed. reform. São Paulo: Scipione, v 3, 2014.
BIBLIOGRAFIA COSTA, W. M. Geografia Política e Geopolítica: discursos sobre o
COMPLEMENTAR território e o poder. São Paulo: Hucitec/ Edusp, 1997.

ROSS, Jurandyr Luciano Sanches. Geomorfologia, Ambiente e


Planejamento. 9. ed. São Paulo: Contexto, 2014.

STIGLITZ, Joseph E. Trad. Bazan Tecnologia e Linguística. A


Globalização e seus malefícios. São Paulo: Futura, 2002.

SANTOS, M.; SILVEIRA, M.L. Brasil: território e sociedade no início do


século XXI. Rio de Janeiro: Record: 2001.

WICANDER, Reed, MONROE, James S., PETERS, E. Kirsten. Trad.


Harue Ohara Avritcher. Fundamentos de Geologia. São Paulo:
Cengage Learning, 2014.

EIXO TECNOLÓGICO: INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO


CURSO: TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM INFORMÁTICA
COMPONENTE CURRICULAR/ DISCIPLINA: HISTÓRIA
CARGA HORÁRIA: 60 h (80 h/aula) HORAS SEMANAIS: 02 h/a

EMENTA Estudo da ação humana ao longo do tempo e de suas transformações


sociais, políticas, econômicas e culturais com intuito de compreender
melhor a sociedade e buscar soluções para os problemas
contemporâneos. Estabelecimento de relações entre trabalho e
68

produção, tecnologia e ciência, numa abordagem histórica da


articulação desses elementos no interior de cada formação social e de
cada contexto histórico analisado. Desenvolvimento e aprofundamento
da capacidade de reflexão do aluno através da percepção dos
processos de transformações econômicas, sociais e culturais por que
passaram as sociedades ao longo do tempo. Estabelecimento das
relações entre a dinâmica de desenvolvimento sociocultural da
sociedade brasileira, com a história da África e dos povos indígenas na
América.
OBJETIVOS Desenvolver a capacidade de questionar processos históricos,
identificando regularidades, apresentando interpretações;
Formular questões a partir de situações reais e compreender aquelas
já enunciadas;
Desenvolver modelos explicativos para sistemas tecnológicos e
naturais; Procurar e sistematizar informações relevantes para a
compreensão da situação-problema; Formular hipóteses e prever
resultados; Articular o conhecimento científico e tecnológico numa
perspectiva interdisciplinar.
HABILIDADES Criticar, analisar e interpretar fontes documentais de natureza diversa,
reconhecendo o papel das diferentes linguagens, dos diferentes
agentes sociais e dos diferentes contextos envolvidos em sua
produção; Produzir textos analíticos e interpretativos sobre os
processos históricos, a partir das categorias e procedimentos próprios
do discurso historiográfico; Relativizar as diversas concepções de
tempo e as diversas formas de periodização do tempo cronológico,
reconhecendo-as como construções culturais e históricas; Estabelecer
relações entre continuidade/permanência e ruptura/transformação nos
processos históricos; Construir a identidade pessoal e social na
dimensão histórica, a partir do reconhecimento do papel do indivíduo
nos processos históricos simultaneamente como sujeito e como
produto dos mesmos; Atuar sobre os processos de construção da
memória social, partindo da crítica dos diversos lugares de memória
socialmente instituídos; Situar as diversas produções da cultura – as
linguagens, as artes, a filosofia, a religião, as ciências, as tecnologias e
outras manifestações sociais – nos contextos históricos de sua
constituição e significação; Situar os momentos históricos nos diversos
ritmos da duração e nas relações de sucessão e/ou de simultaneidade;
Comparar problemáticas atuais e de outros momentos históricos;
Posicionar-se diante de fatos presentes a partir da interpretação de
suas relações com o passado.

OBJETOS DO - Introdução ao estudo da História: Para que serve a História?


CONHECIMENTO - Da origem do ser humano à formação dos primeiros Estados;
- A identidade do homem americano: a origem do homem americano e
migrações humanas para América;
- Mesopotâmina, Egito e Reino do Cuxe;
- Hebreus, fenícius e persas;
- Grécia: berço da civilização ocidental e,
- O esplendor de Roma.

- Alta Idade Média;


- Nascimento e Expansão do Islã;
- Civilização Bizantina;
- Baixa Idade Média;
- A consolidação das monarquias na Europa Moderna;
- O Renascimento cultural e científico;
- O Mercantilismo e a Expansão Ultramarina;
- A Reforma e a Contra-Reforma,
69

- França e Inglaterra como modelos e o pioneirismo português;


- A importância de Portugal e Espanha na organização do Sistema
Colonial: Novo Mundo e colonização na América;
- As culturas indígenas americanas: Os primeiros habitantes da
América;
- A colonização da América espanhola e inglesa: Semelhanças e
diferenças no trato colonial na América;
- A conquista do Brasil e a invenção do Antigo Sistema Colonial;
- Governo, economia e trabalho na colônia;
- Economia mundial e o comercio Atlântico;
- A escravidão africana: A formação da sociedade patrimonial-senhorial
e escravista;
- A África Pré-colonial:
- A importância social do engenho;

-A religiosidade popular e cultura na colônia.


- A luta pelos direitos e pela participação política;
- O Século das luzes – Iluminismo;
- Liberalismo Econômico;
- Revoluções: Industrial, as Revoluções Burguesas e os processos de
Independência;
- De colônia a sede do Império Português;
- Primeiro Reinado e as Regências e,
- Rebeliões Provinciais.
METODOLOGIA Concepção colaborativa de aprendizagem, contando com aulas
expositivas participativas, com utilização de recursos variados que vão
das novas tecnologias que se colocam a serviço do aprendizado, as
tradicionais atividades e estudos realizados no ambiente da sala de
aula promovendo a acessibilidade pedagógica.
Acompanhamento individualizado e mediação tecnológica,
Garantindo um cenário favorável ao desenvolvimento da autonomia de
aprendizagem e formação da atitude investigativa constante.
Para isto se buscara criar condições propicias como:
- Desenvolvimento de um clima de aceitação e respeito mútuo, em que
o erro seja encarado como desafio para o aprimoramento do
conhecimento e construção de personalidade e que todos se sintam
seguros e confiantes para pedir ajuda;
- Organização de aulas que estimulem a ação individualizada do aluno
para que possa desenvolver sua potencialidade criadora, mas que,
também, esteja aberto a compartilhar com as outras suas experiências
vividas na escola e fora dela;
- Oferta de oportunidades, por meio das tarefas organizadas para a
aula, em que vários possam ser os pontos de vista, permitindo ao aluno
um posicionamento autônomo, fortalecendo, assim, sua autoestima,
atribuindo alguns significados ao produto do seu trabalho intelectual e,
- Serão oportunizados aos discentes leituras históricas que os
coloquem em situações de percepção de que são sujeitos e sujeitados
dessa mesma história, que compreendam a sua relação dialética com
mundo e o tempo, tendo como horizonte a totalidade, um espectro que
ronda as ciências humanas.
AVALIAÇÃO As avaliações serão atividades individuais e coletivas desenvolvidas
em salas de aula ou em outros ambientes de aprendizagem.
Terão por critérios a participação, a assiduidade e pontualidade,
domínio cognitivo cumprimento e qualidade das tarefas,
responsabilidade, capacidade de produzir em equipe, autonomia
intelectual e comportamento do aluno diante do conhecimento e saber.
Poderá se realizar: Provas; Seminários; Pesquisas individuais e em
grupo; Organização de eventos; Construção de painéis; Participação
nas atividades práticas propostas; Produção audiovisual, textual e etc.
70

BIBLIOGRAFIA VAINFAS, R.; FARIA, S. C.; FERREIRA, J.; SANTOS, FAUSTO, B.


BÁSICA História do Brasil. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo,
2012.

AQUINO, Rubim Santos Leão de. (et all). História das Sociedades:
Das sociedades Modernas. – Rio de Janeiro: Imperial Novo Milênio,
2010. Volume Único

ARRUDA, José Jobson de A; Piletti, Nelson. Toda a História: História


Geral e História do Brasil. 13ª ed. – São Paulo: Ática: 2011. Volume
Único.
BIBLIOGRAFIA AQUINO e outros. História das Sociedades.Vol.2. Ao Livro Técnico AS.
COMPLEMENTAR São Paulo, 1989.

FUNARI, P. P. Grécia e Roma. 5. ed. São Paulo: Contexto, 2013.

ARIÈS, P. (org.) História da vida privada. Vols.1 a 5. São Paulo:


Companhia das Letras, 1991. ARRUDA, J. J. de A; PILETTI, N. Toda a
História. História Geral e do Brasil. São Paulo: Ática, 2007

CARMO, Paulo Sérgio. História e ética do trabalho no Brasil. Ed.


Moderna. São Paulo, 1998.

BRASIL, Ministério de Educação e Cultura. Conselho Nacional de


Educação. Diretrizes curriculares nacionais para a educação das
relações étnico-raciais para o ensino de história e cultura Afro –
Brasileira e Africana. Conselho Pleno 03/2004, aprovado em 10/3/2004,
Proc. 23001000215/2002-96, 2004.

BRASIL. Câmara dos Deputados. LEI 9.394/1996, “Diretrizes e Bases


da Educação Nacional”, Disponível em: Acesso em: Outubro, 2008.

BRASIL. Câmara dos Deputados. LEI Nº 10.639, de 9 de Janeiro de


2003. Disponível em: < http: //www.planalto.gov.br> Acesso em:
Outubro, 2008.

BRASIL. Câmara dos Deputados. Parecer nº 03, CNE/CP de 10/03/04.


Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das
Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-
Brasileira e Africana, Disponível em: Acesso em: Outubro, 2008.

EIXO TECNOLÓGICO: INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO


CURSO: TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM INFORMÁTICA
COMPONENTE CURRICULAR/ DISCIPLINA: SOCIOLOGIA
CARGA HORÁRIA: 30 h (40 h/aula) HORAS SEMANAIS: 01 h/a

A estrutura social e as desigualdades. Transformações no mundo do


trabalho. Desigualdades raciais. Desigualdades de gênero. Conceitos
fundamentais em cultura. Etnocentrismo e Diversidade cultural. Cultura
EMENTA e Ideologia. Indústria cultural. Identidade Cultural na pós-modernidade.
Cultura e Sociedade. Identidade Cultural – um olhar sobre a Bahia.
Questão indígena. Sociologia da religião.

Compreender as desigualdades existentes nas estruturas sociais;


OBJETIVOS Analisar as desigualdades sociais através da História da humanidade;
Desnaturalizar as desigualdades raciais presentes em nossa
71

sociedade;
Compreender a diferença entre gênero e sexualidade;
Compreender as relações de poder entre o masculino e feminino;
Entender o papel das instituições sociais como processo de
socialização dos indivíduos;
Compreender e valorizar as manifestações culturais de etnias e
segmentos sociais diversos;
Diferenciar os termos etnocentrismo e diversidade cultural;
Estudar o processo histórico e formação cultural da Bahia;

Capacidade de compreender as diferentes desigualdades sociais;


Desenvolvimento da capacidade de problematização, argumentação e
reflexão;
HABILIDADES Possibilidade de ampliar a compreensão do conhecimento sociológico;
Capacidade de ampliar a escrita, expressão oral e compreensão dos
textos.

Escravidão no século XXI


Desigualdades sociais na história da humanidade
Organização dos homens em sociedade através da história
Trabalho e desigualdades
Estratificação e Mobilidade Social
Racismo
Etnicidade
História da África
Mito da Democracia Racial
Desigualdade de renda (sexo e cor)
Políticas de ações afirmativas
Gênero e Sexualidade
Violência Simbólica
Sexismo, misoginia, homofobia
Violência contra à mulher
A condição da mulher no mundo moderno
OBJETOS DO
A emergente discussão da dominação masculina
CONHECIMENTO Conceitos de cultura
Você tem cultura?
Cultura de massa
Cultura popular
Cultura erudita
Etnocentrismo
Diversidade cultural
Globalização e Identidade Cultural
Processo histórico do/da negro/negra na sociedade brasileira
Teoria da Democracia Racial
Estereótipos e Ações Discriminatórias
Questão indígena no Brasil
História da Bahia, processo identitário e cultural
A religião e os clássicos (Durkheim, Weber e Marx)
As religiões no Brasil

Aulas expositivas dialogadas;


Pesquisas;
Filmes, documentários, músicas, poesias;
METODOLOGIA Leitura orientada;
Estudo dirigido
Recursos: Datashow, pincel

O método avaliativo é processual, com critério qualitativo e quantitativo,


utilizando vários procedimentos:
Seminários;
AVALIAÇÃO Avaliação escrita;
Participação oral;
Produção textual;
Trabalho individual e em grupo.
72

BENTO, Maria Aparecida Silva. Cidadania em preto e branco:


Discutindo as relações raciais. São Paulo: Ática, 2003.

HALL, Stuart. A identidade cultural na pós – modernidade. Rio de


BIBLIOGRAFIA
Janeiro: DP&A, 1999.
BÁSICA
LARAIA, Roque de Barros. Cultura: um conceito antropológico. 14.ed.
Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2001.

OLIVEIRA, L. F. Sociologia para Jovens do Século XXI. Rio de Janeiro:


Novo milênio, 2013.
ARANTES, Antônio Augusto. O que é cultura popular? 1ª Ed. São
Paulo. Brasiliense. 1985.

BANDEIRA, Maria de Lurdes. Terras negras: invisibilidade


expropriadora. Terras e territórios de negros no Brasil. Santa Catarina:
UFSC, n 2, ano I, 1990.

BAUMAN, Zygmunt. Globalização: as consequências humanas. Rio


de Janeiro: Jorge Zahr, 1999.

BRANDÃO, Antônio Carlos. Movimentos culturais de juventude. 2ª Ed.


São Paulo, Moderna, 2004.

CALDAS, Waldenyr. Temas de cultura de massa: música, futebol,


consumo,. São Paulo: Arte & Ciência – Villipress, 2001.

COSTA, Cristina. Sociologia: introdução à ciência da sociedade. São


Paulo: Moderna, 1997.
BIBLIOGRAFIA
DAMATTA, Roberto. Relativizando: uma introdução à antropologia
COMPLEMENTAR social. 6. ed. Rio de Janeiro: Rocco, 2000.

GIDDENS, A. Sociologia. Porto Alegre: Artmed, 2005.

GOMES, Nilma Lino. Relações étnico-raciais, educação e


descolonização nos currículos. Currículo sem Fronteiras: 2012.

GRUPIONI, Luís Donisete Benzi (Org.). Os índios no Brasil. Brasília:


Ministério da Educação e do Deporto, 1994.

MOORE, Carlos. Racismo e sociedade: novas bases epistemológicas


para entender o racismo. Belo Horizonte, Mazza, 2007.

MUNANGA, Kabengele. Rediscutindo a mestiçagem no


Brasil: Identidade nacional versus identidade negra. Petrópolis, RJ:
Vozes, 1999.

SANTOS, Boaventura de Sousa. Do pós-moderno ao pós-colonial. E


para além de um e de outro. In: Conferência de abertura VIII
Congresso Luso-Afro-Brasileiro de Ciência Sociais. Coimbra, 2004.

EIXO TECNOLÓGICO: INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO


CURSO: TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM INFORMÁTICA
COMPONENTE CURRICULAR/ DISCIPLINA: FILOSOFIA
CARGA HORÁRIA: 30 h (40 h/aula) HORAS SEMANAIS: 01 h/a
Teoria do conhecimento, ciência, linguagem, estética e antropologia
filosófica. Teoria do Conhecimento e do juízo em Tomás de Aquino
Provas da existência de Deus, argumentos ontológicos, cosmológicos
EMENTA teleológico. Tempo e eternidade, conhecimento humano e
conhecimento divino. Vontade divina e liberdade humana
Teoria do conhecimento nos modernos, verdade e evidência, idéias,
causalidade, indução, método. Teorias do sujeito na filosofia moderna.
73

Razão e entendimento, razão e sensibilidade, intuição e conceito.


Idealismo alemão, filosofias da história.
Contextualizar conhecimentos filosóficos;
Proporcionar a construção do pensamento filosófico a partir de análise
de textos;
OBJETIVOS Contextualizar teoria e prática de acordo com a reflexão filosófica;
Aprofundar o conhecimento referente à filosofia antiga, moderna,
medieval e contemporânea
Compreender conceitos como: estética, antropologia filosófica, tempo
e eternidade.
Capacidade de compreender textos filosóficos de modo significativo;
Desenvolvimento da capacidade de problematização, argumentação e
HABILIDADES reflexão;
Possibilidade de ampliar a compreensão do conhecimento filosófico;
Capacidade de ampliar a escrita, expressão oral e compreensão dos
textos.
A Ética da Felicidade
Epicuro e o prazer moderado
Ataraxia
A Ética e a Liberdade
A liberdade em Sartre
A Política de Aristóteles
O príncipe de Maquiavel
OBJETOS DO Leviatã de Hobbes
Do contrato social de Rousseau
CONHECIMENTO Poder na perspectiva de Michel Foucault
Poder de Soberania
Poder Disciplinar
Biopoder
Hannah Arendt
Origens do Totalitarismo
Ciência
Conhecimento
Bioética
Aulas expositivas dialogadas;
Pesquisas;
METODOLOGIA Filmes, documentários, músicas, poesias;
Leitura orientada;
Estudo dirigido
Recursos: Datashow, pincel
O método avaliativo é processual, com critério qualitativo e quantitativo,
utilizando vários procedimentos:
Seminários;
AVALIAÇÃO Avaliação escrita;
Participação oral;
Produção textual;
Trabalho individual e em grupo.
ARANHA, M. L. A. de; MARTINS, M. H. P. Filosofando: introdução à
filosofia- 4ª ed. rev-. São Paulo: Moderna, 2009.

BIBLIOGRAFIA CHAUI, M. Convite à filosofia. 2ª ed. São Paulo: Ática, 2013.

BÁSICA GALLO, Silvio. Filosofia: experiência do pensamento: volume único / 1ª


Ed. São Paulo: Scipione, 2014.

NICOLA, Ubaldo. Antologia ilustrada de filosofia: das origens à idade


moderna. São Paulo: Globo, 2005.

ARENDT, H. A condição Humana. Rio de Janeiro: Forense, 1995.

BIBLIOGRAFIA ______. As origens do totalitarismo: anti-semitismo, instrumento de


poder. Rio de Janeiro: Ed. Documentário, 1975.
COMPLEMENTAR
ARISTÓTELES. Ética a Nicômaco. Trad. VALLANDRO. L.
BORNHEIM, G.; versão inglesa Ross ,W. D. In: Os Pensadores. São
Paulo: Nova Cultural, v 4, 1973.
74

ARISTÓTELES. Poética. Tradução, comentários e índices analítico e


onomástico de Eudoro de Souza. São Paulo: Abril Cultural, 1973.

BOBBIO, N. A era dos direitos. Tradução COUTINHO, C. N. Rio de


Janeiro: Campus, 1992.

CHALMERS, A. F. O que é ciência, afinal? São Paulo: Brasiliense,


1993.

CLOTET, J. Bioética: uma aproximação. Porto Alegre: EDIPUCRS,


2003.

DUSO, G. O poder: história da filosofia política moderna. Petrópolis:


Vozes, 2005.

EPICURO. Carta sobre a felicidade. São Paulo: Editora Unesp, 2002.

FEYRABEND, P. Contra o método. Rio de Janeiro: Francisco Alves,


1977.

FOUCAULT, Michel. Microfísica do Poder. 11ª ed., Rio de Janeiro:


Graal, 1997.

HOBBES, T. De cive: Elementos filosóficos a respeito do cidadão.


Petrópolis: Vozes, 1993.

KUHN, T. A estrutura das revoluções científicas. São Paulo:


Perspectiva, 1998.

LEFORT, C. Pensando o político: ensaios sobre democracia,


revolução e liberdade. Tradução: SOUZA. E. M. Souza. Rio de
Janeiro: Paz e Terra, 1991.

MARCUSE, H. Eros e civilização. 8. ed. Rio de Janeiro: LTC, s.d.

MONDIN, B. O homem, quem é ele: elementos de antropologia


filosófica. São Paulo: Paulus, 2003.

POPPER, K. A lógica da pesquisa científica. São Paulo: Cultrix, 2001.

EIXO TECNOLÓGICO: INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO


CURSO: TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM INFORMÁTICA
COMPONENTE CURRICULAR/ DISCIPLINA: LINGUAGEM DE
PROGRAMAÇÃO I
CARGA HORÁRIA: 60h (80 h/aula) HORAS SEMANAIS: 02 h/a

EMENTA Métodos pré-definidos da Linguagem Java. Criação de métodos em


Java. Utilização de arrays. Introdução a Programação Orientada a
Objetos. Controle de Exceções. Componentes da Interface Gráfica
com o Usuário (GUI).
OBJETIVOS Entender o paradigma da Programação Orientada a Objetos;
Visualizar a robustez da Linguagem de Programação Java frente a
outras linguagens;
Conhecer os componentes da Interface Gráfica com o Usuário.
HABILIDADES Desenvolver programas na Linguagem Java utilizando conceitos de
Orientação a Objetos;
Realizar a depuração dos programas desenvolvidos;
Compilar e executar programas escritos na Linguagem Java;
Gerar e tratar exceções ocorridas em tempo de execução;
75

Desenvolver programas Java com Interface Gráfica com o Usuário


(GUI).
OBJETOS DO 1. Criação de Métodos em Java:
1.1. Definição de métodos personalizados em Java com retorno e
CONHECIMENTO
sem retorno.
2. Estruturas de Dados:
2.1. Listas, pilhas e Filas.
3. Programação Orientada a Objetos:
3.1. Introdução;
3.2. Objetos: Estado, Comportamento, Instância, Métodos e
Mensagens;
3.3. Classes: Atributos, Instâncias;
3.4. Abstração;
3.5. Encapsulamento.
4. Componentes da Interface Gráfica com o Usuário (GUI):
4.1. Visão Geral do Swing;
4.2. Tratamento de eventos de mouse;
4.3. Tratamento de eventos de teclado.
4.4. Biblioteca de interface gráfica.
METODOLOGIA Aulas teóricas expositivas;
Aulas práticas em laboratórios;
Atividades em grupos;
Seminários;
Situação problema;
Visitas técnicas;
Implementação de um projeto final.
AVALIAÇÃO O processo de avaliação será amplo, contínuo, gradual, cumulativo e
cooperativo, envolvendo todos os aspectos qualitativos e quantitativos
da formação do aluno. Através de:
Observação direta da participação e do interesse do aluno;
Observação da capacidade do aluno trabalhar em grupo;
Provas teóricas;
Execução dos seminários;
Projeto final.
BIBLIOGRAFIA DEITEL, H. M. ; DEITEL, P. J. Java como programar. . São Paulo:
Pearson, 2010.
BÁSICA
SANTOS Rafael. Introdução à programação orientada a objetos
usando Java 2.e.d. Rio de Janeiro: Elseiver, 2013.

PRESSMAN Roger S. Engenharia de Software:uma abordagem


profissional 7e.d. Porto alegre: Bookman, 2011.
BIBLIOGRAFIA SIERRA, K. Use a Cabeça Java. Rio de Janeiro: Alta Books, 2005.
COMPLEMENTAR
SCHILDT ,H. Java - A referência completa. 8. Ed.. Rio de Janeiro:
Alta Books, 2014.

COELHO, P. Programação Em Java: curso completo. 4. ed. Lisboa:


FCA, 2014.

MANZANO, J. A. N. G.; ROBERTO, A. C. J. Java 7: programação de


computadores - guia prático de introdução, orientação e
desenvolvimento. São Paulo: Érica, 2011.

BURD, B. Começando A Programar Em Java Para Leigos. Rio de


Janeiro: Alta Books, 2014.
76

EIXO TECNOLÓGICO: INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO


CURSO: TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM INFORMÁTICA
COMPONENTE CURRICULAR/ DISCIPLINA: MONTAGEM E MANUTENÇÃO DE
COMPUTADORES
CARGA HORÁRIA: 120 h (160 h/aula) HORAS SEMANAIS: 04 h/a

EMENTA Identificação e classificação dos componentes de Hardware quanto à


função, modelo e tecnologia. Funcionamento de cada componente de
Hardware e a relação dentre os mesmos. Tendências tecnológicas e
noções de desempenho de computadores. Noções de organização de
computadores: processador, Memória e subsistema de entrada/saída.
Técnicas de montagem e manutenção de componentes. Diagnóstico
de problemas no Hardware. Instalação prática de componentes e de
Software. Configuração do Software.
Introdução a sistemas operacionais. Gerência de processos. Gerência
de memória. Gerência de dispositivos. Sistemas de arquivos. Sistemas
de proteção. Visão geral de um sistema Linux. Instalação e
configuração de um sistema operacional Linux
OBJETIVOS Compreender os conceitos fundamentais sobre instalação e
manutenção de computadores; Identificar a origem de falhas no
funcionamento de computadores, periféricos e softwares; Identificar os
componentes de Hardware; Conhecer e entender a relação funcional
destes; Efetuar a montagem e desmontagem do PC; Diagnosticar
defeitos de Hardware; Sugerir melhorias na parte de Hardware; Efetuar
manutenção preventiva; Instalar e configurar Softwares diversos;
Coordenar e executar atividades para segurança dos dados
armazenados em computadores; Conhecer os princípios básicos de
um sistema operacional; Conhecer sistemas operacionais livres e
proprietários; Instalar um Sistema Operacional em um computador;
Utilizar comandos do Sistema Operacional; Administrar usuários e
serviços no Sistema Operacional; Gerenciar a instalação de pacotes
de programas ou serviços no sistema operacional; Gerenciar usuários,
grupos e recursos.
HABILIDADES O aluno ao cursar a disciplina será capaz de identificar os
componentes de um computador: processador, memórias e
periféricos; Conhecer o funcionamento e relacionamento entre os
componentes de um computador; Coordenar a instalação de software
básico e aplicativos; Coordenar a instalação de computadores e seus
acessórios essenciais; Identificar a origem de falhas no funcionamento
de computadores e seus principais acessórios e programas;
Coordenar atividades de garantia da segurança dos dados
armazenados em computadores; Efetuar instalação de sistemas
operacionais de várias plataformas; Efetuar configurações nos
programas aplicativos; Interpretar e executar orientações dos manuais
dos programas aplicativos; Verificar o correto funcionamento dos
equipamentos e programas do sistema de informação; Controlar o uso
dos recursos de hardware dos computadores; Executar procedimentos
para teste de desempenho de programas; Utilizar as ferramentas do
sistema operacional (configuração, arquivos, segurança e outras);
Utilizar programas de gerenciamento dos recursos do sistema
operacional; Interpretar e executar orientações dos manuais do
sistema operacional; Conhecer arquiteturas de sistemas operacionais;
Conhecer e operar os serviços e funções do sistema operacional;
Indicar o sistema operacional de acordo com as necessidades do
usuário; Organizar o sistema de arquivos do computador; Analisar o
desempenho dos sistemas operacionais; Selecionar programas de
aplicação de acordo com as necessidades do usuário e do sistema
operacional utilizado; Interpretar e executar orientações dos manuais
77

dos sistemas operacionais e dos programas aplicativos; Utilizar


programas de gerenciamento dos recursos do sistema operacional;
Conhecer os níveis de privilégios dos sistemas operacionais; Verificar
o correto funcionamento dos equipamentos e programas do sistema.
OBJETOS DO 1. Montagem e Configuração de Hardware:
CONHECIMENTO 1.1. Cuidados com a Eletricidade Estática;
1.2. Conexões Elétricas;
1.3. A Montagem Passo a Passo de um computador (Roteiro);
1.4. Configuração do CMOS Setup.
2. Instalação de Softwares:
2.1. Por que e como instalar vários Sistemas Operacionais em um
único PC?
2.2. Tipos de Sistemas de Arquivos.
3. Preparando o disco rígido com um Gerenciador de Partição:
3.1. O que é um Gerenciador de Partição?
3.2. Instalando o Gerenciador de Partição;
3.3. Criando e Formatando as Partições;
3.4. Instalando e Configurando o Menu de Inicialização do
Gerenciador de Partição;
3.5. Instalando os Arquivos de Inicialização dos Sistemas
Operacionais.
4. Instalando os programas:
4.1. Verificando se a configuração de hardware do computador
atende aos requisitos dos softwares;
4.2. Instalando o Sistema Operacional;
4.3. Instalação de drivers de periféricos;
4.4. Instalando os aplicativos de uso geral e específico;
4.5. Instalando os utilitários usados para a manutenção do PC.
5. Antivírus:
5.1. O que é um vírus de Computador?
5.2. Os tipos de vírus?
5.3. A importância da prevenção;
5.4. Instalando um antivírus;
5.5. Detectando e eliminando os vírus.
6. Técnicas de Manutenção Preventiva e Corretiva:
6.1. A importância da manutenção e como planejá-la;
6.2. Apresentar uma lista de materiais recomendáveis para o
manuseio e a manutenção dos componentes de hardware,
comentando a importância de cada um;
6.3. Cuidados básicos e avançados com o uso de hardware e
software;
6.4. Aprender a usar uma relação de softwares importantes para
prevenir e resolver problemas de hardware e software;
6.5. Detecção e substituição de componentes de hardware
defeituosos;
6.6. Remoção de aplicativos;
6.7. Backups e recovery de dados;
7. Introdução a sistemas operacionais:
7.1. O que é um sistema operacional;
7.2. Funções do sistema Operacional;
7.3. Evolução do sistema operacional.
8. Conceitos básicos:
8.1. Monoprogramação;
8.2. Multiprogramação;
8.3. Processos;
8.4. Arquivos;
8.5. Chamadas de Sistema;
78

8.6. Interrupção;
8.7. Concorrência;
8.8. Estruturas de Sistemas Operacionais.
9. Gerência de processos:
10. Gerência de memória;
11. Gerência de dispositivos;
12. Sistemas de arquivos;
13. Estudos de caso de sistemas:
Windows x Linux.
1. Instalação de sistemas operacionais;
14. Visão geral de um sistema Linux;
METODOLOGIA O desenvolvimento da disciplina se dará por meio de aulas expositivas,
aulas práticas no laboratório, e dialogadas em classe, discussões de
estudos de casos, atividades individuais e em grupo, apresentação de
trabalhos pelos alunos.
AVALIAÇÃO Avaliações escritas; Testes práticos; Seminários; Trabalhos práticos;
Relatórios.
BIBLIOGRAFIA PAIXÃO, R. R. Manutenção de computadores: guia prático. São Paulo:
BÁSICA Érica, 2010.

FERREIRA, Silva. HARDWARE - MONTAGEM, CONFIGURAÇÃO &


MANUTENÇÃO DE MICROS. AXCEL BOOKS.

TANENBAUM, A. S. Sistemas operacionais: projeto e mplementação.


3 ed. Porto Alegre: Bookman, 2008.
BIBLIOGRAFIA MORIMOTO, Carlos Eduardo. HARDWARE PC - GUIA DE
COMPLEMENTAR APRENDIZAGEM RÁPIDA - 3ª EDIÇÃO. Alta Books. 2004.

AVILA, E. D. Montagem, manutenção e configuração de


computadores pessoais. 17. ed. São Paulo : Érica , 2005.

OLIVEIRA, R. et al. Sistemas operacionais. 4. ed. Porto Alegre:


Bookman, 2010. (Livros didáticos informática UFRGS).

PETTERSON, D. A.; HENNESSY, J. L. Organização e projeto de


computadores. 3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier , 2005. .

TANENBAUM, A. S. Organização estruturada de computadores. 4.


ed.. Rio de Janeiro : LTC , 2001.

ARAÚJO, J. Comandos do Linux: uso eficiente e avançado. Rio de


Janeiro: Ciência Moderna, 2001.

BONAN, A. R. Configurando e usando o sistema operacional linux. 3.


ed. São Paulo: Futura, 2004.

MORIMOTO, C. E. Servidores linux, guia prático. Porto Alegre: Sul


editores, 2010.

GASPARINI, A. F. L. Infraestrutura, protocolos e sistemas


operacionais de LANs: redes locais. São Paulo: Érica, 2004.

EIXO TECNOLÓGICO: INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO


CURSO: TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM INFORMÁTICA
COMPONENTE CURRICULAR/ DISCIPLINA: PROGRAMAÇÃO WEB II
79

CARGA HORÁRIA: 90h (120 h/Aula) Horas Semanais: 03 h/a

EMENTA Histórico da evolução da Linguagem PHP. Aspectos fundamentais


sobre programação WEB do lado Servidor com PHP. Comandos
básicos da Linguagem PHP. Comandos condicionais e estruturas de
repetição em PHP. Criação de Funções em PHP. Utilização de arrays.
Programação Orientada a Objetos. Programação Web Com acesso a
bancos de dados.
OBJETIVOS Utilizar conhecimentos em linguagem dinâmica de desenvolvimento de
sites com acesso a sistemas de banco de dados; Conhecer
características da arquitetura de aplicações na Web, ferramentas e
linguagens para o processo de desenvolvimento de websites com
conteúdos dinâmicos para o lado servidor; Compreender os aspectos
fundamentais da Linguagem de Programação PHP; Entender o
paradigma da Programação Orientada a Objetos com a linguagem
PHP.
HABILIDADES Desenvolver sites e sistemas WEB com acesso a banco de dados,
controle de sessões e transação, de forma segura e confiável;
Desenvolver e manter aplicações dinâmicas para Internet com
interface web, criando sites dinâmicos com a linguagem PHP.
OBJETOS DO 1. Introdução à linguagem de desenvolvimento web para o lado
CONHECIMENTO servidor
a. Operadores
b. Variáveis
c. Constantes
d. Estruturas de Controle
e. Estruturas de Repetição
2. Funções
a) Sintaxe
b) Escopo de Variáveis
c) Funções Nativas da Linguagem
3. Arrays
a) Arrays enumerados e associativos
b) Iteração de arrays
c) Arrays multidimensionais
4. Propriedades WEB
a) Formulários
b) Dados via GET e POST
c) Sessões e Cookies
5. Gerenciamento de Arquivos
a) Leitura
b) Escrita
c) Funções de sistema de arquivos
d) Upload
6. Orientação a Objetos em PHP
a) Conceitos de Orientação a Objetos
b) Classes, Objetos, Atributos, Métodos, Instâncias,
estados,
c) Abstração, Encapsulamento, Herança, Polimorfismo
d) Interação entre Objetos
7. Banco de Dados e SQL
a) Conexão com banco de dados relacional.
b) Implementação de CRUD PHP: Create; Read; Update;
Delete

METODOLOGIA Aulas teóricas expositivas;


Aulas práticas em laboratórios;
Atividades em grupos;
Atividades práticas.
AVALIAÇÃO A avaliação do rendimento será feita através de:
80

 Provas;
 Relatórios;
 Atividades Práticas.
BIBLIOGRAFIA DALL’OGLIO,Pablo. PHP Programando com Orientação a Objetos - 2ª
BÁSICA Edição. Novatec Editora, 2009

MILANI, André. Construindo Aplicações Web com PHP e MySQL. Novatec


Editora, 2010

NIEDERAUER, Juliano. Desenvolvendo Websites com PHP - 2ª


Edição. Novatec Editora, 2011
BIBLIOGRAFIA SANDERS, William. Aprendendo Padrões de Projeto em PHP.
COMPLEMENTAR Novatec Editora, 2013

WELLIBNG, Luke; THOMSON, Laura. Php e Mysql - Desenvolvimento


Web - 3ª Edição. Campus, 2005

OLIVIERO, Carlos A. J. Faça Um Site - Php5.2 Com Mysql 5.0 - Comércio


Eletrônico - Orientado por Projeto. Editora Erica, 2010

LOCKHART, Josh. PHP Moderno. Novatec, 2015.

SKLAR, David. Aprendendo PHP. Novatec, 2016.

EIXO TECNOLÓGICO: INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO


CURSO: TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM INFORMÁTICA
COMPONENTE CURRICULAR/DISCIPLINA: GESTÃO E EMPREENDEDORISMO
CARGA HORÁRIA: 60 h (80 horas/aula) HORAS SEMANAIS: 02 h/a

EMENTA Empreendedorismo: Conceito e importância. Mercado: Compreensão


de mercado. Definição, características e aspectos. Plano de negócios:
desenvolver novas ideias de negócios. Aquisição e gerenciamento dos
recursos necessários ao negócio. Estudo de metodologias que
priorizam técnicas de criatividade e da aprendizagem proativa
possibilitando a inovação em novos produtos e serviços. Análise de
mercado: concorrência, ameaças e oportunidades. Legislação
Empresarial: Conceitos básicos para pequenos empresários.
Administração de Recursos Humanos em Pequenas Empresas.
Qualidade: história e conceitos; Abordagens da qualidade. Gestão de
Qualidade. Ferramentas da qualidade. Normas técnicas: Definição,
evolução e objetivos. Princípios e benefícios da normalização. Sistema
internacional de normatização e a dinâmica da certificação. A empresa
e o meio ambiente.
OBJETIVOS Desenvolver a capacidade empreendedora, dando ênfase ao perfil do
empreendedor, apresentando técnicas de identificação e
aproveitamento de oportunidades, na aquisição e gerenciamento de
recursos necessários ao negócio, estimulando a criatividade e a
aprendizagem proativa; Fomentar o desenvolvimento de novos
empreendedores, sintonizados com as novas tendências mundiais,
avaliando a situação do emprego e identificando oportunidades para
aplicar os conhecimentos de forma criativa, gerando empreendimentos
de alta importância e relevância para a sociedade; Desenvolver no
estudante a capacidade de adequar e utilizar, em ambientes de
produção e serviços, as técnicas de gestão de qualidade estudadas
considerando aspectos econômicos, organizacionais e humanos
visando à qualidade e o aumento da lucratividade e competitividade de
suas empresas; Desenvolver a formação crítica-humanística do
discente, auxiliando nos conceitos de responsabilidade social e
ambiental na gestão de empresas.
81

HABILIDADES Instrumentalizar os alunos para a identificação de oportunidades de


novos empreendimentos; Fornecer conhecimentos e ferramentas
auxiliares à gestão desses empreendimentos; Orientar o
desenvolvimento de competências em gestão de negócios;
Desenvolver o senso crítico, a percepção e identificação de estratégias
inovadoras, para a aplicação dos conhecimentos no campo
econômico, político e/ou social.
OBJETOS DO 1. Empreendedorismo:
CONHECIMENTO 1.1. Conceito e importância;
1.2. Perfil empreendedor;
1.3. Postura empreendedora;
1.4. Conhecendo minhas potencialidades;
1.5. Identificando oportunidade de negócio.
2. Mercado:
2.1. Compreensão de mercado;
2.2. Definição, características e aspectos.
3. Plano de negócios:
3.1. Desenvolver novas ideias de negócios;
3.2. As forças mais importantes na criação de uma empresa;
Aquisição e gerenciamento dos recursos necessários ao
negócio;
3.3. Análise da importância da visão do futuro e quebra de
paradigmas;
3.4. Estudo de metodologias que priorizam técnicas de
criatividade e da aprendizagem proativa possibilitando a
inovação em novos produtos e serviços;
4. Análise de mercado:
4.1. Concorrência;
4.2. Ameaças e oportunidades;
4.3. Princípios fundamentais de marketing para a empresa
emergente, Merchandising;
4.4. O planejamento financeiro nas empresas emergentes;
4.5. Conceitos básicos de propaganda aplicados à empresa
emergente;
5. Legislação Empresarial:
5.1. Conceitos básicos para pequenos empresários.
6. Administração de Recursos Humanos em Pequenas Empresas:
6.1. Legislação básica;
6.2. Recrutamento e Seleção.
7. Qualidade:
7.1. História e conceitos; Abordagens da qualidade;
7.2. Gestão de Qualidade;
7.3. Indicadores de controle de desempenho;
7.4. Ferramentas e estratégias para implementar.
8. A qualidade total:
8.1. Implantação da gestão da qualidade;
8.2. Ferramentas da qualidade;
8.3. Gerenciamento de rotinas;
8.4. PDCA;
8.5. Seis sigma.
9. Normas técnicas:
9.1. Definição, evolução e objetivos;
9.2. Princípios e benefícios da normalização;
9.3. Sistema internacional de normatização e a dinâmica da
certificação;
9.4. Certificação série NBR ISO 9000, 14000;
9.5. Outras certificações na construção civil.
82

10. A Empresa e o meio ambiente:


10.1. Responsabilidade Social de Pequenas Empresas.

METODOLOGIA Aula expositiva com uso de imagens, documentos, vídeos, músicas e


outros;
Estudos dirigidos;
Análises de Estudos de Caso ou Situações – Problema; Produção de
textos individuais e coletivos;
Visitas técnicas; Aulas de campo;
Análise de imagens e leitura audível de textos;
Debates.
AVALIAÇÃO Avaliação escrita individual ou coletiva; Seminários;
Estudos dirigidos;
Resumos de textos ou fichamentos; Avaliação oral individual ou
coletiva;
Pesquisas bibliográficas individuais e coletivas; Visitas técnicas;
Relatórios de conteúdos trabalhados em classe ou extraclasse;
Construção de painéis.
BIBLIOGRAFIA BERNARDI, L. A. Manual de Empreendedorismo e Gestão:
BÁSICA Fundamentos, Estratégias e Dinâmicas. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2013.

CARPINETTI, L. C. R. Gestão da Qualidade: conceitos e técnicas. 2


ed. São Paulo: Atlas. 2012.

DORNELAS, J. C. A. Empreendedorismo: transformando ideias em


negócios. 5.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2014.
BIBLIOGRAFIA ABRANTES, J. Gestão da Qualidade. Rio de Janeiro: Interciência,
COMPLEMENTAR 2009.

CAVALCANTI, M.; FARAH, O. E.; MARCONDES, L. P.


Empreendedorismo estratégico: Criação e gestão de pequenas
empresas. São Paulo: Cengage Learning, 2008.

HASHIMOTO, M.; LOPES, R. M. et al. Práticas de Empreendedorismo:


Casos e planos de négócios. Rio de Janeiro: Campus Elsevier, 2012.

MARTINS, S. P. Constituição, CLT, Legislação Previdenciária e


Legislação Complementar. 3. ed. São Paulo: Atlas. 2012.

MAXIMINIANO, A. C. A. Administração para empreendedores:


fundamentos da criação e da gestão de novos negócios. 2 ed. São
Paulo: Pearson Prentice Hall, 2011.

EIXO TECNOLÓGICO: INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO


CURSO: TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM INFORMÁTICA
COMPONENTE CURRICULAR/ DISCIPLINA: BANCO DE DADOS
CARGA HORÁRIA: 60 h (80 h/aula) HORAS SEMANAIS: 02 h/a

EMENTA Conceitos Básicos de Banco de Dados; Sistemas de Gerenciamento


de Banco de Dados (SGBD); Aspectos de modelagem de dados;
Modelagem conceitual de dados; Modelo Relacional; Mapeamento
entre modelos de dados; Álgebra Relacional; Linguagem padrão SQL;
Linguagem de Definição de Dados (DDL); Linguagem de Manipulação
de Dados (DML); Projeto e implementação de um banco de dados.
OBJETIVOS Identificar as características de um Sistema de Banco de Dados;
Conhecer as aplicações dos Bancos de Dados; Compreender os
83

modelos de dados conceitual e relacional; Conhecer os conceitos


básicos e a estrutura de um Sistema Gerenciador Banco de Dados
(SGBD); Conhecer, criar, e manipular objetos de banco de dados;
Entender as linguagens de definição (DDL) e de manipulação de dados
(DML).
HABILIDADES Desenvolver modelos conceitual, lógico e fisico de um banco de dados
manualmente ou com a utilização de ferramentas case; Produzir
esquemas de Bancos de Dados a partir de modelos de dados; Utilizar
as linguagens de definição (DDL) e de manipulação de dados (DML);
Criar consultas complexas para recuperação de informações
armazenadas no Banco de Dados; Desenvolver Bancos de Dados
robustos para diversas aplicações.

OBJETOS DO 1. Conceitos Básicos de Banco de Dados:


CONHECIMENTO 1.1. Definição de Banco de Dados;
1.2. Terminologia básica;
1.3. Usuários de Banco de Dados;
1.4. Aplicações;
1.5. Abstração de dados Esquema;
1.6. Instância.
2. Sistemas de Gerenciamento de Banco de Dados (SGBD):
2.1. Conceito de SGBD;
2.2. Vantagens do SGBD;
2.3. Comparação com o Sistema de Arquivos.
3. Aspectos de modelagem de dados:
3.1. Conceito de Modelo de Dados;
3.2. Conhecimento e especificação do minimundo;
3.3. Métodos e técnicas;
3.4. Objetivo da modelagem;
3.5. Abstração;
3.6. Coleta de requisitos;
3.7. Análise de requisitos;
3.8. Categorias de modelos.
4. Modelo Conceitual de dados:
4.1. Abordagem entidade-relacionamento (ER);
4.2. Entidades;
4.3. Atributos;
4.4. Relacionamentos;
4.5. Cardinalidade de relacionamentos;
4.6. Diagrama entidade-relacionamento (DER).
5. Modelo Relacional:
5.1. Nomenclatura do Modelo Relacional;
5.2. Domínio;
5.3. Relações;
5.4. Chaves;
5.5. Restrições de Integridade;
5.6. Esquemas de Relação.
6. Mapeamento entre modelos de dados:
6.1. Equivalência entre os Modelos Entidade-Relacionamento e
Relacional;
6.2. Regras para o mapeamento.
7. Álgebra Relacional:
7.1. Conceito de Álgebra Relacional;
7.2. Operações:
7.2.1.Seleção,
7.2.2.Projeção,
7.2.3.União,
7.2.4.Diferença,
7.2.5.Produto Cartesiano.
7.3. Renomear;
7.4. Junção.
8. Linguagem de Definição de Dados (DDL):
8.1. Tipo de Dados em SQL;
8.2. Comandos: Create, Drop, Alter;
84

8.3. Restrições:
8.4. Integridade de Domínio,
8.5. Integridade de entidade,
8.6. Integridade de Chave,
8.7. Integridade Referencial.
9. Linguagem de Manipulação de Dados (DML):
9.1. Comandos: Insert, Delete, Update, Select;
9.2. Visões.
10. Projeto e implementação de um Banco de Dados:
10.1. Criação de um
Banco de Dados a partir de um minimundo real escolhido.
METODOLOGIA Aulas teóricas expositivas;
Aulas práticas em laboratórios;
Atividades em grupos;
Seminários;
Situação problema;
Visitas técnicas;
Implementação de um projeto final.
AVALIAÇÃO O processo de avaliação será amplo, contínuo, gradual, cumulativo e
cooperativo, envolvendo todos os aspectos qualitativos e quantitativos
da formação do aluno, através de: Observação direta da participação
e do interesse do aluno;
Observação da capacidade do aluno trabalhar em grupo;
Provas teóricas;
Execução dos seminários;
Projeto final.
BIBLIOGRAFIA DATE, C. J. Introdução a sistemas de bancos de dados. 8ª ed. Rio de
BÁSICA Janeiro: Campus, 2004.

HEUSER, C. A. Projeto de banco de dados. 6. ed. Porto Alegre:


Bookman, 2010.

SILBERSCHATZ, A.; KORTH, H. F.; SUDARSHAN, S. Sistema de


banco de dados. São Paulo: Campus, 2006.

ELMASRI, R. Sistemas de bancos de dados. 4. ed. São Paulo: Pearson


Addison Wesley, 2005.
BIBLIOGRAFIA MACHADO, F. N. R. Banco de dados: projeto e implementação. 2. ed.
COMPLEMENTAR São Paulo: Érica, 2008.

BEIGHLEY, L. Use a Cabeça SQL. Rio de Janeiro: Alta Books, 2008.

TEOREY, T. J.; LIGHTSTONE, S. N. T. Projeto e Modelagem de


Bancos de Dados. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014.

CORONEL, C.; ROB, P. Sistemas de Banco de Dados: projeto,


implementação e administração. 8. ed. São Paulo: Cengage
Learning, 2010.

EIXO TECNOLÓGICO: INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO


CURSO: TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM INFORMÁTICA
COMPONENTE CURRICULAR/ DISCIPLINA: INGLÊS APLICADO
CARGA HORÁRIA: 60 h (80 h/aula) HORAS SEMANAIS: 2 h/a

EMENTA Estudo da língua inglesa a fim de facilitar o processo de compreensão


de textos diversos, abordando a produção oral e escrita na língua alvo,
com destacada importância para o desenvolvimento da habilidade
leitora, a partir do uso de estratégias de leitura e conhecimentos
85

sistêmicos da língua inglesa.

OBJETIVOS Reconhecer a língua inglesa como idioma universal irrestrito a espaços


geográficos específicos e como meio de ampliação de acesso à
cultura, informação e conhecimento; Conscientizar-se da importância
da leitura como meio de acesso a informação e exercício da cidadania;
Desenvolver habilidades de compreensão geral, de ideias principais e
compreensão detalhada de textos diversos; Familiarizar-se com
vocabulário técnico-científico.

HABILIDADES Compreender a língua inglesa de forma contextualizada, através de


atividades e textos autênticos, favorecendo o aprendizado real do
idioma e o desenvolvimento das relações; Reconhecer e aplicar as
habilidades essenciais para um aprendizado funcional da língua
inglesa (leitura, escrita, compreensão auditiva e pratica oral), como
recursos que auxiliem o desenvolvimento da competência
comunicativa em língua estrangeira; Desenvolver a pratica da leitura e
escrita seguindo os princípios do ESP (English for Specific Purposes),
como recursos linguísticos que auxiliem o estudante a interpretar a
semântica do texto a partir da inferência textual de cognatos e falsos
cognatos, lay out e aspectos tipográficos, com a pratica das estratégias
de Skimming e Scanning nos textos apresentados pelo professor;
Identificar diferentes gêneros textuais e tipos de texto (narração,
descrição, dissertação, textos técnicos, funções retoricas,
exemplificação, ilustração), de modo que o estudante seja capaz de
apurar a sua compreensão da língua inglesa, inferindo, analisando,
predizendo, reconhecendo e associando o uso de elementos
linguísticos (gramaticais e lexicais), na expansão do seu campo
semântico.

OBJETOS DO 1. Nível de produção e compreensão discursivo:


CONHECIMENTO 1.1. Reconhecimento de cognatos, falsos cognatos, main idea,
key-words;
1.2. Leitura de sinais gráficos, títulos, subtítulos, palavras
grifadas, gráficos, tabelas, etc;
1.3. Skimming, Scanning;
1.4. Ativação de conhecimento prévio;
1.5. Predição;
1.6. Dedução de palavras a partir do contexto;
1.7. Identificação de pontos principais;
1.8. Funções retóricas do texto e organização textual.
2. Estrutura linguística:
2.1. Grupo nominal (noun phrases);
2.2. Grupo verbal;
2.3. Referência contextual;
2.4. Adjetivos, advérbios e preposições;
2.5. Graus dos adjetivos;
2.6. Formação de palavras: prefixos e sufixos;
2.7. Simple present, past tense, simple future, immediate future
e conditional tense.

METODOLOGIA Aulas expositivas e/ou dialogadas, utilizando-se de recursos


audiovisuais e didáticos, atividades de compreensão leitora e auditiva,
produção oral e escrita (individuais, em duplas e grupos), exercícios
interativos (internet); atividades lúdicas, pesquisas, debates e
seminários.
AVALIAÇÃO A avaliação terá caráter diagnóstico, formativo, contínuo e processual,
será feita mediante a utilização de vários instrumentos, tais como:
exercícios, trabalhos individuais e/ou coletivos, relatórios, provas
86

escritas, seminários, fichas de observação, atividades de laboratórios,


auto-avaliação, entre outros que o professor acordar com os alunos.

BIBLIOGRAFIA Cruz, D.T. Inglês Instrumental para Informática. 1 ed. São Paulo: Disal,
BÁSICA 2013. 336p.

GUÉRIOS, Flávio. Conecte: Inglês para o Ensino Médio. 2. Ed.


Saraiva, 2014.

MARQUES, Amadeu. Pime Time: inglês para o ensino médio. São


Paulo: Àtica:2011.

MURPHY, Reymond. English Grammar in Use: a self -study reference


and practice book for intermediate students. 4. Ed. Cambridge
University, 2015.

BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
Dicionário Oxford Escolar: para estudantes brasileiros de inglês. 5. Ed.
New York: Oxford University Press, 2005.

MARINOTTO, D. Reading on infotech: ingles para informática. 2 ed.


São Paulo: Novatec, 2008.

MUNHOZ, Rosângela. Inglês instrumental: estratégias de leitura,


módulo I. São Paulo: Textonovo, 2000.

MUNHOZ, Rosângela. Inglês instrumental: estratégias de leitura,


módulo II. São Paulo: Textonovo, 2000.

TORRES, Nelson. Gramática prática da língua inglesa: o inglês


descomplicado. Saraiva, 2007.

4.2.3 3ª Série

EIXO TECNOLÓGICO: INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO


CURSO: TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM INFORMÁTICA
COMPONENTE CURRICULAR/ DISCIPLINA: LÍNGUA PORTUGUESA
CARGA HORÁRIA: 120 h (160 h/aula) HORAS SEMANAIS: 04 h/a

EMENTA Literatura: A literatura como produção e processo social. Concepções


artísticas, procedimentos de construção de textos literários. A
formação da literatura, sua concepção e constituição como patrimônio
nacional. Relação entre a dialética cosmopolita e local e a produção
nacional. Continuidade e ruptura entre os diversos movimentos
literários. Estudo das relações de proximidades e distanciamentos
entre as literaturas de expressão portuguesa. Estudo das estruturas e
procedimentos de construção de textos literários nas diferentes formas
de produção do texto. Estudo das relações entre a literatura, outras
artes e outros saberes. Movimentos literários: do Pré-modernismo à
atualidade. Análise e reflexão linguística: Sintaxe: termos essenciais
da oração (tipos de sujeito e de predicado). Predicado e seus outros
constitutivos. Expansões dos nomes e dos verbos: adjuntos,
87

complemento nominal, aposto, vocativo. A relação entre a função


sintática e as classes de palavras. Período simples e período
composto. Emprego do pronome relativo. Leitura e produção de textos
orais e escritos: Estudo dos tipos textuais: descrição; narração;
exposição; argumentação; injunção. Forma verbal dos tipos textuais.
Realização linguística dos gêneros textuais. Noções de texto e
textualidade. Coesão e coerência textuais. Técnicas argumentativas.
OBJETIVOS Literatura: Estabelecer relações entre produção literária e processo
social, concepções artísticas, procedimentos de construção e
recepção de textos; Reconhecer processos de formação literária e de
formação nacional, sua recepção e constituição do patrimônio
nacional; Estabelecer relações entre a dialética cosmopolita e local e
a produção literária nacional; Identificar momentos de continuidade e
ruptura entre os diversos movimentos literários da literatura brasileira;
Relacionar a produção literária brasileira com a literatura
lusoafrodescendente; Associar concepções artísticas e procedimentos
de construção do texto literário nos seus diferentes gêneros e
diversidade de formas; Realizar articulações entre os recursos
expressivos e estruturais do texto literário e o processo social
relacionado ao momento de sua produção; Estabelecer relações entre
a literatura, outras artes e outros saberes. Análise e reflexão
linguística: Reconhecer usos da forma padrão e variedade linguística
nas diferentes situações sociocomunicativas; Empregar os recursos
expressivos da língua, procedimentos de construção e recepção de
textos: organização da macroestrutura semântica e a articulação entre
ideias e proposições (relações lógico-semânticas); Empregar os
recursos linguísticos em relação ao contexto em que o texto é
constituído: elementos de referência pessoal, temporal, espacial,
registro linguístico, grau de formalidade, seleção lexical, tempos e
modos verbais. Leitura e produção de textos orais e escritos:
Reconhecer os gêneros textuais como uma forma de interação
sociocomunicativa constituída por sequências tipológicas de base
heterogênea; Reconhecer o gênero textual como unidade
enunciativodiscursiva nas práticas sociais; Reconhecer o texto como
objeto linguístico-histórico, pondo em relevo sua provisoriedade,
opacidade e incompletude; Reconhecer o texto como ato histórico,
político e cultural que envolve um complexo conjunto de habilidades
(cognitivas, textuais, interativas) e fatores situacionais; Reconhecer os
tipos textuais como base para formação dos gêneros textuais; Ampliar
os três sistemas de conhecimento (linguístico, interativo e
enciclopédico), por meio da leitura, análise, interpretação e produção
de textos orais e escritos; Reconhecer a língua(gem) como
manifestação biopsicossocial, como estrutura e acontecimento, e
como efeito de sentido entre interlocutores; Empregar os recursos
linguísticos em processo de coesão textual.
HABILIDADES Relacionar produção literária e processo social, concepções artísticas,
procedimentos de construção e recepção de textos literários;
Identificar, pelo estudo do texto literário modernista e contemporâneo,
as formas instituídas de construção do imaginário coletivo e o
patrimônio representativo da cultura nos eixos temporal e espacial;
Compreender os processos de formação literária e de formação
nacional, sua recepção e constituição do patrimônio nacional;
Relacionar a dialética cosmopolita e a local em estudo de textos
literários; Compreender pontos de continuidade e ruptura entre textos
literários produzidos em diferentes momentos literários; Distinguir
pontos de intersecção da literatura brasileira e lusoafrodescendente;
Associar concepções artísticas e procedimentos de construção do
texto literário nos diferentes gêneros e nas diversas formas; Interpretar
textos a partir do conhecimento dos recursos expressivos e estruturais
do texto literário ao momento de sua produção; Relacionar a literatura,
outras artes e outros saberes; Ler e interpretar textos de gêneros
jornalísticos, literários, publicitários e científicos, observando aspectos
linguísticos, textuais, composicionais, discursivos, pragmáticos e
interacionais; Reconhecer a importância da leitura e da performance
para sua própria formação e para o desenvolvimento da consciência
crítica; Produzir textos claros, coesos e coerentes, na modalidade oral
88

e escrita, considerando o gênero textual adequado para cada contexto;


Compreender as noções básicas acerca da propriedade textual da
coesão e da sua relação com a coerência; Desenvolver a competência
textual e a autonomia discursiva, assumindo-se autor, de forma
consciente, nos textos que produz; Reescrever textos com vistas ao
desenvolvimento da autoria; Desenvolver a capacidade de interagir
socialmente por meio da linguagem, posicionando-se criticamente;
Compreender noções de fonética e fonologia, morfologia, sintaxe e
semântica da língua portuguesa numa perspectiva reflexiva e
funcional; Compreender o uso das tecnologias de informação e
comunicação em situações de aprendizagem, de forma crítica e
reflexiva; Reconhecer o hipertexto e os gêneros digitais como espaço
não linear de leitura e de produção textual; Reconhecer a leitura do
hipertexto como uma forma de coautoria do que se lê.
OBJETOS DO 1. Pré-modernismo;
CONHECIMENTO 2. As vanguardas europeias;
3. Sintaxe: termos essenciais da oração (tipos de sujeito e de
predicado);
4. Gênero argumentativo;
5. Resenha crítica;
6. Semana de Arte Moderna;
7. 1ª geração modernista: prosa e poesia;
8. Sintaxe: termos integrantes e acessórios da oração;
9. Gênero argumentativo;
10. Redação oficial;
11. 2ª geração modernista: prosa e poesia;
12. Período composto: orações coordenadas;
13. Período composto: orações subordinadas substantivas;
14. Literatura afro-brasileira e indígena;
15. Gênero argumentativo;
16. Redação oficial;
17. 3ª geração modernista: prosa e poesia;
18. Literatura contemporânea;
19. Período composto: orações subordinadas adjetivas e adverbiais;
Emprego do pronome relativo;
20. Gênero argumentativo.
METODOLOGIA Considerando o processo de ensino e aprendizagem como dinâmico
e participativo, serão propostas atividades interativas: Aulas
expositivas dialogadas; Exercícios práticos; Fichamentos; Resumos;
Resenhas; Discussões; Trabalhos em grupo; Análise crítica de textos;
Seminários; Debates; Pesquisas; Produções textuais orais e escritas;
Sessões de vídeo e música
AVALIAÇÃO A avaliação é entendida como processo que precisa ser
constantemente revisto. Para observar o desempenho do aluno em
relação à construção do conhecimento e ao desenvolvimento das
habilidades, serão utilizados instrumentos avaliativos variados:
Avalição escrita de forma objetiva ou discursiva; Apresentação de
seminário; Pesquisa orientada a partir de questões de pesquisa;
Produção de texto individual a partir de temática previamente definida;
Exposição de trabalhos a partir de pesquisa bibliográfica; Outros
instrumentos que se fizerem necessários.
BIBLIOGRAFIA BECHARA. E. Gramática escolar da língua portuguesa. Rio de
BÁSICA Janeiro: Nova Fronteira, 2014.

Livro de português Programa Nacional do Livro Didático do Ensino


Médio (PNLEM) – título renovável a cada três anos.

Ilari Rodolfo. Introdução á Semântica:brincando com a gramática. São


Paulo: Contexto. 2014.
BIBLIOGRAFIA BECHARA. E. A nova ortografia. Rio de Janeiro: Nova Fronteira,
COMPLEMENTAR 2008.

ABAURRE, M.L. PONTARA, M.N. Literatura brasileira: tempos,


leitores e leitura - ensino médio - integrado. São Paulo: Moderna,
2005.
89

ABREU, A. S. A arte de argumentar. 9. ed. Cotia: Ateliê Editorial,


2009.

EIXO TECNOLÓGICO: INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO


CURSO: TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM INFORMÁTICA
COMPONENTE CURRICULAR/ DISCIPLINA: BIOLOGIA
CARGA HORÁRIA: 60 h (80 h/aula) HORAS SEMANAIS: 02 h/a

EMENTA Ácidos Nucléicos. Divisão Celular. Reprodução Humana.


Genética. Origem da Vida. Evolução. Fisiologia Humana.

OBJETIVOS Compreender as principais estruturas dos ácidos nucléicos;


Identificar a importância dos genes para a existência da vida no
planeta; Compreender que a herança biológica se baseia na
transmissão de informações hereditárias de geração em geração;
Compreender os princípios teóricos que explicam a hereditariedade
e as variações nas manifestações genéticas; Conhecer a importância
da divisão celular nos principais tipos de organismos vivos; Perceber
o comportamento da célula durante a divisão celular;
Reconhecer as principais etapas da divisão celular; Diferenciar
mitose de meiose; Conhecer o processo de duplicação
cromossômica; Determinar as características da meiose e os
fenômenos de mutação e permutação que nela podem ocorrer;
Compreender a importância da variabilidade genética; Conhecer as
principais características do câncer; Compreender que o câncer é
uma doença que apesar de genética pode ser evitada e ainda
curada; Conhecer as principais evidências da evolução biológica e
compreender os fundamentos da teoria evolucionista moderna
favorecendo a discussão acerca da origem da vida e da espécie
humana; Compreender o papel da evolução na produção de
padrões, processos biológicos ou na organização taxonômica dos
seres vivos; Promover o conhecimento da anatomia e fisiologia
humana; Entender a reprodução humana reconhecendo suas
etapas, os principais órgãos e as particularidades; Valorizar os
aspectos históricos da ciência, reconhecendo que os avanços
científicos de uma época dependem de conhecimentos
desenvolvidos em épocas anteriores;
HABILIDADES Reconhecer os diferentes sistemas fisiológicos humano, observando
os diversos órgãos de cada sistema; Identificar as características dos
sistemas fisiológicos e suas importâncias; Identificar os principais
mecanismos de reprodução sexuada; Compreender a
gametogênese masculina e feminina; Reconhecer o processo
reprodutivo da espécie humana: ovulação, fecundação, nidação,
desenvolvimento fetal, salientando a morfofisiologia do sistema
reprodutor feminino e masculino; Reconhecer os diversos problemas
decorrentes de uma gravidez não planejada e do aborto, sobretudo
na adolescência; Apontar as diversas doenças sexualmente
transmissíveis (DSTs): seu mecanismo de transmissão/prevenção e
controle; Reconhecer os preservativos masculino e feminino como
meio mais eficaz na prevenção de gravidez e/ou DSTs; Reconhecer
o efeito maléfico do uso de drogas na fase de gestação para o feto e
nas demais fases do desenvolvimento humano; Perceber a
existência de métodos de reprodução artificial e assistida; Identificar
processos de mitose e meiose; Diferenciar células diplóides de
células haplóides; Conhecer as principais estruturas componentes
do material genético; Compreender a lógica dos trabalhos de
90

Mendel; Identificar as características dos trabalhos de Mendel;


Caracterizar a primeira lei de Mendel; Conceituar genótipo e fenótipo;
Conhecer a segunda lei de Mendel; Identificar dominância
incompleta e co-dominância; Perceber a teoria de alelos múltiplos
associada ao sistema ABO; Compreender as interações alélicas e
não-alélicas; Identificar genes dominantes de recessivos;
Reconhecer alguns dos mais importantes tipos de relações gênicas
presentes no ser humano; Conhecer a teoria cromossômica da
herança; Identificar a importância do “crossing-over”; Compreender
os mecanismos de permutação; Construir mapas gênicos; Identificar
os cromossomos sexuais; Conhecer a teoria da cromatina sexual;
Compreender as principais síndromes e aberrações
cromossômicas; Caracterizar a engenharia genética como uma
ciência presente no nosso cotidiano; Perceber a importância do
cultivo de colônias de bactérias e vírus para a descoberta de
inúmeras propriedades genéticas dos seres vivos; Conhecer o
mecanismo de clonagem de moléculas e células; Compreender a
teoria dos transgênicos; Conhecer as principais teorias da origem da
vida; Compreender as leis da evolução da vida; Identificar os
trabalhos de Lamarck e Darwin; Compreender o sistema de
identificação de fósseis; Perceber os conceitos de anatomia
comparada; Conhecer os principais fatores evolutivos; Identificar a
ação da evolução nas espécies; Perceber a ação evolutiva na
espécie humana; Conceituar adaptação; Compreender os
mecanismos de seleção natural; Identificar o mecanismo de
especiação; Conhecer as influências dos diversos tipos de
isolamento sobre a evolução das espécies; Caracterizar o
surgimento dos grandes grupos de seres vivos; Compreender a
teoria dos elos perdidos; Perceber o caminho evolutivo humano;
Identificar as características que marcam o homem moderno;
Conhecer os caminhos do homem para chegar a América.

OBJETOS DO 1. Ácidos Nucléicos;


CONHECIMENTO 2. Divisão celular: mitose e meiose;
3. Gametogênese;
4. Reprodução Humana;
5. Primeira Lei de Mendel;
6. Probabilidade e Genética molecular;
7. Segunda Lei de Mendel;
8. Polialelia e Grupos Sanguíneos;
9. Interação Gênica;
10. Ligação Gênica;
11. Sexo e Herança genética;
12. A tecnologia do DNA recombinante;
13. Anatomia e Fisiologia Humana - Sistemas: respiratório,
digestório, circulatório, excretor, endócrino, nervoso, reprodutor
e sustentação;
14. Principais características e órgãos dos sistemas;
15. Origem da vida;
16. Primeiras teorias evolucionistas;
17. Teoria sintética: variedade genética e seleção natural;
18. Teoria sintética: genética das populações e formação de novas
espécies;
19. Evolução: métodos de estudo.

METODOLOGIA Aulas expositivas;


Análise de vídeos e documentários;
Apresentação de seminários;
91

Atividades de pesquisa e trabalhos em grupo;


Aulas práticas em laboratórios;
Resolução de exercícios;
Estudos dirigidos;
Aula de campo;
Produção de exsicatas;
Confecção de caixa entomológica;
Produção de vídeos utilizando softwares e animações feitas por
computação gráfica.

AVALIAÇÃO Provas;
Trabalhos individuais ou em grupo;
Apresentação de seminários;
Produção de relatórios;
Acompanhamento individual por meio de observação direta da
participação e atuação dos estudantes em sala de aula e em
atendimentos em horário de reforço.
BIBLIOGRAFIA MARTHO, Gilberto Rodrigues; AMABIS, José Mariano. Biologia das
BÁSICA Populações- Genética, evolução e ecologia, 3 Ano. 2 Ed. São Paulo:
Moderna. 456p.

PAULINO, Wilson Roberto. Projeto Voaz - Biologia, Volume Único. 1


Ed. São Paulo: Ática, 512 p.

GEWANDSZNADJER, Fernando.; LINHARES, Sérgio de


Vascocellos. Projeto Múltiplo-Biologia, Vol. 3. São Paulo: Ática, 2014.
384p.

BIBLIOGRAFIA GEWANDSZNADJER, Fernando.; LINHARES, Sérgio de


COMPLEMENTAR Vascocellos. Biologia Hoje, Vol.3. 15 Ed. São Paulo: Ática, 2008. 432
p.

MENDONÇA, Vivian L. Biologia Volume 1- O ser humano, genética


e evolução. 2 Ed. São Paulo: AJS, 2013.
Disponível em:
http://www.editoraajs.com.br/pnld2015/biologia/#/livros

GOWDAK, Demétrio; MATTOS, Neide Simões de; PEZZI, Antônio


Carlos. Biologia – Genética, evolução e ecologia, Volume 3. São
Paulo: FTD, 2013.

MARTHO, Gilberto Rodrigues; AMABIS, José Mariano.


Fundamentos da Biologia Moderna, Volume Único. 4 Ed. São Paulo:
Moderna. 856p.

EIXO TECNOLÓGICO: INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO


CURSO: TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM INFORMÁTICA
COMPONENTE CURRICULAR/ DISCIPLINA: FÍSICA
CARGA HORÁRIA: 60 h (80 h/aula) HORAS SEMANAIS: 02 h/a

EMENTA Temas contemporâneos: ética, política e teoria do conhecimento.


Fundamentos da moral. Razão e vontade. Filosofia alemã. Crítica à
metafísica na contemporaneidade, Nietzsche, Wittgenstein,
Heidegger. Epistemologias contemporâneas. Filosofias da ciência.
Ciência e metafísica. O problema dos universais, os transcendentais
92

Fenomenologia, existencialismo. Marxismo e Escola de Frankfurt.

OBJETIVOS Contextualizar conhecimentos filosóficos; Proporcionar a construção


do pensamento filosófico a partir de análise de textos; Correlacionar
temas contemporâneos ao pensamento filosófico; Compreender
textos filosóficos articulando conhecimentos filosóficos e diferentes
conteúdos

HABILIDADES Capacidade de compreender textos filosóficos de modo significativo;


Desenvolvimento da capacidade de problematização, argumentação
e reflexão; Possibilidade de ampliar a compreensão do
conhecimento filosófico; Capacidade de ampliar a escrita, expressão
oral e compreensão dos textos.

OBJETOS DO 1. Filosofia da técnica (Heidegger; Pierre Levy)


2. Antropologia filosófica
CONHECIMENTO 3. Filosofia contemporânea (Bioética, Produção de identidades,
Hipermodernidade)
4. Problemas da Filosofia política e a Democracia

METODOLOGIA Aulas expositivas dialogadas;


Pesquisas;
Filmes, documentários, músicas, poesias;
Leitura orientada;
Estudo dirigido
Recursos: Datashow, pincel

AVALIAÇÃO O método avaliativo é processual, com critério qualitativo e


quantitativo, utilizando vários procedimentos:
Seminários;
Avaliação escrita;
Participação oral;
Produção textual;
Trabalho individual e em grupo.

BIBLIOGRAFIA ARANHA, M. L. A. de; MARTINS, M. H. P. Filosofando: introdução à


filosofia- 4ª ed. rev-. São Paulo: Moderna, 2009.
BÁSICA
CHAUI, M. Convite à filosofia. 2ª ed. São Paulo: Ática, 2013.

GALLO, Silvio. Filosofia: experiência do pensamento: volume único


/ 1ª Ed. São Paulo: Scipione, 2014.

NICOLA, Ubaldo. Antologia ilustrada de filosofia: das origens à idade


moderna. São Paulo: Globo, 2005.

BIBLIOGRAFIA
ARENDT, H. A condição Humana. Rio de Janeiro: Forense, 1995.
COMPLEMENTAR
BOBBIO, N.O futuro da democracia: uma defesa das regras do
jogo. 11ª ed. Tradução de NOGUEIRA, M. A. Nogueira. São Paulo:
Paz e Terra, 2009.

CASSIRER, E. Antropologia filosófica: ensaio sobre o homem. São


Paulo: Mestre Jou, 1977.

CHARLES, S. Cartas sobre a hipermodernidade. São Paulo:


Barcarolla, 2009.

CHAUÍ, M. Cultura e democracia: o discurso competente e outras


falas. 12. ed. São Paulo: Cortez, 2007.

DAHL, R. A. A democracia e seus críticos. São Paulo: Martins


Fontes, 2012.
93

LÉVY, P. As tecnologias da inteligência: o futuro do pensamento na


era da informática. São Paulo: Editora 34, 2010.

LIPOVETSKY, G. A Era do vazio. Barueri: Manole, 2005.

EIXO TECNOLÓGICO: INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO


CURSO: TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM INFORMÁTICA
COMPONENTE CURRICULAR/ DISCIPLINA: MATEMÁTICA
CARGA HORÁRIA: 60h (80 h/aula) HORAS SEMANAIS: 02 h/a

EMENTA Estudo e determinação de padrões numéricos e princípios de


contagem. Estudo de estratégias para determinação de áreas de
superfície e volumes de sólidos geométricos. Definição de teoremas e
axiomas que regem a Geometria Analítica. Definição e caracterização
de números Complexos e suas propriedades. Estudo e caracterização
de polinômios por meio da investigação e teoremas e propriedades.
OBJETIVOS Compreender a importância da Matemática na resolução de problemas
do cotidiano, no processo de análise e interpretação das informações,
na modelagem de fenômenos sociais, químicos, físicos entre outros,
apresentados nas mais diversas áreas do conhecimento;
Conceituar objetos matemáticos e aplicá-los na resolução de
problemas práticos ou contextualizados;
Entender a Matemática como uma ciência que tem um papel
fundamental no surgimento e desenvolvimento de ferramentas
científico-tecnológicas;
Compreender as mais diversas formas de representação de um objeto
matemático estabelecendo conexões, relações e interações deste com
a álgebra, a geometria e aritmética, quando possível;
Desenvolver a autonomia, o raciocínio lógico-matemático, a
capacidade de argumentação, a autoconfiança por meio da prática de
atividades individuais ou em grupo, de natureza lúdica, oral, escrita,
estimulando a comunicação de ideias matemáticas e sua interpretação
da linguagem natural para a linguagem simbólica e vice-versa;
Desenvolver competências e habilidades que proporcionem ao aluno
conhecimentos teóricos e práticos indispensáveis ao exercício de sua
profissão.
HABILIDADES Enunciar e entender o Princípio Fundamental da Contagem com base
dos estudos da Análise Combinatória;
Aplicar os princípios da análise combinatória para efetuar contagem;
Entender o conceito de Probabilidade e seus principais teoremas.
Caracterizar e classificar os sólidos geométricos e seus elementos;
Efetuar cálculo de áreas de superfície e volumes dos sólidos
geométricos (Prismas, Pirâmides, Cilindros, Cones e Esferas);
Determinar a distância entre dois pontos no plano;
Determinar a área de um polígono de vértices no plano cartesiano;
Determinar a distância entre um ponto e uma reta no plano;
Determinar as condições de paralelismo e perpendicularismo entre
duas retas;
Utilizar fórmulas algébricas para descrever objetos geométricos: ponto,
reta, circunferência, parábola, elipse, hipérbole;
Estabelecer as posições relativas entre reta e circunferência;
Reconhecer um número Complexo e situá-lo historicamente na
evolução dos números;
Aplicar números complexos e suas propriedades na resolução de
problemas da Física;
Operar com números complexos.
94

Conceituar e caracterizar funções polinomiais de grau n;


Efetuar operações com polinômios e aplicar o método de Briot Ruffini
na divisão de polinômios;
Enunciar e aplicar o Teorema Fundamental da Álgebra na
determinação de raízes de polinômios;
Determinar as raízes de equações e funções polinomiais de grau n.
OBJETOS DO 1. Análise Combinatória;
CONHECIMENTO 2. Probabilidade;
3. Áreas e volumes de sólidos geométricos: poliedros e corpos
redondos;
4. Geometria espacial;
5. Geometria Analítica: ponto e reta;
6. Geometria Analítica: circunferência;
7. Geometria Analítica: cônicas;
8. Números Complexos;
9. Polinômios e equações algébricas.
METODOLOGIA Aulas expositivas dialogadas;
Atividades exploratório-investigativas;
Atividades em individuais ou em grupo;
Atividades de pesquisas;
Elaboração e resolução de problemas;
Leituras;
Utilização de softwares e outros recursos tecnológicos.
AVALIAÇÃO Provas;
Trabalhos individuais ou em grupo;
Acompanhamento individual por meio de observação direta da
participação e atuação dos estudantes em sala de aula e em
atendimentos em horário de reforço.
BIBLIOGRAFIA DANTE, Luiz Roberto. Matemática: Contexto e Aplicações-Ensino
BÁSICA Médio, 3º Ano. 5 Ed. São Paulo: Ática, 2011.

GIOVANNI, José Ruy; GIOVANNI JR, José Ruy; BONJORNO, José;


SANTOS, Paulo Roberto Câmara. Matemática: Uma Nova
Abordagem, Volume 3. 3 Ed. São Paulo: FTD, 2013.

SMOLLE, Kátia Stocco. Matemática Ensino Médio: Volume 3. 9 Ed.


São Paulo: Saraiva, 2013.
BIBLIOGRAFIA IEZZI, Gelson; DOLCE, Osvaldo; DEGENSZAJN, David; PÉRIGO,
COMPLEMENTAR Roberto. Matemática Volume Único. 6 Ed. São Paulo: Atual, 2015.

IEZZI, Gelson. Fundamentos de Matemática Elementar Vol. 6 –


Complexos, Polinômios e Equações. 8 Ed. São Paulo: Atual, 2013.

IEZZI, Gelson; HAZAN, Samuel. Fundamentos de Matemática


Elementar Vol. 5 – Combinatória, Probabilidade. 8 Ed. São Paulo:
2013.

GIOVANNI, José Ruy; GIOVANNI JR, José Ruy; BONJORNO, José;


SANTOS, Paulo Roberto Câmara. Matemática Fundamental: Uma
Nova Abordagem, Parte 1, 2 e 3 – Coleção 360º. Volume Único. 2 Ed.
São Paulo: FTD, 2015.

SILVA, Claudio Xavier; BARRETO FILHO, Benigno. Matemática Aula


por Aula. 2 Ed. Renovada. São Paulo: FTD, 2005.

SMOLLE, Kátia Stocco. Matemática Ensino Médio: Volume 2. 9 Ed.


95

São Paulo: Saraiva, 2013.

DOLCE, Osvaldo; POMPEO, José Nicolau. Fundamentos de


Matemática Elementar Vol. 10 – Geometria Espacial, posição e
métrica. 7 Ed. São Paulo: 2013.

EIXO TECNOLÓGICO: INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO


CURSO: TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM INFORMÁTICA
COMPONENTE CURRICULAR/ DISCIPLINA: QUÍMICA
CARGA HORÁRIA: 60 h (80 h/aula) HORAS SEMANAIS: 02 h/a

EMENTA Equilíbrio químico, Equilíbrio Iônico, Eletroquímica, Funções


Orgânicas, Reações orgânica.

OBJETIVOS Compreender as reações à luz da cinética química analisando os


efeitos dos diversos fatores envolvidos no equilíbrio químico;
Compreender a conversão de energia química em elétrica e vice-
versa; Compreender as reações redox; Reconhecer as funções
orgânicas a partir da identificação dos grupos funcionais; Relacionar o
comportamento das substâncias orgânicas com suas propriedades
físicas e químicas.

HABILIDADES Identificar os fatores internos e externos que interferem na velocidades


das reações e no equilíbrio químico; Calcular o pH de soluções
aquosas de ácidos e bases; Caracterizar e diferenciar pilha e eletrólise;
Equacionar transformações radioativas; Nomear, formular e classificar
os compostos orgânicos; Identificar e equacionar reações químicas
envolvendo compostos orgânicos.
Avaliar a estabilidade dos compostos orgânicos; Contextualizar a
química orgânica nas ciências biológicas e ambientais identificando as
diversas utilizações no cotidiano.

OBJETOS DO 1. Cinética Química: velocidade de reação; teoria das colisões;


CONHECIMENTO variação de energia; lei da velocidade; ordem e molecularidade de
uma reação; mecanismo de reação. fatores que influenciam a
velocidade das reações.
2. Equilíbrio químico: espontaneidade de uma reação; constante de
equilíbrio; Princípio de Le Chatelier e deslocamento de equilíbrio.
3. Equilíbrio Iônico: equilíbrio químico em soluções de eletrólitos,
calculo e escala de pH e pOH; indicadores ácido-base; equilíbrio
de hidrólise; solução tampão; solubilidade e produto de
solubilidade;
4. Eletroquímica: diferença de potencial e corrente elétrica; Celas
eletroquímicas; pilhas; ponte salina; potencial padrão;
espontaneidade de reações; celas eletrolíticas; Eletrólise.
5. Noções sobre Radioatividade: equações nucleares; Padrões de
estabilidade nuclear e a natureza das radiações; Transmutações
nucleares; Tempo de meia-vida; fissão e fusão nucleares;
aplicações.
6. Química Orgânica: classificação de cadeias carbônicas e suas
representações; principais funções orgânicas; nomenclatura;
propriedades das substâncias: geometria molecular; polaridade de
ligações e de moléculas; interações intermoleculares; fatores que
influenciam nas propriedades físicas dos compostos orgânicos;
Isomeria; propriedades químicas dos compostos orgânicos;
reações de substituição e adição; reações de oxi-redução,
desidratação e esterificação; noções de acidez e basicidade de
compostos orgânicos; polimerização.
96

METODOLOGIA Aulas expositivas, dialogadas e experimentais.


Utilização de ferramentas como vídeos, textos, músicas, etc, a fim de
aproximar e desmitificar a Química como ciência.
AVALIAÇÃO Avaliação qualitativa;
Listas de exercício;
Estudo dirigido;
Avaliação escrita;
Atividades em grupo como: projetos, experimentos e seminários.

BIBLIOGRAFIA BROWN, Theodore L.; LEMAY, Harold Eugene; BURSTEN, Bruce


BÁSICA Edward. Química: a ciência central. 9. ed. São Paulo: Prentice Hall,
2005. 972 p.

USBERCO, João. SALVADOR, Edgard. Química Essencial. São


Paulo: Saraiva, 2007.

ROSENBERG, Jerome Laib. Química Geral. Porto Alegre: Boockman,


2003.

SARDELLA A.; Mateus E. Química fundamental: segundo grau.


Volume 2. São Paulo: Ática, 1985.

BIBLIOGRAFIA RUSSELL, John B. Química geral, volume 2. 2 ed. São Paulo: Pearson
COMPLEMENTAR Makron Books, 1994, 621 p.

BAIRD, Colin; CANN, Michael. Química ambiental. 4. ed. Porto Alegre:


Bookman, 2011. 844 p.

SPIRO, Thomas G.; STIGLIANI, William M. Química ambiental. 2. ed.


-. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2009.

KOTZ, John C. [et al.]. Química geral e reações químicas, volumes 2.


9. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2016. 922p.

MAHAN B.M.;Myers R.J. Química:um curso universitário. São Paulo:


E.Blucher, 1995.

CREPALDI Filho J.;Taranto J.C. Química:2º grau ,vol.3. Belo


Horizonte: Lê, 1981.

ATKINS, Peter. Princípios de química:questionando a vida moderna e


o meio ambiente. 5 ed. Porto Alegre: Boockman, 2012.

MCMURRY John. Química Orgânica. 7 ed. São Paulo, Cengage


Learning, 2011.

EIXO TECNOLÓGICO: INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO


CURSO: TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM INFORMÁTICA
COMPONENTE CURRICULAR/ DISCIPLINA: HISTÓRIA
CARGA HORÁRIA: 60 h (80 h/aula) HORAS SEMANAIS: 02 h/a

EMENTA Estudo da ação humana ao longo do tempo e de suas


transformações sociais, políticas, econômicas e culturais com intuito
de compreender melhor a sociedade e buscar soluções para os
97

problemas contemporâneos. Estabelecimento de relações entre


trabalho e produção, tecnologia e ciência, numa abordagem histórica
da articulação desses elementos no interior de cada formação social
e de cada contexto histórico analisado. Desenvolvimento e
aprofundamento da capacidade de reflexão do aluno através da
percepção dos processos de transformações econômicas, sociais e
culturais por que passaram as sociedades ao longo do tempo.
Estabelecimento das relações entre a dinâmica de desenvolvimento
sociocultural da sociedade brasileira, com a história da África e dos
povos indígenas na América.
OBJETIVOS Desenvolver a capacidade de questionar processos históricos,
identificando regularidades, apresentando interpretações; Formular
questões a partir de situações reais e compreender aquelas já
enunciadas; Desenvolver modelos explicativos para sistemas
tecnológicos e naturais; Procurar e sistematizar informações
relevantes para a compreensão da situação-problema; Formular
hipóteses e prever resultados; Articular o conhecimento cientifico e
tecnológico numa perspectiva interdisciplinar.
HABILIDADES Criticar, analisar e interpretar fontes documentais de natureza
diversa, reconhecendo o papel das diferentes linguagens, dos
diferentes agentes sociais e dos diferentes contextos envolvidos em
sua produção; Produzir textos analíticos e interpretativos sobre os
processos históricos, a partir das categorias e procedimentos
próprios do discurso historiográfico; Relativizar as diversas
concepções de tempo e as diversas formas de periodização do
tempo cronológico, reconhecendo-as como construções culturais e
históricas; Estabelecer relações entre continuidade/permanência e
ruptura/transformação nos processos históricos; Construir a
identidade pessoal e social na dimensão histórica, a partir do
reconhecimento do papel do indivíduo nos processos históricos
simultaneamente como sujeito e como produto dos mesmos; Atuar
sobre os processos de construção da memória social, partindo da
crítica dos diversos lugares de memória” socialmente instituídos;
Situar as diversas produções da cultura – as linguagens, as artes, a
filosofia, a religião, as ciências, as tecnologias e outras
manifestações sociais – nos contextos históricos de sua constituição
e significação; Situar os momentos históricos nos diversos ritmos da
duração e nas relações de sucessão e/ou de simultaneidade;
Comparar problemáticas atuais e de outros momentos históricos;
Posicionar-se diante de fatos presentes a partir da interpretação de
suas relações com o passado.

OBJETOS DO - O imperialismo na Ásia e na África;


CONHECIMENTO - Arte, ciência e tecnologia na Belle Époque e,
- A Primeira Grande Guerra;
- A tecnologia da destruição e o armitíscio e os resultados da Guerra
e,
- Revolução e Contrarrevolução num mundo estável.

- A República das Elites: a Primeira República no Brasil;


- Mudanças socioeconômicas no Brasil;
- A formação do operariado brasileiro e a natureza da indústria
brasileira e,
- Liberais, coronéis e comunistas na luta pelo controle autoritário do
Estado brasileiro.

- Totalitarismo e autoritarismo: a caminho da Guerra Total;


- Vargas e o Estado Novo;
- A segunda Guerra Mundial;
- A Guerra fria, o conflito de ideologias e,
98

- Imperialismo no pós-guerra.

- Os movimentos sociais e a transformação dos comportamentos;


- O populismo no Brasil e na América Latina;
- Ditaduras Militares na América Latina;
- O colapso do socialismo no Leste Europeu;
- O Brasil contemporâneo e,
- Perspectivas do mundo globalizado.
METODOLOGIA Concepção colaborativa de aprendizagem, contando com aulas
expositivas participativas, com utilização de recursos variados que
vão das novas tecnologias que se colocam a serviço do aprendizado,
as tradicionais atividades e estudos realizados no ambiente da sala
de aula.
Acompanhamento individualizado e mediação tecnológica,
Garantindo um cenário favorável ao desenvolvimento da autonomia
de aprendizagem e formação da atitude investigativa constante.
Para isto se buscara criar condições propicias como:
- Desenvolvimento de um clima de aceitação e respeito mútuo, em
que o erro seja encarado como desafio para o aprimoramento do
conhecimento e construção de personalidade e que todos se sintam
seguros e confiantes para pedir ajuda;
- Organização de aulas que estimule a ação individualizada do aluno
para que possa desenvolver sua potencialidade criadora, mas que,
também, esteja aberto a compartilhar com as outras suas
experiências vividas na escola e fora dela;
- Oferta de oportunidades, por meio das tarefas organizadas para a
aula, em que vários possam ser os pontos de vista, permitindo ao
aluno um posicionamento autônomo, fortalecendo, assim, sua
autoestima, atribuindo alguns significados ao produto do seu
trabalho intelectual.
- Serão oportunizados aos discentes leituras históricas que os
coloquem em situações de percepção de que são sujeitos e
sujeitados dessa mesma história, que compreendam a sua relação
dialética com mundo e o tempo, tendo como horizonte a totalidade,
um espectro que ronda as ciências humanas.
AVALIAÇÃO As avaliações serão atividades individuais e coletivas desenvolvidas
em salas de aula ou em outros ambientes de aprendizagem.
Terão por critérios a participação, a assiduidade e pontualidade,
domínio cognitivo cumprimento e qualidade das tarefas,
responsabilidade, capacidade de produzir em equipe, autonomia
intelectual e comportamento do aluno diante do conhecimento e
saber.
Poderá se realizar: Provas; Seminários; Pesquisas individuais e em
grupo; Organização de eventos; Construção de painéis; Participação
nas atividades práticas propostas; Produção audiovisual, textual e
etc.

BIBLIOGRAFIA VAINFAS, R.; FARIA, S. C.; FERREIRA, J.; SANTOS, 90 BÁSICA


BÁSICA FAUSTO, B. História do Brasil. São Paulo: Editora da Universidade
de São Paulo, 2012.

AQUINO, Rubim Santos Leão de. (et all). História das Sociedades:
Das sociedades Modernas. – Rio de Janeiro: Imperial Novo
Milênio, 2010. Volume Único

ARRUDA, José Jobson de A; Piletti, Nelson. Toda a História:


História Geral e História do Brasil. 13ª ed. – São Paulo: Ática: 2011.
Volume Único.
BIBLIOGRAFIA ARIÈS, P. (org.) História da vida privada. Vols.1 a 5. São Paulo:
COMPLEMENTAR Companhia das Letras, 1991. ARRUDA, J. J. de A; PILETTI, N. Toda
a História. História Geral e do Brasil. São Paulo: Ática, 2007.
99

CARMO, Paulo Sérgio. História e ética do trabalho no Brasil. Ed.


Moderna. São Paulo, 1998.

BRASIL, Ministério de Educação e Cultura. Conselho Nacional de


Educação. Diretrizes curriculares nacionais para a educação das
relações étnico-raciais para o ensino de história e cultura Afro –
Brasileira e Africana. Conselho Pleno 03/2004, aprovado em
10/3/2004, Proc. 23001000215/2002-96, 2004.

BRASIL. Câmara dos Deputados. LEI 9.394/1996, “Diretrizes e


Bases da Educação Nacional”, Disponível em: Acesso em: Outubro,
2008.

COTRIM, Gilberto. História Global: Brasil e Geral. 1 ed. – São


Paulo: Saraiva, 2010. 3 v.

MORENO, Jean; Vieira, Sandro. História: Cultura e Sociedade –


Memória das origens. – Curitiba: Positivo, 2010. 3v

PEREGALLI, E. A américa que os europeus encontraram. 13. ed.


São Paulo: Atual, 1994. (Didática, 1). REIS, J. C. As identidades do
Brasil: de Varnhagen a FHC. Rio de Janeiro: Editora FGV, v 1, 2007.
FREITAS NETO, José Alves de; TASINAFO, Célio Ricardo. História
Geral e do Brasil. São Paulo: Harbra, 2011.

GONÇALVES E SILVA, Petronilha Beatriz. RELATÓRIO. In:


BRASIL, Ministério de Educação e Cultura. Conselho Nacional de
Educação. Diretrizes curriculares nacionais para a educação das
relações étnico-raciais para o ensino de história e cultura Afro –
Brasileira e Africana. Conselho Pleno 03/2004, aprovado em
10/3/2004, Proc. 23001000215/2002-96, 2004.

KOSCHIBA, Luiz. História, estruturas e processos. Editora Atual,


São Paulo, 2000.

EIXO TECNOLÓGICO: INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO


CURSO: TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM INFORMÁTICA
COMPONENTE CURRICULAR/ DISCIPLINA: SOCIOLOGIA
CARGA HORÁRIA: 60 h (80 h/aula) HORAS SEMANAIS: 02h/a

Estado e ciência política. Contratualismo em Thomas Hobbes. O


contrato social. Sistemas de representação parlamentarista e
presidencialista. Repúblicas e as monarquias constitucionais.
Movimentos sociais e os partidos políticos após a 2° Guerra.
EMENTA Constituição de 1988. Direitos e cidadania. Os movimentos sociais
Direitos e cidadania no Brasil. Os movimentos sociais no Brasil
Movimentos sociais no século XXI. Política, poder e Estado.
Pensamento político brasileiro. Questão urbana. Sociologia da
violência. Questão agrária. Sociologia Ambiental.
Compreender a formação do Estado moderno;
Entender o pensamento liberal na política;
Compreender as desigualdades existentes nas estruturas sociais;
OBJETIVOS Refletir sobre a função dos diversos movimentos sociais existentes no
percurso histórico do Brasil;
Refletir sobre a importância dos movimentos sociais na
contemporaneidade;
Compreender o meio ambiente como fenômeno social;
100

Compreender a origem das cidades e da urbanização;


Estudar a Sociologia e a questão da terra no Brasil.
Capacidade de compreender as diferentes desigualdades sociais;
Desenvolvimento da capacidade de problematização, argumentação
e reflexão;
HABILIDADES Possibilidade de ampliar a compreensão do conhecimento
sociológico;
Capacidade de ampliar a escrita, expressão oral e compreensão dos
textos..
O que é Estado?
Estado-nação
O surgimento dos Estados Nacionais
Estado brasileiro
Interpretação sociológica para:
- Durkheim
- Marx
OBJETOS DO - Weber
CONHECIMENTO Democracia e sociedade
Surgimento dos movimentos sociais
Movimentos sociais e revolução
Surgimento da Sociologia ambiental
Meio ambiente e globalização
Desenvolvimento econômico e a questão ambiental
Violência e desigualdades sociais
A questão da terra no Brasil
Aulas expositivas dialogadas;
Pesquisas;
METODOLOGIA Filmes, documentários, músicas, poesias;
Leitura orientada;
Estudo dirigido
Recursos: Datashow, pincel
O método avaliativo é processual, com critério qualitativo e
quantitativo, utilizando vários procedimentos:
Seminários;
AVALIAÇÃO Avaliação escrita;
Participação oral;
Produção textual;
Trabalho individual e em grupo.
OLIVEIRA, L. F. Sociologia para Jovens do Século XXI. Rio de
Janeiro: Novo milênio, 2013.

OLIVEIRA, P. S. Introdução à sociologia. São Paulo: Ática, 1997


BIBLIOGRAFIA
BÁSICA MACHADO, J. R.I; AMORIM, H; BARROS, C.R. Sociologia hoje. São
Paulo: Ática, 2014.

QUINTANEIRO, T. BARBOSA, M. L. de O. OLIVEIRA, M. G. de. Um


toque de clássicos: Marx, Dürkheim e Weber. 2. ed. ver. amp. Belo
Horizonte: Editora UFMG, 2002.
ALBORNOZ, S. O que é Trabalho. São Paulo: Brasiliense, 1994.

BAUMAN, Zygmunt. Globalização: as consequências humanas. Rio


de Janeiro: Jorge Zahr, 1999.

BRANDÃO, Antônio Carlos. Movimentos culturais de juventude. 2ª


BIBLIOGRAFIA
Ed. São Paulo, Moderna, 2004.
COMPLEMENTAR
BRIDI, M. A; ARAÚJO, S. A; MOTIM, B. L. Ensinar e aprender
sociologia. São Paulo: Editora Contexto, 2009.

GIDDENS, A. Sociologia. Porto Alegre: Artmed, 2005.

GLABER, J. Sociologia para leigos. Rio de Janeiro: Alta Books, 2015.


101

MAQUIAVEL, Nicolau. O Príncipe. Comentários de Napoleão


Bonaparte e Rainha Cristina da Suécia. São Paulo:Jardim dos Livros,
2007.

MARTINS, C. O que é sociologia. São Paulo: Brasiliense, 1982.

MARTINS, J. M. Uma sociologia da vida cotidiana. São Paulo: Editora


Contexto, 2014.

MARX, K. A Ideologia Alemã. Boitempo, 2007.

OLIVEIRA, L. F. Sociologia para Jovens do Século XXI. Rio de


Janeiro: Novo milênio, 2013.

TOMAZI, N. D. Iniciação a Sociologia. São Paulo: Atual, 2000.

WEBER, M. Ciência e Política: duas vocações. Cultrix, 2004.

EIXO TECNOLÓGICO: INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO


CURSO: TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM INFORMÁTICA
COMPONENTE CURRICULAR/ DISCIPLINA: FILOSOFIA
CARGA HORÁRIA: 60 h (80 h/aula) HORAS SEMANAIS: 02h/a

Temas contemporâneos: ética, política e teoria do conhecimento.


Fundamentos da moral. Razão e vontade. Filosofia alemã. Crítica à
EMENTA metafísica na contemporaneidade, Nietzsche, Wittgenstein,
Heidegger. Epistemologias contemporâneas. Filosofias da ciência.
Ciência e metafísica. O problema dos universais, os transcendentais
Fenomenologia, existencialismo. Marxismo e Escola de Frankfurt.
Contextualizar conhecimentos filosóficos; Proporcionar a construção
do pensamento filosófico a partir de análise de textos; Correlacionar
OBJETIVOS temas contemporâneos ao pensamento filosófico Compreender
textos filosóficos articulando conhecimentos filosóficos e diferentes
conteúdos
Capacidade de compreender textos filosóficos de modo significativo;
Desenvolvimento da capacidade de problematização, argumentação
HABILIDADES e reflexão; Possibilidade de ampliar a compreensão do conhecimento
filosófico; Capacidade de ampliar a escrita, expressão oral e
compreensão dos textos.
Filosofia da técnica (Heidegger; Pierre Levy)
OBJETOS DO Antropologia filosófica
Filosofia contemporânea (Bioética, Produção de identidades,
CONHECIMENTO Hipermodernidade)
Problemas da Filosofia política e a Democracia
Aulas expositivas dialogadas;
Pesquisas;
METODOLOGIA Filmes, documentários, músicas, poesias;
Leitura orientada;
Estudo dirigido
Recursos: Datashow, pincel
O método avaliativo é processual, com critério qualitativo e
quantitativo, utilizando vários procedimentos:
Seminários;
AVALIAÇÃO Avaliação escrita;
Participação oral;
Produção textual;
Trabalho individual e em grupo.
ARANHA, M. L. A. de; MARTINS, M. H. P. Filosofando: introdução à
BIBLIOGRAFIA filosofia- 4ª ed. rev-. São Paulo: Moderna, 2009.
BÁSICA CHAUI, M. Convite à filosofia. 2ª ed. São Paulo: Ática, 2013.
102

GALLO, Silvio. Filosofia: experiência do pensamento: volume único /


1ª Ed. São Paulo: Scipione, 2014.

NICOLA, Ubaldo. Antologia ilustrada de filosofia: das origens à idade


moderna. São Paulo: Globo, 2005.

ARENDT, H. A condição Humana. Rio de Janeiro: Forense, 1995.

BOBBIO, N.O futuro da democracia: uma defesa das regras do jogo.


11ª ed. Tradução de NOGUEIRA, M. A. Nogueira. São Paulo: Paz e
Terra, 2009.

CASSIRER, E. Antropologia filosófica: ensaio sobre o homem. São


Paulo: Mestre Jou, 1977.

BIBLIOGRAFIA CHARLES, S. Cartas sobre a hipermodernidade. São Paulo:


Barcarolla, 2009.
COMPLEMENTAR
CHAUÍ, M. Cultura e democracia: o discurso competente e outras
falas. 12. ed. São Paulo: Cortez, 2007.

DAHL, R. A. A democracia e seus críticos. São Paulo: Martins


Fontes, 2012.

LÉVY, P. As tecnologias da inteligência: o futuro do pensamento na


era da informática. São Paulo: Editora 34, 2010.

LIPOVETSKY, G. A Era do vazio. Barueri: Manole, 2005.

EIXO TECNOLÓGICO: INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO


CURSO: TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM INFORMÁTICA
COMPONENTE CURRICULAR/ DISCIPLINA: LINGUA ESTRANGEIRA
ESPANHOL
CARGA HORÁRIA: 60 h (80 h/aula) HORAS SEMANAIS: 02 h/a

EMENTA Noções de letramento e consciência dos diversos gêneros textuais;


Diversidade linguística e cultural dos povos falantes de língua
espanhola; Relações interculturais entre o Brasil e países de língua
espanhola; Desenvolvimento da compreensão escrita e oral;
Desenvolvimento da expressão escrita e oral; Coerência e coesão
textuais para o sentido e a produção de textos; Aquisição da fonologia
espanhola em nível básico; Ampliação do vocabulário da língua
espanhola em nível básico; Conhecimento da morfossintaxe da língua
espanhola em nível básico: Sistema nominal; Sistema Verbal; Sistema
Pronominal.
OBJETIVOS Compreender a comunicação em língua estrangeira como um
instrumento relevante para a formação profissional, acadêmica ou
pessoal; Conhecer a diversidade linguística e cultural dos países
falante de língua espanhola, no sentido de proporcionar aos
estudantes reflexões interculturais entre a cultura alheia e a própria
visando à superação de estereótipos e preconceitos; Desenvolver a
competência comunicativa em nível básico, a qual compreende as
capacidades compreender textos escritos e orais, bem como
expressar-se de maneira escrita e oral na língua espanhola; Analisar
criticamente textos escritos e orais em língua espanhola, no sentido
de estabelecer inter-relações com a realidade dos estudantes,
fomentando atitudes de comprometimento com o respeito ao outro, o
reconhecimento dos direitos humanos e cidadania.
HABILIDADES Ler e compreender textos escritos (verbais e não-verbais) e orais em
Espanhol; Desenvolver estratégias de leitura para melhor
103

compreensão de textos em Espanhol, reconhecendo os diferentes


gêneros textuais; Conhecer e utilizar elementos linguísticos da língua
espanhola em nível básico; Reconhecer a pluralidade linguística e
cultural da língua espanhola; Refletir sobre questões interculturais
(linguísticas, culturais, históricas, políticas), no sentido de estabelecer
relações entre os povos falantes de Espanhol e os brasileiros;
Desenvolver a expressão escrita e oral em nível básico.
OBJETOS DO 1. Estratégias de leitura;
CONHECIMENTO 2. Estratégia de compreensão de textos orais;
3. Países y nacionalidades;
4. Diversidad lingüística y cultural de los pueblos hispanohablantes y
sus relaciones interculturales;
5. El alfabeto;
6. letras y sonidos;
7. Verbos “ser” y “estar” – presente de indicativo;
8. Saludos y despedidas;
9. Distinción entre los verbos “haber”, “estar” y “tener”;
10. Artículos (definidos e indefinidos);
11. Artículo neutro “lo”;
12. Voseo (origens e uso);
13. Información personal (civil, nombre, apellido);
14. meses del año Los numerales;
15. La hora; Verbos regulares e irregulares – Presente de indicativo;
16. Verbos pronominales – presente de indicativo;
17. Los pronombres interrogativos/ Uso de “Por qué/ por que/
porqué/porque”/ “dónde y adónde”;
18. Heterosemánticos/heterogenéricos (gramática contrastiva);
19. Adjetivos calificativos;
20. Posesivos (adjetivos y posesivos);
21. Pretéritos: simple, perfecto compuesto e imperfecto de indicativo;
22. Expresiones idiomáticas;
23. Signos de puntuación;
24. Cuantificadores “muy” y “mucho”;
25. Apócope (muy/mucho; tanto/tan; grande/gran);
26. Conectivos (cohesión y coherencia textual);
27. Advérbios de tempo;
28. Futuro imperfecto de indicativo;
29. Comparativos de igualdad, superioridad e inferioridade.
METODOLOGIA Análise crítica de textos;
Aulas expositivas;
Produções escritas;
Seminários;
Debates;
Oficinas;
Elaboração de projetos envolvendo temas transversais e textos
literários.
AVALIAÇÃO Avaliações escritas e orais;
Trabalhos individuais e em grupo (exercícios, apresentações orais,
pesquisas);
Proposta de trabalho com literatura;
Participação nas atividades em sala de aula.
BIBLIOGRAFIA FANJÚL, A. P. Gramática y Práctica de Español para brasileños. São
BÁSICA Paulo: Moderna (Santillana), 2005. (Col. Prácticos ELE. Editora. SM,
2003.

PEREIRA, H. B. C. Michaelis: dicionário escolar EspanholPortuguês.


104

São Paulo: Editora Scipione, 2005.

GÓMEZ, T. L. Gramática didáctica del Español. São Paulo: Editora


SM, 2005.
BIBLIOGRAFIA BENEDETTI, M. Primavera con una esquina rota. Buenos Aires:
COMPLEMENTAR Editorial Sudamericana, 2000.

CERVANTES, M. El Quijote). Madrid: Grupo Anaya, v 1, 2002.


(Colección Audio clásicos adaptados).

______. El Quijote. Madrid: Grupo Anaya, v 2, 2002. (Colección Audio


clásicos adaptados).

______. El Quijote. Madrid: Grupo Anaya, v 3, 2002. (Colección Audio


clásicos adaptados).

JACOBI, C.; MELONE, E.; MENÓN, L. Gramática en contexto: Curso


de gramática para comunicar. Madrid: Edelsa Grupo Didascalia, 2011.

VIGIL, J. I. L.; VIGIL, M. L. 500 engaños: Otra cara de la historia


(basada en la obra “Las Venas abiertas de América Latina” de
Eduardo Galeano). Madrid: Editorial Nueva Utopía, 1990. Disponível
em <http://www.radialistas.net/article/500-enganos/> Acesso em
09/11/2015.

EIXO TECNOLÓGICO: INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO


CURSO: TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM INFORMÁTICA
COMPONENTE CURRICULAR/ DISCIPLINA: LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS
– LIBRAS
CARGA HORÁRIA: 60 h (80 h/aula) HORAS SEMANAIS: 02 h/a

EMENTA Reflexão histórica acerca da legitimação da Língua de Sinais: História,


identidade/cultura surda e Legislação. O ensino da Libras no nível
básico. Prática das estruturas elementares da Libras.
OBJETIVOS Proporcionar aos educandos conhecimentos que os possibilitem
promover uma conversação básica em Libras com usuários da língua;
Conhecer as especificidades da pessoa com surdez; Discutir os
aspectos históricos, sociais, culturais e linguísticos das pessoas com
surdez; Refletir sobre cultura e identidade surda; Adquirir noções
básicas de Libras, que possibilitem um diálogo mínimo com a pessoa
com surdez.
HABILIDADES Manter uma conversação com os usuários da Libras.
OBJETOS DO 1. Contextualização Histórica da surdez;
CONHECIMENTO 2. Paralelos entre línguas orais e gestuais;
3. Classificadores - Expressões faciais e corporais.
4. Sinais específicos do curso de informática;
5. Sinalários Básicos:
5.1. Alfabeto manual e números manuais;
5.2. Identificação Pessoal e Saudações;
5.3. Pronomes;
5.4. Família;
5.5. Objetos;
5.6. Vestimentas;
5.7. Cores;
5.8. verbos;
5.9. Estações do Ano;
5.10. Calendário;
5.11. Meios de transporte;
5.12. Meios de comunicação;
5.13. Frutas;
105

5.14. Alimentos;
5.15. Animais
5.16. Materiais escolares;
5.17. Esportes;
5.18. Profissões;
5.19. Natureza;
5.20. Estados Brasileiros;
METODOLOGIA Aula teórica e discursiva;
Seminários;
Oficinas práticas da língua.
AVALIAÇÃO Serão utilizados no mínimo 03 instrumentos de avaliação:
Teste de múltipla escolha;
Prova;
Seminário;
Memória de aula;
Relatório;
Fichamento;
Elaboração de artigo científico;
Realização de pesquisa.
BIBLIOGRAFIA CAPOVILLA, F. C.; RAPHAEL, W. D.; MAURICIO, A. C. L. Novo
BÁSICA Deit-Libras: Dicionário enciclopédico ilustrado trilíngue da Língua de
Sinais Brasileira. São Paulo, SP: Edusp. v 2, 2010.

. Novo Deit-Libras: Dicionário enciclopédico ilustrado


trilíngue da Língua de Sinais Brasileira. São Paulo, SP: Edusp. v 2,
2010.

FERNANDES, E. Surdez e bilinguismo. Porto Alegre: Mediação,


2005.
BIBLIOGRAFIA FALCÃO, L. A.. Surdez cognição visual e libras. 2. ed. Recife:
COMPLEMENTAR Editora do Autor, 2011.
PEREIRA, Rachel de Carvalho. Surdez: aquisição de linguagem e
inclusão social. Rio de Janeiro: Revinter, 2008.

SKLIAR, C. A surdez: um olhar sobre as diferenças. 5. ed. Porto


Alegre: Mediação, 2011.

CARVALHO, R. E. Removendo barreiras para a aprendizagem:


educação inclusiva. Porto Alegre: Mediação, 2000.

DORZIAT, Ana. O outro da Educação: pensando a surdez com base


nos temas Identidade/a, Currículo e Inclusão, Petrópolis-RJ: Editora
Vozes, 2009.

EIXO TECNOLÓGICO: INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO


CURSO: TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM INFORMÁTICA
COMPONENTE CURRICULAR/ DISCIPLINA: SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E
SAÚDE - SMS
CARGA HORÁRIA: 60 h (80 h/aula) HORAS SEMANAIS: 02h/a

EMENTA Conceitos básicos sobre poluição e desenvolvimento sustentável;


Noções sobre legislação ambiental; Resíduos Eletroeletrônicos;
Conceitos Básicos sobre Segurança do Trabalho; Acidente do
Trabalho; Normas Regulamentadoras (NRs) do Ministério do Trabalho,
relativas à segurança e saúde do trabalho; Ergonomia; Prevenção e
combate a incêndio.

OBJETIVOS Apresentar conceitos e legislações básicas sobre Meio Ambiente,


visando desenvolver a consciência ambiental; Fornecer
106

conhecimentos básicos referentes aos riscos à saúde do trabalhador e


os métodos de prevenção e proteção aplicáveis, relacionando com o
contexto legal aplicado a Segurança e Saúde no Ambiente de
Trabalho.
HABILIDADES Compreender a legislação ambiental básica e os princípios do
desenvolvimento sustentável; Atuar de forma ambientalmente correta,
interferindo em seu ambiente social e de trabalho; Interpretar as
normas regulamentadoras (NR) e outras aplicáveis a segurança do
trabalho; Reconhecer os riscos à saúde do trabalhador e as medidas
de proteção cabíveis para as diversas situações.

OBJETOS DO 1. Política Nacional do Meio Ambiente.


CONHECIMENTO 2. Política Nacional de Resíduos Sólidos.
3. Poluição da água, do solo e do ar: Fontes geradoras, Mecanismo
para redução, controle, tratamento e destinação final.
4. Desenvolvimento Sustentável: Histórico e definição.
5. Resíduos Eletroeletrônicos: Geração, impactos sobre o meio
ambiente e a saúde humana, alternativas de controle e tratamento.
6. Introdução a segurança do trabalho.
7. Acidente do Trabalho: legal e prevencionista.
8. NRs 04, 05, 06, 07, 09, 15, 16 e 17.
9. Conceitos, características, e desenvolvimento da ergonomia;
10. Prevenção e combate a incêndio.
11. Noções de Primeiros Socorros.

METODOLOGIA Aulas expositivas visando estimular a capacidade crítica do aluno;


Análise de textos e vídeos; Desenvolvimento de trabalhos, projetos ou
seminários, individuais ou em grupo, integrados a disciplinas
correlatas; Visita técnica.
AVALIAÇÃO Avaliação qualitativa;
Avaliações individuais escritas;
Estudo dirigido;
Seminários e trabalhos em grupo;
Relatório de visita técnica.
BIBLIOGRAFIA SALIBA, Tuffi Mesias. Curso básico de segurança e higiene
BÁSICA ocupacional. 5. ed. São Paulo: LTR, 2013. 479 p.

MATTOS, Ubirajara Aluizio de OLiveira; MÁSCULO, Francisco


Soares (Org.). Higiene e segurança do trabalho. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2011. 419p.

SÁNCHEZ, Luis Enrique. Avaliação de impacto ambiental: conceitos


e métodos. 2. ed. São Paulo: Oficina de texto, 2013.
BIBLIOGRAFIA SEIFFERT, Mari Elizabete Bernadini. Gestão ambiental:
COMPLEMENTAR instrumentos, esferas de ação e educação ambiental. 2. ed. São
Paulo: Atlas, 2011.

KRIEGER, Maria da Graça. Glossário de gestão ambiental. São


Paulo: Disal, 2006.

GOLDEMBERG, José. Energia, meio ambiente e desenvolvimento.


São Paulo: EDUSP, 2012.

COUTO, H. de A. Ergonomia aplicada ao trabalho: manual técnico da


máquina humana. Vol. 1. Belo Horizonte: ERGO Editora, 1995.

COUTO, H. de A. Ergonomia aplicada ao trabalho: manual técnico da


máquina humana. Vol. 2. Belo Horizonte: ERGO Editora, 1995.

BADIA, J. C. N. & RIBEIRO, D. da S. Higiene e segurança do


trabalho. PROMIMP. Pelotas: CEFET-RS, 2006, 82p.

GONSALVES, E. A. Manual de segurança e saúde no trabalho. São


Paulo: LTr, 2000.
107

EIXO TECNOLÓGICO: INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO


CURSO: TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM INFORMÁTICA
COMPONENTE CURRICULAR/ DISCIPLINA: REDES DE COMPUTADORES
CARGA HORÁRIA: 90h (120 h/aula) HORAS SEMANAIS: 03 h/a

EMENTA Conceitos Básicos de Redes de Computadores; Modelos de


Referência OSI e modelo TCP/IP, Redes sem Fio, Padrões de
comunicação; Segurança em Redes de Computadores; Cabeamento
Estruturado; Endereçamento de Rede (MAC e IP); Simulação de
Redes com Packet Tracer; Montar e configurar redes LAN; Instalar
serviços para redes de computadores em Linux e Windows; Instalar e
configurar equipamentos, cabos, softwares de rede, cabeamento
estruturado.
OBJETIVOS Compreender as arquiteturas de redes; Conhecer os tipos de redes;
Conhecer as topologias de redes; Conhecer os equipamentos de
redes e suas funcionalidades; Identificar meios físicos, dispositivos e
padrões de comunicação; Conhecer os tipos e padrões de redes sem
fio; Conhecer os algoritmos e métodos de criptografia para segurança
de redes sem fio; Instalar e configurar uma rede de computadores;
Compartilhar dados e equipamentos através de redes; Identificar
protocolos de comunicação; Instalar / Configurar servidores de redes;
Instalar / Configurar ferramentas de segurança; Instalar / Configurar
ferramentas de administração.

HABILIDADES Identificar o melhor padrão de rede a ser utilizado, dependendo das


necessidades; Detectar e corrigir problemas em projetos de rede;
Montar cabos de rede para as mais diversas utilizações; Instalar placas
de rede em computadores; Configurar equipamentos de comunicação
de dados; Instalar e configurar computadores para trabalhar em rede
de ponto a ponto; Fazer empilhamento de equipamentos visando a
expansão de redes; Montar um sistema de gateway com ou sem
roteador; Configurar o compartilhamento de periféricos e arquivos em
uma rede; Instalação e configuração de redes sem fio; Instalar
servidores de rede e configurar suas funções e serviços; Conhecer os
padrões internacionais de redes.

OBJETOS DO 1. Conceitos básico;


CONHECIMENTO 1.1. Comutação por Circuito e Comutação por Pacote;
1.2. Redes de Comunicação: Conceito e Objetivos;
1.3. Classificação de Redes;
1.4. Topologia de redes;
1.5. Arquiteturas de Redes;
1.6. Protocolos e Serviços;
1.7. Protocolos de Roteamento;
1.8. Simuladores de redes;
1.9. Equipamentos de redes;
2. Cabeamento:
2.1. Tipos de cabeamento;
2.2. Crimpagem de cabos;
2.3. Tipos de conectores;
2.4. Montagem de conectores;
2.5. Cabeamento estruturado.
3. Redes sem Fio:
3.1. Definições e Configuração;
3.2. Protocolos para redes sem fio.
3.3. Segurança;

4. Compartilhamento de recursos
4.1. Compartilhamento de impressora;
4.2. Compartilhamento de arquivos.
5. Servidores:
5.1. Servidores de Arquivos;
5.2. Firewall;
108

5.3. Proxy;
5.4. DHCP;
5.5. DNS.
5.6. Segurança de Redes;
5.7. Administração de Redes.
METODOLOGIA Aulas expositivas dialogadas;
Aulas práticas;
Uso de simuladores;
Leituras e debates;
Pesquisas;
Visitas técnicas;
Estudo em grupo.
AVALIAÇÃO Provas;
Testes orais;
Seminários;
Trabalhos práticos e relatórios.
BIBLIOGRAFIA TORRES, Gabriel. Redes de computadores – Versão revisada e
BÁSICA atualizada. 2ª ed. Nova Terra, 2014.

TANENBAUM, A. S. Redes de computadores. 5. ed. São Paulo:


Pearson, 2011.

Kurose, James F,; Ross, Keith W. Redes de computadores e internet:


uma abordagem Top Down. 5. ed. São Paulo: Editora Pearson Addison
Wesley, 2010.

RUFINO, Nelson M. O. Segurança em redes sem fio. Aprenda a


proteger suas informações em ambientes WI-FI e bluetooth. 3ª ed.
Novatec. São Paulo, 2011.
BIBLIOGRAFIA Kurose, James F,; Ross, Keith W. Redes de computadores e internet:
COMPLEMENTAR uma abordagem Top Down. 6. ed. São Paulo: Editora Pearson Addison
Wesley, 2013.

MARIN, Paulo Sergio. Cabeamento Estruturado - Desvendando Cada


Passo: Do Projeto à Instalação: Érika. São Paulo, 2008.

MORIMOTO, C. E. Redes: guia prático. Porto Alegre: SUL Editores,


2008.

CARISSIMI,S.A; ROCHOL,J. et al. Redes de Computadores. Porto


Alegre: Editora Bookman. v 20, 2009. (Série Livros didáticos
informática UFRGS).

NEMETH, E. Manual completo do Linux: guia do administrador. 2. ed.


São Paulo. Pearson – Prentice Hall, 2007.

SOUSA, L. B. Redes de Computadores: Guia Total. São Paulo: Editora


Érica, 2009.

EIXO TECNOLÓGICO: INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO


CURSO: TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM INFORMÁTICA
COMPONENTE CURRICULAR/ DISCIPLINA: ANÁLISE E PROJETO DE
SISTEMAS
CARGA HORÁRIA: 60 h (80 h/aula) HORAS SEMANAIS: 02 h/a

EMENTA Conceitos fundamentais de processo de desenvolvimento de


sistemas. Análise e desenvolvimento. Modelagem: Conceitos,
ferramentas e a UML (Unified Modeling Language). Processo
Unificado de Desenvolvimento de Sistemas. Etapas do
desenvolvimento de sistemas. Estágios e Objetivos do Projeto.
OBJETIVOS Conhecer as etapas e os diagramas necessários para a análise de
desenvolvimento estruturada; Conhecer as etapas e os diagramas
necessários para a análise de desenvolvimento da Programação
109

Orientada a Objetos (POO); Conhecer e Identificar as necessidades


de um software para cada cliente; Reconhecer as técnicas de
modelagem de software necessárias para especificar a necessidade
do cliente e o projeto real a ser implementado; Compreender a
importância da modelagem do processo de criação de software;
Relacionar os requisitos do software com as etapas de
desenvolvimento e testes; Conhecer e utilizar a UML e os seus
diagramas básicos para modelagem e especificação nas fases de
análise e projeto do software.
HABILIDADES Identificar os requisitos de software; Identificar os diagramas
necessários para modelar softwares no formato estruturado e no
formato orientado a objetos, baseados nos requisitos; Identificar as
metodologias de desenvolvimento de software; Produzir modelos de
software com diagramas de analise e desenvolvimento de software,
baseados no formato Orientado a Objetos e no formato estruturado;
Produzir cronogramas de desenvolvimento de softwares; Mensurar as
necessidades de desenvolvimento de um software: material humano,
equipamentos, softwares auxiliares, etc.; Construir um software a
partir dos modelos construídos e das metodologias de
desenvolvimento analisadas; Realizar procedimentos de testes de
software baseados nos requisitos de software identificados na fase de
análise
OBJETOS DO 1. Ciclo de Vida de desenvolvimento do software
CONHECIMENTO Processo Unificado de Desenvolvimento de Sistemas:
3.1 Características
3.2 Processo Orientado por Casos de Uso
3.3 Processo Centrado na Arquitetura
3.4 Processo Iterativo e Incremental
3.5 O Ciclo de Vida do Software Orientado a Objetos:
3.5.1. Iterações
3.5.2. Fluxos de Trabalho: Requisitos, Análise, Projeto,
Implementação e Teste
3.5.3. As Fases de Concepção, Elaboração, Construção e
Transição de Software
2. Estudo do Sistema
2.1. Planejamento e Estudo de Viabilidade de Projeto.
2.2. Análise de Requisitos de um Projeto:
2.2.1.Entrevistas
2.2.2.Questionários
2.2.3.Reuniões
2.2.4.Observação.
3. Métodos de desenvolvimento de software baseados no
paradigma orientado a objetos, utilizando a notação UML
3.1. Histórico, Visões, Diagramas
3.2. Diagrama de Casos de Uso
3.3. Detalhamento de Casos de Uso
3.4. Diagrama de Classes
3.5. Diagrama de Objetos
3.6. Modelo Dinâmico (sequência, colaboração, estados,
atividades)
3.7. Uso de Ferramentas CASE na Modelagem de Objetos com
UML
4. Metodologias de Desenvolvimento de Software
5. Teste de Software

METODOLOGIA Aulas teóricas expositivas;


Aulas práticas em laboratórios;
Atividades em grupos;
Atividades práticas.
Apresentação de Estudos de Caso
110

AVALIAÇÃO A avaliação do rendimento será feita através de:


Provas;
Relatórios;
Seminários;
Atividades Práticas.
BIBLIOGRAFIA LIMA, A. S. UML 2.5: do requisito à solução. São Paulo: Érica, 2014.
BÁSICA
WAZLAWICK, R. S. Análise e projeto de sistemas de informação
orientados a objetos. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011.

PRESSMAN. Engenharia de Software: uma abordagem profissional.


Porto Alegre. Bookman, 2011.

BIBLIOGRAFIA GUEDES, G. T. A. UML 2: Uma abordagem prática. São Paulo:


COMPLEMENTAR Novatec, 2011.

BROD, Cesar. Scrum: Guia prático para projetos ágeis. Novatec, 2013.

YOURDON, E. et al. Análise Baseada em Objetos – 2ª Edição


Americana. Ed. Campus.

BECK, Kent. Programação Extrema (XP) Aplicada. Ed. Bookman,


2004.

SILVA, Nelson Peres da. Projeto e Desenvolvimento de Sistemas –


11ª edição. Ed. Érica

EIXO TECNOLÓGICO: INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO


CURSO: TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM INFORMÁTICA
COMPONENTE CURRICULAR/ DISCIPLINA: LINGUAGEM DE
PROGRAMAÇÃO II
CARGA HORÁRIA: 120h (160 h/aula) HORAS SEMANAIS: 4 h/a

EMENTA Programação Orientada a Objetos. Manipulação de arquivos e


estrutura de dados. Utilização da interface gráfica em Java (Swing
Java). Programação Java Web para desktop e dispositivos móveis.
OBJETIVOS Conhecer o paradigma de programação orientada a objetos e seus
conceitos utilizando pelo menos duas linguagens diferentes;
Conhecer a manipulação de arquivos; Conhecer estruturas básicas
de dados; Conhecer o ambiente de programação visual; Conhecer a
programação Web; Conhecer programação para dispositivos móveis
HABILIDADES Construir programas utilizando os conceitos de orientação a objeto
utilizando pelo menos duas linguagens diferentes; Manipular arquivos
através de um programa; Construir softwares para resolver problemas
práticos; Entender o funcionamento de algumas estruturas de dados
e sua aplicabilidade; Realizar o tratamento de exceções em softwares;
Desenvolver programas com interfaces gráficas; Desenvolver
programas voltados para web; Desenvolver programas para
dispositivos móveis.
OBJETOS DO Manipulação de arquivos:
Geração e acesso a arquivos
CONHECIMENTO
Criação e visualização de relatórios
Programação Web:
Introdução a sistemas Web;
Apresentação das principais tecnologias Java para desenvolvimento
de sistemas web;
Introdução à tecnologia de Servlet
Introdução a Java Server Pages (JSP)
111

Introdução a JSF
Padrão MVC
Aplicando MVC a sistemas web
Componentes da Interface Gráfica com o Usuário (GUI):
Java para dispositivos móveis:
Introdução à computação móvel;
Ambiente de desenvolvimento de aplicações;
Desenvolvimento e implantação de aplicações para dispositivos
móveis.
METODOLOGIA Aulas teóricas expositivas;
Aulas práticas em laboratórios;
Atividades em grupos;
Seminários;
Situação problema;
Visitas técnicas;
Implementação de um projeto final.
AVALIAÇÃO O processo de avaliação será amplo, contínuo, gradual, cumulativo e
cooperativo, envolvendo todos os aspectos qualitativos e quantitativos
da formação do aluno. Através de:
Observação direta da participação e do interesse do aluno;
Observação da capacidade do aluno trabalhar em grupo;
Provas teóricas;
Execução dos seminários;
Projeto final.
BIBLIOGRAFIA DEITEL, H. M. ; DEITEL, P. J. Java como programar. . São Paulo:
Pearson, 2010.
BÁSICA
SANTOS Rafael. Introdução à programação orientada a objetos
usando Java 2.e.d. Rio de Janeiro: Elseiver, 2013.

PRESSMAN Roger S. Engenharia de Software:uma abordagem


profissional 7e.d. Porto alegre: Bookman, 2011.
BIBLIOGRAFIA SIERRA, K. Use a Cabeça Java. Rio de Janeiro: Alta Books, 2005.

COMPLEMENTAR
SCHILDT ,H. Java - A referência completa. 8. Ed.. Rio de Janeiro:
Alta Books, 2014.

COELHO, P. Programação Em Java: curso completo. 4. ed. Lisboa:


FCA, 2014.

MANZANO, J. A. N. G.; ROBERTO, A. C. J. Java 7: programação de


computadores - guia prático de introdução, orientação e
desenvolvimento. São Paulo: Érica, 2011.

BURD, B. Começando A Programar Em Java Para Leigos. Rio de


Janeiro: Alta Books, 2014.

FURGERI, S. Java 7: ensino didático. São Paulo: Érica, 2010.

GOODRICH, M. T.; TAMASSIA, R. Estruturas de dados e


algoritmos em Java. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, 2007.

EIXO TECNOLÓGICO: INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO


CURSO: TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM INFORMÁTICA
COMPONENTE CURRICULAR/ DISCIPLINA: TÓPICOS ESPECIAIS DE
INFORMÁTICA
112

CARGA HORÁRIA: 60 h (80 h/aula) HORAS SEMANAIS: 2 h/a

EMENTA Trabalhar temas atuais de inovação tecnológica, como por exemplo, a


robótica, desenvolvimento de apps para dispositivos móveis e
desenvolvimento de jogos; Aperfeiçoar temas trabalhados em
disciplinas do curso;
OBJETIVOS Discutir temas atuais da Informática, de interesse para a formação do
profissional da área; Aperfeiçoar temas que não tenham sido
incorporados aos conteúdos programáticos das demais disciplinas do
curso ou que precisem ser mais aprofundados.
HABILIDADES Compreender as inovações tecnológicas; aplicar novos conceitos de
tecnologia; Desenvolver estratégias e métodos de investigação
tecnológicas; identifica técnicas apropriadas para a solução de
problemas; identificar demandas de marcado para desenvolvimento
de métodos e produtos de inovadores;

OBJETOS DO Tópicos relacionados com inovações tecnológicas decorrentes de


CONHECIMENTO pesquisas de vanguarda, aplicações específicas ou aprofundamento
de aspectos abordados em outras disciplinas, de comum interesse à
professores e alunos do curso.
METODOLOGIA Aulas teóricas expositivas;
Aulas práticas em laboratórios;
Atividades em grupos;
Seminários;
Situação problema;
Visitas técnicas;
Pesquisas bibliográficas.
AVALIAÇÃO Avaliações escritas e práticas;
Trabalhos individuais e em grupo (listas de exercícios, estudos
dirigidos, pesquisas, seminários);
BIBLIOGRAFIA A Bibliografia básica ficará sob a responsabilidade do professor que
BÁSICA ministrará a disciplina em um respectivo semestre e será constituída
de acordo com os temas a serem abordados durante o semestre.
BIBLIOGRAFIA A Bibliografia complementar ficará sob a responsabilidade do
COMPLEMENTAR professor que ministrará a disciplina em um respectivo semestre e
será constituída de acordo com os temas a serem abordados durante
o semestre.

EIXO TECNOLÓGICO: INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO


CURSO: TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM INFORMÁTICA
COMPONENTE CURRICULAR/ DISCIPLINA: METODOLOGIA DO TRABALHO
CIENTÍFICO
CARGA HORÁRIA: 30h (40h/aula) Horas Semanais: 01 h/a

1.Fundamentos da Metodologia Científica; 2. Métodos e Técnicas da


Pesquisa; 3. Normas para elaboração de trabalhos acadêmicos
EMENTA (ABNT); 4. Produção Acadêmica: tipos de trabalhos acadêmicos
(resumo, resenha crítica; fichamento, artigo científico, projeto de
pesquisa, relatório técnico científico, monografia); 5. Organização do
texto científico; 6. Ética no processo de pesquisa.

Compreender o processo de produção do trabalho científico;


OBJETIVOS Conhecer as normas de produção do trabalho científico;
Compreender as fases de elaboração de trabalhos acadêmicos;
Diferenciar as modalidades de trabalhos acadêmicos.

Capacidade de compreender as diferentes modalidades de


HABILIDADES trabalhos científicos;
Compreensão das normas de produção do trabalho científico da
ABNT;
113

Possibilidade de compreender a ética na pesquisa;


Capacidade de ampliar a escrita, expressão oral e compreensão dos
textos.

Tipos de Conhecimento
Tipos de Ciência
Metodologia
Ética na Pesquisa
OBJETOS DO Resumo (crítico, informativo, indicativo)
Fichamento
CONHECIMENTO Paper
Artigo Científico
Projeto de Pesquisa
Relatório Técnico Científico
Monografia
Formatação
Estrutura

Aulas expositivas dialogadas;


METODOLOGIA Orientações individuais;
Pesquisas;
Recursos: Datashow, pincel.

O método avaliativo é processual, com critério qualitativo e


quantitativo, utilizando vários procedimentos:
AVALIAÇÃO Seminários;
Avaliação escrita;
Participação oral;
Produção textual;
Trabalho individual e em grupo.

DEMO, Pedro. Metodologia do conhecimento científico. São


Paulo: Atlas, 2000.
BIBLIOGRAFIA
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade.
BÁSICA Fundamentos de metodologia científica. 7. ed. São Paulo: Atlas,
2010.

MINAYO, Maria Cecília de Souza (org.). Pesquisa social: teoria,


método e criatividade. 29. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2010.

DEMO, Pedro. Introdução à metodologia da ciência. 2. Ed. São


Paulo: Atlas, 2008.
BIBLIOGRAFIA
Descartes, René. O discurso do método. São Paulo: Martins
COMPLEMENTAR Fontes, 2001.

SALOMON, Délcio Vieira. Como fazer uma monografia. São


Paulo: Martins Fontes, 1999.

4.3 Orientações Metodológicas

Ao considerar que o IFBA campus Brumado tem como princípio norteador


promover ensino, pesquisa e extensão agregando valores éticos, sociais e políticos
na formação integral do cidadão, numa perspectiva histórico-crítica, salientamos a
importância da adoção de métodos e estratégias que oriente o trabalho de todas as
pessoas envolvidas no processo de ensino-aprendizagem. De modo a preservar a
114

dialética entre professor-aluno pressupondo “uma educação que parta da realidade


do educando, visando transformá-la a favor de todos os explorados, através de uma
análise crítica da realidade...” (IFBA, 2013, pg.36).

Entende-se que os métodos de ensino e de aprendizagem são expressões


educacionais e, ao mesmo tempo, uma resposta pedagógica às
necessidades de apropriação sistematizada do conhecimento científico em
um dado momento histórico representando um processo dialético de
produção. (LACANALLO; SILVA; OLIVEIRA; GASPARIN; TERUYA, s.d.,
p. 2)

Neste sentido, serão adotadas práticas educativas que permitam a


compreensão dos conteúdos expostos na matriz curricular, em sua totalidade, e
darão condições para o indivíduo adquirir e produzir conhecimento, numa
perspectiva autônoma, dialógica e transformadora. Com o objetivo de viabilizar o
processo de ensino-aprendizagem serão aplicadas as seguintes estratégias:
metodologia de projetos, desenvolvimento de atividades exploratório-investigativas,
debates, produção textual, análise de discursos das mais diversas mídias, resolução
de problemas, promoção de seminários, visitas técnicas, aulas práticas e
experimentos em laboratórios, atividades de pesquisa, produção de esquemas
representativos da realidade como mapas, plantas, maquetes e protótipos, aulas
expositivo-participadas, dentre outros.

Em todos esses modos de trabalho “é necessário que se tratem os conteúdos


e que não se perca de vista o que é principal e secundário na escola, buscando um
trabalho pedagógico pautado numa perspectiva histórica” (PPI, 39). Ao entender
que nós todos temos formas diferentes de aprender, concluímos que nenhum dos
métodos propostos deve preponderar sobre o outro. Assim, o orientador/mediador
do processo de ensino-aprendizagem deve propiciar monitorias e a elaboração de
materiais e recursos didáticos que atendam às necessidades e peculiaridades dos
estudantes, observados a elaboração dos planos de ensino e a Resolução
nº09/2016 CONSUP IFBA, de maneira a contemplar o uso consciente e sustentável
dos espaços e das tecnologias e equipamentos disponíveis no campus.

Ademais serão desenvolvidas atividades e projetos inter/transdisciplinares,


por meio da articulação entre teoria e prática para tratar os conteúdos de maneira
desfragmentada, inter-relacionar ensino, pesquisa e extensão e trazer à tona
debates e reflexões sobre:

 A questão étnico-racial, a valorização da história, cultura e identidade


dos povos indígenas e descendentes africanos, conforme Lei Nº
115

11.645/2008 (que mantém o ensino da história da cultura afro-


brasileira e acrescenta o ensino da história e da cultura dos povos
indígenas) e a Resolução CNE/CP Nº 01/2004 (que institui as
Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações
Étnico Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e
Africana);
 A importância de se preservar o meio ambiente, para repensar a
sociedade de modo sustentável, conforme prevê a Constituição
Federal de 1988, Resolução Nº 02/2012 (estabelece as Diretrizes
Curriculares Nacionais para a Educação Ambiental) e o Decreto Nº
4.281/2002 (institui a Política Nacional de Educação Ambiental);
 E que aborde a Educação em Direitos Humanos, como forma de
combate às graves violações dos direitos humanos que acentua a
exclusão social, econômica, política e cultural, de acordo com a
Resolução Nº 01/2012 o Parecer CNE/CP Nº 08/2012 (que estabelece
as Diretrizes Nacionais da Educação em Direitos Humanos e
implementa a Educação em Direitos Humanos no currículo dos
cursos).

4.4 Prática Profissional Articuladora (PPA)

A Prática Profissional Articuladora (PPA), compreendida como componente


curricular obrigatório, tem por finalidade promover a integração das atividades de
ensino, pesquisa e extensão, sendo norteadora da formação integrada e buscando
aproximar a formação dos estudantes com o mundo do trabalho. Da mesma forma,
a PPA pretende articular horizontalmente o conhecimento dos três anos do curso
oportunizando o espaço de discussão e um espaço aberto para entrelaçamento
entre as disciplinas.
O Curso Técnico em Informática de forma Integrada ao Ensino Médio
contemplará a carga horária de 180 horas de PPA, conforme regulamentação
específica reservada para o envolvimento dos estudantes em práticas profissionais.
A distribuição da carga horária e principais disciplinas envolvidas na PPA nos três
anos do curso poderão ficar assim distribuídas, conforme decisão do Colegiado de
Curso:
116

Tabela 2 – PPA no curso Técnico em Informática Integrado

Ano Carga Disciplinas* Carga Horária Observações


Horária das Disciplinas
Anual

1º 60 horas Língua Portuguesa 15h


Matemática 15h
Algoritmo e Lóg. de Programação 15h
Programação Web I 15h

2º 60 horas Química 10h


Linguagem de Programação I 10h
Programação Web II 10h
Montagem e Manutenção 10h
Banco de dados 10h
Gestão e Empreendedorismo 10h

3º 60 horas Sociologia 10h


Filosofia 10h
Linguagem de Programação II 15h
Tópicos Avançados de Informática 15h
Redes de Computadores 10h

Após encerramentos das atividades no período letivo, os professores


orientadores, participantes da PPA, junto ao Colegiado de Curso, poderão avaliar
as ações desenvolvidas e julgar pela mudança das disciplinas que formarão a base
estruturante para o próximo ano letivo.
A PPA deverá contemplar a integração das disciplinas do currículo, de modo
que as disciplinas que compõem a base estruturante serão responsáveis pelo seu
tema gerador, e durante a elaboração e execução do projeto, os seus docentes
titulares, coordenarão as ações de integração, trans/interdisciplinaridade entre as
demais disciplinas do currículo.
Estas práticas deverão estar contempladas nos projetos de PPA, elaborados
antes do início letivo em que as PPA serão desenvolvidas, ou no máximo, até 20
dias úteis a contar do primeiro dia letivo do ano. A carga horária total do Projeto de
PPA de cada ano faz parte do cômputo de carga horária total, em hora aula, de cada
disciplina envolvida diretamente na PPA.
A adoção de tais práticas possibilita efetivar uma ação interdisciplinar e o
planejamento integrado entre os elementos do currículo, pelos docentes e equipe
técnico-pedagógica. Além disso, estas práticas devem contribuir para a construção
do perfil profissional do egresso.
117

Os resultados esperados da realização da PPA, prevendo, preferencialmente


o desenvolvimento de produção e/ou produto (escrito, virtual e/ou físico) conforme
o Perfil Profissional do Egresso bem como a realização de no mínimo um momento
de socialização entre os estudantes e todos os docentes do curso por meio de
seminário, oficina, dentre outros.
Ademais, os objetivos e métodos de avaliação devem ser integrados às
disciplinas diretamente envolvidas na PPA, de modo que as notas atribuídas às
atividades desenvolvidas devem ser utilizadas para compor as notas da unidade
letiva. Para efeito de registro, a nota final da PPA em cada unidade letiva poderá ser
obtida de duas formas: a) nota definida em conjunto, a partir da análise global das
atividades pelos docentes das disciplinas; ou b) média aritmética obtida a partir das
notas de cada disciplina envolvida na PPA, na unidade letiva.

4.5 Estágio Curricular Supervisionado

A Educação Profissional Técnica de nível médio realizada de forma integrada


ao Ensino Médio terá, obrigatoriamente, sua carga horária total ampliada pela carga
horária destinada ao estágio supervisionado profissionalizante ou trabalho de
conclusão de curso – TCC, vinculado à habilitação profissional, sendo esta carga
horária requisito para aprovação e obtenção de diploma.
São objetivos do Estágio Supervisionado:
 Proporcionar ao estudante a participação em situações reais de trabalho,
garantindo, assim, uma aprendizagem mais significativa;
 Promover a integração entre a realidade acadêmica e sócio-econômico-
política como forma de ampliar a qualificação do futuro profissional;
 Possibilitar a vivência de conhecimentos teóricos e práticos relacionada
à sua formação acadêmica.
A carga horária mínima do estágio curricular supervisionado é de 180 horas.
O estágio deverá ser realizado a partir do início do segundo semestre letivo da
segunda série do curso, em turno oposto ficando a cargo da Coordenação de
Estágio, COEER, orientar os estudantes quanto às etapas do processo. Ao final da
1ª unidade da 3ª série, os estudantes que não tiverem iniciado o estágio curricular
supervisionado serão encaminhados pela Coordenação do Curso para dar início à
execução das atividades de conclusão de curso, cabendo a este setor a orientação
e o acompanhamento do processo.
O estágio supervisionado deverá ocorrer antes do término do curso.
118

Havendo caso fortuito que impossibilite o discente de realizar o estágio o mesmo


deverá requerer junto ao Conselho de Curso, a autorização para dilatação do prazo
de conclusão, que será no máximo dois anos, conforme Art.98 da Organização
Didática, CEFET-BA, 2008.
Ao final do estágio o estudante deverá entregar o relatório que consistirá das
atividades desenvolvidas no período, sob o acompanhamento de um professor
orientador designado pela coordenação de curso e supervisionado por um
profissional da área ou de áreas afins com habilitação superior à de Técnico em
Informática de nível médio. Deverão haver reuniões periódicas, no mínimo
quinzenais, entre o professor orientador e o estudante, possibilitando um melhor
desenvolvimento das atividades. A avaliação do estudante é feita pelo professor
orientador e pelo supervisor da instituição onde o estágio for realizado, conforme
formulários da PROEX, em anexo.
Serão considerados campos de estágio as entidades comunitárias, pessoas
jurídicas de direito privado, os órgãos de administração pública, direta, autárquica e
fundacional de qualquer dos poderes da União, dos estados, do distrito federal e
dos municípios, bem como as instituições de ensino e ou pesquisa, o próprio
Campus e profissionais liberais de nível superior devidamente registrados em seus
respectivos conselhos de classes.
Conforme Art. 14 da Resolução nº 09, de 28/03/2016 do CONSUP IFBA,
será assegurado aos alunos com necessidades educacionais específicas, a
utilização de diferentes procedimentos de avaliação, adaptando-os aos diferentes
estilos e possibilidades de expressão dos alunos. Desse modo, é de
responsabilidade do Conselho de Curso, do Núcleo de Apoio à Pessoas com
Necessidades (NAPNE) e da COEER definir o(s) critério(s) mais adequados de
avaliação, para estes estudantes.

4.6 Trabalho de Conclusão de Curso - TCC

O Trabalho de Conclusão de Curso – TCC, no Curso Técnico em Informática


Integrado ao Ensino Médio consiste numa atividade interdisciplinar que garanta a
articulação entre a teoria e a prática profissional fundamentada nos diversos
componentes curriculares estudados no decorrer do processo, de modo a contribuir
para o desenvolvimento de competências e habilidades relacionadas ao Perfil
Profissional do Egresso.
119

No âmbito do Curso Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio, O


TCC será obrigatório aos estudantes que ao final da 1ª unidade da 3ª série não
estiverem em processo de realização do estágio supervisionado, cabendo à
Coordenação de Curso, acompanhar junto aos docentes, o planejamento e
execução das atividades, as quais serão avaliadas por uma banca examinadora,
cuja composição contará com o professor orientador, como seu presidente, e mais
dois docentes do próprio instituto.
A carga horária mínima dedicada à elaboração do TCC é de 180 horas e
deverá ser monitorada pelo professor orientador mediante critérios, que assim como
os métodos de avaliação, serão definidos previamente pelo Colegiado de Curso.
Serão considerados Trabalhos de Conclusão de Curso atividades
desenvolvidas no âmbito do ensino, pesquisa e extensão que resultem em:

 Produções textuais: monografias, relatórios, pesquisas bibliográficas,


artigos e resumos;
 Produção de esquemas representativos da realidade como: softwares,
maquetes e protótipos, acompanhados de um memorial descritivo;
 Desenvolvimento de produtos de inovação tecnológica vinculados à
habilitação profissional.

A estrutura do trabalho escrito, parte das normas da ABNT para formatação


de trabalhos acadêmicos, porém de forma simplificada, de maneira a garantir um
padrão de apresentação e organização do texto e demais elementos constituintes.
Para efeito de avaliação, o TCC poderá ser apresentado da seguinte forma:
 em eventos científicos (internos ou externos), na modalidade de
comunicação oral ou pôster: neste caso, o estudante deverá entregar à
banca examinadora o certificado de apresentação junto ao que foi
produzido;
 para a banca examinadora: cabendo ao discente a entrega da produção.
O Trabalho de Conclusão de Curso será desenvolvido antes do término do
curso. Havendo caso fortuito que impossibilite o discente de realizar o TCC o
mesmo deverá requerer junto ao Colegiado de Curso, a autorização para dilatação
do prazo de conclusão, que será no máximo de dois anos, conforme Parágrafo único
do Art. 98 da Organização Didática, CEFET 2008.
Ademais, de acordo com Art. 14 da Resolução nº 09, de 28/03/2016 do
CONSUP IFBA, será assegurado aos alunos com necessidades educacionais
específicas, a utilização de diferentes procedimentos de avaliação, adaptando-os
120

aos diferentes estilos e possibilidades de expressão dos alunos. Desse modo, é de


responsabilidade do Colegiado do Curso, do Núcleo de Apoio à Pessoas com
Necessidades (NAPNE) e da Coordenação de Curso, definir o(s) critério(s) mais
adequados de avaliação, para estes estudantes viabilizando a conclusão do curso.

5. Critérios de aproveitamento de conhecimentos e


experiências anteriores.

O aproveitamento de estudos consiste no processo de convalidação de


competências adquiridas por meio da aprovação em disciplinas ou etapas cursadas
na EPTNM. Seus critérios se darão em conformidade com a Resolução Nº 41 de
2012 do CONSUP, IFBA que regulamenta o aproveitamento de estudos para os
alunos dos cursos técnicos subsequentes ao ensino médio.
Nos Cursos da EPTNM integrados ao Ensino Médio não é permitido o
aproveitamento de estudos provenientes do Ensino Médio, conforme Parágrafo
único do Art. 58 da Organização Didática CEFET-BA, 2008, salvo se for de outro
curso de educação profissional ou em caso de mobilidade acadêmica, conforme
regulamento interno da instituição.
O estudante que comprovar vínculo empregatício na área de informática por
pelo menos 1 (um) ano, em empresas/órgãos (públicas e/ou privadas e profissionais
liberais de nível superior devidamente certificados), poderá solicitar avaliação para
reconhecimento da prática profissional e experiência, para efeito de liberação do
estágio curricular supervisionado e/ou do TCC, como trata o Art. 97 da Organização
Didática do CEFET-BA, 2008, que afirma: “para efeito de estágio, o conhecimento
adquirido na prática profissional realizada em concomitância com o curso, poderá
ser objeto de avaliação e reconhecimento”.
Neste caso, o pedido será submetido à análise e parecer do Colegiado de
Curso, ainda de acordo com os Art. 65, Art. 66 e Art. 67 da Organização Didática
CEFET-BA, 2008.

6. Critérios de avaliação da aprendizagem

Como recurso subsidiário da ação do processo de ensino e aprendizagem, a


avaliação alia-se ao projeto de ensino como um norte que permite corrigir e
121

redirecionar as rotas que levam ao rumo desejado. Nessa perspectiva, Luckesi


(2012. p. 433) compreende o ato de avaliar “como um modo de acompanhar a
qualidade de um determinado curso de ação e, se necessário, intervir, tendo em
vista o seu sucesso”. Dentro dessa mesma ótica, Luckesi afirma que:

Na prática escolar, nosso objetivo é que nossos educandos aprendam e,


por aprender, se desenvolvam. A avaliação da aprendizagem está a
serviço desse projeto de ação e configura-se como um ato de investigar a
qualidade da aprendizagem dos educandos, a fim de diagnosticar
impasses e, consequentemente, se necessário, propor soluções que
viabilizem os resultados satisfatórios desejados. (LUCKESI, 2011, p. 175).

Percebe-se dessa abordagem o caráter dinâmico e construtivo da avaliação


que é de suporte ao fazer docente. Na medida em que considera a aprendizagem
como fenômeno indispensável para o desenvolvimento, o ponto de vista adotado
por Luckesi (2011) sobre a avaliação coaduna-se ao princípio educativo adotado no
PPI (IFBA, 2013), que se afilia à pedagogia histórico-crítica, visando, portanto, a
formação do sujeito histórico-crítico.
Com base nesses princípios, a avaliação da aprendizagem dos estudantes
do Curso Técnico em Edificações na forma Integrada, de caráter formativo e
permanente, visa ao desenvolvimento das competências para o alcance do perfil
profissional de conclusão do curso, sendo contínua e cumulativa, com prevalência
dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos. A avaliação deve ainda
compreender três momentos, dividindo-se em diagnóstica, formativa e somativa.

A avaliação dos aspectos qualitativos compreende, além da apropriação de


conhecimentos e avaliação quantitativa, o diagnóstico, a orientação e reorientação
do processo de ensino aprendizagem, visando o aprofundamento dos
conhecimentos e o desenvolvimento de habilidades e atitudes pelos (as)
estudantes. Neste sentido, destacamos o Art. 46. Da Organização Didática dos
Cursos da Educação Profissional Técnica de Nível Médio do CEFET-BA:

A avaliação compreendida como uma prática de investigação processual,


diagnóstica, contínua, cumulativa, sistemática e compartilhada em cada
etapa educativa, com diagnóstico das dificuldades e retro-alimentação, se
destina a verificar se houve aprendizagem e apontar caminhos para o
processo educativo (IFBA, 2008).

A partir do Projeto Pedagógico Institucional (PPI) do IFBA (2013, p. 58),


apresentamos as diretrizes que devem ser garantidas no processo de avaliação,
tais como:

 Adotar, em todos os níveis e modalidades de ensino, práticas avaliativas


emancipatórias como instrumentos de diagnóstico e acompanhamento do
122

processo de ensino e aprendizagem;


 Assegurar a consistência entre os processos de avaliação e a
aprendizagem referenciada nos objetivos institucionais dos cursos e no
perfil profissional desejado, através da utilização de formas e instrumentos
diversificados e de acordo com os contextos em que ocorrem;
 Assegurar, no processo avaliativo, formas de participação dos
estudantes como construtores de sua aprendizagem;
 Assegurar mecanismos de avaliação para o aproveitamento de estudos
e experiências concluídos com êxito;
 Assegurar estudos de recuperação processual em todos os cursos e
níveis de ensino oferecidos, previstos em calendário e quadro de horários
de atividades extra-classe;
 Diagnosticar as causas determinantes, internas e externas, das
dificuldades de aprendizagem para possível redimensionamento das
práticas educativas, elaborando plano de ação individual e coletivo a ser
divulgado como parte das atividades da instituição;
 Garantir a primazia da avaliação formativa, valorizando os aspectos
cognitivos, emocionais e sociais e as funções reflexiva e crítica, com o
caráter dialógico e emancipatório;
 Articular as três dimensões (somativa, diagnóstica e formativa) da
avaliação na prática cotidiana de Avaliação da Aprendizagem;
 Promover adequações curriculares e adoção de estratégias, recursos e
procedimentos diferenciados, quando necessários, para a avaliação da
aprendizagem dos alunos com Necessidades Educacionais Especiais;
 Proporcionar ao professor orientação didática-metodológica adotada pelo
IFBA, antes do início das suas atividades docentes, bem como a criação
de um programa institucional permanente para formação continuada;
 Ocorrer sistematicamente durante todo o processo de ensino-
aprendizagem e não somente após o fechamento de etapas do trabalho;
 Garantir que os conselhos de classe “diagnósticos” e “final”, com a
participação de representação discente das turmas, sejam fórum
permanente de análise, discussão e decisão para o acompanhamento dos
resultados do processo de ensino e aprendizagem, tomando como
referência os objetivos institucionais de formação e que deles derivem
ações concretas, individuais e coletivas, no intuito de favorecer a
aprendizagem do aluno;
 Desenvolver e implantar com prioridade um processo mútuo de avaliação
efetiva entre docente/ discente, bem como a auto avaliação de cada
segmento, como mecanismo de viabilização da melhoria da qualidade do
ensino e dos resultados de aprendizagem, oferecendo retorno das
informações coletadas;
 Oferecer aos estudantes a oportunidade de obter uma aprendizagem
significativa, democrática e dialógica;
 Implantar mecanismos para suprir as necessidades educacionais básicas
123

para todos os níveis e modalidades de ensino, ainda que haja alteração na


duração dos cursos e dos currículos, garantindo a qualidade da formação
desenvolvida no IFBA, ao mesmo tempo em que propiciará a permanência
bem sucedida dos/as estudantes que ingressam na Instituição;
 Ser entendida como uma tarefa de construção coletiva que requer ser
pensada, planejada e refletida por todos que são parte do processo:
diretores, coordenadores, professores, pais e estudantes;
 Considerar tanto o processo que o aluno desenvolve ao aprender como
o produto alcançado;
 Adotar instrumentos e práticas de avaliação diversificadas durante o
processo de ensino aprendizagem;
 Proporcionar momentos de recuperação de aprendizagem durante todo
o processo de ensino-aprendizagem.

A Organização Didática dos Cursos da Educação Profissional Técnica de


Nível Médio do CEFET-BA (IFBA, 2008) define os critérios para efetivação das
diretrizes de avaliação, bem como os estudos de recuperação, conforme a LDB
9.394/96, a cada atividade avaliativa. Não será adotada a prova final. Após os
resultados das atividades avaliativas, o professor deverá convocar o estudante que
obtiver desempenho insatisfatório para comparecer ao horário de atendimento.
Outros procedimentos poderão ser realizados pelo professor, até mesmo
individualizados, que favoreçam a aprendizagem discente.
A avaliação do rendimento escolar enquanto elemento formativo é condição
integradora entre ensino e aprendizagem e deverá ser ampla, contínua, gradual,
dinâmica e cooperativa, em que os seus resultados serão sistematizados,
analisados e divulgados. Os estudantes serão avaliados em processo contínuo e
paralelo ao desenvolvimento de conteúdo.
Em consonância com o Art. 47 da Organização Didática CEFET-BA, para a
avaliação do rendimento dos estudantes, serão utilizados instrumentos de natureza
variada e em número amplo o suficiente para poder avaliar o desenvolvimento de
capacidades e saberes com ênfases distintas ao longo do período letivo, como por
exemplo: produção textual (pesquisa bibliográfica, relatórios de aulas práticas,
visitas técnicas e atividades de campo, resumos, artigos), provas escritas,
apresentações orais de trabalhos (por exemplo, seminários ou pôsters), debates,
estudo dirigido, desenvolvimento de projetos focados na resolução de situações-
problemas contextualizados à realidade dos educandos, desenvolvimento de
atividades práticas e produção de esquemas representativos da realidade como
mapas, plantas, maquetes e protótipos e demais produções científicas, culturais ou
artísticas. Tais avaliações poderão ser desenvolvidas de modo individual ou em
124

grupo.
Os procedimentos de avaliação dos estudantes com necessidades
educacionais específicas serão adaptados para atender aos diferentes estilos e
possibilidades de expressão dos alunos, assim como serão feitas adequações do
tempo considerando o grau de dificuldade e a modalidade (presencial ou
extraclasse), de acordo Art. 12 e Art.14 da Resolução 09 de 2016 CONSUP, IFBA.
O resultado da avaliação do desempenho do estudante é feito por disciplina,
considerando aspectos de assiduidade e rendimento por meio de nota, ambos
eliminatórios. A assiduidade diz respeito à frequência às aulas, aos trabalhos
escolares, aos exercícios de aplicação e atividades práticas. O aproveitamento
escolar é avaliado por meio de acompanhamento contínuo do estudante e dos
resultados por ele obtidos nas atividades avaliativas que deverão totalizar 10,0
(dez), sendo a nota mínima 6,0 (seis). O registro de notas traduzirá os
conhecimentos e as habilidades adquiridos pelo estudante durante o período de
formação do curso – teoria e prática – no conjunto diversificado de atividades
curriculares oferecidas para o perfil profissional de conclusão do curso Técnico em
Informática Integrado ao Ensino Médio.

7. Biblioteca, instalações e equipamentos oferecidos aos


professores e estudantes do curso.

O Campus Brumado oferece uma estrutura nova e moderna. Possui uma


biblioteca climatizada organizada de modo a promover conforto a seus usuários,
além de um acervo que contempla os cursos já implantados. Com relação à
acessibilidade em sua estrutura física, o campus já possui atualmente rampas de
acesso para o pavilhão de aulas. Além disso, possui dois banheiros exclusivos
para deficientes físicos ou pessoas com mobilidade reduzida, bem como vagas
específicas em seu estacionamento.

Existe piso tátil em toda a extensão do campus e um projeto de implantação


de sinalizações em Braile para auxiliar os deficientes visuais a se locomoverem
dentro da instituição, localizando com maior facilidade salas, laboratórios e demais
locais.

Novas ações, visando à garantia de acessibilidade para a comunidade


interna e externa, serão acompanhadas pelas Direções e Coordenação de Curso.
125

7.1 Acervo da Biblioteca

O curso utilizará a estrutura física da atual biblioteca do campus, a qual


possui uma área de aproximadamente 182 m², divididos em espaços para o
acervo, recepção, administrativo, sala de tratamento técnico, além de 10 mesas
para leitura e estudo e 03 baias individuais de pesquisa, cada uma delas com
computadores com acesso à Internet, além de uma sala com 20 lugares para
estudo.

O campus já dispõe de um acervo bibliográfico de livros que contemplam o


eixo tecnologia e informação, que é utilizado pelo curso técnico em informativa -
subsequente. Além disso, existe na Tabela 3, uma lista de títulos de referência
básica que contempla as necessidades iniciais do curso. Na lista constam livros
já adquiridos e a adquirir pelo campus para complementar à demanda do curso.
Já estão empenhados desde o ano de 2016 no orçamento do campus um
investimento de R$ 100.000,00.

Tabela 3 – Acervo da biblioteca


Autor Título Local Editora Ano Qt
Guimarães, Angelo de Algoritmos e estruturas de dados. Rio de LTC 2011 1
Moura; Lages, Janeiro
Newton Alberto de
Castilho
Stallings, William. Arquitetura e organização de computadores. São Paulo Elsevier 2010 4
Dawes, Chester L. Curso de eletrotécnica: corrente alternada. Porto Alegre Globo 1979 1
Del Monaco, Gino; Desenho eletrotécnico e eletromecânico Sao Paulo Humus 2004 1
Re, Vittorio
Lapponi, Juan Carlos . Estatística usando Excel 4.e.d. Rio de Campus 2005 4
Janeiro
Orsin L.Q. Exercícios de circuitos elétricos São Paulo Edgard Blucher 1976 1
Cunha, Manuela História dos índios no Brasil. São Paulo Companhia das 2009 2
Carneiro da. Letras
Velosso, Fernando de Informática: conceitos básicos 8.e.d. Rio de Elsevier 2011 5
Castro. Janeiro
Meirelles, Fernando Informática: novas aplicações com São Paulo Makron Books 2004 2
de Souza microcomputadores.
Munhoz, Rosângela Inglês instrumental: estratégias de leitura, módulo I. São Paulo Textonovo 2000 1
Comer E Douglas; Interligação em rede com TPC/IP Rio De campus 1999 1
Estevens David L. Janeiro
Kroemer, K. H. E. Manual de ergonomia: adaptando o trabalho ao Porto Alegre Bookman 2005 4
homem
Principe Junior, Noções de geometria descritiva: volume I. São Paulo Nobel 2012 1
Alfredo dos Reis
Muraro Rose Marie Os Avanços Tecnológicos e o futuro da humanidade Petrópolis Vozes 2009 3
Ramalho Junior, Os fundamentos da física: volume 1, mecânica São Paulo Moderna 2007 1
Francisco; Ferraro,
Nicolau Gilberto;
126

Soares, Paulo Antonio


de Toledo
Ramalho Junior, Os fundamentos da física: volume 2 termologia, São Paulo Moderna 2007 1
Francisco; Ferraro, óptica, ondas
Nicolau Gilberto;
Soares, Paulo Antonio
de Toledo
Ramalho Junior, Os fundamentos da física: volume 3 eletricidade, São Paulo Moderna 2007 1
Francisco; Ferraro, introdução à física moderna, análise dimensional
Nicolau Gilberto;
Soares, Paulo Antonio
de Toledo
Ziviani, Nivio Projeto de algoritmos: com implementações em São Paulo Cengage Learning 2011 4
Pascal e C.
Kurose, James F,; Redes de computadores e internet: uma abordagem São Paulo Addison Wesley 2010 1
Ross, Keith W. Top
Moraes, Alexandre Redes de computadores: fundamentos São Paulo Érica 2004 1
Fernandes de
Tocci, Ronald J.; Sistemas digitais: princípios e aplicações São Paulo Pearson 2011 2
Widmer, Neal S.
Moss, Gregory
GOMES, Laurentino 1808: como uma rainha louca, um príncipe medroso São Paulo Planeta do Brasil 2009 1
e uma corte corrupta enganaram Napoleão e
mudaram a história de Portugal e do Brasil. 3ed
Elias, Nobert A sociedade dos indivíduos Rio de Zahar 1994 3
Janeiro
Sobral Divino A arte e os ofícios de D.J. oliveira Goiana Centro Cultural ** 1
Oscar Niemeyer
Guimarães E. A articulação do texto São Paulo Ática 2006 1
Werneck Augusto A autodeclaração de afrodescendentes nas políticas Brasília FCP 2013 2
de ação afirmativa
Carvalho Hernandes A célula Barueri SP Manole 2013 3
F.
Giovanni Jr. José A conquista da matemática: Ed. renovada São Paulo FTD 2009 1
Ruy,Castrucci
Benedicto
A conquista do futuro:cenários para o ??? ??? ??? 2
desenvolvimento sustentável
Sousa M.A.S. A conquista do sertão da ressaca:povoamneto e Vitória da UESB 2001 1
posse da terra no interior da bahia Conquista
Camara dos A construção do artigo 5° da constituição de 1988 Brasília Edições Camara 2013 1
Deputados
Berger Peter L. A construção social da realidade Petrópolis Vozes 2013 3
Rebouças T.N.H.;José A cultura do urucum:práticas de cultivo e Vitória da UESB 1996 2
A.R.S. comercialização Conquista
FARO, Antônio José A Dança no Brasil: e seus construtores Rio de Fundacen 1988 1
Janeiro
Oliveira Mário A documentação como ferramenta de preservação Brasília IPHAN 2008 1
Mendonça da memória
Gomes Adriana Leite A educação especial na perspectiva da inclusão Brasília Ministério da 2010 1
Lima Verde,Poulin escolar: o atendimento educacional especializado Educação
Jean- para alunos com deficiência intelectual
Robert,Figueiredo
Rita Vieira
Wilson M. A energia Rio de J. Olympio 1982 1
Janeiro
Moore R. A evolução Rio de J.Olympio 1970 1
Janeiro
DAHL, Roald A Fantástica Fábrica de Chocolate. 2ed São Paulo Martins Fontes 1998 1
WHITE, Ellen G A Grande Esperança: viva com a certeza de que tudo São Paulo Casa Publicadora 2011 1
vai terminar bem. 2ed Brasileira
COSTA, Iná Camargo; A luta dos grupos teatrais de São Paulo por políticas São Paulo Cooperativa 2008 4
CARVALHO, Dorberto públicas para a cultura: os cinco primeiros anos da Paulista de Teatro
lei de fomento ao teatro
Santos Filho Olinto A matriz de Santo Antônio em tiradentes Brasília IPHAN 2012 2
Rodrigues
ZUSAK, Markus A Menina que Roubava Livros Rio de Intrínseca 2011 1
Janeiro
127

SOARES, Mozart A Mensagem Humanizante do Rotary Internacional Porto Alegre Age 1998 1
Pereira
Leite Lúcia Helena A pedagogia da lente do nosso olhar e as mãos da Belo FALE 2013 3
Alvarez natureza Horizonte
Arruda Jorge,Sousa A umbanda e a quimbanda na terra di jurema:o que Brasília FCP 2012 2
Junior Vilson Caetano é candoblé
Rocha Kátia,Moreira A volatilidade do fluxo de capital para economias Brasília IPEA 2013 1
Ajax emergentes:o papel da qualidade institucional do
governo e do desenvolvimento do sistema
financeiro doméstico
Alvez Cara Abordagem bilíngue na escolarização de pessoas Brasília Ministério da 2010 1
Barbosa,Ferreira com surdez Educação
Jossimário
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*** Referenciais para formação de prefessores indígenas Brasília Ministério da 2002 1
Educação
Michalski,Yan Reflexões sobre o teatro brasileiro no século XX Rio de Funarte 2004 1
Janeiro.
Novaes A.B. Reflorestamento no Brasil Vitória da UESB 1992 1
Conquista
KRUPPA, Sônia Maria Regime Jurídico das Cooperativas Populares e Brasília Ministério da 2012 1
Portella; GONÇALVES, Empreendimentos de Economia Solidária Justiça
Alícia Ferreira;
MACDONALD,
Brendan et al
Magnoli Demétrio Relações internacionais:Teoria e História 2.e.d. São Paulo Saraiva 2013 3
PEDROZA, Regina Relações Interpessoais: abordagem psicológica. 4ed Cuiabá Universidade 2012 7
Lucia S Federal de Mato
Grosso
149

Vonbun Chistian Reservas internacionais revisitadas:novas Brasília IPEA 2013 1


estimativas de patamares ótimos
Sheyla Carvalho Lira Resultados Nacionais Brasília Ministério da 2013 1
Educação
Ministério da cultura Revisões e propostas: desafios para o circuito de São Paulo Ministério da *** 3
arte brasileiro Cultura
Bolletato Eros Revista Parlamento e Sociedade São Paulo ISSN 2013 1
Instituto Nacional de Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos (Volume Brasília INEP 2013 1
estudos e Pesquisas 94, número 238, set./dez.)
Educacionais
Instituto Nacional de Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos (Volume Brasília INEP 2014 1
estudos e Pesquisas 95, número 239, jan./abr.)
Educacionais
Instituto Nacional de Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos (Volume Brasília INEP 2014 1
estudos e Pesquisas 95, número 240, mai./ago.)
Educacionais
Instituto Nacional de Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos (Volume Brasília INEP 2013 3
estudos e Pesquisas 94, número 237, mai./ago.)
Educacionais
Instituto Nacional de Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos (Volume Brasília INEP 2014 1
estudos e Pesquisas 95, número 239, jan./abr.)
Educacionais
Instituto Nacional de Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos (Volume Brasília INEP 2014 1
estudos e Pesquisas 95, número 240, mai./ago.)
Educacionais
Instituto Nacional de Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos (Volume Brasília INEP 2014 2
estudos e Pesquisas 95, número 241, set./dez 2014)
Educacionais
Instituto Nacional de Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos (Volume Brasília INEP 2014 1
estudos e Pesquisas 96, número 242, jan./abr. 2015)
Educacionais
Instituto Nacional de Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos (volume Brasília O Instituto 2015 1
estudos e Pesquisas 96, número 242, jan./abr.)
Educacionais
Instituto Nacional de Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos (volume Brasília INEP 2015 2
estudos e Pesquisas 96, número 243, mai./ago.)
Educacionais
Agra Klondy de Revista brasileira de estudos pedagógicos:vlome 93 Brasília INEP 2012 1
Oliveira,Alcazár Joan
Agra Klondy de Revista brasileira de estudos pedagógicos:vlome 93 Brasília INEP 2012 1
Oliveira,Alcazár Joan complementação
*** Revista brasileira de estudos pedagógicos:vlome 93 Brasilia INEP 2012 1
numero especial
Adrião Revista brasileira de estudos pedagógicos:Volume Brasília INEP 2011 1
Theresa,Agostinho 92
Luis Otávio Vincenzi
Agostinho
** Revista brasileira de estudos pedagógicos:volume 92 Brasília INEP 2011 2
Carvalho Marília Revista brasileira de estudos pedagógicos:Volume Brasília INEP 2014 1
Pinto 94
Revista brasileira de política e administração da Porto Alegre Evangraf 2007 1
educação
Eunice Mais de Revista Ciência Agronômia Fortaleza 2013 1
Andrade
Funarte Revista da música popular Rio de Funarte 2006 1
Janeiro.
Meihy José Carlos Revista do patrimônio Brasília IPHAN 2012 2
Sebe Bom
*** Ribeira os icós Brasília IPHAN 2006 2
Daniel Defoe Robison Crusoe Porto Alegre L& PM 2009 1
Saberes Interdisciplinares São João IP´TAN 2012 1
Del-Rei
*** Salvaguarda do patrimônio Brasília IPHAN 2006 1
Queiroz Maria da São João del-Rei Brasíia IPHAN 2010 2
Graça Soto
Garnelo Luiza,Pontes Saúde indígena:uma introdução ao tema Brasília Ministério da 2012 1
Ana Lúcia Educação
150

Barsano Paulo Segurança do Trabalho São Paulo Érica 2012 3


Roberto
Rufino Nelson Murilo Segurança em Redes São Paulo Novatec 2011 3
de O.
Santos Gesmar Seguro agrícola no Brasil eo desenvolvimento do Brasília IPEA 2013 1
Rosa,Sousa Alexandre programa de subvenção ao prêmio
Gervásio,Alvarenga
Gustavo
Blaschke Thomas Sensoriamento Remoto e Sig Avançados São Paulo Oficina de Textos 2007 3
McNitt, Lawrence L. Simulacao em BASIC Rio de Livros Tecnicos e 1985 1
Janeiro Cientificos
Pereira L.M.L. Sistema CONFEA/CREA:75 anos construindo uma Brasília Confea 2008 2
nação
INSTITUTO Sistema de informações e indicadores culturais:2003 Rio de IBGE 2006 1
BRASILEIRO DE Janeiro
GEOGRAFIA E
ESTATÍSTICA
INSTITUTO Sistema de informações e indicadores Rio de IBGE 2007 1
BRASILEIRO DE culturais:2003-2005 Janeiro
GEOGRAFIA E
ESTATÍSTICA
INSTITUTO Sistema de informações e indicadores Rio de IBGE 2013 1
BRASILEIRO DE culturais:2007-2010 Janeiro
GEOGRAFIA E
ESTATÍSTICA
Toscani S.S.;Oliveira Sistema operacionais e programação Porto Alegre Sagra Luzzatto 2003 1
R.S.;Carissimi A.S. concorrente:série livros didáticos
Auréliio J.;Leon M. Sistemas de São Paulo Erico do Brasil 1982 1
aterramento:medições,dimensionamento,segurança
Cruz Tadeu Sistemas de informações gerenciais:tecnologias da São Paulo Atlas 2014 3
informação e as organizações do século XXI e
introdução ao BPM E BPMS introdução ao cmm-1
4.e.d.
Antunes Junico Sistemas de produção:conceitos e práticas para Porto Alegre Bookman 2008 3
projeto e gestão da produção enxuta
Uyemura J.P. Sistemas digitais:uma abordagem integrada São Paulo Thomson 2002 1
Tanenbaum, Andrew Sistemas distribuidos: principios e paradigmas São Paulo Pearson 2007 1
S.; Van Steen,
Maarten.
Tanenbaum, Andrew Sistemas operacionais modernos São Paulo Prentice Hall 2010 1
S.
Tanenbaum, Andrew Sistemas operacionais modernos São Paulo Prentice Hall 2009 1
S.
Oliveira, Djalma de Sistemas, Organizações e Métodos 21ed São Paulo Atlas 2013 1
Pinho Rebouças
Oliveira, Djalma de Sistemas, Organizações e Métodos 21ed São Paulo Atlas 2013 1
Pinho Rebouças
Cavassani Glauber Sketchup Pro 2013 São Paulo Érica 2014 3
Oliveira Roberto Sobre o Pensamento Antropológico 3ª ed Rio de Tempo Brasileiro 2003 2
Cardoso de Janeiro
OLIVEIRA, Roberto Sobre o Pensamento Antropológico. 3ed Rio de Tempo Brasileiro 2013 1
Cardoso Janeiro
SHAKESPEARE, Sonho de uma noite de verão; 19° ed São Paulo Scipione 1997 1
William
Kenkel Kai Subsídios para a participação de policiais brasileiros Brasília IPEA 2013 1
Michael,Hamann em operações de paz das nações
Eduarda Passerelli unidas:funcionamento,tarefas,recrutamento e
oportunidades de destaque
Perrotti E.M.B. Superdicas para escrever bem diferentes tipos de São Paulo Saraiva 2009 1
texto
Santana Ana Paula Surdez e Linguagem São Paulo Plexus 2007 3
Bosco Ismênia Surdocegueira e deficiência múltipla Brasília Ministério da 2010 1
Carolina Mota Educação
Gomes,Mesquita
Sandra
StanzianiHigino,Maia
Shirley Rodrigues
151

CARA, Hoffman Tão mais bonita Rio de Intrínseca 2012 1


Janeiro
Pereira,Roberto Tatiana Leskola: Nacionalidade:Bailarina Rio de Funarte 2001 1
Janeiro.
Fialho F.A.P.;Otani N. TCC:métodos e técnicas Florianópolis Visual Book 2011 1
AZEVEDO, Artur Teatro de Artur Azevedo Rio de Funarte 1995 1
Janeiro
AMADO, Jorge Tenda dos Milagres. 28 ed Rio Record 1982 1
Maximiano A.C.A. Teoria geral da administração:da ravolução urbana à São Paulo Atlas 2010 1
revolução digital
Maximiano A.C.A. Teoria geral da administração:da ravolução urbana à São Paulo Atlas 2012 2
revolução digital 7e.d.
Maximiano A.C.A. Teoria geral da administração:da revolução urbana à São Paulo Atlas 2010 1
revolução digital
Ingedore Grunfeld Texto e coerencia São Paulo CORTEZ 2005 1
Villaca Koch, Luiz
Carlos Travaglia
Neves H.M.N. Texto e gramática São Paulo Contexto 2011 2
Cereja, William Texto e interação: uma proposta de produção São Paulo Atual 2009 3
Roberto; Magalhães, textual a partir de gêneros e projetos(passando a
Thereza Analia limpo).
Cochar.
Cereja, William Texto e interação: uma proposta de produção São Paulo Atual 2009 1
Roberto; Magalhães, textual a partir de gêneros e projetos.
Thereza Analia
Cochar.
CONDILLAS; Textos Escolhidos (Coleção Os Pensadores) São Paulo Abril Cultural 1973 1
HELVETIUS;
DEGERANDO
Queiroz Maria da Tiradentes Brasíia IPHAN 2010 2
Graça Soto
A. Arruda, José Toda a História: História Geral e História do Brasil São Paulo Ática 2011 2
Jobson e Piletti,
Nelson
AGOSTINHO, Tolerâncias, ajustes, desvios e análise de dimensões São Paulo Edgard Blucher 1977 3
Oswaldo Luiz;
RODRIGUES, Antonio
Carlos dos Santos;
LIRANI, João
ARISTOTELES Tópicos; Dos Argumentos Sofísticos; Metafisica; São Paulo Abril Cultural 1973 1
Ética a Nicomaco; Poética (Coleção Os Pensadores)
Martgnoni A. Transformadores Porto Alegre Globo 1973 1
** TransInformação Campinas PUC 2013 1
RICHTER, Carlos A; Tratamento de água: Tecnologia atualizada São Paulo Edgard Blucher 1991 3
AZEVEDO NETTO,
José M. de
Mizrahi, Victorine Treinamento em Linguagem c 2ªed São Paulo Pearson 2008 2
Viviane
Mizrahi, Victorine Treinamento em Linguagem c 2ªed São Paulo Pearson 2008 1
Viviane
Mizrahi, Victorine Treinamento em Linguagem C++: Módulo 2 São Paulo ABDR 1994 1
Viviane
Mizrahi, Victorine Treinamento em linguagem C:curso completo São Paulo Makron Books 2001 1
Viviane modulo 1
Mizrahi, Victorine Treinamento em linguagem C:curso completo São Paulo Makron Books 2001 1
Viviane modulo 2
Matos L. Treinamento Profissional em Redes Windows: São Paulo Digerati Books 2009 1
Domine os recursos técnicos de servidores, redes e
sistemas de comunicação da Microsoft.
Carmona T. Treinamento Profissional em Redes: Guia avançado São Paulo Digerati Books 2006 1
em manutenção e auditoria de redes de
computadores
MOON, Myung Sun Um cidadão do mundo que ama a paz 4ed São Paulo IL RUNG 2011 1
Quintaneiro Tania Um Toque de Clássicos 2ed Belo UFMG 2009 2
Horizonte
Santos Filho L. Uma comunidade rural do brasil antigo São Paulo Companhia Editora 1956 10
Nacional
152

Muru Agostinho Uma Hiwea Aldeia São FALE 2012 1


Manduca Mateus Ika Joaquim
JOHNSON, Mark Uma Infância Roubada São Paulo Novo Conceito 2012 1
Básico
Pedro H.G.F de Souza Uma Metodologia para Simular o Programa Bolsa Rio de IPEA 2013 1
Familia Janeiro
Guedes Gilleanes T.A. UML 2: Uma abordagem prática São Paulo Novatec 2011 3
Lima Adilson da Silva UML2.5 : Do Requisito à solução São Paulo Érica 2014 3
Watrall Ethan e Siarto Use a cabeça! Web Design Rio de Alta Books 2009 3
Jeff Janeiro
Kaiabi Aramuti Valor Notritivo dos alimentos,saúde bocal e Belo FALE 2012 1
prevenção da desnutrição Horizonte
Porter Michael E . Vantagem Competitiva Rio de Elsevier 1989 3
Janeiro
Pinto Wagner Ventos oya Brasília Caixa cultural 2013 1
Arnaud José.Matos Vídeos educativoas: Em defesa da criança e do Belém UFPA 2008 1
Mileny,Pancera adolescente
Osmar
Stanek,William R. Windows Server 2008:Guia Completo Porto Alegre Bookman 2009 3

7.2 Instalações

O Instituto Federal da Bahia, Campus Brumado, possui à disposição dos


alunos do Curso Técnico em Informática a seguinte estrutura, conforme a tabela 4:

Tabela 4 - Instalações

ITEM/DESCRIÇÃO QUANTIDADE

Auditório 02
Biblioteca 01
Cantina 01
Coordenação de Registros escolares 01
Laboratório de Biologia 01
Laboratório de Desenho 01
Laboratório de Física 01
Laboratório de Informática Discentes 01
Laboratório de Informática 04
Laboratório de Línguas 01
Laboratório de Matemática e Xadrez 01
Laboratório de Química 01
Quadra Poliesportiva 01
Salas de aula 19
Unidade de assistência Médica 01
Vestiários 02
Refeitório 01
Sala de Jogos e Recreação 01
153

7.3 Equipamentos

Apresentamos, na tabela 5, os equipamentos disponíveis nos laboratórios


para realização de aulas pertinentes às disciplinas com aulas teóricas e práticas que
atendem ao Curso Técnico em Informática.

Tabela 5 - Equipamentos sala/laboratório


DESCRIÇÃO MATERIAIS NECESSÁRIOS SITUAÇÃO

01 projetor multimídia;
01 quadro branco grande
01 quadro branco pequeno; 11 Implantadas
45 carteiras escolares;
Sala de Aula 01 mesa para professor; 08 a Implantar
01 cadeira para professor; (construir)
02 ventiladores de teto.
01 computador

36 computadores;
01 projetor multimídia;
01 quadro branco pequeno;
01 quadro branco grande;
36 cadeiras;
Laboratório de
28 mesas;
Informática 1 Implantado
01 mesa para professor;
Acesso à Internet
Ar-condicionado

36 computadores;
01 projetor multimídia;
01 quadro branco pequeno;
01 quadro branco grande;
Laboratório de
36 cadeiras;
Informática 2 Implantado
28 mesas;
01 mesa para professor;
Acesso à Internet
Ar-condicionado

30 computadores;
01 projetor multimídia;
01 quadro branco pequeno;
01 quadro branco grande;
Laboratório de
30 cadeiras;
Informática 3 - Redes Implantado
15 mesas;
01 mesa para professor;
Acesso à Internet
Ar-condicionado
20 computadores – Para Aulas Práticas;
01 projetor multimídia;
01 quadro branco pequeno;
01 quadro branco grande;
20 cadeiras;
Laboratório de
10 mesas;
Informática 4 - Implantado
06 Prateleiras
Manutenção
Mesa para professor;
Acesso à Internet
02 - Ventiladores

40 mesas com pranchetas e réguas para desenho;


40 cadeiras para laboratório;
01 quadro branco grande;
Laboratório de
01 quadro branco pequeno;
Desenho
01 projetor; Implantado
02 ventiladores de teto;
01 computador
154

01 projetor multimídia;
01 quadro branco grande
01 quadro branco pequeno;
Laboratório de 30 carteiras escolares;
Implantado
Línguas 01 mesa para professor;
01 cadeira para professor;
01 computador
01 caixa de som

01 projetor multimídia;
01 quadro branco grande
01 quadro branco pequeno;
30 carteiras escolares;
Laboratório de
01 mesa para professor;
Matemática e Implantado
01 cadeira para professor;
Xadrez
01 computador
01 caixa de som
06 Mesas
02 Prateleiras

Laboratório de
EM IMPLANTAÇÃO EM IMPLANTAÇÃO
Química

Laboratório de
EM IMPLANTAÇÃO EM IMPLANTAÇÃO
Física

Laboratório de
EM IMPLANTAÇÃO EM IMPLANTAÇÃO
Biologia

Conforme é possível observar no Quadro 03, o campus dispõe atualmente


de quatro laboratórios de informática, com áreas de 40,86m², 43,41m², 43,41m² e
53,12m², respectivamente, já implantados e em funcionamento.

O campus também conta com um espaço, usado tanto por professores,


quanto por alunos, voltado para realização de estudos e pesquisas. A previsão
é que a estrutura deste laboratório de pesquisa seja ampliada com a construção
do novo pavilhão para atender um quantitativo maior de pessoas.

O acesso à Internet pode ser feito tanto nos laboratórios, quanto através de
rede sem fio aberta, a qual está acessível em todo o campus, sendo disponível
assim para toda a comunidade interna.
155

A infraestrutura existente no Campus é suficiente para a execução do curso


durante o primeiro ano, não gerando impacto financeiro de investimento neste
orçamento. No entanto, os equipamentos para funcionamento dos laboratórios de
química, física e biologia precisam ser viabilizados pela Reitoria. A estimativa é de
que estes três laboratórios custem em torno de R$500.000,00 (quinhentos mil
reais) e sejam utilizados por todos os cursos existentes na instituição. O campus
tem o projeto de um Galpão Industrial que será compartilhado entre os cursos
técnicos de edificações e mineração, na forma integrada e subsequente, bem
como, dos cursos superiores em Engenharia de Minas e Tecnologia em Mineração
em processo de implantação.

8. Perfil do pessoal docente e técnico envolvido no curso

8.1 Quadro de pessoal docente

O IFBA – Campus Brumado tem garantido no banco de professor equivalente


do IFBA 60 vagas, sendo composto atualmente por um corpo docente constituído
de 22 (vinte e dois) professores, aguardando finalização do concurso público para
contratação de mais 26 (vinte e seis) professores. O campus oferece cursos
técnicos regulares relacionados às áreas de Edificações, Informática e Mineração.
Desses professores, 13 (quinze) apresentam perfil, segundo as disciplinas
(obrigatórias) propostas, para atuarem na condução de disciplinas do curso técnico
em informática - integrado, conforme apresentado na tabela 6.

Tabela 6 - Relação de Docentes do Curso

NOME CARGO REGIME TÍTULAÇÃO HABILITAÇÃO


Cinthia Batista Nunes Professor Dedicação Mestra em Matemática
EBTT Exclusiva Matemática
Fábio Gomes Coqueiro Professor 40H Especialista em Ciências da
EBTT Gestão em Computação
Segurança Pública
Getúlio Rocha Silva Professor 40 H Mestre em Matemática
EBTT Matemática
Islene dos Santos Roque Professor 40H Mestra em Letras Letras com
Benevides EBTT Português e
Inglês
Leonardo Rodrigues Ribeiro Professor 40H Especializando em Ciências da
EBTT Mídias e Tecnologias Computação
da Educação
Marcelo dos Santos Professor Dedicação Especialista em Letras: Inglês-
EBTT Exclusiva Metodologia do Português
156

Ensino de Língua
Inglesa
Renan Freitas Souza Professor 40H Mestrando em Sistemas da
Substituto Ciência da Informação
Computação
Rívia de Jesus Santos Professor 40H Mestranda em Sociologia
Substituto Educação
Sandra Maíra Souza Professor 40H Mestranda em Administração
EBTT Educação
Sérgio Amaral da Silva Professor Dedicação Mestrando em Sistemas de
EBTT Exclusiva Ensino de Física Informação
Thiago Miranda dos Santos Professor 40H Mestrando em Sistemas de
Souza EBTT Ciências da Informação
Computação
Vinícius Carvalho Souza Professor Dedicação Mestre em Engenharia de
EBTT Exclusiva Engenharia de Alimentos
Alimentos
Viviane Nascimento Professor Dedicação Doutoranda Sociologia
EBTT Exclusiva

8.2 Quadro de pessoal técnico

O IFBA – Campus Brumado é composto por um corpo técnico-administrativo


constituído de 27 profissionais de diferentes áreas, os quais fornecem apoio às
atividades acadêmicas e administrativas, conforme apresentado na tabela 7.

Tabela 7 - Relação de Técnicos Administrativos do Campus

CARGA
TÉCNICOS SIAPE CARGO
HORÁRIA

ADRIANO PEREIRA DAMASCENO 2833826 40H Assistente em Administração

BRUNA DANIELA PRATES AMARAL 188367-9 40H Assistente em Administração

DIÓGENES MOREIRA DA PAZ 182565-3 40H Assistente em Administração

EDILZA GOMES DA SILVA OLIVEIRA 117649-3 40H Assistente em Administração

ÉRICA TAYNARA ALVES DOS 2313700 40H Assistente de Alunos


SANTOS DUTRA

FERNANDO MACEDO LOPES 1008686 40H Analista de T.I.

GILMAR VIEIRA FREITAS 2188312 40H Pedagogo

GILVONETE GOMES MESSIAS 2313702 40H Técnico em Enfermagem


OLIVEIRA

ISRAEL DOS SANTOS AGUIAR 198093-7 40H Técnico de Laboratório:


Informática
157

JACKELINE APARECIDA LEITE 2298338 40H Auxiliar em Administração


OLIVEIRA

JOSINEI ROCHA DE JESUS 2309867 40H Assistente de Laboratório:


Informática

JULIANO ROCHA AZEVEDO 2178154 40H Técnico em Contabilidade

LÁZARO ALVES BEZERRA 1107730 40H Administrador

LEONARDO CARDOSO MARQUES 217482-9 40H Assistente em Administração

LORENA RODRIGUES DE SOUZA 232038-2 40H Técnico em Audiovisual


PIO

NERES LIMA MEIRA 2313701 40H Assistente de Alunos

RENATA MARIA GOMES 2188313 40H Técnico em Secretariado

ROBERTA BORGES DE OLIVEIRA 2317499 40H Psicólogo

ROBERTA CRUZ TEIXEIRA 218831-5 40H Auxiliar de Biblioteca

ROBERTA MEIRA FERREIRA 2194843 40H Tradutor e Intérprete de


PEREIRA Linguagens de Sinais

SALVADOR COQUEIRO SOBRINHO 1636290 40H Assistente em Administração

SAMUEL DIAS DUTRA 183220-3 40H Técnico em Assuntos Educacionais

THAÍS FERREIRA BRITO 121963-0 40H Assistente em Administração

UÉRLEY DE JESUS OLIVEIRA 127053-1 40H Técnico de Laboratório:


Edificações

VANÚCIA DE OLIVEIRA SANTOS 155977-7 40H Contadora


CAIRES

VILMA DE ALMEIDA SANTOS 2324151 40H Bibliotecária

9. Diplomas emitidos

O diploma será emitido de acordo com as orientações adotadas pelas


Instituições Federais de Educação, Ciência e Tecnologia sobre Registro de
Diplomas e Certificados, emitidos pela SETEC/MEC, conforme legislação vigente:
Decreto nº 5.840, de 13 de julho de 2006, nos seus Artigos 5, 6 e 8; a Lei nº 9.394,
de 20 de dezembro de 1996, nos seus Artigos 24VII, 36-D e 80, §2°; o Decreto nº
5.154, de 23 de julho de 2004, no seu Artigo 7; a Resolução nº 6, de 20 de setembro
de 2012, no seu Artigo 38; e a Lei n.º 11.892/2008, no seu Artigo 2, §3°; e a
Resolução nº 03 de 24 de fevereiro de 2014 do Conselho Superior do Instituto
Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia.
158

O estudante que desenvolver todas as habilidades/competências nas três


séries que compõem a matriz curricular do curso técnico de nível médio em
informática, na forma integrada e construir as respectivas competências com
aproveitamento e frequência mínima previstas na organização didática do IFBA
(CEFET-BA, 2008) e concluir o estágio supervisionado, por meio do cumprimento
integral da carga horária conforme previsão legal e estabelecida neste Plano,
inclusive tendo cumprido os créditos relativos ao estágio ou TCC, receberá o
diploma de técnico de nível médio em informática, na habilitação profissional de
informática.
159

10. Referências

BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e


bases da educação nacional. Disponível em: <
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9394.htm> Acesso em: 07 jun. 2016.

________. Lei 10.639 de 09 de janeiro de 2003. Altera a Lei no 9.394, de 20 de


dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional,
para incluir no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática
"História e Cultura Afro-Brasileira", e dá outras providências. Disponível em
<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2003/L10.639.htm> Acesso em: 13 out.
2016.

________. Lei nº 11.741, de 16 de julho de 2008: Altera dispositivos da Lei no


9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da
educação nacional, para redimensionar, institucionalizar e integrar as ações da
educação profissional técnica de nível médio, da educação de jovens e adultos e
da educação profissional e tecnológica; Disponível em:<
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Lei/L11741.htm>. Acesso
em: 12 jun. 2016.

________. Lei 11.645 de 10 de março de 2008. Altera a Lei no 9.394, de 20 de


dezembro de 1996, modificada pela Lei no 10.639, de 9 de janeiro de 2003, que
estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo
oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-
Brasileira e Indígena”. Disponível em <
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2008/lei/l11645.htm> Acesso
em: 13 out. 2016.

________. Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008: Dispõe sobre o estágio de


estudantes; Disponível em:.http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-
2010/2008/lei/l11788.htm.> Acesso em: 14 jun. 2016.

________. Lei nº 11.892, de 29 de dezembro de 2008: Institui a Rede Federal de


Educação Profissional, Científica e Tecnológica, cria os Institutos Federais de
Educação, Ciência e Tecnologia, e dá outras providências; Disponível em:
<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2008/lei/l11892.htm> Acesso
em: 14 jun. 2016.

________. Resolução CNE/CEB 6/2012. Diário Oficial da União, Brasília, 21de


setembro de 2012, Seção 1, p. 22. Disponível em: <//
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2016.

________. Resolução nº1 CNE/CEB 12/2014 de 5 de dezembro de 2014.


Atualiza e define novos critérios para a composição do Catálogo Nacional de
Cursos Técnicos. Disponível em:
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160

6705-res1-2014-cne-ceb-05122014&category_slug=dezembro-2014-
pdf&Itemid=30192> Acesso em: 07 jun. 2016.

________. Resolução CNE/CEB nº 6, de 20 de setembro de 2012. Define


Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional Técnica de Nível
Médio. Disponível em: <
http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=11
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em: 10 nov.2016.

_________. Resolução CNE/CP Nº 1 de 17 de junho de 2004. Institui as


Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico Raciais e
para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. Disponível em: < >.
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________. Parecer CNE/CEB nº 04/99. Disponível em:


<http://portal.mec.gov.br/setec/arquivos/pdf/RCNE_CEB04_99.pdf.>. Acesso em:
17 dez. 2016.

________. Parecer CNE/CEB nº 40/2004. Disponível em:


<http://portal.mec.gov.br/setec/arquivos/pdf_legislacao/tecnico/legisla_tecnico_par
ecer4 02004.pdf>. Acesso em 24 jun. 2016.

CEFET. Proposta de Organização Didática dos Cursos da Educação


Profissional Técnica de Nível Médio do Cefet-Ba. Disponível em
<http://www.eunapolis.ifba.edu.br/objetos/ORGANIZACAO_DIDATICA.pdf>
Acesso em: 07 out. 2016.

IFBA. INSTITUTO FEDERAL DA BAHIA - IFBA. Projeto pedagógico institucional.


2013. Disponível em: < http://portal.ifba.edu.br/menu-
institucional/documento/documentos-institucionais/anexos-documentos-
institucioanis/ppi-ifba.pdf/view.> Acesso em 07 jul. 2016.

IBGE. INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATISTICA. Cidade@.


2016. Disponível em:
<http://cidades.ibge.gov.br/xtras/perfil.php?codmun=290460> Acesso em: 07 out
2016.

LUCKESI, C. C. Avaliação da aprendizagem: componente do ato pedagógico.


1ª. Ed. São Paulo: Cortez, 2011.

MEC. Catálogo nacional de cursos técnicos. Ed. 3, 2016. Disponível em: <
http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=41
271-cnct-3-edicao-pdf&category_slug=maio-2016-pdf&Itemid=30192>. Acesso em:
07 out. 2016.

OLIVEIRA, Déborah. Mercado de TI no Brasil crescerá 2,5% em 2017, estima


IDC. IT FORUM 365, 2017. Disponível em: <>. Acesso em: 05 de junho de 2017.
161

PESCARINI, T.N. Educação Integral: das ruas à escola. In: Revista Escola
Pública. Edição nº 47, Out/Nov 2015. Disponível em:
<http://archive.is/http://revistaescolapublica.com.br/textos/35/educacao-integral-
das-ruas-a-escola-300053-1.asp> Acesso em: 05 de outubro de 2016.

SAVIANI, D. Escola e democracia. 30ª ed. Campinas, SP: Autores Associados,


1996.

_________. O trabalho como princípio educativo frente às novas tecnologias.


In: FERRETTI, C. J. et at. (Orgs.). Novas tecnologias, trabalho e educação: um
debate multidisciplinar. Petrópolis: Vozes, 1994.

__________. Pedagogia histórico-crítica: primeiras aproximações. 10ª ed.


Campinas, SP: Autores Associados, 2008.

__________. Pedagogia histórico-crítica: primeiras aproximações. 11ª ed.


Campinas, SP: Autores Associados, 2011.

SILVA, Roni. . Portal Carreira e Sucesso, 2016. Disponível em: <.> Acesso em:
05 de junho de 2017.

VIANA, Vitor Ferraz. Manuscrito de atividade de campo 2009.1 Geo 158-


pesquisa mineral, 2009. In: Recursos minerais e comunidade: impactos
humanos, socioambientais e econômicos / Francisco Rego Chaves Fernandes,
Renata de Carvalho Jimenez Alamino, Eliane Araujo (Eds.). - Rio de Janeiro:
CETEM/MCTI, 2014. Disponível em:
<http://mineralis.cetem.gov.br/bitstream/handle/cetem/1729/Livro_Recursos_Miner
ais_E_Comunidade_FormatoA4_em14_outubro_2014.pdf?sequence=1>. Acesso
em: 05 out 2016.
162

11. Anexos

Anexo A – Plano de Atividades de estágio

PLANO DE ATIVIDADES DE ESTÁGIO

Empresa: RAMO DE ATIVIDADE:

INDUSTRIAL COMERCIAL PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS

ENGENHARIA / PROJETOS VENDAS / REPRESENTAÇOES

OUTROS: _________________________

Objetivos:

Aluno:

Curso: Modalidade: Semestre / Ano:

INTEGRADO SUBSEQUENTE

EJA SUPERIOR
163

Endereço Eletrônico:

DESCRIÇÃO BÁSICA DAS ATIVIDADES A SEREM REALIZADAS PELO ESTAGIÁRIO:

DESCRIÇÃO DAS ÁREAS OPERACIONAIS ONDE O ALUNO DEVERÁ DESENVOLVER SUAS ATIVIDADES E, SE POSSÍVEL,
PERÍODO PREVISTO:

OBSERVAÇÕES QUE JULGAR NECESSÁRIO:

Data: / /
_______________________________________

Assinatura / Carimbo
164

Anexo B – Ficha de avaliação do estágio pelo aluno


FICHA DE AVALIAÇÃO DO ESTÁGIO PELO ALUNO

NOME: TELEFONE:

ENDEREÇO:

E-MAIL:

CURSO: ANO DE CONCLUSÃO:

PROFESSOR ORIENTADOR DE ESTÁGIO: GRAU:

EMPRESA: TELEFONE:

LINHA DE PRODUÇÃO:

DEPARTAMENTO/SETOR ONDE TRABALHA:

SUPERVISOR:

HORÁRIO DE TRABALHO:

INÍCIO DE ESTÁGIO: TÉRMINO DE ESTÁGIO:

1ª ENTREVISTA: 2ª ENTREVISTA: 3ª ENTREVISTA:

____/____/____ ____/____/____ ____/____/____

LEMBRETE:
165

- Durante o estágio curricular, o aluno deverá manter contatos regulares com a escola (Coordenação de
Estágio/ Prof. Orientador);

- O relatório final do estágio deverá ser elaborado conforme orientação do IFBA e apresentado à escola
num prazo determinado de 30 dias após o término do estágio.

1ª ENTREVISTA

ATENÇÃO: O aluno deverá devolver esta folha preenchida após completar 1/3 do seu período de estágio
curricular.

1. Lista das atividades desenvolvidas:

2. Recebeu treinamento? Sim Não

Especifique:

3. Está sentindo dificuldade de adaptação? Sim Não

Quais?

4. Que tipo de acompanhamento você recebe por parte da empresa?

5. Você se sente seguro em relação à execução dos trabalhos solicitados? Sim Não
166

Comentários do estagiário:

Avaliação do professor:

Salvador, _____ de _______________________ de ___________

______________________________________ _____________________________________

Assinatura do aluno Assinatura do professor

2ª ENTREVISTA

ATENÇÃO: O aluno deverá devolver esta folha preenchida após completar 2/3 do seu período de estágio
curricular.

1. Listagem das atividades desenvolvidas:


167

2. Recebeu treinamento entre a 1ª e a 2ª entrevista? Sim Não

Quais?

3. Caso tenha havido dificuldades na 1ª etapa do estágio, elas foram superadas? Sim Não

4. Surgiram outras dificuldades? Sim Não

Quais?

5. Continua recebendo o mesmo tipo de acompanhamento por parte da empresa? Sim Não

6. Qual(s) a(s) disciplina(s) do curso que está mais relacionada(s) com as atividades durante o estágio?

Comentários do estagiário:
168

Avaliação do professor:

Salvador, _____ de _______________________ de ___________

______________________________________ _____________________________________

Assinatura do aluno Assinatura do professor

3ª ENTREVISTA

ATENÇÃO: O aluno deverá devolver esta folha preenchida na última semana do seu período de estágio
curricular.

CLASSIFIQUE AS QUESTÕES DE 1 A 6 DE ACORDO COM A LEGENDA ABAIXO:

F= fraco R= regular B= bom O= ótimo

1. Conhecimentos teóricos em sua área de formação que o IFBA lhe ofereceu

2. Habilidades práticas proporcionadas pelo IFBA

3. Nível de aproveitamento no estágio das habilidades adquiridas nas aulas práticas

4. Participação do IFBA no processo de encaminhamento de estágio

5. Acompanhamento do IFBA no seu estágio curricular

6. Relacionamento com o Supervisor do estágio

7. Descreva os tipos de métodos, práticas, tabelas e manuais que você utilizou na execução de suas
atividades, citando aqueles que você não tenha aprendido durante o curso.
169

8. Relacione os equipamentos utilizados na execução de suas tarefas e, se houver, cite aqueles que
você desconhecia.

Salvador, _____ de _______________________ de ___________

______________________________________ _____________________________________

Assinatura do aluno Assinatura do professor


170

Anexo C – Avaliação de desempenho do estagiário pela empresa

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DO ESTAGIÁRIO PELA EMPRESA

Prezado Supervisor,

Este formulário tem por objetivo avaliar o desempenho do estagiário e, também, obter informações, opiniões e sugestões a
respeito do Processo de Estágio. Na tabela abaixo, ao lado de cada afirmativa, há uma escala de cinco pontos. Leia
cuidadosamente cada item e assinale com um X o espaço que corresponde à sua opinião. Responda a todas as questões com
atenção e sinceridade. Espera-se que os resultados o ajudem em sua atuação futura como supervisor, no processo de feedback
sobre o desempenho do estagiário e também no aprimoramento do processo de estágio. Sugere-se que a avaliação do processo
de estágio seja discutida em conjunto com o seu estagiário a fim de compartilhar impressões e esclarecer dúvidas.

Sua colaboração é fundamental para que seja possível o aprimoramento constante do Estágio.

Nome do Estagiário(a):

Telefone: DDD ( ) Celular: DDD ( )

Endereço Eletrônico:

Curso: Modalidade:

INTEGRADO SUBSEQUENTE EJA SUPERIOR

Nome da Empresa: Telefone: DDD ( )

Endereço: Nº.: Complemento:

Bairro: Município: UF: CEP:

Área / Setor do estágio: Carga Horária:

Nome do Supervisor: Cargo:

INSUFICIENTE REGULAR BOM MUITO BOM EXCELENTE

1 2 3 4 5

1 2 3 4 5

GRUPO I. ASPECTOS PROFISSIONAIS

1. Qualidade no trabalho (organização, segurança, dedicação e apresentação do trabalho).

2. Criatividade (capacidade de encontrar novas e melhores formas no desempenho das atividades).

3. Conhecimentos (nível de conhecimento demonstrado no desenvolvimento das atividades).

4. Cumprimento das tarefas (capacidade de executar tarefas de acordo com as metas e prazos
estabelecidos).
5. Espírito Inquisitivo (disposição demonstrada na aprendizagem de novos conhecimentos).
171

6. Iniciativa (autonomia no desempenho de suas atividades).

1 2 3 4 5

GRUPO II. ASPECTOS HUMANOS

1. Assiduidade (presença constante no local de trabalho)

2. Cooperação (disposição para contribuir espontaneamente no trabalho de equipe, para atingir


os objetivos).
3. Responsabilidade (zelo pelo material, equipamento, bens da empresa).

4. Sociabilidade (facilidade de se integrar com os colegas em ambiente de trabalho).

5. Disciplina (observância e cumprimento das normas e regulamentos da empresa).

6. Autocrítica (capacidade de reconhecer seus próprios erros e limitações).

Observações e sugestões do supervisor quanto ao estagiário e ao processo de estágio:

Data:

/ / Assinatura do Supervisor / Carimbo com CNPJ

PARA USO DO IFBA

RESULTADO DO GRUPO I CONCEITO DO ESTAGIÁRIO

(Soma de pontos)  EXCELENTE de 55 a 60


 MUITO BOM de 45 a 54
RESULTADO DO GRUPO II  BOM de 25 a 44
 REGULAR de 22 a 24
(Soma de pontos)  INSUFICIENTE abaixo de 22

TOTAL

PARECER DO PROFESSOR ORIENTADOR


172

AVALIAÇÃO DO ESTÁGIO

ITENS PONTUAÇÃO PESO TOTAL

EMPRESA (AVALIAÇÃO) X 0,4

ORIENTAÇÃO (ENTREVISTAS) X 0,2

RELATÓRIO (ALUNO) X 0,2

AUTOAVALIAÇÃO (ALUNO) X 0,2

TOTAL GERAL

Nome e visto do Professor Orientador:

Observações:
173

Anexo D – Auto avaliação do estagiário

AUTO - AVALIAÇÃO DO ESTAGIÁRIO

Prezado Estagiário,Este formulário tem por objetivo avaliar o desempenho do estagiário e, também, obter informações, opiniões
e sugestões a respeito do Processo de Estágio do Instituto. Na tabela abaixo, ao lado de cada afirmativa, há uma escala de cinco
pontos. Leia cuidadosamente cada item e assinale com um X o espaço que corresponde à sua opinião.

Responda a todas as questões com atenção e sinceridade.

Nome do Estagiário (a):

Telefone: DDD ( ) Celular: DDD ( )

Endereço Eletrônico:

Curso: Modalidade:

INTEGRADO SUBSEQUENTE EJA SUPERIOR

Nome da Empresa: Telefone: DDD ( )

Endereço: Nº.: Complemento:

Bairro: Município: UF: CEP:

Área / Setor do estágio: Carga Horária:

Nome do Supervisor: Cargo:

INSUFICIENTE REGULAR BOM MUITO BOM EXCELENTE

1 2 3 4 5

1 2 3 4 5

GRUPO I. ASPECTOS INTERPESSOAIS

7. O relacionamento com os gestores do setor / local de trabalho.

8. O relacionamento com o(s) orientador (es) do estágio.

9. O relacionamento com os demais colegas de estágio.

10. O relacionamento com os demais colegas do setor / local de trabalho.

1 2 3 4 5

GRUPO II. ASPECTOS PESSOAIS

7. Assiduidade e pontualidade (presença diária no local de trabalho com cumprimento de horário).

8. Disciplina (facilidade em aceitar e seguir instruções de superiores e acatar regulamentos e


normas).
174

9. Sociabilidade e desembaraço (facilidade e espontaneidade com que agem frente às pessoas,


fatos e situações).
10. Cooperação (atuação junto a outras pessoas no sentido de contribuir positivamente para o
alcance de um objetivo comum).
11. Responsabilidade (capacidade de cuidar e responder pelas atribuições materiais,
equipamentos e bens do Instituto, que lhe são confiados no estágio).
12. Merecimento de confiança (discrição demonstrada quanto ao sigilo das atividades a ele
confiados).

1 2 3 4 5

GRUPO III. ASPECTOS TÉCNICOS PROFISSIONAIS

1. Eficiência (qualidade, rapidez, precisão com que executa as tarefas integrantes do programa de
estágio).
2. Compreensão (rapidez e facilidade de entender, interpretar e pôr em prática instruções e
informações verbais e escritas).
3. Conhecimentos (conhecimento demonstrado no cumprimento do programa de estágio, tendo
em vista sua escolaridade / formação).
4. Disponibilidade ( mostrar interesse pelo andamento do trabalho. Disposição para realizar
tarefas voluntárias) .
5. Organização (uso de meios racionais visando melhorar continuamente a forma de executar o
trabalho).

6. Criatividade. Capacidade de sugerir, projetar ou exercer modificações ou inovações na


empresa. Capacidade de adaptar conteúdo teórico à prática.

Observações e sugestões do estagiário supervisor quanto ao processo de estágio:


175

Data:

/ / Assinatura do Estagiário Assinatura do Supervisor / Carimbo com


CNPJ

PARA USO DO IFBA


176

RESULTADO DO GRUPO I CONCEITO DO ESTAGIÁRIO

(Soma de pontos)  EXCELENTE de 55 a 60


 MUITO BOM de 45 a 54
RESULTADO DO GRUPO II  BOM de 25 a 44
 REGULAR de 22 a 24
(Soma de pontos)  INSUFICIENTE abaixo de 22

RESULTADO DO GRUPO III

(Soma de pontos)

TOTAL
177

Anexo E – Relatório final de atividades de estágio

RELATÓRIO FINAL DE ATIVIDADES DE ESTÁGIO


ALUNO:

TURMA: CURSO: ANO: SEMESTRE:

EMPRESA:

ENDEREÇO:

PERÍODO DE ESTÁGIO: ____/____/____ A ____/____/____ TOTAL DE HORAS NO PERÍODO:

MODELO DE RELATÓRIO A SER SEGUIDO

1. Descreva as atividades que realizou neste período, em ordem cronológica, caracterizando:

- Sua atuação;

- O objetivo da atividade;

- Etapas de realização e as dificuldades técnicas que encontrou para realizá-las.

2. Cite a principal atividade que executou relacionada às disciplinas do seu curso (técnicas e as de formação
geral), como:

- Observação, controle, orientação da equipe, manutenção, projeto, planejamento, fiscalização, operação de


equipamentos, outras;

- Quais as habilidades e competências obtidas no curso, que foram utilizadas no desenvolvimento do estágio
e sob o seu ponto de vista:

- Quais as habilidades e competências deveriam ser desenvolvidas.

___________________________________________

Assinatura: Nome Estagiário

AVALIAÇÃO DO RELATÓRIO PELO SUPERVISOR DA CONCEDENTE

Considerações:
178

________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
__________________

Nome do Supervisor
Estágio:__________________________________________________________________________

APROVADO: ( ) SIM ( ) NÃO


____________________________________________

Assinatura e Carimbo da Empresa

CREA
Nº:____________________________________

AVALIAÇÃO DO PROFESSOR ORIENTADOR DE ESTÁGIO

Considerações:

________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
__________________

APROVADO: ( ) SIM ( ) NÃO

_________________________________________

Assinatura do Orientador

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