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Cuidados Nas Medicações e Vias de Administração

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5 dicas para não errar na administração de medicamentos


A administração de medicamentos é uma das maiores responsabilidades do enfermeiro.
Isso porque o erro na dosagem, a leitura equivocada das prescrições médicas e a falta de
atenção podem trazer sérias consequências para o paciente — desde efeitos colaterais
agudos até o óbito por falha profissional.

Diante da importância desse tema, muitos enfermeiros recém-formados ficam com


dúvidas sobre como realizar a administração correta de fármacos. No entanto, você não
precisa se preocupar: o lado bom dessa carreira é que existem diversas técnicas para o
cotidiano de trabalho.

Neste artigo, separamos 5 atitudes que você deve tomar para evitar falhas na
administração de medicamentos nos seus pacientes e conquistar uma carreira
de sucesso. Vamos lá?

1. Siga a regra dos 9 certos


Uma das principais dicas para evitar que os pacientes sejam prejudicados é seguir a
regra dos 9 certos. Com a rotina corrida das clínicas e hospitais, esquecer de conferir
fichas, analisar identificações e confirmar registros são atitudes comuns.

Acontece que esses são passos fundamentais e que não podem ser deixados de lado,
uma vez que qualquer erro — ainda que de atenção — pode provocar sofrimento para o
seu paciente. Então, como garantir que isso não aconteça?
Na verdade, é muito simples: basta utilizar a regra dos 9 certos como checklist. Nos
próximos tópicos, explicamos cada passo para ajudá-lo a atuar de forma responsável.
Veja!

Paciente certo
A primeira regra dos 9 certos é a do paciente. Você precisa verificar se a medicação está
sendo aplicada na pessoa certa e, para isso, é necessário utilizar seus marcadores de
identidade (nome e data de nascimento), bem como questioná-la sobre o seu quadro,
caso esteja consciente.

Medicamento certo
Se na primeira regra você tinha que prestar atenção no paciente, agora, deve conferir se
o medicamento administrado é o correto — ou seja, analisar se o remédio que está nas
suas mãos é realmente o prescrito. Caso tenha dúvidas, verificar com o médico
responsável para confirmar é a melhor opção.

Via certa
Em seguida, avalie se a via de administração prescrita é a recomendada para aplicar o
medicamento em questão, tendo em vista que existem diversas vias utilizadas nos mais
variados fármacos. Isso pode ser feito a partir do seu conhecimento técnico e
confirmado pela identificação da embalagem.

Hora certa
Você já deve ter estudado que os horários são importantes para a administração de
remédios, não é mesmo? Aplicar o fármaco na hora prescrita faz com que o quadro
clínico do paciente não se agrave, aumentando o seu período de estabilidade. O ideal é
conferir a prescrição e sempre conversar com a equipe.

Dose certa
Indo além, outra regra dos 9 certos é a dose correta. Prestar atenção nos números
escritos faz toda a diferença para a manutenção da vida do paciente. Isso porque, muitas
vezes, a vírgula pode estar apagada — e o que antes eram 15 doses, se tornam 150. Em
casos de dúvidas, não tenha medo de conferir com a equipe e observar a identificação
do medicamento, ok?

Registro correto da administração


O trabalho em hospitais ocorre de forma multidisciplinar. Registrar corretamente todas
as ocorrências da administração de medicamentos garante não só a segurança dos
pacientes, como também assegura a sua ética profissional. Por isso, procure sempre
registrar qual fármaco foi aplicado, a dosagem, o horário e as desistências, caso tenham
acontecido, para que os outros profissionais tenham acesso.

Orientação correta
A sétima regra se refere à orientação correta, tanto ao enfermo quanto ao profissional.
Nesse sentido, todas as dúvidas precisam ser esclarecidas antes da aplicação acontecer,
e você tem a responsabilidade ética de responder qualquer questionamento do seu
paciente.
Forma certa
Outra atitude crucial é prestar atenção na forma farmacêutica em que o medicamento é
administrado, observando se ela está de acordo com a via de administração.

Resposta certa
Para concluir, a nona regra se refere à observação do paciente frente ao medicamento
aplicado. Para isso, você precisa registrar em um prontuário e notificar o médico
responsável sobre todos os efeitos gerados, principalmente os indesejados, informando a
intensidade e forma na qual as reações apareceram.

2. Leia cuidadosamente os rótulos e a ficha do paciente


Começamos o artigo falando sobre a regra dos 9 certos, mas, quais são as outras atitudes
que você pode tomar para garantir a segurança dos enfermos? Na verdade, existem
muitas técnicas que visam tornar o trabalho mais humanizado e oferecer uma
experiência melhor para o seu paciente.

Uma delas é a leitura dos rótulos dos medicamentos e da sua ficha, de preferência junto
a ele. Isso promove uma aproximação entre vocês, fazendo com que o paciente se sinta
mais à vontade sob seus cuidados. Além disso, é possível conferir com mais calma se o
que foi prescrito está de acordo com o que ele precisa.

3. Monitore as reações do medicamento


Você se lembra de que uma das nove regras é registrar o que aconteceu depois do
tratamento? Pois é, muito antes, é necessário monitorar todas as reações que o enfermo
apresentou após ser medicado. Assim, torna-se mais fácil ampliar as formas de atuação
com ele e garantir uma melhora significativa no seu quadro.

Além disso, fique de olho em como ele reage de forma emocional e comportamental. Os
enfermos com quadros mais graves tendem a se desestabilizar, precisando de um apoio
psíquico maior. Tudo isso pode ser repassado à equipe com o objetivo de promover a
qualidade de vida do paciente.

4. Tenha um espaço tranquilo para preparar a medicação


Já comentamos que a atenção é uma das características essenciais para evitar falhas
médicas. Se você sabe que essa não é a sua habilidade mais forte, fique tranquilo: é
possível montar um espaço à parte para preparar a medicação.

Sendo assim, separe uma pequena área para voltar toda a sua atenção no que está sendo
feito: a confirmação do paciente, a análise do medicamento, a verificação da via, hora e
dose certa e assim por diante.

Isso faz com que você se sinta mais seguro não só para aplicar o fármaco no enfermo,
como também para responder todas as dúvidas que ele apresentar em relação ao
tratamento — principalmente em casos de dependência química.

5. Organize o espaço de armazenamento


Para concluir nosso artigo, não poderíamos deixar de falar sobre a organização dos seus
armários, afinal, qualquer bagunça no meio médico pode levar a sérias consequências.
Para combater a administração equivocada de fármacos, organize o seu armazenamento
por meio de categorias.

De nada adianta, por exemplo, deixar duas medicações contrárias na mesma prateleira.
Na correria do dia a dia, você pode se confundir e administrar o fármaco errado para o
paciente.

Por isso, procure classificar cada medicamento e colocá-los em regiões específicas do


seu armário para evitar essa confusão. Além de fornecer uma experiência mais
agradável para o enfermo, você otimiza o seu tempo de procura do remédio correto.

Errar na administração de medicamentos não precisa mais ser um desafio na sua


profissão. Seguindo as dicas que separamos, é possível garantir a segurança do paciente
ao longo do tratamento — inclusive, de dependência química —, bem como assegurar
sua responsabilidade profissional e obter mais reconhecimento.

Gostou das dicas? Então, aproveite que está aqui e confira nosso post com os
principais termos técnicos que você precisa conhecer para atuar na Enfermagem!

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Cuidados na Administração de Medicamentos


 Grupo IBES

9 meses atrás
Cuidados na Administração de Medicamentos
A administração de medicamentos é uma grande responsabilidade dos profissionais de
saúde. Isso porque o erro na dosagem, a leitura equivocada das prescrições médicas e a
falta de atenção podem trazer sérias consequências para o paciente.

É necessária a atenção em todas as etapas da terapia medicamentosa: prescrição,


dispensação, preparo, administração e monitoramento.

Diante da rotina acelerada das instituições de saúde, há uma busca incessante por
práticas que minimizem os riscos de eventos adversos dos medicamentos. Nesse
contexto, uma das melhores alternativas para evitar falhas na administração de
medicamentos é adotar uma regrinha que tem um alto nível de eficácia, “A regra dos 9
certos”.

É fundamental garantir a segurança ao paciente na administração de medicamentos:

1. Medicação certa
2. Paciente certo
3. Dose certa
4. Via certa
5. Horário certo
6. Registro certo
7. Ação certa
8. Forma farmacêutica certa
9. Monitoramento certo

Compreender a relevância desse procedimento e suas implicações na saúde e segurança


do paciente é essencial em diferentes contextos. Sob esse ângulo, a conscientização dos
riscos e a necessidade de adequação aos padrões de qualidade nos serviços de saúde é
um dos protocolos do programa nacional de segurança do paciente.

Leia também: Os 9 certos na administração segura de medicamentos pela enfermagem

As Organizações de saúde precisam reforçar a importância da administração correta de


medicamentos no sistema de saúde. Ainda que as estatísticas sejam globais, no Brasil, a
realidade também se equipara aos altos índices de erros medicamentosos.

Apesar de tantos conhecimentos disponíveis e de uma gama de insumos tecnológicos


específicos para a segurança da prática clínica, os erros de administração de
medicamentos ainda são comuns.

As causas mais comuns de erros de medicação incluem:

 falhas de comunicação;
 ambiente de trabalho inadequado;
 ambiguidades nos nomes dos medicamentos, escrita e instruções de uso;
 uso de abreviaturas;
 falhas na execução de procedimentos ou técnicas;
 falta de conhecimento sobre os medicamentos;
 problemas no armazenamento e dispensação;
 problemas de rotulagem ou embalagens semelhantes;
 violação de regras;
 falhas na conferência das doses;
 falta de informação sobre os pacientes;
 erros de transcrição;
 falhas na interação com outros serviços;
 problemas relacionados a bombas e dispositivos de infusão de medicamentos;
 monitoramento inadequado do paciente;
 erros de preparo;
 uso inadequado do medicamento pelo paciente e
 falta de padronização dos medicamentos.

No processo de cuidado em saúde, o estabelecimento de corresponsabilidade com


pacientes e seus familiares contribui para aprimorar a segurança do paciente.

Fortalecimento do trabalho em equipe, capacitação continuada de profissionais são


estratégias necessárias para qualificar o uso dos medicamentos e fortalecer a
implementação da Política Nacional de Segurança do Paciente, e esse é um dos
objetivos do Grupo IBES.
Se você se interessou por este conteúdo, conheça o Curso de Gerenciamento do Uso de
Medicamentos para a Segurança e Efetividade do Tratamento do Paciente, que faz parte
da nossa trilha de Formação em Governança Clínica.

Fonte da imagem: Freepik

Fonte: Cofen

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.. /
3. ADMINISTRAÇÃODE MEDICAMENTOS

 
Administração de medicamentos
Po r  

Je nnif e r Le

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Os medicamentos são introduzidos no corpo por diversas vias.
Eles podem ser

 Tomados pela boca (via oral)


 Administrados por injeção em uma veia (via
intravenosa, IV), em um músculo (via intramuscular, IM),
no espaço ao redor da medula espinhal (via intratecal)
ou sob a pele (via subcutânea, SC)
 Aplicados sob a língua (via sublingual) ou entre a
gengiva e a bochecha (via bucal)
 Inseridos no reto (via retal) ou na vagina (via vaginal)
 Aplicados nos olhos (por via ocular) ou ouvido (por via
otológica)
 Inalados pelo nariz e absorvidos através das
membranas nasais (via nasal)
 Aspirados até os pulmões, geralmente através da boca
(por inalação) ou boca e nariz (por nebulização)
 Aplicados sob a pele (via cutânea) para um efeito local
(tópico) ou em todo o corpo (sistêmico)
 Aplicados na pele através de um adesivo (via
transdérmica) para um efeito sistêmico

Cada via de administração tem vantagens, desvantagens e


objetivos específicos.

(Consulte também Introdução à administração de medicamentos


e farmacocinética.)
Via oral
Muitos medicamentos podem ser administrados oralmente como
líquidos, cápsulas, comprimidos ou comprimidos mastigáveis.
Como a via oral é a mais conveniente e, geralmente, a mais segura
e menos dispendiosa, ela é a via utilizada mais frequentemente.
No entanto, ela tem limitações devido ao trajeto característico do
medicamento ao longo do trato digestivo. No caso de
medicamentos administrados por via oral, a absorção pode
começar na boca e no estômago. No entanto, a maioria dos
medicamentos geralmente é absorvida no intestino delgado. O
medicamento passa pela parede intestinal e chega ao fígado,
antes de ser transportado pela corrente sanguínea até sua região-
alvo. A parede intestinal e o fígado alteram quimicamente
(metabolizam) muitos medicamentos, diminuindo a quantidade
que chega à corrente sanguínea. Por isso, esses medicamentos
geralmente são administrados em doses menores quando
injetados por via intravenosa para produzirem o mesmo efeito.

Quando se toma um medicamento por via oral, alimentos e


outros medicamentos no trato digestivo podem afetar a
quantidade e a rapidez com que este é absorvido. Dessa forma,
alguns medicamentos devem ser tomados com o estômago vazio,
outros devem ser tomados com alimentos, outros não podem ser
tomados com certos medicamentos e, em alguns casos, a via oral
é contraindicada.

Alguns medicamentos administrados por via oral irritam o trato


digestivo. Por exemplo, a aspirina e a maioria dos
outros medicamentos anti-inflamatórios não esteroides  (AINEs)
podem danificar o revestimento do estômago e do intestino
delgado, podendo causar úlceras ou
agravar úlceras preexistentes. Outros medicamentos são
absorvidos mal ou inadequadamente no trato digestivo ou são
destruídos pelo ácido e pelas enzimas digestivas no estômago.
Outras vias de administração são necessárias quando a via oral
não pode ser utilizada, por exemplo:

 Quando a pessoa não pode tomar nada pela boca


 Quando o medicamento deve ser administrado
rapidamente ou em uma dose precisa ou muito elevada
 Quando o medicamento é mal ou irregularmente
absorvido pelo trato digestivo
Vias injetáveis
A administração por injeção (administração parenteral) inclui as
seguintes vias:

 Subcutânea (sob a pele)


 Intramuscular (no músculo)
 Intravenosa (na veia)
 Intratecal (ao redor da medula espinhal)

Um produto farmacêutico pode ser preparado ou fabricado de


forma que sua absorção a partir do local da injeção seja
prolongada por horas, dias ou mais tempo. Tais produtos não
precisam ser administrados tão frequentemente quanto aqueles
com absorção mais rápida.

Na administração por via subcutânea, insere-se uma agulha no


tecido adiposo logo abaixo da pele. Após um medicamento ser
injetado, ele se move para os pequenos vasos sanguíneos
(capilares) e é transportado pela corrente sanguínea.
Alternativamente, um medicamento pode alcançar a corrente
sanguínea através dos vasos linfáticos (consulte a figura Sistema
linfático: ajudando a proteger contra infecções ). Medicamentos
que são proteínas grandes, como a insulina, costumam alcançar a
corrente sanguínea pelos vasos linfáticos, pois esses
medicamentos movem-se lentamente dos tecidos para o interior
dos vasos capilares. A via subcutânea é a utilizada para muitos
medicamentos proteicos, visto que eles seriam destruídos no
trato digestivo caso fossem tomados por via oral.
Alguns medicamentos (como a progesterona, utilizada no controle
hormonal da natalidade ) podem ser administrados através da
inserção de cápsulas de plástico sob a pele (implante). No entanto,
essa via é muito pouco utilizada. Sua principal vantagem é a de
fornecer um efeito terapêutico de longo prazo (por exemplo, o
etonogestrel implantado para contracepção pode durar até três
anos).
A via intramuscular é preferível à via subcutânea quando são
necessárias maiores quantidades de um produto farmacêutico.
Como os músculos estão abaixo da pele e dos tecidos adiposos,
utiliza-se uma agulha mais longa. Os medicamentos geralmente
são injetados em um músculo do braço, coxa ou nádega. A
rapidez com que o medicamento é absorvido na corrente
sanguínea depende, em parte, do suprimento de sangue para o
músculo: Quanto menor for o suprimento de sangue, mais tempo
o medicamento demora para ser absorvido.
Na administração por via intravenosa, insere-se uma agulha
diretamente na veia. Assim, a solução que contém o medicamento
pode ser administrada em doses únicas ou por infusão contínua.
Em caso de infusão, a solução é movida por gravidade (a partir de
uma bolsa de plástico colabável) ou por uma bomba infusora
através de um tubo fino flexível (cateter) introduzido em uma veia,
geralmente no antebraço. A via intravenosa é a melhor maneira
de disponibilizar uma dose precisa por todo o corpo de forma
rápida e bem controlada. Ela também é utilizada na administração
de soluções irritantes, que causariam dor ou danificariam os
tecidos se fossem administradas por injeção subcutânea ou
intramuscular. Uma injeção intravenosa pode ser mais difícil de
administrar do que uma injeção subcutânea ou intramuscular, já
que inserir uma agulha ou cateter em uma veia pode ser difícil,
especialmente se a pessoa for obesa.
Quando um medicamento é administrado por via intravenosa, ele
chega imediatamente à corrente sanguínea e tende a apresentar
efeito mais rapidamente do que quando administrado por
qualquer outra via. Por isso, os médicos monitoram
cuidadosamente as pessoas que recebem uma injeção
intravenosa quanto a sinais de que o medicamento está fazendo
efeito ou está provocando efeitos colaterais indesejáveis. Porém,
o efeito de um medicamento administrado por essa via costuma
durar menos tempo. Portanto, alguns medicamentos devem ser
administrados por infusão contínua para manter seu efeito
constante.

Para a via intratecal, insere-se uma agulha entre duas vértebras


na parte inferior da coluna vertebral dentro do espaço ao redor
da medula espinhal. Neste caso, o medicamento é injetado no
canal medular. Frequentemente é utilizada uma pequena
quantidade de anestésico local para tornar a zona da injeção
insensível. Essa via é utilizada quando é necessário que um
medicamento produza um efeito rápido ou local no cérebro,
medula espinhal ou tecido que os envolvem (meninges) — por
exemplo, para tratar infecções nessas estruturas. Algumas vezes,
anestésicos e analgésicos (como morfina) são administrados
dessa maneira.
Através da pele

Algumas vezes, administra-se um


medicamento através da pele
utilizando-se uma agulha (vias
subcutânea, intramuscular ou
intravenosa), adesivo (via
transdérmica) ou implante.

Vias sublingual e bucal


Alguns medicamentos são colocados sob a língua (tomados via
sublingual) ou entre a gengiva e os dentes (via bucal) para que
possam se dissolver e ser absorvidos diretamente pelos pequenos
vasos sanguíneos que ficam sob a língua. Esses medicamentos
não são ingeridos. A via sublingual é especialmente boa para
nitroglicerina, que é utilizada para aliviar a angina, devido à sua
absorção rápida e ao fato de o medicamento entrar
imediatamente na corrente sanguínea, sem necessidade de
passar primeiro pela parede intestinal e pelo fígado. No entanto, a
maioria dos medicamentos não pode ser administrada dessa
forma, porque eles podem ser absorvidos de maneira incompleta
ou indevida.

Via retal
Muitos dos medicamentos que são administrados por via oral
também podem ser administrados por via retal em forma de
supositório. Nesse formato, o medicamento é misturado com uma
substância cerosa, que se dissolve ou liquefaz depois de ter sido
introduzida no reto. A absorção do medicamento é rápida, uma
vez que o revestimento do reto é fino e a irrigação sanguínea é
abundante. Prescrevem-se supositórios quando alguém não pode
tomar um medicamento por via oral devido a náuseas,
impossibilidade de deglutir ou restrições alimentares, como
acontece antes e depois de muitas intervenções cirúrgicas. Os
medicamentos que podem ser administrados por via retal incluem
acetaminofeno (para a febre), diazepam (para convulsões) e
laxantes (para a constipação). Medicamentos que são irritantes
em forma de supositório geralmente precisam ser administrados
por injeção.

Via vaginal
Alguns medicamentos podem ser administrados a mulheres por
via vaginal na forma de solução, comprimido, creme, gel,
supositório ou anel. O medicamento é lentamente absorvido pela
parede vaginal. Esta via é usada com frequência para administrar
estrogênio a mulheres durante a menopausa para aliviar sintomas
vaginais, como secura, dor e vermelhidão.

Via ocular
Os medicamentos utilizados para tratar os problemas oculares
(como glaucoma, conjuntivite e lesões) podem ser misturados
com substâncias inativas para produção de um líquido, gel ou
pomada para serem aplicados no olho. Colírios em forma líquida
são de uso relativamente fácil, mas podem sair dos olhos muito
rapidamente, impedindo uma boa absorção. Fórmulas em gel e
pomada mantêm o medicamento em contato com a superfície do
olho durante mais tempo, mas podem embaçar a visão. Também
estão disponíveis apresentações sólidas para inserção ocular, que
liberam o medicamento de forma contínua e lenta, mas esses
produtos podem ser de difícil aplicação e manutenção no local
exato.

Os medicamentos oculares são utilizados quase sempre devido a


seus efeitos locais. Por exemplo, lágrimas artificiais são utilizadas
para aliviar a secura dos olhos. Outros medicamentos (por
exemplo, os utilizados para tratar glaucoma [veja a
tabela Medicamentos usados para tratar glaucoma ], como
acetazolamida e betaxolol, e os que são utilizados para dilatar as
pupilas, como fenilefrina e tropicamida) produzem um efeito local
(agindo diretamente nos olhos) depois de serem absorvidos
através da córnea e conjuntiva. Alguns desses medicamentos
entram na corrente sanguínea e podem causar efeitos colaterais
indesejáveis em outras partes do corpo.
Via otológica
Medicamentos usados para tratar inflamação e infecção de ouvido
podem ser aplicados diretamente nos ouvidos afetados. Gotas
para ouvidos contendo soluções ou suspensões são tipicamente
aplicadas apenas no canal auricular externo. Antes de aplicar
gotas para ouvidos, as pessoas devem limpar cuidadosamente os
ouvidos com um pano úmido e secá-los. A menos que os
medicamentos sejam utilizados por um longo período ou
utilizados em excesso, uma pequena quantidade de medicamento
entra na corrente sanguínea, logo, os efeitos colaterais
generalizados são ausentes ou mínimos. Os medicamentos que
podem ser administrados por via otológica incluem hidrocortisona
(para aliviar a inflamação), ciprofloxacino (para tratar infecção), e
benzocaína (para insensibilizar os ouvidos).

Via nasal
Caso um medicamento deva ser inalado e absorvido através da
fina membrana mucosa que reveste as fossas nasais, ele precisa
ser transformado em pequenas gotículas no ar (atomizado). Uma
vez absorvido, o medicamento entra na corrente sanguínea.
Medicamentos administrados por essa via costumam atuar
rapidamente. Alguns deles irritam as vias nasais. Os
medicamentos que podem ser administrados por via nasal
incluem nicotina (para deixar de fumar), calcitonina (para
osteoporose), sumatriptana (para enxaqueca) e corticosteroides
(para alergias).

Via inalatória
Os medicamentos administrados por inalação pela boca devem
ser atomizados em partículas menores do que os administrados
por via nasal, para que seja possível que o medicamento passe
pela traqueia e entre nos pulmões. A profundidade atingida pelo
medicamento nos pulmões depende do tamanho das gotículas.
Gotículas menores alcançam maior profundidade, o que aumenta
a quantidade de medicamento absorvido. No interior dos
pulmões, elas são absorvidas e entram na corrente sanguínea.

Inaladores

VÍDEO

Administração de medicamentos por inalação


A FOTO É CORTESIA DO DR. JUSTIN KAPLAN.

Relativamente poucos medicamentos são administrados dessa


forma, pois a inalação deve ser controlada cuidadosamente para
que a pessoa receba a quantidade correta de medicamento em
um determinado período. Além disso, pode ser necessário um
equipamento especializado para administrar o medicamento por
essa via. Geralmente, este método é utilizado para administrar
medicamentos que agem especificamente nos pulmões, tais
como aerosolized medicamentos antiasmáticos em recipientes de
doses controladas (chamados inaladores), e para administrar
gases utilizados para anestesia geral.
Via por nebulização
Similar à via inalatória, medicamentos administrados por
nebulização devem ser aerossolizados em pequenas partículas
para alcançarem os pulmões. A nebulização requer o uso de
dispositivos especiais, geralmente sistemas ultrassônicos ou
nebulizadores a jato. A utilização apropriada de um dispositivo
ajuda a aumentar a quantidade de medicamento liberado nos
pulmões. Os medicamentos que são nebulizados incluem
tobramicina (para fibrose cística), pentamidina
(para pneumoniaprovocada por Pneumocystis jirovecii) e albuterol
(para ataques de asma).
Os efeitos colaterais podem incluir aqueles que ocorrem quando
o medicamento é depositado diretamente nos pulmões (tais como
tosse, sibilos, falta de ar e irritação pulmonar), disseminação do
medicamento no meio ambiente (possivelmente afetando outras
pessoas diferentes daquelas que tomam o medicamento), e
contaminação do dispositivo utilizado para nebulização
(particularmente quando o dispositivo é reutilizado e
inadequadamente limpo). Utilizar o dispositivo adequadamente
ajuda a evitar efeitos colaterais.

Via cutânea
Os medicamentos aplicados na pele geralmente são utilizados por
seus efeitos locais e, assim, são mais comumente usados no
tratamento de distúrbios da pele superficiais,
como psoríase, eczema, infecções de pele
(virais, bacterianas e fúngicas), prurido e pele seca. O
medicamento é misturado com substâncias inativas. Dependendo
da consistência dessas substâncias inativas, a formulação pode
ser uma pomada, um creme, uma loção, uma solução, um pó ou
um gel (veja Preparados tópicos).
Via transdérmica
Alguns medicamentos são disponibilizados no corpo todo através
de um adesivo sobre a pele. Algumas vezes, esses medicamentos
são misturados a uma substância química (como o álcool) que
intensifica a penetração pela pele e entrada na corrente
sanguínea sem uso de injeções. Através de um adesivo, o
medicamento pode ser administrado lentamente e de forma
constante, durante muitas horas, dias ou até mesmo mais tempo.
Como resultado, os níveis do medicamento no sangue podem ser
mantidos relativamente constantes. Os adesivos são
particularmente úteis no caso de medicamentos que o organismo
elimina com rapidez, pois, se os mesmos fossem administrados
de outras formas, teriam de ser tomados frequentemente. No
entanto, os adesivos podem irritar a pele de algumas pessoas.
Além disso, os adesivos são limitados pela rapidez com que o
medicamento pode atravessar a pele. Apenas medicamentos que
devem ser administrados em doses diárias relativamente baixas
podem ser administrados através de adesivos. Exemplos desses
medicamentos são: nitroglicerina (para dor torácica),
escopolamina (para enjoo do movimento), nicotina (para deixar de
fumar), clonidina (para hipertensão arterial) e fentanila (para alívio
da dor).

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MEDICAMENTOS
Por Dr. José Aldair Morsch, 25 de agosto de 2020

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Conhecer as principais vias de administração de medicamentos e quando cada uma é
recomendada é uma tarefa muito importante.
Isso porque a administração correta de medicamentos promove uma melhor assistência
ao paciente, causando menos danos a sua saúde e, principalmente, garantindo o seu
bem-estar.
Essa tarefa é de responsabilidade dos enfermeiros, que devem, ainda, seguir à risca os
preceitos éticos, técnicos e humanísticos que envolvem o preparo e administração de
medicamentos.
Cabe a eles relatar qualquer inconformidade na prescrição médica – seja em termos de
dosagem ou mesmo validade do documento.
Isso requer uma atenção redobrada, uma vez que erros na administração de
medicamentos podem trazer sérias consequências ao paciente – desde efeitos colaterais
intensos até o óbito.

Neste conteúdo, meu objetivo é esclarecer os principais pontos relacionados à


administração de medicamentos por parte dos profissionais de enfermagem.
Por isso, mostrarei as principais vias de administração de medicamentos e um passo a
passo para realizar essa tarefa adequadamente.
Além disso, abordarei o que a lei determina quanto à realização dessa atividade à
distância – considerada uma das grandes tendências, devido ao avanço
da telemedicinano Brasil e, especialmente, no mundo.
O que a lei diz sobre vias de administração de medicamentos à distância?
Com o avanço dos serviços de telessaúde etelemedicina no Brasil, o Conselho Federal
de Enfermagem (Coren) entendeu que era necessário criar regras claras para garantir
os cuidados na administração de medicamentos de forma remota.
Foi, então, criada a Resolução Cofen nº 487/2015, que aborda especificamente sobre as
prescrições feitas por médicos em atendimento de telessaúde e a forma com que os
enfermeiros devem proceder.

Ao receber a prescrição médica à distância, o profissional deve elaborar um relatório


circunstanciado, onde devem ser dispostas as condutas adotadas, bem como a resposta
do paciente a elas.
Quanto à prescrição, ela apenas pode ser executada caso esteja dentro do prazo de
validade. 
Do contrário, o enfermeiro deve informar ao médico requerente, solicitando um
documento atualizado, ou mesmo orientar o paciente a retornar à consulta médica.
Caso, mesmo assim, o profissional seja compelido a executar a prescrição médica fora
da validade, ele deve denunciar o fato e os envolvidos ao Coren, para que sejam
adotadas as medidas cabíveis.
Por questões de segurança, a resolução, ainda, determina que os serviços de saúde que
atuam na modalidade online devem possuir as condições técnicas adequadas para que
todo o atendimento médico sejatransmitido, gravado, armazenado e, se necessário,
disponibilizado.
Isso é uma espécie de garantia, caso seja necessário avaliar determinado processo, como
o uso das vias de administração de medicamentos mais adequadas.
Essa resolução é considerada uma atualização necessária da Resolução Cofen nº
225/2000, que dispõe sobre o cumprimento da prescrição medicamentosa à distância, e
daResolução Cofen nº 281/2003, que aborda sobre cumprimento da prescrição
terapêutica pelos profissionais de saúde.
É essencal, para o enfermeiro, conhecer as vias de administração de medicamentos e
suas características e diferenças.

Qual o papel do enfermeiro na escolha entre as vias de administração de


medicamentos?
O enfermeiro é o profissional responsável pelo preparo e administração de
medicamentos prescritos pelo médico.
Devido à importância dessa tarefa, é essencial que ele tenha conhecimentos técnicos,
para evitar conflitos e erros que podem ser fatais.
No caso, o profissional deve compreender de fato o que está descrito no prontuário
médico, especialmente no que tange à dosagem, diluição e reconstituição de
medicamentos.

Sempre que surgir alguma dúvida, é essencial que ele busque auxílio dos demais
profissionais envolvidos no atendimento, para efetuar o processo de forma segura.
É ele, ainda, que irá selecionar entre uma das vias de administração de
medicamentos, baseando-se no estado clínico e demais condições que podem tornar
determinada via mais eficiente do que outra.
Para desempenhar bem a sua função, portanto, é essencial conhecer todas as vias de
administração de medicamentos e de que forma elas agem do organismo.
É sobre esse assunto que abordarei a seguir!
Quais são as principais vias de administração de medicamentos?
Existem três vias de administração de medicamentos consideradas principais: 
1. Oral;
2. Parental;
3. Subcutânea;
4. Nasal;
5. Retal;
6. Intra-vesical;
7. Nebulização;
8. Ocular;
9. Sublingual.
Cada uma delas possui seus próprios critérios para indicação, que estão relacionados
ao tipo de remédio que deve ser administrado e à condição fisiológica do próprio
paciente.
Estes casos exigem outros conhecimentos e a prática adequada, para estar preparado
para eventuais toxicidades que podem ocorrer no paciente.
Conheça um pouco mais sobre algumas das vias de administração de medicamentos que
podem ser adotados pelo enfermeiro:
Via oral
Essa modalidade é aquela em que o medicamento é administrado pela boca, seja ele
um comprimido, cápsula, pílula ou uma solução líquida.
Para que ela seja recomendada, o paciente deve ter condições de deglutir, sem que isso
envolva grandes esforços.
Apesar de ser uma das vias de administração de medicamentos mais utilizada, por ser
considerada segura e menos onerosa, ela possui algumas limitações.
Isso porque o medicamento precisa realizar um trajeto no trato digestivo, sendo
geralmente absorvido apenas quando atinge o intestino delgado – o que pode
demorar um tempo.
Como ele passa pela parede intestinal e atinge o fígado antes de ser transportado pela
corrente sanguínea, grande parte da química é alterada até chegar ao local a ser tratado.
Por este motivo, ele tende a ter uma dosagem mais forte do que se fosse injetado por
via intravenosa, por exemplo.
Assim, garante que a quantidade necessária do medicamento irá chegar até a região-
alvo.
As principais situações que a via oral não é recomendada são:
 Quando o paciente não consegue tomar nada pela boca;
 Quando é preciso uma ação mais rápida do medicamento ou ele deve ter uma dose
específica;
 Caso o trato digestivo do indivíduo não absorva bem os medicamentos.
Vias de administração de medicamentos parenterais
São aquelas realizadas através de injeção, sendo realizadas fora do trato
gastrointestinal.
Esse tipo de via pode ser adotado das seguintes formas:
 Endovenosa: É quando a agulha é inserida diretamente na veia. Neste caso, o
medicamento chega diretamente na corrente sanguínea, fazendo com que o efeito
seja mais imediato que as demais vias;
 Subcutânea: É inserida uma agulha no tecido adiposo, logo abaixo da pele. Assim que
o medicamento é injetado, ele se move para os pequenos vasos capilares, sendo
transportado pela corrente sanguínea;
 Intramuscular: Essa via de administração de medicamentos costuma ser preferível à
via subcutânea quando é necessária uma quantidade maior do produto. O agente
costuma ser injetado em um músculo do braço, da coxa ou na nádega. A velocidade de
absorção pela corrente sanguínea depende do suprimento de sangue para o músculo.
Quanto maior ele for, mais rápido o medicamento será absorvido;
 Intratecal: É uma via utilizada quando se quer que o medicamento faça um efeito
rápido ou direcionado no cérebro, medula espinhal ou meninges. Anestésicos e
analgésicos, como morfina, costumam ser administrados dessa forma.
Via sublingual
Aqui, os medicamentos não são ingeridos, mas sim colocados sob a língua ou entre a
gengiva e os dentes, para que sejam dissolvidos pela saliva e absorvidos diretamente
pelos vasos sanguíneos locais.
Essa via é muito utilizada em situações que necessitam de um tratamento de
emergência, como nas crises de hipertensão.
Erro! Nome de ficheiro não especificado.

Isso porque sua ação farmacológica é rápida, fazendo com que o paciente retome à
normalidade em poucos minutos.
Para que tenha o efeito desejado, porém, é preciso que o comprimido utilizado tenha
ação sublingual.
Via retal
Em forma de supositório, o medicamento é misturado com uma substância cerosa, capaz
de se dissolver após ser introduzida no reto.
Nesse formato, a absorção do medicamento é igualmente rápida, tendo em vista que o
revestimento do reto é fino e possui ampla irrigação sanguínea.
Essa via costuma ser indicada quando o paciente sente náuseas fortes que o
impossibilita de tomar o medicamento por via oral.
Ou, ainda, quando ele não consegue degluti-lo ou possui restrições alimentares.
Via ocular
Essa via é utilizada especialmente quando se quer administrar medicamentos para
tratar problemas oculares, como conjuntivite e glaucoma.
Neste caso, o produto é misturado com substâncias que produzam um líquido, gel ou
pomada, que permitam a aplicação tópica nos olhos.
Via otológica
Seguindo a mesma ideia do tópico acima, é uma via que permite aplicar diretamente
no ouvido afetado os medicamentos usados para tratar inflamações e infecções locais.
Eles costumam ser dispostos em gotas, que penetram mais facilmente no canal auricular
externo e mal atingem a corrente sanguínea – o que tornam mínimos os efeitos
colaterais.
Via cutânea
Essa é uma das vias de administração de medicamentos que visa causar efeitos locais,
ou seja, diretamente na pele afetada.
É comum adotá-la em tratamento de distúrbios da pele superficiais, como:
 Psoríase;
 Secura;
 Prurido;
 Infecções virais, fúngicas ou bacterianas;
 Eczema.
Nela, o medicamento é misturado com substâncias inativas, cuja formulação pode ser
um creme, uma pomada, loção ou mesmo um pó.
Via transdérmica
É a via em que são utilizados adesivos na pele, que fazem com que o medicamento
penetre e atinja a corrente sanguínea sem a necessidade de injeções.
Esse adesivo permite que a substância seja administrada lentamente e de forma
constante, podendo perdurar por horas, dias ou por mais tempo – quando necessário.
Com isso, os níveis do medicamento no sangue se mantém constante, além de não
agredir o organismo.
Seu único porém é que podem irritar a pele, dependendo do tempo de uso.
É comum ver esse tipo de via de administração de medicamento em fumantes e pessoas
que sofrem de dor torácica, entre outros.
Quais cuidados devem ser adotados para evitar erros na administração de
medicamentos?
A primeira ação que o enfermeiro deve adotar é ler cuidadosamente os rótulos e bulas
dos medicamentos.
Isso porque cada um tem suas especificidades e é importante segui-las para obter os
resultados desejados.
Erro! Nome de ficheiro não especificado.

É preciso conferir a validade e checar se o medicamento não foi violado, atentando se


está em boas condições e com qualidade.
Esses detalhes influenciam diretamente na eficácia do medicamento e, portanto, na
melhora do estado clínico do paciente.
Apesar dessas ações serem mais comuns de se realizar presencialmente, é possível
realizar esse processo de forma online.
No caso, o profissional passa a ter um papel essencial na orientação dos pacientes, que
precisam conferir essas e outras informações importantes.
Veja como realizar a administração de medicamentos à distância de forma segura para o
paciente!

Passo a passo para realizar a administração de medicamentos de forma remota


Como mencionei, o enfermeiro pode realizar esse processo de administrar os
medicamentos à distância, utilizando a videoconferência para prestar as orientações
necessárias.
Para realizar isso de forma eficiente, confira nosso passo a passo!
1 – Conheça o histórico do paciente
É importante avaliar se o paciente já usou determinado medicamento e se teve alguma
reação indesejada. Além disso, obtenha o máximo de informações sobre o seu quadro
clínico, para poder prestar uma orientação mais precisa;
2 – Confirme a ausência de alergias
Especialmente nos casos de medicamentos orais, é essencial avaliar se o paciente não
possui algum tipo de alergia, incluindo alimentar. Caso contrário, ele pode ter uma
reação adversa grave;
3 – Identifique a via mais adequada
Em seguida, avalie se a via de administração prescrita pelo médico é a mais
recomendada para o medicamento em questão – pensando na dosagem e absorção,
principalmente. É possível confirmar essa informação inclusive na bula do
medicamento;
4 – Garanta a ingestão/aplicação no horário certo
Aplicar o fármaco na hora prescrita influencia diretamente na melhora do quadro clínico
do paciente. Logo, é importante orientar sobre a importância de seguir os horários
determinados;
5 – Calcule as doses segundo a bula
Em alguns casos, a prescrição médica pode vir com informações apagadas ou faltando
uma vírgula (o que era 150,0 mg pode virar 1500). Para evitar confusões e,
principalmente, superdosagens, o ideal é conferir os dados com os descritos na bula;
6 – Registre todas as orientações
Registrar todas as ocorrências durante o processo é importante pensando na segurança
do paciente e também na ética profissional. Logo, anote tudo, desde vias de
administração de medicamentos até as dosagens, os horários e as reações;
7 – Atenção aos medicamentos manipulados
Cheque várias vezes se a fórmula está correta e de acordo com a prescrição médica.
Em caso de dúvidas, confirme com o profissional de saúde que o indicou;
8 – Mantenha contato com o paciente
Essa é uma das etapas mais importantes, pois consiste em monitorar o paciente,
avaliando se há melhora ou piora do seu estado de saúde. Isso permite adotar medidas
com rapidez, se necessário.
É possível escolher as vias de administração de medicamentos à distância?
A tecnologia está tornando possível escolher as vias de administração de medicamentos
à distância, através das plataformas de telemedicina. 
Essa ferramenta é capaz de aproximar enfermeiros e pacientes, permitindo prestar toda
orientação de forma precisa e segura.
Utilizando a funcionalidade de videoconferência, é possível descobrir erros do
paciente na aplicação de determinado medicamento, por exemplo, ou mesmo
monitorar se os horários estão sendo seguidos à risca.
Esta mesma plataforma permite que o paciente realize uma teleconsulta, que consiste na
consulta médica à distância.
Com isso, é possível acompanhar o seu estado de saúde e promover as mudanças
necessárias no tratamento para que ele obtenha bem-estar e qualidade de vida.
Conclusão
Escolher as vias de administração de medicamentos é um processo essencial uma vez
que influencia diretamente na qualidade do tratamento e nos resultados obtidos.
Erro! Nome de ficheiro não especificado.

Neste conteúdo, mostrei as principais vias de administração de medicamentos e os


benefícios que cada um oferece.
Abordei, também, sobre o papel do enfermeiro nesse processo, pontuando um passo a
passo para realizá-lo de forma remota, mantendo a mesma qualidade da presencial.
Além disso, pontuei que é possível realizar tudo isso de forma online, usando uma
plataforma de telemedicina.
Além de aproximar ainda mais enfermeiros e pacientes, essa solução agiliza os
atendimentos, permitindo um acompanhamento ainda mais eficiente.
Para se aprofundar ainda mais sobre a telemedicina e suas possibilidades, baixe o meu
Ebook Gratuito: Guia sobre monitoramento de pacientes com Telessaúde.
Depois me conte o que você achou!
Erro! Nome de ficheiro não especificado.

Dr. José Aldair Morsch


Cardiologista
Médico formado pela FAMED - FURG – Fundação Universidade do Rio Grande – RS em 1993 -
CRM RS 20142. Medicina interna e Cardiologista pela PUCRS - RQE 11133. Pós-graduação em
Ecocardiografia e Cardiologia Pediátrica pela PUCRS. Linkedin

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Dr. José Aldair Morsch


Cardiologista
Médico formado pela FAMED - FURG – Fundação Universidade do Rio Grande – RS em 1993 -
CRM RS 20142. Medicina interna e Cardiologista pela PUCRS - RQE 11133. Pós-graduação em
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Vias de Administração de Medicamentos
5 de julho de 2018Sou EnfermagemAdministração de
Medicamentos, FundamentosLeave a comment

O processo de administrar medicamentos é


complexo abrange vários setores, dentre os
quais:
 Compras: aquisição de medicamentos.
 Farmácia: armazenamento, dispensação, separação,
conferência e orientação.
 Enfermagem: preparo, diluição e administração de
medicamentos.
 Médicos: prescrição dos medicamentos.

Esse procedimento é norteado por normas éticas e legais.

A via de administração pode ser definida como o local onde o


medicamento entrará em contato com o organismo. Os
medicamentos poderão ser administrados por várias vias, sendo
necessários cuidados específicos com cada uma delas.

Sua escolha envolve o tipo de medicamento, o tempo de ação


esperado, a habilidade do profissional, os efeitos colaterais do
medicamento e o estado físico geral do paciente.

Regras gerais
 Todo medicamento requer prescrição médica.
 O ideal é que a prescrição seja feita por escrito. Prescrições por
ordem verbal somente devem ocorrer em situações de risco de
morte.
 Todo medicamento deve ter rótulo.
 Todo medicamento deve estar dentro do prazo de validade.
 Não administrar medicamento preparado por outro
profissional.
 Informar-se sobre ação, dose e efeitos colaterais dos
medicamentos.
 Em situações duvidosas, não administrar o medicamento.
 Manter os medicamentos em condições especiais para uso,
como refrigeração e fotossensibilidade.
 Os medicamentos devem ser armazenados em locais
apropriados.
 Medicamentos controlados devem ser segregados.

Cuidados gerais no preparo de medicamentos

 Não conversar durante o preparo de medicamentos.


 A prescrição médica deve ser mantida com o profissional no
momento de preparo do medicamento.
 Seguir critérios de segurança como os 5 Certos: medicamento
certo, dose certa, paciente certo, via certa e hora certa.
 Lavar as mãos antes e após o preparo do medicamento, a fim
de minimizar os riscos de contaminação.
 Checar a prescrição médica logo após a administração do
medicamento.
 Anotar em prontuário qualquer alteração na administração de
medicamento, como recusas, reações alérgicas e efeitos
colaterais.

Seguir protocolos da instituição sobre diluição de medicamentos


administrados por via oral ou endovenosa.

 Não misturar na mesma administração medicamentos


diferentes, com exceção dos casos prescritos pelos médicos.
 Administrar os medicamentos por via oral com água, exceto em
casos prescritos pelo médico.

Cuidados gerais em relação à anotação de enfermagem

 Observar e anotar reações alérgicas decorrentes da


administração de medicamentos.
 Realizar anotações de enfermagem relacionadas à
administração de medicamento.
 As anotações de enfermagem devem conter data, horário,
assinatura e identificação do Coren.
 Justificar, em anotação de enfermagem, qualquer tipo de recusa
da administração pelo paciente ou a suspensão do

medicamento. O horário para administração, colocado em prescrição


médica, deverá ser determinado.

Vias de administração

As vias de administração podem ser divididas em:

 Via enteral:
 oral;
 sublingual;
 retal.
 Via vaginal.
 Via parenteral:
 intravascular: intravenosa e intra-arterial;
 intramuscular;
 subcutânea;

Intradérmica;
 Intracardíaca.
 Via tópica:
 dérmica;
 transdérmica;
 intraocular.

 Via nasal.

 Via inalatória.

 Via auricular.

 Via intratecal:
 peridural;
 subaracnoidea.

 Via intraperitônea.
 Via intra-articular.

REFERÊNCIAS
1. Administração de medicamentos na Enfermagem. Rio de Janeiro:
EPUB. 2ª ed, 2002
2. FURP – Memento Terapêutico. Secretaria de Estado da Saúde. 6ª
ed., nov/95.
3. STAUT, NAÍMA DA SILVA – Manual de drogas e soluções. São Paulo:
EPU, 1986.
4. ZANINI, A.C., OGA S. – Farmacologia aplicada. 5º ed. São Paulo:
Atheneu, 1994.
5.FAKIH, F.T. – Manual de Diluição e administração de medicamentos
injetáveis. 1ªed.
Rio de Janeiro, 2000
6. FONSECA, S.M. et al – Manual de Quimiterapia antineoplasica. 1ªed,
Rio de Janeiro,
2000
7. DUNCAN, H.A. et al – Dicionário Andrei para enfermeiros e outros
profissionais da
saúde, 2ªed, São Paulo, 1995

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Cuidados ao tomar medicamentos


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 Equipe Oncoguia
 - Data de cadastro: 16/08/2015 - Data de atualização: 16/08/2015

Segundo o Ministério da Saúde, alguns cuidados básicos devem ser tomados


quando precisamos tomar remédios.

Abaixo há dez cuidados importantes a serem observados:

 
1. Não partir drágeas, pois elas vão agir no estômago e não no intestino,
como desejado.
2. Não colocar comprimidos para serem absorvidos embaixo da língua.
3. Informar o médico sobre todo medicamento que use, mesmo que seja
anticoncepcional, aspirina ou descongestionante nasal.
4. Alguns medicamentos continuam agindo por dias, avise o médico
sobre consumo recente de remédios.
5. Não se automedicar.
6. Não tomar produtos naturais sem orientação médica.
7. Informe-se se o medicamento deve ou não ser tomado junto com as
refeições.
8. Pedir a prescrição na dose certa, meio comprimido não equivale a
metade da dose, necessariamente.
9. Crianças devem tomar medicamentos adequados à faixa etária.
10.Idosos também têm dose e intervalo diferentes.

Fonte: Ministério da Saúde

 A importância de tomar sua medicação corretamente


 Interação Medicamentosa
 Plantas Medicinais x Fitoterapia. “Se é natural, é seguro” Será?!
 Qual o modo correto para descartar medicamentos vencidos?
 Onde os medicamentos devem ser guardados?
 Orientações sobre a utilização dos medicamentos
 Aderindo Corretamente ao Tratamento
 Efeitos Adversos Não Esperados – Como e Por que Relatar
 Doutor, o que fará com que você mude ou interrompa o meu tratamento?
 Doutor, como sabemos se esse tratamento é seguro para mim?
 Como monitorar meus efeitos colaterais? Devo dividí-los com meu médico?
 Informação de referência para mais qualidade nos serviços de saúde
 5 Dúvidas sobre sua Prescrição Médica
 Doutor, como saberemos se esse tratamento está sendo efetivo para mim?
 Medicamentos: Preço é Sinônimo de Qualidade?
 Você sabe o que é Farmacovigilância?
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 Tipos de Medicamentos
 Qualidade no Tratamento e Qualidade do Medicamento
 Qualidade no Tratamento do Câncer
 O Conceito “Qualidade em Saúde”
 Importação de Medicamento pelo Consumidor
 Cuidado com a Automedicação
 VOLTAR
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Dr. Vitor Hugo


CRM PB: 11975
Currículo:

 Geriatria;
 Atendimento médico no Domicílio;
 Atendimento na Clínica Acuidar Med;
 Médico Responsável Técnico da Acuidar Med;
 Diretor Médico da Acuidar Franquias;
 Graduado em Medicina pela Faculdade de Medicina Nova Esperança;
 Pós-graduado em Geriatria pela Verbo Med São Paulo (SP).

Quais cuidados devemos ter com medicamentos?


27 de Agosto de 2019 às 09h00
Compartilhar: 
A administração de medicamentos sempre deve ser realizada
com máxima cautela, pois esse é um dos fatores para
alcançarmos o resultado terapêutica desejado.

Devemos observar o nome, dosagem, forma correta de


administração, horário a ser administrado e validade do
produto.

Devemos deixar os medicamentos em local que não receba luz


solar, aquecimento por equipamentos elétricos utilizados
próximos ao local de armazenamento, conservar em
embalagem original e evitar deixar no interior do carro por
muito tempo. Caso contrário, pode ocorrer diminuição da
eficácia do medicamento ou provocar efeito tóxico, mesmo
estando dentro do prazo de validade.

Os idosos com qualquer limitação devem ser auxiliados no uso


de medicamentos e todas as pessoas só devem tomar remédios
prescritos por médicos, minimizando possíveis problemas
relacionados a ingestão desses medicamentos.

Segue algumas dicas que poderão auxiliar o paciente idoso na


adesão medicamentosa:

 Orientar a importância do uso correto da medicação;


 Estimular o idoso a fazer tratamento adequado prescrito
pelo médico;
 Evitar automedicação;
 Elaborar planilha de medicamentos diários que o idoso
deve tomar;
 Informar ao médico qualquer problema decorrente do
uso de medicamentos.
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Enfermagem Florence

Cuidados com Cateter Venoso Central


Enfermagem Florence

3 anos atrás

Tempo de leitura: 1 minuto

Cateter Venoso Central


Você sabe quais são os cuidados com cateter venoso central?
Então, hoje você aprenderá os cuidados com cateter venoso central.

Esse conteúdo faz parte das aulas de Cuidados de Enfermagem, assim como:

 Cuidados com o Dreno de Tórax


 Cuidados de Enfermagem com Traqueostomia
 Cuidados de Enfermagem com Gastrostomia
 Cuidados com a Sonda Vesical de Demora
 Cuidados de enfermagem comCistostomia
 Cuidados de Enfermagem com a Sonda Nasoenteral
 Cuidados de enfermagem com Cateter Venoso Periférico
 Cuidados de enfermagem com Cateter de PICC
 Cuidados de enfermagem com Lesão por Pressão
 Cuidados de Enfermagem com Drogas Vasoativas
 Cuidados de Enfermagem com Colostomia
 Cuidados de Enfermagem na Administração de Medicamentos

O que é Cateter Venoso Central?


O cateter venoso central é inserido numa veia de grosso calibre.

Podendo ser em veia jugular, subclávia, axilar ou femoral.

Atualmente encontramos cateter venoso central mono-lúmen, duplo-lúmen e triplo-


lúmen.

Cuidados com Cateter Venoso Central


1- Realizar a higiene das mãos antes e após manuseio do cateter;

2- Manter curativo sempre limpo e seco (com data e turno da troca);

3- Trocar equipo de medicação a cada 72 horas;

4- Trocar equipo da administração de hemocomponenente a cada transfusão;


5- Trocar equipo da administração de plaquetas ao final da infusão;

6- Observar presença de sinais flogísticos (como edema, dor, rubor e calor);

7- Nas primeiras 24 horas da passagem do cateter, manter curativo com gaze;

8- Após 24 horas da passagem do cateter, realizar curativo com filme transparente;

9- Realizar a técnica do curativo com material estéril;

10- Heparinizar via do cateter que não estiver em uso.

Então, o que você achou sobre esse assunto? Deixe seu comentário e sugestões de
conteúdos.

Para complementar seus estudos assista nossa vídeo-aula em nosso canal


do YouTube.

Categorias: Cuidados de Enfermagem

Tags: cateter venoso central cuidados de enfermagem, cateter venoso central


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3. v. 1 n. 3 (2015): Caderno de Resumos - Apresentação de Painel /


4. Enfermagem

CUIDADOS DE ENFERMAGEM COM CATETER


VENOSO CENTRAL
 Cinthia Regina GALVÃO

 Louise Aracema SCUSSIATO


Palavras-chave: cateter venoso central, enfermagem, cuidados

Resumo

Cateteres intravenosos centrais, são dispositivos de acesso vascular central (CVC), por
meio da inserção de uma agulha percutânea, desenvolvidos para a administração de
medicamentos, fluidos, intravenosos, soluções de nutrição parenteral e substâncias
sanguíneas. O doente com CVC, tem maior probabilidade de ocorrência de infecções,
comparado ao doente que não possui este dispositivo, a colonização ocorre pela
migração de microrganismos da pele pelo local da inserção e pela contaminação do
lúmen interno do cateter. Considerando a importância do curativo do CVC, alguns
cuidados com a manutenção são fundamentais. Durante o estágio foi observado um
aumento no índice de infecções relacionadas ao CVC na Unidade de Terapia Intensiva.
O objetivo do estudo foi orientar a equipe de enfermagem sobre os cuidados de
enfermagem referentes aos curativos de CVC.Foi realizada uma Educação em serviço
com 8 técnicos de enfermagem e 3 enfermeiros de uma Unidade de Terapia Intensiva
de um hospital privado de Curitiba, no dia 19 de maio de 2015 com duração de 10
minutos cada apresentação.  A Educação em Serviço aconteceu em 2 etapas: Etapa
1:Apresentação pessoal e entrega dos questionários a serem respondidos com as
questões. Etapa 2: Apresentação do assunto abordado, por meio de slides em power
point. Devolutiva e correção junto aos colaboradores, do questionário aplicado na
etapa 1, e comparar se houve melhora, respondendo novamente as questões. Os
resultados coletados demonstram um conhecimento satisfatório dos colaboradores.
Apresentam poucos erros às respostas das questões norteadas. E em relação aos
cuidados de enfermagem com o CVC, todos os colaboradores acertaram as respostas.
Conclui – se que a realização de estratégias educativas são necessárias no ambiente
hospitalar. Mesmo com o bom conhecimento dos colaboradores da Enfermagem da
instituição acerca do assunto abordado, o aumento de infecções provenientes do
Cateter Venoso Central ainda é uma preocupação na instituição. O Enfermeiro tem
papel fundamental frente aos cuidados com cateter venoso central, pois ele também
é um educador e deve manter sua equipe atualizada.
  PDF
Publicado
2016-04-18

Edição

v. 1 n. 3 (2015): Caderno de Resumos - Apresentação de Painel

Seção

Enfermagem

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