A CÉLULA
“Dicas Importantes
1. Esteja no dia e horário marcado pontualmente.
2. Esteja bem trajado, limpo e com bom hálito.
3. Seja educado e gentil; nunca entrão (inconveniente); não
force nada
4. Não faça nada sozinho; dê oportunidade para o “Timóteo” e
que os assistentes compartilhem suas necessidades e
testemunhos
5. Reconheça sempre com gratidão ao anfitrião e peça que
apresente seus convidados.
6. Fale num tom de voz que todos possam ouvir; nunca fale alto
demais e jamais grite! Respeite a casa do anfitrião e seus
vizinhos
7. Cante 1 ou 2 cânticos no máximo. Evite os cânticos que falam
do diabo, inferno, etc
8. Tenha sempre textos bíblicos específicos separados que falem
sobre a importância e a bênção de ofertar e de ser um
dizimista. Fale só o suficiente e com segurança incentive-os a
ofertar
9. Compartilhe uma curta porção bíblica que fale de fé, milagre,
paz, amor, alegria, salvação, vida eterna, perdão divino, etc. e
faça um breve comentário (5 a 10 minutos no máximo) e faça
uma oração relacionado com o que você pregou
10. Pergunte quem gostaria de fazer um pedido de oração e ore
especificamente por cada pedido (divida com Timóteo e os
mais maduros).
11. Faça a oração do penitente (de entrega) e reconheça os
que a fizeram pela primeira vez. Peça que passem à frente e
ore por sua entrega (depois da reunião faça a consolidação).
12. Pode ser cantado um cântico de gratidão e fé para encerrar;
deseje: Boa Noite; Graça e Paz ... Convide-os a se
confraternizar (abraços). Lembre-os de trazerem um novo
convidado. Deixe sempre uma cadeira vazia.
Tempo máximo da reunião: 1 hora e ,meia.
TENHA SUCESS0 EM SUA VISITA
1. Faça um diagnóstico:
2. Conheça a situação da família, demonstre interesse
pelas suas necessidades emocionais, físicas e
materiais.
3. Ensine-lhes a Palavra:
4. Com antecipação ore ao Senhor e peça lhe uma
Palavra Rhema para esta família. Exponha esses
princípios bíblicos em forma concreta, aplicado às
suas necessidades
5. Ore pelos seus pedidos:
6. Ministre cura, motive-os a centrar sua fé no Senhor
Jesus.
7. Reforce-lhes a visão:
8. Fale a eles sobre a importância das células e das
bênçãos por terem aberto a sua casa. Envolva-os na
visão: Modelo dos 12, Encontro e Escola de Líderes.
9. Comprometa-os no processo:
Integre-os em uma célula. Reforce a importância de um
Encontro e da Escola de Líderes.
OS 10 MANDAMENTOS DA CÉLULA – Ler sobre Liderança
1. Ame o Ministério Celular
2. Não se desvie da Visão Celular.
3. Não permita que sua Célula seja infrutífera
4. Tenha uma reunião semanal (seis dias de evangelismo p/ levar
os frutos na reunião)
5. A Célula deve restaurar famílias (curar feridas, quebrar
maldições).
6. Faça de cada membro um líder.
7. Ensine-os a viver em santidade
8. Não trabalhe em fundamento alheio
9. Nunca permita murmuração
10.Desenvolva fielmente suas metas´
A ESTRUTURA DA CÉLULA
Toda célula deve passar por um processo que vai da sua
formação à multiplicação em outras doze. O ideal é que isso
ocorra no período de um ano. Para que isso ocorra deve-se
trabalhar estrategicamente. Se uma célula alcançar uma pessoa
por semana, terá alcançado quatro em um mês. Se levar pelo
menos duas delas ao encontro e uma à Escola de Líderes, dentro
dos prazos normais, terá 12 membros na Escola, o que equivale
dizer doze líderes, que liderarão doze células. num período de
seis meses. Uma nova célula já deve iniciar-se com a data da
sua multiplicação.
Lugar de Reunião: Casas, escritórios, escolas e em qualquer
lugar onde se possa ter uma reunião com um grupo pequeno.
Dia e Hora: Conforme a conveniência do Líder de Célula e o
Anfitrião
Duração: Uma hora e meia, no máximo.
Estrutura:
Boas Vindas
Exaltação – 10’
Introdução – 10’
Palavra – 30’
Atividades Finais - 10’
Boas Vindas
1. Recepção - À medida que as pessoas forem chegando à
reunião da célula o líder, o anfitrião e demais componentes
devem cumprimentá-las calorosamente, mostrando amor e
interesse.
2. Apresentação - As pessoas novas devem ser apresentadas
às demais, de modo a darem início à familiarização e se
sentirem mais à vontade.
3. Descontração – O ambiente deve ser de descontração e não
ameaçador. Este é uma momento para relacionamentos
comecem a ser estabelecidos de um modo natural.
4. Boas Vindas - No momento marcado para o início, o líder
deve dirigir-se a todos, de um modo bem natural, dizendo da
sua alegria pela presença de todos e dando as boas vindas.
5. Cântico - Um cântico que ministra uns aos outros pode ser
aqui cantado. Exemplo:
- Deus te ama e eu te amor e assim devemos viver
- Eu te amo com o amor do Senhor
- Aliança do Senhor eu tenho com você
6. Quebra-Gelo - Pode ainda ser usado um rápido quebra-gelo,
especialmente nas primeiras semanas da célula, quando há
muitas pessoas novas. Exemplo:
- Pedir que cada um, em uma frase, diga qual a coisa mais
importante que aconteceu em sua vida durante a semana.
- Cesto de frutos
- Correio
7. Objetivo e Tempo - Esta parte não deve ultrapassar os cinco
minutos. Seu objetivo é criar um ambiente familiar para a
célula e favorecer o relacionamento. Visa também tirar os
olhos de si mesmos para um foco comum.
8. Ambiente - Tenha em vista que, desde a primeira reunião,
deve ser criado um ambiente de família, confiança e
relacionamentos pessoais.
9. Transição – Faça uma transição natural deste período com o
próximo, usando uma frase apropriada que ligue o clima das
boas vindas com o primeiro cântico a ser entoado.
Exaltação
1. O Quê – Este é um momento de louvor e adoração através de
cânticos selecionados que exaltam a Jesus Cristo como
Senhor e O adoram como Deus.
2. Propósito
a) Cumprir a função de adoradores, ministrando ao Senhor e
aprendendo a entrar em Sua presença em adoração
b) Criar uma atmosfera espiritual entre todos os participantes,
favorável à manifestação do Espírito Santo e uma maior
experiência com a presença de Deus.
c) Unir o grupo como um só corpo na presença de Deus, o
que desenvolve elos de comunhão uns com os outros.
Quando adoramos juntos nos sentimos mais próximos uns
dos outros.
d) Proclamar verdades do Evangelho aos descrentes. A
música tem um grande poder de tocar corações e gravar
mensagens.
e) Preparar o coração para a ministração da Palavra.
Experimentar a presença de Deus sempre predispõe o
coração para ouvir a Deus
3. Cânticos – Uma seleção de cânticos deve ser feita. Pode-se
começar com um cântico de exaltação com palmas, danças e
movimento e depois passar para um cântico de adoração.
4. Palavra – O líder de louvor pode selecionar um texto bíblico
que exalta a Deus a fim de ler no início deste período ou na
transição do louvor para a adoração.
Palavra
1. O Quê – Este é um momento chave, quando Deus vai falar
através de Sua Palavra escrita, a Bíblia Sagrada. Jesus disse
“As palavras que Eu vos falo são espírito e vida” (Jo. 6:63).
2. Propósitos
a) Conversão - Levar o descrente a ter uma experiência de
conversão pela exposição às verdades do Evangelho de
Jesus Cristo
b) Edificação - Edificar o novo crente na Palavra, ajudando-o a
entender os princípios do Reino de Deus no qual ele entrou.
c) Formação do Caráter - Moldar o caráter dos membros da
célula, para que seja semelhante a Jesus (2 Co. 3:18)
d) Mudança de valores - Formar os valores cristãos na vida
dos membros da célula, edificando-os na Palavra de Deus.
3. Material – Mensagens pregadas pelo pastor no domingo ou
algum assunto que ele queira que seja abordado nas células.
4. Roteiro
a) Revisão dos principais tópicos da lição anterior e versículo
da semana
b) Apresentação do estudo bíblico
c) Aplicação
É de extrema importância, após a exposição do conteúdo bíblico,
fazer a aplicação às necessidades pessoais.
Propósitos:
(1)Levar os membros da célula a tirarem suas próprias
conclusões Examinar a conduta atual à luz das verdades
bíblicas analisadas.
(2)Levar os integrantes da célula a tomarem uma decisão de
ajustar a vida aos valores divinos estudados
(3)Dar uma oportunidade à reflexão e resposta e uma resposta
para que cada um seja não só ouvinte mas também
praticante da Palavra.
d) Oração 2’ – Esta parte deve encerrar com uma oração,
pedindo a Deus que aplique as verdades de Sua Palavra na
vida de cada um.
Oferta
1. O Quê – Uma oportunidade é dada para que os integrantes da
célula adorem a Deus com a apresentação de suas ofertas.
2. Propósitos:
a) Ensinar a lei de semeadura e ceifa. O caminho da
prosperidade passa pela semeadura no reino de Deus
b) Desenvolver a consciência de mordomia
c) Ensinar a importância de cultuar a Deus com o nosso
dinheiro
d) Levar os discípulos a experimentarem as bênçãos advindas
da fidelidade na entrega dos dízimos e ofertas.
Intercessão
1. O Quê – Oração pelas necessidades uns dos outros e pela
conversão.
2. Propósitos
a) Lançar mão do princípio da concordância para interceder
pela conversão dos amigos e parentes dos membros da
célula.
b) Orar pela pessoa que deveria ocupar a cadeira vazia e não
se encontra presente
c) Orar pelas necessidades dos membros da célula
d) Orar pelo cumprimento das metas da célula e da Igreja
e) Orar pelos pastores da igreja e o cumprimento da Grande
Comissão em nossa geração
f) Oração pela paz de Jerusalém e a redenção de Israel.
g) Orar pelo regresso de Cristo
COMO FORMAR O GRUPO DE DOZE
Vamos fazer uma alegoria: Jacó como líder de célula com seus
doze, a partir dos quais a promessa de multiplicação (Gn. 12:2)
se dará.
Quando alguém dá início à sua célula embrionária,
unindo-se a mais duas pessoas a fim de fazerem a oração de
três por 30 dias, ele a vê como o lugar onde seus doze líderes,
em cujas vidas ele se reproduzirá, surjam.
Exemplo do Processo:
Janeiro – Oração de três – 30 dias
Fevereiro
Primeira semana – Contatos com as nove pessoas por quem
se orou
Segunda Semana – Apresentação do seu testemunho e plano
de salvação aos seus amigos, convidando-os para a reunião
das células.
Terceira Semana – Início das reuniões da célula com
ministração da palavra. Se os três primeiros integrantes são
bons ganhadores de alma, a célula começará a crescer. O
alvo é ganhar um novo por semana. Não importa, porém,
quantas pessoas haja nessa célula, a visão do líder é gerar
seus doze “filhos”, que darão início ao processo de
multiplicação. Por esta razão ele traz a si o mais destacado e
investe nele. Sua visão não é simplesmente que sua célula se
multiplique, mas que os líderes se multipliquem e,
conseqüentemente, virão as células. Portanto as metas serão
feitas tendo-se isto em vista a multiplicação de líderes.
Imaginemos que os nove por quem se orou vieram para a
célula. O quadro agora é:
Quarta semana – Os dois iniciais () certamente a esta
altura já passaram pelo Pré-Encontro e Encontro. Poderão
estar concluindo o Pós-Encontro ou até estar ingressando na
Escola de Líderes. Imaginemos a trajetória dos dois, tomando-
os daqui.
No fim de maio deverão ter terminado o primeiro nível da
Escola de Líderes.
Em junho dão início ao segundo nível da Escola e
participam do Reencontro, condição sine qua non para
dar início à sua célula embrião.
Junho – A esta altura, muitas outras pessoas já foram trazidas à
célula, quer pelos três originais ou pelos primeiros que eles
ganharam.
Última semana – Os dois () dão início às suas células
de oração, cada um a sua, levando consigo os discípulos
que eles ganharam. Continuam na Escola de Líderes e
bebendo da célula mãe.
FORMAÇÃO DOS DOZE
O Líder da célula () libera os dois () para o início se
suas células, deixando-os levar consigo os que ele ganhou.
O Líder passa a trabalhar com os dois em um novo nível. Dá
início ao seu grupo de doze. Reúne-se com eles à parte,
supervisiona suas células e prossegue o discipulado com eles
ad infinitum.
O Líder () tem agora dois dos seus doze. Vão juntos fazer a
oração dos três para que Deus levante os outros dez.
A esta altura o Líder () mantém duas reuniões: Uma com os
seus doze () (mesmo que hoje sejam apenas dois) e outra
com sua célula.
VOLTANDO A FEVEREIRO
Pensemos agora nos primeiros ganhos ().
Certamente que este número vai crescer, porque os três da
célula embrião continuam ganhando pessoas. Estes mesmos
vão trazer outros (), de modo que quando
os primeiros () saírem com os seus, já haverá mais outros.
A consolidação dos novos começa imediatamente. Devem dar
início na semana seguinte à decisão, ao Pré-Encontro de
quatro semanas, preparatórios para o Encontro.
O mais tardar, na primeira semana de abril estarão fazendo o
Encontro e logo a seguir o Pós-Encontro. Este dura hoje cerca
de três meses (10 lições). Deverá ter terminado, portanto, por
volta de fim de junho, princípio de julho.
Caso haja uma turma de Escola de Líderes começando
quando ele ainda esteja nesta fase, poderá entrar no primeiro
nível e continuar com seu Pós-Encontro.
Imaginemos que o grupo entrou na Escola de Líderes em
Julho. Concluirá o primeiro nível no fim de setembro e a partir
de outubro fará seu Reencontro, estando habilitado a dar início
à sua célula embrião (oração de três), vamos dizer no final de
outubro ou princípio de novembro.
Se todos estiverem juntos (estou imaginando uma célula
milagre), mais nove células estarão saindo da célula mãe e
nosso líder felizardo () já será pai de onze filhos () +
()
Como logo em fevereiro outros poderão ser ganhos pelos três
primeiros e seus discípulos, a possibilidade de outros do grupo
é o esperado, podendo, portanto, haver
outros mais novos qualificados para a multiplicação das
células por volta do mesmo período ou depois.
ALVO: Que a célula, em um ano se multiplique em doze, o que
equivale dizer, ter doze líderes sendo gerados dentro dela.
Para que isto aconteça é provável que uma média de 50 pessoas
passem pela célula mãe. Um líder pode ter mais que uma célula,
mas é aconselhado não ter mais do que duas. É preferível ter
uma macro-célula do que várias pequenas.
O QUE FAZER QUANDO OS DOZE SE FORMAREM. Uma vez
que o líder original reproduziu-se em doze outros líderes, ele
pode optar por continuar com a célula mãe para gerar outros, ou
entregar os remanescentes aos seus “filhos”, devotando-se agora
a ajudar seus doze a ganharem seus doze. Seu alvo agora são
os 144, depois os 1728...