Escola Secundária da Amadora
A Reforma Protestante e Contrarreforma Católica
Trabalho de História A
Profª Sónia Moreira
10º09
Leonor Girão, nº16
Maria Teresa, nº19
Noor Momin, nº23
Sara Silva, nº25
Índice
Introdução…………………………………………………………………………………………………………3
1. O espírito crítico humanista e as críticas à Igreja …………………………………………………4
2. A Reforma Protestante………………………………………………………………………………….5-8
2.1. Lutero e a questão das Indulgências. A Igreja Luterana ……………………….5-6
2.2. Calvino e a Igreja Calvinista………………………………………………………………..7
2.3. Henrique VIII e a Igreja Anglicana…………………………………………………..……8
3. A reação da Igreja Católica…………………………………………………………………………...9-11
3.1. O Concílio de Trento e a Reforma Interna ………………………………………..…..9
3.2. A Contrarreforma……………………………………………………………………….…10-11
a) Inquisição
b) Índex
c) Companhia de Jesus
4. O impacto da Reforma Católica na sociedade portuguesa …………………………………..12
Conclusão………………………………………………………………………………………………………...13
Bibiligrafia e Webgrafia……………………………………………………………………..……………….14
Fontes das imagens………………………………………………………………………………………….15
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Introdução
O presente trabalho é sobre a Reforma Interna e a Contrarreforma Católica ocorrida no século
XVI, um período marcado por transformações na Igreja, a instituição com mais poder e
prestígio da época. A crise medieval definida pela chamada trilogia negra, a mudança para uma
mentalidade racional e quantitativa e ascenção de movimentos protestantes (o luteranismo, o
anglicanismo e calvinismo) a Igreja Católica viu-se obrigada a responder através da Reforma,
uma ação reformadora, e da Contrarreforma, uma ação repressiva.
O trabalho está organizado por 4 capítulos, no primeiro capítulo “O espírito crítico humanístico
e as críticas à Igreja” será abordado os antecedentes da Reforma Protestante, em que o
movimento humanista promoveu a defesa de uma nova religiosidade. O segundo capítulo “A
Reforma Protestante” esta dividido em 3 subcapítulos “Lutero e a questão das Indulgências;a
Igreja Luterana” onde é falado sobre Martinho Lutero, o luteranismo e as 95 Teses contra as
Indulgências criadas pelo Papa Leão X. “Calvino e a Igreja Calvinista” é o segundo subcapítulo
onde é falado sobre João Calvino, um humanista francês que se inspirou em Lutero e fundou o
calvinismo. “Henrique VIII e a Igreja Anglicana” é o ultimo subcapítulo sobre Henrique VIII, rei
inglês, que criou o anglicanismo como meio de anular o seu casamento. O seguinte capítulo é
“A reação da Igreja Católica” que está dividido em 2 subcapítulos, “O Concílio de Trento e a
Reforma Interna” onde fala sobre o Concílio iniciado pelo Papa Paulo III, na cidade do Trento
onde foi iniciada a Reforma Católica, ou seja, mudanças internas na Igreja. O outro subcapítulo
é “A Contrarreforma”, onde a Inquisição (tribunal destinado a reprimir foco de heresias), o
Índex (lista de autores e livros proibidos) e a Companhia de Jesus (ordem religioso-militar)
foram os principais meios dessa ação repressiva. Por fim, o último capítulo do trabalho é “O
impacto da Reforma Católica na sociedade portuguesa”, em que é falado sobre a profunda
influência da Reforma e Contrarreforma em Portugal, o que prejudicou o desenvolvimento
cultural e a liberdade de pensamento e aumentou a intolerância religiosa.
Os objetivos da realização deste trabalho são, através da cooperação entre nós e a troca de
ideias em grupo, conseguir transmitir as informações necessárias sobre a Reforma e a
Contrarreforma para a turma, de modo a que consigam compreender esta parte da matéria.
A metodologia utilizada foi a pesquisa na biblioteca escolar através do uso de livros, pesquisa
na internet e documentos online enriquecida com vídeos educativos do Youtube e no uso dos
manuais escolares da Porto Editora e Areal.
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1. O espírito crítico humanista e as críticas à Igreja
Desde os finais da Idade Média que a Europa viveu uma grande crise devido às fomes, pestes e
guerras.
Entre 1378 e 1417, a Cristandade foi dividida na obediência a dois papas. Porém os Papas do
Renascimento viviam vidas principescas, acumulando honras e riquezas, o que se espalhou
pelo clero regular e por outros eclesiásticos que se ausentavam das paroquias e das dioceses, e
eram beneficiados- Grande Cisma do Ocidente
Este abandono contribuiu para o aumento da superstição, feitiçaria e do fanatismo, em
algumas regiões da Alemanha, Franca e Países Baixos. Contribuiu também para o
desenvolvimento de formas de espiritualidade individualistas, por exemplo o movimento
religioso Devotio Moderna, nascido nos Países Baixos, no seculo XV.
John Wycliffe, professor universitário britânico, foi excomungado apos pôr em dúvida a
utilidade do clero, e alegar que Cristo era o único chefe da igreja e não o papa. Mesmo assim, a
opinião de Wycliffe foi ouvida, e muita gente estava de acordo. Jan Husse, o reitor
universitário de Praga, defendeu a criação de uma igreja nacional. Savanarola, um monge de
Florença, denuncio cicios do Papa e do clero. Estas revoltas causaram a morte na fogueira a
Jan Husse e a outros heréticos.
Os humanistas utilizaram a imprensa para divulgar os males da igreja.
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2. A Reforma Protestante
2.1. Lutero e a questão das Indulgências
A reforma religiosa ocorreu no séc. XVI com Martinho Lutero, um monge alemão da ordem de
Santo Agostinho, cujo o seu dilema era “como pode alguém levar uma vida perfeita perante
Deus”. Foi em 1517 que ficou marcada a divisão do cristianismo ocidental, quando Lutero
afixou na porta da Catedral de Wittenberg as 95 Teses contra as Indulgências
(remissão/perdão dos pecados cometidos em troca de um pagamento) iniciadas pelo Papa
Leão X, que via como forma de angariar dinheiro para a construção da Basílica de S. Pedro.
Lutero acusou o Papa de transformar a salvação dependida da fé e não dos dogmas da Igreja.
Para além da sua negação aos dogmas o luteranismo respondeu a necessidade de
humanização e de individualização das crenças.
A Igreja Luterana
Logo esta doutrina e as práticas religiosas foram articuladas em torno de 3 grandes princípios:
Justificação pela fé:
• Defendeu que as obras não desempenhavam um papel fundamental na
salvação das crentes e defendeu que só a fé assegurava a salvação;
Bíblia como única fonte fé:
• Reconheceu o batismo e a eucaristia como os únicos sacramentos atos e sinais
de fé instituídas por cristo; Não validou determinadas ritos (sucessão de
palavras e de atos que compõem uma cerimónia), como jejuns e as
abstinências, genuflexões
Defesa de sacerdócio universal:
• Recusar o celibato eclesiástico; negou a autoridade do papa; defendeu que
todos os cristãos batizados eram iguais e que todos os crentes eram pastores e
podiam ensinar a Palavra divina.
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Figura 1- Martinho Lutero
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2.2. Calvino e a Igreja Calvinista
Depois de chegar à Alemanha e França, a reforma luterana chegou à Inglaterra e à Suíça.
João Calvino (1509-1564), um humanista francês, fundou o calvinismo, um movimento
religioso protestante, em 1536, em Genebra, depois de ter abandonado França devido à
adesão aos novos ideais religiosos. Permaneceu em Genebra até 1538, foi obrigado a partir
devido às suas ideias quanto às morais e religiosas, mas regressou em 1541. Assumiu-se como
chefe religioso e governante político e desde então Genebra tornou-se o principal centro
protestante da Europa.
O calvinismo seguia as mesmas linhas que o luteranismo, apenas realizando algumas
alterações. Tinha várias características, dentre elas as seguintes:
Recusava o culto aos santos ou a qualquer imagem, incluindo o crucifixo, considerando
isto como atos de idolatria;
Valorizava a Palavra de Deus e a Bíblia como a única fonte da fé. A bíblia podia apenas
ser interpretado por Calvino;
Os sacramentos eram o Batismo e a Comunhão;
A predestinação, ou seja, a ideia de que Deus era quem destinava a salvação e a
condenação era absoluta e foi levada ao extremo.
Confiantes nesta salvação, os calvinistas assumiram-se como os predestinados e devido a esta
predestinação absoluta de Calvino, foi gerada uma intolerância para com outras religiões,
perseguindo-se católicos e qualquer outro protestante.
O calvinismo então espalhou-se por França, alguns principados alemães, às Províncias
Unidas, Hungria, Boêmia, Polônia, Escócia e Inglaterra.
Figura 2- João Calvino
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2.3. Henrique VIII e a Igreja Anglicana
Henrique VIII, rei inglês, solicitou ao Papa a anulação do seu casamento com Catarina de
Aragão, filha de Reis Católicos de Espanha, em 1529 devido à falta de um filho, o que
convidava o rei a uma nova união, esta com Ana Bolena. O papa rejeitou a sua solicitação e
assim, Henrique VIII tornava oficial a sua ruptura com Roma ao aprovar o Ato de Supremacia,
tornando-se assim Chefe Supremo da Igreja em Inglaterra.
Apesar de autorizar a tradução da Bíblia para Inglês e a secularização dos bens das ordens
religiosas, Henrique VIII manteve-se fiel à crença católica.
Foi apenas no reinado de Eduardo VI, filho de Henrique VIII e Jane Seymour, que a Igreja de
Inglaterra se aproximou do calvinismo. Isabel I, filha de Henrique VIII e Ana Bolena, que
estabeleceu o anglicanismo definitivamente com A Declaração dos Trinta e Nove Artigos, em
1563, que passaram a regular a Igreja Anglicana, depois do breve reinado de Maria Tudor, que
havia perseguido os protestantes e restabelecido o catolicismo.
Na Declaração dos Trinta e Nove Artigos, por exemplo, reconhece-se a Bíblia como única
fonte da fé e os dois sacramentos e rejeita-se o culto aos santos, relíquias e imagens.
Isabel I teve um reinado difícil, no entanto, com a constante oposição de Católicos e
Calvinistas, pelo que foram perseguidos e executados. Apesar disto, Isabel I fez da Reforma um
instrumento de reforço do seu poder.
Figura 3-Henrique VIII
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3. A reação da Igreja Católica
Na segunda metade do séc. XVI, a Igreja Católica vivia uma das piores crises de sempre. O
movimento protestante e o aumento da corrupção dentro da Igreja foram as principais razões
dessa instabilidade.
Perante a expansão do Protestantismo, a Igreja respondeu com a Contrarreforma e com a
Reforma Católica.
3.1. O Concílio de Trento e a Reforma Interna
Convocado pelo Papa Paulo III, realizado entre 1545 e 1563, o Concílio do Trento consistiu
numa reunião de todas as autoridades eclesiásticas que tinha como objetivo redefinir os
princípios doutrinários, responder à necessidade de Reforma Interna, clarificar a posição da
Igreja face ao Protestantismo e analisar críticas feitas à Igreja Católica.
No Concílio foram tomadas decisões relacionadas à criação de seminários em todas as
dioceses, manutenção da hierarquia eclesiástica e da autoridade papal, a reafirmação do
celibato dos clérigos, reafirmação dos sete sacramentos, defesa da Bíblia na versão Vulgata de
S. Jerónimo (tradução em latim da Bíblia, a partir dos textos originais em hebreu e grego,
considerada a única versão válida)
Figura 4- Concílio do Trento
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3.2. A Contrarreforma
A Contrarreforma foi uma ação repressiva com vista ao combate do avanço do Protestantismo
e controlo dos desvios da doutrina:
a) Inquisição (ou Tribunal do Santo Ofício)
Criado em 1542, foi um tribunal sob a autoridade do Papa destinado a reprimir foco
de heresias e ideias contrárias ao Catolicismo. Os suspeitos e acusados de heresias
estavam sujeitos a torturas, perseguições, à realização de autos de fé públicos e ao
confisco de bens.
Figura 5- Auto da fé da Inquisição espanhola, T. Robert-Fleury.
b) Índex
Criado em 1559, era uma lista no qual constavam autores e livros proibidos por
serem considerados perigosos, imorais ou contrários à fé católica. Nesta lista
estavam vários humanistas como Erasmo de Roterdão, cientistas como Galileu e
Newton e filósofos como Descartes.
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c) Companhia de Jesus
Ordem religiosa criada em 1540 por Inácio de Loyola que tinha como objetivo principal
angariar novos crentes usando um funcionamento semelhante a um exército. Os
jesuítas eram pregadores e missionários, que chegavam à Ásia, África e América com o
propósito de evangelizar os povos indígenas. Praticavam também o proselitismo (ação
religiosa desenvolvida para converter os povos infiéis à fé católica).
Figura 6- Inácio de Loyola
As ações reformadoras e repressivas da Reforma Católica e Contrarreforma permitiram
recolocar a Igreja no espaço religioso europeu e recuperar a sua autoridade, prestígio e poder.
Esse período teve um grande impacto na Europa do séc. XVI a nível político, social e religioso. A
intolerância religiosa aumentou, ocorrendo conflitos nomeadamente na Alemanha, França,
Inglaterra e Escócia.
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4. O impacto da Reforma Católica na sociedade portuguesa
As decisões do Concílio de Trento foram aceites e promovidas por D. João III. No âmbito de
disciplinar o clero e de se proteger a crença católica, ou seja, no âmbito da Reforma Católica,
foram implementadas medidas tais como: os bispos eram obrigados a residir nas dioceses;
foram implementadas novas congregações religiosas como a ordem dos Jerónimo e a
Companhia de Jesus; benefícios que não fossem consonantes com a função eclesiástica tinham
de ser abdicados.
No ano de 1356, em Évora foi autorizada a Inquisição, que tinha como objetivo combater as
heresias, mais especificamente, o judaísmo. Eram conhecidos como cristãos-novos os Judeus
convertidos ao Cristianismo. D. João III (reinou entre 1521 e 1557) estava a favor da Inquisição
em Portugal, mas defendia uma instituição que funcionasse como a Inquisição espanhola,
devido aos problemas causados pela conversão forçada dos Judeus no reinado de D. Manuel I.
Isto foi mais tarde autorizado com a Bula Meditatio Cordis, do papa Paulo III, em 1547 e assim
a Inquisição portuguesa começou a funcionar como a espanhola. Nobres, eclesiásticos e
elementos do povo eram também alvos da Inquisição, o que contribuiu para um clima de
desconfiança e medo, uma vez que a denúncia anónima podia levantar a suspeição sobre
qualquer pessoa.
O degredo ou a confiscação de bens eram castigos aplicados pelos processos inquisitoriais,
uma vez que as confissões eram arrancadas à força. O auto de fé, que era celebrado num
domingo como regra geral, era a cerimónia máxima quando um individuo era condenado á
morte. O auto da fé em Portugal ocorreu em 1540 e contava com a presença de diversos
grupos sociais.
Alem da consequência de desconfiança entre todas as ordens sociais, a Inquisição promoveu o
espírito de intolerância. A produção literária e artística que não fossem num âmbito religioso
foi limitado; foram perseguidos humanistas portugueses e estavam sujeitas ao controlo e
aprovação do Índex obras publicadas.
Apesar de não existirem guerras religiosas ao contrário de noutros países europeus, a
desconfiança, medo, perseguição e falta de liberdade de pensamento em Portugal foram
extremos, o que contribuiu para o declínio no desenvolvimento cultural do país.
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Conclusão
Em suma, a Contrarreforma consistiu em um conjunto de medidas repressivas tomadas pela
Igreja com o aparecimento das religiões e movimentos protestantes. Uma das principais
medidas tomadas foi a criação da Companhia de Jesus em que os jesuítas deveriam expandir o
catolicismo ao redor do mundo, sendo os principais a evangelizar os indígenas e os asiáticos. A
Inquisição teve como principal objetivo combater o desvio dos fiéis católicos e a expansão de
outras religiões. Em 1542, foi iniciada a Reforma Interna com o Concílio de Trento, que selou o
conjunto de medidas tomadas pela Contrarreforma. No Concílio de Trento estabeleceu-se o
Índex, conjunto de livros proibidos pela Igreja. Além disso, a Vulgata foi estabelecida como
versão oficial da Bíblia, foi proibida a venda de indulgências e todas as doutrinas católicas
foram reafirmadas.
Esperemos ter cumprido todos os objetivos que tínhamos proposto, uma vez que conseguimos
trabalhar em sintonia como um grupo e tentamos apresentar de forma mais coerente possível.
Apesar de termos sentido algumas dificuldades, nomeadamente com a certificação que as
informações eram verídicas, com a falta de informação no manual escolar e com a
compreensão de uma matéria ainda não lecionada em aula, sentimos que tivemos um bom
desempenho na realização do trabalho e que conseguimos compreender o essencial sobre o
tema abordado.
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Fontes das imagens
Imagem da capa- https://www.snpcultura.org/concilio_trento_e_igreja_em_portugal.html
Figura 1- Martinho Lutero- https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:1529MartinLuther.jpg
Figura 2- João Calvino- https://revistaesmeril.com.br/perfil%E4%B8%A8joao-calvino-o-
teologo-humanista-da-reforma-protestante/
Figura 3- Henrique VIII- https://pt.wikipedia.org/wiki/Henrique_VIII_de_Inglaterra
Figura 4- Concílio do Trento- https://conhecimentocientifico.com/concilio-de-trento/
Figura 5- Auto da fé da Inquisição espanhola, T. Robert-
Fleury-https://wellcomecollection.org/works/mjwa6gf4
Figura 6- Inácio de Loyola- https://formacao.cancaonova.com/igreja/santos/ensinamentos-
espirituais-de-santo-inacio-de-loyola/
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