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Evolution

Este documento é uma bula de um produto agroquímico chamado EVOLUTION, que é um fungicida combinado à base de azoxistrobina, mancozebe e protioconazol. Ele fornece instruções de uso para o controle de antracnose e ferrugem-asiática na cultura da soja, recomendando 1,75-2,25 kg/ha em 100-300 L/ha de calda, com no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura.

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Mathetheus Eduu
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Este documento é uma bula de um produto agroquímico chamado EVOLUTION, que é um fungicida combinado à base de azoxistrobina, mancozebe e protioconazol. Ele fornece instruções de uso para o controle de antracnose e ferrugem-asiática na cultura da soja, recomendando 1,75-2,25 kg/ha em 100-300 L/ha de calda, com no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura.

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BULA

EVOLUTION
VERIFICAR RESTRIÇÕES DE USO CONSTANTES NA LISTA DE AGROTÓXICOS DO PARANÁ
Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA sob o nº 22121

COMPOSIÇÃO:
Methyl (E)-2-{2-[6-(2-cyanophenoxy)pyrimidin-4-yloxy]phenyl}-3-methoxyacrylate
(AZOXISTROBINA) ...................................................................................37,5 g/kg (3,75% m/m)
Manganese ethylenebis(dithiocarbamate) (polymeric) complex with zinc salt
(MANCOZEBE) ..........................................................................................525 g/kg (52,5% m/m)
(RS)-2-[2-(1-chlorocyclopropyl)-3-(2-chlorophenyl)-2-hydroxypropyl]-2,4-dihydro-1,2,4-triazole-3-thione
(PROTIOCONAZOL) ..................................................................................37,5 g/kg (3,75% m/m)
Outros Ingredientes............................................................................... 400,0 g/kg (40,0% m/m)

GRUPO C3 FUNGICIDA
GRUPO M03 FUNGICIDA
GRUPO G1 FUNGICIDA

PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO


CLASSE: Fungicida
GRUPO QUÍMICO: Estrobirulinas (Azoxistrobina), Alquilenobis (ditiocarbamato) (Mancozebe) e
Triazolintiona (Protioconazol).
TIPO DE FORMULAÇÃO: Grânulos Dispersíveis em Água – WG

TITULAR DO REGISTRO(*):
UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A.
Av. Maeda, s/n – Prédio Comercial – Térreo – Distrito Industrial, CEP: 14500-000 - Ituverava/SP
CNPJ: 02.974.733/0001-52 – Telefone: (19) 3794-5600
Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 1050
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:


AZOXYSTROBIN TÉCNICO UPL BRASIL – Registro MAPA n° 6414
Jingbo Agrochemicals Technology Co., Ltd.
Economic Development Zone Boxing County, Binzhou City, Shandong Province, 256500, China

UPL Limited. (Unit 1)


Plot Nº 117/118, G.I.D.C., Ankleshwar - 393002, District - Bharuch, State - Gujarat - Índia

MANCOZEB TÉCNICO UPL – Registro MAPA n° 07707


UPL Limited – Plot N° 750, G.I.D.C., Jhagadia, Dist. Bharuch, Gurajat, 393110, India.

MANCOZEB TÉCNICO UNIPHOS – Registro MAPA n° 03701


Cerexagri B.V. – Tankhoofd 10 – 3196 KE, Vondelingenplaat, Rotterdam, Holanda.

MANCOZEB TÉCNICO UPL BR – Registro MAPA Nº 5716


Uniphos Colombia Plant Limited – Via 40, N° 85-85, Barranquilla, Atlântico, Colômbia.

MANCOZEB TÉCNICO BR - Registro MAPA nº 1418689


Dow Agrosciences Industrial Ltda. - Av. Presidente Humberto de Alencar Castelo Branco, 3200 - Parte
Rio Abaixo. CEP: 12321-150 - Jacareí/SP - CNPJ: 47.180.625/0020-09 - Cadastro Estadual CDA/SP nº 679
Uniphos Colombia Plant Limited – Via 40, N° 85-85, Barranquilla, Atlântico, Colômbia.

PROTHIOCONAZOLE TECHNICAL UPL - Registro MAPA nº TC01821


UPL Limited - Plot nº 750, G.I.D.C., Jhagadia, Dist Bharuch, 393110, Gujarat, India
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FORMULADOR:
• UPL Limited – 117/118, G.I.D.C., Ankleshwar, Dist Bharuch, 393002, Gujarat, India
• UPL Limited – 3101/2, G.I.D.C., Ankleshwar, Dist Bharuch, 393002, Gujarat, India
• UPL Limited – Plot nº 746 & 750, G.I.D.C., Jhagadia, Dist Bharuch, 393110, Gujarat, India
• Uniphos Colombia Plant Limited – Via 40 No. 85-85 Barranquilla, Colombia
• Cerexagri B.V. – Tankhoofd 10, 3196 KE, Vondelingenplaat, Holanda.
• UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A. – Avenida Maeda, s/n°,
Distrito Industrial, Ituverava/SP - CEP: 14500-000, CNPJ: 02.974.733/0003-14. Cadastro no Estado
(CDA/SP) nº 1049.

No do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:

ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE-OS EM SEU


PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

Indústria Brasileira (Dispor deste termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto
no Art. 4º do Decreto Nº 7.212, de 15 de Junho de 2010)

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO


AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL : CLASSE II – MUITO
PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE

Cor da faixa: Faixa Azul PMS Blue 293 C


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MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO – MAPA

INSTRUÇÕES DE USO:
EVOLUTION é uma combinação de três fungicidas, um de efeito de contato com ação multissítio, o
Mancozebe, pertencente ao Grupo M03, a Azoxistrobina que interfere na respiração mitocondrial e
pertence ao Grupo C3 e o Protioconazol (triazolintiona), de efeito sistêmico que atua como inibidor da
biossíntese do ergosterol, o qual é um constituinte da membrana celular dos fungos e pertence ao Grupo
G1, segundo classificação internacional do FRAC.
Indicado para o controle de doenças da parte aérea na cultura da soja.

CULTURAS, DOENÇAS, DOSES, VOLUME DE CALDA e NÚMERO DE APLICAÇÕES:


DOSE VOLUME DE
DOENÇAS
Produto CALDA NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURA Nome comum
Comercial terrestre APLICAÇÃO
(Nome científico)
(kg/ha) (L/ha)
Iniciar as aplicações a partir do estádio
fenológico V8 a R1 (cultivares de ciclo
determinado) ou entre 30 e 35 dias após a
Antracnose emergência da cultura (cultivares de ciclo
(Colletotrichum indeterminado). Promover o monitoramento
truncatum) da lavoura e reaplicar, se necessário, com
intervalo de 14 dias.
Realizar no máximo 3 aplicações durante o
ciclo da cultura.
Iniciar as aplicações a partir do estádio
fenológico V8 a R1 (cultivares de ciclo
determinado) ou entre 30 e 35 dias após a
emergência da cultura (cultivares de ciclo
indeterminado) realizar 2 pulverizações, com
Ferrugem-asiática intervalo de 14 dias. A escolha do intervalo,
(Phakopsora deve ser baseada no monitoramento da
pachyrhizi) lavoura e o acompanhamento da evolução da
doença na região, diminuir o intervalo, de
acordo com o acompanhamento da evolução
da doença na lavoura e na região.
Terrestre: Realizar no máximo 3 aplicações durante o
ciclo da cultura.
1,75 a 2,25 100-300
Iniciar as aplicações a partir do estádio
Soja
fenológico V8 a R1 (cultivares de ciclo
Aérea: determinado) ou entre 30 e 35 dias após a
Mancha-alvo 20-50 emergência da cultura (cultivares de ciclo
(Corynespora indeterminado). Promover o monitoramento
cassiicola) da lavoura e reaplicar, se necessário, com
intervalo de 14 dias.
Realizar no máximo 3 aplicações durante o
ciclo da cultura.
Iniciar as aplicações a partir do estádio
fenológico V8 a R1 (cultivares de ciclo
determinado) ou entre 30 e 35 dias após a
emergência da cultura (cultivares de ciclo
indeterminado). Promover o monitoramento
Crestamento-foliar
da lavoura e reaplicar, se necessário, com
(Cercospora kikuchii) intervalo de 14 dias. Caso ocorra outra
doença ao mesmo, adotar o menor intervalo
que consta em bula.
Realizar no máximo 3 aplicações durante o
ciclo da cultura.
Iniciar as aplicações a partir do estádio
Oídio fenológico R4 (cultivares de ciclo
(Microsphaera diffusa) determinado) ou entre 30 e 35 dias após a
emergência da cultura (cultivares de ciclo
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indeterminado), ou no máximo no
aparecimento dos sintomas. Promover o
monitoramento da lavoura e reaplicar, se
necessário, com intervalo de 14 dias. Caso
ocorra outra doença ao mesmo, adotar o
menor intervalo que consta em bula.
Realizar no máximo 3 aplicações durante o
ciclo da cultura.
Obs. Adicionar adjuvante a base de óleo metilado de soja, na concentração de 0,25%.

MODO DE APLICAÇÃO:
Via terrestre: Deve-se utilizar pulverizador costal ou de barra, com deslocamento montado, de arrasto ou
autopropelido. Utilizar bicos ou pontas que produzam jato leque simples ou cônico vazio, visando à
produção de gotas finas a médias para boa cobertura do alvo. Seguir a pressão de trabalho adequada para
a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do
fabricante da ponta ou do bico. A faixa recomendada de pressão da calda nos bicos é de 2 a 4,7 bar. Usar
velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento
operacional. Para diferentes velocidades, utilize pontas de diferentes vazões para não haver variação
brusca na pressão de trabalho, o que afeta diretamente o tamanho das gotas. A altura da barra e o
espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta
(caule, folhas e frutos), conforme a recomendação do fabricante. Utilize tecnologia(s) e técnica(s) de
aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro
Agrônomo.

Via aérea: A aplicação deve ser realizada somente por empresa especializada, sob orientação de um
Engenheiro Agrônomo. As mesmas recomendações gerais para “Via Terrestre”, como tamanho de gotas,
boa cobertura e uniformidade de deposição se aplicam nesta modalidade. Deve-se respeitar condições
meteorológicas no momento da aplicação para que as perdas por deriva sejam minimizadas.

Preparo de calda:
Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam
devidamente limpos. Recomenda-se utilizar pontas ou bicos que possibilitem trabalhar com filtros de
malha de 50 mesh, no máximo, evitando-se filtros mais restritivos no pulverizador. Não havendo
necessidade de ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador até um
terço do seu nível. Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar gradativamente a quantidade
necessária do produto. Deve-se fazer a adição do produto em água de forma cuidadosa, de modo que, a
cada dois segundos, 1 kg do produto, no máximo, seja despejado no tanque ou no pré-misturador,
evitando que todo o conteúdo da embalagem seja adicionado de forma muito rápida e inadequada. Feito
isso, deve-se completar o volume do tanque do pulverizador com água, quando faltar 3-5 minutos para o
início da pulverização. A prática da pré-diluição é recomendada, respeitando-se uma proporção mínima de
3 litro de água por quilograma de produto a ser adicionado no pré-misturador. A agitação no tanque do
pulverizador deverá ser constante da preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção.
Lembre-se de verificar o bom funcionamento do agitador de calda dentro do tanque do pulverizador, seja
ele por hélices, bico hidráulico ou por retorno da bomba centrífuga. Nunca deixe calda parada dentro do
tanque, mesmo que por minutos. Havendo a necessidade de uso de algum adjuvante, checar sempre a
compatibilidade da calda, confeccionando-a nas mesmas proporções, em recipientes menores e
transparentes, com a finalidade de observar se há homogeneidade da calda, sem haver formação de fases.
Ao final da atividade, deve-se proceder com a limpeza do pulverizador. Utilize produtos de sua preferência
para a correta limpeza do tanque, filtros, bicos, ramais e finais de seção de barra.

Condições meteorológicas:
Realizar as pulverizações quando as condições meteorológicas forem desfavoráveis à ocorrência de deriva,
conforme abaixo:
Temperatura do ambiente: máxima de 30ºC.
Umidade relativa do ar: igual ou superior a 55%.
Velocidade do vento: de 2 a 10 km/h. Se o vento estiver abaixo de 2 km/h não aplique devido ao risco
de inversão térmica.
Direção do vento: Observe a direção do vento e evite aplicar quando este estiver no sentido de alguma
cultura ou organismos sensíveis não-alvo, caso haja restrição nesta bula.
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Limpeza do pulverizador:
Pulverizadores de barra:
1- Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação, adicione o produto limpante, agite por
20 minutos, e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água
contaminada;
2- Remova e limpe todas as pontas da barra e suas peneiras separadamente;
3- Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos
bocais abertos (sem os bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada;
4- Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e
recoloque todas as pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água
para não entrar ar na bomba ao ser ligada novamente;
5- Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos
bicos em local apropriado de coleta de água contaminada.

Observação: Nas etapas acima, ao perceber, pelo nível do tanque que o mesmo está quase vazio,
desligue a bomba para que a mesma nunca trabalhe vazia. Se a bomba trabalhar a seco, mesmo que
por segundos, esta poderá sofrer danos ou ter sua vida útil reduzida.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Soja...................................... 30 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:


Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24
horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período utilize os equipamentos de proteção
individual (EPI’s) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
• Uso exclusivo para culturas agrícolas;
• Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:


Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:


Vide Modo de Aplicação.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA


EQUIVALENTE:
(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA)

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,


RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA)

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS


IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA)

RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A FUNGICIDAS PARA A FERRUGEM-


ASIÁTICA:
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O uso sucessivo de fungicidas com mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento na população de fungos menos sensíveis a esse mecanismo de ação, levando a
perda de eficiência do produto como consequência da resistência.
Como prática de manejo de resistência afim de evitar a seleção de fungos menos sensíveis ou resistentes
aos fungicidas, seguem algumas recomendações:
• Aplicação alternada de fungicidas formulados em mistura rotacionando os mecanismos de ação distintos
do Grupo C3, M03 e G1 sempre que possível; se o produto tiver apenas um mecanismo de ação, nunca
utilizá-lo isoladamente;
• Respeitar o vazio sanitário e eliminar plantas de soja voluntária;
• Semear cultivares de soja precoce, concentrando a semeadura no início da época recomendada para cada
região (adotar estratégia de escape);
• Jamais cultivar a soja safrinha (segunda época);
• Utilizar cultivares com gene de resistência incorporado, quando disponíveis;
• Semear a soja com a densidade de plantas que permita bom arejamento foliar, o que permitirá maior
penetração e melhor cobertura do fungicida;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais
como rotação de culturas, uso de sementes sadias, adubação equilibrada, manejo da irrigação do
sistema, outros controles culturais etc.
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis do agente causador de
doenças a ser controlado;
• Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais
para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de fungicidas;
• Realizar o monitoramento da doença na cultura;
• Adotar estratégia de aplicação preventiva;
• Respeitar intervalo máximo de 14 dias de intervalos entre aplicações;
• Realizar, no máximo, o número de aplicações do produto conforme descrito em bula;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais
sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem
ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br),
Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura,
Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A FUNGICIDAS:


O uso sucessivo de fungicidas com mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento na população de fungos menos sensíveis a esse mecanismo de ação, levando a
perda de eficiência do produto como consequência da resistência.
Como prática de manejo de resistência afim de evitar a seleção de fungos menos sensíveis ou resistentes
aos fungicidas, seguem algumas recomendações:

• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos dos Grupos C3, M03 e G1 para o controle do
mesmo alvo, sempre que possível;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais
como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais
sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem
ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br),
Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura,
Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO C3 FUNGICIDA
GRUPO M03 FUNGICIDA
GRUPO G1 FUNGICIDA
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O produto fungicida EVOLUTION é composto por Azoxistrobina, Mancozebe e Protioconazol, que apresentam
mecanismos de ação de Inibidores do complexo III: citocromo bc1 (ubiquinol oxidase) no sítio Qo,
atividade de contato multissítio e C14-desmetilase na biossíntese de esterol (erg11/cyp51), pertencentes aos
Grupos C3, M03 e G1, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de
Fungicidas), respectivamente.

MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂCIA SANITÁRIA – ANVISA

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.


PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola;
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;
• Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados;
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a
boca;
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil
fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas
de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado;
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do
alcance de crianças e animais;
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão, botas, avental, máscara, óculos de segurança, touca árabe e luvas de nitrila;
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à
forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO E NA PREPARAÇÃO DA CALDA:


• Utilize Equipamento de Proteção Individual – Equipamento de Proteção Individual recomendado:
macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as
pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtros
combinados (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2; óculos de segurança
com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila;
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados;
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira;
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em PRIMEIROS
SOCORROS e procure rapidamente um serviço médico de emergência.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:


• Evite o máximo possível o contato com a área tratada;
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita);
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver
sendo aplicado o produto;
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
melhores condições climáticas para cada região;
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• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras
pessoas também entrem em contato com a névoa do produto;
• Utilize Equipamento de Proteção Individual – EPI: macacão de algodão hidrorepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
borracha; máscara com filtros combinados (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico
classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
• Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação
em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:


• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos
até o final do período de reentrada;
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados para o uso durante a aplicação;
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a
aplicação;
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita);
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar
contaminação;
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais;
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da
família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação;
• Não reutilizar a embalagem vazia;
• No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão
hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha;
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:
touca árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara;
• A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida;
• Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
• Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação
em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

ATENÇÃO Pode ser nocivo se ingerido

PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a


embalagem, o rótulo, bula e o receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa
de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, retirar as lentes de contato, se presentes. Lavar com água corrente em
abundância durante pelo menos 15 minutos, elevando as pálpebras ocasionalmente. Evite que a água de
lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.
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- INTOXICAÇÕES POR EVOLUTION -


INFORMAÇÕES MÉDICAS

Mancozebe: Alquilenobis (ditiocarbamato)


Grupo químico Azoxistrobina: Estrobirulinas
Protioconazol: Triazolintiona
Classe toxicológica Categoria 5 – Produto improvável de causar dano agudo
Dérmica e inalatória.
Vias de exposição Outras vias potenciais de exposição, como oral e ocular, não são esperadas
considerando a indicação de uso do produto e dos EPIs apropriados.
Mancozebe: Em ratos e camundongos, o mancozebe apresentou absorção
gastrointestinal rápida (com pico de concentração entre 3 e 6 horas em ratos e 1-2
horas em camundongos) e não extensiva, com absorção de cerca de metade da dose
em ratos e um terço da dose em camundongos. A substância foi amplamente
distribuída, com as maiores concentrações sendo encontradas na tireoide.
A biotransformação foi ampla e ocorreu através de duas vias metabólicas. A primeira
via é predominante quantitativa e envolve a hidrólise do mancozebe a etilenodiamina
(EDA) e posterior oxidação a glicina. A segunda via é considerada a responsável pelos
efeitos tóxicos dos etilenobisditiocarbamatos (EBDCs) e envolve a oxidação do
mancozebe a sulfeto de etilenobisisocianato e posterior oxidação a etilenotioureia
(ETU), outros derivados do ETU e etilenoureia (EU) que, então, passam pela via
metabólica principal formando EDA, glicina e outros compostos. O ETU é o principal
metabólito encontrado na urina, fezes e bile, aproximadamente 7,5% da dose
administrada é metabolizada a ETU em ratos e cerca de 5-6% em camundongos.
A eliminação do mancozebe e seus metabólitos se deu tanto através da urina (49–
55%) quanto das fezes (36–65%), com distribuição quase uniforme entre as duas
vias, mas também pode ocorrer através da bile (2-8%) em menor proporção. A
cinética de eliminação do mancozebe foi bifásica com tempo de meia-vida de
eliminação de aproximadamente 7,5 e 35 horas para a fase rápida e fase lenta,
respectivamente. Entre 74 e 94% da dose administrada foi excretada nas primeiras 24
horas. Não foram observadas evidências de bioacumulação.
Azoxistrobina: A substância foi rapidamente absorvida (74–81%) e amplamente
distribuída após a administração por via oral em ratos, sendo as maiores
concentrações encontradas nos rins e no fígado.
Toxicocinética Em ratos, foi amplamente biotransformada, principalmente por hidrólise, seguida de
conjugação com glucuronídeo. A azoxistrobina foi também biotransformada através da
hidroxilação na posição 8 e 10 no anel cianofenil, seguida de conjugação com
glucuronídeo ou, ainda, através de uma via menos comum que envolveu a clivagem da
ligação éter.
A principal via de eliminação da substância foi através das fezes (73–89%), com
excreção biliar de cerca de 57-74% da dose administrada, seguida pela via urinária
(9–18%). A excreção foi rápida, cerca de 82 e 96% da dose administrada foi excretada
nas primeiras 48 horas. Os perfis de absorção, distribuição e excreção foram
essencialmente similares entre machos e fêmeas, mas diferenças relacionadas ao sexo
foram observadas na biotransformação deste ativo. O número de metabólitos
produzidos foi maior em fêmeas do que em machos.
Não houve evidência de bioacumulação, menos de 1% da dose administrada foi
encontrada nos tecidos após 7 dias da administração.
Protioconazol: Em ratos, o protioconazol foi rápida e quase completamente absorvido
pelo trato gastrointestinal, com pico de concentração plasmática atingido em menos de
1 hora e mais de 90% de absorção da dose dentro de 48 horas. A distribuição foi
ampla, mas principalmente para o fígado, rins, tecido adiposo, tireoide e glândulas
adrenais.
A biotransformação foi ampla (18 metabólitos identificados) e ocorreu principalmente
através da dessulfuração, hidroxilação oxidativa da molécula fenil e conjugação com o
ácido glucurônico. O metabólito mais abundante foi o protioconazol-S-glucuronídeo
(cerca de 46% da dose administrada na bile e até 7,8% na urina), seguido pelo
protioconazol na forma inalterada (1–22%) e do destio-protioconazol (0,4–18%). Foi
identificado na urina, também, o metabólito 1,2,4-triazol em uma concentração de até
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2,3% da dose administrada.


A excreção foi rápida (quase completa dentro de 48 horas) e ocorreu principalmente
através das fezes, cerca de 78-96% da dose administrada, mas também através da
urina 4-16%.
Não foi observado potencial de bioacumulação no organismo de ratos.
Mancozebe: Não são conhecidos os mecanismos específicos de toxicidade do
mancozebe em humanos. O principal alvo da toxicidade crônica dos
etilenobisditiocarbamatos é a tireoide e este efeito mostra-se relacionado ao
metabólito ETU. Efeitos na tireoide são decorrentes de um mecanismo secundário,
sendo que o achado toxicológico em estudo em animais de experimentação com o ETU
Toxicodinâmica é uma diminuição na síntese dos hormônios tireoidianos (T3 e T4) através da inibição
reversível da enzima tireoide peroxidase (TPO), levando a um aumento dos níveis
séricos de hormônio tireoestimulante (TSH) através da estimulação do hipotálamo e da
glândula pituitária via feedback.
Azoxistrobina/Protioconazol: Não são conhecidos os mecanismos específicos de
toxicidade destas substâncias em humanos nem em outras espécies de mamíferos.
Não são conhecidos sintomas específicos do produto formulado em humanos.
Com base em estudos em animais, o produto pode ser nocivo se ingerido. Em estudos
em coelhos, o produto foi considerado não irritante para os olhos e para a pele, mas
apresentou potencial sensibilizante para a pele em estudo em cobaias.

Mancozebe: Efeitos tóxicos sistêmicos decorrentes da exposição aguda ao mancozebe


são raros, porém alguns fungicidas da classe dos ditiocarbamatos podem causar
sintomas neurológicos como fraqueza, perda da consciência e convulsões.
Exposição cutânea: Em contato com a pele, pode causar irritação manifestada por
ardência e vermelhidão. O mancozebe é considerado sensibilizante dérmico, podendo
causar alergias na pele.
Exposição respiratória: Quando inalado, pode causar irritação do trato respiratório
com tosse e dor de garganta.
Exposição ocular: Em contato com a pele, pode causar irritação, com ardência e
vermelhidão.
Exposição oral: Se ingerido, pode causar irritação trato gastrointestinal, manifestada
por náusea, vômito e diarreia. Efeitos tóxicos sistêmicos decorrentes da exposição
aguda ao mancozebe são raros, porém alguns fungicidas da classe dos ditiocarbamatos
podem causar sintomas neurológicos como fraqueza, perda da consciência e
convulsões.
Efeitos crônicos: Não são conhecidos efeitos de toxicidade após exposição crônica em
Sintomas e sinais
humanos.
clínicos
Azoxistrobina: Não são conhecidos sintomas específicos da azoxistrobina em humanos
ou animais. A exposição inalatória e/ou oral a grandes quantidades de fungicidas à
base de estrobirulinas pode causar tontura, dor de cabeça e fraqueza.
Exposição cutânea: Em contato com a pele, pode causar irritação, com ardência e
vermelhidão.
Exposição respiratória: Quando inalado, pode causar irritação do trato respiratório,
com tosse, ardência do nariz, boca e garganta. A inalação de grandes quantidades de
fungicidas à base de estrobirulinas pode causar tontura, dor de cabeça e fraqueza.
Exposição ocular: Em contato com os olhos, pode causar irritação, com ardência e
vermelhidão.
Exposição oral: A ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal, com
vômito, náuseas, dor abdominal e diarreia. A ingestão de grandes quantidades de
fungicidas à base de estrobirulinas pode causar tontura, dor de cabeça e fraqueza.
Efeitos crônicos: Não são conhecidos efeitos de toxicidade após exposição crônica em
humanos.
Protioconazol: Não são conhecidos sintomas específicos do protioconazol em humanos
ou animais. Sintomas gerais de intoxicação decorrentes da exposição a substância
químicas pode ocorrer como:
Exposição cutânea: Em contato com a pele, pode causar irritação, com ardência e
vermelhidão.
Exposição respiratória: Quando inalado, pode causar irritação do trato respiratório,
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com tosse, ardência do nariz, boca e garganta.


Exposição ocular: Em contato com os olhos, pode causar irritação, com ardência e
vermelhidão.
Exposição oral: A ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal, com
vômito, náuseas, dor abdominal e diarreia.
Efeitos crônicos: Não são conhecidos efeitos de toxicidade após exposição crônica em
humanos.
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de
Diagnóstico
quadro clínico compatível.
CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: Evitar aplicar respiração
boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto. A pessoa que presta
atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de
descontaminação, deverá estar protegida por equipamento de segurança, de forma a
não se contaminar com o agente tóxico.

Tratamento geral e estabilização do paciente: As medidas gerais devem estar


orientadas à estabilização do paciente com avaliação de sinais vitais e medidas
sintomáticas e de manutenção das funções vitais (frequência cardíaca e respiratória,
além de pressão arterial e temperatura corporal). Estabelecer via endovenosa. Avaliar
estado de consciência.

Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de secreções
orais se necessário. Administrar oxigênio conforme necessário para manter adequada
perfusão tecidual. Em caso de intoxicação severa, pode ser necessário ventilação
pulmonar assistida.

Medidas de descontaminação e tratamento: O profissional de saúde deve estar


protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis.

Exposição Oral:
- Em caso de ingestão do produto, a indução do vômito não é recomendada.
Entretanto, também não é indicada a sua inibição, caso ele ocorra de forma
espontânea em pacientes intoxicados.
- Lave a boca com água em abundância. Em caso de vômito espontâneo, mantenha a
Tratamento
cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver
deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
- Lavagem gástrica: lavagem gástrica geralmente não é recomendada. Somente
cogitar a descontaminação gastrintestinal após ingestão da substância em uma
quantidade potencialmente perigosa à vida e se puder ser realizada logo após a
ingestão (geralmente dentro de 1 hora).
- Carvão ativado: os benefícios do carvão ativado não são conhecidos em casos de
intoxicação por mancozebe, azoxistrobina e protioconazol. Avaliar a necessidade de
administração de carvão ativado. Se necessário, administrar uma suspensão de carvão
ativado em água (240 mL de água/30 g de carvão). Dose usual -
adultos/adolescentes: 25 a 100 g; crianças 25 a 50 g (1 a 12 anos) e 1 g/kg (menos
de 1 ano de idade).

Exposição Inalatória:
Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações respiratórias
e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avaliar quanto à
irritação do trato respiratório, edema pulmonar, bronquite ou pneumonia. Administrar
oxigênio e auxiliar na ventilação, conforme necessário.

Exposição Dérmica:
Remover as roupas e acessórios contaminados e proceder descontaminação cuidadosa
da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios), unhas e cabelos. Lavar a área
exposta com água em abundância e sabão. Se a irritação ou dor persistirem, o
paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.
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Exposição Ocular:
Lavar os olhos expostos com grande quantidade de água à temperatura ambiente por,
pelo menos, 15 minutos. Se irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia
persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.
ANTÍDOTO: Não existe antídoto específico. Tratamento sintomático e de suporte de
acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais.
A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite
química.
A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos protetores das vias
Contraindicações
respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não-intubados; pacientes
com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidade não
significativa.
Efeitos das
interações Não disponível.
químicas
Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e
tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001.
Rede Nacional de Centros de Informações e Assistência Toxicológica RENACIAT-
ANVISA/MS
As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de
ATENÇÃO Notificação Compulsória.
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS)
Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa)
Telefone de Emergência da empresa: 0800 014 1149 ou (19) 3518-5465
Endereço eletrônico da empresa: www.uplbrasil.com
Correio eletrônico da empresa: [email protected]

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:


Vide itens Toxicocinética e Toxicodinâmica.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:

Efeitos agudos:

• DL50 oral aguda em ratos: 3129 mg/kg.


• DL50 dérmica aguda em ratos: > 2000 mg/kg.
• CL50 inalatória em ratos (4 horas): Não determinado nas condições de teste (> 5,735 mg/L).
• Corrosão/irritação cutânea em coelhos: A substância-teste aplicada na pele dos coelhos causou eritema
leve na pele de 3/3 coelhos, completamente revertido dentro de 48 horas. Nas condições de teste, o
produto foi classificado como não irritante para a pele.
• Corrosão/irritação ocular em coelhos: A substância-teste aplicada no olho dos coelhos produziu
quemose e hiperemia na conjuntiva de todos os animais. Os sinais de irritação foram completamente
reversíveis dentro de 7 dias após a aplicação da substância teste. Não foram observados efeitos na
córnea ou na íris. Nas condições de teste, o produto foi classificado como não irritante para os olhos.
• Sensibilização cutânea: Não sensibilizante.
• Mutagenicidade: O produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa
(teste de Ames) nem no teste do micronúcleo em medula óssea de camundongos.

Efeitos crônicos:

Mancozebe: Em estudos de toxicidade repetida em ratos, camundongos e cães, pela via oral, o principal
alvo de toxicidade do mancozebe foi a tireoide e os efeitos foram manifestados por alterações nos níveis
de hormônios tireoidianos, aumento do peso, lesões microscópicas (principalmente hiperplasia das células
foliculares da tireoide) e tumores na tireoide (por um mecanismo não genotóxico). Em ratos, em estudo
de 90 dias o NOAEL foi de 7,4 mg/kg/dia e o LOAEL foi de 15 mg/kg/dia. Em cães, o NOAEL estabelecido
em estudo de 1 ano foi de 2,3 mg/kg/dia e o LOAEL foi de 23 mg/kg/dia. Em camundongos, em estudo de
90 dias o NOAEL estabelecido foi de 18 mg/kg/dia e o LOAEL foi de 180 mg/kg/dia. O mancozebe e seu
principal metabólito (ETU) não são considerados mutagênicos para mamíferos. Em estudo de
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carcinogenicidade conduzido em ratos com o mancozebe, foi observado um aumento na incidência de


adenomas e carcinomas em células foliculares da tireoide em machos e fêmeas, no entanto, somente na
maior dose testada (450 ppm/dia) e por um mecanismo não genotóxico que envolve a interferência no
funcionamento da enzima tireoide peroxidase (em estudo de 2 anos em ratos NOAEL de 125 ppm
correspondente a 4,8 mg/kg p.c.). Limites seguros de exposição foram estabelecidos. Em estudo de 78
semanas, conduzido em camundongos, foram observadas pequenas alterações nos níveis de hormônio da
tireoide, sem alterações no peso ou na patologia da mesma, e sem alterações nas incidências de tumor
relacionadas ao tratamento na dose de 1000 ppm/dia com NOAEL de 17 mg/kg p.c./dia (100 ppm/dia).
Em um estudo de toxicidade para a reprodução conduzido em ratos, não foram observados efeitos
adversos nos parâmetros reprodutivos avaliados. Em estudos de toxicidade embriofetal conduzidos em
ratos e coelhos, foram observados efeitos para o desenvolvimento (agnatia, fenda palatina, malformações
cerebrais e esqueléticas), mas apenas em doses que causaram toxicidade materna (em coelhos NOAEL de
55 mg/kg p.c./dia e LOAEL de 100 mg/kg p.c./dia; em ratos NOAEL de 128 mg/kg p.c./dia e LOAEL de
512 mg/kg p.c./dia). Estes efeitos foram considerados como decorrência da formação do metabólito ETU
que promove a desregulação dos hormônios tireoidianos, os quais são essenciais para o desenvolvimento
fetal.

Azoxistrobina: Em estudos de toxicidade repetida em ratos e cães, os principais alvos da toxicidade da


azoxistrobina foram o fígado e o ducto colédoco. Em estudo de toxicidade de 90 dias, pela via oral, os
efeitos tóxicos incluíram alteração do peso do fígado com alteração dos parâmetros bioquímicos e, nas
doses mais altas (em cães 250 mg/kg p.c./dia; em ratos 443,8 mg/kg p.c./dia), foram observadas
alterações histopatológicas, assim como alterações na função biliar. Em cães, o NOAEL estabelecido foi de
50 mg/kg p.c./dia e em ratos o NOAEL foi de 21 mg/kg p.c./dia. A azoxistrobina não apresentou potencial
mutagênico em estudos in vivo. Esta substância também não demonstrou potencial cancerígeno em
estudos em ratos e camundongos. Em estudos de toxicidade para a reprodução em ratos, não foram
observados efeitos sobre a fertilidade ou sobre o desempenho reprodutivo. A azoxistrobina não apresentou
potencial teratogênico em ratos e coelhos.

Protioconazol: Em estudos de toxicidade crônica em ratos e camundongo, os principais alvos da toxicidade


do protioconazol foram o fígado e os rins/trato urinário. Em estudo de dois anos em ratos, na dose de 750
mg/kg p.c., os efeitos adversos incluíram alteração do peso do fígado com alteração dos parâmetros
clínicos-químicos, aumento da indução enzimática e aumento dos níveis séricos do hormônio T4 (em
resposta à indução enzimática), efeitos nos rins/trato urinário caracterizados por aumento do consumo de
água, alterações nos parâmetros de urinálise, aumento do peso dos rins, material cristalino no sedimento
urinário (não identificado), aumento da gravidade da nefropatia crônica progressiva e da hiperplasia
celular transicional na bexiga urinária.; na dose de 50 mg/kg p.c. os efeitos no fígado foram considerados
adaptativos e a gravidade da nefropatia crônica progressiva foi levemente aumentada no sexo masculino;
o NOAEL estabelecido foi de 5 mg/kg p.c. Em estudo de 18 meses, em camundongos, na dose de 70
mg/kg p.c., foi observado aumento do peso do fígado, indução enzimática hepática, efeitos na
histopatologia renal como um aumento da incidência de degeneração/regeneração tubular renal no sexo
masculino com NOAEL de 10 mg/kg p.c. O protioconazol não apresentou potencial mutagênico em estudos
in vitro e in vivo. Esta substância também não demonstrou potencial cancerígeno em estudos em ratos e
camundongos. Em estudos de toxicidade para a reprodução em ratos, não foram observados efeitos sobre
a fertilidade ou sobre o desempenho reprodutivo na maior dose testada de 750 mg/kg p.c. O protioconazol
também não apresentou potencial teratogênico em ratos e coelhos com NOAEL de 80 mg/kg p.c. para
ambas espécies.

EFEITOS ADVERSOS CONHECIDOS:


Por não ser produto com finalidade terapêutica, não há como caracterizar efeitos adversos em humanos.

SINTOMAS DE ALARME:
Tontura, fraqueza, dor de cabeça, alteração do estado mental, agitação, tremores e convulsões.
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INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO


AMBIENTE:

• Este produto é:
Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
X Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)

• Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo
atingir principalmente águas subterrâneas;
• Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente;
• Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (algas);
• Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza;
• Não utilize equipamento com vazamento;
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes;
• Aplique somente as doses recomendadas;
• Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite
a contaminação da água;
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da
água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas;
• Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e
de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de
animais e vegetação suscetível a danos;
• Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades
aeroagrícolas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E


PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada;
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou
outros materiais;
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível;
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável;
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO;
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças;
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para
recolhimento de produtos vazados;
• Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas – ABNT;
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:


• Isole e sinalize a área contaminada;
• Contate as autoridades locais competentes e a Empresa UPL do Brasil Indústria e Comércio de
Insumos Agropecuários S.A - Telefone de Emergência: 0800 707 7022 - (19) 3518-5465;
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha,
óculos protetor e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e
identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser utilizado. Neste caso consulte o
registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final;
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Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante
conforme indicado acima;
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o
órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da
quantidade do produto envolvido.
• Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, de CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando
a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E


DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM FLEXÍVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA


O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as
embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente
(Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser
adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA


No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário,
ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da
compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas -
modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de
Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA


O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as
embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA


É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local
indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
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DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS


A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada
pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O


FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA


EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:


Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgãos ambientais competentes.

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:


O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o
acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem
ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

6. RESTRIÇÕES ESTADUAIS, DO DISTRITO FEDERAL E MUNICIPAIS:


De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Common questions

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O uso inadequado de fungicidas, como a aplicação sucessiva de produtos com o mesmo mecanismo de ação, pode levar ao aumento da resistência de fungos patogênicos. Isto ocorre porque tal prática promove a seleção de cepas menos sensíveis aos fungicidas, resultando na perda de eficácia desses produtos . Como consequência, o controle da doença se torna mais difícil, exigindo aplicações mais frequentes ou doses maiores, o que agrava os problemas ambientais e econômicos associados .

O comportamento de excreção de fungicidas em animais de laboratório é relevante para estudos de segurança, pois ajuda a determinar o potencial de bioacumulação e os efeitos tóxicos de longo prazo. Por exemplo, o fato de os componentes serem excretados rapidamente, principalmente pelas fezes, e não mostrarem potencial de bioacumulação, indica que a exposição prolongada em doses normais é menos provável de causar toxicidade crônica . Isso é relevante para a avaliação do risco para humanos e para estabelecer limites seguros de exposição .

Embora não existam sintomas específicos conhecidos para Azoxistrobina e Protioconazol em humanos, estudos em animais sugerem que a exposição a grandes quantidades pode causar tontura, dor de cabeça, fraqueza, e irritação cutânea. A exposição inalatória pode resultar em irritação respiratória, enquanto a ingestão pode provocar sintomas gastrintestinais como náusea e vômito . Essas informações são cruciais para medidas de segurança e resposta em caso de exposição humana .

Para melhorar o manejo de resistência a fungicidas no controle da ferrugem asiática, recomenda-se a aplicação alternada de fungicidas formulados em mistura, rotacionando os mecanismos de ação distintos dos grupos C3, M03 e G1 sempre que possível. Se o produto tiver apenas um mecanismo de ação, ele nunca deve ser utilizado isoladamente. Outras práticas incluem respeitar o vazio sanitário, eliminar plantas de soja voluntária, e semear cultivares de soja precoce, concentrando a semeadura no início da época recomendada para cada região, o que constitui uma estratégia de escape .

O fungicida EVOLUTION é composto por Azoxistrobina, Mancozebe e Protioconazol, os quais possuem diferentes mecanismos de ação. Azoxistrobina inibe o complexo III: citocromo bc1 (ubiquinol oxidase) no sítio Qo, caracterizando o mecanismo de ação do Grupo C3. Mancozebe atua por contato multissítio, pertencente ao Grupo M03, enquanto Protioconazol inibe a C14-desmetilase na biossíntese de esterol, classificado como Grupo G1. Esta variedade de mecanismos está alinhada com as boas práticas de manejo de resistência .

Antes da aplicação de produtos químicos, deve-se usar equipamentos de proteção individual e manusear o produto em locais abertos e ventilados. Durante a aplicação, é crucial evitar ventos fortes e horários quentes, certificando-se de que ninguém não autorizado entre na área tratada. Após a aplicação, é fundamental sinalizar a área com "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" até o fim do período de reentrada, evitar contato com a área tratada, lavar as luvas antes de retirá-las para evitar contaminação, e tomar banho imediatamente após a aplicação .

O descarte adequado de embalagens de fungicidas deve seguir as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA. Isso inclui a tríplice lavagem das embalagens, em que o recipiente é lavado três vezes com água e a água resultante da lavagem é adicionada à calda na pulverização, permitindo a devolução da embalagem limpa ao local de coleta autorizado para reciclagem. Além disso, é fundamental seguir as orientações específicas sobre a destinação e inutilização das embalagens vazias .

Respeitar o intervalo de segurança é crucial para garantir que os resíduos do fungicida não fiquem em níveis perigosos no produto colhido, assegurando a segurança dos alimentos e a saúde humana. Esse intervalo representa o tempo necessário entre a última aplicação do produto e a colheita, permitindo que o fungicida se degrade até níveis não prejudiciais. Ignorar este intervalo pode resultar em resíduos excessivos no alimento, representando riscos toxicológicos .

Para garantir a segurança durante o manuseio e aplicação de fungicidas, é crucial usar equipamentos de proteção individual (EPI) como macacão de algodão hidrorepelente, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtros combinados, óculos de segurança, touca árabe e luvas de nitrila. O manuseio do produto deve ocorrer em locais abertos e ventilados. Além disso, deve-se evitar a dispersão de poeira ao abrir a embalagem, seguir as instruções de primeiros socorros em caso de contato acidental, e sinalizar a área tratada. Após a aplicação, é importante tomar banho e lavar as roupas separadamente .

Em estudos com animais, os componentes do fungicida EVOLUTION mostraram diferentes perfis de toxicidade. Para Azoxistrobina, o principal alvo foram o fígado e o ducto colédoco, com alterações bioquímicas observadas em doses elevadas. Protioconazol teve seus principais efeitos tóxicos nos fígado e rins, incluindo indução enzimática e alterações histopatológicas. Mancozebe mostrou efeitos na tireoide, incluindo hiperplasia das células foliculares e aumento dos níveis de TSH. Todos componentes apresentaram baixo potencial mutagênico e carcinogênico nos estudos realizados .

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