Cultura e Personalidade Humana
Cultura e Personalidade Humana
Código: 708215916
Turma Única
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Categorias Indicadores Padrões Pontuação Nota do
Subtotal
máxima tutor
Capa 0.5
Índice 0.5
Aspectos Introdução 0.5
Estrutura
organizacionais Discussão 0.5
Conclusão 0.5
Bibliografia 0.5
Contextualização
(Indicação clara do 1.0
problema)
Descrição dos
Introdução 1.0
objectivos
Metodologia
adequada ao objecto 2.0
do trabalho
Articulação e
domínio do discurso
académico
Conteúdo 2.0
(expressão escrita
cuidada, coerência /
coesão textual)
Análise e
Revisão bibliográfica
discussão
nacional e
internacionais 2.
relevantes na área
de estudo
Exploração dos
2.0
dados
Contributos teóricos
Conclusão 2.0
práticos
Paginação, tipo e
tamanho de letra,
Aspectos
Formatação paragrafo, 1.0
gerais
espaçamento entre
linhas
Normas APA 6ª
Rigor e coerência das
Referências edição em
citações/referências 4.0
Bibliográficas citações e
bibliográficas
bibliografia
Folha para recomendações de melhoria: A ser preenchida pelo tutor
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Indice
1. Introdução.................................................................................................................................5
1.2. Objectivos.............................................................................................................................6
3. Conclusão...............................................................................................................................24
4. Referências Bibliográficas.....................................................................................................25
1. Introdução
A cultura de um povo determina a sua conduta. Ela influencia o seu comportamento em varias
áreas incluindo o comportamento sexual da comunidade. Por causa de crenças, tabus, mitos; esse
comportamento varia de cultura para cultura.
O conceito de autoestima que orienta essa proposta segue os pressupostos de Branden (2002) que
apresenta seis atitudes fundamentais que necessitam ser desenvolvidas: viver conscientemente,
autoaceitação, autorresponsabilidade, autoafirmação, intencionalidade e integridade pessoal. Se
propõe também a oferecer uma proposta de cuidado corporal para o alívio do estresse e de
tensões, favorecendo o autoconhecimento e a integração corpo e mente.
Para a ciência, o temperamento nada mais é que um conjunto de tendências e características que
determinam o comportamento dos indivíduos. Com base no temperamento – que para muitos
estudiosos, é algo inato – é que cada ser humano tem sua percepção do mundo, desenvolve
habilidade e cria seus próprios valores.
1.2. Objectivos
LIBANEO (2002:104) afirma que “objectivo, é um fim a ser alcançado, alvo a ser alcançado”.
Por conseguinte, de acordo com a citação que apresentamos acima, o nosso trabalho apresenta
dois objectivos, sendo um geral e outros de caracteres específicos.
Neste sentido Pestana & Páscoa (1995) entendem por personalidade ao conjunto estruturado das
características inatas (herdadas), das aquisições do meio (sociocultural), e da história das
experiências vividas (desenvolvimento) que organizam e determinam o comportamento do
indivíduo.
Essa etapa começa ao um ano e termina aos 3 anos. É caracterizada por ser a etapa na qual a
fonte de prazer é encontrada no ânus, portanto, está relacionada com atividades agradáveis do
controle dos esfíncteres (incluindo também a bexiga), como reter e/ou expulsar fezes. Segundo
Freud, nessa etapa podem surgir dois inconvenientes se a evolução adequada não for seguida:
por um lado, as crianças podem apresentar uma grande retenção de fezes, levando a constipação
e, consequentemente, desenvolver um caráter teimoso. Por outro lado, as crianças podem se
rebelar e expulsar as fezes em momentos inoportunos e, consequentemente, desenvolver
um caráter mais destrutivo.
A terceira etapa do desenvolvimento, de acordo com Freud, começa aos 3 anos e termina aos 6
anos, e a fonte de prazer é focada nos órgãos genitais (no caso da mulher, no clitóris, comparada
à etapa clitoridiana). Essa etapa está relacionada com o prazer que as crianças sentem com o
exibicionismo dos seus genitais e o interesse pelos genitais do sexo oposto e o próprio. No início
dessa etapa, as pessoas mostram um grande interesse autoerótico, mas com o passar do tempo, o
foco de interesse muda para os pais, levando em consideração o complexo de Édipo.
Assim, o complexo de Édipo é caracterizado pela busca de satisfação no progenitor do sexo
oposto, embora também apareça um interesse para o progenitor do mesmo sexo, em relação à
superar sua rivalidade. É comum que as crianças, nessa etapa, busquem contato corporal,
carícias, se masturbem ou criem fantasias em relação ao que as pessoas mais velhas fazem. No
entanto, chega um momento em que o complexo de Édipo entra em um estado de liquidação,
onde pequenas diferenças são encontradas entre meninos e meninas.
Por um lado, no caso dos meninos, a hostilidade que mostram em relação ao pai, concebido
como um rival, e o interesse sexual pela mãe fazem com que o menino espere ser castigado com
a castração. Além disso, as fantasias de castigo não satisfeitas podem provocar sintomas
neuróticos na personalidade do menino. E é nessa fase do complexo de Édipo em que o menino
se identifica com o pai e quer adotar sua imagem, a agressividade rival desaparece e perde o
interesse pelo falo.
Por outro lado, no caso das meninas, inicialmente, do mesmo modo que os meninos, mostram
amor pela mãe (progenitor do mesmo sexo). Mas diferente dos meninos, chega um momento em
que as meninas descobrem a falta do pênis, como resultado do clitóris menor em sua comparação
e, portanto, imaginam que foram mutiladas. Assim, atribuem à mãe a culpada de sua mutilação e,
diante de sua situação de ambivalência sexual, decidem escolher o pai (progenitor do sexo
oposto) como objeto de amor, devido à inveja ou desejo de seu pênis.
Essa etapa começa aos cinco anos e termina aos doze, a idade aproximada em que a puberdade
começa. Nessa etapa, os impulsos sexuais permanecem adormecidos, ou seja, há uma supressão
temporal do instinto sexual nas crianças durante esse período. Nesse sentido, essa etapa é
caracterizada por não ter uma área específica onde o prazer está focalizado.
Nessa etapa, as crianças desenvolverão suas capacidades de maneira mais autônoma do que
anteriormente. Portanto, graças ao descobrimento de suas capacidades, as crianças percebem
todas as possibilidades que estão ao seu alcance em comparação com a etapa anterior, fato que
promove a iniciativa das crianças, pois testam suas capacidades e habilidades realizando novas
atividades. No entanto, se os pais reagirem negativamente diante da iniciativa de seus filhos,
como por exemplo repreendê-los, provavelmente gerará um sentimento de culpa nas crianças.
Em relação à conquista a ser obtida ao finalizar essa etapa, devemos levar em consideração que é
necessário um equilíbrio que permita que as crianças sejam capazes de reconhecer a
responsabilidade de seus atos e que, ao mesmo tempo, possam se sentirem livres sob essa
responsabilidade. Assim, as crianças devem conhecer quais são as consequências de seus
comportamentos para poder saber o que devem e o que não devem fazer, levando à conquista
chamada “propósito”. O propósito é o que permitirá que as crianças aprendam as limitações que
suas ações têm em relação a tudo aquilo ao seu redor.
Durante essa etapa, as crianças continuam amadurecendo e aprendendo sobre suas ações, por
qual coisa precisam agir e experimentar. Quando não conseguem o que querem, realizando essas
ações, pode gerar um sentimento de inferioridade e frustração. Pois o objetivo dessa etapa é que
as pessoas possam alcançar um sentimento de competência que lhes permita se sentirem
capazes de agir de maneira equilibrada e realizarem o que se propõem, sem estabelecer objetivos
inatingíveis que estão fora do lugar, sem desistir ou atribuir o fracasso à inferioridade.
Durante esse período, as pessoas geralmente se veem em conflito com o fato de se sentir
produtivo em seu dia a dia e se sentir estagnada e inútil. As pessoas desejam se sentirem
produtivas e que seus esforços tenham sentido, geralmente em relação a terem a responsabilidade
e o cuidado de algo ou alguém. Por outro lado, as pessoas podem se sentirem estagnadas pelo
fato de não se sentirem produtivas, por exemplo, por não conseguirem um cônjuge romântico,
por não terem um emprego, entre outros. Por esse motivo, o objetivo dessa etapa é se preparar
para a vida e envolver-se no cuidado pessoal, de modo que é preciso buscar um equilíbrio
entre a produtividade e a estagnação.
Para a ciência, o temperamento nada mais é que um conjunto de tendências e características que
determinam o comportamento dos indivíduos. Com base no temperamento – que para muitos
estudiosos, é algo inato – é que cada ser humano tem sua percepção do mundo, desenvolve
habilidade e cria seus próprios valores.
a) Colérico
Pessoas que possuem este tipo de temperamento costumam ser bastante explosivas e a liderança
é um de seus pontos fortes. Quem possui temperamento colérico tem muita energia e uma grande
facilidade para trabalhar com planejamentos.
Além disso, são indivíduos que lidam com as mais diversas situações da vida de maneira prática,
são ambiciosas e podem ser dominadoras. Quem tem este tipo de temperamento pode ser
impaciente e intolerante. Estes são os principais pontos que precisam ser trabalhados.
b) Melancólico
Timidez, solidão e pessimismo. Estas são as principais características de quem tem o
temperamento melancólico. Com a sensibilidade bastante intensa, pessoas com este tipo de
temperamento costumam ser introvertidas e tendem a esconder seus próprios sentimentos.
Além disso, indivíduos com temperamento melancólico preferem trabalhar com funções que
possam ser exercidas individualmente. Um dos pontos fortes de quem tem o temperamento
melancólico é a sua lealdade.
Porém, o pessimismo é algo muito forte em quem possui este temperamento e é um dos
principais pontos que precisa ser trabalhado.
c) Sanguíneo
Quem possui este tipo de temperamento não sabe o que é passar sem ser notado. As pessoas com
temperamento sanguíneo são muito extrovertidas e falam bem, principalmente para grandes
públicos.
Por serem comunicadores natos, quem pertence a esse grupo gesticula exageradamente enquanto
conversa e consegue se adaptar com facilidade às mais diversas situações. Pessoas com
temperamento sanguíneo são bastante otimistas e sensíveis.
Porém, vale ressaltar que essas pessoas têm o hábito de exagerar em suas falas, além de serem
impulsivas. Tais pontos – impulsividade e exagero – precisam de uma melhor atenção por parte
dos sanguíneos.
d) Fleumático
Sabe como reconhecer uma pessoa com temperamento fleumático? Pela sua doçura e paciência.
Estas são as maiores características de quem possui este tipo de comportamento.
Além disso, pessoas com temperamento fleumático são excelentes observadores e preferem ter
uma vida pautada por rotina.
Ambientes silenciosos para quem possui o temperamento fleumático são verdadeiros paraísos.
Alguns pontos que precisam ser trabalhados por pessoas que tem este perfil de temperamento:
indecisão, falta de flexibilidade e resistência a críticas.
Para Branden (2002), a autoestima quando plenamente internalizada é vivência de que somos
adequados para a vida e suas exigências, assim autoestima é:
Barreto (2010) refere que a autoestima se constrói nas relações familiares e se consolida através
do estabelecimento ou ampliação de relações sociais saudáveis. Uma educação baseada no amor,
no respeito, na valorização, na competência e bondade do indivíduo são adubos essenciais para o
seu desenvolvimento.
Branden (2002) descreve que autoestima correlaciona-se com racionalidade, realismo, intuição,
criatividade, independência, flexibilidade, habilidade para lidar com mudanças, disponibilidade
para admitir e corrigir erros, benevolência e cooperação.
Branden (2002) cita 06 atitudes fundamentais as quais denominou “os seis pilares da autoestima”
que devemos desenvolver.
Viver conscientemente significa querer estar ciente de tudo o que diz respeito a nossas ações,
nossos propósitos, valores e objetivos, ao máximo de nossa capacidade, qualquer que seja ela e
comportarmonos de acordo com aquilo que vemos e conhecemos.
Barreto (2010) comenta que autoaceitação envolve se perceber com valor próprio, poder dizer
que “tenho valor”, “que sou capaz” e poder me afirmar e de dizer não, é estar a meu favor, ser
coerente com o que sinto. Quando calamos, com certeza o corpo vai falar através de vários
sintomas: gastrites, úlceras, etc. Quem se rejeita e não se aceita não tem futuro promissor.
Todo ser humano é imperfeito, todos cometemos erros, e muitas vezes somos possuídos por
sentimentos negativos. Se desejarmos nos livrar deles temos que primeiro aceitar que erramos.
Se tenho raiva, aceito ter raiva, se tenho medo, aceito que tenho medo.
Branden (2002) refere que a atitude de autorresponsabilidade envolve: ser responsável pela
realização de meus desejos, por minhas escolhas e meus atos, pelo nível de consciência com que
trabalho e vivo meus relacionamentos, por meu comportamento com os outros, pela qualidade
das minhas comunicações, por aceitar e escolher os valores que vivo pela minha própria
felicidade e pela minha própria autoestima.
Se errei, reconheço que errei, peço perdão, me desculpo, me corrijo, tiro as lições e sigo em
frente. Jamais culparei os outros por meus próprios erros e nem muito menos procurarei álibis
para justificar meus deslizes. Diz um filosofo alemão:
Para viver de forma intencional e produtiva, segundo Branden (2002) é necessário desenvolver
dentro de nós a capacidade da autodisciplina, que é uma virtude de sobrevivência.
Essa atitude envolve os seguintes aspectos: preocupar-se em identificar os atos necessários para
alcançar os objetivos estabelecidos, monitorar o comportamento para que ele esteja em sintonia
com esses objetivos, prestar atenção aos resultados dos próprios atos, para saber se eles levam ao
que se quer chegar e estar conectado com o nosso presente, pois assim estaremos olhando para o
futuro.
Como sabemos, a cultura tem grande influencia no comportamento sexual da comunidade. Por
causa de crenças, tabus, mitos; esse comportamento varia de cultura para cultura e em vários
aspectos tais assim como:
Em relação ao trabalho:
Ao nível doméstico, homens e crianças, devem ser cuidados e sustentados, o que significa que a
mulher tem muito trabalho e ainda sob carregada de que o homem. Isto porque desde crianças na
sua adolescência e os ritos de iniciação a mulher foi ensinada a servir o marido, cuidar dele e dos
filhos; enquanto que o homem foi ensinado a trazer dinheiro, fazer os trabalhos mais pesados ir a
escola
Antigamente, em todo mundo as mulheres eram negadas os seus direitos. Metades delas eram
subordinadas, apesar das leis darem “direitos iguais” sem distinção do sexo, raça e tribo.
Estes direitos iguais nos quais as mulheres eram negadas estavam relacionados a: terra,
propriedade, educação, alimento, oportunidade de emprego e poder de decisão, mais actualmente
elas exercem os tais direitos.
Esses são todos os comportamentos que se espera que homens e mulheres realizem dentro da
estrutura de uma sociedade. Os papéis de gênero não são estáticos, mas estão constantemente
mudando em resposta à evolução de uma determinada sociedade e à transformação do conceito
associado a cada um dos sexos. Existem diferentes teorias sobre como os papéis de gênero são
adquiridos em nossa sociedade. Por um lado, existem mais abordagens biológicas que tentam
explicar as preferências, brinquedos, interesses e profissões de jogos por meio de características
dependentes do sexo que influenciam o funcionamento do cérebro humano .
Socialização é a maneira pela qual a sociedade incute em seus membros quais são as funções e
expectativas associadas à masculinidade e à feminilidade. Dessa maneira, as crianças aprendem
quais são seus “papéis” (papéis) no “trabalho” da sociedade.
Socialização familiar
A socialização ocorre em muitos níveis, mas o mais importante é o que ocorre na família, uma
vez que é o ambiente em que as crianças nascem e em que serão exclusivamente até começarem
a participar mais da sociedade. ir a escola.
A maneira como o sexo é expresso como um aspecto biológico é praticamente inalterado entre
diferentes sociedades. Ou seja, independentemente da cultura, a grande maioria das mulheres
menstrua e desenvolve seios. No entanto, a maneira como o gênero é expresso varia muito entre
as sociedades. Por exemplo, existem culturas nas quais vestidos e saias são considerados roupas
masculinas. Na cultura ocidental, espera-se que os meninos brinquem com caminhões, armas de
brinquedo, super-heróis e figuras de ação (jogos e brinquedos relacionados a questões agressivas
ou de ação) e que as meninas brinquem com bonecas, roupas e maquiagem (jogos e brinquedos
relacionados com cuidado e delicadeza).
Feito o trabalho, conclui-se que a personalidade ao conjunto estruturado das características inatas
(herdadas), das aquisições do meio (sociocultural), e da história das experiências vividas
(desenvolvimento) que organizam e determinam o comportamento do indivíduo.
As duas teorias da personalidade mais conhecidas que enfatizam nas diferentes etapas que
moldam seu desenvolvimento são, por um lado, a teoria de Sigmund Freud e, por outro lado, a
teoria de Erik Erikson.
Os papéis de gênero são baseados em normas e padrões acordados pela sociedade sobre o que é
masculinidade e o que é feminilidade.
A diferença entre o conceito de gênero e o de sexo é que o sexo se refere à parte biológica, isto é,
às características primárias, como o sistema reprodutivo, e às características secundárias, como a
altura. Em outras palavras, o sexo biológico pode definir uma pessoa com seios ou pelos faciais.
Os papéis de gênero são construídos sobre as noções que uma determinada sociedade tem sobre
masculinidade e feminilidade.
4. Referências Bibliográficas
ABRUNHOSA, Maria Antónia e LEITÃO, Miguel. Psicologia B. Lisboa: Edições Asa,
2009.
BARRETO, A. Manual: cuidando do cuidador-resgate da autoestima na comunidade.
Fortaleza: [s.n.], 2010.
BARRETO, A. Terapia comunitária passo a passo. 3. ed. Fortaleza: LCR, 2008.
BRANDEN, N. Autoestima e os seus seis pilares. Tradução de Vera Caputo. 7. ed. São
Paulo: Saraiva, 2002.
Lindsey, L. (2005). Papéis de gênero: uma perspectiva sociológica. Nova Jersey: Pearson
Prentice Hall.
SPRINTALL, Norman A., SPRINTALL, Richard C. Psicologia Educacional, Lisboa:
MP-Graw-Hil, 2000.