CIRCUITOS ELÉTRICOS I
aula 04/09/2020
PARTE I e II
PROF.: JOAO PAULO PERBICHE
TURMA: 2°, 3°, 4°, 5° ECOMP /MANHA
2° EE/MANHA
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CONTATOS:
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Pasta das vídeo-aulas:
https://drive.google.com/drive/folders/1BLp5yXdZnuV6_54VAHy_c_vDxJqTyRuc?usp=sharing
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1 - Unidades de medidas de grandezas elétricas.
2 - Conceitos básicos.
3 - Resistência Elétrica.
Transformacoes de unidades
Principais leis da eletrica
Resistencia eletrica serie e paralelo
4 - Circuitos CC em Série e Paralelo.
5 - Métodos de Análise Nodal.
Definicoes de circuito, no, ramo, malha
Correntes entrando e saindo de um no
Tensoes em uma malha
6 - Métodos de Análise de Malhas.
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SOFTWARE DE SIMULACAO:
http://www.falstad.com/circuit/
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Leis de Kirchhoff
A lei de Ohm por si só não é o bastante para analisar os circuitos; entretanto, quando
associada com as duas leis de Kirchhoff, elas formam um conjunto de ferramentas
poderoso e suficiente para analisar uma série de circuitos elétricos. As leis de
Kirchhoff foram introduzidas pela primeira vez em 1847 pelo físico alemão Gustav
Robert Kirchhoff (1824-1887) e são formalmente conhecidas como lei de Kirchhoff
para corrente (LKC, ou lei dos nós) e lei de Kirchhoff para tensão (LKT, ou lei das
malhas); sendo que a primeira se baseia na lei da conservação da carga, que exige
que a soma algébrica das cargas dentro de um sistema não pode mudar.
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A lei de Kirchhoff para corrente (LKC) diz que a soma algébrica das
correntes que entram em um nó é zero.
onde N é o número de ramos conectados ao nó e in é a enésima corrente que entra
(ou sai) do nó. Conforme essa lei, as correntes que entram em um nó poderiam ser
consideradas positivas, enquanto as correntes que saem do nó, negativas.
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Podemos escrever as expressoes de duas maneiras. Podemos dizer que o somatorio das
correntes é igual a zero, nesse caso adotamos o sinal + para as que entram e – para as que
saem. Outra maneira, dizer que o somatorio das correntes que entram é igual ao somatorio
das correntes que saem do no.
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COMO FICARIA A EXPRESSAO COM A LTK DAS CORRENTES:
i1+ (- i2) +i3 + i4 + (- i5) = 0 i1 + i3 + i4 = i2 + i5
A soma das correntes que entram em um nó é igual à soma das correntes que saem desse nó.
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Métodos de Análise Nodal.
A análise nodal fornece um procedimento genérico para
análise de circuitos usando tensões nodais como variáveis de
circuitos. Optar por tensões nodais em vez de tensões de
elementos como essas variáveis é conveniente e reduz o
número de equações que se deve resolver simultaneamente.
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Na análise nodal, estamos interessados em encontrar as tensões nos nós. A
análise envolve as três etapas a seguir:
1. Selecione um nó como referência. Atribua tensões v1, v2, ..., vn–1 aos n – 1
nós restantes. As tensões são medidas em relação ao nó de referência.
2. Aplique a LKC a cada um dos n – 1 nós que não são de referência. Use a lei
de Ohm para expressar as correntes nos ramos em termos de tensões nodais.
3. Resolva as equações
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EXERCICIO 1:
CALCULE AS TENSOES COM ANALISE NODAL:
Qunatas equacoes vamos ter ? Teremos 2 equacoes, pois temos 2 nos;
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EXERCICIO 2:
Realize a análise nodal. Observe como as correntes são selecionadas para a
aplicação da LKC.
O nó de referência é selecionado e as tensões nodais v1 e v2 agora devem ser
determinadas.
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EXERCICIO 2:
Realize a análise nodal. Observe como as correntes são selecionadas para a
aplicação da LKC.
O nó de referência é selecionado e as tensões nodais v1 e v2 agora devem ser
determinadas.
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EXERCICIO 2:
Realize a análise nodal. Observe como as correntes são selecionadas para a
aplicação da LKC.
O nó de referência é selecionado e as tensões nodais v1 e v2 agora devem ser
determinadas, e as correntes tambem.
v2 = 20 V
V1 =13,333 V
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O fato de i ser negativo mostra
que a corrente flui na direção
contraria daquela suposta.
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EXERCICIO 3: 15 min.
FAZEREM SOZINHOS
Realize a análise nodal.
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EXERCICIO 3: 15 min.
FAZEREM SOZINHOS
Realize a análise nodal.
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EXERCICIO 4: 15 min.
FAZEREM SOZINHOS
Realize a análise nodal.
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EXERCICIO 4: 15 min.
FAZEREM SOZINHOS
Realize a análise nodal.
v1 = -7,333 V
v2 = -5,333 V
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Um supernó é formado envolvendo-se uma fonte de tensão
(dependente ou independente) conectada entre dois nós que
não são de referência e quaisquer elementos conectados
em paralelo com ele.
Observe as seguintes propriedades de um supernó:
1. A fonte de tensão dentro do supernó fornece uma equação de restrição
necessária para encontrar as tensões nodais.
2. Um supernó não tem nenhuma tensão própria.
3. Um supernó requer a aplicação tanto da LKC como da LKT.
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EXERCICIO 5: 15 min.
FAZEREM SOZINHOS
Realize a análise nodal.
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ANALISE DE MALHAS
A análise de malhas fornece outra maneira para resolver circuitos usando as
correntes de malha como variáveis de circuito. Usar essas correntes em vez das
correntes de elementos como variáveis reduz o número de equações que devem ser
resolvidas matematicamente. A análise nodal aplica a LKC para encontrar as tensões
em cada um dos nós do circuito, enquanto a análise de malhas aplica a LKT para
determinar as correntes desconhecidas. Esta análise não é tão genérica quanto a
análise nodal porque é aplicável apenas a um circuito planar, que pode se desenhado
em uma plano sem ramos cruzados entre si; caso contrário torna-se um circuito não
planar. Um circuito pode ter ramos cruzados e ainda assim ser planar se puder ser
redesenhado no plano.
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CIRCUITO PLANAR CIRCUITO NAO PLANAR
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Leis de Kirchhoff
A lei de Kirchhoff para tensão (LKT) diz que a soma algébrica de todas as tensões
em torno de um caminho fechado (ou laço) é zero.
onde M é o número de tensões no laço (ou o número de ramos no laço) e Vm é a m-ésima tensão.
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Para ilustrar a LKT, considere o circuito abaixo. O sinal em cada tensão é a polaridade do terminal
encontrado primeiro à medida que percorremos o laço, partindo de qualquer ramo e percorrendo o laço
no sentido horário ou anti-horário; então, as tensões seriam –v1, +v2, +v3, – v4 e +v5, nessa ordem. Por
exemplo, ao atingirmos o ramo 3, o terminal positivo é encontrado primeiro; portanto, temos +v3. Para o
ramo 4, atingimos primeiro o terminal negativo; logo, temos –v4. Consequentemente, a LKT resulta em:
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A LKT pode ser aplicada de duas maneiras: percorrendo
o laço no sentido horário ou no sentido anti-horário.
Independentemente do sentido adotado, a soma
algébrica das tensões em torno do laço é zero.
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SOMA DAS TENSOES EM SERIE
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EXEMPLO SIMPLES
Para encontrar v1 e v2, aplicamos a lei de Ohm e a lei de Kirchhoff para tensão. Consideremos
que a corrente i flua pelo laço, conforme mostra abaixo:
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PASSOS:
1° - ESCOLHER NO DE REFERENCIA;
2° - VER QUANTAS MALHAS TEM;
3° - APLICAR A LKT PARA CADA MALHA;
4° - RESOLVER AS EQUACOES;
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EXEMPLO SIMPLES
Para encontrar v1 e v2, aplicamos a lei de Ohm e a lei de Kirchhoff para tensão. Consideremos
que a corrente i flua pelo laço, conforme mostra abaixo:
Respostas: i=4A; V1= 8V; V2= 12 V
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EXEMPLO DIFICIL
Na Figura abaixo, os caminhos abefa e bcdeb são malhas, porém o trecho
abcdefa não é uma malha. A corrente através de uma malha é conhecida
como corrente de malha. Nessa análise o interesse é aplicar a LKT para
determinar as correntes de malha no circuito.
ASSUNTO DO DIA 04/09
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Etapas para determinar as correntes de malha:
1. Atribua as correntes de malhas i 1, i 2, ..., i n a n malhas.
2. Aplique a LKT a cada uma das n malhas. Use a lei de Ohm para
expressar as tensões em termos de correntes de malha.
Resolva as n equações simultâneas resultantes para obter as correntes
de malha.
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Análise de malhas com fontes de corrente. Aplicar a análise de malhas a circuitos contendo fontes de corrente
pode, em princípio, parecer complicado. Porém, sua aplicação na verdade é mais simples, uma vez que fontes de
corrente reduz a quantidade de equações. Considere os dois casos a seguir:
1. Quando existe uma fonte de corrente apenas em uma malha: No circuito da Figura 1. Fazendo i 2 = - 5 A e
escrevendo uma equação de malha para a outra malha de maneira usual, isto é,
2. Quando a fonte de corrente existe entre duas malhas: No circuito da Figura 2, criamos uma supermalha,
excluindo a fonte de corrente e quaisquer elementos a ela associados em série;
Figura 1 Figura 2
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Uma supermalha é resultante quando duas malhas possuem uma fonte de corrente
(dependente ou independente) em comum
Como mostrado na Figura 2, uma supermalha é criada com a periferia de duas malhas,
se o circuito tiver duas ou mais supermalhas que se interceptam, elas devem ser
combinadas para formar uma supermalha maior. A supermalha permite aplicar a LKT
como qualquer outra malha mesmo não conhecendo a tensão em uma fonte de
corrente, observe a Figura 3 sem a fonte de corrente.
Figura 2 Figura 3
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Aplicando a LKC a um dos nós do ramo compartilhado (nó 0), temos
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EXERCICIO 1:
Determine as correntes e tensões no circuito aplicando analise de malhas:
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EXERCICIO 2:
Determine as correntes e tensões no circuito aplicando analise de malhas:
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EXERCICIO 3:
Determine as correntes e tensões no circuito aplicando analise de malhas:
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