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Programa de Gerenciamento de Riscos Ocupacionais

Este documento apresenta o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) de uma empresa de hotelaria. O PGR tem como objetivos controlar os riscos ambientais existentes no local de trabalho, monitorar a exposição dos trabalhadores a esses riscos e preservar o meio ambiente. O documento define as responsabilidades da empresa e dos empregados, os documentos base, os registros, manutenções e divulgações do PGR, os riscos ambientais, critérios de avaliação dos riscos e o reconhecimento e avaliação inicial dos riscos.
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Programa de Gerenciamento de Riscos Ocupacionais

Este documento apresenta o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) de uma empresa de hotelaria. O PGR tem como objetivos controlar os riscos ambientais existentes no local de trabalho, monitorar a exposição dos trabalhadores a esses riscos e preservar o meio ambiente. O documento define as responsabilidades da empresa e dos empregados, os documentos base, os registros, manutenções e divulgações do PGR, os riscos ambientais, critérios de avaliação dos riscos e o reconhecimento e avaliação inicial dos riscos.
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NOGUEIRA SERVIÇOS MÉDICOS LTDA

Medicina e Segurança do Trabalho


PGR – PCMSO – LTCAT - Atestados de Saúde Ocupacional-Perícia Médica
Rua Vigário Antônio Montenegro, 155 – Centro – Goianinha/RN – CEP 59.173-000
Tel: (84) 3243-2052 – 98892-2052
[email protected]

ÍNDICE

1 - IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA..................................................................................................2
2 – OBJETIVO.......................................................................................................................................3
2.1 - Objetivo geral.............................................................................................................................3

2.2 - Objetivos específicos..................................................................................................................3

3 – RESPONSABILIDADES.................................................................................................................3
3.1 - Empresa......................................................................................................................................3

3.2 - Empregados................................................................................................................................3

4 - DOCUMENTOS BASE....................................................................................................................3
5 - REGISTROS, MANUTENÇÕES E DIVULGAÇÕES DO PGR.....................................................3
5.1 - Registros.....................................................................................................................................3

5.2 - Manutenções..............................................................................................................................3

5.3 - Divulgação..................................................................................................................................4

6 - RISCOS AMBIENTAIS...................................................................................................................4
7 - CRITÉRIO PARA AVALIAÇÃO DOS RISCOS AMBIENTAIS...................................................5
7.1 - Avaliação Qualitativa.....................................................................................................................5
7.2 - Avaliação Quantitativa...................................................................................................................5
8 - RECONHECIMENTO E AVALIAÇÃO DOS RISCOS..................................................................6
9- CRONOGRAMA 2022/2024..............................................................................................................15
10 - RESPONSABILIDADE TÉCNICA PELA ELABORAÇÃO.......................................................16
11 - EXECUÇÃO DO PGR.................................................................................................................16
I - ANEXO – TABELA DE FUNÇÃO X EPI......................................................................................17
II.............................................................................................ANEXO – PROTEÇÕES INDIVIDUAIS
.............................................................................................................................................................18
III - MEDIDAS DE CONTROLE QUANTO AO FORNECIMENTO E UTILIZAÇÃO DE EPI.......19
IV - ANEXO – NOÇÕES DE COMBATE A INCÊNDIO..................................................................20
V- ANEXO – CARTILHA ORIENTATIVA DE ERGONOMIA (TRABALHO DE PÉ)..................24
VI - ANEXO – CARTILHA ORIENTATIVA DE ORIENTAÇÕES GERAIS PARA PREVENÇÃO
À COVID-19........................................................................................................................................25
1 - IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA

Razão Social RECANTO DA MATA HOTELARIA LTDA

Endereço Rua Sucupira, nº 87 A

Bairro Praia de Pipa

CEP 59.178-000

Cidade Tibau Do Sul

Estado Rio Grande do Norte

CQC/CNPJ 25.167.106/0001-05

Dimensionamento da CIPA (NR – 05)

CNAE 55.10-8-01

Grau de Risco 02 (dois)

Atividade Principal Hotéis e similares

Grupo Econômico I – 55 - ALOJAMENTO E ALIMENTAÇÃO


Feminino: 00 (zero)
Nº de Colaboradores 11 (onze)
Masculino 11 (onze)

Não se faz necessário o dimensionamento da CIPA - COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES, em


virtude do número de empregados ser inferior a 50 (cinquenta empregados).
Acima de
*GRUPOS

20 30 51 101 121 141 301 1001 2501 10.000 para


0a 81 a 501 a 5001
a a a a a a a a a cada grupo de
19 100 1000 a 10.000
29 50 80 120 140 300 500 2500 5000 2.500
acrescentar
1 1 2 2 2 2 3 4 5 6 1
C – 35
1 1 2 2 2 2 3 3 4 5 1

Composição da CIPA: 01 representante da CIPA

OBS.: 5.4.13 Quando o estabelecimento não se enquadrar no Quadro I e não for atendido por SESMT, nos termos da Norma
Regulamentadora n° 4 (NR-04), a organização nomeará um representante da organização dentre seus empregados para auxiliar na
execução das ações de prevenção em segurança e saúde no trabalho, podendo ser adotados mecanismos de participação dos
empregados, por meio de negociação coletiva.

2
2 – OBJETIVO
2.1 - Objetivo geral
O Programa de Gerenciamento de Riscos tem como objetivo a implantação de um programa
que busca preservar a saúde e a integridade física dos trabalhadores, através da antecipação,
reconhecimento, avaliação e consequente controle dos riscos ambientais.

2.2 - Objetivos específicos


 Controlar os riscos ambientais existentes no local de trabalho com adoção de medidas de controle;
 Monitorar a exposição dos trabalhadores aos riscos ambientais existentes no local de trabalho;
 Preservar o meio ambiente.

3 – RESPONSABILIDADES
3.1 - Empresa
Conforme compromisso assumido e registrado como nosso objetivo, parte integrante deste
documento, reiteramos nossa responsabilidade quanto à total implementação e cumprimento de todos
os aspectos registrados em nosso PGR, fazendo desta forma com que este, seja perpetuado juntamente
com nossa organização.

3.2 - Empregados
Após participação efetiva da elaboração deste PGR, nossos funcionários serão conscientizados
da necessidade de participação em nossos treinamentos, relacionados com suas atividades,
entendemos que também são responsáveis pelas identificações de ocorrências que possam implicar em
riscos a sua saúde.
4 - DOCUMENTOS BASE

 Estratégia e metodologia de ação:


 A elaboração, implementação, acompanhamento e avaliação do nosso PGR, segue as
diretrizes gerais e os padrões mínimos exigidos nas Normas Regulamentadoras – NR’s.
Baseado nisto, adotamos as seguintes estratégias e metodologias de ação:
 Antecipação dos riscos potenciais – sempre que houver implantações e/ou modificações
nas instalações, layout ou procedimentos em nossa empresa;
 Reconhecimento dos riscos ambientais no produtivo – levando-se em consideração o
local de trabalho e as condições de exposições;
 Avaliação quantitativa – sempre que necessária e quantas forem, para totais
esclarecimentos e interpretações dos resultados;
 Avaliação do PGR – anualmente a empresa analisará os dados do PGR, do
monitoramento e quais metas foram efetivamente atingidas, objetivando sempre suas
melhorias.

5 - REGISTROS, MANUTENÇÕES E DIVULGAÇÕES DO PGR

5.1 - Registros
Todos os dados serão mantidos arquivados durante no mínimo 20 (vinte) anos, constituindo-se no
banco de dados com o histórico administrativo e técnico do desenvolvimento do PGR.
5.2 - Manutenções
A. Também serão instrumentos para avaliações a eficácia do programa. Avaliações periódicas para
verificar o andamento dos trabalhos e o cumprimento das metas estipuladas no cronograma.
B. Monitoramento periódico para avaliar a eficiência do programa e as medidas de controle implantadas.
C. Resultados dos exames médicos.

3
5.3 - Divulgação
Todos os dados estarão à disposição dos empregados, seus representantes legais e órgãos
competentes, em arquivo da empresa. As informações sobre o PGR serão fornecidas aos
trabalhadores através de palestras proferidas pela CIPA (quando houver) ou outros meios de
comunicação interna da empresa.

6 - RISCOS AMBIENTAIS

Segundo a NR–9 (programa de prevenção de riscos ambientais), são considerados riscos ambientais os agentes
físicos, químicos e biológicos existentes no ambiente de trabalho que, em função de sua natureza, concentração
tempo de exposição são capazes de causar danos à saúde do trabalhador, conforme classificação que segue:

CLASSIFICAÇÃO DOS PRINCIPÁIS RISCOS OCUPACIONAIS EM GRUPOS


DE ACORDO COM A SUA NATUREZA
GRUPO 1 GRUPO 2 GRUPO 3 GRUPO 4 GRUPO 5
Riscos Físicos Riscos Químicos Riscos Biológico Riscos Ergonômico Riscos de Mecânico
Verde Vermelho Marrom Amarelo Azul
         
Ruído Poeiras Vírus Esforços físicos Arranjo físico inadequado
Levantamento e
Máquina e equipamentos
Vibrações Fumos Bactérias transporte manual de
sem proteção
peso
Exigência de Postura Ferramentas inadequadas ou
Radiações Ionizantes Névoas Protozoários
inadequada defeituosa
Radiações não Controle rígido de
Neblinas Fungos Iluminação inadequada
ionizantes produtividade
Imposição de ritmo
Frio Gases Parasitas Eletricidade
excessivo
Jornadas de trabalho Probabilidade de incêndios
Calor Vapores  
prolongadas ou exposição
Substâncias,
Outras situações
compostos ou
Pressões Anormais   causadoras de stress Armazenagem inadequada
produtos químicos
físico e/ou psíquico
em geral
Umidade       Animais peçonhentos

Situação de riscos que


        poderão contribuir para
acidentes

4
7 - CRITÉRIO PARA AVALIAÇÃO DOS RISCOS AMBIENTAIS

Esta fase envolve o estudo inicial através do reconhecimento dos riscos ambientais no ambiente de trabalho.
Deve proporcionar uma gradação dos riscos, que permitirá estabelecer necessidades e priorização de ações de
avaliação e controle, fornecendo subsídio ao PGR. O Risco ambiental será graduado levando-se em consideração
a exposição ao agente, a intensidade ao agente, severidade do dano e a probabilidade de acontecimentos do dano.

7.1 - Avaliação Qualitativa

A avaliação quantitativa deverá ser realizada sempre que necessária para:


a. Comprovar o controle da exposição ou a inexistência dos riscos identificados na etapa de reconhecimento;
b. Dimensionar a exposição dos trabalhadores;
c. Subsidiar o equacionamento das medidas de controle;
d. Identificação das funções e determinação do número de trabalhadores expostos

7.2 - Avaliação Quantitativa

A avaliação quantitativa deverá ser realizada sempre que necessária para:

a. Comprovar o controle da exposição ou a inexistência dos riscos identificados na etapa de reconhecimento;


b. Dimensionar a exposição dos trabalhadores;
Subsidiar o equacionamento das medidas de controle.

5
8 - RECONHECIMENTO E AVALIAÇÃO DOS RISCOS

RECANTO DA MATA HOTELARIA LTDA


Endereço: Rua Sucupira, nº 87 A Bairro: Praia de Pipa CEP: 59.178-000 Localidade: Tibau do Sul/RN
Descrição do ambiente de trabalho
O estabelecimento é um Hotel, adaptado para as atividades de atendimento ao público geral. Dotado de
chalés para os hospedes com espaço interno aberto para repouso com piscina, área de descanso e uma área
onde funciona toda a parte operacional (cozinha, administração e demais áreas necessárias para a atividade).
O RECANTO DA MATA tem sua estrutura com paredes de reboco simples com revestimento em massa
RECANTO DA MATA
corrida, teto lajeado, piso em cerâmica, iluminação natural e forçada por meio de lâmpadas tipo LED e
HOTELARIA LTDA
ventilação natural. A cozinha com paredes de reboco simples com revestimento em cerâmica parede
completa, teto lajeado com forro de PVC, piso em cerâmica, iluminação natural e forçada por meio de
lâmpadas tipo LED e ventilação natural e forçada por meio de ventilador. Área de lazer com piscina,
quiosque com cobertura vegetal, piso em madeira e banheiros.

FOTO 01: Vista aérea FOTO 02: Fachada recepção FOTO 03: Recepção

FOTO 04: Área do Bar FOTO 05: Área do Bar FOTO 06: Área da piscina.
RELAÇÃO DOS PRODUTOS QUÍMICOS UTILIZADOS
NOME DO PRODUTO FABRICANTE FINALIDADE GHE - Atividade
Cloro Granulado Múltipla Ação Genco Desinfetante de piscina Chefe de Manutenção
Cloro Estabilizado Alta Performance Genco Desinfetante de piscina Chefe de Manutenção
Genfloc – Clarificante Genco Auxiliar de Filtração Chefe de Manutenção
Algicida de Manutenção Genco Previne Algas Chefe de Manutenção
Limpa Bordas Concentrado Genco Elimina depósitos de Gordura Chefe de Manutenção
Desinfetante Stralux Starlux Desinfetante de ambientes ASG
Versátil Limpa Pisos Becker Limpador de pisos ASG
Detergente Aroma do Campo Starlux Detergente lava louças ASG
Álcool em Gel Becker Antisséptico Todas as funções
Sabão em Pó ALA Limpeza ASG e camareira
Doratiotto & Carvalho Ind.
Removedor de Ferrugem Antioxidante Chefe de Manutenção
Com. de Tintas Eirelli
Adesivo Plástico Amanco Cola para tubos e conexões Chefe de Manutenção
Adesivo Aquatherm Tigre Cola para tubos e conexões Chefe de Manutenção
Adesivo Plástico para PVC Tigre Cola para tubos e conexões Chefe de Manutenção
White Lub Orbi Química Lubrificante Chefe de Manutenção

IDENTIFICAÇÃO DE PERIGO E AVALIAÇÃO DE RISCOS

6
SETOR ADMINISTRATIVO - Descrição de Atividades
Gerente Realiza atividades com movimentos de esforço leve.
Gerencia, promove produtos e serviços do local. Coordena áreas operacionais e de alimentação.
MASC FEM Administra os recursos humanos e financeiros internos e externos, executando rotinas
00 01
administrativas, presta apoio ao cliente.
Recepcionista Realiza atividades com movimentos de esforço leve.
Faz o atendimento aos clientes internos e externos, realiza reservas de hospedes, atende, recebe e
MASC FEM faz ligações, procura e entra em contato com fornecedores de serviços (gás, água e diversos), liga
00 01
e opera desktop de mesa.
Governanta de Hotelaria Realiza atividades com movimentos de esforço leve.
Coordena as atividades de arrumação diária dos apartamentos, planeja as atividades de faxina, a
MASC FEM fim de manter as áreas de circulação e sociais sempre em bom estado de higiene, conservação e
00 01 limpeza. Responsável pela rouparia e enxoval. Solicita serviços de manutenção, reparos e
consertos em equipamentos, móveis e utensílios.

AVALIAÇÃO QUALITATIVA
Risco Físico Risco Químico Risco Biológico Risco Ergonômico Risco Mecânico
Tipos de Riscos
         
1. Agente ambiental/
N/A N/A Vírus Postura Inadequada Queda de níveis
Identificação

2. Fonte geradora/ Ambiente de Ambiente de Ambiente de


N/A N/A
Localização Trabalho Trabalho Trabalho

3. Trajetória/ Meio de
N/A N/A Via respiratória N/A N/A
propagação
4. Nível de Exposição N/A N/A Baixo Baixo Baixo
5. Tipo de exposição N/A N/A Habitual Eventual Eventual
Doenças
6. Possível danos à Dores Lombares,
N/A N/A relacionadas a riscos Lesões, fraturas
saúde Fadiga, Torções
biológicos
7. Probabilidade do
N/A N/A Baixo Baixo Baixo
dano
Realizar Uso de EPI –
Uso de EPI –
8. Medidas de controle alongamentos antes Calçado com
N/A N/A Máscara
existentes das atividades solado
descartáveis/tecido
laborais. antiderrapante.
9. Medidas de controle Manter as medidas Manter as medidas Manter as medidas
N/A N/A
propostas existentes existentes existentes
AVALIAÇÃO QUANTITATIVA
10. Aparelho N/A N/A N/A N/A N/A
11. Resultado da
N/A N/A N/A N/A N/A
avaliação

IDENTIFICAÇÃO DE PERIGO E AVALIAÇÃO DE RISCOS

7
SETOR APOIO - Descrição da Atividade
Camareira Realiza atividades com movimentos de esforço leve e moderado.
Coordena as atividades de arrumação diária dos apartamentos, planeja as atividades de faxina, a
fim de manter as áreas de circulação e sociais sempre em bom estado de higiene, conservação e
MASC FEM limpeza. Responsável pela rouparia e enxoval. Solicita serviços de manutenção, reparos e
00 02 consertos em equipamentos, móveis e utensílios.

AVALIAÇÃO QUALITATIVA
Risco Físico Risco Químico Risco Biológico Risco Ergonômico Risco Mecânico
Tipos de Riscos
         
Produtos de Limpeza
1. Agente doméstico Vírus, bactérias,
ambiental/ N/A (saponáceos, protozoários, parasitas e Postura Inadequada Queda de níveis
Identificação detergentes e bacilos
desinfetantes)
2. Fonte Ambiente de Trabalho,
Manuseio e aplicação Ambiente de Ambiente de
geradora/ N/A Limpeza e higienização
de produto de limpeza Trabalho Trabalho
Localização de sanitários
3. Trajetória/
Via respiratória e
Meio de N/A Via dérmica N/A N/A
dérmica
propagação
4. Nível de
N/A Baixo Baixo Baixo Baixo
Exposição
5. Tipo de
N/A Eventual Eventual Eventual Eventual
exposição
6. Possível Doenças relacionadas a Dores Lombares,
N/A Dermatite de contato Lesões, fraturas
danos à saúde riscos biológicos Fadiga, Torções
7.
Probabilidade N/A Baixo Baixo Baixo Baixo
do dano
Realizar Uso de EPI –
8. Medidas de Uso de EPI – Máscara
Uso de EPI - Luva alongamentos Calçado com
controle N/A descartáveis/PFF1/tecido
látex antes das solado
existentes e luva látex
atividades laborais. antiderrapante.
9. Medidas de
Manter as medidas Manter as medidas Manter as medidas Manter as medidas
controle N/A
existentes existentes existentes existentes
propostas
AVALIAÇÃO QUANTITATIVA
10. Aparelho N/A N/A N/A N/A N/A
11. Resultado
N/A N/A N/A N/A N/A
da avaliação

IDENTIFICAÇÃO DE PERIGO E AVALIAÇÃO DE RISCOS

8
SETOR LIMPEZA E JARDINAGEM - Descrição da Atividade
Auxiliar de Serviços Gerais Realiza atividades com movimentos de esforço leve e moderado.
Executa a limpeza e conservação dos ambientes, vasculhando, espanando, varrendo, passando o pano
e lavando. Realiza a lavagem e recolhe o lixo dos banheiros, abastecendo com sabonete, papel
higiênico e papel toalha. Mantem a limpeza e organização do local.
Cuida da conservação dos Jardins, aduba e remove as folhagens secas, faz a pulverização para
MASC FEM eliminar ou evitar pragas, sob orientação do biólogo, aplicando outros venenos para manutenção e
01 00 combate de pragas, bem como executa outras atividades correlatas, conforme necessidade.
Realizar todos os procedimentos nos trabalhos em altura de acordo com a NR 35, com ênfase nos
itens 35.2.1 e 35.2.2.
Realizar treinamentos regulares e periódicos para assegurar práticas prevencionistas dos
trabalhadores de acordo com os previstos nas NRs.

AVALIAÇÃO QUALITATIVA
Risco
Risco Físico Risco Químico Risco Biológico Risco Ergonômico
Tipos de Riscos Mecânico
         
Produtos de Limpeza
1. Agente Vírus, bactérias,
doméstico (saponáceos,
ambiental/ N/A protozoários, parasitas e Postura Inadequada Queda de níveis
detergentes e
Identificação bacilos
desinfetantes)
Ambiente de Trabalho,
2. Fonte geradora/ Manuseio e aplicação de Ambiente de Ambiente de
N/A Limpeza e higienização
Localização produto de limpeza Trabalho Trabalho
de sanitários
3. Trajetória/ Meio Via respiratória e
N/A Via dérmica N/A N/A
de propagação dérmica
4. Nível de
N/A Baixo Baixo Baixo Baixo
Exposição
5. Tipo de
N/A Eventual Eventual Eventual Eventual
exposição
6. Possível danos à Doenças relacionadas a Dores Lombares,
N/A Dermatite de contato Lesões, fraturas
saúde riscos biológicos Fadiga, Torções
7. Probabilidade
N/A Baixo Baixo Baixo Baixo
do dano
Uso de EPI –
Calçado com
Realizar
Uso de EPI – Máscara solado
8. Medidas de alongamentos antes
N/A Uso de EPI - Luva látex descartáveis/PFF1/tecido antiderrapante,
controle existentes das atividades
e luva látex *Realizar
laborais.
treinamento de
altura NR-35.
Manter as
9. Medidas de Manter as medidas Manter as medidas Manter as medidas
N/A medidas
controle propostas existentes existentes existentes
existentes
AVALIAÇÃO QUANTITATIVA
N/A
10. Aparelho N/A N/A N/A N/A

11. Resultado da
N/A N/A N/A N/A N/A
Avaliação
* Realizar treinamento para trabalho em altura, antes de executar qualquer atividade acima de 2 metros de altura

IDENTIFICAÇÃO DE PERIGO E AVALIAÇÃO DE RISCOS

9
SETOR MANUTENÇÃO - Descrição da Atividade
Chefe de Manutenção Realiza atividades com movimentos de esforço leve, moderado.
Responsável por atividades de manutenção corretiva, preventiva e preditiva. Realiza
MASC FEM planejamento de atividades em campo, relatórios, procedimentos, tratativas com clientes,
01 00 ensaios de equipamentos, solicitações de recursos, liderar equipes de manutenção e serviços
diversos

AVALIAÇÃO QUALITATIVA
Risco
Risco Físico Risco Químico Risco Biológico Risco Mecânico
Tipos de Riscos Ergonômico
         
1. Agente Substâncias, compostos Queda de níveis,
Postura
ambiental/ N/A ou produtos químicos em Não exposto. acidente com objetos
Inadequada
Identificação geral cortantes.
Ambiente de Trabalho,
2. Fonte geradora/ Manuseio e aplicação Ambiente de Ambiente de
N/A Limpeza e higienização
Localização dos produtos Trabalho Trabalho
de sanitários
3. Trajetória/
Via respiratória e
Meio de N/A Via dérmica, via aérea N/A N/A
dérmica
propagação
4. Nível de
N/A Baixo Baixo Baixo Baixo
Exposição
5. Tipo de
N/A Eventual Eventual Eventual Eventual
exposição
6. Possível danos Doenças relacionadas a Dores Lombares,
N/A Dermatite de contato Lesões, fraturas
à saúde riscos biológicos Fadiga, Torções
7. Probabilidade
N/A Baixo Baixo Baixo Baixo
do dano
Uso de EPI –
Realizar
Calçado com solado
Uso de EPI - Luva látex, Uso de EPI – Máscara alongamentos
8. Medidas de antiderrapante,
N/A óculos de segurança descartáveis/PFF1/tecido antes das
controle existentes *Realizar
incolor e luva látex atividades
treinamento de altura
laborais.
NR-35.
9. Medidas de Manter as
Manter as medidas Manter as medidas Manter as medidas
controle N/A medidas
existentes existentes existentes
propostas existentes
AVALIAÇÃO QUANTITATIVA
N/A
10. Aparelho N/A N/A N/A N/A

11. Resultado da
N/A N/A N/A N/A N/A
Avaliação
* Realizar treinamento para trabalho em altura, antes de executar qualquer atividade acima de 2 metros de altura

IDENTIFICAÇÃO DE PERIGO E AVALIAÇÃO DE RISCOS


SETOR Segurança - Descrição da Atividade
Vigia Noturno Realiza atividades com movimentos de esforço leve.
MASC FEM Responsável por atividades de manutenção corretiva, preventiva e preditiva. Realiza

10
02 00
planejamento de atividades em campo, relatórios, procedimentos, tratativas com clientes, ensaios
de equipamentos, solicitações de recursos, liderar equipes de manutenção e serviços diversos

AVALIAÇÃO QUALITATIVA
Risco Físico Risco Químico Risco Biológico Risco Ergonômico Risco Mecânico
Tipos de Riscos
         
1. Agente ambiental/
N/A N/A Vírus Postura Inadequada Queda de níveis
Identificação

2. Fonte geradora/ Ambiente de Ambiente de Ambiente de


N/A N/A
Localização Trabalho Trabalho Trabalho

3. Trajetória/ Meio de
N/A N/A Via respiratória N/A N/A
propagação
4. Nível de Exposição N/A N/A Baixo Baixo Baixo
5. Tipo de exposição N/A N/A Habitual Eventual Eventual
Doenças
6. Possível danos à Dores Lombares,
N/A N/A relacionadas a riscos Lesões, fraturas
saúde Fadiga, Torções
biológicos
7. Probabilidade do
N/A N/A Baixo Baixo Baixo
dano
Realizar Uso de EPI –
Uso de EPI –
8. Medidas de controle alongamentos antes Calçado com
N/A N/A Máscara
existentes das atividades solado
descartáveis/tecido
laborais. antiderrapante.
9. Medidas de controle Manter as medidas Manter as medidas Manter as medidas
N/A N/A
propostas existentes existentes existentes
AVALIAÇÃO QUANTITATIVA
10. Aparelho N/A N/A N/A N/A N/A
11. Resultado da
N/A N/A N/A N/A N/A
avaliação

IDENTIFICAÇÃO DE PERIGO E AVALIAÇÃO DE RISCOS


SETOR SERVIÇOS - Descrição da Atividade

11
Garçom Realiza atividades com movimentos de esforço leve.
MASC FEM Atender os clientes, servindo alimentos e bebidas, preparar as mesas, tirar as comandas, retirar os
01 00 utensílios da mesa, solicitar a conta, receber o pagamento e limpar a mesa.

AVALIAÇÃO QUALITATIVA
Risco Físico Risco Químico Risco Biológico Risco Ergonômico Risco Mecânico
Tipos de Riscos
         
1. Agente ambiental/
N/A N/A Vírus Postura Inadequada Queda de níveis
Identificação

2. Fonte geradora/ Ambiente de Ambiente de Ambiente de


N/A N/A
Localização Trabalho Trabalho Trabalho

3. Trajetória/ Meio de
N/A N/A Via respiratória N/A N/A
propagação
4. Nível de Exposição N/A N/A Baixo Baixo Baixo
5. Tipo de exposição N/A N/A Habitual Eventual Eventual
Doenças
6. Possível danos à Dores Lombares,
N/A N/A relacionadas a riscos Lesões, fraturas
saúde Fadiga, Torções
biológicos
7. Probabilidade do
N/A N/A Baixo Baixo Baixo
dano
Realizar Uso de EPI –
Uso de EPI –
8. Medidas de controle alongamentos antes Calçado com
N/A N/A Máscara
existentes das atividades solado
descartáveis/tecido
laborais. antiderrapante.
9. Medidas de controle Manter as medidas Manter as medidas Manter as medidas
N/A N/A
propostas existentes existentes existentes
AVALIAÇÃO QUANTITATIVA
10. Aparelho N/A N/A N/A N/A N/A
11. Resultado da
N/A N/A N/A N/A N/A
avaliação

IDENTIFICAÇÃO DE PERIGO E AVALIAÇÃO DE RISCOS


SETOR COZINHA – Descrição de Atividades
Cozinheiro Chefe Realiza atividades com movimentos de esforço leve.
MASC FEM Elabora e supervisiona o preparo e montagem de pratos. Orienta e verifica a elaboração das receitas
01 00 e monitora as atividades da equipe, para assegurar a qualidade do serviço prestado e cumprimento

12
das normas e procedimentos de segurança alimentar.

AVALIAÇÃO QUALITATIVA
Risco Físico Risco Químico Risco Biológico Risco Ergonômico Risco Mecânico
Tipos de Riscos
         
Produtos de
Queda de níveis,
1. Agente ambiental/ Limpeza de uso Postura
Calor Vírus Acidente com
Identificação Doméstico Inadequada
superfícies quentes
(Detergente Neutro).
Manuseio de
Manuseio e
Arranjo físico e utensílios;
2. Fonte geradora/ Fogão e aplicação de produto Ambiente de
layout dos locais Equipamentos com
Localização fritadeira de limpeza de uso Trabalho
de trabalho partes móveis; Piso
doméstico
irregular
3. Trajetória/ Meio de
Pelo ar, reflexão Via Dérmica Via respiratória N/A N/A
propagação
4. Nível de Exposição Moderado Baixo Baixo Baixo Baixo
5. Tipo de exposição Intermitente Eventual Baixo Baixo Baixo
Doença
6. Possível danos à Dores Lombares,
Queimaduras Alergias relacionada ao Lesões, fraturas
saúde Fadiga, Torções
risco biológico
7. Probabilidade do
Moderado Baixo Baixo Baixo Baixo
dano
Usar EPI – luva Realizar
Uso de EPI – Uso de EPI –
térmica, avental Usar EPI – luva de alongamentos
8. Medidas de controle máscara Calçado de
térmico e látex, avental de antes das
existentes descartável, luva Segurança com
manter-se PVC atividades
de procedimento solado antiderrapante
hidratado laborais.
Melhorar Manter as
9. Medidas de controle Manter as medidas Manter as medidas Manter as medidas
sistema de medidas
propostas existentes existentes existentes
exaustão existentes
AVALIAÇÃO QUANTITATIVA
Medidor de
Stress Térmico –
10. Aparelho N/A N/A N/A N/A
TGD – 400
11. Resultado da
35,34 °C N/A N/A N/A N/A
avaliação

Local: Cozinha – Pousada Recanto da Mata


PARAMETRO / PONTO DE MEDIÇÃO 1 - Trabalho
TEMPERATURA DE BULBO ÚMIDO NATURAL TBN (°C) 30,3 °C
TEMPERATURA DE GLOBO – TG (°C) 47,1 °C

13
TEMPERATURA DE BULBO SECO – TBS (°C) 37,0 °C
IBUTG (°C) 35,34 °C

Fonte Meio de propagação Trajetória de propagação


Forno Ar Reflexão
OBSERVAÇÃO:
IBUTG (1-trabalho) = 0,7 x tbn + 0,3 x tg
IBUTG (1-trabalho) = 0,7 x 30,3 + 0,3 x 47,1
IBUTG (1-trabalho) = 21,21 + 14,13
IBUTG (1-trabalho) = 35,37 °C
PARECER TÉCNICO:
De acordo com o ANEXO N°3 da NR 09 em seu quadro Nº 1, estabelece que para M=226 W, o máximo IBUTG
permitido é de 26,7ºC, e como o local apresenta IBUTG = 35,37°C, conclui-se que a exposição do agente físico calor está
ACIMA do Limite de Exposição Ocupacional. A exposição ao agente físico com temperatura acima do limite se dá de forma
intermitente.
MEDIDAS PROPOSTAS PARA MELHORIAS AMBIENTAIS:
1 – Manter a manutenção preventiva e corretiva dos equipamentos;
2 – Aumentar a circulação de ar no setor com instalação de exaustores;
3 – Ver possibilidade de climatização do setor
4 – Verificar a possibilidade de troca das mangueiras de gás
REGISTRO FOTOGRAFICO

Medição de temperatura Medição de temperatura Realizar manutenção

9- CRONOGRAMA 2022/2024

AÇÃO EXECUÇÃO

14
Novembro

Dezembro
Fevereiro

Setembro

Outubro
Janeiro

Agosto
Março

Junho

Julho
Abril

Maio
Entregar de ordens de
serviços, alertando os
empregados sobre os IMEDIATO
riscos existentes nos
locais de trabalho.

Treinamento de
SEMPRE QUE HOUVER CONTRATAÇÃO
Integração

NR-06 (Equipamentos de
Proteção Individual –
EPI)

NR-23 (Proteção de
Combate a Incêndio)

NR-35 (Trabalho em
Altura)

Palestra Higiene Pessoal

Analise Global do PGR

Revisão do PGR

15
10 - RESPONSABILIDADE TÉCNICA PELA ELABORAÇÃO

Este trabalho está composto de 25 páginas, numeradas, digitadas na parte frontal. O Programa foi elaborado pelo
médico do trabalho abaixo identificado, estando esta folha assinada e as demais, todas, devidamente rubricadas.
Devendo ser utilizado apenas para fim a que se destina o Programa de Gerenciamento de Riscos – PGR.

Para efeitos legais, deve estar disponível e ser de fácil acesso às autoridades competentes credenciadas
pertencentes a órgãos fiscalizadores.

Goianinha/RN, 28 de janeiro de 2022.

Dra. Rosemary Batista Nogueira


Médico do Trabalho
CRM/RN – 3026

11 - EXECUÇÃO DO PGR

A empresa RECANTO DA MATA HOTELARIA LTDA, terá a responsabilidade objetiva sobre a execução
do programa estando ciente das responsabilidades de cumprimento das atividades contidas no planejamento de
ações, dando, portanto, condições aos prepostos responsáveis de programar, juntamente com os colaboradores, o
controle das doenças ocupacionais e acidentes do trabalho provocados pelos riscos existentes no ambiente de
trabalho.

A contratada declara que, está ciente das informações citadas:

Tibau do Sul/RN, ___/___/___

RECANTO DA MATA HOTELARIA LTDA

16
I - ANEXO – TABELA DE FUNÇÃO X EPI

EPI’S

Mascará Descartável
Óculos de Segurança

Impermeável (PVC)
Sapato Ocupacional

Bota de Segurança

Luva de malha de

Luva de Algodão
Avental Térmico

Japona e calça
Cinta Lombar
FUNÇÃO

Luva de Vinil
Sapato Social

Luva térmica
com Bico de

Frigorifica
Composite
Luva látex
Uniforme

tricotado
Avental
Incolor

Touca
Crocs

aço
Auxiliar Administrativo                                
Recepcionista                                
Fiscal de Loja                                
Operador de Caixa                                
Operador de Loja                                
Açougueiro                                
Atendente de Balcão de
                               
Açougue
Encarregado de Açougue
Camarista
Ajudante de Padaria                                
Ajudante de Padeiro
Atendente de Balcão de
Padaria
Atendente de Balcão
Encarregado de Padaria
Forneiro
Motorista                                
Técnico em
                               
Eletroeletrônica
ASG
Legenda
  Uso Obrigatório
  Uso Durante a atividade
  Uso Eventual

17
II. ANEXO – PROTEÇÕES INDIVIDUAIS
1 – ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DAS PROTEÇÕES INDIVIDUAIS
ÓCULOS DE SEGURANÇA

Óculos de segurança constituído de modelos com armação injetada em


plástico preto ou armação em PVC, e lentes de vidro oftálmico incolor ou
lente escura, resistente a impactos.
Uso para proteção contra respingos e projeção de partículas volantes.

LUVA DE LÁTEX

Proteção das mãos do usuário contra agentes químicos, tais como:


Classe A – Tipo 2: agressivos básicos, classe B – detergentes, sabões,
amoníacos e similares e classe C – tipo 3: álcoois, tipo 4: éteres, tipo 5:
cetonas, tipo 6: ácidos orgânicos.

AVENTAL TÉRMICO

Proteção do tronco contra agentes térmicos (calor e chamas).

LUVA TÉRMICO

Proteção das mãos do usuário contra agentes abrasivos, escoriantes,


cortantes e perfurantes e contra agentes térmicos (calor e chamas).

MÁSCARA DESCARTÁVEL

Proteção das vias respiratórias contra agentes biológicos.

BOTINA DE SEGURANÇA

Botina de segurança em vaqueta relax, confeccionada em modelos com


cadarço ou com elástico coberto nas laterais, com bico ou sem bico de
aço, peito do pé acolchoado, solado em PU (Poliuretano) monodensidade
ou Bidensidade, e injetado diretamente no Cabedal.

CAPA DE CHUVA

Confeccionada em tecido impermeável sintético forrado e revestido em


PVC ou em Trevira, com alta resistência química, mecânica e abrasiva.
Soldada eletronicamente. Possui capuz.

JAPONA E CALÇA FRIGORIFICA

proteção do usuário contra risco de origem térmica.

LUVA DE MALHA DE AÇO

Proteção das mãos do usuário contra cortes por facas manuais e objetos
cortantes similares.

18
III - MEDIDAS DE CONTROLE QUANTO AO FORNECIMENTO E UTILIZAÇÃO DE EPI

Conforme estabelece a Norma Regulamentadora NR-6, durante o treinamento de Integração o Trabalhador receberá
instruções de segurança com relação ao fornecimento, uso e conservação de EPI, seguindo-se os preceitos abaixo:

Norma Regulamentadora NR-6

6.6.1 Cabe ao empregador quanto ao EPI:

a) adquirir o adequado ao risco de cada atividade;


b) exigir seu uso;
c) fornecer ao trabalhador somente o aprovado pelo órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no
trabalho;
d) orientar e treinar o trabalhador sobre o uso adequado, guarda e conservação;
e) substituir imediatamente, quando danificado ou extraviado;
f) responsabilizar-se pela higienização e manutenção periódica; e,
g) comunicar ao MTE qualquer irregularidade observada.

6.7.1 Cabe ao empregado quanto ao EPI:

a) usar, utilizando-o apenas para a finalidade a que se destina;


b) responsabilizar-se pela guarda e conservação;
c) comunicar ao empregador qualquer alteração que o torne impróprio para uso; e,
d) cumprir as determinações do empregador sobre o uso adequado.

Após o recebimento das instruções de segurança, o trabalhador receberá seu uniforme e EPI de acordo com os riscos
ocupacionais específicos. As informações são registradas no Termo de Responsabilidade de entrega de EPI.

I. Anexo – Procedimento para casos de Emergências

2.1 – Incêndio
2.1.1 – Princípio de incêndio

Se houver feridos, resgatar e encaminhá-lo para hospital local, avisando por telefone o envio dos feridos;
Ligar para o Corpo de Bombeiros (Fone 193)
Em caso de focos de incêndio, combatê-los, utilizando extintores adequados presentes nas imediações do local
sinistrado;
Combatido o foco de incêndio, limpar o local e recolher extintores utilizados;

2.1.2 – Incêndio de média e grande proporção

Se houver feridos, resgatar e encaminhá-los para o Pronto Socorro Clovis Sarinho (Walfredo Gurgel), avisando por
telefone o envio dos feridos;
Contatar, Corpo de Bombeiros (Fone 193)
Contatar o gerente, informando a situação ocorrida;
Proceder ao afastamento imediato de todos os materiais combustíveis e inflamáveis próximo do local sinistrado;
Proceder ao controle de expansão do fogo utilizando extintores adequados;

2.1.3 – Acidentes com vítima

Socorro a vítima encaminhar para o hospital local, avisando por telefone o envio dos feridos;
Fazer levantamento primário de possíveis causas do acidente;
Registrar o acidente em ficha específica na CAT;

2.1.4 – Acidente sem vítima

Fazer levantamento primário de possíveis causas do acidente;

19
IV - ANEXO – NOÇÕES DE COMBATE A INCÊNDIO

Extintores

Como usar os extintores de incêndio

Os aparelhos extintores são os vasilhames fabricados com dispositivo que possibilitam a aplicação do agente extintor
sobre os focos de incêndio. Normalmente os aparelhos extintores recebem o nome do agente extintor que neles
contém. Os aparelhos extintores destinam-se ao combate imediato de pequenos focos de incêndio, pois acondicionam
pequenos volumes de agentes extintores para manterem a condição de fácil transporte. São de grande utilidade, pois
podem combater a maioria dos incêndios, cujos princípios são pequenos incêndio assuma proporções maiores, chame
imediatamente o Corpo de Bombeiros pelo telefone 193.

O êxito no emprego dos extintores depende dos seguintes fatores:

a. De uma distribuição adequada dos aparelhos pela área a proteger;


b. De manutenção adequada e eficiente;
c. De pessoal habilitado a manejar aparelhos na extinção de incêndio.

Quanto ao tamanho, os extintores podem ser:

 Portáteis;
 Sobre rodas (carretas)

I. Extintor de água pressurizada

 Retirar o pino de segurança.


 Empunhar a mangueira e apertar o gatilho, dirigindo.
 O jato para a base do fogo.
 Só usar em madeira, papel, fibras, plásticos e similares.
 Não usar em equipamentos elétricos.

II. Extintor de água pressurizada

 Abrir a válvula do cilindro de gás.


 Atacar o fogo, dirigindo o jato para a base das chamas.
 Só usar em madeira, papel, fibras, plásticos e similares.
 Não usar em equipamentos elétricos.

III. Extintor de espuma (pouco utilizado)

 Inverter o aparelho e o jato disparará automaticamente, só cessará quando a carga estiver esgotada.
 Não usar em equipamentos elétricos.

IV. Extintor de gás carbônico (CO₂)

 Retirar o pino de segurança quebrando o lacre.


 Acionar a válvula dirigindo o jato para base do fogo.
 Pode ser usado em qualquer tipo de incêndio.

V. Extintor de pó químico seco (PQS)

 Retirar o pino de segurança.


 Empunhar a pistola difusora.
 Atacar o fogo acionando o gatilho.
 Pode ser usado em qualquer tipo de incêndio.

*Utilizar o pó químico em materiais eletrônicos, somente em último caso.

20
VI. Extintor de pó químico seco com cilindro de gás

 Abrir a ampola de gás.


 Apertar o gatilho e dirigir a nuvem de pó à base do fogo.
 Pode ser usado em qualquer tipo de incêndio.

Onde usar os agentes extintores:

Agente extintor é todo material que, aplicado ao fogo, interfere na sua química, provocando uma descontinuidade em
um ou mais lados do tetraedro do fogo, alertando as condições para que haja fogo.
Os agentes extintores podem ser encontrados nos estados sólidos, líquidos ou gasosos. Existe uma variedade muito
grande de agentes extintores. Citaremos apenas os mais comuns, que são os que possivelmente teremos que utilizar
em caso de incêndios.

Exemplos: água, espuma (química e mecânica), gás carbônico, pó químico seco, agentes halogenados (HALON),
agentes improvisados como areia, cobertor, tampa de vasilhames, etc. Que normalmente extinguem o incêndio por
abafamento, ou seja, retiram todo o oxigênio a ser consumido pelo fogo.

Agentes extintores
Classes de incêndios
Água Espuma Pó Químico seco Gás carbônico

A- (Madeira, papel, tecido, etc.) SIM NÃO NÃO NÃO

B- (Gasolina, álcool, ceras, tintas, etc.) NÃO SIM SIM SIM*


C- (Equipamentos e instalações elétricas
NÃO NÃO SIM SIM
energizadas).
D- (Metais Pirofóricos) NÃO NÃO SIM SIM

*Com restrição, pois há risco de reignição (se possível utilizar outro agente).

VII. Anexo – Ergonômicos no Escritório

Recomendações gerais

VII – Mesa para trabalho com computador

A borda anterior (que entra em contato com os antebraços do operador) deve ser arredondada.
O espaço para as pernas do trabalhador sob a mesa deve ser suficiente em largura (em torno de 65 cm), altura
(regulável) e profundidade.
Quando necessário deverá ser previsto espaço para as pernas do interlocutor.
Não deverá ser feita de material reflexivo (nunca fórmica branca nem vidro sobre as mesmas).
É desejável que a estrutura seja do tipo “C”, e não sob a forma de pés, permitindo maior facilidade de movimentação.
O suporte para teclado deverá ser regulável e largo suficiente para apoiar mouse no mesmo nível.
Deverá possuir regulagem de altura independente para o monitor de vídeo.
Deve possuir altura, largura e profundidade que sejam suficientes para abrigar a tela, o teclado, o mouse, a CPU e
documentos.

VIII – Cadeiras para trabalho em escritório


A cadeira deverá ser estofada, com tecido que permita a transpiração, ser feita de material de boa qualidade e
resistência, e densidade de estofamento 33.
Deverá ser giratória dotada de 5 rodízios (a fim de atender com facilidade as variações do local de trabalho, e manter
a estabilidade).
A altura da cadeira deverá ser regulável, com mecanismos fáceis de manusear, dando-se preferência aos sistemas a
gás.
A altura e profundidade do encosto, assim como sua inclinação deverão ser reguláveis.
As dimensões anteroposteriores devem permitir que as coxas fiquem completamente apoiadas, sem compressão da
região posterior dos joelhos.
A borda anterior do assento deverá ser arredondada. Toda cadeira deverá ter apoio para dorso regulável na altura e na
inclinação do ângulo com o assento (90° a 110 ° graus). A profundidade do encosto também deverá permitir
regulagem.
O apoio para o dorso deve ter uma forma que acompanhe a curvatura da coluna.

Abaixo do encosto deve ser espaço para acomodar as nádegas.


O acento deve ser plano.

21
Como recomendação de conforto o sistema de sustentação da cadeira deverá dispor de amortecimento.
Deverá ser evitado o uso de cadeiras com braços, pois os mesmos dificultam a mobilidade giratória, encostando-se
aos móveis. Esta condição obriga a torção do tronco do usuário.

Figura 01 – Cadeira para trabalho em microcomputador

a) CONDIÇÕES GERAIS DE TRABALHO EM COMPUTADOR

A parte superior do monitor de vídeo deve estar no máximo na horizontal dos olhos. Uma linha de visão confortável
situa-se entre 0 e 10 graus abaixo da horizontal que parte dos olhos do operador.
Deve haver a possibilidade de movimentação da tela para frente e para trás. A distância entre os olhos e a tela deve
ser entre 45 e 70 cm.
A tela do monitor de vídeo deverá estar perpendicularmente às janelas.
A tela deve ser alinhada ao teclado evitando-se torção da cabeça nas atividades de maior tempo de uso do
computador;
Não devem existir reflexos de luz na tela.
As telas de vídeo devem possuir dimensões compatíveis com o número de informações a serem visualizadas.
Preferência deve ser dada para telas planas com alta frequência regulada no computador (acima de 120 Hz).
As teclas devem ser macias, capazes de amortecer vibrações e sons e não possuir superfície reflexiva.
Os braços devem trabalhar na posição vertical, em ângulo de 70 a 80 graus.
Os antebraços devem estar na horizontal ou para baixo, com respectivo apoio. Devem formar ângulos máximos com
os braços de 100 a 110 graus.
Os punhos devem ficar na mesma linha (eixo) dos antebraços.

22
Figura 02 – Posto de trabalho para uso de microcomputador

b) MESA PARA TRABALHO ADMINISTRATIVO

A borda anterior (que entra em contato com o antebraço do operador) deve ser arredondada.
Gavetas devem ser leves (com rolamentos) e os puxadores serem pegos em prensa (e não em pinça). A última gaveta
deverá ter o puxador a não menos que 40 cm do chão.
O espaço para as pernas do trabalhador sob a mesa deve ser suficiente em largura (em torno de 70 cm), altura
(regulável) e profundidade.
Quando necessário deverá ser previsto espaço para as pernas do interlocutor (cliente).
Não deverá ser feita de material reflexivo (nunca fórmica branca nem vidro sobre as mesmas).
É desejável que a estrutura seja do tipo “C”, e não sob a forma de 4 pés, permitindo maior facilidade de
movimentação das pernas do usuário (giro sem torção do tronco).
Devem possuir altura, largura e profundidade que sejam suficientes para abrigar os materiais necessários à atividade.

Regulagem de
Altura de Teclado

Figura 03 – Combinada Mesa de computador e mesa administrativa

c) ORGANIZAÇÃO NA MESA DE TRABALHO;

Organizar o posto de trabalho aproximando os materiais e equipamentos de uso constante. Os materiais de menor uso
devem ser guardados nas gavetas e aqueles materiais de uso eventual guardados no armário.

23
24
V- ANEXO – CARTILHA ORIENTATIVA DE ERGONOMIA (TRABALHO DE PÉ)

25
VI - ANEXO – CARTILHA ORIENTATIVA DE ORIENTAÇÕES GERAIS PARA PREVENÇÃO À
COVID-19

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