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542, DE 23 DE OUTUBRO DE 2020 - DOU - Imprensa Nacional
DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO
Publicado em: 27/10/2020
| Edição: 206
| Seção: 1
| Página: 87
Órgão: Ministério do Meio Ambiente/Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis
PORTARIA Nº 2.542, DE 23 DE OUTUBRO DE 2020
Aprova o Regimento Interno do Instituto Brasileiro do Meio
Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).
O PRESIDENTE DO INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS
RENOVÁVEIS (Ibama), nomeado pelo Decreto não numerado, de 09 de janeiro de 2019, publicado na
página 1 da Seção 2, da edição extra do Diário Oficial da União de 09 de janeiro de 2019, no uso das
atribuições que lhe conferem o art. 23 do Anexo I do Decreto nº 8.973, de 24 de janeiro de 2017, que
aprovou a Estrutura Regimental do Ibama, publicado no Diário Oficial da União de 25 de janeiro 2017;,
resolve:
Art. 1º Aprovar o Regimento Interno do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos
Naturais Renováveis (Ibama), na forma do Anexo I desta Portaria.
Art. 2º Ficam revogadas as seguintes portarias:
I - Portaria nº 4.396, de 10 de dezembro de 2019;
II - Portaria nº 3.785, de 14 de outubro de 2019;
III - Portaria nº 1.292, de 12 de abril de 2019, e;
IV - Portaria nº 1.135, de 03 de abril de 2019.
Art. 3º Esta Portaria entra em vigor em 03 de novembro de 2020.
EDUARDO FORTUNATO BIM
ANEXO I
CAPÍTULO I
DA CATEGORIA E FINALIDADE
Art. 1º O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama),
autarquia criada pela Lei nº 7.735, de 22 de fevereiro de 1989, vinculada ao Ministério do Meio Ambiente,
com autonomia administrativa e financeira, dotada de personalidade de direito público, com sede em
Brasília, Distrito Federal, e jurisdição em todo o território nacional, tem como finalidades:
I - exercer o poder de polícia ambiental de âmbito federal;
II - executar ações das políticas nacionais de meio ambiente, referentes às atribuições federais,
relativas ao licenciamento ambiental, ao controle da qualidade ambiental, à autorização de uso dos
recursos naturais e à fiscalização, ao monitoramento e ao controle ambientais, observadas as diretrizes
emitidas pelo Ministério do Meio Ambiente, e;
III - executar as ações supletivas da União, de conformidade com a legislação ambiental.
Art. 2º Compete ao Ibama, ressalvadas as competências das demais entidades integrantes do
Sistema Nacional do Meio Ambiente (Sisnama), e observadas as diretrizes emitidas pelo Ministério do Meio
Ambiente, as seguintes atribuições em âmbito federal:
I - proposição e edição de normas e padrões de qualidade ambiental;
II - avaliação de impactos ambientais;
III - licenciamento ambiental de atividades, empreendimentos, produtos e processos
considerados efetiva ou potencialmente poluidores, e daqueles capazes de causar degradação ambiental,
nos termos da lei;
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IV - implementação dos Cadastros Técnicos Federais de Atividades e Instrumentos de Defesa
Ambiental e de Atividades Potencialmente Poluidoras ou Utilizadoras dos Recursos Ambientais;
V - fiscalização e aplicação de penalidades administrativas ambientais ou compensatórias pelo
não-cumprimento das medidas necessárias à preservação ou correção da degradação ambiental, nos
termos da legislação em vigor;
VI - geração, integração e disseminação sistemática de informações e conhecimentos relativos
ao meio ambiente;
VII - disciplinamento, cadastramento, licenciamento, monitoramento e fiscalização dos usos e
acessos aos recursos ambientais, florísticos e faunísticos;
VIII - análise, registro e controle de substâncias químicas, agrotóxicos e de seus componentes e
afins, conforme legislação;
IX - assistência e apoio operacional às instituições públicas e à sociedade em caso de acidentes
e emergências ambientais de relevante interesse ambiental;
X - execução de programas de educação ambiental;
XI - fiscalização e controle da coleta e transporte de material biológico;
XII - recuperação de áreas degradadas;
XIII - apoio à implementação do Sistema Nacional de Informações sobre o Meio Ambiente -
Sinima;
XIV - aplicação dos dispositivos e dos acordos internacionais relativos à gestão ambiental no
âmbito de sua competência;
XV - monitoramento, prevenção e controle de desmatamentos, queimadas e incêndios
florestais;
XVI - elaboração do sistema de informação para a gestão do uso dos recursos faunísticos,
pesqueiros e florestais;
XVII - elaboração e estabelecimento de critérios, padrões e proposição de normas ambientais
para a gestão do uso dos recursos pesqueiros, faunísticos e florestais, e;
XVIII - elaboração do Relatório de Qualidade do Meio Ambiente.
CAPÍTULO II
DA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL
Art. 3º O Ibama tem a seguinte estrutura organizacional:
I - Órgão Colegiado:
1. Conselho Gestor - Coges
II - Órgão de Assistência Direta e Imediata ao Presidente:
1. Gabinete - Gabin
1.1. Divisão de Apoio ao Comitê Interfederativo - DCI
1.2. Divisão de Assuntos Internacionais - DAI
1.3. Divisão de Assuntos Parlamentares - DAP
2. Assessoria de Comunicação Social - Ascom
2.1. Serviço de Apoio à Comunicação Institucional - SAC
III - Órgãos Seccionais:
1. Procuradoria Federal Especializada - PFE
1.1. Coordenação Nacional de Estudos e Pareceres - Conep
1.2. Coordenação Nacional de Contencioso Judicial - Cojud
1.3. Coordenação Nacional de Matéria Administrativa e Processo Disciplinar - Comap
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1.3.1. Serviço de Apoio Administrativo à Procuradoria Federal Especializada - Seaproc
1.4. Divisão Jurídica Descentralizada - Dijur
2. Auditoria Interna - Audit
2.1. Coordenação de Auditoria - Coaud
2.1.1. Divisão de Apoio à Auditoria Interna - Diaud
2.2. Coordenação da Ouvidoria - Couvi
3. Corregedoria - Coger
4. Diretoria de Planejamento, Administração e Logística - Diplan
4.1. Coordenação de Planejamento - CPlan
4.1.1. Divisão de Captação de Recursos e Projetos Especiais - DCPE
4.1.2. Serviço de Monitoramento e Avaliação - Semon
4.2. Coordenação-Geral de Administração - CGead
4.2.1. Coordenação de Licitações - Colic
4.2.1.1. Serviço de Compras - Secomp
4.2.2. Coordenação de Gerenciamento de Contratos - Cogec
4.2.2.1. Serviço de Apoio aos Contratos - Secon
4.2.3. Coordenação de Administração, Patrimônio e Serviços Gerais - Coasg
4.2.3.1. Serviço de Manutenção Predial - Sepred
4.2.3.2. Serviço de Documentação e Informação - Sedin
4.2.3.3. Serviço de Patrimônio e Almoxarifado - Sepat
4.3. Coordenação-Geral de Orçamento e Finanças - CGFin
4.3.1. Coordenação de Execução Orçamentária e Financeira - Ceofi
4.3.1.1. Serviço de Execução Orçamentária - Seor
4.3.1.2. Serviço de Execução Financeira - Sefin
4.3.2. Coordenação de Cobrança Administrativa e Processo Fiscal - CProfi
4.3.2.1. Serviço de Administração do Processo Fiscal - SEAPF
4.3.2.2. Serviço de Cobrança Administrativa de Taxas e Autos de Infração - Secat
4.3.3. Coordenação de Contabilidade - CCont
4.3.3.1. Serviço de Acompanhamento dos Registros Contábeis - Sarc
4.3.3.2 Serviço de Tomada de Contas Especiais - Setce
4.4. Coordenação-Geral de Gestão de Pessoas - CGGP
4.4.1. Centro de Educação Corporativa - Ceduc
4.4.1.1. Serviço de Capacitação e Desenvolvimento de Pessoas - Secap
4.4.2. Coordenação de Gestão da Carreira e Desempenho de Pessoal - Codep
4.4.2.1. Serviço de Carreira, Recrutamento e Seleção - Secar
4.4.2.2. Serviço de Legislação de Pessoal e Concessões - Secep
4.4.3. Coordenação de Administração de Pessoal - Coape
4.4.3.1. Serviço de Cadastro de Pessoal - Secad
4.4.3.2. Serviço de Pagamento de Pessoal - Sepag
4.4.4. Coordenação de Benefícios e Promoção à Saúde - Cobep
4.4.4.1. Serviço de Benefícios, Aposentadorias e Pensões - Sebap
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4.5. Coordenação-Geral de Tecnologia da Informação - CGTI
4.5.1. Coordenação de Sistemas de Informação - CSI
4.5.1.1. Serviço de Apoio ao Desenvolvimento e Qualidade - SADQ
4.5.2. Coordenação de Infraestrutura Tecnológica - CIT
4.5.2.1. Serviço de Segurança da Informação - SSI
IV - Órgãos Específicos Singulares:
1. Diretoria de Qualidade Ambiental - Diqua
1.1. Coordenação-Geral de Avaliação e Controle de Substâncias Químicas - CGASQ
1.1.1. Coordenação de Avaliação Ambiental de Substâncias e Produtos Perigosos - Coasp
1.1.2. Coordenação de Controle Ambiental de Substâncias e Produtos Perigosos - CConp
1.1.2.1. Divisão de Gerenciamento de Substâncias - Diges
1.2. Coordenação-Geral de Gestão da Qualidade Ambiental - CGQua
1.2.1. Coordenação de Avaliação e Instrumentos de Qualidade Ambiental - Coavi
1.2.2. Coordenação de Controle de Resíduos e Emissões - Corem
2. Diretoria de Licenciamento Ambiental - Dilic
2.1. Divisão de Assuntos Estratégicos e Compensação Ambiental - DAEC
2.2. Coordenação-Geral de Licenciamento Ambiental de Empreendimentos Fluviais e Pontuais
Terrestres - CGTef
2.2.1 Coordenação de Licenciamento Ambiental de Mineração e Pesquisa Sísmica Terrestre -
Comip
2.2.1.1. Divisão de Licenciamento Ambiental de Empreendimentos Agropecuários, Transposições
e Pequenas Estruturas - DTape
2.2.2. Coordenação de Licenciamento Ambiental de Hidrelétricas, Obras e Estruturas Fluviais -
Cohid
2.2.2.1. Divisão de Licenciamento Ambiental de Energia Nuclear, Térmica, Eólica e de Outras
Fontes Alternativas - Denef
2.3. Coordenação-Geral de Licenciamento Ambiental de Empreendimentos Marinhos e
Costeiros - CGMac
2.3.1. Coordenação de Licenciamento Ambiental de Portos e Estruturas Marítimas - Comar
2.3.2. Coordenação de Licenciamento Ambiental de Exploração de Petróleo e Gás Offshore -
Coexp
2.3.3. Coordenação de Licenciamento Ambiental de Produção de Petróleo e Gás Offshore -
Coprod
2.4. Coordenação-Geral de Licenciamento Ambiental de Empreendimentos Lineares Terrestres -
CGLin
2.4.1. Coordenação de Licenciamento Ambiental de Transportes - Cotra
2.4.1.1. Serviço de Regularização Ambiental - Serad
2.4.2. Coordenação de Licenciamento Ambiental de Dutos e Sistemas de Transmissão de
Energia - Codut
3. Diretoria de Proteção Ambiental - Dipro
3.1. Centro de Operações Aéreas - Coaer
3.1.1. Serviço de Apoio às Operações Aéreas - Seop
3.2. Centro Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais - Prevfogo
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3.2.1. Serviço de Apoio à Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais - Seprev
3.3. Coordenação-Geral de Fiscalização Ambiental - CGFis
3.3.1. Coordenação de Controle e Logística da Fiscalização - Conof
3.3.2. Coordenação de Operações de Fiscalização - Cofis
3.3.2.1. Divisão de Apoio Operacional à Fiscalização - Diope
3.3.2.1.1. Serviço de Fiscalização Ambiental - Sefis
3.3.3. Coordenação de Inteligência de Fiscalização - Coinf
3.4. Coordenação-Geral de Emergências Ambientais - CGema
3.4.1. Coordenação de Prevenção e Gestão de Riscos Ambientais - CPrev
3.4.2. Coordenação de Atendimento a Acidentes Tecnológicos e Naturais - Coate
4. Diretoria de Uso Sustentável da Biodiversidade e Florestas - DBFlo
4.1. Divisão de Assessoramento Técnico da Biodiversidade e Florestas - Datec
4.2. Coordenação-Geral de Monitoramento do Uso da Biodiversidade e Comércio Exterior -
CGMoc
4.2.1. Coordenação de Comércio Exterior - Comex
4.2.2. Coordenação de Monitoramento do Uso da Fauna e Recursos Pesqueiros - Cofap
4.2.3. Coordenação de Monitoramento do Uso da Flora - Coflo
4.3. Coordenação-Geral de Gestão da Biodiversidade, Florestas e Recuperação Ambiental -
CGBio
4.3.1. Coordenação de Recuperação Ambiental - Corec
4.3.2. Coordenação de Gestão, Destinação e Manejo da Biodiversidade - Cobio
4.3.3. Coordenação de Uso Sustentável dos Recursos Florestais - Cousf
5. Centro Nacional de Monitoramento e Informações Ambientais - Cenima
5.1. Coordenação de Gestão da Informação Ambiental - Cogia
5.1.1. Serviço de Gestão da Informação Ambiental - Segia
5.2. Coordenação de Análise e Produção de Informações - Coapi
5.2.1. Serviço de Análise e Produção de Informações - Seapi
V - Órgãos Descentralizados:
1. Superintendências Estaduais - Supes
1.1. Divisão de Administração e Finanças - Diafi
1.2. Divisão Técnico-Ambiental - Ditec
2. Superintendência de Apuração de Infrações Ambientais - Siam
2.1. Coordenação Nacional do Processo Sancionador Ambiental - CNPSA
2.1.1. Divisão de Contencioso Administrativo - Dicon
2.1.1.1. Serviço de Apoio à Equipe Nacional de Instrução - Senins
2.1.2. Divisão de Conciliação Ambiental - Dicam
2.1.2.1. Serviço de Apoio à Análise Preliminar - SAAP
3. Gerências Executivas - Gerex
3.1. Serviço de Apoio Ambiental - Seam
4. Unidades Técnicas - UT
4.1. 1º Nível
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4.2. 2º Nível
§ 1º As Superintendências Estaduais se localizam em cada um dos vinte e seis Estados, sendo
que sua jurisdição abrange os limites territoriais do espaço geográfico do Estado em que está sediada.
§ 2º A jurisdição das Superintendências poderá ser redefinida em ato específico do Presidente
do Ibama.
§ 3º A circunscrição dos órgãos descentralizados das categorias Gerências Executivas e
Unidades Técnicas será definida em ato específico do Presidente do Ibama.
CAPÍTULO III
DA DIREÇÃO E NOMEAÇÃO DOS DIRIGENTES
Art. 4º O Ibama será dirigido por seu Presidente e por seus Diretores.
Art. 5º As nomeações para os cargos em comissão e para as funções comissionadas integrantes
da estrutura regimental do Ibama serão efetuadas em conformidade com a lei.
Parágrafo único. Os cargos em comissão serão providos, preferencialmente, por servidores
públicos dos quadros de pessoal dos órgãos integrantes do Sisnama.
Art. 6º O Presidente do Ibama será substituído, em seus impedimentos, por um Diretor por ele
designado, com anuência prévia do Ministro de Estado do Meio Ambiente.
Parágrafo único. Os Diretores e demais dirigentes serão substituídos em seus impedimentos por
servidores públicos por eles indicados e designados pelo Presidente do Ibama.
Art. 7º A Procuradoria Federal Especializada será dirigida por Procurador-Chefe, a Auditoria
Interna por Auditor-Chefe, a Corregedoria por Corregedor-Chefe, as Superintendências por
Superintendentes, as Gerências Executivas por Gerentes Executivos, o Centro Nacional por Coordenador-
Geral, os Centros Especializados por Chefes de Centros, as Unidades Técnicas por Chefes de Unidades, as
Divisões por Chefes de Divisão e os Serviços por Chefes de Serviços.
CAPÍTULO IV
DO ÓRGÃO COLEGIADO
Art. 8º O Conselho Gestor, de caráter consultivo, será composto:
I - pelo Presidente do Ibama, que o presidirá;
II - pelos Diretores, e;
III - pelo Procurador-Chefe.
§ 1º Integram o Conselho Gestor, na condição de membros convidados, sem direito a voto:
I - o Chefe de Gabinete;
II - o Auditor-Chefe, e;
III - os demais assessores da Presidência.
§ 2º A critério do Presidente do Conselho Gestor, poderão ser convidados a participar das
reuniões do colegiado os Superintendentes, os Gerentes Executivos, os gestores e os técnicos do Ibama,
do Ministério do Meio Ambiente e de outros órgãos e entidades da administração pública federal, estadual,
distrital e municipal, e representantes de entidades não-governamentais, sem direito a voto.
§ 3º A Secretaria-Executiva do Conselho Gestor será instituída no âmbito do Gabinete da
Presidência.
§ 4º Na hipótese de impedimento do titular, este será representado por seu substituto legal.
§ 5° Ato específico do Presidente do Ibama disciplinará a periodicidade e a forma de
funcionamento do Conselho Gestor.
CAPÍTULO V
DAS COMPETÊNCIAS DOS ÓRGÃOS
Seção I
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Do Órgão Colegiado
Art. 9º Ao Conselho Gestor compete:
I - assessorar o Presidente do Ibama na tomada de decisão relacionada à gestão ambiental
federal;
II - apreciar propostas de edição de normas;
III - opinar sobre propostas referentes ao processo de acompanhamento e avaliação da
execução das agendas de gestão ambiental;
IV - apreciar planos específicos para as ações do Ibama;
V - manifestar-se sobre processos de licenciamento ambiental em andamento no Ibama;
VI - manifestar-se sobre parâmetros técnicos, econômicos e sociais para a definição das ações;
VII - analisar processos de identificação e negociação de fontes de recursos internos e externos
para viabilização de atividades, e;
VIII - manifestar-se sobre os assuntos que lhe forem submetidos pelo Presidente.
Seção II
Do Órgão de Assistência Direta e Imediata ao Presidente
Art. 10. Ao Gabinete compete:
I - assistir o Presidente em sua representação política e social e incumbir-se do preparo e do
despacho de seu expediente pessoal;
II - planejar, coordenar e supervisionar as atividades de comunicação social, relações
institucionais, apoio parlamentar e internacional e ainda a publicação, a divulgação e o acompanhamento
das matérias de interesse do Ibama;
III - secretariar as reuniões do Conselho Gestor;
IV - supervisionar e coordenar as atividades de assessoramento ao Presidente;
V - prestar assistência direta e imediata ao Presidente;
VI - emitir parecer nos assuntos que lhe forem atribuídos pelo Presidente, e;
VII - atender as demandas externas, orientando e prestando as informações necessárias, e
encaminhar às áreas competentes quando for o caso.
Art. 11. À Divisão de Apoio ao Comitê Interfederativo compete:
I - apoiar tecnicamente o Comitê Interfederativo instituído pelo Termo de Transação e de
Ajustamento de Conduta (TTAC) firmado para recuperação e compensação dos danos causados pelo
rompimento da barragem de Fundão, em Mariana/MG;
II - propor a elaboração de atos normativos;
III - monitorar o cumprimento das determinações e das recomendações exaradas pelo Comitê
Interfederativo, bem como o exercício de suas competências;
IV - acompanhar os trabalhos das câmaras técnicas instituídas pelo Comitê Interfederativo;
V - elaborar relatório anual sobre os trabalhos do Comitê Interfederativo, e;
VI - exercer outras competências conferidas pelo Comitê Interfederativo.
Art. 12. À Divisão de Assuntos Internacionais compete:
I - assessorar o Presidente, os Diretores e as unidades a eles vinculadas na condução dos
assuntos internacionais em suas áreas de competência;
II - promover o intercâmbio de conhecimento, assim como projetos de cooperação técnica com
organismos internacionais e embaixadas, em conjunto com os Ministérios do Meio Ambiente e de Relações
Exteriores;
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III - articular com o Ministério do Meio Ambiente, Ministério das Relações Exteriores, Organismos
Internacionais e demais instituições, a participação em fóruns internacionais, de forma presencial ou
fornecendo subsídios técnicos aos canais competentes, e;
IV - assessorar as negociações com organismos internacionais, entidades e governos
estrangeiros para assinatura de acordos, memorandos de entendimento e projetos.
Art. 13. À Divisão de Assuntos Parlamentares compete:
I - apoiar o Gabinete na assistência direta e imediata ao Presidente em sua representação
política;
II - acompanhar junto ao Congresso Nacional o andamento dos projetos de lei de interesse do
Ibama;
III - acompanhar audiências de parlamentares com o Presidente e Diretores, e;
VI - acompanhar reuniões de comissões da Câmara e do Senado relacionadas a temas ligados
ao meio ambiente e acompanhar as sessões do plenário e do Congresso Nacional.
Art. 14. À Assessoria de Comunicação Social compete:
I - planejar, coordenar e supervisionar as atividades de comunicação social;
II - assessorar as unidades organizacionais no desenvolvimento de estratégias de comunicação;
III - elaborar, implementar e monitorar o Plano Anual de Comunicação;
IV - produzir registros audiovisuais e material informativo sobre atividades realizadas pelo
Ibama;
V - divulgar informações sobre atividades e serviços do Ibama;
VI - desenvolver e coordenar as ações de comunicação institucional e digital;
VII - definir e implementar padrões de identidade e comunicação visual;
VIII - orientar e executar as relações com a imprensa;
IX - articular estratégias de comunicação em conjunto com o Ministério do Meio Ambiente e
entidades vinculadas;
X - fortalecer a imagem da instituição;
XI - uniformizar as atividades de comunicação no Ibama;
XII - divulgar as atividades e os serviços prestados pelo Ibama;
XIII - descentralizar e supervisionar as atividades de comunicação social;
XIV - prezar pela eficiência e transparência na gestão da comunicação;
XV - integrar as ações de comunicação em diferentes níveis hierárquicos da instituição;
XVI - promover a comunicação interna no Ibama, e;
XVII - consolidar na cultura organizacional o caráter estratégico da comunicação, orientando
dirigentes e servidores sobre sua importância para a tomada de decisões e efetividade das ações
institucionais.
Art. 15. Ao Serviço de Apoio à Comunicação Institucional compete:
I - apoiar na elaboração e produção de registros audiovisuais e material informativo sobre
atividades realizadas pelo Ibama;
II - operacionalizar as ações de comunicação institucional e digital, e;
III - propor padrões de identidade e comunicação visual e apoiar na sua implementação interna.
Seção III
Dos Órgãos Seccionais
Art. 16. À Procuradoria Federal Especializada junto ao Ibama, órgão de execução da
Procuradoria-Geral Federal, compete:
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I - representar judicial e extrajudicialmente o Ibama, observadas as normas estabelecidas pela
Procuradoria-Geral Federal;
II - orientar a execução da representação judicial do Ibama, quando sob a responsabilidade dos
demais órgãos de execução da Procuradoria-Geral Federal;
III - exercer as atividades de consultoria e assessoramento jurídicos no âmbito do Ibama, e
aplicar, no que couber, o disposto no artigo 11 da Lei Complementar nº 73, de 10 de fevereiro de 1993;
IV - auxiliar os demais órgãos de execução da Procuradoria-Geral Federal na apuração da
liquidez e da certeza de créditos, de qualquer natureza, inerentes às atividades do Ibama, para inscrição
em dívida ativa e respectiva cobrança;
V - zelar pela observância da Constituição, das leis e dos atos emanadas pelos Poderes
Públicos, sob a orientação normativa da Advocacia-Geral da União e da Procuradoria-Geral Federal;
VI - coordenar e supervisionar, técnica e administrativamente, as unidades descentralizadas, e;
VII - encaminhar à Advocacia-Geral da União ou à Procuradoria-Geral Federal, conforme o caso,
pedido de apuração de falta funcional praticada por seus membros.
§ 1º O Procurador-Chefe Nacional poderá expedir orientações jurídicas normativas a serem
uniformemente seguidas em sua área de atuação e coordenação, quando não houver orientação do
Procurador-Geral Federal ou do Advogado-Geral da União, com amparo no artigo 11, inciso III, da Lei
Complementar nº 73, de 10 de fevereiro de 1993.
§ 2º O Procurador-Chefe Nacional poderá distribuir processo a qualquer membro da PFE-Ibama,
ficando a aprovação do opinativo jurídico sujeita à coordenação na PFE-Ibama/Sede com competência em
relação à matéria, salvo determinação específica no ato da distribuição.
§ 3º Ato do Presidente do Ibama, ouvido o Procurador-Chefe, definirá a distribuição dos cargos
de chefia da Procuradoria Federal Especializada entre o órgão seccional e as unidades descentralizadas.
§ 4º Os cargos comissionados destinados à Procuradoria Federal Especializada somente
poderão ser ocupados por membros da Procuradoria-Geral Federal ou da Advocacia-Geral da União.
§ 5º A Procuradoria Federal Especializada poderá estar representada em todas as
Superintendências Estaduais.
Art. 17. À Coordenação Nacional de Estudos e Pareceres compete:
I - fixar a interpretação da Constituição, das leis, dos tratados e dos demais atos normativos
relativos à matéria finalística;
II - sugerir ao Procurador-Chefe Nacional, nas matérias de sua competência, a edição de
orientações jurídicas normativas de cunho vinculante, a serem observadas pelos procuradores federais
lotados nas demais unidades descentralizadas da Procuradoria distribuídas pelas unidades federativas,
quando não houver orientação de órgão competente da Procuradoria-Geral Federal ou da Advocacia-
Geral da União;
III - manifestar-se nas hipóteses previstas no Decreto nº 6.514, de 22 de julho de 2008, bem
como em assuntos relacionados à matéria finalística, quando solicitado pela administração, com a
identificação, por parte do órgão solicitante, da dúvida ou da controvérsia jurídica sobre a qual se busca
assessoramento jurídico;
IV - examinar e se manifestar sobre os demais assuntos que lhe forem submetidos pelo
Procurador-Chefe, e;
V - dirigir e coordenar a atuação das demais unidades descentralizadas da Procuradoria Federal
Especializada nos Estados nas matérias de sua competência, respeitadas as orientações do Procurador-
Chefe Nacional.
Parágrafo único. No âmbito interno da Coordenação Nacional de Estudos e Pareceres poderão
ser destacados procuradores federais para atuar nos autos de infração mais relevantes do Ibama.
Art. 18. À Coordenação Nacional de Contencioso Judicial compete:
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I - elaborar as informações a serem prestadas em Juízo pelas autoridades administrativas, no
âmbito da administração central do Ibama, relativas a medidas impugnadoras de seus atos ou omissões,
observadas a divisão de competência estabelecida pela Procuradoria-Geral Federal;
II - sugerir ao Procurador-Chefe Nacional a edição de teses mínimas de contencioso em temas
finalísticos da autarquia, bem como sugerir ao Procurador-Chefe Nacional a edição de orientações
jurídicas normativas de cunho vinculante, a serem observadas pelos procuradores federais lotados nas
demais unidades descentralizadas da Procuradoria distribuídas pelas unidades federativas, quando não
houver orientação de órgão competente da Procuradoria-Geral Federal ou da Advocacia-Geral da União;
III - prestar subsídios aos órgãos de execução da Advocacia-Geral Federal, sem prejuízo das
competências das unidades descentralizadas da Procuradoria Federal Especializada;
IV - examinar e se manifestar sobre os demais assuntos que lhe forem submetidos pelo
Procurador-Chefe Nacional;
V - dirigir e coordenar a atuação das demais unidades descentralizadas da Procuradoria Federal
Especializada nos Estados nas matérias de sua competência, respeitadas as orientações do Procurador-
Chefe Nacional;
VI - manifestar-se em assuntos diretamente relacionados a processos judiciais, quando
solicitado pela administração, ainda que em caráter consultivo, em se tratando de questões afetas a
licenciamento ambiental e processos em trâmite nos órgãos integrantes da Direção Central do Ibama, com
a identificação, por parte do órgão solicitante, da dúvida ou da controvérsia jurídica sobre a qual se busca
assessoramento jurídico, e;
VII - identificar, acompanhar e cooperar com os órgãos de execução da Procuradoria-Geral
Federal nos processos que envolvam teses consideradas estratégicas para o Ibama em apreciação pelo
Poder Judiciário.
Art. 19. À Coordenação Nacional de Matéria Administrativa e Processo Disciplinar compete:
I - fixar a interpretação da Constituição, das leis, dos tratados e dos demais atos normativos
relativos a matéria administrativa e processo administrativo disciplinar;
II - realizar exame prévio e aprovação das minutas de editais de licitação, bem como as dos
contratos, acordos, convênios ou ajustes, nos termos do parágrafo único do artigo 38 da Lei nº 8.666, de 21
de junho de 1993;
III - sugerir ao Procurador-Chefe Nacional, nas matérias de sua competência, a edição de
orientações jurídicas normativas de cunho vinculante, a serem observadas pelos procuradores federais
lotados nas demais unidades descentralizadas da Procuradoria distribuídas pelas unidades federativas,
quando não houver orientação de órgão competente da Procuradoria-Geral Federal ou da Advocacia-
Geral da União;
IV - manifestar-se, a pedido da administração, em matéria não-finalística, sendo imprescindível a
identificação, por parte da própria administração, da dúvida ou da controvérsia sobre a qual se busca
assessoramento jurídico;
V - examinar e se manifestar sobre os demais assuntos que lhe forem submetidos pelo
Procurador-Chefe;
VI - dirigir e coordenar a atuação das demais unidades descentralizadas da Procuradoria
Federal Especializada nos Estados nas matérias de sua competência, respeitadas as orientações do
Procurador-Chefe Nacional;
VII - examinar e emitir pareceres, informações e despachos em processos administrativos
disciplinares e de sindicâncias na fase de julgamento, quando da competência do Presidente, e;
VIII - apoiar à Corregedoria, quando couber.
Art. 20. Ao Serviço de Apoio Administrativo à Procuradoria Federal Especializada compete:
I - executar as atividades administrativas necessárias ao funcionamento da Procuradoria Federal
Especializada;
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II - organizar e manter atualizados os acervos de documentação, publicações técnico-jurídicas
literárias e os referentes à legislação de interesse da área;
III - atualizar as informações sob os cuidados da Procuradoria Federal Especializada nos sítios e
sistema informatizados do Ibama e da Advocacia-Geral da União, e;
IV - exercer outras atividades que forem atribuídas pelo Procurador-Chefe Nacional.
Art. 21. Às Divisões Jurídicas Descentralizadas compete:
I - exercer as competências atribuídas à Procuradoria Federal Especializada junto ao Ibama nas
Superintendências, observadas as normas estabelecidas pela Procuradoria Geral Federal, sem prejuízo de
eventuais atribuições cometidas pelo Procurador-Chefe Nacional do Ibama, e;
II - prestar assistência jurídica aos órgãos descentralizados.
Art. 22. À Auditoria Interna compete:
I - assessorar o Presidente e as Diretorias na garantia da regularidade e no controle da gestão
institucional;
II - prestar apoio aos órgãos de controle interno da União no âmbito de suas atribuições;
III - acompanhar, orientar, fiscalizar e avaliar os resultados quanto à legalidade, à eficiência, à
eficácia, à efetividade da gestão orçamentária, financeira, contábil, patrimonial e dos recursos humanos do
Ibama;
IV - executar as atividades de ouvidoria, no que se refere ao recebimento, à análise e ao
encaminhamento das demandas da sociedade para orientação das ações do Ibama;
V - implementar o Manual Administrativo da Auditoria Interna com base nas boas práticas
internacionais de auditoria;
VI - gerir as atividades do Serviço de Informação ao Cidadão (SIC), e;
VII - executar o atendimento aos serviços prestados pelo Ibama por meio de orientações de
suas diretorias e da Presidência.
Art. 23. À Coordenação de Auditoria compete:
I - realizar auditoria, fiscalização e avaliação quanto à legalidade, à sustentabilidade, à eficiência,
à eficácia, à efetividade e à economicidade dos sistemas contábil, financeiro e orçamentário, dos
procedimentos licitatórios, da gestão patrimonial, da gestão de recursos humanos e dos demais sistemas
administrativos e operacionais;
II - realizar auditoria, fiscalização e avaliação quanto à legalidade, à sustentabilidade, à
eficiência, à eficácia, à efetividade e à economicidade das ações, tarefas, atividades e programas
relacionadas às autorizações e regulamentações de uso dos recursos naturais, ao licenciamento
ambiental, ao monitoramento da qualidade ambiental, ao controle e fiscalização ambiental, bem como, à
disponibilização e disseminação de informações e dados ambientais atualizados e às demais atribuições
delegadas ao Ibama;
III - realizar auditoria, fiscalizar e avaliar a utilização dos recursos públicos, oriundos de
convênios, acordos, termos de cooperação, ajustes ou quaisquer outros instrumentos que disciplinem a
transferência ou recebimento de recursos orçamentários e financeiros;
IV - elaborar o Plano Anual de Atividades de Auditoria Interna (PAINT) e o Relatório Anual de
Atividades de Auditoria Interna (RAINT);
V - realizar auditoria de natureza especial que não esteja prevista no Plano Anual de Atividades
de Auditoria Interna (PAINT), bem como executar outras atividades afetas à área de atuação da Auditoria
Interna;
VI - realizar auditorias ambientais com vistas a avaliar o desempenho, o comprometimento
ambiental e a conformidade legal quanto à política ambiental do Ibama, assim como avaliar a atuação de
suas áreas finalísticas, sob os mesmos aspectos, no que se refere às suas atividades desempenhadas;
VII - examinar, recomendar ações preventivas e corretivas, e emitir parecer sobre a prestação de
contas anual e tomada de contas especial do Ibama;
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VIII - apurar as denúncias, quando cabíveis, sobre os atos e fatos suspeitos de ilegalidade ou
irregularidade, praticados por agentes públicos ou privados, na utilização de recursos públicos federais;
IX - propor encaminhamento à Corregedoria de apuração de responsabilidade quando
identificado nos trabalhos de auditoria irregularidade passível de exame sob o aspecto disciplinar,
indicando com clareza o fato irregular e suas evidências, e;
X - propor a requisição de técnicos especializados, em caráter excepcional, com anuência do
respectivo superior hierárquico, para integrar equipe de auditoria de natureza ambiental e nas demais
modalidades de auditoria.
Art. 24. À Divisão de Apoio à Auditoria Interna compete:
I - executar as atividades de apoio técnico e administrativo necessárias ao funcionamento da
Auditoria Interna;
II - organizar e manter atualizados os acervos de documentação da Auditoria Interna;
III - monitorar o atendimento às recomendações da Auditoria Interna e dos órgãos de controle
interno e externo da União, e;
IV - monitorar e manter atualizados os controles de respostas e justificativas relativas às
demandas da Auditoria Interna, bem como realizar a requisição de documentos administrativos no âmbito
do Ibama.
Art. 25. À Coordenação da Ouvidoria compete:
I - receber e analisar as reclamações, solicitações, denúncias, sugestões e elogios acerca da
atuação do Ibama e encaminhar à unidade responsável;
II - orientar e realizar a interlocução com as unidades com vistas à instrução das manifestações
apresentadas, bem como a sua conclusão dentro do prazo legal;
III - manter o cidadão informado sobre o andamento e o resultado de suas manifestações, e
sobre as decisões, obrigações e direitos decorrentes das ações do Ibama;
VI - propor o encaminhamento aos órgãos de controle e de correição da União, no âmbito
institucional, as denúncias e reclamações referentes aos dirigentes, servidores ou atividades e serviços
prestados, e;
V - executar as atividades do Serviço de Informação ao Cidadão (SIC).
Art. 26. À Corregedoria compete:
I - analisar as denúncias e/ou representações formuladas em face da atuação dos servidores
efetivos ou ocupantes de cargo em comissão vinculados ao Ibama;
II - elaborar nota técnica para subsidiar decisão de arquivamento ou deflagração de processo
administrativo disciplinar em face das denúncias/representações recebidas;
III - propor ao Presidente o encaminhamento à Procuradoria-Geral Federal e/ou à Advocacia-
Geral da União de fatos que importem em apuração de falta funcional praticada por seus membros, no
exercício de suas atribuições institucionais;
IV - receber os relatórios finais apresentados pelas Comissões Processantes e/ou Sindicantes e
dar os devidos encaminhamentos, conforme a competência para julgamento;
V - atualizar e acompanhar o registro de informações junto aos sistemas de controle
disciplinares disponibilizados pela Controladoria-Geral da União;
VI - elaborar os Termos de Ajustamento de Conduta;
VII - expedir certidões e informações aos demais setores da Autarquia quando relacionadas às
atribuições da Corregedoria;
VIII - manter atualizada lista de servidores designados para compor a Comissão Permanente
Processante;
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IX - orientar, supervisionar e acompanhar os trabalhos das comissões de processos
administrativos disciplinares e sindicâncias no que se refere a observância de prazos, forma e conteúdo
dos atos processantes, visando aferir a correta aplicação da legislação pertinente, e;
X - promover treinamentos e reuniões periódicas com os servidores que auxiliam nos trabalhos
da unidade seccional.
Art. 27. À Diretoria de Planejamento, Administração e Logística compete:
I - elaborar e propor o planejamento estratégico do Ibama, supervisionar e avaliar o
desempenho dos resultados institucionais, programar, executar e acompanhar o orçamento, promover a
gestão da tecnologia da informação;
II - coordenar, executar, normatizar, controlar, orientar e supervisionar as atividades inerentes aos
Sistemas de Pessoal Civil da Administração Federal, de Administração dos Recursos de Tecnologia da
Informação, de Serviços Gerais, de Planejamento e de Orçamento Federal, de Contabilidade Federal, de
Administração Financeira Federal, de Organização e Inovação Institucional do Governo Federal e de
Gestão de Documentos de Arquivo, e;
III - apoiar e supervisionar as atividades de captação de recursos nacionais e internacionais
destinados à execução de projetos estratégicos, bem como a condução dos projetos especiais.
Art. 28. À Coordenação de Planejamento compete:
I - coordenar a elaboração, a implementação, o monitoramento e a revisão do Plano Estratégico;
II - planejar, supervisionar e coordenar a execução das atividades relacionadas ao processo de
elaboração, acompanhamento, revisão e avaliação de programas e ações do Plano Plurianual (PPA),
observando as diretrizes do órgão central do Sistema de Planejamento Federal;
III - coordenar a apresentação de subsídios à elaboração do projeto da Lei de Diretrizes
Orçamentária (LDO);
IV - coordenar o processo de elaboração da fase qualitativa para o Projeto de Lei Orçamentária
Anual (LOA) bem como registrar a proposta no Sistema de Planejamento Federal;
V - coordenar o processo de Avaliação de Desempenho Institucional;
VI - propor estratégias e linhas de ação de desenvolvimento organizacional, voltadas para a
melhoria da gestão, normatização dos processos, adequação dos modelos de organização e divisão do
trabalho das unidades, em articulação com as áreas afins;
VII - coordenar e orientar o processo de elaboração, revisão e atualização da estrutura
organizacional e do regimento interno;
VIII - coordenar, em articulação com as demais unidades organizacionais, a elaboração dos
relatórios anuais de atividades e de gestão;
IX - coordenar a prospecção, elaboração e execução de projetos Ibama, na condição de
escritório de projetos estratégicos do Instituto;
X - assessorar a Diretoria na priorização de projetos a serem submetidos à financiadores
nacionais ou internacionais, segundo diretrizes estabelecidas pelo Instituto, e;
XI - apoiar a Presidência, Diretorias e Superintendências na elaboração e execução de projetos
finalísticos e estratégicos.
Art. 29. À Divisão de Captação de Recursos e Projetos Especiais compete:
I - auxiliar tecnicamente na coordenação da prospecção, elaboração e execução de projetos
Ibama, na condição de escritório de projetos estratégicos do Instituto;
II - identificar e promover a captação de recursos financeiros de fontes nacionais e
internacionais para execução de projetos;
III - coordenar a interlocução com apoiadores financeiros nacionais e internacionais;
IV - atuar como ponto focal no apoio às demais unidades do Ibama na elaboração e execução
de projetos finalísticos e estratégicos, e;
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V - definir e disseminar metodologias e ferramentas de elaboração, execução e
acompanhamento de projetos.
Art. 30. Ao Serviço de Monitoramento e Avaliação compete:
I - monitorar e avaliar a execução do Plano Estratégico;
II - monitorar a execução do Plano Plurianual (PPA) verificando o cumprimento das metas físicas
e orçamentárias;
III - prestar orientação técnica às unidades nas diversas fases do ciclo de gestão do PPA;
IV - registrar as informações sobre o desempenho físico, restrições e dados gerais dos
programas, objetivos e ações, em sistemas de gerenciamento específicos de planejamento;
V - subsidiar a elaboração e consolidar os relatórios de atividades e de gestão;
VI - subsidiar a elaboração da fase qualitativa da proposta orçamentária;
VII - monitorar o processo de Avaliação de Desempenho Institucional, segmentada em Metas
Institucionais Globais e Metas Institucionais Intermediárias, e;
VIII - manter atualizadas, no sistema informatizado do SIORG, as informações sobre a estrutura
organizacional, o regimento interno, a denominação dos cargos em comissão, das funções de confiança e
das unidades administrativas.
Art. 31. À Coordenação-Geral de Administração compete:
I - planejar, coordenar, implementar, controlar e avaliar a execução das atividades de logística
referente a materiais, obras, serviços gerais e passagens, infraestrutura, almoxarifado, patrimônio, gestão
de documentação, arquivo, protocolo, segurança, transporte, telefonia e manutenção predial, bem como
atividades relacionadas a contratos administrativos e procedimentos de contratação envolvendo
licitações, compras diretas e outros, observadas as normas emanadas do órgão central do Sistema de
Serviços Gerais (SISG) do Governo Federal;
II - analisar os procedimentos, documentos, exigências legais e regulamentares, com vistas à
racionalização e ao permanente aperfeiçoamento dos processos de trabalho, no âmbito de sua
competência, e;
III - implementar e supervisionar a política de gestão documental e informação, garantindo a
recuperação, o acesso aos documentos e a preservação de sua memória.
Art. 32. À Coordenação de Licitações compete:
I - planejar, coordenar, orientar e avaliar a execução e conformidade dos procedimentos
administrativos relativos às licitações;
II - propor a elaboração de normas e a padronização e definição de processos de trabalho
relacionados às licitações;
III - apoiar e orientar as unidades demandantes no que se refere aos procedimentos e
formalidades nas áreas de licitações;
IV - revisar os Termos de Referência e Projetos Básicos elaborados pelas áreas técnicas, no
tocante à correta aplicação das normas afetas a licitações;
V - apoiar os trabalhos das comissões de licitações, comissões especiais, pregoeiros e
respectivas equipes de apoio;
VI - registrar os avisos de licitação e Intenções de Registro de Preços;
VII - analisar os pedidos de esclarecimentos e impugnações aos editais, podendo requisitar
subsídios formais as áreas demandantes das contratações;
VIII - conduzir, por intermédio das comissões e dos pregoeiros designados, as sessões públicas
das licitações;
IX - instruir e propor respostas aos recursos e às decisões judiciais referentes à sua área de
atuação;
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X - propor à autoridade competente a homologação das licitações, bem como fornecer os
elementos necessários para subsidiar sua decisão final nos casos de recurso administrativo;
XI - registrar as penalidades aos licitantes previstas na legislação vigente;
XII - subsidiar a autoridade competente nas respostas aos pedidos de adesão a atas de registro
de preços do Ibama;
XIII - propor ações sobre a obrigatoriedade da aplicação de normas de sustentabilidade nas
aquisições e contratações, e;
XIV - elaborar os instrumentos convocatórios necessários à aquisição de bens, contratação de
serviços e proceder aos encaminhamentos necessários à sua consecução.
Art. 33. Ao Serviço de Compras compete:
I - propor às autoridades competentes o reconhecimento e a ratificação dos processos de
dispensa e inexigibilidade, bem como processar sua publicação na forma da legislação vigente, quando
couber;
II - registrar os extratos de dispensa e inexigibilidade;
III - realizar cotação eletrônica;
IV - prestar apoio operacional na pesquisa de mercado dos procedimentos licitatórios,
verificando sua conformidade com a legislação vigente, inclusive propondo ampliação da pesquisa de
preço realizada pelas áreas demandantes, quando for o caso de adequações para cumprimento dos
normativos pertinentes, e;
V - proceder com as consultas pertinentes a regularidade das empresas que participam das
pesquisas de preços realizadas e seus quadros societários.
Art. 34. À Coordenação de Gerenciamento de Contratos compete:
I - analisar os contratos, atas de registro de preço, convênios e auxiliar os fiscais em suas
atuações sobre a execução contratual e a possibilidade de prorrogação, apostilamento, termo aditivo, bem
como de propostas de alterações;
II - analisar e orientar a instrução das prorrogações, aditivos, reajustes, repactuação, dentre
outros voltados a área de contratos, atas de registro de preço, convênios;
III - elaborar e providenciar a assinatura, por autoridade competente, dos assuntos correlatos às
pactuações, das portarias de designação dos fiscais responsáveis pelo acompanhamento de contratos e
outras avenças, bem como encaminhá-las para publicação;
IV - planejar, coordenar, orientar, monitorar e avaliar a execução e conformidade dos
procedimentos administrativos relativos às pactuações e manutenção dos contratos;
V - propor a elaboração de normas e a padronização e definição de processos de trabalho
relacionados aos contratos, atas de registro de preço e convênios;
VI - propor, juntamente com a área demandante, mecanismos de aprimoramento do controle e
fiscalização do cumprimento das obrigações pactuadas;
VII - emitir Atestados de Capacidade Técnica, juntamente com a área responsável pela
fiscalização, nos casos em que houver contrato ou ata de registro de preços;
VIII - elaborar e gerir o planejamento das prorrogações contratuais e convênios;
IX - coordenar e orientar os procedimentos em relação a processos de sanção administrativa
com vistas à aplicação de penalidades aos contratados ou fornecedores;
X - analisar e propor denúncias relativas ao descumprimento de obrigação contratual feitas pela
fiscalização dos contratos, atas de registro de preço, convênios e propor a adoção das providências
cabíveis;
XI - registrar, conforme legislação, os atos pertinentes a sua área de atuação e as sanções
administrativas oriundas das contratações, e;
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XII - examinar os pedidos de inscrição, promover o registro e a atualização de dados cadastrais
de fornecedores no Sistema de Cadastramento Unificado de Fornecedores (SICAF).
Art. 35. Ao Serviço de Apoio aos Contratos compete:
I - monitorar as atividades relacionadas a execução dos contratos, atas de registro de preço e
convênios para prestação de serviços e fornecimento de bens e materiais, por meio de documento próprio
emitido pelas equipes de fiscalização;
II - manter atualizados os registros de acompanhamentos e dos instrumentos contratuais
firmados;
III - consultar a Equipe de Fiscalização sobre os assuntos pertinentes a execução contratual
para emissão de Atestados de Capacidade Técnica, e;
IV - proceder com a abertura do processo de fiscalização, contendo as diretrizes necessárias
para a gestão e acompanhamento da execução contratual.
Art. 36. À Coordenação de Administração, Patrimônio e Serviços Gerais compete:
I - orientar, controlar, supervisionar a execução das atividades relativas a administração e
manutenção predial, obras, chaveiro, telefonia, transporte, copeirarem, vigilância, brigada, recepção,
limpeza e conservação predial;
II - zelar pela manutenção e conservação dos veículos oficiais;
III - executar as atividades de regularização e cadastramento dos veículos de propriedade do
Ibama, junto aos órgãos de trânsito, zelando pelo cumprimento das normas específicas estabelecidas;
IV - orientar e monitorar a regularização e cadastramento dos veículos de propriedade das
Unidades Descentralizadas, junto os órgãos de trânsito, zelando pelo cumprimento das normas específicas
estabelecidas;
V - providenciar, fiscalizar, controlar o serviço de transportes de bens e mudanças dos
servidores;
VI - monitorar o acesso de pessoas, veículos, equipamentos e outros bens e utensílios nas
dependências da Administração Central;
VII - monitorar a utilização das áreas de uso comum;
VIII - garantir a manutenção dos dispositivos de segurança;
IX - elaborar estudos e projetos necessários ao planejamento de contratações inerentes a
adequação, ocupação e melhorias de espaços físicos e instalações no âmbito da Administração Central;
X - coordenar, orientar e executar as ações relacionadas à administração de bens móveis e
imóveis;
XI - propor a elaboração de normas visando a otimização de processos relacionados à gestão
de bens móveis, imóveis e dos bens apreendidos, após concluída a ação fiscalizatória e quando estiverem
depositados nas unidades do Ibama, e;
XII - orientar, racionalizar e otimizar a aquisição, utilização de materiais de consumo e a sua
distribuição.
Art. 37. Ao Serviço de Manutenção Predial compete:
I - acompanhar e supervisionar a elaboração de projetos de engenharia e de obras de
construção, instalação, reforma e ampliação de imóveis do Ibama no Distrito Federal;
II - elaborar laudo de vistoria para fins de conclusão, recebimento ou entrega de obras de
construção, instalação, reforma e ampliação de imóveis do Ibama no Distrito Federal;
III - assegurar e controlar o funcionamento dos serviços de telefonia fixa e móvel, e;
IV - manter o registro e controle do consumo de combustíveis e lubrificantes, bem como das
despesas de manutenção dos veículos próprios da Administração Central.
Art. 38. Ao Serviço de Documentação e Informação compete:
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I - gerir o sistema informatizado de gestão documental;
II - acompanhar e apoiar as atividades dos sistemas documentais;
III - participar do desenvolvimento e aperfeiçoamento do sistema de gestão documental;
IV - implementar e supervisionar a política de gestão documental e informação, garantindo a
recuperação, o acesso aos documentos e a preservação de sua memória, bem como executar o
arquivamento e desarquivamento de processos sob sua responsabilidade;
V - executar, acompanhar e controlar as atividades referentes aos serviços de protocolo e
arquivo;
VI - propor a contratação, gerir os contratos de empresas especializadas em serviços postais,
publicações oficiais, acervo e outros ligados a área, além de acompanhar a execução desses serviços no
âmbito da Administração Central, e;
VII - receber, expedir e executar as atividades de recebimento, classificação, digitalização,
expedição e autuação de documentos, processos e correspondências, promovendo as respectivas
distribuições às unidades destinatárias.
Art. 39. Ao Serviço de Patrimônio e Almoxarifado compete:
I - orientar e executar as ações relacionadas à administração de bens móveis e imóveis;
II - propor a elaboração de normas visando a otimização de processos relacionados à gestão de
bens móveis, imóveis e dos bens apreendidos, após concluída a ação fiscalizatória;
III - orientar, racionalizar e otimizar a aquisição, utilização de materiais de consumo e a sua
distribuição;
IV - elaborar e divulgar o catálogo de material, estabelecendo os padrões de especificação,
nomenclatura e código;
V - analisar, conferir, receber, registrar, classificar, organizar e distribuir o material mantido em
sua guarda;
VI - proceder o registro das ocorrências relativas à entrega de material;
VII - codificar, catalogar e classificar o material de consumo, obedecendo ao Plano de Contas da
União;
VIII - elaborar o balancete e o inventário dos bens estocados na Administração Central, assim
como fornecer à Unidade Contábil informações para realização da contabilidade do material de consumo;
IX - propor o desfazimento de material inservível ou fora de uso;
X - controlar e executar as atividades referentes à administração de material de consumo,
mantendo atualizado o controle físico e contábil do material em estoque;
XI - realizar o inventário anual de bens patrimoniais da Administração Central;
XII - acompanhar a movimentação das atividades de administração dos bens móveis e imóveis;
XIII - manter atualizado o cadastro de bens patrimoniais no âmbito da Administração Central;
XIV - analisar os processos relativos à aquisição, utilização, locação, desocupação, reivindicação
de domínio, reintegração de posse, cessão, doação, concessão de uso e alienação de bens patrimoniais;
XV - orientar as Unidades Descentralizadas para o registro das variações ocorridas dos bens
móveis e imóveis nos sistemas públicos federais referentes à administração de patrimônio;
XVI - elaborar inventário dos bens móveis e imóveis da Administração Central, assim como,
fornecer à Unidade Contábil dados e informações para realização da contabilidade patrimonial;
XVII - analisar e propor correções nos inventários patrimoniais dos bens móveis e imóveis das
Unidades Descentralizadas;
XVIII - acompanhar o cadastramento do controle físico de bens móveis, no âmbito da
Administração Central;
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XIX - recomendar a apuração de responsabilidade pelo desvio, desaparecimento ou destruição
de bens patrimoniais;
XX - propor a alienação dos bens móveis ociosos, inservíveis ou de recuperação antieconômica,
no âmbito da Administração Central;
XXI - registrar no Sistema de Administração de Patrimônio as modificações ocorridas, no âmbito
da Administração Central, e;
XXII - supervisionar a classificação do cadastro de bens móveis, a codificação e catalogação,
bem como a movimentação e saída de material permanente.
Art. 40. À Coordenação-Geral de Orçamento e Finanças compete:
I - planejar, coordenar, orientar, controlar e promover a execução das atividades relativas à
execução contábil, à adequada aplicação de dotações orçamentárias e recursos financeiros;
II - solicitar e gerir recursos financeiros e autorizar movimentação de acordo com a
programação financeira autorizada pelo Ministério do Meio Ambiente;
III - orientar e supervisionar o processo de elaboração da proposta orçamentária anual e das
solicitações de alterações orçamentárias;
IV - definir as instruções e procedimentos a serem observados durante o processo de
elaboração da proposta orçamentária;
V - analisar e avaliar previamente os processos para liquidação da despesa de contratos no
âmbito da Administração Central;
VI - gerenciar a cobrança, avaliação e efetivação dos créditos administrativos;
VII - propor o estabelecimento de critérios, normas e procedimentos complementares aos
sistemas públicos federais de contabilidade e suas aplicações, e;
VIII - executar, propor e fazer cumprir normas e diretrizes inerentes a serviços de cobranças
administrativa de créditos, à contabilização de atos e fatos administrativos e à execução orçamentária e
financeira.
Art. 41. À Coordenação de Execução Orçamentária e Financeira compete:
I - coordenar o processo de elaboração da proposta orçamentária em consonância com as
diretrizes do Planejamento Estratégico;
II - orientar, analisar, consolidar e formalizar a proposta orçamentária;
III - analisar e emitir parecer conclusivo a respeito das solicitações de alterações orçamentárias
sob os aspectos legais, de planejamento, de programação e de execução orçamentária e financeira;
IV - analisar e avaliar as solicitações de descentralização e movimentação de créditos;
V - analisar as solicitações de certificações de disponibilidades orçamentárias enviadas pela
Administração Central;
VI - acompanhar e difundir junto às unidades gestoras a legislação e normas de procedimento
referentes à execução orçamentária;
VII - apoiar a Coordenação de Planejamento na formulação de subsídios para o processo de
elaboração e alteração do Plano Plurianual (PPA);
VIII - promover a execução orçamentária no âmbito da Administração Central;
IX - coordenar, acompanhar, controlar e gerir as atividades de programação e execução
financeira;
X - propor critérios, normas e procedimentos relacionados à execução financeira, seus registros
e monitoramento;
XI - operacionalizar os Sistemas Públicos Federais quanto à eficiente gestão dos recursos no
que concerne à execução financeira;
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XII - promover a transferência dos recursos financeiros de acordo com os cronogramas
autorizados para as Unidades Gestoras, mantendo estrita observância quanto ao seu fluxo de caixa, e;
XIII - acompanhar, orientar e supervisionar as Unidades Gestoras Executoras descentralizadas
quanto à gestão eficiente dos recursos financeiros recebidos.
Art. 42. Ao Serviço de Execução Orçamentária compete:
I - subsidiar o processo de elaboração da proposta orçamentária;
II - acompanhar a receita efetivamente arrecadada para efeitos de controle orçamentário;
III - promover a descentralização dos créditos orçamentários de acordo com os cronogramas
autorizados;
IV - prestar orientação técnica e normativa às unidades organizacionais;
V - elaborar, acompanhar, controlar e divulgar a execução orçamentária por meio de
demonstrativos gerenciais;
VI - elaborar quadros de controle orçamentário para os exercícios abrangidos pelas
certificações de disponibilidades orçamentárias, e;
VII - acompanhar os valores dos contratos de terceirização de mão de obra e a execução de
contratos em geral, no sistema de acompanhamento de contratos celebrados no âmbito do Ibama.
Art. 43. Ao Serviço de Execução Financeira compete:
I - emitir empenhos dos recursos orçamentários descentralizados para as despesas da
Administração Central;
II - analisar e instruir processos de contratos celebrados no âmbito da Administração Central
referentes à liquidação e pagamento e ao reconhecimento de dívidas de exercícios anteriores;
III - repassar recursos financeiros aos órgãos descentralizados;
IV - manter informações técnicas atualizadas sobre as atividades referentes à execução
financeira no âmbito da Administração Central;
V - atuar como gestor setorial do Sistema de Concessão de Diárias e Passagens (SCDP);
VI - executar e controlar os atos referentes a despesas com diárias e passagens de servidores e
colaboradores eventuais no âmbito da Administração Central, procedendo ao pagamento quando
devidamente autorizadas;
VII - cadastrar, suspender e excluir usuários no Sistema de Concessão de Diárias e Passagens
(SCDP);
VIII - analisar e providenciar a concessão e o controle de suprimentos de fundos;
IX- executar os atos de gestão orçamentária, tais como execução de ordens bancárias;
X - executar o pagamento das despesas liquidadas através da emissão de ordem bancária e
Guia de Recolhimento da União (GRU);
XI - efetuar, no Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi), o registro dos atos
pertinentes à gestão orçamentária e financeira, viabilizando, dentro do prazo, as conformidades diárias e
documentais e de operadores;
XII - acompanhar e identificar depósitos efetuados na conta única do Tesouro Nacional;
XIII - analisar, classificar, apropriar e liquidar despesas referentes aos processos de pagamento
das aquisições e serviços prestados, conforme o Plano de Contas da União;
XIV - efetuar o tratamento contábil das despesas apropriadas na rubrica Restos a Pagar, bem
como acompanhar os respectivos pagamentos;
XV - manter atualizado o credenciamento dos ordenadores de despesa e corresponsáveis junto
ao sistema bancário, e;
XVI - liquidar a folha de pagamento dos servidores ativos e inativos do órgão emitindo os
respectivos pagamentos.
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Art. 44. À Coordenação de Cobrança Administrativa e Processo Fiscal compete:
I- planejar, coordenar, orientar, supervisionar, controlar e avaliar as atividade inerentes à
arrecadação e à cobrança administrativa de créditos tributários e não-tributários;
II - orientar as unidades descentralizadas sobre os procedimentos de arrecadação e cobrança
de receitas tributárias e não-tributárias;
III - propor normas para os processos de arrecadação e cobrança de créditos administrativos;
IV - compilar, consolidar e difundir entendimentos administrativos acerca da interpretação e
aplicação da legislação atinente aos procedimentos de determinação e exigência de créditos
administrativos;
V - propor e controlar, junto à Coordenação-Geral de Tecnologia da Informação (CGTI) as
alterações corretivas e evolutivas necessárias ao Sicafi, com vistas a execução do item I;
VI - organizar e controlar a cobrança conjunta, entre Ibama e Estados que possuem acordo de
cooperação firmado, da Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental (TCFA), e;
VII - controlar os valores a serem repassados aos Estados, a título de cobrança conjunta da
TCFA.
Art. 45. Ao Serviço de Administração do Processo Fiscal compete:
I - planejar, coordenar, orientar, supervisionar, controlar e avaliar as atividades inerentes à
instrução e julgamento de processos administrativos fiscais relativos a obrigações tributárias administradas
pelo Ibama;
II - julgar, em conformidade com as regras de competência definidas em atos normativos, os
recursos administrativos, em segunda instância, de créditos tributários;
III - propor, examinar e elaborar atos normativos pertinentes ao procedimento contencioso fiscal;
IV - operacionalizar a arrecadação conjunta de taxas de fiscalização ambiental, e;
V - administrar os valores a serem repassados aos Estados em relação aos Acordos de
Cooperação Técnica, cujo objeto é a arrecadação conjunta de taxas.
Art. 46. Ao Serviço de Cobrança Administrativa de Taxas e Autos de Infração compete:
I - cobrar e controlar créditos administrativos provenientes de Taxas e Autos de Infração
administrados pelo Ibama;
II - compilar, consolidar e difundir entendimentos administrativos acerca da operacionalização
dos itens descritos no inciso I;
III - propor medidas de regulamentação e de aperfeiçoamento dos procedimentos
administrativos de cobrança de créditos tributários;
IV - efetuar registros de devedores inadimplentes no Cadin/Sisbacen;
V - propor e controlar, junto à Coordenação-Geral de Tecnologia da Informação (CGTI) as
alterações corretivas e evolutivas necessárias ao Sicafi, e;
VI - propor medidas de regulamentação e de aperfeiçoamento dos procedimentos
administrativos de cobrança de créditos tributários.
Art. 47. À Coordenação de Contabilidade compete:
I - orientar as unidades jurisdicionadas, os órgãos e entidades vinculadas quanto às operações
de contabilidade dos atos e fatos da gestão orçamentária, financeira e patrimonial, incluindo os processos
relacionados ao encerramento do exercício e abertura do exercício seguinte;
II - acompanhar as atividades contábeis das unidades jurisdicionadas, dos órgãos e das
entidades vinculadas no que diz respeito ao adequado e tempestivo registro dos atos e dos fatos da
gestão orçamentária, financeira e patrimonial;
III - apoiar treinamentos na área de contabilidade para as unidades jurisdicionadas;
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IV - propor à Diretoria de Planejamento, Administração e Logística (Diplan) medidas de
aperfeiçoamento das rotinas e procedimentos contábeis do Sistema Integrado de Administração
Financeira do Governo Federal - Siafi, incluindo as rotinas do encerramento e abertura do exercício, bem
como seus subsistemas relacionados à execução orçamentária, financeira e patrimonial;
V - apoiar o órgão central do Sistema na gestão do SIAFI;
VI - analisar e avaliar a consistência dos balanços, balancetes, auditores contábeis e demais
demonstrações contábeis das unidades gestoras jurisdicionadas e dos órgãos e entidades vinculadas,
solicitando providências quanto às regularizações das impropriedades detectadas nos registros contábeis;
VII - efetuar nas unidades jurisdicionadas, quando necessário, registros contábeis que, devido às
suas peculiaridades, não puderem ser realizados pelas unidades gestoras executoras;
VIII - acompanhar, orientar e fiscalizar a execução dos procedimentos de conformidade de
registro de gestão efetuada pelas unidades gestoras;
IX - realizar a conformidade contábil dos registros no Siafi dos atos de gestão orçamentária,
financeira e patrimonial praticados pelos ordenadores de despesa e responsáveis por bens públicos, à
vista das normas vigentes, da tabela de eventos do Siafi e da conformidade de registro de gestão da
unidade gestora;
X - realizar tomadas de contas dos ordenadores de despesa e demais responsáveis por bens e
valores públicos e de todo aquele que der causa a perda, extravio ou outra irregularidade de que resulte
dano ao erário;
XI - efetuar, com base em apurações de atos e fatos inquinados de ilegais ou irregulares, os
registros pertinentes e adotar as providências necessárias à responsabilização do agente, comunicando o
fato à autoridade a quem o responsável esteja subordinado e ao órgão ou unidade do Sistema de Controle
Interno do Poder Executivo Federal a que estejam jurisdicionados;
XII - preparar balanços, demonstrações contábeis, declaração do contador e relatórios
destinados a compor o processo de Tomada e Prestação de Contas Anual do Ordenador de Despesa;
XIII - atender às demandas especiais de informações contábeis de natureza gerencial;
XIV - apoiar e instruir a Coordenação de Licitações nas análises documentais contábeis
referentes as licitações e contratações;
XV - apoiar e instruir as equipes de fiscalização nas análises documentais contábeis referente as
prestações de serviços e fornecimento de bens e materiais;
XVI - efetuar o ajuste contábil dos documentos de pagamento relativos à prestação de serviços
e fornecimento de bens e materiais, após análise e manifestação da equipe de fiscalização, e;
XVII - realizar os parcelamentos administrativos relativos às cobranças de ressarcimento ao
erário classificadas como outros débitos, quais sejam, acertos de contas, multas, acidentes com veículos
oficiais, devoluções de valores de diárias e passagens, outros tipos de restituições não oriundos de autos
de infração e taxas ambientais.
Art. 48. Ao Serviço de Acompanhamento dos Registros Contábeis compete:
I - orientar as unidades executoras quanto a operacionalização dos registros contábeis
necessários ao controle patrimonial do Ibama;
II - executar procedimentos e rotinas com vistas a busca de um nível adequado de exatidão e
tempestividade dos registros contábeis;
III - elaborar relatórios periódicos relativos a informações contábeis da instituição;
IV - acompanhar, orientar e supervisionar as unidades gestoras descentralizadas quanto à
execução dos créditos descentralizados pela Administração Central;
V - manter informações técnicas atualizadas sobre atividades relativas à execução financeira
das Unidades Gestoras Executoras;
VI - apoiar ações de capacitação ligadas as áreas de contabilidade, execução financeira e
orçamentária;
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VII - auxiliar na proposição das normas relativas ao encerramento de cada exercício financeiro,
e;
VIII - operacionalizar o controle e distribuição de senhas e perfis dos sistemas institucionais
ligados à execução financeira e orçamentária.
Art. 49. Ao Serviço de Tomada de Contas Especiais compete:
I - instruir os processos de cobrança do Ibama, que tenham como objetivo o ressarcimento ao
erário;
II - operacionalizar as ações de cobrança administrativa relacionadas ao item I;
III - propor e instruir a instauração de Tomada de Contas Especiais;
IV - executar os registros pertinentes e adotar as providências necessárias à responsabilização
do agente em débito com o erário;
V - elaborar as informações contábeis que compõem o Relatório de Gestão Anual, e;
VI - atender a demandas de órgãos de controle internos e externos, que tenham relação com
questões relativas ao controle do patrimônio do Ibama.
Art. 50. À Coordenação-Geral de Gestão de Pessoas compete:
I - coordenar, supervisionar e avaliar as atividades relacionadas às políticas de gestão e
desenvolvimento de pessoal e propor diretrizes, normas e procedimentos a serem adotados na execução
dessas atividades em conformidade com as orientações do órgão central do Sistema de Pessoal;
II - atender e acompanhar o cumprimento das decisões judiciais, decisões administrativas e
diligências encaminhadas pela Procuradoria Federal Especializada, pelos órgãos de execução da
Procuradoria-Geral Federal, pelos órgãos de controle externo, bem como as orientações emanadas pelo
Órgão Central do Sistema de Pessoal Civil (Sipec);
III - assistir as unidades descentralizadas nos assuntos de sua competência;
IV - providenciar a publicação de atos oficiais no Diário Oficial da União e no Boletim de Serviço
Interno, e;
V - supervisionar os programas de formação e o Plano de Desenvolvimento de Pessoas - PDP,
visando o alcance dos objetivos estratégicos, alinhados as ações prioritárias do Instituto, em articulação
com o Comitê de Capacitação.
Art. 51. Ao Centro de Educação Corporativa compete:
I - implementar, avaliar e propor melhorias à Política de Desenvolvimento de Pessoas do Ibama;
II - planejar, implementar, avaliar e propor melhorias quanto aos instrumentos da Política de
Desenvolvimento de Pessoas do Ibama;
III - planejar, executar e avaliar programas de capacitação voltados à formação técnica e
gerencial, em parceria com as unidades organizacionais e outras instituições;
IV - planejar, executar, coordenar e avaliar os eventos de capacitação previstos no Plano de
Desenvolvimento de Pessoas;
V - elaborar, propor e divulgar as normas, editais e procedimentos para participação dos
servidores em eventos internos e externos de capacitação de curta, média, longa duração e pós-
graduação;
VI - monitorar o afastamento de servidores em cursos de pós-graduação e aplicar as normas
correlatas, e;
VII - planejar, executar, coordenar e avaliar os cursos internos desenvolvidos nas modalidades
presencial, semipresencial e de ensino à distância.
Art. 52. Ao Serviço de Capacitação e Desenvolvimento de Pessoas compete:
I - orientar, analisar, monitorar e concluir os processos de capacitação;
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II - propor, elaborar, monitorar parcerias e contratações de eventos de capacitação, e avaliar os
resultados obtidos;
III - orientar as unidades organizacionais quanto ao planejamento e execução do Plano de
Desenvolvimento de Pessoas, e;
IV- proceder ao registro de certificados, declarações e diplomas no Sistema de Informações
Gerenciais - Siger.
Art. 53. À Coordenação de Gestão da Carreira e Desempenho de Pessoal compete:
I - coordenar as ações e projetos de gerenciamento das pessoas na carreira e nos cargos, bem
como os processos e procedimentos relativos ao provimento e suprimento qualitativo e quantitativo de
pessoal;
II - coordenar as ações e projetos de provisão mediante concurso público;
III - planejar, coordenar e fazer executar ações de gestão de pessoas no tocante a recrutamento,
seleção e carreiras;
IV - executar as ações e projetos de seleção, provisão, controle e avaliação de estágio
supervisionado, bem como coordenar e avaliar as ações de intercâmbio e integração dos estagiários;
V - propor a estrutura necessária de cargos para a provisão e movimentação adequados à
lotação ideal e definição de perfis profissionais;
VI - executar a Política Nacional de Desenvolvimento de Pessoal, e;
VII - coordenar e orientar as concessões de direitos e vantagens dos servidores.
Art. 54. Ao Serviço de Carreira, Recrutamento e Seleção compete:
I - executar as ações e projetos de recrutamento e seleção de pessoal por meio de concurso
público, concurso interno, remoção, redistribuição e exercício provisório;
II - identificar os perfis de competência necessários à força de trabalho;
III - proceder ao acolhimento de servidores recém ingressos e acompanhar o período de
adaptação;
IV - executar as ações e projetos de seleção, provisão, monitoramento, controle e avaliação de
estágio supervisionado;
V - executar atividades relacionados a Carreira de Especialista em Meio Ambiente no que se
refere à progressão funcional e promoção;
VI - promover e monitorar as concessões das gratificações da carreira;
VII - controlar e executar as ações referentes as avaliações de desempenho individual e de
estágio probatório;
VIII - propor, supervisionar e consolidar propostas de reestruturação da Carreira de Especialista
em Meio Ambiente, e;
IX - executar as ações relacionadas aos atos de posse para cargos efetivos.
Art. 55. Ao Serviço de Legislação de Pessoal e Concessões compete:
I - prestar informações à Consultoria Jurídica, em matéria fática, para a elaboração da defesa da
Autarquia;
II - orientar as unidades organizacionais em ações judiciais, bem como quanto a forma de
cumprimento das decisões judiciais relativas a pessoal, contando com o auxílio da Procuradoria Federal
Especializada e das demais unidades, caso se faça necessário;
III - analisar processos administrativos de pessoal relativos à concessão de direitos e vantagens;
IV - analisar processos referentes à requisição e cessão de pessoal, subsidiando decisões
superiores;
V - elaborar Notas Informativas referentes aos questionamentos oriundos das unidades
organizacionais, na aplicação da legislação de pessoal, e;
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VI - orientar as unidades organizacionais e os servidores, quanto à aplicação das legislações
pertinentes.
Art. 56. À Coordenação de Administração de Pessoal compete:
I - coordenar e orientar a execução das atividades de cadastro de pessoal;
II - supervisionar os registros funcionais;
III - planejar e gerir sistemas de informação dos processos de gestão de pessoas, e;
IV - coordenar e orientar sobre os procedimentos de confecção da folha de pagamento.
Art. 57. Ao Serviço de Cadastro de Pessoal compete:
I - controlar os registros funcionais nos sistemas de cadastro dos servidores;
II - emitir certidões, declarações e identidade funcional aos servidores;
III - manter atualizado sistema de registro de atos de admissão, vacância e concessões no que
se refere aos servidores e temporários;
IV - manter atualizados os sistemas de cadastro e pagamento dos servidores;
V - atualizar a Relação Anual de Informações Sociais (Rais) e enviar ao órgãos competentes;
VI - manter atualizado o acervo funcional dos servidores ativos e dos temporários, e;
VII - acompanhar e monitorar a lotação, o ingresso, os afastamentos, as licenças e a
movimentação dos servidores.
Art. 58. Ao Serviço de Pagamento de Pessoal compete:
I - executar e controlar as ações relativas à confecção do processo de folha de pagamento via
sistema integrado de administração de pessoal de acordo com os procedimentos estabelecidos na
legislação e nos normativos vigentes;
II - executar e controlar os procedimentos para o recolhimento de encargos sociais;
III - executar e controlar os procedimentos relativos aos descontos de faltas injustificadas,
pagamento de pensão alimentícia e outros descontos previstos em lei ou em decisões judiciais;
IV - manter atualizado o Sistema Empresa de Recolhimento do Fundo de Garantia por Tempo de
Serviço (FGTS) e Informações à Previdência Social (Sefip);
V - executar atos pertinentes à formalização de ressarcimento ao erário e inscrição em dívida
ativa de servidores que se encontrem em débito com o órgão;
VI - obter informações e transmitir ao Sistema Integrado de Administração de Recursos
Humanos (Siape) os comprovantes de rendimento referentes ao Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF)
para a confecção da Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte (Dirf);
VII - acompanhar o desembolso mensal com pessoal requisitado e controlar o ressarcimento de
servidores cedidos;
VIII - instruir os processos para o pagamento de despesas de pessoal de exercícios anteriores e
vantagens decorrentes de decisões judiciais relativas à pessoal e aos temporários, e;
IX - realizar a projeção orçamentária relativamente às despesas com pessoal ao exercício
seguinte.
Art. 59. À Coordenação de Benefícios e Promoção à Saúde compete:
I - coordenar, supervisionar, orientar e implementar programas que visem a promoção da saúde,
com vistas ao desenvolvimento físico, social e psicológico dos servidores;
II - planejar e implementar os planos de assistência médica, odontológica e psicossocial dos
servidores ativos, aposentados e seus dependentes e dos beneficiários de pensão acompanhando e
monitorando suas execuções;
III - orientar e acompanhar as atividades inerentes à concessão e revisão de aposentadoria e de
pensão;
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IV - supervisionar e orientar a concessão ou supressão de benefícios aos servidores, aos
contratados por tempo determinado e aos estagiários, no que couber;
V - propor convênios e parcerias com outras instituições para ampliar a cobertura de
atendimento assistencial e pericial;
VI - acompanhar e observar o cumprimento da legislação vigente sobre medicina e engenharia
de segurança no trabalho;
VII - executar a Política de Atenção à Saúde do Servidor Público Federal no âmbito do Ibama,
propondo e desenvolvendo medidas previstas pelo Subsistema de Atenção à Saúde do Servidor (SIASS);
VIII - instruir processos que requeiram avaliação de perícia oficial em saúde e a emissão de
laudo de avaliação ambiental sobre medicina e engenharia de segurança no trabalho;
IX - mapear os registros de ocorrências de afastamentos por motivo de saúde dos servidores e
propor estratégias para reduzir o absenteísmo;
X - manter os prontuários médicos dos servidores ativos atualizados;
XI - gerenciar e acompanhar a execução dos exames periódicos;
XII - executar, acompanhar e avaliar as atividades relativas ao programa de atenção e promoção
à saúde;
XIII - prestar assistência às unidades descentralizadas, quanto ao acesso ao Subsistema
Integrado de Atenção à Saúde do Servidor (SIASS), e;
XIV - orientar e acompanhar as concessões do adicional de insalubridade e de periculosidade.
Art. 60. Ao Serviço de Benefícios, Aposentadorias e Pensões compete:
I - instruir processos de concessão e revisão de aposentadorias e pensões e reversão à
atividade;
II - registrar e encaminhar no sistema corporativo do órgão de controle externo os atos de
concessões de aposentadorias e de pensões;
III - monitorar e orientar a execução das atividades operacionais relativas ao recadastramento
anual de servidores aposentados e de beneficiários de pensão;
IV - manter atualizado no sistema de cadastro os registros funcionais de aposentados e de
beneficiários de pensão;
V - instruir processos de concessão de isenção de imposto de renda e abono de permanência;
VI - prestar assistência aos aposentados e aos beneficiários de pensão quanto ao acesso ao
Sistema Integrado de Gestão de Pessoas (Sigepe), e;
VII - analisar e acompanhar a concessão dos benefícios de auxílio-alimentação, auxílio-funeral,
auxílio-natalidade, auxílio pré-escolar, auxílio-reclusão e auxílio-transporte.
Art. 61. À Coordenação-Geral de Tecnologia da Informação compete:
I - planejar, coordenar e supervisionar a execução de processos, projetos e serviços de
Tecnologia da Informação e Comunicação;
II - elaborar, avaliar e monitorar a execução do Plano Diretor de Tecnologia da Informação e
Comunicação (PDTIC);
III - integrar padrões e melhores práticas de tecnologia da informação visando uma estrutura
global de Governança e Gestão Corporativa;
IV - monitorar a qualidade dos serviços e produtos de tecnologia da informação e comunicação
entregues em conformidade com acordos vigentes;
V - promover a articulação com o Ministério do Meio Ambiente quanto aos temas de
governança corporativa e à estratégia de governança digital da Administração Pública Federal no âmbito
do Sistema de Administração dos Recursos de Tecnologia da Informação (Sisp);
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VI- participar, como membro efetivo e gestor de tecnologia da informação e comunicação, das
reuniões do Comitê de Tecnologia da Informação (CTI);
VII - garantir a execução e a manutenção da Política de Segurança da Informação e
Comunicação (Posic) das atividades inerentes a tecnologia da informação e comunicação;
VIII - coordenar o planejamento da contratação, gestão e fiscalização de contratos e convênios
relativos à tecnologia da informação, segurança da informação e comunicação em conformidade com a
legislação vigente;
IX - orientar as unidades descentralizadas na execução dos procedimentos e atividades
relacionadas à Tecnologia da Informação e Segurança da Informação e Comunicação, em consonância
com as diretrizes e normas definidas;
X - monitorar e aprimorar os serviços de Tecnologia da Informação (TI) e a satisfação do cliente;
XI - planejar, executar, monitorar e ajustar o Catálogo de Serviços de TI, e;
XII - propor normas, padrões e modelos institucionais referente à tecnologia da informação e
comunicação.
Art. 62. À Coordenação de Sistemas de Informação compete:
I - coordenar e apoiar os serviços de desenvolvimento, de sustentação das aplicações e de
soluções tecnológicas, bem como suas integrações, garantindo o ciclo de vida de desenvolvimento e da
aplicação de melhoria contínua do processo;
II - coordenar, executar, monitorar e avaliar o desenvolvimento de projetos de sistemas,
aplicativos e portais de acordo com o Processo de Desenvolvimento de Software e adoções de padrões
arquiteturais de sistemas/aplicativos e administração de dados, além de internalizar as boas práticas no
âmbito do desenvolvimento de soluções tecnológicas;
III - propor e definir normas e procedimentos em prol da padronização e reuso das ferramentas,
tecnologias, metodologias, métodos utilizados durante o desenvolvimento de software e do processo de
atendimento;
IV - realizar a prospecção de novas soluções de sistemas e softwares, visando a flexibilização e
a inovação de métodos e processos;
V - planejar, avaliar, executar, atualizar e monitorar a produção da documentação dos projetos,
os artefatos do sistema e códigos-fonte/programas, em harmonia com o padrão de ambientes de
sistemas e demais procedimentos e rotinas operacionais;
VI - gerenciar a execução das atividades entre as áreas de negócio, a produção e a manutenção
de sistemas de informação e suas bases de dados;
VII - auxiliar na elaboração e execução do Plano Diretor de Tecnologia da Informação e
Comunicação (PDTIC) no âmbito dos recursos e serviços de sistemas de informação;
VIII - participar da formulação e manutenção da política de segurança da informação
relacionada às suas competências;
IX - planejar, executar e controlar o portfólio de projetos de TI, de forma integrada à gestão
estratégica e orientado pelas diretrizes do PDTIC e Posic;
X - realizar a gestão e fiscalização dos contratos da área de desenvolvimento;
XI - elaborar artefatos durante o planejamento das contratações relativas à área de sistemas da
informação, e;
XII - propor e acompanhar a aplicabilidade de metodologia de desenvolvimento que utiliza a
comunicação para integrar os desenvolvedores de software e profissionais de Infraestrutura de TI.
Art. 63. Ao Serviço de Apoio ao Desenvolvimento e Qualidade compete:
I - realizar o acompanhamento dos projetos priorizados da Coordenação de Sistemas de
Informação;
II - planejar, priorizar e acompanhar a execução das demandas de sustentação de sistemas;
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III - opor a atualização tecnológica dos sistemas corporativos;
IV - avaliar ferramentas que proporcionem maior agilidade e confiabilidade no desenvolvimento
de sistemas, inclusive voltadas práticas ágeis;
V - efetuar controle de qualidade durante o ciclo de desenvolvimento dos sistemas e após
implantação em produção;
VI - controlar o processo de entregas de modo a certificar que os padrões, procedimentos,
templates, versionamentos e entregáveis são cumpridos;
VII - acompanhar a execução e a fiscalização de contratos de serviços da CSI;
VIII - participar de processos de contratação para aquisições inerentes à área de
desenvolvimento;
IX - prestar suporte à metodologia de métricas para dimensionamento e quantificação no
desenvolvimento de sistemas;
X - zelar pelo ciclo de vida das demandas em atendimento às necessidades das áreas
finalísticas;
XI - orientar e controlar o processo de especificação de negócios e de requisitos,
desenvolvimento e implantação de sistemas;
XII - implementar e/ou evoluir o processo de pesquisa de satisfação do usuário de sistemas e/
ou requisitantes dos serviços, e;
XIII - propor melhoria contínua no processo de atendimento de forma a agilizar o atendimento
ao usuário final.
Art. 64. À Coordenação de Infraestrutura Tecnológica compete:
I - coordenar, implantar, avaliar, executar, monitorar e atualizar a infraestrutura de tecnologia da
informação e comunicação de dados que suporta os serviços de TI do Ibama, em conformidade com o
PDTIC, Posic e demais normativos vigentes;
II - propor políticas, diretrizes, normas e procedimentos que orientem e disciplinem a utilização
dos recursos de infraestrutura tecnológica, bem como verificar seu cumprimento;
III - realizar a prospecção de novos padrões e novas tecnologias, visando a flexibilização e a
inovação de métodos e processos relativos à área de infraestrutura tecnológica;
IV - especificar, prover e administrar as soluções de infraestrutura tecnológica e comunicações
de dados relativas à rede de computadores local e de longa distância;
V - gerir os serviços de atendimento a usuários de tecnologia da informação na Administração
Central do Ibama;
VI - assessorar as unidades descentralizadas, quanto à execução de atividades e implantação
de redes locais, assegurando sua interligação à rede central;
VII - planejar, avaliar, executar e gerenciar as mudanças relacionadas a infraestrutura
tecnológica, estabelecendo prioridades, avaliação de impacto e autorização, fechamento, documentação e
relatórios de monitoramento;
VIII - prover o gerenciamento da configuração de Ativos de Serviço;
IX - elaborar e atualizar o catálogo de serviços de infraestrutura, e o banco de soluções para
cada serviço;
X - manter atualizado modelo de dados corporativos para integração dos bancos de dados dos
sistemas de informação, sítios de internet, intranet, sistemas legados e demais portais corporativos;
XI - analisar e elaborar modelos lógicos dos sistemas de informação, sítios de internet, intranet,
sistemas legados e demais portais corporativos e construir projetos físicos de bancos de dados de forma
integrada;
XII - garantir sustentabilidade, resiliência e tolerância a falhas, redundância, confiabilidade,
disponibilidade e segurança aos serviços de TI;
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XIII - monitorar o ambiente de rede e bancos de dados de produção, homologação e
desenvolvimento;
XIV - auxiliar na elaboração e execução do Plano Diretor de Tecnologia da Informação e
Comunicação (PDTIC) no âmbito dos recursos e serviços de infraestrutura e segurança tecnológica;
XV - participar da formulação e manutenção da política de segurança da informação
relacionada a infraestrutura e segurança tecnológica;
XVI - avaliar os sistemas implantados quanto ao desempenho, dimensionamento, administração,
segurança e compatibilidade com a infraestrutura disponível e padrão de ambientes de desenvolvimento
de sistemas e demais normas vigentes, e;
XVII - planejar, gerenciar e fiscalizar os contratos relacionados a infraestrutura e segurança
tecnológica.
Art. 65. Ao Serviço de Segurança da Informação compete:
I - gerir a segurança da informação e de comunicações de dados conforme a Posic e normas
complementares publicadas;
II - elaborar, implantar, e monitorar a execução da Posic e suas normas complementares, bem
como, as orientações emanadas do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República;
III - participar da Equipe de Tratamento de Incidentes em Redes Computacionais (ETIR);
IV - apoiar a execução da Gestão de Riscos de Tecnologia da Informação e Comunicação;
V - apoiar o Comitê de Segurança da Informática e Informação (CSII) na execução de suas
atribuições;
VI - adotar melhores práticas e ferramentas para governança de segurança da informação;
VII - manter a integridade, confiabilidade e autenticidade dos dados no ambiente de rede e nas
bases de dados, e;
VIII - realizar atividades de monitoramento de uso da rede, acessos, e-mail e sistema, de forma
preventiva ou mediante solicitação.
Seção IV
Dos Órgãos Específicos Singulares
Art. 66. À Diretoria de Qualidade Ambiental compete coordenar, controlar e executar as ações
federais referentes à proposição de critérios, padrões, parâmetros e indicadores de qualidade ambiental,
ao gerenciamento dos Cadastros Técnicos Federais de Atividades e Instrumentos de Defesa Ambiental e
de Atividades Potencialmente Poluidoras ou Utilizadoras dos Recursos Ambientais.
Art. 67. À Coordenação-Geral de Avaliação e Controle de Substâncias Químicas compete:
I - promover a avaliação, reavaliação, licenciamento, registro e controle de substâncias,
produtos e agentes de processos biológicos, químicos ou físicos, efetiva ou potencialmente causadores de
impactos ambientais, bem como de produtos e processos destinados à remediação de danos ambientais
provocados por agentes poluentes, conforme legislação;
II - propor requisitos, procedimentos, critérios e metodologias para avaliação de perigo e de
risco de substâncias, produtos e agentes de processos biológicos, químicos ou físicos, e;
III - propor padrões de qualidade, indicadores e metodologias para avaliação da contaminação
ambiental por substâncias e produtos.
Art. 68. À Coordenação de Avaliação Ambiental de Substâncias e Produtos Perigosos compete:
I - realizar as avaliações para fins de registro dos produtos agrotóxicos, seus componentes e
afins, de natureza química destinados ao uso em ambientes terrestres, estabelecendo as condições de uso
autorizadas, advertências, orientações e procedimentos para utilização segura desses produtos;
II - avaliar as solicitações de alteração de registro e de uso emergencial de agrotóxicos, seus
componentes e afins, de natureza química destinados ao uso em ambientes terrestres;
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III - propor a edição e a alteração de normas, critérios, padrões, procedimentos e metodologias
referentes à avaliação e ao controle de agrotóxicos, seus componentes e afins, de natureza química
destinados ao uso em ambientes terrestres, seus subprodutos e impurezas relevantes do ponto de vista
ambiental;
IV - subsidiar e fornecer apoio técnico às unidades descentralizadas e demais integrantes do
Sisnama na fiscalização, controle, monitoramento e na inspeção de atividades relacionadas aos
agrotóxicos, seus componentes e afins, de natureza química destinados ao uso em ambientes terrestres, e;
V - elaborar e manter atualizados os perfis ambientais dos novos ingredientes ativos de
agrotóxicos e afins, de natureza química.
Art. 69. À Coordenação de Controle Ambiental de Substâncias e Produtos Perigosos compete:
I - realizar as avaliações para fins de registro dos agrotóxicos, seus componentes e afins,
destinados ao uso em ambientes hídricos, dos produtos dispersantes químicos utilizados em
derramamentos de óleos no mar, dos remediadores, bem como dos produtos preservativos de madeira,
estabelecendo as condições de uso autorizadas, advertência, orientações e procedimentos para utilização
segura desses produtos;
II - proceder à reavaliação dos agrotóxicos, seus componentes e afins, que apresentem indícios
de alteração dos riscos ao meio ambiente;
III - realizar as avaliações para fins de registro dos agrotóxicos, seus componentes e afins de
natureza biológica, bem como dos caracterizados como semioquímicos ou bioquímicos e dos produtos
destinados ao uso em agricultura orgânica;
IV - realizar as avaliações para registro especial temporário de agrotóxicos, seus componentes e
afins, ou para autorização do uso de remediadores em pesquisa e experimentação, do ponto de vista
ambiental;
V - avaliar as solicitações de alteração de registro e de uso emergencial de agrotóxicos, seus
componentes e afins, de natureza química destinados ao uso em ambientes hídricos, e de natureza
biológica, bem como dos caracterizados como semioquímicos ou bioquímicos e dos produtos destinados
ao uso em agricultura orgânica;
VI - propor a edição e a alteração de normas, critérios, padrões, procedimentos e metodologias
referentes à avaliação e ao controle dos agrotóxicos, seus componentes e afins, destinados ao uso em
ambientes hídricos, dos produtos dispersantes químicos utilizados em derramamentos de óleos no mar,
dos remediadores e dos produtos preservativos de madeira, bem como de seus subprodutos e impurezas
relevantes;
VII - subsidiar e fornecer apoio técnico às unidades descentralizadas do Ibama e demais
integrantes do Sisnama na fiscalização, controle, monitoramento e na inspeção de produtos e atividades
de fabricação, importação, exportação, comercialização e uso dos agrotóxicos, seus componentes e afins,
destinados ao uso em ambientes hídricos, dos produtos dispersantes químicos, dos remediadores e dos
produtos preservativos de madeira, bem como de seus subprodutos e impurezas, e;
VIII - coordenar a elaboração dos perfis ambientais dos novos ingredientes ativos de agrotóxicos
e afins de natureza biológica, semioquímica ou bioquímica, assim como dos ingredientes ativos de
natureza química presentes em produtos de uso em ambientes hídricos, em preservativos de madeiras e
em produtos remediadores.
Art. 70. À Divisão de Gerenciamento de Substâncias compete:
I - elaborar e manter atualizados os perfis ambientais dos ingredientes ativos de agrotóxicos e
afins, de preservativos de madeiras e de remediadores, já registrados;
II - acompanhar, sistematizar e analisar dados e informações referentes à produção, importação,
exportação, comercialização e uso dos agrotóxicos, seus componentes e afins, e dos produtos
preservativos de madeira;
III - analisar e organizar dados e informações sobre os componentes de agrotóxicos e afins, de
produtos remediadores, de dispersantes químicos e de produtos preservativos de madeira;
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IV - analisar os pedidos de licenças de importação e de exportação de substâncias e produtos
químicos e biológicos avaliados, e;
V - elaborar a documentação referente à emissão de certificados de registro, autorizações e à
divulgação sobre os pleitos de registro e sobre os resultados das avaliações de produtos e substâncias.
Art. 71. À Coordenação-Geral de Gestão da Qualidade Ambiental compete:
I - coordenar a execução das ações federais referentes à gestão da qualidade ambiental, ao
controle e avaliação concernente às substâncias destruidoras da Camada de Ozônio, ao mercúrio metálico
e aos resíduos sólidos, além de outras ações previstas por convenções e acordos internacionais das quais
o país seja signatário;
II - coordenar e propor critérios, padrões, parâmetros, indicadores de qualidade ambiental e
medidas de controle de resíduos sólidos, emissões e de produtos que comprometam a qualidade
ambiental, e;
III - gerenciar os Cadastros Técnicos Federais de Atividades e Instrumentos de Defesa
Ambiental (CTF/Aida) e de Atividades Potencialmente Poluidoras ou Utilizadoras dos Recursos Ambientais
(CTF/APP) e o Cadastro Nacional de Operadores de Resíduos Perigosos (CNORP).
Art. 72. À Coordenação de Avaliação e Instrumentos de Qualidade Ambiental compete:
I - coordenar e executar as ações de gerenciamento do Cadastro Técnico Federal de Atividades
Potencialmente Poluidoras e Utilizadoras de Recursos Ambientais (CTF/APP), do Cadastro Técnico Federal
de Atividades e Instrumentos de Defesa Ambiental (CTF/Aida), e do Relatório Anual de Atividades
Potencialmente Poluidoras e Utilizadoras de Recursos Ambientais (RAPP);
II - propor critérios para o enquadramento das pessoas físicas e jurídicas no CTF/APP e no
CTF/Aida;
III - propor a edição e a alteração de normas referentes ao CTF/APP, ao CTF/Aida e ao RAPP;
IV - coordenar e executar as ações de gerenciamento do Certificado de Regularidade das
pessoas inscritas no CTF/APP e no CTF/Aida, e propor a edição e a alteração de normas referentes a este
instrumento;
V - propor a celebração de parcerias com entidades públicas e privadas e promover a execução
das atividades relativas ao compartilhamento de dados e informações e o desenvolvimento dos
instrumentos de qualidade ambiental;
VI - propor a edição e a alteração de normas e procedimentos para o acesso e uso das
informações institucionais que envolvam o Cadastro Técnico Federal e demais instrumentos de qualidade
ambiental;
VII - promover ações e procedimentos de gestão da base cadastral, visando sua ampliação e a
melhoria da qualidade dos dados;
VIII - estabelecer procedimentos para a coleta, processamento, avaliação e divulgação de
informações dos instrumentos de qualidade ambiental, e;
IX - orientar a execução das atividades exercidas pelas unidades descentralizadas, por meio da
padronização de procedimentos e da adoção de manuais e guias.
Art. 73. À Coordenação de Controle de Resíduos e Emissões compete:
I - coordenar e executar as ações federais referentes ao controle do uso, da destinação e da
importação, exportação e trânsito de substâncias destruidoras da camada de ozônio, mercúrio metálico e
resíduos sólidos, além de outras ações previstas por convenções e acordos internacionais das quais o país
seja signatário;
II - coordenar e propor a edição e a revisão periódica de normas, critérios, indicadores
ambientais e padrões de controle, bem como executar programas e implementar medidas de controle e
destinação adequada de resíduos sólidos e de produtos que comprometam a qualidade ambiental;
III - executar programas nacionais de controle das emissões sonoras e de poluentes por fontes
móveis nocivas ao meio ambiente;
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IV - propor a revisão periódica de normas, critérios, indicadores ambientais e padrões referentes
ao controle das emissões sonoras e de poluentes por fontes móveis;
V - coordenar e executar as ações de gerenciamento do Cadastro Nacional de Operadores de
Resíduos Perigosos (CNORP) de forma integrada ao Cadastro Técnico Federal de Atividades
Potencialmente Poluidoras e Utilizadoras de Recursos Ambientais (CTF/APP), e;
VI - propor a edição de normas e implementar sistemas de controle de processos e
procedimentos.
Art. 74. À Diretoria de Licenciamento Ambiental compete coordenar, supervisionar e executar as
ações referentes ao licenciamento ambiental federal de atividades e empreendimentos efetiva ou
potencialmente poluidores e, especificadamente:
I - orientar, coordenar, executar e supervisionar atividades de Avaliação de Impactos Ambientais
(AIA) no âmbito do Licenciamento Ambiental Federal, visando promover o desenvolvimento sustentável;
II - articular, coordenar e supervisionar ações desconcentradas nas unidades descentralizadas,
visando garantir a execução do processo de Licenciamento Ambiental Federal;
III - propor a aplicação de penalidades em caso de infração à legislação ambiental vigente
causada por atividade, obra ou empreendimento sujeita ao Licenciamento Ambiental Federal, sem prejuízo
às atribuições de competência da Diretoria de Proteção Ambiental;
IV - propor normas e procedimentos referentes ao licenciamento ambiental federal;
V - executar e orientar a análise de estudo preliminar de riscos e similares exigidos para a
viabilidade ambiental no processo de licenciamento ambiental federal;
VI - executar e orientar a análise de planos de gerenciamento de riscos, planos de emergências
e similares no âmbito do licenciamento ambiental federal, de modo compartilhado e coordenado com a
Coordenação-Geral de Emergências Ambientais;
VII - orientar, coordenar, executar e supervisionar o cálculo do Grau de Impacto-GI e do valor da
Compensação Ambiental Federal, relativos aos empreendimentos de significativo impacto ambiental
sujeitos ao licenciamento ambiental federal;
VIII - prestar apoio técnico e administrativo ao Comitê de Compensação Ambiental Federal-
CCAF, e;
IX - orientar, coordenar, executar e supervisionar as atividades com vistas a emissão de
Autorização para captura, coleta e transporte de material biológico de fauna nativa silvestre (Abio) e de
Autorização de supressão de vegetação (ASV), no âmbito do licenciamento ambiental federal.
Art. 75. À Divisão de Assuntos Estratégicos e Compensação Ambiental compete:
I - apoiar técnica e administrativamente o Comitê de Compensação Ambiental Federal;
II - propor normas e procedimentos sobre o licenciamento ambiental federal;
III - realizar estudos sobre temas estratégicos para subsidiar a Diretoria de Licenciamento
Ambiental;
IV - propor e analisar acordos, convênios, ajustes e demais instrumentos relacionados ao
licenciamento ambiental federal, com vistas à melhoria dos processos do licenciamento e da capacitação
de servidores;
V - planejar, propor e acompanhar a capacitação dos servidores que atuam nas atividades de
licenciamento ambiental;
VI - propor, participar do planejamento, da estruturação, da especificação dos sistemas de
informação, e;
VII - realizar a gestão do conhecimento do licenciamento ambiental.
Art. 76. À Coordenação-Geral de Licenciamento Ambiental de Empreendimentos Fluviais e
Pontuais Terrestres compete coordenar e supervisionar os processos de licenciamento ambiental de
empreendimentos/atividades relacionadas à Mineração, Pesquisa Sísmica Terrestre, Agropecuária,
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Transposições, Pequenas Estruturas Terrestres, Hidrelétricas, Obras, Estruturas Fluviais, e Energia Nuclear,
Térmica, Eólica e de Outras Fontes Alternativas.
Art. 77. À Coordenação de Licenciamento Ambiental de Mineração e Pesquisa Sísmica Terrestre
compete a instrução processual e a execução das análises e procedimentos técnico-administrativos
relativos a essas tipologias e afins.
Art. 78. À Divisão de Licenciamento Ambiental de Empreendimentos Agropecuários,
Transposições e Pequenas Estruturas compete a instrução processual e a execução das análises e
procedimentos técnico-administrativos relativos a essas tipologias e afins.
Art. 79. À Coordenação de Licenciamento Ambiental de Hidrelétricas, Obras e Estruturas Fluviais
compete a instrução processual e a execução das análises e procedimentos técnico-administrativos
relativos a essas tipologias e afins.
Art. 80. À Divisão de Licenciamento Ambiental de Energia Nuclear, Térmica, Eólica e de Outras
Fontes Alternativas compete a instrução processual e a execução das análises e procedimentos técnico-
administrativos relativos a essas tipologias e afins.
Art. 81. À Coordenação-Geral de Licenciamento Ambiental de Empreendimentos Marinhos e
Costeiros compete coordenar e supervisionar os processos de licenciamento ambiental de
empreendimentos/atividades relacionadas a Portos, Pesquisa Sísmica Marítima, Estruturas Marítimas,
Exploração e Produção de Petróleo e Gás.
Art. 82. À Coordenação de Licenciamento Ambiental de Portos e Estruturas Marítimas compete
a instrução processual e a execução das análises e procedimentos técnico-administrativos relativos a
essas tipologias e afins.
Art. 83. À Coordenação de Licenciamento Ambiental de Exploração de Petróleo e Gás Offshore
compete a instrução processual e a execução das análises e procedimentos técnico-administrativos
relativos às tipologias de Pesquisa Sísmica Marítima, Perfuração de poços marítimos e afins.
Art. 84. À Coordenação de Licenciamento Ambiental de Produção de Petróleo e Gás Offshore
compete a instrução processual e a execução das análises e procedimentos técnico-administrativos
relativos a essa tipologia e afins.
Art. 85. À Coordenação-Geral de Licenciamento Ambiental de Empreendimentos Lineares
Terrestres compete coordenar e supervisionar os processos de licenciamento ambiental de
empreendimentos/atividades relacionadas à Transportes, Dutos, Sistemas de Transmissão de Energia,
Regularização Ambiental e Delegação de Competência.
Art. 86. À Coordenação de Licenciamento Ambiental de Transportes compete a instrução
processual e a execução das análises e procedimentos técnico-administrativos relativos a rodovias,
ferrovias e afins.
Art. 87. Ao Serviço de Regularização Ambiental compete a instrução processual e a execução
das análises e procedimentos técnico-administrativos relacionados aos processos de licenciamento
ambiental que se encontrem em condições de regularização ou delegação e acompanhar os processos de
licenciamento ambiental delegados.
Art. 88. À Coordenação de Licenciamento Ambiental de Dutos e Sistemas de Transmissão de
Energia compete a instrução processual e a execução das análises e procedimentos técnico-
administrativos relativos a essas tipologias e afins.
Art. 89. À Diretoria de Proteção Ambiental compete coordenar, controlar e executar as ações
federais referentes à fiscalização e às emergências ambientais e, especificamente:
I - supervisionar, orientar e executar as atividades relacionadas à fiscalização ambiental e às
emergenciais ambientais, bem como coordenar, controlar, supervisionar, orientar e executar a prevenção e
o controle de incêndios;
II - submeter ao presidente a designação ou dispensa dos servidores para as atividades de
fiscalização ambiental, de inteligência e de emergências ambientais;
III - convocar servidores das unidades organizacionais para atuarem nas atividades de
fiscalização ambiental;
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IV - propor diretrizes, elaborar, coordenar, supervisionar, disciplinar, orientar e avaliar o
planejamento de proteção ambiental;
V - conceder o porte funcional de arma de fogo aos servidores designados para as atividades
de fiscalização ambiental, e;
VI - coordenar, controlar, supervisionar, disciplinar e orientar o emprego dos meios aéreos.
Art. 90. Ao Centro de Operações Aéreas compete:
I - operar, administrar e gerenciar os meios aéreos empregados;
II - executar programas, produzir e difundir conhecimento no emprego de meios aéreos em
cumprimento às competências do Ibama;
III - planejar, supervisionar, coordenar e executar as ações de apoio e emprego de meios aéreos;
IV - propor aquisições, contratações, doações, depósitos, celebração de convênios, acordos de
cooperações, ajustes e arrendamentos de meios aéreos para as atividades;
V - propor, promover e coordenar as parcerias institucionais para as operações aéreas,
treinamentos de formação, aperfeiçoamentos e atualizações em atendimento as normas aeronáuticas e
prover pessoal devidamente habilitados a operação área;
VI - coordenar, supervisionar, acompanhar e fiscalizar a logística e a manutenção das aeronaves
empregadas;
VII - manter o emprego e uso das aeronaves em conformidade com a legislação aeronáutica, e;
VIII - elaborar, implementar e atualizar o sistema, os programas e procedimentos de segurança
operacional conforme as normas aeronáuticas e manuais.
Art. 91. Ao Serviço de Apoio às Operações Aéreas compete:
I - executar as ações de apoio e emprego de meios aéreos e logística;
II - fiscalizar e acompanhar a manutenção das aeronaves empregadas;
III - executar os programas e procedimentos de segurança operacional conforme as normas
aeronáuticas e manuais, e;
IV - apoiar os programas de formação, capacitação, treinamento e aperfeiçoamento de
servidores.
Art. 92. Ao Centro Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais compete:
I - implementar a Política Nacional de Manejo Integrado do Fogo no âmbito do Ibama e
coordenar o Sistema Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais;
II - coordenar as atividades do Centro Integrado de Multiagências de Cooperação Operacional
Nacional (Ciman), na esfera federal, visando o monitoramento dos incêndios florestais nos períodos críticos
e determinar as ações de resposta;
III - implementar e executar o Programa de Brigadas Federais;
IV - propor as diretrizes e implementar o Manejo Integrado do Fogo a ser executado pelas
unidades descentralizadas;
V - coordenar o Sistema Nacional de Informações sobre Fogo (Sisfogo), em articulação com os
demais órgãos pertinentes;
VI - promover o Programa de Ação Interagências junto aos órgãos de diferentes níveis de
governo relacionados à prevenção e combate aos incêndios florestais;
VII - promover a cooperação técnica entre instituições nacionais e internacionais nos assuntos
relacionados às queimadas e incêndios florestais;
VIII - planejar e executar atividades de desenvolvimento de tecnologias, pesquisa,
monitoramento, prevenção, capacitação, educação ambiental e combate aos incêndios florestais;
IX - apoiar tecnicamente as ações de controle, monitoramento e fiscalização de queimadas
irregulares e incêndios florestais, e;
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X - implementar o Manejo do Fogo nas áreas de atribuições legais, quando couber.
Art. 93. Ao Serviço de Apoio à Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais compete oferecer
suporte administrativo necessário para a condução das ações do Centro, em especial o planejamento e o
acompanhamento da execução orçamentária e financeira, e o apoio na aquisição de bens materiais, bem
como a administração destes e dos recursos humanos.
Art. 94. À Coordenação-Geral de Fiscalização Ambiental compete:
I - promover, orientar, coordenar e fazer executar, em todo o território nacional, o Plano Nacional
Anual de Proteção Ambiental, observadas as normas e orientações gerais e específicas;
II - coordenar, controlar, supervisionar, orientar, executar e ordenar a apuração de infrações
ambientais em todo o território nacional;
III - coordenar, supervisionar e executar as atividades de investigação administrativa, de
inteligência e de logística às ações de fiscalização ambiental;
IV - indicar e anuir a designação ou a dispensa dos servidores para as atividades de fiscalização
ambiental e de inteligência;
V - coordenar, supervisionar e autorizar o acesso aos sistemas de informações empregados em
suas atividades;
VI - propor normas e estabelecer procedimentos que visem o controle ambiental, a coibição e a
prevenção de infrações ambientais, e;
VII - coordenar a atuação dos grupos especializados.
Art. 95. À Coordenação de Controle e Logística da Fiscalização compete:
I - propor normas de fiscalização ambiental;
II - sistematizar e promover as atividades de fiscalização ambiental;
III - propor e analisar acordos, convênios, ajustes e demais instrumentos relacionados à sua área
de atuação;
IV - planejar, propor e acompanhar a capacitação dos servidores que atuam nas atividades de
fiscalização ambiental;
V - planejar, analisar, controlar e dimensionar a força de trabalho para as atividades de
fiscalização ambiental, analisando as indicações ou dispensa dos servidores;
VI - propor, participar do planejamento, da estruturação, da especificação, do desenvolvimento,
do controle e da manutenção dos sistemas de informação, e;
VII - elaborar e divulgar os dados pertinentes à sua área de atuação.
Art. 96. À Coordenação de Operações de Fiscalização compete:
I - coordenar, planejar, supervisionar, executar e orientar a execução das ações de fiscalização
ambiental inerentes à missão institucional;
II - promover, supervisionar, executar, fazer executar e avaliar as ações de fiscalização em
situações especiais e emergenciais;
III - propor, coordenar e supervisionar as ações de fiscalização ambiental executadas pelas
unidades descentralizadas;
IV - promover e acompanhar o atendimento das denúncias recebidas no âmbito da fiscalização
ambiental, e;
V - propor, planejar, coordenar, supervisionar e executar as ações especializadas de fiscalização
ambiental.
Art. 97. À Divisão de Apoio Operacional à Fiscalização compete:
I - prestar suporte técnico e operacional para o planejamento, coordenação, supervisão,
avaliação e execução de ações de fiscalização ambiental;
II - sistematizar informações e elaborar relatórios de fiscalização ambiental, e;
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III - propor o recrutamento e gerenciar o emprego de pessoal e demais meios operacionais.
Art. 98. Ao Serviço de Fiscalização Ambiental compete:
I - prestar suporte administrativo e técnico às atividades de fiscalização ambiental, e;
II - apoiar projetos voltados à fiscalização ambiental.
Art. 99. À Coordenação de Inteligência de Fiscalização compete:
I - coordenar, orientar, executar e supervisionar as atividades de inteligência e contrainteligência
de interesse da fiscalização ambiental;
II - planejar, promover, orientar e executar, de acordo com as normas e orientações gerais e
específicas, a produção de conhecimento de interesse da fiscalização ambiental;
III - promover, orientar, supervisionar e apoiar a atividade de inteligência nas unidades
descentralizadas;
IV - promover ações e o intercâmbio de dados e conhecimento relacionados à temática
ambiental, com os integrantes do Sistema Brasileiro de Inteligência (Sisbin) e instituições congêneres;
V - planejar, coordenar, orientar, supervisionar e executar a proteção de dados e conhecimentos
sensíveis relativos à fiscalização ambiental;
VI - coordenar medidas que visem evitar, prevenir e neutralizar ações adversas que coloquem
em risco as áreas e instalações, sistemas, documentos, materiais, procedimentos e servidores, em
conformidade com a Política Nacional de Segurança de Informações, e;
VII - participar do processo de planejamento, da estruturação, da especificação, do
desenvolvimento, do controle e da manutenção dos sistemas de informação relacionados.
Art. 100. À Coordenação-Geral de Emergências Ambientais compete:
I - coordenar, supervisionar, orientar, executar e apoiar a execução e implementação das ações e
planos de prevenção e atendimento a acidentes e emergências ambientais;
II - incentivar, apoiar, orientar e supervisionar as ações de prevenção e atendimento às
emergências ambientais, nas unidades descentralizadas;
III - propor e apoiar a articulação interinstitucional, nacional e internacional, para prevenção,
atendimento e monitoramento a acidentes e emergências ambientais;
IV - propor regulamentação, analisar documentos e expedir autorização para as operações de
transferência entre embarcações de petróleo ou seus derivados em alto-mar, denominadas Ship to Ship, e;
V - supervisionar e executar, no que compete, o Regulamento Interno das Emergências
Ambientais.
Art. 101. À Coordenação de Prevenção e Gestão de Riscos Ambientais compete:
I - promover, coordenar, executar e apoiar as ações de gestão de riscos ambientais;
II - realizar ações de vistorias e apoiar a fiscalização preventiva em atividades ou
empreendimentos com potencial de causar acidentes e emergências ambientais;
III - executar e orientar a análise dos estudos de análise de riscos, planos de gerenciamento de
riscos e planos de emergências e similares no âmbito do licenciamento ambiental federal, de modo
compartilhado e coordenado com a Diretoria de Licenciamento Ambiental;
IV - analisar os dados referentes aos acidentes ambientais ocorridos em território brasileiro,
visando o planejamento das atividades de suporte às ações de prevenção e atendimento;
V - promover e apoiar a realização de estudos, pesquisas e geração do conhecimento em ações
de prevenção e atendimento a acidentes e emergências ambientais;
VI - propor padrões e procedimentos para monitoramento ambiental de acidentes ambientais,
e;
VII - apoiar os órgãos federais em ações relativas à segurança de barragens.
Art. 102. À Coordenação de Atendimento a Acidentes Tecnológicos e Naturais compete:
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I - promover, coordenar, executar e apoiar ações de acompanhamento e monitoramento a
acidentes e emergências ambientais;
II - propor, de forma integrada, normas, critérios, padrões e procedimentos de atendimento a
acidentes e emergências ambientais;
III - participar da gestão de crise em conjunto com órgãos da esfera federal, estadual e
municipal no atendimento aos acidentes ambientais de relevância regional e nacional;
IV - subsidiar a análise e a implementação dos planos emergenciais exigidos no processo de
licenciamento ambiental federal;
V - executar, no que compete, o Plano Nacional de Contingência;
VI - realizar vistorias em atividades ou empreendimentos relacionados com óleos e seus
derivados e com demais produtos químicos perigosos ou nocivos ao meio ambiente;
VII - acionar e supervisionar a execução do Plano de Emergência Individual, do Plano de Áreas,
dos Planos de Ação Emergencial e correlatos, no contexto da proteção ambiental;
VIII - acompanhar e monitorar acidentes envolvendo produtos químicos, derivados de petróleo,
causados por fenômenos naturais e biológicos, e os nucleares, este em parceria com a Comissão Nacional
de Energia Nuclear;
IX - organizar simulados de acidentes ambientais em empreendimentos licenciados pelo Ibama
e participar dos exercícios, no que compete ao atendimento ao evento;
X - coordenar e orientar a elaboração e análise dos Planos de Área para incidentes de poluição
por óleo, em áreas de concentração de portos, terminais ou plataformas licenciadas pelo Ibama e demais
tipologias de acordo com as normas vigentes, e;
XI - autorizar, em caráter excepcional, o uso de dispersantes químicos ou queima in situ no
combate a incidentes de poluição por óleo, nos termos da legislação vigente.
Art. 103. À Diretoria de Uso Sustentável da Biodiversidade e Florestas compete coordenar,
controlar e executar as ações federais referentes à autorização de acesso, manejo e uso dos recursos
florestais, florísticos e faunísticos, e as ações federais referentes à recuperação ambiental e,
especificamente:
I - coordenar, supervisionar, normatizar, monitorar, orientar e avaliar a execução das ações
federais referentes ao manejo e ao uso sustentável da biodiversidade e florestas, visando a conservação
das espécies e ecossistemas brasileiros;
II - gerenciar, supervisionar, orientar, subsidiar, executar e implementar acordos nacionais e
internacionais sobre o uso sustentável e controle da biodiversidade e florestas, e;
III - elaborar, propor e avaliar a execução do Plano Nacional Anual de Biodiversidade (Planabio).
Art. 104. À Divisão de Assessoramento Técnico da Biodiversidade e Florestas compete:
I - coordenar os processos de estruturação de meios e de logística que envolvam a atividade da
Diretoria;
II - apoiar a elaboração, execução e acompanhamento de projetos finalísticos e estratégicos da
Diretoria;
III - assessorar a execução e implementação de acordos nacionais e internacionais sobre o uso
sustentável e controle da biodiversidade e florestas da Diretoria, e;
IV - assessorar a gestão orçamentária da Diretoria.
Art. 105. À Coordenação-Geral de Monitoramento do Uso da Biodiversidade e Comércio Exterior
compete:
I - implementar, integrar e gerenciar sistemas de informação para a gestão do uso dos recursos
faunísticos, pesqueiros e florestais no âmbito do Sisnama;
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II - coordenar, supervisionar, executar, orientar a elaboração e estabelecimento de critérios,
padrões e proposição de normas relativas ao controle do uso dos recursos faunísticos, pesqueiros e
florestais;
III - coordenar a elaboração de relatórios vinculados ao processamento dos dados brutos dos
sistemas de informação sobre o uso dos recursos faunísticos, pesqueiros e florestais;
IV - coordenar, orientar, subsidiar e implementar acordos nacionais e internacionais sobre o uso
sustentável e controle da biodiversidade e florestas, e;
V - coordenar a execução das ações que compõem o Plano Nacional de Biodiversidade
(Planabio).
Art. 106. À Coordenação de Comércio Exterior compete:
I - coordenar, supervisionar, propor normas, orientar, acompanhar, elaborar e executar
programas e ações relativas à implementação da Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies
da Flora e Fauna Selvagens em Perigo de Extinção (Cites);
II - elaborar e propor requisitos e especificações técnicas para a importação e exportação de
espécies, produtos e subprodutos da biodiversidade e florestas;
III - emitir licenças e anuir a importação e exportação de espécies, produtos e subprodutos da
biodiversidade e florestas;
IV - coordenar, supervisionar, propor normas, orientar, acompanhar, elaborar e executar ações
junto à Convenção de Biodiversidade (CDB) e outros fóruns internacionais de biodiversidade;
V - promover a gestão, manutenção e aperfeiçoamento do sistema de emissão de licenças de
exportação, importação e reexportação de espécies, produtos e subprodutos da fauna e flora
pertencentes ou não aos anexos da CITES (Siscites);
VI - promover ações de facilitação de comércio exterior junto aos demais órgãos anuentes;
VII - coordenar, supervisionar, propor normas, orientar, acompanhar, elaborar e executar
programas e ações relativas a convenções internacionais, e;
VIII - autorizar a introdução e reintrodução de espécies exóticas de fauna e flora no país.
Art. 107. À Coordenação de Monitoramento do Uso da Fauna e Recursos Pesqueiros compete:
I - promover a gestão, manutenção e aperfeiçoamento do Sistema Nacional de Gestão do Uso
da Fauna (Sisfauna) e do Sistema de Gestão da Criação Amadora de Passeriformes Silvestres (Sispass);
II - apoiar o monitoramento do uso dos recursos pesqueiros em parceria com outras instituições
governamentais;
III - apoiar a capacitação para a gestão do uso dos recursos faunísticos no âmbito do Sisnama;
IV - coordenar, supervisionar, propor normas e orientar tecnicamente ações e programas
permanentes de monitoramento do uso da fauna, de âmbito regional ou nacional, de forma articulada com
outras instituições;
V - realizar diagnósticos, avaliações, modelos, relatórios temáticos e outros produtos vinculados
ao processamento dos dados brutos dos sistemas de informação sobre o uso de espécimes, produtos e
subprodutos da fauna, e;
VI - elaborar e revisar periodicamente as normas, critérios, padrões e procedimentos de uso dos
sistemas de informação sobre o uso da fauna.
Art. 108. À Coordenação de Monitoramento do Uso da Flora compete:
I - promover a gestão, manutenção e aperfeiçoamento do Sistema Nacional de Controle da
Origem da madeira, do carvão e de outros produtos florestais (Sinaflor) e do Documento de Origem
Florestal (DOF);
II - promover a gestão, manutenção e aperfeiçoamento do sistema de cadastro de áreas de
interesse ambiental em imóveis rurais, no âmbito do Ato Declaratório Ambiental (ADA) e do sistema de
licença para porte e uso de motosserra (LPU);
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III - coordenar, supervisionar, propor normas e orientar tecnicamente ações e programas
permanentes de monitoramento do uso da flora nativa e exótica, de âmbito regional ou nacional, de forma
articulada com outras instituições;
IV - realizar diagnósticos, avaliações, modelos, relatórios temáticos e outros produtos
vinculados ao processamento dos dados brutos dos sistemas de informação sobre áreas de interesse
ambiental e de flora, e;
V - elaborar e revisar periodicamente as normas, critérios, padrões e procedimentos de uso dos
sistemas de informação sobre áreas de interesse ambiental e uso da flora.
Art. 109. À Coordenação-Geral de Gestão da Biodiversidade, Florestas e Recuperação
Ambiental compete:
I - coordenar, supervisionar, orientar e propor normas relativas ao manejo e ao uso sustentável
dos recursos da fauna, flora e biodiversidade aquática;
II - coordenar, supervisionar, orientar e propor normas, padrões, metodologias e processos de
reparação e recuperação ambiental, e;
III - coordenar a execução das ações que compõem o Planabio.
Art. 110. À Coordenação de Recuperação Ambiental compete:
I - coordenar, supervisionar, propor normas e orientar tecnicamente a elaboração de programas,
projetos e ações de recuperação ambiental de áreas degradadas;
II - coordenar, supervisionar e orientar tecnicamente a elaboração de programas, processos
administrativos de seleção, ou projetos de conversão de multas em serviços ambientais;
III - coordenar, supervisionar, propor normas e orientar tecnicamente a elaboração de
programas, projetos e ações de reparação e remediação ambiental;
IV - coordenar, supervisionar, propor normas e orientar tecnicamente a elaboração de
programas e ações de reparação ambiental ou compensação financeira por danos ambientais sobre a
biodiversidade e florestas, priorizando ações que contribuam para conservação ou recuperação de
espécies e ecossistemas ameaçados;
V - orientar tecnicamente e propor modelos de reparação e valoração do dano ambiental para a
biodiversidade e florestas;
VI - monitorar a execução de atividades em projetos de recuperação ambiental, objeto de ações
judiciais, acordos extrajudiciais de abrangência regional, avaliando seus resultados, e;
VII - coordenar e monitorar a produção e sistematização de informações referentes a
recuperação ambiental no Ibama.
Art. 111. À Coordenação de Gestão, Destinação e Manejo da Biodiversidade compete:
I - coordenar, supervisionar e apoiar tecnicamente os Centros de Triagem de Animais Silvestres
(Cetas);
II - elaborar e disponibilizar informações sobre o controle e manejo da biodiversidade;
III - coordenar, propor normas e executar programas e ações relativas ao monitoramento e
manejo da biodiversidade;
IV - elaborar Planos de Ação de espécies não ameaçadas de extinção objeto de manejo;
V - coordenar, supervisionar, propor normas e executar programas e ações relativas ao controle
de espécies exóticas invasoras;
VI - propor normas, critérios e procedimentos de prevenção, detecção precoce, análise de risco,
análise de rotas de vetores e dispersão de espécies exóticas invasoras;
VII - coordenar, supervisionar e autorizar os Planos de Manejo de Fauna em Vida Livre para fins
de controle populacional, conservação, uso sustentável e ações de retorno à natureza;
VIII - elaborar, propor requisitos e especificações técnicas e autorizar a soltura, captura, abate,
transporte e o manejo in situ de espécies silvestres e outras atividades de manejo de animais silvestres;
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IX - planejar, coordenar e avaliar as ações do Programa Quelônios da Amazônia (PQA), e;
X - propor normas, critérios, especificações técnicas e autorizar a introdução, translocação e
reintrodução de organismos aquáticos in situ e ex situ.
Art. 112. À Coordenação de Uso Sustentável dos Recursos Florestais compete:
I - apoiar e instruir nos debates e na tomada de decisões em relação ao uso sustentável dos
recursos florestais;
II - coordenar, supervisionar, propor normas, orientar, acompanhar e executar programas e ações
relativas ao uso sustentável da flora;
III - coordenar, supervisionar, propor normas, orientar e acompanhar e executar a emissão de
autorizações, anuências ou licenças para o uso sustentável da flora;
IV - coordenar, orientar e acompanhar ações de uso por meio de manejo sustentável da
vegetação nativa;
V - coordenar, elaborar normas e procedimentos para auxiliar ações de uso sustentável, por
meio do Plano de Manejo Florestal Sustentável (PMFS);
VI - analisar, elaborar normas, requisitos e procedimentos para conclusão dos projetos de
plantio florestal incentivados, e;
VII - elaborar e propor requisitos e especificações técnicas para reposição florestal obrigatória, e
uso da matéria prima florestal de empreendimentos licenciados.
Art. 113. Ao Centro Nacional de Monitoramento e Informações Ambientais compete coordenar,
controlar e executar atividades referentes ao monitoramento e a gestão das informações ambientais, por
meio do processamento e desenvolvimento de tecnologias, da pesquisa, e da integração de bases de
dados e informações ambientais geoespaciais, e prover o acesso e a disponibilidade de informações e do
conhecimento ao público interno e externo, e, especificamente:
I - gerar, integrar e disseminar de forma sistemática as informações e conhecimentos
produzidos relativos ao meio ambiente;
II - apoiar a implementação do Sistema Nacional de Informações sobre o Meio Ambiente
(Sinima);
III - apoiar o desenvolvimento e o acompanhamento de indicadores ambientais;
IV - coordenar a elaboração do Relatório de Qualidade do Meio Ambiente (RQMA);
V - propor, analisar, gerenciar e executar convênios, cooperações técnicas nacionais e
internacionais, com instituições governamentais e não governamentais, visando o aprimoramento das
ações relacionadas ao monitoramento e às informações ambientais, na busca de subsidiar as atividades de
inteligência e contrainteligência no âmbito da fiscalização ambiental;
VI - planejar e implementar programas, projetos e ações educativas no contexto das atividades
finalísticas, visando o fortalecimento da gestão ambiental pública;
VII - propor e apoiar ações compartilhadas de educação ambiental e ações de formação
continuada em parceria com os órgãos do Sisnama, entidades públicas e organizações da sociedade civil
que desenvolvam atividades ligadas à área ambiental, e;
VIII - Coordenar e orientar tecnicamente os servidores das Superintendências Estaduais da
utilização e produção de informações geográficas, e referente as atividades de educação ambiental.
Art. 114. À Coordenação de Gestão da Informação Ambiental compete:
I - promover o adequado ordenamento na padronização, normatização, geração,
armazenamento, integração, acesso, compartilhamento, disseminação e uso dos dados e informações
ambientais produzidas;
II - gerenciar os dados, informações ambientais e seus respectivos metadados digitalmente
indexados, independente do seu formato ou mídia de armazenamento;
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III - realizar as ações necessárias para atender as normas e regulamentos da Infraestrutura
Nacional de Dados Abertos (INDA) e da Infraestrutura Nacional de Dados Espaciais (INDE);
IV - promover a geração, desenvolvimento, adaptação e difusão de tecnologias envolvendo
banco de dados e geotecnologias para apoiar as atividades finalísticas, em conjunto com a CGTI;
V - conceber e gerenciar plataformas para disponibilização e divulgação interna e externa dos
dados e informações ambientais tratadas ou produzidas, em conjunto com a CGTI;
VI - propor e zelar pela aplicação, manutenção, aprimoramento, atualização e execução da
política editorial em consonância com as diretrizes do Comitê Editorial do Ibama;
VII - gerenciar a política de aquisição, controle e manutenção dos acervos bibliográficos do
Ibama, colocando-os à disposição do público;
VIII - gerenciar as atividades de organização, tratamento e alimentação da base de dados
relativas aos acervos bibliográficos, e;
IX - realizar as ações de revisão, editoração e tradução de publicações produzidas pelas
diversas unidades do Ibama.
Art. 115. Ao Serviço de Gestão da Informação Ambiental compete gerir os processos de gestão
do conhecimento, monitoramento de indicadores ambientais e monitoramento ambiental colaborativo.
Art. 116. À Coordenação de Análise e Produção de Informações Ambientais compete:
I - produzir, processar, analisar e qualificar informações ambientais, com ênfase em dados
geoespaciais, visando o planejamento e execução das atividades finalísticas;
II - promover a geração, adaptação e difusão de conhecimentos científicos envolvendo análise
de dados e geotecnologias visando o planejamento e execução das atividades finalísticas, e;
III - desenvolver estudos, pesquisas e inovação envolvendo geotecnologias, com ênfase em
monitoramento ambiental, visando o planejamento e execução das atividades finalísticas.
Art. 117. Ao Serviço de Análise e Produção de Informações Ambientais compete gerir os
processos de monitoramento de empreendimentos e monitoramento de impactos ambientais.
Art. 118. Os órgãos específicos singulares de que tratam os artigos 66 a 117 exercerão suas
atividades em harmonia com as diretrizes emanadas do Ministério do Meio Ambiente e da Presidência do
Ibama.
Art. 119. As atividades previstas na área de jurisdição do Distrito Federal, deverão ser executadas
pelos órgãos específicos singulares, conforme sua área de competência.
Seção V
Dos Órgãos Descentralizados
Art. 120. Às Superintendências Estaduais compete a coordenação, o planejamento, a
operacionalização e a execução das ações do Ibama e a supervisão técnica e administrativa das Gerências
Executivas e das Unidades Técnicas localizadas nas áreas de sua jurisdição, sendo subordinadas ao
Presidente do Ibama, e especialmente:
I - supervisionar a execução e executar, quando for o caso, as ações federais derivadas das
políticas nacionais de meio ambiente, relativas ao exercício do poder de polícia ambiental, ao
licenciamento ambiental, ao controle da qualidade ambiental, à autorização de uso dos recursos naturais e
a fiscalização, monitoramento e controle ambiental, em consonância com as diretrizes da Presidência e
das Diretorias;
II - executar e orientar as ações supletivas da União, em conformidade com a legislação em
vigor e as diretrizes da Presidência e das Diretorias;
III - executar e fazer executar ações de articulação institucional com os órgãos ambientais
integrantes do Sisnama, visando à atuação complementar e compartilhada da gestão ambiental, por meio
da execução de convênios, acordos, termos de cooperação e similares, submetidos previamente à
apreciação da Presidência;
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IV - executar e fazer executar as ações federais dos programas e projetos advindos das
competências dos órgãos seccionais, no que se refere à auditoria, corregedoria e assuntos jurídicos;
V - executar as atividades inerentes aos Sistemas de Pessoal Civil da Administração Federal, de
Recursos de Tecnologia da Informação, de Serviços Gerais, de Planejamento e de Orçamento, de
Contabilidade, de Administração Financeira, de Organização e Inovação Institucional e de Gestão de
Documentos e Arquivos;
VI - executar as atividades de gestão ambiental, no âmbito de sua respectiva circunscrição, no
que se refere à representação institucional e coordenar a execução das instruções normativas, para
cumprimento de normas gerais e específicas, em consonância com as diretrizes da Administração Central;
VII - executar e fazer executar as ações necessárias à aplicação dos dispositivos de acordos
internacionais relativos à gestão ambiental;
VIII - instituir órgão preparador e Autoridade Julgadora do processo administrativo fiscal,
conforme regras de competência e ritos definidos em ato normativo interno;
IX - executar as ações e atividades pertinentes ao Serviço de Atendimento ao Cidadão, à Linha
Verde e à Ouvidoria;
X - supervisionar a execução das ações e atividades pertinentes à gestão de bens apreendidos,
em observância às normas que regulam a matéria, e;
XI - analisar e autorizar processos referentes ao uso sustentável da flora, fauna e biodiversidade
aquática, controle de espécies exóticas invasoras e recuperação ambiental, subsidiado pela respectiva
Divisão Técnico-Ambiental.
Art. 121. Às Divisões de Administração e Finanças das Superintendências Estaduais compete:
I - executar, em suas áreas de abrangência e jurisdição, as ações federais, programas e projetos
derivados das competências dos órgãos seccionais;
II - executar as atividades inerentes aos Sistemas de Pessoal Civil da Administração Federal, de
Recursos de Tecnologia da Informação, de Serviços Gerais, de Planejamento e de Orçamento Federal, de
Contabilidade Federal, de Administração Financeira Federal, de Organização e Inovação Institucional do
Governo Federal e de Gestão de Documentos e Arquivos;
III - oferecer suporte técnico-administrativo, apoio e condições operacionais necessárias ao
funcionamento das Unidades Técnicas sob suas circunscrições;
IV - executar, monitorar e supervisionar a execução orçamentária das ações, bem como dos
acordos, convênios e similares;
VI - consolidar os resultados das avaliações de desempenho dos recursos humanos das
respectivas unidades, e;
VII - efetuar a gestão dos bens apreendidos, após concluída a ação fiscalizatória, enquanto
permanecerem depositados na unidade do Ibama.
Art. 122. Às Divisões Técnico-Ambientais das Superintendências Estaduais compete executar, no
âmbito das respectivas Superintendências, as ações, programas, projetos e atividades finalísticas derivadas
das competências dos órgãos específicos e singulares relacionadas ao licenciamento, à qualidade
ambiental, ao acesso ao uso dos recursos ambientais, a fiscalização ambiental federal e, especificamente:
I - executar ações de prevenção e controle do desmatamento, das queimadas e dos incêndios
florestais;
II - executar as ações de fiscalização ambiental;
III - executar ações relacionadas a avaliação de impactos ambientais;
IV - executar ações de educação ambiental;
V - executar ações relacionadas a geração, integração e disseminação de informações e
conhecimentos relativos ao meio ambiente;
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VI - executar atividades relacionadas ao licenciamento ambiental de atividades e
empreendimentos efetiva ou potencialmente poluidores, bem como daqueles capazes de causar
degradação ambiental, em consonância com as orientações da Administração Central;
VII - executar as ações pertinentes à implementação dos Cadastros Técnicos Federais de
Atividades e Instrumentos de Defesa Ambiental e de Atividades Potencialmente Poluidoras ou Utilizadoras
dos Recursos Ambientais;
VIII - executar ações e dar apoio operacional às instituições públicas e à sociedade, em
questões de acidentes e emergências ambientais;
IX - orientar, apoiar e oferecer suporte técnico especializado, às Gerências Executivas e
Unidades Técnicas sob jurisdição das respectivas Superintendências, visando o cumprimento das
atividades finalísticas;
X - identificar, avaliar, movimentar, transportar os bens apreendidos, no âmbito da ação
fiscalizatória específica;
XI - controlar e administrar a guarda dos bens apreendidos no âmbito da ação fiscalizatória
específica;
XII - realizar, quando necessário, a verificação dos bens apreendidos quando deixados sob a
guarda de fiéis depositários e nas situações em que os bens não forem depositados na unidade do Ibama,
bem como prover o apoio logístico necessário à identificação, transporte, guarda e destinação dos bens,
quando do cumprimento de decisão da autoridade competente, e;
XIII - analisar e subsidiar a autorização de processos referentes ao uso sustentável da flora,
fauna e biodiversidade aquática, controle de espécies exóticas invasoras e recuperação ambiental.
Parágrafo único. Os Centros de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) constituem unidades
vinculadas às Divisões Técnico-Ambientais no âmbito da Superintendência.
Art. 123. À Superintendência de Apuração de Infrações Ambientais compete:
I - planejar, dirigir e supervisionar o sistema de apuração de infrações ambientais, e;
II - julgar autuações ambientais relativas a infrações ocorridas na Região Integrada de
Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (Ride).
Art. 124. À Coordenação Nacional do Processo Sancionador Ambiental compete:
I - coordenar, orientar, supervisionar, controlar e avaliar as atividades inerentes à conciliação
ambiental e à instrução de processos de apuração de infrações ambientais, determinação de
responsabilidade e imposição de sanções administrativas;
II - orientar e apoiar as unidades descentralizadas sobre o processo administrativo de apuração
de infrações ambientais;
III - normatizar o processo administrativo de apuração de infrações ambientais;
IV - constituir a Equipe Nacional de Instrução, e;
V - coordenar os Núcleos de Conciliação Ambiental, instituídos pelo Decreto nº 9.760/2019.
Art. 125. À Divisão de Contencioso Administrativo compete:
I - preparar e instruir processos administrativos de apuração de infrações ambientais, e;
II - expedir pareceres, informações e relatórios atinentes à instrução de processos de apuração
de infrações ambientais.
Art. 126. Ao Serviço de Apoio à Equipe Nacional de Instrução compete coordenar a Equipe
Nacional de Instrução.
Art. 127. À Divisão de Conciliação Ambiental compete:
I - coordenar os Núcleos de Conciliação Ambiental, e;
II - organizar a conciliação ambiental.
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Art. 128. Ao Serviço de Apoio à Análise Preliminar compete coordenar, supervisionar e realizar as
análises preliminares sobre processos de apuração de infrações ambientais.
Art. 129. Às Gerências Executivas compete a operacionalização e a execução das ações do
Ibama, em suas respectivas áreas de abrangência, sendo subordinadas à Superintendência Estadual que
possui jurisdição sobre a área em que estejam localizadas.
Art. 130. Aos Serviços de Apoio Ambiental compete:
I - executar ações de prevenção e controle do desmatamento, das queimadas e dos incêndios
florestais;
II - executar as ações de fiscalização relacionadas ao uso e ao acesso aos recursos ambientais;
III - executar ações relacionadas à avaliação de impactos ambientais, e;
IV - executar ações de educação ambiental.
Art. 131. Às Unidades Técnicas I e II compete executar as atividades finalísticas, no âmbito de sua
circunscrição, em consonância com as orientações das Superintendências Estaduais e das normas
estabelecidas pela Administração Central.
Parágrafo único. Às Unidades Técnicas localizadas nos aeroportos compete executar as
atividades de fiscalização das importações e exportações nos terminais de cargas, nos concourses e no
terminal de passageiros dos respectivos aeroportos.
Art. 132. Os órgãos descentralizados exercerão suas atividades em conformidade com as
diretrizes do Presidente e, em questões específicas, dos órgãos seccionais e específicos singulares.
Art. 133. Os órgãos descentralizados poderão organizar-se em núcleos para a execução de suas
atividades, cujas competências e atribuições serão detalhadas por norma específica do Presidente.
§ 1º Os núcleos não se constituem em Estrutura Regimental, uma vez que não estão previstos
no Decreto nº 8.973/2017, mas sim mera divisão organizacional interna com o objetivo de melhor distribuir
e tratar as demandas de competência da Superintendência Estadual, da Divisão de Administração e
Finanças, da Divisão Técnico-Ambiental, da Gerência Executiva e da Unidade Técnica.
§ 2º Os núcleos não são unidades organizacionais, não possuem chefia, cargo em comissão,
função de confiança ou função gratificada.
§ 3º A organização interna em núcleos será refletida somente no Sistema Eletrônico de
Informações do Ibama, exclusivamente para fins de gestão documental.
CAPÍTULO VI
DAS ATRIBUIÇÕES DOS DIRIGENTES
Art. 134. Ao Presidente incumbe:
I - representar o Ibama, ativa e passivamente, em juízo, por meio de procuradores, ou fora dele,
na qualidade de seu maior responsável;
II - planejar, coordenar, controlar, orientar e dirigir as atividades do Ibama, zelando pelo
cumprimento das políticas e das diretrizes definidas pelo Ministério do Meio Ambiente e dos planos, dos
programas e dos projetos;
III - conceder as licenças ambientais e as Autorizações de Supressão Vegetal (ASV);
IV - convocar, quando necessário, as reuniões do Conselho Gestor e presidi-las;
V - firmar, em nome do Ibama, acordos, contratos, convênios, ajustes, termos de ajustamento de
conduta e instrumentos similares;
VI - editar atos normativos internos e zelar pelo seu fiel cumprimento;
VII - ratificar os atos de dispensa ou de declaração de inexigibilidade das licitações, nos casos
prescritos em lei;
VIII - dar posse aos ocupantes de cargos gerenciais e efetivos e propor o provimento dos
mesmos, assegurando-lhes o conhecimento sobre a missão institucional, obrigações e responsabilidades
funcionais e profissionais relativas à função pública federal;
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IX - designar ou dispensar servidores para as atividades de fiscalização ambiental, inteligência e
emergência ambiental;
X - ordenar despesas;
XI - delegar competência, e;
XII - acompanhar os assuntos pertinentes à gestão da ética, em articulação com a Comissão de
Ética.
Art. 135. Aos integrantes do Conselho Gestor incumbe manifestarem-se e apresentarem
recomendações, quando for o caso, sobre as ações do Ibama, no âmbito das competências definidas neste
Regimento, respeitada a legislação.
Art. 136. Aos Diretores incumbe planejar, avaliar o desempenho, coordenar, controlar e orientar a
execução das atividades de sua área de competência e exercer outras atribuições que lhes forem
cometidas pelo Presidente, e especialmente:
I - assessorar o Presidente no exercício de suas atribuições e atender, no âmbito de suas
respectivas diretorias, as diretrizes institucionais e governamentais;
II - fazer executar, avaliar e controlar as ações de competência das unidades organizacionais;
III - coordenar a elaboração dos planos, programas e projetos pertinentes às respectivas
diretorias;
IV - orientar, coordenar, avaliar e controlar as ações de operacionalização dos projetos e
atividades das diretorias a cargo dos órgãos descentralizados zelando pelo cumprimento dos seus
objetivos estratégicos e metas de desempenho;
V - adotar as medidas diretivas necessárias ao cumprimento dos objetivos estratégicos e ao
alcance dos resultados de desempenho afetos às respectivas diretorias;
VI - assegurar a articulação intra e interinstitucional, de forma integrada, visando o
fortalecimento institucional e o compartilhamento da execução da gestão ambiental federal;
VII - promover o intercâmbio e a disseminação de informações no âmbito do Instituto e fora
dele;
VIII - promover articulação para a obtenção dos recursos e meios necessários à implementação
dos planos, programas, projetos e atividades finalísticas;
IX - praticar os atos administrativos, normativos e técnicos inerentes às competências das
unidades organizacionais de suas áreas de abrangência, bem como cumprir com as atribuições delegadas
pelo Presidente, e;
X - definir prioridades de aplicação de recursos e autorizar a realização de despesas, à conta do
orçamento alocado nas respectivas diretorias.
Art. 137. Ao Diretor da Diplan incumbe, além das atribuições referidas no artigo anterior, praticar
conjunta ou isoladamente, atos específicos de suas áreas de atuação, derivados dos órgãos superiores e
centrais do Governo Federal, gerenciar, adotar medidas diretivas por meio de instruções normativas e
manuais de procedimentos específicos, necessários à implementação, aplicação e execução de
dispositivos legais, e regulamentares das atividades inerentes aos sistemas de gestão da Administração
Pública Federal, e ainda:
I - zelar pela exatidão e veracidade das contas e oportuna apresentação dos balanços,
demonstrações contábeis e outras operações relativas à administração geral, financeira e patrimonial;
II - movimentar, em conjunto com o Presidente as contas bancárias destinadas ao atendimento
dos cronogramas de desembolso;
III - coordenar a aplicação das decisões superiores relativas ao suprimento de recursos e meios
necessários à implementação das ações, ao suprimento, distribuição e lotação de recursos humanos e à
aquisição de bens e serviços de interesse corporativo, zelando pelas prioridades estabelecidas;
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IV - prover os recursos e meios necessários à execução de programas, instrumentos e
procedimentos que assegurem o bem estar e a saúde ocupacional dos servidores, bem como o acesso
aos serviços médico-odontológicos e assistenciais e à seguridade social, e;
V - zelar pela integridade administrativa e financeira, assegurando a prestação interna dos
serviços administrativos de uso comum.
Art. 138. Ao Chefe do Gabinete incumbe assistir o Presidente em sua representação política e
social, orientar e controlar os serviços de agenda interna e externa de audiências, coordenar e orientar as
atividades dos assessores diretos e imediatos e zelar pela qualidade dos atos administrativos assinados
pelo Presidente.
Art. 139. Ao Chefe da Assessoria de Comunicação Social incumbe:
I - fazer cumprir as diretrizes de comunicação social do Ibama;
II - representar a instituição na condição de porta-voz quando necessário;
III - reportar à Ascom qualquer fato que possa prejudicar a imagem da instituição;
IV - reportar à Ascom qualquer fato que possa ser positivo para a imagem da instituição;
V - reportar à Ascom qualquer contato estabelecido com a imprensa;
VI - solicitar à Ascom acompanhamento de entrevistas concedidas em nome da instituição, e;
VII - apurar informações da área demandadas pela Ascom para cumprimento das atividades
inerentes à comunicação.
Art. 140. Ao Procurador-Chefe Nacional incumbe:
I - supervisionar, controlar, coordenar a Procuradoria Federal Especializada em âmbito nacional,
e fazer com que cumpra suas competências;
II - aprovar as manifestações, quando necessário, dos procuradores federais nos assuntos de
competência da Procuradoria Federal Especializada;
III - exercer a gestão administrativa nacional da Procuradoria Federal Especializada, respeitadas
as competências da Procuradoria-Geral Federal;
IV - instruir e acompanhar as informações prestadas ao Congresso Nacional, Ministério Público
Federal e Estaduais, Tribunal de Contas da União, Procuradoria-Geral Federal, Advocacia-Geral da União e
Controladoria-Geral da União, Ministérios e demais órgãos e entidades sobre assuntos de competência da
Procuradoria Federal Especializada, respeitadas as divisões de atribuições estabelecidas pela
Procuradoria-Geral Federal e pela Advocacia-Geral da União;
V - estabelecer o planejamento das atividades e ações da Procuradoria Federal Especializada,
e;
VI - aprovar as orientações jurídicas normativas previstas no § 1º do artigo 22 desse Regimento
Interno e as teses mínimas de contencioso judicial.
Art. 141. Ao Auditor-Chefe incumbe:
I - atender as diligências e pedidos de informações emanadas do órgão federal de controle
interno e do Tribunal de Contas da União;
II - promover e estimular as práticas de auditoria voltadas para orientações técnicas e gerenciais
de natureza preventiva, zelando pela adequada aplicação dos instrumentos normativos, administrativos e
legais;
III - assegurar a execução sistemática e periódica de auditorias de gestão, contábil e de recursos
humanos, para efetivar a avaliação e o controle da regularidade dos atos administrativos e financeiros;
IV - assegurar canais de interação entre o Ibama e representantes da sociedade, visando a
garantia dos níveis de eficiência, eficácia e efetividade por eles requeridos em relação aos serviços
prestados;
V - assegurar o funcionamento dos sistemas de atendimento ao cidadão e contribuir para a
qualidade do serviço público prestado à sociedade;
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VI - atender, com agilidade e presteza, as reclamações, reivindicações e denúncias dos
cidadãos, assegurando níveis satisfatórios de respostas;
VII - encaminhar aos órgãos de controle e de correição da União as denúncias e reclamações
referentes aos dirigentes, servidores ou atividades e serviços prestados, e;
VIII - submeter ao Conselho Gestor, para conhecimento, e ao Presidente, para aprovação, o
Plano Anual de Atividades de Auditoria Interna e o Relatório Anual de Atividades da Auditoria Interna.
Art. 142. Ao Corregedor-Chefe incumbe:
I - planejar, avaliar o desempenho, coordenar e orientar a execução das atividades de sua área
de competência e exercer outras atribuições que lhes forem cometidas pelo Presidente;
II - instaurar processo administrativo disciplinar e/ou sindicâncias em face de servidores
efetivos, ativos ou aposentados, bem como de servidores ocupantes de cargo em comissão até o cargo de
DAS 101.4;
III - julgar processos administrativos disciplinares e sindicâncias punitivas com sugestão de
penalidade de suspensão até 30 (trinta) dias, após parecer jurídico da Procuradoria Federal;
IV - julgar os trabalhos apuratórios realizados por Comissão de Sindicância Investigativa,
decidindo pelo arquivamento ou instauração de processo administrativo disciplinar;
V - instaurar e julgar sindicância patrimonial;
VI - autorizar e celebrar Termo de Ajustamento de Conduta, e;
VII - designar, por portaria, servidores estáveis para compor a Comissão Permanente
Processante.
Art. 143. Aos Coordenadores-Gerais dos Órgãos Específicos e Singulares incumbe planejar,
coordenar, orientar e avaliar a execução das atividades, dos projetos e serviços a serem executados pelas
unidades e órgãos descentralizados.
§ 1º Aos Coordenadores-Gerais incumbe responsabilizar-se pelos resultados de desempenho
afetos às competências das diretorias às quais se vinculam, assim como pela qualidade e alinhamento ao
Plano Plurianual (PPA) e ao Plano Estratégico.
§ 2º Aos Coordenadores-Gerais compete, ainda, supervisionar a aplicação dos procedimentos
de avaliação de desempenho institucional e individual.
Art. 144. Aos Coordenadores-Gerais da Diplan incumbe planejar, coordenar e orientar a
execução e avaliação, no âmbito da Administração Central, das atividades inerentes aos sistemas federais
da administração pública, como os Sistemas de Pessoal Civil da Administração Federal, de Recursos de
Tecnologia da Informação, de Serviços Gerais, de Planejamento e de Orçamento, de Contabilidade, de
Administração Financeira, de Organização e Inovação Institucional e de Gestão de Documentos e Arquivos.
§ 1º Compete aos Coordenadores-Gerais da Diplan orientar e supervisionar a execução das
atividades relacionadas no caput deste artigo, no âmbito dos órgãos descentralizados.
§ 2º Compete, ainda, aos Coordenadores-Gerais da Diplan supervisionar a aplicação dos
procedimentos de avaliação de desempenho institucional e individual.
Art. 145. Ao Assessor da Presidência incumbe prestar assistência técnica e assessoramentos
especiais relativos às funções da Presidência.
Parágrafo único. Aos Assessores Técnicos das Diretorias incumbe prestar assistência técnica e
assessoramentos especiais relativos às funções dos diretores, cuidando do expediente e da articulação
intrainstitucional.
Art. 146. Aos Coordenadores incumbe planejar, coordenar e orientar a execução e avaliação das
atividades de suas áreas de abrangência, realizar gestões, prestar orientações e assistência técnica às
demais unidades organizacionais.
Art. 147. Aos Chefes de Centros Especializados incumbe planejar, dirigir, coordenar e orientar a
execução e avaliação das atividades das áreas de abrangência dos Centros.
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Art. 148. Aos Chefes de Divisão incumbe prestar apoio técnico, operacional e administrativo ao
funcionamento das unidades às quais se vinculam.
Art. 149. Aos Chefes de Serviço da Diplan incumbe prestar apoio operacional e de comunicação
administrativa, serviços gerais e de administração de rotinas de pessoal necessários ao funcionamento das
unidades às quais se vinculam.
Art. 150. Aos demais Chefes de Serviço incumbe orientar e executar, em suas áreas de
abrangência, as ações finalísticas e as atividades inerentes aos sistemas federais de gestão da
Administração Pública Federal referentes às competências dos órgãos seccionais ou descentralizados na
forma da legislação, especialmente no que se refere à aplicação de normas e regulamentos.
Art. 151. Aos Superintendentes Estaduais incumbe representar o Ibama em juízo ou fora dele,
planejar, dirigir, coordenar e controlar as atividades no âmbito dos Estados.
Art. 152. Ao Superintendente de Apuração de Infrações Ambientais incumbe planejar, dirigir e
supervisionar o sistema de apuração de infrações ambientais.
Art. 153. Aos Gerentes Executivos incumbe coordenar e avaliar a execução das ações
relacionadas a gestão ambiental federal, em suas respectivas áreas de abrangência, na forma da
legislação, normas e regulamentos pertinentes.
Art. 154. Aos Chefes de Unidades Técnicas incumbe coordenar e avaliar a execução das
atividades finalísticas que lhes forem cometidas.
CAPÍTULO VII
DAS ATRIBUIÇÕES DOS SERVIDORES
Art. 155. Aos Servidores do Ibama em geral, incumbe zelar pela integridade institucional, pelo
atendimento da missão, das diretrizes e dos objetivos estratégicos do Instituto, respondendo técnica e
administrativamente pelos projetos e atividades que lhes forem atribuídas, visando o alcance das metas
de desempenho e resultados definidos para a Autarquia.
CAPÍTULO VIII
DA COMPOSIÇÃO DOS RECURSOS
Art. 156. Constituem recursos do Ibama:
I - os créditos orçamentários que lhe forem consignados pelo Orçamento Geral da União;
II - as rendas provenientes da venda de produtos apreendidos;
III - as rendas, de qualquer natureza, resultantes do exercício de atividades que lhe sejam afetas
ou da exploração de imóveis sob a sua titularidade;
IV - os recursos provenientes de empréstimos, auxílios, subvenções, contribuições, doações de
fontes internas e externas, de arrecadação da Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental, multas, preços
de serviços e emolumentos previstos em lei;
V - os provenientes de convênios e acordos com entidades públicas nacionais, estrangeiras e
internacionais;
VI - os recursos de transferência de outros órgãos da administração pública, e;
VII - os recursos complementares provenientes da aplicação de mecanismos de marketing
ambiental, da venda de produtos e divulgação de material promocional, além de outros que lhe forem
atribuídos por lei.
§ 1º A Conversão de Multas em Serviços Ambientais autorizada pelo Ibama não resultará em
recolhimento de recursos ao Orçamento Geral da União, cabendo ao demandante da conversão proceder
à prestação de serviços, conforme regramento específico sobre a matéria.
§ 2º A Compensação Ambiental, parte integrante do licenciamento ambiental, não resultará em
recolhimento de recursos ao Orçamento Geral da União, cabendo ao empreendedor proceder à
compensação dos valores estabelecidos de acordo com o regramento específico.
CAPÍTULO IX
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DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 157. O Ibama poderá celebrar acordos, contratos, convênios, termos de parceria e de
ajustamento de condutas e instrumentos similares com organizações públicas e privadas, nacionais
estrangeiras e internacionais, visando à consecução de seus objetivos.
Art. 158. O Ibama atuará em articulação com os órgãos e as entidades da administração pública
federal, direta e indireta, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios integrantes do Sisnama e com a
sociedade civil organizada, para consecução de seus objetivos, em consonância com as diretrizes da
política nacional de meio ambiente, emitidas pelo Ministério do Meio Ambiente.
Art. 159. O Ibama, em ato de seu Presidente, poderá criar comitês e câmaras técnicas, setoriais
ou temáticas, com o objetivo de integrar e apoiar processos internos de gestão ambiental, com a
participação da sociedade civil, quando necessário.
Parágrafo único. Os Comitês e as Câmaras técnicas poderão ser classificados em permanentes
ou temporárias, e terão a composição, o funcionamento, a organização, o detalhamento das competências,
os temas e escalas relativos à execução federal da política ambiental, definidos em regulamento
específico.
Art. 160. O Ibama será administrado de forma colegiada pelo Presidente e os Diretores,
especialmente no que se refere ao estabelecimento das prioridades de ação e, ainda, aos seguintes
assuntos:
I - aprovação dos planos de ação institucionais, setoriais ou temáticos, as metas e os indicadores
de desempenho dos programas e projetos, verificando sua sintonia com as diretrizes do Governo Federal e
com as atribuições federais permanentes;
II - proposta orçamentária, solicitações de créditos suplementares e a distribuição interna do
orçamento, em acordo com prioridades, e;
III - implementação de plano de cargos e carreira e a aplicação das sistemáticas de avaliação de
desempenho funcional, gerencial e institucional.
Art. 161. Compete a todas as unidades organizacionais, observadas as diretrizes institucionais:
I - participar e representar o Ibama nos eventos, fóruns, grupos de trabalho, conselhos e
similares, nacionais e internacionais;
II - promover e apoiar a capacitação em sua área de atuação;
III - planejar, propor e gerenciar a dotação dos meios necessários ao desempenho das
atividades, e;
IV - subsidiar a elaboração dos relatórios gerencias e de gestão referentes a área de atuação.
Art. 162. Compete aos órgãos específicos e singulares e à Diretoria de Planejamento,
Administração e Logística:
I - planejar, coordenar e avaliar a execução física e financeira das ações sob sua
responsabilidade executadas no âmbito da Administração Central e das unidades descentralizadas;
II - convocar os servidores para atuarem nas atividades de sua competência;
III - orientar, supervisionar e controlar as ações de sua competência realizadas no âmbito dos
órgãos descentralizados, e;
IV - subsidiar a elaboração da Proposta Orçamentária relativa à área de suas competências.
Parágrafo único. As Diretorias darão ciência prévia aos Superintendentes acerca das ações e
atividades que envolvam a circunscrição e recursos das Superintendências.
Art. 163. As unidades organizacionais ao serem demandadas pelos órgãos de controle interno e
externo deverão dar imediato conhecimento das demandas à Auditoria Interna, bem como das respostas
encaminhadas àqueles órgãos.
Art. 164. A fiscalização ambiental será exercida por servidores designados mediante Portaria do
Presidente.
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Parágrafo único. A designação deverá ser precedida por capacitação específica dos servidores.
Art. 165. Cabe a cada unidade administrativa adotar os procedimentos iniciais para apuração de
responsabilidade no caso de desaparecimento e destruição de bens patrimoniais sob sua
responsabilidade.
Art. 166. Todas as unidades organizacionais poderão exercer outras atividades que lhe forem
atribuídas pelo Presidente na sua área de atuação.
Art. 167. Os casos omissos e dúvidas surgidas na aplicação deste Regimento Interno no âmbito
das Superintendências serão dirimidos pelos respectivos Superintendentes ad referendum do Presidente.
ANEXO II
QUADRO DEMONSTRATIVO DOS CARGOS EM COMISSÃO E DAS FUNÇÕES DE CONFIANÇA DO
IBAMA
UNIDADE DAS/FCPE QUANTIDADE
PRESIDENTE DAS 101.6 1
ASSESSOR DAS 102.4 1
GABINETE
CHEFE DE GABINETE DAS 101.4 1
CHEFE DA DIVISÃO DE APOIO AO COMITÊ INTERFEDERATIVO DAS 101.2 1
CHEFE DA DIVISÃO DE ASSUNTOS INTERNACIONAIS DAS 101.2 1
CHEFE DA DIVISÃO DE ASSUNTOS PARLAMENTARES DAS 101.2 1
ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL
CHEFE DA ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DAS 101.4 1
CHEFE DO SERVIÇO DE APOIO À COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL DAS 101.1 1
PROCURADORIA FEDERAL ESPECIALIZADA
PROCURADOR-CHEFE DAS 101.5 1
COORDENADOR NACIONAL DE ESTUDOS E PARECERES DAS 101.3 1
COORDENADOR NACIONAL DO CONTENCIOSO JUDICIAL DAS 101.3 1
COORDENADOR NACIONAL DE MATÉRIA ADMINISTRATIVA E PROCESSO DAS 101.3 1
DISCIPLINAR
CHEFE DO SERVIÇO DE APOIO ADMINISTRATIVO À PROCURADORIA DAS 101.1 1
FEDERAL ESPECIALIZADA
CHEFE DE DIVISÃO JURÍDICA DESCENTRALIZADA DAS 101.2 22
AUDITORIA INTERNA
AUDITOR-CHEFE DAS 101.4 1
COORDENADOR DA AUDITORIA DAS 101.3 1
CHEFE DA DIVISÃO DE APOIO À AUDITORIA INTERNA DAS 101.2 1
COORDENADOR DA OUVIDORIA DAS 101.3 1
CORREGEDORIA
CORREGEDOR-CHEFE DAS 101.4 1
DIRETORIA DE PLANEJAMENTO, ADMINISTRAÇÃO E LOGÍSTICA
DIRETOR DE PLANEJAMENTO, ADMINISTRAÇÃO E LOGÍSTICA DAS 101.5 1
ASSESSOR TÉCNICO DAS 102.3 1
COORDENADOR DE PLANEJAMENTO DAS 101.3 1
CHEFE DA DIVISÃO DE CAPTAÇÃO DE RECURSOS E PROJETOS ESPECIAIS DAS 101.2 1
CHEFE DO SERVIÇO DE MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO DAS 101.1 1
COORDENAÇÃO-GERAL DE ADMINISTRAÇÃO
COORDENADOR-GERAL DE ADMINISTRAÇÃO DAS 101.4 1
COORDENADOR DE LICITAÇÕES DAS 101.3 1
CHEFE DO SERVIÇO DE COMPRAS DAS 101.1 1
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COORDENADOR DE GERENCIAMENTO DE CONTRATOS DAS 101.3 1
CHEFE DO SERVIÇO DE APOIO AOS CONTRATOS DAS 101.1 1
COORDENADOR DE ADMINISTRAÇÃO, PATRIMÔNIO E SERVIÇOS GERAIS DAS 101.3 1
CHEFE DO SERVIÇO DE MANUTENÇÃO PREDIAL DAS 101.1 1
CHEFE DO SERVIÇO DE DOCUMENTAÇÃO E INFORMAÇÃO DAS 101.1 1
CHEFE DO SERVIÇO DE PATRIMÔNIO E ALMOXARIFADO DAS 101.1 1
COORDENAÇÃO-GERAL DE ORÇAMENTO E FINANÇAS
COORDENADOR-GERAL DE ORÇAMENTO E FINANÇAS DAS 101.4 1
COORDENADOR DE COORDENAÇÃO DE EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E
FINANCEIRA DAS 101.3 1
CHEFE DO SERVIÇO DE EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DAS 101.1 1
CHEFE DO SERVIÇO DE EXECUÇÃO FINANCEIRA DAS 101.1 1
COORDENADOR DE COBRANÇA ADMINISTRATIVA E PROCESSO FISCAL DAS 101.3 1
CHEFE DO SERVIÇO DE ADMINISTRAÇÃO DO PROCESSO FISCAL DAS 101.1 1
CHEFE DO SERVIÇO DE COBRANÇA ADMINISTRATIVA DE TAXAS E AUTOS DE DAS 101.1 1
INFRAÇÃO
COORDENADOR DE CONTABILIDADE DAS 101.3 1
CHEFE DO SERVIÇO DE ACOMPANHAMENTO DOS REGISTROS CONTÁBEIS DAS 101.1 1
CHEFE DO SERVIÇO DE TOMADA DE CONTAS ESPECIAIS DAS 101.1 1
COORDENAÇÃO-GERAL DE GESTÃO DE PESSOAS
COORDENADOR-GERAL DE GESTÃO DE PESSOAS DAS 101.4 1
CHEFE DO CENTRO DE EDUCAÇÃO CORPORATIVA DAS 101.3 1
CHEFE DO SERVIÇO DE CAPACITAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS FCPE 101.1 1
COORDENADOR DE GESTÃO DA CARREIRA E DESEMPENHO DE PESSOAL DAS 101.3 1
CHEFE DO SERVIÇO DE CARREIRA, RECRUTAMENTO E SELEÇÃO DAS 101.1 1
CHEFE DO SERVIÇO DE LEGISLAÇÃO DE PESSOAL E CONCESSÕES DAS 101.1 1
COORDENADOR DE ADMINISTRAÇÃO DE PESSOAL DAS 101.3 1
CHEFE DO SERVIÇO DE CADASTRO DE PESSOAL DAS 101.1 1
CHEFE DO SERVIÇO DE PAGAMENTO DE PESSOAL DAS 101.1 1
COORDENADOR DE BENEFÍCIOS E PROMOÇÃO À SAÚDE DAS 101.3 1
CHEFE DO SERVIÇO DE BENEFÍCIOS, APOSENTADORIAS E PENSÕES DAS 101.1 1
COORDENAÇÃO-GERAL DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO
COORDENADOR-GERAL DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DAS 101.4 1
COORDENADOR DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO DAS 101.3 1
CHEFE DO SERVIÇO DE APOIO AO DESENVOLVIMENTO E QUALIDADE DAS 101.1 1
COORDENADOR DE INFRAESTRUTURA TECNOLÓGICA DAS 101.3 1
CHEFE DO SERVIÇO DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO DAS 101.1 1
DIRETORIA DE QUALIDADE AMBIENTAL
DIRETOR DE QUALIDADE AMBIENTAL DAS 101.5 1
ASSESSOR TÉCNICO DAS 102.3 1
COORDENAÇÃO-GERAL DE AVALIAÇÃO E CONTROLE DE SUBSTÂNCIAS QUÍMICAS
COORDENADOR-GERAL DE AVALIAÇÃO E CONTROLE DE SUBSTÂNCIAS
QUÍMICAS DAS 101.4 1
COORDENADOR DE AVALIAÇÃO AMBIENTAL DE SUBSTÂNCIAS E PRODUTOS DAS 101.3 1
PERIGOSOS
COORDENADOR DE CONTROLE AMBIENTAL DE SUBSTÂNCIAS E PRODUTOS DAS 101.3 1
PERIGOSOS
CHEFE DA DIVISÃO DE GERENCIAMENTO DE SUBSTÂNCIAS DAS 101.2 1
COORDENAÇÃO-GERAL DE GESTÃO DA QUALIDADE AMBIENTAL
COORDENADOR-GERAL DE GESTÃO DA QUALIDADE AMBIENTAL DAS 101.4 1
COORDENADOR DE AVALIAÇÃO E INSTRUMENTOS DE QUALIDADE DAS 101.3 1
AMBIENTAL
COORDENADOR DE CONTROLE DE RESÍDUOS E EMISSÕES DAS 101.3 1
https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-n-2.542-de-23-de-outubro-de-2020-285009585 50/53
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DIRETORIA DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL
DIRETOR DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL DAS 101.5 1
ASSESSOR TÉCNICO DAS 102.3 1
CHEFE DA DIVISÃO ASSUNTOS ESTRATÉGICOS E COMPENSAÇÃO
AMBIENTAL DAS 101.2 1
COORDENAÇÃO-GERAL DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL DE EMPREENDIMENTOS FLUVIAIS E
PONTUAIS TERRESTRES
COORDENADOR-GERAL DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL DE DAS 101.4 1
EMPREENDIMENTOS FLUVIAIS E PONTUAIS TERRESTRES
COORDENADOR DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL DE MINERAÇÃO E DAS 101.3 1
PESQUISA SÍSMICA TERRESTRE
CHEFE DA DIVISÃO DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL DE
EMPREENDIMENTOS AGROPECUÁRIOS, TRANSPOSIÇÕES E PEQUENAS DAS 101.2 1
ESTRUTURAS
COORDENADOR DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL DE HIDRELÉTRICAS, DAS 101.3 1
OBRAS E ESTRUTURAS FLUVIAIS
CHEFE DA DIVISÃO DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL DE ENERGIA NUCLEAR,
TÉRMICA, EÓLICA E DE OUTRAS FONTES ALTERNATIVAS DAS 101.2 1
COORDENAÇÃO-GERAL DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL DE EMPREENDIMENTOS MARINHOS E
COSTEIROS
COORDENADOR-GERAL DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL DE DAS 101.4 1
EMPREENDIMENTOS MARINHOS E COSTEIROS
COORDENADOR DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL DE PORTOS E DAS 101.3 1
ESTRUTURAS MARÍTIMAS
COORDENADOR DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL DE EXPLORAÇÃO DE DAS 101.3 1
PETRÓLEO E GÁS OFFSHORE
COORDENADOR DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL DE PRODUÇÃO DE DAS 101.3 1
PETRÓLEO E GÁS OFFSHORE
COORDENAÇÃO-GERAL DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL DE EMPREENDIMENTOS LINEARES
TERRESTRES
COORDENADOR-GERAL DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL DE DAS 101.4 1
EMPREENDIMENTOS LINEARES TERRESTRES
COORDENADOR DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL DE TRANSPORTES DAS 101.3 1
CHEFE DO SERVIÇO DE REGULARIZAÇÃO AMBIENTAL DAS 101.1 1
COORDENADOR DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL DE DUTOS E SISTEMAS DE DAS 101.3 1
TRANSMISSÃO DE ENERGIA
DIRETORIA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL
DIRETOR DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DAS 101.5 1
ASSESSOR TÉCNICO DAS 102.3 1
CHEFE DO CENTRO DE OPERAÇÕES AÉREAS DAS 101.3 1
CHEFE DO SERVIÇO DE APOIO ÀS OPERAÇÕES AÉREAS FCPE 101.1 1
CHEFE DO CENTRO NACIONAL DE PREVENÇÃO E COMBATE AOS INCÊNDIOS DAS 101.3 1
FLORESTAIS
CHEFE DO SERVIÇO DE APOIO À PREVENÇÃO E COMBATE AOS INCÊNDIOS FCPE 101.1 1
FLORESTAIS
COORDENAÇÃO-GERAL DE FISCALIZAÇÃO AMBIENTAL
COORDENADOR-GERAL DE FISCALIZAÇÃO AMBIENTAL DAS 101.4 1
COORDENADOR DE CONTROLE E LOGÍSTICA DA FISCALIZAÇÃO DAS 101.3 1
COORDENADOR DE OPERAÇÕES DE FISCALIZAÇÃO DAS 101.3 1
CHEFE DA DIVISÃO DE APOIO OPERACIONAL À FISCALIZAÇÃO DAS 101.2 1
CHEFE DO SERVIÇO DE FISCALIZAÇÃO AMBIENTAL DAS 101.1 1
COORDENADOR DE INTELIGÊNCIA DE FISCALIZAÇÃO DAS 101.3 1
COORDENAÇÃO-GERAL DE EMERGÊNCIAS AMBIENTAIS
COORDENADOR-GERAL DE EMERGÊNCIAS AMBIENTAIS DAS 101.4 1
COORDENADOR DE ATENDIMENTO À ACIDENTES TECNOLÓGICOS E DAS 101.3 1
NATURAIS
COORDENADOR DE PREVENÇÃO E GESTÃO DE RISCOS AMBIENTAIS DAS 101.3 1
DIRETORIA DE USO SUSTENTÁVEL DA BIODIVERSIDADE E FLORESTAS
https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-n-2.542-de-23-de-outubro-de-2020-285009585 51/53
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DIRETOR DE USO SUSTENTÁVEL DA BIODIVERSIDADE E FLORESTAS DAS 101.5 1
ASSESSOR TÉCNICO DAS 102.3 1
CHEFE DA DIVISÃO DE ASSESSORAMENTO TÉCNICO DA BIODIVERSIDADE E DAS 101.2 1
FLORESTAS
COORDENAÇÃO-GERAL DE MONITORAMENTO DO USO DA BIODIVERSIDADE E COMÉRCIO EXTERIOR
COORDENADOR-GERAL DE MONITORAMENTO DO USO DA BIODIVERSIDADE DAS 101.4 1
E COMÉRCIO EXTERIOR
COORDENADOR DE COMÉRCIO EXTERIOR DAS 101.3 1
COORDENADOR DE MONITORAMENTO DO USO DA FAUNA E RECURSOS DAS 101.3 1
PESQUEIROS
COORDENADOR DE MONITORAMENTO DO USO DA FLORA DAS 101.3 1
COORDENAÇÃO-GERAL DE GESTÃO DA BIODIVERSIDADE, FLORESTAS E RECUPERAÇÃO AMBIENTAL
COORDENADOR-GERAL DE GESTÃO DA BIODIVERSIDADE, FLORESTAS E DAS 101.4 1
RECUPERAÇÃO AMBIENTAL
COORDENADOR DE RECUPERAÇÃO AMBIENTAL DAS 101.3 1
COORDENADOR DE GESTÃO, DESTINAÇÃO E MANEJO DA BIODIVERSIDADE DAS 101.3 1
COORDENADOR DE USO SUSTENTÁVEL DOS RECURSOS FLORESTAIS DAS 101.3 1
CENTRO NACIONAL DE MONITORAMENTO E INFORMAÇÕES AMBIENTAIS
COORDENADOR-GERAL DO CENTRO NACIONAL DE MONITORAMENTO E
INFORMAÇÕES AMBIENTAIS DAS 101.4 1
COORDENADOR DE GESTÃO DA INFORMAÇÃO AMBIENTAL DAS 101.3 1
CHEFE DO SERVIÇO DE GESTÃO DA INFORMAÇÃO AMBIENTAL FCPE 101.1 1
COORDENADOR DE ANÁLISE E PRODUÇÃO DE INFORMAÇÕES DAS 101.3 1
CHEFE DO SERVIÇO DE ANÁLISE E PRODUÇÃO DE INFORMAÇÕES FCPE 101.1 1
SUPERINTENDÊNCIA
SUPERINTENDENTE DAS 101.4 26
CHEFE DA DIVISÃO DE ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS FCPE 101.2 26
CHEFE DA DIVISÃO TÉCNICO-AMBIENTAL FCPE 101.2 26
SUPERINTENDENTE DE APURAÇÃO DE INFRAÇÕES AMBIENTAIS DAS 101.4 1
COORDENADOR NACIONAL DO PROCESSO SANCIONADOR AMBIENTAL DAS 101.3 1
CHEFE DA DIVISÃO DE CONTENCIOSO ADMINISTRATIVO FCPE 101.2 1
CHEFE DO SERVIÇO DE APOIO À EQUIPE NACIONAL DE INSTRUÇÃO DAS 101.1 1
CHEFE DA DIVISÃO DE CONCILIAÇÃO AMBIENTAL FCPE 101.2 1
CHEFE DO SERVIÇO DE APOIO À ANÁLISE PRELIMINAR DAS 101.1 1
GERÊNCIA EXECUTIVA
GERENTE EXECUTIVO DAS 101.3 4
CHEFE DO SERVIÇO DE APOIO AMBIENTAL FCPE 101.1 4
UNIDADE TÉCNICA DE 1º NÍVEL
CHEFE DA UNIDADE TÉCNICA DE 1º NÍVEL FCPE 101.2 13
UNIDADE TÉCNICA DE 2º NÍVEL
CHEFE DA UNIDADE TÉCNICA DE 2º NÍVEL FCPE 101.1 35
ANEXO III
QUADRO DEMONSTRATIVO DAS DENOMINAÇÕES DAS COORDENAÇÕES-GERAIS I, II E III DOS
ÓRGÃOS ESPECÍFICOS SINGULARES APROVADAS PELO DECRETO Nº 8.973/2017
Diretoria de Qualidade Ambiental - Diqua
Decreto nº Denominação no Regimento Interno
8.973/2017
Coordenação- Coordenação-Geral de Avaliação e Controle de Substâncias Químicas - CGASQ
Geral I
Coordenação- Coordenação-Geral de Gestão da Qualidade Ambiental - CGQua
Geral II
https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-n-2.542-de-23-de-outubro-de-2020-285009585 52/53
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Diretoria de Licenciamento Ambiental - Dilic
Decreto nº Denominação no Regimento Interno
8.973/2017
Coordenação- Coordenação-Geral de Licenciamento Ambiental de Empreendimentos Fluviais e
Geral I Pontuais Terrestres - CGTef
Coordenação- Coordenação-Geral de Licenciamento Ambiental de Empreendimentos Marinhos e
Geral II Costeiros - CGMac
Coordenação- Coordenação-Geral de Licenciamento Ambiental de Empreendimentos Lineares
Geral III Terrestres - CGLin
Diretoria de Proteção Ambiental - Dipro
Decreto nº Denominação no Regimento Interno
8.973/2017
Coordenação- Coordenação-Geral de Fiscalização Ambiental - CGFis
Geral I
Coordenação- Coordenação-Geral de Emergências Ambientais - CGema
Geral II
Diretoria de Uso Sustentável da Biodiversidade e Florestas - DBFlo
Decreto nº Denominação no Regimento Interno
8.973/2017
Coordenação- Coordenação-Geral de Monitoramento do Uso da Biodiversidade e Comércio Exterior
Geral I - CGMoc
Coordenação- Coordenação-Geral de Gestão da Biodiversidade, Florestas e Recuperação Ambiental
Geral II - CGBio
Este conteúdo não substitui o publicado na versão certificada.
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