CORRENTES DE BAIXA FREQUÊNCIA
Professora: Amanda Caroline
CORRENTE GALVÂNICA
Como ocorreu o início do uso da corrente galvânica?
[Link]
CORRENTE GALVÂNICA
História
1786 – Luigi Galvani estimulou os nervos e músculos
de rãs com cargas elétricas;
1971 – Impulso à experimentação científica na área;
A corrente constante foi chamada de galvanismo, para
distingui-las das cargas estáticas geradas por fricção;
Usadas para introduzir medicamentos nos tecidos
corporais (iontoforese).
CORRENTE GALVÂNICA
Qual o sentido da corrente galvânica e como ele
é conhecido?
CORRENTE GALVÂNICA
É um tipo de corrente direta, constante ou
contínua com fins terapêuticos
Contínua
Intensidade da corrente é constante
em valor e direção
CORRENTE GALVÂNICA
Quais são as principais vantagens e as principais
desvantagens da corrente galvânica?
CORRENTE GALVÂNICA
Principal vantagem:
Estimulação isolada de estruturas
musculares;
Principais desvantagens:
Geração de estímulos dolorosos, pouca efetividade no
alívio da dor ou na obtenção de contrações
musculares funcionais; efeito eletroquímico;
limitação aos tecidos superficiais;
CORRENTE GALVÂNICA
A corrente de condução gerada no aparelho é
transformada em corrente de convecção nas
compressas úmidas e tecidos.
Formação de ácidos no eletrodo positivo
(ânodo) e de bases no eletrodo negativo
(cátodo).
Os benefícios fisiológicos e terapêuticos estão
relacionados aos efeitos polar e vasomotor
CORRENTE GALVÂNICA
Quais são os principais efeitos fisiológicos desta
corrente?
EFEITOS FISIOLÓGICOS E TERAPÊUTICOS
Efeitos Aumento da ação de Eletrólise:
vasomotores: defesa: vasodilatação Aumento do
dissociação
vasoconstricção e e aumento da metabolismo;
eletrolítica;
vasodilatação irrigação sanguínea
Eletrotônus: Altera a
Aumento do aporte excitabilidade e a Efeito
condutibilidade do Efeito analgésico;
de O2; antiinflamatório;
tecido tratado;
Estimulação
nervosa.
CARACTERÍSTICAS NOS POLOS E ELETRODOS
Cátodo
Ânodo
Solidificador
Sedante Vasoconstrictor Estimulante Irritante Vasodilatador
de proteínas
Atrativo do Liquefator de
Desidratante Analgésico Hidratante Alcalino
O2 proteínas
Coagulador Ácido Causador de
sangramento
CORRENTE GALVÂNICA
Quais são as técnicas de administração que
podem ser utilizadas?
TÉCNICAS DE ADMINISTRAÇÃO
Quanto menor for a área do eletrodo,
maior será a concentração de energia;
além disso, é preciso identificar os pólos
positivo e negativo.
É importante que a sensação para o paciente seja
sempre agradável Parâmetros
Intensidade: 0,05 a 2 mA/cm²
Pulso: ~100 ms
Tempo de aplicação: 20 a 25 minutos
FORMAS DE APLICAÇÃO
Cuidados importantes na aplicação
✓Colocar esponjas de aproximadamente 1 cm sob os eletrodos
metálicos;
✓ Não cruzar os cabos;
✓ Não realizar aplicação em áreas com perda de sensibilidade;
✓ Observar a polaridade do cabo;
✓ Certificar-se de que a intensidade da corrente esteja na tolerância do
paciente e seja aumentada à medida da acomodação;
✓Longitudinal ✓ Usar eletrodos de tamanho igual sobre gaze molhada em solução
✓Transversal salina e levemente espremida;
✓Banho de Galvanização ✓ Aplicar com a pele intacta.
CORRENTE GALVÂNICA
Quais as principais indicações e contraindicações
desta corrente?
CORRENTE GALVÂNICA
Indicações Contraindicações
• Extremos cronológicos;
• Diminuição de edemas;
• Região precordial;
• Afecções da estética; • Neoplasias;
• Eletrólise depilatória: agulha especial, • Pacientes com distúrbios de sensibilidade;
sendo o cátodo para reação alcalina; • Ferida aberta;
• Algias (polo positivo); • Região das gônadas e dos olhos;
• Lesões de nervos periféricos (polo • Útero gravídico;
negativo); • Confusão mental;
• Transtornos circulatórios; • Irritabilidade cutânea;
• Implantações metálicas no campo de
• Estimulação da irrigação sanguínea; aplicação;
• Iontoforese. • Marcapasso.
CORRENTE GALVÂNICA
O que é e como é realizada a Iontoforese?
IONTOFORESE
Denominada ionpenetração, ionoterapia,
dieletrólise e iontoforese
Introdução de íons medicamentosos
dentro da pele humana utilizando- se
uma corrente de baixa voltagem
Os tipos mais comuns de medicamentos
indicados nesse caso incluem anestésicos,
analgésicos e anti-inflamatórios
IONTOFORESE
Vantagens sobre a ingestão oral
Desvantagens
✓ A medicação não passa pelo fígado;
✓ Resultados não confiáveis;
✓ Menos traumática e menos dolorosa;
✓ Quantidade de medicamento de
✓ Aplicação focal;
difícil controle;
✓ Não produz sobrecarga no trato
✓ Pode não alcançar a profundidade
gastrointestinal.
desejada.
✓ A duração de um tratamento individual depende da
intensidade e da dose terapêutica desejada;
✓ Geralmente os tratamentos são administrados em
dias alternados, durante três semanas.
IONTOFORESE: TÉCNICA DE APLICAÇÃO
✓ Disponibilizar um aparelho de corrente contínua ou galvânica;
✓ Zerar todos os botões;
✓ Escolher o medicamento, que pode ser em gel ou líquido;
✓ Untar ou molhar um pedaço de algodão com o medicamento
nas concentrações adequadas;
✓ Acomodar o paciente confortavelmente e limpar a pele dele;
✓ Aplicar o polo ativo com o medicamento em cima da área e o
outro polo (indiferente) próximo à área a fim de dispersar a
corrente. Esse eletrodo deve conter uma esponja com água
salina;
✓ O tempo de aplicação dura de 20 a 30 minutos, à intensidade
de 2 a 4 mA para eletrodos pequenos e de 10 a 15 mA para
eletrodos grandes.
IONTOFORESE
Indicações Contraindicações
• Processos inflamatórios; • Cefaleias;
• Aumento da condução nervosa; • Vertigens;
• Diminuição de tônus;
• Colapso circulatório;
• Fibrinólise;
• Alergia ao medicamento;
• Cicatrização;
• Área precordial;
• Vasodilatação periférica;
• Redução de edema; • Diminuição de sensibilidade
• Doenças reumáticas; • Ferida aberta;
• Artrites; • Região das gônadas e dos olhos;
• Úlceras crônicas • Útero gravídico
CORRENTE FARÁDICA
Quais são as principais características da
corrente Farádica?
CORRENTE FARÁDICA
CARACTERÍSTICAS DA CORRENTE
• Corrente de baixa frequência (50 Hz)
• Forma de onda triangular
• Corrente polarizada
• Corrente pulsada
• Tempo de duração do pulso: 0,1 a 1 ms
• Tempo de repouso do pulso: fixo em 20 ms
CORRENTE FARÁDICA
Quais são os principais efeitos fisiológicos da
corrente Farádica?
CORRENTE FARÁDICA
EFEITOS
Efeito sobre os nervos motores (estimulação dos pontos motores)
Efeito sobre os nervos sensitivos (sensação de comichão ou leve ardência)
Efeito muscular (aumenta o número de fibras musculares atuantes,
aumentando o volume, melhorando força e resistência muscular)
Efeito sobre o retorno venoso e linfático (pelo trabalho de contratilidade
muscular)
Ação sobre a circulação (o aumento do trabalho muscular aumenta o aporte
de O2, aumentando o metabolismo e fluxo circulatório);
CORRENTE FARÁDICA
Parâmetros Modulação da Corrente
DOSIMETRIA : - Tempo ON : período de passagem da corrente
A intensidade deve ser suficiente para (TON)
produzir contração muscular, devendo ser - Tempo OFF: período de repouso entre os pulsos
agradável ao paciente. Geralmente no (TOFF)
máximo 80 ma. - Rampa: modulação suave do pulso;
Rampa de subida: aumento da intensidade até o
TEMPO DE APLICAÇÃO: pico
De acordo com as condições do paciente e Rampa de descida: diminuição da intensidade
da musculatura estimulada(100-300 até zero
contrações) cerca de 6 minutos. - Sustentação: tempo em que a intensidade se
mantém no valor programado, após atingi-la.
CORRENTE FARÁDICA
Explique as técnicas de aplicação da corrente
Farádica?
CORRENTE FARÁDICA
TÉCNICAS DE APLICAÇÃO
- Bipolar com eletrodos do mesmo tamanho (+ no ponto motor )
- Unipolar: um eletrodo placa(+) e outro Puntiforme( – ) ativo
CORRENTE FARÁDICA
Quais são as principais indicações e
contraindicações da corrente farádica?
CORRENTE FARÁDICA
Indicações Contraindicações
• Estados febris
• Atrofia por desuso
• Paralisias espásticas
• Reabsorção de • Alteração de sensibilidade
edemas • Fraturas recentes
• Eletrodiagnóstico
CORRENTES DE BERNARD
(DIADINÂMICAS)
Quais são as principais características das
correntes de Bernard?
CORRENTES DE BERNARD
(DIADINÂMICAS)
Associa o efeito sensório Efeitos eletroquímicos e a
Corrente direta, pulsada e motor das CF e às polarização das correntes
de baixa frequência; respostas celulares à diretas, com longa duração
inflamação das CG de pulso (desconforto).
CORRENTES DE BERNARD
(DIADINÂMICAS)
Como são divididas as correntes de Bernard?
CLASSIFICAÇÃO DAS CORRENTES DE BERNARD
Corrente Difásica (DF)
Corrente Monofásica (MF)
Corrente de Curtos Períodos (CP)
Corrente de Longos Períodos (LP)
Ritmo Sincopado (RT)
CLASSIFICAÇÃO DAS CORRENTES DE BERNARD
Corrente Difásica (DF) Corrente Difásica
Corrente Monofásica (MF)
Corrente de Curtos Períodos (CP)
• Senoidal retificada de onda completa
(pulsos 10ms/ sem intervalo/ f 100Hz);
Corrente de Longos Períodos (LP)
•Analgesia temporária
•Aumenta o limiar das fibras sensitivas
Ritmo Sincopado (RT)
•Melhora circulação local
•F = 100 Hz
CLASSIFICAÇÃO DAS CORRENTES DE BERNARD
Corrente Difásica (DF) Corrente Monofásica
Corrente Monofásica (MF)
Corrente de Curtos Períodos (CP) • Senoidal retificada de meia onda (pulsos
10ms/ intervalo 10ms/ f 50Hz)
Corrente de Longos Períodos (LP) • Aumento do metabolismo do tecido conjuntivo
• Melhora circulação local em áreas pouco
Ritmo Sincopado (RT) vascularizadas
• F = 50 Hz
CLASSIFICAÇÃO DAS CORRENTES DE BERNARD
Corrente Difásica (DF) Corrente de Curtos Períodos
Corrente Monofásica (MF)
Corrente de Curtos Períodos (CP) • MF e DF alternam-se a cada 1s
• Antiedematoso e analgésico
Corrente de Longos Períodos (LP)
Ritmo Sincopado (RT)
CLASSIFICAÇÃO DAS CORRENTES DE BERNARD
Corrente Difásica (DF) Corrente de Longos Períodos
Corrente Monofásica (MF)
Corrente de Curtos Períodos (CP) • Alterna em longos períodos a MF com a DF, a
cada 5 -7 s
Corrente de Longos Períodos (LP)
• Efeito analgésico duradouro
Ritmo Sincopado (RT)
CLASSIFICAÇÃO DAS CORRENTES DE BERNARD
Corrente Difásica (DF) Ritmo Sincopado (RT)
Corrente Monofásica (MF)
Corrente de Curtos Períodos (CP) • Trens de pulso de MF 1 s com intervalos de 1 s
• Melhor do tônus
Corrente de Longos Períodos (LP)
• Aumento do retorno venoso e linfático
• Bastante desagradável
Ritmo Sincopado (RT)
CORRENTES DE BERNARD
Indicações
•Analgesia (DF; CP, LP);
Parâmetros
•Fortalecimento muscular (MF, RS);
•Intensidade: dentro do limiar sensório-
•Ativação circulatória (DF, CP, RS); motor (25- 50mA)
•Tempo: 5 a 15 minutos
• Frequência: 50Hz a 100Hz
Contraindicações
•Uso de marcapasso
•Déficit de sensibilidade
•Idades extremas
•Feridas abertas e lesões dermatológicas
TENS
Quais são as principais características da
TENS?
TENS
T ranscutaneous Desenvolvido por Melzack e Wall (1965), também
foram eles que explicaram a teoria da
E lectrical comporta/portão para o controle e modulação da dor.
N nerve
S timulation
Formas de controle da dor pelo TENS:
•Teoria das comportas;
•Liberação de opióides endógenos;
•Inibição direta sobre um nervo lesado
TENS
DOR Classificação das fibras nervosas
•Sensoriais
Experiência sensorial e emocional
desagradável, associada a dano presente ou
•Motoras
potencial •Sistema Autônomo
TENS
Classificação das fibras nervosas
sensoriais
•Tipo A
• Alfa
•Beta
•Gama
•Delta
• Tipo C
TENS
Vias de Nocicepção
• Trato espinotalâmico lateral
• Fibras A- delta (aguda)
• Sistema ascendente multissinático
• Fibras tipo C (dor imprecisa)
TENS
Classificação da dor
• Quanto à duração: rápida ou lenta
• Quanto à origem: cutânea, visceral, referida
TEORIA DAS COMPORTAS
Sistema Segmentar - Substância gelatinosa
Proposta por Melzack & Wall em 1965
Hiper-estimulação das fibras Aβ
Estímulos de baixa intensidade e alta frequência
(TENS convencional) estimulam as fibras grossas
mielínicas A- beta, fechando a comporta para a
transmissão dos impulsos nociceptivos.
TEORIA DOS OPIÓIDES ENDÓGENOS
•Sistema inibitório descendente
• Produzido pelas glândulas pituitárias
•A TENS estimula a produção de opióides (substâncias
semelhantes ao ópio) naturais do próprio organismo
(endógenos).
•Estímulos de alta intensidade e baixa frequência (TENS
acupuntura e Burst) causam liberação de peptídios
opióides endógenos que se ligam aos respectivos
receptores e inibem a nocicepção.
TENS
Quais são os principais parâmetros a serem
modulados na TENS?
TENS Modo Convencional
Frequência de
Duração do pulso: Intensidade:
pulso: Mínimo 40’ a 50’
20 a 80 µs (estreito) Confortável
ALTA (50 a 100 Hz)
Sensação: Ligeiro
Duração do alívio: formigamento ou Utilizado em dores
Início do alívio: 20’
20’ á 2 hs (curto) parestesia sem agudas
contração muscular
TENS Acupuntura
Frequência de Duração do pulso:
Intensidade:
pulso: 150 a 230 µs Mínimo 45’
Moderada ou forte
BAIXA (1 a 4 Hz) (largo)
Sensação:
Início do alívio: 20’ Duração do alívio: Contrações Utilizado em dores
à 30’ até 1 hora 2 a 6 hs musculares rítmicas crônicas
(visíveis)
TENS Breve-intenso
Frequência de pulso: Duração do pulso: 150 a
Intensidade: “Forte” Mínimo 15’ a 20’
ALTA (100 a 150 Hz) 250 µs (largo)
Utilizada para alívio
Sensação: Fasciculações imediato (antes de
Duração do alívio:
Início do alívio: 10’ á musculares não procedimentos dolorosos
Pequena, apenas durante
15’ rítmicas, ou contrações como mobilizações
a estimulação articulares, massagem
tetânicas
transversa profunda, etc)
TENS Burst
Frequência de
Frequência de Intensidade:
modulação - 1 a 4 Duração do pulso:
pulso:ALTA (100 Variável de forte a
Hz - (Frequência 200 µs (largo)
Hz) fraco
dos trens de pulso)
Sensação:
Início do alívio: Duração do alívio: Contrações
Mínimo 40’ musculares rítmicas,
10’a 30’ 20’à 6 hs acompanhadas de
parestesias
Utilizada em casos
subagudos e crônicos, ou
para estimulação
muscular
TENS
Quais são os principais efeitos fisiológicos e
terapêuticos da TENS?
EFEITOS ANALGÉSICOS DA TENS
ALÍVIO DA DOR AGUDA ALÍVIO DA DOR CRÔNICA
•Lombar
•Dor pós-operatória
• Artrite
• Dor obstétrica • Coto e dor fantasma
• Neuralgia pós-herpética
• Dismenorréia
•Neuralgia trigeminal
• Dor musculoesquelética • Lesão de nervos periféricos
• Angina pectoris
• Fraturas ósseas
• Dor facial
• Procedimentos dentários • Dor óssea metastática
❖Efeitos antieméticos
❖Melhora do fluxo sanguíneo
TENS
Quais são as indicações e contraindicações da
TENS?
TENS: CONTRAINDICAÇÕES
✓Tecidos lesionados
✓Eventos neurológicos agudos
✓Marcapasso
✓Região anterior do pescoço
✓Boca e genitálias
✓Gravidez*
✓Estruturas com sinais de má circulação*
TENS
Quais são as principais técnicas de aplicação
da TENS?
TÉCNICAS DE APLICAÇÃO
✓Bilateral (2 lados da área a ser
tratada);
✓Proximal (acima do nível da lesão);
✓Distal (Pelo menos um na periferia
da dor);
✓Linear (distal e proximal);
✓Alternado ;
✓Cruzado ;
✓Miótomo
TÉCNICAS DE APLICAÇÃO
TÉCNICAS DE APLICAÇÃO
TÉCNICAS DE APLICAÇÃO
FES
Quais são as principais características da
corrente FES?
FES
F unctional
E lectrical
S timulation
FES
Resposta neuromuscular aos estímulos fisiológicos progressivos para contração:
• Aumento do número de unidades motoras (SOMAÇÃO ESPACIAL);
• Aumento na frequência de estimulação das unidades motoras (SOMAÇÃO TEMPORAL);
ORDEM DE RECRUTAMENTO: fibras musculares do tipo I inicialmente, depois fibras tipo II.
Resposta neuromuscular aos estímulos elétricos externos progressivos para contração:
• Contração das unidades motoras em uníssono;
•Aumento da força de contração gerada com aumento da amplitude, frequência e duração do pulso;
ORDEM DE RECRUTAMENTO: fibras musculares do tipo II inicialmente, depois fibras tipo I.
FES
• Tipo de corrente: alternada/pulsada, de baixa frequência;
• Principal vantagem: uso bem documentado na literatura
com eficácia no restabelecimento da força muscular,
amplitude de movimento e ganhos funcionais (ex:
preensão, marcha);
• Principais desvantagens: uso limitado nas lesões do
motoneurônio / neurônio inferior;
FES – Respostas Fisiológicas
FES
Quais são os principais parâmetros
modulados na FES?
FES
• Programação: Intensidade, frequência, duração de pulso,
tempo de terapia;
• Tempo on/off
• Programação de rampa.
•Colocação dos eletrodos nos pontos motores.
FES
Quais as modalidades terapêuticas da FES e
qual a principal diferença entre elas?
FES
Modalidades de FES:
Sincrônico: dois canais de estimulação atuam em conjunto;
Recíproco: dois canais de estimulação atuam de forma
alternada;
FES
Quais são as indicações e contraindicações da
FES?
FES
Indicações:
•Condições de saúde que cursam com perda de força muscular: paresia decorrente do imobilismo em
internações hospitalares ou em PO traumáto-ortopédicos, lesões medulares incompletas;
•Condições de saúde que cursam com perda de ADM: Escoliose, capsulite adesiva, subluxações.
•Condições de saúde que cursam com perda de funcionalidade: AVE, ELA.
Contraindicações:
•Contraindicações relativas e absolutas da eletroestimulação;
•Espasticidade grave;
•Doenças do motoneurônio inferior.
REFERÊNCIAS
▪ PEREIRA, D. S. L. Eletrotermofototerapia. Primeira
Edição. SESES. Rio de Janeiro, 2017.
▪ LOW,J.; REED, A. Eletroterapia Explicada, princípios e
prática. Terceira Edição. Ed. Manole Ltda, São Paulo,
2001.
CASO CLÍNICO 1
Paciente J.M., sexo masculino, 32 anos, relata que sofreu entorse
de tornozelo direito durante partida de futebol. Chega ao
consultório apresentando edema na região medial e lateral do
tornozelo direito, apresentando dor grau 4 (na EVA).
Qual a corrente elétrica terapêutica você utilizaria neste caso?
Quais seriam os parâmetros utilizados?
CASO CLÍNICO 2
Paciente S.A. sexo feminino, 48 anos, tem diagnóstico de
fibromialgia e hérnia de disco em L4-L5. No momento queixa-se
bastante de dor, grau 8 (na EVA) e relata não consegue realizar
nenhum exercício proposto. Qual seria a sua conduta, em relação
ao uso das correntes terapêuticas, com esta paciente?
Qual a corrente elétrica terapêutica você utilizaria neste caso?
Quais seriam os parâmetros utilizados?
CASO CLÍNICO 3
Paciente M.A.S. sexo feminino, 68 anos, sofreu AVE há 6 meses,
no momento encontra-se com hemiparesia à esquerda (redução da
ADM e força muscular no hemicorpo esquerdo), com dificuldade
principalmente para a realização dos movimentos de extensão de
cotovelos e punho, dorsiflexão do tornozelo e flexão de joelho.
Você opta pela utilização da FES para otimizar seu atendimento.
Explique em detalhes como você usaria essa corrente na
paciente (modalidade, local de aplicação, parâmetros e
objetivo terapêutico).
OBRIGADA!
Amanda Caroline Disciplina E-mail
Eletrotermofototerapia 010400163@[Link]