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Correntes Galvânicas e Farádicas: Uso Terapêutico

As 3 frases principais são: 1) A corrente galvânica foi desenvolvida no século 18 por Luigi Galvani e é uma corrente contínua e constante usada para estimulação muscular e alívio de dores. 2) A iontoforese usa a corrente galvânica para introduzir medicamentos nos tecidos corporais através da pele. 3) Já a corrente farádica é uma corrente pulsada de baixa frequência que estimula nervos e músculos, melhorando a força e resistência muscular.

Enviado por

João Guilherme
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Tópicos abordados

  • correntes de Bernard,
  • teoria da comporta,
  • fibras nervosas,
  • corrente galvânica,
  • técnicas de iontoforese,
  • técnicas de TENS,
  • tempo de aplicação,
  • opióides endógenos,
  • dor crônica,
  • FES
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Correntes Galvânicas e Farádicas: Uso Terapêutico

As 3 frases principais são: 1) A corrente galvânica foi desenvolvida no século 18 por Luigi Galvani e é uma corrente contínua e constante usada para estimulação muscular e alívio de dores. 2) A iontoforese usa a corrente galvânica para introduzir medicamentos nos tecidos corporais através da pele. 3) Já a corrente farádica é uma corrente pulsada de baixa frequência que estimula nervos e músculos, melhorando a força e resistência muscular.

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  • correntes de Bernard,
  • teoria da comporta,
  • fibras nervosas,
  • corrente galvânica,
  • técnicas de iontoforese,
  • técnicas de TENS,
  • tempo de aplicação,
  • opióides endógenos,
  • dor crônica,
  • FES

CORRENTES DE BAIXA FREQUÊNCIA

Professora: Amanda Caroline


CORRENTE GALVÂNICA

Como ocorreu o início do uso da corrente galvânica?


[Link]
CORRENTE GALVÂNICA

História
1786 – Luigi Galvani estimulou os nervos e músculos
de rãs com cargas elétricas;

1971 – Impulso à experimentação científica na área;

A corrente constante foi chamada de galvanismo, para


distingui-las das cargas estáticas geradas por fricção;

Usadas para introduzir medicamentos nos tecidos


corporais (iontoforese).
CORRENTE GALVÂNICA

Qual o sentido da corrente galvânica e como ele


é conhecido?
CORRENTE GALVÂNICA

É um tipo de corrente direta, constante ou


contínua com fins terapêuticos

Contínua

Intensidade da corrente é constante


em valor e direção
CORRENTE GALVÂNICA

Quais são as principais vantagens e as principais


desvantagens da corrente galvânica?
CORRENTE GALVÂNICA

Principal vantagem:
Estimulação isolada de estruturas
musculares;

Principais desvantagens:
Geração de estímulos dolorosos, pouca efetividade no
alívio da dor ou na obtenção de contrações
musculares funcionais; efeito eletroquímico;
limitação aos tecidos superficiais;
CORRENTE GALVÂNICA

A corrente de condução gerada no aparelho é


transformada em corrente de convecção nas
compressas úmidas e tecidos.

Formação de ácidos no eletrodo positivo


(ânodo) e de bases no eletrodo negativo
(cátodo).
Os benefícios fisiológicos e terapêuticos estão
relacionados aos efeitos polar e vasomotor
CORRENTE GALVÂNICA

Quais são os principais efeitos fisiológicos desta


corrente?
EFEITOS FISIOLÓGICOS E TERAPÊUTICOS

Efeitos Aumento da ação de Eletrólise:


vasomotores: defesa: vasodilatação Aumento do
dissociação
vasoconstricção e e aumento da metabolismo;
eletrolítica;
vasodilatação irrigação sanguínea

Eletrotônus: Altera a
Aumento do aporte excitabilidade e a Efeito
condutibilidade do Efeito analgésico;
de O2; antiinflamatório;
tecido tratado;

Estimulação
nervosa.
CARACTERÍSTICAS NOS POLOS E ELETRODOS

Cátodo
Ânodo

Solidificador
Sedante Vasoconstrictor Estimulante Irritante Vasodilatador
de proteínas

Atrativo do Liquefator de
Desidratante Analgésico Hidratante Alcalino
O2 proteínas

Coagulador Ácido Causador de


sangramento
CORRENTE GALVÂNICA

Quais são as técnicas de administração que


podem ser utilizadas?
TÉCNICAS DE ADMINISTRAÇÃO

Quanto menor for a área do eletrodo,


maior será a concentração de energia;
além disso, é preciso identificar os pólos
positivo e negativo.

É importante que a sensação para o paciente seja


sempre agradável Parâmetros
Intensidade: 0,05 a 2 mA/cm²
Pulso: ~100 ms
Tempo de aplicação: 20 a 25 minutos
FORMAS DE APLICAÇÃO

Cuidados importantes na aplicação

✓Colocar esponjas de aproximadamente 1 cm sob os eletrodos


metálicos;
✓ Não cruzar os cabos;
✓ Não realizar aplicação em áreas com perda de sensibilidade;
✓ Observar a polaridade do cabo;
✓ Certificar-se de que a intensidade da corrente esteja na tolerância do
paciente e seja aumentada à medida da acomodação;

✓Longitudinal ✓ Usar eletrodos de tamanho igual sobre gaze molhada em solução


✓Transversal salina e levemente espremida;
✓Banho de Galvanização ✓ Aplicar com a pele intacta.
CORRENTE GALVÂNICA

Quais as principais indicações e contraindicações


desta corrente?
CORRENTE GALVÂNICA

Indicações Contraindicações
• Extremos cronológicos;
• Diminuição de edemas;
• Região precordial;
• Afecções da estética; • Neoplasias;
• Eletrólise depilatória: agulha especial, • Pacientes com distúrbios de sensibilidade;
sendo o cátodo para reação alcalina; • Ferida aberta;
• Algias (polo positivo); • Região das gônadas e dos olhos;
• Lesões de nervos periféricos (polo • Útero gravídico;
negativo); • Confusão mental;
• Transtornos circulatórios; • Irritabilidade cutânea;
• Implantações metálicas no campo de
• Estimulação da irrigação sanguínea; aplicação;
• Iontoforese. • Marcapasso.
CORRENTE GALVÂNICA

O que é e como é realizada a Iontoforese?


IONTOFORESE

Denominada ionpenetração, ionoterapia,


dieletrólise e iontoforese

Introdução de íons medicamentosos


dentro da pele humana utilizando- se
uma corrente de baixa voltagem

Os tipos mais comuns de medicamentos


indicados nesse caso incluem anestésicos,
analgésicos e anti-inflamatórios
IONTOFORESE

Vantagens sobre a ingestão oral


Desvantagens
✓ A medicação não passa pelo fígado;
✓ Resultados não confiáveis;
✓ Menos traumática e menos dolorosa;
✓ Quantidade de medicamento de
✓ Aplicação focal;
difícil controle;
✓ Não produz sobrecarga no trato
✓ Pode não alcançar a profundidade
gastrointestinal.
desejada.

✓ A duração de um tratamento individual depende da


intensidade e da dose terapêutica desejada;

✓ Geralmente os tratamentos são administrados em


dias alternados, durante três semanas.
IONTOFORESE: TÉCNICA DE APLICAÇÃO

✓ Disponibilizar um aparelho de corrente contínua ou galvânica;

✓ Zerar todos os botões;

✓ Escolher o medicamento, que pode ser em gel ou líquido;

✓ Untar ou molhar um pedaço de algodão com o medicamento


nas concentrações adequadas;

✓ Acomodar o paciente confortavelmente e limpar a pele dele;

✓ Aplicar o polo ativo com o medicamento em cima da área e o


outro polo (indiferente) próximo à área a fim de dispersar a
corrente. Esse eletrodo deve conter uma esponja com água
salina;

✓ O tempo de aplicação dura de 20 a 30 minutos, à intensidade


de 2 a 4 mA para eletrodos pequenos e de 10 a 15 mA para
eletrodos grandes.
IONTOFORESE

Indicações Contraindicações
• Processos inflamatórios; • Cefaleias;
• Aumento da condução nervosa; • Vertigens;
• Diminuição de tônus;
• Colapso circulatório;
• Fibrinólise;
• Alergia ao medicamento;
• Cicatrização;
• Área precordial;
• Vasodilatação periférica;
• Redução de edema; • Diminuição de sensibilidade
• Doenças reumáticas; • Ferida aberta;
• Artrites; • Região das gônadas e dos olhos;
• Úlceras crônicas • Útero gravídico
CORRENTE FARÁDICA

Quais são as principais características da


corrente Farádica?
CORRENTE FARÁDICA

CARACTERÍSTICAS DA CORRENTE
• Corrente de baixa frequência (50 Hz)
• Forma de onda triangular
• Corrente polarizada
• Corrente pulsada
• Tempo de duração do pulso: 0,1 a 1 ms
• Tempo de repouso do pulso: fixo em 20 ms
CORRENTE FARÁDICA

Quais são os principais efeitos fisiológicos da


corrente Farádica?
CORRENTE FARÁDICA

EFEITOS
Efeito sobre os nervos motores (estimulação dos pontos motores)

Efeito sobre os nervos sensitivos (sensação de comichão ou leve ardência)

Efeito muscular (aumenta o número de fibras musculares atuantes,


aumentando o volume, melhorando força e resistência muscular)

Efeito sobre o retorno venoso e linfático (pelo trabalho de contratilidade


muscular)

Ação sobre a circulação (o aumento do trabalho muscular aumenta o aporte


de O2, aumentando o metabolismo e fluxo circulatório);
CORRENTE FARÁDICA

Parâmetros Modulação da Corrente


DOSIMETRIA : - Tempo ON : período de passagem da corrente
A intensidade deve ser suficiente para (TON)
produzir contração muscular, devendo ser - Tempo OFF: período de repouso entre os pulsos
agradável ao paciente. Geralmente no (TOFF)
máximo 80 ma. - Rampa: modulação suave do pulso;
 Rampa de subida: aumento da intensidade até o
TEMPO DE APLICAÇÃO: pico
De acordo com as condições do paciente e  Rampa de descida: diminuição da intensidade
da musculatura estimulada(100-300 até zero
contrações) cerca de 6 minutos. - Sustentação: tempo em que a intensidade se
mantém no valor programado, após atingi-la.
CORRENTE FARÁDICA

Explique as técnicas de aplicação da corrente


Farádica?
CORRENTE FARÁDICA

TÉCNICAS DE APLICAÇÃO
- Bipolar com eletrodos do mesmo tamanho (+ no ponto motor )
- Unipolar: um eletrodo placa(+) e outro Puntiforme( – ) ativo
CORRENTE FARÁDICA

Quais são as principais indicações e


contraindicações da corrente farádica?
CORRENTE FARÁDICA

Indicações Contraindicações

• Estados febris
• Atrofia por desuso
• Paralisias espásticas
• Reabsorção de • Alteração de sensibilidade
edemas • Fraturas recentes
• Eletrodiagnóstico
CORRENTES DE BERNARD
(DIADINÂMICAS)

Quais são as principais características das


correntes de Bernard?
CORRENTES DE BERNARD
(DIADINÂMICAS)

Associa o efeito sensório Efeitos eletroquímicos e a


Corrente direta, pulsada e motor das CF e às polarização das correntes
de baixa frequência; respostas celulares à diretas, com longa duração
inflamação das CG de pulso (desconforto).
CORRENTES DE BERNARD
(DIADINÂMICAS)

Como são divididas as correntes de Bernard?


CLASSIFICAÇÃO DAS CORRENTES DE BERNARD

Corrente Difásica (DF)

Corrente Monofásica (MF)

Corrente de Curtos Períodos (CP)

Corrente de Longos Períodos (LP)

Ritmo Sincopado (RT)


CLASSIFICAÇÃO DAS CORRENTES DE BERNARD

Corrente Difásica (DF) Corrente Difásica

Corrente Monofásica (MF)

Corrente de Curtos Períodos (CP)


• Senoidal retificada de onda completa
(pulsos 10ms/ sem intervalo/ f 100Hz);
Corrente de Longos Períodos (LP)
•Analgesia temporária
•Aumenta o limiar das fibras sensitivas
Ritmo Sincopado (RT)
•Melhora circulação local
•F = 100 Hz
CLASSIFICAÇÃO DAS CORRENTES DE BERNARD

Corrente Difásica (DF) Corrente Monofásica

Corrente Monofásica (MF)

Corrente de Curtos Períodos (CP) • Senoidal retificada de meia onda (pulsos


10ms/ intervalo 10ms/ f 50Hz)
Corrente de Longos Períodos (LP) • Aumento do metabolismo do tecido conjuntivo
• Melhora circulação local em áreas pouco
Ritmo Sincopado (RT) vascularizadas
• F = 50 Hz
CLASSIFICAÇÃO DAS CORRENTES DE BERNARD

Corrente Difásica (DF) Corrente de Curtos Períodos

Corrente Monofásica (MF)

Corrente de Curtos Períodos (CP) • MF e DF alternam-se a cada 1s


• Antiedematoso e analgésico
Corrente de Longos Períodos (LP)

Ritmo Sincopado (RT)


CLASSIFICAÇÃO DAS CORRENTES DE BERNARD

Corrente Difásica (DF) Corrente de Longos Períodos

Corrente Monofásica (MF)

Corrente de Curtos Períodos (CP) • Alterna em longos períodos a MF com a DF, a


cada 5 -7 s
Corrente de Longos Períodos (LP)
• Efeito analgésico duradouro

Ritmo Sincopado (RT)


CLASSIFICAÇÃO DAS CORRENTES DE BERNARD

Corrente Difásica (DF) Ritmo Sincopado (RT)

Corrente Monofásica (MF)

Corrente de Curtos Períodos (CP) • Trens de pulso de MF 1 s com intervalos de 1 s


• Melhor do tônus
Corrente de Longos Períodos (LP)
• Aumento do retorno venoso e linfático
• Bastante desagradável
Ritmo Sincopado (RT)
CORRENTES DE BERNARD

Indicações

•Analgesia (DF; CP, LP);


Parâmetros
•Fortalecimento muscular (MF, RS);
•Intensidade: dentro do limiar sensório-
•Ativação circulatória (DF, CP, RS); motor (25- 50mA)
•Tempo: 5 a 15 minutos
• Frequência: 50Hz a 100Hz
Contraindicações

•Uso de marcapasso
•Déficit de sensibilidade
•Idades extremas
•Feridas abertas e lesões dermatológicas
TENS

Quais são as principais características da


TENS?
TENS
T ranscutaneous Desenvolvido por Melzack e Wall (1965), também
foram eles que explicaram a teoria da
E lectrical comporta/portão para o controle e modulação da dor.
N nerve
S timulation
Formas de controle da dor pelo TENS:
•Teoria das comportas;
•Liberação de opióides endógenos;
•Inibição direta sobre um nervo lesado
TENS
DOR Classificação das fibras nervosas

•Sensoriais
Experiência sensorial e emocional
desagradável, associada a dano presente ou
•Motoras
potencial •Sistema Autônomo
TENS
Classificação das fibras nervosas
sensoriais

•Tipo A
• Alfa
•Beta
•Gama
•Delta

• Tipo C
TENS
Vias de Nocicepção

• Trato espinotalâmico lateral


• Fibras A- delta (aguda)

• Sistema ascendente multissinático


• Fibras tipo C (dor imprecisa)
TENS
Classificação da dor

• Quanto à duração: rápida ou lenta

• Quanto à origem: cutânea, visceral, referida


TEORIA DAS COMPORTAS

Sistema Segmentar - Substância gelatinosa

Proposta por Melzack & Wall em 1965

Hiper-estimulação das fibras Aβ

Estímulos de baixa intensidade e alta frequência


(TENS convencional) estimulam as fibras grossas
mielínicas A- beta, fechando a comporta para a
transmissão dos impulsos nociceptivos.
TEORIA DOS OPIÓIDES ENDÓGENOS

•Sistema inibitório descendente


• Produzido pelas glândulas pituitárias

•A TENS estimula a produção de opióides (substâncias


semelhantes ao ópio) naturais do próprio organismo
(endógenos).

•Estímulos de alta intensidade e baixa frequência (TENS


acupuntura e Burst) causam liberação de peptídios
opióides endógenos que se ligam aos respectivos
receptores e inibem a nocicepção.
TENS

Quais são os principais parâmetros a serem


modulados na TENS?
TENS Modo Convencional

Frequência de
Duração do pulso: Intensidade:
pulso: Mínimo 40’ a 50’
20 a 80 µs (estreito) Confortável
ALTA (50 a 100 Hz)

Sensação: Ligeiro
Duração do alívio: formigamento ou Utilizado em dores
Início do alívio: 20’
20’ á 2 hs (curto) parestesia sem agudas
contração muscular
TENS Acupuntura

Frequência de Duração do pulso:


Intensidade:
pulso: 150 a 230 µs Mínimo 45’
Moderada ou forte
BAIXA (1 a 4 Hz) (largo)

Sensação:
Início do alívio: 20’ Duração do alívio: Contrações Utilizado em dores
à 30’ até 1 hora 2 a 6 hs musculares rítmicas crônicas
(visíveis)
TENS Breve-intenso

Frequência de pulso: Duração do pulso: 150 a


Intensidade: “Forte” Mínimo 15’ a 20’
ALTA (100 a 150 Hz) 250 µs (largo)

Utilizada para alívio


Sensação: Fasciculações imediato (antes de
Duração do alívio:
Início do alívio: 10’ á musculares não procedimentos dolorosos
Pequena, apenas durante
15’ rítmicas, ou contrações como mobilizações
a estimulação articulares, massagem
tetânicas
transversa profunda, etc)
TENS Burst
Frequência de
Frequência de Intensidade:
modulação - 1 a 4 Duração do pulso:
pulso:ALTA (100 Variável de forte a
Hz - (Frequência 200 µs (largo)
Hz) fraco
dos trens de pulso)

Sensação:
Início do alívio: Duração do alívio: Contrações
Mínimo 40’ musculares rítmicas,
10’a 30’ 20’à 6 hs acompanhadas de
parestesias

Utilizada em casos
subagudos e crônicos, ou
para estimulação
muscular
TENS

Quais são os principais efeitos fisiológicos e


terapêuticos da TENS?
EFEITOS ANALGÉSICOS DA TENS

ALÍVIO DA DOR AGUDA ALÍVIO DA DOR CRÔNICA


•Lombar
•Dor pós-operatória
• Artrite
• Dor obstétrica • Coto e dor fantasma
• Neuralgia pós-herpética
• Dismenorréia
•Neuralgia trigeminal
• Dor musculoesquelética • Lesão de nervos periféricos
• Angina pectoris
• Fraturas ósseas
• Dor facial
• Procedimentos dentários • Dor óssea metastática

❖Efeitos antieméticos
❖Melhora do fluxo sanguíneo
TENS

Quais são as indicações e contraindicações da


TENS?
TENS: CONTRAINDICAÇÕES

✓Tecidos lesionados
✓Eventos neurológicos agudos
✓Marcapasso
✓Região anterior do pescoço
✓Boca e genitálias
✓Gravidez*
✓Estruturas com sinais de má circulação*
TENS

Quais são as principais técnicas de aplicação


da TENS?
TÉCNICAS DE APLICAÇÃO

✓Bilateral (2 lados da área a ser


tratada);
✓Proximal (acima do nível da lesão);
✓Distal (Pelo menos um na periferia
da dor);
✓Linear (distal e proximal);
✓Alternado ;
✓Cruzado ;
✓Miótomo
TÉCNICAS DE APLICAÇÃO
TÉCNICAS DE APLICAÇÃO
TÉCNICAS DE APLICAÇÃO
FES

Quais são as principais características da


corrente FES?
FES

F unctional
E lectrical
S timulation
FES
Resposta neuromuscular aos estímulos fisiológicos progressivos para contração:

• Aumento do número de unidades motoras (SOMAÇÃO ESPACIAL);


• Aumento na frequência de estimulação das unidades motoras (SOMAÇÃO TEMPORAL);

ORDEM DE RECRUTAMENTO: fibras musculares do tipo I inicialmente, depois fibras tipo II.

Resposta neuromuscular aos estímulos elétricos externos progressivos para contração:


• Contração das unidades motoras em uníssono;
•Aumento da força de contração gerada com aumento da amplitude, frequência e duração do pulso;

ORDEM DE RECRUTAMENTO: fibras musculares do tipo II inicialmente, depois fibras tipo I.


FES

• Tipo de corrente: alternada/pulsada, de baixa frequência;

• Principal vantagem: uso bem documentado na literatura


com eficácia no restabelecimento da força muscular,
amplitude de movimento e ganhos funcionais (ex:
preensão, marcha);

• Principais desvantagens: uso limitado nas lesões do


motoneurônio / neurônio inferior;
FES – Respostas Fisiológicas
FES

Quais são os principais parâmetros


modulados na FES?
FES

• Programação: Intensidade, frequência, duração de pulso,


tempo de terapia;

• Tempo on/off

• Programação de rampa.

•Colocação dos eletrodos nos pontos motores.


FES

Quais as modalidades terapêuticas da FES e


qual a principal diferença entre elas?
FES

Modalidades de FES:

Sincrônico: dois canais de estimulação atuam em conjunto;

Recíproco: dois canais de estimulação atuam de forma


alternada;
FES

Quais são as indicações e contraindicações da


FES?
FES

Indicações:
•Condições de saúde que cursam com perda de força muscular: paresia decorrente do imobilismo em
internações hospitalares ou em PO traumáto-ortopédicos, lesões medulares incompletas;
•Condições de saúde que cursam com perda de ADM: Escoliose, capsulite adesiva, subluxações.
•Condições de saúde que cursam com perda de funcionalidade: AVE, ELA.

Contraindicações:
•Contraindicações relativas e absolutas da eletroestimulação;
•Espasticidade grave;
•Doenças do motoneurônio inferior.
REFERÊNCIAS

▪ PEREIRA, D. S. L. Eletrotermofototerapia. Primeira


Edição. SESES. Rio de Janeiro, 2017.

▪ LOW,J.; REED, A. Eletroterapia Explicada, princípios e


prática. Terceira Edição. Ed. Manole Ltda, São Paulo,
2001.
CASO CLÍNICO 1

Paciente J.M., sexo masculino, 32 anos, relata que sofreu entorse


de tornozelo direito durante partida de futebol. Chega ao
consultório apresentando edema na região medial e lateral do
tornozelo direito, apresentando dor grau 4 (na EVA).

Qual a corrente elétrica terapêutica você utilizaria neste caso?


Quais seriam os parâmetros utilizados?
CASO CLÍNICO 2

Paciente S.A. sexo feminino, 48 anos, tem diagnóstico de


fibromialgia e hérnia de disco em L4-L5. No momento queixa-se
bastante de dor, grau 8 (na EVA) e relata não consegue realizar
nenhum exercício proposto. Qual seria a sua conduta, em relação
ao uso das correntes terapêuticas, com esta paciente?

Qual a corrente elétrica terapêutica você utilizaria neste caso?


Quais seriam os parâmetros utilizados?
CASO CLÍNICO 3

Paciente M.A.S. sexo feminino, 68 anos, sofreu AVE há 6 meses,


no momento encontra-se com hemiparesia à esquerda (redução da
ADM e força muscular no hemicorpo esquerdo), com dificuldade
principalmente para a realização dos movimentos de extensão de
cotovelos e punho, dorsiflexão do tornozelo e flexão de joelho.
Você opta pela utilização da FES para otimizar seu atendimento.

Explique em detalhes como você usaria essa corrente na


paciente (modalidade, local de aplicação, parâmetros e
objetivo terapêutico).
OBRIGADA!

Amanda Caroline Disciplina E-mail


Eletrotermofototerapia 010400163@[Link]

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