Curso Técnico em Enfermagem
Curso Técnico em Enfermagem
MÓDULO I
Procedimentos Básicos de
Enfermagem
Tatuí-SP
Sumário
1. HOSPITAL ................................................................................................................................................. 3
1.1 Definição: ....................................................................................................................................................... 3
1.2 Funções: ................................................................................................................................................................ 3
1.3 Organização: ........................................................................................................................................................ 3
1.4 Classificação: ....................................................................................................................................................... 3
1.5 Equipe de Saúde: ............................................................................................................................................... 4
2. PACIENTE ..................................................................................................................................................... 4
2.1 Diretos do paciente: .................................................................................................................................. 4
2.2 Necessidades Humanas Básicas: ................................................................................................................... 8
2.3 Pesquisa de sinais e sintomas: ...................................................................................................................... 8
2.4 Regiões superficiais do corpo: ....................................................................................................................... 9
3. PRONTUÁRIO ............................................................................................................................................... 9
3.1 Definição: ................................................................................................................................................................. 9
.32 Admissão: ................................................................................................................................................................. 9
3.3 Alta: ........................................................................................................................................................................ 10
3.4 Transferência: ......................................................................................................................................................... 10
3.5 Anotação de enfermagem: ...................................................................................................................................... 11
4. ORDEM E LIMPEZA .................................................................................................................................. 11
4.1 Limpeza da Unidade ......................................................................................................................................... 11
4.2 Preparo de cama hospitalar: .......................................................................................................................... 13
5. HIGIENE CORPORAL ............................................................................................................................... 15
5.1 Higiene Oral: ....................................................................................................................................................... 15
5.2 Higiene dos cabelos ......................................................................................................................................... 16
5.3 Banho ................................................................................................................................................................... 17
6. MEDIDAS DE CONFORTO E SEGURANÇA ............................................................................................. 19
6.1 Desconforto físico: ........................................................................................................................................... 19
6.2 Prevenção de úlceras de pressão: .............................................................................................................. 21
6.3 Colocação e retirada de comadre e papagaio: .......................................................................................... 22
6.4 Restrição mecânica de movimento: ............................................................................................................. 22
7. POSIÇÕES DO CORPO ............................................................................................................................. 23
8. MOVIMENTAÇÃO E TRANSPORTE DE PACIENTE ................................................................................ 24
8.1 Mecânica corporal................................................................................................................................................ 24
8.2 Transporte do paciente do leito para a maca e vice-versa: ................................................................... 25
8.3 Transporte do paciente em cadeira de rodas: ........................................................................................... 25
9. CONTROLES .............................................................................................................................................. 26
9.1 Sinais Vitais ........................................................................................................................................................ 26
9.2 Mensuração do peso e da altura .............................................................................................................................. 30
Definição ...................................................................................................................................................................... 30
9.3 Eliminação intestinal............................................................................................................................................... 31
9.4 Diurese .................................................................................................................................................................... 32
10. ALIMENTAÇÃO DO PACIENTE .............................................................................................................. 32
10.1 Fatores que afetam o apetite: ....................................................................................................................... 32
10.2 Dietas Hospitalares ............................................................................................................................................... 32
10.3 Preparo do paciente e do ambiente para a refeição: .............................................................................................. 32
Paciente acamado, capaz de alimentar-se sozinho .................................................................................................... 32
11. COLETA DE MATERIAIS PARA EXAMES.............................................................................................. 33
11.1 Definição............................................................................................................................................................... 33
11.2 Finalidades ............................................................................................................................................................ 33
11.3 Coleta de sangue ................................................................................................................................................... 33
11.4 Coleta de Urina ..................................................................................................................................................... 34
11.5 Coleta de Fezes ..................................................................................................................................................... 34
11.6 Coleta de Escarro: ................................................................................................................................................. 35
12. TERMOS TÉCNICOS ................................................................................................................................ 35
12.1 Estado Geral: ........................................................................................................................................................ 35
12.2 Estado Nutricional: ............................................................................................................................................... 35
12.3 Estado Hídrico: ..................................................................................................................................................... 35
12.4 Sensação dolorosa:................................................................................................................................................ 35
12.5 Sistema Nervoso – comportamento ..................................................................................................................... 36
12.6 Sistema cardiocirculatório: ................................................................................................................................... 36
12.7 Sistema respiratório: ............................................................................................................................................ 36
12.8 Sistema digestivo: ............................................................................................................................................... 36
12.9 Sistema urinário: .................................................................................................................................................. 37
1
12.10 Pele – temperatura: ............................................................................................................................................. 37
12.11 Rosto – cabelos: .................................................................................................................................................. 37
12.12 Olhos:................................................................................................................................................................. 37
12.14 Outros: ................................................................................................................................................................ 38
REFERÊNCIAS ............................................................................................................................................... 38
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1. HOSPITAL
1.1 Definição:
1.3 Organização:
1.4 Classificação:
2. PACIENTE
Artigo 1º - A prestação dos serviços e ações de saúde aos usuários, de qualquer natureza ou
condição, no âmbito do Estado de São Paulo, será universal e igualitária, nos termos do artigo 2º
da Lei Complementar n. 791, de 9 de março de 1995.
Artigo 2º - São direitos dos usuários dos serviços de saúde no Estado de São Paulo:
I - ter um atendimento digno, atencioso e respeitoso;
II - ser identificado e tratado pelo seu nome ou sobrenome;
III - não ser identificado ou tratado por:
a) números;
b) códigos; ou
c) de modo genérico, desrespeitoso, ou preconceituoso;
IV - ter resguardado o segredo sobre seus dados pessoais, através da manutenção do sigilo
profissional, desde que não acarrete riscos a terceiros ou à saúde pública;
V - poder identificar as pessoas responsáveis direta e indiretamente por sua assistência, através
de crachás visíveis, legíveis e que contenham:
a) nome completo;
b) função;
c) cargo; e
d) nome da instituição;
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j) alternativas de diagnósticos e terapêuticas existentes, no serviço de atendimento ou em outros
serviços; e
l) o que julgar necessário;
VII - consentir ou recusar, de forma livre, voluntária e esclarecida, com adequada informação,
procedimentos diagnósticos ou terapêuticos a serem nele realizados;
VIII - acessar, a qualquer momento, o seu prontuário médico, nos termos do artigo 3º da Lei
Complementar n. 791, de 9 de março de 1995;
X - vetado:
a) vetado;
b) vetado;
c) vetado;
d) vetado;
e) vetado; e
f) vetado;
XI - receber as receitas:
a) com o nome genérico das substâncias prescritas;
b) datilografadas ou em caligrafia legível;
c) sem a utilização de códigos ou abreviaturas;
d) com o nome do profissional e seu número de registro no órgão de controle e regulamentação
da profissão; e
e) com assinatura do profissional;
XII - conhecer a procedência do sangue e dos hemoderivados e poder verificar, antes de recebê-
los, os carimbos que atestaram a origem, sorologias efetuadas e prazo de validade;
XV - ser acompanhado, se assim o desejar, nas consultas e internações por pessoa por ele
indicada;
XVII - vetado;
XVIII - receber do profissional adequado, presente no local, auxílio imediato e oportuno para a
melhoria do conforto e bem estar;
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XXI - ser prévia e expressamente informado quando o tratamento proposto for experimental ou
fizer parte de pesquisa;
É Direitos do Paciente:
Segurança pessoal: O paciente tem o direito de esperar por uma segurança razoável na medida
em que os procedimentos e as instalações do hospital possibilitem isso.
Comunicação: O paciente tem o direito ao acesso de pessoas alheias ao hospital por meio de
visitas do tipo verbal e escrita.
Quando o paciente não fala nem entende o idioma predominante na comunidade, deverá ter
acesso a um intérprete. Este caso é de particular importância quando as citadas barreiras
idiomáticas representam contínuo problema.
Consultas: Sob petição e por sua própria conta, o paciente tem o direito de consultar um
especialista.
Negação do tratamento: O paciente poderá recusar o tratamento até onde lhe permite a lei.
Quando ocorrer a negação do tratamento pelo próprio paciente ou por seu representante legal, a
prestação do mesmo só se dará após um acordo prévio.
Deveres do paciente
Fornecimento de informações: O paciente tem a obrigação de fornecer, sob o que vem a ser o
seu melhor entendimento, informação precisa e completa sobre as suas queixas atuais,
enfermidades anteriores, hospitalizações, medicamentos e outros assuntos relacionados com a
sua saúde.
O paciente tem a responsabilidade de informar ao profissional responsável qualquer mudança
inesperada da sua condição.
O paciente também é responsável pela informação dada, visto que dela pode depender o curso da
ação que será aplicada no seu tratamento e o que se espera dele.
Negação em seguir o tratamento: O paciente é o responsável pelas suas ações caso se recuse
a receber o tratamento ou não siga as instruções recebidas das enfermeiras ou dos profissionais
responsáveis pela sua recuperação.
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Regulamentos e estatutos do hospital: O paciente é responsável pela observância dos
regulamentos e dos estatutos do hospital que influenciem o seu tratamento e a própria conduta.
Respeito e consideração: O paciente é responsável por infringir os direitos dos demais pacientes
e do pessoal do hospital.
É também sua função a de controlar o ruído, o fumo e o número de visitantes. O paciente é
responsável por um comportamento respeitoso pela propriedade de outras pessoas e do hospital.
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Sinais:
É um sintoma objetivo, do ponto de vista do observador, é uma manifestação externa que
pode ser percebida através dos sentidos. Ex. presença de sangue num curativo, edema, eritemas,
alterações dos sinais vitais, presença de odores e secreções etc.
3. PRONTUÁRIO
3.1 Definição:
.32 Admissão:
A admissão é feita quando o paciente acaba de ser recebido na unidade. É feita pelo
enfermeiro e pelo auxiliar ou técnico de enfermagem. Cada profissional deverá fazer sua
abordagem, pertinente à sua competência.
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A maneira de receber o paciente depende da rotina de cada hospital. Todavia existe uma
rotina padronizada para a admissão em geral, que é a seguinte:
a) Mostrar as dependências do hospital e explicar as normas e rotinas: local e horário do
banho, refeições, visita médica, de familiares, funcionamento do sistema de campainha,
serviços disponíveis no hospital etc.
b) Relacionar e guardar roupas e valores, em setor próprio ou entregar aos familiares.
c) Apresentar a equipe de enfermagem e companheiros de quarto ou enfermaria.
d) Se necessário, encaminhar ao banho de admissão e vestir roupa apropriada.
e) Preparar o prontuário.
f) Avisar o médico se necessário.
g) Comunicar ao serviço de nutrição e dietética (SND) ou outros serviços de acordo com a
rotina do hospital ( Rx, laboratório, centro cirúrgico etc.).
h) Fazer as anotações de enfermagem no prontuário seguindo a seqüência:
• Data e hora da internação.
• Procedência: residência, pronto socorro, outro hospital etc.
• Condições de chegada: deambulando, em cadeira de rodas, de maca etc.
• Acompanhado ou sozinho.
• Tipo de tratamento: clínico, cirúrgico etc.
• Uso de medicamentos no domicílio: nome e horário.
• Doença pregressa: diabetes, hipertensão etc.
• Alergias: esparadrapo, medicações (quais), soluções (iodo), odores etc.
• Vícios: etilismo, tabagismo, drogas etc.
• Sinais vitais.
• Peso altura se necessário.
• Orientações dadas: jejum, tricotomia, dieta, repouso, exames etc.
3.3 Alta:
A alta do paciente é assinada pelo médio no prontuário do paciente. Se isto não for feito, a
enfermagem não poderá executar os procedimentos de alta.
Tipos de alta:
a) Alta hospitalar: é a alta que o paciente recebe quando está em condições de deixar o
hospital.
b) Alta a pedido: é a que o médico concede a pedido do paciente ou responsável, mesmo
sem estar devidamente tratado. Deverá o responsável assinar um termo de
responsabilidade.
c) Alta condicional ou licença médica: concedida ao paciente em ocasiões especiais, (natal,
dia das mães etc.) com a condição de retornar em data pré estabelecida. É também
assinado termo de responsabilidade.
d) Alta por indisciplina grave: quando o paciente infringe a ética e a moral.
Procedimentos:
a) Avisar o paciente.
b) Avisar a família, tesouraria, serviço de nutrição ou outros conforme a rotina do hospital.
c) Dar ao paciente ou a alguém responsável orientações quanto a: medicação, repouso,
dieta, restrições, retorno e outras dúvidas.
d) Entregar orientações feitas pelo médico (receita, guias etc.).
e) Entregar exames feitos antes da admissão.
f) Reunir os pertences do paciente e providenciar sua roupa.
g) Fazer anotações de enfermagem contendo: hora da saída, tipo de alta, condições do
paciente, presença de acompanhante e as orientações dadas.
h) Entregar prontuário completo à secretaria.
3.4 Transferência:
A transferência do paciente é feita da mesma maneira que a alta. A unidade para onde o
paciente será transferido deve ser antecipadamente avisada para preparar-se para o recebimento.
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O paciente deverá ser transportado de acordo com seu estado geral.
Deverá estar acompanhado de guia ou resumo do caso feito pelo médico responsável pelo
paciente, pois o prontuário jamais será transferido com o paciente. O prontuário é um documento
exclusivo da instituição.
A transferência pode ocorrer também de uma unidade para outra, dentro do mesmo hospital,
ou na mesma unidade de um leito/quarto para outro. A transferência deve ser também
comunicada e registrada.
Definição:
É o registro feito pela enfermagem no prontuário referente às
condições do paciente e todos os procedimentos executados.
Requisitos:
a) Registrar os dados logo após a ocorrência para
estabelecer uma continuidade, ou seja, nunca antes nem
muito tempo depois dos fatos.
b) Anotar as informações sempre a caneta. Fazer o registro em caneta azul ou preta para o
dia, e vermelha para a noite, segundo a rotina do hospital.
c) Indicar o horário toda vez que for fazer uma anotação e ter sempre o cuidado para evitar
ambigüidade. Ex.: 19 horas e não 7 horas.
d) Preencher ou completar o cabeçalho do impresso não esquecendo de colocar a data.
e) Anotar os dados com precisão e veracidade, ou seja, não omitir dados nem registrá-los de
forma incorreta.
f) Anotar sem deixar espaço em branco para que alguém não altere o registro e cancelar o
espaço com um traço.
g) Anotar sem rasurar, se acontecer, não utilizar corretivo, escrever a palavra digo, e
continuar a anotação.
h) Fazer as anotações de forma objetiva e completa evitando palavras desnecessárias como:
“paciente” já que é sobre ele que o relatório está sendo feito.
i) Evitar anotações subjetivas como: “sem queixas”, “passou bem a noite”, “vomitou muito”
etc.
j) Anotar as informações quando são dadas pelo paciente utilizando-se os verbos na 3ª
pessoa. Ex.: “informa que”, “refere que”. Se for dada por outra pessoa, escreve-se:
“segundo a mãe”, “segundo o pai” etc.
k) Utilizar termos científicos por extenso a não ser as abreviaturas padronizadas
normalmente utilizadas como: IM, RX, ECG etc.
l) Terminar o registro com nome legível. Se for escola, colocar também o nome da escola.
Ex.: Al. Aux. Cristina.
m) Evitar assinar a anotação com apelidos. Ex. Rô, Fá, Rê etc. Escrever o nome por extenso
evitando rubricas.
4. ORDEM E LIMPEZA
Definição:
Limpeza é a eliminação de todo material
orgânico e inorgânico através de água, ação
mecânica e detergente.
O serviço de limpeza é de grande
interesse nos hospitais e serviços de saúde
não só porque esta é a primeira impressão
do serviço dado ao paciente e aos seus
acompanhantes, mas também pela
importância no controle das infecções
hospitalares.
A limpeza envolve técnicas como a lavagem básica das mãos, uso de precauções padrão, e a
limpeza da unidade do paciente propriamente dita.
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A limpeza da unidade envolve a lavagem e desinfecção do mobiliário e material, feita para
segurança e proteção do paciente, funcionário, e também para controle de infecção hospitalar.
Tipos:
A limpeza de unidade pode ser de dois tipos:
• Limpeza terminal – é a limpeza feita toda vez que se desocupa o leito podendo ser devido
à alta hospitalar, óbito e transferência.
• Limpeza concorrente – é a limpeza feita periodicamente, isto é, diariamente enquanto o
paciente estiver internado.
Finalidades:
Tem por finalidade a prevenção e controle da disseminação de microrganismos, mantendo o
ambiente limpo e agradável.
Procedimento:
• Lavar as mãos
• Reunir o material e levá-lo à unidade
• Abrir as janelas para arejar o quarto
• Soltar a roupa de cama e colocar cada peça no hamper
• Retirar todos os objetos da mesa de cabeceira
• Afastar a cama da parede, deixando espaço suficiente para a realização da limpeza.
• Colocar a balde no piso próximo aos pés da cama e o restante sobre o assento da cadeira.
• Colocar as luvas
• Fazer a limpeza da mesa de cabeceira por dentro e por fora, respeitando sempre o sentido
distal para o proximal.
• Limpar um dos lados do travesseiro, e colocá-lo sobre a mesa de cabeceira, respeitando a
lei do limpo com limpo, e em seguida, limpar o outro lado.
• Estender o impermeável sobre o colchão no sentido longitudinal e limpar o lado exposto.
• Dobrar o impermeável três vezes no sentido da cabeceira para os pés da cama e colocá-lo
sobre o travesseiro.
• Limpar a face superior do impermeável.
• Limpar a face superior e lateral do colchão no sentido da cabeceira para os pés.
• Colocar (arrastar) o colchão sobre os pés da cama, expondo a metade superior do estrado.
• Limpar a cabeceira e o estrado.
• Elevar o estrado da cama e proceder à limpeza do mesmo.
• Virar o colchão verticalmente, apoiando a parte limpa na cabeceira, expondo a parte
inferior do estrado e limpa-lo.
• Elevar o estrado dos pés da cama e proceder à limpeza (deixar elevado).
• Deslizar o colchão para a posição normal.
• Limpar a face inferior do colchão usando o mesmo movimento feito para a limpeza da face
superior.
• Limpar os pés da cama (guarda), inclusive as manivelas.
• Limpar a base da bandeja e colocá-la sobre o colchão.
• Limpar a cadeira
• Recompor a unidade
• Lavar e guardar os materiais
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• Lavar as mãos
• Aguardar 2 horas para a arrumação da cama
Tipos :
a) Cama fechada
b) Cama aberta
c) Cama aberta com paciente
d) Cama para operado
CAMA FECHADA
Definição:
É aquela que está desocupada, aguardando a chegada do paciente.
Material:
• 2 lençóis
• 1 lençol móvel ou traçado ou forro
• 1 impermeável (S/N)
• 1 colcha
• Toalhas de rosto e banho
• Fronha
• Cobertor (S/N)
Procedimento:
• Lavar as mãos
• Reunir o material necessário e levá-lo ao
quarto
• Colocar a cadeira aos pés da cama e
sobre ala o travesseiro
• Colocar a roupa no espaldar da cadeira, observando a ordem em que será usada
observando a técnica da dobradura (2 vezes no sentido da largura e 1 vez no sentido do
comprimento): 1º toalhas, 2º fronha, 3º colcha, 4º cobertor, 5º lençol de cima, 6º lençol
móvel, 7º impermeável, 8º lençol de baixo.
• Pegar o lençol da cadeira e colocá-lo sobre o centro do colchão, de modo que a dobra do
meio corresponda ao meio da cama.
• Ajeitar o lençol e fazer a dobra nos cantos.
Obs.: para manter o lençol esticado, poderá fazer um nó com as pontas do lençol sobre o
colchão. Em alguns hospitais o lençol já vem com elástico.
• Colocar o impermeável e o lençol móvel e prendê-los por baixo do colchão.
• Estender o lenço de cima, colocando a bainha rente à cabeceira da cama.
• Colocar o cobertor e a colcha a dois palmos da cabeceira, sobre o lençol.
• Fazer a dobra nos pés da cama.
• Colocar a cadeira no lugar.
• Passar para o outro lado da cama, puxar as roupas peça por peça iniciando pelo lençol de
baixo.
• Completar a cama, fazendo a dobra nos pés e encerrando na cabeceira.
• Cobrir o travesseiro com a fronha observando que a abertura fique voltada para o lado
oposto ao da porta de entrada e deixá-lo em pé.
• Ajeitar as toalhas na cabeceira, se for o caso.
• Deixar a unidade em ordem.
• Lavar as mãos.
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CAMA ABERTA
Definição:
É aquela que está sendo ocupada pelo paciente que pode deambular.
Material:
Os mesmos da cama fechada, podendo ser reutilizados o cobertor e a colcha (S/N).
Procedimento:
• Lavar as mãos.
• Reunir todo o material e levá-lo ao quarto.
• Levar hamper para recolher as roupas de cama ou improvisá-lo com um lençol ou colcha
amarrados na grade do pé da cama.
• Verificar se há algum objeto nos lençóis.
• Dispor as roupas na cadeira observando a mesma seqüência da cama fechada.
• Virar a dobra do lençol de cima sobre o cobertor e a colcha (dobra feita).
• Fazer uma dobra em “L” para permitir a entrada do paciente sem desarrumar toda a cama.
• Colocar o travesseiro sobre a cama com a abertura voltada para o lado contrário à porta.
• Fazer a limpeza concorrente.
• Deixar a unidade em ordem.
• Lavar as mãos.
CAMA DE OPERADO
Definição:
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É a cama feita para receber o paciente que encontra-se no centro cirúrgico ou realizando
exames sob efeito de anestesia.
Material:
O mesmo para cama fechada acrescido de: lençol
ou toalha para cabeceira e suporte de soro.
Procedimento:
• Lavar as mãos.
• Levar todo o material para o quarto.
• Levar hamper ou improvisá-lo.
• Dispor toda a roupa na cadeira conforme a
técnica.
• Retirar toda a roupa de cama e colocá-la no hamper.
• Fazer uma limpeza na parte superior da mesa de cabeceira, colchão e assento da
cadeira.
• Arrumar o lençol de baixo, o impermeável e o traçado, da mesma forma que é feito para a
cama fechada.
• Colocar as demais roupas sem fazer os cantos.
• Dobrar virando para cima: o lençol de cima, o cobertor e a colcha, tanto nos pés da cama
quanto na cabeceira.
• Dobrar ou enrolar tudo para o lado que melhor se adaptar à entrada da maca com o
paciente.
• Colocar o forro em leque na cabeceira.
• Deixar o travesseiro preso às grades ou sobre a cadeira.
• Deixar na mesinha só o material necessário para o paciente.
• Providenciar, dependendo da cirurgia: frasco de drenagem, aspirador, 2 suportes de soro
etc.
• Deixar a unidade em ordem.
• Lavar as mãos.
5. HIGIENE CORPORAL
Finalidades:
• Eliminar resíduos alimentares
• Proporcionar conforto e bem estar
• Prevenir cáries e infecções
• Evitar o mau hálito
Material:
• Escova de dente ou espátula envolvida com gaze
• Copo com água e/ou canudo de plástico
• Pasta de dente ou solução anti-séptica (água e sal de cozinha, água bicarbonatada a 2%,
água e limão, cepacol etc.)
• Cuba rim
• Toalha de rosto
• Luva de procedimento
• Saco plástico para desprezar as espátulas
• Lubrificante para os lábios se necessário
Finalidades:
• Promover a limpeza dos cabelos e couro
cabeludo
• Proporcionar conforto e bem estar
• Estimular a circulação do couro cabeludo
Material:
• Shampoo ou sabonete líquido
• Condicionador
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• Pente ou escova
• Jarro com águia morna
• Bacia grande
• Balde
• Toalha de banho
• Plástico ou impermeável
• Bolas de algodão para proteger ou ouvidos
• Luvas de procedimento
5.3 Banho
Finalidades:
• Limpeza da pele
• Proporcionar bem estar
• Estimular a circulação
• Remover odores
• Observar anormalidades na pele, edemas, circulação,
úlceras de decúbito, etc.
Tipos de banho:
• Aspersão: banho de chuveiro
• Imersão: banho de banheira (o paciente fica totalmente
submerso exceto a cabeça)
• Ablução: banho na banheira ou bacia onde o paciente se leva jogando pequenas
porções de água em seu corpo
• De leito: usado para pacientes acamados.
Banho no leito:
Material:
• Bandeja contendo: 1 balde, 2 bacias, 1 jarro com
água, saboneteira com sabonete, luvas de banho de
tecido, luvas de procedimento, 1 toalha de rosto, 1 toalha
de banho, pente e/ou escova de cabelo.
• Biombo
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• Comadre
• Hamper
• Roupa de cama
• Material para higiene oral
• Material para higiene dos cabelos s/n
• Desodorante e solução hidratante de uso
pessoal
• Jornal
Procedimento:
• Explicar ao paciente o que será feito e avaliar a necessidade de lavar os cabelos,
cortar as unhas e verificar os materiais disponíveis para higiene oral.
• Desocupar a mesa de cabeceira.
• Lavar as mãos.
• Levar todo o material para o quarto.
• Fechar as portas e janelas para evitar corrente de ar.
• Cercar a cama com biombo s/n.
• Dispor os materiais da higiene oral e do banho sobre a mesa de cabeceira.
• Colocar a roupa de cama dobrada na seqüência sobre o espaldar da cadeira,
conforme técnica já descrita.
• Colocar o balde no chão próximo aos pés da cama.
• Colocar o hamper próximo à cama.
• Colocar a comadre sobre o jornal no chão
• Oferecer comadre ao paciente.
• Elevar a cabeceira da cama se não houver contra indicação e realizar a higiene oral
e tricotomia facial (barba) se necessário.
• Abaixar a cabeceira e soltar a roupa de cama, retirar o travesseiro e cobertores se
possível.
• Lavar os cabelos se necessário, conforme a técnica.
• Retirar a camisola ou o pijama do paciente mantendo-o coberto com o lençol. Se for
inverno deixar o cobertor também.
• Cobrir o tórax com toalha de rosto e calçar luvas de procedimento, e com as luvas de
pano lavar o rosto iniciando pelos olhos do canto interno para o externo (sem usar
sabonete).
• Lavar o rosto na seguinte seqüência: primeiro a região frontal, face, nariz, queixo,
orelhas, pescoço e nuca.
• Retirar a toalha de rosto.
• Colocar a toalha de banho sobre o tórax passando por debaixo dos braços. Iniciar
pelo braço distal começando pelos punhos com movimentos circulares, obedecendo
o retorno venoso.
• Lavar o ombro, o tórax, os seios (tomando-se o cuidado de enxaguá-los e secá-los
muito bem na dobra inferior, sobretudo em pacientes obesas) e o abdômen.
• Lavar as axilas.
• Lavar as mãos do paciente na bacia (se o mesmo não tiver condições de fazer sua
própria higiene íntima).
• Desprezar a água.
• Retirar a toalha sem expor o paciente.
• Colocar a toalha debaixo dos MMII e lavar primeiro a perna distal com movimentos
circulares.
• Flexionar ligeiramente as pernas e colocar ambos os pés na bacia. Se a bacia for
pequena lavar um da cada vez.
• Desprezar a água.
• Colocar o paciente em decúbito lateral, com o rosto voltado para o lado de quem está
executando o banho.
• Forrar a cama na região do dorso com a toalha de banho
• Lavar a região dorsal de cima para baixo.
• Fazer massagem de conforto com movimentos circulares, firmes, mas com
suavidade, no sentido da cintura para cima.
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• Descer a tolha e lavar as nádegas, massageando a região sacrococcígea.
• Ainda em decúbito lateral, colocar a comadre e voltar o paciente em decúbito dorsal.
• Colocar em posição ginecológica e realizar a higiene íntima no sentido de frente para
trás (púbis-ânus), deixando cair água do jarro diretamente na região.
• Desprezar as luvas de banho (pano) dentro do hamper.
• Retirar a comadre e enxugar a região genital com o lençol móvel ou toalha, se for
desprezá-la em seguida.
• Retirar as luvas de procedimento.
• Virar o paciente para o lado contrário de quem executou o banho e proceder a troca
da roupa de cama (fazer desinfecção do colchão).
• Colocar a camisola ou o pijama.
• Pentear os cabelos.
• Colocar o travesseiro limpo.
• Reunir o material e deixar tudo em ordem.
• Fazer a limpeza concorrente.
• Lavar as mãos.
Indicação:
• Diariamente por ocasião do banho
• Após defecação
• Em caso de corrimento abundante
Método:
• Preparar o paciente e o ambiente
• Separar o material
• Lavar as mãos
• Levar o material para a mesa de cabeceira e colocar a comadre sobre a cadeira.
• Colocar o paciente em posição ginecológica
• Colocar o impermeável e a toalha sob a região genital
• Calçar as luvas
• Ensaboar a vulva com solução anti-séptica utilizando as luvas de banho
• Lavar com água obedecendo o sentido púbis-ânus.
• Retirar a comadre
• Enxugar a vulva com toalha ou lençol
• Deixar a paciente confortável e o ambiente em ordem
• Retirar as luvas
• Providenciar a limpeza e a ordem do material
• Lavar as mãos
• Fazer as anotações de enfermagem
Deslizamento Amassamento
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6.2 Prevenção de úlceras de pressão:
Definição:
É uma lesão na pele, que pode atingir tecidos mais profundos, causada pela deficiência de
circulação sangüínea, ocasionada por pressão prolongada e conseqüente falta de nutrição nos
tecidos. Acomete principalmente pacientes idosos, hemiplégicos, ou seja, pacientes incapacitados
de mobilizarem-se sozinhos.
Fatores predisponentes:
• Desnutrição;
• Desidratação
• Diabetes;
• Edema generalizado;
• Obesidade;
• Má circulação;
• Senilidade;
• Incontinência de fezes e urina.
Causas imediatas:
• Permanência por longo período na mesma
posição.
• Fricção causada por aparelho de gesso,
tração, defeitos do colchão ou estrado.
• Umidade causada por permanecer longo
tempo molhado com fezes, urina e suor.
• Excesso de calor ou frio.
Cuidados de enfermagem:
• Evitar todas as causas que provocam o desconforto físico.
• Utilizar posicionadores e protetores nos diferentes segmentos corporais, para evitar a
pressão local, principalmente nas proeminências ósseas.
• Sentar o paciente fora do leito sempre que possível.
• Incentivar a deambulação precoce.
• Fazer mudança de decúbito de 2/2 horas.
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• Estimular a movimentação ativa (quando o próprio paciente realiza os movimentos).
Avaliar sempre a contra indicação.
• Estimular a alimentação que deve ser rica em proteínas, sais minerais e vitaminas.
Definição:
É a colocação de um recipiente para que o paciente possa satisfazer sua necessidades
fisiológicas de evacuação e micção, quando impossibilitado de levantar-se.
Objetivos:
• Higiene e conforto do paciente.
• Atender suas necessidades básicas.
Material:
• Comadre (feminino) ou papagaio (masculino)
• Papel higiênico
• Material para lavagem externa se for defecar.
Indicações:
• Deve ser usado como último recurso, devido aos efeitos físicos e psicológicos que o
paciente pode apresentar.
• Evitar quedas de pacientes agitados, semi conscientes ou com convulsões.
• Nos casos de agitação psicomotora.
• Em doentes mentais que constituem perigo para si e para os outros pacientes.
• Nos casos de pacientes que não colaboram na manutenção de sondas drenos,
venóclise e outros.
Tipos de restrições:
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Lençóis, ataduras, talas, cama com grades, etc.
Locais de restrição:
• Ombro: dobrar o lençol tipo faixa, e colocá-lo sob o dorso do paciente, passar pelas
axilas, cruzar sob o pescoço e amarrar na cabeceira da cama.
• Abdômen: usar o mesmo tipo de faixa de lençol e passar sob a região lombar. Pegar
outro lençol e passar sobre o abdômen. Trançar ambas as pontas de cada lado e
amarrar no estrado da cama.
• Joelhos: usar faixa de lençol e envolver separadamente os joelhos e amarrar as pontas
em cada lado da cama.
• Membros superiores: usar ataduras de crepe de 15cm. Proteger a região com algodão
ortopédico ou compressas para evitar traumatismo no local. Amarrar as pontas na
grade da cama ou no estrado.
OBS: Observar continuamente sinais de garroteamento: cianose, edema e queixa de
formigamento. Remover a restrição pelo menos duas vezes por dia, para massagem e
higiene local. Sempre que restringir os ombros, restringir também o abdômen. Evitar fazer
pressão sobre uma artéria. Anotar no prontuário o motivo, a hora e o tipo de restrição feita.
7. POSIÇÕES DO CORPO
Decúbito dorsal
• Paciente deitado de costas.
• Cabeça com ou sem
travesseiro.
• Pernas estendidas ou
levemente fletidas.
• Braços ao longo do corpo ou sobre o abdômen.
• Indicações: usado para realização de exame físico.
Decúbito ventral
• Paciente deitado sobre o abdômen, com a cabeça voltada para o lado.
• Indicações: usado para exames da coluna vertebral e região cervical.
Posição de Sims
• Paciente deitado sobre o lado esquerdo.
• Cabeça apoiada no travesseiro.
• Braço esquerdo fica atrás do corpo.
• Flexionar as pernas. A direta deve ficar em ângulo agudo bem próximo ao abdômen,
e a esquerda menos fletida.
• Indicações: exames vaginais e retais, lavagem intestinal e clister.
Posição ginecológica
• Paciente deitado de costas.
• Pernas flexionadas sobre as coxas,
planta dos pés sobre o colchão e joelhos
bem afastados um do outro.
• Indicações: sondagem vesical, lavagem
vaginal e tratamento vaginal.
Posição litotômica
• Paciente em decúbito dorsal.
• Cabeça e ombros ligeiramente elevados.
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• Coxas bem afastadas uma da outra e
flexionadas sobre o abdômen.
• Os glúteos ficam um pouco fora da
mesa.
• Havendo suporte colocar as pernas sobre os mesmos, fixando-as pela região poplítea.
• Indicação: partos, cirurgias e exames de períneo, vagina e reto.
Posição genupeitoral
• Paciente se mantém sobre os joelhos e
peito.
• Cabeça voltada para um dos lados,
apoiada em travesseiro.
• Braços flexionados nos cotovelos.
• Indicações: exames retais.
Posição Trendelemburg
• Paciente em decúbito dorsal.
• Requer cama especial ou adaptada.
• Cabeça fica mais baixa que o corpo,
num plano inclinado.
• Joelhos ligeiramente flexionados.
• Indicações: cirurgias da região pélvica,
estado de choque hipovolêmico,
tromboflebites, etc.
Posição de Fowler
• Paciente em decúbito dorsal.
• Requer cama especial ou adaptada.
• Cabeceira da cama elevada até que o
tórax atinja o ângulo de 45 graus em
relação à cama.
• Indicações: alimentação, patologias
respiratórias de modo geral.
Definição:
É o modo pelo qual o corpo se movimenta e
mantém o equilíbrio pelo uso mais eficiente de todas as
suas partes. Postura é a relação das várias partes do
corpo quando se está de pé, sentado, deitado ou em
movimento. Uma boa postura requer que o peso esteja
em equilíbrio em relação à coluna e ao centro de
gravidade. O centro de gravidade é o ponto ao redor do
qual todas as partes do corpo mantém o respectivo
equilíbrio.
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O equilíbrio é mantido com o mínimo de esforço se o centro da gravidade estiver sobre o
centro da base de sustentação. Ex.: faz-se um menor esforço quando se levanta um objeto
flexionando os joelhos do que dobrando a cintura
Ao auxiliar um paciente a mover-se, a posição do
auxiliar é mais estável se os pés estiverem mais
afastados, os joelhos flexionados (centro de gravidade
mais baixo) e o objeto mais próximo ao corpo.
Requisitos:
• São necessárias 4 pessoas.
• Lençol móvel.
Procedimento:
• Preparar a maca.
• Deixar o paciente só com o sobre lençol.
• Soltar o lençol móvel e enrolar as pontas bem próximo ao paciente.
• Colocar a maca paralela e encostada no leito.
• Duas pessoas devem ficar ao lado da cama e duas ao lado da maca, segurando pelo
lençol móvel.
• Apoiar a cabeça com travesseiro se o paciente estiver inconsciente.
• Contar até três a passar de uma só vez.
• Cobrir o paciente com o sobre lençol e manter o lençol móvel sob o paciente.
Material:
• Cadeira de rodas.
• 2 lençóis.
• Chinelos.
• Camisola ou roupão.
Procedimento:
• Pode se r feito por uma só pessoa.
• Forrar a cadeira com lençol.
• Colocar a cadeira bem próxima ao leito e encostada para o lado dos pés.
• Travar a cadeira.
• Virar o paciente de lado, colocando um braço no ombro do paciente e o outro na região
poplítea.
• Observar seu estado geral.
• Permanecer o tempo que for necessário nessa posição até que o paciente esteja em
condições de ser transportado.
• Vestir roupa apropriada (roupas transparentes, rasgadas, curtas ou que expõem
demais o paciente, devem ser evitadas). Se o paciente não dispõe de roupa, usar
camisola cirúrgica como roupão.
• Fazê-lo levantar, apoiando-se nos ombros do auxiliar que o segura pela cintura.
• Virar o paciente e sentá-lo na cadeira.
• Cobri-lo com o sobre lençol.
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• Calçar os chinelos. Se não houver, usar propés.
• Estar atento a qualquer alteração que o paciente possa apresentar.
9. CONTROLES
Definição:
Os sinais vitais (SSVV) referem-se à:
• Temperatura (T) em graus centígrados - ºC
• Pulso (P) em batimentos por minuto – bpm
• Respiração (R) em respiração por minuto – rpm
• Pressão arterial (PA) em milímetros de mercúrio
mmHg
Indicam o estado físico do indivíduo.
Ajudam no diagnóstico e tratamento.
Temperatura:
a) Definição:
É o calor produzido pela atividade metabólica corporal.
b) Alterações fisiológicas:
Existem vários fatores que podem influenciar a atividade metabólica. Quanto maior o metabolismo
maior é a temperatura corporal. Quanto menor o metabolismo
menor é a temperatura corporal. São eles:
• Sono e repouso.
• Idade: o metabolismo num recém nascido é maior que no
indivíduo idoso.
• Exercícios: o trabalho muscular eleva e temperatura.
• Estresse: aumenta a atividade metabólica.
• Fator hormonal: aumento da temperatura na fase de
ovulação (ciclo menstrual).
• Desnutrição: baixo metabolismo que leva à baixa
temperatura.
• Alimentação: alteração transitória da temperatura relacionada com ingestão de bebidas ou
alimentos muito quentes ou frios.
• Infeção: em geral a hipertermia acompanha os processos infecciosos e inflamatórios.
c) Valores normais:
• Temperatura axilar: 35.8 ºC a 37 ºC
• Temperatura oral: 36.3 ºC a 37,4 ºC
• Temperatura retal: 37ºC a 38ºC
d) Alterações:
• Sub febril ou febrícula: 37,1 ºC a 37,5 ºC
• Febril: maior ou igual a 37,6 ºC
Pulso:
Definição:
É uma oscilação provocada nas artérias quando o coração contrai e manda grande volume
de sangue para todo o corpo. O pulso pode ser verificado nos locais onde as artérias passam
próximo à superfície da pele.
Na palpação do pulso, verifica-se a freqüência, o ritmo e a tensão.
a) Valores normais:
• Recém nascido: 120 a 140 bpm
• Lactente: 100 a 120 bpm
• Infância e adolescência: 80 a 100 bpm
• Adulto: 60 a 80 bpm
c) Características:
• Quanto à freqüência: varia de acordo com a idade, sexo e atividade física.
• Volume: o volume de cada batimento é igual em condições normais.
• Ritmo: o intervalo de tempo entre cada
batimento é igual em condições
normais.
d) Tipos de pulso:
• Taquicárdico ou taquisfígmico: pulso
acelerado acima da faixa normal.
• Bradicárdico ou bradisfígmico:
freqüência abaixo da faixa normal.
• Filiforme ou fraco: pulso fino e quase
imperceptível.
• Arrítmico ou irregular: quando o
intervalo entre os batimentos é irregular.
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e) Procedimento:
• Lavar as mãos.
• Explicar ao paciente o que será feito.
• Deitar o paciente ou sentá-lo em posição confortável. O braço apoiado na cama,
mesa ou colo.
• Colocar os três dedos médios (indicador, médio e anular) na face interna do punho,
ao lado do polegar, sobre a artéria radial (conforme desenho).
• Sentir a artéria fazendo uma leve pressão no local.
• Contar os batimentos por 1 minuto. Se
necessário, repetir a contagem.
• Anotar e informar as anormalidades.
• Lavar as mãos.
Obs.: não usar o polegar para verificar o pulso, pois a própria pulsação pode ser
confundida com a do paciente. Para se obter o pulso normal do indivíduo, o mesmo
deve estar em repouso, sentado ou deitado. Caso contrário o pulso pode apresentar
variações.
a) Definição:
É uma troca de gases. Um processo onde o organismo capta oxigênio (O ) para dentro dos
pulmões (inspiração) e elimina o dióxido de carbono (CO ) para fora dos pulmões (expiração).
O controle da respiração compreende a
verificação da freqüência e outras características, com
o ritmo e a profundidade.
b) Valores normais:
• Recém nascido: 30 a 40 rpm
• Adulto: 14 a 20 rpm
c) Tipos de respiração:
• Taquipnéia: aumento da freqüência
respiratória.
• Bradipnéia: diminuição da freqüência respiratória.
• Apnéia: parada respiratória.
• Ortopnéia: respiração facilitada pela posição vertical (sentada).
• Estertorosa: respiração com ruído semelhante à “cachoeira”.
• Sibilante: respiração com o som de assobio.
• Cheyne Stokes: aumento gradual da profundidade da respiração alternada com
períodos de apnéia.
• Kussmaul: inspiração profunda, seguida de apnéia e expiração suspirante.
• Dispnéia: dificuldade para respirar.
d) Procedimento:
• Lavar as mãos.
• Deitar o paciente ou sentá-lo confortavelmente.
• Observar os movimentos do tórax (inspiração e expiração) que correspondem a um
só movimento para efeito de contagem.
• Colocar a mão no pulso do paciente para disfarçar a observação, pois o paciente
pode alterar os movimentos se souber que está sendo observado, independente de
sua vontade.
• Anotar e informar as alterações se houver.
Obs.: não permitir que o paciente fale durante a contagem.
Pressão arterial:
a) Definição:
É a pressão exercida pelo sangue nas paredes das artérias. Pressão arterial (PA),
depende da força de contração do coração, do volume de sangue circulante e da resistência
oferecida pela parede das artérias. A PA é medida em milímetros de mercúrio (mmHg).
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A pressão sistólica é a maior força exercida pelo batimento cardíaco; e a diastólica, a
menor. O primeiro som auscultado corresponde à PA sistólica e o último som corresponde à PA
diastólica.
c) Valores normais:
A PA normal varia de um indivíduo para o outro, mas pode ser considerada normal quando
está entre:
• PA sistólica (máxima): varia de 90 a 120 mmHg
• PA diastólica (mínima): 60 a 80 mmHg
e) Variações da PA:
• Hipertensão: PA acima da média (140/90 mmHg)
• Hipotensão: PA inferior à média (90/60 mmHg)
f) Procedimento:
• Lavar as mãos.
• Explicar o que será feito.
• Preparar todo o material.
• Limpar o diafragma e as olivas do estetoscópio.
• Manter o paciente deitado ou sentado, com o braço apoiado ao nível do coração e
com a palma da mão voltada para cima.
• Colocar o manguito logo acima da dobra do cotovelo tendo o cuidado para não
deixá-lo muito frouxo ou apertado demais.
• Ajeitar o manguito de tal forma que as borrachas não se cruzem para evitar
excesso de ruído.
• Posicionar o manômetro de forma bem visível.
• Localizar a artéria braquial com os dedos indicador e médio.
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• Colocar o diafragma do estetoscópio sobre a região da artéria e encaixar as olivas
nos ouvidos.
• Fechar a válvula da pêra e inflar rapidamente o manguito até 200 mmHg
normalmente. Outra maneira: apalpar o pulso radial com a outra mão e inflar o
manguito até desaparecer o pulso radial, daí inflar mais 20 a 30 mmHg.
• Abrir a válvula da pêra lentamente. O primeiro batimento que se ouve corresponde
à pressão máxima ou sistólica (1ª bulha de Korotkoff) e observar sua
correspondência no manômetro.
• Continuar a descompressão e observar o ponto em que foi ouvido o último som que
corresponde à pressão mínima ou diastólica (5ª bulha de Korotkoff).
• Abrir a válvula e retirar todo o ar do manguito.
• Deixar o paciente em posição confortável.
• Anotar os valores e notificar as alterações.
• Limpar as olivas com álcool.
• Colocar o material em ordem.
• Lavar as mãos.
g) Observações gerais:
• Verificar as condições do aparelho
• Caso tenha que verificar novamente, esvaziar todo o manguito antes de fazer nova
medida.
• O manguito deve ter largura apropriada, em geral que cubra 2/3 do comprimento do
braço.
• O manguito deve ser colocado no braço sem roupa.
• O diafragma não deve tocar a borda inferior do manguito.
• Deve-se apalpar o pulso antes de insuflar o manguito.
• Não verificar PA em braço que tenha realizado cateterismo cardíaco ou que tenha
shunt A-V (para hemodiálise).
• Recomenda não verificar em braço que tenha venóclise.
• A variedade do sons que se ouve ao mensurar a pressão, chama-se sons de
korotkoff.
Definição
É o ato de medir o peso e a altura do indivíduo.
Finalidades:
• Deve ser verificado na internação ou a pedido
médico.
• Importante para acompanhar o crescimento da
criança.
• Importante para acompanhar o tratamento de
pacientes nas clínicas de pediatria, nefrologia,
endocrinologia, pacientes com retenção urinária
e outros.
Balança Antropométrica
Procedimento:
• Orientar o paciente.
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• Testar, tarar e travar a balança.
• Forrar o piso da balança com papel.
• Pedir ao paciente para retirar o excesso de roupas.
• Ajudá-lo a subir na balança sem calçados, com os pés unidos e bem no centro do
pedestal.
• Destravar a balança.
• Mover o indicador de quilos até a marca do peso aproximado do paciente.
• Mover o indicador de gramas até atingir o equilíbrio.
• Fazer a leitura e registrar.
• Auxiliar o paciente a descer e a se vestir.
• Colocar os mostradores em zero e travar a balança.
• Lavar as mãos.
Obs.: pesar de preferência de manhã, em jejum, sempre no mesmo horário e com a bexiga
vazia.
Verificação da estatura:
• Colocar o paciente de costas para a escala de medida.
• Suspender o antropômetro até a altura da cabeça do paciente.
• Manter a cabeça imóvel, corpo ereto, os pés juntos e encostados na escala métrica.
• Travar a haste.
• Auxiliar o paciente a descer da balança.
• Fazer a leitura e anotar.
• Destravar e descer a haste.
Obs.: se for pesar e medir ao mesmo tempo, primeiro verifica-se o peso e depois a
estatura.
Definição:
É a visualização das fezes do paciente para verificar o aspecto e o volume.
Procedimento:
• Isolar a cama com biombos, se necessário.
• Colocar a comadre, conforme técnica já descrita.
• Manter o paciente em posição confortável.
• Retira a comadre conforme a técnica.
• Fazer higiene íntima.
• Observar as características das fezes e desprezá-las no vaso sanitário.
• Lavar a comadre conforme a técnica.
• Lavar as mãos.
• Anotar no prontuário.
Observações gerais:
• Freqüência das fezes.
• Consistência: normal, endurecida, pastosa, semipastosa, líquida e semilíquida.
• Coloração: marrom, esbranquiçadas, pretas ou com sangue vivo.
• Odor: característico.
• Se o paciente for deambulante, evacuar no vaso e pedir para não acionar a descarga.
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9.4 Diurese
Definição:
Diurese é um termo utilizado para denominar a quantidade de urina eliminada. O controle
da diurese é prescrito pelo médico e consiste em medir o volume urinário em 24 horas.
Procedimento:
Quando o médico solicitar diurese de 24 horas, proceder da seguinte forma:
• Pedir ao paciente para esvaziar a bexiga e contar a partir deste momento (de
preferência pela manhã)
• Providenciar frascos limpos.
• Rotular o frasco com nome do paciente, leito, data e hora.
• Orientar o paciente para guardar toda a urina no frasco.
• Após completar o período, anotar o volume e verificar se há necessidade de
encaminhar a urina ao laboratório.
• Desprezar a urina e lavar os frascos.
• Lavar as mãos.
• Anotar no prontuário.
• Aparência bonita
• Temperatura adequada
• Variação na composição do cardápio
• Ambiente limpo e calmo
• Conforto físico
• Refeições sem interrupção
• Regularidade no horário das refeições
• Ausência de odores desagradáveis
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• Se o paciente recusar a refeição ou deixar de comer alimentos adequados à sua dieta,
persuadi-lo explicando-lhe o valor dos mesmos
• Terminada a refeição, retirar a bandeja e oferecer material para higiene oral e lavagem
das mãos
• Deixar o paciente confortável e a unidade em ordem
• Registrar alterações observadas.
11.1 Definição
Consiste em colher sangue, urina, fezes e secreções, solicitados pelo médico, durante a
internação do paciente.
Em muitos hospitais, a colheita de sangue é atribuição do laboratório.
11.2 Finalidades
• Complementação diagnóstica
• Auxiliar a evolução clínica do paciente
• Preparar o paciente, informando o tipo de exame que será feito e como deve colaborar.
• Usar frascos limpos ou estéreis de acordo com o tipo de exame.
• Lavar as mãos antes e após o procedimento e também usar luvas.
• Identificar corretamente (nome, n.º leito, data,
hora, registro, etc.) cada frasco se houver
mais de 1.
• Encaminhar o material imediatamente para o
laboratório com o respectivo pedido de
exame.
• Checar o pedido de exame no prontuário.
Características Gerais:
• Geralmente é colhido em jejum.
• Exige punção venosa.
• Para alguns exames é solicitado jejum de 12 horas.
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• Exige frasco especial para determinados grupos de exames, tais como:
- Hemograma, hematócrito, hemoglobina, tipagem sangüínea (frascos com tampa de
borracha roxa contendo anticoagulante).
- Uréia, creatinina, sódio, potássio, exames sorológicos (frascos sem anticoagulante
com tampa de borracha marrom).
- Glicemia: frasco com tampa de borracha cinza contendo fluoreto e oxalato
- Hemocultura: frascos contendo meio de cultura aeróbio ou anaeróbio.
Tipos:
Urina I: deve ser colhida pela manhã na primeira micção do dia. colocar em torno de 100 ml
(mínimo 10 ml) em frasco limpo e seco. Pedir para que o paciente faça higiene íntima e despreze
o primeiro jato.
b) Urocultura:
• Deve ser colhida com técnica asséptica.
• Fazer higiene íntima usando anti-séptico.
• Desprezar a 1ª porção e colher o 2º jato.
• De preferência o paciente pode urinar diretamente no frasco, se não for possível,
utilizar cuba rim estéril.
• Para os pacientes com incontinência urinária e que estejam sem sonda de demora,
passar uma sonda de alívio para colher a amostra.
• Caso esteja com sonda de demora, deve ser feito o seguinte:
- Deixar a sonda fechada por aproximadamente 30 minutos
- Fazer assepsia no local próprio indicado no coletor urinário e com auxílio de
uma seringa de 20 ml com agulha, fazer a punção no local, abrir a sonda e
aspirar.
c) Glicosúria e Cetonúria:
• Oferecer frasco para o paciente urinar
• Calçar luva de procedimento.
• Tão logo tenha feito, retirar uma fita do frasco reagente e molhá-la na urina.
• Comparar a cor da fita com a cor padrão.
• tempo e o método variam de acordo com o fabricante.
Procedimento:
• Instruir o paciente sobre o procedimento.
• O exame deve ser colhido em jejum
• Pedir para o paciente bochechar água para lavar a boca.
• Orientá-lo para tossir e escarrar dentro do recipiente, não apenas cuspir.
• Fechar o frasco e encaminhá-lo para o laboratório.
• Obs.: se o exame for para cultura, colher em frasco estéril. A amostra pode ser colhida
em qualquer hora do dia, desde que longe das refeições, ou seja, nunca misturado com
alimentos.
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• Abdômen timpânico: distensão do intestino, por gazes com sonoridade exagerada à
percussão.
• Flatulência: distensão abdominal devida ao acúmulo de gases no intestino.
• Fecaloma: fezes endurecidas.
• Diarréia: evacuação líquida e abundante.
• Disenteria: evacuação líquida e constante, com muco ou sangue, e acompanhada de
cólicas e dores abdominais
• Constipação ou obstipação intestinal: prisão de ventre.
• Enterorragia: hemorragia intestinal.
12.12 Olhos:
• Blefarite: inflamação das pálpebras.
• Exoftalmia: saliência exagerada do globo ocular.
• Isocoria: pupilas de tamanho normal.
• Miose: pupilas contraídas.
• Midríase: pupilas dilatadas.
• Anisocoria: pupilas com diâmetros diferentes.
• Fotofobia: dificuldade de visão na claridade.
• Diplopia: Visão dupla.
13.13 Nariz:
• Epistaxe: sangramento nasal.
• Coriza: processo inflamatório com secreção nasal.
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12.14 Outros:
• Esplenomegalia: aumento do baço em tamanho.
• Hepatomegalia: aumento do fígado em tamanho.
• Prolapso: queda de um órgão ou de parte deste.
• Síndrome: conjunto de sinais e sintomas que caracterizam uma doença.
• Síncope: síndrome caracterizada por perda dos sentidos e parada momentânea da
circulação e respiração.
• Toxemia: intoxicação.
• Enxaqueca: cefaléia acompanhada de náuseas e problemas visuais.
REFERÊNCIAS
38
FIGUEIREDO, N. M. A. de. Práticas de enfermagem: apresentando a enfermagem e sua
prática: fundamentos, conceitos, situações e exercícios. São Caetano do Sul: Difusão Paulista
de Enfermagem, 2002.
KOCH, ROSI. et al. Técnicas Básicas de Enfermagem. 16 Ed, Curitiba: Florence, 1999.
LIMA, I. L. de l.; et al. Manual técnico e auxiliar de enfermagem. 5.ed., Goiânia: AB, 1995.
POTTER, P.; PERRY. Grande Tratado de Enfermagem Prática. São Paulo: Tempo, 1996.
SCHULL, P. D. Enfermagem Básica: teoria & prática. Ed. especial, São Paulo:
Rideel/Difusão, 2001.
39