GLYPHOTAL
VERIFICAR RESTRIÇÕES DE USO CONSTANTES NA LISTA DE AGROTÓXICOS
DO PARANÁ
Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento sob nº 010406.
COMPOSIÇÃO:
Isopropylammonium N-(phosphonomethyl)glycine
(GLIFOSATO).......................................................................480 g/l (48% m/v)
Equivalente ácido..................................................................360 g/l (36% m/v)
Outros ingredientes........................................................668,3 g/l (66,83% m/v)
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Herbicida sistêmico
GRUPO QUÍMICO: Glicina substituída
TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Solúvel
TITULAR DO REGISTRO (*):
UPL do Brasil - Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A.
Av. Maeda s/n°, Prédio Comercial - Térreo, Distrito Industrial, CEP 14500-000,
Ituverava/SP - Tel: (19) 3794-5600 - Fax: (19) 3794-5624 - CNPJ:
02.974.733/0001-52 - Registrado no órgão estadual sob nº 1050 – CDA/SAA/SP
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
JIANGSU YINYAN SPECIALITY CHEMICALS CO., LTD. - Zhoutie Town, Yixing
City, Jiangsu Province – República Popular da China.
FORMULADORES/MANIPULADORES:
AGM ARGENTINA S.A. - Blanco encalada 170, 2º piso, Bolougne, Província de
Buenos Aires – República Argentina
COMPANIA CIBELES S.A. - Ruta 74, km 26, Joaquim Suarez – Canelones –
Uruguai
CHEMTURA INDÚSTRIA QUÍMICA DO BRASIL LTDA. - Av. Brasil, 5333 –
Distrito Industrial – Rio Claro – SP – CEP: 13505-600 – CNPJ: 68.392.844/0001-69
- Registro Estadual nº 235 – CDA/SP
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Av. Maeda s/n°, Distrito Industrial, CEP 14500-000, Ituverava/SP - CNPJ:
02.974.733/0001-52 - Registrado no órgão estadual sob nº 1050 – CDA/SAA/SP
FERSOL INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA. - Rod. Pres. Castello Branco km 68,5 –
Mairinque – SP – CEP: 18120-970 – CNPJ:47.226.493/0001-46 - Registro Estadual
nº 031 – CDA/SAA/SP
FMC QUÍMICA DO BRASIL LTDA. - Av. Antônio Carlos Guillaunon, 25 – Distrito
Industrial III – Uberaba – MG – CEP 38001-970 – CNPJ: 04.136.367/0005-11 -
Registro Estadual nº 701-2530 – IMA/MG
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Matriz: Avenida Maeda, s/n° - Prédio Comercial – Térreo - Distrito Industrial - Ituverava/SP - CEP14500-000
JIANGSU CHEMICAL PESTICIDE GROUP CORP. LTD. Nº 1 Nanmen Road,
Suzhou – República Popular da China
MILENIA AGROCIÊNCIAS S.A. - Avenida Júlio de Castilhos, 2085 - CEP: 95860-
000 – Taquari/RS - CNPJ: 02.290.510/0004-19 - Registro Estadual nº 00001047/99
– SEAPA/RS
MILENIA AGROCIÊNCIAS S.A. - Rua Pedro Antônio de Souza, 400 - Parque Rui
Barbosa - CEP: 86031-610 – Londrina/PR - CNPJ: 02.290.510/0001-76 - Registro
Estadual nº 003263 – SEAB/PR
PRENTISS QUÍMICA LTDA. - Rua Eng. Ariel Villar Tacla, 732, CIC – Curitiba – PR
– CEP 81350-230 – CNPJ: 00.729.422/0001-00 - Registro Estadual nº 002669 –
SEAB/PR
SERVANTIS S.A. - Rodovia Presidente Dutra – km 300,5 – Parque Embaixador –
CEP 27537-000 – Resende – RJ. - CNPJ: 06.697.008/0001-35 - Registro Estadual
nº CRA FE 0053/69
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Simonsem, 1459 – Recanto dos Pássaros - CEP: 13140-000 - Paulínia/SP – CNPJ:
03.855.423/0001-81 - Registrado no órgão estadual CDA/SAA/SP sob nº 477
SULPHUR MILLS LIMITED – 303/304, T.V. Industrial State, Behind Glaxo, S.K.
Ahire Marg, Worli, Mumbai – 400 025 – Índia
VELSIMEX S.A. de C.V. - Paseo Del Pedregal, 790, Pedregal de San Angel –
México D.F. 04500 – México.
Nº do lote ou partida
Data de Fabricação VIDE EMBALAGEM
Data de Vencimento
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E
CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Corrosivo ao Ferro Comum e Galvanizado
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: II – ALTAMENTE TÓXICO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL:
PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE – CLASSE III
Cor da faixa: Amarelo intenso
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1. INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO:
O GLYPHOTAL é um herbicida pós-emergente, sistêmico, de ação total, não
seletivo.
1.1. MECANISMO DE AÇÃO EM RELAÇÃO AOS ALVOS BIOLÓGICOS:
O produto é absorvido pelas folhas das plantas. Atua sobre a atividade enzimática,
inibindo a fotossíntese, a síntese dos ácidos nucléicos e estimulando a produção de
etileno. Os sintomas característicos são o amarelecimento e a consequente morte
das folhas e talos, normalmente observado entre 4 a 10 dias após a aplicação do
produto.
1.2. CULTURAS:
O uso do GLYPHOTAL é indicado para aplicação nas seguintes culturas e situações:
a) Pós-emergência da cultura e das ervas daninhas para capina química através de
jato dirigido nas entrelinhas das culturas de café, cana-de-açúcar, citrus, eucalipto
e pinus.
b) Controle de ervas daninhas em aplicação de área total no pré-plantio da cultura
e pós emergência das ervas para o plantio direto de algodão, arroz, milho, soja e
trigo.
1.3. ERVAS DANINHAS E DOSES:
As doses variam conforme a espécie da erva daninha e seu estágio de
desenvolvimento. As doses menores são indicadas para plantas no estágio inicial da
atividade vegetativa. E as máximas para as ervas daninhas em fase adulta ou
perenizadas.
Monocotiledôneas:
DOSES
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO
L p.c./ha Kg i.a./ha
Arroz-vermelho Oryza sativa 2,5-5,0 1,20-2,40
Aveia-preta Avena sativa 1,0-2,5 0,48-1,20
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica 1,5-2,0 0,72-0,96
Capim-amargoso Digitaria insularis 2,0-5,0 0,96-2,40
Capim-arroz Echinochloa crusgalli 2,5-5,0 1,20-2,40
Capim-brachiária Brachiaria decumbens 2,5-5,0 1,20-2,40
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus 1,0-2,5 0,48-1,20
Capim-colchão Digitaria horizontalis 1,0-2,5 0,48-1,20
Capim-colonião Panicum maximum 2,0-5,0 0,96-2,40
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea 1,0-2,5 0,48-1,20
Capim-massambará Sorghum halepense 1,0-2,5 0,48-1,20
Capim-sapé Imperata brasiliensis 4,0-5,0 1,92-2,40
Grama-seda Cynodon dactylon 3,0-5,0 1,44-2,40
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Dicotiledôneas:
DOSES
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO
L p.c./ha Kg i.a./ha
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla 2,0-2,5 0,96-1,20
Apaga-fogo Alternanthera tenella 0,75-2,0 0,36-0,96
Buva Conyza bonariensis 2,0-5,0 0,96-2,40
Caruru-de-mancha Amaranthus viridis 2,0-5,0 0,96-2,40
Erva-de-santa-luzia Chamaesyce hirta 2,0-3,0 0,96-1,44
Falsa serralha Emilia sonchifolia 1,5-2,5 0,72-1,20
Mentrasto Ageratum conyzoides 1,5-3,0 0,72-1,44
Picão-preto Bidens pilosa 1,0-2,5 0,48-1,20
Poaia-branca Richardia brasiliensis 3,0-5,0 1,44-2,40
Vazão: ver item 1.8.
1.4. MODO DE APLICAÇÃO:
O GLIPHOTAL deve ser diluído em água limpa e aplicado na forma de pulverização
com equipamentos terrestres em pós emergência das ervas nas seguintes
situações:
Pulverização dirigida nas culturas de café, cana-de-açúcar, citrus, eucalipto e pinus
para a limpeza das entrelinhas.
Pré-plantio das culturas de algodão, arroz, milho e soja em sistema de plantio
direto.
1.5. INÍCIO, NÚMERO, ÉPOCAS OU INTERVALOS DE APLICAÇÕES:
No caso de eliminação de ervas daninhas perenes, o melhor período é próximo e/ou
durante a floração, enquanto que para as ervas daninhas anuais o ideal é no
período entre a fase jovem até a formação dos botões florais.
Aplicação nas entrelinhas: De modo geral esta aplicação é realizada quando
ocorre a presença de plantas daninhas. Se utilizado no período adequado e
conforme as recomendações, o produto controlará as plantas daninhas em uma
única aplicação. No entanto, pelo fato de não possuir efeito residual no solo,
poderão ocorrer reinfestações, motivo no qual o produto pode ser reaplicado, se
necessário. Neste caso, o número de reaplicações pode variar de acordo com o
clima, cultura e densidade populacional no banco de sementes do local. Plantas
daninhas como grama seda e capim massambará, que são disseminadas por
rizomas, poderão exigir novas aplicações devido a ocorrência de rebrotes.
Pré-plantio: aplicar 8 a 10 dias antes da semeadura. Normalmente é feita uma
aplicação.
1.6. INTERVALO DE SEGURANÇA:
Culturas Intervalo de Segurança
Algodão (1)
Arroz (2)
Café 15 dias
Cana-de-açúcar (2)
Citros 30 dias
Eucaliptos UNA
Milho (3)
Pinus UNA
Trigo (2)
Soja (4)
U.N.A. = Uso nao alimentar
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(1) O intervalo de segurança para a cultura do algodão é não determinado quando
o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-
emergência da cultura.
(2) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
(3) O intervalo de segurança para a cultura do milho é não determinado quando o
agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-
emergência da cultura.
(4) O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o
agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-
emergência da cultura.
1.7. INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS
TRATADAS:
Recomenda-se aguardar 24 horas para reentrada na lavoura ou após a secagem
completa da calda, evitando-se sempre que possível que pessoas alheias ao
tratamento com a cultura e animais domésticos circulem pela área tratada. Utilizar
os EPI's indicados no item "DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAUDE HUMANA",
caso houver necessidade de entrar na área tratada antes da secagem total da calda
aplicada.
1.8. LIMITAÇÕES DE USO:
Uso exclusivo para culturas agrícolas.
Evitar contato do produto com as culturas, pois trata-se de herbicida não
seletivo. No caso de uso do produto nas entrelinhas, a aplicação deve ser
feita dirigida às plantas daninhas, com equipamentos que evitem o contato
com as folhas da cultura.
Evitar aplicação sobre plantas daninhas sob “stress” provocado por seca e
geada.
Aplicar sobre plantas sem orvalho e com umidade relativa do ar acima de
50%, devendo evitar as horas mais quentes do dia.
Evitar o uso de água barrenta, de rios e lagos, bem como o armazenamento
da calda herbicida no tanque do pulverizador.
Sob ameaça de chuva, suspender a aplicação.
O produto não tem ação sobre sementes existentes no solo.
1.9. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
O produto deve ser aplicado na forma de pulverização com equipamentos
terrestres.
Bicos: série 80 ou 110.
Vazão: Bicos de baixa vazão: 70 a 150 L/ha.
Bicos de vazão intermediária: 200 a 300 L/ha.
Bicos de alta vazão: 400 a 600 L/ha.
Para bicos de baixa vazão recomenda-se peneiras com malha 100.
Tamanho de gotas: 100 a 200 micrômetros.
Densidade de gotas: 20 a 30 gotas/cm2.
Pressão: 30 a 45 lb/pol2 ou conforme especificação do fabricante dos bicos.
Velocidade de trabalho: 6 a 8 km/hora.
1.10. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
Quando herbicidas com o mesmo modo de ação são utilizados repetidamente por
vários anos para controlar as mesmas espécies de plantas daninhas nas mesmas
áreas, biótipos resistentes de plantas daninhas, de ocorrência natural, podem
sobreviver ao tratamento herbicida adequado, propagar e passar a dominar a área.
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Esses biótipos resistentes de plantas daninhas podem não ser controlados
adequadamente. Práticas culturais como cultivo, prevenção de escapes que
cheguem a sementar, e uso de herbicidas com diferentes modos de ação na mesma
safra ou entra safras, pode ajudar a retardar a proliferação e possível dominância
de biótipos de plantas daninhas resistentes a herbicidas.
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MINISTÉRIO DA SAÚDE - AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
2. DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO
INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
-Produto para uso exclusivamente agrícola.
-Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
-Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual
(EPI) recomendados.
-Os equipamentos de proteção individual (EPI) devem ser vestidos na seguinte
ordem: macacão, botas, avental, máscara, protetor ocular, touca árabe e luvas.
-Não utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI) danificados.
-Não utilize equipamento com vazamento ou defeitos.
-Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
-Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Caso ocorra contato acidental de pessoal com o produto, siga as orientações
descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de
emergência.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão
hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as
pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável;
máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro
mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
• Evite ao máximo possível o contato com a área tratada.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do
dia.
• Verifique a direção do vento, aplique o produto de forma a evitar que o aplicador
entre em contato com a névoa de produto.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de
segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão
hidrorrepelente com mangas compridas (passando por cima do punho das luvas, se
a aplicação manual for feita em nivel abaixo da cintura e, por baixo do punho da
luva, se a aplicação manual for feita em nível acima da cintura) e as pernas das
calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com
filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe
P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS APLICAÇÃO:
• Sinalize a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA"
e manter os avisos até o final do período de reentrada.
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• Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do
intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs)
recomendados para o uso durante a aplicação, com as mangas do macacão
passando por cima dos punhos das luvas.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem
original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda
vestidas, para evitar contaminação.
• Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser
retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e
máscara.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
• Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família.
Ao lavar as roupas utilize luvas e avental impermeáveis.
• Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação
do produto.
• Fique atento ao tempo de uso dos filtros e a duração dos demais equipamentos,
seguindo corretamente as especificações do fabricante.
• Não reutilize embalagem vazia.
• No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI:
macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima
dos punhos das luvas, luvas de nitrila e botas de borracha.
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência, levando
a embalagem, o rótulo, a bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra
naturalmente, deite a pessoa de lado para evitar a aspiração do conteúdo do
estômago. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15
minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água
corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local
aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação, usando botas, luvas e
avental impermeável, por exemplo.
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INTOXICAÇÕES POR GLIFOSATO
Informações Médicas
Grupo químico IA Glicina Substituída
Classe Classe II – Altamente tóxico
toxicológica e
DL50
Vias de absorção Inalatória, oral, dérmica e mucosa.
Após exposição oral única, aproximadamente 35% do
volume de glifosato ingerido é absorvido. Em exposição
cutânea, são absorvidos 5,5%, após 24 horas. Da
quantidade presente no sangue, 14 – 29% são excretadas
pela urina, 0,2% excretadas pelo ar expirado e o resto é
transportado pelas fezes. Em torno de 99% da quantidade
absorvida é eliminada em até 07 dias. Somente 0,3% do
glifosato que penetra no organismo é biotransformado em
Metabolismo e
um único metabólito, o ácido aminometilfosfônico (AMPA) e
Farmacocinética
cerca de 20% do AMPA presente nos alimentos tratados com
glifosato é absorvido por via digestiva; menos de 0,1% se
elimina por via respiratória sob a forma de dióxido de
carbono, o resto sendo excretado na urina.
A produção de glifosato gera duas impurezas em muito
pequenas quantidades, o formaldeído (Grupo I –
carcinogênico para humanos – IARC) e o N-nitrosoglifosato,
de potencial carcinogênico reconhecido.
A mistura é primariamente irritante, causando inflamação na
pele, mucosa e olhos. O produto causa fotossensibilização na
pele contaminada.
O glifosato é suspeito de desregulação endócrina por ação
sobre a enzima aromatase do complexo P450. Em estudos
crônicos notou-se que o fígado é um dos órgãos alvo, onde
se dá uma hipertrofia centro-lobular, com necrose de
Mecanismos de
hepatócitos para doses altas.
toxicidade
A amina graxa etoxilada associada a uma mistura ácida
como é o caso do Glyphotal® (pH= 4,91) é capaz de se
inserir na dupla camada lipídica da membrana das células,
sobretudo respiratórias, provocando destruição tissular de
superfície e reações inflamatórias.
O AMPA tem uma estrutura química muito parecida com a do
glifosato e seus efeitos tóxicos parecem ser similares.
As manifestações clínicas decorrentes da exposição ao
Glyphotal® são diretamente proporcionais à concentração e
à quantidade do produto comercial, assim como ao tempo de
exposição do organismo.
Em casos de INGESTÃO podem ocorrer lesões cáusticas e
necrose severas da mucosa digestiva, epigastralgia, vômitos,
Sintomas e sinais cólicas, diarreia prolongada, e, ocasionalmente, íleo
clínicos paralítico e insuficiência hepática aguda; alterações
tensionais, palpitações, choque hipovolêmico; pneumonite,
edema pulmonar não cardiogênico; insuficiência renal por
necrose tubular aguda; cefaleia, fadiga, agitação, sonolência,
vertigem, alterações do controle motor, convulsões e coma;
acidose metabólica e morte.
Em casos de exposição CUTÂNEA pode ocorrer dermatite de
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contato (eritema, queimação, prurido, vesículas) e eczema.
Exposição OCULAR pode resultar em irritação, dor e
queimação ocular, turvação da visão, conjuntivite e edema
palpebral.
Em casos de exposição RESPIRATÓRIA pode ocorrer
aumento da frequência respiratória, broncoespasmo e
congestão vascular pulmonar.
Tem sido relatado rabdomiólise após auto-administração de
glifosato por via intramuscular.
O glifosato é suspeito de causar desregulação endócrina por
inibição da aromatase (ou estrogênio sintetase, integrante
do complexo do citocromo P450), que transforma a
testosterona em estradiol e a androstenediona em estrona,
no organismo masculino e feminino: ele pode causar uma
virilização dos fetos femininos. Ele ainda é suspeito de
causar mieloma múltiplo e linfoma não Hodgkin.
A isopropilamina é extremamente irritante para a pele e as
mucosas, provocando irritação nasal, queimação e dor de
garganta, laringite, bronquite e espasmos brônquicos, com
sibilâncias; rubor, flictenas e queimaduras cutâneas;
irritação ocular, conjuntivite e queratite, com prejuízo da
visão; cefaleia, cãibras e náusea. Estes sintomas são mais
tardios, não se manifestando imediatamente após a
exposição.
A amina graxa etoxilada tem uma toxicidade aguda cinco
vezes superior à do glifosato e provoca lesão cáustica ocular;
eritema, edema e vesículas cutâneas; náusea e diarreia; e
distúrbios respiratórios de tipo inflamatório.
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação de exposição
e pela ocorrência de quadro clínico compatível, e, nos casos
Diagnóstico
de ingestão, confirmado pela presença do composto no
material gástrico.
O tratamento das intoxicações por glifosato é basicamente
sintomático e deve ser implementado paralelamente às
medidas de descontaminação, que visam limitar a absorção
e os efeitos locais. O antídoto é o carvão ativado, cuja ação
é efetiva durante as primeiras horas após a intoxicação: a
atropina não tem indicação.
ADVERTÊNCIA: A pessoa que presta atendimento ao
intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de
descontaminação, deverá estar protegida por avental e botas
impermeáveis, máscara, óculos/viseira e luvas para produtos
Tratamento químicos, de forma a não se contaminar com o agente
tóxico.
Descontaminação: remover roupas e acessórios, e proceder
à descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas,
cavidades e orifícios) e cabelos, com água corrente
abundante e sabão neutro. Remover a vítima para local
ventilado. Se houver exposição ocular, irrigar
abundantemente com soro fisiológico ou água, por no
mínimo 15 minutos, evitando contato com o outro olho, a
pele e as mucosas. Em caso de ingestão, avaliar o volume e
a concentração da solução ingerida, assim como o tempo
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transcorrido até o atendimento. Ingestão recente (menos de
1 hora): a lavagem gástrica é indicada nas concentrações
importantes; administrar carvão ativado diluído em água, na
proporção de 30 g para 240 ml água, na dose de 50-100 g
para adultos, de 25-50 g para crianças de 1-12 anos e de
1g/kg para menores de 01 ano. Proteger as vias aéreas do
risco de aspiração.
Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter vias
aéreas desobstruídas, aspirar secreções e oxigenar, se
necessário. Atentar para o nível de consciência e as funções
vitais. Monitorar e tratar flutuações tensionais e arritmias
cardíacas (ECG).
Manter acesso venoso de bom calibre para infusão de
fluidos. Lesões da mucosa oral podem ser tratadas com gel
anestésico (tópico). Nas ulcerações gastroduodenais usar
bloqueadores H2 (cimetidina, ranitidina, famotidina) ou
bloqueadores de bomba de próton (omeprazol, lansoprazol,
pantoprazol).
Acompanhar enzimas hepáticas, amilasemia, gasometria,
eletrólitos, elementos anormais e sedimentoscopia de urina.
Avaliar conveniência de realizar radiografia de tórax e
endoscopia digestiva alta. Manter observação por no mínimo
24 horas após o desaparecimento dos sintomas.
Vômito induzido – em razão do risco potencial de aspiração.
Contra- Diluição – em razão do aumento da superfície de contato.
indicações Morfina pode comprometer pressão arterial e deprimir
função cardiorrespiratória.
Com os adjuvantes presentes nas formulações, por vezes
Efeitos sinérgicos mais tóxicos que o glifosato. Polioxietilenoamina (POEA) e
isopropilamina.
As intoxicações por agrotóxicos estão incluídas entre as
Enfermidades de Notificação Compulsória. Notifique o
SINAN. Obtenha informações especializadas sobre o
diagnóstico e o tratamento através do telefone DISQUE-
ATENÇÃO INTOXICAÇÃO 0800-722-6001 e comunique o caso ao
Centro de Informação e Assistência Toxicológica.
Telefone de emergência da empresa: 0800 70 10 450 –
(19) 3794-5600
Mecanismo de ação, absorção e excreção para animais de laboratório:
Vide itens Toxicocinética e Mecanismos de toxicidade no quadro acima.
Efeitos Agudos:
Estudos realizados com animais de laboratório mostraram que o produto
GLYPHOTAL apresentou:
DL50 oral para ratos: > 2000 mg/kg.
DL50 dérmica para ratos: > 4000 mg/kg.
CL50 inalatória: > 0,489 mg/L
Irritação ocular: Pouco irritante.
Irritação dérmica: Levemente irritante.
Sensibilização cutânea: o produto não causou sensibilização dérmica
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INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS
RENOVÁVEIS
3. DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
3.1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE
PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE
Este produto é:
[ ] Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
[ ] Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
[X] PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)
[ ] Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza.
Não utilize equipamento com vazamento.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais
quentes.
Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e
demais corpos d’água. Evite a contaminação da água.
A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a
saúde das pessoas.
3.2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA
CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de
alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas,
principalmente crianças.
Deve haver sempre embalagens adequada disponíveis para envolver
embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na
NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3.3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
Isole e sinalize a área contaminada.
Contate as autoridades locais e competentes e a Empresa CONDAX
COMERCIAL LTDA – telefone de emergência: (19) 3206-0022 – fax: (19)
3206-0276.
Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável,
luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros).
Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto
entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material
com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente.
O produto
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derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante
através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado,
recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente
identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou
animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da
empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do
acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do
produto envolvido.
3.4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO,
TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos
EPIs – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da
calda do produto.
Tríplice Lavagem ( Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de tríplice lavagem,
imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador,
mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite- a por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça este operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir
os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os
seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-
la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante
30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de
lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas
da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
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ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, esta embalagem
deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve
ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso
impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇAO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da
embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido
o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja
dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até
(seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização,
pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuada em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável,
no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando
existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da
embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido
o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja
dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até
6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização,
pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA):
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
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Matriz: Avenida Maeda, s/n° - Prédio Comercial – Térreo - Distrito Industrial - Ituverava/SP - CEP14500-000
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuada em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável,
no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o
produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelo usuário, somente
poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente
autorizadas pelos órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DESTA
EMBALAGEM VAZIA OU FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE
PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO
INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio
ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a
flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso,
consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e
destinação final.
A desativação deste produto é feita através de incineração em fornos destinados
para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes
e aprovados por órgão ambiental competente.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação
específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem
como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas,
animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
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