Material para Prova1
Material para Prova1
TERMODINÂMICA
1º Semestre/2019
TURBINA DE
VAPOR
As turbinas são usadas masivamente na
ingenharia eléctrica como parte dos
ciclos termodinâmicos de
transformação de calor em movimento,
COMPRESOR
TERMODINÂMICA
Volume específico / massa específica
TERMODINÂMICA
Termodinâmica é a ciência
que trata
• do calor e do trabalho
• das características dos sistemas e
• das propriedades dos fluidos termodinâmicos
1. Sistema - porção definida do espaço.
temperatura e energia.
Abertos/fechados.
Os sistemas possuem dois tipos de energia:
Energia Interna...
Energia Externa...
Propriedades extensivas
Propriedade intensivas
Propriedade intensivas
(independem da massa).
1. pressão
2. temperatura
3. voltagem
4. viscosidade
Propriedade extensiva
(dependem da massa)
1. volume
2. quantidade de matéria
3. densidade
4. quantidade de energia
O sistema e o volume de controle
❖ Sistema termodinâmico: é definido como uma quantidade de
matéria conhecida sobre a qual nossa atenção é dirigida;
Vizinhança
Sistema
Fronteira
O sistema e o volume de controle
❖ Volume de controle: em alguns casos, ocorre escoamento de massa
para dentro ou para fora do “sistema”. Neste caso deve-se
especificar um volume de controle.
calor
Ar com baixa pressão Ar com alta pressão
Compressor
Motor
de Ar
Superfície de controle
Trabalho
O sistema e o volume de controle
Assim, um sistema é definido quando se trata de uma quantidade fixa
de massa, enquanto que um volume de controle é especificado
quando a análise envolve fluxos de massa.
calor
Ar com baixa pressão Ar com alta pressão
Compressor
Motor
de Ar
Superfície de controle
Trabalho
Pontos de vista macroscópico e microscópico
Velocidade1
Valores médios
Posição x1,y1,z1
Velocidade2
Posição x2,y2,z2
Representação macroscópica Representação microscópica
Estados e propriedades de uma substância
temperatura
100ᵒC 100ᵒC
Sistema Sistema
1 2
tempo tempo
Estados e propriedades de uma substância
Tempo
Estados e propriedades de uma substância
❖ Graficamente:
Energia
3. Energia intramolecular.
Energia
Q
Modos de vibração da molécula de água sendo aquecida.
Pabs1
Manômetro
Patm
Manômetro de vácuo
Pabs2
Tempo
Cobre 60
Ferro 60°C
°C
Tempo
Cobre 60
Ferro 60°C
°C
James Joule
Sadi Carnot 1818 - 1889
1796 - 1832
Emile Claupeyron
1799 - 1864
Wiliam Thomson
Rudolf Clausius
Lord Kelvin
1822 - 1888
1824 - 1907
Contribuição de James Joule.
1839 Experimentos:
trabalho mecânico, eletricidade e calor.
1840 Efeito Joule : Pot = RI2 Lei da
1843 Equivalente mecânico do calor Conservação
James P. Joule ( 1 cal = 4,18 J) de
(1818-1889) 1852 Efeito Joule-Thomson : decrescimo
da temperatura de um gás em função da
Energia
Nasceu em expansão sem realização de trabalho
externo.
Salford - Inglaterra
❖ Graficamente:
SISTEMA TERMODINÂMICO
• Um sistema é um entorno fechado na
qual pode acontecer transferencia de
calor. (Por exemplo, gas, das paredes
ou cilindro de um motor de carro.)
Trabalho realizado
sobre o gas ou
trabalho realizado
pelo gas
ENERGIA INTERNA DO SISTEMA
+U
TRABALHO
REALIZADO CALOR QUE SE
SOBRE UM GAS ADICIONA AO
(Positivo) SISTEMA (Positivo)
DUAS FORMAS DE REDUCIR LA
ENERGÍA INTERNA, U.
Wout
Qout
-U
Diminui
quente qunte
Definição:
um sistema realiza
Trabalho se o único
efeito sobre as
vizinhanças seja um
abaixamento (ou
levantamento) de um
peso!!
Sistema:
parte do universo
que se deseja es-
tudar com quantidade
fixa de massa!
Informação adicional:
Volume de controle:
parte do universo que
se deseja estudar que
envolva fluxo de massa
(mesmo quesistema aberto)!
Ilustração: realização de trabalho
a) b)
n= 3 etapas!
Quanto maior o valor de
n mais próximo do
processo quase-estático
Processo quase-estático: realização de trabalho –
compressão na fronteira móvel
W = PAdL
AdL = dV
Então :
W = PdV
Diferencial exata
Diferencial inexata
Conclusão 1: o valor do trabalho entre dois estados
depende do caminho do processo
logo
W = PdV = W
1 1
1− 2
W = PdV Equação 1
W = PdV = W
1 1
1− 2
Solução Solução
gráfica analítica
Solução Gráfica
2 2
W = PdV = W
1 1
1− 2
Conclusão 1:
o trabalho é determinado pela
área abaixo da curva P – V
Dada pela trajetória 1-2.
Conclusão Final
Sistema fechado
Sistema que não troca massa com a
Vizinhança do sistema. vizinhança, mas permite passagem
de calor e trabalho por sua fronteira.
O que fica fora da
fronteira
Sistema isolado
Processo Termodinâmico
Sistema que não troca energia
Processo no qual ocorrem
nem massa com a sua vizinhança.
variações no estado do sistema
termodinâmico.
Calor e Primeira Lei da
Termodinâmica
❖ Até por volta de 1850, os campos da termodinâmica e da mecânica eram
considerados dois ramos distintos.
dW = Fdy = PAdy
ou
dW = PdV
Vf
W = PdV
Vi
Trabalho Realizado Durante
Variações de Volume
❖ O trabalho realizado por um gás de um estado inicial a um estado final é
numericamente igual a área sob a curva conectando os estados no
diagrama PV.
Convenções de Sinais:
Trabalho
Em termodinâmica,
O trabalho realizado pelo gás é positivo O trabalho realizado pelo gás é negativo
Convenções de Sinais:
Calor
Calor - Modo de transferência de energia resultante da diferença de
temperatura entre dois sistemas (ou um sistema e a vizinhança):
W = P f (V f − Vi ) W = P i (V f − Vi ) Vf
W = PdV
Vi
Energia interna é toda a energia de um sistema que está associada com suas
componentes microscópicas – átomos e moléculas – quando vistas de um
sistema de referência em repouso com respeito ao objeto.
❖ Energia interna:
U = Q − W Conservação
de energia
U if = U f − U i → U fi = U i − U f
Assim,
U fi = −U if = −30 cal
Logo,
Q fi = U fi + W fi = −43cal
Aplicação da Primeira Lei da
Termodinâmica
❖ Processo isovolumétrico ou isocórico (Transformação a volume constante )
Transformação de 1 → 2
Volume invariável
Isovolumétrica
∆V = 0
W=0
1ª Lei da Termodinâmica U=Q-W
U=Q
Aplicação da Primeira Lei da
Termodinâmica
❖ Processo Isotérmico (Transformação a temperatura constante )
Êmbolo movimentado
lentamente
1ª Lei da Termodinâmica
U = 0 → ∆T=0
Q=W
Aplicação da Primeira Lei da
Termodinâmica
❖ Processo adiabático (Transformação sem troca de calor)
O processo ocorre tão
Q=0 rapidamente que o
sistema não troca calor
com o exterior.
Movimento rápido do êmbolo.
Q=0
Primeira Lei da Termodinâmica
∆U = Q – W
Q = 0 → ∆U= - W
2.- Qciclo = Q
1a Lei da Termodinâmica
∆Uciclo = Qciclo - Wciclo
Qciclo = Wciclo
Q = W +U
Q =W = 0
U =0
Resumo
Energia Interna do Gás Ideal:
Expansão livre de um gás:
Retirada da
parede
Paredes adiabáticas
Q=0 Wi → f = 0
U = 0
Não empurra
Não troca calor
parede
Verdade para
Se temperatura não muda U = U (T ) gás ideal !!
Calor Específico de Um
Gás Ideal:
Primeira lei:
dU = d Q − d W
V cte dU = nCdT − PdV
P cte
dU a = d QV = nCV dT
dT dV CP
+ ( − 1) =0 onde =
T V CV
Processos adiabáticos no
gás ideal
Para uma variação finita de temperatura e do volume, podemos
integrar a equação obtém-se:
−1 −1 −1
TV = const . T2V2 = TV 1 1
ou ou
PV = const . P2V2 = PV = const .
1 1
Processos adiabáticos no
gás ideal
Adiabáticas
PV g = cte g1
P
Curva adiabática
sempre mais inclinada
Isotermas
que curva isotérmica.
PV = cte
Ciclo de Carnot
Processos adiabáticos no
gás ideal
Trabalho realizado num processo adiabático
dU = −W → ncv dT = −W
P cv
W = ncv (T1 − T2 ) → W = ( PV
1 1 − PV
1 1)
R
V 1 1 − PV
( PV 2 2)
W1→ 2 =
Vi Vf −1
Entropia de buraco negro é a entropia adquirida por
um buraco negro.
Se buracos negros não possuíssem entropia, seria possível
violar a segunda lei da termodinâmica jogando massa dentro de
um buraco negro. A única maneira de satisfazer a segunda lei é
admitir que os buracos negros possuem entropia, cujo aumento
mais do que compensa a diminuição da entropia carregada
pelo objeto que foi engolido.
Processos irreversíveis
A reversibilidade não viola o princípio de conservação da
energia.
A Entropia, S, é uma propriedade nova que determina se
algum processo é reversível ou não.
S é uma propriedade de estado e não depende do
caminho de mudança de um estado inicial a um estado
final.
S não obedece uma lei de conservação.
Postulado da Entropia
2
𝑑Q rev
ΔS = S2 − S1 = න
1 T
• Função de estado
Entropía • Propiedade extensiva
(S)
• Unidades: J×K-1
Segundo Principio de la Termodinámica
espontáneo
S S
+
Soluto Solvente
S S
Disolução
Porque a águra a menos de 0ºC congela espontâneamente?
não diminue a entropía?
<0 >0
CÁLCULOS DA ENTROPÍA.
2
𝑑Q rev T=cte 1 2 Q rev
ΔSsis = න ΔSsis = න 𝑑Q rev =
1 T T 1 T
V2
Wrev = −nRT ln
V1 ΔU = 0 = Q rev + Wrev
V2
Q rev = nRT ln
V1
U = 0 (gás ideal e T=cte)
V2
ΔSsis = nR ln
V
1
Expansão isotermica irreversível de um gas ideal.
V2
ΔSsis = nR ln
S: função de estado V
1
Mudança de fase.
Vaporización: líq→gas
>0
ΔHcf ΔHvap
ΔScf = ΔSvap =
Tcf Tebull >0
>0
T2 n𝐶 𝑑T
P = cte ΔS = න
p
=
T1 T
𝑑Q rev = n𝐶p 𝑑T T2 Si
= n𝐶p ln
T1 Cp= cte
T2
V = cte ΔS = න
n𝐶v 𝑑T
=
T1 T
𝑑Q rev = n𝐶v 𝑑T T2 Si
= n𝐶v ln
T1 Cv= cte
INTERPRETAÇÃO MOLECULAR DA ENTROPÍA.
Estado macroscópico:
* Ordenado
* Desordenado
Estado microscópico:
* Orden exato dos naipes
A entropía tem uma tendência natural a aumentar dado que
corresponde a mudança de condições de baixa probabilidade
a estados de probabilidade maior.
aA + bB → cC + dD
S2
aA+bB T2 cC+dD T2 S2 = S+ S1+ S
S S
S1 T
′′ T 2
𝑐𝐶p (C)+𝑑𝐶p (D)
T
aA+bB T1 cC+dD T1 ΔS 1 T
Cp/T
T2 Δ𝐶
p
ΔS2 = ΔS1 + න 𝑑T
T1 T
Si Cp=cte
T2
1 T2
ΔS2 = ΔS1 + Δ𝐶p න 𝑑T = ΔS1 + Δ𝐶p ln
T1 T T1
ENERGÍA LIVRE.
P e T = ctes
Q ent −ΔHsis
Qsis = Qp = Hsis ; Qent = -Qsis = -Hsis ΔSent =
T
=
T
ΔHsis
ΔSuniv = ΔSsis − > 0 ; TΔSsis − ΔHsis > 0 ; ΔHsis − TΔSsis < 0
T
Hsis – TSsis < 0
Energía libre
• Función de estado
de Gibbs (G)
• Propiedad extensiva
G = H – TS • Unidades: J
G = H – TS
H S G ¿Espontáneo?
– + – Sm
+ – + No
VARIAÇAO DA ENTROPÍA DE REACCIÓN COM A TEMPERATURA.
aA + bB → cC + dD
H2
aA+bB T2 cC+dD T2 H2 = H+ H1+ H
H H
H1 T
′′ T 2 𝑐𝐶p (C)+𝑑𝐶p DT
aA+bB T1 cC+dD T1 ΔH 1
T1 T2
ΔH ′ = න 𝑎𝐶p (A) + 𝑏𝐶p (B) 𝑑T = − න 𝑎𝐶p (A) + 𝑏𝐶p (B) 𝑑T
T2 T1
T2
ΔH2 = ΔH1 + න 𝑐𝐶p (C) + 𝑑𝐶p (D) − 𝑎𝐶p (A) − 𝑏𝐶p (B) 𝑑T
T1
Cp
T2
ΔH2 = ΔH1 + න Δ𝐶p 𝑑T
T1 Ecuación de Kirchhoff
T (s) o T (l) o 298 (g)
o fus 𝐶p ΔHfus 𝐶
ebull p ΔHvap 𝐶p
S298 =න 𝑑T + +න 𝑑T + +න 𝑑T
0 T Tfus T T Tebull T T
fus ebull
Processos cíclicos
Processo Cíclico
Estado INICIAL = Estado FINAL
Processos Reversíveis
Máquinas Térmicas
Módulo
Reservatório quente QQ→|QQ|
TQ
QF→|QF|
|QQ|
Substância válvula
de caldeira W
trabalho
condensador
FLUIDO pistão
|QF|
Reservatório frio
TF
Conversão CALOR -TRABALHO
Fonte quente
CALOR TQ
Processo Cíclico
QQ
Δ𝑈 = 0
𝑄 = 𝑊 = 𝑄𝑄 − 𝑄𝐹
Máquina
W
TRABALHO
QF Fonte fria
CALOR TF
Conversão CALOR -TRABALHO
Fonte quente TQ 𝑊 = 𝑄𝑄 − 𝑄𝐹
Entropia
|SQ| QQ Processo Cíclico
Δ𝑆 = 𝑆𝑄 − 𝑆𝐹 = 0
W 𝑄𝑄 𝑄𝐹
𝑆𝑄 = 𝑆𝐹 =
𝑇𝑄 𝑇𝐹
𝑄𝑄 𝑄𝐹
=
|SF| QF 𝑇𝑄 𝑇𝐹
Fonte fria TF
Conversão CALOR -TRABALHO
Fonte quente TQ Eficiência
𝑡𝑟𝑎𝑏𝑎𝑙ℎ𝑜𝑒𝑥𝑒𝑐𝑢𝑡𝑎𝑑𝑜 𝑊
𝜂= =
SQ QQ 𝑐𝑎𝑙𝑜𝑟𝑎𝑏𝑠𝑜𝑟𝑣𝑖𝑑𝑜 𝑄𝑄
𝑊 𝑄𝑄 − 𝑄𝐹 𝑄𝐹
W 𝜂=
𝑄𝑄
=
𝑄𝑄
=1−
𝑄𝑄
𝑄𝑄 𝑄𝐹
=
𝑇𝑄 𝑇𝐹
SF QF 𝑇𝐹
𝜂 =1−
𝑇𝑄
Fonte fria TF
Conversão CALOR -TRABALHO
Fonte quente TQ Eficiência de Carnot
𝑇𝐹
SQ QQ 𝜂𝐶𝑎𝑟𝑛𝑜𝑡 = 1 −
𝑇𝑄
W
0 < 𝜂𝐶𝑎𝑟𝑛𝑜𝑡 < 1
W
𝑄𝑄′ = 𝑄𝑄
Para
W’ 𝑊′ > 𝑊 𝑄𝐹′ < 𝑄𝐹
SF QF
Acúmulo de Entropia
Fonte fria TF NÃO CÍCLICO
Conversão CALOR -TRABALHO
Fonte quente TQ 𝜂′ < 𝜂𝐶𝑎𝑟𝑛𝑜𝑡
CASO
𝑊′ 𝑊
<
SQ QQ 𝑄𝑄 ′ 𝑄𝑄
W 𝑄𝑄 ′ = 𝑄𝑄
Para
W’ 𝑊′ < 𝑊 𝑆𝑄′ < 𝑆𝐹′
MÁQUINAS REAIS
𝑊 𝑇𝐹
𝜂= ≤ 𝜂𝐶𝑎𝑟𝑛𝑜𝑡 = 1 −
𝑄𝑄 𝑇𝑄
2º Lei da Termodinâmica
O enunciado de Kelvin
É impossível realizar um
processo cujo único
efeito seja remover calor
de um reservatório
térmico e produzir uma
quantidade equivalente de
trabalho.
Conversão CALOR -TRABALHO
Fonte quente TQ 𝑊 = 𝑄𝑄
SE
Entropia
SQ QQ 𝑄𝐹 = 0
𝑊
𝜂= =1
W 𝑄𝑄
𝑄𝑄
𝑆𝑄 = 𝑆𝐹 = 0
𝑇𝑄
Acúmulo de Entropia
Fonte fria TF NÃO CÍCLICO
Refrigeradores
Fonte quente TQ Coeficiente de Desempenho
SQ QQ 𝐾=
𝑐𝑎𝑙𝑜𝑟 𝑒𝑥𝑡𝑟𝑎𝑖𝑑𝑜
=
𝑄𝐹
𝑡𝑟𝑎𝑏𝑎𝑙ℎ𝑜𝑓𝑜𝑟𝑛𝑒𝑐𝑖𝑑𝑜 𝑊
𝑄𝐹 𝑄𝐹
𝐾= =
𝑊 𝑄𝑄 − 𝑄𝐹
W
𝑄𝑄 𝑄𝐹
𝑆𝑄 = = = 𝑆𝐹
𝑇𝑄 𝑇𝐹
SF QF
𝑇𝐹
𝐾=
𝑇𝑄 − 𝑇𝐹
Fonte fria TF
Refrigeradores
Fonte quente TQ Coeficiente de Desempenho
SQ QQ 𝐾=
𝑐𝑎𝑙𝑜𝑟 𝑒𝑥𝑡𝑟𝑎𝑖𝑑𝑜
=
𝑄𝐹
𝑡𝑟𝑎𝑏𝑎𝑙ℎ𝑜𝑓𝑜𝑟𝑛𝑒𝑐𝑖𝑑𝑜 𝑊
𝑄𝐹 𝑄𝐹
𝐾= =
𝑊 𝑄𝑄 − 𝑄𝐹
W
𝑄𝑄 𝑄𝐹
𝑆𝑄 = = = 𝑆𝐹
𝑇𝑄 𝑇𝐹
SF QF
𝑇𝐹
𝐾=
𝑇𝑄 − 𝑇𝐹
Fonte fria TF
Refrigeradores
Fonte quente TQ Coeficiente de Desempenho
SQ QQ de Carnot
𝑄𝐹 𝑇𝐹
𝐾𝐶𝑎𝑟𝑛𝑜𝑡 = =
𝑊 𝑇𝑄 − 𝑇𝐹
W
𝐾𝐶𝑎𝑟𝑛𝑜𝑡 > 0
W
𝐾𝐶𝑎𝑟𝑛𝑜𝑡 > 0
𝑄𝐹′ = 𝑄𝐹
W Para
W’
𝑊′ < 𝑊 𝑆𝑄′ < 𝑆𝐹′
SF QF
Acúmulo de Entropia
Fonte fria TF NÃO CÍCLICO
Refrigeradores
Fonte quente TQ 𝐾 ′ < 𝐾𝐶𝑎𝑟𝑛𝑜𝑡
SQ
CASO
QQ
𝑄𝐹′ 𝑄𝐹
<
𝑊′ 𝑊
𝑄𝐹′ = 𝑄𝐹
W Para
W’ 𝑊′ >𝑊 𝑆𝑄′ > 𝑆𝐹′
𝑄𝐹′ = 𝑄𝐹
W Para
W’ 𝑊′ >𝑊 𝑆𝑄′ > 𝑆𝐹′
𝑄𝐹′ = 𝑄𝐹
W Para
W’ 𝑊′ >𝑊 𝑆𝑄′ > 𝑆𝐹′
O enunciado de Clausius
É impossível realizar um
processo cujo único
efeito seja transferir calor
de um corpo mais frio
para um corpo mais
quente.
Refrigeradores
Fonte quente TQ SE 𝑊=0
SQ QQ
𝑄𝐹 = 𝑄𝑄
𝑄𝑄 𝑄𝐹
𝑆𝑄 = < = 𝑆𝐹
𝑇𝑄 𝑇𝐹
SF QF Acúmulo de Entropia
NÃO CÍCLICO
Fonte fria TF
Máquina + Refrigerador
𝐾 = 𝐾𝐶𝑎𝑟𝑛𝑜𝑡 𝜂 = 𝜂𝐶𝑎𝑟𝑛𝑜𝑡
=W=
SFm QFm
QFr SFr
Fonte fria TF Fonte fria TF
Resultado líquido : QQm=QQr QFm=QFr SQm=SQr SFm=SFr
Máquina + Refrigerador
TQ
𝜂′ > 𝜂𝐶𝑎𝑟𝑛𝑜𝑡
QQr SE
Resultado
=W= líquido :
QQm>QQr
Q QFm>QFr
TF Fr
Máquina + Refrigerador
TQ
𝜂′ > 𝜂𝐶𝑎𝑟𝑛𝑜𝑡
SE
Resultado
líquido :
Refrigerador
Perfeito
TF
Máquina + Refrigerador
TQ
𝜂′ > 𝜂𝐶𝑎𝑟𝑛𝑜𝑡
SE
Resultado
líquido :
Refrigerador
Perfeito
TF
Máquina + Refrigerador
TQ
𝜂′ > 𝜂𝐶𝑎𝑟𝑛𝑜𝑡
SE
Resultado
líquido :
Refrigerador
Perfeito
TF
Máquina + Refrigerador
TQ
𝜂′ > 𝜂𝐶𝑎𝑟𝑛𝑜𝑡
SE
Resultado
líquido :
Refrigerador
Perfeito
TF
Máquina + Refrigerador
TQ
𝜂′ > 𝜂𝐶𝑎𝑟𝑛𝑜𝑡
SE
Resultado
líquido :
Refrigerador
Perfeito
TF
Máquina + Refrigerador
TQ
𝜂′ > 𝜂𝐶𝑎𝑟𝑛𝑜𝑡
SE
Resultado
líquido :
Refrigerador
Perfeito
TF
Máquina + Refrigerador
TQ
𝜂′ > 𝜂𝐶𝑎𝑟𝑛𝑜𝑡
SE
Resultado
líquido :
Refrigerador
Perfeito
TF
Máquina + Refrigerador
TQ
𝜂′ > 𝜂𝐶𝑎𝑟𝑛𝑜𝑡
SE
Resultado
líquido :
Refrigerador
Perfeito
TF
Máquina + Refrigerador
𝐾 ′ > 𝐾𝐶𝑎𝑟𝑛𝑜𝑡
TQ SE
Resultado
líquido :
Máquina
Perfeita
TF
Ciclo de Carnot
Máquinas Reais
Processos Irreversíveis
Atrito
Transferências de calor entre
corpos com temperaturas
diferentes
Ciclo de Carnot
Expansão
isotérmica TQ
Trocas de calor P QQ
isotérmicas com
reservatórios Compressão Expansão
adiabática W>0 adiabática
Mudanças de
temperatura
adiabaticas QF
Expansão
isotérmica TF
V
Ciclo de Carnot
1 expansão expansão 2
isotérmica adiabática
TQ P 1
QQ
4 W>0 2
3
4
QF 3
V
compressão compressão TF
abiabática isotérmica
A entropia é a força motora dos processos naturais
-exemplos em abundância:
..... xícara de café quente, ovos mexidos, ....
..... reações químicas .... transições de fase ....
definir
realizar medidas
propor modelos
W. Thomson
(i) On an absolute thermometric scale founded on Carnot´s theory of the
motive power of heat and calculated from Regnault´s observations,
Proceedings of the Cambridge Philosophical Society, junho de 1848;
(ii) An account of Carnot´s theory of the motive power of heat, with
numerical results deduced from Regnault´s experiments on steam,
Transactions of the Royal Society of Edinburgh 16, 571-574 (1849).
Exposição do esquema de Carnot-Kelvin (apesar dos primeiros resultados
de Joule). Proposta da escala absoluta.
R. Clausius
On the motive power of heat, and on the laws which can be deduced from it
for the theory of heat, Annalen der Physik (Poggendorff) LXXIX, 368 (1850)
(ver tradução publicada pela Dover).
Trabalho baseado em Clapeyron e Thomson, propondo a conciliação com
Joule (através da idéia de conservação de um certo “conteúdo de calor”;
a função entropia somente foi introduzida quinze anos depois).
ver Penha M. C. Dias, Rev. Bras. Ens. Fís. 29, 493-498 (2007)
O esquema de Carnot segundo os trabalhos de William Thomson
W = Q (TQ – TF )
-se a máquina “funcionar ao contrário”, sem perdas, vai ser necessária a mesma
quantidade de trabalho mecânico W para retirar a quantidade de calor Q da fonte
fria e transferir para a fonte quente.
Proposta de Joule - Mayer
-máquina opera entre uma fonte quente (temperatura TQ) e uma fonte fria (temperatura TF)
-realizando um ciclo, sem perdas, no final da operação o sistema auxiliar volta ao seu estado
inicial
-o trabalho mecânico realizado é dado por
W
Theory of Heat – 1871
James Clerk Maxwell, 1831 – 1879
within the comprehension of working men and their wants...
...pela mesma razão, a teoria dos efeitos da educação com base nas
notas de aproveitamento dos alunos matriculados, sem nenhum
registro de nomes, pode não ser aplicável ... para se verificar o
progresso de um determinado estudante...
Programa de Boltzmann
S = k ln W
N partículas em 2 caixas
W = 2N
S = kB N ln 2
Entropia de desordem
A máquina de transdução osmótica adaptada da adaptação de Nelson
Se coloca un
cristal de açúcar
(Agua, não en uma das
compresível) metades
6
Temp=4
5 Temp=5
4
Presion
0
0 5 10
Volumen
PV = NkT Distintos cortes da mesma ecuação:
I. Compressão a temperatura constante
6
O BANHO TÉRMICO
5 ABSORBE ENERGIA NESTE
PROCESSO. DE QUEM?
4 ASSUMIR QUE A
TEMPERATURA É
Presion
CONSTANTE É UMA
3
APROXIMAÇÃO
PARTICULARMENTE
2
QUESTIONADA NESTES
DIAS…
1
0
0 5 10
Volumen
PV = NkT Distintos cortes da mesma equação:
I. Compressãon adiabática
5 10
PV = C 9
4
5
= 3
8
Presion
3 7
Isto vale em um gas 2
monoatómico.
6
Se parte da energía
de compressãpo
1
5
NÃO SE TRANSFERE
a cinética, gama se
APROXIMA MAIS a 1. 0 4
0 5 10
Volumen
W = P dV
1
PV = NkT → P = const → P = f (V )
4 V
2
Esta equação é
bastante fácil de
1 integrar
analíticamente. Isto
parece ser raro na “no
idealidade” dol
0 laboratorio.
0 5 10
Volumen
CARNOT VISTO DESDE EL POST JOULISMO:
Conservación de energía, emergencia de la 2da ley.
Q1 → W1 T1
Q1
W=W2-W1
Presion
Q2
W2 → Q2 T2
Volumen
O resultado do ciclo é:
1) Se tirou Q1 da fonte quente
2) Se transferiu calor Q2 (menos que Q1) da fonte fria
3) Se gerou trabalho pela diferença de calores W=Q1-Q2
A MAQUINA DE CARNOT É REVERSÍVEL. PODE
FUNCIONAR AL CONTRARIO
T1 T1
Q1 Q1
W W
Q2 Q2
T2 T2
T1
Q1
Kelvin’s way
W
o motor de Carnot
A SEGUNDA LEI OLHADA ATRAVES DA MAQUINAS DE
CARNOT
T1
Q1
Clausius
W
A geladeira de Carnot
PROCESSOS IRREVERSIVEIS: Aqueles que a volta (sem tirar energía de
algum outro lado) é imposível pela segunda lei.
T1 T1
Q1 Q1
W W
Q2 Q2
T2 T2
T1
T2
SOLUÇÃO
(A QUASE TODOS LOS PROBLEMAS):
ENTROPIA
Q Q
S = S =
T1 T2
Q1 Q1
quanto aumenta
a entropía si
injeto calor Q1?
Q
S = 0
T1
Perde Entropía
T1 Q Q
Q
S = − 0
T2 T2 T1
GanHa Entropía
O demonio de Maxwell: Informação e entropía – a dívida pendiente
Maxwell realmente creía en su demonio:
¿Se puede recuperar el agua volcada al mar?