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Armadilhas Cognitivas

As três frases resumem os principais tipos de armadilhas cognitivas discutidas no documento: 1) A personalização é a tendência de assumir responsabilidade por eventos fora do nosso controle; 2) O filtro mental é focar nos aspectos negativos ignorando o positivo; 3) A maximização e minimização é exagerar os próprios erros e os acertos dos outros.

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Chana Fernandes
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Tópicos abordados

  • autoavaliação,
  • percepção da realidade,
  • leitura da mente,
  • raciocínio emocional,
  • rotulagem,
  • emoções,
  • cuidado emocional,
  • depressão,
  • pensamento negativo,
  • reflexão pessoal
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Armadilhas Cognitivas

As três frases resumem os principais tipos de armadilhas cognitivas discutidas no documento: 1) A personalização é a tendência de assumir responsabilidade por eventos fora do nosso controle; 2) O filtro mental é focar nos aspectos negativos ignorando o positivo; 3) A maximização e minimização é exagerar os próprios erros e os acertos dos outros.

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  • raciocínio emocional,
  • rotulagem,
  • emoções,
  • cuidado emocional,
  • depressão,
  • pensamento negativo,
  • reflexão pessoal

Armadilhas Cognitivas

As distorções cognitivas, são, no fundo, armadilhas mentais e representam certos padrões no


pensamento. As pessoas pensam sobre a realidade de uma forma enviesada e atribuem às situações
um significado que não corresponde à realidade. Isto gera diversos níveis de sofrimento. Por esse
motivo, é importante aprender sobre estes processos, para que possamos ter consciência dos mesmos.

Personalização
A crença de que o próprio é o responsável pelos eventos que ocorrem que estão fora do seu controlo.
Por exemplo: A amiga da Rita está triste porque tirou má nota no teste. A Rita pensa “A culpa é minha.
Ela não estaria triste se eu a tivesse ajudado mais”
O meu exemplo:

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Filtro mental
Consiste em focarmo-nos nos aspetos negativos e ignorar o resto da informação. O negativo é filtrado e
absorvido, enquanto o positivo é esquecido. Exemplo: A Maria fez uma apresentação e toda a gente lhe
deu os parabéns pelo ótimo trabalho que fez, contudo, o António comentou que ela poderia ter inserido
mais imagens na apresentação para ficar mais dinâmica. A Maria ficou desanimada e pensou “Esta
apresentação correu mesmo mal, acharam-na aborrecida.”. - Ela só absorveu o negativo, ignorando
totalmente os aspetos positivos.
O meu exemplo:

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Maximização e minimização
Essa distorção cognitiva consiste em maximizar os nossos próprios erros e os acertos dos outros e,
minimizar os próprios acertos e os erros dos outros: “Não importa se a Joana sempre foi simpática
comigo. O que importa é que ela ontem ignorou-me e isso mostra que ela não é minha amiga.”.
O meu exemplo:

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Catastrofização
Ocorre quando prevemos o futuro negativamente sem considerar outros resultados mais prováveis.
Exemplo: “O meu filho ainda não chegou, deve ter acontecido alguma coisa horrível. Vou esperar um
pouco, mas não vou conseguir dormir.” Outros exemplos: “O meu namorado não me atende o
telemóvel, deve estar com outra”.
O meu exemplo:

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Generalização
Ocorre quando generalizamos de um caso, para todos os casos, mesmo que seja apenas ligeiramente
idêntico. Se uma vez foi verdade, será sempre assim: “A mim nada nunca corre bem”; “A Rita convidou o
João para ir ao cinema com ela no fim de semana, mas o João disse que não queria e que tinha outros
planos. A Rita pensou “não vale a pena, nunca ninguém vai gostar de mim”;
O meu exemplo:

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Raciocínio emocional
Refere-se à suposição de que as nossas emoções refletem as coisas como elas são. É acreditar que o
que sentimos no momento é o correspondente à realidade. “Estou-me a sentir uma incompetente, logo
sou totalmente incompetente!” ou “Eu sinto que é assim, consequentemente isso tem que ser verdade.”
O meu exemplo:

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Lógica do “devia fazer/ser isto…”


São crenças rígidas e inflexíveis de como nós ou os demais deveríamos ser. As exigências concentradas
em nós próprios favorecem a autocrítica, enquanto as dirigidas aos outros favorecem a raiva, a ira e a
agressividade. Alguns exemplos podem ser: “Deveria ter dado mais atenção ao meu/minha namorado/a,
assim ele/a não me teria deixado”, “Não devo cometer erros” ou “Preciso de me dar bem com toda a
gente da minha turma.”
O meu exemplo:

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Pensamento dicotómico
Consiste na extrema valorização dos acontecimentos, sem levar em conta os aspetos intermediários.
Classificar as coisas como brancas ou pretas, verdadeiras ou falsas. Por exemplo: “Se este trabalho não
ficar perfeito, o meu esforço não terá valido para nada”, ou “As relações devem ser sempre profundas.
Se forem banais não vale a pena ter amigos e/ou namorado/a”.
O meu exemplo:

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Leitura da mente
Consiste em afirmar que determinadas suposições são certas, mesmo que não exista nenhuma
evidência que a comprove. Acreditar que se sabe o que os outros pensam e o motivo de se
comportarem como se comportam. “O que ele quer é pôr-me nervoso!”, “Ela só está a ser simpática
comigo porque tem pena de mim!”;
O meu exemplo:

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Predição do Futuro
Consiste em afirmar que determinadas suposições são certas, mesmo que não exista nenhuma
evidência para as comprovar, é esperar que nada dê certo, sem sequer permitir a possibilidade de que
seja razoável ou positiva. “Tenho certeza de que vou reprovar.”, “Ninguém me vai dar atenção na festa”.
O meu exemplo:

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Rotulagem
Utilizar rótulos pejorativos para nos descrevermos, ao invés de descrever os nossos atos e qualidades
com objetividade e exatidão. Por exemplo: “Sou um inútil!” ao invés de “Cometi um erro, mas nem
sempre cometo erros.”
O meu exemplo:

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