Universidade Católica de Moçambique
Instituto de Educação a Distância
Tema: Disciplinas de filosofia e a relação da filosofia com outras ciências
Adelaide Mário Uatita-708212263
Docente: João António Tavares Guerra
Nampula, Agosto de 2022
Universidade Católica de Moçambique
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Instituto de Educação a Distância
Tema: Disciplinas de filosofia e a relação da filosofia com outras ciências
Trabalho de Carácter avaliativo da cadeira de
Filosofia, 2º ano, curso de licenciatura em
Ensino de história, turma c, a ser apresentado no
Instituto de Educação a Distância.
Docente: João António Tavares Guerra
Adelaide Mário Uatita-
708212263
Nampula, Agosto de 2022
Folha de Feedback
ii
Classificação
Categorias Indicadores Padrões Pontuação Nota do Subtotal
máxima tutor
Aspectos . Capa 0.5
organizacionais . Índice 0.5
Estrutura . Introdução 0.5
. Discussão 0.5
. Conclusão 0.5
. Bibliografia 0.5
Introdução . Contextualização 1.0
(indicação clara do
problema)
. Descrição dos 1.0
objectivos
Metodologia 2.0
adequada ao
objecto do trabalho
Análise e . Articulação e 2.0
discussão domínio do
discurso académico
Conteúdo (expressão escrita
cuidada, coerência/
coesão textual)
. Revisão 2.0
bibliográfica
nacional e
internacionais
relevantes na área
de estudo
. Exploração dos 2.0
dados
Conclusão . Contributos 2.0
teóricos práticos
Formatação . Paginação, tipo e 1.0
Aspectos tamanho de letra,
gerais parágrafo,
espaçamento entre
linhas
Normas APA . Rigor e coerência 4.0
Referências 6ª edição em das
bibliográficas citações e citações/referências
bibliografia bibliográficas
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Folha para recomendações de melhoria: A ser preenchida pelo tutor
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Índice
Introdução..........................................................................................................................5
1. Conceito.....................................................................................................................6
1.1. Disciplinas da filosofia.......................................................................................6
1.2. Ética....................................................................................................................6
2. Filosofia social e política...........................................................................................7
2.1. A estética.............................................................................................................7
2.2. A lógica...............................................................................................................7
3. A filosofia da religião, da história, e da ciência.........................................................9
3.1. A filosofia da religião.........................................................................................9
3.2. A história da filosofia.........................................................................................9
3.3. A Filosofia da história.........................................................................................9
3.4. A filosofia da ciência........................................................................................10
3.5. A filosofia da religião, da história, e da ciência...................................................10
3.5.1. A epistemologia................................................................................................10
3.5.2. A metafísica......................................................................................................10
4. A filosofia da mente.................................................................................................11
4.1. A teoria da acção..................................................................................................11
5. A relação da filosofia com outras ciências...............................................................11
Conclusão........................................................................................................................14
Referências bibliográficas...............................................................................................15
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Introdução
O presente trabalho científico da disciplina modular de filosofia, tem em visa na abordagem
reflexiva em torno da temática sobre Disciplinas da filosofia e a relação da filosofia com
outras ciências. Onde iremos detalhar as funções e objectivos das disciplinas que fazem parte
da filosofia, iremos também explicar os métodos que complementam a filosofia e logo na
primeira página daremos o conceito da filosofia etimologicamente e algumas ideias de
Aristóteles sem esquecermos ainda relatarem sobre a relação que a filosofia tem com outras
ciências desde o século XVI, tempo este que as ciências começaram a dar o seu passos
significativos para a explicação de algumas teorias.
Todavia, o trabalho encontra-se organizado em elementos pré-textuais, nomeadamente: capa e
folha de feedback do tutor e índice, elementos textuais, a saber: introdução, análise e
discussão e elementos pós – textuais nomeadamente as referências bibliográficas. Contudo, a
paginação do trabalho está localizada na margem superior do lado direito de acordo com o
Manual de Investigação da Universidade Católica de Moçambique (2012).
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1. Conceito
A filosofia provém do grego através de dois termos: philos (amar, gostar de) e sophia (saber,
sabedoria e conhecimento).
Segundo ARISTOTELES, " a filosofia é essencialmente teorética, decifrando o enigma do
universo, em face do qual a atitude inicial do espírito é o assombro do ministério."
Pensar filosoficamente é uma viagem aos limites do pensamento e do entendimento. (Law,
2008, p.10).
1.1. Disciplinas da filosofia
As disciplinas da filosofia são:
1. Ética;
2. Filosofia social e política;
3. A estética;
4. A lógica;
5. A filosofia da religião;
6. A história da filosofia;
7. A filosofia da história;
8. A filosofia da ciência;
9. A filosofia da religião, da história e da ciência;
10. A epistemologia;
11. A metafísica;
12. A filosofia da mente;
13. A teoria da acção;
1.2. Ética
Para Geisler & Paul D. Finrberg, (1999) ética é uma matéria propriamente teórica, aqui o
filósofo moral está mais preocupado com a natureza da vida virtuosa, nos valores morais, na
validade de diferentes e determinadas acções e estilos de vida. Também a ética é uma
actividade analítica empenhada em busca de significados, para os termos que aparecem em
declarações éticas, como por exemplo: "o que está/é bom ou errado", "certo ou responsável",
"deve ou deveria", "quem mandou fazer assim" de entre outros termos.
Esta também interessada em atribuir modos de acção que devem ser seguidos ou
reverenciados pelas pessoas. O filósofo moral coloca-se na posição de um homem comum ou
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de uma mulher apanhado em um dilema moral, e procura princípios para orientar a acção
apropriada. Não se preocupa somente nos argumentos de acção é certa ou errada, mas se
preocupa com o princípio que justifica esta acção. Logo, o filósofo trabalha na direcção de
apontar uma solução que seja universal ou possa ser aplicada de modo geral em situações
semelhantes. O relativismo moral ou ética argumenta que os princípios de acções universais
ou absolutas são impossíveis, porque dependera da situação da cultura de cada indivíduo. (p.
11-24).
2. Filosofia social e política
Na filosofia social os filósofos se preocupam com as acções dos grupos ou sociedades.
Enquanto a ética, o filosofo se preocupa-se com as acções isoladas ou particulares dos
indivíduos. As reflexões filosóficas a cerca da sociedade, se dividem em duas classes distintas
sendo: A que procura examinar por que a sociedade é como se apresenta. Por que a guerra, o
crime, a pobreza existem?
A segunda classe de reflexões filosóficas sonda os alvos da sociedade, e o papel que deve
desempenhar para alcançar estes alvos no suprimento das necessidades dos indivíduos. Todos
estes questionamentos e preocupações estão relacionados com outras ciências, como a
psicologia, a sociologia, a antropologia, a ciência política e as ciências económicas.
A filosofia social e política analisa os conceitos como a autoridade, o poder, a justiça e os
direitos individuais. Esta preocupada com perguntas do tipo: quem deve governar a
sociedade? A obrigação política é comparável com outros tipos de obrigação? Qual o
significado da democracia? Qual deve ser o papel do governo numa comunidade organizada?
Etc.
2.1. A estética
Segundo OLIVEIRA, Manfredo Araújo (2001, p. 82) a estética faz parte das teorias de
valores em alguns pontos aborda as questões éticas, sociais ou políticas. É interessante para
este seguimento da filosofia a análise de ideias como beleza, gosto, arte etc. Seus
questionamentos vão além de mera análise de conceitos estéticos. Analisa-se as questões de
estilo, intenção do criador, natureza da criatividade na arte etc.
2.2. A lógica
É a parte mais fundamental da filosofia, por que a filosofia é uma pesquisa lógica em que
sistematicamente se aplica as leis do pensamento e do argumento. Para avaliarmos
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argumentos informais é necessário a aplicação de princípios lógicos, sem os quais se tornaria
impossível chegar-se a uma conclusão coerente. Dentre as falácias mais comuns encontramos
as pessoas apelando à autoridade ao invés de apelar à evidencia para sustentar seus
argumentos.
Por exemplo, apelar a autoridade do pai para defende a crença na existência do papai Noel.
Este tipo de apelo não é valido por que a autoridade não é qualificada para avaliar a questão, o
pai do indivíduo já mais viu papai Noel, logo não é argumento evidente para afirmar a sua
existência. Nos argumentos teológicos costumados usar a autoridade de Jesus dos apóstolos
em seus ensinos, para fundamente nossas crenças doutrinárias, nesses casos o apelo é valido
por que Jesus e os apóstolos são autoridades suficientes para orientar as sãs doutrinas.
No uso da falácia ad nominem, um advogado poderá apelar ao argumento de que a pessoa que
testemunha não é qualificada para dar o seu testemunho. Se estes argumentos forem
verdadeiros poderá surtir algum efeito no processo, do contrário seus argumentos não poderão
ir de encontro ao testemunho da pessoa, por que é um ataque contra a pessoa e não contra o
seu testemunho.
A lógica se basea mais nos casos de argumentos formalizados, que são os tipos “dedutivo” e
“indutivo”. O dedutivo consiste na aplicação de uma premissa maior, uma premissa menor, e
uma conclusão.
Existem pelo menos três (3) tipos de lógicas relacionadas com os argumentos dedutivo e
indutivo:
A lógica modal – que trata das três modalidades filosóficas principais: a
“impossibilidade”, a “contingência” e a “necessidade”. “Impossibilidade”, significa
que uma declaração é falsa em todos os modos possíveis. “Necessidade” significa que
uma declaração é verdadeira em todos os mundos possíveis. “Contingência”, significa
que uma proposição é verdadeira pelo menos em um mundo possível.
A lógica deontica – se relaciona com a ética. É uma tentativa de estruturar
formalmente a aplicação da palavra “deve” em contextos morais e em mandamentos
morais, logo, as declarações do tipo: “eu penso”, “eu creio”, “ele pensa” ou “ele crê”
afectao o valor verídico das deflações.
A lógica doxastica – se interessa nas diferenças e nas consequências que estas
diferenças têm nas derivações lógicas.
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3. A filosofia da religião, da história, e da ciência
3.1. A filosofia da religião
Segundo Maria Celeste Natario, (2010) A filosofia da religiao está interessado em analisar e
avaliar informações a cerca das religiões, com vistas a descobrir o que significam e se são
verdadeiras. Ao tratar da natureza e do conhecimento religioso, tanto o filosofo quanto o
teólogo têm interesses idênticos, com tudo na interpretação do texto bíblico já não existirá
convergência de argumentos.
Os assuntos principais que interessam ao filósofo da religião, são as perguntas a cerca da
natureza da religião; as características definidoras das crenças que se acham em todas as
religiões; os argumentos em prol da existência de Deus; os atributos de Deus; a linguagem
religiosa; e o problema do mal.
No século XVIII Kant argumentou a existência de três argumentos racionais em prol da
existência de Deus. São os argumentos “ontológico”, e “teleológico”. Mas tarde os filósofos
da religião acrescentou o argumento “moral” .
Dentro dos filósofos da religião existe um grupo conhecido como “teólogos”, que
desenvolveram varias provas e argumentos que procuram comprovar a inexistência de Deus.
(2010, p.195-202)
3.2. A história da filosofia
É uma tentativa no sentido de demonstrar como as influências ideológicas levaram a certas
filosofias e a forma pela qual estas filosofias influenciaram sociedades e instituições; e de
aprender a cerca dos homens que fizeram a historia da filosofia. O historiador da filosofia
procura demonstrar a formulação e o desenvolvimento de escolas do pensamento, como o
racionalismo e o empirismo. Por exemplo, ilustrar a filosofia de René Descartes, faz parte da
história da filosofia, é preciso portanto que o historiador relate o que Descartes disse, e se é
verdadeiro ou não; ou de que maneira Descartes influenciou racionalistas subsequentes como
“Kant” e outros.
3.3. A Filosofia da história
É a reflexão critica da ciência histórica e inclui tantos elementos analíticos quanto
especulativos. O filósofo da história deve em primeiro lugar distinguir o emprego de palavras
como história crónica, e em seguida deve voltar-se para os problemas do método histórico que
são uma parte central e importante na filosofia da história. E existem muitas perguntas
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especulativas com as quais o filósofo da história se preocupa e busca respostas, por exemplo:
existem conceitos que unificam os dados da história? A história é linear ou cíclica? Existe
realmente a história universal?
3.4. A filosofia da ciência
Esta interessada no exame e avaliação crítica de conceitos – chaves científicos e na
metodologia científica. As maiores perguntas dentro da filosofia da ciência são: como as
teorias científicas devem ser construídas e avaliadas? Quais as justificativas e quais os
critérios necessários para as teorias cientificas?
3.5. A filosofia da religião, da história, e da ciência
Nos ensinam acerca da pesquisa filosófica. É possível examinar criticamente os termos e
métodos primários de qualquer disciplina. Assim, há uma filosofia do direito, da matemática,
do educado, da educação crista, pregação evangelistas e muitas outras Disciplinas.
3.5.1. A epistemologia
A investigação da origem e da natureza do conhecimento é um dos campos principais da
filosofia. Como conhecemos alguma coisa; Qual a justificativa para a alegação de que alguém
sabe; a percepção sensória nos da informações fidedignas a cerca de um mundo de objectos
físicos, e temos consciência directa do mundo físico, Nossas percepções dos objectos são
idênticas a esses objectos.
3.5.2. A metafísica
A palavra metafísica vem de um vocábulo grego que significa “depois da física” ou “além do
físico”, dai alguns filósofos defendeu que a metafísica é o estudo do ser ou da realidade.
Dentro da metafísica, alguns filósofos como Aristóteles e Platão, defendiam que os elementos
fundamentais da realidade poderiam ser reduzidos ao ar, ao fogo, a água, e aterra. Com base
nos conceitos destes filósofos os antigos acreditavam que estes elementos em combinação e
interacção davam conta da totalidade da realidade.
As grandes perguntas tradicionais da metafísica são as seguintes: Quais são as partes
constituintes fundamentais e objectivas da realidade? Qual é a natureza do espaço e do
tempo? Todo evento deve ter uma causa? Há alguma substancia ou entidade que sempre
permanece constante? O homem tem livre arbítrio? As intenções causam alguma coisa?
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4. A filosofia da mente
Era a parte tradicional da metafísica de onde se desvinculou para assumir lugar de maior
destaque na discussão filosófica. Em decorrência de nosso maior conhecimento do cérebro
humano e da física, a filosofia da mente tem recebido maior atenção e destaque nos últimos
anos.
As principais perguntas da filosofia da mente são:
Existe um nível de realidade que podemos chamar de mental? Se for assim, quais são
as marcas distintivas do mental?
A consciência está meramente associada com estados do cérebro?
Qual o relacionamento entre a mente e o corpo?
Ate onde as máquinas são iguais aos homens?
Podemos construir inteligências artificiais que possam funcionar como mentes?
4.1. A teoria da acção
A teoria da acção se relaciona com todos os de mais campos da filosofia, como a filosofia da
ética, a filosofia da linguagem, a filosofia da mente etc. Qualquer avanço nessas diversas
correntes filosóficas se confrontará com as perguntas cruciais da teoria da acção. Por
exemplo: antes de se poder elucidar a natureza da mente, é necessário entender-se o
relacionamento entre os estados mentais e as acções. Bem como, as distinções entre os
diversos tipos de fala, e seus mútuos relacionamentos que são de valores considerável na
investigação da linguagem. Da mesma forma as questões de responsabilidade não podem ser
discutidas sem observar-se os critérios de capacidade e incapacidade dos indivíduos, e de uma
análise entre actos intencionais e involuntários;
E assim por diante.
Os questionamentos da teoria da acção são os seguintes:
O que é um acto, e como esta relacionado com um agente?
Qual a conexão entre o acto e o desejo?
5. A relação da filosofia com outras ciências
Segundo filosofia dedica-se a tentar conhecer absolutamente tudo o que é de formação
humana ou racional, desde a moral, a ética e a política, ate a lógica, os fundamentos das
ciências, os fundamentos da matemática, as técnicas, as artes e etc.
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A pergunta “o que ” é antiga e importante para a composição de conhecimento filosófico, pois
ela busca péla essência de algo, possibilitando assim a enunciação do conceito que delimita o
que é perguntado. Não se pode afirmar que a filosofia é uma ciência por causa das diferenças
existentes entre o método e os objectos de estudo de uma e outra. Enquanto a ciência,
entendendo-a partir da concepção moderna busca conhecer objectos bem delimitados (cada
ciência responsabiliza-se por conhecer um objecto diferente, por exemplo a biologia, que
estuda a vida, e sociologia que estuda as formações sociais), a filosofia é ampla em relação a
possibilidade de estudos.
A filosofia surgiu muito antes das ciências. Enquanto as ciências, como as conhecemos,
datam do período da modernidade, mais ou menos no século XVI, a filosofia teria surgido no
século VI, a.C., o que há em comum entre essas duas áreas é a busca por um conhecimento
que seja valido, racional, que fuja de senso comum e que seja passível de validação, seja pela
razão (no caso da filosofia), seja pelas demonstrações e pesquisas empíricas (no caso da
ciência).
Nessa relação entre as duas áreas de conhecimento, é importante ressaltar que a filosofia é
uma espécie de “mãe” das ciências, por ser a primeira a questionar o conhecimento tradicional
do senso comum em busca de respostas mais racionais. As ciências encontraram caminhos
para formarem-se como uma busca de conhecimento racional, amparando-se na necessidade
de estabelecer-se algum tipo de validação do que é conhecido.
A filosofia ampara-se na racionalidade para pautar validar produto do seu conhecimento,
assim como a ciência. No entanto, em relação ao rigor metodológico, a ciência vai alem. O
método científico procura não somente pautar-se na racionalidade, como também provar
empiricamente, por meio de testes rigorosamente controlados, que as suas suspeitas são
verdadeiras.
Nesse sentido, enquanto a filosofia lida apenas com conceitos e argumentos, a ciência lida
com a prática. Alem disso, a filosofia é uma área ampla do saber que pode questionar e
investigar os mais diversos ramos de nossa sabedoria alem de fornecer fundamentos para
várias ciências.
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Conclusão
Chegado a este ponto, concluímos que a ferramenta primária da filosofia é a lógica, que trata
das regras para a argumentação apropriada. A diferença entre os argumentos indutivos e
dedutivos é o relacionamento entre as premissas e a conclusão. A Filosofia é uma ciência
ampla com distintas situações conceituam, na busca de respostas e explicasses do mundo para
o particular. A filosofia é a ciência mais antiga que as outras pois ela surge no inicio do século
VI e as ciências surgiram no século XVI, tentando explicar um determinado tema ou parte
humana onde a filosofia tenta explica o todo em diversas situações.
A filosofia provém do grego através de dois termos: philos (amar, gostar de) e sophia (saber,
sabedoria e conhecimento).
Nessa relação entre as duas áreas de conhecimento, é importante ressaltar que a filosofia é
uma espécie de “mãe” das ciências, por ser a primeira a questionar o conhecimento tradicional
do senso comum em busca de respostas mais racionais. As ciências encontraram caminhos
para formarem-se como uma busca de conhecimento racional, amparando-se na necessidade
de estabelecer-se algum tipo de validação do que é conhecido.
A filosofia ampara-se na racionalidade para pautar validar produto do seu conhecimento,
assim como a ciência. No entanto, em relação ao rigor metodológico, a filosofia ocupa a
maior parte do universo na construção do conhecimento e sua explicação.
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Referências bibliográficas
OLIVEIRA, Manfredo Araújo de, A filosofia na crise da modernidade. 3 Ed. São Paulo:
Edições Loyola, 2001.
Transcendental. IEDA, Módulo 3-Teoria do Conhecimento.
Norman L. Geisler e Paul D. Finrberg, introducao a filosofia – uma perspectiva crista. Sp:
vida nova 1999. 11-64.
Maria Celeste Natario, (2010, p.195-202) da filosofia: entre religiao e ciência
Bertrand, R. A. Filosofia entre a Religião e a Ciência (artigo, Pp. 1- 18
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