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Bula - Boral

Este documento fornece instruções de uso para o herbicida Boral® 500 SC, incluindo culturas, plantas alvo, doses recomendadas e épocas de aplicação. O herbicida é à base de sulfentrazone e é recomendado para o controle pré-emergente de plantas como capim-braquiária em culturas como abacaxi.

Enviado por

Ana Flávia
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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Bula - Boral

Este documento fornece instruções de uso para o herbicida Boral® 500 SC, incluindo culturas, plantas alvo, doses recomendadas e épocas de aplicação. O herbicida é à base de sulfentrazone e é recomendado para o controle pré-emergente de plantas como capim-braquiária em culturas como abacaxi.

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FMC Química do Brasil Ltda.

Av. Dr. José Bonifácio Coutinho Nogueira,150


1º A. Jd Madalena - Galleria Plaza
13.091-611 Campinas - SP - Brasil
+ 55 19 2042-4500
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BORAL® 500 SC
Herbicida

Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA - sob n° 07495


COMPOSIÇÃO:
2',4'-dichloro-5'-(4-difluoromethyl-4,5-dihydro-3-methyl-5-oxo-1H-1,2,4-triazol-1-yl)
methanesulfonanilide (SULFENTRAZONA)..........................................................500,0 g/L (50,0% m/v)
Outros ingredientes...............................................................................................700,0 g/L (70,0% m/v)
GRUPO E HERBICIDA
CONTEÚDO: Vide rótulo
CLASSE: Herbicida Pré-emergente, Seletivo Condicional de Ação Sistêmica
GRUPO QUÍMICO: Sulfentrazona: Triazolona.
TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC)

TITULAR DO REGISTRO (*):


FMC QUIMICA DO BRASIL LTDA.
Av. Dr. José Bonifácio Coutinho Nogueira, 150 - 1o andar
CEP: 13091-611 - Campinas/SP - CNPJ: 04 136.367/0001-98
Fone/Fax: (19) 2042-4500
Número de registro do estabelecimento/Estado: 423 CDA/SP
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:


Sulfentrazone Técnico - Registro MAPA nº 07395
FMC Corporation - 1701 Patapsco Avenue, Baltimore, Maryland – EUA
Jiangsu Baozong & Baoda Pharmachem CO., Ltd. - Nº 10 Yuejiang Road, Changjiang Town, Rugao,
Jiangsu 226532 – China
Boral Técnico - Registro MAPA nº 07606
Zhejiang Lianhe Chemical Technology CO. - Sanjiang RD, Huangyan, Zhejiang – China
Jiangsu Lianhe Chemical Technology CO., Ltd. - Weisan RD, Chenjiagang, Xiangshui, Jiangsu –
China
Shanghai Baoda Veterinary Pharmaceutical CO., Ltd. - 7738 HuTai Road,Baoshan District 201908
- Shanghai – China
Sulfentrazone Técnico Tagros – Registro MAPA nº 40218
Tagros Chemicals India Private Limited.
A-4/1&2, Sipcot Industrial Complex, Pachayankuppam, 607 005 Cuddalore, Tamil Nadu - India
SNT Técnico – Registro MAPA nº 37818
Oriental (Luzhou) Agrochemicals Co., Ltd
B. Xinle Town, Naxi District, Luzhou City 646300 Sichuan Province – China

FORMULADOR:
FMC Química do Brasil Ltda.
Avenida Antônio Carlos Guillaumon, 25 - Distrito Industrial III
CEP: 38001-970 - Uberaba/MG - CNPJ: 04 136.367/0005-11
Número de registro do estabelecimento/Estado: 210 IMA/MG
FMC Química do Brasil Ltda.
Rodovia Presidente Dutra, S/N, km 280 A – Pombal
CEP: 27365-000 - Barra Mansa/RJ - CNPJ 04.136.367/0037-07
Número de registro do estabelecimento/Estado: LOR nº IN051696 - INEA/RJ
FMC Corporation
Highway 17 E, Wyoming Illinois 61491 – EUA
BASF S.A.
Avenida Brasil, 791 - Bairro Engenheiro Neiva
CEP:12521-140 - Guaratinguetá/SP - CNPJ: 48.539.407/0002-07
Número de registro do estabelecimento/Estado: 487 CDA/SP
Bayer S.A.
Estrada da Boa Esperança, 650 – Bairro Bom Pastor
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CEP: 26110-120 - Belford Roxo/RJ - CNPJ: 18.459.628/0033-00
Número de registro do estabelecimento/Estado: 004052 FEEMA LO

Lanxess Indústria de Poliuretanos e Lubrificantes Ltda


Avenida Brasil, 5333 - Distrito Industrial
CEP: 13505-600 - Rio Claro/SP - CNPJ: 68.392.844/0001-69
Número de registro do estabelecimento/Estado: 235 CDA/SP
Iharabras S/A Indústrias Químicas
Avenida Liberdade, 1701 – Bairro Cajuru do Sul
CEP: 18087-170 - Sorocaba/SP - CNPJ: 61.142.550/0001-30
Número de registro do estabelecimento/Estado: 708 CDA/SP
Nortox S.A.
Rodovia BR 369, km 197
CEP: 86700-970 - Arapongas/PR - CNPJ: 75.263.400/0001-99
Número de registro do estabelecimento/Estado: 000466 SEAB/PR
Nortox S. A.
Rodovia BR 163, km 116
CEP: 78740-275 - Rondonópolis/MT - CNPJ: 75.263.400/0011-60
Número de registro do estabelecimento/Estado: 183/06 INDEA/MT
Ouro Fino Química S.A.
Av. Filomena Cartafina, 22335, quadra 14, lote 5 – Distrito Industrial III
CEP: 38044-750 - Uberaba/MG - CNPJ: 09.100.671/0001-07
Número de registro do estabelecimento/Estado: 8.764 IMA/MG
Sipcam Nichino Brasil S.A.
Rua Igarapava, 599 - Distrito Industrial III
CEP: 38044-755 - Uberaba/MG - CNPJ: 23.361.306/0001-79
Número de registro do estabelecimento/Estado: 2972 IMA/MG (Comércio e Indústria)
e 6627 IMA/MG (Armazenador e Comércio)
Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda.
Av. Roberto Simonsen, 1459 - Bairro Recanto dos Pássaros
CEP: 13148-030 - Paulínia/SP - CNPJ: 03.855.423/0001-81
Número de registro do estabelecimento/Estado: 477 CDA/SP
UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A.
Rodovia Sorocaba-Pilar do Sul, km 122 - Salto de Pirapora/SP
CEP:18160-000 - CNPJ: 02.974.733/0010-43
Número de registro do estabelecimento/Estado: 4153 CDA/SP

No do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:

ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E


CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
AGITE ANTES DE USAR
Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme
previsto no Art. 4º do Decreto nº 7.212 de 15 de junho de 2010).

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 4 - PRODUTO POUCO TÓXICO


POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II – MUITO PERIGOSO AO MEIO
AMBIENTE
Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C

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INSTRUÇÕES DE USO
O herbicida Boral® 500 SC pertence à classe pré-emergente de ação sistêmica, recomendado para o
controle de plantas infestantes conforme recomendações abaixo:

Dose de No máximo
Volume
Culturas

Plantas infestantes produto Época e Intervalo de de


de calda
Nome comum / científico comercial aplicação aplicação
L/ha (1) por ciclo da
L/ha
cultura
Aplicação em pré-
Capim-braquiária emergência das plantas
Brachiaria decumbens 1,2 – 1,4 infestantes e em pós-
plantio da cultura,
através jato dirigido nas
200 entrelinhas.
Abacaxi

Beldroega 1
1,2 (terrestre)
Portulaca oleracea Capim-favorito: a
aplicação visando o
controle de Capim-
favorito deve ser
Capim-favorito
realizada somente em
Rhynchelitrum repens 0,8 – 1,2
solo leve e médio.

Tiririca
Cyperus rotundus 1,6

Beldroega
Portulaca oleracea

Capim-braquiária
Brachiaria decumbens
Cana-de-açúcar

Capim-carrapicho
Cenchrus echinatus 300 –
Aplicar em pós-plantio
400
da cultura e em pré-
Capim-colchão (terrestre)
emergência das plantas
Digitaria horizontalis 1
1,2 10 a 40 infestantes e da cultura.
(aérea)
Capim-colonião (sementes)
Panicum maximum

Capim-marmelada
Brachiaria plantaginea

Capim-pé-de-galinha
Eleusine indica

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No máximo
Dose de
Culturas

Volume de
Plantas infestantes produto Época e Intervalo de
de calda aplicação
Nome comum / científico comercial aplicação
L/ha (1) por ciclo da
L/ha
cultura

Caruru
Amaranthus viridis

Corda-de-viola
Ipomoea grandifolia

Erva-quente
Spermacoce alata
Cana-de-açúcar

300 –
400 Aplicar em pós-plantio
Guanxuma-branca da cultura e em pré-
1,2 (terrestre) 1
Sida glaziovii emergência das plantas
infestantes e da cultura.
10 a 40
Leiteiro (aérea)
Euphorbia heterophylla

Poaia-branca
Richardia brasiliensis

Trapoeraba
Commelina benghalensis

Capim-carrapicho
Cenchrus echinatus

Capim-colchão
Digitaria horizontalis

Aplicação na pré-
Caruru
emergência das
Amaranthus retroflexus 200 –
Citros

plantas infestantes em
1,2 – 1,4 400 1
cítricos adultos, com
Grama-seda (terrestre)
jato dirigido para o
Cynodon dactylon
solo.

Picão-preto
Bidens pilosa

Trapoeraba
Commelina benghalensis

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No máximo
Dose de
Culturas

Volume de
Plantas infestantes produto Época e Intervalo de
de calda aplicação
Nome comum / científico comercial aplicação
L/ha (1) por ciclo da
L/ha
cultura

Capim-colchão
Digitaria horizontalis

Capim-pé-de-galinha
Eleusine indica

Caruru Aplicação na pré-


Amaranthus viridis emergência das
200 – plantas infestantes em
Café

1,4 400 1
cafeeiros adultos, com
(terrestre)
Losna-branca jato dirigido para o
Parthenium hysterophorus solo.

Picão-preto
Bidens pilosa

Tiririca
Cyperus rotundus

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No máximo
Culturas

Dose de de
Volume
Plantas infestantes produto aplicação
de calda Época e Intervalo de aplicação
Nome comum / científico comercial L/ha por ciclo da
L/ha (1)
cultura
Aplicação em pré- emergência no
pré- plantio das mudas de fumo e
Caruru-roxo
0,6 no pós-plantio em jato dirigido na
Amaranthus hybridus
entre-linha da cultura.

Aplicar somente em solos leves e


médios. As menores doses
devem ser utilizadas em solos
Capim-papuã leves e as maiores doses em
0,8
Brachiaria plantaginea solos médios.

A aplicação pode ser feita de


duas formas:

Na linha de plantio, sobre o


Leiteiro camalhão, 1 dia antes do
0,8* Transplante das mudas do fumo,
Euphorbia heterophylla
em uma faixa de 50 cm.
100 – Poderá ocorrer injúria leve na
Fumo

200 cultura no período próximo à


(terrestre) aplicação do produto, quando
aplicado sobre o camalhão em
pré-plantio, entretanto a 1
recuperação da cultura ocorre
entre 15 a 30 dias após a
aplicação.
Tiririca
Cyperus rotundus 0,6 – 0,8*
Na entrelinha de plantio, logo
após o último cultivo; em pré-
emergência das plantas
infestantes, em uma faixa que
varia de 50 a 60cm, evitando o
contato do produto com as plantas
de fumo para não haver injúria

Poaia-branca *Na aplicação na entrelinha em


0,6 – 0,8 condições de alta infestação de
Richardia brasiliensis
Cyperus rotundus e Euphorbia
heterophylla, utilizar dose de
1L/há (produto comercial)

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No máximo
Culturas

Dose de
Volume de
Plantas infestantes produto Época e Intervalo de
de calda aplicação
Nome comum / científico comercial aplicação
L/ha (1) por ciclo da
L/ha
cultura
Aplicação em pós-
emergência das
plantas infestantes
Trapoeraba (dessecação) antes
Commelina benghalensis do plantio da cultura
250 –
(dessecação)

da soja.
300
(terrestre)
Soja

0,2 – 0,4 Aplicar quando as 1


plantas infestantes
10 a 40
estiverem no máximo
(aérea)
Corda-de-viola com 6 a 8 folhas e
Ipomoea grandifolia porcentagem de
cobertura do solo até
20% a 35%,
respectivamente.

Capim-arroz Aplicação em pré-


Echinochloa crusgalli emergência das
plantas infestantes e
da cultura, no pós-
Capim-braquiária
plantio, tanto no
Brachiaria decumbens 250 –
(solo pesado)

sistema convencional
300
Soja

como no plantio direto.


Capim-carrapicho (terrestre)
1,2 1
Cenchrus echinatus
A dose recomendada
10 a 40
é para solos pesados.
Capim-colchão (aérea)
Não utilizar o
Digitaria horizontalis
herbicida Boral® 500
SC nesta dose em
Capim-colonião (sementes)
solos leves e médios,
Panicum maximum
pois poderá ocorrer

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No máximo
Culturas

Dose de
Volume de
Plantas infestantes produto Época e Intervalo de
de calda aplicação
Nome comum / científico comercial aplicação
L/ha (1) por ciclo da
L/ha
cultura
Fitotoxicidade na
Capim-custódio
cultura.
Pennisetum setosum
A aplicação deverá
Capim-marmelada
ser feita sempre antes
Brachiaria plantaginea
da emergência da
cultura da soja. O
Capim-pé-de-galinha
herbicida Boral®
Eleusine indica
500 SC aplicado no
“cracking” da soja ou
Amendoim-bravo
em plantas emergidas
Euphorbia heterophylla
causará danos à
cultura.
Beldroega
Portulaca oleracea Plantio direto: usar
no controle das
Carrapicho-de-carneiro seguintes plantas
Acanthospermum hispidum daninhas: Amendoim-
Soja (solo pesado)

bravo, Capim-
Carrapicho-rasteiro braquiária, Capim-
Acanthospermum australe marmelada, Capim-
250 – colchão, Corda-de- 1
Caruru-roxo 300 viola e Guanxuma, na
Amaranthus hybridus (terrestre) seguinte sequência:
1a: dessecação de
1,2 10 a 40
Cheirosa plantas daninhas
Hyptis suaveolens (aérea) (manejo químico);
2a: plantio; e
a
Corda-de-viola 3 : aplicação do
Ipomoea grandifolia herbicida Boral®
500 SC, sempre na
Desmódio dose de 1,2 L/ha.
Desmodium tortuosum

Erva-quente
Spermacoce alata

Erva-palha
Blainvillea latifolia

Falsa-serralha
Emilia sonchifolia

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Culturas

Dose de
Volume de
Plantas infestantes produto Época e Intervalo de
de calda aplicação
Nome comum / científico comercial aplicação
L/ha (1) por ciclo da
L/ha
cultura

Guanxuma
Sida rhombifolia

Joá-de-capote
Nicandra physaloides

Maria-pretinha
Soja (solo pesado)

Solanum americanum

Mentrasto
250 –
Ageratum conyzoides
300
(terrestre)
Poaia-branca
Richardia brasiliensis 1,2 10 a 40
(aérea)
Picão-preto
Bidens pilosa
1
Trapoeraba
Commelina benghalensis

Aplicação em pré-
emergência das
plantas infestantes e
da cultura.
250 –
Soja (solo

300 Aplicação no plantio


Trapoeraba (terrestre) convencional deve ser
leve)

0,4 – 0,6
Commelina benghalensis realizada somente
10 a 40 para solo leve e
(aérea) médio. O herbicida
Boral® 500 SC
aplicado na pós-
emergência da soja
causará danos à
cultura.

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Culturas

Dose de
Volume de
Plantas infestantes produto Época e Intervalo de
de calda aplicação
Nome comum / científico comercial aplicação
L/ha (1) por ciclo da
L/ha
cultura
Aplicação em pré-
Emergência das
Amendoim-bravo plantas infestantes e
Euphorbia heterophylla da cultura.
250 –
(solo leve e médio)

300 Aplicação no plantio


(terrestre) convencional deve ser
0,8
Soja

realizada somente 1
10 a 40 Para solo leve
(aérea) médio. O herbicida
Caruru-roxo
Boral® 500 SC
Amaranthus hybridus
aplicado na pós-
emergência da soja
Causará danos à
cultura.
(1) O volume indicado poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do equipamento
de aplicação.

MODO DE APLICAÇÃO:
O herbicida Boral® 500 SC pode ser aplicado por via terrestre, através de pulverizadores costais ou
tratorizados e por via aérea, conforme recomendações para cada cultura. Além das recomendações
acima para as culturas indicadas, levar em consideração que o solo deve estar livre de torrões,
previamente eliminados por um bom preparo do solo pela gradagem. Como todos os herbicidas, o
produto necessita de uma quantidade mínima de umidade no solo para sua ativação. Na ausência
desta, deve-se aguardar uma chuva leve (maior que 10mm). Neste caso, se houver plantas infestantes
já germinadas, as mesmas devem ser eliminadas através de um cultivo superficial (tratorizado ou
manual) nas entrelinhas, evitando-se o movimento intenso do solo para manter o produto na camada
superficial. Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura do solo. Siga sempre
as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento. Consulte sempre
o Engenheiro Agrônomo responsável.

Preparo da Calda:
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no
item “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”.
Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado,
regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao
aplicador e ao meio ambiente.
Adicione o produto ao tanque do pulverizador quando este estiver com pelo menos ½ de sua
capacidade preenchido com água limpa e o sistema de agitação ligado. Complete o volume do tanque
do pulverizador com água até atingir o volume de calda recomendado.

Cuidados durante a aplicação:


Independente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá
ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.
Fechar a saída da calda da barra do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento
aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.

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Gerenciamento de deriva:
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de
água, criações e áreas de preservação ambiental.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de
pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento
utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar
com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência.
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.

Inversão térmica: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas
diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que
permanece perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela
elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco
ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a
manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não
houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de
uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica
a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com
movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.

EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:

Aplicação Terrestre
Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento
utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores
mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem
prejudicar a cobertura e eficiência do produto.
Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro
Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de
gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros
operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação
desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.
Ajuste da barra: ajuste a barra de forma a obter uma distribuição uniforme do produto, de acordo com
o desempenho dos elementos geradores de gotas. Todas as pontas da barra deverão ser mantidas à
mesma altura em relação ao topo das plantas ou do alvo de deposição. Regule a altura da barra para
a menor possível a fim de obter uma cobertura uniforme e reduzir a exposição das gotas à evaporação
e ao vento.
Faixa de deposição: utilize distância entre pontas na barra de aplicação de forma a permitir maior
uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição.
Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para
as culturas sensíveis. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação.
Pressão: Selecionar a pressão de trabalho do equipamento em função do volume de calda e da classe
de gotas.
Condições Climáticas:
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores
apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
• Temperatura ambiente abaixo de 30oC.
• Umidade relativa do ar acima de 50%.
• Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora.
• As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as
mais recomendadas.

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1º A. Jd Madalena - Galleria Plaza
13.091-611 Campinas - SP - Brasil
+ 55 19 2042-4500
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[Link]

Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas


indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do
Engenheiro Agrônomo.

As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo


responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do
equipamento e tecnologia de aplicação empregada.

Aplicação aérea
Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas
práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições
constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagrícolas e
sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável.

Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para tal finalidade e providas de barras
apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura
do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.

Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento
utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores
mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem
prejudicar a cobertura e eficiência do produto.
Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro
Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de
gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros
operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação
desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.
Ajuste de barra: ajuste a barra de forma a obter distribuição uniforme do produto, de acordo com o
desempenho dos elementos geradores de gotas.
Altura do voo: de 3 a 4 metros em relação do topo das plantas ou do alvo de deposição, garantindo
sempre a devida segurança ao voo e a eficiência da aplicação.
Faixa de deposição: A faixa de deposição efetiva é uma característica específica para cada tipo ou
modelo do avião e representa um fator de grande influência nos resultados da aplicação. Observe uma
largura das faixas de deposição efetiva de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa
cobertura.
Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para
as culturas sensíveis. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação.
Volume de calda: 10 a 40L/ha ou conforme recomendação do tipo de aeronave utilizada.

Condições Climáticas:
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores
apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
• Temperatura ambiente abaixo de 30oC.
• Umidade relativa do ar acima de 50%.
• Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora.
• As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as
mais recomendadas.

Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas


indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do
Engenheiro Agrônomo.

As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo


responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do
equipamento e tecnologia de aplicação empregada.

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LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado.
Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de
proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde
Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis.
Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na
região da aplicação.

INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo entre a última aplicação e a colheita):


Culturas Intervalo de segurança (dias)
Abacaxi 60
Café 130
Cana-de-açúcar e Soja (1)
Citros 200
Fumo UNA
UNA - Uso não alimentar
(1) - Não determinado devido a modalidade de emprego.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:


Não deve ocorrer a reentrada de pessoas antes de 24 horas após aplicação, a menos que se use
roupas protetoras.

LIMITAÇÕES DE USO:
- Uso exclusivamente agrícola.
- Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
- O produto deve ser utilizado somente nas culturas para as quais está registrado, respeitando o
intervalo de segurança para cada cultura.
- Cana soca recém germinada: poderá́ ocorrer “queimas” localizadas na aplicação em cana-soca
recém geminada, quando houve contato do produto com as folhas ou brotação, com recuperação rápida
sem afetar o desenvolvimento ou a produtividade da cultura.
- Soja: Evitar sobreposição de faixas de aplicação; se isto ocorrer, poderá haver danos à cultura da
soja. A aplicação deverá ser feita sempre antes da emergência da cultura da soja. O herbicida Boral
500® SC aplicado no “cracking” da soja ou em plantas emergidas causará danos à cultura.
- A tolerância de novas variedades ao produto deverá ser estabelecida antes de ser usado em larga
escala. Consulte o fornecedor de sementes de sua região ou o representante técnico da FMC de sua
região.
- Injúria na cultura da soja poderá ocorrer em solos pouco drenados, muito compactados ou em solos
saturados por longo período de tempo.
- Se houver falhas no plantio devido a condições climáticas, apenas a soja deverá ser replantada. Não
reaplicar o herbicida Boral® 500 SC, pois poderá ocorrer injúria.
- Um período mínimo de 18 meses após a aplicação do herbicida Boral® 500 SC é exigido para a
rotação com a cultura de algodão.

Fitotoxicidade: Soja: Na ocorrência de chuvas excessivas após a aplicação em solos altamente


arenosos, poderá ocorrer leve clorose nas folhas de soja, entretanto, estas recuperam-se, não havendo
prejuízos para produtividade.
- Outras culturas: Desde que sejam seguidas as recomendações de uso, o produto não causa
fitotoxicidade nas culturas registradas.

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INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM


UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:


VIDE MODO DE APLICAÇÃO.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA


EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,


TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE


PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS:

GRUPO E HERBICIDA

O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação,
levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.

Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a
resistência, seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo E para o controle do mesmo
alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados
e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD:
[Link]), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos
Herbicidas (HRAC-BR: [Link]), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
(MAPA: [Link]).

O produto herbicida Boral® 500 SC é composto por Sulfentrazona, que apresenta mecanismo de ação
dos Inibidores da Protox, pertencente ao Grupo E, segundo classificação internacional do HRAC
(Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS INFESTANTES:


Deve-se sempre utilizar as técnicas de manejo integrado das plantas infestantes. Como exemplo, a
adoção da rotação de culturas, a qual permite a utilização de diferentes métodos de controle além do
uso de herbicidas. Outros métodos também devem ser utilizados dentro de um manejo integrado, como
o controle mecânico, manual ou através de roçadas e a limpeza de máquinas.

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DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.


PRODUTO PERIGOSO.
USE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola;
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;
- Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados;
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com
a boca;
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil
fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas
de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado;
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe
do alcance de crianças e animais;
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas;
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à
forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:


- Utilize Equipamento de Proteção Individual Recomendado (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente
com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das
botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro combinado (filtro químico contra
vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2), óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe
e luvas de nitrila;
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados;
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos;
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:


- Evite o máximo possível o contato com a área tratada;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita);
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver
sendo aplicado o produto;
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
melhores condições climáticas para cada região;
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas
também entrem em contato, com a névoa do produto;
- Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas
de borracha, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico
classe P2), óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.

Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação
em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança

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PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.” e manter os
avisos até o final do período de reentrada;
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados para o uso durante a aplicação;
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a
aplicação;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita);
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar
contaminação;
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais;
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da
família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação;
- Não reutilizar a embalagem vazia;
- No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão
hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha;
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:
touca árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara;
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida;
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.

Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação
em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

Nocivo se ingerido
ATENÇÃO
Nocivo se inalado

PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a


embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
• Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica.
Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
• Olhos: Em caso de contato, retirar lentes de contato, se presentes. Lavar com água corrente em
abundância durante pelo menos 15 minutos, elevando as pálpebras ocasionalmente. Evite que a
água de lavagem entre no outro olho.
• Pele: Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
• Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.

- INTOXICAÇÕES POR

– BORAL® 500 SC –
Herbicida
INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico SULFENTRAZONA: triazolona.


Classe toxicológica Categoria 4 – Produto pouco tóxico.

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Vias de exposição Dérmica e inalatória.
Outras vias potenciais de exposição, como oral e ocular, não são esperadas
considerando a indicação de uso do produto e dos EPIs apropriados.
Toxicocinética Sulfentrazona: em ratos, a substância foi rápida e amplamente absorvida pelo
trato gastrointestinal após administração oral, com quase todo o material
radiomarcado recuperado na urina. A meia vida de eliminação plasmática foi
de 12 e 48 horas na menor e maior dose, respectivamente.
A sulfentrazona foi extensivamente metabolizada, com menos de 2% do
composto inalterado recuperado na urina. O principal metabólito identificado
foi o 3-hidroxi-metil-sulfentrazona, do qual apenas uma pequena quantidade
foi posteriormente metabolizada em ácido 3-carboxílico-sulfentrazona. A
eliminação foi rápida, com 84-104% da dose administrada excretada pela
urina, fezes (<6%) e ar expirado (<0,01%) dentro de 72 horas após o
tratamento. Não foram encontradas diferenças importantes relacionadas ao
sexo no padrão cinético da substância. Não houve evidência de bioacumulação
nos tecidos.
Toxicodinâmica Sulfentrazona: não são conhecidos os mecanismos específicos de toxicidade
desta substância em humanos. O mecanismo de ação herbicida da
sulfentrazona nas plantas alvo está relacionado com a inibição da enzima
protoporfirinogênio oxidase (PPO) na via biossintética da clorofila. Em animais
de experimentação, o sistema hematopoiético foi identificado como alvo de
toxicidade em estudos de exposição repetida, evidenciado por sinais de
anemia e aumento nos níveis de porfirina sanguínea, consistente com a
inibição da PPO presente na cadeia de biossíntese do grupamento heme das
hemoglobinas.
Sintomas e sinais Não são conhecidos sintomas específicos do produto formulado em humanos.
clínicos Em estudos em animais de experimentação, o produto foi considerado nocivo
se ingerido ou inalado. A aplicação do produto não provocou irritação dérmica
ou ocular, também não causou sensibilização dérmica.

Sulfentrazona: não são conhecidos sintomas específicos em humanos. Com


base em estudos em animais, por causar inibição da enzima
protoporfirinogênio oxidase (PPO), a exposição crônica ou a exposição aguda
oral a grandes quantidades da substância pode levar à redução de eritrócitos
e, em casos mais graves, anemia.
Exposição cutânea: em contato com a pele, pode causar irritação, com
ardência e vermelhidão.
Exposição respiratória: quando inalado, pode causar irritação do trato
respiratório, com tosse, ardência do nariz, boca e garganta.
Exposição ocular: em contato com os olhos, pode causar irritação, com
ardência e vermelhidão.
Exposição oral: a ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal, com
vômito, náuseas, dor abdominal e diarreia.
Efeitos crônicos: Não são conhecidos efeitos de toxicidade após exposição
crônica em humanos.
Diagnóstico O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência
de quadro clínico compatível.
Sulfentrazona: em pacientes com suspeita de porfiria devem ser observados
hemograma completo, enzimas hepáticas, perfil metabólico básico, urinálise e
níveis de porfirina no soro.
Tratamento CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: Evitar aplicar
respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto. A pessoa
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Tratamento que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das
medidas de descontaminação, deverá estar protegida por equipamento de
segurança, de forma a não se contaminar com o agente tóxico.

Tratamento geral e estabilização do paciente: As medidas gerais devem


estar orientadas à estabilização do paciente com avaliação de sinais vitais e
medidas sintomáticas e de manutenção das funções vitais (frequência cardíaca
e respiratória, além de pressão arterial e temperatura corporal). Estabelecer
via endovenosa. Avaliar estado de consciência.
- Monitorar os níveis de eletrólitos séricos e a função renal em casos de
intoxicação pelo monoetilenoglicol.

Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de
secreções orais se necessário. Administrar oxigênio conforme necessário para
manter adequada perfusão tecidual. Em caso de intoxicação severa, pode ser
necessária ventilação pulmonar assistida.

Medidas de Descontaminação e tratamento:


O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental
impermeáveis.

Exposição oral:
- Em caso de ingestão do produto, a indução do vômito não é recomendada.
Entretanto, também não é indicada a sua inibição, caso ele ocorra de forma
espontânea em pacientes intoxicados.
- Lave a boca com água em abundância. Em caso de vômito espontâneo,
mantenha a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o
indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
- Carvão ativado: os benefícios do carvão ativado não são conhecidos em
casos de intoxicação por sulfentrazona. Avaliar a necessidade de
administração de carvão ativado. Se necessário, administrar uma suspensão
de carvão ativado em água (240 mL de água/30 g de carvão). Dose usual -
adultos/adolescentes: 25 a 100 g; crianças 25 a 50 g (1 a 12 anos) e 1 g/kg
(menos de 1 ano de idade).
- Lavagem gástrica: lavagem gástrica geralmente não é recomendada.
Somente cogitar a descontaminação gastrintestinal após ingestão da
substância em uma quantidade potencialmente perigosa à vida e se puder ser
realizada logo após a ingestão (geralmente dentro de 1 hora).

Exposição inalatória:
Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações
respiratórias e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade
respiratória, avaliar quanto à irritação do trato respiratório, edema pulmonar,
bronquite ou pneumonia. Administrar oxigênio e auxiliar na ventilação,
conforme necessário.

Exposição dérmica:
Remover as roupas e acessórios contaminados e proceder descontaminação
cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios), unhas e cabelos.
Lavar a área exposta com água em abundância e sabão. Se a irritação ou dor
persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.

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Tratamento Exposição ocular:
Lavar os olhos expostos com grande quantidade de água à temperatura
ambiente por, pelo menos, 15 minutos. Se irritação, dor, inchaço,
lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado
para tratamento específico.

ANTÍDOTO: não existe antídoto específico conhecido. Tratamento sintomático


e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções
vitais.

Medidas sintomáticas e de manutenção:


- Considerar a administração de inibidores da enzima álcool desidrogenase
(ADH) como etanol e fomepizol em casos de intoxicação por monoetilenoglicol
para inibir a formação de metabólitos tóxicos. O regime de dose a ser aplicado
deve ser avaliado pelo médico de acordo com a gravidade do caso clínico.
- Em casos de acidose metabólica grave, considerar a realização de
hemodiálise após a administração de inibidores de ADH.
Contraindicações A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de
pneumonite química.
A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos protetores
das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não
intubados; pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e
ingestão de quantidade não significativa.
Efeitos das interações Não disponível.
químicas
ATENÇÃO Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e
tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional
de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
(RENACIAT/ANVISA/MS).
As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e
Agravos de Notificação Compulsória.
Notifique o caso no sistema de informação de agravos de notificação
(SINAN/MS).
Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefone de Emergência da Empresa: 0800 3435450 e (34) 3319-3019 (24
horas)
Endereço eletrônico da empresa: [Link]

Mecanismo de ação, absorção e excreção para animais de laboratório:

“Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”.

EFEITOS AGUDOS E CRÓNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

Efeitos agudos
DL50 oral em ratos: 300-2000 mg/kg p.c.
DL50 dérmica em ratos: >4000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos (4 horas): não determinada nas condições do teste (>2,933 mg/L).
Corrosão/irritação cutânea em coelhos: o produto aplicado na pele de coelhos não produziu sinais de
irritação. Nas condições de teste, o produto foi classificado como não irritante para a pele.
Corrosão/irritação ocular em coelhos: o produto aplicado nos olhos dos coelhos produziu hiperemia na
conjuntiva em 3/3 dos olhos testados e quemose em 1/3 dos olhos testados. Todos os sinais de irritação

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foram completamente revertidos dentro de 24 horas após a aplicação. Não foram observados efeitos
na córnea ou na íris dos animais. Nas condições de teste, o produto foi classificado como não irritante
para os olhos.
Sensibilização cutânea em cobaias: não sensibilizante.
Mutagenicidade: o produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa
em bactérias (Teste de Ames) nem no teste de micronúcleo em medula óssea de camundongos.

Efeitos crônicos
Sulfentrazona: Em estudos subcrônicos e crônicos, conduzidos com o produto técnico (Sulfentrazona)
em cães, camundongos e ratos, os principais efeitos observados foram alterações nos parâmetros
hematológicos, tal como a diminuição dos valores de hemoglobina e hematócrito. Não apresentou
potencial carcinogênico. Estudos conduzidos em células procariontes (in vitro) e eucariontes (in vivo)
demonstram que a sulfentrazona não apresentou potencial genotóxico. Alterações sobre o
desenvolvimento embriofetal foram observadas em ratos e coelhos após exposição intrauterina, assim
como efeitos sobre os parâmetros reprodutivos masculinos. Porém, para todos os efeitos, doses
seguras de exposição à sulfentrazona foram estabelecidas.

EFEITOS ADVERSOS CONHECIDOS:


Por não ser produto com finalidade terapêutica, não há como caracterizar efeitos adversos em
humanos.

SINTOMAS DE ALARME:
Não são conhecidos.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO


MEIO AMBIENTE

Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (Classe I).
(X) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (Classe II).
( ) Perigoso ao Meio Ambiente (Classe III).
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (Classe IV).
− Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento no solo,
podendo atingir principalmente águas subterrâneas;
− Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente;
− Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismo aquático (algas);
− Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
Não utilize equipamento com vazamentos.
− Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
− Aplique somente as doses recomendadas.
− Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água.
− Evite a contaminação da água.
− A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do
solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
− Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento
público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas,
agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
− Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às
atividades aeroagrícolas.

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1º A. Jd Madalena - Galleria Plaza
13.091-611 Campinas - SP - Brasil
+ 55 19 2042-4500
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2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E


PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
− Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
− O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
rações ou outros materiais.
− A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
− O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
− Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
− Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
− Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas
ou para o recolhimento de produtos vazados.
− Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
− Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:


Isole e sinalize a área contaminada.
− Contate as autoridades locais competentes e a Empresa FMC QUÍMICA DO BRASIL LTDA.
Telefone de emergência 0800-3435450 ou (34) 3319-3019.
− Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de
borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
− Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros,
drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o
auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto
derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do
telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha
esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a
empresa registrante conforme indicado acima.
• Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal,
contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que
as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características
do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
− Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO 2, PÓ
QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E


DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):

Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
− Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
posição vertical durante 30 segundos;
− Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
− Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
− Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
− Faça esta operação três vezes;
− Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
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Lavagem sob Pressão:


Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes
procedimentos:
− Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
− Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
− Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
− A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
− Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes


procedimentos:
− Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida
sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
− Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
− Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
− Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA


Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não
lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA


No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL


ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA


O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando
existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA


No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem
vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local
indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
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prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do
prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA


O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em são plástico
transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre,
o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA


No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do
prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens
Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido
nos Canais de distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)


ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA


O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA


É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS


A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.

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É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM
VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA


EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
A Destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO


Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
ambiental competente.

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS


O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica,
que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os
agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou
outros materiais.

6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO


FEDERAL OU MUNICIPAL

Observe as restrições e/ou disposições constantes na legislação estadual e/ou municipal concernentes as
atividades agrícolas.

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