Bula - Boral
Bula - Boral
BORAL® 500 SC
Herbicida
FORMULADOR:
FMC Química do Brasil Ltda.
Avenida Antônio Carlos Guillaumon, 25 - Distrito Industrial III
CEP: 38001-970 - Uberaba/MG - CNPJ: 04 136.367/0005-11
Número de registro do estabelecimento/Estado: 210 IMA/MG
FMC Química do Brasil Ltda.
Rodovia Presidente Dutra, S/N, km 280 A – Pombal
CEP: 27365-000 - Barra Mansa/RJ - CNPJ 04.136.367/0037-07
Número de registro do estabelecimento/Estado: LOR nº IN051696 - INEA/RJ
FMC Corporation
Highway 17 E, Wyoming Illinois 61491 – EUA
BASF S.A.
Avenida Brasil, 791 - Bairro Engenheiro Neiva
CEP:12521-140 - Guaratinguetá/SP - CNPJ: 48.539.407/0002-07
Número de registro do estabelecimento/Estado: 487 CDA/SP
Bayer S.A.
Estrada da Boa Esperança, 650 – Bairro Bom Pastor
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Av. Dr. José Bonifácio Coutinho Nogueira,150
1º A. Jd Madalena - Galleria Plaza
13.091-611 Campinas - SP - Brasil
+ 55 19 2042-4500
[Link]
[Link]
CEP: 26110-120 - Belford Roxo/RJ - CNPJ: 18.459.628/0033-00
Número de registro do estabelecimento/Estado: 004052 FEEMA LO
No do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
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INSTRUÇÕES DE USO
O herbicida Boral® 500 SC pertence à classe pré-emergente de ação sistêmica, recomendado para o
controle de plantas infestantes conforme recomendações abaixo:
Dose de No máximo
Volume
Culturas
Beldroega 1
1,2 (terrestre)
Portulaca oleracea Capim-favorito: a
aplicação visando o
controle de Capim-
favorito deve ser
Capim-favorito
realizada somente em
Rhynchelitrum repens 0,8 – 1,2
solo leve e médio.
Tiririca
Cyperus rotundus 1,6
Beldroega
Portulaca oleracea
Capim-braquiária
Brachiaria decumbens
Cana-de-açúcar
Capim-carrapicho
Cenchrus echinatus 300 –
Aplicar em pós-plantio
400
da cultura e em pré-
Capim-colchão (terrestre)
emergência das plantas
Digitaria horizontalis 1
1,2 10 a 40 infestantes e da cultura.
(aérea)
Capim-colonião (sementes)
Panicum maximum
Capim-marmelada
Brachiaria plantaginea
Capim-pé-de-galinha
Eleusine indica
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No máximo
Dose de
Culturas
Volume de
Plantas infestantes produto Época e Intervalo de
de calda aplicação
Nome comum / científico comercial aplicação
L/ha (1) por ciclo da
L/ha
cultura
Caruru
Amaranthus viridis
Corda-de-viola
Ipomoea grandifolia
Erva-quente
Spermacoce alata
Cana-de-açúcar
300 –
400 Aplicar em pós-plantio
Guanxuma-branca da cultura e em pré-
1,2 (terrestre) 1
Sida glaziovii emergência das plantas
infestantes e da cultura.
10 a 40
Leiteiro (aérea)
Euphorbia heterophylla
Poaia-branca
Richardia brasiliensis
Trapoeraba
Commelina benghalensis
Capim-carrapicho
Cenchrus echinatus
Capim-colchão
Digitaria horizontalis
Aplicação na pré-
Caruru
emergência das
Amaranthus retroflexus 200 –
Citros
plantas infestantes em
1,2 – 1,4 400 1
cítricos adultos, com
Grama-seda (terrestre)
jato dirigido para o
Cynodon dactylon
solo.
Picão-preto
Bidens pilosa
Trapoeraba
Commelina benghalensis
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No máximo
Dose de
Culturas
Volume de
Plantas infestantes produto Época e Intervalo de
de calda aplicação
Nome comum / científico comercial aplicação
L/ha (1) por ciclo da
L/ha
cultura
Capim-colchão
Digitaria horizontalis
Capim-pé-de-galinha
Eleusine indica
1,4 400 1
cafeeiros adultos, com
(terrestre)
Losna-branca jato dirigido para o
Parthenium hysterophorus solo.
Picão-preto
Bidens pilosa
Tiririca
Cyperus rotundus
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No máximo
Culturas
Dose de de
Volume
Plantas infestantes produto aplicação
de calda Época e Intervalo de aplicação
Nome comum / científico comercial L/ha por ciclo da
L/ha (1)
cultura
Aplicação em pré- emergência no
pré- plantio das mudas de fumo e
Caruru-roxo
0,6 no pós-plantio em jato dirigido na
Amaranthus hybridus
entre-linha da cultura.
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No máximo
Culturas
Dose de
Volume de
Plantas infestantes produto Época e Intervalo de
de calda aplicação
Nome comum / científico comercial aplicação
L/ha (1) por ciclo da
L/ha
cultura
Aplicação em pós-
emergência das
plantas infestantes
Trapoeraba (dessecação) antes
Commelina benghalensis do plantio da cultura
250 –
(dessecação)
da soja.
300
(terrestre)
Soja
sistema convencional
300
Soja
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No máximo
Culturas
Dose de
Volume de
Plantas infestantes produto Época e Intervalo de
de calda aplicação
Nome comum / científico comercial aplicação
L/ha (1) por ciclo da
L/ha
cultura
Fitotoxicidade na
Capim-custódio
cultura.
Pennisetum setosum
A aplicação deverá
Capim-marmelada
ser feita sempre antes
Brachiaria plantaginea
da emergência da
cultura da soja. O
Capim-pé-de-galinha
herbicida Boral®
Eleusine indica
500 SC aplicado no
“cracking” da soja ou
Amendoim-bravo
em plantas emergidas
Euphorbia heterophylla
causará danos à
cultura.
Beldroega
Portulaca oleracea Plantio direto: usar
no controle das
Carrapicho-de-carneiro seguintes plantas
Acanthospermum hispidum daninhas: Amendoim-
Soja (solo pesado)
bravo, Capim-
Carrapicho-rasteiro braquiária, Capim-
Acanthospermum australe marmelada, Capim-
250 – colchão, Corda-de- 1
Caruru-roxo 300 viola e Guanxuma, na
Amaranthus hybridus (terrestre) seguinte sequência:
1a: dessecação de
1,2 10 a 40
Cheirosa plantas daninhas
Hyptis suaveolens (aérea) (manejo químico);
2a: plantio; e
a
Corda-de-viola 3 : aplicação do
Ipomoea grandifolia herbicida Boral®
500 SC, sempre na
Desmódio dose de 1,2 L/ha.
Desmodium tortuosum
Erva-quente
Spermacoce alata
Erva-palha
Blainvillea latifolia
Falsa-serralha
Emilia sonchifolia
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Culturas
Dose de
Volume de
Plantas infestantes produto Época e Intervalo de
de calda aplicação
Nome comum / científico comercial aplicação
L/ha (1) por ciclo da
L/ha
cultura
Guanxuma
Sida rhombifolia
Joá-de-capote
Nicandra physaloides
Maria-pretinha
Soja (solo pesado)
Solanum americanum
Mentrasto
250 –
Ageratum conyzoides
300
(terrestre)
Poaia-branca
Richardia brasiliensis 1,2 10 a 40
(aérea)
Picão-preto
Bidens pilosa
1
Trapoeraba
Commelina benghalensis
Aplicação em pré-
emergência das
plantas infestantes e
da cultura.
250 –
Soja (solo
0,4 – 0,6
Commelina benghalensis realizada somente
10 a 40 para solo leve e
(aérea) médio. O herbicida
Boral® 500 SC
aplicado na pós-
emergência da soja
causará danos à
cultura.
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No máximo
Culturas
Dose de
Volume de
Plantas infestantes produto Época e Intervalo de
de calda aplicação
Nome comum / científico comercial aplicação
L/ha (1) por ciclo da
L/ha
cultura
Aplicação em pré-
Emergência das
Amendoim-bravo plantas infestantes e
Euphorbia heterophylla da cultura.
250 –
(solo leve e médio)
realizada somente 1
10 a 40 Para solo leve
(aérea) médio. O herbicida
Caruru-roxo
Boral® 500 SC
Amaranthus hybridus
aplicado na pós-
emergência da soja
Causará danos à
cultura.
(1) O volume indicado poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do equipamento
de aplicação.
MODO DE APLICAÇÃO:
O herbicida Boral® 500 SC pode ser aplicado por via terrestre, através de pulverizadores costais ou
tratorizados e por via aérea, conforme recomendações para cada cultura. Além das recomendações
acima para as culturas indicadas, levar em consideração que o solo deve estar livre de torrões,
previamente eliminados por um bom preparo do solo pela gradagem. Como todos os herbicidas, o
produto necessita de uma quantidade mínima de umidade no solo para sua ativação. Na ausência
desta, deve-se aguardar uma chuva leve (maior que 10mm). Neste caso, se houver plantas infestantes
já germinadas, as mesmas devem ser eliminadas através de um cultivo superficial (tratorizado ou
manual) nas entrelinhas, evitando-se o movimento intenso do solo para manter o produto na camada
superficial. Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura do solo. Siga sempre
as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento. Consulte sempre
o Engenheiro Agrônomo responsável.
Preparo da Calda:
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no
item “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”.
Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado,
regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao
aplicador e ao meio ambiente.
Adicione o produto ao tanque do pulverizador quando este estiver com pelo menos ½ de sua
capacidade preenchido com água limpa e o sistema de agitação ligado. Complete o volume do tanque
do pulverizador com água até atingir o volume de calda recomendado.
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Gerenciamento de deriva:
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de
água, criações e áreas de preservação ambiental.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de
pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento
utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar
com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência.
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
Inversão térmica: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas
diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que
permanece perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela
elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco
ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a
manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não
houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de
uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica
a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com
movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
Aplicação Terrestre
Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento
utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores
mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem
prejudicar a cobertura e eficiência do produto.
Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro
Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de
gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros
operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação
desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.
Ajuste da barra: ajuste a barra de forma a obter uma distribuição uniforme do produto, de acordo com
o desempenho dos elementos geradores de gotas. Todas as pontas da barra deverão ser mantidas à
mesma altura em relação ao topo das plantas ou do alvo de deposição. Regule a altura da barra para
a menor possível a fim de obter uma cobertura uniforme e reduzir a exposição das gotas à evaporação
e ao vento.
Faixa de deposição: utilize distância entre pontas na barra de aplicação de forma a permitir maior
uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição.
Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para
as culturas sensíveis. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação.
Pressão: Selecionar a pressão de trabalho do equipamento em função do volume de calda e da classe
de gotas.
Condições Climáticas:
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores
apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
• Temperatura ambiente abaixo de 30oC.
• Umidade relativa do ar acima de 50%.
• Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora.
• As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as
mais recomendadas.
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Aplicação aérea
Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas
práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições
constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagrícolas e
sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para tal finalidade e providas de barras
apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura
do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento
utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores
mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem
prejudicar a cobertura e eficiência do produto.
Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro
Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de
gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros
operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação
desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.
Ajuste de barra: ajuste a barra de forma a obter distribuição uniforme do produto, de acordo com o
desempenho dos elementos geradores de gotas.
Altura do voo: de 3 a 4 metros em relação do topo das plantas ou do alvo de deposição, garantindo
sempre a devida segurança ao voo e a eficiência da aplicação.
Faixa de deposição: A faixa de deposição efetiva é uma característica específica para cada tipo ou
modelo do avião e representa um fator de grande influência nos resultados da aplicação. Observe uma
largura das faixas de deposição efetiva de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa
cobertura.
Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para
as culturas sensíveis. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação.
Volume de calda: 10 a 40L/ha ou conforme recomendação do tipo de aeronave utilizada.
Condições Climáticas:
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores
apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
• Temperatura ambiente abaixo de 30oC.
• Umidade relativa do ar acima de 50%.
• Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora.
• As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as
mais recomendadas.
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LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado.
Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de
proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde
Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis.
Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na
região da aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
- Uso exclusivamente agrícola.
- Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
- O produto deve ser utilizado somente nas culturas para as quais está registrado, respeitando o
intervalo de segurança para cada cultura.
- Cana soca recém germinada: poderá́ ocorrer “queimas” localizadas na aplicação em cana-soca
recém geminada, quando houve contato do produto com as folhas ou brotação, com recuperação rápida
sem afetar o desenvolvimento ou a produtividade da cultura.
- Soja: Evitar sobreposição de faixas de aplicação; se isto ocorrer, poderá haver danos à cultura da
soja. A aplicação deverá ser feita sempre antes da emergência da cultura da soja. O herbicida Boral
500® SC aplicado no “cracking” da soja ou em plantas emergidas causará danos à cultura.
- A tolerância de novas variedades ao produto deverá ser estabelecida antes de ser usado em larga
escala. Consulte o fornecedor de sementes de sua região ou o representante técnico da FMC de sua
região.
- Injúria na cultura da soja poderá ocorrer em solos pouco drenados, muito compactados ou em solos
saturados por longo período de tempo.
- Se houver falhas no plantio devido a condições climáticas, apenas a soja deverá ser replantada. Não
reaplicar o herbicida Boral® 500 SC, pois poderá ocorrer injúria.
- Um período mínimo de 18 meses após a aplicação do herbicida Boral® 500 SC é exigido para a
rotação com a cultura de algodão.
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[Link]
GRUPO E HERBICIDA
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação,
levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a
resistência, seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo E para o controle do mesmo
alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados
e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD:
[Link]), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos
Herbicidas (HRAC-BR: [Link]), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
(MAPA: [Link]).
O produto herbicida Boral® 500 SC é composto por Sulfentrazona, que apresenta mecanismo de ação
dos Inibidores da Protox, pertencente ao Grupo E, segundo classificação internacional do HRAC
(Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).
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PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola;
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;
- Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados;
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com
a boca;
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil
fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas
de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado;
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe
do alcance de crianças e animais;
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas;
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à
forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação
em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança
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PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.” e manter os
avisos até o final do período de reentrada;
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados para o uso durante a aplicação;
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a
aplicação;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita);
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar
contaminação;
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais;
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da
família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação;
- Não reutilizar a embalagem vazia;
- No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão
hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha;
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:
touca árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara;
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida;
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação
em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
Nocivo se ingerido
ATENÇÃO
Nocivo se inalado
- INTOXICAÇÕES POR
– BORAL® 500 SC –
Herbicida
INFORMAÇÕES MÉDICAS
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BL herbicida BORAL® 500 SC – Inc. do formulador FMC Barra Mansa– 29mar2021
FMC Química do Brasil Ltda.
Av. Dr. José Bonifácio Coutinho Nogueira,150
1º A. Jd Madalena - Galleria Plaza
13.091-611 Campinas - SP - Brasil
+ 55 19 2042-4500
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Vias de exposição Dérmica e inalatória.
Outras vias potenciais de exposição, como oral e ocular, não são esperadas
considerando a indicação de uso do produto e dos EPIs apropriados.
Toxicocinética Sulfentrazona: em ratos, a substância foi rápida e amplamente absorvida pelo
trato gastrointestinal após administração oral, com quase todo o material
radiomarcado recuperado na urina. A meia vida de eliminação plasmática foi
de 12 e 48 horas na menor e maior dose, respectivamente.
A sulfentrazona foi extensivamente metabolizada, com menos de 2% do
composto inalterado recuperado na urina. O principal metabólito identificado
foi o 3-hidroxi-metil-sulfentrazona, do qual apenas uma pequena quantidade
foi posteriormente metabolizada em ácido 3-carboxílico-sulfentrazona. A
eliminação foi rápida, com 84-104% da dose administrada excretada pela
urina, fezes (<6%) e ar expirado (<0,01%) dentro de 72 horas após o
tratamento. Não foram encontradas diferenças importantes relacionadas ao
sexo no padrão cinético da substância. Não houve evidência de bioacumulação
nos tecidos.
Toxicodinâmica Sulfentrazona: não são conhecidos os mecanismos específicos de toxicidade
desta substância em humanos. O mecanismo de ação herbicida da
sulfentrazona nas plantas alvo está relacionado com a inibição da enzima
protoporfirinogênio oxidase (PPO) na via biossintética da clorofila. Em animais
de experimentação, o sistema hematopoiético foi identificado como alvo de
toxicidade em estudos de exposição repetida, evidenciado por sinais de
anemia e aumento nos níveis de porfirina sanguínea, consistente com a
inibição da PPO presente na cadeia de biossíntese do grupamento heme das
hemoglobinas.
Sintomas e sinais Não são conhecidos sintomas específicos do produto formulado em humanos.
clínicos Em estudos em animais de experimentação, o produto foi considerado nocivo
se ingerido ou inalado. A aplicação do produto não provocou irritação dérmica
ou ocular, também não causou sensibilização dérmica.
Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de
secreções orais se necessário. Administrar oxigênio conforme necessário para
manter adequada perfusão tecidual. Em caso de intoxicação severa, pode ser
necessária ventilação pulmonar assistida.
Exposição oral:
- Em caso de ingestão do produto, a indução do vômito não é recomendada.
Entretanto, também não é indicada a sua inibição, caso ele ocorra de forma
espontânea em pacientes intoxicados.
- Lave a boca com água em abundância. Em caso de vômito espontâneo,
mantenha a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o
indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
- Carvão ativado: os benefícios do carvão ativado não são conhecidos em
casos de intoxicação por sulfentrazona. Avaliar a necessidade de
administração de carvão ativado. Se necessário, administrar uma suspensão
de carvão ativado em água (240 mL de água/30 g de carvão). Dose usual -
adultos/adolescentes: 25 a 100 g; crianças 25 a 50 g (1 a 12 anos) e 1 g/kg
(menos de 1 ano de idade).
- Lavagem gástrica: lavagem gástrica geralmente não é recomendada.
Somente cogitar a descontaminação gastrintestinal após ingestão da
substância em uma quantidade potencialmente perigosa à vida e se puder ser
realizada logo após a ingestão (geralmente dentro de 1 hora).
Exposição inalatória:
Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações
respiratórias e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade
respiratória, avaliar quanto à irritação do trato respiratório, edema pulmonar,
bronquite ou pneumonia. Administrar oxigênio e auxiliar na ventilação,
conforme necessário.
Exposição dérmica:
Remover as roupas e acessórios contaminados e proceder descontaminação
cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios), unhas e cabelos.
Lavar a área exposta com água em abundância e sabão. Se a irritação ou dor
persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.
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Tratamento Exposição ocular:
Lavar os olhos expostos com grande quantidade de água à temperatura
ambiente por, pelo menos, 15 minutos. Se irritação, dor, inchaço,
lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado
para tratamento específico.
Efeitos agudos
DL50 oral em ratos: 300-2000 mg/kg p.c.
DL50 dérmica em ratos: >4000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos (4 horas): não determinada nas condições do teste (>2,933 mg/L).
Corrosão/irritação cutânea em coelhos: o produto aplicado na pele de coelhos não produziu sinais de
irritação. Nas condições de teste, o produto foi classificado como não irritante para a pele.
Corrosão/irritação ocular em coelhos: o produto aplicado nos olhos dos coelhos produziu hiperemia na
conjuntiva em 3/3 dos olhos testados e quemose em 1/3 dos olhos testados. Todos os sinais de irritação
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foram completamente revertidos dentro de 24 horas após a aplicação. Não foram observados efeitos
na córnea ou na íris dos animais. Nas condições de teste, o produto foi classificado como não irritante
para os olhos.
Sensibilização cutânea em cobaias: não sensibilizante.
Mutagenicidade: o produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa
em bactérias (Teste de Ames) nem no teste de micronúcleo em medula óssea de camundongos.
Efeitos crônicos
Sulfentrazona: Em estudos subcrônicos e crônicos, conduzidos com o produto técnico (Sulfentrazona)
em cães, camundongos e ratos, os principais efeitos observados foram alterações nos parâmetros
hematológicos, tal como a diminuição dos valores de hemoglobina e hematócrito. Não apresentou
potencial carcinogênico. Estudos conduzidos em células procariontes (in vitro) e eucariontes (in vivo)
demonstram que a sulfentrazona não apresentou potencial genotóxico. Alterações sobre o
desenvolvimento embriofetal foram observadas em ratos e coelhos após exposição intrauterina, assim
como efeitos sobre os parâmetros reprodutivos masculinos. Porém, para todos os efeitos, doses
seguras de exposição à sulfentrazona foram estabelecidas.
SINTOMAS DE ALARME:
Não são conhecidos.
Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (Classe I).
(X) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (Classe II).
( ) Perigoso ao Meio Ambiente (Classe III).
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (Classe IV).
− Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento no solo,
podendo atingir principalmente águas subterrâneas;
− Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente;
− Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismo aquático (algas);
− Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
Não utilize equipamento com vazamentos.
− Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
− Aplique somente as doses recomendadas.
− Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água.
− Evite a contaminação da água.
− A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do
solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
− Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento
público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas,
agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
− Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às
atividades aeroagrícolas.
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LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
− Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
posição vertical durante 30 segundos;
− Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
− Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
− Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
− Faça esta operação três vezes;
− Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
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TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens
Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido
nos Canais de distribuição.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas
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É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM
VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
ambiental competente.
Observe as restrições e/ou disposições constantes na legislação estadual e/ou municipal concernentes as
atividades agrícolas.
FMC e Boral são marcas comerciais da FMC Corporation ou de uma afiliada. ©2021 FMC Corporation.
Todos os direitos reservados. 2017-2021.
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