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Importância da Internet no Século XXI

O documento é um teste de administração que contém instruções para o estudante preencher o cabeçalho e responder às questões com base no texto fornecido e na aula. A segunda questão discute se realmente estamos vivendo o século da internet e as implicações de sua disseminação.

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Wany Nascimento
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Importância da Internet no Século XXI

O documento é um teste de administração que contém instruções para o estudante preencher o cabeçalho e responder às questões com base no texto fornecido e na aula. A segunda questão discute se realmente estamos vivendo o século da internet e as implicações de sua disseminação.

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Wany Karoline Lima do Nascimento

Administração 1°

Preencha o cabeçalho: ele identifica você;


Leia atentamente as questões antes de respondê -las;
Todas as questões deverão ser respondidas com base na leitura do Texto e na aula
ministrada; Este exercício lhe ajudará a entender melhor o assunto;

Caso 2: Estamos Realmente no Século da Internet?


Algumas pessoas dizem que a Internet rivaliza em importância com a invenção da prensa de
tipos móveis por Gutenberg, no século XV. É bastante prematuro dizer que o século XXI será o
século da Internet, porque estamos no seu início e muita água ainda vai rolar por baixo da
ponte. Temos quase todo o século pela frente. Da mesma maneira, pode-se dizer que quando
entramos no século XX ninguém previa as invenções que se seguiriam como o cinema, o avião
e o automóvel. Naquela época, não mais que 10% das residências americanas tinham telefone e
muito menos eletricidade. Nem se imaginava o avião a jato, a televisão, as telecomunicações, o
computador, o telefone celular e outros ‘gadgets’ modernos que viraram o mundo pelo avesso e
mudaram os modos de vida e as crenças populares. Engenharia genética? Biotecnologia? Nem
de longe se imaginava.
Até agora, a Internet não entrou nesse time. Cada um desses avanços provocou mudanças
profundas na humanidade. O automóvel iniciou o processo de suburbanização dos Estados
Unidos e inaugurou viagens em grande escala. As vacinas e os antibióticos, bem como os
desenvolvimentos em saúde pública ajudaram a aumentar a expectativa de vida de 47 anos em
1900 para os 77 de hoje. A explosiva prosperidade – conseqüência da eletricidade, de outras
tecnologias e da administração moderna – encurtou as horas de trabalho e aumentou as de lazer.
O cinema e a televisão transformaram a cultura popular.
É muito cedo ainda para se prever a importância definitiva da Internet, e o tempo vai
demonstrar a veracidade das profecias mais ousadas. Contudo, nenhuma outra inovação, além
do telefone celular, se difundiu com tamanha rapidez. Em 1990, apenas um punhado de
entusiastas usava a Internet.
Em 1999, 38% das casas americanas estavam ligadas a ela. Isso não se equipara à adoção do
rádio (que partiu de zero e chegou a 46% das casas americanas na década de 1920) e fica muito
atrás da televisão (que subiu de 9% das casas americanas em 1950 para 87% em 1960).
A Internet é, naturalmente, uma atividade ainda em evolução. A fusão America Online-Time
Warner é uma aposta fabulosa na próxima geração de tecnologia para a Internet. Muitos dos
usuários residenciais têm serviços de discagem que usam modems e linhas telefônicas velhas. A
tecnologia de substituição é a banda larga que aumenta a velocidade das transmissões por linhas
a cabo melhoradas, fibra óptica, satélites e linhas telefônicas aperfeiçoadas. A Internet, a
televisão e o telefone vão se combinar estreitamente. Isso representa a visão convencional. Para
a AOL-Time Warner, a estratégia fundamental é fornecer tanto os serviços de transmissão (e a
Time Warner possui o segundo maior sistema de cabos do mundo) quanto o conteúdo (a AOL
fornece serviços da Internet a filmes, programas de televisão, revistas e música). A Time
Warner fornece o conteúdo enquanto a AOL fornece a infraestrutura tecnológica. Outras
companhias alimentam ambições semelhantes. O que não sabemos é se essa visão, ou qualquer
outra, vai ainda materializar-se.
As tecnologias adquiriram peso histórico ao transformarem a condição humana. A prensa de
Gutenberg permitiu a alfabetização em larga escala, favoreceu a reforma protestante (ao solapar o
monopólio teológico do clero) e, através da facilidade de troca d e informações, possibilitou a
revolução científica. No século XIX, as ferrovias criaram um mercado realmente nacional nos
Estados Unidos, que favoreceu a produção em massa e a sociedade de consumo. São os conhecidos
efeitos sistêmicos.
Para entrar nesse time, a Internet precisa ser mais do que uma plataforma de correio eletrônico
e marketing virtual. Para quem compra um livro ou um carro pela rede, a parte crucial da
transação é ainda o livro ou o carro. Especialmente no comércio de empresa para empresa
(business-tobusiness), a Internet pode melhorar a eficiência por meio de uma competição maior
de preços e maiores opções de fornecedores. Mas essas mudanças são de grau e não de gênero.
No decorrer dos últimos 200 anos, construímos economias industriais de produção em larga
escala e mercados de massas. Agora, ao proporcionar tanta informação, a Internet dá aos
consumidores o poder de fugir dos mercados de massas; ao tornar a informação tão fácil de
fornecer, permite às pessoas tornarem-se produtoras independentes. O impacto mais importante
é o fato de dar aos indivíduos maior poder sobre a própria vida e tornar, ao mesmo tempo, mais
difícil para os governos, as empresas — e todo o mundo — atuar em segredo.
Kevin Kelly, da revista Wired, afirma que apenas um décimo das pessoas que estarão on-line dentro
de dez anos está on-line hoje. Esse crescimento poderia acelerar o comércio global e enfraquecer os
governos nacionais. Todas as grandes questões continuam pendentes. A rede vai melhorar a
autonomia individual – ou violar a privacidade? Aumentará a independência econômica das pessoas
– ou expandirá o poder das corporações? Antes de as respostas tornarem-se claras, a Internet terá de
atingir viabilidade econômica. Embora explosiva, ela é agora, em grande parte, uma caridade
capitalista. Quase tudo nela está sendo vendido barato ou com prejuízo. O comércio eletrônico no
varejo é insignificante. Em 1999 somava menos de 0,5% dos gastos dos consumidores nos Estados
Unidos. O mesmo se pode dizer em relação à publicidade. Em 1999, os anúncios na Internet
somavam US$ 1.8 bilhão, de um total de US$
215 Bilhões de publicidade faturada nos Estados Unidos. As grandes fortunas da Internet
originam-se principalmente da especulação com ações ou da construção da infra-estrutura –
fornecimento de computadores, de programas e de fibra óptica. Em 1999, esses gastos foram de
US$ 366 bilhões, segundo a Nortel Networks. Cedo ou tarde, o investimento precisa ter um
retorno, ou então cessará. O que você pensa de tudo isso?
(Todos os direitos reservados - Instituto Chiavenato)

1) A partir do assunto estudado analise e discuta as afirmações abaixo, dizendo se


concorda ou discorda, e explicando o porquê?

a) Nicolo Machiavelli (1469-1527): “O líder deverá saber como se transformar


num diabo quando a necessidade assim o exigir”.
R= Sim, devido circunstâncias medidas devem ser tomadas por isso o líder deve
ser mais rígido.
b) John Naisbitt (n. 1930): “As principais megatrends são: a passagem de uma
sociedade Industrial para uma economia de informação; as duas faces da atuação das
empresas serão a tecnologia e a respectiva resposta humana; a passagem de uma
atuação de curto prazo para o Longo prazo; a redescoberta da capacidade de inovar e
obter bons resultados; a maior capacidade individual para assumir responsabilidades
e tomar decisões; o modelo da democracia representativa está tornando-se obsoleto
numa era de partilha de informações; as hierarquias estão desaparecendo e dando
lugar a redes de trabalho informais; as pessoas têm capacidade de tomar cada vez
mais decisões sem restrições por parte da sociedade”.
R= Trata-se de uma sociedade profundamente diferente daquilo que muitos
autores chamaram de sociedade de massas, nos seus estudos dos anos cinqüenta
e sessenta. Tal sociedade, ao menos em suas abordagem mais críticas,
caracterizou-se, nos países do Primeiro Mundo, pela produção em massa de
produtos padronizados, dirigidos a um "homem médio"; pela alienação dentro e
fora do trabalho; pela indústria cultural; pelo esmagamento do indivíduo e do
trabalho criativo; pela centralização do poder etc.
A essa imagem, as macro tendências de 80 e 90 contrapõem uma sociedade cuja
estrutura econômica passou de uma base industrial para uma base de
informação. Com isto, a produção em massa cede lugar à diversificação, para
mercados cada vez mais segmentados. Tudo nesta sociedade, dizia Naisbitt,
ainda no primeiro Mega-trends, passa a existir "em diversos sabores", pois as
pessoas simplesmente não aceitam mais produtos padronizados. O triunfo do
indivíduo emerge como a outra face do principal processo histórico que
estaríamos vivendo ao passar da sociedade industrial para a de informação; a
desmassificação. No plano internacional, o fim da Guerra Fria com as
transformações do socialismo real e a internacionalização da economia dão o
contorno de paz para a prosperidade dos sócios deste novo clube feliz.

c) Sun-Tzu (500 AC) (do livro: A Arte da Guerra): “Os métodos militares do general
Sun Wu foram feitos para destruir os inimigos e garantir que caiam no esquecimento.
A agressividade concorrencial leva à vantagem competitiva.”
R= Sim, isso faz com que planejemos de maneira mais estratégica .
2) Responda:

1. Nos primórdios, as organizações eram poucas e pequenas e predominavam as


oficinas. Explique a situação reinante.
R= No decorrer da História, a Administração se desenvolveu muito
lentamente. Até o final do século XIX, a sociedade era completamente
diferente dos dias atuais. As organizações eram poucas e pequenas,
predominando as pequenas oficinas, artesãos independentes, pequenas
escolas, profissionais autônomos (médicos e advogados, lavradores, o
armazém da esquina, etc.). Com a aceleração do desenvolvimento, no
início do século XX, onde a maior parte das obrigações sociais eram
confiadas a organizações (indústrias, hospitais, universidades, serviços
públicos, etc.), administradas por dirigentes para se tornarem mais
eficientes e eficazes, é que a Administração apresentou um notável
desenvolvimento, com o aparecimento das Abordagens da Administração
( Escolas ) e suas Teorias.
2. Qual a contribuição de Sócrates ao estudo da Administração?
R= Sócrates, filósofo grego (470 a.C. - 399 a.C.), em sua discussão com
Nicomaquides, expõe seu ponto de vista sobre a Administração como uma
habilidade pessoal separada do conhecimento técnico e da experiência.
3. Qual a contribuição de Platão?
R= Platão (429 a.C. - 347 a.C.), filósofo grego, discípulo de Sócrates, analisou os
problemas políticos e sociais decorrentes do desenvolvimento social e cultural do
povo grego. Em sua obra, A República, 3 expõe a forma democrática de governo e
de administração dos negócios públicos.

4. Qual a contribuição de Aristóteles?


R= Aristóteles (384 a.C. - 322 a.C.), discípulo de Platão, deu o impulso inicial a
Filosofia, Cosmologia, Nosologia, Metafísica, Lógica e Ciências Naturais abrindo as
perspectivas do atual conhecimento humano. No livro Política, que versa sobre a
organização do Estado, distingue as três formas de administração pública: 1.
Monarquia ou governo de um só (que pode redundar em tirania). 2. Aristocracia ou
governo de uma elite (que pode descambar em oligarquia). 3. Democracia ou governo
do povo (que pode degenerar em anarquia).
5. Qual a contribuição de Francis Bacon?
R= Francis Bacon (1561-1626), filósofo e estadista inglês e fundador da Lógica
Moderna baseada no método experimental e indutivo, mostra a preocupação prática
de se separar experimentalmente o que é essencial do que é acidental ou acessório.
Bacon antecipou-se ao princípio conhecido em Admiistração como princípio da
prevalência do principal sobre o acessório.
6. Explique a contribuição de René Descartes ao estudo da Administração e os princípios do
método cartesiano.
R= Princípio da dúvida sistemática ou da evidência. Consiste em não aceitar como
verdadeira coisa alguma enquanto não se souber com evidência - clara e
distintamente - aquilo que é realmente verdadeiro. Com essa dúvida sistemática
evita-se a prevenção e a precipitação, aceitando-se apenas como certo o que seja
evidentemente certo.
Princípio da análise ou de decomposição. Consiste em dividir e decompor cada
dificuldade ou problema em tantas partes quantas sejam possíveis e necessárias à
sua adequação e solução e resolvê-las cada uma, separadamente.
Princípio da síntese ou da composição. Consiste em conduzir ordenadamente nossos
pensamentos e nosso raciocínio, começando pelos objetivos e assuntos mais fáceis e
simples de se conhecer, para passarmos gradualmente aos mais difíceis.
Princípio da enumeração ou da verificação. Consiste em fazer recontagens,
verificações e revisões tão gerais que se fique seguro de nada haver omitido ou
deixado à parte. O método cartesiano teve influência decisiva na Administração: a
Administração Científica, as Teorias Clássicas e Neoclássicas tiveram muitos de
seus princípios baseados na metodologia cartesiana.
7. Explique a contribuição de Karl Marx ao estudo da Administração.
R= Karl Marx (1818-1883) e Friedrich Engels (1820-1895) propõem uma teoria da
origem econômica do Estado. O poder político e do Estado nada mais é do que o
fruto da dominação econômica do homem pelo homem. O Estado vem a ser uma
ordem coativa imposta por uma classe social exploradora. No Manifesto Comunista,
afirmam que a história da humanidade é uma história da luta de classes. Homens
livres e escravos, patrícios e plebeus, nobres e servos, mestres e artesãos, em uma
palavra, exploradores e explorados, sempre mantiveram uma luta, oculta ou
manifesta. Marx afirma que os fenômenos históricos são o produto das relações
econômicas entre os homens. O marxismo foi a primeira ideologia a afirmar o
estudo das leis objetivas do desenvolvimento econômico da sociedade, em oposição
aos ideais metafísicos. Com a Filosofia Moderna, a Administração deixa de receber
contribuições e influências, pois o campo de estudo filosófico passa a se afastar dos
problemas organizacionais.
8. Em que aspectos a organização da Igreja Católica contribuiu para a Administração?
R= Ao longo dos séculos, a Igreja Católica estruturou sua organização, com uma
hierarquia de autoridade, um estado-maior (assessoria) e a coordenação funcional
para assegurar integração. A organização hierárquica da Igreja é tão simples e
eficiente que sua enorme organização mundial pode operar sob o comando de uma
só cabeça executiva: o Papa, cuja autoridade coordenadora lhe foi delegada de
forma mediata por uma autoridade divina superior. A estrutura da organização
eclesiástica serviu de modelo para as demais organizações que, ávidas de
experiências bem-sucedidas, passaram a incorporar os princípios e normas
utilizados pela Igreja Católica

9. Em que aspectos a organização militar contribuiu para a Administração?


R= A organização militar influenciou o aparecimento das teorias da Administração.
A organização linear. O princípio da unidade de comando. A Escala hierárquica.
Como o crescimento das guerras, cresceu a necessidade de se delegar autoridade
para os níveis mais baixos da organização militar. Outra contribuição foi o
princípio de direção, que preceitua que todo soldado deve saber perfeitamente o que
se espera dele e aquilo que ele deve fazer. O general prussiano Karl von Clausewitz,
é considerado o pai do pensamento estratégico. Clausewitz considerava a disciplina
um requisito básico para uma boa organização. Para ele, a organização requer um
cuidadoso planejamento, no qual as decisões devem ser científicas e não apenas
intuitivas. O administrador deve aceitar a incerteza e planejar de maneira a
minimizar seus efeitos.

10. O que significava centralização do comando e descentralização da execução para Napoleão?


R= Ocorre à chamada centralização administrativa quando o Estado executa suas
tarefas por meio dos órgãos e agentes integrantes da Administração Direta. Nesse
caso, os serviços são prestados pelos órgãos do Estado, despersonalizados, integrantes
de uma mesma pessoa política (União, DF, estados ou municípios), sem outra pessoa
jurídica interposta. Portanto, quando falamos que determinada função é exercida pela
Administração Centralizada Federal, sabemos que é a pessoa jurídica União quem a
exerce, por meio de seus órgãos; quando se diz que um serviço é prestado pela
Administração Centralizada do Distrito Federal, significa que é a pessoa jurídica
Distrito Federal quem presta o serviço, por meio de seus órgãos, e assim por diante.
Ocorre a chamada descentralização administrativa quando o Estado (União, DF,
estados ou municípios) desempenha algumas de suas funções por meio de outras
pessoas jurídicas. A descentralização pressupõe duas pessoas jurídicas distintas: o
Estado e a entidade que executará o serviço, por ter recebido do Estado essa
atribuição. A descentralização administrativa acarreta a especialização na prestação
do serviço descentralizado, o que é desejável em termos de técnica administrativa. Por
esse motivo, já em 1967, ao disciplinar a denominada “Reforma Administrativa
Federal”, o Decreto-Lei nº 200, em seu art. 6º, inciso III, elegeu a “descentralização
administrativa” como um dos princípios fundamentais da Administração Federal.
11. Explique o conceito de estado-maior (staff) e de linha na organização militar.
R= O estado-maior formai como um quartel-general apareceu em 1665 com a Marca
de Brandenburgo, precursor do exército prussiano. A evolução do princípio de
assessoria e a formação de um estado-maior tiveram sua origem no século XVIII na
Prússia, com o Imperador Frederico li, o Grande (1712-1786). Para aumentar a
eficiência de seu exército, criou um estado-maior (staff) para assessorar o comando
(linha) militar. Os oficiais de assessoria (staff) cuidavam do planejamento e os de linha
se incumbiam da execução das operações de guerra. Os oficiais formados no estado
maior (staff) eram transferidos para posições de comando (linha) e novamente para o
estado maior, o que assegurava experiência e vivência nas funções de gabinete, de
campo e novamente gabinete.

12. Qual a contribuição de Frederico, o Grande?


R= Filho de Frederico Guilherme I, rei da Prússia, ele nasceu em 24 de janeiro de 1712,
em Berlim, e teve um início de vida infeliz. Gostava de música, arte e literatura, mas seu
pai o criticava e o surrava, pois queria que ele fosse soldado. Aos 18 anos de idade,
Frederico fugiu, mas foi pego. Como castigo, seu pai,o rei, colocou-o na prisão.
Com a morte do pai em 1740, o jovem tornou-se o rei Frederico II da Prússia. Ele passou
a primeira metade de seu reinado em guerras. Tomou territórios da Áustria e conquistou
outras partes da Alemanha. Depois, anexou também uma parte grande da Polônia.
Sua maior meta sempre foi montar um grande exército. Assim, ele usava a maioria dos
recursos financeiros do reino para alimentar, equipar e pagar soldados. Mas Frederico
também estimulou a indústria, a educação e a cultura e, além de escrever poemas e livros
sobre história e política, compôs músicas. Frederico morreu perto de Berlim, em 17 de
agosto de 1786.

13. O que significa o princípio de direção para a organização militar?


R= o princípio da direção é a essência do militarismo, entretanto sem hierarquia,
disciplina e unidade de comando não seria possível obter uma direção tão sincronizada
quanto a que as Forças Armadas possuem. Sem direção, uma tropa num combate
deixa de seguir rumo ao seus objetivos e fica fadada ao fracasso.
14. Qual a contribuição de Clausewitz?
R= O general prussiano Karl von Clausewitz (1780-1831) é considerado o pai do
pensamento estratégico. No início do século XIX, escreveu um tratado sobre a guerra e
os princípios de guerra? e sobre como administrar os exércitos em períodos de guerra.
Definiu a guerra como uma continuação da política por outros meios. A guerra
sempre fora um jogo. Embora cruel e destruidora, um pecado, a guerra sempre
constituiu uma instituição normal da sociedade humana e um instrumento racional de
política. Clausewitz considerava a disciplina um requisito básico para uma boa
organização. Para ele, a organização requer um cuidadoso planejamento, no qual as
decisões devem ser científicas e não apenas intuitivas. O administrador deve aceitar a
incerteza e planejar de maneira a minimizar seu efeito.
15. O que tem a ver James Watt com a Revolução Industrial?
R= Com a invenção da máquina a vapor por James Watt (1736-1819) e sua posterior
aplicação à produção, surgiu uma nova concepção de trabalho que modificou
completamente a estrutura social e comercial da época, provocando profundas e
rápidas mudanças de ordem econômica, política e social que, em um lapso de um
século, foram maiores do que todas as mudanças ocorridas no milênio anterior
16. O que eram corporações de ofício?
R= As corporações de ofício eram organizações que reuniam pessoas que
compartilhavam interesses econômicos ou político-sociais. O surgimento dessas
instituições está associado ao processo de reurbanização ocorrido na Europa Medieval
e surgimento dos burgos.
17. Explique a Primeira Revolução Industrial. Quais as mudanças ocorridas?
R= A Primeira Revolução Industrial, iniciada na Inglaterra, em meados do século
XVIII, significou um período de grandes mudanças. Essas mudanças, ao longo dessa
fase, estavam limitadas ao domínio inglês. Contudo, ao longo do desenvolvimento de
novas tecnologias e aprimoramentos de técnicas, essas transformações espalharam-se
pelo mundo todo, sendo, portanto, fundamental para entender a atual configuração da
sociedade. As mudanças ocorridas foram: processo produtivo, utilização de máquinas,
divisão do trabalho, novas relações de trabalho.
18. Explique a Segunda Revolução Industrial. Quais as mudanças ocorridas?
R= Foi provocada por três fatos importantes: O aparecimento do processo de
fabricação do Aço (1856); o aperfeiçoamento do dínamo (1873) e a invenção do motor
a combustão interna (1873). As características da 2ª Revolução Industrial são as
seguintes:
1. Substituição do ferro pelo aço como material industrial básico.
2. Substituição do vapor pela eletricidade e derivados do petróleo como fontes de
energia.
3. Desenvolvimento da maquinaria automática e da especialização do trabalho.
4. Crescente domínio da indústria pela ciência.
5. Transformações radicais nos transportes e nas comunicações.
6. Desenvolvimento de novas formas de organização capitalista.
7. Expansão da industrialização desde a Europa até o Extremo Oriente.
A. Transferência da habilidade do artesão para a máquina.
B. Substituição da força do animal ou do músculo humano pela potencial da
máquina a vapor e depois pelo motor elétrico, permitindo maior produção e
economia.
19. Explique a maquinização das oficinas.
R= O rápido e intenso fenômeno da maquinização das oficinas provocou fusões de
pequenas oficinas que passaram a integrar outras maiores e que, aos poucos, foram
crescendo e se transformando em fábricas. O operário foi substituído pela máquina nas
tarefas em que se podia automatizar e acelerar pela repetição. Com o aumento dos
mercados, decorrente da redução de preços e popularização dos produtos, as fábricas
passaram a exigir grandes contingentes humanos.

20. Explique a mecanização do trabalho.


R= A mecanização do trabalho levou à divisão do trabalho e à simplificação das
operações, substituindo os ofícios tradicionais por tarefas automatizadas e repetitivas
que podiam ser executadas por operários sem qualificação e com facilidade de
controle.
21. O que é proletariado?
R= A palavra proletariado deriva de proletário, que tem origem no latim advindo do
antigo Império Romano. Os proletários eram os homens sem posses, que tinham seus
filhos (sua prole, daí a origem da palavra proletária) como únicos coisa a oferecer ao
Império para que servissem no exército imperial.
No século XIX, o termo foi ressignificado. O filósofo e sociólogo alemão Karl Marx
utilizou o termo proletariado tal como entendemos hoje: o trabalhador assalariado,
pobre, que tende a permanecer nessa condição por causa do pouco que recebe.
22. Qual o papel do capitalista na Segunda Revolução Industrial?
R= O capitalismo financeiro surge durante a Segunda Revolução Industrial, devido à
instalação de grandes empresas que passaram a monopolizar os setores industriais e
de mercado. O capitalismo passa então a uma nova fase, assim como passa a
representar esse período da Revolução Industrial.
23. O que era o liberalismo econômico? Quais suas idéias básicas?
R= O liberalismo, de um modo geral, e o liberalismo econômico, em especial, compõem
um conjunto de premissas sobre a ação humana e a produção de riqueza que se
articulou (e ainda se articula) como doutrina filosófica. Desse modo, o liberalismo em
economia não se dissocia de seu aspecto filosófico e político. Os principais autores do
liberalismo clássico, isto é, aquele que se desenvolveu nos séculos XVIII e XIX,
são: David Hume, Adam Smith, David Ricardo, Jeremy Bentham e Wilhelm Humbolt.
Os princípios básicos do liberalismo versam sobre a defesa do livre mercado, do
direito de propriedade privada, da liberdade da ação individual – o que pressupõe a
garantia das liberdades individuais pelo Estado –, a não intervenção demasiada do
Estado sobre o mercado, a competitividade econômica e a geração de riqueza.
24. Qual a contribuição de Adam Smith ao estudo da Administração?
R= para Adam Smith, a origem da riqueza das nações reside na divisão do trabalho e
na especialização das tarefas, preconizando o estudo dos tempos e movimentos,
pensamento que, mais tarde, Frederick Winslow Taylor e o casal Frank e Lilian
Gilbreth viriam a desenvolver, fundamentando a Administração Científica.
25. Explique o socialismo e o sindicalismo da época.
R= O socialismo e o sindicalismo obrigaram o capitalismo do início do século XX a
enveredar pelo caminho do aperfeiçoamento de todos os fatores de produção
envolvidos e sua adequada remuneração. Quanto maior a pressão exercida pelas
exigências proletárias, menos graves se tornaram 3' injustiças e mais acelerado se
configurou o processo de desenvolvimento da tecnologia. Dentro dessa situação,
surgiram os primeiros esforços nas empresas capitalistas para a implantação de
métodos e processos de racionalização do trabalho, cujo estudo metódico e exposição
teórica coincidiram com o início do século XX.
26. Qual a influência das estradas de ferro nos negócios?
R= Nos Estados Unidos, por volta de 1820 o maior negócio empresarial foram as
estradas de ferro, empreendimentos privados e que constituíram um poderoso núcleo
de investimentos de toda uma classe de investidores. Foi a partir das estradas de ferro
que as ações de investimento e o ramo de seguros se tornaram populares. As ferrovias
permitiram o desbravamento do território e provocaram o fenômeno da urbanização
que criou novas necessidades de habitação, alimentação, roupa, luz e aquecimento, o
que se traduziu em um rápido crescimento das empresas voltadas para o consumo
direto.
27. O que eram os “criadores de impérios” e o que faziam?
R= Em 1871, a Inglaterra era a maior potência econômica mundial. Em 1865, John D.
Rockefeller (1839-1937) funda a Standard Oil. Em 1890, Carnegie funda o truste de
aço, ultrapassando rapidamente a produção de toda a Inglaterra. Swift e Armour
formam o truste das conservas. Guggenheim forma o truste do cobre e Mello, o truste
do alumínio. Logo a seguir, teve início a integração vertical nas empresas. Os
"criadores de impérios" (empire builders) passaram a comprar e a integrar
concorrentes, fornecedores ou distribuidores para garantir seus interesses.
Juntamente com as empresas e instalações vinham também os antigos donos e os
respectivos empregados. Surgiram os primitivos impérios industriais, aglomerados de
empresas que se tornaram grandes demais para serem dirigidos pelos pequenos
grupos familiares. Logo apareceram os gerentes profissionais, os primeiros
organizadores que se preocupavam mais com a fábrica do que com vendas ou
compras.
28. Como era a organização do tipo funcional no final do século XIX?
R= O final do século XIX revelou o crescimento dos impérios corporativos e a
expansão da indústria. A preocupação dominante se deslocou para os riscos do
continuado crescimento sem uma organização adequada. 18 Na verdade, entre 1860 a
1900 aconteceu a "idade heróica das invenções", que provocou um explosivo
desenvolvimento tecnológico. O primeiro laboratório de pesquisas surgiu com a síntese
da aspirina - a primeira droga puramente sintética - realizada por Adolf von Bayer
(1835-1917) em 1899. O sucesso mundial da aspirina convenceu a indústria química do
valor da pesquisa e da tecnologia

29. O que significa combinação horizontal?


R= A empresa integrada verticalmente se formava por meio da combinação: vários
pequenos produtores de determinado bem se agregavam em uma combinação
horizontal - uma federação - sob o controle de uma companhia holding. Essas alianças
levaram a uma organização com escritórios centrais, permitindo a economia de escala
por meio do processo padrão, a concentração da produção em fábricas e investimentos
em pesquisa e desenvolvimento do produto. Isso fez com que o escritório central
passasse a decidir as atividades das fábricas e filiais de vendas e compras. Essas
unidades deixaram de ser dirigidas pelos antigos donos ou famílias associadas e
passaram a ser administradas por gerentes assalariados. Assim fizeram as grandes
corporações americanas COrnO a Standard Oil e a AmericanBeU Telephone.
30. O que significa empresa integrada verticalmente?
R= Integração vertical é uma estratégia de expansão que agrega dois ou mais
processos de uma mesma cadeia de valor. Ou seja, ela acontece quando uma
das empresas da fusão passa a dominar também outras etapas do seu processo
produtivo
31. Como funcionavam os Big Five no final do século XIX?

R= Os cinco traços básicos de personalidade são uma teoria desenvolvida em 1949 por
D. W. Fiske (1949) e posteriormente ampliada por outros pesquisadores, incluindo
Norman (1967), Smith (1967), Goldberg (1981), e McCrae & Costa (1987). Os
pesquisadores haviam passado anos antes de tentar identificar traços de caráter como
uma forma de analisar o comportamento das pessoas. Em certo momento, Gordon
Allport encontrou mais de 4000 traços. Mesmo quando isto foi reduzido para 16, foi
visto como muito complicado. Foi aqui que os traços de personalidade Big Five
começaram. Estas grandes categorias foram pesquisadas e desenvolvidas ao longo dos
anos e, embora haja extenso estudo em cada área, os pesquisadores nem sempre
concordam com a definição de cada característica. 

32. Como trabalhavam os grandes capitães de indústrias?


R= O capitão da indústria é um empresário extremamente bem-sucedido que dedica
parte de sua riqueza a atividades de caridade. O termo tornou-se comum durante a
Revolução Industrial do século 19, quando os barões dos negócios ganharam um
tremendo poder e riqueza como resultado da expansão das novas indústrias. Houve
muitos capitães da indústria famosos ao longo da história, cada um dedicado a
melhorar as condições e comunidades aplicando riqueza e visão de negócios a causas
nobres. 
33. Como se iniciou a competição e a concorrência no final do século XIX?
R= A partir do final do século XIX, período conhecido como Segunda Revolução
Industrial e Tecnológica, a fase da livre concorrência ficava para trás e o capitalismo
tornava-se cada vez menos competitivo e mais monopolista. O fragmento acima refere-
se a qual fase do capitalismo? 4 — Descreva as mudanças sociais, econômicas e
ambientais ocorridas com o surgimento do capita- lismo industrial.

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