0 notas0% acharam este documento útil (0 voto) 216 visualizações36 páginasCircular 201.1997
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ARQUIVES,
on ei
REPUBLICA FEDERATIVA DO BRASIL
MINISTERIO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO - MA
SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUARIA -SDA
DEPARTAMENTO DE INSPECAO DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL - DIPOA
CIRCULAR N'201/97/DCU/DIPOA Brasilia, 15 de outubro de 1997
Do: Diretor do Departamento de Inspegao de Produtos de Origem Animal - DIPOA -, da Secretaria
de Defesa Agropecuaria - SDA.
Ao:
Assunto: Modificagao das Instrugdes encaminhadas pela Circular N°121/97/DCY/DIPOA (Enca-
minha Instrugdes para a verificagio do PPHO/ARCPC dos estabelecimentos habilitados
exportagio de produtos a base de carne para os Estados Unidos da América e Instrugdes 4
equipe de supervisio dos estabelecimentos brasileiros, exportadores de produtos carneos)
Através da CIRCULAR N° 121/97/DCI/DIPOA, de 03 de julho de
1997, juntamente como outros documentos, 0 Departamento de Inspegao de Produtos de Origem
Animal - DIPOA - fez chegar as Inspegdes Federais junto aos estabelecimentos brasileiros habilita-
dos & obtengao e transformagao de carnes, armazenagem e exportacio de produtos a base de cares
para os Estados Unidos da América, as instrugdes para cumprimento das determinagdes constantes
da Circular N° 245/96/DCUDIPOA, de 25 de novembro de 1996. Estas instrugdes, sob o titulo [I -
MANUTENCAO, definem os procedimentos de verificago dos PPHO, a cargo das Inspegdes Fe-
derais junto aos referidos estabelecimentos
Na época, entendia o DIPOA que, possivelmente, as referidas Instru-
ges para verificagdo dos programas deveriam ser ajustadas, no momento em que a DCI sentisse esta
necessidade, apés a avaliagdo, na pratica, do seu desempenho. Esta é a razo pela qual faz parte dos
anexos desta Circular, as novas INSTRUCOES PARA A VERIFICACAO DOS PROCEDI-
MENTOS PADRAO DE HIGIENE OPERACIONAL- PPHO - E PROGRAMA DE ANALI-
SE DE RISCOS E CONTROLE DE PONTOAS CRITICOS - ARCPC -, A CARGO DAS
INSPECOES FEDERAIS JUNTO AOS ESTABELECIMENTOS EXPORTADORES PARA
OS ESTADOS UNIDOS DA AMERICA.
Os outros anexos desta Circular so os seguintes documentos:
1, MODELO DO FORMULARIO DE REGISTRO DE DEFICIENCIA DE PROCESSO -
RDP - referido nas Instrugées para a Verificagao do PPHO/ARCPC, a cargo do SIF local. O RDP.
além de registrar as deficiéncias identificadas, contém 0 Guia de Classificagio de Deficiéncias, a
classificagao recebida e indica as medidas preventivas e corretivas adotadas. E um importante docu-
mento que sera analisado pelos supervisores da DCI e também pela miss%io veterinéria do governo
americano quando em visita ao pais, >CIRCULAR N °201/97/DCV/DIPOA (CONTINUACAO) 22
2. INSTRUCOES PARA SUPERVISAO NOS ESTABELECIMENTOS PRODUTORES DE
CARNES E DERIVADOS, HABILITADOS AO COMERCIO INTERNACIONAL. Estas Ins-
trugGes visam ajustar os procedimentos da equipe de supervisio da DCI aos novos instrumentos de
avaliagdo higiénico-sanitiria da indastria controlada pelo DIPOA, incorporados pelas IFs com a im-
plantagio do PPHO e do ARCPC,
3. MODELO DO RELATORIO DE SUPERVISAO. Este modelo relatorio foi elaborado de
acordo com os principios que serio seguidos pela equipe de supervisio da DCV/DIPOA, os quais
Teproduzem os procedimentos seguidos pela missdo veterinéria do governo americano durante as
atividades de verificagio do PPHO/ARCPC dos estabelecimentos brasileiros habilitados para os
Estados Unidos,
Com a expedigio destes documentos, 0 DIPOA entende que foram
adotadas todas as providéncias técnico-administrativas, no sentido de garantir a participagao da in-
dustria brasileira na exportagdo de produtos a base de carne para os Estados Unidos da América.
de Produtos de Origem animal
N.B.A presente Circular é constituida de 36 (trinta e seis) paginas.INSTRUGOES PARA A VERIFICAGAO DOS PROCEDIMENTOS PADRAO
DE HIGIENE OPERACIONAL (PPHO) E DO PROGRAMA DE ANALISE DE
RISCOS E CONTROLE DE PONTOS CRITICOS, A CARGO DAS
INSPEGOES FEDERAIS JUNTO AOS ESTABELECIMENTOS
EXPORTADORES PARA OS ESTADOS UNIDOS DA AMERICA
INTRODUGAO.
A recente implantagao dos Procedimentos Padréo de Higiene
Operacional - PPHO - e a implantacdo, a partir de janeiro de 1998, do
Programa de Analise Riscos e Controle de Pontos Criticos - ARCPC - nos
estabelecimentos habilitados a exportagéo de produtos carneos para os
Estados Unidos da América, exige uma definicSo clara das tarefas da
Inspegao Federal nestas industrias.
A premissa destes programas ( PPHO e ARCPC ), fundamenta-se na
responsabilidade das industrias de garantir a qualidade higiénico-sanitaria e
tecnolégica dos seus produtos, através de um Sistema de Controle de
Qualidade capaz de se antecipar a materializagao dos perigos a satide
pliblica e de eventuais prejuizos econémicos ao consumidor, gerando
registros e informagdes, de forma que o Sistema possa_sofrer,
continuamente, a verificacéo do Servigo Oficial de Inspega&o de Produtos de
Origem Animal.
Nesta sistematica de controle sanitario de alimentos e em particular
dos produtos de origem animal, a verificagao oficial dos procedimentos pré-
operacionais e operacionais do PPHO e do préprio ARCPC, incluindo os
respectivos monitoramentos dos pontos de controle das linhas de produ¢ao,
exige uma definigaéo do seu “modus faciendi ”, cuja execugao constitui-se
em atribuigéo dos servidores do DIPOA no exercicio das fungdes de
Inspegao, a nivel de fabrica.
Assim, as presentes instrugdes levam aos inspetores do DIPOA todas
as informagdes necessarias a verificagao do PPHO e do ARCPC nos
estabelecimentos habilitados & exportacZo para os Estados Unidos da
América. MiNeste documento, os procedimentos diarios de verificagdo do PPHO ou
do ARCPC, a cargo das IFs, estéo detalhados em blocos, os quais
representam as diversas etapas da verificacéo. Procura-se, desta forma,
municiar as IFs de todas as informagées necessarias ao bom desempenho
dos trabalhos e a uniformizagéo dos procedimentos de Inspecdo
relacionados com o PPHO/ARCPC em todos os estabelecimentos
controlados pelo SIF e habilitados para os Estados Unidos da América.BLOCO 1
PREPARAGAO DA INSPEGAO LOCAL
A equipe do SIF local, antes de iniciar os trabalhos de verificagdo da
manutengao do Programa Padréo de Higiene Operacional (PPHO) e do
Programa de Andlise de Risco e Controle de Pontos Criticos (ARCPC) do
estabelecimento, deve se assegurar de que:
a) conhece plenamente os objetivos do DIPOA com relagdo ao
PPHO/ARCPC € os principios dos programas;
b) conhece os programas desenvolvidos pela empresa, as formas de
monitoramento das atividades pré-operacionais e operacionais e os
respectivos modelos dos registros;
c) dispde de instrumentos necessarios a realizag&o e documentacado
dos achados de inspec4o.
Atendidas estas trés condigées preliminares, 0 SIF local esta apto a
desenvolver os trabalhos preconizados no BLOCO 2BLOCO 2
VERIFICAGAO DO PPHO/ARCPC DO ESTABELECIMENTO PELO SIF
LOCAL
1. Preparagao da verificagéo
A verificagao dos procedimentos pré-operacionais e operacionais
de sanificacdo fundamenta-se na observagao, na inspegao visual e na
comparacao dos resultados obtidos com os registros de monitoramento
do PPHO/ARCPC preparado e executado pela empresa. Para tal, o SIF
local deve desenvolver, previamente, um PLANO DE INSPEGAO que
seré aplicado durante os procedimentos de verificagao.
a) Preparacao do plano de inspegao pré-operacional
O SIF local, ao iniciar a_preparagdo do Plano de Inspegao, deve
esquematizar os trabalhos a serem desenvolvidos com esta finalidade.
O primeiro passo consiste em elaborar um diagrama de fluxo,
Ppartindo do layout do estabelecimento, de acordo com o
PPHO/ARCPC apresentado pela empresa, relacionando, na paralela,
todos os procedimentos de limpeza e sanificagdo envolvidos numa
mesma etapa de produgdo. Assim, cada item do diagrama de fluxo,
representado por um equipamento, os correspondentes
procedimentos de limpeza e sanificgao e o ambiente relacionados
com este equipamento ( forro, paredes, pisos, drenos ¢ etc.)
constituem uma Area de Inspegao (Al).
De posse deste diagrama de fluxo, o SIF local acompanha os
procedimentos pré-operacionais de limpeza e sanificagao de cada
equipamento e cronometra o tempo consumido na realizagado destas
operagées e, principalmente, o tempo requerido 4 inspegao de cada
Al.
Este procedimento do SIF local é de fundamental importancia &
determinagaéo das Unidades de Inspegao (Uls). As Unidades de
Inspegao s&o os pontos de observagao da IF, no fluxo de distribuicdo
dos equipamentos da linha de produgéo. O tempo necessaria a
observacdo, em cada UI, nao deve ser superior a 1 minuto. Seguindo
este critério, 0 SIF local divide as Areas em Unidades, podendo
4também agrupar duas ou mais Areas se 0 tempo requerido a inspecao
de cada Area for inferior a 1 minuto.
Estabelecidas as Unidades de Inspecdo das atividades pré-
operacionais, o SIF local relaciona estas unidades e seus limites
fisicos, identificando este limites através de componentes da estrutura
ou acessorios das instalagées (vigas, drenos, colunas ¢ etc.), atribuindo
a cada unidade um numero seqiiencial.
b) Preparacgao do plano de inspegdo operacional
Também, a verificagao operacional, deve ser realizada através de
Unidades de Inspecao. Para isto, através de um diagrama de fluxo,
construido a partir das operacées da linha de producao, definindo
na paralela todos os procedimentos executados pelos operdarios ern
cada etapa do processo, 0 SIF local determina as Areas de Inspegao
(Als) €, mediante observacao prévia do tempo gasto na execucdo de
cada operagao, estabelece as Unidades de Inspecao (UIs), as quais
devem receber uma numeracao seqiiéncial para facilitar o sorteio.
Seguindo o mesmo critério utilizado na determinacao das Uls pré-
operacionais, estas também s&o definidas em fungao tempo necessario
a inspegao visual e, portanto, resultam da divisdo ou do agrupamento
de Als, desde que mantido o limite de tempo de 1 minuto. Neste caso,
as Unidades de Inspecéo Operacionais representam pontos de
observagao da IF, durante os procedimentos de verificacao, no fluxo
das operagdes de produgao. Os limites fisicos das Uls devem ser
definidos com base na estrutura e acessdrios das instalacdes
Nos estabelecimentos que industrializam varios tipos de produtos,
deve ser construido um diagrama de fluxo para cada tipo ou grupo de
produtos com caracteristicas tecnolégicas similares, isto é, nos
estabelecimentos que desenvolvem atividades de abate e
industrializagdo de produtos frescais e cozidos, deve ser desenvolvido
um diagrama de fluxo, individualmente, para as trés atividades (abate,
produgao de frescais e produgao de cozidos), adotando-se o mesmo
procedimento anterior para a determinagao das Unidades de Inspecao
2 - Procedimentos de verificagao
Como foi dito anteriormente, os trabalhos de verificagao do SIF
local sero realizados mediante a observacao, a inspecdo visual e a
comparagao dos achados destas atividades, realizadas nas Unidades
de Inspe¢ao das atividades pré-operacionais e operacionais do
5estabelecimento em quest&o com os registros da empresa. Assim,
cada IF tera seu préprio PLANO DE INSPEGAO.
Nunca 6 demais repetir que as Unidades de Inspegao sao
definidas em fungao do tempo necessério a observacdo e a inspecao
visual das areas de inspecao, calculado experimentalmente, pelo SIF
na fase de elaboracao do Plano, podendo ser o resultado da divisao ou
do agrupamento destas 4reas, considerando-se o tempo limite de 1
minuto.
A verificagéo dos procedimentos pré-operacionais de sanificagao,
a cargo da IF local, nos estabelecimentos sob inspegado permanente,
sera realizada diariamente, antes do inicio de cada turno de trabalho,
de forma aleatdria, contemplando 10% das Unidades de Inspegao
(Uls).
A escolha das Uls que sofrerao a verificagdo sera realizada
mediante sorteio. Para isto, previamente, sao preparadas fichas
individualmente numeradas com os respetivos algarismos atribuidos a
cada Unidade de Inspecao que sera objeto do sorteio.
Para a inspegdo dos procedimentos operacionais é adotado o
mesmo roteiro estabelecido para a verificacdo dos procedimentos pré-
operacionais, inclusive no que diz respeito ao numero de Uls que serao
verificadas e ao critério de sorteio das mesmas. Naturalmente, neste
caso, a verificagéo sera realizada em cada turno de trabalho, sempre
precedida de um novo sorteio.
Em qualquer circunstancia, se o SIF local suspeita que uma
determinada UI apresenta alguma deficiéncia, esta unidade é excluida
do sorteio aleatério e compulsoriamente deve ser incluida no plano de
inspec&o
Para evitar que-Verificagao operacional seja realizada em hordarios.
pré-fixados, antes do inicio das atividades, o SIF local procede o sorteio
do horario desta verificagao. Para isto 0 seguinte procedimento deve
ser adotado
a) primeiro, divide-se 0 tempo correspondente ao turno de
trabalho em horas e efetua-se o sorteio da hora em que sera realizada
a verificagéo. Por exemplo, se o turno de trabalho vai das 7,00 hs as
12,00 hs, 0 horario sorteado pode estar compreendido entre as 7,00 as
8,00 hs ou das 8,00 as 9,00 hs ou das 9,00 as 10,00 hs, etc.b) na segunda etapa sao sorteadas fichas numeradas de “0” a
“59” que correspondem aos minutos.
Assim, se no primeiro sorteio é retirada a ficha correspondente
as 8,00-9,00 hs, € no segundo sorteio o numero 35, a verificagao da IF,
neste turno de trabalho sera realizada a partir das 8,35 hs.
Antes de iniciar a verificaco propriamente dita, o Encarregado do
SIF revisa os registros disponiveis das atividades (operacionais e pré-
operacionais) do turno anterior, repetindo este procedimento no final da
verificagao.
DECISOES
1. O SIF local registra os resultados da verificagao em formulario
prdprio.
2. Analisa os achados de inspecgao seguindo os procedimentos
detalhados no BLOCO “yyBLOCO 3
IDENTIFICAGAO DE DEFICIENCIAS
Apés as atividades de verificagdo, 0 SIF analisa os achados de
inspegéo e compara estes achados com os registros do estabelecimento
para identificar eventuais falhas de execugao do PPHO/ARCPC.
Para identificar eventuais falhas nos registros de manutengdo do
PPHO/ARCPC, o SIF deve formular e responder as seguintes questées:
a) Os registros documentam corretamente a eficiéncia dos
procedimentos pré-operacionais € operacionais do estabelecimento ?
b) Os registros documentam corretamente as atividades de
monitoramento dos procedimentos pré-operacionais e operacionais do
estabelecimento ?
c) Os registros documentam corretamente as acdes corretivas dos
procedimentos pré-operacionais e operacionais do estabelecimento, nos
casos da constatacao de desvios de tais procedimentos?
d) Os procedimentos pré-operacionais e operacionais seguem o
PPHO/ARCPC do estabelecimento ?
Se o SIF obtém mais de uma resposta nao para os quesitos
anteriormente, existe uma ou mais deficiéncia.
DECISOES DO SIF LOCAL
1 - Se o SIF local obtém respostas sim para os quatro quesitos formulados
anteriormente, isto significa que o PPHO/ARCPC esta sendo conduzido de
acordo com o programa previamente elaborado e encerra o processo de
verificagao.
2 - Se o SIF obtém pelo menos uma resposta nao para as quatro questdes
formulados anteriormente, isto significa que o PPHO/ARCPC nao esta sendo
conduzido de acordo com o programa previamente elaborado e/ou o
programa apresenta deficiéncias e, por isso adota os procedimentos
preconizados no BLOCO “DBLOCO 4
PROCEDIMENTOS ADOTADOS PELO SIF NO CASO DA
IDENTIFICAGAO DE DEFICIENCIAS DURANTE A VERIFICAGAO
O SIF local deve se assegurar que as deficiéncias identificadas de
acordo com procedimentos constantes do Bloco 3, estdo perfeitamente
caracterizadas, antes de registraé-las no formulario proprio e adotar as
medidas oficiais adequadas. Para isto, 6 recomendavel a realizagaéo de
investigagées complementares, seguindo um planejamento das atividades a
serem executadas, de acordo com a seqléncia de procedimentos
apresentados a seguir:
[TAREFAS DE INSPECAO_|
7
AVALIAGAO DOS REGISTROS:
+
DETERMINA SE OS REQUISITOS SAO SEGUIDOS
ra “
OS REGISTROS ESTAO DE OS REGISTROS IDENTIFICAM
DE ACORDO COM OS PRO- DEFICIENCIAS E AS MEDIDAS
CEDIMENTOS OPERACIONAIS PA- CORRETIVAS FORAM
DROES ? ADOTADAS ?
v S - +
SIM NAO ‘SiN,
+ + +
PARA IDENTIFICAR AS DEFICIENCIAS PARA
+
CLASSIFICAR AS DEFICIENCIAS
+
APLICAR ACAO OFICIAL DE CONTROLE
7
DOCUMENTAR AS DEFICIENCIAS1- Verificagéo do processo (tarefas de inspe¢ao)
Neste momento o SIF realiza a verificagao em todos os pontos criticos
da linha de produtos e da mesma forma que na verificagdo rotineira, o
enfoque desta verificagéo sAo os equipamentos, as instalacées, as praticas
dos empregados que, de alguma maneira, podem causar direta
contaminagao ou adulteragao dos produtos.
2-Vel
icagao dos registros
Nesta situagao, o SIF faz uma revisao dos registros em poder da
industria, mesmo que estes registros jé tenham sido revisados anteriormente
O SIF seguir os seguintes critérios e conceitos para classificar as
deficiéncias relativas aos registros:
|. Deficién
is de registros
Na classific¢aéo de deficiéncias de registros,o SIF deve ter em mente
que falhas relativas aos registros diarios podem, presumivelmente,
evidenciar que o estabelecimento esta produzindo em condigées de risco &
saude publica. Consequentemente, outros inquéritos sao necessdrios para
determinar a extensdo destas falhas.
Il. Mecanismo aplicado na revisao dos registros
A revisao dos registros deve ser executada de maneira métodica e
organizada
a) Selecdo dos registros
Os inspetores selecionarao os registros que nao foram anteriormente
examinados. Isto quer dizer que unicamente os registros gerados pelo
estabelecimento , depois da Ultima verificagéo completa serao selecionados.
—m alguns casos (suspeitas) pode-se realizar a verificagao de registros
anteriores, se necessdrio. Nestes casos, espera-se um julgamento
profissional dos inspetores com relacéo ao ntimero de registros a ser
examinado
b) Revisao e exame dos registros »
10Durante a reviséo dos registros, deve-se atentar para os seguintes
aspectos:
(i) Compare os registros com os procedimentos estabelecidos no
PPHO/ARCPCG
Os registros devem ser comparados com a seg&o do programa que
solicita manuteng&o de registros. A revisdo dos registros é importante
para se estabelecer a coeréncia destes com o programa da empresa e
com os requisitos regulamentares. Feito isto, as seguintes indagagées
s&o pertinentes: a estrutura dos registros 6 compativel com a Pproposta
do estabelecimento ? os registros sao compreensiveis ? os registros
contemplam os dados necessarios ?
(i) Observe possiveis irregularidade nos registros
Apos a revisao dos registros os supervisores formularao e responderao
as seguintes questées: ha alguma evidéncia de alteragdo, interpolagao
ou substituigao de dados ? os registros foram preparados na data
correta, S40 enganosos ? ha evidéncias de rasuras ou remocgdo de
alguma parte ? as dobras, pregas, manchas, furos, etc., tem algum
significado ? 0 instrumento utilizado para registrar os dados foi o
mesmo em todos os casos ? ha alguma raz&o para suspeitar que 0
documento foi deliberadamente preparado para deturpar os fatos ?
Nota: Isto 6 uma observacdo séria pois envolve uma intengdo criminal
de enganar o Governo. Se a IF local suspeita desta pratica, estas
deficiéncias devem ser documentadas e encaminhas a Chefia estadual
para analise da Consultoria Juridica.
(iii) Observe os problemas mais comuns associados com a
manutengao dos registros
a. Nao ha registros. Se a Inspegao local constata que nao ha
registros, quando este procedimento esta explicito no programa do
estabelecimento , o funcionario da fabrica responsdvel pelas
anotac6es deve ser entrevistado, documentando-se suas respostas
no Formulario de Registro de Deficiéncias (RDP). No RDP sempre
faca referéncias 4 seco do programa correspondente ao registro
em falta.
b. O registro existe, mas n4o documenta corretamente a
atividade pretendida, sua condi¢ao ou resultados. A Inspegado
local anota que o registro nao documenta claramente a atividade,
condic&o ou resultado para a qual foi gerado . Os inspetores
H
udeterminam esta deficiéncia através da comparacdo do documento
(programa) com o registro.
¢. O registro documenta que uma atividade foi incorretamente
realizada ou esté em naéo-conformidade e nao ha documentos
registrando as ag6es corretivas. O registro pode documentar uma
nao-conformidade, sem indicagdes que as acées corretivas foram
adotadas. P.e., 0 registro pode mostrar uma nao-conformidade do
ciclo térmico, sem documentag&o da ago corretiva.
d. O registro é ilegivel. A informagao registrada pode nao estar
clara, 6 incompreensivel. Neste caso, 0 apontador da fabrica pode
ser pouco instruido e por isto os registros sao parcialmente ou
totalmente ilegiveis.
e. O registro néo esta ruibricado ou datado. No minimo, o
funcionario encarregado deve rubricar e datar os registros.
f. O registro foi alterado com corretivo ou rasurado. Rasuras ou
evidéncias do uso de corretivos requerem outras investigacdes
complementares.
Para determinar se os registros apresentam deficiéncias, os
inspetores deverao responder as seguintes questées:
- 0s registros documentam a eficiéncia da sanificagao ?
- 0s registros documentam as atividades de monitoramento do
PPHO/ARCPC?
- os registros documentam as agées corretivas adotadas ?
- os registros atendem os principios do PPHO/ARCPC ?
Se o SIF local obtém mais de uma resposta nao para os
quesitos anteriores, existe uma ou mais deficiéncia.
NOTA: Falhas de registros diarios evidenciam, presumivelmente,
que o estabelecimento esta produzindo com riscos a sade publica
3 - Reavaliagdo do programa visando determinar se os requisitos sao
seguidos yAs deficiéncia podem estar relacionadas com folhas de elaboragao do
programa. Portanto, nesta fase, o programa é reavaliado pelo SIF, tanto nos
aspectos gerais relativos a0 comprometimento da alta diregéo da empresa
com a execucao do mesmo, a indicagéo das pessoas responsaveis pela
realizagao das diferentes partes do programa mas, sobretudo, do ponto de
vista da sua compatibilidade técnica com os pré-requisitos da empresa e da
execugao dos procedimentos pré-operacionais e operacionais estabelecidos.
Entende-se por pré-requisitos, as condi¢ées fisicas das instalagées e
equipamentos de processo e suas provaveis implicagées na manutengao
das desejaveis condigées sanitarias, 0 fluxograma operacional e as medidas
preventivas de contaminagdes cruzadas, a qualidade da dgua de
abastecimento e sua implicagdo na eficiéncia dos procedimentos de limpeza,
© programa de combate a insetos e roedores, o programa de treinamento de
funcionarios, as condigées de satide dos manipuladoes de alimentos e seus
habitos de higiene.
4 - Identificagao das deficiéncias
O SIF local identifica as deficiéncias através da atividade inspecdo e da
comparagéo dos achados com os correspondentes registros do
estabelecimento. Apos, as seguintes questées devem ser respondidas:
Durante a classificaccao das deficiéncias de processo, o inspetor deve
ter em mente que o enfoque primario ou énfase esta nos equipamentos,
instalag6es e praticas dos empregados, as quais podem resultar em direta
contaminagao ou adulteragao dos produtos.
- A atual condigao e os correspondentes registros do estabelecimento
refletem a implementacdo e a eficiéncia das atividades do PPHO/ARCPC ?
- As agées corretivas sdo adotadas e documentadas na forma
estabelecida no programa ?
Se o Inspetor obtém mais de uma resposta n&o para os quesitos
anteriores, existe uma ou mais deficiéncia. pNota: Se foi identificada uma deficiéncia e o estabelecimento adotou a
agéo adequada, o inspetor nao registra o problema como uma
deficiéncia regulamentar.
DECISAO
O SIF segue os procedimentos estabelecidos no BLOCO 5.
MBLOCO5
O ENCARREGADO DO SIF CLASSIFICA AS DEFICIENCIAS
Dependendo da resposta a questao: SAO NECESSARIAS AGOES DO
ORGAO OFICIAL DE INSPEGAO_(?}', a Inspecdo local seguira um dos
seguintes caminhos:
=
DOCUMENTE NO FORMULARIO REQUER ACAO
DE REGISTRO DE DEFICIENCIAS DE OFICIAL
PROCESSO (RDP)
Classificagdo das deficiéncias
As deficiéncias sao classificadas utilizando-se o GUIA DE
CLASSIFICAGAO DE DEFICIENCIAS (GCD). Além do uso do Guia, espera-
sé que os inspetores sejam metédicos, organizados e consistentes na
classificagao das deficiéncias quando os registros sao revisados.
A classificagaéo das deficiéncias implica no “conhecimento das
ocorréncias” e que este conhecimento seja “razoavelmente conclusivo”,
tendo como base as observacées imediatas e as informagées disponiveis. O
Guia de Classificagao de Deficiéncias deve ser usado para determinar o
significado dos achados de inspecdo, incluindo associagdes com os
requisitos dos registros gerados pelo estabelecimento.Considere que cada ocorréncia tem sua prépria circunstancia. Assim,
considere a diferenga entre ocorréncia ndo intencional , casos isolados ou
registros malfeitos de ocorréncias que mostram n&o-conformidade com o
plano estabelecido, erros propositais, omissées ou informagées falsas.
Sempre tenha em mente a diferenga entre registros que indicam uma fuga do
Programa, como p.e., falhas de limpeza e sanificagao de superficies que
contatam com produtos cozidos e falhas relacionadas com procedimentos
errados de registros, como p.e., 0 calculo para determinagao da forga do
detergente que foi incorretamente transcrito da folha de trabalho do
laboratério. Embora a Ultima ocorréncia seja inaceitavel, a primeira
representa falha do plano e portanto 6 mais séria.
AGOES
Usando 0 Guia de Classificagaéo de Deficiéncias (GCD), pergunte e
responda trés questées cruciais. Como vocé considera as “ocorréncias”,
as “conclusées” e as “circunstancias” ? As respostas destas questées
determinam se as deficiéncias séo menor, maior ou criticas. O Guia de
Classificac&o de Deficiéncias é mostrado a seguir.
GUIA DE CLASSIFICAGAO DE DEFICIENCIAS (GCD)
A. A deficiéncia resulta num produto Certamente
adulterado, falsificado ou fraudado ? provavelmente
potencialmente
B. O produto adulterado, falsificado ou certamente
fraudado alcangara o consumidor ? provavelmente
potencialmente
c. O produto sera prejudicial ao certamente
consumidor ? provavelmente
potencialmente
Uma deficiéncia critica mostrara “certamente” em “A”, “B” e “C”
Uma deficiéncia maior mostraraé nado menos do que“provavelmente” em|
"A" “Be 'C"
Uma deficiéncia menor mostraré “potencialmente” em “A”, “B” ou“C”
16Definigé6es
Certamente : inevitavel ou parece inevitavel.
Provavelmente: razoavel para assegurar, nao certamente.
Potencialmente: baixa probabilidade
Prejudicial: injurioso a satide ou significa a retirada de uma
expectativa do consumidor.
Depois de cclassificadas as deficiéncias, estas devem ser
documentadas como: MENOR, MAIOR OU CRITICA.
Deficiéncias critica
Deficiéncias “critica” sempre requerem agées resiritivas. Estas agdes
consistem em apreender os produtos e interditar os equipamentos, salas
e/ou areas. Ao adotar estas agdes, o SIF local, efetivamente suspende a
inspegéo e proibe o uso das instalagées e equipamentos até que as falhas
sejam corrigidas.
Falhas do PPHO/ARCPC também s&o consideradas deficiéncias
criticas. Para atender os requisitos regulamentares do PPHO/ARCPC, o
estabelecimento deve implantar procedimentos que previnam a direta
contaminagéo ou adulteragao dos produtos. Como uma deficiéncia critica
resulta “certamente” num produto diretamente contaminado ou adulterado
esta deficiéncia representa uma falha do PPHO/ARCPC.
Deficiéncias maior
Deficiéncias “maior” podem requerer a aco do Org4o Oficial de Inspecdo.
Usando 0 GCD e 0 julgamento profissional, o SIF decidira se a ac&o Oficial
se faz necessaria.
Deficiéncias maior nao se constituem, obrigatoriamente, em falhas do
PPHO/ARCPC. Estas deficiéncias requerem do estabelecimento, agdes
corretivas e acées preventivas. De qualquer maneira, o SIF local deve
documentar adequadamente estas deficiéncias. A correta documentagao
das deficiéncias 6 um aspecto importante as agdes administrativas do Orgao
Oficial.
Deficiéncias menor
Deficiéncias “menor” nao requerem ag&o do Orgao Oficial de Inspegao.
Da mesma forma que para as deficiéncias maior, as deficiéncias ise
17requerem dos estabelecimentos, agées corretivas e preventivas que devem
ser adequadamente documentadas pelo SIF.
Outras
Numa situagao que envolve falhas do PPHO/ARCPC e possivelmente
informagées falsas nos registros, o SIF local classficara estas deficiéncias
como criticas. A contaminagao direta ou adulteracao é um perigo a satide
publica o qual, sempre tem prioridade sobre outras situagées.
Nota: Se em algum momento, o SIF local suspeita que o
estabelecimento esta realizando alguma atividade ilegal (falsificagao dos
registros, oferecendo a venda, vendendo, transportando produtos
adulterados ou prestando informagées falsas sobre os produtos carneos
destinados ao comércio) , estas violagédes também devem ser
documentadas.
DESCISAO
O SIF local segue os procedimentos estabelecidos no BLOCO *)REPUBLICA FEDERATIVA DO BRASIL
WINISTERIO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO - MAA -
'SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUARIA - SDA 2.N° 00 DOCUMENTO:
DEPARTAMENTO DE INSPEGAO DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL - DIPOA -
DDIVISAO D0 CONTROLE DO. COMERCIO INTERNACIONAL - OCI 3. CGCMF
REGISTRO DE DEFICIENCIA DE PROCESSO - ROP -
Lusi:
ENOWEDA FIRMA 6 ENDERECO:
T
|
7. NOME DO RESPONSAVEL PELA FABRICAICARGO
‘ LEGISLAGKO, NORMA E /0U DIRETIVAS VIOLADAS
‘3. SEGKO, PAGINA E PARAGRAFO D0 PROGRAMA NAO ATENDIDOS TARGPC | PPHO
10. DESCRIGAO DA DEFICIENCIA (USE 0 VERSO SE NECESSARIO)
“1. GUIK DE CLASSIFICAGKO DA DEFICIENCIA CERTA: PROVAVEL- | POTENCIAL-
MENTE MENTE MENTE
A DEFIGIENCIA RESULTA NUM PRODUTO ADULTERADO FALSIFICRDO OU
FRAUDADO ? L
‘© PRODUTO ADULTERADO, FALSIFIGADO OU FRAUDADO ALCANGARA 0 i
| CONSUMIDOR ?
‘© PRODUTO SERA PREJUDICIAL AO CONSI
(DOR? eee
"TE ASSINATURA DO INSPETOR 15. CLASSIFICAGKO DA DEFIGIENGIA
|74. PROPOSTAS DO RESPONSAVAL PELA EMPRESA (AGOES CORRETIVAS) SSS
"16: PROPOSTAS DO RESPONSAVEL PELA EMPRESA (MEDIOAS PREVENTIVAS)
Eate documento representa uma noliicagie eserita para que esse atabelocimenta Implomonta agées preventivas © corrativas, de
forma 2 provenir a direta contaminagae elou adultoragio dos produtos. Esta violagdo pode reeultar em ages administrativas ©
aia
{, ASSWWATURK BO RESPONSAVEL PELA EHPRESK Tr ORR
|
| 78. ASSNATURA DO INSPETOR RESPONSAVEL PELA VERIFCATRO [AGES PREVENTVASE Te oATK
CORRETIVAS ADOTADAS), |
'BLOCO6
O SIF LOCAL APLICA PROCEDIMENTOS DE CONTROLE OFICIAL
A medida que se constata uma deficiéncia de execugdo do
PPHO/ARCPC, quer no que se refere ao registro, quer no que se refere aos
Procedimentos, 6 licito supor que produtos contaminados ou adulterados
podem estar sendo oferecidos ao consumo. Assim, a constatagao de
deficiéncias durante os procedimentos de verificagao, dependendo da
classificagao recebida, pode exigir do SIF local as seguintes providéncias:
a) Interdig&éo dos equipamentos de processo, utensilios e segdes,
afixando uma etiqueta com a expressao “BRASIL - SIF - INTERDITADO”;
b) Apreensdo dos produtos produzidos no turno de trabalho
correspondente a verificagdo, afixando uma etiqueta com a expressdéo
“BRASIL - SIF - SEQUESTRADO”;
c) Condenagao do produto;
d) Comunica 6 a diregao da empresas 0 resultado da verificagdo e as
aces adotadas; °
DECISOES
1. O SIF local esta capacitado a julgar a corregdo das deficiéncias
identificadas durante a verificagao e a autorizar o retorno da produgao,
assim que 0 estabelecimento recupere os procedimentos sanitarids.
2. Adota os procedimentos contidos no BLOCO 7
Nota
Se for 0 caso, a produgdo permanece suspensa até que as deficiéncias
sejam corrigidas.BLOCO7
DOCUMENTAGAO DAS DEFICIENCIAS
Apés a Classificagao das deficiéncias, o SIF local prepara documento a
Chefia da DCI/DIPOA e a Diregao da empresa, relatando a situagdo do
estabelecimento.
A. Registro das deficiéncias
Todas as deficiéncias identificadas, sero descritas e documentadas
no Formulario de Registro de Deficiéncias de Processo (RDP).
B. Descrevendo as deficiéncias
As deficiéncias devem ser corretamente descritas. O RDP é um registro
oficial usado pelo inspetor para documentar as deficiéncias. Todas as
informagées relativas as deficiéncias devem ser incluidas no momento de
descrevé-las. Como o RDP & usado como suporte as agées oficiais, este
documento deve ser escrito de maneira que permita “visualizar’ as
deficiéncias. Se 6 necessdario um espaco adicional para relatar as
deficiéncias, utilize o verso do RDP.
C. Informagées de suporte
Quando se documento uma deficiéncia, € importante que se inclua a
documentagao de suporte. Sempre, o SIF deve citar a legislagao que foi
violada, incluindo a pagina do PPHO/ARCPC, além do nome do
estabelecimento, numero de registro no Orgao Oficial de Inspecao, numero
do CGC/MF, a data e os registros implicados. As deficiéncias detectadas em
verificagées anteriores também devem ser documentadas, juntamente com
as respectivas agées corretivas e preventivas adotadas pelo estabelecimento
na ocasiao. Neste caso, o SIF deve citar a data do RDP.
D. Implantacgdo de Acées Corretivas e Preventivas
Na complementagao do RDP, o SIF local deve registrar as agées
corretivas e preventivas adotadas pelo estabelecimento. Em certos casos, as
agées corretivas € preventivas que serao adotadas ja fazem parte programa
do estabelecimento. De qualquer forma, o SIF deve se assegurar de que
estas agédes sao adequadas. Se o SIF julga que as agdes corretivas e
preventivas constantes do programa sao inadequadas, o estabelecimento
deve propor alternativas aceitaveis. Se as deficiéncias representam uma
falha do programa, o estabelecimento deve reavaliar e possivelmente
modificar seu programa, sendo que estas informacdes também devem
constar no RPPINSTRUGOES PARA SUPERVISAO NOS ESTABELECIMENTOS
PRODUTORES DE CARNES E DERIVADOS, HABILITADOS AO
COMERCIO INTERNACIONAL
|- OBJETIVO
0 objetivo destas Instrugdes é fornecer subsidios aos Supervisores da DCVDIPOA,
com vistas a avaliagdo da execugo, monitoramento e verificagéo dos Procedimentos
Padrao de Higiene Operacional (PPHO) efou Programa de Anélise de Riscos e Controle
de Pontos Criticos (ARCPC) desenvolvidos e implantados pelos estabelecimentos
produtores de cames e derivados habilitados ao comercio internacional.
Il- APLICAGAO
As presentes Instrugées aplicam-se as atividades de superviséo, realizadas pela
DCI/DIPOA, nos estabelecimentos habilitados ao comércio com os Estados Unidos da
‘América que, a partir de 27 de janeiro de 1997, estéo produzindo sob PROCEDIMENTOS
PADRAO DE HIGIENE OPERACIONAL - PPHO - , programa este que representa uma
forma de transic&o a aplicagZo do SISTEMA DE ANALISE DE RISCOS E CONTROLE
DE PONTOS CRITICOS.
De acordo com a estratégia de DCIDIPOA, até dezembro de 1998, todos os
estabelecimentos de carnes e derivados, habilitados ao comércio internacional, deverao
implantar Procedimentos Padrdo de Higiene Operacional e a partir de janeiro do mesmo
ano, os estabelecimentos habilitados para os Estados Unidos da América do Norte, com
mais de 500 funciondrios, deverdo operar sob os principios do Sistema de Anélise de
Riscos e Controle de Pontos Criticos.
Os Procedimentos Padréio de Higiene Operacional e o Sistema de Andlise de Risco
de Pontos Criticos so instrumentos de controle sanitario dos alimentos, desenvolvidos,
aplicados e monitorados pelas empresas. De qualquer maneira, estes instrumentos
fornecem valiosas informagées que devem ser bem utilizadas pelo Sistema Oficial de
Inspecdo. Esta é raz4o pela qual a DCI/DIPOA esta introduzindo algumas modificagdes
no programa de superviséo dos estabelecimentos brasileiros habilitados ao comercio
internacional, de forma a ajustar os procedimentos de inspegdo sanitaria aos novos
recursos de controle de processo
De acordo com esta nova sistematica de supervisdo, em sintese, os supervisores,
além de analisarem os registros gerados pela empresa e pela IF, acompanham o
Encarregado da IF nos trabalhos de verificago didria, observando o seu desempenho ¢
também o desempenho dos funcionario da empresa, indicados no programa para
realizarem o monitoramento das atividades diarias.Ill - PREPARAGAO DA SUPERVISAO
Os supervisores, antes da execugao dos procedimentos de verificagao do
PPHO/ARCPC de um’ determinado estabelecimento, devem rastrear o Sistema de
Informagdes Registros da DCI/DIPOA para aquilatar a conformidade da industria com os
procedimentos previstos no programa. Esta andlise deve focalizar os resultados do
monitoramento dos processos e das inspegées realizadas pelo SIF local
Assim, durante o rastreamento do Sistema de Informagées e Registros da
DCIDIPOA, as seguintes questdes devem ser formuladas:
1 -As atividades de verificagao esto sendo realizadas diariamente pelo SIF local ?
NOTA: Se esta atividade nao esté sendo realizada na forma prevista, os
‘supervisores devem identificar 0s motivos pelos quais esta atribui¢éo do SIF nao
est sendo executada.
2-0 SIF local tem identificado deficiéncias ?
3 - No caso de constatacdo de deficiéncias, medidas corretivas sao adotadas ?
4 - Os registros da verificagéo pré-operacional e operacional executada pelo SIF
local, demonstram que os Procedimentos Padrao de Higiene Operacional e/ou 0 Programa
de Analise de Riscos e Controle de Pontos Criticos sofreram alteragdes (melhoraram ou
declinaram ) apos a implantac3o do programa ou apés a ultima superviséo ?
NOTA: Outras fontes de informacées como registros dos resultados de andlise
laboratorial e informagées relativas ao processamento dos produtos (memoriais
descritivos dos produtos) também devem ser analisados pelos supervisores antes
do inicio da supervisao.
IV - OBSERVAGOES REALIZADAS NO ESTABELECIMENTO
4 REAVALIAGAO DO PROGRAMANesta fase a equipe de supervisdo reavalia 0 programa, atentando para 0
comprometimento da alta dirego da empresa com a execugdo do mesmo, a indicagaio
das pessoas responsaveis pelo execugdo e controle de suas diferentes partes, possiveis
alteragdes softias no decorrer do periodo, a sua compatibilidade técnica com os pré~
requisitos da empresa ¢ a fiel execugéo dos procedimentos pré-operacionais ¢
operacionais estabelecidos.
Entende-se por pré-requisitos, as condigies fisicas das instalagdes
equipamentos de proceso e suas provaveis implicagdes na manutengdo das
desejaveis condigdes sanitarias, 0 fluxograma operacional e as medidas preventivas
relacionadas as contaminagées cruzadas, a qualidade da Agua de abastecimento ¢ sua
implicagdo na eficiéncia dos procedimentos de limpeza, 0 programa de combate a
insetos € roedores, 0 programa de treinamento de funcionarios, as condigdes de saiide
dos manipuladores de alimentos e seus habitos de higiene, aferigdo de instrumentos de
controle de processo e etc.
2-VERIFICACAO DOS REGISTROS
A verificagSo dos registros é um procedimento importante que permite aquilatar se
as medidas estabelecidas no PPHO séo efetivas 4 preveneao da contaminacdo direta dos
produtos ¢ se adequadas aces preventivas elou corretivas so aplicadas quando estas
se fazem necessarias.
Para isto os supervisores devem:
a) revisar os registros gerados pela empresa e correlacioné-los com os registros da
atividade de inspeco realizada pelo SIF local para:
(i) verificar se os procedimentos do PPHO/ARCPC sao conduzidos pelo
estabelecimento, antes e durante as operagées, se as atividades de monitoramento so
realizadas com a freqUéncia estabelecida no programa e se medidas corretivas séo
adotadas;
(ii) verificar se as deficiéncias relativas @ possivel contaminagao direta dos
produtos sao registradas pelo estabelecimento e se s4o adotas medidas preventivas;
(iii) verificar se os funcionarios do estabelecimento, responsaveis pela
execugo do PPHO/ARCPC e pelo monitoramento das atividades estdo visando e datando
0s registros.
b) verificar se os registros esto disponiveis no prazo previsto;
¢) verificar se 0 SIF local esta revisando os registros e ha alguma evidéncia de
falsificago ou rasura dos mesmos.NOTA: Os registros do PPHO/ARCPC do estabelecimento devem documentar a
implantagao e a manutencao de procedimentos especificos, bem como a aplicagao
de medidas preventivas, quando necessérias.
3 - VERIFICAGAO DO PROCESSO
A verificago do processo envolve a inspeg&o das instalagdes, equipamentos
utensilios de processo, a observagdo e inspegdo do processo de obtengao dos produtos, a
observagSo da execugao e monitoramento do programa e a comparagao dos achados de
inspecdo com os registros do estabelecimento e da IF local
a) Durante a verificago do proceso os Supervisores devem observar se a
inspegdo visual esta sendo executada de acordo com @ metodologia recomendada pela
DCIV/DIPOA:
() a inspegdo das UnidadeS de Inspecéo atende o principio da
aleatoriedade?
(ii) As deficiéncias identificadas sao classificadas corretamente ?
(ii) © Plano de Inspeg&o contempla a reinspegdo didria das Unidades de
Inspegdo com deficiéncias repetitivas ?
b) Os supervisores devem observer se a IF local acompanha a execugdo e 0
monitoramento do PPHO;
c) Os supervisores devem determinar se a IF local esta comparando os seus
achados de inspegdo com os registros da empresa;
V - REGISTRO DE DEFICIENCIAS DE PROCESSO (RDP)
O RDP 6 o instrumento utilizado para registrar _no-conformidades do
estabelecimento. Os supervisores, em conjunto com a IF local, devem revisar 0s RDPs e
observar se s40 seguidas todas as recomendacdo para 0 preenchimento do formulario,
A avaliagéo dos RDPs deve cobrir as seguintes areas: identificacao da deficiéncia,
classificagao da deficiéncia, documentagdo da deficiéncia, medidas preventivas
corretivas e deficiéncias criticas repetitivas.
4 - IDENTIFICACAO DA DEFICIENCIAOs supervisores, devem avaliar se a Inspecao local esta identificando corretamente
as deficiéncias.
Os supervisores devem avaliar se a Inspegdo local se assegurou de que @
deficiéncia identificada esta claramente caracterizada, antes de registra-la como tal.
2.- CLASSIFICAGAO DA DEFICIENCIA
Os supervisores devem avaliar se a IF local esta aplicando corretamente o Guia de
Classificagdo de Deficiéncias. Para tal, os supervisores devem observar:
a) Se a IF local esta realizando investigagSes complementares, se necessarias,
para obier todas as informacdes com vistas a classificago da deficiéncia;
b) Se a IF local considera o que é de fato conhecido e o que é razoavelmente
assumido para responder as questées do Guia de Classificacao de Deficiéncias;
©) Se a IF local aplica 0 Guia de Classificagao de Deficiéncia a cada questao;
d) Se ha evidéncia de contaminac&o direta ou adulteragao do produto para cada
deficiéncia critica do PPHO/ARCPC
3 - DOCUMENTAGAO DA DEFICIENCIA
Os supervisores devem avaliar se a IF local documenta as deficiéncias de forma
clara e precisa;
Os supervisores devem avaliar também se o RDP documenta.
a) Procedimentos previstos no PPHO/ARCPC, nao aplicados;
b) Normas e Regulamentos Oficiais nao seguidos
©) Ago Oficial aplicada;
d) notificagdo a geréncia do estabelecimento.
4- RESPONSAVEL PELA CORRECAO DA DEFICIENCIA
a) Os supervisores devem avaliar se a IF local esta analisando as medidas
corretivas aplicadas pelo responsavel pela correcéo das deficiéncias, indicado no
PPHO/ARCPC. Medidas corretivas inclu:
- Desténo adequado dos produtos apés a identficdo de deficiéncias;
= Recuperago da condigdo sanitaria do produto;
- prevengdo da ocorréncia de deficiéncia repetitiva.
ohNota: As medidas preventivas e/ou corretivas adotadas pelo estabelecimento, para
as deficiéncias criticas, devem ser documentadas no RDP. No momento em que sao
identificadas deficiéncias criticas, a inddstria, verbalmente, deve propor as
medidas preventivas e/ou corretivas adequadas.
b) Os supervisores deve avaliar se a IF local deixou de identificar ou solicitar a
aplicagdio de agdes preventivas ou corretivas.
5 - DOCUMENTAGAO DE DEFICIENCIAS REPETITIVAS
Observacdo e documentagdo de repetidas deficiéncias criticas, com a mesma
origem, demostra fala de planejamento ou execugdo inadequada do Programa de
Procedimentos Padro de Higiene Operacional do estabelecimento. Os supervisores, a
partir do RDPs da IF local, dever identificar as deficiéncias repetidas que
a) N&o refletem as exigéncias legals relativas a implantac3o e manutengéo do
PPHO/ARCPC, aplicagao de agdes corretivas e manutencZo dos registros do
monitoramento;
Nota: Os RDPs devem documentar falhas de manutencdo das instalages, execugao
do PPHO e aplicacao de medidas preventivas e corretivas identificadas.
b) A documentagéo demonstra que a Diregéo da empresa foi notificada da
existéncia de deficiéncia de natureza repetitiva e que as medidas preventivas ndo foram
adotadas e consequéntemente os problemas continuam a ocorrer.
Nota: Os supervisores devem solicitar que a IF local comprove a Agao Oficial de
Controle, sempre que forem identificadas falhas relativas a manutencéo do
PPHO/ARCPC e/ou a aplicagao de a¢ées preventivas e corretivas.
VI - APLICACAO DA AGAO OFICIAL DE CONTROLE
O sucesso da execugao da ag&o de compelir a industria a aplicar os procedimentos
padréo de higiene operacional esta fundamentado na competente identificacdo,
6classificagdo e documentacdo da deficiéncia, na credibilidade cientifica e ‘suporte legal das
ages adotadas. Assim, os supervisores devem determinar se:
1 - A Ag&o Oficial de Controle implantada pela IF local é compativel com as
Normativas do DIPOA.
a) A IF local adotou Aco Oficial de Controle para deficiéncias criticas?
b) AIF local deixou de adotar Ago Oficial de Controle para deficiéncias menor ?
¢) A IF local adotou Agao Oficial de Controle para deficiéncias maior, baseado em
evidéncias plausiveis ou conclusdes sustentaveis ?
2 - No caso de falhas de execugo do PPHO/ARCPC foram adotadas as Agdes
previstas na legislacdo, como:
a) Interdi¢ao de equipamentos de processo, utensilio e segdes através da aplicagao
de etiquetas com a expresso "BRASIL - SIF - INTERDITADO™
b) Apreensdo de produtos através da aplicaglo de etiquetas com a expressdo
“BRASIL - SIF - SEQUESTRADO”
©) Condenagao de produtos, se for o caso.
Nota: O desenvolvimento, a implantacao, a execugao e os respetivos registros do
ARCPC e do PPHO, bem como a aplicacao das a¢ées preventivas e/ou corretivas
gue se fizerem necessarias, sao de responsabilidade da industria. Estes programas
(ARCPC e PPHO) tém como objetivo, evitar que produtos contaminados,
adulterados ou fraudados alcancem os consumidores. Assim, as AcOes Oficiais de
Controle quando aplicadas, fundamentam-se na concluséo de que o sistema de
controle da industria falhou no cumprimento da tarefa de evitar que produtos
contaminados, adulterados e/ou fraudados sejam oferecidos aos consumidores."REPUBLICA FEDERATIVA DO BRASIL TATA:
MINISTERIO DA AGRICULTURA E DO ABASTECINENTO - MAA -
SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUARIA - SOA - 2.NPD0 DOCUMENT!
DEPARTAMENTO DE INSPEGAO DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL -DIPOA- SS
Fy BIVISAO DO CONTROLE D0 COMERCIO INTERNACIONAL -OCI- 3. Coc
RELATORIO DE SUPERVISAO
aRcect] PPHOL)
NOME DA FIRMA 6. ENDERECO:
T-ENCARREGADO BO SIF:
‘8, SUPERVISORES|NONE E ASSINATURA]
‘3. INFORMAGOES OBTIDAS DURANTE A PREPARACKO DA SUPERVISAO
') AS ATIVIDADES DE VERIFICAGAO SAO REALIZADAS DIARIAMENTE?
iM NAO)
‘COMENTARIOS!
‘D)O SIF LOGAL TEM IDENTIFIGADO DEFIGIENGIAS 7
SIME] NAO O)
COMENTARIOS:
'@] NO CASO DE CONSTATAGAO DE DEFICIENGIAS, SKO ADOTADAS MEDIDAS CORRETIVAS ?
si.
‘COMENTARIOS
“@) OS REGISTROS DE VERIFICAGAO PRE-OPERACIONAL E OPERACIONAL, EXECUTADOS PELO SIF, DEMONSTRAM QUE O
PPHOIARGPC SOFREU ALTERAGAO (MELHOROU OU PIOROU) APOS A IMPLANTAGAO DO PROGRAMA OU APOS AULTINA
SUPERVISAO ?
sim 0 NAO
‘COMENTARIOS!TBR FOLR: [WDO DOCUMENTS i DATA DA SUPERVISKO RUBRICA DO SUPERVISOR:
26
‘10, OBSERVACOES REALIZADAS NO ESTABELECINENTO
1. REAVALIAGAO DO PROGRAMA
‘05 PRE-REQUISITOS DO ESTABELECIMENTO SKO COMPATIVEIS COM O PROGRANAT
si) NAO)
COMENTARIOS:
2, VERIFIGAGKO DOS REGISTROS.
‘0S PROCEDINENTOS PREVISTOS NO PPHOIARCPC SKO CONDUZIDOS PELA EMPRESA ANTES E DURANTE AS OPERAGOES,
AS ATIVIDADES DE MONITORAMENTO SAO REALIZADAS COM A FREQUENCIA ESTABELECIDA NO PROGRAMA E MEDIDAS.
CORRETIVAS SAO ADOTADAS?
‘sim NAO!
“COMENTARI
LAS DEFIGIENCIAS RELATIVAS A DIRETA CONTAMINAGAO DOS PRODUTOS SKO REGISTRADAS PELO ESTABELECIMENTOE
‘SAO ADOTAS MEDIDAS PREVENTIVAS ?
Sim) NAO)
‘COMENTARIOS:
{@] 0S FUNCIONARIOS DA EMPRESA, RESPONSAVEIS PELA EXECUGKO DO PROGRAMA E PELO MONITORMAENTO, ESTRO
VISANDO E DATANDO OS REGISTROS ?
‘sim C]_NAO CI
‘COMENTARIOS:
“| OS REGISTROS ESTAO DISPONIVEIS A INSPECKO FEDERAL NO PRAZO PREVISTO 7
SiMCI NAO)
‘COMENTARIOS!
‘@) DURANTE & REVISAN DOS REGISTROS, 0 SIF LOCAL IDENTIFICOU ALGUNA EVIDENCIA DE RASURA EIOU FALSIFIGAGKO?
SMT] NAO
| SoD ARISWK FOLHA [N00 DOGUMENTO oF: DATA DA SUPERVSKO: ‘RUERICA DO SUPERVISOR: —]
ae l !
[Link] DO PROCESO
Hae eA AC IURE ESTA SENDO REALZADA DE ACOROO COMA METODOLOGIA RECOWENDADA PELA DGVDIFOR? |
sim(D) NAOT
‘COMENTARIOS?
B)AINSPEGAO DAS Ule ATENDE © PRINICIPIO DA ALEATORIEDADE ?
sit () NAOT)
‘COMENTARIOS:
[10 PLANO DE INSPEGKO CONTEMPLA A REINSPEGAO DIARIA DAS Uls COM DEFIGIENCIAS REPETITIVAS?
siM[)_NAO LT]
‘COMENTARIOS:
ATE LOCAL ACOMPANHIA A EXECUGKOE O MONITORAMENTO DO PROGRAMA 7
siMT] NAOL]
‘COMENTARIOS
|
“IAF LOGAL COMPARA OS AGHADOS DE INSPEGAO COW OS REGISTROS DA EMPRESA?
SIM) NAO LL
‘COMENTARIOS:
REGISTRO DAS DEFICIENCHS.
HDENTIFICAGAG DAS DEFICIENT
| a]AIE LOCAL ESTA IDENTIFICANDO CORRETAMENTE AS DEFICIENGIAS 7
| sim NAO)
(COMENTARIOS:{BRFOUIA [WFOG DOCUMENTO E DATA DA SUPERVISKO: RUBRICA 00 SUPERVISOR:
46
2, CLASSIFICAGRO_DAS DEFICIENCIAS
Hae a Cees, GpLIGANSO CORRETANENTE O GUIA DE GLASSFICAGKO DEDERCENGAS? ————SC~S
‘sim [NAO]
‘COMENTARIOS:
| o-RIF LOCAL REALIR THVESTGRGOES COMPLEMENTARES COW VISTAS K CLASEIFIGNGKO ORS DENGIENGAS———] ‘RIF LOCAL REALIZA INVESTIGAGOES COMPLEMENTARES COM VISTAS A CLASSIFICAGAO DAS DEFIGIENGIAS
‘sim C1 NAOL]
‘COMENTARIOS:
Gy RIF LOCAL CONSIDERA O GUE E DE FATO GONTEGIDO E'O GUE E RAZOAVELMENTE ASSUNIOO PARA RESPONDER AS
| Guesroes 0 ccor
sim] NAL)
COMENTARIOS:
“VATE LOCAL APLIGA O GCD A CADA GUESTAO ?
MC1_NAO.
| SOMENTARGSS
| NO GASO DE DEFICIENGIA GRITIGA, HA EVIDENGIA DE CONTANINAGKO DIRETA E/OU ADULTERAGKO DOS PRODUTOS 7
smo nao
‘COMENTARIOS:
3, DOCUMENTAGKO DA DEFIGIENC
a} AF LOGAL DOCUMENTA AS DEFICIENGIA DE FORA GLARA E PRECISA?
SM] NAOT]
[ComenraRios:WFDAFOLHA! [W°50 DOCUMENTO [SIF DATA SUPERVISKO | RUBRICA DO SUPERVISOR:
‘] O RDP DOCUMENTA © NKO CUMPRIMENTO DE NORMATIVAS 50 DIPOA?
‘SiM(C]_NAOC)
‘COMENTARIOS:
‘d) O RDP DOCUMENTA A AGKO OFICIAL APLIGADA PELO SIF LOGAL?
SIME] NAO [J
‘COMENTARIOS:
S]ADIRETKO DA EMPRESA E NOTIFIGADA , NO CASO DE "CONSTATACAO DE DEFICIENCIAS ?
SiC] Nao C]
‘COMENTARIOS
43, RESPONSAVEL PELA_CORREGKO DA DEFICIENGIA
@) AIF LOCAL ESTA AVALIANDO AS MEDIDAS CORRETIVAS APLICADAS?
sim 0 NAO)
‘COMENTARIOS:
1) HA EVIDENGIAS QUE IF LOGAL DEIXOU DE IDENTIFICAR OU SOLICITAR A APLIGAGRO DE AGOES PREVENTIVAS EIOU
GORRETIVAS, QUANDO ESTAS SE FAZEM NECESSARIAS?
‘sim_(]_NAG.
‘COMENTARIOS?B;DRFOUIR |W DG DGCINENTO oF DATA SUPERVISKO | RUBRICADO SUPERVISO!
ob
5. DEFICIENCIAS REPETITIVAS,
Caer eee TET TMRSKTAEXSTENGAS DEDEFICINCASREPEMVAS?
sim_[] NAO []
‘COMENTARIOS:
Sy KEIREGKOLDA EMPRESA FOT NOTIFICRDA DA EXISTENGIA DE DEFIGIENGIAS REPETITIVAS 7
EMaii Clal
COMENTARIOS:
.APLIGAGAO DA AGAO OFICIAL DE CONTROLE
+ RAGKO OFICIAL DE CONTROLE E COMPATIVEL COM AS NORWATIVAS 00 DIPOA?
smO)_NAo |
COMENTARIOS:
NG GASO DE FALAAS DE EXECUGKO DO PROGRAMA FORA ADOTADAS AS AGOES PREVISTAS NALEGISLAGKO ?
Sm) NAO)
[ COMENTARIOS: