Projeto de Interiores
História
Primeiro registro de ensino:
· Escola Superior de Design (Esdi);
· Instituto de Artes Decorativas (Iadê);
Ergonomia:
· Teve início após a segunda Guerra Mundial;
· Devido as limitações dos seres humanos em relação as máquinas, sendo necessário um
estudo na relação homem-máquina;
Processos de design:
· Segundo Bruno Munari: Ele defende que o processo criativo para a resolução de um
problema não é uma fórmula mágica, mas é um processo metodológico que se inicia com
a identificação da problemática. Esse processo evita retrabalhos e não cumprimentos das
demandas solicitadas. Enfatiza que não se pode pular etapas, devendo evitar soluções
superficiais que apenas vão mascarar a problemática.
· Segundo Tim Brown: desenvolveu o design tinking. Para ele, é muito mais do que seguir
passos, analisar dados e consultar especialistas, o designer deve aprender com a vida e
com as pessoas, procurar trazer o cliente para dentro do processo criativo, fazendo ele
participar.
· Obs.: Logo não existe uma regra preestabelecida. O que existe são recomendações para
incentivar o processo criativo, reduzir os erros e otimizar o tempo para o
desenvolvimento dos projetos com melhores resultados.
· Passo a Passo segundo a NBR 13532;
· COLETA DE DADOS - PLANEJAMENTO - APLICABILIDADE
Fases do Processo:
· Briefing: colheita de informações com o cliente, compreensão da necessidade e desejo do
cliente. Deve haver um questionário, amostra de materiais, e obervação, inclusive de
expressão corporal. Aqui deve haver a problematização;
· Diagnóstico: buscar melhores alternativas para atender a necessidade do cliente; Para isso
é necessário uma análise global do ambiente como medições, iluminação, ventilação,
acessibilidade e etc, bem como análise da usuabilidade do espaço; formando assim a ideia
base do nosso projeto.
· Geração de alternativas: desenvolver várias possibilidades, trazer inspirações, deixar a
criatividade falar;
· Anteprojeto: execução e escolha de uma das alternativas, aqui devemos escolher material,
gosto de cliente entre outras definições;
- Observar: estética, funcionalidade, viabilidade, e tempo.
· Projeto executivo: execução propriamente dita do projeto:
- Solicitação de licenças, busa de fornecedores, acompanhamento de obra, compra de material,
cronogramas e etc
Planejamento:
I -Pesquisa/Análise.
· Estabelecer os parâmetros do problema.
· Estabelecer os contextos de pesquisa; como encontrar o problema.
· Estabelecer os tipos de cliente: usuários, donos e administradores.
· Estabelecer as necessidades do cliente e preferências
· Determinar o que podemos questionar. O que podemos mudar e o que não pode ser
mudado.
· O que é atual? (O que existe no problema particular em mãos?).
· O que é ideal? (Qual o caminho ideal para se alcançar a solução do problema?).
· O que é real? (Como eu irei encontrar o problema e a solução?)
· Para quem nós estamos projetando? O que eles querem? O que eles precisam?
· Como eles entendem o ser humano dentro do espaço?
· Como nós entendemos a escala humana?
II- Coleta de Informações:
· Quais são as aproximações do designer com o projeto em particular?
· O que nós gostaríamos de fazer? O que podemos fazer?
· O que está amarrado ao contexto do problema?
· O que pode ser possível?
· O que foi feito é o mesmo tipo de design?
III- Problema e solução?
· Qual é o contexto geral?
· Local e edificação
· Materiais
· Quais são os contextos humanos? Físicos/antropológicos, ergométricos, psicológicos,
sociais, estéticos.
· Desejos e necessidades
· Intenções e ética, cullturais, econômicas, sociais.
· Qual contexto objetivo e subjetivo?
· Valores filosóficos aplicados ao problema
· Pontos de vista da pessoa que utilizará o espaço
· Quais os futuros e desconhecidos contextos?
· Quais são as questões que são levantadas na pesquisa?
· O que você não sabe que talvez possa ajudá-lo a entender o problema em questão?
· Quais as possibilidades existentes que podem não estar ali?
· Quais ideias, questões e elementos que estão adicionados ao contexto real?
IV - Se há parametros preexistentes no espaço:
· Quais são as características do local e as existências de projeto? O que não poderá ser
modificado?
· Características do local.
· Características espaciais dos interiores.
· Elementos de impacto no pensamento de design.
· Transições.
· Fenestrações e características da arquitetura.
· Dificuldades, estorvos.
· Alturas, limites, possibilidades de mudanças.
V - Design:
· Fazendo perguntas – como aprender?
· Examinando estudos de caso.
· Desenvolvendo um critério de design.
· Desenvolvendo um programa de design.
· Examinando uma aproximação filosófica.
· Examinando uma aproximação estética.
· Examinando qual a intenção do design.
· Examinando outros.
· 7. Envolvendo os conceitos de design.
· Projetos preliminares.
· Enfoques globais/Exploração de possibilidades.
· Intenções do design e direções específicas.
· Refinamento e clarificação do design e do programa de necessidades do usuário.
· Conceito preliminar e avaliação.
· Determinação das direções de projeto.
· As fases 8 e 9 estão no momento de decisões projetuais, podemos chamar de fases
convergentes.
· Desenvolvimentos do projeto – desenvolvendo aspectos mais aprofundados.
· Desenvolvimento do projeto.
· Desenvolvimentos aprofundados em 2D e 3D.
· Desenvolvimento das cores, materiais, iluminação e fatores do ambiente.
· Esculpir o espaço utilizando a organização espacial
· Avaliação do desenvolvimento incluindo críticas e julgamentos
· Implementação do design
· Entendendo até onde vai o projeto
· Apresentação final de conceito
· Produção e implementação do projeto
· Determinação da supervisão e implementação do projeto
· . Respostas e pensamentos pós-design
· Avaliação da solução
· Ideias para projetos futuros
· Aprendendo com erros anteriores; aprendendo com as decisões de projeto
· Entendendo a natureza interativa do design; a solução projetual não é finita.
Ambientes em uma residencia: FAZER RESUMOS
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