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As Ervas e As Influências Dos Astros

O documento discute as influências astrológicas nas plantas e sua colheita de acordo com as fases da Lua. As ervas absorvem energias cósmicas e são influenciadas por planetas específicos. Sua colheita deve ocorrer na Lua Nova ou Crescente para aproveitar o fluxo de energia vital nas folhas, flores e frutos. Banhos de ervas podem eliminar cargas negativas de acordo com procedimentos descritos.
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As Ervas e As Influências Dos Astros

O documento discute as influências astrológicas nas plantas e sua colheita de acordo com as fases da Lua. As ervas absorvem energias cósmicas e são influenciadas por planetas específicos. Sua colheita deve ocorrer na Lua Nova ou Crescente para aproveitar o fluxo de energia vital nas folhas, flores e frutos. Banhos de ervas podem eliminar cargas negativas de acordo com procedimentos descritos.
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AS ERVAS E AS INFLUÊNCIAS DOS

ASTROS
As ervas e as influências dos astros

Sua função dentro da terapia vegeto-astromagnética é de serem


condensadores das energias solares e cósmicas. Há ervas que recebem
influxos mais diretos de certos planetas. Como sabemos, um corpo celeste é a
concretização de certas Linhas de Força ou Forças Sutis que determinada
força comanda. Assim, temos ervas para determinados força.

Deve ser colhida dentro na quinzena positiva, isto é, nas Luas Nova e
Crescente porque a energia vital ou prana faz seu ciclo, no reino vegetal
obedecendo ao seguinte ritmo:

Lua minguante: força prânica se concentra na raiz, vitalizando-a permitindo


que ela tire do solo nutriente físicos e hiperfísicos. Dura 7 dias para ser
completada.

Lua Nova: o éter vital ou prana se concentra nas folhas, flores e frutos.

Lua Crescente: Nessa fase ainda há uma corrente prânica nas folhas, após o
4 dia, a corrente se desloca para os galhos menores, e até o 7 passa para os
galhos maiores.

Lua Cheia: A corrente prânica desce mais ainda, alcançando o caule primário;
desce até o 7 dia da Lua Cheia, quando o prana já está praticamente
acumulado na raiz.
Portanto:

Não se deve colher ervas nas Luas Cheia e Minguante, pois a força vital, o
prana, as energias eletromagnéticas estão na raiz, e é claro que ninguém vai
tomar banho de raiz, pois se tomar será uma só vez, e não é de nosso feitio
aniquilar o reino vegetal, nobre auxiliar para a sobrevivência do homem.

Para os banhos, as ervas deverão ser colhidas e logo depois usadas. Devem
ser verdes.

Para os chás, os mais eficientes serão os colhidos e usados logo, mas se


estiverem secas suas folhas podem se prestar a sua função, pois ainda
mantêm em sua composição física certas substâncias que serão úteis. Mas é
importante que tenham sido colhidas nas Luas Nova ou Crescente.

Banho de desimpregnação ou eliminação de cargas negativas:

Sua função é eliminar as cargas negativas que ficam no Auro do indivíduo.

Como se faz:

• As ervas deverão ser colhidas verdes na Lua Crescente, na quantidade de


1,3,5 ou 7 qualidades, mas da mesma Vibração Espiritual, Linha.

• Após lavarem as ervas, são colocadas numa vasilha de louça branca, sobre
uma mesa, onde se acende uma vela branca dentro de um pentagrama, isso
tudo preparado com orações.

• A seguir, acrescenta-se na vasilha, onde já contidas as ervas, água fervente


ou água de cachoeira, rio, mar etc. Se for água dessas procedências, tritura-se
as ervas com as mãos (previamente lavadas e depois limpas com álcool) e,
antes de banhar-se, retiram-se os restos, coando o sumo.

• Se for água quente, espera-se o tempo suficiente para que haja as


transmutações vibratórias e para que a água se esfrie até a temperatura que
permita ser usada sem lesar ou trazer queimaduras.

• Após o banho de higienização, o indivíduo volta-se para o ponto Sul e toma o


banho de ervas, deixando o mesmo, junto com as ervas, passar pelo corpo
todo, isto é do pescoço para baixo.
• Ao tomar o banho de descarga, colocar sob os pés pequenos pedaços de
carvão, os quais devido ao elemento carbono, fixarão as cargas que as ervas
deslocarem.

O mecanismo básico deste banho é o de que a água, junto com as ervas,


desloca cargas ou formas-pensamento que se tenham agregado ao Corpo
Astral ou Corpo Etérico do indivíduo. Liberando as tensões, bloqueios e
doenças e também limpando o corpo Astral.

• Após o banho, os detritos de ervas devem ser retirados do corpo, um a dois


minutos depois, e colocados em algum recipiente de vidro por ser ele isolante,
juntamente com o carvão, devendo ambos ser despachados em água corrente,
sem o vidro é claro ou o resto das ervas, no caso de maceradas, podem ser
despachados num rio ou numa mata.

O banho deve ser tomado com o indivíduo voltando-se de costas para o


cardeal Oeste ou Leste. Quando a erva for macerada com as mãos as ervas
não devem passar pelo corpo. Esse banho deve ser efetuado do pescoço para
baixo.

O Significado Astrológico das Plantas


As Plantas Mágicas
Botânica Oculta

Paracelso
Castiglione, em sua História da Medicina, é um dos que expõe a
síntese da doutrina de Paracelso. Para ele, “a natureza constitui o
macrocosmo, cujo maior desenvolvimento é representado pelo
homem, que, formado pelos mesmos materiais e sujeito às
mesmas leis, repete, em si próprio, todos os fenômenos da
natureza e está submetido a todas as influências cósmicas e
telúricas que regulam o universo”.
Dizia ele: “A alquimia não visa exclusivamente obter a pedra
filosofal; a finalidade da ciência hermética consiste em produzir
essências soberanas e empregá-las devidamente na cura das
doenças”.
Ao falarem dele como alquimista, os biógrafos
de Paracelso colocam-no na categoria mais elevada. Todos
afirmam unanimemente que era dotado de um poder escrutinador
que lhe permitia adentrar o próprio espírito das coisas da
Natureza. Ele penetrava os recônditos mais profundos da
Natureza, explorava-os e, por meio de suas formas, sabia ver a
influência dos metais, com uma penetração tão sagaz, que
chegava a extrair deles novos remédios. No que se refere à
filosofia hermética, tão árdua e tão misteriosa, ninguém o
igualou.

Portraits of Paracelsus
A arte de curar, de acordo com Paracelso, apóia-se em quatro
pilares: a filosofia, que significa, antes de qualquer coisa, “abrir-
se ao conjunto das forças naturais, observar essas forças
invisíveis na penetração da realidade total e perceber o invisível
no visível”; a astronomia, que nos ensina como as estrelas nos
influenciam; a alquimia, útil principalmente na preparação dos
remédios e “virtus”, a honestidade do médico. De acordo com
ele, o médico é a imagem primordial de uma pessoa que está se
aperfeiçoando. Mais do que qualquer um, o médico deve
reconhecer a ação da natureza invisível no doente ou, em se
tratando do remédio, como ela trabalha no visível.
Para o médico suíço, a natureza não é apenas aquilo que nossos
olhos enxergam, nem somente o que existe num outro lugar, mas
ambos ao mesmo tempo. Escreveu Braun:“Assim, não é de
surpreender que foi Paracelso quem introduziu a descrição da
“força de imaginação” dando, desse modo, um nome à energia
imanente que fixa as coisas do interior para fora (…). Outros
atributos dessa força são: ela flui através de todas as coisas,
através de todo esse imenso mundo e é tão eterna como tudo que
existe e não existe, tudo que está sendo”.
Rudolf Steiner, pai da antroposofia, escreve: “Entre Paracelso e
Hahnemann existe uma grande diferença: até certo ponto o
médico do século 16 ainda era clarividente, Hahnemann não. Ele
conseguiu testar o efeito dos remédios pelos sentidos”. E o
historiador da medicina Heinrich Schipperges chega à conclusão
de que Paracelso, como médico de seu tempo, não praticava
medicina tradicional nem moderna, ou seja, ele não pode ser
encaixado na medicina ortodoxa tampouco na medicina total. Sua
medicina se apoiava muito mais num conceito claro e
inconfundível, numa teoria da medicina que tinha suas raízes na
filosofia, que faz do homem um verdadeiro médico. No entanto,
essa filosofia não confia apenas na natureza nem na mente; ela
constrói da “luz da natureza”seu “cosmos anthropos”.
Gunhild Porksen, tradutora de textos de Paracelso durante anos,
diz que as controvérsias a respeito dele são causadas por seu
comportamento grosseiro e rude. Ela chegou à conclusão de que
ele era um homem de “energias especiais”. O fato é que ele
sempre conseguiu entusiasmar pessoas bem diferentes como,
por exemplo, Goethe em seu Fausto. Os sucessos astrológicos
de Paracelso são famosos e ele, sem dúvida alguma, era um
grande biólogo e um médico “total”, que entendeu muito do
esoterismo. Era esotérico porque falou muito sobre o “interior”do
homem e também sobre a influência das estrelas sobre os seres
humanos.
Ainda segundo Paracelso, as doenças são catalogadas da
seguinte forma:
Do lado direito do corpo tudo é físico
Do lado esquerdo do corpo tudo é psíquico
Do lado da frente do corpo tudo é positivo (elétrico)
Do lado das costas do corpo tudo é negativo (magnético)
“Não existe nenhuma coisa na natureza, criada ou dada à luz,
que não revele exteriormente a sua forma interior, porque tudo o
que é íntimo tende sempre a manifestar-se (…) como podemos
observar e constatar com as estrelas e os elementos, com as
criaturas, e com as árvores e as plantas (…). É por isso que a
assinatura constitui uma fonte de compreensão, através da qual o
homem não só se conhece a si próprio, mas pode reconhecer a
quintessência de todos os seres”.
Jacob Boehme (1575-1624)

Terapia das Plantas


A fitoterapia é a ciência que estuda a utilização de produtos de
origem vegetal com finalidades terapêuticas, sendo para prevenir,
atenuar ou curar um estado patológico. A palavra fitoterapia é
formada por dois radicais gregos: fito vem “phyton”, que
significa planta, e terapia vem de “therapia”, que significa
tratamento, ou seja, tratamento em que se utilizam plantas
medicinais.
Os Astros e as Plantas
Uma vez que todos os planetas de nosso sistema solar orbitam
aproximadamente o mesmo plano, vemos o Sol e os planetas
desfilarem pelo céu sempre pelo mesmo caminho aparente. Este
caminho percorrido pelos planetas, que leva o nome de Zodíaco,
está dividido em doze signos distribuídos em quatro grupos de
três. Cada grupo está ligado a um dos elementos: terra, fogo, ar e
água.
Todos os planetas influenciam o reino vegetal de modo a
imprimir nele suas principais características, mas o Sol e a Lua a
exercem sua influência de maneira mais acentuada. Eis a
influência dos planetas numa árvore:
Flores: Vênus
Frutos: Júpiter
Folhas: Lua
Cascas e sementes: Mercúrio
Tronco: Marte
Raízes: Saturno
Sol: Toda a planta
A Lua, embora exerça maior influência sobre as folhas, à medida
que passa pelos signos transmite ao solo e também ao reino
vegetal como um todo forças que vão beneficiar todas as suas
partes. Por exemplo:
– Raízes: serão beneficiadas pela passagem da Lua pelos signos
regidos pelo elemento terra;
– Folhas e Caules: serão beneficiados pela passagem da Lua
pelos signos regidos pelo elemento água;
– Flores: serão beneficiadas pela passagem da Lua pelos signos
regidos pelo elemento ar;
– Frutos e Sementes: serão beneficiados pela passagem da Lua
pelos signos regidas pelo elemento fogo.
As fases da Lua também participam do processo vital dos
vegetais. Através dos tempos, o homem observou que as fases
da Lua estão ligadas ao aproveitamento correto da luminosidade
que, embora menos intensa que a solar, penetra mais fundo no
solo e, assim, acelera o processo de germinação das sementes.
Dessa maneira, as plantas que recebem mais luminosidade lunar
na sua primeira fase de vida, tendem a brotar rapidamente,
desenvolvendo mais folhas e flores, realizando a fotossíntese
com mais eficácia. Então:
Lua Nova é boa para fazer podas, capinar o mato (porque demora
mais para crescer), colher raízes suculentas e fazer adubação;
Lua Crescente é boa para preparar a terra; semear e colher
folhas e frutos; fazer enxertos; plantar flores e folhagens em
vasos;
Lua Cheia não é boa para plantar nem transplantar e muito
menos capinar, pois o mato cresce mais rapidamente. A seiva
das plantas concentra-se toda nas extremidades e o ideal é não
mexer nas plantas;
Lua Minguante é boa para plantar e colher raízes; colher e
armazenar grãos.

A seguir, a descrição das principais características das plantas


segundo a influência planetária que sofrem assim como alguns
exemplos de plantas que representam, no reino vegetal, as
energias de cada um desses planetas.
Plantas Lunares: são de folhas grandes ou pequenas, mas
abundantes; as flores são brancas ou de cores claras; os frutos
são de gosto insípido e sem cheiro e em geral são de aparência
bizarra; vivem na água ou bem perto dela; são frias, leitosas,
narcóticas e anti-afrodisíacas; costumam ser usadas nas práticas
de feitiçaria. Exemplos: agrião, erva-pombinha, tília, chapéu-de-
couro, bananeira, abóbora, violeta amarela, trevo,margarida, lírio
branco.
Plantas Mercurianas: possuem folhas pequenas e de cores
variadas; produzem flores e folhas, porém não frutos; são
sinuosas ou ondulantes e de tamanho médio; as flores
geralmente são amarelas, de odor penetrante, com sabores
diversos, mas um tanto adstringentes. São plantas normalmente
relacionadas com a mente ou trabalhos na esfera mental.
Exemplos: valeriana, setesangrias, guaco, eucalipto, erva-
lanceta,capim-cidró, canela-
sassafrás, salsaparrilha, manjerona, hera, funcho, alfazema,acáci
a.
Plantas Venusianas: são afrodisíacas, com perfume quase
sempre suave; produz sementes em abundância e se dá frutos,
são doces e com aroma agradável; são plantas pequenas, muito
floridas, com flores alegres e belas (cor de rosa) e possuem
muitas flores, mas sem frutos.
Exemplos: stévia, hortelã, gengibre, erva-da-vida, erva-de-
bugre, catuaba, catinga-de-
mulata, algodoeiro, tomilho, poejo, mil-em-
rama, malva,cerejeira, bardana, sabugueiro, violeta, rosa.
Plantas Marcianas: muitas são espinhosas e provocam ardor ao
tocá-las. Os frutos podem ser venenosos, são ácidos, amargos e
de gosto picante. Em geral são arbustos pequenos, com flores
pequenas e vermelhas e podem ser prejudiciais à visão.
Exemplos:orégano, coentro, cajueiro, guaraná, cardo-santo, alho-
poró, alho, erva-de-bicho,alcachofra, uva-
ursi, arruda, losna, urtiga.
Plantas Jupterianas: são plantas grandes, rústicas, com frutos
abundantes e de aspecto esplendoroso. Os frutos são doces e as
flores são muito bonitas, mas sem perfume, em geral azuis,
brancas e violetas. Algumas vezes, as árvores podem esconder
as flores.
Exemplos: boldo, baicuru, anis, abacateiro, sávia, sabugueiro, pit
angueira, picão, pau-ferro, jurubeba, jambolão, dente-de-
leão, carvalho, carqueja, cardamomo, camomila.
Plantas Saturninas: são plantas melancólicas, tristes, sinistras,
sombrias, pesadas e de caule duro; grandes e de forma rara.
Produzem frutos sem flores de sabor amargo, acidulado e/ou
acre. Se houver flores estas são, geralmente, sombrias, cinzentas
ou negras. A reprodução é sem sementes, são resistentes e
narcóticas e crescem lentamente.
Exemplos: aroeira, avenca, cavalinha, cipreste, cominho, cancoro
sa,espinheira santa, salsa, taiviá, ipê-roxo, erva-mate, bolsa-de-
pastor, amorperfeito.
Plantas Solares: são de altura média com flores geralmente
amarelas com frutos bons de sabor agridoce. Movimentam-se na
direção do Sol ou tem a figura deste em suas flores, folhas ou
frutos. Algumas permanecem sempre verdes e são muito
aromáticas. Tem grandes poderes mágicos e curativos. São
usadas por suas virtudes de adivinhação, medicinais e contra
“maus espíritos”. A maioria das plantas medicinais são solares.
Exemplos: artemísia, nogueira, tanchagem, marcela, estigmade
milho, erva-
cidreira,canela, calêndula, babosa, arruda, alecrim, erva-de-são-
joão, laranjeira, camomila,açafrão, louro, melissa, girassol.
Homeopatia e Astrologia: A Lei da Correspondência em Ação

O que teriam em comum personalidades tão distantes no tempo e


no espaço como Hipócrates, considerado o pai da medicina
ocidental, Paracelso, um médico e alquimista da Idade Média,
e Samuel Hahnemann, o iniciador da medicina homeopática?
Estes três homens reconheceram e utilizaram nas mais variadas
formas, uma lei universal:“Assim como é em cima, é em baixo”.
Essa lei universal tem sido redefinida nos mais variados campos
da ciência. Ela é a base da astrologia moderna. Jung a introduziu
no campo da psicologia com o nome de “princípio da
sincronicidade”.
O princípio básico da Homeopatia, a lei da similitude,
diz: “Semelhante cura semelhante”. Tal princípio nada mais é do
que uma utilização prática, no nível da saúde, da lei universal
descrita por Paracelso. Isso explica a afirmação Hipocrática de
que um médico que não conhecesse a astrologia não estava
preparado para o exercício de sua profissão. Na Idade Média, os
médicos-astrólogos acompanhavam a saúde dos reis através de
suas cartas astrológicas. Na Renascença, astrônomos
conceituados como Copérnico e Kepler levaram a uma ampliação
do crédito da astrologia. Nos dias atuais, pode parecer bizarro a
união entre a medicina e a astrologia e nem poderia ser de outra
forma, já que a medicina tem se tornado uma ciência da
especialização e da divisão. No entanto, a medicina homeopática
prioriza o homem como um todo, e nesse sentido continua sendo
fiel aos princípios hipocráticos.
Em seu estudo sobre alquimia, Paracelso afirmou: “A fim de
alcançar o verdadeiro significado da alquimia e da astrologia, é
necessário ter uma clara concepção da íntima relação e
identidade do microcosmo com o macrocosmo, e de sua
interação. Todas as forças do universo estão potencialmente
presentes no homem e no seu corpo; todos os órgãos humanos
nada mais são do que produtos e representantes dos poderes da
Natureza”.
Algumas das formas da astrologia auxiliar o homeopata em sua
busca da totalidade e de uma compreensão mais ampla do
paciente são:
- a identificação de áreas de vulnerabilidade e de sofrimento,
tanto a nível emocional quanto físico.
- através de uma anamnese mais dirigida, o homeopata pode
descobrir “pontos frágeis”que de outra forma poderiam passar
despercebidos.
- fica mais fácil conhecer em profundidade um paciente que, por
exemplo, se limite a seus sintomas físicos, não oferecendo ao
médico dados de seu temperamento, já que o mapa astrológico
revela características da personalidade do indivíduo.
- com bebês ou crianças pequenas o homeopata fica limitado ao
relato dos pais. O mapa astrológico auxilia no reconhecimento
prévio do potencial daquela personalidade, ajudando na eleição
de medicações mais adequadas.
- através dos trânsitos, ou seja, dos ciclos astrológicos, o médico
pode acompanhar o paciente em seus processos de vida, já
sabendo com uma certa antecedência em que momentos a
energia vital poderá ser alterada pelas inevitáveis mudanças da
vida, espelhadas no mapa astrológico.
E estas são apenas algumas das utilizações da astrologia na
homeopatia. Tanto uma como a outra utilizam a mesma
linguagem, ou seja, a visão do todo baseando-se no mesmo
princípio universal. É chegado o momento de se resgatar
instrumentos que colaborem para o bem estar do homem
enquanto indivíduo e enquanto coletividade. Aastrologia e a
homeopatia estarão juntas, trilhando importantes caminhos para
atender à ânsia do ser humano em se religar com a harmonia do
Universo.
Teorias Herméticas

Na origem primordial das coisas, os filósofos concebiam


um caosno qual estavam prefiguradas as formas de todo o
Universo; uma matriz ou matéria cósmica e, por outro lado,
um fogo gerador em que a ação recíproca constituía a mônada, a
pedra de vida ou Mercúrio: meio e fim de todas as forças.
Este Fogo é ardente, seco, macho, puro, forte; é o espírito de
Deus levado sobre as águas, a cabeça do dragão, o Enxofre.
Este Caos é uma água espermática, cálida, fêmea, úmida, lodosa,
impura: o Mercúrio dos alquimistas. A ação destes dois
princípios, no Céu, constitui o bom princípio: luz, o calor, a
geração das coisas.
A ação destes dois princípios sobre a Terra constitui o mau
princípio: a obscuridade, o frio, putrefação ou a morte.
Sobre a Terra o fogo puro se converte em grande Limbo
o yliáster, o misterium magnumde Paracelso; isto é, uma terra vã
e confusa, uma lua, com água mercurial, o Tohu v’bohou de
Moisés. Finalmente, a água pura e celeste passa a ser uma matriz,
terrestre, fria e seca, passiva: o Sal dos alquimistas.
Desta maneira vemos como na Natureza todas as coisas passam
por três idades. Seu começo ou nascimento surge na presença
de seus princípios criadores. Este duplo contato produz uma luz,
depois vêm as trevas e uma matéria confusa e mista: é
afermentação.
Esta fermentação termina com uma decomposição geral ou
putrefação, depois do que as moléculas da matéria em ação
começam a coordenar-se, segundo a sutilidade da mesma: é
a sublimação, é a vida que se manifesta.
Finalmente, chega o momento em que este último trabalho cessa:
é a terceira idade.Então se estabelece a separação entre o sutil e
o rude; o primeiro se eleva ao céu; o segundo permanece na
terra; o restante permanece nas regiões aéreas. É o último
término, a morte.
Conseguimos registrar o transcurso das quatro modalidades da
substância universal chamadas Elementos; o fogo, a terra e a
água reconhecemo-los facilmente e podemos coordenar todas
estas noções, estabelecendo um quadro de analogia que
podemos ler mediante o triângulo pitagórico. Este processo é
seguido na índia (sistema Sankya) e na Cabala (Tarot e Sefiroth).
Eis aqui os princípios atuantes nos três mundos, segundo a
terminologia hermética:
No primeiro mundo, o Espírito de Deus, o Fogo incri-ado, fecunda
a água sutil, caótica, que é a luz criada ou a alma dos corpos.
No segundo mundo, essa água caótica, que é ígnea e contém o
enxofre de vida, fecunda a água intermédia, este vapor viscoso,
úmido e gorduroso, que é o espírito dos corpos.
No terceiro mundo, esse espírito, que é fogo elemental, fecunda o
éter ígneo, que se chama também água espessa, lodo, terra
andrógina, primeiro sólido e misto fecundado.
Assim, cada criatura terrestre é formada pela ação de três
grandes séries de forças: umas provêm do céu empírico; outras
chegam do céu zodiacal; e as últimas do planeta ao qual a
respectiva criatura pertence.
Do céu empírico vêm a Anima Mundi, o Spiritus Mundi e a Matéria
Mundi, vapor viscoso, semente universal e incriada.
Do céu zodiacal vêm o enxofre de vida, o mercúrio intelectual ou
éter de vida e o sal de vida ou água-princípio, semente criada e
matéria segunda dos corpos.
Do planeta vêm o fogo elemental, o ar elemental (veículo de vida)
e a água elemental (receptáculo de sementes e semente inata dos
corpos).
Constituição Estática da Planta

Antes de traçar um esboço da fisiologia vegetal, convém anotar


os princípios em ação que existem no reino que nos ocupa, de
modo que nos seja possível conhecer com simplicidade seu
complicado funcionamento.
Se estudarmos os vegetais sob o ponto de vista de sua
constituição, reconheceremos neles cinco princípios:
1º Uma matéria, formada por Água vegetativa.
2º Uma alma, formada por Ar sensitivo.
3º Uma forma, composta de Fogo concupiscível.
4º Uma matriz, ou Terra intelectiva.
5º Uma Essência universal e primitiva ou Misto
memorável, formada pelos quatro elementos que determina as
quatro fases do movimento: a fermentação, a putrefação, a
formação e o crescimento.
Se os estudamos sob o ponto de vista gerativo, encontraremos
sete forças em ação:
1ª Uma matéria ou paciente, formada de luzes e trevas, água
caótica e vegetativa; eis aqui as Derses de Paracelso, exalação
oculta da terra, em virtude da qual a planta cresce.
2ª Uma forma, princípio ativo ou fogo.
3ª Um vínculo entre os dois precedentes.
4ª Um movimento, resultado da ação da gente sobre o paciente.
Este movimento, que se propaga pelos quatro elementos,
determina as quatro fases anteriormente citadas a propósito
do Misto memorável.
Todo este trabalho, em sua maior parte preparatório e oculto, dá
como resultados visíveis:
5ª A alma do vegetal, ou semente corporificada, o Clissus de
Paracelso, poder específico e força vital.
6ª O espírito ou Misto organizado, o Leffas de Paracelso, ou
corpo astral da planta.
7ª O corpo da planta.
Classificação dos Elementos

É sabido que um dos quatro elementos, além da quintessência,


correspondem a cada um de nossos cinco sentidos; isto é, cada
uma dessas cinco formas de movimento nos revela as qualidades
dos objetos por meio da vibração de um de nossos centros
nervosos ou sensitivos: A Terra corresponde ao Olfato (cheiro).
A Água corresponde ao Gosto (paladar). O Fogo corresponde
à Visão (forma). O Arcorresponde ao Tato (volume).
A Quintessência corresponde ao Ouvido (espírito). Daí a origem
de composição do quadro distributivo adiante:

Este quadro abrange somente os tipos simples, que são pura e


exclusivamente teóricos; na realidade, é preciso combinar uns
com os outros, estes quatro elementos, para se obter o quadro
número dois dos signos zodiacais, o qual poderá indicar-nos o
caráter geral de uma planta.

Agora, se desejamos conhecer, a priori, as qualidades de uma


planta sob o signo de Áries, se nos fixarmos neste segundo
quadro veremos que Áries é um fogo (coluna vertical)
deterra (coluna horizontal); as qualidades desta planta serão,
portanto, de acordo com o primeiro quadro,
um perfume penetrante; um sabor picante; as flores serão
vermelhas e a planta será de caule médio.
As plantas que se acham sob o signo de Áries são quentes e
secas; o elemento FOGO predomina nelas; finalmente, sua forma
oferece semelhanças mais ou menos longínquas com a cabeça e
suas partes secundárias; os olhos, o nariz, a língua, os dentes, a
barba; têm flores amarelas, de sabor acre, as folhas e o caule são
débeis, com duas pétalas. Perfume: a mirra.
As plantas sob o signo de Touro são frias e secas; nelas
predomina o elemento TERRA; seu sabor será, portanto, acre e
de cheiro suave; têm o caule muito comprido, elevam eflúvios
aromáticos, esfriam facilmente, produzem frutos em abundância.
Algumas delas têm a forma duma garganta; plantas cujas flores
são andrógenas. Perfume parecido ao do costo, a erva aromática.
As plantas sob o signo de Gêmeos são quentes e ligeiramente
úmidas; seu elemento é o AR; plantas cujas flores são brancas
ou muito pálidas; folha extraordinariamente verde, sabor doce,
quase sempre leitosas; apresenta certa relação de forma com as
costas, o braço, as mãos, os seios; folhas com sete pontas.
Perfume: almecega.
As plantas sob o signo de Câncer são frias e úmidas; a ÁGUA
predomina nelas; são insípidas, vivem em terreno pantanoso,
produzem flores de cor branca ou cinza; suas folhas têm forma
de pulmões, de fígado ou de baços; mostram manchas e cinco
pétalas. Perfume: cânfora.
As plantas sob o signo de Leão são quentes e secas; dominadas
pelo elemento FOGO; dão flores vermelhas, de sabor muito acre,
quase amargo; seu fruto tem a forma de estômago ou de coração;
são crucíferas. Perfume: incenso.

As plantas sob o signo de Virgem são frias, secas e nelas


predomina a TERRA; plantas trepadeiras, com tecidos duros, mas
se rompem com facilidade; suas folhas e raízes se assemelham
ao abdome ou aos intestinos. Suas flores costumam desabrochar
com cinco pétalas. Perfume: sândalo branco.
As plantas sob o signo de Libra são quentes, úmidas e aéreas;
suas flores são raras; seus caules, altos e flexíveis; seus frutos
ou sua folha lembram a forma dos rins, do umbigo, da bexiga;
seu sabor é doce; crescem de preferência nos terrenos
pedregosos. Perfume: ogálbano.
As plantas sob o signo de Escorpião são quentes, úmidas.
Possuem amiúde um gosto insípido; às vezes são aquosas,
leitosas, de cheiro fétido; têm a forma dos órgãos sexuais do
homem. Perfume: coral vermelho.
As plantas sob o signo de Sagitário são quentes e secas; são
dominadas pelo elemento FOGO; são amargas e sua forma se
parece com determinadas partes da região anal. Perfume: aloés.
As plantas sob o signo de Capricórnio são frias e secas; nelas
predomina o elemento TERRA; suas flores são esverdeadas; sua
seiva é tóxica e coagula-se. Perfume: nardo.
As plantas sob o signo de Aquário são ligeiramente quentes e
úmidas; são dominadas pelo AR; costumam ser aromáticas; têm
forma de pernas. Perfume: eufórbio.
As plantas sob o signo de Peixes são frias e úmidas; nelas
predomina o elemento ÁGUA; quase não têm sabor; têm forma de
dedos; crescem amiúde em lugares frescos e umbrosos, perto
dos lagos e pântanos. Perfume: tomilho.
Classificação Septenária ou Planetária

Vejamos abaixo, resumidas em poucas palavras, as bases de


classificação:
Saturno: Adstringente, concentrador.
Júpiter: Resplandecente, majestoso.
Marte: Cólera, espinhos.
Sol: Beleza, nobreza e harmonia.
Vênus: Beleza e suavidade.
Mercúrio: Indeterminada.
Lua: Estranheza, melancolia.
O sabor é produzido pelo sal da terra onde a planta cresce; ele
indica o ideal da planta e o caminho que há de seguir para extrair
o bálsamo.
As folhas e o caule indicam o planeta que domina as plantas.
Em todo vegetal, a raiz corresponde ao planeta Saturno.
A semente e a casca, a Mercúrio.
O lenho, o tronco forte, a Marte.
As folhas, à Lua.
As flores, a Vênus.
O fruto, a Júpiter.
Os Signos Planetários

As plantas influenciadas por Saturno são pesadas, pegajosas,


adstringentes, de sabor amargo, acre ou ácido e produzem frutos
sem flor, reproduzem-se sem semente, são ásperas e negruscas;
possuem odor penetrante, forma rara, sombra sinistra; São
resinosas, narcóticas, crescem muito lentamente; consagram-se
em cerimônias fúnebres e empregam-se em trabalhos de magia
negra.
As plantas que recebem a influência de Júpiter têm um sabor
doce, suave, sutil, fracamente acidulado; todos os vegetais desta
classe dão fruto, embora alguns não mostrem a flor; muitos dão
fruto abundante e de aspecto esplendoroso.
As plantas influenciadas por Marte são ácidas, amargas, acres e
picantes e tornam-se venenosas por excesso de calor; são
também espinhosas, provocam comichão ao tocá-las ou
prejudicam a vista.
As plantas do Sol são aromáticas, de um sabor bastante acídulo;
tornam-se admiráveis contravenenos; algumas delas
permanecem sempre verdes; possuem a virtude da adivinhação e
são aconselhadas contra os maus espíritos; movimentam-se em
direção ao sol ou apresentam a figura dele em suas folhas, flores
ou frutos.
As plantas influenciadas por Vênus são de sabor doce,
agradáveis e untuosas; produzem flores, mas sem dar frutos,
possuem sementes em abundância e são geralmente
afrodisíacas; seu perfume é quase sempre suave. São
empregadas nas práticas de magia sexual.
As plantas que estão sob a influência do
planeta Mercúrio possuem um sabor misto; produzem flores e
folhas, mas não frutos; as flores são pequenas e de cores
variadas.
As plantas que sofrem a influência da Lua são insípidas, vivem
perto da água ou dentro da água; são frias, leitosas, narcóticas,
anti-afrodisíacas; suas folhas costumam ser de grande tamanho.
Empregam-se em despachos de bruxaria.
Combinações de Influências
Para ajuda do estudante leitor, vejamos alguns exemplos dos
resultados que produzem as influências combinadas de vários
planetas.
Por exemplo, Saturno com seu domínio forma uma planta de cor
negra ou cinzenta — escura, de caule duro e sabor forte; uma
planta grande, de flores sombrias; para dita forjação chama
comumente a Marte e então a planta se torna rugosa, cheia de
nós, de galhos inflados, de aspecto selvagem e atormentada.
Saturno e Vênus produzem grandes árvores, de grande
resistência, porque a doçura venusiana proporciona a matéria
que se desenvolverá no enxofre de Saturno.
Se Júpiter se encontra perto de Vênus,a planta nasce forte e
cheia de virtudes.
Se Mercúrio influir sobre uma planta entre Vênus e Júpiter,então
é ainda mais perfeita; torna-se um belíssimo vegetal, de corpo
médio, com flores brancas ou azuis.
Se o Sol se aproxima dos dois citados anteriormente, a flor se
torna amarela.
Se Marte não se mostra contrário a isso, a planta é capaz de
resistir a todas as más influências e torna-se própria para
excelentes remédios, embora semelhante combinação costume
ser muito rara.
Se Marte e Saturno opõem-se, a Mercúrio, Vênus e Júpiter,
resulta uma árvore venenosa de flores avermelhadas e amiúde
(por causa de Vênus), de tato áspero e sabor detestável.
Sim, apesar de Marte e Saturno se
oporem, Júpiter e Vênus manifestam seu grande poder
e Mercúrio mostra certa debilidade; a planta será quente e de
virtudes curativas; seu caule será fino, a intervalos áspero e
espinhoso; suas flores nascerão brancas.
Se Vênus está próxima de Saturno e se a Lua não está em
oposição a Marte e Júpiter, teremos então uma planta bonita,
tenra e delicada, com flores brancas, inofensiva, porém de pouca
utilidade.
“Todas as doenças têm seu princípio em alguma das três
substâncias: Sal, Enxofre ou Mercúrio; quer dizer que podem ter
sua origem no domínio da matéria, na esfera da alma, ou no reino
do espírito. Se o corpo, a alma e a mente estão em perfeita
harmonia, uns com os outros, não existe nenhuma discordância;
mas se origina-se uma causa de discordância em um destes três
planos, isto se comunica aos demais”.
“Aquele que pode curar doenças é médico. Nem os imperadores,
nem os papas, nem os colegas, nem as escolas superiores
podem criar médicos. Podem outorgar privilégios e fazer com que
uma pessoa, que não é médico, aparentemente o seja; podem
conceder-lhe licença para matar, mas não podem dar-lhe o poder
de curar; não podem fazer dessa pessoa um médico verdadeiro,
se já não foi ordenada por Deus.”
Paracelso

Biblioteca das Plantas


Dicionário de Botânica Oculta
Agave (Angustifolia Marginata): Deve ser colhido na hora
de Saturno.
Abrótano (Abrotanum): Colhe-se sob o signo de Escorpião.
Absíntio (Artemisa Absinthyum): Planeta Marte. Signo
zodiacal Capricórnio.
Acácia (Acacia): Planeta Mercúrio.
Açafrão (Crocus Sativus): Colhe-se quando o Sol está
em Leão ou em Peixes ou quando aLua está em Câncer.
Acanto (Acanthus Mollis): Planeta Marte.
Acônito (Aconitum Napellus): Planeta Saturno. Signo
zodiacal Capricórnio.
Agno Casto (Agnus Castus): Planeta Saturno. Signo
zodiacal Câncer.
Alcachofra (Cynara Scolymus): Planeta Marte. Signo
zodiacal Escorpião.
Aloés (Aloé Socotrina): Planeta Sol.
Angélica (Archangelica Officinalis): Colhidas na hora de Saturno,
as folhas são boas para curar a gota; a raiz, arrancada na hora
do Sol ou de Marte, sob o signo de Leão, cura a gangrena e as
mordidas venenosas.
Anis-Verde (Pimpinella Anisum): Suas propriedades curativas são
mais eficazes se dita planta for colhida na hora de Mercúrio sob
os signos de Gêmeos ou Virgem.
Arnica (Arnica Montana): Planeta Sol.
Aveia (Avena Sativa): Planeta Sol e Lua.
Hamamélis (Hamamelis Virginica): Planeta Mercúrio.
Beladona (Atropa Belladona): Suas folhas secas e trituradas e
misturadas ao açafrão e cânfora constituem um perfume mágico
para afugentar as larvas do astral. PlanetasSaturno e Vênus.
Signo zodiacal Escorpião.
Briônia (Bryonia Alba): Planeta Mercúrio.
Cana (Arundo Donax): Planeta Mercúrio.
Canela (Cinnamomum Zeylanicum): Emprega-se nos perfumes
mágicos do Sol e em certos filtros de amor.
Cânhamo Hindu (Cannabis Indica): Planeta Saturno.
Celidônia (Chelidonium Majus): Planeta Sol. Signo
zodiacal Sagitário.
Centáurea Menor (Erythraea Centaurium): Planeta Júpiter. Signo
zodiacal Leão.
Cevada (Hordeum Vulgare): Planeta Sol.
Coca (Erythroxylum Coca): Planetas Saturno e Sol.
Coentro (Coriandrum Sativum): Com os frutos desta planta,
reduzidos a pó e misturados com almíscar, açafrão e incenso,
obtém-se um perfume de Vênus muito eficaz nas práticas de
magia sexual. Os amuletos e talismãs amorosos devem ser
defumados com este perfume (Agrippa).
Consólida (Symphytum Officinalis): Quente e
seca. Vênus em Sagitário ou em Aquário. Planta consagrada
pelos gregos a Juno, primeira das divindades femininas e rainha
dos deuses. Seu nome grego é Hebe.
Corriola (Calystegia Sepium): Planetas Júpiter e Sol.
Couve (Brassica Oleracea): As sementes da couve são um
excelente vermífugo. Signos zodiacais Câncer e Escorpião. A
couve vermelha, chamada Lombarda, comida antes de um
banquete, evita os mal-estares produzidos pelo vinho tomado em
grande quantidade. Tem propriedades contra as flatulências, a
bílis e a icterícia. Planetas Lua e Júpiter.
Cravinhos (Eugenia Caryophyllus): Planta quente e seca. Colhe-
se quando o Sol está emPeixes ou quando a Lua está em Câncer.
Culantrilho (Adianthum Capillus): Planeta Saturno.
Dictamo Branco (Dictamnus albus): Planeta Marte. Signo
zodiacal Câncer.
Erva Gateira (Nepeta Cataria): Planeta Mercúrio.
Erva Moura (Solanum Nigrum): Signo zodiacal Libra.
Escabiosa (Succina Pratensis): Signos zodiacais Touro e Libra.
Planeta Mercúrio.
Espinheiro Cervical (Rhamnus Catharticus): Planta consagrada
a Saturno. Signo zodiacal Libra.
Estramônio (Datura Stramonium): Planeta Saturno.

Faia (Fagus Sylvatica): Planetas Júpiter e Saturno.


Fava (Faba Vulgaris): As favas, colhidas em fins de outubro,
estão sob os auspícios deEscorpião e Mercúrio. O fruto é
de Saturno e da Lua.
Feto Macho (Polystichum Fílixmas): Planeta Saturno. Signo
zodiacal Sagitário.
Figueira (Ficus Carica): O fruto branco pertence
a Júpiter e Vênus. O fruto negro, aSaturno. Signo
zodiacal Aquário.
Funcho (Foeniculum Vulgare): Signos
zodiacais Peixes ou Aquário.
Genciana (Gentiana Lutea): Planeta Sol. Signo zodiacal Leão.
Girassol (Helianthus Annuus): Planeta Sol. Signo zodiacal Leão.
Heléboro Negro (Helleborus Niger): O Heléboro negro é uma das
plantas mais usadas pelos bruxos. Sua raiz é colhida na hora
de Saturno (Agrippa).
Hissopo (Hyssopus Officinalis): Planeta Sol. Signo zodiacal Leão.
Incenso (Commiphora Myrrha): No comércio é conhecido com o
nome de incenso macho, aquele que emana diretamente da
árvore. O que é extraído artificialmente leva o nome de incenso
fêmea. O primeiro é o mais apreciado, chamado também olíbano.
Planetas Sol e Júpiter. Signo zodiacal Leão.
Ipecacuanha (Cephaelis Ipecacuanha): Planetas Lua e Sol.
Íris (Iris x Germanica): Vênus em Libra.
Jacinto (Hyacinthus Orientalis): Planetas Sol e Vênus.
Junípero (Juniperus Communis): Planeta Vênus. Signo
zodiacal Gêmeos.
Kousso (Brayera Anthelmintica): Secas e pulverizadas e lançadas
sobre brasas vivas, suas flores desprendem emanações que
ajudam eficazmente o desenvolvimento das forças psíquicas e
facilitam o aperfeiçoamento mediúnico. Planeta Sol.
Lírio (Lilium): Deve ser colhida quando a Lua ou Vênus estejam
sob os signos de Áries ouLibra. Com esta planta se fabrica um
perfume mágico muito conveniente para queimar no recinto onde
se realizam experiências teúrgicas ou se esperam manifestações
astrais. Frio e seco.
Planetas Júpiter e Vênus, Lua em Áries ou Touro.
Lótus (Nelumbo Nucifera): Planeta Sol. Signo zodiacal Leão.
Loureiro-Cerejeira (Prunus Laurocerasus): O louro cereja é um
dos vegetais que mais se empregam nos trabalhos de feitiçaria.
Planetas Saturno e Lua.
Loureiro-Comum (Laurus
Nobilis): Sol em Leão ou Lua em Peixes.
Lúpulo (Humulus Lupulus): Planetas Saturno e Lua.
Macela (Anthemis Nobilis): Planeta Sol. Signo zodiacal Libra.
Macieira (Pyrus Malus): Árvore consagrada a Ceres. O talo é
de Escorpião. As folhas são de Gêmeos e Virgem. O fruto é
de Vênus.
Mandrágora (Mandragora Officinalis): Planeta Saturno. Signo
zodiacal Capricórnio.
Marroio-Branco (Marrubium Vulgare): Colhe-se sob o signo
zodiacal de Virgem.
Melissa (Melissa Officinalis): Planetas Sol e Júpiter.
Mercurialis (Mercurialis Annua): Planeta Lua. Signo
zodiacal Virgem.
Mil-Folhas (Achillea Millefolium): Planetas Sol e Lua. Signo
zodiacal Câncer.
Mirra (Chenopodium Mirrah): Planeta Vênus.
Morangueiro (Fragaria Vesca): Planeta Júpiter. Signo
zodiacal Peixes.
Murta (Myrtus Communis): Planeta Vênus. Signo zodiacal Touro.
Nabo (Brassica Napus): Planeta Lua. Signo zodiacal Capricórnio.
Narciso (Narcissus Poeticus): Planeta Vênus. Signos
zodiacais Touro e Leão.
Nogueira (Juglans Regia): Planeta Lua. Signo zodiacal Sagitário.
Oliveira (Olea Europea): Planeta Júpiter. Signo zodiacal Peixes.
Tansagem (Plantago Major): Colhe-se quando o Sol e a Lua estão
em Câncer ou então quando o Sol está em Peixes e
a Lua em Câncer.
Urupê (Polyporus Officinalis): Planeta Lua.

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