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Ornitopatologia

O documento discute o conceito de ornitopatologia, introduzido pelo Prof. Dr. José Reis, e descreve biosseguridade e métodos comuns de controle de doenças aviárias, como isolamento, higiene e vacinação. Além disso, fornece detalhes sobre doenças específicas como doença de Gumboro, doença de Newcastle e anemia infecciosa.
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Ornitopatologia

O documento discute o conceito de ornitopatologia, introduzido pelo Prof. Dr. José Reis, e descreve biosseguridade e métodos comuns de controle de doenças aviárias, como isolamento, higiene e vacinação. Além disso, fornece detalhes sobre doenças específicas como doença de Gumboro, doença de Newcastle e anemia infecciosa.
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Ornitopatologia

O termo ornitopatologia é o estudo das doenças em aves criado


pelo Prof. Dr. José Reis (1907-2002) médico e depois jornalista
que ingressou no Instituto de Biologia da USP, em 1929, e
permaneceu em seus estudos até 1958, quando se
aposentou. Dedicou-se ao estudo das doenças que acometiam
as aves de maneira global e não apenas como um único assunto
clínico. Os seus estudos abrangiam desde a etiologia até a
patologia e a anatomia patológica indicando as medidas de
prevenção e terapêuticas.

Biosseguridade

É um conjunto de diretrizes e normas operacionais com o


objetivo de proteger, reduzir e prevenir a entrada de
microrganismos patogênicos, tais como: vírus, bactérias, fungo,
protozoário, dentre outros. Para isso, várias etapas são
adotadas que vão desde a higienização, vacinação,
monitoramento das doenças, controle de tráfego e medicação
podendo chegar à quarentena e monitoração dos resultados.

Figura: biosseguridade: vacinação

Fonte: Congran, 2015.

MÉTODOS DE CONTROLE DAS DOENÇAS AVIÁRIAS


Para o controle das doenças aviárias geralmente são utilizados
3 métodos, a saber:

Isolamento: seu objetivo é impedir que os agentes infecciosos


penetrem no ambiente das aves. Por isso, existe uma
preocupação que se inicia na construção dos aviários. As
instalações do isolamento devem ser pensadas. Por exemplo,
um local para quarentena onde as novas aves ou aves doentes
possam permanecer durante o período máximo de 10 dias para
observação e vacinação até estarem liberados para ter contato
com as outras aves.

Higiene: a maioria das doenças depende de um ambiente sem


higiene para proliferarem, portanto, para o sucesso da criação é
preciso prevenir as doenças e preservar a saúde das aves. A
higienização não se limita ao ambiente, mas, a todos os
equipamentos e utensílios que devem ser submetidos a cada
dia 15 dias no máxima a um processo de limpeza com água e
creolina a 2%. É prudente também a pulverização com formol e
a caiação numa proporção de 20 litros de água + 1.5kgs. de cal
extinta e 100ml de creolina.

Vacinação: a vacinação é uma importante estratégia para


reduzir os riscos de infecção da criação, principalmente, com os
filhotes porque traz os anticorpos para os primeiros dias de vida
evitando a maioria das doenças que acometem as aves.

Os programas de vacinação são específicos para cada situação


epidemiológica e devem responder à gravidade dos desafios e
às normas vigentes do Serviço Oficial de Sanidade Animal do
Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento nas
diferentes partes do Brasil.

Por meio da vacinação é possível prevenir as seguintes


doenças: Doença de Marek, Doença de Gumboro, Varíola
aviária, Bronquite infecciosa, Doença de Newcastle, Coccidiose.

As principais vias de administração de vacinas são:

Via oral: é um tipo de vacinação em massa veiculada na água


de bebida e por ingestão de alimentos.
Nebulização: é usada para o controle de doenças respiratórias
por estimular a imunidade local, especialmente a via oral, nasal
e a conjuntiva ocular. Também é considerada um tipo de
vacinação massal.

Vias ocular e nasal: é um sistema individual de vacinação que


pode estar associado a práticas de manejo, debicagem,
pessagem, seleção e transferência. Pela necessidade de
contato com a ave constitui um fator de estresse.

Membrana da asa: é outra forma individual de vacinação contra


a bouba aviária para prevenir a cólera e varíola aviária. Consiste
em um método de perfuração da asa com o uso de um estilete
específico que acompanha

Injetável: a vacina em temperatura ambiente deve ser aplicada


de forma subcutânea e intramuscular causando uma solução de
continuidade na pele da ave. Por isso, é importante os cuidados
com a desinfecção durante toda a aplicação.

Resumo: conhecemos nesse encontro o conceito sobre


ornitopatologia, biosseguridade e alguns dos métodos de
controle das doenças aviárias.

Quer saber mais sobre o assunto?

- Artigos

- Doenças respiratórios em aves atendidas no Laboratório de


Ornitopatologia da FMVZ-UNESP/Botucatu-SP, Brasil, nos anos
de 2005 a 2006

O presente artigo analisa a freqüência de enfermidades


respiratórias em aves domésticas e silvestres atendidas no
Laboratório de Ornitopatologia do Hospital Veterinário da
Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade
Estadual Paulista (FMVZ-UNESP) durante os anos de 2005 e
2006. Os diagnósticos foram obtidos mediante exame clínico,
radiográfico, laboratoriais (hemograma, cultivo microbiológico,
exame parasitológico) e necropsia, sendo diagnosticado
principalmente processos septicêmicos, aspergilose e
micoplasmose.

MARIETTO-GONÇALVES, G. A. 1 ; LIMA, E. T. 2 ; ANDREATTI


FILHO, R. L. Doenças respiratórios em aves atendidas no
Laboratório de Ornitopatologia da FMVZ-UNESP/Botucatu-SP,
Brasil, nos anos de 2005 a 2006. Disponível em:
< http://ojs.c3sl.ufpr.br/ojs/index.php/veterinary/article/download
/11558/8048> Acesso em: 10 mar. 2016.

- Biosseguridade na criação de Frangos de corte.

Este artigo revisou os procedimentos técnicos conceituais,


operacionais e estruturais de um programa de biosseguridade,
auxiliando os profissionais da avicultura e ressaltando a
importância de uma criação manejada adequadamente, de
forma a prevenir ou controlar a introdução de micro-organismos
patogênicos nos rebanhos avícolas comerciais.

AMARAL, Patrícia F. G. P. do; MARTINS, Lisiane de A.;


OTUTUMI, Luciana K.Biosseeguridade na criação de Frangos
de Corte.

Disponível em:
< http://www.conhecer.org.br/enciclop/2014a/AGRARIAS/bioss
eguridade.pdf> . Acesso em: 10 mar. 2016.

Referências
BETIOLI, Mariana. Introdução à Ornitopatologia e Avicultura,
2015. Disponível em:
<http://www.resumaodeveterinaria.com.br/introducao-a-
onitopatologia-e-avicultura/>. Acesso em: 10 mar. 2016.

CONGRAN. APRENDA UM POUCO MAIS SOBRE A


APLICAÇÃO PRÁTICA DA BIOSSEGURIDADE NA
PRODUÇÃO DE SUÍNOS E AVES, 2015. Disponível em:
< http://www.cogran.com.br/noticias/noticia/39/0> . Acesso em :
10 mar. 2016.

JAENISCH, Fátima Regina Ferreira. Vacinas e vacinações. In:


Ageitec. Disponível
em:<http://www.agencia.cnptia.embrapa.br/gestor/frango_de_c
orte/arvore/CONT000fc6gr40002wx5eo0a2ndxypswho8b.html>.
Acesso em: 10 mar. 2016.

REBOUÇAS, Márcia Maria. Instituto Biológico. Grandes


Nomes: José Reis. Disponível em:
< http://www.biologico.sp.gov.br/grandesnomes/jose.php> .
Acesso em: 10 mar. 2016.

Em uma granja, novas aves são de grande risco, por isso é


importante tomar lotes de mesma idade. O problema está nas
aves estarem doentes ou serem portadoras saudáveis de
patógenos.

Doença de Gumboro

É uma doença viral aguda, altamente contagiosa, que afeta as


aves, galinhas e perus, deixando as aves pálidas, desidratadas
e com hemorragia no tecido subcutâneo, linfoide, e, em
particular, a bolsa de Fabrício. A contaminação acontece por
meio de uma ave infectada que elimina o vírus pelas fezes e este
alcança a água, ração, equipamentos, insetos e outros animais.
Este vírus fica incubado durante 2 a 3 dias.
Essa doença conhecida também como doença infecciosa da
bursal que, geralmente, acomete aves jovens de 3 a 10
semanas.

Doença de Newcastle

É uma doença viral com mortalidade elevada que provoca nas


aves uma infecção nos sistemas digestório, respiratório e
neurológico. Sua transmissão se dá pelo ar e o período de
incubação é de 2 a 15 dias.

Espirros, paralisia dos membros, torcicolo e a queda na


produção e o aparecimento de ovos sem casca são sinais e
sintomas dessa doença.

As medidas de prevenção dessa doença são: a vacinação,


desinfecção do galpão, criação de lotes da mesma idade e evitar
visitas, caixas e equipamentos de outras granjas.

Figura: doença de newcastle

Fonte: http://www.cpt.com.br/cursos-avicultura/artigos/doencas-
aviarias-do-tipo-virose

Anemia infecciosa

É uma doença viral infecciosa conhecida também como anemia


infecciosa das galinhas que causa o crescimento irregular nas
aves. Pode atingir todas as idades, mas, há uma maior
incidência nas 3 primeiras semanas de vida das aves. O vírus
ataca as aves causando anemia, aplasia da medula óssea e
imunodepressão e seu período de incubação é de 10 a 14 dias.

O controle dessa doença é feito pela transferência de imunidade


passiva das matrizes à progênie. As matrizes devem ser
vacinadas entre 16 e 18 semanas, antes do período de postura
evitando a transferência do vírus. As matrizes infectadas durante
o período de reprodução não demonstram sinais clínicos e
alterações na postura, porém transmitem o vírus ao ovo.

Bronquite infecciosa das galinhas

É uma doença aguda viral, altamente infecciosa que ataca os


sistemas respiratório, renal e reprodutor da fêmea as galinhas.
O simples contato entre aves sadias e doentes causam a sua
transmissão.

Uma maior incidência dessa doença acontece com os filhotes,


pintos, ocasionando a mortalidade em maior número, mas, pode
atingir diferentes idades.

Figura: bronquite infecciosa

Fonte: CPT, 2016.

Espirros, diarreia e ovos com casca mole são sinais clínicos


dessa doença e o período de incubação acontece entre 1 a 11
dias.

A medida preventiva dessa doença é baseada em medidas


sanitárias, lotes da mesma idade e vacinação do lote.
Figura: doença de Marek

Fonte : CPT, 2016

Doença de Marek

É uma doença viral que atinge aves jovens causando alterações


celulares que acarretam em um crescimento exagerado das
células, ou seja, de natureza neoplásica. Essa doença se
apresenta na forma cutânea, visceral e neural. O contágio causa
um efeito imunodepressor o que propicia o aparecimento de
outras enfermidades. Sua transmissão é horizontal e ocorre pelo
contato direto ou indireto.

O processo de controle e prevenção é feito por meio de


vacinação, principalmente em pintos de 1 dia, e higiene durante
a postura, incubação e manejo

Raquitismo

É uma doença metabólica generalizada que atinge as aves nas


duas primeiras semanas de vida causando um retardo no
crescimento dos ossos, aumento no volume das articulações,
bicos moles e flexíveis e dificuldade de locomoção.
Esses sinais clínicos são o resultado da menor mineralização da
matriz óssea com a redução óssea e fósforo devido a pouca
ingestão desses minerais ou por problemas metabólicos, de
desequilíbrio nutricional, endócrino ou fisiológico.

Figura: raquistismo aviário

Fonte: CPT, 2016

Salmoneloses aviárias

É uma doença aguda ou crônica causada por bactérias do


gênero Salmonella que causam no homem e outros animais
intoxicações alimentares. Essa bactéria se multiplica no ovo, na
maionese, nas granjas, nos abatedouros desses produtos,
portanto, é essencial a prevenção.

O contágio das aves pela salmonelose acontece quando as aves


infectadas eliminam pelas fezes as bactérias que contaminam o
alimento, água e ar. As bactérias infectam via ovo, através do
ovário ou penetração da bactéria na casca do ovo, via aparelho
digestório ou respiratório. Observa-se nas aves contaminadas
uma dificuldade respiratória, diarreia branca, articulações
aumentadas de volume, torcicolo e paralisia.

Pergunta: Quais as ações de biossegurança mais eficazes no


combate a essas doenças que acometem as aves?

Resumo: conhecemos nesse encontro algumas das doenças que


acometem aos
Quer saber mais sobre o assunto?

- Artigos

- Neoplasia e imunossupreção.

Esse artigo aprofunda sobre os aspectos da história, etiologia,


epidemia, transmissão da doença de Marek.

SILVA, Paulo Lourenço. Neoplasia e imunossupreção. Revista


CeaWorld. Edição especial Disponível em:
< http://www.avisite.com.br/clipping/CevaWorld_02_Marek.pdf>
. Acesso em: 10 mar. 2016.

- ADEPEC TOCANTINS. Doença de Newcastle.

Nesse artigo conheça a fundo a Doença de Newcastle, sua


epidemiologia, sinais clínicos transmissão e diagnóstico.

Disponível em: < http://adapec.to.gov.br/animal/sanidade-


animal/doenca-de-newcastle/> Acesso em: 10 mar. 2016

Referências

CPT. Doenças Aviárias do tipo virose. Disponível em:


< http://www.cpt.com.br/cursos-avicultura/artigos/doencas-
aviarias-do-tipo-virose> . Acesso em: 10 mar. 2016.

ICBAS, Disponível em:


<Mhttp://mimvet.blogspot.com.br/search?q=aves> . Acesso em:
10 mar. 2016.

MARIETTO- GONÇALVES, Guilherme A. ; ANDREATTI-


FILHO, Raphael L. Aspegilose visceral causado por Aspergillus
flavus em Marreco Carolina. Disponível em: <
http://www.ufrgs.br/actavet/35-2/artigo736.pdf> . Acesso em: 10
mar. 2016

SANTOS, B. M. et al. Prevenção e controle de doenças


infecciosas nas aves de produção. Viçosa, MG: Editora UFV,
2009. SANTOS, B. M.; MOREIRA, M. A. S.; DIAS, C. C. A.
Manual de doenças avícolas. Viçosa, MG: Editora UFV, 2009.
SANTOS, B. M.; PINTO, A. S.; FARIA, J. E. Terapêutica e
desinfecção em avicultura. 3. ed. Viçosa, MG: Editora UFV,
2008.

Nesse encontro, continuaremos apresentando outras doenças


que acometem as aves.

Bouba aviária

De origem viral, essa doença contagiosa afeta aves em qualquer


idade apresentando erupções na pele. Lesões nodulares de
diferentes tamanhos com uma coloração cor-de-rosa ao cinza-
escuro são comuns na bouba aviária podendo causar asfixia ou
inanição dependendo do tipo de lesão.

Sua transmissão ocorre por contato direto ou através de vetores


biológicos ou mecânicos o que justifica sua maior incidência no
verão quando há uma proliferação de moscas e mosquitos.

A vacinação é o combate mais eficaz em pintos de 1 dia e em


aves adultas. Cabe ressaltar que as aves que estiverem em
produção de ovos não devem ser vacinadas.

Síndrome da cabeça inchada

Essa doença infecciosa é ocasionada pela associação do vírus


com uma infecção bacteriana secundária, em geral
por Escherichia coli, causando o processo infeccioso.
Figura: ave com síndrome da cabeça inchada.

Fonte: ICBAS, 2016

O sistema respiratório superior das aves adultas e jovens é


afetado causando edema de cabeça e face. Pode ocorrer
também o torcicolo nas aves adultas reprodutoras com perda de
equilíbrio que ficam pelos cantos e apáticas. Espirros,
conjuntivite, aumento de volume nas regiões periorbitárias,
superior da cabeça e inferior da mandíbula são outros sinais
clínicos que as aves contaminadas apresentam.

A transmissão ocorre pelo ar, equipamentos e trânsito de


pessoas em locais contaminados. Como prevenção, deve-se
melhorar as condições do ar do interior do galpão, higiene das
instalações e minimizar as condições de estresse nas aves.

Coccidiose
Essa doença é causada por um protozoário do gênero Elimeria
que causa moléstia nos intestinos das aves a partir da ingestão
do cisto presente na ração, água e cama.

As aves apresentam uma queda na produção, ficam pálidas,


com diarreia, aquosa ou sanguinolenta, e com penas eriçadas.
É comum a incidência dessa doença em criações soltas em
lugares úmidos ou quando alojadas em grande densidade.

No controle da coccidiose é feito por medidas de biossegurança


com o objetivo de evitar a entrada do cisto no galpão e o uso de
drogas anticoccidianas aplicadas por meio de vacinas ou
misturadas nas rações.

Ectoparasitoses

A presença de parasitas externos ou ectoparasitas (ácaros,


piolhos, argas ou carrapato de galinha) são comuns em
criadouros avícolas com manejo sanitário precário. Esses
parasitas causam anemias, queda na produção de ovos e de
peso, descamação e depenamento

na região afetada, inquietude e até a morte da ave.

Além disso, tornam as aves mais susceptíveis a outras doenças.


Por isso, a higienização das instalações e arredores e o uso de
inseticidas são medida de controle e prevenção importantes dos
criadouros avícolas.

Verminoses

Causadores de traumas nos tecidos causando graves lesões, os


vermes são endoparasitas que retiram os nutrientes necessários
à vida das aves. Os vermes mais comuns nas aves são: os
nematoides e os cestoides.

Os sintomas clínicos aparecem apenas quando existe uma


grande infestação causando palidez, fraqueza, diarreia, queda
na produção de ovos e ganho de peso. O uso de vermífugos é o
controle mais eficaz sendo oferecido na água ou ração.
Coriza infecciosa

É uma doença aguda infecciosa causada por bactérias que


atinge as galinhas de todas as idades sendo mais frequente nas
fases de crescimento e adulta. É caracterizada por uma
inflamação catarral da mucosa e das vias aéreas superiores.

A transmissão é por contato em comedouros, bebedouros ou


outros equipamentos

contaminados. O período de incubação geralmente é de 1 a 5


dias.

Os sintomas mais frequentes da doença são espirros, secreção


nasal e ocular

do tipo catarral e inchaço facial. Pode ocorrer uma diminuição na


produção

de ovos e no consumo de ração.

Resumo: nesse encontro abordamos outras doenças comuns


nas aves causadas por vírus, bactérias e protozoários.

Pergunta: Quais os parasitas mais comuns na avicultura ?

Quer saber mais sobre o assunto?

- Artigos

Doenças respiratórias aviárias atendidas no Laboratório de


Ornitopatologia da FMVZ-UNESP/Botucatu-SP, Brasil, durante
os anos de 2005 a 2006.
- HEMOCROMATOSE EM AVES DA FAMÍLIA
RAMPHASTIDAE

O presente artigo revisou e atualizou os dados existentes a


respeito da hemocromatose aviária em ranfastídeos (tucanos e
araçaris), uma doença causada pelo acúmulo excessivo de ferro
no organismo, onde o tecido hepático é o mais comprometido,
com sinais clínicos inespecíficos, de difícil diagnóstico, que mais
acomete estas espécies aviárias em cativeiro.

MASSAROTO, Vivian Marques; MARIETO-GONÇALVES.


Guilherme A. Hemocromatose em aves da família
Ramphastidae. Disponível em: < http://www.ufrgs.br/actavet/35-
2/artigo73o.pdf> . Acesso em: 10 mar. 2016

- Probiótico na ração para o controle de Salmonella Minnesota em


frangos de corte.

Este artigo apresenta uma comparação entre a capacidade de


diferentes tipos probióticos via ração com o objetivo de reduzir a
Salmonella entérica sorovar Minnesota.

MUNIZ, Eduardo Correa; PICKLER, Larissa; LOURENÇO,


Mariana Camargo; WESPTAL Patrick; KURITZA, Nagae;
SANTIN, Elizabeth. Probiótico na ração para o controle de
Salmonella Minnesota em frangos de corte.

Disponível em: <


http://ojs.c3sl.ufpr.br/ojs/index.php/veterinary/article/view/29831
/20878> . Acesso em: 10 mar. 2016.

- Livro

- Doenças das Aves

Esta obra objetiva proporcionar não somente os mais


atualizados conhecimentos científicos, mas principalmente, a
experiência de cada autor, o que torna este trabalho único e de
substancial valor para a comunidade científica, médicos
veterinários de campo, estudantes de medicina veterinária,
produtores e todos os demais interessados em medicina das
aves. Temos a esperamos, mais uma vez, de alcançarmos o
objetivo de prover nossa contribuição voluntária ao avanço da
avicultura através desta ferramenta para o conhecimento e
solução dos problemas de saúde dos plantéis de aves
domésticas, principalmente aqueles da avicultura industrial.

BERJIERE JUNIOR, Ângelo. Doenças das Aves. Amazon, 2.ed,


2015.

- Vídeos

- Doenças respiratória em aves, Entrevista Raysildo Lôdo –


Ourofino em Campo

Acompanhe o controle de doenças respiratórias em aves na


empresa Avifran, no Distrito Federal. No quadro Em Discussão,
acompanhe uma entrevista com o pesquisador da USP de
Ribeirão Preto, Raysildo Lôbo, sobre uma pesquisa inédita no
Brasil que avaliou o rendimento de carcaça em animais com
menos de vinte meses de idade pensando até 500 quilos.

OUROFINO em CAMPO. Doenças respiratória em aves,


Entrevista Raysildo Lodo Disponível em: <
https://www.youtube.com/watch?v=Z65n157poV4 > . Acesso
em: 10 mar. 2016.

- Universidade Aberta - Salmonella

Uma bactéria presente em muitos alimentos e que pode levar à


morte. Dor de barriga, náuseas, febre, dor de cabeça e diarreia
são alguns dos sintomas da salmonela. Se você costuma
consumir carne mal passada, fique alerta... O risco de contrair a
doença é ainda maior nesses casos. Saiba mais no Programa
Universidade Aberta que tratou sobre este assunto.
UNIVERSIDADE ABERTA. Salmonella. Disponível em:
< https://www.youtube.com/watch?v=tnmF2I6lacw>. Acesso
em: 10 mar. 2016.

Referências

ICBAS, Disponível em:


<Mhttp://mimvet.blogspot.com.br/search?q=aves>. Acesso em:
10 mar. 2016.

SANTOS, B. M. et al. Prevenção e controle de doenças


infecciosas nas aves de produção. Viçosa, MG: Editora UFV,
2009. SANTOS, B. M.; MOREIRA, M. A. S.; DIAS, C. C. A.
Manual de doenças avícolas. Viçosa, MG: Editora UFV, 2009.

SANTOS, B. M.; PINTO, A. S.; FARIA, J. E. Terapêutica e


desinfecção em avicultura. 3. ed. Viçosa, MG: Editora UFV,
2008.

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