Treinamento Lean: Princípios e Práticas
Tópicos abordados
Treinamento Lean: Princípios e Práticas
Tópicos abordados
i. A3 – Contando a História do
Projeto
Mapa do Treinamento – Módulo 2
• Poka Yoke
• Jidoka
• Estabilizando o material
Final do século
XIX
Produção
Artesanal
9 Ferramentas simples e
flexíveis
9 Qualidade depende do
artesão
9 Custos elevados
Raízes do Lean
1920
1913
Henry Ford Alfred Sloan
a
uerr l Produção em
G
1ª ndia
Mu Massa
9 Divisão do trabalho
9 Produtos e processos
padronizados
9 Equipamentos dedicados
Geografia
Energia Clima
Aprendizado p/ desenvolvimento do TPS
Peter Drucker
Taiichi Ohno
Alfred Sloan
Shigeo Shingo
G u
a
err l Produção
2ª ndia
Mu Enxuta
Tecnologia
Fonte: http://www.smartconsultoria.com/Workshop%20Maratona%20Lean%20-%2009-04-08.ppt
O Modelo Toyota
nb hi
u
Ge uenc
- Ver por si mesmo para compreender a situação (Genchi Genbutsu)
uts
G
- Tomar decisões lentamente, através do consenso, considerando
Problems completamente todas as opções; implementá-las com rapidez
(Nemawashi)
Solution
ho
uip al
prazo.
Premissas para a aplicação do Lean
Disciplina Atitude
Respeito
Introdução - A Mentalidade Enxuta
Estabilidade
FILOSOFIA ≠ SOLUÇÕES
Não se espera que você implemente as soluções exatamente como elas estão
apresentadas uma vez que cada negócio tem sua característica própria, porém, a filosofia
tem que ser seguida à risca e com muita disciplina
Algumas Métricas Lean
Tempo Takt
Lead Time
TT = 2’’
TC = 2’’
TP = 4’’
VA = 8’’
Introdução - Os 5 princípios
Planta
Ação Ação Ação Ação Ação Ação Ação
Fluxo de Valor
Área A
Área B
Área F
Área C
Área E
Área G
Área D
Fluxo de Material
A X X X X X
B X X X X X X
Uma família
PRODUTOS
de produtos
C X X X X X
D X X X
E X X X
F X X X
G X X X
Etapas iniciais
Desenho do Estado
As idéias para o Atual A construção do mapa
mapa futuro virão futuro mostrará
na construção do informações importantes
mapa atual... que não foram
percebidas...
Desenho do Estado
Futuro
Projetando um fluxo
Plano de como se
Plano de Implantação enxuto
planeja chegar no
estado futuro e implementação
Dicas para o mapeamento
Montadora São
Jorge
18400 pçs/mês
-12000 “E”
-6400 “D”
Bandeja = 20 pçs
2 Turnos
9 T/C (Tempo de ciclo) – Tempo que leva entre um componente e o próximo saírem do mesmo processo.
9 T/R (Tempo de troca) – para mudar a produção de um tipo de produto para outro.
9 Disponibilidade (disponibilidade real da máquina)
9 TLP (Tamanho dos lotes de produção)
9 TPT (Toda peça a todo...)
9 Número de operadores – nº de pessoas necessárias para operar o processo.
9 Número de variações do produto
9 Tamanho da embalagem
9 Tempo de trabalho disponível – por turno naquele processo (menos os intervalos).
9 Taxa de refugo
9 Capacidade
9 Etc.
Desenhando o Mapa do Estado Atual
Estoques
Montadora São
Jorge
18400 pçs/mês
-12000 “E”
-6400 “D”
Segunda visão do mapa do estado atual com Bandeja = 20 pçs
triângulos de estoque
E E E E E E Plataforma
1 1 1 1 1
Bobinas 4600 E 1100 E 1600 E 1200 E 2700 E
5 dias 2400 D 600 D 8500 D 640 D 1440 D
T/C = 1s T/C = 39s T/C = 46s T/C = 62s T/C = 40s
TR = 1h TR = 10 min TR = 10 min TR = 0 TR = 0
Disp. = 85% Disp. = 100% Disp. = 80% Disp. = 100% Disp. = 100%
2 Turnos 2 Turnos 2 Turnos 2 Turnos
27600 s
disponíveis 27600 s 27600 s 27600 s 27600 s
disponíveis disponíveis disponíveis disponíveis
Desenhando o Mapa do Estado Atual
Montadora São
Aços São Paulo
Jorge
Diariamente
E E E E E E Plataforma
1 1 1 1 1
Bobinas 4600 E 1100 E 1600 E 1200 E 2700 E
5 dias 2400 D 600 D 8500 D 640 D 1440 D
T/C = 1s T/C = 39s T/C = 46s T/C = 62s T/C = 40s
TR = 1h TR = 10 min TR = 10 min TR = 0 TR = 0
Disp. = 85% Disp. = 100% Disp. = 80% Disp. = 100% Disp. = 100%
2 Turnos 2 Turnos 2 Turnos 2 Turnos
27600 s
disponíveis 27600 s 27600 s 27600 s 27600 s
disponíveis disponíveis disponíveis disponíveis
Desenhando o Mapa do Estado Atual
Fluxo de Informação
• Como saber o quanto fabricar e quando em cada processo?
• Como o fornecedor toma estas decisões?
Previsões de
Previsão de Controle da Produção Montadora São
Aços São Paulo 90/60/30 dias
6 semanas Jorge
Fax Pedido
Bobinas de 500 pés 18400 pçs/mês
semanal MRP
diário -12000 “E”
-6400 “D”
Bandeja = 20 pçs
Programação Semanal 2 Turnos
Terças e Programação
Quintas Diária de
Entregas
E E E E E E Plataforma
1 1 1 1 1
Bobinas 4600 E 1100 E 1600 E 1200 E 2700 E
5 dias 2400 D 600 D 8500 D 640 D 1440 D
T/C = 1s T/C = 39s T/C = 46s T/C = 62s T/C = 40s
TR = 1h TR = 10 min TR = 10 min TR = 0 TR = 0
Disp. = 85% Disp. = 100% Disp. = 80% Disp. = 100% Disp. = 100%
2 Turnos 2 Turnos 2 Turnos 2 Turnos
27600 s
disponíveis 27600 s 27600 s 27600 s 27600 s
disponíveis disponíveis disponíveis disponíveis
Criar a linha do tempo
Tempo de
Processamento
Desenhando o Mapa do Estado Atual
Previsões de
Previsão de Controle da Produção Montadora São
Aços São Paulo 90/60/30 dias
6 semanas Jorge
Fax Pedido
Bobinas de 500 pés 18400 pçs/mês
semanal MRP
diário -12000 “E”
-6400 “D”
Bandeja = 20 pçs
Programação Semanal 2 Turnos
Terças e Programação
Quintas Diária de
Entregas
Diariamente
E E E E E E Plataforma
1 1 1 1 1
Bobinas 4600 E 1100 E 1600 E 1200 E 2700 E
5 dias 2400 D 600 D 8500 D 640 D 1440 D
T/C = 1s T/C = 39s T/C = 46s T/C = 62s T/C = 40s
TR = 1h TR = 10 min TR = 10 min TR = 0 TR = 0
Disp. = 85% Disp. = 100% Disp. = 80% Disp. = 100% Disp. = 100%
2 Turnos 2 Turnos 2 Turnos 2 Turnos
27600 s
disponíveis 27600 s 27600 s 27600 s 27600 s
disponíveis disponíveis disponíveis disponíveis
LTP = 23,6 dias
5 dias 7,6 dias 1,8 dias 2,7 dias 2 dias 4,5 dias
TP = 188 s
1s 39 s 46 s 62 s 40 s
Mapeamento do Fluxo de Valor - VSM
Post-it:
Amarelo = Atividades
Rosa = Problemas
Laranja = Sistemas
Lã:
Preta = Fluxo de Atividades
Vermelha = Fluxo de Retrabalho
Verde = Área / Processo
Como criar fluxo contínuo?
Desnecessário = Desperdício
D D D D
Solicitação Entrega
Mu
da
= De
sp
er d
íc i
oe
m
ja p
on
ês
Os 7 Desperdícios
Regra dos 7 passos
F P1 1 hora de setup
1 hora de inspeção
F P2 Lote de 300 peças
F P10
P1 1 hora de setup
1 hora de inspeção
P10
P1 P2 ...............P10
1ª peça = 10’
Lead Time = 5 horas e 9 minutos
Fluxo em Lote X Fluxo Contínuo
P1 P2 P3 P4
P1 P2 P3 P4
Fluxo em Lote X Fluxo Contínuo
Fluxo em Lote
P1+P2+P3+P4
RÁPI
DA D
DE D ETECÇÃ
O EFE O
AÇ (JIDO ITOS
E SP KA)
R ADO
NO
ME OCUP
Fluxo Contínuo
P1+P2+P3+P4
MAIOR FACILIDADE
MAIOR NA DETECÇ
DETECÇÃO DE
CAPACIDADE GARGALOS
FACILIDADE DE
GERENCIAMENTO
VISUAL
Transformando um fluxo em contínuo
• Contém:
• Elementos de trabalho
• Tempos cronometrados
• Tempo de ciclo de máquinas / equipamentos
Processo:
Observador: Data/Hora: Página:
ESTUDO DO PROCESSO Linha do Tubo de combustível P, G,
Antônio Carlos 10 Dez 2001 15:00h 1/1
A
MÁQUINA
Etapas do Operador
tempo de Observações
Processo
ciclo
Elemento de trabalho Tempo observado Menor repetido
Pegar o tubo dobrado e apertar no dispositivo de
Operador deve martelar para fixar
fixação
Pegar o conector, colocar e grampear
Pegar a mangueira e colocar no dispositivo de Operador empilha as suas próprias
fixação mangueiras (peças)
Montagem I
Iniciar o ciclo
Soltar e retirar
Prender a mola
Processo:
Observador: Data/Hora: Página:
ESTUDO DO PROCESSO Linha do Tubo de combustível P, G,
Antônio Carlos 10 Dez 2001 15:00h 1/1
A
MÁQUINA
Etapas do Operador
tempo de Observações
Processo
ciclo
Elemento de trabalho Tempo observado Menor repetido
Pegar o tubo dobrado e apertar no dispositivo de
6 6 5 5 4 5 5 Operador deve martelar para fixar
fixação
Pegar o conector, colocar e grampear 4 4 4 3 4 4
Pegar a mangueira e colocar no dispositivo de Operador empilha as suas próprias
4 5 4 4 4 4
fixação mangueiras (peças)
Montagem I
Iniciar o ciclo 1 4
Soltar e retirar 2 2 3 2 2 2 2
Prender a mola 8 6 7 6 7 5 6
MUDA = DESPERDÍCIO
Homem
Máquina
O que deve se maximizar?
Custo Custo
Salário
Depreciação
Tempo Tempo
1
2 Auto
3 Auto Auto
NÍVEL
A Grande Divisão
4 Auto Auto Auto
Tempo
Máquina 1
Fluxo do material no processo
Operador 1
Máquina 2
Operador 2
Máquina 3
Operador 3
Manual
Automático
Separando o homem da máquina (Jidoka)
Tempo
Máquina 1
Operador
Fluxo do material no processo
Máquina 2
Máquina 3
vazia
vazia
vazia
Abastecedor Operador
Exemplo
Vista de cima do fluxo de materiais
nas prateleiras
Fluxo na
prateleira
Máquina /
O material das prateleiras
Bancada pode também fluir direto por
cima ou através das
máquinas, não apenas entre
elas
Layout
Orientações para layout
120
100
Tempo Takt 13
80 - Linha vermelha = tempo takt
Tempo (seg.)
4 12
60
8 11 17 - Cada barra mostra uma
3 10 combinação de elementos de
40 trabalho para cada operador
2 7 16
20 9 - As barras são montadas de
1 6 15 baixo para cima e da
0 5 14 esquerda para a direita
Op1 Op2 Op3 Op4
Exemplo de GBO após kaizen
Quantas pessoas são necessárias para
atender o tempo takt?
Sobra do
cálculo do nº Sugestões
de pessoas
Não adicione mais gente, reduza desperdícios e etapas
< 0,3 desnecessárias
Tempo takt
60
50
Tempo de ciclo
40 planejado
Tempo
30
20
10
0
1 2 3 4
60 60
50 50
40 40
Tempo
Tempo
30 30
ou
20 20
10 10
0 0
1 2 3 4 1 2 3 4
Qual é a melhor?
Como distribuir o trabalho?
• Divisão simples
• Circuito
• Fluxo reverso
Divisão simples
Dividindo o trabalho
Dividir o trabalho significa que para cada operador é atribuída uma porção do conteúdo
total de trabalho
Matéria
prima
Produto
acabado
Circuito
1 2
Distância para
retorno
Fluxo reverso
Fluxo Reverso
Operadores se movem na direção oposta ao fluxo de materiais
Produto
acabado Máquina Posição para
manter peças
3
1 Máquina
2
Máquina
Matéria Fluxo de materiais
prima
1
Fluxo dos operadores
Formas de se movimentar o produto
1ª OPÇÃO produto
- Cada operador fica com uma
porção menor do trabalho
padronizado (facilita o
aprendizado)
- Agiliza os lentos e segura os
apressados, garantindo o
nivelamento da produção
Mooving Line com operador móvel
TD
TT ↓=
Dem. ↑
60
Takt 1
50
40 Takt 2
Tempo
30
20
10
0
1 2 3 4
Como o processo puxador reagirá às
mudanças na demanda?
Implementação do Fluxo Contínuo
Real Real
para café, reuniões,
6–7 90 / 90 90 / 90
ginástica, etc.
Supervisor
7–8 90 / 88 180 / 178 Falha no teste
assina a cada
8 – 910 90 / 90 270 / 268 hora
910 – 1010 90 / 85 360 / 353 Falha no Teste
1010 – 1110 90 / 90 450 / 443
1140 – 1240 90 / 90 540 / 533
Gerente da área
1240 – 140 90 / 86 630 / 619 Peças defeituosas (válvulas) assina na hora
150 – 230 60 / 60 690 / 679 do almoço e no
fim do turno
H.E. 11 / 11 690 / 690 (8 minutos)
Horária Acumulada
Mantendo o fluxo
Sistema Puxado
Separar o trabalho
humano do trabalho
das máquinas
Estabilidade
Seqüência
de Operação ≠ Seqüência
de Processo
Operador Produto
Seqüência de Operação ≠ Seqüência de
Processo
Matéria Peça
Prima Pronta
Matéria Peça
Prima Pronta
Os Três Elementos
Estoque Padrão
em Processo
Fluxo de Peça
Matéria
Prima Operação 10 Operação 20 Peça
Pronta
Diferenças Importantes
Trabalho
Padronizado ≠ Padrão de
Trabalho
Documentos: Documentos:
- Quadro de Capacidade do Processo
- Folhas de Padrões de Trabalho
- Tabela de Combinação de Trabalho Padronizado
OBS: Também conhecidos como:
- Diagrama de Trabalho Padronizado
- Folha de Instrução de Trabalho
- Gráfico de Balanceamento do Operador
- Folha de Padrões de Inspeção de Qualidade
- Procedimento Operacional Padronizado
- Folha de Padrões de Segurança
Trabalho Padronizado
Padronização
Ferramenta que assegura que as melhorias serão mantidas
Sem Padronização
Tempo
Com Padronização
Pequenas melhorias
Tempo
Os benefícios:
• Estabilidade do processo
• Definição clara do início e o fim de cada etapa
• Instrumento de aprendizagem
• Auxilia na auditoria e solução de problemas
• Envolvimento dos colaboradores no desenvolvimento de
poka-yokes
• Treinamento
Trabalho padronizado: a base para o kaizen...
Separar o trabalho
Estabilidade
O Poder da visualização
DAIMLER CHRYSLER
GLOBO HONDA
SHELL
Etapas para a implementação
120
Tempo (seg.)
4 12
60
8 11 17
3 10
40 2 7 16
20 9
1 6 15 ESTUDODOPROCESSO
Processo:
LinhadoTubodecombustívelP,G,
Observador:
AntônioCarlos
Data/Hora:
10Dez200115:00h
Página:
1/1
5 14
A
0 Etapasdo
Processo
Operador
MÁQUINA
tempode
ciclo
Observações
Pegaroconector,colocaregrampear 4 4 4 3 4 4
Pegaramangueiraecolocarnodispositivode Operadorempilhaassuaspróprias
4 5 4 4 4 4
fixação mangueiras(peças)
MontagemI
Iniciarociclo 1 4
Soltareretirar 2 2 3 2 2 2 2
Prenderamola 8 6 7 6 7 5 6
Pegarotuboecolocarnodispositivodefixação 5 5 4 5 5 5
Pegaramangueiraemontarabraçadeiradolado
4 4 5 4 4 4 Peçasdistantes,muitacaminhada
direito
Colocarodispositivodefixaçãoegrampear 3 4 4 4 4 4
Pegarabraçadeiradoladoesquerdoemontara
5 4 4 3 4 4 4
mangueira
MontagemII
Colocarnodispositivodefixaçãoegrampear 4 4 4 4 4
Pegaraválvulaecolocarnodispositivode
5 4 4 4 4
fixação
Iniciarociclo 1 7
Soltareretirar 5 4 4 3 4 4 Hánecessidadedeinspecionaraquantidade?
Quem deve elaborar?
Quando implementar?
A qualquer momento desde que haja pré-
requisitos
Pré-requisitos
• Relacionados à qualidade
• Problemas básicos resolvidos
Implementação:
• Os 4 Documentos:
1. Quadro de Capacidade do Processo (QCP)
2. Tabela de Combinação de Trabalho
Padronizado (TCTP)
3. Diagrama de Trabalho Padronizado (DTP)
4. Procedimento Operacional Padrão (POP)
Implementação:
• Os 4 Documentos:
1. Quadro de Capacidade do Processo (QCP)
2. Tabela de Combinação de Trabalho
Padronizado (TCTP)
3. Diagrama de Trabalho Padronizado (DTP)
4. Procedimento Operacional Padrão (POP)
Quadro de Capacidade de Processo
Dept: Linha:
Quadro de Capacidade
de Processo Produto: Registrado por:
• Objetivo:
• Registrar a capacidade de produção de cada
máquina / equipamento
• Facilitar a elaboração do agrupamento de
operações
• Os 4 Documentos:
1. Quadro de Capacidade do Processo (QCP)
2. Tabela de Combinação de Trabalho
Padronizado (TCTP)
3. Diagrama de Trabalho Padronizado (DTP)
4. Procedimento Operacional Padrão (POP)
Dinâmica da Pizza
P IZ Z A D E C A M A R Ã O
T R A B A L H O P A D R O N IZ A D O
Colocar molho
camarão
Colocar
Aquecer D e s c o n g e la r C o z in h a r
m o lh o c a m a rã o F e rv e r á g u a c a m a rã o A q u e c e r fo rn o Assar
2' 4' 2' 2' 4' 2' 6' 2' 4' 2' 2' 10' 2' 4'
48'
2' 4' 6' 8' 10' 12' 14' 16' 18' 20' 22' 24' 26' 28' 30' 32' 34' 36' 38' 40' 42' 44' 46' 48' 50'
P IZ Z A D E C A M A R Ã O
T R A B A L H O P A D R O N IZ A D O
Colocar molho
camarão
Colocar
Aquecer D e s c o n g e la r C o z in h a r
m o lh o c a m a rã o F e rv e r á g u a c a m a rã o A q u e c e r fo r n o Assar
2' 4' 2' 2' 4' 2' 6' 2' 4' 2' 2' 10' 2' 4'
48'
2' 4' 6' 8' 10' 12' 14' 16' 18' 20' 22' 24' 26' 28' 30' 32' 34' 36' 38' 40' 42' 44' 46' 48' 50'
Cozinhar Cozinhar
camarão camarão
Colocar Colocar o
camarão camarão
Assar Assar
Descongelar
camarão
Descongelaro
camarão
Aquecer
molho
Aquecer
molho
Primeira Pizza
TCTP – Tabela de Combinação de Trabalho
Padronizado
Operator
Number
6 Unload/ load 3 6
4 D102 (2× 4 micron holes) 3 7 3
7 Unload/ load/ switch on 3 7 3 Two tasks at the
5 5 15 3 same location Automatic run
D149 (2× M5 taps)
Unload/load/switch on time turns back
8 5 15 3
In-Process wait
Work done
9 Pick up depth gauge (1) while walking
11 Z410 5 45 2
Unload/load/switch on
Waiting
Totals 42 6 25
TCTP – Tabela de Combinação de Trabalho
Padronizado
Tabela de Combinação de Trabalho
Padronizado
• Objetivo:
• Mostra as interações entre operadores e máquinas e permite que se recalcule o
conteúdo de trabalho dos operadores em função de mudanças no tempo takt
• Contém:
• Tempo de trabalho manual, tempo de caminhada e tempo de processamento das
máquinas para cada operador
• Possibilita:
• Construção de possíveis combinações de trabalho
• Determinação da seqüência
• Os 4 Documentos:
1. Quadro de Capacidade do Processo (QCP)
2. Tabela de Combinação de Trabalho
Padronizado (TCTP)
3. Diagrama de Trabalho Padronizado (DTP)
4. Procedimento Operacional Padrão (POP)
Diagrama de Trabalho Padronizado
• Objetivo:
• Mostrar a movimentação do operador, a localização dos materiais e
das máquinas do processo total
• Indica:
• Seqüência de trabalho e deslocamento de cada operador
• Os 3 elementos essenciais (TT / ST / EPP)
• Símbolos de inspeção de qualidade, segurança e outras
informações necessárias
2 2
Inspeção da Precaução com Estoque padrão Unidades de Tempo Takt Tempo de ciclo Número de
Qualidade segurança em processo estoque padrão em operadores
processo
Implementação:
• Os 4 Documentos:
1. Quadro de Capacidade do Processo (QCP)
2. Tabela de Combinação de Trabalho
Padronizado (TCTP)
3. Diagrama de Trabalho Padronizado (DTP)
4. Procedimento Operacional Padrão (POP)
““O
O Tempo é o reflexo do trabalho do Operador
Operador””
Toyota
fornecido.
todos.
2. Desenhe a letra W na intersecção inferior à esquerda. O meio do W deve ficar exatamente na intersecção.
3. Desenhe a letra W na intersecção inferior à direita. O meio do W deve ficar exatamente na intersecção.
5. Desenhe outro arco da intersecção superior direita até a ponta do W na intersecção inferior direita.
10. Desenhe um arco para o olho do porco na metade do caminho entre o M e o círculo (letra O).
11. Desenhe um arco para a boca do porco na metade do caminho entre o W e o círculo (letra O). Deve ser um
porco feliz!!!
12. Desenhe a letra “e” (tipo caligrafia) perto da parte superior do arco bem à direita.
13. E finalmente desenhe dois pontos no meio do círculo (letra O) para completar o nariz do porco.
Quando você fizer a demonstração, certifique-se que vocÊ numerou as etapas e diga a todos que esta é a
seqüência que eles devem seguir para desenhar o seus porcos. Esta é a Operação Standard para desenhar
um porco.
Padrão de Trabalho
1
4
8 12
10
7 5
11
13 9
6
2 3
Roteiro de Operação
Instruções para o desenho padrão de um porco
1. Desenhe a letra M na intersecção superior à esquerda. O meio do M deve ficar exatamente na intersecção.
1
Roteiro de Operação
Instruções para o desenho padrão de um porco
2. Desenhe a letra W na intersecção inferior à esquerda. O meio do W deve ficar exatamente na intersecção.
2
Roteiro de Operação
Instruções para o desenho padrão de um porco
3. Desenhe a letra W na intersecção inferior à direita. O meio do W deve ficar exatamente na intersecção.
2 3
Roteiro de Operação
Instruções para o desenho padrão de um porco
1
4
2 3
Roteiro de Operação
Instruções para o desenho padrão de um porco
5. Desenhe outro arco da intersecção superior direita até a ponta do W na intersecção inferior direita.
1
4
2 3
Roteiro de Operação
Instruções para o desenho padrão de um porco
1
4
6
2 3
Roteiro de Operação
Instruções para o desenho padrão de um porco
1
4
7 5
6
2 3
Roteiro de Operação
Instruções para o desenho padrão de um porco
1
4
7 5
6
2 3
Roteiro de Operação
Instruções para o desenho padrão de um porco
1
4
7 5
6
2 3
Roteiro de Operação
Instruções para o desenho padrão de um porco
10. Desenhe um arco para o olho do porco na metade do caminho entre o M e o círculo (letra O).
1
4
8
10
7 5
6
2 3
Roteiro de Operação
Instruções para o desenho padrão de um porco
11. Desenhe um arco para a boca do porco na metade do caminho entre o W e o círculo (letra O). Deve ser um
porco feliz!!!
1
4
8
10
7 5
11
9
6
2 3
Roteiro de Operação
Instruções para o desenho padrão de um porco
12. Desenhe a letra “e” (tipo caligrafia) perto da parte superior do arco bem à direita.
1
4
8 12
10
7 5
11
9
6
2 3
Roteiro de Operação
Instruções para o desenho padrão de um porco
13. E finalmente desenhe dois pontos no meio do círculo (letra O) para completar o nariz do porco.
Quando você fizer a demonstração, certifique-se que vocÊ numerou as etapas e diga a todos que esta é a
seqüência que eles devem seguir para desenhar o seus porcos. Esta é a Operação Standard para desenhar
um porco.
1
4
8 12
10
7 5
11
13 9
6
2 3
Padrão de Trabalho
• Contém:
• Definição e especificações técnicas
• Requisitos operacionais precisos para garantir a qualidade e segurança no
trabalho
• OBS: Pode ter outros nomes: Folha de Padrões de Inspeção de Qualidade, Folha
de Padrões de Segurança e Folha de Instrução de Trabalho
EPIs necessários
Itens de Segurança
Regras para resolver irregularidades: parar, verificar, reportar ou não, auto-decidir, acionar botão de
parar e chamar G/T Leader
Itens especiais
Revisões
Data Seqüência Classif. Razão/Motivo Supervisor G Lider T Lider
Documentos a serem expostos na área de
trabalho conforme os tipos de processos
1 DTP
2 GBO / TT
3 GBO / Turno
Processo Tipo 1 - DTP
• Produção em lotes
• Utilização de “andon de máquina”
• O TT deve ser convertido em um tempo fixo
determinado em função do tamanho do lote
• Ex: turno de trabalho
• Usa-se o GBO para representar a quantidade de
trabalho do operador por turno: GBO / turno
• Exemplos: forjarias, fundições, estamparias, injeções,
etc.
Atualização
• Aprendizado organizacional
• Estabilização da produção
• Promoção dos círculos de kaizen
• Sustentação e evolução do Sistema Lean
Benefícios do TP
Introdução - Os 5 princípios
Processo 1 Processo 2
O que é Produção Puxada?
Símbolo de supermercado
(abertura voltada para o
processo fornecedor)
O que é Estoque?
Símbolo de pulmão
(supermercado com portas
fechadas)
Regra dos 7 passos
Muri
Mura
Heijunka
Muda
Montagem
Fabricação Submontagem Almoxarifado Cliente
Final
Almoxarifado
De Produto
Acabado
Exemplo:
Demanda semanal: 2000(A); 1000(B); 2000(C)
pçs Só é possível com a
1000 redução do tempo de
400
A B C setup (SMED)
200 ABC ABC ABC ABC ABC
seg ter qua qui sex seg ter qua qui sex dias da
semana
Pré-requisitos
400
A B C
200 AB C AB C A B C A B C A B C
seg ter qua qui sex seg ter qua qui sex dias da
semana
Regra dos 7 passos
Tempo disponível
por dia
Tempo disponível para trocas
icl o
e c Ex:
p od Demanda mensal: 8500 pçs
x tem % 1 mês = 20 dias úteis
a
di ár i i l i d a d e Demanda diária: 425 pçs
anda ponib Ciclo/pç: 70 s/pç
Dem Dis TEMPO DE
Disponibilidade de máquina: 85%
OPERAÇÃO Tempo Disp./dia: 57600 s (2Turnos)
425 pçs × 70 s / pç
= 35000 s / dia
0,85
57600 s/dia
22600 s/dia para setup
35000 s/dia
• Uma linha que produz 10 tipos de produto, todos com a mesma demanda
• Setup = 4000 s
Tempo disponível para setup 22600 s/dia
N º Setups = = = 5 setups/dia
Tempo de setup 4000 s/setup
Tempo de Produção/dia
Intervalo entre setups =
Nº setups/dia
Intervalo entre setups
Tamanho do Lote =
Tempo de ciclo da peça
• Como vimos, quanto menor o tempo de setup, maior a quantidade de
setups podem ser feitos, o que possibilita a fabricação de lotes cada
vez menores, até se chegar ao lote de uma só peça, possibilitando o
fluxo contínuo com lote unitário.
Para isso é necessário trabalhar
nos tempos de Setup
Custo
Custo Total
Teoria do Lote
Econômico de
Fabricação (LEF)
Custo de
Armazenagem
Custo de Setup
Tamanho de Lote
Lote Econômico
• Trabalho em equipes
• Objetivos das equipes
A B
D C
TEMPO
Nº ATIV DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE TEMPO FIM E/I OBSERVAÇÕES
ATIVIDADE
Início 00:00:00
TOTAL: 0:11:30
Qual a distância percorrida pelo preparador?
Armário
Máquina
Ferramentas
Mesa de
Distância percorrida: 510m
OBS: Cada passo = aprox. 80 cm
Qual a distância percorrida pelo preparador?
rio
má
Ar Máquina
M ram
Fe
es e
r
a nta
de s
Sejamos audaciosos!!!
400
A B C
200 A B C AB C A B C A B C A B C
seg ter qua qui sex seg ter qua qui sex dias da
semana
Método do Setup Rápido
P ro d u ç ã o
A In te rn o P ro d u ç ã o B
TEMPO
Nº ATIV DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE TEMPO FIM E/I OBSERVAÇÕES
ATIVIDADE
Início 00:00:00
TOTAL: 0:11:30
Método do Setup Rápido
Externo Externo
Produção
A Interno Produção B
Produção
A Interno Produção B
Armário
Máquina
Ferramentas
Mesa de
rio
má
Ar
Máquina
M r am
Fe
es e
r
a nta
de s
Método do Setup Rápido
Produção
A Interno Produção B
Produção
A Interno Produção B
“U” Arruela
Furos Oblongos
Porca
Parafuso
Reduzir o Setup interno
Máquina
Ferramentas
Mesa de
Método do Setup Rápido
Externo Externo
Produção
A Interno Produção B
Produção
A Interno Produção B
Reduzir todas as atividades restantes
Tabela de Combinaç
Combinação do Trabalho Padronizado
Diagrama de Trabalho Padronizado
Atual Futuro
Sistema Kanban
O que é um dispositivo kanban?
supervision
supervision
supervision
Machine 1
12:00am
12:00am
1:00am
1:00am
2:00am
2:00am
3:00am
3:00am
4:00am
1 2
4:00am
5:00am
Machine 1
5:00am
6:00am
6:00am
7:00am
7:00am
behind
7:00am
8:00am
8:00am
3
9:00am
9:00am
9:00am
10:00am
10:00am
ahead
11:00am
Mfg Sequence
11:00am
12:00pm
Factory
12:00pm
1:00pm
1:00pm
2:00pm
2:00pm
3:00pm
3 4 56
3:00pm
4:00pm
4:00pm
5:00pm
Escalation Box
V
5:00pm
6:00pm
6:00pm
7:00pm
7:00pm
8:00pm
8:00pm
9:00pm
9:00pm
10:00pm
10:00pm
11:00pm
11:00pm
Box 4 – Sequence
B Items
A Item 1
A Item 3
A Item 2
Lot Box
Box 3 – Lot size
Factory´s Supermarket
Box 2
B Item s
A Item 1
A Ite m 3
A Item 2
12:00am
1:00am
2:00am
3:00am
4:00am
5:00am
6:00am
7:00am
8:00am
9:00am
10:00am
11:00am
12:00pm
1:00pm
2:00pm
3:00pm
4:00pm
5:00pm
6:00pm
7:00pm
8:00pm
9:00pm
10:00pm
11:00pm
Box 2 - Heijunka
Overview de um sistema puxado (exemplo)
Distribution Center
B Items
A Item 1
A Item 3
A Item 2
Box 1
6
4
6
8
24
behind
Customer
Box 1 - Demand
behind
Pallet sent to
behind
Customer
Demanda (Box 1)
A Item 1 8
fim
início
zero
A Item 2 6
fim
início
zero
Identificação do
Item – Os itens são
A Item 3 4
fim
início
zero
apresentados em
6
ordem numérica.
B Items
fim
início
zero
24
Taxa diária – Todo o
sistema produtivo deverá ser
dimensionado para atender à
essa taxa de agregação.
Demanda (Box 1)
A Item 1 8
fim
início
zero
A Item 2 6
fim
início
zero
A Item 3 4
fim
início
zero
B Itens 6
fim
início
zero
24
Cartões de retirada – são os cartões que são enviados para a fábrica
quando os produtos acabados são disponibilizados para os clientes. Estes
cartões autorizam a fábrica a repor estes produtos, os quais deverão ser
programados em de forma nivelada ao longo do dia.
Demanda (Box 1)
início – um limite (vazio), que Fim – A aproximação dos cartões Zero – descreve o número total de
é atingido quando a taxa média desse ponto é uma indicação de kanbans para o item. Quando os
de consumo é inferior à taxa que a taxa média de consumo é cartões alcançam este ponto, não há
de produção . Quando não há superiorà taxa de produção. mais estoque de produto acabado.
cartões no box 1, não há Deverá ser feita uma investigação
autorização para produzir. para determinar se a taxa deverá
Todos os cartões estão junto ser alterada.
aos produtos acabados no
estoque e o fluxo de materiais
pára.
A Item 1 8
fim
início
zero
A Item 2 6
fim
início
zero
A Item 3 4
fim
início
zero
B Items 6
fim
zero
24
Locais vazios – represemtam os cartões
que estão no estoque de produtos acabados.
Heijunka Box (Box 2)
10:00pm
9:00pm
7:00pm
10:00am
12:00pm
6:00pm
8:00pm
11:00pm
5:00pm
3:00pm
12:00am
1:00pm
9:00am
7:00am
12:00pm
10:00am
4:00pm
2:00pm
11:00am
6:00am
8:00am
Pitch –
1:00am
5:00am
1:00am
3:00am
7:00am
9:00am
3:00am
2:00am
4:00am
baseado no
takt real, não
A Item 1 teórico.
A Item 2
A Item 3
B Items
O mesmo número de cartões deve estar em Cuidado – Este box representa a Demanda do Cliente no takt.
cada coluna ou intervalo de tempo (nesse caso, Esse NÃO é um box de produção e não pode ser utilizado para
a cada hora) +/- 1 cartão para nivelar os avaliar a capacidade (ou não) de produção da fábrica. Deficiências
materiais de forma conveniente. no trabalho, peças ou equipamentos não devem influenciar nos
cartões carregados no box 2.
Box de direcionamento para cartões de retirada (Box 2E)
Uma caixa de direcionamento coleta os cartões que não podem ser executados conforme pretendido.
Ela permite uma indicação visual se o processo está for a de controle e ações precisam ser tomadas.
Cartões de retirada que não podem ser trocados com um cartão de produção pois há falta de
materiais no supermercado. Eles devem ser movidos para o box de direcionamento de cartões de
retirada. Esse box indica que existe um sério problema com o sistema produtivo e requer solução o
mais rápido possível.
Box 2E Box 2
Group Ldr.
Dept Mgr.
Os cartões que são
Div Mgr.
10:00pm
9:00pm
7:00pm
12:00pm
10:00am
6:00pm
8:00pm
11:00pm
5:00pm
3:00pm
12:00am
9:00am
1:00pm
7:00am
10:00am
4:00pm
12:00pm
2:00pm
11:00am
6:00am
8:00am
5:00am
1:00am
3:00am
1:00am
7:00am
9:00am
4:00am
3:00am
2:00am
movidos para o box 2E
são colocados em uma
A Item 1
posição que indica o
nível de direcionamento
requerido. No caso ao
A Item 2
lado, o problema está
direcionado para o nível
de “chefe de
departamento” pois
requer recurso A Item 3
adicional, o que não
pode ser resolvido pelo
primeiro nível de B Items
defesa.
Padrão de Box de direcionamento para cartões
de retirada (Box 2E)
Assim que os problemas que causaram o direcionamento são resolvidos utilizando-se um ciclo PDCA, e o
material é disponibilizado, os cartões no box 2E poderão ser executados. Cartões de retirada no box de
direcionamento representam entregas que não foram feitas no momento correto. É necessário que sejam
feitos todos os esforços para enviar o produto o mais rápido possível.
Enquanto os problemas estão sendo resolvidos, os cartões de retirada devem continuar a serem puxados
do box 2 e movidos para o box 2E até que o produto seja disponibilizado para envio.
Box 2E Box 2
Group Ldr.
Dept Mgr.
Div Mgr.
10:00pm
9:00pm
7:00pm
12:00pm
10:00am
6:00pm
8:00pm
11:00pm
5:00pm
3:00pm
12:00am
9:00am
1:00pm
7:00am
10:00am
4:00pm
12:00pm
2:00pm
11:00am
6:00am
8:00am
5:00am
1:00am
3:00am
1:00am
7:00am
9:00am
4:00am
3:00am
2:00am
Os cartões no box
de distribuição A Item 1
serão os primeiros
a serem utilizados
assim que os A Item 2
produtos sejam
disponibilizados.
A Item 3
B Items
Box de lote (Box 3)
Cada conjunto kanban requer um box de direcionamento para garantir a rápida resolução de
problemas de produção. O Box de direcionamento 3E coleta cartões de produção dos lotes que
não puderam ser enviados para a linha de produção ou executados como havia sido
programado.
Cartões de produção que não podem ser enviados para a linha de produção pois não há recurso
suficiente (pessoas, máquinas, materiais). Eles devem ser movidos para o box de direcionamento.
Eles devem ser posicionados na coluna que identifica a rasão que impediu sua produção.
Box de Direcionamento
Os cartões no box de
direcionamento devem ser
vistos como um quadro Nível III supervisão
Pareto, que indica os
maiores problemas. Nível II supervisão
V
Nível I supervisão
RAZÕES PARA DIRECIONAMENTO
- Falta de matéria prima
- Falta de embalagens 1 2 3 4 5 6
- Capacidade
- Demanda
- Qualidade Maior modo de falha.
- Inatividade de equipamentos
- Ausência (absenteísmo)
Box de Sequenciamento (Box 4)
10:00pm
Máquina 1
9:00pm
7:00pm
6:00pm
8:00pm
11:00pm
10:00am
5:00pm
3:00pm
9:00am
4:00pm
7:00am
12:00am
1:00pm
11:00am
12:00pm
2:00pm
5:00am
8:00am
6:00am
3:00am
1:00am
4:00am
2:00am
10:00pm
9:00am
Máquina 1
9:00pm
7:00pm
11:00pm
10:00am
5:00pm
6:00pm
8:00pm
12:00am
3:00pm
1:00pm
4:00pm
7:00am
11:00am
12:00pm
2:00pm
1:00am
5:00am
6:00am
8:00am
3:00am
4:00am
2:00am
Tempo corrente
2. Pouquissimos cartões no box. Uma pequena quantidade de informações no box e uma indicação de que a
máquina está adiantada ou a produção dos lotes não está sendo lançada pelo box de lote no momento
correto. Em ambos os casos, a solução do problema deve ser determinada e o mesmo corrigido.
Apenas 2 cartões
10:00pm
9:00am
Máquina 1
9:00pm
10:00am
7:00pm
11:00pm
5:00pm
6:00pm
8:00pm
12:00am
1:00pm
3:00pm
12:00pm
7:00am
11:00am
4:00pm
2:00pm
1:00am
5:00am
6:00am
8:00am
3:00am
4:00am
2:00am
Tempo corrente
3. Muitos cartões no box. Se o box começar a ficar cheio (mais cartões do que o usual) é uma indicação de
que a máquina está funcionando abaixo de sua velocidade ou os lotes estão sendo lançados mais rápido do
que o esperado. É necessário que se temem ações corretivas para resolver o problema.
10:00pm
9:00am
Máquina 1
9:00pm
10:00am
11:00pm
7:00pm
5:00pm
6:00pm
8:00pm
12:00am
1:00pm
3:00pm
12:00pm
7:00am
11:00am
4:00pm
2:00pm
1:00am
5:00am
6:00am
8:00am
3:00am
4:00am
2:00am
Tempo corrente
Box de Sequenciamento (Box 4)
“O que pode dar errado”
4. Um lote no box 4 não pode ser produzido devido a um problema no componente. Se um lote de cartões
de produção no box 4 não puder ser produzido devido a uma falha no componente, eles devem ser
removidos e posicionados em um box de distribuição (Box 3E). Os cartões subsequentes devem ser
movidos para preencher os espaços vazios. Assim que a pendência dos componentes seja resolvida, os
cartões devem ser recolocados o mais rápido possível no Box 4 para minimizar o tempo de lead time.
V
Level II supervision
problemas sejam
10:00pm
9:00am
Máquina 1
9:00pm
7:00pm
11:00pm
8:00pm
10:00am
6:00pm
5:00pm
12:00am
3:00pm
1:00pm
12:00pm
7:00am
11:00am
4:00pm
Level I supervision
2:00pm
6:00am
8:00am
1:00am
5:00am
3:00am
4:00am
2:00am
resolvidos
Tempo corrente
1 2 3 4 5 6
Os cartões que
permaneceram são
movidos para preencher
os espaços vazios.
9:00am
10:00pm
Máquina 1
9:00pm
7:00pm
11:00pm
10:00am
5:00pm
6:00pm
8:00pm
1:00pm
3:00pm
12:00pm
12:00am
7:00am
11:00am
4:00pm
2:00pm
5:00am
6:00am
8:00am
1:00am
3:00am
4:00am
2:00am
Tempo corrente
Máquina 1
9:00pm
7:00pm
11:00pm
10:00am
6:00pm
8:00pm
5:00pm
12:00am
1:00pm
3:00pm
12:00pm
7:00am
11:00am
4:00pm
2:00pm
1:00am
5:00am
6:00am
8:00am
3:00am
4:00am
2:00am
Faixa Amarela: É
preciso produzir o
item. A linha precisa
terminar o que está
fazendo, fazer o
setup, produzir um
lote de transferência
e o colocar no
supermercado.
A composição do supermercado
Faixa Vermelha:
Existe para proteger
os clientes de
eventuais problemas
do processo
fornecedor. Só deve
ser usada nestes
casos.
A composição do supermercado
• Itens esporádicos:
Análise de dados
• Finalizando o Dimensionamento
• Arredondando:
Kanban de Sinal (Triângulo)
• Nivelamento da Produção:
• A fábrica deve ter capacidade de acompanhar a
demanda, produzindo lotes do tamanho da necessidade
do cliente.
• Embalagens
• As embalagens devem ser adequadas para o volume de
produção. Embalagens muito grandes aumentam os
supermercados.
Gerenciamento Visual
• Heijunka Box
• O nivelamento da produção e o kanban se encontram nos
quadros de nivelamento (no processo puxador)
• Estes quadros são ferramentas que permitem a
programação horária da produção no chão de fábrica
• Eles são mais completos do que os quadros de kanban
pois ditam o ritmo de produção e trazem uma série de
informações que os outros não trazem.
Funcionamento do Heijunka Box
Funcionamento do Heijunka Box
• Construindo os cartões
• A Largura dos cartões deve ser proporcional ao tempo de
produzi-los.
Gerenciamento Visual
• Construindo o quadro
• A régua deve acomodar os cartões conforme o volume e
mix
Gerenciamento Visual
• Construindo o quadro
• Exemplo de régua
<平準化生産の狙い>
The Aim of Heijunka Production
作業遅れ
Operational delays
Type-5
Type-3 Heijunka
Pattern
作業遅れは
Type-3で Type-4
元に戻る
Recovery from operational
delays when running Type 3
(3 drawer) units
Type-5
Type-3
Junichi Nakazawa
MH Line
TT=(8h/day)X(60min/h)X(5days/wk)X(2shifts/day)/(200pcs/wk)=(4,800min/wk)/(200pcswk)=24min/pcs
Op=(30’X185pcs)+(45’X5pcs)+(60’X4pcs)+75’X2pcs)+90’X2pcs)+(105’X1pc)+(120’X1pc)/(10shifts/wk)/(480’/shift.operator)
=5,550’+225’+240’+150’+180’+105’+120’/10shifts/480’/shift.oprator=6,330’/10/shifts/480’/shift.operator=1.32=2oprators
# of ST=最大仕事量÷TT÷投入可能人員/ST(事例は2名)
<Image of Sequence>
・・・・・・・・・・・・・・・・・・・・・・・・・・・・・・・・・・・・・・・・
1 200
Production Sequence
車型要員
ST1 ST2 ST3
L/Time
0~2.0MH Line 72min
Junichi Nakazawa
Passos para a implementação
Estado Futuro
Melhoria
Estabilização
Terças e Programação
Quintas Diária de
Entregas
Diariamente
E E E E E E Plataforma
1 1 1 1 1
Bobinas 4600 E 1100 E 1600 E 1200 E 2700 E
5 dias 2400 D 600 D 8500 D 640 D 1440 D
T/C = 1s T/C = 39s T/C = 46s T/C = 62s T/C = 40s
TR = 1h TR = 10 min TR = 10 min TR = 0 TR = 0
Disp. = 85% Disp. = 100% Disp. = 80% Disp. = 100% Disp. = 100%
2 Turnos 2 Turnos 2 Turnos 2 Turnos
27600 s
disponíveis 27600 s 27600 s 27600 s 27600 s
disponíveis disponíveis disponíveis disponíveis
LTP = 23,6 dias
5 dias 7,6 dias 1,8 dias 2,7 dias 2 dias 4,5 dias
TP = 188 s
1s 39 s 46 s 62 s 40 s
Usando a Ferramenta de Mapeamento
Etapas de Implementação
Família de Produto
Desenho do Estado
Atual
Desenho do Estado
Futuro
Kanban de Kanban
produção chegando em Fluxo
Máx 50 peças
lotes seqüencial.
Linha FIFO Primeiro a
entrar, primeiro
Kanban de Retirada a sair
retirada
Previsões de
Previsão de Controle da Produção Montadora São
Aços São Paulo 90/60/30 dias
6 semanas Jorge
Diariamente Programação
Diária de
Entregas
Lote Diariamente
OXOX 20
60 20
2 1
Solda + Mont.
Estamparia Expedição
3 4 Plataforma
46 bandejas
1
2 dias 920 pçs/dia
T/C = 1s T/C = 55s Te m
1,5 dias po d
TR = 1h TT = 60 s na s isponív
olda el
1,5 dias Disp. = 85% Disp. = 100% II
de de
Quantida 2 Turnos
27600 s lh o ≤ 165seg
disponíveis traba Troca s
27600 s olda
disponíveis =0
LTP = 5 dias
1,5 dias 1,5 dias 2 dias
• Supermercado da expedição
Desenhando o Mapa do Estado Futuro
• Finalizando o Dimensionamento
• Arredondando:
Desenhando o Mapa do Estado Futuro
• Supermercado da Prensa:
Desenhando o Mapa do Estado Futuro
• Supermercado do Recebimento
Desenhando o Mapa do Estado Futuro
• Supermercado do Recebimento
• Necessidade de dados:
• Volume mensal
• Tamanho do lote consumido pelo cliente (Prensa)
• Intervalo entre lotes a produção de dois lotes
• Lead Time do fornecedor (colocando um pedido agora,
quanto tempo depois a encomenda está na fábrica)
• Intervalo entre entregas do fornecedor
Desenhando o Mapa do Estado Futuro
• Supermercado do Recebimento
• Dados
Desenhando o Mapa do Estado Futuro
• Supermercado do Recebimento
• Calculando o Ponto de Disparo:
Desenhando o Mapa do Estado Futuro
• Supermercado do Recebimento
• Calculando a quantidade de embalagens por lote:
Desenhando o Mapa do Estado Futuro
• Supermercado do Recebimento
• Calculando a quantidade de embalagens por lote:
Conclusão
Etapas de Implementação
Família de Produto
Desenho do Estado
Atual
Desenho do Estado
Futuro
Plano de Implantação
e implementação
Relatório A3 – Contando a
História do Projeto
Estruturação do projeto de melhoria
• A3 é o tamanho do papel
• Na Toyota, tornou-se padrão para propostas, planos e revisões
• O importante não é o formato, mas o raciocínio por trás dele
• Um A3 define um plano inteiro em uma única folha de papel
• Deve ser visual e extremamente sucinto
• Deve contar uma estória: o começo coincide com o lado superior
esquerdo, o fim, com o inferior direito.
• Possibilita a prática do Nemawashi
Formulário A3
Título: Qual é o Problema?
Resp / Data
I. Contexto
Onde o Problema está inserido? Por que o V. Contramedidas Propostas
“Problema” é um problema?
O que tem que ser feito para passar da
II. Condições Atuais
situação atual para a desejada?
Qual é a situação Hoje?
VI. Plano
Evidencie os dados através de números,
gráficos, figuras, etc... Como será feito para passar da situação atual
para a desejada?
III. Objetivos / Metas
Qual é a situação desejada? Ação / Responsável / Prazo
Também evidencie os dados...
VII. Acompanhamento
IV. Análise
Qual é o “gap” entre o que temos e o que queremos? Como garantir que o planejado está sendo
Onde queremos chegar executado ou foi executado a contento?
?
O que temos
Utilize a ferramenta que melhor se adeque à Formas de monitoramento / KPI’s ...
necessidade (Ishikawa, árvore de falhas, etc...
Formulário A3
COMPANHIA DE TUBOS APEX – Projeto de fluxo contínuo 3) Condição Alvo Montagem II em ângulo para manter a
Célula puxadora da linha de tubo de combustível para caminhões célula dentro de uma largura de 1,5 m
REAL
PLANEJ.
- Cliente requer 5% de redução de custo
- Melhoria de produtividade
Dias de
Trabalho
5) Indicadores
Estabilidade
O que é estabilidade?
Objetivo Objetivo
Real
Real
Colete dados – Quadro de identificação de
problemas
Real Real
para café, reuniões,
6–7 90 / 90 90 / 90
ginástica, etc.
Supervisor
7–8 90 / 88 180 / 178 Falha no teste
assina a cada
8 – 910 90 / 90 270 / 268 hora
910 – 1010 90 / 85 360 / 353 Falha no Teste
1010 – 1110 90 / 90 450 / 443
1140 – 1240 90 / 90 540 / 533
Gerente da área
1240 – 140 90 / 86 630 / 619 Peças defeituosas (válvulas) assina na hora
150 – 230 60 / 60 690 / 679 do almoço e no
fim do turno
H.E. 11 / 11 690 / 690 (8 minutos)
Horária Acumulada
Help Chain estruturado
Objetivos: Contramedida
imediata e ação corretiva
na causa do problema
Time de suporte
Supervisor diário
2 x por dia (Engenharia,
Líder do time Manutenção,
horário
Linha Líder da equipe
Tubo de combustível Teresa Silva
Quantidade Necessária
690
Takt Time
40’’
Qualidade,
Planejamento)
Tempo Plan. / Plan. / Problemas/Causas Responsável
Lembre-se das paradas
Real Real
para café, reuniões,
6–7 90 / 90 90 / 90
ginástica, etc.
Supervisor
7–8 90 / 88 180 / 178 Falha no teste
assina a cada
8–9 10
90 / 90 270 / 268 hora
910 – 1010 90 / 85 360 / 353 Falha no Teste
1010 – 1110 90 / 90 450 / 443
1140 – 1240 90 / 90 540 / 533
Gerente da área
1240 – 140 90 / 86 630 / 619 Peças defeituosas (válvulas) assina na hora
150 – 230 60 / 60 690 / 679 do almoço e no
fim do turno
H.E. 11 / 11 690 / 690 (8 minutos)
Horária Acumulada
Entendendo o problema
Capacidade 950
Planejado 800
Qualidade - 100 unidades perdidas por defeito = 700
Quebra - 50 por falta do equipamento = 650
Números atuais
Sem Material - 50 unidades perdidas por falta de material = 600 de produção
Setup - 50 unidades perdidas pelo setup = 550 (exemplo)
Disponibilidade
Operacional 550
Árvore de utilização
Disponibilidade vs perdas
Demanda
950
800 800
-100 Perdas
Produção
-50 atual
-50
-50 550
83%
100%
69%
0
Capacidade Plano de Defeitos Equip Sem Setup Disponibilidade
Peças/dia Operações Material (No menor
Operacional
(Deveria ser zero) tempo
possível)
Perdas Operacionais: Pareto de Causas
Causas
100%
100%
40% 30%
15%
10%
5%
Defeitos Fornec. Erro do Máquina Ferramentas Outros
Material Operador
Os quatro Ms do sistema de produção
Máquina
Mão-de-obra
Material
Método
Estabilizando a MÁQUINA
• Objetivo:
• Apresentar um método para identificar as
perdas relacionadas com a máquina e como
eliminá-las proativamente
Por que algumas vezes a máquina é uma fonte
de instabilidade?
Capacidade ???
• Quadro de capacidade de processo
Planejado
• Ferramenta utilizada para calcular a
Perdas capacidade da máquina em processos
conectados, afim de conformar a
capacidade real, identificar e eliminar
gargalos
Disponibilidade
Operacional
Árvore de utilização
Quadro de Capacidade de Processo
Dept: Linha:
Quadro de Capacidade
de Processo Produto: Registrado por:
Categorias Tipos
Capacidade OK
Quebra
Planejado Disponibilidade
Setup
Perdas típicas
causadas pela
máquina
Velocidade reduzida
Performance
Pequenas paradas
Disponibilidade
Operacional
Scrap e retrabalho
Qualidade
Perda por
Árvore de utilização inicialização
Disponibilidade vs perdas
6 Maiores tipos
de perdas Exemplo
4645
Peças por
turno
2400
51,7%
Exemplo
4645 1200
Peças por
turno
51,7%
100
# de problemas
Mão de obra Máquina
20
50
15 Problema
10
5
Método Material
A BCDE Tipo de problema
Eventos
A
A falha
falha éé apenas
apenas aa
ponta
ponta dodo iceberg!
iceberg!
FALHA
- Desgaste - Afrouxamento
- Vazamento - Poeira / sujeira
- Corrosão - Deformação
- Danos à superfície - Rachadura
- Superaquecimento - Vibração
- Ruído - Aderência de matérias-primas
- Outras anormalidades
Os 5 Porquês e a Manutenção
Preventiva
• Sintoma: A máquina parou
Por quê?
• Causa: O circuito sofreu uma sobrecarga Por quê?
O eixo estava gasto e danificado Por quê?
Pedaços de metal penetraram na área do eixo Por quê?
Pedaços de metal passaram através do sistema de lubrificação Por quê?
Não há filtro no tubo de entrada do tanque
- Quanto de combustível?
- Como está o óleo?
- Qual a temperatura?
- Quantos RPM?
- Qual a velocidade?
- Algum alerta?
Questões chave que devem ser consideradas
3) Corrigir falhas de
projeto do
equipamento
Como reduzir o tempo de Setup?
• Objetivo:
• Apresentar um método para reduzir a
instabilidade gerada pela mão de obra
Por quê algumas vezes a mão de obra é uma
fonte de instabilidade?
1. Conhecimento do trabalho
(como fazemos as coisas)
2. Conhecimento da responsabilidade
(o que precisamos fazer e quem deve
fazer)
3. Habilidade em fazer melhorias
(como podemos fazer isso melhor)
4. Comportamento de liderança e motivação
(por quê fazemos as coisas dessa maneira)
5. Capacidade de ensinar
(como passar nosso conhecimento para
outros)
Métodos típicos de ensinar...
• Falando
(Explanação verbal)
• Mostrando
(Demonstrando como é feito)
• Ilustrando
(Explicando com material escrito ou figuras)
• Perguntas e respostas
(Pergunte a respeito e discuta o conteúdo)
Método de Treinamento JI (Job
Instruction)
• Como ensinar um empregado para fazer uma tarefa particular
• Com segurança
• Corretamente
• Com consciência
Lema JI
Pedro
André
José
Resultado Início do ano
do
treinamen Meio do ano 100% + ensina
to
Fim do ano Desempenha 100%
Necessidade do trabalho 50%
(mudança de produção)
Em treinamento
Folha de desdobramento do trabalho
• Objetivo:
• Apresentar os métodos existentes, e como
os mesmos devem ser utilizados para gerar
estabilidade na manufatura
Por quê algumas vezes o método é uma fonte
de instabilidade?
• Tempo Takt
• Seqüência de trabalho 4
3
5
1
5
1
Processo de 5 S
Dispositivos
Montagem com luminosos que
Ferramentas indicam problemas
luvas brancas
necessárias com fácil
acesso
5 S e Controle visual
Sem organização Ideal Lean
Exemplo de estoque Tipo W Tipo X Tipo Y Tipo Z
Min.
Act Plan
(Padronize ou (Definição e
revise) análise)
Ponto chave:
*Originalmente conhecido como ciclo Stewart desenvolvido por Walter Stewart em 1939 no seu livro
“Statistical Methods From The Viewpoint of Quality Improvement” e popularizado por Edward
Demming
PDCA – Solução de problemas básicos
Do 4. Implementação
Action 6. Padronização
... E aqui
As 7 ferramentas clássicas
• Objetivo:
• Apresentar um método para eliminar as
causas de instabilidades geradas pelos
materiais
Por quê algumas vezes o material é uma fonte
de instabilidade?
Cliente
Fornecedor Processo 1 Processo 2 Processo 3
E E
Manufatura
$ $ $ $
Custos com materiais sem qualidade
Qualidade assegurada
• Avalie os fornecedores
• Assegure a qualidade dos materiais
• Inspeção no recebimento
• Qualidade assegurada nos fornecedores
Cliente
Fornecedor Processo 1 Processo 2 Processo 3
E E
Manufatura
Inspeção
Aliança Estratégica
(Integração do
Processo)
Fornecedores
Certificados
(Certificação de
Materiais)
Fornecedores
Qualificados
(Qualificação de
Fornecedores)
Fornecedores
Aprovados
(Aprovação de
Fornecedores)
Falta de material na produção
(SLMM)
Exemplo de FIFO
Fluxo de Materiais
Controle de Produção
• Estabilidade de:
• Mão-de-obra
• Método
• Máquina
• Material
Puxador
Fornecedor
Fábrica
Com Nivelamento
Sem o PPCP
pode haver
falta de
Puxador peças, o que
Fornecedor
inviabiliza o
nivelamento!
Fábrica
Responsabilidades do time de Controle de
Produção!
• Nivelar e balancear
• Programar a produção
• Monitorar e revisar a programação apropriadamente
• Planejar o sistema
Sistema Lean de Movimentação de
Materiais
Nível
mínimo
Ponto de reposição
Nível
máximo
Armazenagem
por caixa na
prateleira para
fluxo (Flow rack)
Como operar o mercado de peças
compradas?
Direção do fluxo
Entrada de Saída de
Roletos
carga carga
inclinados
Como operar o mercado de peças
compradas?
Corredor de Abastecimento
Corredor de Abastecimento
Utilize o PPCP para planejar o armazenamento
• Ponto de Pedido
Nível
Qtde para Ponto de Reposição mínimo
Ponto de reposição
Quantidade Padrão da Embalagem Nível
máximo
Determinando o tamanho do rack
• Tamanho da caixa:
• Comprimento - C
• Largura - L A
• Altura - A C
L
• Rack selecionado:
P
• Profundidade - P
• Largura - L
L
Determinando o tamanho do rack
Profundidade do rack
Comprimento da caixa
Docas de
Recebimento
e Expedição
Onde localizar o mercado de peças
compradas?
Docas de
Recebimento
e Expedição
Mercado de
peças
compradas
Dicas para o sucesso
Docas de
Recebimento Célula 3
e Expedição
Célula 5
Célula 6
Célula 7 Célula 8
Célula 9
Selecionar o método de transporte
Determinar as paradas e os pontos de entrega
para a rota
Docas de
Recebimento Célula 3
e Expedição PARE
Célula 5
Célula 6
PARE
Célula 7 Célula 8
Célula 9
PARE
Criar prateleiras de ponto-de-uso nos pontos
de entrega
Prateleira com retorno Caixas abertas para o
operador (um kanban
em cada caixa
Lado do Lado interno
abastecimento Peças
da célula
Peças
Peças
vazia
vazia
vazia
Abastecedor Operador
Criar prateleiras de ponto-de-uso nos pontos
de entrega
Kanban
Célula 14
Local de P/N: ***** / Endereço
armazenamento C.EMB: *** de entrega
Mercado de Mangueira C3
peças compradas
Sinais de
1, A4 puxada do Parada P5
circuito - 9
Embalagens vazias
Selecione o sinal de puxada adequado
ANDON DA
ESTAÇÃO
ANDON DA
META LINHA
REAL
ID MODELO
O quanto um Sinal de Puxada é
importante?
PARE
Célula 7 Célula 8
Célula 9
PARE
Rota acoplada:
Tempo máximo de
33% do tempo total 20 min (0,33 x 60min)
carregamento
Freqüência
Estoque
PARE
Célula 7 Célula 8
Célula 9
PARE
Rota desacoplada:
Peças
vazia
vazia
• Nº Desacoplamentos = 1 vazia
90 × [(3 + 1) × (1/0,5)]
Nº de Kanbans = = 24
30
Calcular o número de sinais de puxada no
circuito para cada peça
Peças
vazia
vazia
• Nº Desacoplamentos = 0 vazia
90 × [(3 + 0) × (1/0,5)]
Nº de Kanbans = = 18
30
Calcular o número de sinais de puxada no
circuito para cada peça
Peças
vazia
vazia
• Nº Desacoplamentos = 0 vazia
90 × [(3 + 0) × (1/1)]
Nº de Kanbans = =9
30
Sistema Lean de Movimentação de
Materiais
• Recomendação:
• Iniciar com Rota de uma hora
Como sustentar o desempenho do
SLMM
• Audite o mercado
• Audite a rota
• O operador esta saindo no horário planejado?
• O operador esta fazendo o trabalho padronizado?