UNOPAR – UNIVERSIDADE NORTE DO PARANÁ
SISTEMA DE ENSINO A DISTÂNCIA
ENFERMAGEM
ACADÊMICOS
ANA PAULA ROCHA DE SOUZA
CAMILE BEATRIZ PEREIRA DA PAZ
EMILIA MARTINS ROCHA
LÍLIA RODRIGUES RIBEIRO
MARIA EDUARDA MARTINS OLIVEIRA
SAMILA THAUANY MOREIRA
PRODUÇÃO TEXTUAL INTERDISCIPLINAR
TEMA: CUIDADOS DE ENFERMAGEM AO PACIENTE RENAL CRÔNICO
Enfermagem na Saúde do Adulto, Terapia Medicamentosa, Fundamentos
Técnicos de Enfermagem
Taiobeiras- MG
2022
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ACADÊMICOS
ANA PAULA ROCHA DE SOUZA
CAMILE BEATRIZ PEREIRA DA PAZ
EMILIA MARTINS ROCHA
LÍLIA RODRIGUES RIBEIRO
MARIA EDUARDA MARTINS OLIVEIRA
SAMILA THAUANY MOREIRA
PRODUÇÃO TEXTUAL INTERDISCIPLINAR
Atividade de Produção Textual Interdisciplinar,
apresentado à Universidade Norte do Paraná -
UNOPAR, como requisito parcial de Avaliação.
Prof. Franciely Midori Bueno de Freitas Carvalho,
Dayane Aparecida Scaramal, Angelica da Mata
Rossi
Disciplinas: Didática Aplicada Enfermagem,
Fundamentos Técnicos de Enfermagem,
Enfermagem na Saúde do Adulto, Terapia
Medicamentosa
Taiobeiras- MG
2022
INTRODUÇÃO:
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O presente trabalho na sua composição tal como caracterizada, produção textual
com a situação problema J. S. T, descrita 65 anos, com adventos da saúde, edema em
membros inferiores, acompanhado de fadiga, com hipertensão, diabetes, um histórico familiar
complexo e complicado devido a problemas de saúde, nesse contexto especificado denotamos
assim toda abrangência a serem trabalhadas e descritas, pois a insuficiência renal,
caracterizado como: condição na qual os rins perdem a capacidade de efetuar suas funções
básicas. A insuficiência renal pode ser aguda (IRA), quando ocorre súbita e rápida perda da
função renal, ou crônica (IRC), quando esta perda é lenta, progressiva e irreversível.
Nesse parâmetro do presente trabalho acentua-se a preponderância do
entendimento e compreensão dos métodos de socorros e plano profissional adequado a
especificação técnica exigida na atuação do profissional da saúde, no atendimento e cuidados
a insuficiência renal crônica.
DESENVOLVIMENTO:
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DESAFIO 1:
Insuficiência renal crônica: ocorre a perda parcial da função renal, de forma lenta,
progressiva e irreversível;
Insuficiência renal crônica terminal: perda da função renal maior do que 85 a 90%, que
leva ao aumento de toxinas e água no organismo mais do que ele consegue suportar, sendo
necessário, então, iniciar um tratamento que substitua a função dos rins.
Sintomas: a maioria das pessoas não apresenta sintomas graves até que a insuficiência renal
esteja avançada. Porém, o paciente pode observar que:
– sente-se mais cansado e com menos energia;
– tem dificuldades para se concentrar;
– está com o apetite reduzido;
– sente dificuldade para dormir;
– sente cãibras à noite;
– está com os pés e tornozelos inchados;
– apresenta inchaço ao redor dos olhos, especialmente pela manhã;
– está com a pele seca e irritada;
– urina com mais frequência, especialmente à noite.
Tratamento conservador: é o tratamento realizado por meio de orientações importantes,
medicamentos e dieta, visando conservar a função dos rins que já têm perda crônica e
irreversível, tentando evitar, o máximo possível, o início da diálise – tratamento realizado
para substituir algumas das funções dos rins, ou seja, retirar as toxinas e o excesso de água e
sais minerais do organismo.
Transplante renal: é a forma de tratamento em que, por meio de uma cirurgia, o paciente
recebe um rim de um doador (vivo ou cadáver). Neste tratamento o paciente tem que fazer uso
de medicações que inibem a reação do organismo contra organismos estranhos, neste caso, o
rim de outra pessoa, para evitar a rejeição do “novo rim”. Necessita de acompanhamento
médico contínuo.
Tipos de diálise:
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Hemodiálise: diálise realizada por meio da filtração do sangue. O sangue é retirado pouco a
pouco do organismo através de uma agulha especial para punção de fístula arteriovenosa* ou
cateter (tubo) localizado numa veia central do pescoço, bombeado por uma máquina e passa
por um filtro onde vão ser retiradas as toxinas e a água que estão em excesso no organismo.
Depois de “limpo”, o sangue volta para o corpo através da fístula ou do cateter. A hemodiálise
é realizada em clínicas especializadas, no mínimo 3 vezes por semana e tem uma duração de
aproximadamente 3-4 horas.
Diálise peritoneal: diálise realizada através de uma membrana (fina camada de tecido)
chamada peritônio. O peritônio está localizado dentro da barriga e reveste todos os órgãos
dentro dela. Ele deixa passar, através de seus pequenos furos, as toxinas e a água que estão em
excesso no organismo. A diálise peritoneal é feita com a colocação de um líquido
extremamente limpo dentro da barriga através de um cateter. O líquido deve permanecer
dentro da barriga por um período determinado pelo médico e, quando ele for retirado, vai
trazer junto com ele as toxinas e o excesso de água e sais minerais. Esta diálise é feita em
casa, após o treinamento do paciente e de seus familiares.
*Fístula arteriovenosa: ligação entre uma pequena artéria e uma pequena veia, com a intenção
de tornar a veia mais grossa e resistente, para que as punções com as agulhas de hemodiálise
possam ocorrer sem complicações. A cirurgia é feita por um cirurgião vascular e com
anestesia local.
Prevenção:
– fazer exames periódicos com acompanhamento médico;
– seguir o tratamento prescrito para diabetes e/ou pressão alta;
– perder excesso de peso seguindo uma dieta saudável e um programa de exercícios
periódicos;
– parar de fumar, se for fumante;
– evitar o uso de grandes quantidades de analgésicos vendidos sem receita;
– fazer mudanças na dieta, como reduzir o sal e a proteína;
– limitar a ingestão de bebidas alcoólicas.
DESAFIO 2: TERAPIA MEDICAMENTOSA
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ANTI-INFLAMATÓRIOS
Um dos grupos de remédios nefrotóxicos mais comuns no acometimento dos rins são
os anti-inflamatórios não esteroides (AINES). Isso ocorre porque essa classe de fármacos
pode reduzir a filtração renal, diminuindo a capacidade dos rins de filtrar o sangue. Em
indivíduos saudáveis, no entanto, essa condição pode ser tolerável, sem que haja
intercorrências importantes.
Contudo, os pacientes que já apresentam quadros de insuficiência renal, especialmente
nos estágios mais avançados da doença, podem ter seu problema agravado, já que eles
naturalmente tendem a apresentar uma redução significativa da filtração renal.
Consequentemente, são maiores as chances de desenvolver para falência renal aguda.
Portanto, é fundamental evitar o uso sem acompanhamento de AINES, como:
Diclofenaco;
Ibuprofeno;
Naproxeno;
Nimesulida;
Indometacina;
Cetoprofeno;
Ácido mefenâmico;
ANTIBIÓTICOS
O uso de antibióticos também pode ser nocivo à saúde renal, haja vista que eles podem
provocar inchaço do tecido renal e uma inflamação nos túbulos renais (Nefrite Intersticial).
Ao contrário dos anti-inflamatórios não esteroides, os antibióticos contém baixa proteinúria,
porém, podem desencadear sinais e sintomas frequentes da doença renal, sobretudo aqueles
frequentemente associados a insuficiência renal aguda.
São exemplos de antibióticos que devem ser evitados:
Penicilina;
Rifamicina;
Ciprofloxacino;
Sulfametoxazol + Trimetoprima;
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Tobramicina (entre outros aminoglicosídeos);
Anfotericina B;
Pentamidina.
ANALGÉSICOS
Até a década de 1980, o uso da Fenacetina na composição de medicamentos de
propriedade analgésica era uma das principais causas de lesões renais, provocados também
pelo uso prolongado e sem supervisão médica. Contudo, esse tipo de lesão é pouco comum
nos dias atuais, muito embora ainda haja registros recorrentes relacionados ao uso prolongado
por meses ou até mesmo anos de paracetamol + ácido acetilsalicílico (AAS).
DESAFIO 3:
Limpar a parte do cateter que se encontra do lado de fora da pele . Aguardar o
antisséptico secar por cerca de 30 segundos. Secar e cobrir o cateter com gaze dobrada e fixar
o curativo com adesivo hipoalergênico (micropore) ou utilizar filme transparente diretamente sobre o
cateter.
Utilizar barreira máxima estéril no momento da inserção dos cateteres centrais. Todos os
profissionais envolvidos na inserção devem utilizar gorro, máscara, avental estéril de manga
longa, luvas estéreis. Utilizar também óculos de proteção.
DESAFIO 4:
O plano de aula é um conjunto de orientações no qual são estabelecidos as
diretrizes e os meios de realização do trabalho do professor dentro da sala de aula. Como
conjunto de diretrizes, o plano contém a sequência do que vai ser desenvolvido no dia letivo.
A finalidade principal do plano de aula é conduzir a aula para que o processo de ensino e
aprendizagem seja o mais efetivo possível. Para tanto, ele deve contar com as seguintes
características como: objetividade, coerência, flexibilidade e sequenciamento.
Seguindo a proposta do plano de aula sobre Insuficiência Renal Aguda:
Os rins são dois órgãos localizados em ambos os lados da coluna vertebral, atrás das últimas
costelas, as principais funções dos rins: eliminar as toxinas ou dejetos resultantes do
metabolismo corporal: ureia, creatinina, ácido úrico, manter um constante equilíbrio hídrico
do organismo, eliminando o excesso de água, sais e eletrólitos, evitando, assim, o
aparecimento de edemas (inchaços) e aumento da pressão arterial, atuar como órgãos
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produtores de hormônios: eritropoetina, que participa na formação de glóbulos vermelhos, a
vitamina D, que ajuda a absorver o cálcio para fortalecer os ossos, e a renina, que intervém na
regulação de pressão arterial.
Quando perdem a capacidade de efetuar suas funções básicas define se como insuficiência
renal podendo ser aguda (IRA), quando ocorre súbita e rápida perda da função renal. Além de
eliminar resíduos e líquidos do organismo, os rins executam outros importantes como regular
a água do organismo e outros elementos químicos do sangue como o sódio, o potássio, o
fósforo e o cálcio, eliminar medicamentos e toxinas introduzidos no organismo, liberar
hormônios no sangue. Esses hormônios regulam a pressão sanguínea, fabricar células
vermelhas do sangue, fortalecem os ossos.
Insuficiência renal aguda: ocorre quando há alguma lesão nos rins provocando rápida queda
nas suas funções, desenvolve rapidamente dentro de poucas horas ou alguns dias e pode ser
fatal. É mais comum em pessoas que estão gravemente doentes e hospitalizadas. Os sintomas
incluem diminuição do débito urinário, inchaço devido à retenção de líquidos, náuseas, fadiga
e falta de ar. Às vezes, os sintomas podem ser sutis ou não aparecer. Além de tratar a causa
subjacente, os tratamentos incluem líquidos, medicação e diálise.
A recuperação depende de vários fatores, entre eles, idade, associação com outras doenças e
função renal prévia antes da lesão. Alguns recuperam a função completamente, outros ficam
com função permanentemente abaixo dos níveis normais e há ainda aqueles que nada
recuperam, ficando dependentes de hemodiálise para o resto da vida.
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CONCLUSÃO:
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Podemos levar em consideração que várias bactérias apresentam habilidade de
desenvolver mecanismos de resistência enzimáticos. A bactéria K. pneumoniae produtora da
enzima KPC se destaca neste aspecto, devido ao seu alto potencial de disseminação através da
transferência do seu material genético, e consequentemente, dos seus genes de resistência;
tornando-se um fenômeno emergente de grande importância clínica e de saúde pública no
Brasil e no mundo. Sendo assim com a situação presente no trabalho da paciente Cristina,
temos uma base de formação e informação do quão importante é a saúde de qualidade, que
tenha um amparo no sentido de equipamentos, estrutura, seguindo sempre as regras de
segurança para evitar a propagação dessas bactérias, não ocasionando uma grave infecção
hospitalar e ao mesmo tempo proporcionar a equipe de enfermagem condições de segurança
para execução do seu trabalho com segurança para com eles e com demais que se tem contato.
Sendo assim concluímos o presente trabalho com certeza do quão importante é o investimento
e apoio a área da saúde, uma vez que toda sociedade depende da estrutura, competência e
profissionalismo destes “anjos da vida”.
Faz se notório o entendimento do quão importante é esse método de trabalho no
meio da saúde, pois levamos sempre em consideração inúmeros aspectos como caracterizado
no presente trabalho se leva na concepção do trabalho a análise de situação problema,
microrganismos e doenças infecciosas, se nota que em casos raros e em casos comuns os
procedimentos no especificado caso se molda na logística de tomada de decisões e busca na
saúde, leva-se em consideração variados norte de vinculação, pois quando comparado a saúde
pública e a saúde privada, temos enormes diferenças, sendo assim concluo este trabalho com
a ciente certeza que o profissional atuante na área é o pilar ao qual possibilita um
acompanhamento diferenciado e ao mesmo tempo leva conforto.
REFERÊNCIAS:
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Santos, DFD. Características microbiológicas de Klebsiella pneumoniae isoladas no meio
ambiente hospitalar de pacientes com infecção nosocomial. Pró-Reitoria de Pós-Graduação e
Pesquisa, Universidade Católica de Goiás. Goiânia : s.n., 2007. p. 98, Dissertação de
Mestrado. 616-022 579.
https://www.tuasaude.com/bacteria-kpc-klebsiella-pneumoniae-carbapenemase/
Santos, Ana Clara Ribeiro Bello dos e Levy, Carlos Emílio. Microbiologia Clínica Para O
Controle De Infecção Relacionada à Assistência à Saúde. Brasília : Agência Nacional De
Vigilância Sanitária, 2013; 6.
Endimiani, Andrea, Choudhary, Yuvraj e Bonomo, Robert A. In Vitro Activity of NXL104 in
Combination with beta-Lactams against Klebsiella pneumoniae Isolates Producing KPC
Carbapenemases. Antimicrobial Agents And Chemotherapy. Agosto de 2009; 53(8):3599-
3601.
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