Verificação de Etilômetros: Procedimento e Normas
Verificação de Etilômetros: Procedimento e Normas
Nº
PROCEDIMENTO PARA VERIFICAÇÃO NIT-SEFIQ-018 03
E INSPEÇÃO DE ETILÔMETRO PUBLICADO EM PÁGINA
JUL/2021 1/18
SUMÁRIO
1 Objetivo
2 Campo de Aplicação
3 Responsabilidade
4 Documentos de Referência
5 Documentos Complementares
6 Definições
7 Instrumentos, Equipamentos e Materiais Utilizados
8 Etapas
9 Requisitos Metrológicos
10 Conclusão da Verificação ou Inspeção
11 Manutenção e Reparo
12 Histórico da Revisão e Quadro de Aprovação
ANEXO A – Especificação de Misturas Gasosas para Aquisição
ANEXO B – Configuração dos Etilômetros Dräger Alcotest 7410 Plus e Alcotest 7410 Plus RS
ANEXO C – Configuração do Etilômetro Modelo LE5
ANEXO D – Configuração do Etilômetro Dräger Modelo Alcotest 7510
ANEXO E – Configuração do Etilômetro Modelo Saf’IR Evolution
ANEXO F – Configuração do Etilômetro Alco-Sensor VXL
ANEXO G – Modelo de Certificado de Verificação de Etilômetro
ANEXO H – Modelo de Notificação de Reprovação de Etilômetro
1 OBJETIVO
Esta Norma estabelece procedimento para verificação e inspeção de etilômetros portáteis e não portáteis
utilizando MRC e gás seco.
2 CAMPO DE APLICAÇÃO
Esta Norma se aplica aos órgãos da Rede Brasileira de Metrologia Legal e Qualidade – Inmetro
(RBMLQ-I) e oficinas autorizadas pela Portaria n.º 65/2015 para reparo e manutenção de etilômetros.
3 RESPONSABILIDADE
4 DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA
(continua)
Portaria Inmetro n.º 065/2015 Estabelece as condições a que devem ser atendidas pelas sociedades
empresárias e pelas não empresárias (sociedades simples) que
requeiram a autorização para a execução de serviços de reparo e
de manutenção de instrumentos de medição regulamentados.
Portaria Inmetro n.º 202/2010 Aprova atualização, alterações e inclusões de itens e subitens no
regulamento técnico metrológico aprovado pela Portaria nº 006/2002
ABNT NBR ISO 17034 Requisitos gerais para a competência de produtores de material de
referência
5 DOCUMENTOS COMPLEMENTARES
6 DEFINIÇÕES
6.1 Siglas
6.2 Termos
6.2.1 Erro relativo – erro de medição dividido por um valor de referência. É calculado através da fórmula:
VM VR
ER 100 (1)
VR , onde:
6.2.2 Desvio padrão experimental (s) – para uma série de “n” medições de um mesmo mensurando a
grandeza “s”, que caracteriza a dispersão dos resultados, é dada pela seguinte fórmula:
x
n
2
i x
s i 1 (2)
n 1 , onde:
srelativo s / x 100 , onde:
(3)
s é o desvio padrão experimental;
é a média aritmética das “n” medições consideradas; e
srelativo é o desvio padrão relativo em porcentagem.
6.2.4 Gás seco – mistura gasosa, calibrada pelo Inmetro, ou fornecida por laboratório com acreditação
pela norma ISO 17034 composta de etanol em nitrogênio para ser utilizada como padrão.
6.2.5 Ambientar – consiste em lavar as paredes internas do recipiente de vidro do simulador de sopro com
pequena quantidade de MRC (o mesmo que será utilizado para o ensaio) antes de abastecê-lo.
6.2.6 Splash – efeito ocasionado quando o líquido no interior do simulador de sopro é “borrifado” nas
paredes do simulador durante a utilização, sendo indesejado devido à possibilidade de arraste de líquido
para o etilômetro.
[Link] Aparato composto de cilindro contendo ar sintético (oxigênio a 20 % ± 0,5 % e nitrogênio por
balanço, com pureza igual a 99,99 %), passando por central controlada por reguladores de pressão com
duplo estágio, manômetros e rotâmetro. O sistema é automatizado por válvula, que ao ser acionada libera
o fluxo de ar (figura 1).
A – Cilindro de ar
sintético
B
B – Manômetros
C
C – Rotâmetro
A
Fonte: Dimel/Dgtec/Sefiq
[Link] O prazo de validade do ar sintético está vinculado apenas à validade do teste hidrostático do
cilindro. Ou seja, o ar sintético propriamente dito possui validade indeterminada.
7.1.2 MRC
[Link] O MRC de etanol em água é fornecido pelo Inmetro, ou por laboratório habilitado a produzir de
acordo com a norma ABNT NBR ISO 17034, e deve apresentar concentração nominal de etanol
conforme intervalos especificados na tabela 1.
I de 0,038 g/L (inclusive) a 0,763 g/L (exclusive) de 0,015 mg/L (inclusive) a 0,300 mg/L (exclusive)
II de 0,763 g/L (inclusive) a 1,018 g/L (exclusive) de 0,300 mg/L (inclusive) a 0,400 mg/L (exclusive)
III de 1,018 g/L (inclusive) até limite superior da escala de 0,400 mg/L (inclusive) até limite superior da escala
Fonte: Dimel/Dgtec/Sefiq
[Link] A concentração de etanol a ser indicada no etilômetro (Cvap), a partir do MRC previamente
especificado na tabela 1, é obtida pela seguinte expressão:
, onde: (4)
Exemplo – Selecionando MRC com concentração de 0,891 g/L (Clíq), a concentração (Cvap) a ser indicada
deve ser:
[Link] Para solicitar MRC, o técnico do órgão deve acessar o sítio do Inmetro
([Link] e cadastrar as informações necessárias ou solicitar via
e-mail (mrc-solicitacao@[Link]). A tabela 2 relaciona as concentrações dos MRC que devem ser
solicitados para verificação ou inspeção (via sítio do Inmetro ou por e-mail), a correspondente codificação
adotada nesta norma e o intervalo em que cada uma está situada.
Tabela 2 – Relação de concentrações de MRC com faixas de concentração para verificação ou inspeção.
Sítio Inmetro NIT-Sefiq-018
Concentração nominal Faixa Intervalos
0,0509 g etanol/100 g solução I De 0,038 g/L (inclusive) a 0,763 g/L (exclusive)
0,0814 g etanol/100 g solução II De 0,763 g/L (inclusive) a 1,018 g/L (exclusive)
0,1069 g etanol/100g solução III De 1,018 g/L (inclusive) até limite superior da escala
Fonte: Dimel/Dgtec/Sefiq
[Link] Equipamento que consiste em recipiente de vidro (conteúdo nominal de 500 mL) e unidade de
controle composta, basicamente, de termostato, resistência e hélice para agitação mecânica do MRC
(figura 2).
Fonte: Dimel/Dgtec/Sefiq
[Link] Os simuladores de sopro devem estar ajustados em intervalo de, no máximo, dois anos.
7.2.1 Barômetro
[Link] Deve ser utilizado barômetro com escala compatível à pressão atmosférica local, valor de uma
divisão não superior a 1 hPa e calibrado pelo Inmetro ou por laboratório acreditado, em periodicidade não
superior a cinco anos.
[Link] Devem ser realizadas as devidas correções assim como a regressão linear (interpolação) em
função da calibração e considerar como apto a uso somente quando a incerteza expandida declarada for
inferior a 2 hPa.
7.2.2 Ar sintético
[Link] Mistura gasosa composta por oxigênio a 20 % ± 0,5 % e nitrogênio por balanço com pureza igual
a 99,99 %. O prazo de validade do ar sintético está vinculado apenas à validade do teste hidrostático do
cilindro. Ou seja, o ar sintético propriamente dito possui validade indeterminada.
[Link] O gás seco deve estar acondicionado em cilindro de alumínio, sendo ligado à válvula para
liberação do fluxo e mangueira de aço inox, poliflon ou outro material que não favoreça a difusão ou
contaminação da mistura gasosa. A tabela 1 do anexo A apresenta especificações para aquisição.
[Link] O prazo de validade do gás seco deve ser verificado antes do início dos ensaios. Tal prazo
encontra-se no certificado fornecido pelo fabricante do gás, que está localizado no corpo do cilindro.
[Link] O gás seco deve apresentar fração molar de etanol de acordo com os seguintes valores nominais
especificados na tabela 3. Cada cilindro contendo gás seco deve ser encaminhado ao Inmetro para
calibração ou possuir certificado emitido por laboratório com acreditação pela ISO 17034.
[Link].1 Como os valores de fração molar podem diferenciar do nominalmente declarado, deve-se atentar
para atendimento às faixas especificadas para medição, conforme subitens 9.1.1 e 9.2.1 desta norma.
[Link] O certificado do gás seco apresenta valores em fração molar. Para obter o valor da concentração
de referência em mg/L, deve-se aplicar a seguinte equação:
, onde: (5)
xEtOH – fração molar de etanol indicada no certificado do gás seco (em µmol/mol);
P – pressão barométrica [1.013,25 hPa];
– massa molar do etanol [46,07 g/mol];
R – constante dos gases ideais [83,14472 (hPa×L)/(mol×K)];
T – temperatura absoluta na qual o instrumento foi ajustado para efetuar medição [307,15 K]; e
C – concentração de etanol em mg/L.
8 ETAPAS
8.1.1 Antes da execução dos ensaios (verificação inicial e subsequente e inspeção), o instrumento deve
ser examinado quanto às funções, confirmação de inscrições obrigatórias descritas na PAM, posições para
marcas de verificação e de selagem e correspondência ao modelo aprovado. Exemplos de que o
instrumento não satisfaz às exigências regulamentares e não pode ser ensaiado:
a) etilômetro com selagem violada ou com inscrições obrigatórias incompletas (ano, portaria de
aprovação);
b) etilômetro de mesma marca e modelo, porém sem inscrições obrigatórias (instrumento que não foi
importado pelo detentor da PAM); e/ou
c) inscrições obrigatórias cobertas com placas de patrimônio e outros adesivos.
8.2.1 Os ensaios devem ser realizados em ordem crescente de concentração (8.4 do RTM).
8.2.2 A indicação do etilômetro deve estar configurada para três casas decimais, de acordo com o
procedimento apresentado na PAM de cada modelo ou nos anexos desta norma.
[Link] Etilômetros marca Dräger, modelos Alcotest 7410 Plus e Alcotest 7410 Plus RS, devem ser
configurados antes dos ensaios, através do procedimento descrito no Anexo B, somente se encaminhados
pelo detentor sem ter havido previamente manutenção/reparo em oficina. Caso o instrumento seja
encaminhado por oficina autorizada as orientações do anexo B não são necessárias.
8.2.3 Os resultados devem ser registrados no formulário FOR-Dimel-167 ou FOR-Dimel-168 (para gás
seco) e FOR-Dimel-061 ou FOR-Dimel-176 (para MRC), de acordo com o tipo de serviço, podendo estar
em meio impresso ou em meio eletrônico, ou diretamente no SGI (sistema de gestão integrada).
[Link] No caso da utilização de planilhas de cálculo, estas devem estar comprovadamente validadas e
protegidas com senha, de modo a evitar alterações indesejadas.
8.2.4 O campo “Processo nº” dos registros de medições FOR-Dimel-167 ou FOR-Dimel-168 (para gás
seco e FOR-Dimel-061 ou FOR-Dimel-176 (para MRC) pode ser alternativamente preenchido com o
número da solicitação ou outro número de controle pertinente, quando houver.
8.2.5 Os etilômetros devem ser apresentados para verificação e inspeção acompanhados de pelo menos 5
(cinco) bocais novos por instrumento e em condições de funcionamento normal. Para cada concentração
diferente de zero utilizar um novo bocal.
8.3.1 O prazo de validade do MRC deve ser checado antes do início dos ensaios e está disponível no
certificado que acompanha o material.
8.3.2 O frasco contendo MRC deve estar a temperatura de 20 °C a 25 °C e ser aberto apenas no momento
da utilização. Observar as instruções de uso contidas no certificado.
8.3.4 O recipiente do simulador de sopro deve estar limpo e seco. A limpeza do recipiente deve ser
realizada utilizando água e detergente neutro. A secagem não deve ser realizada utilizando pano de
algodão ou nenhum material que possa deixar fibras aderidas ao recipiente.
8.3.5 O simulador de sopro deve ser utilizado sobre superfície térmica isolante (por exemplo, placa de
madeira ou borracha) e ligado apenas quando preenchido com MRC.
8.4.1 Caso seja utilizado o mesmo sistema de ar para todos os cilindros de gás, cada vez que o cilindro for
trocado, devem ser realizadas três purgas a fim de eliminar todo o resíduo do gás anterior. Cada purga
consiste em preencher o sistema com o gás que será utilizado no próximo ensaio e em seguida esvaziá-lo.
8.4.2 O valor da concentração em mg/L (C), calculado de acordo com a equação 5 deve ser multiplicado
pelo fator de correlação declarado para cada modelo aprovado, se o etilômetro emprega célula de
combustível, conforme tabela 4. Esta concentração é denominada Cref.
8.5.1 Ajustar a pressão do sistema de ar sintético para a pressão de calibração do rotâmetro. Caso seja
observada ocorrência de splash, utilizar pressão menor que a indicada.
8.5.3 Para verificar o ponto 0,000 mg/L deve-se conectar a mangueira do sistema de ar sintético ao
etilômetro e liberar o fluxo de ar até indicação do término de coleta da amostra, fornecida pelo etilômetro
ou, se for manual, verificar o período determinado na PAM.
Nota – A verificação do ponto 0,000 mg/L é direta, ou seja, não se usa simulador de sopro.
8.5.4 Antes de iniciar a verificação dos demais pontos, selecionar o MRC adequado às concentrações de
interesse (Clíq), de acordo com orientações dos subitens 7.1.2 e 8.1.2 desta norma.
MOD-Gabin-040 - Rev. 01 – Publicado Dez/18 – Pg.2/3 – Responsabilidade: Gabin – Referência(s): NIG-Gabin-040
REV. PÁGINA
NIT-SEFIQ-018
03 9/21
8.5.5 Abastecer o recipiente do simulador de sopro, previamente ambientado, com 500 mL do MRC
selecionado.
[Link] A fim de aumentar a produtividade, devem ser utilizados dois simuladores de sopro conectados
em série. Assim, deve-se conectar a saída de efluente do primeiro simulador de sopro na entrada de ar do
segundo simulador de sopro, conforme mostrado na figura 3. Neste caso o MRC deve ser descartado após
200 sopros. No caso da utilização de um único simulador, o MRC deve ser descartado após 20 sopros.
Fonte: Dimel/Dgtec/Sefiq
8.5.6 Aguardar estabilização da temperatura da solução em 34,0 ºC ± 0,2 ºC. Ao atingir 34,0 ºC, aguardar
15 min antes de iniciar os ensaios.
8.5.7 Conectar o sistema de ar sintético ao simulador de sopro, fazendo uso de mangueira de silicone.
8.5.8 Conectar o menor comprimento possível de mangueira à saída do simulador e escoar vapor durante
6 s. Aguardar 20 s e repetir o procedimento, após o qual, conectar a mangueira de saída do simulador ao
bocal do etilômetro.
8.5.9 Com o etilômetro já configurado, aguardar sinal indicando que está pronto para sopro.
8.5.10 Neste momento, acionar a liberação do fluxo de ar sintético até indicação automática do término de
coleta da amostra fornecida pelo etilômetro ou, se for manual, verificar o período determinado na PAM.
8.5.11 Efetuar a leitura da medição apresentada no visor do etilômetro e registrar no campo específico
para tal.
8.5.12 No ponto 0,000 mg/L e para cada uma das faixas de concentração, seguir o número de medições e
critérios de aprovação descritos no item 9.
8.6 Procedimento de realização dos ensaios – verificação e inspeção com gás seco
8.6.1 Após configuração do etilômetro para três casas decimais de acordo com procedimento descrito na
PAM, aguardar o sinal indicando que está pronto para sopro.
8.6.3 Liberar o fluxo de ar sintético para verificação do ponto 0,000 mg/L até indicação automática do
término de coleta da amostra pelo etilômetro ou, se for manual, verificar o período determinado na PAM.
8.6.4 Efetuar a leitura da medição apresentada no visor do etilômetro e registrar no campo específico para
tal.
8.6.5 Registrar a pressão barométrica em cada medição a fim de corrigir o valor da concentração de
referência (Cref corrigida).
8.6.6 Para os demais pontos, conectar a saída do respectivo cilindro ao etilômetro, liberar o fluxo de gás
seco e realizar o ensaio do mesmo modo procedido no ponto 0,000 mg/L.
8.6.7 No ponto 0,000 mg/L e para cada uma das faixas de concentração, seguir o número de medições e
critérios de aprovação descritos no item 9 desta norma.
9 REQUISITOS METROLÓGICOS
9.1.2 Exatidão
[Link] A avaliação dos resultados deve ser feita em cada medição. Deve ser aprovado o etilômetro cujos
erros máximos, em módulo, sejam menores ou iguais aos definidos a seguir:
9.1.3 Repetitividade
[Link] O etilômetro será aprovado quando os desvios padrão das medições forem menores ou iguais aos
definidos a seguir:
a) 0,007 mg/L x Fr (ver subitem [Link]) para todas as concentrações (Cvap) < 0,400 mg/L;
b) 1,75 % x Fr (ver subitem [Link]) para concentrações (Cvap) ³ 0,400 mg/L e £ 2,000 mg/L; e
c) 6 % x Fr (ver subitem [Link]) para concentrações (Cvap) > 2,000 mg/L.
[Link] Considerando a distribuição qui-quadrado (χ2), os valores dos desvios padrão permitidos devem
ser expandidos multiplicando-se pelo fator de rejeição (ver tabela 5) obtido através da seguinte fórmula:
n1
Fr (7)
q onde:
Fr = Fator de rejeição
n = número de medições
q = constante obtida pela distribuição χ2
Tabela 5 – Constantes obtidas pela distribuição χ2 (q) em função do número de medições (n) para nível de
confiança de 95 % e fator de rejeição (Fr).
n q Fr
5 0,711 2,372
10 3,325 1,645
Fonte: Dimel/Dgtec/Sefiq
9.2.2 Exatidão
[Link] Avaliação dos resultados em cada medição. Deve ser aprovado o etilômetro cujos erros, em
módulo, sejam menores ou iguais aos definidos a seguir:
9.3 Resumo
5 % para
1,75 % × Fr para
0,400 mg/L ≤ C ≤ 2,000
10 0,400 mg/L até limite superior 0,400 mg/L ≤ C ≤ 2,000 mg/L
mg/L
20 % para C > 2,000 mg/L 6 % × Fr para C > 2,000 mg/L
[Link] Selagem do etilômetro modelo Alco-Sensor IV: Quando a mudança de intervalo de escala for
realizada pressionando-se a tecla F2, cobrir este orifício com a etiqueta de termômetro clínico ou o
orifício F1, caso a mudança seja realizada pressionando-se simultaneamente F1 e F3.
10.3.1 Retirar a marca de verificação anterior ou marca de reparo (se verificação subsequente).
10.3.3 Emitir Notificação de Reprovação utilizando modelo do Anexo H ([Link] do RTM). Utilizar o
campo observações para autorizar somente as oficinas autorizadas a desinterdição do instrumento e caso
haja necessidade, estipular prazo para correção da não conformidade responsável pela reprovação.
10.3.4 O instrumento não pode ser utilizado e deve ser reparado e submetido a nova verificação antes de
retornar ao uso ([Link] do RTM).
11 MANUTENÇÃO E REPARO
11.1 Reparos e manutenções devem ser realizados somente por sociedades empresárias e não empresárias
(oficinas) autorizadas pelo Inmetro por meio da RBMLQ-I.
11.2 O ajuste do etilômetro pode ser realizado utilizando-se gás seco ou MRC fornecido através de
simulador de sopro ([Link] do RTM). O etilômetro deve ser ajustado, ou checado se está corretamente
ajustado a padrão adequado, em valor compreendido entre 0,250 mg/L e 0,500 mg/L (5.9.2 do RTM).
11.3 Após reparo ou manutenção em que houver rompimento de marcas de selagem e/ou ajuste, a oficina
autorizada deve realizar ensaios para confirmação do atendimento aos erros máximos admissíveis para
verificação após reparo, empregando a metodologia descrita nesta Norma em, pelo menos, uma
concentração situada em um dos intervalos mencionados na tabela 6.
11.4 A oficina autorizada deve afixar marca de reparo e marcas de selagem de acordo com o plano de
selagem disposto na respectiva portaria de aprovação de modelo.
11.4.1 A oficina deve informar ao detentor do instrumento que este não pode ser utilizado com a marca de
reparo, ou seja, que deve ser encaminhado para verificação após reparo.
11.5 O instrumento deve ser colocado em uso somente após verificação após reparo realizada por órgão
da RBMLQ-I.
Quadro de Aprovação
Nome Atribuição
Revisado por: Ana Gleice da Silva Santos Pesquisadora-Tecnologista
João B. Lourenço Assistente Executivo
Verificado por:
Renata R. de Lima Assistente Executivo
Aprovado por: Flavio Sant’Ana Chefe do Sefiq
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/ANEXO A
MOD-Gabin-040 - Rev. 01 – Publicado Dez/18 – Pg.2/3 – Responsabilidade: Gabin – Referência(s): NIG-Gabin-040
REV. PÁGINA
NIT-SEFIQ-018
03 14/21
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/ANEXO B
Conforme descrito na nota do subitem 8.1.3 da presente norma, etilômetros da marca Dräger, modelos
Alcotest 7410 Plus e Alcotest 7410 Plus RS devem ser configurados antes do início do procedimento,
mesmo se não apresentarem a mensagem “DS” no dispositivo indicador, somente se encaminhados pelo
detentor sem ter havido previamente manutenção/reparo em oficina, da seguinte forma:
B-1 Com o instrumento desligado, conectar o clipe de calibração na lateral superior direita do instrumento
com a parte mais espessa do clipe para o lado inferior.
B-3 Caso seja mostrada a mensagem “DS”, pressionar o botão lateral. Caso contrário, ir diretamente ao
item 4.
B-5 Quando a luz verde (ready) acender e o instrumento soar um alarme, realizar um sopro de
concentração situada entre 0,24 mg/L e 0,71 mg/L até que a luz se apague.
B-8 Pressionar o botão mais uma vez para que o valor mude para 0,24 mg/L.
B-9 Incrementar o valor até que chegue novamente no valor inicial mostrado no dispositivo indicador
(valor anotado no item 6).
B-10 Retirar o clipe, esperar que a indicação no display fique ininterrupta, desligar e ligar novamente o
instrumento.
________________
/ANEXO C
C-1 Para configurar o modelo LE5 é necessária a utilização de chave de acesso (Figura 1), uma
ferramenta e não um item acessório. Esta ferramenta não será disponibilizada a usuários ou fornecida
junto com o instrumento.
C-2 A chave de acesso possui diferentes níveis de segurança e limite de acesso para prevenir que a
mesma não seja usada de forma incorreta se perdida. A chave de acesso fornecida à RBMLQ-I para
verificação do instrumento tem nível técnico de acesso para que seja possível alterar o número de casas
decimais para ensaio metrológico.
C-3 Ligue o instrumento e insira na porta de entrada USB do instrumento a chave de acesso.
/ANEXO D
MOD-Gabin-040 - Rev. 01 – Publicado Dez/18 – Pg.2/3 – Responsabilidade: Gabin – Referência(s): NIG-Gabin-040
REV. PÁGINA
NIT-SEFIQ-018
03 17/21
a) desligar o instrumento pressionando “OK”. Ao ser religado o etilômetro entrará em modo de 2 (duas)
casas decimais.
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/ANEXO E
Em atendimento ao subitem 6.3 da Portaria Inmetro/Dimel n.º 275/2019, o objetivo deste anexo é
descrever orientações para configuração do etilômetro portátil Saf’IR Evolution para execução de ensaios
metrológicos:
a) o acesso à configuração se dá quando a opção MENU estiver sendo exibida no mostrador. Rolar as
opções do menu utilizando o botão de rolagem para baixo. Selecionar a opção CONFIGURAÇÃO
pressionando o botão liga/desliga;
b) utilizar os botões de rolagem para cima ou para baixo para navegar. Selecionar a opção
COMPENSAÇÃO MED pressionando o botão liga/desliga;
c) pressione o botão liga/desliga para selecionar MODIFICAR;
d) utilize os botões de rolagem para cima ou para baixo para efetuar modificações;
e) pressione o botão liga/desliga, para selecionar e salvar as alterações ou o botão verde para selecionar
VOLTAR e sair sem salvar alterações;
f) selecionar SIM para H2O. Quando a verificação for realizada sem CO2, selecione NÃO para CO2; e
g) selecionar VOLTAR por 3 vezes, até o mostrador exibir PRONTO.
________________
/ANEXO F
Nota – O etilômetro possui opção de confirmação de dados, permitindo sua revisão e alteração se
inseridos incorretamente. Caso seja selecionado um número incorreto de sopros ou seleção incorreta do
padrão, reiniciar processo com dados corretos da seguinte forma: confirmar dados (deseja alterar escolha
do padrão ou número de sopros?) > iniciar sopros.
a) desligar o aparelho. Ao ser religado o etilômetro entrará em modo de 2 (duas) casas decimais.
_______________
/ANEXO G
Fonte: Dimel/Dgtec/Sefiq
_____________
/ANEXO H
MOD-Gabin-040 - Rev. 01 – Publicado Dez/18 – Pg.2/3 – Responsabilidade: Gabin – Referência(s): NIG-Gabin-040
REV. PÁGINA
NIT-SEFIQ-018
03 21/21
Fonte: Dimel/Dgtec/Sefiq
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