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Dicas para Ser um Orador Eficaz

O documento fornece diretrizes para oradores, enfatizando a importância de (1) estruturar as ideias de forma clara e lógica, (2) capturar a atenção da audiência na introdução, e (3) usar exemplos para ilustrar pontos durante a apresentação.

Enviado por

Sergio Gyn
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Dicas para Ser um Orador Eficaz

O documento fornece diretrizes para oradores, enfatizando a importância de (1) estruturar as ideias de forma clara e lógica, (2) capturar a atenção da audiência na introdução, e (3) usar exemplos para ilustrar pontos durante a apresentação.

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ATRIBUTOS DE UM ORADOR

Alguns requisitos básicos importantes para um orador, não conta apenas


o fato de ser conhecedor do tema que irá abordar, mas a forma adequada de
apresentá-lo. E como fazer isso?
Lembra-se que o texto deve ter um começo, um meio e um fim?
Pois bem as apresentações também, as idéias devem ser estruturadas de
forma clara, objetiva e devem seguir uma seqüência lógica, demonstrando um
crescer dos fatos.
Estruture as idéias, estabeleça um planejamento coerente do tema que
irá abordar.
Tenha um olhar questionador sobre o tema, verifique o que é pertinente e
o que você não achar interessante exclua. Observe também a profundidade que
você quer dar a determinados temas, ou seja, qual será a ênfase dada a certos
itens da sua apresentação. Costumamos dizer não perca o seu precioso tempo
com perfumaria, deixe um tempo maior para explanar sobre o que é realmente
o foco da sua apresentação.
Ao escolher o vocabulário que irá utilizar faça-o com atenção para não
gerar dualidade ou inexatidão, pois isso pode comprometer a sua apresentação.
Seguindo uma lógica na sua apresentação, ou seja, utilizando a
introdução, o desenvolvimento e a conclusão corretamente acreditamos que
será um sucesso.
Na introdução você deve criar o interesse dos ouvintes, desperte o desejo
de ouvi-lo, no desenvolvimento discorra sobre o assunto evidenciando o que
você achar que deve fazê-lo, pois você é o orador e a apresentação é sua, na
conclusão feche suas idéias, mas não use jargões como: “concluindo...”, “já
estou concluindo...”, “agora farei a conclusão...” ou outros similares. Deixe isso
intrínseco!
Você já ouviu falar de teaser? Este é
um termo que emprestarei do Marketing

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para dizer que temos que fazê-lo na introdução, ou seja, você fará “pinceladas”
do assunto, mas não o abordará, pois está apenas introduzindo o tema, você
está criando expectativas nos ouvintes, despertando a vontade de ouvi-lo.
Na introdução você deverá situar a platéia quanto o assunto que tratará,
definindo-o.
Será neste momento que você conquistará às pessoas e
conseqüentemente a atenção delas.
No desenvolvimento você exporá os assuntos, agrupando as idéias por
afinidade de argumentação, fundamentando sua fala. Ilustre com exemplos, os
latinos, e nós somos latinos, de um modo geral adoram exemplos, principalmente
se fizerem parte da rotina da platéia esta atitude também deixa mais
descontraída a apresentação e facilita que as pessoas apreendam o que você
está falando, apresentando, mas lembre-se nada de piadinhas...
Ao encerrar a sua fala retome a idéia principal, isso mesmo aquela que
você expôs no início da sua fala, nos primeiros momentos da sua apresentação
e argumente novamente os pontos fortes. Aqui não é apenas a questão de
concluir uma apresentação, mas também a de convencer a sua platéia, levando-
os a reflexão, pois estarão registrando a mensagem e quem sabe poderão até
mudar algumas atitudes provenientes à sua fala.
Lembra-se da frase “venda o seu peixe?” Pois bem, é isso mesmo faça
com que as pessoas acreditem firmemente no seu discurso.
Comunicar torna-se, assim, uma arte de bem gerir mensagens, enviadas
e recebidas, nos processos interacionais. Mas não só! O tempo, o espaço, o
meio físico envolvente, o clima relacional, o corpo, os fatores históricos da vida
pessoal e social de cada indivíduo, as expectativas e os sistemas de
conhecimento que moldam a estrutura cognitiva de cada um condicionam e
determinam o jogo relacional dos seres humanos.

CREDIBILIDADE

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As interações sociais estão sujeitas à influência de um conjunto de
variáveis que lhes determinam, ou pelo menos influenciam a condução dos
processos comunicacionais. Os padrões de interação resultantes das relações
entre os indivíduos são conseqüência, por um lado, da aleatoriedade humana, e
por outro, da previsibilidade que a vida em sociedade possibilita.
Recentemente tive contato com um texto do Vilela o qual transcreverei
parte dele por achar importante dividí-lo com vocês.
Quando nos comunicamos, é comum ouvirmos afirmações, como por
exemplo: fui, fiz, farei, disse ou as negativas correspondentes. Uma das coisas
que fazemos é buscar sustentação para o que ouvimos: procede, é fato, vai
acontecer, é verdade? (...)
Muitas vezes não temos informação suficiente para verificar uma
afirmação, e temos que recorrer ao histórico de quem fala: essa pessoa tem
tradição de falar a verdade, de cumprir o que promete? O padrão que
identificamos na pessoa a esse respeito constitui a sua credibilidade perante
nós. Como recebemos as informações através da comunicação da pessoa, de
fato a credibilidade da pessoa está mais especificamente associada à sua
palavra e à relação da palavra com as ações.
Assim, a credibilidade da palavra é um fator extremamente importante
para nos relacionarmos. Imagine uma criança que seguidamente escuta
promessas do pai ou da mãe que não são cumpridas: como fica a credibilidade
da palavra deles? E há um potencial agravante: as palavras não seguidas podem
ser relativas a um contexto apenas, como passeios ou encontros, mas outros
contextos podem ser "contaminados" pela falta de credibilidade.
Nos casos em que as pessoas não podem validar o que dizemos, teremos
somente a credibilidade construída até então. Por exemplo, um marido
injustamente suspeito de infidelidade dificilmente terá como provar que não fez
nada; mas, se tiver boa credibilidade, suas chances são maiores.
Há outros possíveis inconvenientes
em fazer afirmações não devidamente

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sustentadas. Por exemplo, em uma padaria, uma senhora aguardava na fila do
caixa com uma garotinha. Esta queria algo e pediu a sua mãe, que negou. A
menina insistiu, a mãe negou, e isso se repetiu várias vezes. Em certo momento,
a mãe finalmente cedeu e comprou o que a menina queria. Vendo aquilo, senti-
me, com certa consternação, testemunhando um momento de perda de
credibilidade da mãe, que confirmou - provavelmente mais uma vez - que a
insistência consegue resultados junto a ela. Neste caso, haverá conseqüências
também para a autoridade dessa mãe.(...)
O alcance das conseqüências da perda de credibilidade pode ser ainda
maior, atingindo o nível social. Por exemplo, uma pessoa que descobre que
vários políticos mentiram pode generalizar sua opinião para a categoria e,
quando vê um político, atribui a este as características da categoria - sem que
ele tenha dito uma palavra. Julgar o indivíduo pela categoria, aplicar o genérico
ao específico nem sempre é apropriado e justo, mas acontece. De maneira
análoga, um prestador de serviços que fala muito e faz pouco pode estar
contribuindo para afetar a reputação de toda a sua classe, na medida em que
muitos colegas seus façam o mesmo.
Uma importantíssima distinção que deve ser feita é que a credibilidade
não é uma característica sua, mas sim de você com relação a alguém. Esse
pensamento evita, por exemplo, que você espere que alguém acredite em você
só porque é você que está falando.
Sua credibilidade também pode ser contextual: você pode ter credibilidade
quando fala de sua área profissional, mas isso não assegura credibilidade
quando você falar de outros temas. (...)
Uma linha de opções para aumentar sua credibilidade então é dizer a
verdade: se sei, digo, se não sei, digo que não sei e se acho, digo que acho. Se
concordo ou não, se aprovo ou não, digo o que acho.
Há alguns condicionantes dessa direção. Por exemplo, se você deveria
saber e não sabe, como no caso de um
professor, então melhor buscar saber. (...)

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Podemos sintetizar essas idéias como uma disciplina, a “gerência da
credibilidade”, pela qual você faz escolhas do que fazer e do que dizer de forma
a construir e preservar sua credibilidade junto a outros; essa construção e
manutenção são seus objetivos. Claro, não necessariamente com todos e
qualquer um, mas com as pessoas relevantes. Ou potencialmente relevantes no
futuro. Ou quem sabe também com aquelas para quem somos relevantes.
Lembre-se se não houver confiança as pessoas não confiarão no que
você prega e isso é uma qualidade que precisa ser conquistada diariamente e
inclusive em apresentações diante de grandes platéias.
Credibilidade é cartão de visita!

APARÊNCIA

Nas palavras de Bártolo a excelência na comunicação constitui um dos


maiores desafios para o profissional que deseja obter sucesso no cenário de
competitividade que hoje se apresenta. Está provado que, no processo de
comunicação, não é suficiente apenas deter o conhecimento; mais que isto, é
preciso dominar as técnicas de transmissão das informações.
Ainda nas suas palavras ser um bom apresentador torna a pessoa visível.
A visibilidade que a capacidade de falar proporciona torna-se parte do
crescimento profissional. Todo mundo está sempre prestando atenção em tudo
e é notório que os bons comunicadores estão sempre em foco. Saber conduzir
uma boa exposição em público é um fator dominante no conjunto de
competências e, conseqüentemente, de melhores oportunidades profissionais.
A boa apresentação está diretamente ligada a uma auto-imagem positiva.
Você com certeza já ouviu: a primeira impressão é a que fica; é muito
difícil mudá-la. A forma como nos vestimos, falamos, caminhamos são sinais
captados pela platéia. Antes de você se apresentar a platéia já terá formado uma
opinião tomando como base as impressões.
Vista-se, caminhe, fale e posicione-

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se com segurança e naturalidade de acordo com essa imagem.
Veja estes detalhes pequeninos que muito podem auxiliá-lo:

• Durma bem, pois contribui para a boa aparência;


• Confira antes de subir ao palco os zíperes, botões a camisa, dentro
da calça ou saia;
• Evite deixar transparecer marcas de transpiração;
• Use calçados confortáveis;
• Relaxe os músculos faciais;
• Sorria o máximo que puder, mas sem forçar;
• Mantenha as mãos fora dos bolsos durante a apresentação;
• No primeiro contato, olhe nos olhos de alguém que imagina
amigável, isso lhe trará confiança;
• E para aumentar o seu rendimento utilize recursos áudio visuais.

Falando em Vestuário leve em conta que estilos de vestir comunicam


diferentes mensagens.

▪ Use roupas de cores escuras e neutras facilitam o foco;


▪ Listras ou modelos ocupados (estampadas) causam problemas no
foco;
▪ Roupas de algodão ou lã encobrem o formato do tronco, ombros e
braços;
▪ As mulheres devem evitar decotes e transparências;
▪ Cabelos longos e desalinhados prejudicam a imagem. Evite
penteados incomuns;
▪ Os acessórios como brincos, colares e pulseiras devem ser
moderados e discretos, para não desviar
a atenção do aluno.

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VOZ

Ao falarmos demonstramos as emoções por meio da voz, revelando


sensações, intenções, entusiasmo, preocupações, ansiedade e mudança de
humor.
Precisamos treiná-la para que transmita confiança, tenha veemência,
brilho, colorido, enfim, que seja melodiosa, agradável e que esteja compatível
com a intenção do discurso efetivando a comunicação.
A ressonância da voz é a vibração do ar dentro das cavidades de
ressonância, que são a boca, a faringe, o nariz, os seios nasais, enfim todos os
espaços que contenham ar e que façam vibrar o som produzido pelas pregas
vocais, mais conhecidas por “cordas vocais”.
Eles permitem a ampliação do som e com essa colocação adequada a
voz ganha corpo e brilho.
O equilíbrio no uso das cavidades de ressonância proporciona uma voz
agradável.
Quando trabalhamos a voz, devemos considerar o estado de relaxamento
da musculatura do pescoço. Musculatura tensa deixa a voz presa na garganta.
Ao bocejar alargamos a musculatura da garganta e liberamos a tensão dessa
região, favorecendo a subida do som para a “máscara” (face) e
conseqüentemente descobrindo uma ressonância mais adequada.
A respiração também tem um papel fundamental para a voz. O fluxo de ar
que sai dos pulmões é que faz vibrar as pregas vocais, localizadas na laringe.
A voz é ativada durante o tempo de expiração do ar. Na fala, a inspiração
é rápida, mas a expiração deve ser prolongada.
A saída do ar durante a fala deve ser naturalmente controlada,
coordenando a respiração com a emissão das palavras.
A respiração correta reflete em um
melhor desempenho vocal, trazendo

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também tranqüilidade e equilíbrio emocional.
Projeção é a condução da voz dentro do ambiente onde falamos. A
respiração corretamente utilizada e a abertura de boca para expansão da
articulação levam a um maior alcance da voz.
As pessoas que usam a voz profissionalmente necessitam de uma
respiração mais efetiva, que forneça a energia necessária para a produção vocal.
Devem também evitar a articulação travada (sem a movimentação da
boca), que dificulta a saída da voz e compromete a inteligibilidade da fala.
O olhar é um ótimo facilitador para a projeção vocal; olhe para onde você
quer que o som atinja.
Quando usamos o microfone não há necessidade de nos preocuparmos
com o alcance vocal no ambiente. Entretanto, não devemos prescindir da voz
bem colocada, da entonação e da clareza da articulação das palavras, usando o
tom natural da voz, sem elevá-lo e sem baixá-lo.
O envolvimento do público por meio do olhar deve ser uma constante
usando ou não o microfone.
A entonação, inflexão da voz que fazemos ao falar nos propicia diferentes
curvas melódicas no discurso. Com a entonação associada à pausa damos brilho
a nossa fala nas apresentações e provocamos um forte efeito no ouvinte.
Sem esses recursos, a fala pode tornar-se monótona, menos inteligível,
levando o interlocutor ao desinteresse.
Os sinais de pontuação exigem entonações de voz diferentes, por isso
respeite-os.
Outra coisa importante é saber se falamos com o nosso tom natural. A
forma de descobrir é emitir “uhm huh” como resposta a uma pergunta. Compare
o tom dessa emissão com o tom de voz que usa habitualmente, se estiver
diferente provavelmente você não deve estar usando o seu tom natural.
Usando o tom natural e as inflexões adequadas, podemos evitar
interpretações ambíguas e incompreensões.
A ênfase é o realce por meio da

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voz, devendo ser dada à palavra que consideramos mais expressiva dentro de
uma frase e que transmita a essência da mensagem.
A articulação é a produção dos sons da fala, para que ela ocorra de forma
clara e natural, é importante que nossa musculatura facial (dos lábios, da língua,
do véu palatino – parte macia e posterior do céu da boca) estejam funcionando
bem.
É importante a articulação precisa de todos os fonemas da língua
portuguesa, não omita os “esses”, “emes” e os “erres” finais das palavras.
Articule claramente as sílabas finas. O que se observa é que muitas vezes
as pessoas “comem” o final das palavras.
Ao falarmos as palavras pronunciadas se desenvolvem num tempo que
poderá ser rápido ou lento, dependendo do ritmo interno de quem fala e do
propósito que temos ao falar.
Uma fala bem articulada e compassada transmite segurança e calma.
Uma fala excessivamente rápida demonstra inquietude e nervosismo.

VOCABULÁRIO E AUTO-AVALIAÇÃO

Quanto ao vocabulário devemos tomar o cuidado de utilizarmos palavras


e expressões que sejam comuns à platéia. Lembre-se dos níveis de linguagem,
aqui cuidar para alinhar o vocabulário ao público e caso você utilize algumas
palavras ou expressões que perceba certo desconforto na platéia não se
preocupe, apenas explique o que quis dizer utilizando uma forma mais clara e
um vocabulário mais acessível, se a dúvida perdurar dê exemplos.
Não exite em adaptar o vocabulário a ser usado de acordo com o público.
Você não acha que está na hora de fazermos uma auto-avaliação?
Pois bem! A professora Thaís Diniz desenvolveu uma avaliação que
costuma fazer com os alunos, porém esta também pode e deve ser utilizada
como uma auto-avaliação para palestrantes.

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FORMULÁRIO DE AVALIAÇÃO DA APRESENTAÇÃO ORAL
Aspectos a serem analisados
Organização Geral

(a) Como o palestrante / aluno iniciou sua apresentação?


(b) Como a finalizou?
(c) Preparação
(d) O tempo foi usado adequadamente?

Critérios Lingüísticos

Atenção Excelente
1 2 3 4 5 6
(a) Vocabulário

(b) Gramática

(c) Pronúncia

(d) Entonação

(e) Alternância entre


os apresentadores do
grupo
(f) pausas

(g) Média de tempo

Outros Aspectos
Atenção Excelente
1 2 3 4 5 6
(a) Dicção clara e
em bom ritmo
(b) Altura de voz
adequada

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(c) Fazer contato de
olhos com todos os
presentes
(d) Sorrir quando
apropriado
(e) Postura
adequada
(f) Capacidade de
manter o interesse
da audiência
Diretrizes para a apresentação oral
Siga os passos abaixo:
1. Na introdução, deixe claro o objetivo de sua apresentação, assinalando para a audiência.
Faça exatamente aquilo que se propôs a fazer;
2. Use recursos visuais para ajudar a audiência a entender o que você está dizendo;
3. Um recurso visual deve conter apenas uma informação-chave na qual você deseja que
sua audiência se focalize. Explique o que o recurso visual está mostrando;
4. Tente suscitar interesse e atenção de sua audiência. Um modo útil de fazê-lo é usar
vocabulário dramático, (ex. extremamente interessante, muitíssimo importante, de grande
valor significante, totalmente inaceitável;
5. Não apenas termine sua apresentação. Ofereça uma conclusão, resumindo o que acabou
de dizer ou apresentando uma afirmação conclusiva sobre o que acabou de expor. (Me
disponho a responder alguma pergunta..., se tiverem alguma dúvida, terei prazer em
respondê-la; Comentários e sugestões são bem vindos / Agradeço a atenção... etc.);
6. Controle o tempo de apresentação. Não exceda o tempo;
7. Ensaie sua apresentação com antecedência tantas vezes quantas forem necessárias.
Verifique seus slides (ou cartazes ou transparências), folhetos, vocabulário, pronúncia e
entonação. Esteja preparado para perguntas.

Critérios de Avaliação

Aspectos Pontos a considerar Nota *

Planejamento Evidência de preparação cuidadosa

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Objetivos Clareza; adequados à audiência ou ao
assunto
Conteúdo Alcance; relevância; adequação;
conhecimento do assunto; pesquisa

Abordagem Mensagem, embasamento e


reiteração; variedade; humor

Organização Coerência, clareza, condução

Recursos visuais Propriedade; clareza ; condução

Forma de apresentar Ritmo, entusiasmo, contato do olhar, fala


audível, entonação, auto-confiança,
linguagem corporal

Linguagem Clareza, acuidade, fluência, adequação,


pronúncia, sinalização
Geral Clareza da mensagem; Alcançou os
objetivos?; Interessante? Agradável/
Informativo? Instigante?
Outros

ETAPAS DE UMA APRESENTAÇÃO

Roteiro da Apresentação:
→ Conheça o público ouvinte;
→ Delimite o assunto que tratará;
→ Colete dados fidedignos;
→ Em caso de dúvida quanto a pronúncia de certas palavras use outra de
mesmo significado e que o deixe mais confortável na hora de falar;
→ Não cite nomes de pessoas
→ Não decore o texto, pois o que
decoramos fica apenas na lembrança

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volátil, ou seja, como aquelas palavras não são suas ocasionalmente
poderemos esquecer;
→ Revise sua apresentação;
→ Seja objetivo – vá direto ao assunto;
→ Expresse suas idéias que são pertinentes ao tema;
→ Faça um roteiro dos tópicos que você quer abordar para não esquecer
nada;
→ Divida sua apresentação em três partes: começo, meio e fim;
→ Faça com que a sua platéia se identifique;
→ Reforce suas afirmações com dados fidedignos;
→ Lembre-se dos níveis de linguagem, ou seja, conhecendo sua platéia você
saberá qual recurso poderá utilizar;
→ E por falar em recursos, caso vá utilizar algum recurso áudio visual
certifique-se que o mesmo está funcionando perfeitamente e que você
sabe operá-lo, afinal os ouvintes acham que é um descaso esperar o
palestrante aprender qual o botão deve apertar para passar a
apresentação de Power Point ou outra;
→ Sorria e respire normalmente;
→ E jamais conte piadas, pois assim como algumas pessoas irão rir e achar
graça outras poderão detestar, e ainda, tecer comentários negativos a seu
respeito.

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