UNIVERSIDADE ABERTA ISCED
FACULDADE DE DIREITO
LICENCIATURA EM DIREITO
Alberto Francisco Alberto
AUTONOMIA E NATUREZA JURÍDICA DO
DIREITO DO FINANCEIRO
PEMBA
2022
UNIVERSIDADE ABERTA ISCED
FACULDADE DE DIREITO
LICENCIATURA EM DIREITO
Alberto Francisco Alberto
AUTONOMIA E NATUREZA JURÍDICA DO
DIREITO DO FINANCEIRO
Trabalho de caracter avaliativo da
cadeira de Direito Financeiro, 2º
ano, leccionada pelo docente:
PEMBA
2022
Índice
INTRODUÇÃO ............................................................................................................ 1
1 Noções introdutórias ............................................................................................. 2
1.1 Direito Financeiro .......................................................................................... 2
1.2 Autonomia do Direito do Financeiro .............................................................. 2
1.3 Natureza do Direito Financeiro ...................................................................... 3
2 Relações entre o direito financeiro e outros ramos do direito ................................. 4
2.1 Direito financeiro e direito constitucional ...................................................... 4
2.2 Direito financeiro e direito tributário.............................................................. 5
2.3 Direito financeiro e direito administrativo ...................................................... 5
2.4 Direito financeiro e direito econômico ........................................................... 6
2.5 Direito financeiro e direito bancário ............................................................... 6
3 Normas gerais de direito financeiro ....................................................................... 7
CONCLUSÃO .............................................................................................................. 9
REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS ......................................................................... 10
INTRODUÇÃO
O presente trabalho propomo-nos discutir sobre “Autonomia e natureza jurídica do
Direito do Financeiro”, circunscreve-se na cadeira Direito Financeiro que constitui um
instrumento fundamental para os estudos da disciplina supracitada, conjunto de
disposições que regem a economia do Estado e fixam normas de aplicação dos fundos
públicos às necessidades da administração.
No que tange ao tema atenente, para melhor compreensão deste tema iremos abordar os
aspectos relevantes, tais como: conceito de direito financeiro, autonomia, natureza,
relação com outros ramos e normas gerais de Direito Financeiro.
Como material fundamental para o efeito do trabalho, foram usadas obras disponíveis na
biblioteca da Faculdade e como fontes auxiliares, as diferentes plataformas digitais que
também oferecem um vasto conhecimento sobre Autonomia e natureza jurídica do
Direito do Financeiro. Por outro lado, optou-se pela pesquisa bibliográfica. Do ponto de
vista estrutural, o trabalho apresenta se seguinte estrutura:
Capa, introdução;
Desenvolvimento onde encontrar-se-á abordagens referentes ao tema;
Conclusão onde é abordado o resumo ou a síntese no que se refere do assunto
tratado;
Referência bibliográfica onde está contido as obras usadas na elaboração do
trabalho.
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1 Noções introdutórias
O estudo do direito financeiro perpassa pela análise do fenômeno financeiro, tomado esse
no sentido de observar gradativamente a razão da obtenção de ingresso de recursos nos
cofres públicos. A necessidade de arrecadação maior ou menor oscila com o “tamanho”
do Estado, a justificar maior ou menor tributação.
1.1 Direito Financeiro
Na óptica de Borges (1998), “Direito Financeiro é o ramo do Direito Público que estuda
o ordenamento jurídico das finanças do Estado e as relações jurídicas decorrentes de sua
atividade financeira e que se estabeleceram entre o Estado e o particular” (p. 38).
A referida citação estabelece o Direito Financeiro como um Gênero entre os ramos do
Direito Público. Tal gênero objetiva a captação de recursos e sua consequente divisão
isonômica entre os entres Federados e Particulares como um todo. O foco do direito
financeiro é atender às necessidades públicas do Estado.
Harada (2019), o Direito Financeiro como:
O conjunto de normas e princípios que regulam a atividade financeira, incumbindo-lhe
disciplinar a constituição e a gestão da fazenda pública, estabelecendo as regras e os
procedimentos para a obtenção da receita pública e a realização dos gastos necessários à
consecução dos objetivos do Estado (p. 54).
Face as ideias dos autores acima citado, percebe-se que, Direito financeiro é o conjunto
de disposições que regem a economia do Estado e fixam normas de aplicação dos fundos
públicos às necessidades da administração.
1.2 Autonomia do Direito do Financeiro
De acordo com Timbe (s/d), a questão de autonomia é precisamente procurar saber se
estamos ou não perante um conjunto de normas referentes a uma matéria ou área
institucionalizada da vida social, susceptível de construir um subconjunto normativo
organizado em torno de princípio comuns e técnicas regulamentares (p. 54).
Por isso que há, muita discussão quanto a questão da autonomia do Direito Financeiro,
não existe posições homogéneas, na medida em que há autores que consideram que o
Direito Financeiro não é um ramo de direito autónomo por incluir normas de direito
privado como por exemplo nas receitas patrimoniais, pois a obtenção destas receitas é
disciplinada por direito privado tais como direito das obrigações.
2
Outra posição considera que o Direito Financeiro goza de plena autonomia perante o
Direito Administrativo, devido às feições da actividade financeira, ao conteúdo próprio
das normas e do seu método.
Timbe (s/d), afirma que:
A autonomia de qualquer ramo de conhecimento pode nos levar a pensar numa ideia de
isolamento, de independência, relativamente a qualquer outro ramo, so que tal isolamento
tal independencianao não pode ser levado ao extremo ou seja tida em termos absolutos
porque nao existe ramos de direito que prescindem dos conhecimentos ou ligações e
dependências, porque o Direito é uno e incindível, pelo que autonomia de qualquer dos
seus ramos será sempre relativa e um tanto convencional se não teórica31. Pois, a
autonomia de uma disciplina jurídica não se pretende significar senão que os conceitos
por ela elaborados são independentes das concepções particulares de outras disciplinas
quer para integração de lacunas quer para interpretação (p. 55).
Dai que, da sua função própria decorrem conteúdos normativos próprios e regimes
específicos de Direito Financeiro e conjunto de regras e princípios do Estado moderno,
constitucional, Liberal e democrático (formulados no Séc. XVIII na Inglaterra antes do
Direito Administrativo resultado do Liberalismo no séc. XIX), não há dúvidas de que o
Direito Financeiro é autónomo, porque tem leis próprias e um sistema de fontes próprias,
é uma disciplina científica no plano curricular dos estudos e tem alguns dos seus regimes
importantes por exemplo a vigência anual dos orçamentos de receita e de despesa; o
carácter da legalidade da despesa; inexistência de privilégio de execução prévia; a decisão
parlamentar sobre as receitas e despesas o sistema de controlo e fiscalização.
Nessa ordem, terá uma autonomia legislativa por canta dessas leis próprias; uma
autonomia didática e científica por conta de ser uma disciplina nas universidades.
1.3 Natureza do Direito Financeiro
Quer pelo critério do interesse, quer o da posição dos sujeitos, quer ainda o da qualidade
em que estes intervêm na relação jurídica, é pacifico entre os doutrinários de que o Direito
Financeiro é um ramo do Direito Público não só por se destinar à realização de interesse
colectivo mas também pelo facto de nele o sujeito activo aparecer na sua veste de ente
publico, investido de poderes e garantias de que não desfruta um sujeito passivo (Timbe,
s/d, p. 54).
Oliveira (2015), sustenta que:
Naturalmente que a compreensão do Direito Financeiro, objeto desta reflexão, significa
necessariamente ter claro sua inserção no subsistema do tradicional Direito Público em
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permanente interação, direta e indireta, com os demais “ramos”, seja de maneira mais
ostensiva e explícita, seja de maneira sutil e quase imperceptível. Mais ou menos como
Maurice Duverger coloca nas suas Instituições de Direito Público (infelizmente não há
tradução para o português), ou o argentino Rafael Bielsa, nos seus três volumes sobre o
tema. Facto inegável porém, é que esta inserção nos leva a conclusão de que os integrantes
deste subsistema são incindíveis e indissociáveis, e o isolamento deforma a visão que se
pode formar de cada um deles, em reforço ao postulado do sistema que ao início se referiu
(p. 201).
Na proposição que se faz, além do Direito Constitucional base e fundamento de todo o
sistema, porque contém os fundamentos elementares da organização político-social na
sua formalização jurídica, o Direito Financeiro precisa ser compreendido em interação
com o Direito Administrativo, o Direito Tributário e o Direito Econômico. Os quatro se
completa e ganha a possibilidade operacional em conjunto, até porque entende-se que a
dissociação compromete a eficiência de todos e de cada qual.
O Direito Financeiro é o sistema normativo disciplinador da vida financeira do Estado,
portanto, como pontua Regis Fernandes de Oliveira2, sendo “o conjunto de princípios e
regras que disciplina a arrecadação das receitas não tributárias, as despesas, o orçamento
e dívida pública, a gestão financeira e a responsabilidade fiscal”, ou como explana Harada
(2019):
Podemos dizer que o Direito Financeiro é o ramo do Direito Público que estuda a atividade
financeira do Estado sob o ponto de vista jurídico. Seu objeto material é o mesmo da Ciência
das Finanças, ou seja, a atividade financeira do Estado que se desdobra em receita, despesa,
orçamento e crédito público.
2 Relações entre o direito financeiro e outros ramos do direito
2.1 Direito financeiro e direito constitucional
Obviamente, todos os campos do direito guardam conexão com o Direito Constitucional,
o qual, diga-se de passo, representa o fundamento de validade de todos os seguimentos
do universo jurídico.
Com efeito, a Carta Magna de 1988 trata de Direito Financeiro por meio de uma série de
dispositivos, em especial no comando inserto no art. 24, inciso I, que estabelece
competência para a União, os Estados e o Distrito Federal para legislar sobre a matéria.
Debalde a omissão do aludido mandamento em relação aos Municípios, essas pessoas
jurídicas de direito público interno também desfrutam de iguais poderes para produzir
normas de direito financeiro (Bandeira De Mello, 2004, p. 87).
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O asserto decorre da própria autonomia municipal consagrada nos artigos 29 usque 31 da
Carta da República. É dizer, por considerar que a independência financeira,
administrativa e política caracterizam a autonomia, resta evidente que a autonomia
municipal haverá de abrigar o poder de legislar sobre direito financeiro.
A Constituição Federal cuida, também, da destinação de determinadas receitas tributárias
em prol de Estados, Municípios e Distrito Federal, em consonância com o disposto nos
artigos 145 a 164 do mencionado Códex.
2.2 Direito financeiro e direito tributário
Bandeira De Mello (2004), salienta que:
Por essa forma, a relação do financeiro com o tributário é sobremodo estreita, porquanto
as principais receitas do Estado Moderno são aquelas procedentes da tributação. Todavia,
o traço diferencial entre ambos se afigura muito claramente demarcado, pois o Direito
Tributário tem por objeto os planos do nascimento, existência e extinção dos tributos,
enquanto o Direito Financeiro, ao dispor sobre o orçamento público, regula a destinação
das receitas tributárias para o provimento dos cofres públicos por meio da lei orçamentária
(p. 88).
Em verdade, a compreensão das similitudes e das diferenças propicia uma visão mais
clara do campo de atuação do direito financeiro, balizando a parte da atividade financeira
pertencente ao tributário e aquela que integra o direito financeiro.
2.3 Direito financeiro e direito administrativo
Para Jardim (2016), as relações do direito financeiro com o direito administrativo também
despontam com clareza solar, pois ao realizar a gestão do orçamento público, senão
também o controle do orçamento por meio do Tribunal de Contas, tais providências são
desenvolvidas sob a égide da função administrativa que substancia os atos praticados pelo
Poder Público em regime de autoridade com o fito de obedecer e aplicar a lei (p. 37).
Ao propósito, a função administrativa simboliza o cerne do Direito Administrativo,
conforme asseverado por Bandeira de Mello (2004) ao dizer que “Direito Administrativo
é o ramo do Direito Público que disciplina o exercício da função administrativa, e os
órgãos que a desempenham”.
Noutro excerto de seu Curso de direito administrativo, o festejado mestre definiu a
função administrativa como “que o Estado ou quem lhe faça as vezes, exerce na
intimidade de uma estrutura e regime hierárquicos e que no sistema constitucional
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brasileiro se caracteriza pelo fato de ser desempenhada mediante comportamentos
infralegais ou, excepcionalmente, infraconstitucionais, submissos todos a controle de
legalidade pelo Poder Judiciário”.
2.4 Direito financeiro e direito econômico
Na linha de pensamento de Bobbio (1986):
O Direito Econômico é o ramo normativo que disciplina atividade econômica do Estado
e dos particulares, no tocante à produção, distribuição, circulação e consumo de riquezas,
tanto no plano interno, como no internacional. Cumpre-lhe, por exemplo, garantir o
abastecimento de alimentos e serviços essenciais, bem como impedir a concorrência
desleal, o abuso de poder econômico, senão também a manipulação de preços no
mercado, afora uma série de hipóteses versadas no art. 170 e seguintes do Texto Excelso.
Para Del Masso (2012), o Direito Econômico transcende a noção clássica que
circunscreve o seu objeto aos planos das regras ordenadoras da economia e sua dinâmica
de produção, circulação, distribuição e consumo. Sublinha o autor que o aludido campo
do direito versa sobre fatos sociais de conteúdo econômico que são comuns a outros
planos do direito, assim como o tributário, o financeiro, o comercial, o trabalho e outros
(p. 7).
“Direito Econômico é o ramo do Direito que tem por objeto a regulamentação da política
econômica e por sujeito o agente que dela participe” (Oliveira, 2015).
Como tal, é um conjunto de normas de conteúdo econômico que assegura a defesa e a
harmonia dos interesses individuais e coletivos, de acordo com a ideologia adotada na
ordem jurídica. Para tanto, utiliza-se do princípio da economicidade”.
Destarte, ressalta à evidência que as finanças de interesse público jazem no palco do
Direito Econômico, mas nem por hipótese se confundem com o Direito Financeiro, pois,
embora os referidos planos normativos revelem inegável afinidade, cada qual resguarda
a sua autonomia na dimensão em que hospedam objeto próprio e peculiar.
Como se vê, são íntimas as relações entre o Direito Financeiro e o Direito Econômico,
porquanto, conforme sublinhado, a totalidade dos fatos sociais revestem conteúdo
econômico e também financeiro.
2.5 Direito financeiro e direito bancário
O Direito Bancário apresenta uma vertente no direito privado e outra no âmbito do direito
público. A primeira diz respeito ao conjunto da atividade bancária de um modo geral,
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desde a gestão de contas correntes, fundos poupanças e outras. Já no plano do direito
público, o Direito Bancário compreende as normas disciplinadoras da atividade bancária,
seja sob a perspectiva do Poder Público, seja sob o ponto de vista das relações com os
utentes dos serviços bancários (Del Masso, 2012, p. 8).
É dizer, o Direito Bancário caracteriza por excelência um meio de propagação e geração
de riqueza de índole pecuniária, configurando uma forma de finanças, tanto pública
quanto privada, guardando, portanto, uma relação de contiguidade com o Direito
Financeiro, embora cada qual tenha espaço próprio no cenário jurídico.
3 Normas gerais de direito financeiro
Cooley (1990), sustenta que:
Passemos finalmente ao verbete sub examen, cujos contornos foram exaustivamente
gizados nos itens precedentes, cabendo agora apenas reunir as partes, compondo o todo.
Assim, em harmonia com as reflexões prefaladas, as Normas Gerais de Direito Financeiro
são aquelas objetivadas a informar e a presidir a elaboração e a realização do orçamento
público e o seu competente controle interno e externo. São, com efeito, as regras
submersas em legislação nacional a serem observadas pela legislação orçamentária da
União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios (p. 407).
Torna-se de mister dizer que a legislação nacional é editada pelo legislador federal, no
caso brasileiro o Congresso Nacional, só que não com a feição de legislador da União,
mas com a roupagem de legislador do Estado Brasileiro.
Realmente, é da maior importância essa reflexão como forma de deixar claro que a
legislação nacional não se confunde com a federal e, mais do que isso, mercê de seu
conteúdo, gravita altaneira acima da legislação federal, estadual, distrital federal e
municipal.
O mesmo autor reforça que, a legislação nacional é dotada de poderes para submeter ao
seu espectro eficacial não só as pessoas jurídicas de direito público ou privado, mas
também as pessoas jurídicas de direito público interno. É o caso, por exemplo, do Código
de Processo Civil, que subordina as pessoas constitucionais a sua obediência, o mesmo
ocorrendo com o Código Civil, cujas regras não podem ser infirmadas pelo legislador
federal ou local e assim avante.
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As Normas Gerais de Direito Financeiro de caráter nacional habitam o patamar
constitucional e o legal, o primeiro por meio de princípios firmados no Texto Excelso e
o segundo por intermédio de legislação específica que versa o tema.
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CONCLUSÃO
Finda a realização do trabalho foi possível concluir o seguinte:
No computo geral, o Direito Financeiro é um Ramo do Direito Público, pois, e em
primeira instância, o mesmo, visará no seu propósito primordial, a realização de
interesses de natureza colectiva ou interesses colectivos/da colectividade onde o Estado é
(ou será) o sujeito activo.
Embora o direito seja incindível, é sabido que a sua divisão se dá apenas por questões de
ordem didáctica, para facilitar o seu estudo. Assim, justifica-se estudar um ramo em
apartado quando o mesmo possui institutos e princípios próprios, a ponto de não mais
fundamentar o seu estudo como mero apêndice de outro.
Tem estreita relação com a ciência das finanças. Esta consiste na atividade pré-normativa,
que alcança os âmbitos econômico, social, político ou estatístico, servindo-lhe de norte
no sentido de estabelecer as regras que regerão a atividade financeira do Estado. Ou seja,
o desenvolvimento das normas do direito financeiro está estribado também na ciência das
finanças, que oferece o caráter informativo, teórico e especulativo daquela. Por exemplo,
a ciência das finanças oferece importante auxílio ao ente político, fornecendo dados e os
meios para que o legislador escolha a decisão política acertada.
Finalmente, diante das considerações precedentes, depara-se evidente que as normas de
direito financeiro são aquelas imersas na definição do Direito Financeiro, algumas com a
feição de princípios e outras com a fisionomia de simples normas, todas, relembrando,
versando direta ou indiretamente sobre orçamento público.
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REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Bandeira De Mello. C, A. (2004). Curso de direito administrativo. (17ª. Ed). São Paulo:
Malheiros Editores.
Bobbio, N. (1986). Teoria dela norma giuridica. Torino: [Link].
Borges, J, S, M. (1998). Introdução ao Direito Financeiro. São Paulo: Max Limonad.
Cooley, T. (1990). Princípios gerais de direito constitucional dos Estados Unidos da
América do Norte. (3ª. Ed). Porto Alegre: Carlos Echenique – Livraria Universal.
Del Masso, F. (2012). Direito econômico esquematizado. São Paulo: Método.
Harada, K. (2019). Direito Financeiro e Tributário. São Paulo, Brasil: Atlas.
Jardim, E, M, F. (2016). Curso de direito financeiro e tributário. (14ª. Ed). São Paulo:
Saraiva.
Oliveira, R, F. (2015). Curso de Direito Financeiro. São Paulo, Brasil: RT.
Timbe, R, A. (s/d). Manual de Licenciatura em Direito: Direito Financeiro. Beira,
Moçambique: ISCED.
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