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Cap1 2018

O documento apresenta uma introdução sobre redes de computadores, abordando conceitos básicos como protocolos, estrutura da Internet, serviços orientados e não orientados a conexão, comutação de circuitos e comutação de pacotes.

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getulio santos
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Cap1 2018

O documento apresenta uma introdução sobre redes de computadores, abordando conceitos básicos como protocolos, estrutura da Internet, serviços orientados e não orientados a conexão, comutação de circuitos e comutação de pacotes.

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Redes de Computadores

Prof. Nelson Fonseca


[email protected]
www.ic.unicamp.br/~nfonseca/redes

1: Introdução 1
Chapter 1
Introduction

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Computer Networking:
represent a lot of work on our part. In return for use, we only ask the A Top Down Approach ,
following:
 If you use these slides (e.g., in a class) in substantially unaltered form,
5th edition.
that you mention their source (after all, we’d like people to use our book!) Jim Kurose, Keith Ross
 If you post any slides in substantially unaltered form on a www site, that
you note that they are adapted from (or perhaps identical to) our slides, and
Addison-Wesley, April
note our copyright of this material. 2009.
Thanks and enjoy! JFK/KWR

All material copyright 1996-2009


J.F Kurose and K.W. Ross, All Rights Reserved
1:Introduction
Introdução 21-2
Ler capítulo 1 do
Parte I: Introdução livro texto

Objetivos: Conteúdo do capítulo:


 Introduzir conceitos  O que é a Internet
básicos em redes  O que é um protocolo?
 dar uma visão geral  periferia da rede
da matéria, maiores  núcleo da rede
detalhes ao longo do  rede de acesso, meios físicos
curso  backbones, NAPs, ISPs
 Abordagem:  noções de desempenho
 descritiva  hierarquia de protocolos,
modelos de serviços
 Internet como
exemplo  história

1: Introdução 3
“Fun” internet appliances

Web-enabled toaster +
weather forecaster

IP picture frame
http://www.ceiva.com/

Tweet-a-watt:
monitor energy use

Slingbox: watch,
control cable TV remotely
Internet
refrigerator Internet phones
Introduction 1-4
O que é a Internet?
roteador
 Milhões de dispositivos estação
interconectados: hosts, servidor
móvel
sistemas finais
ISP local
 Estações de trabalho,
servidores
 PDA’s, fones, torradeiras
executando aplicativos ISP regional
 Enlaces de comunicação
 fíbras óticas, cobre, rádio,
satélite
 roteadores: encaminham
pacotes (blocos) de dados rede
ao longo da rede coorporativa

1: Introdução 5
Link: Point-to-Point or Broadcast
 Access type
 Point-to-Point
 Simplex, half-duplex, full-duplex
 Usually WANs
 Broadcast
 Multiple access: contend to transmit
 Usually LANs (exception: satellite-based ALOHA)

 Media type
 Wired
 Twisted pair, coaxial cable, fiber optics
 Wireless
 Radio(104~108 Hz), microwave (108~1011 Hz), infrared
(1011~1014 Hz)

Chapter 1: Fundamentals 6
Enlaces

1: Introdução 7
Enlaces

1: Introdução 8
Roreadores/ switch

1: Introdução 9
Roreador/switch

1: Introdução 10
O que é a Internet
 protocolos: controla o envio roteador estação
e recebimento de msgs servidor
 e.g., TCP, IP, HTTP, FTP, PPP móvel
 Internet: “rede de redes” ISP local
 Fracamente hierarquizada
 Internet pública versus
intranet privativas ISP regional
 Padrões Internet
 RFC: Request for comments
 IETF: Internet Engineering
Task Force
rede
coorporativa

1: Introdução 11
Serviços da Internet
 Infraestrutura de
comunicação permite
aplicações distribuídas:
 WWW, e-mail, jogos,
comércio eletrônico, banco
de dados.,
compartilhamento de
arquivos (MP3)
 Serviços de comunicação:
 sem conexão
 orientado à conexão

 cyberspace [Gibson]:
“a consensual hallucination experienced daily by
billions of operators, in every nation, ...."
1: Introdução 12
O que é um protocolo?
Protocolos humanos: Protocolos de Redes:
 “Que horas são?”  Máquinas ao invés de
 “Eu tenho uma humanos
pergunta”  Toda comunicação em
redes é regida por
protocolos
… Msgs específicas Protocolos definem o
enviadas formato, a ordem de envio
… Ações específicas e recebimento de msgs
tomadas frente ao entre entidades e ações
recebimento das realizadas
msgs
1: Introdução 13
Protocolos
Exemplos de protocolos humanos e de computadores

Oi Solicitação de
conexão TCP
Oi
Resposta de
Que horas conexão TCP
são? Get http://gaia.cs.umass.edu/index.htm
2:00
<arquivo>
tempo

1: Introdução 14
Estrutura da Rede

 Periferia da rede:
aplicações e hosts
 Núcleo da rede:
 roteadores
 redes de redes
 redes de acesso, meio
físico: enlaces de
comunicação

1: Introdução 15
Periferia da Rede:
 Sistemas finais (hosts):
 executam aplicativos
 WWW, email
 “na periferia da rede”
 modelo cliente/servidor
 host cliente envia requisição,
servidor executa serviço
 e.g., cliente WWW(browser)/
servidor; email cliente/servidor
 modelo ponto-a-ponto :
 Interação simétrica entre hosts;
 Mínimo (ou nenhum) uso de
servidores dedicados;

1: Introdução 16
Periferia da Rede: serviços orientados à conexão

Objetivo: transferência Serviços TCP [RFC 793]


de dados entre  Confiável, em seqüência,
sistemas finais (byte-stream)
Perdas: confirmações e
 handshaking:

retransmissões
estabelecimento de
 Controle de fluxo:
conexão - preparação  transmissor não
para transferência de sobrecarrega o receptor;
dados  Controle de
 TCP - Transmission congestionamento:
Control Protocol  transmissor dimui taxa de
 Serviço orientado à transmissão quando a rede
está congestionada
conexão da Internet

1: Introdução 17
Controle de Fluxo

1: Introdução 18
Controle de Congestionamento

1: Introdução 19
Serviços não orientados a conexão

Objetivo: transferência Aplicações típicas que


de dados entre sistemas usam TCP:
finais
 HTTP (WWW), FTP,
 UDP - User Datagram
Protocol [RFC 768]: Telnet, SMTP (e-mail)
serviços sem conexão da
Internet
Aplicações típicas que
 transferência não-
confiável usam UDP
 sem controle de fluxo  áudio sob medida,
 sem controle de
teleconferência,
congestionamento Telefonia Internet

1: Introdução 20
O Núcleo da Rede
 Malha de roteadores
interconectados
 Questão fundamental:
Como os dados são
transferidos na rede?
 comutação de
circuitos: circuitos
dedicados - rede
telefônica
 comutação de pacotes:
dados enviados pela
rede em “blocos”

1: Introdução 21
Comutação de Circuitos

Recursos reservados
fim-a-fim para uma
chamada ( “call”)
 banda passante do enlace,
capacidade do comutador
 recursos dedicados: não
há compartilhamento
 desempenho garantido
 Estabelecimento de
circuito obrigatório

1: Introdução 22
Comutação por Circuito
 Comutação por circuito:
 overhead estabelecimento de circuito - ordem
de 10 segundos.
 Após estabelecimento, retardo de propagação 5
ms por 1000 Km.
 Reserva estática de banda passante.

23
Comutação de Circuitos
Banda passante  Divisão da banda
dividida em “fatias” passante
 “fatias” de recursos  Atribui diferentes
alocados às chamadas freqüências
 desperdício: caso
 Atribui banda em
recurso não esteja
sendo utilizado diferentes intervalos
 Divisão da banda
de tempo
passante
 Divisão por
freqüência
 Divisão por tempo

1: Introdução 24
Comutação de Circuitos: FDMA e TDMA
Exemplo:
FDMA
4 usuários

Freqüência

tempo
TDMA

Freqüência

tempo
1: Introdução 25
1: Introdução 26
FDM
 Multiplexação por Divisão da Freqüência

27
TDM
 Multiplexação por Divisão de Tempo
 Modulação delta - assume que amostragem
difere da anterior +1 ou –1:

28
TDM
 Multiplexação por Divisão de Tempo
 Sistemas digitais.
 Codec - digitalização de sinais analógicos.
 8000 amostras por segundo - 125ms/amostra.
 Pulse Code Modulation (PCM).
 T1 - 24 canais multiplexados, amostragem
alternada, fluxo resultante enviado para Codec.

29
TDM
 Multiplexação por Divisão de Tempo
 Cada um dos 24 canais insere 7 bits + 1 bit
controle -- 24 x 8 = 192 bits + 1 bit
sincronização = 193 bits a cada 125 ms = 1,544
Mbps
 E1 - 2048 Mbps - 30 canais dados + 2
sinalização
 Modulação de Código de Pulso Diferencial (PEM
Diferencial) - diferença entre valor atual e
anterior 5 bits ao invés de 7 bits

30
TDM

31
TDM
 SONET
 Synchronous Optical network (Bellcore).
 Unificação sistemas TDM.
 SDH (CCITT) baseado em SONET,
padronização sistemas PDH (USA, Japão e
Europa).
 Dar continuidade a hierarquia - Giga bps.
 Operação, administração e manutenção.

32
TDM
 SONET
 Quadros 810 bytes, transmitido a cada 125 ms
(8000 quadros por segundo).
 STS-1 - 9 linhas e 3 colunas informação
overhead seção, linha e caminho.
 Multiplexação de tributária, byte a byte
 STS-3 - três quadros STS-1 = 155,52 Mbps.

33
TDM
.

34
TDM

35
Custos de telefonia

1: Introdução 36
Wavelength Division
Multiplexing

37
WDM

38
Pacotes

Packet with
H H H
Header

Chapter 1: Fundamentals 39
Comutação de Pacotes
Fluxo de dados fim-a-fim Contenção de recursos:
dividido em pacotes  a demanda por
 pacotes compartilham recursos pode
recursos da rede ultrapassar o disponível
 cada pacote usa  congestionamento:
totalmente a banda enfileiramento para uso
passante do enlace do enlace
 recursos usados qdo  Armazena-e-
necessário retransmite: pacotes
trafegam um
Divisão da banda em fatias comutador de cada vez
Alocação
Reserva de recursos  trasmitem e
esperam a vez
1: Introdução 40
Two key network-core
functions
routing: determines source-
destination route taken by forwarding: move packets
packets from router’s input to
 routing algorithms
appropriate router output

routing algorithm

local forwarding table


header value output link
0100 3 1
0101 2
0111 2 3 2
1001 1

destination address in arriving


packet’s header
Introduction 1-
41
Comutação de Pacotes: multiplexação estatística
10 Mbs
A Ethernet Multiplexação estatística C

1.5 Mbs
B
Fila de pacotes 45 Mbs
esperando no enlace
de saída

D E

Comutação de pacotes versus comutação de


circuitos: analogia com restaurantes
 existem outras analogias humanas?

1: Introdução 42
Comutação de pacotes versus comutação de circuitos
Comutação de pacotes permite um maior número de usuários na
rede!
 Enlace de 1 Mbit
 cada usuário:
 100Kbps quando ativo
 ativo 10% do tempo

N usuários
 Comutação de circuito:
 10 usuários Enlace de 1 Mbps
 Comutação de Pacotes:
 com 35 usuários,
probabilidade > 10
ativos < .0004

1: Introdução 43
Comutação de pacotes versus comutação de circuitos

A comutação de pacotes ganha de lavagem?


 Ideal para tráfego em rajada
 compartilhamento de recursos
 não há o estabelecimento da chamada (call setup)
 Congestionamento excessivo: perda e retardo
 protocolos necessário para transmissão confiável
e controle de congestionamento
 Como prover serviços tipo circuito??
 Garantia de banda passante para aplicações de
vídeo e áudio
 Ainda é um problema em aberto

1: Introdução 44
A comparison of circuit switched
and packet-switched networks.
Comutação de Pacotes: armazena-e-reenvia
L
R R R

 Leva L/R segundos para Exemplo:


transmitir o pacote  L = 7.5 Mbits
com L bits em um
enlace de R bps;  R = 1.5 Mbps
 O pacote inteiro deve  atraso = 15 sec
chegar ao comutador
antes de ser
transmitido no próximo
enlace: armazena-e-
reenvia
 Atraso = 3L/R

1: Introdução 46
Comutação de Pacotes: segmentação de mensagens

Agora a mensagem é
segmentada em 5000 pacotes
 Cada pacote com 1,500
bits
 1 msec para transmitir o
pacote em um enlace;
 pipelining: cada enlace
trabalha em paralelo
 Atraso reduzido de 15
segundos para 5.002
segundos

1: Introdução 47
Redes de Acesso e Meios Físicos
P: Como conectar os sistemas
finais aos roteadores de
borda?
 Redes de acesso residencial
 redes de acesso institucional
(escolas, empresa)
 redes de acesso móvel

Considere:
 largura de banda (bits por
segundo) da rede de acesso?
 compartilhada ou dedicada?

1: Introdução 48
Access networks and physical media

Q: How to connect end


systems to edge
router?
 residential access nets
 institutional access
networks (school,
company)
 mobile access networks

keep in mind:
 bandwidth (bits per
second) of access
network? Introduction 1-
49
1: Introdução 50
Rede de Acesso Residencial ponto-a-ponto
(tecnologias passadas)

 Discado (Dialup) via modem


 acesso direto ao roteador de até
56Kbps (teoricamente);
 Não pode falar ao telefone e “surfar na
Internet ao mesmo tempo”; não pode
estar sempre conectado

1: Introdução 51
Digital subscriber line (DSL)
central office telephone
network

DSL splitter
modem DSLAM

ISP
voz, dados transmitidosem frequências
diferentes em linhas dedicadas até DSL access
a estação central multiplexer

 usa linha telefônica existente para o DSLAM na estação


central
 Dados enviados para Internet
 Voz enviado para rede telefônica
 < 2.5 Mbps taxa transmissão upstream (typically < 1 Mbps)
 < 24 Mbps taxa transmissão downstream (typically < 10 Mbps)
Introduction 1-
52
Digital subscriber line (DSL)

1: Introdução 53
DSL - Atenuação

1: Introdução 54
Rede a Cabo - HFC
cable headend

cable splitter
modem

C
O
V V V V V V N
I I I I I I D D T
D D D D D D A A R
E E E E E E T T O
O O O O O O A A L

1 2 3 4 5 6 7 8 9

Channels

frequency division multiplexing: diferentes canais de


TV e dados transmitidos em diferentes frequências
Introduction 1-
55
HFC
cable headend

cable splitter cable modem


modem CMTS termination system

Dados e TV transmistidos em
diferentesfrequências em cabo ISP
compartilhado,

 HFC: hybrid fiber coax


 assimétrico: até taxa de transmissão de 30Mbps
downstream e até 2 Mbps upstream
 Rede de cabo e fibra ligam residências ao roteador dos
ISPs
 Residências compartilham acesso até o headend
 Diferente de DSL, que possui acesso dedicado Introduction 1-
56
DOCSIS
 Data over cable interface specification(
DOCIS)
 Cable modens verificam a distância até
head-end através de pacote de ranging,
 cada modem requer o número de mini-slots
necessários para transmissão do pacote

1: Introdução 57
Rede a cabo - histórico

1: Introdução 58
Fiber to the Home
ONT

Internet optical
fibers

ONT
optical
fiber
OLT
optical
central office splitter

ONT

 Enlaces ópticos da estação central até a casa do


usuário
 Dua stecnologias:
 Passive Optical network (PON) - Gigabit PON (GPON),
Ethernet PON (EPON)
 Active Optical Network (PAN)
 Taxas muito mais elevadas, também transmitem TV e voz
GPON

1: Introdução 60
Acesso Institucional (Ethernet)

institutional link to
ISP (Internet)
institutional router

Ethernet institutional mail,


switch web servers

 Empresas, universidades
 10 Mbps, 100Mbps, 1Gbps, 10Gbps transmission
rates
 Tipicamente conectado a switch ethernet
Redes de Acesso sem Fio (wireless)
 rede de acesso
compartilhado sem fio
conecta o sistema final ao
roteador
via estação base (ponto de

acesso)
roteador
 LANs sem fio:
 ondas de rádio substituem estação
os fios base
 802.11b,g,n (Wifi): 11, 50,
300 Mbps
 acesso sem fio com maior
cobertura
 Provido pela operadora de
telecomunicações; usuário
 WAP/GRPS na Europa móvel
 3G ~384 Kbps
 4G ate 10 Mbs

1: Introdução 62
Redes Residencias
Dispositivos
sem fio

Para/de headend ou
estação central
Normalmente
acondicionados
em um única caixa

cable or DSL modem

Ponto ao sem fio rteador, firewall, NAT


(54 Mbps)
cabeado Ethernet (100
Mbps)

Introduction 1-
63
Acesso Residencial - Brasil

Velocidade de usuários ativos Jun/12

até 128 kbps 3,2%


128 a 512 kbps 11,5%
512 kbps a 2 Mbps 43,9%
2 Mbps a 8 Mbps 27,9%
acima de 8 Mbps 12,6%
Não identificado 0,9%
Total 41.483
Meio Físico
Par Trançado
 enlace físico: bit de
dados transmitido se  dois fios
propaga através do  Categoria 3: telefonia
tradicional, 10 Mbps
enlace Ethernet
 meios guiados:  Categoria 5 TP:
 os sinais se propagam 100Mbps Ethernet
em meios sólidos: cobre,
fibra
 meios não guiados:
 os sinais se propagam
livremente, ex. rádio

1: Introdução 65
Cabo Coaxial e Fibra Ótica
Cabo coaxial: Cabo de fibra óptica:
 fio (transporta o sinal)  fibra de vidro transporta
dentro de outro fio pulsos de luz, cada pul’so é
um bit
(blindagem)
 opera em alta velocidade:
 banda básica (baseband):
 Ethernet 100Mbps
canal único no cabo
 transmissão ponto a ponto
 banda larga (broadband): de alta velocidade (ex., 5
múltiplos canais num cabo Gps)
 bidirecional  baixa taxa de erros: imune a
ruídos eletromagnéticos
 uso comum em Ethernet
10Mbs

1: Introdução 66
Meios físicos: rádio
 Sinal transportado em Tipos de enlaces de rádio:
meio eletromagnético  microondas
ex.: canais de até 45 Mbps
 não existe “cabo”

 LAN (ex., waveLAN)
 bidirecional  2Mbps, 11Mbps, 150 Mbs

 efeitos de propagação:  satélite


 canal de até 50Mbps (ou
 reflexão múltiplos canais menores)
 obstrução de objetos  atraso fim a fim de 270
 interferência mseg
 geoestacionário versus
LEOS

1: Introdução 67
Estrutura Internet: redes de redes

 Ligeiramente hierarquizado
 No centro: ISPs-nível-1 (ex: UUNet, BBN/Genuity,
Sprint, AT&T), cobertura nacional/internacional
 Tratamento igualitário entre os ISPs

provedores nível-1
também se
Provedores interconectam em
nível-1 se
ISP-nível-1
NAP pontos públicos de
interconectam acesso (NAP -
privativamente network access
points)
ISP-nível-1 ISP-nível-1

1: Introdução 68
Internet structure: network of
networks
 Usuários conectados a Provedores de acesso, (Internet
Service Providers) ISP

 Residenciais, empresas e universidades

 Provedores de acesso devem estar conectados de


forma que dosi hosts possam trocar pacotes

 Estrutura da Internet
 Topologia hierarquizadas

 Evolução ditada por razões econômicas e políticas


Estrutura da Internet
Como conectar milhares de ISPs?

access access
net net
access
net
access
access net
net
access
access net
net

access access
net net

access
net
access
net

access
net
access
net
access access
net access net
net
Estrutura da Internet
Conectar ISPs diretamente não é viável

access access
net net
access
net
access
access net
net
access
access net
net

Não é escalável: O(N2)


access access
net net

access
net
access
net

access
net
access
net
access access
net access net
net
Estrutura da Internet
Opção: conectar a um ISP global.

access access
net net
access
net
access
access net
net
access
access net
net

global
access
net
ISP access
net

access
net
access
net

access
net
access
net
access access
net access net
net
Estrutura da Internet
Na realidade, vários provedores de infraestrutura

access access
net net
access
net
access
access net
net
access
access net
net
ISP A

access access
net ISP B net

access
ISP C
net
access
net

access
net
access
net
access access
net access net
net
ISP-nível-1: ex: Sprint
Backbone Sprint US

1: Introdução 74
Etrutura da Internet
ISP globais tem que ser conectados entre si

access access
Internet exchange point
net net
access
net
access
access net
net

access
IXP access
net
net
ISP A

access IXP access


net ISP B net

access
ISP C
net
access
net

access peering link


net
access
net
access access
net access net
net
Estrutura da Internet
Redes regionais conectando ISP de acesso a ISPs de
núcleo
access access
net net
access
net
access
access net
net

access
IXP access
net
net
ISP A

access IXP access


net ISP B net

access
ISP C
net
access
net

access
net regional net
access
net
access access
net access net
net
Tier-1 ISP: e.g., Sprint
POP: point-of-presence

to/from backbone

peering
… …
.

to/from customers

1: Introdução 77
Mapa IXP

1: Introdução 78
IXP Size

1: Introdução 79
Internet structure: network of
networks
… provedores de conteúdo possuem sua própria rede
(Google, Microsoft, Akamai )para trazer serviço perto do
usuário
access access
net net
access
net
access
access net
net

access
IXP access
net
net
ISP A
Content provider network
access IXP access
net ISP B net

access
ISP B
net
access
net

access
net regional net
access
net
access access
net access net
net
Redes de distribuição de conteúdo
– Exemplo: Google
• WANs privadas para evitar tráfego pelo núcleo da Internet.

Figura retirada de: http://www1.cse.wustl.edu/~jain/talks/ftp/sdn_sbr.pdf


Google Network

1: Introdução 82
Internet structure: network of
networks
Tier 1 ISP Tier 1 ISP Google

IX IX IX
P P P
Regional ISP Regional ISP

access access access access access access access access


ISP ISP ISP ISP ISP ISP ISP ISP

 Núcleo: pequeno número de ISPs nacionais e intercontinentais


“tier-1” commercial ISPs (Level 3, Sprint, AT&T, NTT),
 Proveores de redes de conteúdo (e.g, Google): redes privadas
para conectar aos seus próprios data center bypassando
provedores de núcleo tier-1 e regioans Introduction
Estrutura Internet: redes de redes

 Um pacote passa por várias redes;

ISP
local ISP ISP
ISP ISP
nível3 local
local local
ISP nível2 ISP nível2

ISP-nível-1
NAP

ISP-nível-1 ISP-nível-1 ISP nível2


ISP
ISP nível2 ISP nível2
local
ISP ISP ISP
local local local 1: Introdução 84
Interligação Redes Continentais
Provedor de Backbone Nacional

1: Introdução 86
http://www.rnp.br/backbone/bkb-mapa.html
Topologias típicas

1: Introdução 87
Topologia da Internet

1: Introdução 88
Como ocorre perda e atraso?
Filas de pacotes nos buffers dos roteadores: a
taxa de chegada de pacotes excede a capacidade de
saída do enlace
 Pacotes enfileirados, esperam sua vez de serem
encaminhados
Pacote sendo transmitido (atraso)

B
Enfileiramento de pacotes (atraso)
Buffers disponíveis: pacotes que chegam são descartados
(perda) se não têm buffers disponíveis
1: Introdução 89
Quatro fontes de atraso de pacotes

 1. Processamento no nó:  2. Enfileiramento


 verificação de erros  tempo de espera no
 determina o enlace de enlace de saída para
saída transmissão
 depende do nível de
congestionamento do
roteador
transmissão
A propagação

B
processamento
no nó enfileiramento

1: Introdução 90
Atraso em redes comutadas por pacotes
3. Atraso de transmissão: 4. Atraso de propagação:
 R=capacidade do enlace  d = comprimento do enlace
(bps) físico
 L=tamanho do pacote  s = velocidade de propagação
(bits) no meio (~2x108 m/sec)
 tempo para enviar bits  atraso de propagação = d/s
no enlace = L/R
Nota: s e R são quantidades
bastante diferentes!
transmissão
A propagação

B
processamento
no nó enfileiramento
1: Introdução 91
Analogia de uma caravana
100 km 100 km
Caravana com cabine cabine de
10 carros de pedágio pedágio
 Carros viajam (propagam) a  Tempo para atender a
100 km/h caravana inteira na
 Cabine de pedágio leva 12 rodovia: 12*10 = 120 seg
seg. para atender um carro  Tempo que leva para o
(tempo de transmissão) último carro da caravana
 carro~bit; caravana ~ “propagar” do 1 o para o 2o

pacote ponto de pedágio:


100km/(100km/h)= 1 hr
 Q: Quanto tempo leva até
que a caranava atinja o 2o  A: 62 minutos
ponto de pedágio? 1: Introdução 92
Analogia de uma caravana
100 km 100 km
caravana com cabine de cabine de
10 carros pedágio pedágio

 Carros agora propagam a  Sim! Depois de 7 min, o 1o


1000 km/h carro atinge o 2o ponto de
 A cabine agora leva 1 min pedágio, enquanto ainda
para atender um carro existem 3 carros no 1o ponto
de pedágio
 Q: Algum carro irá chegar
ao 2o ponto de pedágio  Os primeiros pacotes de um
antes que todos os carros pacote podem chegar no 2o
tenham sido atendidos no roteador antes que o pacote
1o ponto de pedágio? seja completamente
transmitido no 1o roteador!
1: Introdução 93
Atraso nodal
dnodal  dproc  dqueue  dtrans  dprop

 dproc = tempo de processamento


 Tipicamente alguns mircrosegundos ou menos

 dqueue = atraso de enfileiramento


 Depende do congestionamento

 dtrans = atraso de transmissão


 = L/R, significante para enlaces de baixa-velocidade

 dprop = atraso de propagação


 Algumas centenas de milisegundos

1: Introdução 94
Atraso de enfileiramento

 R=largura de banda do
enlace (bps)
 L=compr. do pacote (bits)
 a=taxa média de chegada
de pacotes
intensidade de tráfego = La/R

 La/R ~ 0: pequeno atraso de enfileiramento


 La/R -> 1: grande atraso
 La/R > 1: chega mais “trabalho” do que a
capacidade de atendimento, atraso médio
infinito!
1: Introdução 95
Atraso “real” da Internet e dos roteadores

 Como deve ser o atraso e perda real da Internet?


 Programa Traceroute: provê medidas de atraso
fim-a-fim do caminho entre o nó de origem e o nó
de destino. Para cada i:
 envia três pacotes para o roteador i no caminho da origem
até o destino;
 roteador i retorna pacotes para o emissor;
 o emissor calcula o intervalo de tempo entre o envio do
pacote e o recebimento da sua resposta.
3 sondagens 3 sondagens

3 sondagens

1: Introdução 96
Atraso “real” da Internet e dos roteadores

traceroute: gaia.cs.umass.edu to www.eurecom.fr


Três medidas de atraso de
gaia.cs.umass.edu to cs-gw.cs.umass.edu
1 cs-gw (128.119.240.254) 1 ms 1 ms 2 ms
2 border1-rt-fa5-1-0.gw.umass.edu (128.119.3.145) 1 ms 1 ms 2 ms
3 cht-vbns.gw.umass.edu (128.119.3.130) 6 ms 5 ms 5 ms
4 jn1-at1-0-0-19.wor.vbns.net (204.147.132.129) 16 ms 11 ms 13 ms
5 jn1-so7-0-0-0.wae.vbns.net (204.147.136.136) 21 ms 18 ms 18 ms
6 abilene-vbns.abilene.ucaid.edu (198.32.11.9) 22 ms 18 ms 22 ms
7 nycm-wash.abilene.ucaid.edu (198.32.8.46) 22 ms 22 ms 22 ms Enlace
8 62.40.103.253 (62.40.103.253) 104 ms 109 ms 106 ms trans-oceânico
9 de2-1.de1.de.geant.net (62.40.96.129) 109 ms 102 ms 104 ms
10 de.fr1.fr.geant.net (62.40.96.50) 113 ms 121 ms 114 ms
11 renater-gw.fr1.fr.geant.net (62.40.103.54) 112 ms 114 ms 112 ms
12 nio-n2.cssi.renater.fr (193.51.206.13) 111 ms 114 ms 116 ms
13 nice.cssi.renater.fr (195.220.98.102) 123 ms 125 ms 124 ms
14 r3t2-nice.cssi.renater.fr (195.220.98.110) 126 ms 126 ms 124 ms
15 eurecom-valbonne.r3t2.ft.net (193.48.50.54) 135 ms 128 ms 133 ms
16 194.214.211.25 (194.214.211.25) 126 ms 128 ms 126 ms
17 * * *
18 * * * * Significa que nenhuma resposta foi recebida )
19 fantasia.eurecom.fr (193.55.113.142) 132 ms 128 ms 136 ms

1: Introdução 97
Perda de pacotes
 A fila dos roteadores tem uma capacidade
limitada;
 quando a fila está cheia, os pacotes que
chegam são descartados;
 Pacotes perdidos são retransmitidos pelo
nó de origem ou não são retransmitidos;
buffer
(waiting area) packet being transmitted
A

B
1: Introdução 98
Throughput
 throughput: rate (bits/time unit) at which
bits transferred between sender/receiver
 instantaneous: rate at given point in time
 average: rate over longer period of time

server,
server sendswith link
bits pipe capacity
that can carry link that
pipe capacity
can carry
file of
(fluid) F bits
into pipe Rs bits/sec
fluid at rate Rfluid
c bits/sec
at rate
to send to client Rs bits/sec) Rc bits/sec)

1:Introduction
Introdução 99
1-99
Throughput (more)
 Rs < Rc What is average end-end throughput?

Rs bits/sec Rc bits/sec

 Rs > Rc What is average end-end throughput?

Rs bits/sec Rc bits/sec

bottleneck link
link on end-end path that constrains end-end throughput
1:Introduction
Introdução 100
1-100
Throughput: Internet scenario

Rs
 per-connection
Rs Rs
end-end
throughput:
R
min(Rc,Rs,R/10)
 in practice: Rc or Rc Rc
Rs is often Rc
bottleneck

10 connections (fairly) share


backbone bottleneck link R bits/sec
1:Introduction
Introdução 101
1-101
“Camadas” de Protocolos
As redes são complexas!
 muitos “pedaços”:
 hosts Pergunta:
 roteadores Há alguma esperança em
 enlaces de diversos organizar a estrutura
meios da rede?
 aplicações
 protocolos Ou pelo menos a nossa
 hardware, software discussão sobre redes?

1: Introdução 102
Organização de uma viagem aérea:

bilhete (compra) bilhete (reclamação)

bagagem (check in) bagagem (recup.)

portão (embarque) portão (desembarque)

decolagem aterrissagem

rota do vôo rota do vôo


Roteamento do avião

 uma série de etapas

1: Introdução 103
Viagem Aérea: uma visão diferente

bilhete (compra) bilhete (reclamação)

bagagem (verificação) bagagem (recup.)

portão (embarque) portão (desembarque)

decolagem aterrisagem

rota do vôo rota do vôo

roteamento do avião
Camadas: cada camada implementa um serviço
 através de elementos da própria camada
 depende dos serviços providos pela camada inferior

1: Introdução 104
Viagem aérea em camadas: serviços

Transporte balcão a balcão de pessoas+bagagens

transporte de bagagens

transferência de pessoas: entre portões

transporte do avião de pista a pista

roteamento do avião da origem ao destino

1: Introdução 105
Implementação distribuída da funcionalidade das
camadas

aeroporto de chegada
aeroporto de saída

bilhete (compra) bilhete (reclamação)

bagagem (check in) bagagem (recup.)

portão (embarque) portão (desembarque)

decolagem aterrissagem

rota de vôo rota de vôo

Aeroportos intermediários
rota de vôo rota de vôo

rota de vôo
1: Introdução 106
Por que camadas?
Lidar com sistemas complexos:
 estrutura explícita permite a identificação e relacionamento
entre as partes do sistema complexo
 modelo de referência em camadas para discussão
 modularização facilita a manutenção e atualização do sistema
 mudança na implementação do serviço da camada é
transparente para o resto do sistema
 ex., mudança no procedimento no portão não afeta o resto
do sistema
 divisão em camadas é considerada prejudicial?

1: Introdução 107
Hierarquia em Camadas

1: Introdução 108
1: Introdução 109
1: Introdução 110
1: Introdução 111
1: Introdução 112
Camadas: comunicação lógica
Cada camada: aplicação
transporte
 distribuída redes
 “entidades” enlace
física
implementam rede
as funções em aplicação enlace
cada nó transporte física
redes
 entidades enlace
executam física
aplicação aplicação
ações, trocam transporte transporte
mensagens com redes redes
enlace enlace
os pares física física

1: Introdução 113
Camadas: comunicação lógica
dados
Ex.: camada de aplicação
transporte transporte
transporte
redes
 recebe dados da
enlace
aplicação física
 adiciona endereço
ack redes
e verificação de
aplicação enlace
erro para formar o
transporte dados física
“datagrama”
redes
 envia o datagrama enlace
para a parceira dados
física
aplicação aplicação
 espera que a
transporte transporte
transporte
parceira acuse o
redes redes
recebimento (ack)
enlace enlace
 analogia: correio física física

1: Introdução 114
Camadas: Comunicação Física
dados
aplicação
transporte
redes
enlace
física
redes
aplicação enlace
transporte físicol
redes
redes
física dados
aplicação aplicação
transporte transporte
redes redes
enlace enlace
física físicaa

1: Introdução 115
Pilha de protocolos Internet
 aplicação: dá suporte a aplicações de
rede aplicação
 ftp, smtp, http
 transporte: transferência de dados transporte
host-a-host
 tcp, udp rede
 rede: roteamento de datagramas da
origem até o destino enlace
 ip, protocolos de roteamento
 enlace: transferência de dados física
entre elementos de rede vizinhos
 ppp, ethernet
 física: bits “no fio”
1: Introdução 116
Protocolos – Pilha TCP/IP

1: Introdução 117
Camadas de protocolos e dados
Cada camada recebe dados da camada superior
 adiciona informação no cabeçalho para criar uma
nova unidade de dados
 passa a nova unidade de dados para a camada
inferior
origem destino
M aplicação aplicação M mensagem
Ht M transporte transporte Ht M segmento
Hn Ht M redes redes Hn Ht M datagrama
Hl Hn Ht M enlace enlace Hl Hn Ht M quadro
física física

1: Introdução 118
Encapsulamento

1: Introdução 119
End-to-End Argument

1: Introdução 120
Modelo OSI-ISO

 ISO - International Organization for Standards

 OSI - Open Systems Interconnection

 Modelo em 7 camadas:
OSI TCP/IP
Aplicação
Apresentação Aplicação
Sessão
Transporte X Transporte
Rede Internet
Enlace Host-to-
network
Física
1: Introdução 121
Tecnologias utilizadas na
Internet no passado

1: Introdução 122
Request for Comments (RFC)

1: Introdução 123
RFC

1: Introdução 124
Princípio de projeto do Modelo OSI-ISO

 Uma camada deve ser criada se houver


necessidade de abstração

 Camadas devem executar funções bem


definidas

 A definição da camada deve levar em conta


protocolos padronizados internacionalmente

1: Introdução 125
Princípio de projeto do Modelo OSI-ISO

 Os limites de cada camada devem ser escolhidos a


fim de reduzir o fluxo de informação transportada
entre as interfaces;

 O número de camadas deve ser suficientemente


grande para que funções distintas não precisem
ser desnecessariamente colocadas na mesma
camada e suficientemente pequeno para que o
projeto não se torne difícil de controlar;

1: Introdução 126
A Camada Física

 Especificação das interfaces mecânicas,


elétricas e procedurais

1: Introdução 127
A Camada de Enlace de Dados
 Transformar um canal de transmissão bruta de
dados em uma linha que pareça livre de erros -
controle de erro

 Enquadramento de dados;

 Delimitação de quadros;

 Controle de fluxo - acoplamento de velocidade de


transmissão - transmisor / receptor

1: Introdução 128
A Camada de Rede
 Controla a operação da sub-rede

 Roteamento

 Controle de congestionamento

 Contabilidade

 Interconexão de redes

1: Introdução 129
A Camada de Transporte
 Aceitar dados da camada de sessão e
dividi-los em unidades menores (pacotes);

 Gerenciamento de conexões:
 estabelecimento, encerramento e multiplexação;

 Primeira camada fim-a-fim;

 Controle de fluxo;

1: Introdução 130
A Camada de Sessão
 Gerenciamento de sessões;

 Gerenciamento de tokens;

 Sincronização;

1: Introdução 131
A Camada de Apresentação
 Sintaxe e semântica da informação a ser
transferida

 Codificação dos dados

 Conversão de estruturas de dados

1: Introdução 132
A Camada de Aplicação
 Contém uma série de protocolos comumente
necessários;

 Protocolo de terminal virtual;

 Protocolo de transferência de arquivos;

1: Introdução 133
Cross Layer Design
Exemplo: Cross-layer design framework for
low-latency media streaming over ad hoc
wireless network

1: Introdução 134
Network Security
 The field of network security is about:
 how bad guys can attack computer networks
 how we can defend networks against attacks
 how to design architectures that are immune to
attacks
 Internet not originally designed with
(much) security in mind
 original vision: “a group of mutually trusting
users attached to a transparent network” 
 Internet protocol designers playing “catch-up”
 Security considerations in all layers!

1:Introduction
Introdução 135
1-135
Bad guys can put malware into
hosts via Internet
 Malware can get in host from a virus, worm, or
trojan horse.

 Spyware malware can record keystrokes, web


sites visited, upload info to collection site.

 Infected host can be enrolled in a botnet, used


for spam and DDoS attacks.

 Malware is often self-replicating: from an


infected host, seeks entry into other hosts

1:Introduction
Introdução 136
1-136
Bad guys can put malware into
hosts via Internet
 Trojan horse  Worm:
 Hidden part of some  infection by passively
otherwise useful receiving object that gets
software itself executed
 Today often on a Web  self- replicating: propagates
page (Active-X, plugin) to other hosts, users
 Virus Sapphire Worm: aggregate scans/sec
 infection by receiving
in first 5 minutes of outbreak (CAIDA, UWisc data)

object (e.g., e-mail


attachment), actively
executing
 self-replicating:
propagate itself to
other hosts, users
1:Introduction
Introdução 137
1-137
Bad guys can attack servers and
network infrastructure
 Denial of service (DoS): attackers make resources
(server, bandwidth) unavailable to legitimate traffic
by overwhelming resource with bogus traffic
1. select target
2. break into hosts
around the network
(see botnet)
3. send packets toward
target from target
compromised hosts

1:Introduction
Introdução 138
1-138
The bad guys can sniff packets
Packet sniffing:
 broadcast media (shared Ethernet, wireless)
 promiscuous network interface reads/records all
packets (e.g., including passwords!) passing by

A C

src:B dest:A payload


B
 Wireshark software used for end-of-chapter
labs is a (free) packet-sniffer
1:Introduction
Introdução 139
1-139
The bad guys can use false source
addresses
 IP spoofing: send packet with false source address

A C

src:B dest:A payload

1:Introduction
Introdução 140
1-140
The bad guys can record and
playback
 record-and-playback: sniff sensitive info (e.g.,
password), and use later
 password holder is that user from system point of
view

C
A

src:B dest:A user: B; password: foo

1:Introduction
Introdução 141
1-141
Network Security
 more throughout this course
 chapter 8: focus on security
 crypographic techniques: obvious uses and
not so obvious uses

1:Introduction
Introdução 142
1-142
Nomeclatura

14
3
Nomeclatura

14
4
História da Internet
1961-1972: Primórdios dos Princípios de redes:
comutação de pacotes
 1961: Kleinrock - teoria  1972:
das filas demonstra  Demosntração pública
eficiência da comutação da ARPAnet
por pacotes
 NCP (Network Control
 1964: Baran - comutação Protocol) - primeiro
de pacotes em redes protocolo host-host
militares
 primeiro programa de e-
 1967: concepção da mail
ARPAnet pela ARPA
 ARPAnet com 15 nós
(Advanced Reearch
Projects Agency)
 1969: entra em operação o
primeiro nó da ARPAnet

1: Introdução 145
História da Internet
1972-1980: Interconexão, novas redes privativas
 1970: rede de satélite Cerf and Kahn’s princípios de
ALOHAnet no Havaí interconexão:
 1973: Metcalfe propõe a  minimalismo, autonomia,
Ethernet em sua tese de não há necessidade de
doutorado mudança interna para
 1974: Cerf e Kahn - interconexão
arquitetura para a  modelo de serviço
interconexão de redes melhor esforço (best
 fim dos anos 70: arquiteturas effort)
proprietárias: DECnet, SNA,  roteadores sem estado
XNA
 controle
 fim dos anos 70: comutação de descentralizado
pacotes de comprimento fixo
(precursor do ATM) define a arquitetura da
Internet de hoje
 1979: ARPAnet tem 200 nós

1: Introdução 146
História da Internet
1980-1990: novos protocolos, proliferação de redes

 1983: implantação do  Novos backbones


TCP/IP nacionais: Csnet,
 1982: definição do BITnet, NSFnet,
protocolo smtp para e-mail
Minitel
 1983: definição do DNS
para tradução de nome para  100,000 hosts
endereço IP conectados numa
 1985: definição do conferederação de
protocolo ftp redes
 1988: controle de
congestionamento do TCP

1: Introdução 147
História da Internet
1990’s, 2000’s: comércio, WWW, novas aplicações

 início dos anos 90: ARPAnet Final dos anos 90:


desativada  est. 50 milhões de
 1991: NSF remove restrições computadores na
ao uso comercial da NSFnet Internet
(desativada em 1995)  est. mais de 100 milhões
 início dos anos 90 : WWW
de usuários
 enlaces de backbone a
 hypertexto [Bush 1945,
Gbps
Nelson 1960’s]
 1996: criação do
 HTML, http: Berners-Lee projeto INTERNET2
 1994: Mosaic,  Segurança: uma
posteriormente Netscape necessidade
 fim dos anos 90:  Novas aplicações (killer
comercialização da Web applications): napster

1: Introdução 148
Internet/BR

 RNP teve início em 1989.


 Aberta para uso comercial em 1994
 Posição absoluta (Network Wizards, 1/00):
 Número de hosts: 446.444
 13o do Mundo
 3o das Américas
 1o da América do Sul

 4.500.000 Internautas (2/00)

1: Introdução 149
Timeline – Open Source

1: Introdução 150
Resumo da Introdução
Material coberto Conhecimento adquirido:
 Visão geral da Internet  contexto, visão geral,
 O que é um protocolo sentimento da rede
 Periferia da rede, núcleo da  mais detalhes ao longo
rede, redes de acesso do curso
 Comutação de pacotes versus
comutação de circuitos
 backbones, NAPs, ISPs
 Desempenho: perda e atraso
 Modelo de serviços em camada
 História

1: Introdução 151

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