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Projecto MIC 2022

1. O documento descreve um estudo que avalia o efeito de três tipos de pesticidas (cypermetrina, belt e ampligo) no controle da lagarta do funil na cultura de milho no distrito de Angónia, Moçambique. 2. O estudo será conduzido por Andrade Augusto Andrade na Universidade Zambeze para avaliar qual pesticida proporcionará melhor rendimento nas condições edafo-climáticas da região. 3. Serão analisadas variáveis como o índice de plantas atacadas para
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1. O documento descreve um estudo que avalia o efeito de três tipos de pesticidas (cypermetrina, belt e ampligo) no controle da lagarta do funil na cultura de milho no distrito de Angónia, Moçambique. 2. O estudo será conduzido por Andrade Augusto Andrade na Universidade Zambeze para avaliar qual pesticida proporcionará melhor rendimento nas condições edafo-climáticas da região. 3. Serão analisadas variáveis como o índice de plantas atacadas para
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AVALIAÇÃO DO EFEITO DE TRÊS TIPOS DE PESTICIDAS

(CYPERMETRINA, BELT E AMPLIGO) NO CONTROLO DA LAGARTA DO

FUNIL NA CULTURA DE MILHO NO DISTRITO DE ANGÓNIA.

AUTOR: ANDRADE AUGUSTO ANDRADE

Ulónguè, Maio de 2022


UNIVERSIDADE ZAMBEZE

FACULDADE DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS

Licenciatura Engenharia Agro-pecuária

Semestre III

Disciplina de Metodologia de Investigação Científica

AVALIAÇÃO DO EFEITO DE TRÊS TIPOS DE PESTICIDAS (CYPERMETRINA,


BELT E AMPLIGO) NO CONTROLO DA LAGARTA DO FUNIL NA CULTURA DE
MILHO NO DISTRITO DE ANGÓNIA.

Projecto de pesquisa apresentado à Faculdade


de Ciências Agrárias como avaliação no
âmbito da disciplina de Metodologia de
Investigação Científica no curso de
Engenharia Agro-Pecuária especialidade em
produção vegetal.
Autor:
Andrade Augusto Andrade
Código: 203052071012

Orientador: Prof. Doutor. Manuel Talacuece

Ulónguè, Maio de 2022


SUMARIO
1. INTRODUÇÃO ....................................................................................................................................... 1
1.1. Problema ............................................................................................................................................ 1
1.2. Justificação do problema.................................................................................................................... 2
1.4. Objectivos .............................................................................................................................................. 3
1.4.1. Geral:............................................................................................................................................... 3
1.4.2. Específicos: ..................................................................................................................................... 3
2. REVISÃO DE LITERATURA ................................................................................................................. 4
2.1. Descrição da lagarta do funil do milho e ciclo de vida ...................................................................... 4
2.1. Estágio do ovo.................................................................................................................................... 4
2.1.1. Fase larval ....................................................................................................................................... 5
2.1.2 Fase de pupa..................................................................................................................................... 5
2.1.4 Origem e Distribuição do Milho ...................................................................................................... 6
2.1.5. Características morfológicas ........................................................................................................... 7
2.1.6.Produção do milho em Moçambique ............................................................................................... 7
2.1.7. Importância do milho ...................................................................................................................... 8
2.1.8. Factores que Afectam o Rendimento na Cultura de Milho ............................................................. 8
2.2.0. Exigências Edafo-climáticas da Cultura de Milho .............................................................................. 8
2.2.1. Solo ..................................................................................................................................................... 8
2.2.2. Necessidades de Água da Cultura do Milho ................................................................................... 9
2.2.3. Exigências nutricionais da cultura de milho ................................................................................... 9
2.2.4. Recomendação de adubação nitrogenada........................................................................................ 9
3.0. MATERIAIS E MÉTODOS ................................................................................................................ 11
3.1. Localização da área de estudo .......................................................................................................... 11
Fonte: google maps ................................................................................................................................. 11
3.2. Solo .................................................................................................................................................. 11
3.3. Clima ................................................................................................................................................ 11
3.4. Condução do experimento ................................................................................................................... 12
3.6. Croqui do campo experimental ........................................................................................................ 12
3.7. Descrição dos tratamentos ............................................................................................................... 13
3.8.1. Sistema a ser usado no controle da lagarta do funil ...................................................................... 13
3.8.1. Sementeira..................................................................................................................................... 14
3.8.3. Retancha........................................................................................................................................ 14
3.8.4. Adubação ...................................................................................................................................... 14
3.8.5. Colheita ......................................................................................................................................... 15
3.9.1. As Variáveis Analisadas ................................................................................................................... 15
Índice de plantas atacadas ................................................................................................................... 15
3.9.2. Análise estatística.............................................................................................................................. 16
4.0. RESULTADOS ESPERADOS ........................................................................................................ 17
5.0. CRONOGRAMA DE ACTIVIDADES............................................................................................... 18
6.0. ORÇAMENTO PARA A CONDUÇÃO DO ENSAIO ....................................................................... 19
1. INTRODUÇÃO

Nativa das Americas, a lagarta-do-funil de milho; Spodopterafrugiperda(JE Smith); Lepidoptera,


Noctuidae)foi registada pela primeira vez como presente no continente Africano em janeiro de
2016 (GOERGEN ET AL. 2016).

Em Moçambique, mais de 80% dos habitantes dedicam-se à actividade agrária e, desta população,
mais de 90% constitui o sector familiar o qual vive no meio rural dependendo maioritariamente da
agricultura de sequeiro como meio de subsistência e de rendimento. No sector familiar, o milho
constitui não só alimento básico, mas também serve de fonte de rendimento em caso de excedentes.

O milho (ZeamaysL.) constitui a fonte básica de alimentação para a maioria da população rural e
suburbana em Moçambique. Contudo, a produção de milho está seriamente ameaçada devido à
introdução de uma nova praga do milho no continente Africano, a lagarta do funil do milho,
Spodopterafrugiperda. A lagarta do funil de milho, Spodopterafrugiperda(J.E.Smith)
(Lepidoptera: Noctuidae), é originária da América Central e do Sul. (LUTOMIA AN, BRAVO
2017) .A lagarta do funil de milho, Spodopterafrugiperda, é considerada a principal praga do milho
nas regiões tropicais das Américas. O adulto desta praga (borboleta) tem um poder de dispersão
muito grande principalmente na época quente e as lagartas podem afectar grandes áreas em pouco
tempo devido ao seu estado migratório.

Dependendo da densidade da população e a fase fenológica da cultura atacada, as perdas de


rendimento podem variar de 20 a 60% e, em casos de infestação severa, perda completa da cultura
pode ocorrer, ou seja, 100% de perdas de rendimento. No Brasil por exemplo, a lagarta do funil
do milho pode causar perdas de rendimento de até 100% de produção, se não forem tomadas
medidas adequadas de controlo(FIGUEIREDO ETAL., 2006).

1.1. Problema

Em Moçambique, particularmente no distrito de Angónia concentra grande número de


produtores de milho. Entretanto, há insuficiência de tipo de pesticida que pode ser usado na lagarta
do funil, facto que faz com que, a produção e a produtividade deste cereal sejam comprometidas.
Que tipo depesticida proporcionará melhor rendimento nas condições edafo-climáticas do Distrito
de Angónia-Vila Ulónguè?

1
1.2. Justificação do problema

O milho (ZeamaysL.) é um dos mais importantes cereais do mundo, pois representa a base
da alimentação humana e animal. O nível de utilização de insumos tais como fertilizantes e
pesticidas situa-se abaixo 4%, de semente melhorada é de 10% na cultura de milho (FANCELLI,
A.L.; DOURADO NETO E MUDEMA, 2012). Organizações como a MASA e IIAM apoiam o
combate a lagarta de funil e mostram-se preocupados com situação da mesma em Moçambique
tendo lançado um manual que explica a situação actual da lagarta do funil de milho,
spodopterafrugiperda, em Moçambique foram conduzidas as monitorias no País durante a
campanha agrícola 2016/2017. Os resultados das monitorias confirmam a ocorrência da lagarta do
funil de milho, Spodopterafrugiperda, em Moçambique. Esta espécie foi registada em todos locais
de amostragem em 6 províncias, à densidades muito elevadas, níveis de infestação e de danos
severos. Segundo os níveis de danos observados no campo esta nova ameaça irá trazer sérias
implicações e/ou consequências na produção de milho no país. Assim, é urgente a implementação
de estratégias de controlo para minimizar o seu impacto, sustentabilidade e garantir a segurança
alimentar.

Além de ser muito utilizado na alimentação humana devido ao seu alto valor nutricional,
sendo consumido como milho verde, farinha e massas, o milho, também é bastante utilizado na
alimentação animal tanto na forma “in natura” como em rações e silagens. O milho como matéria-
prima é utilizado na indústria na produção de vários subprodutos, gerando uma cadeia produtiva
de empregos directos e indirectos, conferindo-lhe grande importância económica e social
contribuindo assim, para que o mesmo seja considerado um dos mais importantes cereais
cultivados e consumidos no mundo. O milho é um dos grãos que dominam o mercado agrícola no
mundo, juntamente com o arroz, o trigo e a soja(FAO ,2014)

O problema se justifica pela necessidade de elaboração de estudos de relação de custos e


benefícios no controlo de lagarta de funil usando diferentes pesticidas e ajudar o produtor a
escolher o pesticida com maior viabilidade no controlo da lagarta do funile que promove ganhos
económicos, e contribuindo assim para uma produção saudável na vida da população no que diz
respeito a uso de tipo de controlo cultural, contribuindo desta forma com um aumento e

2
melhoramento substancial da vida da população. Promovendo a qualidade e segurança,
sustentabilidade da produção de cultura de milho no município de Ulónguè.

1.3. Hipótese

1.3.1. Ho (hipótese nula): Não Existe diferenças significativas entre os três tipos de pesticidas (
Cypermetrina, Belt e Ampligo) no controlo da lagarta do funil na cultura de milho no distrito de
Angónia.
1.3.2. Ha (hipótese alternativa):Existe diferenças significativas entre os três tipos de pesticidas (
Cypermetrina, Belt e Ampligo) no control da lagarta do funil na cultura de milho no distrito de
Angónia.

1.4. OBJECTIVOS

1.4.1. Geral:

➢ Avaliar os efeito de três tipos de pesticidas (Cypermetrina, Belt e Ampligo) no control da


lagarta do funil na cultura de milho no distrito de Angónia.

1.4.2. Específicos:

➢ Comparar as diferenças nos parâmetros produtivos, da cultura em diferentes fases de


controlo de praga;
➢ Identificar a melhor fase para aplicação de pesticida;
➢ Identificar o melhor pesticida que controla a lagarta de funil na cultura de milho;

3
2. REVISÃO DE LITERATURA

2.1. Descrição da lagarta do funil do milho e ciclo de vida

Em Moçambique, elevados níveis de infestação e danos no milho foram observados e referidos


como infestação de brocas de milho pelos técnicos das Direcções Provinciais de Agricultura e
Segurança Alimentar (DPASAs) de Tete, Manica, Gaza. Devido a importância da praga e da sua
ocorrência nos Países vizinhos, técnicos do Departamento de Sanidade Vegetal (Autoridade
Fitossanitária no País), no Ministério da Agricultura e Segurança Alimentar (MASA) deslocaram-
se às províncias de Gaza, Manica, Tete, Maputo, Niassa e Zambézia para recolha de dados e
posterior confirmação da identidade da praga em causa no País (FAO, 2014).

O ciclo de vida da lagarta do funil do milho e completado em cerca de 30 dias (a uma temperatura
diária de ~ 28°C) durante os meses quentes de verão, mas pode se estender até 60 a 90 dias em
temperaturas mais baixas. A da lagarta do funil do milho não tem a capacidade de dia pausa (um
período de repouso biológico).

Segundo (BARBERCHECK ME, ZABORSKI E 2015).A praga pode afectar grandes áreas em
pouco tempo devido ao seu estado migratório (movimento de larvas) e o adulto, uma borboleta,
possui um grande poder de voo. A lagarta do funil do milho é uma praga polífaga que pode atacar
mais de 80 culturas diversas entre elas, arroz, mapira, trigo, contudo, o milho constitui o principal
hospedeiro da praga.

2.1. Estágio do ovo

O ovo e em forma de esférica: a base e achatada e o ovo se curvam para cima, até um ponto
arredondado no ápice. O ovo mede cerca de 0,4 mm de diâmetro e 0,3 mm de altura. O numero de
ovos por massa varia consideravelmente, mas geralmente e de 100 a 200, e a produção total de
ovos por fêmea e de cerca de 1.500, com um máximo de 2.000.

Os ovos são as vezes depositados em camadas, mas a maioria dos ovos e espalhada sobre uma
única camada presa a folhagem. A fêmeatambém deposita uma camada de escamas acinzentadas
entre os ovos e sobre a massa de ovos, conferindo uma aparência peluda. A duração do estágio do
ovo e de apenas 2 a 3 dias durante os meses quentes de verão.

4
2.1.1. Fase larval

A da lagarta do funil do milho normalmente tem seis instares larvais. As larvas jovens são
esverdeadas com a cabeça preta, a cabeça fica mais laranja no segundo instar. As larguras das
cápsulas da cabeça variam de cerca de 0,3 mm (instar 1) a 2,6 mm (instar 6), e as larvas atingem
comprimentos de cerca de 1 mm (instar 1) a 45 mm (instar 6).

No segundo instar, mas particularmente no terceiro instar, a superfície dorsal do corpo torna-se
acastanhada e linhas brancas laterais começam a se formar.

Do quarto ao sexto instar a cabeça e castanha-avermelhada,manchada de branco, e o corpo


acastanhado possui linhas subdorsais e laterais brancas. Pontos elevados ocorrem dorsal mente no
corpo; eles, geralmente, são de cor escura e suportam espinhos. A face da larva crescida apresenta
uma marcada branca em forma de Y invertido e a epiderme da larva e áspera ou granular em textura
quando examinada de perto.

Na forma verde, os pontos dorsais elevados são mais pálidos que escuros. A melhor característica
que identifica a da lagarta do funil do milho e um conjunto de quatro grandes pontos que formam
um quadrado na superfície superior do último segmenta abdominal de seu corpo. As larvas tendem
a se esconder durante o período mais claro do dia.

A duração do estágio larval tende a ser cerca de 14 dias durante os meses quentes de verão e 30
dias durante o tempo mais frio. O tempo médio de desenvolvimento foi determinado como sendo
3.3, 1.7, 1.5, 2.0 e 3,.7 dias para os instares 1 a 6, respectivamente, quando as larvas forem criadas
a 25°C (PITRE E HOGG 1983).

2.1.2 Fase de pupa

A lagarta de funil de milho(LFM) normalmente pupa no solo a uma profundidade de 2 a 8 cm. A


larva constrói um casulo solto unindo partículas de solo com seda. O casulo e oval e tem 20 a 30
mm de comprimento. Se o solo for muito duro, as larvas podem unir detritos de folhas e outros
materiais para formar um casulo na superfície do solo. A pupa e castanha avermelhada, medindo
14 a 18 mm de comprimento e cerca de 4.5 mm de largura. A duração da fase de pupa e de cerca

5
de 8 a 9 dias durante o verão, mas atinge 20 a 30 dias durante o tempo mais frio. (HALBLEIB ML,
JEPSON PC 2016)

2.1.3 Estágio adulto

As mariposas da lagarta do funil do milho tem uma envergadura de 32 a 40 mm. No macho, a asa
anterior geralmente e sombreada de cinzento acastanhado, com manchas brancas triangulares na
ponta e perto do centro da asa.

As asas anteriores das fêmeas são menos distintamente marcadas, variando de um cinzento
acastanhado uniforme a uma fina camada de coloração cinzento castanho. A asa posterior e branca
iridescente prateada com uma borda escura estreita em ambos os sexos. Os adultos são noturnos e
são mais cativos durante as noites quentes e húmidas.

Depois de um período de pre-oviposicao de 3 a 4 dias, a mariposa fêmea normalmente deposita a


maior parte de seus ovos durante os primeiros 4 a 5 dias de vida, mas pode ocorrer alguma
oviposicao por até 3 semanas. A duração da vida de adulto e estimada em cerca de 10 dias, com
um intervalo de cerca de 7-21 dias.

2.1.4 Origem e Distribuição do Milho

Segundo KRUG (1966), o milho atingiu no decorrer da sua evolução, um grande grau de
especialização, manifestado principalmente pela espiga. Apesar de ser uma cultura bastante
estudada, em relação à sua origem e mecanismos de evolução, as conclusões são poucas. Estudos
indicam que as variedades dessa gramínea actualmente cultivada, já existiam no México, e no
Estado de Novo México (USA), há pelo menos 5.000 anos.

Afirmam que o milho é uma das plantas mais antigas que o homem cultivou. Acredita-se que o
milho tenha sido domesticado há cerca de 4.000 anos. Na ocasião da descoberta das Américas,
KRUG (2019) discorre que, o milho já era cultivado em extensas regiões, constituindo o alimento
básico das populações indígenas.

2.1.4. Classificação botânica

6
O milho é uma gramínea anual, robusta, monocotiledônea, pertencente à divisão Magnoliophyta,
classe Liliopsida, subclasse Commelinidae, ordem Poales, família Poaceae, subfamília
Panicoideae, tribo Andropogonea, gênero Zea, sendo o nome científico da espécie Zeamays(L.).
Caracteriza ˗ se por ser anual e minóica, ou seja, apresenta flores unissexuadas, com
inflorescências masculinas e femininas separadas na mesma planta, sendo considerada uma
espécie com praticamente 100 % de alogamia.(DEMÉTRIO, 2008, p. 3).

2.1.5. Características morfológicas

O milho é uma gramínea anual, monóica, alógama, que segue o caminho fotossintético C4,
desenvolve grandes folhas alternadas e pode atingir, dependendo da variedade, de 50 a 500 cm de
altura. O grão do milho é uma cariopse, ou fruto seco, que contém uma única semente dentro do
invólucro do fruto (BARGHINI, 2004).

A planta de milho, estruturalmente, é constituída por uma haste cilíndrica com nós e entre nós
compactos. Cada nó abaixo do solo produz raízes, e os nós, no nível do solo ou imediatamente
acima, podem produzir perfilhos e raízes suporte (esporões). As folhas e as ramificações que
podem permanecer no estado rudimentar ou desenvolverem-se para formar as inflorescências
femininas (espigas) são produzidas a partir do nível do solo.

O colmo compacto termina na inflorescência masculina (pendão). As folhas são


gradualmente expostas, à medida que o colmo se alonga, contudo o crescimento ocorre em sua
maior parte quando as folhas estão fechadas. Estas estão arranjadas alternadamente e suportadas
pelas suas bainhas que envolvem o colmo (FORNASIERI FILHO, 2007).

2.1.6.Produção do milho em Moçambique

Segundo BOKDE, (1980) em Moçambique o milho foi introduzido durante os séculos XVI
e XVII, da África do Sul e Zimbabwe, mas só se tornou uma cultura importante, como alimento
básico, na primeira década do século XX. A cultura de milho ocupa uma área média de cerca de
1,3 milhões de hectares, a produção média por ano é de 1,2 milhões por tonelada. O rendimento
médio nacional é da ordem de 923 kg ha-1 (INE, 2003).

7
2.1.7. Importância do milho

Em Moçambique, o milho constitui a principal base de alimentação, para a população rural


e pode ser considerada uma cultura de rendimento, pois o potencial para produção do milho em
Moçambique está associado a condições agroecológicas do país (WALKER, et al., 2006).

Devido a sua grande diversidade de aplicações, como na alimentação humana, na alimentação


animal. A cultura de milho apresenta relevante importância social e económica, principalmente
pela geração de empregos na zona urbana e rural, e por fornecer produtos largamente utilizados na
alimentação humana, tanto na forma “in natura” como processada, e aindapara a alimentação
animal, representando o principal insumo para confecção de rações (SILVA, 2005).

2.1.8. Factores que Afectam o Rendimento na Cultura de Milho

O milho como a maioria das culturas de exploração económica necessita para seu bom
desenvolvimento, de uma apropriada interacção do conjunto de factores edafo-climáticos. Embora
o milho responda à interacção de todos os factores climáticos, pode-se considerar que a radiação
solar, a precipitação e a temperatura são os elementos climatológicos de maior influência, pois
actuam eficientemente nas actividades fisiológicas interferindo directamente na produção de grãos
e de matéria seca (SANTANA, 2007).

Segundo FAEF, (2004) o milho adapta-se a diferentes tipos de climas e solos. No entanto, as
condições climáticas mais favoráveis são: temperaturas entre 18 e 30ºC, chuvas entre 450 a 600
mm bem distribuídas durante o ciclo vegetativo e é pouco sensível a variações de luz, não obstante
prefere dias longos, principalmente na etapa de floração.

2.2.0. Exigências Edafo-climáticas da Cultura de Milho

2.2.1. Solo

A cultura de milho oferece inúmeras possibilidades de produzir em uma grande variedade


de solos com obtenção de maior produção do grão, desde os solos de menor fertilidade mediante
uma adubação adequada e aos de maior fertilidade, porem há que considerar os níveis de tolerância

8
em termos de pH do solo em questão, especificamente para a cultura se desenvolver é necessário
que o pH ronde na faixa de 5.0 até 7.5 (SANTANA, 2007).

2.2.2. Necessidades de Água da Cultura do Milho

No que diz respeito a necessidade hídrica para a cultura de milho, apontam como critério
agronómico de tolerância a seca do milho, a sensibilidade ao défice hídrico. WEISMANN (2008),
explica que o efeito de falta de água, associado à produção de grãos, é particularmente importante
em três estádios de desenvolvimento da planta sendo os quais:

➢ Iniciação floral e desenvolvimento da inflorescência, quando o número potencial de grãos


é determinado;
➢ Período de fertilização, quando o potencial de produção é fixado, nesta fase, a presença da
água também é importante para evitar a desidratação do grão de pólen e garantir o
desenvolvimento e a penetração do tubo polínico;
➢ Enchimento de grãos, quando ocorre o aumento na deposição de matéria seca, o qual está
intimamente relacionado à fotossíntese.

2.2.3. Exigências nutricionais da cultura de milho

Segundo (CHIPIRINGO, 2014) a expressão “exigências nutricionais”, refere-se às


quantidades de macro e micro-nutrientes que uma cultura retira do solo, do fertilizante e do ar
(caso do N fixado, por ex.), para atender às suas necessidades, crescer e produzir adequadamente.
A extracção de nitrogénio, Fósforo, potássio, cálcio e magnésio aumenta linearmente com o
aumento na produtividade, e que a maior exigência do milho refere-se a nitrogénio e potássio,
seguindo-se cálcio, magnésio e fósforo.

2.2.4. Recomendação de adubação nitrogenada

A recomendação da adubação nitrogenada em cobertura para a cultura do milho de


sequeiro, de modo geral, varia de 40 à 70 kg de N/ha Para a obtenção de elevadas produtividades
esta recomendação seria insuficiente. Portanto, doses de nitrogénio variando de 100 à 200 kg/ha
podem ser necessárias para obtenção de elevadas produtividades (CARVALHO COELHO etal.,
1991).A variedade PAN 53 é o híbrido de maturidade intermédia demonstra uma excelente

9
tolerância a secas e a circunstâncias menos favoráveis. Um excelente híbrido de potencial
intermédio adequado em condições de sequeiro. Produz um grão duro com um peso bushel
elevado. A sua tolerância a sulfoniluréias torna-o ideal para esta terras problemáticas(PANNAR,
2014).

10
3.0. MATERIAIS E MÉTODOS

3.1. Localização da área de estudo

O experimento será conduzido no Centro de Investigação de Tecnologia de Angónia ( CITA)


durante o período compreendido entre Maio de 2022 a Setembro de 2022 numa área situada no
Centro de Investigação de Tecnologia de Angónia ( CITA), vila Ulónguè, distrito de Angónia, com
as seguintes coordenadas: S14,7246500, E34,34100e com 1252m de altitude(MAE, 2005).

Fonte: google maps

3.2. Solo

Os solos são do tipo ferralítico, vermelhos a castanhos-avermelhados, de textura pesada,


profundos e moderadamente bem drenados, ligeira a fortemente lixiviado, contudo apresentam
boas capacidades de retenção de água (MAE, 2005).

3.3. Clima

O perfil distrital de Angónia aponta que o clima do distrito é influenciado pela altitude com
predominância do clima temperado húmido. Especificamente para o distrito a precipitação vária
entorno de 725 mm à 1149 mm, a temperatura padrão é influenciado pela altitude (700 m à 1655
m), sendo em média 20,9° C para Ulónguè (MAE, 2005).

11
3.4. Condução do experimento

O início das actividades está previsto para o mês de Maio de 2022, ao mês de Setembro de 2022.
O desenho experimental a utilizar no ensaio será o delineamento de blocos ao acaso (DBC), pelo
facto de ser um delineamento que conduz a um menor erro experimental, aumenta a precisão dos
experimentos. O campo experimental terá uma área total correspondente a 330.6 m2, sendo19m de
comprimento e 17.4m de largura, com 4 repetições e 4 tratamentos, totalizando assim 16 parcelas
em todo campo.

Os tratamentos serão constituídos por três métodos de controlo e uma testemunha onde não irá
constar nenhum método de controlo.

➢ O tratamento 0: que servira como testemunha nao sera aplicado nemhum metodo de
controlo.
➢ O tratamento1 : Esse tratamento sera aplicado o metodo de controlo na cultura de milho
usando pesticida Cypermetrina.
➢ O tratamento2: Esse tratamento sera aplicado o metodo de controlo na cultura de milho
usando pesticida Belt.
➢ O tratamento3: Esse tratamento sera aplicado o metodo de controlo na cultura de milho
usando pesticida Ampligo.

3.6. Croqui do campo experimental

19 m

T1 T0 T2
3,6 m
T3

T0 T2 T3 T1
17.4 m
1m
T1 T0 T2 T3

T2 T3 T1 T0

4m 1m

12
3.7. Descrição dos tratamentos

Designação do tratamento Tipos de pesticidas

T0 Controlo

T1 Cypermetrina

T2 Belt

T3 Ampligo

➢ Tratamento Controlo (T0) : sem aplicação de método de controlo de pestricida.


➢ Tratamento um (T1) : Será aplicado o pestecida Cypermetrina
➢ Tratamento dois (T2) :será aplicado o pestecida Belt.
➢ Tratamento três (T3) :será aplicado o pestecida Ampligo.

3.8. Métodos

O preparo do solo será realizado no mês de Maio a Setembro, e será convencional que consistira
numa lavoura e uma gradagem, a primeira gradagem será feita na segunda quinzena de Junho, e a
segunda gradagem será feita na segunda quinzena de Junho.

A sementeira será manual e esta será feita a uma profundidade de 5cm, onde serão colocados 2
sementes por covacho com o seguinte espaçamento (90 m x 25 m) seguido de desbaste após a
germinação deixando apenas uma unica planta. A sementeira será realizada em de Maio de 2022.

3.8.1. Sistema a ser usado no controle da lagarta do funil

O sistema push-pull e uma estratégia de maneio do habitat desenvolvido e implementado para gerir
pragas, como a broca do caule, a triga e a degradação do solo, que são as principais limitações para
a produção de milho em África. A tecnologia envolve o uso de uma intercultura que serve de
repelente, Desmodium como algo para "empurrar ou seja push, pode-se verificar asfolhas com
janelas e buracos como de tiros provocados pelos primeiros instares da lagarta ;desfoliação

13
generalizada das folhas com excrementos frescos no vertical, nota-se a ausência de coração
morto(FAO, 2017)

3.8.1. Sementeira

A sementeira será feita manualmente no final de Maio de 2022 com ajuda de enxada, com
um compasso de 90cm x 25 cm e com uma profundidade de 5cm, Será colocada duas semente por
covacho.

3.8.2. Aplicação

Após emergência, vai-se aplicar no intervalo de 20 a 20 dias isto é, contar a partir da data
emergência de semente, ao dia 25 vai-se aplicar, aos 45 dias e aos 65 dias também irei aplicar,
nestes intervalos vai-se verficar o efeito de pesticida, como que vai responder para cada parcela,
até voltar aplicar. Visto que os pesticidas Cypermetrina e o Belt, apesar eles ser usado/ aplicado
com os produtores, na verdade eles não tem o conhecimento científica no caso de utilização do
mesmo para controlo da lagarta do funil, com tudo vem-se verficar que os produtores só aplica
este produto sem saber, com tudo, na escolha destes pesticidas deve existir um o tipo de pesticida
que pode controlar melhora lagarta do funil na cultura de milho.

3.8.3. Retancha

Esta prática far-se-á entre os 7 a 10 dias depois da sementeira. Será feita atreveis de uma
enxada abrir os covachos e colocar a semente onde tinha outra semente (LEMAITRE C, etal.
2015).

3.8.4. Adubação

Os covacho nas parcelas do experimento serão aplicados previamente o fertilizante NPK


no momento da sementeira uma quantidade de 6 g equivalente à 150 kg/ha de Formulação NPK
(23-21-0-4s) de acordo com a recomendação de 150 kg/ha (IFDC). A adubação nitrogenada em
cobertura, aos 30 dias após a emergência, será comum a todos os tratamentos com aplicação
localizada (5 cm de separação da semente) de 36 gde ureia (46%), por planta segundo
recomendações de adubação nitrogenadas.

14
3.8.5. Colheita

A colheita será feita aos 160 dias, por ocasião da observação das características de
maturação fisiológica na planta do milho (aparecimento da camada negra no ponto de inserção da
espiga com sabugo) segundo indicações de FANCELLI & DOURADO NETO (1997) em seguida
armazenadas durante 16 dias para permitir que os grãos estejam devidamente secos e será realizada
a debulha e convertidos para kg/ha.

3.9.1. As Variáveis Analisadas

Índice de plantas atacadas

Para determinação da percentagem de plantas atacadas pela lagarta. Os danos foram


quantificados utilizando-se a seguinte escala de notas, baseada em observações visuais na planta
toda. Sendo 0 =sem danos; 1 = folhas “raspadas”; 2 = folhas furadas; 3 = folhas com lesões; 4 =
lesões no “funil” e 5 = “funil” destruído (LARA, 1984)

Segundo MORAES (1999),A incidência foi calculada com base na razão do número total de
plantas com sintomas pelo total de plantas observadas na área, como se pode observar pela equação

➢ Altura da planta (AP): será determinada através da distância entre a superfície do solo
ate a inserção da última folha (folha-bandeira) com o auxílio de uma fita métrica, será
realizada após o completo florescimento.
➢ Altura da inserção da espiga (A.I.E): será determinada através da distância existente
entre a superfície do solo até a inserção da espiga principal na planta, após o completo
florescimento.
➢ Peso de Espigas (PE): o peso em grama da espiga sem palha será obtido através de uma
balança electrónica, após a colheita.
➢ Produtividade: será determinado a partir da pesagem dos grãos obtidos na área útil da
parcela, após a secagem, debulha e limpeza, tomado com auxílio de balança electrónica,
medido em kg parcela.

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Total de plantas com sintomas
𝐈𝐧𝐜𝐢𝐝ê𝐧𝐜𝐢𝐚 (%) = ∗ 100%
Total de plantas observadas

Os dados serão corrigidos para humidade padrão de 13% utilizando-se a seguinte expressão;

𝑷𝑮𝑨𝑼 𝒙 𝟏𝟎𝟎𝟎𝟎
𝑷𝑮 =
𝑨

➢ PGAU: Peso de grão na área útil da parcela;


➢ A: Área da parcela;
➢ PG: Produtividade por grão.

3.9.2. Análise estatística


Os dados obtidos de todos os parâmetros avaliados serão submetidos à análise de variância
que e processados mediante o pacote estatístico ASSISTAT para Windows.

16
4.0. RESULTADOS ESPERADOS

Com a realização deste trabalho espera-se que se conheça o pesticida que melhor controla
a lagarta do funil no milho adapta nas condições edafo-climáticas através de resposta positiva do
pesticida nos componentes de produção e produtividade.

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5.0. CRONOGRAMA DE ACTIVIDADES

Actividades Meses do Ano


Jul Out Nov Dez Jan Fev Mar Abr
Elaboração e X
apresentação
do tema
Trabalhos de X X
mobilização
do solo
Demarcação X
da área e
sementeira
Monitoria X X X
Colecta e X
processamento
dos dados
Submissão e X
apresentação
do trabalho
final.
Fonte: Autor, 2022.

18
6.0. ORÇAMENTO PARA A CONDUÇÃO DO ENSAIO

MATERIAIS E Unidade QUANTIDADE Preço unitário Preço total


INSUMOS (MZN) (MZN)
Sementes M 1 50 50
Fertilizantes (NPK Kg 3 50 150
23-21-0-4s)
Fertilizante de Kg 6 40 240
cobertura (Ureia
46%)
Pesticidas Ml 3 250 750
Enxadas ……. 2 220 440
Fita métrica M 1 50 50
Cordas M 1 300 300
Estacas …….. 64 5 320
Pulverizador …….. 1 2000 2000
Sacos plásticos …….. 16 5 80
Sensor de ……. 1 3600 3600
humidade
TOTAL 7980
MAO-DE-OBRA
Preparo de solo j/h 1 1500 1500
(mecanizado)
Demarcação da área j/h 1 150 150
Sementeira j/h 1 200 200
Adubação j/h 1 250 250
Sacha j/h 1 400 400
Insecticida(aplicação) j/h 1 200 200
Contingente % 5 505,5 505.5
TOTAL 11.185,5
Fonte: Autor, 2022.

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7. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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edição, Embrapa. Disponivel emwww.infoescola.com.br. Acesso a 11 de Maio de 2022.
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Moçambique. INIA/DAS/UNDP/FAO 86/009. Maputo.
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5. CARVALHO COELHO,(2016); Egewarth,r; \abely diehl kruse ,d,n.efeito de controle
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11. FAO (2017) pesticide management. Available on the Internet at: http://www. fao.org/,
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12. FANCELLI & DOURADO NETO (1997) molecular species delimitations unravel
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