ETEC ALBERT EINSTEIN
REDES DE COMUNICAÇÃO DE DADOS
(PRÁTICA)
Prof. Wilson Carvalho de Araújo
Curso Técnico de Eletrônica
Junho de 2014
2
Apresentação
Esta apostila nasceu do agrupamento dos exercícios praticados em laboratório, em minhas
aulas de Redes de Comunicação no curso Técnico de Eletrônica da ETEC Albert Einstein.
No início, em 2008, não tínhamos laboratório estruturado e as práticas eram improvisadas
com construção de cabos e algumas verificações feitas no Windows XP das máquinas dos
laboratórios virtuais.
A construção de um ambiente específico e o uso de máquinas virtuais ajudaram muito no
processo, mas ficávamos restritos às redes locais e sem analisar o fluxo de pacotes pela
rede.
O maior avanço veio com a adoção do software de simulação Cisco Packet Tracer.
O Cisco Packet Tracer é um software de simulação de redes que permite a configuração
de equipamentos e serviços de redes com uma interface bastante amigável e didática.
Além disso, conta com recursos de visualização do tráfego dos diversos tipos de pacotes.
O software é gratuito, disponível para download (em junho de 2014) no link:
[Link]/web/about-us/cisco-packet-tracer.
O uso do Packet Tracer possibilitou ampliar as atividades de laboratório para além de
redes locais (simulações com o uso de roteadores) e serviços IP (DNS, HTTP e VoIP, por
exemplos) com noções de WANs.
De início, as atividades de laboratório foram sendo definidas conforme o avanço das aulas
teóricas.
Os roteiros aqui descritos não esgotam o assunto e não contém todas as atividades
praticadas. Por exemplo, continuo trabalhando com máquinas virtuais e Linux, mas não
são apontados aqui. Também não há nada sobre TVIP. Mas servem de ótima base para
consolidar a teoria.
Procurei focar nas necessidades do Curso Técnico de Eletrônica e nos roteiros de
laboratório com o uso do Cisco Packet Tracer. Muito deverá ser revisto, melhorado e
ampliado em futuras versões.
Da mesma forma como consultei documentos livres em sites da Internet e o próprio
software adotado também é livre, permito que esta apostila seja difundida entre os alunos
ou por quem encontre nela interesse.
Prof. Wilson
[Link]@[Link]
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Hub x Switch
Inicie o Cisco Packet Tracer
1. Na área de trabalho, inclua:
• Um hub (Hub >> generic.[Hub-PT])
• Seis PCs (end devices >> generic [PC-PT])
2. Interligue todos os hosts ao Hub usando a conexão por cabo reto (straight)
• Connections => Cooper Staright-Through
• Use as portas Fast Ethernet de cada host.
3. No PC0, coloque o IP [Link]/24
• Clique sobre o PC0 => aba Desktop => IP configuration
IP Address [Link]
Subnet Mask [Link]
4. Nos demais PCs, coloque os seguintes endereços IP:
• PC1 = [Link]/24
• PC2 = [Link]/24
• PC3 = [Link]/24
• PC4 = [Link]/24
• PC5 = [Link]/24
5. Abra o “prompt de comandos” do PC0
• Clique sobre o PC0 => aba Desktop => command prompt
6. Teste a conectividade com as outras máquinas usando o comando “ping”.
• Ping [Link]
• Ping [Link]
• Ping [Link]
• Ping [Link]
• Ping [Link]
o O comando ping recebeu seu nome como analogia ao som de um sonar. Com este
comando, o host é capaz de verificar quantos milissegundos (ms) um pacote de
informações leva para ir até um destino e voltar. De forma simples, quanto menor o
valor que ele retornar, mais rápida é sua conexão. Na resposta principal, indica
quantos bytes foram enviados em cada solicitação, o tempo de cada um (ms) e a
quantidade de roteadores transitados (TTL = Time To Live – se o valor chegar a
zero, o pacote é descartado). O ping sem parâmetros envia 4 solicitações. Isto
pode ser alterado por ping – n count (count = número de solicitações) ou ping –t
(envia solicitações indefinidamente até ser parado – [ctrl]+[C]). O ping usa o ICMP
(Internet Control Message Protocol), atuando na camada de rede.
7. Escolha uma das máquinas como destino. Por exemplo, a [Link].
• Envie ping –t para ela.
• Verifique a reposta obtida e assegure-se que há conectividade.
8. A direita da tela, atrás do relógio “realtime” há a figura de um cronômetro
(“simulation”). Clique sobre ela e assegure-se de estar no modo simulação.
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Laboratório de Redes – Prof. Wilson – Hub x Switch
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9. Ative o filtro apenas para os protocolos ICMP e STP.
• Edit filters => show all/none => ICMP, STP (após a escolha, clique fora da tela).
10. Execute a visualização das mensagens.
• Auto Capture / Play (pode-se ajustar a velocidade na barra de rolagens
imediatamente abaixo)
11. Verifique o fluxo das mensagens e responda:
a) A solicitação de eco (ping), enviada pela máquina de origem, é replicada para
quantos hosts?
b) Todos a recebem?
c) Algum host descarta a mensagem de solicitação de eco (ping)?
d) Quantas máquinas respondem à solicitação de eco (ping)?
e) A resposta à solicitação de eco é enviada para quantos hosts?
f) Todos a recebem?
g) Algum host descarta a mensagem de resposta da solicitação de eco (ping)?
12. Saia do modo simulação, voltando à tela “realtime”.
13. Finalize o ping ( [ctrl]+[c] no prompt de comandos do host que enviou o ping).
14. Substitua o hub por um switch
• Switches >> generic [generic-switch-pt]
o Podemos incluir/excluir portas (Max. 8). Clique sobre o switch. Na aba “phycical”
desligue o switch e inclua portas arrastando as figuras RJ45 às partes livres.
Religue o switch.
15. Refaça as conexões entre os hosts e o elemento concentrador (neste caso, o
switch).
16. Repita o procedimento a partir do passo 5 até o passo 13, inclusive as análises.
17. Envie uma mensagem ping em broadcast.
• ping [Link]
o O ping em broadcast não opera numa rede real, mas há aplicações para
isto, como o NMAP.
18. Verifique quais hosts respondem.
19. Salve o arquivo, encerre o Cisco Packet Tracer e responda:
h) Qual a diferença na atuação do hub e do switch?
i) Para que servem as mensagens STP usadas pelo Switch?
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Laboratório de Redes – Prof. Wilson – Hub x Switch
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Máscara de Subredes – Subnet Mask
Inicie o Cisco Packet Tracer
1. Na área de trabalho, inclua:
• Um switch (Switches => 2950-24 – switch de 24 portas)
• dez PCs (end devices => generic [PC-PT])
2. Interligue todos os hosts ao Switch usando a conexão por cabo reto
• Connections => Cooper Staright-Through
• Use as portas Fast Ethernet de cada host.
3. No PC0, coloque o IP [Link]/24
• Clique sobre o PC0 => aba Desktop => IP configuration
IP Address [Link]
Subnet Mask [Link]
4. Nos PCs, coloque os seguintes endereços IP:
• PC1 = [Link]/24
• PC2 = [Link]/24
• PC3 = [Link]/24
• PC4 = [Link]/24
• PC5 = [Link]/24
• PC6 = [Link]/24
• PC7 = [Link]/24
• PC8 = [Link]/24
• PC9 = [Link]/24
5. Verifique as configurações IP de PC0:
• Clique sobre o PC0 => aba Desktop => command prompt
• ipconfig
6. Teste a conectividade de PC0 com as outras máquinas usando o comando “ping”.
• ping [Link]
• Quais máquinas respondem? Porque?
7. Verifique as configurações IP de PC5:
• Clique sobre o PC5 => aba Desktop => command prompt
• ipconfig
8. Teste a conectividade de PC5 com as outras máquinas usando o comando “ping”.
• ping [Link]
• Quais máquinas respondem? Porque?
9. Responda:
• Qual a classe destas redes?
• Quantas redes temos configuradas?
• Qual o endereço de cada rede?
• Qual o endereço de broadcast de cada rede?
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Laboratório de Redes – Prof. Wilson – Subnet Mask
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10. No PC0, coloque o IP [Link]/26
• Clique sobre o PC0 => aba Desktop => IP configuration
IP Address [Link]
Subnet Mask [Link]
11. Nos PCs, coloque os seguintes endereços IP:
• PC1 = [Link]/26
• PC2 = [Link]/26
• PC3 = [Link]/26
• PC4 = [Link]/26
• PC5 = [Link]/26
• PC6 = [Link]/26
• PC7 = [Link]/26
• PC8 = [Link]/26
• PC9 = [Link]/26
12. Verifique as configurações IP de PC0:
• Clique sobre o PC0 => aba Desktop => command prompt
• ipconfig
13. Teste a conectividade de PC0 com as outras máquinas usando o comando “ping”.
• ping [Link]
• Quais máquinas respondem? Porque?
14. Verifique as configurações IP de PC7:
• Clique sobre o PC7 => aba Desktop => command prompt
• ipconfig
15. Teste a conectividade de PC7 com as outras máquinas usando o comando “ping”.
• ping [Link]
• Quais máquinas respondem? Porque?
16. Salve o arquivo, encerre o Cisco Packet Tracer e responda:
a) Quantas redes temos configuradas?
b) Qual o endereço de cada rede?
c) Qual o endereço de broadcast de cada rede?
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Laboratório de Redes – Prof. Wilson – Subnet Mask
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Atribuição automática de IPs – DHCP
Inicie o Cisco Packet Tracer
1. Na área de trabalho, inclua:
• Um switch (Switches => 2950-24 – switch de 24 portas)
• Um Servidor (end devices => generic [Server-PT])
• dez PCs (end devices => generic [PC-PT])
2. Interligue todos os hosts ao switch usando a conexão por cabo reto (straight)
• Connections => Cooper Staright-Through
• Use as portas Fast Ethernet de cada host.
3. No Server0, coloque o IP [Link]/24 (IP estático)
• Clique sobre o Server0 => aba Desktop => IP configuration
IP Address [Link]
Subnet Mask [Link]
o Há maquinas (hosts) em que o ip deve ser configurado de forma estática pelo
administrador da rede.
4. Configure o serviço DHCP no Server0
• Clique sobre o Server0 => aba Config => coluna da esquerda, botão DHCP.
o Ao clicar sobre um serviço, ele é automaticamente ativado (colocado em “ON”). No
caso de ativar “sem querer” um serviço, coloque-o em “OFF” antes de sair da tela.
• Verifique e alimente os campos
Default gateway: deve-se declarar o roteador gatway da rede – não é o caso deste
exercício.
DNS Server: declara-se qual será o servidor de nome de domínios – não é o caso.
Start IP Address: endereço inicial a ser fornecido. Coloque em [Link]
Subnet Mask: máscara de rede, de acordo com o IP. Coloque [Link]
Maximum Number of Users: número de hosts da rede. Coloque 11.
• Clique no botão [ Save ] para efetivar as configurações.
5. Coloque todos os PCs para solicitar IP (IP dinâmico).
• Clique sobre o PC => aba Desktop => IP configuration => DHCP
o Aguarde até o host receber a configuração IP antes de sair da tela.
6. Teste as conexões de rede:
• Abra o prompt de comandos no PC0 e verifique o IP (ipconfig)
• Teste a conectividade com o restante da rede com o ping (em broadcast)
• Todas as máquinas respondem?
7. Realize a seguinte sequência de comandos e verificações
• Abra o prompt de comandos no PC0 e no PC9
• No PC0 digite: ipconfig
• Ainda no PC0, digite: ipconfig /release
• No PC9 digite: ipconfig
• Ainda no PC9, digite: ipconfig /release
• No PC0 digite: ipconfig /renew
• No PC9 digite: ipconfig /renew
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Laboratório de Redes – Prof. Wilson – DHCP
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8. Responda as seguintes questões:
a) Houve troca em algum endereço IP? Por quê?
b) O que faz o comando ipconfig com o parâmetro /release?
c) O que faz o comando ipconfig com o parâmetro /renew?
d) Insira mais quatro PCs e conecte ao switch e os configure para DHCP.
e) Os novos hosts da rede obtêm IP?
9. Libere os IPs de PC1, PC2, PC3 e PC4 (ipconfig /release em prompt de
comandos)
10. Execute, em prompt de comandos, ipconfig /renew nos novos hosts (PC10 ~
PC13)
11. Verifique se adquiriram IP.
12. Volte aos hosts anteriores (PC1 ~ PC4) e verifique se renovam o IP.
• Execute ipconfig /renew em cada um dos PCs indicados
13. Explique o ocorrido e a causa.
14. Para que serve o DHCP?
15. Na área de trabalho, insira mais um Server-PT.
16. Neste novo servidor (Server1), coloque o IP [Link]/24 (IP estático)
• Clique sobre o Server1 => aba Desktop => IP configuration
• Start IP Address: endereço inicial a ser fornecido. Coloque em [Link]
• Subnet Mask: máscara de rede, de acordo com o IP. Coloque [Link]
• defina Maximum Number of Users para 8.
17. No Server0, em DHCP, redefina Maximum Number of Users para 8.
18. Salve o arquivo da simulação, feche-o e reabra. Isto provocará reset na simulação,
com renovação de IPs de todos os PCs na simulação.
19. No prompt de comandos do PC0, verifique seu IP (ipconfig) e verifique com quais
ela consegue conexão de rede através de um ping em broadcast.
20. Localize um host que não tenha respondido ao ping do item anterior e repita o
procedimento nele (ipconfig e ping em broadcast) e verifique quais hosts
respondem.
21. Encerre o Cisco Packet Tracer e responda:
f) Dois DHCP-Servers podem atuar numa mesma rede?
g) Se sim, qual a vantagem de se fazer isso?
h) Ainda em caso positivo, que cuidados devem ser tomados?
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Laboratório de Redes – Prof. Wilson – DHCP
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Roteamento Estático
Introdução teórica
Roteamento é o nome do processo utilizado pelo Router (roteador) para encaminhar
um pacote de dados de uma rede à outra rede. Esse processo é baseado no endereço
IP de destino. Os dispositivos intermediários utilizam o endereço IP para conduzir o
pacote até seu destino final.
Para decidir por onde encaminhar o pacote, o roteador tem que “aprender” os
caminhos até chegar ao destino, através dos protocolos de roteamento dinâmico. No
caso de roteamento estático, o administrador deve declarar o caminho manualmente.
No rotamento estático, caso haja alguma alteração de rede, todas as rotas deverão ser
reavaliadas e alteradas manualmente, se necessário.
Parte prática
Inicie o Cisco Packet Tracer
1. Na área de trabalho, inclua:
• Dois switches (Switches => 2950-24 – switch de 24 portas)
• Dois servidores (end devices => generic [Server-PT])
• Dois roteadores (Routers => 1841)
2. Interligue o Switch0 ao Router0 e o Switch1 ao Router1 usando a conexão por
cabo reto (straight). Em cada switch conecte um dos servidores também usando
conexão por cabo reto (straight).
• Connections => Cooper Staright-Through
• Use as portas Fast Ethernet (fa).
3. Interligue o Router0 ao Router1 usando a conexão por cabo cruzado (crossover).
• Connections => Cooper Cross-Over
• Use as portas Fast Ethernet (fa).
4. No Server0, coloque o IP [Link]/24 (IP estático)
• Clique sobre o Server0 => aba Desktop => IP configuration
IP Address [Link]
Subnet Mask [Link]
Default Gateway [Link]
5. Configure o serviço DHCP no Server0
• Clique sobre o Server0 => aba Config => coluna da esquerda, botão DHCP.
• Verifique e alimente os campos
Default gateway: deve-se declarar o roteador gatway da rede. Coloque [Link]
DNS Server: declara-se qual será o servidor de nome de domínios – não é o caso.
Start IP Address: endereço inicial a ser fornecido. Coloque em [Link]
Subnet Mask: máscara de rede, de acordo com o IP. Coloque [Link]
Maximum Number of Users: número de hosts da rede. Coloque 20.
• Clique no botão [ Save ] para efetivar as configurações.
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Laboratório de Redes – Prof. Wilson – Roteamento Estático x Roteamento Dinâmico
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6. No Server1, coloque o IP [Link]/24 (IP estático)
• Clique sobre o Server0 => aba Desktop => IP configuration
IP Address [Link]
Subnet Mask [Link]
Default Gateway [Link]
7. Configure o serviço DHCP no Server1
• Clique sobre o Server0 => aba Config => coluna da esquerda, botão DHCP.
• Verifique e alimente os campos
Default gateway: deve-se declarar o roteador gatway da rede.
Coloque [Link]
DNS Server: declara-se qual será o servidor de nome de domínios – não é o caso.
Start IP Address: endereço inicial a ser fornecido. Coloque em [Link]
Subnet Mask: máscara de rede, de acordo com o IP. Coloque [Link]
Maximum Number of Users: número de hosts da rede. Coloque 20.
• Clique no botão [ Save ] para efetivar as configurações.
8. Na área de trabalho, inclua:
• dez PCs (end devices >> generic [PC-PT])
9. No switch0, conecte de PC0 a PC4; no switch1, conecte de PC5 a PC9. Interligue
todos os hosts aos switches usando a conexão por cabo reto (straight).
• Connections => Cooper Staright-Through
• Use as portas Fast Ethernet de cada host.
10. Coloque todos os PCs para solicitar IP (IP dinâmico).
• Clique sobre o PC => aba Desktop => IP configuration => DHCP
11. Teste as conexões de rede:
• Abra o prompt de comandos no PC0 e verifique o IP (ipconfig)
• Teste a conectividade com o restante da rede com o ping (em broadcast)
• ping [Link]
• Verifique se todas as máquinas de sua rede respondem.
Verifique também o TTL indicado: TTL = __________
• Abra o prompt de comandos no PC5 e verifique o IP (ipconfig)
• Teste a conectividade com o restante da rede com o ping (em broadcast)
• ping [Link]
• Verifique se todas as máquinas de sua rede respondem.
Verifique também o TTL indicado: TTL = __________
As redes LAN devem operar normalmente na forma individual, mas ainda não trocam
informações entre si. Os cabos que interligam os roteadores devem estar fora de
operação (conexões vermelhas).
Parando com o mouse sobre o roteador, podemos verificar o status das portas (coluna
Link) e configuração IPv4 (coluna IP Address):
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Laboratório de Redes – Prof. Wilson – Roteamento Estático x Roteamento Dinâmico
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A figura a seguir ilustra as interligações deste exercício.
O roteador tem duas portas Fast Ethernet (Fa), cada uma conectada
a uma rede. Posicione o mouse (sem clicar) sobre cada enlace que
interliga os roteadores. Observe com atenção a identificação de
cada uma.
Vamos configurar as portas do roteador manualmente usando linha de comando (CLI
– command line interface).
12. Configure as interfaces de rede do Router0:
• Clique sobre o Router0. Escolha a aba CLI.
• Na janela de comandos, acione simultaneamente as teclas [ctrl]+[C] e, em seguida,
dê [enter]. Aparecerá o prompt: Router>
• Na figura do exemplo, a Fa0/0 está conectada na rede [Link] (Switch0) e a
Fa0/1 na rede [Link].
Neste caso, a sequência de comandos será (o primeiro símbolo indica o prompt):
> enable - habilita entrada de comandos root
# configure terminal - entra no modo configuração
# interface FastEthernet0/0 - declara a interface a configurar
# ip address [Link] [Link] - define IP e máscara
# no shutdown - ativa a interface (on)
# exit - encerra acesso à interface
# exit - encerra configuração
# disable - encerra entrada de comandos root
• Repita a operação para a outra interface, no exemplo a Fa0/1, definindo o
endereço [Link]/8.
> enable - habilita entrada de comandos root
# configure terminal - entra no modo configuração
# interface FastEthernet0/1 - declara a interface a configurar
# ip address [Link] [Link] - define IP e máscara
# no shutdown - ativa a interface (on)
# exit - encerra acesso à interface
# exit - encerra configuração
# disable - encerra entrada de comandos root
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Laboratório de Redes – Prof. Wilson – Roteamento Estático x Roteamento Dinâmico
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13. Configure a rota entre as redes (rota estática):
• Devemos declarar o caminho para a rede [Link]/24 via [Link]
> enable - habilita entrada de comandos root
# configure terminal - entra no modo configuração
# ip route [Link] [Link] [Link] - rota estática
# exit - encerra configuração
# disable - encerra entrada de comandos root
14. Configure as interfaces de rede do Router1.
Se você seguiu a sequência indicada, no Roputer1 terá a interface Fa0/1 ligada à
rede [Link] e a Fa0/0 na rede [Link].
> enable - habilita entrada de comandos root
# configure terminal - entra no modo configuração
# interface FastEthernet0/0 - declara a interface a configurar
# ip address [Link] [Link] - define IP e máscara
# no shutdown - ativa a interface (on)
# exit - encerra acesso à interface
# exit - encerra configuração
# disable - encerra entrada de comandos root
• Repita a operação para a outra interface, no exemplo a Fa0/1, definindo o
endereço [Link]/8.
> enable - habilita entrada de comandos root
# configure terminal - entra no modo configuração
# interface FastEthernet0/1 - declara a interface a configurar
# ip address [Link] [Link] - define IP e máscara
# no shutdown - ativa a interface (on)
# exit - encerra acesso à interface
# exit - encerra configuração
# disable - encerra entrada de comandos root
15. Da mesma forma, use o descrito no item 13 como exemplo para configurar o
Router1 para acessar a rede [Link]/24 pela interface [Link]
> enable - habilita entrada de comandos root
# configure terminal - entra no modo configuração
# ip route [Link] [Link] [Link] - rota estática
# exit - encerra configuração
# disable - encerra entrada de comandos root
16. Teste a conexão entre as redes:
• Abra o prompt de comandos no PC0 e verifique o IP (ipconfig)
• Teste a conectividade com um host da outra rede
ping [Link]
• Verifique o parâmetro TTL
Há o decréscimo de uma unidade por termos um roteador: TTL = __________
• Verifique o traçado da rota até o destino
tracert [Link]
Verifique a listagem obtida e interprete o ocorrido.
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Laboratório de Redes – Prof. Wilson – Roteamento Estático x Roteamento Dinâmico
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• Abra o prompt de comandos no PC5 e verifique o IP (ipconfig)
• Teste a conectividade com um host da outra rede
ping [Link]
• Verifique o parâmetro TTL
Há o decréscimo de uma unidade por termos um roteador: TTL = __________
• Verifique o traçado da rota até o destino
tracert [Link]
Verifique a listagem obtida e interprete o ocorrido.
17. Teste os domínios de rede:
• Abra o prompt de comandos no PC0 e verifique o IP (ipconfig)
• Teste a conectividade com o restante da rede com o ping (em broadcast)
ping [Link]
• Verifique se todas as máquinas das duas redes respondem.
• Abra o prompt de comandos no PC5 e verifique o IP (ipconfig)
• Teste a conectividade com o restante da rede com o ping (em broadcast)
ping [Link]
• Verifique se todas as máquinas das duas redes respondem.
O procedimento descrito é comumente utilizado em configurações no modo terminal.
Há a possibilidade de usar também a interface gráfica (GUI – Graphic User Interface).
18. Vejamos a interface de configuração gráfica (GUI) do roteador.
Note que os parâmetros cadastrados por linha de comandos são exibidos.
• Clique sobre o roteador e escolha a aba “Config”.
À esquerda há uma série de botões de configuração.
• Clique sobre (Interface) FastEthernet0/0 e verifique as configurações.
Compare com os dados informados por linha de comandos (itens 12 e 14).
• Clique sobre (Interface) FastEthernet0/1 e verifique as configurações.
Compare com os dados informados por linha de comandos (itens 12 e 14).
• Clique sobre (Routing) Static e verifique as configurações.
Compare com os dados informados por linha de comandos (item 13).
• No caso de não encontrar relação entre o mostrado pela interface gráfica com o
executado pela linha de comandos, tire sua(s) dúvida(s) com o professor.
19. Encerre o Cisco Packet Tracer e responda:
a) Qual a função do roteador?
b) O que é um default gateway?
c) O que acontece se não declararmos o default gateway em um PC?
d) Qual a principal desvantagem no uso do roteamento estático?
e) O que é domínio de difusão de uma rede?
f) Por que todas as máquinas das duas redes não respondem simultaneamente aos
“broadcasts”?
g) O que representa o TTL apresentado na resposta do comando “ping”?
h) O que faz o comando “tracert”?
i) Neste exercício, quantas redes estão configuradas?
j) Quais os endereços de cada rede?
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Laboratório de Redes – Prof. Wilson – Roteamento Estático x Roteamento Dinâmico
14
Roteamento Estático x Roteamento Dinâmico
Introdução Teórica
A Internet foi criada pelo Departamento de Defesa dos EUA em 1969, com o objetivo
de construir um sistema de comunicação digital para tempos de guerra. Entretanto,
havia um grande problema: se uma das estações de transferência fosse atacada?
Houve então a necessidade de que as informações pudessem ser rapidamente
redirecionadas, para contornar problemas com uma parte inoperante da rede.
A solução encontrada foi a criação de protocolos de roteamento que permitissem a
construção e atualização de tabelas de roteamento entre os gateways. Com o
crescimento da rede e consequentemente das tabelas de roteamento, foi necessário a
implantação de protocolos de roteamento hierárquicos. Assim os roteadores foram
divididos em regiões chamadas Autonomous System (AS), onde cada roteador
conhece todos os detalhes de sua própria região e não conhecia a estrutura interna de
outras regiões.
Para uma rede local existem dois níveis de comunicação: interna ao AS, que utiliza
algoritmos de roteamento IGP (Interior Gateway Protocol) e externa ao AS, que utiliza
algoritmos de roteamento EGP (Exterior Gateway Protocol).
O protocolo RIP (Routing Information Protocol) utiliza o algoritmo vetor-distância. Este
algoritmo é responsável pela construção de uma tabela que informa as rotas possíveis
dentro do AS.
Os protocolos baseados no algoritmo vetor-distância partem do princípio de que cada
roteador do AS deve conter uma tabela informando todas as possíveis rotas dentro
deste AS. A partir desta tabela o algoritmo escolhe a melhor rota e o enlace que deve
ser utilizado. Estas rotas formam uma tabela. Cada uma destas rotas contém as
seguintes informações:
• Endereço => IP da rede;
• Roteador => Próximo roteador da rota de destino;
• Interface => O enlace utilizado para alcançar o próximo roteador da rota de
destino;
• Métrica => Número indicando a distância da rota (0 a 15), sendo uma rota com
métrica 16 considerada uma rota infinita;
• Tempo => Quando a rota foi atualizada pela última vez;
O protocolo RIP utiliza o conceito broadcast, desta forma um roteador envia sua tabela
para todos os seus vizinhos em intervalos predefinidos de tempo (geralmente 30
segundos). Estas mensagens fazem com que os roteadores vizinhos atualizem suas
tabelas e que por sua vez serão enviadas aos seus respectivos vizinhos.
O tempo de convergência é muito importante para que a rede não fique por muito
tempo desatualizada. Para isso existem algumas implementações a respeito de rotas
muito grandes. Uma delas é o método Split Horizon With Poisonous Reverse. Neste,
diante de uma falha em um nó da rede, os roteadores que usariam este nó como
alternativa marcam suas mensagens com métrica infinita (16) evitando que o pacote
seja devolvido e entre em loop.
Os pacotes RIP são transmitidos através de UDP e IP, usando a porta 520 do UDP
tanto para transmissão quanto para recepção. Se uma rota não é atualizada dentro de
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Laboratório de Redes – Prof. Wilson – Roteamento Estático x Roteamento Dinâmico
15
180 segundos, sua distância é colocada em infinito e a entrada será mais tarde
removida das tabelas de roteamento.
O OSPF é um protocolo especialmente projetado para o ambiente TCP/IP para ser
usado internamente ao AS. Sua transmissão é baseada no Link State Routing Protocol
e a busca pelo menor caminho é computada localmente, usando o algoritmo Shortest
Path First - SPF.
O SPF funciona de modo diferente do vetor-distância, ao invés de ter na tabela as
melhores rotas, todos os nós possuem todos os links da rede. Cada rota contém o
identificador de interface, o número do enlace e a distância ou métrica. Com essas
informações os nós (roteadores) descobrem a melhor rota.
Enquanto o RIP converge proporcionalmente ao número de nós da rede, o OSPF
converge em uma proporção logarítmica ao número de enlaces. Isto torna a
convergência do OSPF muito mais rápida. Além disso, no protocolo RIP, a mensagem
é proporcional ao número de destinos, sendo assim se a rede é muito grande, cada
mensagem terá de ser subdividida em vários pacotes, diminuindo mais ainda a
velocidade de convergência.
Nem sempre a melhor rota entre dois pontos deve ser a única utilizada, pois isso pode
implicar em sua sobrecarga. Análises matemáticas provaram que a divisão do tráfego
em duas rotas é mais eficiente. Por isso o OSPF utiliza o método de divisão de
caminhos. Essa divisão é realizada por um algoritmo muito complexo, pois, como
dificilmente uma fonte e um destino tem duas rotas possíveis exatamente iguais, é
feita uma análise se as rotas são suficientemente iguais. Além disso, deve-se decidir a
fração do tráfego que deve ser enviado em cada uma delas. Exemplificando: Um
pacote que iria de X para Y, só pode passar por Z se a distância entre Z e Y for menor
que a distância entre X e Y. Com isso, são determinadas todas as rotas secundárias
que alcançarão um determinado nó.
Parte prática
Neste exercício, usaremos interfaces seriais DCE (Data Communications Equipment,
Data Circuit-terminating Equipment). O DCE serve para realizar algumas tarefas
importantes na transmissão de dados entre dois dispositivos como determinar a
frequência de clock, a determinação dos erros de transmissão e a codificação, enfim a
definição de como se envia e como se recebem os dados. Isso significa que um DCE
pode ser um dispositivo ligado diretamente ao roteador ou uma interface com estas
capacidades.
Dadas as quantidades de configurações a serem feitas, é muito importante organizar-
se para não se perder. Qualquer trabalho efetuado em redes de computadores deve
ser registrado para referência futura. Não confie apenas na sua memória: em instantes
esquecemos qual host configuramos com qual IP ou qual rota foi definida.
A figura seguinte ilustra o diagrama de conexões deste exercício. Anote nele os
endereços de rede e os endereços das interfaces com IPs estáticos (Routers e
Servers). Isto evitará que você se perca durante o processo de construção e
configuração e ajudará na compreensão do funcionamento do conjunto.
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Laboratório de Redes – Prof. Wilson – Roteamento Estático x Roteamento Dinâmico
17
Construção da Rede
Inicie o Cisco Packet Tracer
1. Na área de trabalho, inclua:
• Três switches (Switches => 2950-24 – switch de 24 portas)
• Três servidores (end devices => Generic [Server-PT])
• Três roteadores (Routers => Generic [Router-PT])
2. Interligue o Switch0 ao Router0 o Switch1 ao Router1 e o Switch2 ao Router2
usando a conexão por cabo reto (straight). Em cada switch conecte um dos
servidores também usando conexão por cabo reto (straight).
• Connections => Cooper Staright-Through
• Use as portas Fast Ethernet (fa).
3. Interligue os Routers usando a conexão Serial DCE.
Use a figura ao lado como referência.
• Connections => Serial DCE
• Use as portas seriais.
Router0 (Se3/0) Router1 (Se2/0)
Router0 (Se2/0) Router2 (Se2/0)
Router1 (Se3/0) Router2 (Se3/0)
4. No Server0, coloque o IP [Link]/24 (IP estático)
• Clique sobre o Server0 => aba Desktop => IP configuration
IP Address [Link]
Subnet Mask [Link]
Default Gateway [Link]
5. Configure o serviço DHCP no Server0
• Clique sobre o Server0 => aba Config => coluna da esquerda, botão DHCP.
• Verifique e alimente os campos
Default gateway: deve-se declarar o roteador gatway da rede. Coloque [Link]
DNS Server: declara-se qual será o servidor de nome de domínios – não é o caso.
Start IP Address: endereço inicial a ser fornecido. Coloque em [Link]
Subnet Mask: máscara de rede, de acordo com o IP. Coloque [Link]
Maximum Number of Users: número de hosts da rede. Coloque 20.
• Clique no botão [ Save ] para efetivar as configurações.
6. No Server1, coloque o IP [Link]/24 (IP estático)
• Clique sobre o Server1 => aba Desktop => IP configuration
IP Address [Link]
Subnet Mask [Link]
Default Gateway [Link]
7. Configure o serviço DHCP no Server1
• Clique sobre o Server1 => aba Config => coluna da esquerda, botão DHCP.
• Verifique e alimente os campos
Default gateway: deve-se declarar o roteador gatway da rede. Coloque [Link]
DNS Server: declara-se qual será o servidor de nome de domínios – não é o caso.
Start IP Address: endereço inicial a ser fornecido. Coloque em [Link]
Subnet Mask: máscara de rede, de acordo com o IP. Coloque [Link]
Maximum Number of Users: número de hosts da rede. Coloque 20.
• Clique no botão [ Save ] para efetivar as configurações.
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Laboratório de Redes – Prof. Wilson – Roteamento Estático x Roteamento Dinâmico
18
8. No Server2, coloque o IP [Link]/24 (IP estático)
• Clique sobre o Server1 => aba Desktop => IP configuration
IP Address [Link]
Subnet Mask [Link]
Default Gateway [Link]
9. Configure o serviço DHCP no Server2
• Clique sobre o Server2 => aba Config => coluna da esquerda, botão DHCP.
• Verifique e alimente os campos
Default gateway: deve-se declarar o roteador gatway da rede.
Coloque [Link]
DNS Server: declara-se o servidor de nome de domínios – não é o caso.
Start IP Address: endereço inicial a ser fornecido. Coloque em [Link]
Subnet Mask: máscara de rede, de acordo com o IP. Coloque [Link]
Maximum Number of Users: número de hosts da rede. Coloque 20.
• Clique no botão [ Save ] para efetivar as configurações.
10. Na área de trabalho, inclua:
• Nove PCs (end devices >> generic [PC-PT])
11. No switch0, conecte de PC0 a PC2; no switch1, conecte de PC3 a PC5; no
switch2, conecte de PC6 a PC8. Interligue todos os hosts aos switches usando a
conexão por cabo reto (straight).
• Connections => Cooper Staright-Through
• Use as portas Fast Ethernet de cada host.
12. Coloque todos os PCs para solicitar IP (IP dinâmico).
• Clique sobre o PC => aba Desktop => IP configuration => DHCP
13. Teste as conexões de rede:
• Abra o prompt de comandos no PC0 e verifique o IP (ipconfig)
• Anote o IP de PC0: PC0 = ______________________
• Teste a conectividade com o restante da rede com o ping (em broadcast): ping
[Link]
• Verifique se todas as máquinas de sua rede respondem. Verifique também o TTL
indicado.
• Abra o prompt de comandos no PC3 e verifique o IP (ipconfig)
• Anote o IP de PC3: PC3 = ______________________
• Teste a conectividade com o restante da rede com o ping (em broadcast):
ping [Link]
• Verifique se todas as máquinas de sua rede respondem.
Verifique também o TTL indicado: TTL = __________
• Abra o prompt de comandos no PC6 e verifique o IP (ipconfig)
• Anote o IP de PC6: PC6 = ______________________
• Teste a conectividade com o restante da rede com o ping (em broadcast):
ping [Link]
• Verifique se todas as máquinas de sua rede respondem.
Verifique também o TTL indicado: TTL = __________
• Use o mapa da próxima página como exemplo e anote nele os IPs das interfaces
para facilitar as análises.
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Laboratório de Redes – Prof. Wilson – Roteamento Estático x Roteamento Dinâmico
19
Os roteadores têm portas Fast Ethernet (Fa) e Seriais DCE (Se). Estas portas iniciam
em “off” por default.
Os cabos que os roteadores devem estar fora de operação (conexões vermelhas).
Ao posicionar o mouse sobre o roteador, podemos verificar o status das portas (Link
Down, IP Address <not set>):
As redes LAN devem operar normalmente na forma individual, mas ainda não trocam
informações entre si.
Roteamento estático
Vamos configurar as portas dos roteadores manualmente usando a interface gráfica
(GUI – graphic user interface).
14. Configure as interfaces de rede do Router0:
• Clique sobre o Router0. Escolha a aba Config.
• Clique sobre FastEthernet0/0 e configure:
IP Address [Link]
Subnet Mask [Link]
Port Status on
Responda: Qual a classe desta rede? Classe ________
• Clique sobre Serial2/0 e configure:
IP Address [Link]
Subnet Mask [Link]
Port Status on
Clock Rate escolha 1200
Responda: Qual a classe desta rede? Classe ________
• Clique sobre Serial3/0 e configure:
IP Address [Link]
Subnet Mask [Link]
Port Status on
Clock Rate escolha 9600
Responda: Qual a classe desta rede? Classe ________
15. Configure as interfaces de rede do Router1:
• Clique sobre o Router1. Escolha a aba Config.
• Clique sobre FastEthernet0/0 e configure:
IP Address [Link]
Subnet Mask [Link]
Port Status on
Responda: Qual a classe desta rede? Classe ________
• Clique sobre Serial2/0 e configure:
IP Address [Link]
Subnet Mask [Link]
Port Status on
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Laboratório de Redes – Prof. Wilson – Roteamento Estático x Roteamento Dinâmico
20
Clock Rate ? ________________ (anote o clock rate que deve ser usado)
Responda: Qual a classe desta rede? Classe ________
• Clique sobre Serial3/0 e configure:
IP Address [Link]
Subnet Mask [Link]
Port Status on
Clock Rate escolha 64000
Responda: Qual a classe desta rede? Classe ________
16. Configure as interfaces de rede do Router2:
• Clique sobre o Router2. Escolha a aba Config.
• Clique sobre FastEthernet0/0 e configure:
IP Address [Link]
Subnet Mask [Link]
Port Status on
Responda: Qual a classe desta rede? Classe ________
• Clique sobre Serial2/0 e configure:
IP Address [Link]
Subnet Mask [Link]
Port Status on
Clock Rate ? ________________ (anote o clock rate que deve ser usado)
Responda: Qual a classe desta rede? Classe ________
• Clique sobre Serial3/0 e configure:
IP Address [Link]
Subnet Mask [Link]
Port Status on
Clock Rate ? ________________ (anote o clock rate que deve ser usado)
Responda: Qual a classe desta rede? Classe ________
17. Configure a rota entre as redes (rota estática):
• Em cada Roteador, na aba Config, clique sobre Static
Configure a rede de destino, máscara e próximo salto (next hope), como indicado:
Router0 Router1 Router2
18. Teste a conexão entre as redes:
• Abra o prompt de comandos no PC0 e verifique o IP (ipconfig).
• Analise a resposta e confirme o endereço da rede em que você está.
• Teste a conectividade com os hosts das outras redes.
ping __________________________ (anote o IP de PC3) – TTL = ___________
ping __________________________ (anote o IP de PC6) – TTL = ___________
• Verifique o parâmetro TTL – há o decréscimo de uma unidade por roteador.
• Verifique o traçado da rota até o destino (de PC0 para PC3 e PC6)
tracert ________________________ (anote o IP de PC3)
Verifique a listagem obtida e interprete o ocorrido.
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tracert ________________________ (anote o IP de PC6)
Verifique a listagem obtida e interprete o ocorrido.
• Abra o prompt de comandos no PC3 e verifique o IP (ipconfig).
• Analise a resposta e confirme o endereço da rede em que você está.
• Teste a conectividade com os hosts das outras redes
ping __________________________ (anote o IP de PC0) – TTL = ___________
ping __________________________ (anote o IP de PC6) – TTL = ___________
• Verifique o parâmetro TTL – há o decréscimo de uma unidade por roteador.
• Verifique o traçado da rota até o destino (de PC3 para PC0 e PC6)
tracert ________________________ (anote o IP de PC0)
Verifique a listagem obtida e interprete o ocorrido.
tracert ________________________ (anote o IP de PC6)
Verifique a listagem obtida e interprete o ocorrido.
• Abra o prompt de comandos no PC6 e verifique o IP (ipconfig).
• Analise a resposta e confirme o endereço da rede em que você está.
• Teste a conectividade com os hosts das outras redes
ping __________________________ (anote o IP de PC3) – TTL = ___________
ping __________________________ (anote o IP de PC0) – TTL = ___________
• Verifique o parâmetro TTL – há o decréscimo de uma unidade por roteador.
• Verifique o traçado da rota até o destino (de PC6 para PC3 e PC0)
tracert ________________________ (anote o IP de PC3)
Verifique a listagem obtida e interprete o ocorrido.
tracert ________________________ (anote o IP de PC0)
Verifique a listagem obtida e interprete o ocorrido.
19. Teste os domínios de rede:
• Abra o prompt de comandos no PC0 e verifique o IP (ipconfig)
• Teste a conectividade com o restante da rede com o ping (em broadcast)
ping [Link]
• Verifique se todas as máquinas das duas redes respondem.
• Abra o prompt de comandos no PC3 e verifique o IP (ipconfig)
• Teste a conectividade com o restante da rede com o ping (em broadcast)
ping [Link]
• Verifique se todas as máquinas das duas redes respondem.
• Abra o prompt de comandos no PC6 e verifique o IP (ipconfig)
• Teste a conectividade com o restante da rede com o ping (em broadcast)
ping [Link]
• Verifique se todas as máquinas das duas redes respondem.
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Laboratório de Redes – Prof. Wilson – Roteamento Estático x Roteamento Dinâmico
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20. Delete a conexão entre o Router0 e o Router2, conforme ilustra a figura.
• Refaça os teste de conectividade entre as redes
descrito no item 18 e responda:
a) Quais redes foram afetadas?
b) Detalhe sua resposta, indicando qual rede deixou
de conectar-se com qual outra rede.
Sugestão do professor: Refaça a conexão entre Router0 e o Router2. Salve esta simulação
com o nome de “roteamento estático” para o caso de revê-la e facilitar a comparação com o
roteamento dinâmico (próxima etapa).
Roteamento dinâmico
21. A partir da simulação anterior, Remova toda configuração de roteamento estático.
• Clique sobre o Roter0, escolha a aba Config e o botão Static
• Na caixa Network Address, clique sobre cada configuração e clique sobre o botão
Remove.
• Repita a operação para o Router1
• Repita a operação para o Router2
22. Configure o roteamento no Router0 usando o RIP (Route Information Protocol)
• Clique sobre o Router0, escolha a aba Config e o botão RIP
• No campo Network, declare as redes em que o Router0 participa:
A caixa Network Address deverá apresentá-las como a seguir:
Router0:
23. Configure o roteamento estático no Router1 usando o RIP (Route Information
Protocol)
• Clique sobre o Router1, escolha a aba Config e o botão RIP
• No campo Network, declare as redes em que o Router1 participa:
A caixa Network Address deverá apresentá-las:
Router1: (anote as rotas que estão diretamente conectadas)
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____________________
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Laboratório de Redes – Prof. Wilson – Roteamento Estático x Roteamento Dinâmico
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24. Configure o roteamento estático no Router2 usando o RIP (Route Information
Protocol)
• Clique sobre o Router2, escolha a aba Config e o botão RIP
• No campo Network, declare as redes em que o Router2 participa:
A caixa Network Address deverá apresentá-las:
Router2: (anote as rotas que estão diretamente conectadas)
____________________
____________________
____________________
25. Teste a conexão entre as redes e compare com o verificado no teste do item 18
deste exercício (rotas estáticas)
• Abra o prompt de comandos no PC0 e verifique o IP (ipconfig).
• Analise a resposta e confirme o endereço da rede em que você está.
• Teste a conectividade com os hosts das outras redes
ping __________________________ (anote o IP de PC3) – TTL = ___________
ping __________________________ (anote o IP de PC6) – TTL = ___________
• Verifique o parâmetro TTL – há o decréscimo de uma unidade por roteador.
• Verifique o traçado da rota até o destino (de PC0 para PC3 e PC6)
tracert ________________________ (anote o IP de PC3)
Verifique a listagem obtida e interprete o ocorrido.
tracert ________________________ (anote o IP de PC6)
Verifique a listagem obtida e interprete o ocorrido.
• Abra o prompt de comandos no PC3 e verifique o IP (ipconfig).
• Analise a resposta e confirme o endereço da rede em que você está.
• Teste a conectividade com os hosts das outras redes
ping __________________________ (anote o IP de PC0) – TTL = ___________
ping __________________________ (anote o IP de PC6) – TTL = ___________
• Verifique o parâmetro TTL – há o decréscimo de uma unidade por roteador.
• Verifique o traçado da rota até o destino (de PC3 para PC0 e PC6)
tracert ________________________ (anote o IP de PC0)
Verifique a listagem obtida e interprete o ocorrido.
tracert ________________________ (anote o IP de PC6)
Verifique a listagem obtida e interprete o ocorrido.
• Abra o prompt de comandos no PC6 e verifique o IP (ipconfig).
• Analise a resposta e confirme o endereço da rede em que você está.
• Teste a conectividade com os hosts das outras redes
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ping __________________________ (anote o IP de PC3) – TTL = ___________
ping __________________________ (anote o IP de PC0) – TTL = ___________
• Verifique o parâmetro TTL – há o decréscimo de uma unidade por roteador.
• Verifique o traçado da rota até o destino (de PC6 para PC3 e PC0)
tracert ________________________ (anote o IP de PC3)
Verifique a listagem obtida e interprete o ocorrido.
tracert ________________________ (anote o IP de PC0)
Verifique a listagem obtida e interprete o ocorrido.
26. Delete a conexão entre o Router0 e o Router2, conforme ilustra a figura.
• Refaça os testes de conectividade entre as
redes, descrito no item 25, e responda:
a) Alguma rede perdeu conectividade com
alguma outra?
b) Detalhe sua resposta, indicando qual a
diferença notada na entrega dos pacotes.
Sugestão do professor: salve esta simulação com o nome de “roteamento dinâmico”
para o caso de revê-la e facilitar a comparação com o roteamento estático.
27. Encerre o Cisco Packet Tracer e responda:
c) O que ocorre, diante de uma falha em um link de backbone, no uso do roteamento
estático?
d) Quais as possibilidades de restaurar as conexões perdidas em uma falha em rotas
estáticas?
e) O que ocorre, diante de uma falha em um link de backbone, no uso do roteamento
dinâmico?
f) O que é DCE?
g) O que representa o clock rate nas conexões por interface DCE (seriais)?
h) O que representa o TTL apresentado na resposta do comando “ping”?
i) O que faz o comando “tracert”?
j) Neste exercício, quantas redes foram configuradas?
k) Quais os endereços de cada rede?
l) Quais os endereços de broadcast de cada rede?
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Laboratório de Redes – Prof. Wilson – Roteamento Estático x Roteamento Dinâmico
25
Serviços entre Redes – DNS & HTTP
Construção da Rede
Inicie o Cisco Packet Tracer
1. Na área de trabalho, inclua:
• Seis switches (Switches => 2950-24 – switch de 24 portas)
• Seis servidores (end devices => Generic [Server-PT])
• Seis roteadores (Routers => Generic [Router-PT-Empty] – é o último roteador, à
direita)
• doze PCs (end devices => generic [PC-PT])
2. Os roteadores estão sem interfaces de rede. Você deve equipá-lo conforme sua
necessidade.
• Clique sobre o roteador a ser equipado
• Na visualização do equipamento (imagem), procure o botão on/off e desligue o
equipamento.
• Os slots para equipar o router são contados da direita para a esquerda.
• Na aba Physical, coluna Modules, escolha:
PT-ROUTER-NM-1CFE (Fast Ethernet Interface) – insira uma interface no primeiro
slot, à direita.
PT-ROUTER-NM-1FGE (Gigabit Fiber) – insira duas interfaces (nos slots vazios
seguintes, à direita)
• Na imagem, procure o botão on/off e religue o equipamento
Com isto os roteadores contarão com as interfaces fa0/0, Gig1/0 e Gig2/0. A escolha
dos slots da direita para a esquerda garante esta configuração (Fast Ethernet no slot
0, Gigabit Fiber nos slots 1 e 2)
3. Interligue o Switch0 ao Router0, Switch1 ao Router1, Switch2 ao Router2, Switch3
ao Router3, Switch4 ao Router4 e Switch5 ao Router5 usando a conexão por cabo
reto (straight). Em cada switch conecte os respectivos servidores também usando
conexão por cabo reto (straight).
• Connections => Cooper Staright-Through
• Use as portas Fast Ethernet (fa).
4. Forme as redes LAN interligando os PCs aos switches:
PC0, PC1 e PC2 Switch0
PC3, PC4 e PC5 Switch2
PC6, PC7 e PC8 Switch3
PC9, PC10 e PC11 Switch5
Dada a quantidade de equipamentos, podemos representar as redes LAN individuais
por intermédio de Clusters.
Um Cluster, em informática, é um aglomerado de equipamentos de processamento
distribuído (rede).
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Laboratório de Redes – Prof. Wilson – Serviços entre Redes – DNS & HTTP
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5. Caso deseje (opcional), forme os Clusters para facilitar a visualização do conjunto
de redes:
• Para formar um Cluster, clique na área de trabalho e arraste o mouse de forma a
selecionar os equipamentos desejados. Selecionados os equipamentos, clique
sobre o submenu [New Cluster] (linha alaranjada). Uma nuvem é exibida,
indicando o Cluster. Clicando sobre o Cluster desejado, podemos visualizar os
equipamentos em seu interior. Para voltar à visualização anterior, clique em [Back].
Para voltar a exibição sem o Cluster, clique sobre a ferramenta de deleção (X, no
menu à direita) e sobre o Cluster a ser desfeito; confirme a deleção.
Cluster0 Server0, Switch0, PC0, PC1, PC2
Cluster1 Server1, Switch1
Cluster2 Server2, Switch2, PC3, PC4, PC5
Cluster3 Server3, Switch3, PC6, PC7, PC8
Cluster4 Server4, Switch4
Cluster5 Server5, Switch5, PC9, PC10, PC11
6. Interligue os Routers usando cabos de fibra ótica.
• Connections => Fiber
Router0 – Gig1/0 Router1 – Gig1/0
Router1 – Gig2/0 Router2 – Gig2/0
Router2 – Gig1/0 Router3 – Gig1/0
Router3 – Gig2/0 Router4 – Gig2/0
Router4 – Gig1/0 Router5 – Gig1/0
Router5 – Gig2/0 Router0 – Gig2/0
7. Os servidores Server0, Server2, Server3 e Server5 devem ser configurados como
o DHCP de suas respectivas redes.
Utilize como endereço fixo do servidor, o último endereço de host rede (254).
O default gateway será o primeiro endereço de host da rede (1).
O DNS Server deste conjunto será o Server4: coloque [Link]
Maximum Number of Users dos DHCPs: Coloque 20.
Start IP Address: endereço inicial a ser fornecido. Coloque a patir do host 100 de
cada rede.
Os parâmetros de configuração básica (Gateway, DNS Server) dos Servers podem
ser feitos na aba Config, botão Settings.
• Rede 0 = [Link]
Server0 (IP) = _______________________ (anote o IP do Server0)
Default Gateway (IP) = _______________________ (Router__)
• Rede 2 = [Link]
Server2 (IP) = _______________________ (anote o IP do Server2)
Default Gateway (IP) = _______________________ (Router__)
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Laboratório de Redes – Prof. Wilson – Serviços entre Redes – DNS & HTTP
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• Rede 3 = [Link]
Server3 (IP) = _______________________ (anote o IP do Server3)
Default Gateway (IP) = _______________________ (Router__)
• Rede 5 = [Link]
Server5 (IP) = _______________________ (anote o IP do Server5)
Default Gateway (IP) = _______________________ (Router__)
8. Coloque todos os PCs para solicitar IP (IP dinâmico).
• Clique sobre o PC => aba Desktop => IP configuration => DHCP
9. Teste as conexões de rede:
• Abra o prompt de comandos no PC0 e verifique o IP (ipconfig)
Anote o IP de PC0: PC0 = ______________________
• Teste a conectividade com o restante da rede com o ping (em broadcast): ping
[Link]
• Verifique se todas as máquinas de sua rede respondem. Verifique também o TTL
indicado.
• Abra o prompt de comandos no PC3 e verifique o IP (ipconfig)
Anote o IP de PC3: PC3 = ______________________
• Teste a conectividade com o restante da rede com o ping (em broadcast): ping
[Link]
• Verifique se todas as máquinas de sua rede respondem. Verifique também o TTL
indicado.
• Abra o prompt de comandos no PC6 e verifique o IP (ipconfig)
Anote o IP de PC6: PC6 = ______________________
• Teste a conectividade com o restante da rede com o ping (em broadcast): ping
[Link]
• Verifique se todas as máquinas de sua rede respondem. Verifique também o TTL
indicado.
• Abra o prompt de comandos no PC9 e verifique o IP (ipconfig)
Anote o IP de PC9: PC9 = ______________________
• Teste a conectividade com o restante da rede com o ping (em broadcast): ping
[Link]
• Verifique se todas as máquinas de sua rede respondem. Verifique também o TTL
indicado.
• Use a figura a seguir como referência para facilitar as análises.
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10. Nos Servers que faltam (Server1 e Server4), coloque as seguintes configurações:
Server1: Server4:
IP Address: [Link]/8 IP Address: [Link]/16
Default Gateway: [Link] Default Gateway: [Link]
DNS Server: [Link] DNS Server: [Link]
As redes LAN devem operar normalmente na forma individual, mas ainda não trocam
informações entre si.
Roteamento
11. Configure o IP das interfaces para cada roteador.
Clique sobre o Roter0, escolha a aba Config
Sob o botão INTERFACE deverão ser visíveis as interfaces adicionadas
Os endereços de hosts usados pelas redes entre roteadores serão de sua escolha,
porém mantendo-se os endereços das redes.
• FastEthernet0/0 – configure como default gateway da respectiva rede local
• GigabitEthernet1/0 – configure obedecendo o indicado na figura da página anterior.
• GigabitEthernet2/0 – configure obedecendo o indicado na figura da página anterior.
• Não esqueça de ativar cada interface (port status = on)
12. Configure o roteamento dinâmico em cada Router usando o RIP (Route
Information Protocol)
• Clique sobre o Router, escolha a aba Config e o botão RIP
• No campo Network, declare as redes em que o Router participa. A caixa Network
Address deverá apresentá-las. Anote as configurações no quadro a seguir:
Tabelas RIP
Router0: Router1: Router2:
_________________ _________________ _________________
_________________ _________________ _________________
_________________ _________________ _________________
Router3: Router4: Router5:
_________________ _________________ _________________
_________________ _________________ _________________
_________________ _________________ _________________
13. Teste a conexão entre as [Link] o prompt de comandos em um host de
cada rede. Use como destinos, Server1 e Server4. Verifique o TTL obtido.
Verifique também, o traçado da rota. Complete a tabela a seguir com os
parâmetros indicados:
____________________________________________________________________________________
Laboratório de Redes – Prof. Wilson – Serviços entre Redes – DNS & HTTP
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PC0 PC3 PC6 PC9
ping [Link] ping [Link] ping [Link] ping [Link]
TTL=______ TTL=______ TTL=______ TTL=______
tracert [Link] tracert [Link] tracert [Link] tracert [Link]
Qtdd routers= _____ Qtdd routers= _____ Qtdd routers= _____ Qtdd routers= _____
---------------- ---------------- ---------------- ----------------
ping [Link] ping [Link] ping [Link] ping [Link]
TTL=______ TTL=______ TTL=______ TTL=______
Tracert [Link] Tracert [Link] Tracert [Link] Tracert [Link]
Qtdd routers= _____ Qtdd routers= _____ Qtdd routers= _____ Qtdd routers= _____
14. Delete a conexão entre o Router0 e o Router1 (rede [Link]) e repita os testes de
conexão entre as redes. Aguarde alguns momentos para refazer o teste devido a
atualização das tabelas dos Routers.
PC0 PC3 PC6 PC9
ping [Link] ping [Link] ping [Link] ping [Link]
TTL=______ TTL=______ TTL=______ TTL=______
tracert [Link] tracert [Link] tracert [Link] tracert [Link]
Qtdd routers= _____ Qtdd routers= _____ Qtdd routers= _____ Qtdd routers= _____
---------------- ---------------- ---------------- ----------------
ping [Link] ping [Link] ping [Link] ping [Link]
TTL=______ TTL=______ TTL=______ TTL=______
Tracert [Link] Tracert [Link] Tracert [Link] Tracert [Link]
Qtdd routers= _____ Qtdd routers= _____ Qtdd routers= _____ Qtdd routers= _____
Compare as tabelas e traçados de rotas obtidos nos itens 13 e 14 e conclua sobre as
diferenças.
Servidor de páginas web – HTTP (Hipertext Transfer Protocol)
15. Configure o Server1 como servidor de páginas
• Clique sobre o Server1 e escolha a aba Config
• Na coluna à esquerda, clique sobre o serviço HTTP.
A direita aparecerá o script (código) em linguagem HTML de uma página WEB.
Onde está escrito “Cisco Packet Tracer”, substitua por “Eletrônica”.
• Feche a janela do Server1.
16. Teste o acesso à página WEB recém criada.
• Clique sobre o PC0.
• Na aba Desktop, escolha Web Browser
• No campo URL, digite: [Link] e dê enter ou tecle em [ Go ]
• Verifique se a página é corretamente exibida
____________________________________________________________________________________
Laboratório de Redes – Prof. Wilson – Serviços entre Redes – DNS & HTTP
31
Servidor DNS (Domain Name Server)
Na prática não é comum o acesso à página pelo IP. Configurando um DNS (e
indicando para a rede qual é o DNS), pode-se substituir o IP por um nome de domínio.
17. Configure o Server4 como servidor DNS
• Clique sobre o Server4 e escolha a aba Config
• Na coluna à esquerda, clique sobre o serviço DNS.
No campo Name, coloque o domínio desejado. Exemplo: [Link]
No campo Address, declare o servidor da página. No caso: [Link]
• Feche a janela do Server4.
18. Teste o acesso à página WEB por nome de domínio.
• Clique sobre o PC0.
• Na aba Desktop, escolha Web Browser
• No campo URL, digite: [Link] e dê [enter] ou clique em [ Go ]
• Verifique se a página é corretamente exibida
Alterando o código HTML da página
Podemos construir páginas básicas para simular um ambiente realista com hiperlinks
exibição de figuras.
19. Altere o código de página web no Server1 para exibição de figuras.
• Clique sobre o Server1, aba Config, serviço HTTP.
• Altere o código html para o seguinte:
<html> inicio do código html
<body bgcolor='white'> define cor do corpo da página
<center><font size='+2' color='blue'>..:: Eletrônica ::..</font></center> topo da página
<hr>Bem vindo à página da Eletrônica. linha + texto
parágrafo + texto
<p> Links rápidos: mudança de linha e hiperlink
<br><a href='[Link]'> Uma pequena página </a> mudança de linha e hiperlink
<br><a href='[Link]'> Copyrights </a> mudança de linha e hiperlink
<br><a href='[Link]'> Imagens </a> mudança de linha e hiperlink
<br><a href='pics/[Link]'> Ohm & Joule </a> encerra o corpo da página
</body> fim do código html
</html>
• Clique sobre [ > ] até exibir o código da página 3/3 (File Name: [Link])
Altere o código para o seguinte:
<html>
<body bgcolor=’yellow’>
<center><font size='+2' color='green'>Imagens Diversas</font></center>
<p>Conjunto de imagens selecionadas</p>
<p>
<a href='pics/[Link]'><img src="pics/[Link]" width=100 /></a>
<a href='pics/[Link]'><img src="pics/[Link]" width=100 /></a>
<a href='pics/[Link]'><img src="pics/[Link]" width=100 /></a>
<a href='pics/[Link]'><img src="pics/[Link]" width=100 /></a>
<a href='pics/[Link]'><img src="pics/[Link]" width=100 /></a>
</p>
____________________________________________________________________________________
Laboratório de Redes – Prof. Wilson – Serviços entre Redes – DNS & HTTP
32
<p>
<a href='pics/[Link]'><img src="pics/[Link]" width=100 /></a>
<a href='pics/[Link]'><img src="pics/[Link]" width=100 /></a>
<a href='pics/[Link]'><img src="pics/[Link]" width=100 /></a>
<a href='pics/[Link]'><img src="pics/[Link]" width=100 /></a>
<a href='pics/[Link]'><img src="pics/[Link]" width=100 /></a>
</p>
<p>
<a href='pics/[Link]'><img src="pics/[Link]" width=100 /></a>
<a href='pics/[Link]'><img src="pics/[Link]" width=100 /></a>
<a href='pics/[Link]'><img src="pics/[Link]" width=100 /></a>
<a href='pics/[Link]'><img src="pics/[Link]" width=100 /></a>
<a href='pics/[Link]'><img src="pics/[Link]" width=100 /></a>
</p>
<br><a href='[Link]'>Back</a>
</body>
</html>
• Pegue, com o professor, as figuras referentes a este código. As figuras ([Link] a
[Link]) devem ficar dentro da pasta “pics” e a pasta deve ficar no mesmo local
onde está a simulação (arquivo .pkt). Caso deseje usar suas próprias imagens, use
arquivos pequenos: 40KB ou menores.
20. Após os testes e verificação de funcionamento, mostre ao professor e tire suas
dúvidas.
21. Pegue outras figuras (pode ser com o professor) e construa outras páginas em
novos servidores. Não se esqueça de criar domínios no DNS Server.
22. Salve o arquivo, encerre o Cisco Packet Tracer e responda:
a) O que ocorre, diante de uma falha em um link de backbone, no uso do roteamento
dinâmico?
b) O que representa o TTL apresentado na resposta do comando “ping”?
c) O que faz o comando “tracert”?
d) O que faz o serviço HTTP?
e) O que faz o serviço DNS?
f) Neste exercício, quantas redes foram configuradas?
g) Quais os endereços de cada rede?
____________________________________________________________________________________
Laboratório de Redes – Prof. Wilson – Serviços entre Redes – DNS & HTTP
33
Acesso de LAN e WLAN à WAN por ADSL
Para este exercício partiremos da atividade onde construímos redes para verificação
dos serviços DNS & HTTP executada anteriormente.
Inicie o Cisco Packet Tracer
Abra o exercício citado.
A figura ao lado representa tal
simulação. Ela representa uma WAN
com diversos serviços. Note que há
quatro redes em destaque. Cada
uma delas pode representar um
provedor de acesso, com seu Server
e outras máquinas de
gerenciamento.
Neste exercício vamos eleger uma
das redes em destaque como
provedor de acesso e simular uma
conexão ADSL de um cliente.
Para isso vamos utilizar o recurso de
WAN Emulation do Cisco Packet
Tracer.
Procure no canto inferior esquerdo
da tela por uma figura de nuvem
com o label Wan Emulation (cuidado
para não confundir com a nuvem
Multiuser). Inclua a nuvem Generic
(Cloud-PT) na área de trabalho,
próximo ao Switch5 (Rede
[Link]). Inclua também um
DSL modem.
Interligue a nuvem ao Switch5
usando um cabo cross (Cooper
Cross-Over). Para isso use a porta
Ethernet6 da Cloud-PT e qualquer
porta do Switch5.
Em Connections, selecione Phone e
interligue o Modem4 da Cloud-PT e
Port 0 do DSL Modem
____________________________________________________________________________________
Laboratório de Redes – Prof. Wilson – Acesso de LAN e WLAN à WAN por ADSL
34
Feito isso, é interessante selecionar todas as redes do exercício anterior e agrupá-las
em um cluster, como mostrado na figura a seguir:
A WAN Emulation (Cloud-PT) deve ser configurada.
• Clique sobre ela. Escolha a aba Config.
• Clique no botão DSL. Note que o Modem4 e a Ethernet6 já estão identificadas
como ativas.
• Clique no botão ADD.
Coloque um microcomputador (PC-PT) e interligue o PC (FastEthernet) ao modem
(Port 1) usando um cabo reto (Copper Straight-Through).
Configure o PC para adquirir IP dinâmico.
Anote o IP atribuído: ___________________________
Abra o command prompt e verifique as configurações IP pelo comando: ipconfig /all
Responda: De onde vieram estas configurações? _____________________________
_____________________________________________________________________
_____________________________________________________________________
Teste a conexão do PC-PT com a WAN pelo Web Browser: acesse [Link]
(ou outro site que você tenha criado no exercício anterior) e verifique se funciona. Não
esqueça que, para visualizar figuras nas simulações, elas devem estar na pasta e no
local corretos (vide exercício anterior).
____________________________________________________________________________________
Laboratório de Redes – Prof. Wilson – Acesso de LAN e WLAN à WAN por ADSL
35
A WLAN do usuário final
Exclua o PC-PT e coloque, em seu lugar, um roteador sem fio e três Laptops:
Wireless Devices >> LinkSys
End Devices >> Generic (Laptop-PT)
Conecte o roteador (porta Internet) ao modem (Port 1) usando um cabo reto (Copper
Straight-Through).
Configure os Laptops para conexão sem fio (wireless)
• Clique sobre o Laptop, escolha a aba physical.
• Desligue o Laptop (botão próximo ao “cabo de alimentação”)
• Remova a interface física (RJ45) – clique e arraste para o canto inferior direito
da tela
• Coloque a interface wireless (botão Linksys WPC-300N)
• Religue o Laptop
Refaça esta operação para os outros dois laptops.
A figura a seguir mostra os Laptops conectados e prontos para conectar a “Internet”.
Teste os acessos dos Laptops com a WAN usando o Web Browser de cada um.
• Caso não funcione, clique sobre o roteador, aba Config, botão Internet. Em
Connection Type, coloque em Static e volte para DHCP. Isto forçará a
renovação de configuração IP do router. Teste as conexões dos Laptops com a
WAN novamente. A resposta pode demorar um pouco. Caso ainda não
funcione, peça auxílio ao professor.
Com tudo funcionando, resta apenas configurar uma proteção de acesso à rede sem
fio.
• Clique sobre o roteador Wi-Fi.
• Aba Config >> botão Wireless
Em Wireless Settings coloque:
• SSID = Eletronica assim mesmo, sem acentuação
• Channel = 6
• WPA2-PSK = Einstein
____________________________________________________________________________________
Laboratório de Redes – Prof. Wilson – Acesso de LAN e WLAN à WAN por ADSL
36
Feche a tela do roteador. Note que os Laptops perderam a conexão.
Devemos configurá-los:
• Clique sobre o Laptop
• Aba Config >> botão Wireless
Em Wireless coloque:
• SSID = Eletronica
• WPA2-PSK = Einstein
Com isto, este Laptop deve recuperar a conexão.
Repita este procedimento para os outros Laptops.
Verifique as configurações IP de cada Laptop: ipconfig /all
Teste a conectividade dos Laptops com a WAN através do Web Browser de cada um.
Abra o Prompt Command em um dos Laptops e teste, com o ping, a conexão para a
página:
• ping [Link] ou outro site que você tenha criado
• Anote o IP do host que responde:
______________________
Salve o arquivo, encerre o Cisco Packet Tracer e responda:
a) Quem fornece as configurações de IP para que o usuário final possa navegar
na Internet?
b) Na rede sem fio do usuário final (WLAN), quem forneceu as configurações aos
Laptops?
c) Como é fornecida a configuração de DNS Server aos Laptops?
d) Ao enviar ping para um domínio, quem responde é um IP. Por quê?
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Laboratório de Redes – Prof. Wilson – Acesso de LAN e WLAN à WAN por ADSL
37
VLAN estática em Switch
Introdução teórica
Existem dois tipos básicos de switches que podem ser usados em redes locais de
computadores: os gerenciáveis e os não-gerenciáveis. Enquanto os switches não-
gerenciáveis são dispositivos indicados para o uso em redes pequenas no lugar dos
hubs, os switches gerenciáveis oferecem um conjunto de características avançadas
com maiores funcionalidades, sendo imprescindíveis em redes de maior porte.
Cada porta de um switch recebe um endereço MAC específico, com caminhos fixos
para os dados entre as portas do dispositivo. Um switch reconhece o endereço físico
(endereço MAC) dos dispositivos a ele conectado para regular o fluxo de tráfego
através da rede. Quando uma mensagem alcança um switch, o mesmo checa o
endereço de destino no frame de dados e o compara com sua tabela de endereços.
Se o endereço corresponder a um dos dispositivos conectados em uma de suas
portas, ele retransmite a mensagem somente para aquela porta. Assim, a transmissão
de dados em um switch é baseada em uma associação estática entre porta e
endereço MAC. Algumas características comuns aos switches incluem a comunicação
full duplex e autonegociação. Outra característica é a auto MDI-MDIX ou autocrossing.
Essa característica elimina a necessidade do uso de cabos cruzados (crossover) para
interconectar os switches. Essa facilidade permite a uniformidade do cabeamento,
permitindo o uso apenas de cabos diretos em toda a rede.
Os switches gerenciáveis permitem ainda aos administradores da rede determinar a
velocidade de operação para uma porta específica, no sentido de otimizar a banda de
passagem e o desempenho global da rede. Como uma rede de computadores
normalmente sofre alterações ao longo do tempo, esse recurso se torna muito útil ao
monitorar e verificar o status dos segmentos em tempo real.
Assim, um comutador ou Switch é um dispositivo utilizado em redes de computadores
para reencaminhar pacotes (frames) entre os diversos nós. Possuem portas, assim
como os concentradores (hubs) a principal diferença é que o comutador segmenta a
rede internamente, sendo que a cada porta corresponde um domínio de colisão
diferente, isto é, não haverá colisões entre pacotes de segmentos diferentes. Outra
importante diferença está ligada à gestão da rede, com um switch gerenciável
podemos criar VLANS, deste modo a rede gerida será divida em menores segmentos,
onde identifica cada porta e envia os pacotes somente para a porta destino, evitando
assim que outros nós recebam os pacotes
As primeiras VLAN's geralmente eram configuradas para reduzir o tamanho do
domínio de colisão em um segmento Ethernet muito extenso para melhorar o
desempenho. Quando os switches descartaram este problema (já que não têm um
domínio de colisão único), as atenções se voltaram para a redução do domínio de
broadcast na camada MAC. Dependendo do tipo de configuração, os usuários ganham
mobilidade física dentro da rede.
VLAN's podem ser estáticas ou dinâmicas:
VLANs estáticas (ou baseadas em portas) são criadas atribuindo-se cada porta de um
comutador a uma VLAN. Quando um novo dispositivo se conecta à rede ele assume a
VLAN da porta à qual ele está ligado. Em caso de mudança, se esse dispositivo for
ligado a uma nova porta por exemplo, para mantê-lo na VLAN original será necessário
que o administrador de rede reconfigure manualmente as associações porta-VLAN.
____________________________________________________________________________________
Laboratório de Redes – Prof. Wilson – VLAN estática em um Switch gerenciável
38
VLANs dinâmicas são criadas e alteradas dinamicamente via software, através de um
servidor VMPS (VLAN Management Policy Server) e de um banco de dados que
armazena os dados dos membros das VLANs. VLANs dinâmicas baseiam-se em
critérios estabelecidos pelo administrador de rede, como o MAC address ou o nome do
usuário de rede de cada dispositivo conectado ao comutador.
O processo de interligar mais de uma VLAN através de um link único é chamado de
trunking. O link é denominado tronco.
Um link de tronco é um canal switch-switch ou switch-roteador, por onde passam
informações originadas por e destinadas a mais de uma VLAN. O link de tronco não
pertence a nenhuma das VLANs individualmente.
Em equipamentos da Cisco, o VTP (VLAN Trunking Protocol) possibilita domínios de
VLAN, os quais podem ajudar em tarefas administrativas. O VTP também permite
"expurgo", assim, o tráfego de uma VLAN específica é direcionado apenas aos
switch's que têm portas naquela VLAN.
Parte prática: Simulação de VLANs estáticas em um Switch gerenciável Cisco
Inicie o Cisco Packet Tracer
1. Na área de trabalho, inclua:
• Um switch (Switches => 2950-24)
• Doze PCs (End Devices => Generic [PC-PT])
2. Interligue todos os hosts ao Switch usando a conexão por cabo reto (straight)
• Connections => Cooper Staright-Through
• Use as portas Fast Ethernet de cada host e use as portas e endereços IP
indicados a seguir:
PC0 [Link]/24 FastEthernet0/1
PC1 [Link]/24 FastEthernet0/2
PC2 [Link]/24 FastEthernet0/3
PC3 [Link]/24 FastEthernet0/4
PC4 [Link]/24 FastEthernet0/5
PC5 [Link]/24 FastEthernet0/6
PC6 [Link]/24 FastEthernet0/7
PC7 [Link]/24 FastEthernet0/8
PC8 [Link]/24 FastEthernet0/9
PC9 [Link]/24 FastEthernet0/10
PC10 [Link]/24 FastEthernet0/11
PC11 [Link]/2 FastEthernet0/12
3. Note que todos os PCs participam do mesmo range de rede.
Abra o prompt de comandos em um dos PCs, execute o ping em broadcast e
verifique quais hosts respondem.
• ping –n 1 [Link]
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Laboratório de Redes – Prof. Wilson – VLAN estática em um Switch gerenciável
39
4. Configure as VLANs 5 e 10 no switch:
>enable
# configure terminal
#hostname EletronicaEinstein
#vlan 5
#name TEORIA
#vlan 10
#name PRATICA
#exit
#int fo/1
#switchport access vlan 5
#int fo/2
#switchport access vlan 5
#int fo/3
#switchport access vlan 5
#int fo/4
#switchport access vlan 5
#int fo/5
#switchport access vlan 10
#int fo/6
#switchport access vlan 10
#int fo/7
#switchport access vlan 10
#int fo/8
#switchport access vlan 10
#switchport mode trunk
#^z
#show vlan brief
5. Verifique as conectividades com o ping em prompt de comandos
Abra o prompt de comandos no PC0, execute o ping em broadcast e verifique
quais hosts respondem.
• ping –n 1 [Link]
6. Verifique as conectividades com o ping em prompt de comandos
Abra o prompt de comandos no PC4, execute o ping em broadcast e verifique
quais hosts respondem.
• ping –n 1 [Link]
7. Verifique as conectividades com o ping em prompt de comandos
Abra o prompt de comandos no PC8, execute o ping em broadcast e verifique
quais hosts respondem.
• ping –n 1 [Link]
8. Troque as portas, no switch, de algumas máquinas:
Troque os cabos de PC1 com PC5 (FastEthernet0/2 com FastEthernet0/6)
Troque os cabos de PC7 com PC11 (FastEthernet0/8 com FastEthernet0/12)
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Laboratório de Redes – Prof. Wilson – VLAN estática em um Switch gerenciável
40
9. Refaça os testes propostos nos itens 5 a 7. Compare com as respostas obtidas
anteriormente e responda. Houve alguma alteração? Quais? Por quê?
10. Salve o arquivo. Encerre o Cisco Packet Tracer.
11. Responda:
a) O que faz o comando “show vlan brief”?
b) As portas fo/9, fo/10, fo/11 e fo/12 não foram alteradas. A qual VLAN elas ficaram
associadas?
c) Caso se mude a porta de conexão de um host que participa de uma VLAN
estática, que cuidado deve ser tomado? (considerando que deva manter a
conectividade com os mesmos)
d) Quais vantagens podem ser encontradas com o uso de VLANs?
e) Como você faria para trocar mensagens entre as VLANs?
f) Neste exercício todos os hosts, das três VLANs, pertencem à mesma faixa de IP. É
possivel configurar um roteador para permitir conectividade entre as VLANs deste
exercício? Por quê?
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Laboratório de Redes – Prof. Wilson – VLAN estática em um Switch gerenciável
41
Telefonia básica IP - VoIP no Cisco Packet Tracer
Introdução teórica:
Voz sobre IP, também chamada de VoIP (Voice over Internet Protocol), telefonia IP,
telefonia Internet, telefonia em banda larga ou voz sobre banda larga é o roteamento
de conversação humana usando a Internet ou qualquer outra rede de computadores
baseada no Protocolo de Internet.
O procedimento consiste em digitalizar a voz em pacotes de dados para que trafegue
pela rede IP e converter em voz novamente em seu destino.
Uma das vantagens que isso pode trazer é que uma conexão de Internet pode se
tornar uma maneira de fazer ligações telefônicas gratuitamente caso a outra ponta
seja um sistema VoIP, ou com grande redução de custo, onde uma chamada
interurbana ou internacional é reduzida ao custo de uma chamada local. Diversos
softwares que tem essa finalidade estão disponíveis de graça, um dos mais famosos é
o Skype.
Podemos utilizar um aparelho telefônico comum para usufruir do sistema VoIP através
do uso de um dispositivo denominado ATA (adaptador telefônico analógico). Este é um
conversor analógico-digital: converte o sinal analógico de voz em dados digitais para
transmissão pela Internet e vice-versa.
Em VoIP, ao tirar o telefone do gancho, um sinal é enviado ao ATA, que o recebe e
envia o tom de discar, indicando assim que há uma conexão ativa com a Internet.
Quando o número do telefone desejado é discado, os tons são convertidos pelo ATA
em dados digitais que são armazenados temporariamente. Os dados do número
telefônico são enviados na forma de uma solicitação para o processador de chamadas
da operadora VoIP. Ela verifica os dados para certificar-se de que estão em um
formato válido, e determina para onde mapear o número telefônico, que ao ser
mapeado é traduzido como um endereço IP. Os dois aparelhos, nos dois lados da
chamada, são então conectados. Uma informação é enviada para o ATA do número
que receberá a chamada, fazendo o aparelho tocar, e quando ele for atendido, uma
sessão é estabelecida entre os dois lados. Durante a conversação, os sistemas
transmitem os pacotes, convertidos pelos ATAs. Ao desligar, o circuito entre o ATA e o
telefone é aberto, encerrando a sessão.
Além dos aparelhos analógicos convencionais, existem também os telefones IP,
parecidos com um telefone comum, mas utilizam conectores RJ-45 ao invés dos
conectores telefônicos padrão RJ-11. Os telefones IP conectam-se diretamente ao
roteador e contêm todo o hardware e software integrado para fazer uma ligação IP,
eliminando a necessidade da utilização de um ATA para essa finalidade.
O órgão responsável pela regulamentação de telecomunicações no Brasil, a ANATEL,
através de um comunicado, clarificou que um provedor VoIP, que não fornece a
estrutura, isto é, não fornece a rede, não precisa de licença da ANATEL. Assim os
provedores VoIP que possuem somente o Servidor e não oferecem o link, não
necessitam da licença.
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Laboratório de Redes – Prof. Wilson – Telefonia básica IP - VoIP
42
O TFTP (Trivial File Transfer Protocol) é um protocolo de transferência de pequenos
arquivos entre máquinas, criado em 1980. Atualmente, com a popularidade do VoIP, o
TFTP tornou-se um protocolo bastante requisitado uma vez que permite de uma forma
muitos simples enviar a configuração automaticamente para os terminais VoIP. Além
disso, ele é também um protocolo bastante utilizado para atualização de firmware em
equipamentos.
Parte prática:
Configuração básica do Call Manager ExpressTM (CME) em um roteador 2811
Inicie o Cisco Packet Tracer
Topologia de rede
Os telefones IP não irão ligar, pois os switches não tem PoE (Power over Ethernet).
Abra a visualização (Physical) e conecte a fonte de alimentação para cada um deles.
Primeiro configuramos a interface FastEthernet0/0 no Router (2811)
RouterA>enable
RouterA#configure terminal
RouterA (config)#interface FastEthernet0/0
RouterA (config-if)#ip address [Link] [Link]
RouterA (config-if)#no shutdown
RouterA (config-if)#exit
RouterA (config)#
O próprio roteador servirá nesse caso como servidor DHCP e para o CME (Call
Manager Express) é preciso fornecer o IP do servidor TFTP para que os telefones
possam buscar seu firmware e arquivos de configuração. Isso é feito com a opção 150
do DHCP.
RouterA (config)#ip dhcp pool VOICE
RouterA (dhcp-config)#network [Link] [Link]
RouterA (dhcp-config)#default-router [Link]
RouterA (dhcp-config)#option 150 ip [Link]
RouterA (dhcp-config)#exit
RouterA (config)#
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Laboratório de Redes – Prof. Wilson – Telefonia básica IP - VoIP
43
Devemos ativar o CME (telephony Service) no Router para habilitar o VoIP na rede
RouterA (config)#telephony-service
RouterA (config-telephony)#max-dn 5
RouterA (config-telephony)#max-ephones 5
RouterA (config-telephony)#ip source-address [Link] port 2000
RouterA (config-telephony)#auto assign 1 to 5
RouterA (config-telephony)#exit
RouterA (config)#
Os comandos básicos e obrigatórios para configurar o CME estão dentro do modo de
configuração do telephony-service.
• max-dn 5 número máximo de linhas
• max-ephones 5 número máximo de telefones físicos
• ip source address router que será o responsável pelo registro dos telefones pela
porta 2000
• auto-assign faz o registro automático dos telefones e vincula as linhas (DN –
Directory Number) aos telefones físicos. Na prática esta técnica é pouco utilizada.
Costumam-se configurar os telefones IP inserindo os ephones manualmente,
vinculando o MAC de cada aparelho a um ramal (DN).
Como o único serviço, neste caso, é o de telefonia, não temos duas VLANs separadas
(para voz e dados). Assim, podemos utilizar a VLAN1 para voz. Caso se use voz e
dados, o tráfego deverá ser separado, sendo necessário criar duas VLANs, onde o
tráfego de voz trafega pela voice vlan e os dados pela vlan de acesso normal.
A sequência a seguir configura as portas de 1 a 5 do switch para conectar telefones
IP.
Switch>enable
Switch#configure terminal
Switch(config)#interface range fa0/1 – 5
Switch(config-if-range)#switchport mode Access
Switch(config-if-range)#switchport voice vlan 1
Switch(config-if-range)#exit
Switch(config)#exit
Switch#disable
Switch>
O ramal (linha, extensão ou extension) é denominado Diretory Number (DN). Para
definir os ramais que os aparelhos deverão usar, devemos configurar os DNs no
roteador através do comando ephone-dn.
Router(config)#ephone-dn 1
Router(config-ephone-dn)#number 54001
Assim, o primeiro aparelho a ser conectado ao switch terá o ramal 54001. Para
garantir a ordem correta de atribuição de ramais, conecte um aparelho de cada vez, só
conectando o seguinte quando este já estiver configurado (com parâmetros). O
registro (processo de o aparelho adquirir as configurações e se registrar no roteador
CME) pode demorar alguns instantes para ser efetivado.
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Laboratório de Redes – Prof. Wilson – Telefonia básica IP - VoIP
44
Podemos verificar a configuração do aparelho parando com o mouse sobre ele, sem
clicar.
Com o primeiro aparelho configurado, conectamos o segundo na rede e o
configuramos com o ephone-dn:
Router(config)#ephone-dn 2
Router(config-ephone-dn)#number 54002
Router(config-ephone-dn)#exit
Router(config)#exit
Router#disable
Router>
Para testar, basta abrir a aba GUI de cada aparelho. Podemos clicar sobre o
monofone (handset) para tirá-lo do gancho e discar o ramal do outro aparelho. Para
atender, basta clicar sobre o monofone.
Com base no exposto, insira mais dois ramais (54003 e 54004). Teste as chamadas
entre os quatro ramais. Mostre o funcionamento do sistema ao professor.
Salve o arquivo, encerre o Cisco Packet Tracer e responda:
a) O que significa e qual a função do ATA?
b) Descreva a condição onde é possível a redução de custo de uma chamada
telefônica para um telefone convencional, usando VoIP.
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Laboratório de Redes – Prof. Wilson – Telefonia básica IP - VoIP
45
Comandos Básicos de Switches Cisco
Configurando um nome
Switch>enable
Switch#configure terminal
Switch(config)#hostname Einstein
Einstein#
Configurando senha enable
Switch>enable
Switch#configure terminal
Switch(config)#enable password Einstein
Configurando senha enable secret
Router>enable
Router#configure terminal
Router(config)#enable secret Einstein
Configurando senha da console
Router>enable
Router#configure terminal
Router(config)#line console 0
Router(config-line)#password Einstein
Configurando acesso telnet para 05 usuários-
Switch>enable
Switch#configure terminal
Switch(config)#line vty 0 4
Switch(config-line)#login
Switch(config-line)#password Einstein
Configurando o endereço IP do switch-
Switch>enable
Switch#configure terminal
Switch(config)#interface vlan 1
Switch(config-if)#ip address [Link] [Link]
Switch(config-if)#no shutdown
Configurando o gateway do switch
Switch>enable
Switch#configure terminal
Switch(config)#ip default-gateway [Link]
Configurando vlan no switch
Switch>enable
Switch#configure terminal
Switch(config)#vlan 10
Switch(config-vlan)#name dep-administrativo
Switch(config-vlan)#exit
Switch(config)#
Switch(config)#interface fastEthernet 0/1
Switch(config-if)#switchport mode access
Switch(config-if)#switchport access vlan 10
Switch(config-if)#exit
Switch(config)#exit
Switch#sh vlan
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Laboratório de Redes – Prof. Wilson – Comandos básicos de Switches gerenciáveis Cisco
46
Configurando trunk no switch
Switch>enable
Switch#configure terminal
Switch(config)#interface fastEthernet 0/1
Switch(config-if)#switchport mode trunk
Comandos de verificação e diagnóstico
Switch#show ?
(O comando show ? fornece uma lista dos comandos show disponíveis)
Switch#show arp
(Exibe a tabela ARP do roteador)
Switch#sh interfaces
(Verifica detalhadamente as configurações das interfaces)
Switch #sh ip interface brief
(Verifica as configurações das interfaces)
Switch#show mac-address-table dynamic
(Verifica a tabela de endereçamento MAC)
Switch#show vlan
(Exibe as vlans configuradas)
Switch #sh running-config
(Verifica as configirações ativas na RAM)
Switch#sh startup-config
(Verifica as configurações da NVRAM)
Switch#sh flash:
(Verifica os arquivos de sistema operacional da Flash)
Switch#copy running-config startup-config
(Salva as configurações ativas na RAM para a NVRAM)
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Laboratório de Redes – Prof. Wilson – Comandos básicos de Switches gerenciáveis Cisco
47
Comandos Básicos de Roteadores Cisco
Configurando um nome.
Router>enable
Router#configure terminal
Router(config)#hostname Einstein
Einstein#
Configurando senha enable.
Router>enable
Router#configure terminal
Router(config)#enable password Einstein
Configurando senha enable secret.
Router>enable
Router#configure terminal
Router(config)#enable secret Einstein
Configurando senha da console.
Router>enable
Router#configure terminal
Router(config)#line console 0
Router(config-line)#password Einstein
Configurando acesso telnet para 05 usuários.
Router>enable
Router#configure terminal
Router(config)#line vty 0 4
Router(config-line)#login
Router(config-line)#password Einstein
Configurando IP na interface ethernet.
Router>enable
Router#configure terminal
Router(config)#interface ethernet 0/1
Router(config-if)#ip address [Link] [Link]
Router(config-if)#no shutdown
Configurando IP na interface fastethernet.
Router>enable
Router#configure terminal
Router(config)#interface fastEthernet 0/1
Router(config-if)#ip address [Link] [Link]
Router(config-if)#no shutdown
Configurando IP na interface serial.
Router>enable
Router#configure terminal
Router(config)#interface serial 0/1/0
Router(config-if)#ip address [Link] [Link]
Router(config-if)#clock rate 128000 (somente se a serial for DCE)
Router(config-if)#no shutdown
Configurando roteamento RIP v1.
Router#
configure terminal
Router(config)#router rip
Router(config-router)#network [Link]
Router(config-router)#network [Link]
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Laboratório de Redes – Prof. Wilson – Comandos básicos de Roteadores Cisco
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Configurando uma rota default por ip do próximo salto.
Router#configure terminal
Router(config)#ip route [Link] [Link] [Link]
Configurando rota default por interface.
Router#configure terminal
Router(config)#ip route [Link] [Link] serial 0/1/0
Configurando rota estática por ip do próximo salto.
Router#configure terminal
Router(config)#ip route [Link] [Link] [Link]
Configurando rota estática por interface.
Router#configure terminal
Router(config)#ip route [Link] [Link] serial 0/0
Configurando roteamento entre vlans.
Router>enable
Router#configure terminal
Router(config)#interface fastEthernet 0/1
Router(config-if)#no shutdown
Router(config-if)#exit
Router(config)#interface fastEthernet 0/0.1 (ID da sub-interface)
Router(config-subif)#encapsulation dot1Q 10 (ID da vlan)
Router(config-subif)#ip address [Link] [Link]
Router(config-subif)#exit
Router(config)#interface fastEthernet 0/0.2 (ID da sub-interface)
Router(config-subif)#encapsulation dot1Q 20 (ID da vlan)
Router(config-subif)#ip address [Link] [Link]
Comandos de verificação e diagnóstico.
Router#show ?
(O comando show ? fornece uma lista dos comandos show disponíveis)
Router#show arp
(Exibe a tabela ARP do roteador)
Router#sh interfaces
(Verifica detalhadamente as configurações das interfaces)
Router#sh ip interface brief
(Verifica resumidamente as configurações das interfaces)
Router#sh ip route
(Verifica a tabela de roteamento)
Router#sh running-config
(Verifica as configirações ativas na RAM)
Router#sh startup-config
(Verifica as configurações da NVRAM)
Router#sh flash:
(Verifica os arquivos de sistema operacional da Flash)
Router#copy running-config startup-config
(Salva as configurações ativas na RAM para a NVRAM)
• NVRAM (Non-Volatile RAM): O termo NVRAM não se refere a uma tecnologia em
particular. Indica apenas que, mesmo sendo RAM, é do tipo “não volátil”.
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Laboratório de Redes – Prof. Wilson – Comandos básicos de Roteadores Cisco