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Manual de Voo AS 350 B2

Esta seção fornece instruções sobre procedimentos normais de voo para o helicóptero AS 350 B2, incluindo verificações pré-voo, partida, decolagem, subida, voo de cruzeiro, aproximação e pouso. Detalha as verificações a serem realizadas antes e durante cada etapa do voo para garantir a segurança da aeronave e sua tripulação.
Direitos autorais
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Manual de Voo AS 350 B2

Esta seção fornece instruções sobre procedimentos normais de voo para o helicóptero AS 350 B2, incluindo verificações pré-voo, partida, decolagem, subida, voo de cruzeiro, aproximação e pouso. Detalha as verificações a serem realizadas antes e durante cada etapa do voo para garantir a segurança da aeronave e sua tripulação.
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ÃO

MANUAL DE INSTRUÇÃO
AS 350 B2 VEMD

SEÇÃO 4

PROCEDIMENTOS NORMAIS


Página

4.1 GENERALIDADES ......................................................................................... 4 - 1


4.1.1 Limitações operacionais ..................................................................... 4 - 1
4.1.2 Planejamento de voo........................................................................... 4 - 1

TR
4.1.3 Dados de decolagem e pouso ............................................................. 4 - 1
4.1.4 Dados de peso e balanceamento ........................................................ 4 - 1

4.2 VERIFICAÇÕES PRÉ-VOO ............................................................................ 4 - 2


4.2.1 Verificações externas ......................................................................... 4 - 2

NS
4.2.2 Verificações internas .......................................................................... 4 - 5
4.2.3 Inspeção entre voos ............................................................................ 4 - 5

4.3 PARTIDA ........................................................................................................ 4 - 6


4.3.1 Verificações antes da partida do motor ............................................... 4 - 6
AI
4.3.2 Partida do motor .................................................................................. 4 - 8
4.3.3 Verificação de giro no solo ................................................................. 4 - 9
4.3.4 Ventilação ......................................................................................... 4 - 11

4.4 DECOLAGEM ............................................................................................... 4 - 11


AR

4.4.1 Verificações antes da decolagem ..................................................... 4 - 11


4.4.2 Verificações e procedimento de decolagem ..................................... 4 - 12

4.5 SUBIDA ........................................................................................................ 4 - 12


4.6 VOO CRUZEIRO .......................................................................................... 4 - 12
EP

4.7 APROXIMAÇÃO E POUSO ........................................................................... 4 - 13


4.7.1 Aproximação .................................................................................... 4 - 13
4.7.2 Pouso ............................................................................................... 4 - 13

4.8 CORTE DO MOTOR E DO ROTOR .............................................................. 4 - 14


4.9 PROCEDIMENTOS E INFORMAÇÕES DIVERSAS .................................... 4 - 15
NT

4.9.1 Capacidade do tanque ...................................................................... 4 - 15

4.10 OPERAÇÕES EM CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS EXTREMAS ............ 4 - 16


4.10.1 Operação com vento forte (vento acima de 30 kt) .............................4 - 16
ME

4.10.2 Operação em tempo frio.....................................................................4 - 17


SO

EDIÇÃO ORIGINAL 4-i


ÃO
MANUAL DE INSTRUÇÃO
AS 350 B2 VEMD

LISTAS DAS FIGURAS


Página

Figura 4 - 1: Seqüência de verificações ............................................................. 4 - 2


Figura 4 - 2: Procedimento de decolagem ........................................................ 4 - 12

TR
NS
AI
AR
EP
NT
ME
SO

APROVADO PELA EASA 4 - ii


EDIÇÃO ORIGINAL
ÃO
MANUAL DE INSTRUÇÃO
AS 350 B2 VEMD

4.1 GENERALIDADES

Esta seção contém instruções e procedimentos para operar a aeronave a partir do


planejamento da operação, através das condições reais do voo, a fim de garantir a
segurança do helicóptero após o pouso.
Nestes procedimentos são consideradas condições normais e padrão. Dados rela-
cionados em outras seções são referenciados, quando necessário.
As instruções e procedimentos contidos nesta seção foram escritos com o objetivo

TR
de padronização e não são aplicáveis em todas as situações.

4.1.1 Limitações operacionais

Para obter os limites mínimo e máximo, consultar a SEÇÃO 2.

NS
Sempre que uma limitação operacional for excedida, um registro apropriado deve
ser feito na caderneta (do helicóptero, do motor, etc.). O registro deve conter o limi-
te excedido, o tempo de duração, o valor extremo atingido e toda informação adi-
cional essencial na determinação da ação de manutenção necessária.

4.1.2 Planejamento do voo


AI
Cada voo deve ser planejado adequadamente a fim de garantir segurança nas ope-
rações e fornecer ao piloto os dados a serem usados durante o voo.
O planejamento do voo deve estar de acordo com as limitações e os desempenhos
do helicóptero (Ver as SEÇÕES 2, 5, 6 e 9).
AR

4.1.3 Dados de decolagem e pouso

Consultar: SEÇÃO 2 - LIMITAÇÕES e


SEÇÃO 5 - DESEMPENHOS.
EP

4.1.4 Dados de peso e balanceamento

Determinar corretamente o peso e balanceamento do helicóptero como segue:


− Consultar a SEÇÃO 6 - PESO E BALANCEAMENTO.
− Determinar o peso do combustível, do óleo, da carga paga, etc.
− Calcular o peso máximo de decolagem e o peso máximo previsto para o pouso.
NT

− Verificar as localizações do centro de gravidade (CG) do helicóptero.


− Verificar se as limitações de peso e CG dadas na SEÇÃO 2 não são excedidas.
ME
SO

EDIÇÃO ORIGINAL 4-1


ÃO
MANUAL DE INSTRUÇÃO
AS 350 B2 VEMD

4.2 VERIFICAÇÕES PRÉ-VOO


− Assegurar-se de que todas as operações de manutenção corretivas requeridas para
garantir a aeronavegabilidade foram realizadas.

TR
− Estas verificações de pré-voos podem ser realizadas sem a abertura dos capôs a
menos que o helicóptero tenha ficado estacionado por mais de 2 dias ou em caso
de vazamento visível ou duvidoso.
− Verificar se a área em volta da aeronave está limpa e desobstruída.
− Remover todos os elementos de amarração se aplicável.
− Efetuar as seguintes verificações:

NS
4.2.1 Verificações externas
AI
AR

Figura 4-1: Sequência das verificações


EP
NT
ME
SO

REV.4 4-2
ÃO
MANUAL DE INSTRUÇÃO
AS 350 B2 VEMD

Estação 1
− Painéis transparentes ..................... Estado - limpeza.


− Limpador de para-brisa (se
instalado) ........................................ Estado.
− Entrada de ar do radiador de
óleo do motor - CTP ....................... Verificar se não há obstrução nem detritos.
− Indicador de derrapagem ................ Estado.
− Tubo Pitot ...................................... Obturador removido - estado.

TR
− Faróis de pouso .............................. Estado.

Estação 2
− Porta dianteira ................................ Verificar o estado e o sistema de alijamento.
− Porta traseira .................................. Estado, fechada ou aberta travada

NS
(porta deslizante).
− Porta do bagageiro esquerdo ......... Abrir.
− Cargas e objetos transportados ...... Presos.
− Porta do bagageiro esquerdo ......... Fechada, travada.
− Bocal de abastecimento do
AI
tanque de combustível .................... Fechado, travado.
− Tanque de combustível................... Drenar (antes do primeiro voo, se
OAT ≥ 0°), ausência de vazamento no dreno.
− Capô da CTP ................................. Nível de óleo da CTP. Capô travado.
− Todos os painéis das care-
AR

nagens inferiores ............................ Travados.


− Trem de pouso e degrau ................ Fixações, verificação visual.
− Tomada estática ............................. Desobstruída, obturador removido.
− Sonda de OAT, antenas ................. Estado.
− Cabeça do rotor principal e pás ...... Verificação visual, ausência de impacto.
− Entrada de ar do motor ......................Desobstruída (água, neve, objetos estranhos)
EP

− Capô do motor ................................ Travado.


− Obturador do escapamento ............ Removido.
− Porta do bagageiro traseiro ............ Abrir.
− Cargas e objetos transportados ...... Presos.
− Transmissor localizador de e-
mergência (ELT) ............................. Verificar se está ARMADO.
NT

− Porta do bagageiro traseiro ............ Fechada, travada.


− Dreno de óleo ................................. Ausência de óleo sob o dreno.
ME
SO

REV.5 4-3
ÃO
MANUAL DE INSTRUÇÃO
AS 350 B2 VEMD

Estação 3
− Proteção térmica sobre o eixo


do rotor de cauda ............................ Estado, fixação.
− Cone de cauda, antenas................... Estado - dzus das carenagens travados.
− Estabilizador, deriva,
luzes externas ................................. Estado geral.
− Guarda de proteção do rotor de
cauda (se instalada) ........................ Estado, fixação.

TR
− Carenagem da CTT......................... Presa, dzus travados.
− Nível de óleo da CTT ...................... Verificado.
− Esqui de cauda ............................... Estado, fixação.

Estação 4

NS
− Cabeça do rotor de cauda ............... Estado, mancais laminados.
Verificar ausência de descolamento,
trincas, etc.
− Pás do rotor de cauda ..................... Inspeção visual, ausência de impactos.
− Estabilizador, deriva,
AI
luzes externas ................................. Estado geral.
− Cone de cauda, antenas ................. Estado - dzus das carenagens travados.
− Proteção térmica sobre o eixo
do rotor de cauda ............................ Estado, fixação.
AR

Estação 5
− Dreno de óleo .................................. Ausência de óleo sob o dreno.
− Carenagem da tomada de fon-
te externa ........................................ Fechada ou fonte externa conectada.
− Capô do motor ................................ Travado.
EP

− Porta do bagageiro direito ............... Abrir.


− Cargas e objetos transportados ...... Presos.
− Porta do bagageiro direito ............... Travada.
− Pás e cabeça do rotor principal ....... Inspeção visual, ausência de impactos.
− Capô da CTP .................................. Nenhum objeto estranho no piso mecânico.
Capô travado.
NT
ME
SO

EDIÇÃO ORIGINAL 4-4


ÃO
MANUAL DE INSTRUÇÃO
AS 350 B2 VEMD

− Nível de fluído hidráulico................. Verificar o nível do reservatório.


− Nível de óleo do motor .................... Verificar o nível do reservatório.


− Trem de pouso e degrau................. Presos - Verificação visual.
− Carenagens inferiores..................... Travadas.
− Porta ............................................... Verificar o estado e sistema de alijamento.
− Espelho retrovisor ........................... Ajustar para evitar ofuscamento
(se instalado) (voo noturno)

TR
4.2.2 Verificações internas

− Cabine ............................................ Limpa.


− Extintor de incêndio ........................ Preso - verificado.
− Fusíveis ou disjuntores ................... Instalados.

NS
− Cargas e objetos transportados ...... Acondicionados e presos.
− Sistema de alijamento das
portas dianteiras ............................. Verificar - Estado da proteção de plástico.

4.2.3 Inspeção entre voos


AI
− Aspecto geral .................................. Estado, limpeza.
− Motor / CTP/ CTT ........................... Nível de óleo.
− Sistema hidráulico .......................... Nível de fluído.
− Pás do rotor principal e
de cauda (do solo) .......................... Estado.
AR

− Cargas ............................................ Presas.


− Todos os capôs .............................. Travados.
− Portas ............................................. Fechadas ou aberta e travada (porta
deslizante).
EP

NOTA:
Se a aeronave tiver que ficar estacionada por algum tempo entre os voos, re-
comenda-se a amarração temporária da mesma e a colocação de obturado-
res, capas e de peias das pás em ventos acima de 40 kt (74 km/h).
Neste caso, efetuar uma verificação pré-voo completa.
NT
ME
SO

REV.5 4-5
ÃO
MANUAL DE INSTRUÇÃO
AS 350 B2 VEMD

4.3 PARTIDA

4.3.1 Verificações antes da partida do motor


− Bancos e pedais de comando ............. AJUSTAR e TRAVAR.
− Cintos de segurança ........................... AFIVELADOS.

NOTA

TR
O cinto de segurança do copiloto deve estar afivelado em todos os casos.

1. Freio rotor .......................................................... SOLTAR, todo à frente.


2. Manete de vazão de combustível
(FFCL) ................................................................ posição CORTE.

NS
3. Manete de corte de combustível ........................ À FRENTE, frenada.
4. Chave de corte hidráulico................................... LIGADA.
5. [BATT] ............................................................... LIGAR.
6. Sistema de iluminação dos instrumentos ........... posição “OFF/DAY/NIGHT”
(conforme necessário, se for
AI
realizar voo noturno) INST .
LIGHT

7. ICS .................................................................... LIGAR.


8. Sistema de navegação GPS .............................. LIGAR.
9. Espelho retrovisor elétrico (se instalado) ........... AJUSTAR para evitar o ofuscamento
AR

da vista (em voo noturno).


10. [ACCU TST]....................................................... PRESSIONAR por 2 s.
11. [W/LT TST] ........................................................ EFETUAR.
EP
NT
ME
SO

REV.5 4-6
ÃO
MANUAL DE INSTRUÇÃO
AS 350 B2 VEMD

12. Luzes no painel de alarme (CWP) ................... VERIFICAR:


• Com alimentação por bateria..........: GENE PITOT ENG P


FUEL P HORN MGB P
HYDR

• Com alimentação por fonte exter-

TR
na................................................... As mesmas luzes acima +

BATT

13. VEMD............................................................... VERIFICAR:


. Página “3-dados”: sem men-

NS
sagem,
. Página “Vehicle”: sem mensa-
gem,
. Tensão da bateria > 22 V.
. (Válvula de sangria aberta).
AI
14. Pedais .............................................................. VERIFICAR o livre movimento,
colocar em neutro.
15. Cíclico .............................................................. CENTRALIZAR, fricção ajustada.
16. Coletivo ............................................................ TRAVAR, fricção ajustada.
AR

17. Aquecimento, desembaçamento, ar


condicionado (se instalados) ........................... DESLIGADOS.
EP
NT
ME
SO

REV.5 4-7
ÃO
MANUAL DE INSTRUÇÃO
AS 350 B2 VEMD

4.3.2 Partida do motor

1. [FUEL P] ou


[FUEL PUMP]* (ambas)...................... LIGAR.
2. [A/COL LT] ou [A/COL]* .................... LIGAR

• Após 30 s
3. Botão de partida .................................. PRESSIONAR
4. Manete de vazão de combustível

TR
(FFCL) .................................................... À FRENTE aprox. 1/3 do seu curso
quando Ng atingir 10%.
5. Parâmetros do motor .......................... VERIFICAR:
. Aumento de Ng
. t4 permanece abaixo dos limites.

NS
. O rotor girando com Ng ≥ 25%,
. A pressão do óleo do motor aumenta.
6. Botão de partida ................................. SOLTAR quando 40% < Ng < 45%.
7. Manete de vazão de combustível
(FFCL) ................................................. AJUSTAR 67% ≤ Ng ≤ 70%.
AI
NOTA 1:
Manter o botão de partida pressionado durante a sequência de partida.
Abrir a manete de vazão ao mesmo tempo em que o botão de partida
AR

é pressionado quando OAT < 0 °C.

NOTA 2:
Se o procedimento de partida tiver que ser abortado, retornar a ma-
nete de vazão para a posição “CORTE”, desligar as bombas de refor-
EP

ço e o gerador.

NOTA 3:
Com vento forte, levar o cíclico levemente na direção do vento.

NOTA 4:
NT

Com Ng > 60% a tela superior do VEMD muda automaticamente pa-


ra o indicador FLI.
ME

(*) Após a MOD. 07-4280


SO

REV.5 4-8
ÃO
MANUAL DE INSTRUÇÃO
AS 350 B2 VEMD

8. Painel de alarme ................................. VERIFICAR:


ENG P MGB P HYDR


9. [PITOT] ...............................................LIGAR: PITOT

TR
• Se a fonte externa foi usada :
10. FONTE EXTERNA ............................DESCONECTAR, Certificar-se de que a
portinhola da tomada de fonte externa es-
tá fechada e travada.

NS
11. Painel de alarme ...............................VERIFICAR:

GENE BATT

4.3.3 Verificação de giro em solo


AI
1. Todos os sistemas necessários ............... LIGAR e TESTAR
(Aviônicos, luzes, etc.)
2. Verificações hidráulicas ........................... :
AR

ATENÇÃO:
SE NÃO ESTIVER TRAVADO, O PASSO COLETIVO AUMENTARÁ QUAN-
DO OS ACUMULADORES SÃO DESPRESSURIZADOS OU QUANDO A
CHAVE DE CORTE HIDRÁULICO NO COLETIVO FOR COLOCADA NA
POSIÇÃO “OFF” (DESLIGADA).
EP

• Verificação dos acumuladores :


− Coletivo................................................... VERIFICAR corretamente travado.
− [ACCU TST] ........................................... Posição “ON”. (Pressionar)
− Painel de alarme ...................................... VERIFICAR se HYDR pisca.
− Comandos cíclico/coletivo ....................... MÃOS NO COMANDO.
NT

− Mover o cíclico 2 ou 3 vezes em cada eixo (± 10% do seu curso) e verificar a as-
sistência hidráulica fornecida pelos acumuladores em arfagem e rolagem (au-
sência de esforço no comando). Verificar que os esforços são sentidos nos pe-
dais.
− [ACCU TST] ............................................ COLOCAR na posição “OFF”.
ME

− Painel de alarme ...................................... VERIFICAR HYDR


SO

REV.5 4-9
ÃO
MANUAL DE INSTRUÇÃO
AS 350 B2 VEMD

• Verificação do corte da pressão hidráulica :


− Coletivo ............................................... VERIFICAR corretamente travado.


− Chave de corte hidráulico.. ................. DESLIGAR (OFF).
− Painel de alarme ................................. VERIFICAR HYDR

− Verificar que os esforços são sentidos imediatamente e que o cíclico pode ser
deslocado em arfagem e rolagem com esforço de retorno normal. Os esforços
nos pedais devem permanecer baixos (efeito do compensador de esforços de

TR
guinada).
− Chave de corte hidráulico ................... LIGAR (ON).
− Painel de alarme ................................. VERIFICAR HYDR dentro de 3 a 4
s.

NS
Uma ação de manutenção deve ser re-
alizada antes do voo se este tempo for
reduzido para 1 s.
(pelo menos um dos acumuladores es-
tá defeituoso).
AI
• Ao atingir a temperatura mínima do óleo do motor (Consultar a SEÇÃO 2, § 2.4.4):
3. Manete de vazão de combustível
(FFCL) ................................................. posição “VOO”, mantendo uma razão
constante de aceleração do rotor.
AR

NOTA
Não permitir que o valor de NR permaneça estável entre 300 e 320
rpm durante a aceleração do motor.

• Quando NR ≥ 340 rpm:


EP

4. [HORN] .................................................... .LIGAR, HORN


VERIFICAR o alarme sonoro:
- TOCA para NR ≤ 360 rpm e
- PARA DE TOCAR para NR >360 rpm,
NT

5. Indicação de NR ...................................... .VERIFICAR na parte inferior da faixa


verde,
6. [FIRE/TST] ........................................................EFETUAR, verificar ENG + GONG soa.
FIRE

7. Verificar parâmetros ................................ . Nenhuma luz de alarme acesa,


ME

. Corrente e tensão do sistema elétrico,


. Pressão do óleo do motor.
SO

REV.5 4 - 10
ÃO
MANUAL DE INSTRUÇÃO
AS 350 B2 VEMD

4.3.4 Ventilação

O procedimento de ventilação pode ser realizado após uma partida abortada ou pa-
ra fins de manutenção ou verificação.


Proceder conforme a seguir:

• Verificar:
1. Manete de vazão de combustível

TR
(FFCL) ..................................................... Posição Corte.
2. Manete de corte de combustível
em emergência ........................................ À FRENTE
3. Ng ............................................................ VERIFICAR ≤ 10%.
4. [FUEL PUMP] (ambas) ............................ LIGAR.

NS
5. [CRANK]. ................................................. PRESSIONAR por, no máximo,
15 segundos.
6. [CRANK]. ................................................. SOLTAR.
7. [FUEL PUMP] (ambas) ............................ DESLIGAR.
AI
4.4 DECOLAGEM

4.4.1 Verificações antes da decolagem


AR

1. Portas ..................................................FECHADAS OU TRAVADAS ABERTA


(portas deslizantes).
2. Fricção do coletivo e do
cíclico ...................................................CONFORME NECESSÁRIO.
3. Farol de pouso .....................................CONFORME NECESSÁRIO.
4. Pressões e temperaturas .....................FAIXA NORMAL.
EP

5. Painel de alarme ..................................Todas as luzes APAGADAS.


6. Coletivo ................................................DESTRAVADO.

NOTA
Ajustar a fricção do cíclico e do coletivo para que as forças de fricção
sejam sentidas pelo piloto quando movendo os comandos de voo.
NT
ME
SO

REV. 5 4 - 11
ÃO
MANUAL DE INSTRUÇÃO
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4.4.2 Verificação e procedimento de decolagem

− Aumentar gradualmente o passo coletivo para pairar a 5 ft (1,5 m). Verificar os ins-


trumentos de controles mecânicos e do motor, com as luzes no painel de alarme
apagadas.
− Aumentar a velocidade com a potência de voo pairado dentro do efeito do solo
(IGE) até IAS = 40 kt (74 km/h), em seguida iniciar a subida a fim de ultrapassar
40 ft (12 m) com IAS = 50 kt (93 km/h).

TR
NS
Figura 4-2 : Procedimento de decolagem
AI
ATENÇÃO:
PARA UMA OPERAÇÃO SEGURA, A TRAJETÓRIA DE DECOLA-
GEM DEVE EVITAR O GRÁFICO “ALTURA-VELOCIDADE” (CON-
SULTAR A SEÇÃO 5).
AR

4.5 SUBIDA

Acima de 100 ft (30 m), para desempenho máximo de subida, selecionar a Potência
Máxima Contínua (PMC) e a velocidade ótima de subida (Vy):
EP

IAS kt = 55 kt em Hp = 0 - (1 kt/1000 ft).


IAS km/h = 102 km/h em Hp = 0 - (2 km/h por 300 m).

4.6 VOO CRUZEIRO

O voo cruzeiro rápido é obtido pela primeira limitação atingida que corresponde ao
NT

início da faixa âmbar no FLI:


Correspondendo ao limite mecânico ou do motor (Tq, Ng, t4) são marcados com o
valor numérico sublinhado.
Voo cruzeiro econômico: consultar a SEÇÃO 5 - “Desempenhos” (Não aprovados).
Reduzir a velocidade indicada em turbulência.
ME
SO

REV. 4 4 - 12
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MANUAL DE INSTRUÇÃO
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4.7 APROXIMAÇÃO E POUSO

4.7.1 Aproximação


− Iniciar a aproximação em 65 kt (120 km/h).
− A partir de aproximadamente 100 ft (30 m), reduzir a velocidade até voo pairado
dentro do efeito solo (HIGE) a 5 ft (1,5 m).
• Verificação na aproximação:

TR
1. Farol de pouso .....................................CONFORME NECESSÁRIO.
2. Todos os parâmetros ...........................VERIFICAR.

4.7.2 Pouso

− A partir do voo pairado, reduzir lentamente o passo coletivo até tocar o solo, en-

NS
tão reduzir totalmente o passo coletivo.

AI
AR
EP
NT
ME
SO

REV. 4 4 - 13
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MANUAL DE INSTRUÇÃO
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4.8 CORTE DO MOTOR E DO ROTOR

1. Cíclico ................................................... NEUTRO.


2. Coletivo ................................................. TRAVAR.
3. Manete de vazão (FFCL) ...................... Ajustar 67% ≤ Ng ≤ 70%.
4. Arrefecimento do óleo do motor ............ AGUARDAR por 30 s.
5. [PITOT], [HORN], farol de pouso .......... DESLIGAR.
6. Manete de vazão (FFCL) ...................... Posição CORTE.

TR
7. [FUEL PUMP](ambas) .......................... DESLIGAR.
8. [GENE] .................................................. DESLIGAR.

• Para NR ≤ 140 rpm NR normal


≤ 170 rpm NR máximo (operações em vento forte).

NS
9. Freio rotor .............................................. APLICAR

• Quando o rotor estiver parado


10. Sistema de navegação GPS .............. DESLIGAR.
11. [ACCU TST] ....................................... PRESSIONAR por 2 s,
AI
recentralizar os pedais se necessário.
12. [A/COL].............................................. DESLIGAR.

• ANTES DE SAIR DO HELICÓPTERO


AR

13. VEMD: ................................................ VERIFICAR os dados da página FLIGHT


REPORT:
• Tempo de operação (contado de Ng > 60% até Ng < 50%).
• Ciclos de Ng e Nf: Verificar caracteres em branco e acima de 0.
• Mensagens de FAILURE DETECTED ou OVERLIMIT DETECTED
EP

14. [BATT] ................................................ DESLIGAR


15. Colocar os obturadores do Pitot, tomadas estáticas, entrada de ar do motor, es-
capamento e peias das pás, se necessário.
NT
ME
SO

REV. 5 4 - 14
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4.9 PROCEDIMENTOS E INFORMAÇÕES DIVERSAS


4.9.1 Capacidade do tanque


• Capacidade máxima
540 litros (142,7 US gal - 427 kg - 941 lb).

• Liquidômetro

TR
10 = 538,7 litros
(142,3 US gal. - 426 kg - 938 lb)
quantidade de combustível utilizável.

NS
: Restam 18 minutos de tempo de voo em PMC no iní-
cio desta faixa.

AI
AR

NOTA 1:
A quantidade de combustível não utilizável é atingida quando a indicação no
liquidômetro for zero.
EP

NOTA 2:
As indicações de quantidade de combustível em kg e de vazão de combustí-
vel em kg/h são baseadas em uma densidade do combustível de 0,79 kg/l.
NT
ME
SO

REV. 5 4 -15
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4.10 OPERAÇÕES EM CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS EXTREMAS

4.10.1 Operação com vento forte (vento acima de 30 kt – 56 km/h)


• Estacionamento
- Estacionar o helicóptero aproado ao vento. Manter o freio rotor aplicado com
uma pá às 12 horas. Manter as pás amarradas até a partida.
- Para vento acima de 40 kt (74 km/h), o helicóptero precisa ser amarrado ao solo.

TR
• Partida
- Quando o rotor começar a girar, levar o cíclico levemente na direção do vento.
- Assim que NG > 67%:
Manete de vazão (FFCL) .................. Posição VOO.

NS
• Verificação de giro no solo
- Realizar as verificações hidráulicas com a manete de vazão na posição “VOO”
e a NR na rotação nominal.

• Corte do motor e do rotor


AI
- Permitir o arrefecimento do óleo do motor com a manete de vazão na posição
“VOO”.
AR

NOTA
A partida e o corte foram demonstrados com vento até 40 kt (74
km/h) vindo de qualquer direção e para vento de proa de 50 kt (93
km/h).
EP
NT
ME
SO

REV. 5 4 -16
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AS 350 B2 VEMD

4.10.2 Operação em tempo frio

Consultar a SEÇÃO 9 - Suplemento 4 – “Instruções para operação em tempo frio”.


Procedimento de partida:
Idêntico procedimento ao normal de partida (ver parágrafo 4.3.2), exceto:
− Temperatura do óleo do motor ...........MONITORAR.

• Quando a temperatura do óleo do motor ≥ 0°C:

TR
− Painel de alarme ................................VERIFICAR ENG P
− Manete de vazão (FFCL) ...................Posição VOO.

NOTA:

NS
O uso do óleo 3 cSt sintético é recomendado para operação em
baixas temperaturas.
AI
AR
EP
NT
ME
SO

EDIÇÃO ORIGINAL 4 -17

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