Manual de Voo AS 350 B2
Manual de Voo AS 350 B2
MANUAL DE INSTRUÇÃO
AS 350 B2 VEMD
SEÇÃO 4
PROCEDIMENTOS NORMAIS
UÇ
Página
TR
4.1.3 Dados de decolagem e pouso ............................................................. 4 - 1
4.1.4 Dados de peso e balanceamento ........................................................ 4 - 1
NS
4.2.2 Verificações internas .......................................................................... 4 - 5
4.2.3 Inspeção entre voos ............................................................................ 4 - 5
UÇ
Página
TR
NS
AI
AR
EP
NT
ME
SO
4.1 GENERALIDADES
UÇ
planejamento da operação, através das condições reais do voo, a fim de garantir a
segurança do helicóptero após o pouso.
Nestes procedimentos são consideradas condições normais e padrão. Dados rela-
cionados em outras seções são referenciados, quando necessário.
As instruções e procedimentos contidos nesta seção foram escritos com o objetivo
TR
de padronização e não são aplicáveis em todas as situações.
NS
Sempre que uma limitação operacional for excedida, um registro apropriado deve
ser feito na caderneta (do helicóptero, do motor, etc.). O registro deve conter o limi-
te excedido, o tempo de duração, o valor extremo atingido e toda informação adi-
cional essencial na determinação da ação de manutenção necessária.
UÇ
− Assegurar-se de que todas as operações de manutenção corretivas requeridas para
garantir a aeronavegabilidade foram realizadas.
TR
− Estas verificações de pré-voos podem ser realizadas sem a abertura dos capôs a
menos que o helicóptero tenha ficado estacionado por mais de 2 dias ou em caso
de vazamento visível ou duvidoso.
− Verificar se a área em volta da aeronave está limpa e desobstruída.
− Remover todos os elementos de amarração se aplicável.
− Efetuar as seguintes verificações:
NS
4.2.1 Verificações externas
AI
AR
REV.4 4-2
ÃO
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Estação 1
− Painéis transparentes ..................... Estado - limpeza.
UÇ
− Limpador de para-brisa (se
instalado) ........................................ Estado.
− Entrada de ar do radiador de
óleo do motor - CTP ....................... Verificar se não há obstrução nem detritos.
− Indicador de derrapagem ................ Estado.
− Tubo Pitot ...................................... Obturador removido - estado.
TR
− Faróis de pouso .............................. Estado.
Estação 2
− Porta dianteira ................................ Verificar o estado e o sistema de alijamento.
− Porta traseira .................................. Estado, fechada ou aberta travada
NS
(porta deslizante).
− Porta do bagageiro esquerdo ......... Abrir.
− Cargas e objetos transportados ...... Presos.
− Porta do bagageiro esquerdo ......... Fechada, travada.
− Bocal de abastecimento do
AI
tanque de combustível .................... Fechado, travado.
− Tanque de combustível................... Drenar (antes do primeiro voo, se
OAT ≥ 0°), ausência de vazamento no dreno.
− Capô da CTP ................................. Nível de óleo da CTP. Capô travado.
− Todos os painéis das care-
AR
REV.5 4-3
ÃO
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Estação 3
− Proteção térmica sobre o eixo
UÇ
do rotor de cauda ............................ Estado, fixação.
− Cone de cauda, antenas................... Estado - dzus das carenagens travados.
− Estabilizador, deriva,
luzes externas ................................. Estado geral.
− Guarda de proteção do rotor de
cauda (se instalada) ........................ Estado, fixação.
TR
− Carenagem da CTT......................... Presa, dzus travados.
− Nível de óleo da CTT ...................... Verificado.
− Esqui de cauda ............................... Estado, fixação.
Estação 4
NS
− Cabeça do rotor de cauda ............... Estado, mancais laminados.
Verificar ausência de descolamento,
trincas, etc.
− Pás do rotor de cauda ..................... Inspeção visual, ausência de impactos.
− Estabilizador, deriva,
AI
luzes externas ................................. Estado geral.
− Cone de cauda, antenas ................. Estado - dzus das carenagens travados.
− Proteção térmica sobre o eixo
do rotor de cauda ............................ Estado, fixação.
AR
Estação 5
− Dreno de óleo .................................. Ausência de óleo sob o dreno.
− Carenagem da tomada de fon-
te externa ........................................ Fechada ou fonte externa conectada.
− Capô do motor ................................ Travado.
EP
UÇ
− Trem de pouso e degrau................. Presos - Verificação visual.
− Carenagens inferiores..................... Travadas.
− Porta ............................................... Verificar o estado e sistema de alijamento.
− Espelho retrovisor ........................... Ajustar para evitar ofuscamento
(se instalado) (voo noturno)
TR
4.2.2 Verificações internas
NS
− Cargas e objetos transportados ...... Acondicionados e presos.
− Sistema de alijamento das
portas dianteiras ............................. Verificar - Estado da proteção de plástico.
NOTA:
Se a aeronave tiver que ficar estacionada por algum tempo entre os voos, re-
comenda-se a amarração temporária da mesma e a colocação de obturado-
res, capas e de peias das pás em ventos acima de 40 kt (74 km/h).
Neste caso, efetuar uma verificação pré-voo completa.
NT
ME
SO
REV.5 4-5
ÃO
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4.3 PARTIDA
UÇ
− Bancos e pedais de comando ............. AJUSTAR e TRAVAR.
− Cintos de segurança ........................... AFIVELADOS.
NOTA
TR
O cinto de segurança do copiloto deve estar afivelado em todos os casos.
NS
3. Manete de corte de combustível ........................ À FRENTE, frenada.
4. Chave de corte hidráulico................................... LIGADA.
5. [BATT] ............................................................... LIGAR.
6. Sistema de iluminação dos instrumentos ........... posição “OFF/DAY/NIGHT”
(conforme necessário, se for
AI
realizar voo noturno) INST .
LIGHT
REV.5 4-6
ÃO
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UÇ
FUEL P HORN MGB P
HYDR
TR
na................................................... As mesmas luzes acima +
BATT
NS
sagem,
. Página “Vehicle”: sem mensa-
gem,
. Tensão da bateria > 22 V.
. (Válvula de sangria aberta).
AI
14. Pedais .............................................................. VERIFICAR o livre movimento,
colocar em neutro.
15. Cíclico .............................................................. CENTRALIZAR, fricção ajustada.
16. Coletivo ............................................................ TRAVAR, fricção ajustada.
AR
REV.5 4-7
ÃO
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1. [FUEL P] ou
UÇ
[FUEL PUMP]* (ambas)...................... LIGAR.
2. [A/COL LT] ou [A/COL]* .................... LIGAR
• Após 30 s
3. Botão de partida .................................. PRESSIONAR
4. Manete de vazão de combustível
TR
(FFCL) .................................................... À FRENTE aprox. 1/3 do seu curso
quando Ng atingir 10%.
5. Parâmetros do motor .......................... VERIFICAR:
. Aumento de Ng
. t4 permanece abaixo dos limites.
NS
. O rotor girando com Ng ≥ 25%,
. A pressão do óleo do motor aumenta.
6. Botão de partida ................................. SOLTAR quando 40% < Ng < 45%.
7. Manete de vazão de combustível
(FFCL) ................................................. AJUSTAR 67% ≤ Ng ≤ 70%.
AI
NOTA 1:
Manter o botão de partida pressionado durante a sequência de partida.
Abrir a manete de vazão ao mesmo tempo em que o botão de partida
AR
NOTA 2:
Se o procedimento de partida tiver que ser abortado, retornar a ma-
nete de vazão para a posição “CORTE”, desligar as bombas de refor-
EP
ço e o gerador.
NOTA 3:
Com vento forte, levar o cíclico levemente na direção do vento.
NOTA 4:
NT
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ÃO
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UÇ
9. [PITOT] ...............................................LIGAR: PITOT
TR
• Se a fonte externa foi usada :
10. FONTE EXTERNA ............................DESCONECTAR, Certificar-se de que a
portinhola da tomada de fonte externa es-
tá fechada e travada.
NS
11. Painel de alarme ...............................VERIFICAR:
GENE BATT
ATENÇÃO:
SE NÃO ESTIVER TRAVADO, O PASSO COLETIVO AUMENTARÁ QUAN-
DO OS ACUMULADORES SÃO DESPRESSURIZADOS OU QUANDO A
CHAVE DE CORTE HIDRÁULICO NO COLETIVO FOR COLOCADA NA
POSIÇÃO “OFF” (DESLIGADA).
EP
− Mover o cíclico 2 ou 3 vezes em cada eixo (± 10% do seu curso) e verificar a as-
sistência hidráulica fornecida pelos acumuladores em arfagem e rolagem (au-
sência de esforço no comando). Verificar que os esforços são sentidos nos pe-
dais.
− [ACCU TST] ............................................ COLOCAR na posição “OFF”.
ME
REV.5 4-9
ÃO
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UÇ
− Chave de corte hidráulico.. ................. DESLIGAR (OFF).
− Painel de alarme ................................. VERIFICAR HYDR
− Verificar que os esforços são sentidos imediatamente e que o cíclico pode ser
deslocado em arfagem e rolagem com esforço de retorno normal. Os esforços
nos pedais devem permanecer baixos (efeito do compensador de esforços de
TR
guinada).
− Chave de corte hidráulico ................... LIGAR (ON).
− Painel de alarme ................................. VERIFICAR HYDR dentro de 3 a 4
s.
NS
Uma ação de manutenção deve ser re-
alizada antes do voo se este tempo for
reduzido para 1 s.
(pelo menos um dos acumuladores es-
tá defeituoso).
AI
• Ao atingir a temperatura mínima do óleo do motor (Consultar a SEÇÃO 2, § 2.4.4):
3. Manete de vazão de combustível
(FFCL) ................................................. posição “VOO”, mantendo uma razão
constante de aceleração do rotor.
AR
NOTA
Não permitir que o valor de NR permaneça estável entre 300 e 320
rpm durante a aceleração do motor.
REV.5 4 - 10
ÃO
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4.3.4 Ventilação
O procedimento de ventilação pode ser realizado após uma partida abortada ou pa-
ra fins de manutenção ou verificação.
UÇ
Proceder conforme a seguir:
• Verificar:
1. Manete de vazão de combustível
TR
(FFCL) ..................................................... Posição Corte.
2. Manete de corte de combustível
em emergência ........................................ À FRENTE
3. Ng ............................................................ VERIFICAR ≤ 10%.
4. [FUEL PUMP] (ambas) ............................ LIGAR.
NS
5. [CRANK]. ................................................. PRESSIONAR por, no máximo,
15 segundos.
6. [CRANK]. ................................................. SOLTAR.
7. [FUEL PUMP] (ambas) ............................ DESLIGAR.
AI
4.4 DECOLAGEM
NOTA
Ajustar a fricção do cíclico e do coletivo para que as forças de fricção
sejam sentidas pelo piloto quando movendo os comandos de voo.
NT
ME
SO
REV. 5 4 - 11
ÃO
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− Aumentar gradualmente o passo coletivo para pairar a 5 ft (1,5 m). Verificar os ins-
UÇ
trumentos de controles mecânicos e do motor, com as luzes no painel de alarme
apagadas.
− Aumentar a velocidade com a potência de voo pairado dentro do efeito do solo
(IGE) até IAS = 40 kt (74 km/h), em seguida iniciar a subida a fim de ultrapassar
40 ft (12 m) com IAS = 50 kt (93 km/h).
TR
NS
Figura 4-2 : Procedimento de decolagem
AI
ATENÇÃO:
PARA UMA OPERAÇÃO SEGURA, A TRAJETÓRIA DE DECOLA-
GEM DEVE EVITAR O GRÁFICO “ALTURA-VELOCIDADE” (CON-
SULTAR A SEÇÃO 5).
AR
4.5 SUBIDA
Acima de 100 ft (30 m), para desempenho máximo de subida, selecionar a Potência
Máxima Contínua (PMC) e a velocidade ótima de subida (Vy):
EP
O voo cruzeiro rápido é obtido pela primeira limitação atingida que corresponde ao
NT
REV. 4 4 - 12
ÃO
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4.7.1 Aproximação
UÇ
− Iniciar a aproximação em 65 kt (120 km/h).
− A partir de aproximadamente 100 ft (30 m), reduzir a velocidade até voo pairado
dentro do efeito solo (HIGE) a 5 ft (1,5 m).
• Verificação na aproximação:
TR
1. Farol de pouso .....................................CONFORME NECESSÁRIO.
2. Todos os parâmetros ...........................VERIFICAR.
4.7.2 Pouso
− A partir do voo pairado, reduzir lentamente o passo coletivo até tocar o solo, en-
NS
tão reduzir totalmente o passo coletivo.
AI
AR
EP
NT
ME
SO
REV. 4 4 - 13
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UÇ
2. Coletivo ................................................. TRAVAR.
3. Manete de vazão (FFCL) ...................... Ajustar 67% ≤ Ng ≤ 70%.
4. Arrefecimento do óleo do motor ............ AGUARDAR por 30 s.
5. [PITOT], [HORN], farol de pouso .......... DESLIGAR.
6. Manete de vazão (FFCL) ...................... Posição CORTE.
TR
7. [FUEL PUMP](ambas) .......................... DESLIGAR.
8. [GENE] .................................................. DESLIGAR.
NS
9. Freio rotor .............................................. APLICAR
REV. 5 4 - 14
ÃO
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UÇ
• Capacidade máxima
540 litros (142,7 US gal - 427 kg - 941 lb).
• Liquidômetro
TR
10 = 538,7 litros
(142,3 US gal. - 426 kg - 938 lb)
quantidade de combustível utilizável.
NS
: Restam 18 minutos de tempo de voo em PMC no iní-
cio desta faixa.
AI
AR
NOTA 1:
A quantidade de combustível não utilizável é atingida quando a indicação no
liquidômetro for zero.
EP
NOTA 2:
As indicações de quantidade de combustível em kg e de vazão de combustí-
vel em kg/h são baseadas em uma densidade do combustível de 0,79 kg/l.
NT
ME
SO
REV. 5 4 -15
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UÇ
• Estacionamento
- Estacionar o helicóptero aproado ao vento. Manter o freio rotor aplicado com
uma pá às 12 horas. Manter as pás amarradas até a partida.
- Para vento acima de 40 kt (74 km/h), o helicóptero precisa ser amarrado ao solo.
TR
• Partida
- Quando o rotor começar a girar, levar o cíclico levemente na direção do vento.
- Assim que NG > 67%:
Manete de vazão (FFCL) .................. Posição VOO.
NS
• Verificação de giro no solo
- Realizar as verificações hidráulicas com a manete de vazão na posição “VOO”
e a NR na rotação nominal.
NOTA
A partida e o corte foram demonstrados com vento até 40 kt (74
km/h) vindo de qualquer direção e para vento de proa de 50 kt (93
km/h).
EP
NT
ME
SO
REV. 5 4 -16
ÃO
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UÇ
Procedimento de partida:
Idêntico procedimento ao normal de partida (ver parágrafo 4.3.2), exceto:
− Temperatura do óleo do motor ...........MONITORAR.
TR
− Painel de alarme ................................VERIFICAR ENG P
− Manete de vazão (FFCL) ...................Posição VOO.
NOTA:
NS
O uso do óleo 3 cSt sintético é recomendado para operação em
baixas temperaturas.
AI
AR
EP
NT
ME
SO