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Leis do Eletromagnetismo e Aplicações

[1] O documento apresenta um trabalho sobre as leis da eletricidade e do magnetismo, realizado por estudantes de engenharia elétrica da Universidade Federal de Campina Grande. [2] O trabalho descreve as principais leis do eletromagnetismo, incluindo a Lei de Ohm, Lei de Coulomb, Lei de Ampère e Lei de Faraday. [3] O objetivo é introduzir essas leis de forma não aprofundada e mostrar suas inúmeras aplicações na sociedade moderna.

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Leis do Eletromagnetismo e Aplicações

[1] O documento apresenta um trabalho sobre as leis da eletricidade e do magnetismo, realizado por estudantes de engenharia elétrica da Universidade Federal de Campina Grande. [2] O trabalho descreve as principais leis do eletromagnetismo, incluindo a Lei de Ohm, Lei de Coulomb, Lei de Ampère e Lei de Faraday. [3] O objetivo é introduzir essas leis de forma não aprofundada e mostrar suas inúmeras aplicações na sociedade moderna.

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE

ALEXANDRE PEDRO YURE CARIRI GOMES

FILIPE CASTOR DE MELO

KALINE ALENCAR DE SÁ MENEZES

NATAN PEREIRA BARBOSA


RIVANDO GUILHERME DE ALBUQUERQUE E RODRIGUES DE SOUZA

AS LEIS DA ELETRICIDADE E DO MAGNETISMO:


SIGNIFICADO FÍSICO E APLICAÇÕES

CAMPINA GRANDE – PB
2018
ALEXANDRE PEDRO YURE CARIRI GOMES

FILIPE CASTOR DE MELO

KALINE ALENCAR DE SÁ MENEZES

NATAN PEREIRA BARBOSA


RIVANDO GUILHERME DE ALBUQUERQUE E RODRIGUES DE SOUZA

AS LEIS DA ELETRICIDADE E DO MAGNETISMO:


SIGNIFICADO FÍSICO E APLICAÇÕES

Trabalho sobre as Leis da


Eletricidade e do Magnetismo
apresentado no curso de Graduação
em Engenharia Elétrica da
Universidade Federal de Campina
Grande.

Professor: Mário Araújo.

CAMPINA GRANDE – PB

2018
SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 04

2 LEI DE OHM. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 05

3 LEI DE COULOMB. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 07

4 LEI DE AMPÈRE. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

5 LEI DE FARADAY. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

6 LEI DE KIRCHHOFF. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

7 LEI DE LENZ. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

8 LEI DE GAUSS. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

8.1 Eletricidade. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

8.2 Magnetismo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

9 EQUAÇÕES DE MAXWELL. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

9.1 Primeira equação de Maxwell. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

9.2 Segunda equação de Maxwell. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

9.3 Terceira equação de Maxwell. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

9.4 Quarta equação de Maxwell. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

10 LEI DE LORENTZ. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

11

12 CONCLUSÃO. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

REFERÊNCIAS. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
5

1 INTRODUÇÃO:

O objetivo principal desse trabalho é introduzir, de forma não tão


aprofundada, as principais leis do eletromagnetismo e mostrar, a partir delas, as
inúmeras aplicações que elas possuem na sociedade atual, e a sua importância para
o desenvolvimento tecnológico da sociedade. O trabalho foi subdividido de forma
que cada integrante pudesse apresentar 2 leis sobre eletricidade e/ou
eletromagnetismo e, em cada intervalo de tempo determinado, pudesse explicar de
forma simples e objetiva, a seção teórica da lei, sua aplicação prática e a
importância do seu estudo para a atual sociedade. As leis adotadas foram: Lei de
Ohm, Lei de Lenz, Lei de Gauss (em eletricidade e magnetismo), Lei de Kirchhoff,
Lei de Ampère, Lei de Coulomb, Lei de Faraday e Lei de Lorentz. Além disso, será
abordada no trabalho a importância do trabalho de Maxwell, unificando as 4
equações provenientes de certas leis supracitadas e criando a base para o
desenvolvimento do eletromagnetismo.
6

2 LEI DE OHM:

A Primeira Lei de Ohm, formulada por Georg Simon Ohm (1789-1854), afirma
que a relação de proporcionalidade entre a tensão elétrica entre dois pontos de um
condutor mantido à temperatura constante e a corrente elétrica que flui de um dos
pontos do condutor ao outro, é constante, e essa constante é denominada
resistência elétrica, de forma que temos a equação:

Em que:

-V é a diferença de potencial entre os pontos do condutor,


medida em Volts (V);

-I é intensidade da corrente que flui


pelo condutor, medida em Ampere
(A);

-R é a resistência elétrica do condutor, medida em Ohms( Ω).

Essa relação estabelecida nos permite realizar diversas operações com


circuitos elétricos. O principal dispositivo utilizado nessas operações é o resistor.
Antes de mais nada, é preciso dizer que nem todos os resistores obedecem à lei de
Ohm, pois, a lei é vigente apenas para resistores com resistências constantes, são
os chamados resistores ôhmicos; no entanto, alguns resistores podem variar sua
resistência, mesmo mantendo-se à temperatura constante, esses são os resistores
não ôhmicos.

Matematicamente, sabemos que, ao se adotar um plano cartesiano cujos


eixos são proporcionais, a tangente do gráfico com o eixo horizontal resulta,
exatamente, na razão dos
eixos, ou seja, em um gráfico
V x i, a tangente do gráfico
com o eixo i é igual a R,
como pode ser visto na
Figura 1:

Figura 1 - Gráfico relacionando Tensão e Corrente.

Fonte: <[Link]
experimental-2013-ufc-lei-ohm>
7

Perceba a diferença do gráfico quando estamos tratando de um resistor não ôhmico:

Figura 2 - Relação VxI para um Resistor


Não Ôhmico

Fonte:
<[Link]
wAJ/relatorio-lei-ohm>

Além do enunciado da Lei, relacionando tensão e corrente, a Lei de Ohm


também anuncia que a resistência de um condutor se relaciona à sua área
transversal e ao seu comprimento, e depende do material do qual é feito o resistor;
de forma que temos a equação:

A partir dela, é perceptível estabelecer que:

-A resistência é inversamente proporcional à área transversal do resistor;

-A resistência é diretamente proporcional ao comprimento do resistor;

-A resistência depende da resistividade elétrica (ρ), que varia de acordo com o


material do resistor e com a temperatura a qual o resistor está submetido.

Conforme dito acima, a resistividade varia de acordo com a temperatura, e,

para isso, temos uma forma de calculá-la: ρ = ρ∘[1+ α(ΔT)]


Onde:

- ρ é a resistividade associada à temperatura final do resistor;

- ρ∘ é a resistividade associada à temperatura inicial do resistor;

- α é o coeficiente de temperatura associado aos metais;


8

- ΔT é a variação de temperatura sofrida pelo resistor (em Kelvin).

A partir dessa equação é possível perceber também que, quanto menor for a
variação da temperatura, menor será a resistividade final, ou seja, a variação de
temperatura é diretamente proporcional à resistividade.

3 LEI DE COULOMB

4 LEI DE AMPÈRE

Hans Cristian Oersted comprovou, por meio de experimentos, a existência de


um campo magnético ao redor de um fio quando esse era percorrido uma corrente
elétrica. Após isso, André Marie Ampère deduziu matematicamente esse campo.
Dessa forma, foi desenvolvida a famosa Lei Circuital de Ampère. Assim, Ampère
afirma que o sentido do campo magnético é determinado pelo sentido da corrente.
Analogamente, caso se queira inverter o sentido da corrente, inverte-se o sentido do
campo.

A afirmação anterior pode ser representada pela regra


da mão direita, assim, o polegar indica o sentido convencional da corrente e, os
demais dedos que envolvem o condutor por onde passa
a corrente, o sentido das linhas do campo magnético. De
maneira análoga, em algumas situações, a Lei de
Ampère permite determinar a intensidade do campo
magnético. De forma conclusiva, foi constatado,
experimentalmente, que a intensidade do magnético é
proporcional à corrente que atravessa um condutor
9

associado a esse campo – e inversamente proporcional à distância do ponto (onde


considera-se o campo magnético) ao fio.

Figura 4 – Espiras Amperianas


A integral do caminho
fechado, percorrendo um
circuito optado, tem por
resultado uma equação
que facilita os cálculos
para determinar o campo
magnético produzido por
uma região onde circula uma corrente elétrica, confirmando
isso na figura 4.

A Lei de Ampère, matematicamente, é determinada por:

Assim, a lei circuital de Ampère é conhecida como mais substancial que a lei de
Biot--Savart, já que demonstra a resolução dos problemas de forma mais apurada.
Além disso, é uma das quatro equações de Maxwell para o Eletromagnetismo.

5 LEI DE FARADAY

6 LEI DE KIRCHHOFF:

6.1 Leis de Kirchhoff:

Leis criadas pelo alemão Gustav Robert Kirchhoff (1824 – 1887). São
divididas em duas partes, a primeira foi criada para resolver adversidades com
circuitos elétricos mais complexos, que é denominada de Lei de Kirchhoff para
Circuitos Elétricos. A segunda Lei é chamada de Lei de Kirchhoff para
10

Espectroscopia, a qual é usada para descrever espectros de absorção e emissão


em situações específicas. Então, visto que
a Lei de Kirchhoff para Espectroscopia
possui um nível de complexidade elevado,
não será abordado nessa monografia.

6.1.1 Lei de Kirchhoff para Circuitos


Elétricos:

A Lei de Kirchhoff para Circuitos


Elétricos é usada para analisar e calcular circuitos elétricos mais complexos, seus
componentes e até resolver certos problemas de falhas em um equipamento
específico. A título de exemplo, circuitos que possuem vários resistores, os quais
podem estar em série ou em paralelo. Assim, para que seja estudado todo esse
circuito mais complexo, deve-se possuir o conhecimento de alguns conceitos
importantes, como nós e malhas. O primeiro é referido aos pontos que possuem a
junção de três (ou mais) condutores, analogamente, pode ser descrito como os
pontos os quais a corrente se divide ou se associa. Já a definição de malhas é
atribuída a qualquer percurso fechado em um circuito.

6.1.2 Primeira lei de Kirchhoff (Lei dos nós):

A primeira Lei afirma que a soma das correntes que chegam no nó é igual a
soma das correntes que saem. Nota-se que há a conservação da carga total do
circuito e, assim, a acumulação de cargas nos nós não é presente. Por exemplo, i3
= i1 + i2 (Figura 1).

(Figura 1) nós: A e D, malhas: ABCD e ADEF .

6.1.3 Segunda lei de Kirchhoff (Lei das malhas):

Em um percurso fechado, a soma algébrica das variações de potenciais é


nula.
11

Analisando a Figura 2, temos que:

Atribuindo o ponto A como inicial e percorrendo no sentido horário, iremos calcular o


valor da corrente elétrica utilizando a Lei das Malhas.
Então, ao passar do potencial menor para o maior na bateria E1, obtemos +60V. Do
ponto B ao C, passamos por uma resistência de potencial maior para o potencial
menor, então perde-se potencial: -3i.
Em seguinte, passa-se pela bateria E2, maior para o menor potencial, dessa forma: -
40V. Passando pelo R1, perdemos potencial, assim: -7i. Consequentemente, a soma
de todas as variações deve ser nula, então:
+60 - 3i – 40 – 7i = 0 (Sabe-se que: i = corrente elétrica, E = bateria do circuito, R = resistência.)
10i = -20
i = 2A, conclui-se que a corrente elétrica do circuito na figura 2 é 2A.

7 LEI DE LENZ:

A Lei de Lenz foi proposta pelo físico Heinrich Lenz e enuncia que, a partir de
resultados experimentais, a corrente induzida em
um condutor gera um campo cujo sentido é
oposto ao sentido da variação do campo
magnético que a gera, de maneira mais geral,
enuncia-se que: o sentido de qualquer efeito de
indução magnética é tal que ele se opõe à causa
que produz esse efeito. No entanto, esta lei não é
um princípio independente,
pode-se chegar à mesma
conclusão desta lei através da
Lei de Faraday, porém de
maneira extremamente mais
complexa. A causa do
enunciado supracitado pode
ser um fluxo magnético
gerado, por exemplo, pelo Figura 3 - Representação Lei de Lenz
movimento de ímãs. Fonte:
[Link]
[Link]
12

Para tornar mais prática a visualização dessa teoria, segue a figura ao lado, onde:

- B = Campo Magnético (medido em Tesla, T);

- N e S representam os polos Norte e Sul do ímã;

- I representa a corrende induzida;

Observando a figura 3, é perceptível o fenômeno descrito por Lenz: ao se aproximar


um ímã e um condutor, pela indução eletromagnética, gera-se uma força
eletromotriz, esta que, por sua vez, gera uma corrente induzida no condutor, e esta,
induz um campo magnético próprio, de sentido contrário ao campo do ímã (pode-se
saber o sentido do campo sabendo o sentido da corrente, pela regra da mão direita,
como mostra a figura); com os campos magnéticos em sentidos opostos, surge uma
força de repulsão, e o ímã é, então, afastado. Ao afastar-se o ímã, muda-se o
sentido da corrente induzida, e, consequentemente, muda-se, também, o sentido do
campo magnético da corrente, logo, o campo da corrente adquire o mesmo sentido
do campo do ímã, criando uma força de atração entre eles.

Adotando novamente o modelo ímã-bobina, para exemplificar a conservação


de energia juntamente com a indução eletromagnética, temos que: o ímã, ao se
aproximar da bobina (condutor), possui determinada energia cinética (energia
mecânica) e, ao se aproximar da bobina, induz a o fluxo da corrente elétrica,
enquanto

diminui sua velocidade devido a força repulsiva criada pela diferença dos campos
magnéticos. Este fenômeno demonstra a conservação de energia, de forma que a
energia mecânica do ímã é convertida em energia elétrica no condutor; imagine que,
ao invés da corrente se movimentar no sentido anti-horário (criando um campo
magnético ‘’saindo’’ da bobina) ela se movimentasse no sentido horário, isso criaria
um campo que iria se somar ao campo magnético do ímã, ou seja, iria gerar energia
a partir do ‘’nada’’, e isso viola uma das mais importantes teorias da ciência, ‘’na
natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma” e, portanto, não pode
ocorrer.

A partir dessa formulação teórica, foi possível o desenvolvimento dos


geradores, motores elétricos e transformadores, que têm como base de
13

funcionamento a indução eletromagnética e a conservação de energia e que são,


atualmente, a base do desenvolvimento tecnológico da sociedade.

8 LEI DE GAUSS

8.1 Eletricidade:

8.2 Magnetismo

9 LEI DE LORENTZ

11 bios savatis

Durante o século XVIII foram muitas as tentativas de encontrar uma conexão


entre a eletricidade e o magnetismo. Cientistas observaram que cargas elétricas
estacionárias e imãs não provocavam qualquer influência um no outro. Mas em
1820, Hans Christian Oersted mostrou que uma bússola sofria deflexão quando era
colocada perto de um fio percorrido por uma corrente. Já era conhecido que campos
magnéticos produzem deflexão em bússola, o que levou Oersted a concluir que
correntes elétricas induzem campos magnéticos. Assim ele havia encontrado, uma
conexão entre eletricidade e o magnetismo. Ele observou também, que os campos
magnéticos produzidos por correntes elétricas, em um fio retilíneo, tinham a forma
de círculos concêntricos.

A lei de Biot-Savart tem como objetivo calcular o campo magnético produzido


por uma corrente elétrica que passa em um fio de forma arbitrária. Se
Considerarmos o fio dividido em um grande número N de elementos de
comprimento, com comprimentos Δsk (k = 1, 2, … N), pequenos o suficiente para
que o campo criado pela corrente em cada um deles possa ser considerado
14

constante. Ao k-ésimo elemento de comprimento associa-se o vetor elemento de


corrente i delta sk.

O campo magnético delta Bk criado no ponto P do espaço pelo elemento de

corrente i deltas k é dado por:

Em que r é o vetor que vai do elemento de corrente ao ponto P. Assim se constitui a


lei de Biot-Savart.

A direção do vetor   é perpendicular ao plano de   e r e o sentido é dado pela


regra da mão direita. É interessante observar que o módulo do campo depende do

inverso do quadrado da distância:

O campo magnético total no ponto P, criado por todos os elementos de corrente, é a

soma 

Como exemplo de aplicação da lei de Biot-Savart, pode-se calcular o campo


magnético no centro de uma espira circular com uma corrente i.

Para calcular o módulo do campo magnético no ponto considerado, dividimos a

espira em um grande número N de partes, cada qual de comprimento  .

O módulo do campo magnético produzido pelo elemento de corrente  vale:


15

O módulo do campo magnético produzido pela espira inteira é a soma dos módulos
dos vetores campo magnético produzidos por todos os N elementos de corrente, já
que esses vetores são paralelos e de mesmo sentido.

Assim:

Em nosso estudo da eletrostática, observamos que a lei de Coulomb, descrevendo o


campo elétrico de cargas puntiformes foi simplesmente o modo pelo qual as
observações experimentais relativas a forças eletrostáticas em corpos carregados
poderiam ser melhor resumidas. A situação é a mesma em relação a campos
magnéticos produzidos por correntes estacionárias. Não há meio de se deduzir uma
expressão para estes campos; tudo o que podemos fazer é observar as forças
magnéticas criadas por correntes reais experimentalmente e então tentar achar uma
expressão matemática para o campo magnético que esteja de acordo com os
resultados de todas as observações. Foi justamente desta maneira que a lei de Biot-
Savart, a qual dá o campo magnético criado pelo fluxo de corrente em um condutor,
foi descoberta.

REFERÊNCIAS:

[1] YOUNG, Hugh D. e FREEDMAN, Roger A. “Física III: Eletromagnetismo. ”


12ªedição americana.

[2]<[Link]
16

[3] RAMALHO, F.; G. F. NICOLAU, P.A. TOLEDO – “Os Fundamentos da Física. ”


6ª edição, Vol. 3. São Paulo, Editora Moderna. 1997.

[4] <[Link]

[5]<[Link]
[Link]>

[6]<[Link]
[Link]>

[7] HALLIDAY, David; RESNIK Robert. “Física 3: Eletromagnetismo. ” 5ª Edição.


Rio de Janeiro: LTC,2004.

[8]

[9]
17

REFERÊNCIAS

SOBRENOME DO AUTOR1, Nome; SOBRENOME DO AUTOR2, Nome.


Título:subtítulo. Disponível em <site site site>. Acesso em: 07 de ago. 2017.
18

A chamada lei de Coulomb se caracteriza como uma força elétrica que trabalha em
meio a dois corpos, ou mesmo entre partículas carregadas eletricamente, as quais
dependem do valor das cargas e da distância entre os dois objetos.

Foi no ano de 1785 que o cientista francês, Charles Augustin Coulomb, através de
medidas laboratoriais determinou que o valor do módulo da força que existe entre
duas esferas carregadas, sendo uma carga (Q1) e outra (Q2), é proporcional ao
produto, em módulo, de suas cargas e inversamente proporcional ao quadrado da
distância (d) entre elas. Descoberta proporcionada pelo famoso cientista francês
Charles Augustin Coulomb, no ano de 1785.

A figura abaixo ilustra a relação matemática expressa pelo cientista Coulomb em seu
experimento:

Figura I

Na expressão, k é a constante de proporcionalidade chamada de constante


eletrostática. Caso o meio em questão seja o vácuo, a constante eletrostática é
representada por k0, e tem um valor igual a:

k=k0 =9x109N.m2/C2 
O gráfico abaixo nos mostra que quanto maior for a distância que separa os dois
objetos carregados, menor será a força elétrica entre eles.

Figura 2

A intensidade da força elétrica diminui com o quadrado da distância.


  A força elétrica sempre atua na direção da linha imaginária que une as duas
19

esferas (ou corpos), sendo que seu sentido é determinado pelo sinal relativo
entre duas cargas.

 A força é de ação atrativa quando as cargas possuem sinais diferentes e de


ação repulsiva quando as cargas possuem sinais iguais.

 A força elétrica que atua sobre um dos corpos possui o mesmo valor, em
módulo, e mesma direção que a força que atua sobre o outro corpo, porém
possui sentido contrário.

 Colocando-se as cargas Q1 e Q2 ao longo de um eixo imaginário x, podemos


representar três situações possíveis.

Na figura, podemos ver que sempre surge um par de forças que age
separadamente em cada uma das cargas.

Figura 3

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